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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Filarmónica Fraternidade Rural de Água de Pau
Músicas no Concelho

Lagoa (São Miguel) e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Lagoa (São Miguel)

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Associação Musical de Lagoa

A “Associação Musical de Lagoa” foi constituída em 2007, tendo como principal objetivo divulgar a cultura musical no Concelho de Lagoa através da criação de uma Orquestra Ligeira e de uma Escola de Música. Desde 2013 tem sede no edifício da antiga escola da rua Dr. Clemente Vasconcelos.

CONTACTOS

Rua Eng.º Clemente Vasconcelos
9560-099 Lagoa (N. Sra. do Rosário)
Correio eletrónico: assmusicallagoaacores@iol.pt

Banda Estrela d’Alva

A Sociedade Filarmónica Estrela D’Alva foi fundada em 1887, na freguesia de Santa Cruz. A sua sede situa-se na Rua Dr. Filomeno da Câmara n.º 20, em Santa Cruz. O primeiro Presidente desta Filarmónica foi o Padre João José Tavares. Foi da sua autoria a letra e música do hino que se canta à padroeira desta freguesia – Nossa Senhora da Estrela.

A Sociedade tem vindo a merecer brilhantismo em diversas festividades na ilha de São Miguel e tem participado em digressões às ilhas de Santa Maria e Terceira. No ano de 1999, deslocou-se ao Continente, aos concelhos de Penela e Cantanhede, e no ano seguinte, deslocou-se para participar num Festival de Música, a convite da Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja.

A Banda tem desenvolvido um papel importante na área cultural. Sendo a instituição mais antiga do Concelho, com a sua divulgação musical, contribui para a promoção dos valores culturais deixados pelos seus antepassados.

A Filarmónica, através da sua Escola de Música (que se mantém permanentemente a funcionar), tem conseguido um progressivo aperfeiçoamento artístico. É composta por trinta e oito músicos, com idades entre os dez e os cinquenta anos.

Sociedade Filarmónica Lira do Rosário da Lagoa

A SFLRL foi fundada em 1920, pelo Padre João Furtado Pacheco. É constituída por cerca de três dezenas e meia de músicos com idades entre os 12 e os 45 anos. Efetuou a primeira atuação 1920, nas Festas do Sagrado Coração de Jesus, sob a direção do maestro António Jacinto da Câmara e Silva.

Anima festas religiosas e profanas, bem como atos oficiais. A “Lira do Rosário”, ao longo da sua existência, teve a oportunidade de efetuar numerosas atividades, com destaque para os intercâmbios culturais que efetuou com os E.U.A., Canadá, Portugal Continental, Madeira, bem como com algumas ilhas do arquipélago dos Açores.

Realizou intercâmbios no Seixal, Bombarral, Ançã, Ponta do Sol e Calheta de Nesquim. Atuou em festas religiosas nos EUA, Canadá e ilha de Santa Maria. Participou no Concurso de Bandas no Teatro Micaelense e nos Festivais de Bandas realizados no Nordeste, Fenais da Luz e na Lagoa. Incorporou o conto no seu repertório, facto que serviu de inspiração a outras bandas.

Filarmónica Fraternidade Rural de Água de Pau

A 16 de janeiro de 1859, fundou-se a primeira Banda de Música na Vila de Água de Pau, designada por “União”. Em 1863, criou-se a segunda Banda de Música, denominada “Estímulo Artístico”, formada unicamente por artistas. Mais tarde, o nome da banda foi alterado para “Fraternidade Rural”, nome que ainda permanece. A terceira banda fundada em Água de Pau, por Luís Francisco do Couto, era chamada “Aliança”. Em 1883, o Padre Inácio Vieira inaugurou a quarta banda desta freguesia com o nome de “Amor da Pátria”. No entanto, convém salientar que todas estas bandas tiveram um percurso muito curto, desaparecendo com o passar dos anos.

A Banda Sociedade Fraternidade Rural foi a que permaneceu ao longo dos anos. O seu estandarte, de cor branca até meados do ano de 1933, passou para vermelho até 1964. Desta data até o ano de 1983, passou para verde. No entanto, de 1983 até aos dias de hoje é vermelho e foi bordado pelas irmãs de Maria Imaculada, de Vila Franca da Campo. O Hino da Autonomia foi tocado pela banda pela primeira vez no ano de 1981. Desde 1983, utiliza a Bandeira da Autonomia nas suas atuações. Entre os seus regentes contam-se nomes como Osório Augusto Machado, Manuel Resendes, José Eduardo Moniz e, o atual regente, João Resendes.

FFRAP

Filarmónica Fraternidade Rural de Água de Pau

Filarmónica Fraternidade Rural de Água de Pau

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/lagoa-sao-miguel-sffr.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-14 22:57:202021-12-23 11:12:24Lagoa (São Miguel) e as suas filarmónicas
Coreto de Vale da Pinta, Cartaxo
Músicas no Concelho

Cartaxo e os seus coretos

Coretos do Cartaxo

Pontével​

Inaugurado em setembro de 1949, o coreto de Pontével fica situado no Largo Mariano de Carvalho, na vila de Pontével. Durante muito tempo foi um dos principais pontos de encontro da vila, onde se concentravam os pontevelenses para ouvir a música da banda da freguesia, especialmente em dias de festa. Hoje o largo continua a ser procurado para momentos de lazer e convívio.

Coreto de Pontével, Cartaxo

Coreto de Pontével, Cartaxo, foto Paulo Freixinho

Vale da Pinta

Vale da Pinta, atual freguesia de Cartaxo e Vale da Pinta, coreto situado no centro da localidade.

Coreto de Vale da Pinta, Cartaxo

Coreto de Vale da Pinta, Cartaxo, foto Visitar Portugal

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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António José Ferreira
962 942 759

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Coreto de Margaride, Felgueiras, créditos António José Ferreira, 11 de julho de 2021António José Ferreira
Músicas no Concelho

Felgueiras e os seus coretos

Coretos de Felgueiras

Margaride

Coreto de Margaride, Felgueiras, créditos António José Ferreira, 11 de julho de 2021

Coreto de Margaride, Felgueiras, créditos António José Ferreira, 11 de julho de 2021

O coreto está situado no Centro de Felgueiras, na freguesia de Margaride (Santa Eulália), próximo da Igreja Matriz e dos Paços do Concelho.

Reciclanda

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Coreto das Caldas de São Jorge, Santa Maria da Feira, créditos António José FerreiraAntónio José Ferreira
Músicas no Concelho

Santa Maria da Feira e os seus coretos

Coretos de Santa Maria da Feira

Coreto de Souto
Coreto de Sanfins
Coreto de Caldas de São Jorge
Coreto do Vale

Caldas de São Jorge

Na área envolvente às Termas

Coreto das Caldas de São Jorge, Santa Maria da Feira

Coreto das Caldas de São Jorge, Santa Maria da Feira, créditos António José Ferreira

Coreto e ilha

Coreto das Caldas de São Jorge, Santa Maria da Feira, créditos António José Ferreira

Coreto das Caldas de São Jorge, Santa Maria da Feira, créditos António José Ferreira

FOI NOTÍCIA

No portal da Universidade de Aveiro

A Banda Marcial do Vale colaborou com o projeto de Ana Margarida Cardoso, estudante de doutoramento da Universidade de Aveiro e membro do INET-md, dando nova vida aos coretos do concelho de Santa Maria da Feira. Ao longo do mês de setembro de 2020, o recém-formado Quinteto de Sopros do Vale, da mesma banda, interpretaria obras de compositores portugueses como Frederico de Freitas, José dos Santos Pinto ou Joly Braga Santos em concertos comentados pela investigadora.

A obras a interpretar foram compostas para o Quinteto Nacional de Sopros, grupo de música de câmara da antiga Emissora Nacional que se manteve ativo entre 1950 e 1976 (aproximadamente). Este grupo foi fundado por Luiz Boulton (flautista, 1908-1994), e integrava os músicos José dos Santos Pinto (oboísta, 1917-2014), Carlos Saraiva (clarinetista, 1910-2001), Ângelo Pestana (fagotista, 1919-2002) e Adácio Pestana (trompista, 1925-2004). O projeto traz a público obras que foram pouco interpretadas após o fim da atividade do grupo de entre as quais se inclui uma provável primeira audição do manuscrito de Santos Pinto, uma vez que se desconhecem apresentações públicas do mesmo.

O Quinteto de Sopros do Vale é constituído por cinco jovens músicos da Banda Marcial do Vale, designadamente, Sara Silva (flauta), Beatriz Oliveira (oboé), Mariana Cardoso (clarinete), Cristiano Pinho (trompa) e Beatriz Cunha (fagote). O Quinteto realizaria quatro concertos, com a interpretação de obras de compositores portugueses como Frederico de Freitas, José dos Santos Pinto ou Joly Braga Santos.

O projeto “Descobrir a História e a Música nos coretos de Santa Maria da Feira” contou com o apoio do Município de Santa Maria da Feira, no âmbito do Programa de Apoio à Cultura, e do INET-md, sendo uma das ressonâncias do projeto “A nossa música, o nosso mundo: bandas filarmónicas, associações musicais e comunidades locais (1880-2018)” (PTDC/CPC-MMU/5720/2014) desenvolvido neste instituto.

Reciclanda

Reciclanda

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/feiras-caldas-de-sao-jorge-coreto-ajf.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-13 12:51:542024-10-28 15:47:56Santa Maria da Feira e os seus coretos
Coreto da Feira, Nespereira, Cinfães
Músicas no Concelho

Cinfães e os seus coretos

Coretos de Cinfães

Gralheira

Lugar da Ponte

Coreto da Gralheira, lugar da Ponte, concelho de Cinfães

Coreto da Gralheira, lugar da Ponte, concelho de Cinfães, foto Pedro Duarte, 03 de setembro de 2014, Reanimar os Coretos

Nespereira

Lugar da Feira

Coreto da Feira, Nespereira, Cinfães

Coreto da Feira, Nespereira, Cinfães, foto António José Ferreira, 20 de setembro de 2019

O coreto está situado junto à Capela de São Vicente e ao pelourinho, no Largo do Pelourinho.

Nespereira é uma localidade muito antiga, que no século XIII já era constituída por três freguesias. Foi villa e capital de concelho, tendo em data incerta integrado o concelho e julgado de São Fins (Sanfins), que recebeu foral manuelino em 1513. Por esta razão, tem sido defendido que o pelourinho que hoje se encontra em Nespereira terá sido originalmente levantado na povoação de Sanfins. Para Mário Guedes Real, o monumento deve ter passado pelas sedes de conselho que se seguiram, nomeadamente Cresconhe (Santiago de Piães), o Souto, e por fim Nespereira (REAL, Mário Guedes, 1976). O concelho de Sanfins foi extinto em 1855, e as suas freguesias passaram então para Cinfães.

O pelourinho ergue-se no largo que tomou o seu nome. Sobre um soco de quatro degraus quadrangulares, de aresta, assenta o singelo conjunto da coluna e remate, sem capitel ou grimpa. A coluna tem base constituída por um pequeno plinto quadrangular, e o fuste, relativamente curto, é cilíndrico e liso, com secção decrescente em direção ao topo. Remata com ligeiro espessamento anelar, sobre o qual pousa a peça terminal. Esta consta de um simples tronco cilíndrico, muito rústico, encimado por pequeno cone.

O pelourinho esteve, pelo menos até 1942, encravado no muro que acompanha uma estrada da povoação; dois anos mais tarde, uma notícia de Jornal dava conta do estado deteriorado no qual se encontrava. Foi levantado na sua implantação atual nesse mesmo ano. SML

Fonte: DGPC

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

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Joel Cardoso, clarinete, de Vieira do Minho, Zermatt Music Festival & Academy/Aline FournierZermatt Music Festival & Academy/Aline Fournier
Músicas no Concelho

Vieira do Minho e os seus músicos

Músicos de Vieira do Minho

Figuras musicais relevantes no Concelho

  • Filipa Torres
  • Sérgio Pires (clarinete)
  • Joel Cardoso (clarinete)
  • Patrícia Pires (flauta transversal)
Joel Cardoso

Natural de Vieira do Minho, Joel Duarte Alves Cardoso nasceu em 14 de dezembro de 1997.

Começou os estudos musicais na Banda Filarmónica de Vilarchão aos 9 anos e em 2007 ingressou em regime articulado na Academia de Música Valentim Moreira de Sá na classe de Domingos Castro. No semestre de verão de 2016/2017 e Inverno de 2017/2018 foi selecionado para o programa ERASMUS na Staatliche Hochschule für Musik Trossingen na classe do professor Chen Halevi. Nesta escola teve oportunidade de estudar clarinete histórico com Janis Tretjuks, Linde Brunmayr-Tutz e Eric Hoeprich.

Concluiu a licenciatura em performance na Classe de Clarinete de Vítor Matos.

Encontra-se a finalizar o mestrado em performance no Conservatorio della Svizzera italiana com os professores François Benda e Jordi Pons graças a uma bolsa de estudos da Fundação Calouste Gulbenkian.

Foi laureado no Concurso luso-espanhol de Fafe em 2009, Concurso “Terras de la Salette” em 2012 e 2018, Concurso internacional Marco Fiorindo (Itália) em 2012, 43° Certamen Internacional de Bandas de Música Villa de Altea (Espanha) em 2016 e Vencedor da Bolsa de Estudo da Yamaha Music Foundation of Europe 2017/2018, Thailand International Clarinet Competition 2021, Online competition Fundacja Life and Art in Kraków 2021(Polonia), III Concurso internacional de clarinete 2021(Perù), Iscart International Music Competition 2020(Suíça) e nomeado como Joven Artista Clariperu 2021.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Filipa Torres

Filipa Torres, de Vieira do Minho

Filipa Torres, de Vieira do Minho

Joel Cardoso

Joel Cardoso, clarinete, de Vieira do Minho, Zermatt Music Festival & Academy/Aline Fournier

Joel Cardoso, clarinete, de Vieira do Minho, Zermatt Music Festival & Academy/Aline Fournier

Sérgio Pires

Patrícia Pires, clarinete, de Vieira do Minho

Sérgio Pires, clarinete, de Vieira do Minho

Patrícia Pires

Patrícia Pires, flautista, de Vieira do Minho

Patrícia Pires, flautista, de Vieira do Minho

Fontes: A informação sobre Filipa Torres, Sérgio Pires e Patrícia Pires foi fornecida por Joel Cardoso.

Reciclanda

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Sociedade Filarmónica União Vimieirense
Músicas no Concelho

Arraiolos e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Arraiolos

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Sociedade 1º de Abril Vimieirense
  • Sociedade Filarmónica União Arraiolense
  • Sociedade Filarmónica União Vimieirense
Sociedade 1º de Abril Vimieirense

A Sociedade 1º de Abril Vimieirense foi fundada em 1922 pelo maestro Francisco Jose Chaveiro. Este fazia parte da Filarmónica União, da qual saiu com um grupo de 13 músicos, para formar uma nova coletividade. A designação 1° de Abril surgiu da incredibilidade geral em relação à formação desta nova Banda. O Maestro tinha apenas 18 anos. Contra todas as expectativas, a Filarmónica saiu à rua pela 1ª vez em 01 de janeiro de 1922. A partir de 1948 e durante os 43 anos seguintes, foi regente da banda e presidente da Coletividade Eurico Manuel Chaveiro, filho do fundador. Ao longo da sua existência, a Banda 1° de Abril tem atuado sem interrupções, participando em festas e romarias em diversos pontos do país, em concursos e em festivais de música popular. A Banda conta com 40 elementos. Na escola de música, frequentada por 35-40 jovens, lecionam-se instrumentos de percussão, cordas, teclas e sopro.

Sociedade Filarmónica União Arraiolense

A Sociedade Filarmónica União Arraiolense, anteriormente designada de Sociedade União Arraiolense, é uma associação de natureza cultural e recreativa, sediada na Rua Alexandre Herculano, nº 18, na freguesia de Arraiolos, no concelho de Arraiolos, distrito de Évora. Foi constituída a 25 de junho de 1965 e alterou estatutos a 23 de abril de 1991.

A 27 de fevereiro de 1899, deu-se a fundação da Banda de Música da Sociedade Filarmónica Arraiolense. Em 1911, foi distinguida com o estandarte Bordado a Ouro, no grandioso Concerto de Bandas Civis de Lisboa, sob regência do maestro José Francisco Valente.

Sociedade Filarmónica União Arraiolense

Sociedade Filarmónica União Arraiolense

No início da década de 40 deu-se a extinção da Banda de Música desta Coletividade. Só em 1998 se iniciou o processo de reativação, através da entrada em funcionamento de uma Escola de Música que conta com 30 alunos. A Escola é apoiada pelas Junta de Freguesia e Câmara Municipal de Arraiolos, e pela Santa Casa da Misericórdia de Arraiolos. A Sociedade possui Estatuto de Utilidade Publica desde 1992.

Sociedade Filarmónica União Vimieirense

Sediada em Vimieiro, na freguesia de Vimieiro, no concelho de Arraiolos, a Sociedade Filarmónica União Vimieirense, anteriormente designada Sociedade Filarmónica União de Vimieiro, é uma coletividade de natureza recreativa e artística constituída a 22 de dezembro de 1923.

Sociedade Filarmónica União Vimieirense

Sociedade Filarmónica União Vimieirense

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Associação Filarmónica de Arganil
Músicas no Concelho

Arganil e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Arganil

Bandas de Música do Concelho de Arganil

  • Associação Filarmónica de Arganil
  • Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja
Associação Filarmónica de Arganil

Foi em 1853, por iniciativa do Padre Manuel da Costa Vasconcelos Delgado, que foi formada a primeira Filarmónica em Arganil, continuada posteriormente por seu sobrinho, também padre, Joaquim Inácio de Vasconcelos. Entretanto, logo em 1853, o Professor Ribeiro de Campos, fundaria outra Filarmónica, com regência do Maestro José Tomás de Aquino. Em 1856, falecia o Padre Vasconcelos Delgado e a Banda por ele formada, entrava em decadência.

Associação Filarmónica de Arganil

Associação Filarmónica de Arganil

Com alguns músicos desta banda e outros da já então extinta Banda do Prof. Ribeiro de Campos, fundaria mais tarde, o Padre Dr. Luís Caetano Lobo, uma outra banda que chegou a atingir grande nível artístico, pois era seu regente o próprio Padre Caetano Lobo, que além de cultivar o canto, com uma excelente voz de tenor, era um exímio violinista.

Seria esta então a Banda Recreativa Independente Arganilense. Entretanto, a Filarmónica inicialmente formada pelo Padre Vasconcelos Delgado reorganizava-se sob direção do Padre Joaquim Inácio de Vasconcelos (a depois famosa Banda do Padre Inácio) e que viria a ser a Filarmónica Constança Arganilense.

Coexistiram assim, durante muitos anos em Arganil as duas Bandas de Música que, apesar de terem engrandecido culturalmente a sua terra, também lhe trouxeram «muitas horas de intranquilidade e sobressalto e até uma certa fermentação de ódios».

Beneficiando da abertura social com o advento da República em 1910, logo da parte dos amantes da cultura musical isenta, se gerou um movimento no sentido da fusão das duas bandas, que efetivamente acabaria por se dar, embora com algumas vozes discordantes, em 1911. Assim, sob a presidência do Padre Francisco de Vasconcelos e regência de José Mendes Ribeiro, as duas Bandas dão origem à Filarmónica Arganilense, que com alguns altos e baixos, chega até aos nossos dias.

Além de vários maestros que ocasionalmente e por curtos períodos de tempo a regeram, foram seus principais regentes por maior dinâmica lhe transmitirem, além de José Mendes Ribeiro, os também Arganilenses e saudosos, José Augusto da Costa Ferreira, Adriano Ribeiro Mendes e João Martins Vinagre.

Durante vinte e cinco anos e até 2005, sob a regência do arganilense Fernando da Silva Martins, atuou a Filarmónica em vários espetáculos, nomeadamente dois televisivos: «Ou vai ou taxa» em Arganil e «Sol de Verão», no Porto.

Atuou ainda na Feira de Sousel ( Alentejo); na Feira Agrícola de Santarém; Pavilhão dos Desportos (Lisboa); Pavilhão Norton de Matos (Coimbra); Expo 98 (Lisboa) e Feira Internacional de Lisboa. A sua internacionalização começou em 1995 quando se deslocou a Torres de Cotillas, Murcia (Espanha); em 1997, foi representar a Beira Litoral na 34ª Europeada do Folclore e da Música Popular que se realizou na cidade Suíça de Martigny, com atuação também na cidade de Sion; em 1998, esteve presente na 35ª edição do mesmo certame realizado em Rennes (França) com actuação na Fortaleza do Monte San Michele no Canal da Mancha; em Julho de 2001, na 38ª Europeada em Zamora (Espanha); em 2002, na 39ª Europeada, desta vez realizada em Antuérpia (Bélgica) e por fim em Julho de 2006 esteve de novo em Zamora na 43º edição das Europeadas.

No fim da década de 90, começou a ser premente a necessidade de dinamizar e melhorar a Associação, enquanto Banda de Música, pois a sua recente entrada para a Federação das Filarmónicas de Coimbra (da qual foi Banda fundadora), intuiu a perceção da Filarmónica Arganilense começar a ficar desatualizada.

Encetaram-se então estratégias de desenvolvimento e modernização que passaram nomeadamente por atualização de todo o instrumental para afinação normal; concessão do Estatuto de Utilidade Pública; filiação no INATEL como Centro de Cultura e Desporto; organização interna a nível da contabilidade e saneamento financeiro, para então se alcançar o grande objetivo que era a escola de música com um professor/maestro que possibilitasse a projeção técnica e pedagógica da Filarmónica, que haveria por se concretizar, com a vinda do Maestro João Alberto J. Sousa.

O resultado já é visível. Apresentamos uma banda a caminho da modernização e recheada de juventude bem motivada, alguns até já a frequentarem o Conservatório de Música de Coimbra. Para isso muito contribuiu a clarividência dos últimos presidentes de direção, nomeadamente, Alberto Cruz Almeida, António Lopes Nogueira, Cristina Figueiredo e Abel Ventura Fernandes.

A Associação Filarmónica de Arganil foi agraciada em 2003 com a Medalha de Ouro do Município de Arganil.

Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja

A Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja é uma coletividade centenária com sede na vila de Coja. Foi fundada a 01 de novembro de 1868 pelo cojense Dr. José Albano de Oliveira que, à sua custa, adquiriu os primeiros instrumentos e contratou o seu primeiro regente, dando-lhe o nome de Filarmónica Progresso de Coja. Com a sua morte, a instabilidade gerada foi ultrapassada pelo interesse do Padre Simões Dias que dotou a Banda da primeira bandeira e foi seu professor de música e regente. A implantação da República acrescentou à designação da Banda “Pátria Nova”.

Em1985 foram elaborados e registados os primeiros Estatutos da Associação, cuja última alteração ocorreu em 2000. É filiada no INATEL, no RNAJ e na FFDC. Tem desde 1994 o Estatuto de Coletividade de Utilidade Pública. A hoje designada Associação Filarmónica Pátria Nova de Coja desde sempre foi composta maioritariamente por juventude e hoje 80% dos seus executantes, num total de 56, com média de 19 anos. É regida por Daniel Simões Gonçalves que, fruto do seu trabalho na Academia de Música, incrementou a aprendizagem da música não só como fonte de executantes para a Associação mas como fonte de educação e ocupação dos jovens na Vila de Coja e região.

Filarmónica mais antiga do concelho de Arganil, com atividade ininterrupta, a Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja tem nos últimos anos intensificado a qualidade que empresta aos serviços de festas e romarias para os quais é solicitada, na sua componente religiosa, mas também na versatilidade de reportório que procura executar em diferentes palcos e contextos.

Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja

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Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/arganil-associacao-filarmonica-de-arganil.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-08 15:31:442024-12-05 17:07:56Arganil e as suas filarmónicas
Banda Municipal Alterense
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Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Municipal Alterense

Provavelmente iniciada em 03 de julho de 1896, a Banda foi oficialmente fundada, com alvará assinado pelo Rei D. Carlos, em 14 de agosto de de 1906 com a designação de Real Philarmónica Alterense.

Por motivos de mudança política em 1910, a Banda começou a designar-se a partir de 15 de Agosto de 1911 por Philarmónica Alterense, passando a Banda Municipal Alterense em 05 de março de 1934, designação que mantém.

Banda Municipal Alterense

Banda Municipal Alterense

Instituição de Utilidade Pública, foi ainda distinguida com a medalha do Concelho de Alter do Chão. Apresentou-se em diversas atuações pelo País (entre as quais a participação na Expo – 98, nas comemorações do Dia de Portugal em Viseu no ano 2000, na Casa do Alentejo em Lisboa, e uma atuação para a Radio Antena 1), e no Estrangeiro. Ao longo da história, a Banda foi servida por centenas de músicos, alguns regentes e várias direções.

Sob a orientação técnica do regente Virgílio Adriano Mouro Vidinha, conta com quatro dezenas de executantes. A Banda Municipal Alterense faz parte da Federação de Bandas do Distrito de Portalegre. A Praça de Touros de Alter do Chão é propriedade da Banda Municipal Alter.

Banda Municipal Alterense

Banda Municipal Alterense

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/alter-do-chao-banda-municipal-alterense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-08 15:10:222024-12-20 21:25:52Alter do Chão e as suas filarmónicas
Banda Filarmónica de Amares
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Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda Filarmónica de Amares
  • Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro
Banda Filarmónica de Amares

A Banda Filarmónica de Amares, cuja fundação remonta a 1853. Realizou inúmeros concertos em diversas localidades do país. O reconhecimento por parte da Câmara Municipal de Amares do seu valor artístico e social através da atribuição da Medalha de Mérito Cultural veio prestigiar ainda mais o seu currículo. Em 2006, participou no VII Concurso Internacional de Bandas de Música em Malgrat del Mar (Barcelona), onde arrecadou o 2º prémio em termos coletivos e o prémio para melhor instrumentista.

Em 2007, deslocou-se a Roma – Itália para participar no conceituado concurso internacional “La Bacchetta d’Oro” vencendo todos os prémios para os quais concorreu: 1º lugar em 1ª categoria, melhor maestro, melhor interpretação da obra obrigatória do concurso e ainda o “Trofeo Unione Musicale Ciociara” a coroar a banda com a maior classificação em todas as categorias, a mais alta classificação alguma vez atribuída em dez anos de concurso sendo por isso caracterizada pela imprensa italiana como “la bravíssima banda portoghese”.

Em 2007 foi dirigida pelo maestro americano William Malambri, professor da Universidade de Winthrop – U.S.A. Em 2011, apresentou-se em concerto na Sala Guilhermina Suggia, na Casa da Música do Porto. Em 2014, participou no primeiro concurso de Bandas Filarmónicas do Minho no qual arrecadou o 2º lugar. Em 2018, com António Ferreira a na direção artística, a banda voltou a participar em Concurso Internacional de Bandas na cidade de Benavente (Espanha), que tinha como júri os ilustres maestros e compositores, Jacob de Hann, Óscar Gonzalez Navarro, Enrique Damiàn Cebolla, arrecadando os três principais prémios, o de melhor banda, melhor interpretação da obra obrigatória e o prémio do público, alcançando o 1º lugar na classificação geral. Dispõe de quatro gravações em CD e Sete registos em DVD.

BFA

Banda Filarmónica de Amares

Banda Filarmónica de Amares

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro

A Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro nasceu à sombra do velho Convento cisterciense, hoje pousada da ENATUR, sediado naquelas terras que constituíram o velho Couto de Bouro. As primeiras notas de música aprenderam-nas os jovens apaixonados nas aulas do Padre António Carlos Pereira, que atravessavam o Cávado de pé descalço. Fundou a Banda e foi seu primeiro regente Manuel José da Silva Fecha, em 1858.

Pelo número de peças musicais em arquivo com a assinatura do Fundador, apercebemo-nos do investimento feito na Banda durante a sua regência. Não há notícia da presença do padre António Carlos Pereira em Bouro, a serviço da Banda, mas não repugna que ele tenha estado presente na sua formação, até porque para ali seria frequentemente chamado para fazer pregações e solenizar atos do culto religioso.

O Padre Francisco de Almeida, republicano e antifascista nascido em Bouro em 1880, fala-nos assim do seu professor primário, que viria a substituir em 1928:

“Manuel Gomes Ferreira foi colocado nesta escola por concurso e dedicava-se também à arte musical. Como em Bouro havia Filarmónica, logo tratou de se inscrever como componente da Banda de Música. No Verão, principalmente aos Domingos, sempre se lhe oferecera oportunidade de, à custa de duas clarinetadas, angariar mais uns tostões que sempre lhe dariam para uma merenda bem regada, de que ele parecia gostar”.

Esta referência mostra-nos o interesse e a pujança desta Banda nos finais do século XIX e princípios do século XX. É possível que este professor também tenha ensinado música a alguns alunos seus. Um regulamento de 1940, assinado por José Maria de Sousa, natural de Santa Marta, diz que este foi convidado pelos componentes da Banda para assumir a gerência da mesma. Pede-se humildade e respeito aos seus superiores. Seja qual for o estado do tempo, exige-se a comparência no local da festa ou ensaio. A primeira falta é multada com 5$00, a segunda com 10 e a terceira com a expulsão. Qualquer falta de respeito nos lugares religiosos não tinha direito a desculpa.

Até 1963 a Banda prestou um contributo notável à cultura popular e religiosa, sobretudo no Distrito de Braga. A sua presença era usual nas festas de S. João de Braga. Mas as romarias da Senhora da Abadia, de S. Bento da Porta Aberta e da Senhora do Porto d’Ave eram palco contínuo das suas atuações. O Sargento António Ribeiro, também compositor, natural de Bouro, nas suas “Memórias”, diz que enquanto ia esperando pela idade de ir para a tropa aprendeu música em clarinete, e ao fim de um ano estava apto a tomar parte nas festas com a Banda de Bouro. Isto em 1933. Relata-nos que a Banda executou em 1934 em Gualtar “O Rancho Grande” além de músicas populares e rapsódias.

Dois regentes foram notáveis no período que antecedeu a letargia da Banda, em 1963. Foram eles Francisco Arantes e Artur José Soares. Este último tomou conta da Banda em Março de 1938, tirando-a do caos em que a tinha o regente Francisco Manuel Arantes, que a abandonou e foi viver para casa de uma filha, em Porto de Ave. Artur Soares acedeu ao pedido de alguns músicos mais disciplinados como Adelino Afonso e Belizário José da Silva, continuando, todavia, como músico da Banda de Amares, com seus filhos Manuel e António. Até conseguir correção e prestígio para a Banda de Bouro. Mas o mesmo Artur Soares interrompeu a atividade da Banda em 1967, por não ter podido resistir à indisciplina. Dá-nos notícia de vários pormenores desta Banda Manuel José Capela, no seu livro “Bandas Filarmónicas”.

O período de forte emigração contribuiu para o abandono da Banda, assim como o regresso ajudou à sua reconstrução. Os músicos dispersaram-se pelas bandas vizinhas, principalmente Carvalheira e Vilarchão.

Correspondendo a um anseio popular, José Amorim, Carlos Machado e João Baptista da Silva reativaram a Banda com escritura pública de 1999. Edmundo Soares ensinou novos músicos e regeu a Banda. Nascido na Banda de Bouro, passou muito tempo em Angola ligado à música e regressou à terra natal após a regência da Banda de Vilarandelo.

A Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro representou o Concelho de Amares em 2001, no Festival de Gavião – Portalegre. Esteve, em 2003, no Festival da Carregueira, Chamusca. Em 2005 e 2007, participou no Festival Internacional de Bandas Filarmónicas da Cidade de Tomar. Em 2006 participou no 1º Concurso de Bandas Filarmónicas do Ateneu Vilafranquense em Vila Franca de Xira. Em 2007, esteve presente no Festival de Vila Nova de Poiares.

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro

Para ajudar a refazer as memórias de Bouro, todos os anos oferece ao grande público o seu próprio Festival. A estabilidade musical da Banda de Santa Maria de Bouro foi conseguida pelo Maestro Joaquim Vidal Santos, licenciado pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, Mestrado em Estudos Músico-Teatrais – vertentente de Direcção pela Universidade de Sheffield, Inglaterra. Um vasto património musical permanece em arquivo. Boa parte do velho instrumental em afinação brilhante figurará no futuro museu. Novo instrumental foi adquirido graças a sócios e benfeitores

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/amares-banda-filarmonica-de-amares.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-08 14:41:362026-01-02 20:20:52Amares e as suas filarmónicas
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