Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Sociedade Filarmónica Silvense
Em 1842 surgiu em Silves e pela primeira vez uma Banda Filarmónica, a Filarmónica do Guerreiro, criada e regida pela respetiva família, onde a mesma viveu até 1865. Em 1869, nascia uma nova Banda, a Filarmónica dos Fraldas, criada por alguns cidadãos progressistas que saíram à rua simplesmente de fraldas. Dirigiram essa Banda: Salvador Gomes Vilarinho, António Caldas, Vicente de Almeida e depois Henrique Rocha (filho) que substituíra Vicente de Almeida, como regente. Das rivalidades políticas entre o Partido Progressista e o Partido Regenerador, surgiu uma segunda banda, a Filarmónica dos Moleiros, que teve na sua origem Gregório Mascarenhas.
Também se vestiam de fraldas, mas estas eram verdes e vermelhas e daí lhe adveio o rótulo de Os Periquitos. Foi dirigida por Henrique Rocha (pai) e José da Cruz Guerreiro. Sempre que estas duas bandas, que representavam duas Indústrias (as Caldas e as Mascarenhas), se cruzavam nas ruas, havia pancadaria, tal era a rivalidade.
Paralelamente às duas rivais, nasceu ainda um Grupo de Ocarinas, instrumento musical feito de barro, cujo som é idêntico ao da flauta. Esse grupo cultivou pela primeira vez em Silves este instrumento.
Sociedade Filarmónica Silvense
O revirar do século e a crise das fábricas que originaram as duas Bandas, marcou o fim da Caldas em 1906 e da Mascarenhas em 1910. Enquanto umas morriam, uma nova Banda já tinha nascido em 1908 a Orquestra Freire, era uma orquestra de instrumentos de corda e teve como regente Henrique Rocha (Júnior), pianista que atuava na Sociedade Vilarinho. A Orquestra Freire sobreviveu até ao surgimento do cinema sonoro.
As Bandas em Silves cultivaram-se e prosperaram, e embora não haja registos, entre os anos 1865-1869 e 1910-1912 sabe-se que nos primeiros anos da República Portuguesa a Sociedade de Classe adquiriu instrumentos musicais das anteriores Bandas e criou uma Filarmónica que ia funcionando, embora com carências. Também a Sociedade de Classe se extinguiu, mas a Filarmónica não morreu e aprovou os seus estatutos em 1933 com o nome Sociedade Filarmónica Silvense. E assim nasceu a atual Banda Filarmónica. Viveu durante várias décadas no Teatro Gregório Mascarenhas, e tem a sua sede provisória na Rua Policarpo Dias, 41 em Silves.
Já teve um Rancho Folclórico, nascido em 1981 da sua componente etnológica, versando e divulgando cantares e danças de Silves e do Algarve. Faz Parte desta Sociedade O Grupo de Teatro Amador O Gruta datado de 1981. Em 1998, foi criado o Grupo Coral da Sociedade Filarmónica Silvense. Em 2003 a Banda desta sociedade contava com 48 músicos e tinha como regente o José António Flosa que também era professor da Escola de Música que contava com vários aprendizes.
SFS
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/silves-sociedade-filarmonica-silvense-2021.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-07-17 08:04:222024-10-29 22:38:42Silves e as suas filarmónicas
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Banda Filarmónica 1º de Dezembro de Moncarapacho
Fundada em 1862, a Banda Filarmónica de Moncarapacho é uma das mais antigas do Algarve. Com século e meio de existência, a banda nasceu da fusão de duas bandas que existiam em Moncarapacho. Chegando a esta paróquia novo pároco, de nome Simas, e apercebendo-se de que havia divergências entre as duas bandas, reuniu os músicos e juntou-os para formarem uma só banda de que ele foi maestro.
Atualmente, os mais de 40 elementos que compõe a banda são dirigidos pelo maestro Luís Rodrigues. A Banda conta ainda com uma Escola de Música com vários professores habilitados, sendo frequentada por mais de 25 alunos.
BFM
Banda Filarmónica 1º de Dezembro de Moncarapacho
Reciclanda
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/olhao-banda-filarmonica-1-de-dezembro-de-moncarapacho.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-07-16 22:14:142024-10-30 17:41:01Olhão e as suas filarmónicas
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Banda Musical Vouzelense
Filarmónica Verdi Cambrense
Sociedade Musical, Cultura e Recreio de Paços de Vilharigues
Sociedade Musical de Moçâmedes
Banda Musical Vouzelense
Tlm. (+00 351) 963 809 127
Fundada em 1880, a Phylarmónica de Vouzela, como então se designava, terá atravessado períodos de maior ou menor atividade, reflexo das diferentes conjunturas históricas por que passou, nomeadamente, a implantação da República (1910) e a Iª Grande Guerra (1914-1918). Em 1926 terá entrado num período de quase inatividade para renascer em 1931 com novo fulgor e sob a designação de Sociedade Musical Vouzelense, ou Banda de Vouzela como mais tarde se veio a popularizar.
Obteve o 1º lugar no Concurso de Bandas Civis das Festas do Senhor de Matosinhos (1954), 2º lugar no IIº Grande Concurso de Bandas Civis (1970) e finalista do mesmo em 1971. Em 1995, atuou no Seixal; em 1997, no Encontro de Bandas em Palmela e II Encontro Ibérico em Tomar; em 1998, nas Festas da Cidade de Lisboa, deslocando-se também a Alcochete. Gravou para o programa “Jardim das Estrelas”, transmitido na RTP-I. Em 1999, tocou na Casa de Lafões em Lisboa e participou no Encontro de Bandas em Samora Correia. Em 2000, foi a Banda escolhida pela Câmara Municipal de Viseu, para fazer a receção ao Presidente da República, Jorge Sampaio, naquela cidade, aquando das comemorações do 10 de Junho e também convidada por aquela edilidade para participar na cerimónia do Encerramento dos Jogos Desportivos no Estádio do Fontelo.
No ano de 2000, deslocou-se a Espanha, Salamanca, para participar na Feira da Agricultura. Em 2001, esteve presente no encerramento do Encontro de Bandas em Pêro Pinheiro – Sintra, e em Outubro do mesmo ano no Programa “Sons de Outono”, levado a efeito em Muge, e promovido pela Câmara Municipal de Salvaterra de Magos. Em 2002, participou no Aniversário da Orquestra Ligeira da Cruz de Pau – Seixal. O Concerto do seu 72º Aniversário, deu origem a gravação, e posterior edição do seu 1º CD ao vivo. Em 2004, lançou o 2º CD ao vivo “Vouzela ao Vivo 2004”. Em 2005, deslocou-se ao Recife-Brasil, a convite do Consulado Português, onde efetuou 5 concertos no Recife e em João Pessoa. Em 2008, foi declarada Pessoa Colectiva de Utilidade Pública.
Conta com 55 elementos, sendo uma esmagadora maioria de jovens saídos da sua escola de música. Dirigida desde os primeiros tempos por Paulo de Figueiredo (1908), teve depois como continuadores o Mestre Póvoas, prof. Augusto Carvalho de Almeida e o Dr. Joaquim Pereira de Carvalho. Mais tarde, foi a vez do Tenente José de Sousa, seguindo-se Aníbal José Rodrigues, conhecido no mundo da Música como o “Carriço”. Martinho de Sousa Oliveira, Leonardo Vieira, Carlos Pereira e mais recentemente o Maestro João Fernando Silva, conduziram os destinos da Banda de Vouzela.
A Banda de Música possui e interpreta um repertório muito variado que passa pela música clássica, música ligeira, música popular, marchas e outras, não esquecendo a música litúrgica com que inúmeras vezes participa na celebração de atos de culto. A Sociedade Musical Vouzelense dispõe de uma escola de música, com uma média de 25 alunos, dos 6 aos 60 anos. O principal objetivo desta Escola é formar executantes para ingressarem na Banda de Música.
BMV
Banda Musical Vouzelense, Janeiras no Palácio de Belém, janeiro de 2019, créditos Rui Ochoa
A Banda de Cambra foi fundada em 1883 pelos irmãos Padre José João Rodrigues e José Rodrigues da Casa do Talho de Tourelhe. Por volta de 1910, passou a chamar-se Filarmónica Verdi Cambrense, em homenagem ao grande compositor italiano Giuseppe Verdi. A primeira direção foi constituída em 1954.
A sede foi inaugurada em 1979, graças à cedência do terreno pelo benemérito Augusto Pinheiro de Almeida e ao empenho de cambrenses bairristas com destaque para José Pereira de Carvalho e José Rodrigues.
Filarmónica Verdi Cambrense
Com obras de beneficiação ao longo dos tempos, a sede serve a Banda Filarmónica, a sua Escola de Música e a Banda Juvenil, e está sempre aberta às instituições locais para espetáculos que aí necessitem de realizar.
Sociedade Musical, Cultura e Recreio de Paços de Vilharigues
Fundada em 1928, a Sociedade Musical Cultura e Recreio de Paços de Vilharigues cresceu fruto da dedicação e do trabalho de tantos que ao longo de muitos anos souberam dignificar e dar-lhe nome. Foi na década de 20 que nasceu a ideia de fundar uma Banda de Música, abrilhantando a festa de Páscoa no ano de 1928. Na altura os conhecimentos musicais eram limitados, pelo que o Senhor Joaquim da Rocha Almeida (Morgado), seu primeiro Maestro, foi a S. Pedro do Sul aprofundar os conhecimentos de solfejo com Álvaro Duarte. Assim aprendeu a arte de lidar com as partituras e ensinou aos demais aquilo que lhe havia sido transmitido.
Seguiu-se Augusto Carvalho de Almeida que, no início dos anos 1950, tomou conta da regência e aí permaneceu até à década de 1980. Foram 40 anos de dedicação e de entrega à filarmónica, projetando longe o nome da freguesia. Desde 2008, é o trombonista Cláudio Ferreira que conduz artisticamente a banda.
Sociedade Musical, Cultura e Recreio de Paços de Vilharigues
A SMCRPV tem em atividade uma Escola de Música gratuita, para jovens de ambos que queiram aprender música, nomeadamente instrumentos de sopro e percussão.
Sediada em S. Miguel do Mato, Vouzela, a Sociedade Musical de Moçâmedes é uma associação a fins não lucrativos que tem um grupo coral e uma Banda Filarmónica.
Sociedade Musical de Moçâmedes
A Sociedade Musical de Moçâmedes teve início em 1875 com a família Oliveira, que residia na freguesia. Os primeiros executantes eram todos elementos da família, da qual saiu um dos primeiros maestros, António Oliveira, que conduziu os destinos da Filarmónica durante cerca de 50 anos. Nesta altura atingiu cerca de 40 músicos executantes, tendo sido o seu repertório de uma grande variedade musical como também a sua execução de qualidade.
Ainda fazem parte do repertório da Banda, algumas composições feitas pelo antigo maestro, das quais algumas são executadas por outras bandas da região.
Por volta dos anos 1930 e 1940, a Banda associou-se à antiga Legião Portuguesa e, de acordo com alguns testemunhos, consta que vestia nesta altura a mesma farda.
Com a morte do maestro, sucedeu-lhe Fernando Figueiredo, residente na vila de São Pedro do Sul. Este esteve somente 4 anos ao serviço desta Banda, até à morte. É nesta época que começaram a surgir as grandes dificuldades na contratação de novo maestro. A direção desta Filarmónica dirigiu-se então ao pároco de São Miguel do Mato, Abade António Oliveira e Silva, que a regeu durante alguns anos.
Por idade e trabalho intenso, o padre foi substituído por um dos melhores executantes, Evaristo Ferreira de Sousa, natural de Caria de São Miguel do Mato, que foi maestro durante algum tempo.
Durante todos estes anos a formação de novos músicos era feita um pouco desordenadamente por alguns dos executantes, não existindo uma escola de música.
Com a impossibilidade do maestro Evaristo, sucedeu-lhe Manuel Soares Cravo, natural de Vilar de São Miguel do Mato, que esteve vários anos na regência da Filarmónica.
Com a sua morte, ficou esta Banda sem maestro por algum tempo. Nesta altura, graças ao trabalho de alguns executantes como Manuel Fernandes Gomes, a Banda manteve-se no ativo. Mais tarde outros elementos prosseguiram o trabalho. Foi então convidado em 1996, para maestro, José Meneses Rocha, natural de Caria de São Miguel do Mato, que também pela primeira vez na história desta Banda criou uma Escola de Música, que forma músicos para integrarem a Sociedade Musical de Moçâmedes.
Fazem parte da Escola de Música desta associação cerca de 18 alunos. Desde 1996 largas dezenas de alunos passaram pela Escola, tendo alguns deles integrado a Banda. Embora muitos alunos não se tenham tornado músicos executantes, receberam aqui formação que será sempre proveitosa para o seu desenvolvimento pessoal.
Para além do ensino da música tem-se feito uma recuperação (em termos informáticos) de velhas músicas executadas pela Banda como também da divulgação da Sociedade Musical de Moçâmedes através da Internet, graças ao trabalho de um dos executantes, Luís Matos.
Foi um marco histórico na vida desta Banda a aquisição de sede própria, inaugurada em 2007. Para além de todo este trabalho, a gestão administrativa desta Banda tem vindo a melhorar substancialmente graças à sua direção liderada pelo atual presidente Fernando Marques.
Fazem parte desta Filarmónica 35 músicos executantes na sua maioria jovens. Com os apoios da Câmara Municipal, Ministério da Cultura e INATEL, têm-se adquirido novos instrumentos, que melhoraram substancialmente a qualidade sonora da Banda.
Sociedade Musical de Moçâmedes
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vouzela-banda-vouzelense-no-palacio-de-belem-ft-rui-ochoa.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-07-16 22:10:382024-12-05 19:50:03Vouzela e as suas filarmónicas
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Banda Filarmónica de Aldeia de João Pires
A Banda Filarmónica de Aldeia de João Pires celebrou em 2028 o 110º aniversário. A TVEuropa noticiou que a Câmara Municipal de Penamacor apoia requalificação da sede da Banda Filarmónica de Aldeia de João Pires, dado que para o presidente da autarquia “é uma associação que dignifica o concelho”. As comemorações dos 110 anos da Banda Filarmónica de Aldeia de João Pires tiveram o ponto alto com um grande concerto a que assistiram centenas de pessoas. No concerto participaram cerca de 250 músicos de cinco bandas.
BFAJP
Banda Filarmónica de Aldeia de João Pires
Depois de um grande desfile das cinco bandas de música e de um almoço convívio decorreu, no dia 8 de setembro, um concerto único que contou com a participação da Banda Municipal Alterense, Banda da Sociedade Filarmónica Fraternidade de S. João de Areias, da Banda da Sociedade Filarmónica Louriçal do Campo e da Banda a Sociedade Filarmónica União Maçaense, para além da Banda Filarmónica de Aldeia de João Pires.
Durante as comemorações o Presidente da Câmara Municipal de Penamacor, António Luís Beites Soares, agradeceu o convite da Banda Filarmónica de Aldeia de João Pires para estar presente nas cerimónias do aniversário e indicou que era uma “obrigação” do executivo camarário apoiar a coletividade. António Luís Beites Soares referiu que o Município iria continuar a dar o seu apoio incondicional “porque é uma associação que dignifica o concelho. É uma banda com mais de quarenta elementos, mérito extraordinário do maestro e de todos os dirigentes”. O presidente do Município acrescentou ainda que as obras de requalificação da sede da coletividade, apoiadas pela Câmara, vão arrancar em breve.
As comemorações do aniversário da Banda tiveram início no dia 7 de setembro à noite, com a abertura do bar e com a atuação de Pedro Domingues (Coverkill), e prosseguiram no dia 8 de setembro integradas nas comemorações de Nossa Senhora da Graça, com arruada, Eucaristia e a tradicional Procissão. Para além do concerto as atividades do dia terminaram com a atuação de Micael Simões. No domingo, dia 9, voltou a atuar Pedro Domingues, com Coverkill. Uma iniciativa que teve o apoio da Câmara Municipal de Penamacor.
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Natural de Penedono (Viseu), Márcio Pereira é um cantor da Editora Espacial.
Márcio Pereira
Márcio Pereira, cantor, de Penedono
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Banda Harmonia Mosteirense
Banda Militar dos Açores
Banda Nossa Senhora da Luz
Filarmónica Lira de São Roque
Filarmónica Lira Nossa Senhora da Estrela
Filarmónica Lira Nossa Senhora da Oliveira
Filarmónica Minerva
Filarmónica Nossa Senhora das Neves
Banda Harmonia Mosteirense
A Banda Harmonia Mosteirense, da freguesia dos Mosteiros, foi fundada em 1883, pelo Padre Manuel Jacinto da Silva, Pedro Lúcio, Caetano Lopes e Manuel Botelho Paulo, com apoio moral e material de outros amigos regeneradores. É constituída por mais de seis dezenas de elementos com idades entre os 8 e os 68 anos e possui uma escola com mais de uma dezena de aprendizes.
Banda Harmonia Mosteirense
Realiza, anualmente, cerca de meia centena de atuações, procissões, festas e festivais musicais na ilha de S. Miguel. Em 2012, colaborou na gravação de um CD promovido pela Câmara Municipal de Ponta Delgada. Em 2013, comemorou os seus 130 anos de existência, com a realização de várias atividades. Em 2014, foi a primeira Filarmónica a participar com um concerto no prestigiado Festival Música no Colégio. Em outubro de 2015, teve lugar o lançamento do 1º CD da Banda, com um Concerto no Teatro Micaelense. Fazem, também, parte do currículo da Banda deslocações a outras ilhas do arquipélago, a Portugal Continental e ao estrangeiro, aos Estados Unidos da América nos anos de 1977/1989/1999 e 2008. A Harmonia Mosteirense venceu, por duas vezes, o concurso de Bandas da Ilha de S. Miguel realizado no Coliseu Micaelense, nos anos de 1957 e 1958.
Esta Banda continua com o seu grupo de Teatro que é constituído, em cerca de 90 por cento, por músicos da Filarmónica. Todos os anos, na época de Natal, tem levado à cena uma peça de teatro e um ato de variedades, permitindo aos jovens a aprendizagem da música e o desenvolvimento de práticas de solidariedade e laços de sã camaradagem.
Banda Nossa Senhora da Luz
A BNSL, da Freguesia de Fenais da Luz, foi fundada em outubro de 1976, após a fusão de duas bandas existentes naquela freguesia denominadas de “Banda União Celestial” e “Banda Lira Luz e Glória”. Tem perto de meia centena de músicos com idades entre os 7 e os 70 anos. Mantem em atividade uma escola com mais de uma dezena de alunos. Efetua, anualmente, cerca de 20 atuações.
Em 1978, vence o 1º concurso de Bandas a nível Açores. Nos anos 1979/80 e 81, visitou todas as ilhas do Arquipélago. Em 1983, venceu o Concurso de Bandas promovido pela Robbialac. Em 1986, deslocou-se aos Estados Unidos da América. Em 1988, integrou os Festivais de Bandas de Castelo de Vide, Alto Alentejo e visitou Espanha e participou no Festival de Bandas da Ribeira Brava (Madeira). Tem realizado concertos no Teatro Micaelense, na Vila de Nordeste, Vila Franca do Campo, Lagoa e Ribeira Grande. Em 2008, realizou o seu concerto de Gala na Aula Magna da Universidade dos Açores, com o Orfeão Edmundo Machado de Oliveira e, em 2009, repetiu o mesmo feito, desta vez no Teatro Ribeiragrandense, com a participação da soprano Andreia Colaço e do barítono João Costa. Em 2012, realizou dois concertos com o Coral de São José, onde tocou, entre outras obras, o tema “Requiem” de Mozart. Em 2013, editou o seu 1º CD com obras contemporâneas.
Em 1915, devido a rivalidades, um grupo dissidente criou uma nova agremiação com o nome de Lira Luz e Glória integrada na Sociedade de Instrução e Recreio Bartolomeu de Quental. Em finais da década de 1950, com o aparecimento do fenómeno da emigração em massa, para o Canadá e EUA, as Bandas entraram em crise. As duas, em 1961, fundiram-se noutra que passou a designar-se União Celestial. A junção durou pouco tempo, porque um grupo dissidente voltou a reativar a Banda Lira Luz e Glória.
Banda Nossa Senhora da Luz
Em 1976, com falta de elementos, as direções congregaram numa mesma agremiação musical todo o património humano e material. Deste então, a Banda é conhecida por Banda Nossa Senhora da Luz.
Banda Militar da Zona Militar dos Açores
A Banda Militar dos Açores foi criada após a Revolução Angrense de 22 de junho de 1828. Mais tarde, com a mudança do Comando Militar dos Açores para a cidade de Ponta Delgada, passou a existir apenas uma Banda Militar sediada, inicialmente, no aquartelamento do Batalhão Independente de Infantaria 18 no extinto Convento de São João e, mais tarde, no Forte de São Brás.
Hoje, designada por Banda Militar da Zona Militar dos Açores, está instalada no Campo Militar de São Gonçalo do Comando da Zona Militar dos Açores e tem por missão dar o necessário enquadramento musical nas cerimónias e atos militares e simultaneamente contribuir para a valorização cultural e recreação do pessoal militar e civil do Exército executando concertos e outras intervenções musicais.
Para além das atividades castrenses, a Banda Militar dos Açores insere as suas atuações no âmbito cultural, recreativo e de divulgação do Exército, colaborando com as autoridades e organismos civis na execução de concertos em diferentes locais da Região Autónoma dos Açores, salientando-se atuações de caráter didático em diversas escolas. Muito tem contribuído, para a valorização cultural das populações e incremento pelo gosto da Música nos Açores.
Banda Militar da Zona Militar dos Açores
Sendo impraticável elencar-se toda a atividade desenvolvida pela Banda de Música da Zona Militar dos Açores ao longo da sua vasta história e pelos seus elementos individualmente, realça-se apenas um evento que muito a enaltece e enobrece e do qual muito se orgulha: o fato do hino do Senhor Santo Cristo dos Milagres ter sido composto pelo Mestre da Banda Militar, Manuel José Candeias, em 1868, e ainda hoje ser o ícone musical das maiores festas religiosas dos Açores e o elo fundamental da união da diáspora açoriana. Conta com 40 elementos, sendo chefiada pelo Tenente Chefe de Banda Hélio Filipe Machado Soares.
Bibliografia
Banda Militar dos Açores: uma referência cultural, José Alfredo Ferreira Almeida, Marco Paulo Carriço da Torre. Ponta Delgada: Letras Lavadas, 2015. -203 p. : il. ; 22 x 23 cm. – ISBN 978-989-735-088-7.
Filarmónica Lira de São Roque
A FLSR, Freguesia de São Roque, foi fundada em 1899. Tem um corpo de músicos que ronda as três dezenas de elementos, com idades variadas e mantém em funcionamento, na sua sede, uma escola de música. Teve como primeiro regente o José Joaquim de Matos. Em 1954, foi dotada com uma nova sede. De 1959 a 1976, esteve inativa. Em 1977, conseguiu reabrir as suas portas. Em 1989, fizeram-se melhoramentos na sede e instalou-se a sua escola de música. Realiza várias dezenas de serviços por ano em eventos culturais e religiosos pela ilha de S. Miguel. Em 1994, deslocou-se à ilha Terceira, tendo participado nos festas concelhias de Angra do Heroísmo, as Sanjoaninas.
Filarmónica Lira Nossa Senhora da Estrela
A FLNSE, da freguesia da Candelária, foi criada em 1983 e teve como fundadores Manuel Oliveira Roque, Manuel Viveiros Pimentel e o Pe. Manuel Pacheco Câmara. Conta com mais de meia centena de elementos com idades que entre os 10 e os 70 anos e mantém uma escola com perto de duas dezenas de alunos. Tem uma média de 30 serviços efetuados durante o ano em eventos religiosos e de natureza cultural diversificada, esta filarmónica.
Efetuou deslocações a outras ilhas (Santa Maria, Pico, Graciosa, Madeira, Flores. Em 1994, foi aos Estados Unidos da América a convite da Comissão das Festas do Espírito Santo de Fall River. Deslocou-se a Portugal Continental, a Penafiel, no âmbito de um intercâmbio cultural com a “Banda de Lagares – Associação Musical e Recreativa”. Em 2006, participou no “1.º Festival de Bandas Filarmónicas Interconcelhos”, integrado na Semana Cultural de Candelária. Participou ainda no “3.º Festival Hispano-Luso de Bandas de Música e Ensembles de Viento”, em Zamora – Espanha e realizou também um concerto no “Festival Música no Colégio”, com transmissão televisiva na RTP Açores – Ponta Delgada.
Filarmónica Lira Nossa Senhora da Oliveira
A FLNSO, da freguesia da Fajã de Cima, foi fundada em 1910. Conta com cerca de 16 elementos com idades entre os 13 e os 74 anos e mantém em atividade uma escola de música com perto de 20 aprendizes. Existiu uma outra filarmónica, que tinha o nome de “Lira do Oriente”, que acabou por ser extinta. Os seus instrumentos foram vendidos para a freguesia do Pico da Pedra, segundo depoimento do Mestre António Soares, que foi músico dessa banda e mais tarde Maestro da atual Filarmónica Lira da Oliveira. De 1961 a 1968. Deslocou-se à ilha Terceira, em 1971, por ocasião das “Festas Sanjoaninas”. Após esta histórica viagem, realizaram-se mais duas, nomeadamente, as idas a Portugal Continental e à ilha de Santa Maria, em 2002, em intercâmbios com as Banda da Quinta do Picado em Cantanhede e Banda de Santo Espírito, no Concelho de Vila do Porto.
Em 2010, ano do Centenário da Filarmónica, houve diversas homenagens, o programa “Atlântida” foi transmitido em direto do jardim fronteiriço da sede e foi lançado um CD gravado com diversos temas, entre os quais, o emblemático Hino de Nossa Senhora da Oliveira com a colaboração do Rancho de Romeiros da freguesia. Em 2011, participou na gravação de um tema no CD da Câmara Municipal de Ponta Delgada, com outras onze bandas. Em 2012, no âmbito de um intercâmbio com a Filarmónica União Artista de S. Roque do Pico, deslocou-se àquela ilha, tendo recebido a referida agremiação musical, em agosto do mesmo ano, em S. Miguel. A Filarmónica Lira Nossa Senhora da Oliveira costuma realizar, anualmente, cerca de 20 atuações/participações em eventos religiosos e de natureza cultural.
Filarmónica Minerva
A Filarmónica Minerva da freguesia dos Ginetes, foi criada a 06 de janeiro de 1901 e teve como fundador José Maria Raposo Amaral que, durante muitos anos, custeou as despesas de manutenção da banda, aquisição de instrumental e fardamento.
O Dr. Carlos Bettencourt, médico radicado nos Ginetes, grande amante da música e tocador de vários instrumentos, orientou os primeiros músicos para a constituição da filarmónica. O primeiro maestro chamava-se Maciel. A agremiação musical possui uma escola de música com cerca de duas dezenas de jovens. Em 1946, a Filarmónica Minerva esteve presente num dos grandes acontecimentos, da altura, em Ponta Delgada, que foi a Parada das Filarmónicas no Quarto Centenário daquela Cidade. Em 1979 e 2007 efetuou digressões pelos Estados Unidos da América e Canadá, em visita a emigrantes da terra. Efetua, anualmente, sete atuações na freguesia dos Ginetes e dez no exterior.
Já se deslocou ao Festival de Bandas de Loures, no Continente, às Grandes Festas do Divino Espírito Santo da Nova Inglaterra, nos EUA e de Santa Cruz, em Toronto, no Canadá. Em 2006, participou num Centenário com a Banda Paredense da Parede, Cascais. Para além dos intercâmbios efetuados com bandas filarmónicas, também recebeu vários grupos folclóricos em parceria com o Grupo Folclórico da Relva.
Filarmónica Nossa Senhora das Neves
Fundada em 1866, como banda marcial, a FNSN progrediu ao longo dos anos progredido a sua formação para a atual Orquestra Sinfónica de Sopros que interpreta complexas obras contemporâneas.
A Filarmónica Nossa Senhora das Neves foi fundada a 1 de janeiro de 1866, tendo adotado o nome da padroeira da sua freguesia. Realizou a primeira atuação no mesmo ano, a 9 de Outubro.
Com o apoio de, entre outros, a família Raposo do Amaral viveu com algum desafogo durante vários anos. Terminado este apoio, a Banda entrou num período de decadência. Com o esforço de muitas gerações de dirigentes e músicos dedicados, manteve-se sempre em atividade. Deste modo, vem dinamizando a cultura da sua comunidade e formando musicalmente os jovens relvenses.
Têm sido inúmeras as suas participações em procissões, coroações e concertos, ligeiros ou mais eruditos. Salientam-se as atuações nos grandes festivais de Bandas de Música dos Fenais da Luz em 1995, 1997 e 1999, a Comemoração do Dia da Mundial da Música no Conservatório Regional de Ponta Delgada e os seus concertos de aniversário.
Teve como maestros Manuel Inácio Brasil, Guilherme Tavares de Bastos, Augusto Baptista, Carlos Manuel Simões, Sargento Bastos, Alberto Narciso Ribeiro, Alberto de Chaves, João Ferreira dos Santos, José Germano Carreiro, Ernesto Medeiros, Manuel Medeiros e João de Almeida. A banda é dirigida por Hélio Soares.
Filarmónica Nossa Senhora das Neves, créditos Correio dos Açores
Realizou a sua primeira digressão em agosto de 1992 com destino à ilha de Santa Maria, tendo-se deslocado, desde esta altura, à ilha Terceira, ao Continente Português, aos Estados Unidos da América e ao Canadá. Em 2000, concretizou um sonho muito antigo: após inúmeros sacrifícios, dedicação, empenho e determinação, a Filarmónica finalmente conseguiu inaugurar a sua sede. Nos últimos anos, a banda tem vindo a sofrer uma evolução muito significativa em termos de qualidade, quer do instrumental e repertório, quer dos próprios instrumentistas.
“Considero que o trabalho das bandas filarmónicas tem um valor cultural inestimável. É fundamental não deixar de apoiar e de investir nas nossas filarmónicas, que precisam de ser acarinhadas, mais do que nunca“, afirmou o músico e professor Roberto Martins. Lembrou os “benefícios do estudo da música” para crianças e jovens, já demonstrados cientificamente, ao nível do “trabalho em grupo, expressão, memorização, concentração, postura, atitude, autoestima e coordenação“. (Lusa, 02 de setembro de 2022)
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/ponta-delgada-banda-harmonia-mosteirense.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-07-16 21:47:332022-09-26 19:39:37Ponta Delgada e as suas filarmónicas
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Banda Filarmónica Municipal Portelense
A Banda Filarmónica Municipal Portelense foi fundada a 17 de agosto de 1935, por Joaquim António de Carvalho e António Joaquim Borrego. Va sua atividade foi interrompida de 1968 a 1979, devido à escassez de executantes. Em 1 de janeiro de 1980, a Banda Filarmónica Municipal Portelense retomou a atividade. Tem, desde aí, adquirido prestigio e respeitabilidade, participando regularmente em festas, festivais de bandas, touradas oficiais.
Deslocou-se a Espanha e à Alemanha, dignificando, com as suas atuações, não só a Vila de Portel mas todo o Alentejo. Possui uma Escola de Música, cuja manutenção se deve ao apoio da Câmara Municipal. O Município apoiou também a construção de uma nova sede.
BFMP
Banda Filarmónica Municipal Portelense
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
Contacte-nos:
António José Ferreira:
962 942 759
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/portel-banda-filarmonica-municipal-portelense.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-07-16 21:33:292024-12-19 19:28:32Portel e as suas filarmónicas
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Associação Musical de Atalaia
Banda da Associação dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova da Barquinha
Associação Musical de Atalaia
A Escola de Música de Atalaia foi fundada pela família Santos em 1986, tendo a sua primeira atuação pública em 1987 na Festa de Nossa Senhora da Guia em Atalaia. Na época, a Escola de Música de Atalaia encontrava-se inserida na Associação Desportiva e Recreativa Marítimo de Atalaia (ADRMA). Mais tarde foi desagregada da ADRMA e, em 2007 foi legalmente criada a AMA -Associação Musical de Atalaia.
Associação Musical de Atalaia
Ao longo destes anos, de entre os incontáveis serviços, procissões, arruadas e concertos, destacam-se:
Em 1998, realizou uma digressão ao Pico (Açores), onde se realizaram vários concertos;
Em 2008, deslocou-se a Berlim (Alemanha) a convite da Orquestra de Acordeões Boli-Pop;
Em 2011, voltou a apresentar-se na Alemanha através de um intercâmbio. Desta vez à zona da Floresta Negra – Calw, a convite da Banda Trachtenkapelle de Altburg, localidade onde existe uma grande comunidade portuguesa; deu-se início à construção da nova Sede (inaugurada a 18 de Maio de 2014). Aqui são realizadas as aulas de aprendizagem musical à classe de aprendizes e realizados os ensaios gerais da Banda.
Associação Musical de Atalaia
A banda é composta por cerca de 43 elementos maioritariamente jovens, com idades entre os 10 e 60 anos, entre eles estudantes, trabalhadores e alunos de escolas profissionais de Música e de conservatórios. Desde janeiro de 2014 é dirigida pelo Maestro Major João Cerqueira.
Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova da Barquinha
A Banda da AHBVVNB aparece com a fundação da Associação dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova da Barquinha, em 1925. O seu primeiro instrumental pertenceu à Banda de Música dos Corticeiros de Silves, uma das bandas que tinham sido extintas pouco tempo depois do início da atividade. A
Participou em concursos e desfiles na cidade de Santarém, exibição no desfile de Bandas Filarmónicas realizado em Lisboa, em 1944, desfiles em Tomar, nas Festas dos Tabuleiros, concertos em Alcobaça, Tomar, Santarém, Évora, Lisboa, Salvaterra de Magos, entre outras localidades. A Banda desenvolve intensa atividade no domínio da instrução musical no concelho. Organizou o primeiro Encontro de Bandas Civis, em 1981, o segundo 1989 e o terceiro 1998. Tem uma média de 26 atuações por ano, particularmente nos concelhos de Tomar, Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Alcanena, Vila Nova da Barquinha e outros. Esteve presente na Expo98 onde atuou.
Tem uma média de 26 atuações por ano. Fazem parte da banda 40 elementos, sendo 22 do sexo feminino. O elemento mais novo tem 8 anos e o mais velho 80. No dia 11 de maio de 2002 gravou o seu 1.º CD com temas do seu repertório. Foi dirigida durante 15 anos pelo maestro João Manuel Lourenço Antunes, sendo desde 2005 o seu regente atual, António Augusto Pratas Lopes, em administração conjunta com a esposa Cristina Rosa Godinho José também ela maestrina. São ambos responsáveis pelas aulas da escola de música da Associação.
Banda da AHBVVNB
Banda da Associação dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova da Barquinha
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vila-nova-da-barquinha-banda-da-ahbvvnb.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-07-16 18:11:082024-11-14 12:53:22Vila Nova da Barquinha e as suas filarmónicas
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Banda de Música de Riba de Ave
Banda Marcial de Arnoso
Banda de Famalicão
Banda de Música de Riba de Ave (1816)
A Banda de Música de Riba de Ave é uma filarmónica bicentenária com início em 1816, não com a designação atual, mas com o que viria a ser uma junção, por volta da década de 20, entre duas bandas da época que eram a Banda dos Conceições e a Banda do Tojão que viria a denominar-se “Banda dos Conceições e do Tojão”.
Numa terra em que se começava a desenvolver o que viria a ser um polo industrial, no coração do vale do Ave, as fábricas existentes na altura davam trabalho a quem tivesse conhecimentos musicais do modo que a Banda nunca teve falta de músicos oriundos dos diversos pontos do norte de Portugal.
Por volta de 1900, o grande industrial local Narciso Ferreira decidiu passar a custear o agrupamento musical, que passou a denominar-se: “Banda das Fábricas de Riba de Ave”, até ao ano de 1949, sendo regida nos últimos anos pelo Maestro Albano Evangelista Pereira.
Em 1950 quando se deu a fundação dos Bombeiros da localidade, passou a denominar-se Banda dos Bombeiros Voluntários de Riba de Ave, que na prática nada tinham em comum. Era regida pelo Cap. Biscaia, da Inf. Nº 6 no Porto. Numa altura de crise e emigração a Banda perdeu muitos músicos e viu-se forçada a parar um ano. Surgiu então em 1968, com a alteração dos estatutos e contando com sócios, passa até recentemente a denominar-se Sociedade Artística Musical de Riba de Ave e Banda dos Bombeiros Voluntários de Riba de Ave, sob a batuta de António Brito.
Em seguida, passaram pela Banda os mais ilustres maestros de bandas militares tais como: Major Oliveira Rebelo, os Capitães Amílcar Morais, Manuel da Silva, António Domingos da Silva, Sarg. José Maria e Manuel Torres, ribadavense. Nos últimos anos, a Banda foi dirigida por Luciano Machado, Sargento Ajudante, Músico da Banda do Exército.
Ao longo dos anos a sua atividade desenvolveu-se a abrilhantar romarias em todo o país, mas mais frequentemente no norte de Portugal, zona de grandes tradições nos famosos despiques musicais. Tem no palmarés o prémio de vencedora dos Concursos de Bandas Filarmónicas no Palácio de Cristal no Porto em 1891 e em Vila Nova de Famalicão em 1895. Em 1990 foi atribuída à Banda a Medalha de Honra do Município.
Banda de Música de Riba de Ave (1816)
Em 2000 atuou em Castellon-Valência (Espanha), onde participou num Festival Internacional de Música em conjunto com outras bandas estrangeiras e no ano 2001 a Banda convidou uma banda espanhola de modo a organizar um intercâmbio cultural ibérico o que foi conseguido com grande êxito. Tem tido também fortes presenças em festivais nacionais de Música. Nas suas atuações apresenta-se com 65 elementos sendo o seu diretor artístico Hugo Ribeiro, docente da Artave, na classe de oboé, e com uma vasta experiência em direção de orquestras e bandas.
No seu elenco onde predomina a juventude, para além da sua Escola de Música com os seus professores, todos eles com formação superior, tem alunos da ESMAE do Porto, alunos da Universidade do Minho-Braga, da ARTAVE, da OPJ (Orquestra Portuguesa da Juventude) além de músicos de bandas militares.
Em 2015, organizou em Riba de Ave em Julho o 1.º Encontro de Bandas Filarmónicas, com a presença de 3 bandas, sendo uma da Galiza-Espanha.
A direção empossada para o biénio de 2016-2017 com Artur Duarte a Presidente, António Sá a Vice-Presidente, Agostinho Moura a Tesoureiro, e restante equipa, com a novidade de ter elementos femininos, apesar das dificuldades com que se debate, devido aos apoios financeiros serem escassos, têm procurado manter a banda a subir de nível musical, bem como manter um equilíbrio financeiro nas suas contas dentro do rigor que se impõe nos dias de hoje, pois a banda não tem mecenas, como algumas têm a sorte de ter, mas têm alguns amigos que dão algum apoio, e sobretudo na direção alguns elementos tem sido incansáveis a dedicar parte do seu tempo à sua Banda de Musica de Riba de Ave.
Banda Marcial de Arnoso
A Banda Marcial de Arnoso foi fundada em 14 de outubro de 1963, mas o início da sua história remonta ao século IXX, há aproximadamente duzentos anos, por ter sucedido às extintas Bandas de Música de S. Pedro de Oliveira (Braga) e Sezures (Vila Nova de Famalicão), freguesias vizinhas de Arnoso Santa Maria.
Banda Marcial de Arnoso
Remonta ao início do século XIX, tendo como seu fundador o avô de Serafim Oliveira Cardoso. Ainda existem naquela freguesia do concelho de Braga, as ruínas da antiga casa de ensaios, de dimensões muito reduzidas. Com o desaparecimento de Serafim Cardoso e a ida de seu neto Manuel (que deveria suceder-lhe) para o Brasil, a Banda sofreu um interregno, acabando por ser reconstituída, algum tempo depois, com sede na freguesia de Sezures, tendo como maestro José Maria Martins de Sá, pelo que passou a ser conhecida por Banda do Zé Maria.
Volvidos cerca de trinta anos, a Banda de Sezures foi extinta e em 1963 foi reativada devido à iniciativa e ação dos padres Avelino Barreiros, então pároco de Telhado e Joaquim Ferreira dos Santos, então pároco de Arnoso Santa Maria, sensibilizados pela grande paixão à música de Francisco Ferreira da Silva e de seu irmão Joaquim Marques da Silva. Passou a estar sediada na freguesia de Arnoso Santa Maria.
A Banda contou com a ajuda monetária do conhecido industrial famalicense Comendador Manuel Gonçalves, que pagou integralmente a primeira farda.
Sediada na área de intervenção da Engenho – Associação para o Desenvolvimento Local do Vale do Este, a Banda de Arnoso é hoje uma dinâmica Associação Cultural de Arte e Recreio que com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Junta de Freguesia de Arnoso (Santa Maria, Santa Eulália) e Sezures), do INATEL e dos seus associados participa, e desenvolve uma intensa atividade cultural e recreativa.
A Banda de Arnoso tem ainda músicos a frequentar a Escola Profissional de Música – Artave e escolas superiores, orgulhando-se de por ela terem passado jovens que hoje são instrumentistas de reconhecido valor. Sob a direção do maestro Rúben Henriques, é composta por elevado número de jovens.
Morada
R. Santa Maria de Arnoso
4770-531 ARNOSO
Banda Marcial de Arnoso
Grupo Recreativo e Musical Banda de Famalicão
Na sua história, a Banda de Famalicão acaba por ter mais de um século de existência. Inicialmente denominava-se Banda da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, continuada, após um interregno de alguns anos, pela Banda do “Zé da Costa”, destacada figura da Banda dos Bombeiros.
Entre 1919 e 1937 houve uma interrupção na sua atividade devido a problemas políticos (republicanos/monárquicos), mas no ano de 1937 foi organizado o Grupo Recreativo e Musical de Famalicão, fundado pelo juiz do ultramar Rodolfo Manuel de Magalhães Aguiar, Adolfo Pereira de Lima, José Maria Portela e Armando da Purificação Caldeira Martins.
A Banda do Grupo Recreativo e Musical teve o seu primeiro concerto em 1938 e em 1940 foi eleita a sua primeira direção, sob a presidência de António Sampaio Carvalho. Não se fizeram tardar as rivalidades e, do diferendo entre António Sampaio Carvalho e Adolfo Pereira de Lima, resultaram duas Bandas: a Banda Velha e a Banda Nova.
Em 23 de setembro de 1951, a Banda de Famalicão do Grupo Recreativo e Musical faria a sua primeira apresentação pública sob a regência de António Augusto Correia.
Por ela, passaram os Maestros Manuel Afonso da Cunha, António da Silva Esperança, Emídio da Silva Pereira e José Moreira Borges.
Em 1973, graças ao subsídio da Fundação Cupertino de Miranda, foi possível adquirir novos instrumentos, aumentando desta forma o seu nível e qualidade musical, tendo a banda, ganho nesse ano o Festival de Aniversário do Jornal “Comércio do Porto”, onde participaram 18 bandas filarmónicas.
Sob a regência de José Moreira Borges, em 1980 gravou o seu primeiro disco (LP) Famalicão em Frente, e o segundo em 1982 Famalicão Sempre em Festa. Em 1996 gravou o seu primeiro CD “Famalicão a Cantar”.
Em 1988, por altura da celebração das Bodas de Ouro, foi distinguida pelo Município com a Medalha de Ouro.
Em 1989 organizou um Festival de Bandas Civis e Militares e, nesse mesmo ano, a Banda transferiu-se para a sua sede atual onde apostou na organização da sua Escola de Música sob a orientação do Professor António Conceição permitindo assim a formação de novos executantes para a Banda vindo também a resultar a criação da Orquestra Ligeira “Alla Breve”.
Em outubro de 2005, passou a ser dirigida pelo maestro Fernando Marinho. Em outubro de 2007 a Banda de Famalicão teve o privilégio de ser das primeiras bandas filarmónicas a pisar o palco da sala Guilhermina Suggia da Casa da Música do Porto.
Grupo Recreativo e Musical Banda de Famalicão
Em 2006, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, a Banda de Famalicão gravou o seu segundo CD intitulado Filarmonias.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/vila-nova-de-famalicao-banda-de-famalicao-2016.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-07-16 18:07:322026-03-23 11:55:55Vila Nova de Famalicão e as suas filarmónicas
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Banda Filarmónica da Associação Cultural de Vila Real de Santo António
A Banda Filarmónica da Associação Cultural de Vila Real de Santo António nasceu em 1995, numa vontade conjunta de associação, município, músicos e maestro. Reunidas as condições básicas, deu-se início a um trabalho de formação que viria a ter a sua primeira atuação no dia 13 de maio de 1996, aquando das comemorações da fundação da cidade.
Desde então, a banda tem marcado presença em eventos culturais, sociais e religiosos, não só na própria localidade, como, também, um pouco pela região, pelo país e estrangeiro. Registam-se, ainda, participações em Festivais de Bandas e na Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas, integrada no Centenário das Aparições de Fátima (2017). É uma banda de idade e constituição essencialmente jovem.
Banda Filarmónica da ACRVRSA
Banda Filarmónica da Associação Cultural de Vila Real de Santo António
Reciclanda
Com municípios e entidades diversas, a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vila-real-de-santo-antonio-banda-filarmonica-acrvrsa.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2021-07-16 17:42:432024-11-13 23:09:18Vila Real de Santo António e as suas filarmónicas
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