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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Sociedade Filarmónica União Calipolense
Músicas no Concelho

Vila Viçosa e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vila Viçosa

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda da Sociedade Filarmónica União Calipolense

A Banda Filarmónica União Calipolense, de Vila Viçosa, foi fundada a 24 de maio de 1870, já a Sociedade existia há 19 anos. Em 1873, por vontade de EI’ Rei D. Luís, tocou pela primeira vez o Hino Nacional nas comemorações da restauração da independência, passando de então para cá, a designar-se Sociedade Filarmónica União Calipolense. João Maria Espanca, pai da ilustre poetisa calipolense, foi um grande apoiante da filarmónica, tendo contribuído com dois instrumentos novos e um fardamento de penacho e drognas igual ao da guarda nacional, que foi utilizado pela primeira vez no dia 8 de dezembro de 1904.

Em 2010 atuou em direto num programa televisivo da RTP, “Portugal no coração”. A Sociedade Filarmónica é uma Instituição de utilidade Pública que sobrevive com apoios financeiros de entidades do concelho. Presta serviços sociais, lúdicos e religiosos, destacando-se o dia 8 de dezembro (dia de Nossa Senhora da Conceição). Possui uma Escola de Música para aprendizes e uma Banda Filarmónica. É Maestro desta Banda o Joaquim António Guerra Guedelha desde 2003. Foram maestros da Filarmónica: Guedes (1938-1940), Reis de Carvalho (1945), Manuel Jerónimo (1945), João Augusto Ferreira (1945), Frederico Pazinho (1946), Manuel Jerónimo ( 1947), Augusto Flora (1953-1955), Francisco Silva (1956), João Valente (1956-1965), Augusto Flora (1966-1971), Hermegildo Cardoso (1972-2003).

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/vila-vicosa-sfuc.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-16 17:25:442024-11-14 12:49:12Vila Viçosa e as suas filarmónicas
Banda Filarmónica de Vinhais
Músicas no Concelho

Vinhais e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vinhais

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda Filarmónica de Rebordelo
  • Banda Filarmónica de Vinhais
Banda Filarmónica de Rebordelo

Associação Filarmónica de Rebordelo, arruada em 2022

Associação Filarmónica de Rebordelo, foto de 2022

Associação Filarmónica de Rebordelo, foto de 2022

Banda Filarmónica de Vinhais

Por volta de 2010

Banda Filarmónica de Vinhais

Banda Filarmónica de Vinhais

Arruada

Banda Filarmónica de Vinhais

Banda Filarmónica de Vinhais, portal das Freguesias do concelho de Vinhais

Procissão

Banda Filarmónica de Vinhais

Banda Filarmónica de Vinhais

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vinhais-banda-filarmonica-de-vinhais.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-16 17:16:482024-11-14 13:08:39Vinhais e as suas filarmónicas
Sociedade Filarmónica Gualdim Pais
Músicas no Concelho

Tomar e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Tomar

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Sociedade Banda Republicana Marcial Nabantina
  • Sociedade Filarmónica Gualdim Pais
  • Sociedade Filarmónica Paialvense
  • Sociedade Recreativa e Musical da Pedreira
Sociedade Banda Republicana Marcial Nabantina

A Sociedade Banda Republicana Marcial Nabantina, um dos ex-libris da Cidade de Tomar, foi fundada em 1874. Tem-se mantido em atividade até hoje. Fora batizada com o nome de Real Banda Marcial Nabantina. Desde logo, foi uma alternativa paisana à hegemonia militar que, então, fazia música na localidade, pelo regimento sediado na cidade. Nos primeiros anos após a sua fundação, além de ministrar o ensino da música, manteve uma escola de ensino primário, que veio completar a formação dos sócios mais carenciados. No entanto, a sua atividade principal foi, é e sempre será a existência de uma Banda de Música.

É a mais antiga coletividade da cidade templária e, desde 1993, é Instituição de Utilidade Pública. Ao longo dos anos a Sociedade Banda Republicana Marcial Nabantina cultivou as artes, nomeadamente a música e constitui um centro de recreio que proporciona aos sócios e a todos os tomarenses formação humana e educação cultural, cívica e recreativa. Além da música, a Sociedade Banda Republicana Marcial Nabantina mantém uma secção de danças de salão desde 2004 e um atelier de artes (2010).

Sociedade Banda Republicana Marcial Nabantina

Sociedade Banda Republicana Marcial Nabantina

A Banda Filarmónica é constituída por 40 elementos que a integram em regime de total amadorismo. Existe ainda em funcionamento uma Escola de Música que oferece formação gratuita a crianças e adultos, e tem a Banda Juvenil da Escola de Música. Luís Carreira é o seu diretor artístico. (27/07/2021)

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Sociedade Filarmónica Gualdim Pais

Instituição, com mais de 3000 sócios, A SFGP foi fundada em Tomar em 1877. Em 1988 a Sociedade inaugurou a atual sede social e concluiu posteriormente a sua ampliação para dar satisfação à crescente exigência de espaços para as suas atividades. Além da Banda Filarmónica, tem uma Escola Vocacional de Música e uma Escola Vocacional de Dança com cursos do Ensino Básico e Secundário.

Criou a Orquestra Nacional de Sopros dos Templários que de imediato recolheu as melhores referências da critica da especialidade a nível nacional. Tem ainda em funcionamento um Centro de Atividades de Tempos Livres direcionado para crianças que frequentam o 1° Ciclo do Ensino Básico. No campo desportivo funcionam as modalidades de ginástica, judo, hóquei em patins, badminton, natação, xadrez e campismo.

A Sociedade Filarmónica Gualdim Pais estabeleceu, através da sua Escola Vocacional de Música, 37 protocolos com Escolas do 1° Ciclo do Ensino Básico do Concelho de Tomar assumindo responsabilidades pedagógicas no campo do ensino regular da música com mais de mil e quinhentas crianças. Estas parcerias estão a ser alargadas às Expressões das áreas da Motricidade e já hoje cerca de mil crianças são envolvidas em atividades de patinagem, badminton, ginástica e dança.

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais

A Banda da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais esteve sempre em atividade. É constituída por 65 músicos que a integram em regime de total amadorismo. A idade média dos músicos é presentemente de 17 anos. Neste momento está a ser constituída uma Banda Estagiária que passará a ser o alfobre da Banda Filarmónica. A Sociedade Filarmónica Gualdim Pais é uma Instituição de Utilidade Pública.

Em 1996, recebeu a Medalha de Ouro da Cidade de Tomar. Em 1936, a Banda Filarmónica foi 1ª Classificada no Concurso de Bandas do Distrito de Santarém. Em 1969, foi 1ª Classificada em Banda de 1 a categoria na Feira Nacional de Agricultura. Em 1972, ganhou o  1º Prémio no Concurso Nacional de Aprendizes de Música. Em 1988, foi  2ª Classificada no Concurso Internacional de Bandas da Amadora. Em 1995, foi 1ª Classificada no Concurso Nacional “À Volta do Coreto” organizado pela R.T.P.

Sociedade Filarmónica Paialvense

A Sociedade Filarmónica Paialvense foi fundada em 1896. A sua fundação está relacionada com o facto de ter havido um desentendimento entre os membros da direção de uma Banda Filarmónica existente na povoação de Carrascos, hoje com o nome de Vila do Paço, concelho de Torres Novas. Enquanto uns preferiam para assumir o lugar de maestro, que entretanto vagara, o contramestre Professor Fagulha, de Paialvo, outros preferiam um executante, que era de Carrascos. O Professor, por não gostar de ser preterido por um executante, que considerava de qualidade musical inferior à sua, acabou por abandonar a banda, agarrando-se à vontade dos que em Paialvo desejavam ter uma Banda Filarmónica, aproveitando assim a oportunidade para provar as suas qualidades e capacidades artísticas. Assim com o seu saber e a vontade dos que o acompanhavam, conseguiu que a Banda de Paialvo saísse à rua pela primeira vez no Domingo Gordo de 1896 – 3 de Março de 1896, sendo esta a data da sua fundação. Nos primeiros anos de existência da Associação, a sua atividade era unicamente a banda, que abrilhantava os arraiais populares e os bailes das freguesias e localidades limítrofes.

Em 1936 um benemérito de Paialvo, restaurou uma casa antiga emprestando-a à Associação para aí fixar a sua sede. Com este novo espaço passou a desenvolver novas atividades, formando-se então um grupo de teatro, um rancho e uma biblioteca, passando este a ser o local de encontro de todos os paialvenses. Em 1972 e por grande generosidade e benemerência do Comendador Manoel de Mattos, foi edificada a atual sede, tendo finalmente a Associação umas instalações de sua pertença e como sinal de reconhecimento e de agradecimento de todos os Paialvenses, a Associação passou a designar-se Sociedade Filarmónica Payalvense “Manoel de Mattos”.

A principal atividade da Associação continua a ser o ensino e a divulgação da música. A banda é composta aproximadamente por 45/50 elementos, sendo uma boa parte dos músicos, formados na escola de música, que se encontra neste momento em funcionamento com cerca de 30 alunos. Com 114 anos de vida, a banda tem atuado em vários pontos do país donde se destacam as atuações no Hotel Tivoli (Lisboa); Feira da Agricultura de Santarém; Festas dos Tabuleiros em Tomar e em Festivais e encontros de bandas do Norte ao Sul do país.

Participou em 2008 no 2º Concurso de Bandas de Vila Franca de Xira e em 2010 no 3º Concurso de Bandas de Vila Franca de Xira, onde obteve o 3º Prémio, na categoria a que concorreu. Nos últimos anos esta Associação tem organizado outro tipo de eventos que visam a formação dos jovens músicos que integram a Banda e a sua Escola de Música, nomeadamente o “1º Estágio da Orquestra de Sopros Filarmónica do Médio Tejo” – 2004; e o “1º Estágio de Outono para Jovens Músicos” – 2005. Nos final de Julho e início de Agosto de 2009, a Banda da S.F.P.M.M., deslocou-se a Itália (Manziana), num intercâmbio com a Banda Filarmónica daquela cidade. A Banda da Sociedade Filarmónica Paialvense é dirigida por Pedro Correia.

Sociedade Recreativa e Musical da Pedreira

Embora a Escritura de Constituição tenha sido feita a 21 de janeiro de 1986, a Sociedade Recreativa e Musical da Pedreira foi fundada a 3 de fevereiro de 1940. A sua atividade musical iniciou-se com a formação de uma Tuna que, aos poucos, foi dando lugar a uma Banda, apesar de uma interrupção das atividades de quase 12 anos.

Em 1976 foi formado na coletividade um Rancho Folclórico, ainda em funcionamento. Em 1992, foi fundado um Grupo Coral. Além disso, tem uma Escola de Música que forma jovens e crianças independentemente daqueles que posteriormente são integrados na Banda.

A Banda é dirigida pelo Maestro Mário de Oliveira Moura e tem realizado atuações por todo o país.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/tomar-sociedade-filarmonica-gualdim-pais-2019.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-16 16:05:512024-11-08 20:28:51Tomar e as suas filarmónicas
Banda Vaguense, Vagos
Músicas no Concelho

Vagos e as suas filarmónicas

Filarmónicas do Concelho

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Vaguense

A Banda Vaguense iniciou a atividade em 1860, tendo sido seu primeiro Fundador o Prior João de Miranda Ascenso, então pároco de Vagos. Em 1977, deu origem à constituição da Associação Filarmónica Vaguense, na qual ficou integrada. Pela sua regência, já passaram desde então grandes nomes do meio musical nacional, dos quais se destacaram Berardo Pinto Camelo e Duarte Gravato. O atual maestro da Banda Vaguense é Leonel Ruivo, com estudos  no Conservatório de Música de Aveiro e na Universidade de Aveiro.

A Banda Vaguense é composta por cerca de 60 elementos, na sua maioria jovens formados na Escola de Música da Associação Filarmónica Vaguense e outros estabelecimentos de ensino. A Escola é frequentada anualmente por mais de 30 alunos, sendo alguns já executantes da Banda.

A Banda Vaguense tem efetuado inúmeras atuações de sucesso no País, de entre as quais se destacam diversas participações em encontros de bandas, tendo também já atuado por diversas vezes em Espanha. Em 2008 participou no 2o Concurso de Bandas da cidade de Vila Franca de Xira e, em julho, atuou em Vila Nova de Foz Côa. Nesse mesmo ano, ganhou o prémio Vaga D’Ouro na Categoria Cultura.

Banda Vaguense, Vagos

Banda Vaguense, Vagos

Em 2009, participou na receção ao Primeiro Ministro, José Sócrates, na Santa Casa da Misericórdia de Vagos, e no aniversário da Caixa de Crédito de Vagos. Em 2010, integrada no programa Bandas em Concerto, organizado pela Direção Regional de Cultura do Centro, executou um concerto na cidade de Castelo Branco e Sever do Vouga. Foi ainda galardoada com a Medalha de Mérito Municipal Grau Ouro pelo município de Vagos, e foi-lhe atribuído o título de Pessoa Coletiva de Utilidade Publica.

Em 2010, a Banda Vaguense apresentou em público a composição “Abertura Festiva”, para festejar os 150 anos da Associação, escrita pelo compositor português Sérgio Azevedo.

Em 2011, foi-lhe atribuída a Medalha da Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal e foi entronizada Confrade pela Confraria das Sainhas. Ainda nesse ano, recebeu a Medalha de Mérito Distrital do Distrito de Aveiro e lançou o  primeiro CD. Em 2012, a participou no 4o Concurso Internacional de Bandas de Vila Franca de Xira. Organizou, conjuntamente com o grupo de Teatro “Fantástico”, um espetáculo intitulado “Retalhos do Passado”, no qual executou várias músicas ligeiras antigas, acompanhando cantores. Este evento foi apresentado três vezes, face ao êxito obtido.

Em maio de 2014, participou no 5o Concurso de Bandas Filarmónicas de Vila Franca de Xira, em 3ª categoria, tendo sido classificada em 3o lugar. Participou também no concurso CIB Filarmonia D’Ouro tendo recebido um certificado de Excelência. Recebe ainda um Voto de Louvor atribuído pela Junta de Freguesia de Vagos e Santo António e foi convidada pela Fundação INATEL e Direção Regional de Cultura do Centro a executar um concerto no Convento de Santa Clara-a-Velha, Coimbra, integrado no Dia Nacional das Bandas Filarmónicas.

No ano 2015, participou em dois concertos no Mosteiro dos Jerónimos tendo sido o segundo integrado nas comemorações das Jornadas Europeias do Património 2015. Participou no Certamen Internacional de Bandas de Música Armónico de Zamora (Espanha) tendo obtido o Primeiro Prémio da sua categoria. Recebeu um Voto de Louvor atribuído pela Câmara Municipal de Vagos, e executou um concerto com o Tenor Carlos Guilherme no Teatro Aveirense, concerto inserido nas comemorações do 34o Aniversário do Grupo Etnográfico e Cénico das Barrocas. Em 2016, participou no XVII Certamen Internacional De Bandas De Música “Villa De Aranda” (Espanha) tendo sido atribuída uma Menção Honrosa e o Prémio Especial de melhor maestro, arrecadando também o Terceiro lugar.

Em 2017 participou no World Music Contest WMC Kerkrade 2017 (Holanda), sendo uma das 2 bandas portuguesas a representar Portugal no certame tendo ficado em 11o lugar na sua categoria de entre 26 bandas mundiais.

Filarmónica Vaguense, ou Banda Vaguense, Vagos

Filarmónica Vaguense, ou Banda Vaguense, Vagos

Reciclanda

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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Banda de Música da Casa do Povo de Vendas Novas
Músicas no Concelho

Vendas Novas e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vendas Novas

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda de Música da Casa do Povo de Vendas Novas

A Banda de Música da Casa do Povo de Vendas Novas foi fundada a 11 de novembro de 1995. Possui uma Escola de Música dedicada ao ensino e preparação de novos músicos e uma Escola de Formação de Músicos para a formação da Banda Filarmónica. Participa anualmente em diversas festas e concertos da cidade.

A 16 de julho de 2021 a Meloteca não encontrou indícios de atividade da Banda na rede.

Banda de Música da Casa do Povo de Vendas Novas

Banda de Música da Casa do Povo de Vendas Novas

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Cante, Viana do Alentejo, créditos Hardmúsica
Músicas no Concelho

Viana do Alentejo e o seu folclore

Viana do Alentejo e o seu folclore

Ranchos folclóricos, grupos corais etnográficos e atividade no Concelho

  • Alentejo (Alto Alentejo)
  • Distrito: Évora

10 grupos

  • Grupo Coral de Aguiar
  • Grupo Coral Feminino de Viana do Alentejo
  • Grupo Coral e Etnográfico de Viana do Alentejo
  • Grupo Coral “Velha Guarda” de Viana do Alentejo
  • Grupo Coral dos Trabalhadores de Alcáçovas
  • Grupo Coral Cantares de Alcáçovas
  • Grupo Coral Feminino e Etnográfico “Paz e Unidade” de Alcáçovas
  • Grupo Coral “Tertúlia dos Amigos do Cante” de Alcáçovas
  • Grupo Coral Juvenil dos Trabalhadores de Alcáçovas
  • Rancho Folclórico Pérola do Alentejo
Rancho Folclórico Pérola do Alentejo

Sediado na Rua Eusébio Leão, nº 18, na freguesia e concelho de Viana do Alentejo, o Rancho Folclórico Pérola do Alentejo é uma associação de natureza cultural e etnográfica constituída a 15 de junho de 1993.

CANTE ALENTEJANO

No dia 27 de novembro de 2020, o cante alentejano assinalou 6 anos como Património Cultural Imaterial da Humanidade. Para assinalar a data e prestar homenagem aos homens e mulheres que no concelho perpetuam a essência do Alentejo ao longo de gerações, e levam o seu nome por esse país fora, o Município de Viana do Alentejo publicou nas suas redes sociais vídeos de atuações dos 9 grupos corais.

Ciente da importância desta manifestação cultural, o Município de Viana, a par de outras entidades, está desde a primeira hora empenhado na sua preservação. Exemplo disso, foi a realização no Cineteatro Vianense, em 2012, do XIV Encontro da MODA – Associação do Cante Alentejano e o patrocínio do livro “Os grupos corais, o cante alentejano e a sua salvaguarda”, editado pela associação.

Já em 2013, numa altura em que se registava uma forte mobilização em torno do cante alentejano, o Município entendeu reconhecer a sua importância, classificando-o como Património de Interesse Municipal. Uma importância que vai muito para além da sua natureza cultural, manifestando-se também ao nível social, juntando gerações em torno de uma “marca” identitária, caraterística do Alentejo.

O Município de Viana, ciente da importância que os grupos corais têm no Concelho e na promoção do mesmo, continua a apoiar a atividade com os meios necessários para que a sua continuidade não seja comprometida. – referiu o Município.

Cante

Cante, Viana do Alentejo, créditos Hardmúsica

Cante, Viana do Alentejo, créditos Hardmúsica

Grupo Coral Feminino e Etnográfico “Paz e Unidade”

O Grupo Coral Feminino e Etnográfico “Paz e Unidade”, de Alcáçovas, inserido na Associação Cultural e Recreativa Alcaçovense, surgiu com a finalidade de participar num espetáculo de comemoração do Ano Santo, em 2000, no Santuário de Nossa Senhora d’Aires, em representação da Paróquia de Alcáçovas, por sugestão do pároco de então.

Como a experiência se revelou estimulante, os elementos quiseram levar por diante a iniciativa e constituíram o grupo coral. É composto por 25 elementos, com idades compreendidas entre os 14 e os 85 anos. Os seus trajes pretendem recriar os que eram usados pela mulher e todas as atividades que lhe estavam associadas, em meados do século XX: ceifeira, mondadeira, azeitoneira, mulher que planta o arroz, padeira, queijeira, costureira, bordadeira, aguadeira, cozinheira, criada de servir e traje domingueiro.

Tem participado em encontros de cante alentejano, festas populares, festas particulares, cante ao Menino, reis e Janeiras, feiras de turismo e de artesanato.

Organiza atualmente um encontro de grupos corais, por ocasião do seu aniversário.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Banda Lealdade de Vila Franca do Campo
Músicas no Concelho

Vila Franca do Campo e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vila Franca do Campo

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Lealdade

A Banda Lealdade de Vila Franca do Campo foi fundada em 1867, por altura da realização das magnificentes festas do Arcanjo São Miguel, evento religioso onde se estreou. Tem cerca de quatro dezenas de elementos com idades entre os 8 e os 53 anos e mantém em atividade uma escola com cerca de dez alunos. Realiza cerca de 30 serviços anuais. Em 1877, deslocou-se ao Vale das Furnas para cumprimentar o Senhor Conde da Silvã, por ocasião das entusiásticas manifestações que lhe foram rendidas em homenagem ao feito da sua ousada viagem a Lisboa numa chalupinha “Pérola dos Açores”. No ano de 1917, no certame filarmónico realizado na cidade de Ponta Delgada, a Banda Lealdade obteve o 1º lugar e 1946, alcançou grande êxito sob a regência do Tenente Francisco José Dias, nas Comemorações do IV Centenário da Cidade de Ponta Delgada, na grande parada de filarmónicas micaelenses.

Em 1967, comemorou o 1º centenário com Sarau Musico-Literário, no teatro de Vila Franca, com homenagem póstuma ao Maestro Francisco Vitor de Almeida. Em 1992, solenizou os 125 anos de existência com um Sarau Musical no Teatro Vilafranquense, com conferência e concerto dirigido pelo maestro Luís Gonzaga – Sargento-Chefe da Banda da Zona Militar dos Açores.

Em 2007, celebrou os 140 anos com um concerto comemorativo no Centro de Formação e Animação Cultural de Vila Franca do Campo. Efetuou deslocações a diversas ilhas dos Açores, a Portugal Continental e ao estrangeiro. Em 1987, efetuou uma digressão pelos Estados Unidos da América. Realizou intercâmbios com bandas do Arquipélago e de Portugal Continental. Participou no concurso de bandas filarmónicas intitulado de “Filarmonia”, organizado pela RTP e RDP Açores, tendo conquistado um honroso 1º lugar, no nível II. Em 2011, participou de novo, na ilha do Pico, no concurso Filarmonia, que teve lugar nas Sete Cidades, na sede da Banda da Madalena do Pico, onde conquistou o 1º lugar do nível I. Nos últimos anos do regime monárquico e nos primeiros da Republica, foi o Visconde da Palmeira o principal protetor da «Lealdade» oferecendo-lhe sede própria, e, em 1908, um fardamento e uma rica bandeira bordada a oiro.

Banda Lealdade de Vila Franca do Campo

Banda Lealdade de Vila Franca do Campo

Filarmónica Lira do Sul

Agremiação de grande importância para os habitantes da freguesia de Ponta Garça, a FLS foi fundada em 1896. Nos anos 80 do século passado, foram adquiridos instrumentos e fardamento oferecidos pela população da freguesia. Só em 2001 a Lira do Sul teve sede própria.

Desde essa altura, a filarmónica tem progredido muito, pelo que foi convidada duas vezes para atuar nos Estados Unidos da América, nas Grandes Festas do Divino Espírito Santo. Tem sido solicitada para participar em festas religiosas por toda a ilha de S. Miguel. Possui uma escola de música, onde várias dezenas de jovens se preparam para, no futuro, assegurarem a sua continuidade.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/vila-franca-do-campo-banda-lealdade.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-16 15:29:112024-12-05 19:41:24Vila Franca do Campo e as suas filarmónicas
Banda Municipal Paulense
Músicas no Concelho

Calheta (Madeira) e as suas filarmónicas

Filarmónicas da Calheta (Madeira)

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Municipal Paulense

A 4 de setembro de 1874, nasceu na freguesia do Paul do Mar, uma Banda de Música denominada Filarmónica Paulense, chamada, a partir de 1991 Banda Municipal Paulense. Todos os membros fundadores pertenciam à mesma família. O primeiro Presidente e também primeiro Maestro da Banda foi Arsénio Santana, que depois passou o testemunho para Arseninho (seu filho). Depois a responsabilidade da Banda ficou a cargo dos Coitos. Assim, o terceiro Maestro foi António Coito, o quarto Manuel Bernardo Coito Andrade e o quinto novamente, António Coito.

Mais recentemente foi Maestro Manuel Patrício Balelo de 1982 a 1992 e atualmente, João Pedro Gomes Fernandes, que se mantém nestas funções desde Janeiro de 1993. Segundo Luíza Clode, muitos instrumentos foram oferecidos por um Príncipe russo. os fundos para a manutenção da Banda eram provenientes dos Amadores da Banda, que tinham uma quota fixa (2$50 em 1950). Em caso de necessidade, eles davam mais dinheiro e em contrapartida a Banda tinha de ir à casa destes, na primeira oitava de Santo Amaro e aos serviços fúnebres, destes ou pessoa da família. De salientar, que no dia 1 de dezembro (dia da Restauração) e no 1º dia do Ano, a Banda saía às ruas da freguesia para assinalar esses dias festivos.

Banda Municipal Paulense

Banda Municipal Paulense

A Banda tinha muitas atuações, tanto em arraiais como em cerimónias fúnebres, casamentos, aniversários, entre outros. As deslocações eram feitas com muitas dificuldades, pois tinham de se deslocar a pé pelas veredas, quando se tratava de atuações no Concelho da Calheta ou nos concelhos vizinhos e de barco, para lugares como Porto Moniz, Seixal, Funchal, Câmara de Lobos e Porto Santo. A Banda Municipal Paulense tem dificuldade e esteve algumas vezes em perigo de extinção devido à emigração. À procura de melhores condições de vida, quase todos os elementos da Banda emigram. A Banda está em constante renovação e tem sempre uma média de idades muito nova. É seu diretor Artístico João Pedro Fernandes.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/calheta-madeira-banda-municipal-paulense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-14 23:25:312024-12-05 18:12:39Calheta (Madeira) e as suas filarmónicas
Sociedade Estímulo, Calheta, São Jorge
Músicas no Concelho

Calheta (São Jorge) e as suas filarmónicas

Filarmónicas da Calheta (São Jorge)

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Estímulo

A Sociedade Estímulo é uma Associação Cultural, sem fins lucrativos, com sede da Rua José Faustino Ribeiro, na Vila da Calheta. Foi fundada em 1895, dando continuidade ao Clube da Calheta, cuja escritura de constituição, data de 1889. Efetuou atuações em várias parcelas do arquipélago, nas ilhas do Faial, Pico, Terceira, Graciosa e Santa Maria e realizou duas deslocações ao Continente – a Loures em 2001 e em 2011, e para participar nas Festas de Vermoil (Pombal).

Participa no no apoio e acolhimento a todo o tipo de eventos culturais, recreativos e lúdicos, quer locais, quer com intervenientes fora da ilha. A Sociedade Estímulo tem a sua escola de música. Gravou o primeiro CD, em 2001, tendo também participado na gravação dum CD, com todas as filarmónicas sediadas no Concelho da Calheta. Em 2005, foi declarada Instituição de Utilidade Pública.

Sociedade Estímulo, Calheta, São Jorge

Sociedade Estímulo, Calheta, São Jorge

Sociedade Filarmónica União Popular da Ribeira Seca

A SFUPRS foi fundada em 1854 pelos irmãos Drs. António Pereira da Cunha e José Pereira da Cunha Pacheco, recém-chegados de Coimbra. Tem cerca de meia centena de elementos com idades entre os 9 e os 65 anos e mantém a sua escola de música. Participa, durante o ano, em procissões, coroações e efetua concertos integrados em eventos culturais da ilha de S. Jorge. Gravou, em 1984, o seu primeiro trabalho discográfico, um LP e audiocassete, aquando da sua digressão à Califórnia – EUA, para participar na inauguração da Nova União Popular de San Jose. Em 1997, atuou no Festival de Bandas de Fenais da Luz, na ilha de S. Miguel, e gravou o seu segundo trabalho discográfico, uma audiocassete. Em 1998, participou, em Fall River – EUA, nas Grandes Festas do Divino Espírito Santo da Nova Inglaterra e efetuou atuações nas cidades de Lowell e Boston.

No ano de 2000, participou na promoção das Festas do Espírito Santo, no Algarve; em 2003, atuou no programa televisivo “Praça da Alegria” da RTP, aquando do intercâmbio com a Banda de Souto de Santa Maria da Feira. Em 2011, deslocou-se à Califórnia – EUA, tendo atuado nas comunidades de emigrantes radicadas nas cidades de San Jose, Hilmar, Tracy, Oakley e Gustine. Em 1946, a banda teve como palco de ensaios a “Casa dos Bolos” da Irmandade do Divino Espírito Santo, ano em que lhe foi doada a casa e o quintal (atual Sede) pertença da professora D. Maria dos Santos Machado.

Participou em diversas festividades realizadas em todas as ilhas do Arquipélago, exceto a do Corvo. Sendo uma das bandas mais antigas dos Açores em contínua atividade, foi condecorada pelo Governo dos Açores, por altura das comemorações da Autonomia, com a medalha de mérito. Destaca-se a passagem por esta filarmónica da família dos Lacerdas, da qual sobressaiu o compositor Francisco de Lacerda.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/calheta-sao-jorge-sociedade-estimulo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-14 23:19:072021-07-25 11:54:25Calheta (São Jorge) e as suas filarmónicas
Sociedade Filarmónica Artista Faialense
Músicas no Concelho

Horta e as suas filarmónicas

Filarmónicas da Horta

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Filarmónica Euterpe de Castelo Branco

A FECB foi fundada em maio de 1912. Nesse ano apresentou-se em público pela primeira vez, na procissão do Senhor dos Enfermos, sob a direção do mestre de cornetim, Sr. Guiomar, seu primeiro regente. É constituída por cerca de quatro dezenas de elementos com idades entre os 10 e os 80 anos. Tem a sua escola de música com mais de uma dezena e meia de aprendizes.

Realiza por ano, uma média de 30/35 atuações na ilha do Faial, com maior incidência entre os meses de maio e setembro, abrilhantando festejos de índole variada. Tem, também, efetuado deslocações a outras parcelas do arquipélago e a Portugal continental. Em 1977, surgiu no seio desta filarmónica um grupo folclórico que, desde então, tem mantido a sua atividade, não só no Faial, como noutras ilhas dos Açores e também em várias regiões de Portugal continental, onde tem participado em festivais de folclore. Entre os seus maestros destacam-se Francisco Xavier Symaria, na década de 1920/1930, e Manuel Dutra da Silva Duarte Jr. (1940/1950). No domingo do Espírito Santo, do ano de 1970, estreou-se o primeiro grupo de raparigas que, a partir de então, têm sido o esteio da Filarmónica, especialmente nos instrumentos de palheta.

FECB

Filarmónica Euterpe de Castelo Branco

Filarmónica Euterpe de Castelo Branco

Sociedade Filarmónica Artista Faialense

A SFAF, da freguesia da Conceição, foi fundada 1858. Tem cerca de 35 elementos e deve a sua origem a anteriores bandas de música criadas pela ação de Joaquim Alberto Lança, mestre da Banda do Regimento de Infantaria de Angra do Heroísmo, que veio exilado para a ilha do Faial, por motivos políticos, em 1847.

Em 1846, a Câmara Municipal da Horta concedeu a Casa do Reconhecimento e Beneficência (Império dos Nobres) à filarmónica para realizar os ensaios. Francisco Xavier Symaria foi um maestro que durante 37 anos dirigiu a banda. Neste período, a Filarmónica deslocou-se às ilhas Terceira e S. Miguel. No concerto de encerramento dos festejos comemorativos do primeiro centenário da filarmónica, realizado e conduzido pelo maestro Ricardo Fernandes da Câmara Ventura, em 1958, na Sociedade Amor da Pátria, apresentou um repertório clássico exigente que mereceu do público muitos aplausos e elogios. Nesse ano, a Sociedade foi condecorada com a medalha de Instrução Pública, pelo então Presidente da República, Almirante Américo Tomás. Em1996, foi considerada “Instituição de Utilidade Pública”.

Em agosto de 1998, deslocou-se aos EUA, a fim de participar nas Grandes Festas do Divino Espírito Santo da Nova Inglaterra, em Fall River, tendo ainda efetuado concertos em diversas cidades da costa leste. Em 1999, tornou-se membro da Federação de Bandas Filarmónicas dos Açores. Em 2000, foi inaugurada a nova sede, no Largo Padre José Silvestre Machado, na freguesia da Conceição. A SFAF assinalou o seu sesquicentenário – 150 anos – com a celebração, no primeiro dia, de uma missa na Igreja de Nossa Senhora da Conceição e o lançamento de um carimbo comemorativo.

SFAF

Sociedade Filarmónica Artista Faialense

Sociedade Filarmónica Artista Faialense

Sociedade Filarmónica Nova Artista Flamenguense

A SFNAF foi fundada em 1881 e mantem na sua sede social, uma escola de música, onde são ministrados  cursos, como: “Curso de Formação Musical”, “Curso de Instrumentos de Sopro”, “Curso de Percussão” e “Curso de Instrumentos de Corda”, com cerca de dez formandos. Nasceu de um grupo de entusiastas que se quotizaram e compraram o instrumental, o fardamento e o pendão da filarmónica “Nova Lira” da cidade da Horta, que deixara de existir, sendo a primeira filarmónica no meio rural faialense. Tem cerca de 50 elementos e sede própria no Polivalente dos Flamengos.

Em 1901, por ocasião da visita régia, a Flamenguense deslocou-se à Terceira para tomar parte nos festejos em honra das Majestades. Em 1965, voltou à Terceira e efetuou concertos em Angra do Heroísmo, Praia da Vitória e freguesia dos Altares. Em 1978, deslocou-se aos Estados Unidos e gravou dois singles. Tocou em festas Sanjoaninas, Santo Cristo dos Milagres, Festa do Emigrante.  Em 1991, efetuou uma digressão ao Canadá, à província de Ontário, para participar no XXV aniversário da Igreja de Nossa Senhora de Fátima em Cambridge, onde realizou vários concertos. Em 1999, viajou para os Estados Unidos da América, a fim de participar nas Grandes Festas do Divino Espírito Santo da Nova Inglaterra e noutros festejos da comunidade portuguesa. Em 1999, gravou um CD e Cassete que foi apresentado no dia do 119.º Aniversário da Filarmónica. Efetuou deslocações a outras ilhas e ao continente português (Malveira da Serra, Cascais, Montemor-o-Novo, Baixa da Banheira, Alfândega da Fé). De julho de 2005 a julho de 2006, realizou um vasto programa cultural para assinalar a passagem dos 125 anos da fundação.

Em 2007, deslocou-se aos Estados Unidos da América para participar nos festejos de São Vicente de Paulo, realizados pelo Grupo de Amigos da Terceira, assim como nas Grandes Festas do Divino Espírito Santo da Nova Inglaterra, em Fall River. Em 2008, gravou uma faixa do CD de Genuíno Madruga, intitulada Hemingway. Em 2009, gravou para o programa “Filarmonia” da RDP/Açores e para um CD integrado na Coletânea de Filarmónicas dos Açores, gravado por Emiliano Toste. Foi agraciada em 1983 pelo Presidente da República com o título de “Membro Honorário da Ordem de Benemerência” e a partir de 1997, passou a ser considerada como “Instituição de Utilidade Pública”. Realiza por ano cerca de 35 atuações em procissões, arraiais e desfiles em diversas localidades da ilha do Faial.

SFNAF

Sociedade Filarmónica Nova Artista Flamenguense

Sociedade Filarmónica Nova Artista Flamenguense

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Sociedade Filarmónica “Unânime Praiense”

A Sociedade Filarmónica “Unânime Praiense” da Freguesia da Praia do Almoxarife, em 1881. Foi seu fundador o Cónego Silva Reis, pároco da dita freguesia, e seu primeiro regente João António que, à frente de 16 músicos acompanhava, a 3 de outubro de 1881, a procissão da Senhora do Rosário, desde essa altura, sua Padroeira.

Em 1896, os tocadores residentes nos sítios da Lomba e do Chão Frio, levaram os respetivos instrumentos e deram conhecimento aos residentes na Praia da formação de uma nova filarmónica. Ficaram a existir na freguesia da Praia do Almoxarife duas filarmónicas: a “Unânime Praiense”, dirigida por Tomaz Francisco, com sede na Praia, no Império junto à Igreja, e a “Recreio Praiense”, dirigida por Veríssimo dos Santos, com sede no Caminho do Meio, numa casa de abegoaria. A voz e a inteligência do pároco Silva Reis, fez-se ouvir e, em fins de 1900, extinguiu-se a “Recreio Praiense”, regressando alguns dos seus músicos principais à “Unânime Praiense”.

Em 1930, atravessando uma grave crise – devido à falta de instrumentos e componentes – foi reorganizada pelo exímio clarinetista, Manuel Veríssimo dos Santos, regressado dos Estados Unidos – para onde havia emigrado e efetuado estudos superiores de música, chegando a profissional da Orquestra Sinfónica de Chicago e professor do Conservatório desta cidade, – e do seu dedicado diretor Isauro Oliveira Frayão que, a expensas suas, adquiriu os instrumentos necessários, reclamados pelo maestro.

Veríssimo dos Santos demorou-se então algum tempo no Faial, onde fez escola, formando uma Orquestra Filarmónica, com os melhores amadores do Faial e Pico, dando assim a conhecer ao público destas duas ilhas obras clássicas nunca dantes ouvidas. Da sua escola, na Praia do Almoxarife, sobressaem um grupo de jovens clarinetistas que haviam de ser, mais tarde, os pilares da Unânime Praiense. São eles: Alberto Ávila de Vargas, Manuel dos Santos Pinheiro Jr, Mário Mariante, José Joaquim e outros. Em 1936, a “Unânime Praiense” apresentou-se na cidade da Horta, no programa “Serões de Arte”, organizado pelo “Salão Éden”, com a sua filarmónica, um Grupo de Música de Câmara, integrando ao piano Maria Helena Vargas e uma “Tuna Bandolinística”.

Em 1946, os praienses apresentam também em público, um “Coro Misto”, com cerca de 40 elementos, sob a regência de Manuel Gaudêncio. Em 1959, sob a regência de Álvaro Vargas, participou no “I Grande Concurso Nacional de Filarmónicas e Bandas Civis” da FNAT, no escalão de 3ª Categoria, ultrapassando na 1ª Eliminatória, a nível Açores, 35 bandas e na 2ª Eliminatória, a nível continental, em Setúbal, em 1960, 24 bandas. Apurada para a final, que viria a realizar-se em Lisboa, no Pavilhão dos Desportos, em 21-09-1960, obteve o prémio do 2º Lugar Nacional. A sede foi inaugurada em 1965.

José Amorim Faria de Carvalho, Ruben Manuel Sousa da Silva

Em agosto de 1999, a Unânime Praiense faz um intercâmbio com a banda “Musikverein” de Waldstetten, Alemanha, que motivou a sua atuação conjunta nas festas da Semana do Mar e também na ilha do Pico num concerto realizado nas festividades do Senhor Bom Jesus. Em agosto de 2000, a Unânime Praiense desloca-se a Waldstetten, Alemanha, onde efetuou alguns concertos em conjunto com a banda “Musikverein”.

Em 16 de setembro de 2004, foi inscrito no C.C.D. do INATEL (Centro de Cultura e Desporto) com o número 4 573, onde lhe foi entregue o respetivo Certificado, na Sessão Solene do 50.º Aniversário da Delegação do INATEL na Horta.

Em 2006, Ano das Comemorações do 125.º Aniversário, esta filarmónica deslocou-se no mês de maio ao continente onde atuou nos concelhos de Alcácer do Sal, Faro e Torres Vedras. O quarteto de saxofones realizou atuações na Casa dos Açores e na Aula Magna de Lisboa. Foi organizado o II Curso de Aperfeiçoamento de Maestros e Músicos de Bandas Filarmónicas, sobre a orientação do maestro Holandês Jo Conjaerts e do maestro da Banda da Marinha Délio Gonçalves. No âmbito nas comemorações do 125.º Aniversário, destacam-se o III Festival de Música da “Unânime Praiense”, a inauguração das obras de remodelação e ampliação da sede, a Sessão Solene, a apresentação da Big Band e o concerto de Aniversário com a presença de um dos melhores Trompetistas Portugueses – Jorge Almeida que interpretou várias peças a solo, acompanhadas por esta filarmónica.

A Filarmónica “Unânime Praiense” realiza as tocatas habituais nos tradicionais impérios e festividades religiosas, efetua concertos, desloca-se a outras ilhas, participa em aberturas de eventos, acompanha marchas, atua em representação da Região Autónoma dos Açores, realiza concertos didáticos para crianças, faz animação de rua, organiza cursos de aperfeiçoamento, realiza intercâmbios musicais com outras filarmónicas de outras ilhas e do Continente português.

Tuna

A Tuna “Unânime Praiense” tem, durante o ano, várias atuações no Faial e no exterior. Atua em determinados concertos, como, por exemplo, no que se realiza no aniversário desta instituição. Em 2010, a Tuna participou num concurso de âmbito nacional, organizado pela fundação INATEL, onde representou o Arquipélago dos Açores. Em 2011 e nos anos seguintes, manteve as suas tocatas habituais, destacando-se a sua presença na maior festa da ilha do Faial, a Semana do Mar.

Ensembles

A sociedade teve em atividade, em 2015, três Ensembles: Metais, Sax e Clarinetes. Ocasionalmente, formam-se pequenos grupos que animam momentos culturais específicos, nomeadamente lançamentos de livros e outros. Já em 2012, foi criado um quinteto de sopros que, para além de atuar sozinho, acompanhou também o Grupo Coral da Horta.

Dixie Band

Destinada a um tipo de música nascida em Nova Orleães, nos Estados Unidos da América, este agrupamento tem efetudo, desde a sua criação, em 2006, dezenas de espetáculos, como o que realizou no palco principal da Semana do Mar em 2011.

Sociedade Filarmónica União Faialense

A SFUF da freguesia das Angústias, inicialmente denominada de “União Musical”, foi fundada em 1897 e tem como padroeira Nossa Senhora das Angústias. A criação desta agremiação musical deve-se ao entusiasmo do pároco, Padre Roque Morais e outros paroquianos. A “União Faialense” teve como primeira “Sede Social” a sacristia da Igreja Paroquial. Anteriormente tinha utilizado como locais de ensaio o Império da Trindade e uma casa velha que lhe ficava ao lado.

O primeiro instrumental foi adquirido no ano da sua fundação. Posteriormente, procedeu-se, pontualmente, à compra de alguns instrumentos e a trocas com outras filarmónicas, ao longo dos anos. A Filarmónica tem cerca de 4 dezenas de músicos com idades entre os 7 e os 70 anos e mantém em atividade uma escola de música. Efetua perto de duas dezenas de atuações durante o ano. Em 1959, participou no 1.º Grande Concurso Nacional de Filarmónicas e Bandas Civis da FNAT, no Teatro Faialense. Efetuou digressões às ilhas Terceira, Flores, Graciosa. Realizou intercâmbios com filarmónicas do Continente (Caneças, Aveiras de Cima e Terras de Bouro) e participou no Dia do Açoriano, na Costa da Caparica. Em 1984, mudou-se para o edifício da Junta de Freguesia das Angústias e em 1989, foi-lhe atribuída, pela Câmara Municipal da Horta, a Escola Primária da Rua de Capelo Ivens para sua Sede Social. Em 1993, inaugurou as instalações definitivas da sua Sede à Rua do Capelo Ivens e lançou uma cassete gravada no Centro Paroquial de Castelo Branco. Em 1994, lançou um livro sobre a sua história e em 1995 realizou uma digressão aos Estados Unidos da América.

SFUF

Sociedade Filarmónica União Faialense

Sociedade Filarmónica União Faialense

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/horta-artista-faialense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-14 23:04:402024-11-20 10:08:22Horta e as suas filarmónicas
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