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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Banda Musical Progressiva de Vila Cova à Coelheira (f. 1853)
Músicas no Concelho

Vila Nova de Paiva e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vila Nova de Paiva

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Musical Progressiva de Vila Cova à Coelheira (f. 1853)

Em atividade ininterrupta desde a sua fundação em 1853, Banda Musical Progressiva de Vila Cova à Coelheira é constituída por cerca de 40 elementos e mantém em funcionamento a Escola de Música contribuindo, deste modo, para a divulgação da cultura musical principalmente nas camadas mais jovens.

A Banda Musical de Vila Cova à Coelheira teve como maior impulsionador e colaborador, o Professor Augusto Guerra, que também foi o primeiro Maestro. Há pouquíssimos registos e documentos dos primeiros cinquenta anos da associação. Em 1939, mercê de alguns desentendimentos no seio da associação, formou-se a “Música Nova”, pelo que Vila Cova passou a dispor de duas bandas o que provocava verdadeira rivalidade entre elas e sobretudo entre os seus “adeptos”. Esta divisão durou 25 anos, quando houve a necessidade da fusão das duas bandas, provocada principalmente pela emigração, em 1964. Os primeiros estatutos das duas bandas datam da década de 1940.

A Banda realizou duas digressões ao Rio de Janeiro (Brasil, 1986 e 1995), representou a região da Beira Alta no Encontro de Bandas em Lisboa no Parque Eduardo VII (1994), fez a recepção a diversas entidades, (Cavaco Silva, António Guterres e Jorge Sampaio, entre outros). Em 1992 obteve o estatuto de Utilidade Pública.

Banda Musical Progressiva de Vila Cova à Coelheira (f. 1853)

Banda Musical Progressiva de Vila Cova à Coelheira (f. 1853)

É constituída por 45 elementos, com uma média de idade que ronda os 18 anos. Tem mantido sempre em funcionamento a Escola de Música, contribuindo deste modo para a divulgação da cultura musical, designadamente nas camadas mais jovens. Iniciou-se o ano de 2009 com uma turma de 23 alunos.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

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Banda da Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde
Músicas no Concelho

Castro Verde e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Castro Verde

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda da Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde

A Banda da Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde é composta por músicos oriundos do concelho de Castro Verde e atualmente dirigida pelo maestro Luís Afonso.

Banda da Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde

Banda da Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Castro Daire
Músicas no Concelho

Castro Daire e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Castro Daire

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Castro Daire
  • Banda Musical Rezirense
Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Castro Daire (f. 1834)

Fundada em 1834, a Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Castro Daire teve inicialmente a designação de Filarmónica Castrense, tendo terminado a sua atividade em 1929. Foram seus regentes dessa época, Amadeu Rebelo Poças, Capitão João Carlos Pinto Ribeiro e Júlio Alexandre Pinto. Em 1956, foi reativada. Teve, então, como regentes o 1.º Sargento Bento Dias, Casado, Júlio Alexandre Pinto e José Amaral Figueiredo (Poças). Em 1963, por falta de elementos a que se juntou a Guerra Colonial, terminou. Foi reativada no final de década de sessenta, desta vez sob a regência de José da Silva Seixas, parou, e em 1980, foi novamente reativada.

Participou, em 1982, no Encontro de Bandas na Feira de S. Mateus, na cidade de Viseu. Em 1986, participa no programa da RTP1 “Arco Íris” e em diversas outras iniciativas organizadas quer pelas suas congéneres quer pelo INATEL. Abrilhantou diversas festas e romarias. Em finais de 2000, voltou a ficar inativa. Em 2003 uma comissão reorganizadora empenha-se na sua reativação possibilitando, assim, a sua atuação, em outubro desse ano, no 125.º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários. Nesse mesmo ano levou a efeito um “Concerto de Natal” no Centro Municipal de Cultura, na vila de Castro Daire e em 2005 levou a cabo um concerto de primavera no auditório Municipal.

Em 2004 organizou e concretizou o “I Encontro de Bandas de Música”, evento que ocorreu, pela primeira vez, na vila de Castro Daire. E no ano seguinte um outro evento “ Setembro Cultural” em que participaram diversos Grupos – Tuna Académica da UTAD, Tuna de Rebordosa – Paredes, Grupo de Música Tradicional “Cordas do Paivó” e Banda de Música “ Flor da Mocidade Junqueirense” de Junqueira – Vale da Cambra. O evento, até então inédito na vila de Castro Daire, vem-se repetindo todos os anos, sendo já um marco para a cultura musical do povo castrense.

Sem nunca colocar de parte as romarias e festas religiosas, a Banda de musica dos Bombeiros Voluntários de Castro Daire tem apostado na realização de concertos em auditório, com repertórios cujas obras percorrem vários estilos, desde os autores clássicos aos contemporâneos, executando transcrições e obras escritas para banda, bem como executando compositores portugueses e estrangeiros.

BMBVCD

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Castro Daire

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Castro Daire

A Banda conta com cerca de 55 elementos e prepara várias temporadas de repertório específico, para concertos em sala, concertos ao ar livre, festas e romarias populares. O desenvolvimento atual tem o seu principal suporte na aposta na formação, através da criação de uma Escola de Música frequentada por cerca de 35 jovens, em todas as classes de instrumentos de sopro e de percussão, tendo um quadro de 2 professores e colaboração de músicos mais experientes. É responsável da Escola Música a professora Maria Isabel Paiva Lopes. O diretor artístico da Banda é o maestro Joel Monteiro

Banda Musical Rezirense (f. 1875)

Sediada em Reriz – União de freguesias Reriz-Gafanhão – concelho de Castro Daire – distrito de Viseu, a Banda Musical Rezirense foi fundada a 6 de outubro de 1876.

Banda Musical Rezirense (f. 1875)

Banda Musical Rezirense (f. 1875)

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense
Músicas no Concelho

Cartaxo e as suas filarmónicas

Filarmónicas do Cartaxo

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Sociedade Filarmónica Cartaxense
  • Sociedade Filarmónica Ereirense
  • Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense
Sociedade Filarmónica Cartaxense

Desconhece-se a data exata da fundação da Sociedade Filarmónica Cartaxense, deduzindo-se que é anterior a 1850. A Banda foi renovada em 1880 por um tenente do Exército reformado, de apelido Serra, comprovando-se que durante os 30 anos que separam 1850 e 1880 existiram dificuldades que forçaram a banda a interromper a sua atividade.

O primeiro Regulamento Oficial da Coletividade, já então denominada Sociedade Filarmónica Cartaxense, data de janeiro de 1879.

Do seu percurso ao longo dos tempos, destaca-se a classificação de melhor Banda do Distrito de Santarém em 1960. Após provas prestadas no Grande Concurso Nacional de Bandas e Filarmónicas Civis, conquistou o troféu do XXV Aniversário da FNAT e em setembro de 1986 obteve o 1.° lugar no Concurso de Bandas organizado pela Câmara Municipal da Amadora, no 8.º aniversário da sua elevação a cidade.

Em 1989 a coletividade fundou a sua Escola de Música, que iniciou os trabalhos em outubro desse ano, tendo-se formado posteriormente uma Banda Juvenil.

Em 2001, a coletividade conseguiu concretizar um sonho antigo, inaugurando a sua nova sede, que contou com a presença do Secretário de Estado da Cultura.

Com o propósito de aumentar o enriquecimento cultural e desportivo, a Sociedade Filarmónica tem vindo ao longo dos últimos anos a alargar o leque das suas atividades. Tem a Banda Principal, Banda Juvenil, Escola de Música, Coro Infantil – Juvenil, Grupo Coral “Alla Brévis”, Grupo Coral Os Alentejanos no Cartaxo, Grupo de Cavaquinhos, Escola de Instrumentos de Cordas, Orquestra de Instrumentos de Cordas, Instrumentos de Percussão, Classe de Canto, Classe de Piano, Escola de Órgão, Escola de Acordeão, Orquestra de Acordeão, Teoria Musical + Solfejo, Curso de Desenho e Pintura, Música Divertida, Escola de Ballet, Aeróbica, Dança Hip-Hop, Pilates, Ginástica Infantil, Karaté, Yoga, Chi Kung, Sevilhanas, Danças de Salão, Danças Orientais, Uma Vibração Num Movimento Expressivo, Campismo e Montanhismo e Projecto “EducArte”.

Reciclanda

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Sociedade Filarmónica Ereirense

A Sociedade Filarmónica Ereirense (SFE) foi fundada em 1920. João Damião dos Santos, por na altura não haver dinheiro para a compra de instrumentos, não hesitou em empenhar as suas próprias propriedades para conseguir um empréstimo para esse fim. Foi também este ereirense o primeiro presidente eleito da coletividade.

Por volta de 1950, a Banda foi integrada na Casa do Povo de Ereira, ficando a denominar-se Sociedade Filarmónica da Secção Cultural da Casa do Povo de Ereira, da qual veio a separar-se alguns anos mais tarde. Tem atuado em inúmeras festividades por todo o país, sendo um dos pilares do desenvolvimento cultural da freguesia de Ereira.

Passou por alguns momentos difíceis, que levaram em alguns casos à suspensão da sua atividade (de 1927 a 1937 e de setembro de 1998 a junho de 1999), mas graças à boa vontade de todos que têm passado pela SFE, músicos e diretores, conseguiu vencer as dificuldades.

Sociedade Filarmónica Ereirense

Sociedade Filarmónica Ereirense

Mais recentemente, por não haver quem quisesse assumir a direção da associação, devido à desistência de muitos músicos e à falta de receitas por não ter possibilidade de realizar ou participar em atividades, a associação esteve quase a extinguir a sua atividade, o que só não aconteceu devido à vontade demonstrada por alguns jovens músicos em continuar a tocar.

Organizou-se assim um pequeno Grupo de Sopros com 10 elementos, o qual permitiu manter viva a música na nossa associação. Desenvolveu-se ao mesmo tempo a atividade da Escola de Música para formar novos elementos para a Banda. Conseguiu-se, assim, com os novos elementos e a ajuda de alguns amigos de bandas vizinhas, recuperar a Banda Filarmónica.

A Associação tem em funcionamento mais ou menos regular uma Banda Juvenil, um Grupo de Sopros, uma Bandinha de Animação e a Banda Filarmónica. Comemorou em 5 de janeiro de 2020 o Centenário.

Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense

A Banda da Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense foi fundada em 4 de outubro de 1904 pelo Mestre Augusto Loureiro e muitos jovens entusiasmados. Um dos períodos áureos desta coletividade registou-se entre 1926 e 1936, sob a regência de José Mendes que realizou obra apreciável.

Em 1931, a Banda separou-se em duas, passando a nova Banda a denominar-se Sociedade Musical União Pontevelense. No 1° de Dezembro de 1933 as duas Bandas saíram à rua e quando se encontraram envolveram-se em distúrbios. O governador civil decidiu que a Sociedade Filarmónica Incrível Pontelevense ficaria a vigorar, enquanto a Sociedade Musical União Pontevelense seria extinta.

A Coletividade tem participado em diversos festejos e concertos, sendo de destacar a participação no Encontro de Bandas em Tomar, no Concurso de Bandas Civis do Distrito de Santarém onde obteve o 1° lugar e na Feira Popular. Esteve sem atividade durante 3 anos, durante os quais foi apelado para que a Banda voltasse à atividade. Tal aconteceu em 1990 pela Festa dos Fazendeiros e desde então tem rejuvenescido graças à adesão de jovens. Hoje a Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense tem a representá-la uma das mais jovens Bandas do concelho do Cartaxo.

Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense

Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/cartaxo-sociedade-filarmonica-incrivel-pontevelense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-17 17:45:272024-11-12 00:55:01Cartaxo e as suas filarmónicas
Sociedade Filarmónica Cabanas de Viriato
Músicas no Concelho

Carregal do Sal e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Carregal do Sal

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica de Cabanas de Viriato

A Sociedade Filarmónica de Cabanas de Viriato foi fundada em 1872. Antes da sua fundação existia em Cabanas de Viriato, a partir de 1850, um grupo de músicos sem qualquer estruturação, que terá participado em missas e em festas populares diversas, e que era conhecido por “Concerto”.

Sociedade Filarmónica Cabanas de Viriato

Sociedade Filarmónica Cabanas de Viriato

Talvez com o intuito de estruturar essas atividades o Padre José Cunha fundou a filarmónica em 1872. O seu primeiro Maestro foi o Senhor Bandeira, ao qual se seguiram António Augusto dos Santos, José Gonçalves (pai), José Gonçalves (filho, compositor e maestro), Manuel de Sousa (Rixa), Jacinto Caetano e o Senhor Basílio. Em 1941, formou-se em Cabanas uma comissão que adquiriu para a filarmónica a ansiada sede. Atualmente a Banda da Sociedade Filarmónica é constituída por 40 elementos. Continua a funcionar a Escola de Música, totalmente gratuita, a qual, é frequentada por 25 jovens. O responsável pela Banda e pela Escola de Música é Evaristo José de Jesus Neto.

Sociedade Filarmónica Cabanas de Viriato

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Reciclanda

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Associação Filarmónica Vilarinhense
Músicas no Concelho

Carrazeda de Ansiães e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Carrazeda de Ansiães

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Associação Filarmónica Vilarinhense

Sediada em Vilarinho da Castanheira, Carrazeda de Ansiães, a Associação Filarmónica Vilarinhense foi fundada em 1978. Antes desta data já tinha sido formada duas vezes e outras tantas desmantelada. A data mais antiga que nos surge é a do ano de 1906, data em que teria sido formada pela primeira vez, mas a terminar em ano que se desconhece.

Em 1954, voltou a ser reunida e de uma brincadeira com gaitas de canas feitas pelos próprios numa altura de Carnaval, saiu então a ideia de se tornar a formar a banda. Veio a desmoronar-se mais tarde devido, em grande parte, à emigração. Em 1978, voltou a formar-se exercendo atividade. Em 2008,  Raúl António Martins Guilheiros era seu maestro.

Associação Filarmónica Vilarinhense

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Banda 1º Dezembro de Campo Maior
Músicas no Concelho

Campo Maior e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Campo Maior

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda 1º Dezembro de Campo Maior

A Banda 1º de Dezembro de Campo Maior foi fundada em 1936. Foi denominada de Sociedade Recreio Musical 1º Dezembro. Desde sempre tem funcionado na Banda uma Escola de Música, com cerca de trinta alunos que tem sido um viveiro de músicos. Neste momento, a Banda é constituída por trinta elementos que ao longo do ano fazem arruadas, procissões, e concertos em todo o distrito. Tem também participado em encontros de bandas promovidos quer por entidades regionais quer por entidades locais. É Maestro da Banda Manuel Canelas da Encarnação.

Largo do Barata, nº 9A
7370-119 Campo Maior

Banda 1º Dezembro de Campo Maior

Banda 1º Dezembro de Campo Maior

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Sociedade Filarmónica de Alvorninha
Músicas no Concelho

Caldas da Rainha e as suas filarmónicas

Filarmónicas das Caldas da Rainha

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda Comércio e Indústria de Caldas da Rainha
  • Sociedade Filarmónica de Alvorninha
Banda Comércio e Indústria de Caldas da Rainha

A Banda Comércio e Indústria de Caldas da Rainha foi fundada em 1947 por iniciativa de comerciantes e industriais da cidade com o apoio das entidades locais e do maestro da extinta Banda do Regimento de Infantaria 5, Capitão Armando Escoto, que foi o seu primeiro diretor artístico.

No dia 2 de janeiro de 1947  a Banda ofereceu aos caldenses o seu primeiro concerto, no Teatro Pinheiro Chagas, entretanto demolido.

Desde então foi atuando na cidade e em muitos outros pontos do país. Teve períodos de menor fulgor, a que não foram alheios o surto emigratório nas décadas de 50 e 60 até parar a sua atividade por falta de músicos em 1973, por causa da Guerra Colonial. Abrilhantou as tardes de Verão no coreto do Parque D. Carlos I, tocou em touradas, festas religiosas e outros eventos mediáticos, na cidade e em outras localidades.

Em 1975 um grupo de jovens decidiu contactar com antigos músicos e diretores da banda formando uma comissão dinamizadora que foi a responsável pela reativação da Banda em 1976. A sua força de vontade juntamente com o maestro Luís Rego levaram ao concerto de estreia da “nova” banda em dezembro desse ano. Além dos novos músicos, apresentou-se também um grupo coral e uma orquestra ligeira com cantores.

Das suas atuações destacaram-se a recepção ao Cacilheiro em Lisboa, em direto para a RDP(1978), a Gala do 10 de Junho na Figueira da Foz, em direto para a RTP (1982), no Concurso “Sol de Verão” no Porto (1983), os encontros de bandas na Cidade (1990/1991) e em outras localidades, a gravação de músicas para um CD com várias bandas filarmónicas da região (2003), formação de grupos de câmara e atuações com Raul Mendes (campeão mundial de harmónica) e com grupos corais da cidade.

A Banda recebeu a Medalha de Mérito da Câmara Municipal das Caldas da Rainha e a Medalha e Diploma de Mérito Associativo – 50 Anos da Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio. Tem ativa a Escola de Música Capitão Armando Escoto em homenagem ao maestro fundador.

Em 2008 passou a ser dirigida pelo maestro Adelino Mota.

Banda Comércio e Indústria de Caldas da Rainha

Banda Comércio e Indústria de Caldas da Rainha

Em 2009, gravou o CD marchas e Passodobles Lusitanus e em 2010, entre vários outros concertos, destacam-se dois no grande auditório do CCC, em maio, tendo como convidados quatro solistas professores do Conservatório de Caldas e em outubro nas comemorações do Centenário da República.

Reciclanda

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Sociedade Filarmónica de Alvorninha

A Sociedade Filarmónica de Alvorninha (SFA) foi fundada a 9 de abril de 1921, por iniciativa dum farmacêutico de nome Ribeiro que, sabendo um pouco de música, começou a ensinar solfejo. Juntaram-se-lhe mais tarde o Padre António Marques de Sousa, (também conhecido por Padre Macatrão), pároco de Alvorninha naquela altura, o Sr. António Filipe e o Sr. Joaquim Botelho, que formaram a primeira Direção.

Mais tarde, e devido ao desenvolvimento da Banda, um Sub-Chefe da Marinha, Manuel Luís Barbosa, assumiu a regência e manteve-se largos anos na regência deste grupo de músicos.

O primeiro serviço da Sociedade Filarmónica de Alvorninha foi na Benedita, concelho de Alcobaça. Nessa altura, não usava farda. Cada músico vestia o seu fato civil e alguns deles usavam um barrete, o que lhe valeu o nome de ‘Banda do Barrete’.

Para celebrar o centenário a SFA publica um livro e CD.

Sociedade Filarmónica de Alvorninha

Sociedade Filarmónica de Alvorninha

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/caldas-da-rainha-sociedade-filarmonica-de-alvorninha-2024.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-17 17:41:552024-11-05 22:34:59Caldas da Rainha e as suas filarmónicas
Banda Cabeceirense
Músicas no Concelho

Cabeceiras de Basto e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Cabeceiras de Basto

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Cabeceirense

Fundada em 1820, é a mais antiga das coletividades do concelho, sendo também a maior implantação e a que mais contribuiu para a aprendizagem e divulgação musical nas terras de basto. Desde a sua fundação viveu períodos áureos mas também momentos difíceis, chegando mesmo a estar inativa, por pouco tempo.

Em 1986 um grupo de músicos e de ilustres cabeceirenses ligados ao desporto e à cultura, com a colaboração da Câmara Municipal conseguiram fazer renascer a coletividade. Foi também nesta data em que se deu a fundação da Escola de Música que teve como grande impulsionador e principal dinamizador e pedagogo o contramestre Lourenço de Castro.

Em 1991, a Direcção, com o apoio e colaboração de alguns executantes, Câmara Municipal e outras individualidades do concelho, conseguiram angariar fundos para renovação do instrumental.

Banda Cabeceirense

Banda Cabeceirense

Em 1999 na sequência da grande afluência de jovens a Escola de Música, nasceu a Banda Juvenil Cabeceirense, composta por 40 jovens executantes que desde então e apesar da sua tenra idade tem brilhado em encontros de bandas Juvenis e na participação de concertos efetuados no âmbito das atividades culturais desenvolvidas pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto.

A banda participa nas maiores romarias do Norte, festivais de bandas filarmónicas, concertos em teatros, desfiles e receções as mais altas individualidades do País, nomeadamente Presidente da República, Primeiros-ministros e Secretários de Estado.

Foi dirigida por maestros de renome, como Amílcar Cunha, Serafim Aguiar, Joaquim Peixoto José Machado, Gil Lopes entre outros.

No historial da banda destacam-se figuras que foram marcantes na atividade desenvolvida pela coletividade, cuja dedicação e empenho em prol da mesma foram merecedores de reconhecimento público. António Mendes foi um maestro cabeceirense, que a autarquia homenageou e a quem erigiu um busto, junto a casa da música que é sede da banda Cabeceirense. A sede para a banda era um anseio a muito esperado, que graças à Autarquia foi alcançado.

A Banda Cabeceirense é composta por 62 elementos e tem como seu Diretor Artístico o Maestro Paulo Nunes, sendo responsável pelo Ensino na Escola de Música o Professor Armindo Nunes.

No dia 1 de outubro de 2016, o o Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, visitou o concelho de Cabeceiras de Basto, passando pela Casa da Música, sede da Banda Cabeceirense, e pela sede do Rancho Folclórico de S. Nicolau, na freguesia de Cabeceiras de Basto, jornada dedicada à Cultura que contou com a presença dos presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal. Depois do vice-presidente e presidente da Banda Cabeceirense, José Manuel Silva e João Pacheco, respetivamente, darem a conhecer a dinâmica e o funcionamento da instituição, o Ministro da Cultura expressou:

“que melhor forma de comemorar o Dia Mundial da Música que estar aqui no seio de uma agremiação que promove a música. Gentes capazes de desenvolver o ensino da música e de formarem músicos notáveis”, disse o governante, destacando a “extraordinária capacidade de iniciativa e de coesão. Um exemplo de cultura notável. Aqui se afirma na nossa identidade”, concluiu.

Na sua intervenção, o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, afirmou ser “um gosto e uma honra” participar na visita que o Ministro realizou à Casa da Música de Cabeceiras de Basto, “um espaço que, em tempos, a Câmara Municipal recuperou e que em boa hora permitiu que aqui se instalasse a Banda Cabeceirense, a instituição mais antiga do concelho que em 2020 completará 200 anos. A Câmara Municipal, Cabeceiras de Basto e os Cabeceirenses orgulham-se desta instituição que tem sido embaixadora da nossa terra e da nossa cultura por onde tem passado”, sublinhou.

Banda Cabeceirense, com o Ministro da Cultura, em 2016

Banda Cabeceirense, com o Ministro da Cultura, em 2016

“Em Cabeceiras de Basto temos apoiado a cultura, seja a música, de que é exemplo a Banda Cabeceirense que tem uma escola de formação que envolve tantas crianças e jovens; seja o teatro e, a este propósito refiro, o magnífico trabalho que o Centro de Teatro da Câmara Municipal tem feito na divulgação desta arte a partir da recolha da nossa história e da sua divulgação. Um projeto inclusivo que envolve tantas cabeceirenses; seja o Património de que é exemplo o NOSSO Mosteiro, o Mosteiro de S. Miguel de Refojos, um Mosteiro beneditino que decidimos, em finais de 2013, candidatar a Património Cultural da Humanidade.

A finalizar, Francisco Alves deixou uma palavra à Banda Cabeceirense na passagem pelo seu 196º aniversário, reconhecendo o “excelente trabalho” que tem desenvolvido, manifestando igualmente à Banda o seu apoio.

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AFBJM é uma associação sem fins lucrativos, de cultura e recreio, com o Estatuto de Pessoa Colectiva de Utilidade Pública, que se dedica essencialmente ao ensino e divulgação da Música. Supõe-se que foi fundada entre 1820 e 1824, ainda que a primeira referência documental sobre a banda, date de 1857 aquando da participação de um grupo de músicos na Festa do Santíssimo Sacramento. O seu aniversário é anualmente comemorado a 8 de dezembro, uma vez que a padroeira da Banda é a Imaculada Conceição.

Segundo diz a “lenda”, a Banda terá ido abrilhantar uma festa para os lados de Mesão Frio e, como tal, viu-se obrigada a atravessar o Rio Douro numa barcaça (o meio disponível na época). Como as condições climatéricas eram muito instáveis, no momento em que faziam a travessia, a barcaça correu o risco de se afundar. No meio da aflição, surgiu entre eles a invocação de Nossa Senhora, a Imaculada Conceição, no sentido de obterem a ajuda necessária para superar tal situação e cumprir a missão, o que acabou por acontecer. De então para cá, a Banda passou a honrar no 8 de dezembro a sua padroeira.

Desde 1983 a coletividade rege-se por estatutos próprios, designando-se então por Sociedade Filarmónica de Magueija. Em 1998, os mesmos estatutos foram alterados, passando então a denominar-se Associação Filarmónica e Banda Juvenil de Magueija (AFBJM). Apresenta-se especialmente nas regiões de Trás-os-Montes e Beiras A banda é composta por cerca de 48 elementos com uma média de idades abaixo dos 30 anos, complementando-se com uma escola de música com mais de uma dezena de alunos, que tem a função de ensinar e incentivar o gosto pela música, preencher os tempos livres dos jovens e promover a renovação da Banda. O seu atual maestro e diretor artístico é Gualberto Miguel Rocha, natural de Lamego. Em 1960, atuou no programa televisivo Zip-Zip.

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Banda Filarmónica de Magueija, Lamego

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