Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.
Filarmónicas de Mora
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Banda Filarmónica do Grupo Musical Paviense
A Banda Filarmónica do Grupo Musical Paviense atuou pela primeira vez nas Festas do Santíssimo Sacramento, em Pavia, no dia 2 de setembro de 2017.
BFGMP
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Filarmónicas de Nisa
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
- Sociedade Filarmónica Alpalhoense
- Sociedade Musical Nisense
Sociedade Filarmónica Alpalhoense
A Banda de Alpalhão foi fundada em 1860 e passou a Sociedade Filarmónica Alpalhoense em 1930. A banda terá sido fundada em 1847, mas não se conhece com rigor a data certa da sua fundação. Terá feito a sua primeira atuação numa segunda-feira de Páscoa, dia em que se festeja a romaria da Senhora da Redonda.
Entre 1911 e 1916, a banda enfrentou o espectro da extinção. Foi reativada em 1922, no 3º domingo de Janeiro, dia da festa do Mártir São Sebastião, e não mais interrompeu a atividade.
Ao longo da sua existência a Banda teve vários maestros, entre os quais Dom Segundo (maestro espanhol) que dirigiu a Banda de 1902 a 1910; senhor Galamba, de 1910 a 1916; Manuel Amaro, na década de 1930; José dos Anjos, de 1946 a 1965; senhor Portalete, até 1970; José Nabo, até 1979. Seguiram-se na orientação musical da Banda, Maria Manuela Bagulho, o maestro Edmundo Manaças, Humberto Damas, estando a regência entregue, desde 2012 a João Mergulhão.
Sociedade Musical Nisense
Precursora da Banda Municipal de Nisa e da Sociedade Musical Nisense, a Sociedade Phylarmonica Nizense nasceu em outubro de 1844. Atuou diversas vezes em Espanha, participou na inauguração da linha ferroviária da Beira Baixa e em 1909, saiu para a rua para recolher auxílio para as vítimas do violento terramoto que assolou o País. Em 1913, conquistou o 1º. Prémio num Concurso a nível regional.
A 1ª Guerra Mundial (1914-1918), a depressão económica dos anos 20 e a 2ª Guerra Mundial (1939-194) refletiram-se na Banda. Nos finais dos anos 1960 deu-se a desintegração, com um período de inatividade até 1981, altura em que recomeçou pela mão do Maestro António Maria Charrinho, que, com cerca de 60 crianças e jovens, reconstruiu a Banda. Esta criou estruturas e autonomias próprias, recebendo variados convites para atuações. Hoje, para além da Banda, existe a Escola de Música, Orquestra Ligeira, Grupo de Música popular e Grupo de Dança Moderna.
Filarmónicas do Concelho
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Banda Marcial de Murça
A Banda Marcial de Murça foi fundada em 1870 por um oficial francês foragido da guerra franco-prussiana. Por ela passaram gerações de artistas, entre os quais se destacam os maestros Narciso Carvalho, Sargento Pelotas, Manuel Ferreira, Albano Pereira. A escola de música da banda, “Escola Dr. Luís Borges Coelho” funciona na sua sede, tem por ano uma média de 15 alunos que garantem a continuidade da banda. A Banda Marcial de Murça, no dia 18 de junho de 2007 decidiu nos seus órgãos sociais diretivos atribuir o nome deste murcense à sua escola de música. Este ato foi consumado com a entrega de uma cópia da ata por dois alunos da coletividade onde está referida a mesma deliberação.
BMM
Em 1983 foi construída a sede da banda. Das muitas obras que a banda tem no seu rico arquivo musical, destaca-se uma “Missa de Réquiem” que data de 1884. Todos os anos a banda atua em festas, romarias e concertos, dos quais se realça um concerto no Teatro da Trindade em Lisboa, bem como atuações em Espanha, França (Lyon e Paris) e Luxemburgo. Além disso, a banda tem colaborado em várias iniciativas do INATEL, tais como festivais de bandas por todo o país entre outras. No concerto de Natal de 2003, apresentou-se em concerto o quarteto de clarinetes, constituído por elementos da banda. A Banda constituída por 56 elementos, a maior parte deles jovens, sendo o seu diretor artístico o maestro Lourenço Cruz

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Filarmónicas de Rio Maior
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
- Banda Municipal de Rio Maior
- Banda Filarmónica da Casa do Povo da Vila da Marmeleira
- Sociedade Filarmónica de São Sebastião
Banda Municipal de Rio Maior
A Banda Municipal de Rio Maior foi criada através da Escola de Música desta edilidade, em 1986, por proposta do Presidente da Câmara Silvino Manuel Gomes Sequeira e fundada pelo seu atual Maestro João Manuel Loura Pinote. A estreia aconteceu em Rio Maior, em 18 de março de 1988, no concerto inaugural do certame da III Feira – Tasquinhas/88.
O seu efetivo é composto por cerca de 60 músicos. Presta serviços em todas as cerimónias oficiais no concelho de Rio Maior, concertos de cala e populares, cerimónias religiosas e festas nacionais e estrangeiras. Internacionalizações aconteceram em 1989 em França, nas Vilas de Vittel e Contrexéville, por ter sido convidada de honra para efetuar concertos, desfiles e honras militares, alusivos às Comemorações do Bicentenário da Revolução Francesa e em 1994, na mesma efeméride, sempre a convite muito especial da sua Congénere “Elarmonie Municipale de Vittel”.
Banda Filarmónica da Casa do Povo da Vila da Marmeleira
Em 2017, a Banda Filarmónica da Casa do Povo da Vila da Marmeleira presenteou a população, como é habitual na quadra natalícia, com um Concerto de Natal que contou com a presença do vice presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, Filipe Santana Dias e dos vereadores Ana Figueiredo, Daniel Pinto e João Teodoro Miguel. A Banda, dirigida pelo Maestro Acácio Silva, interpretou um animado conjunto de músicas do seu vasto repertório, que muito agradaram ao público presente no lotado salão de espetáculos daquela coletividade. A Banda Filarmónica da Vila da Marmeleira estaria presente na Praça do Comércio de Rio Maior, no dia 7 de janeiro de 2018, para o tradicional Concerto de Ano Novo.
Sociedade Filarmónica de São Sebastião
Em 2015, o portal do município de Rio Maior informou que São Sebastião cede instalações a Filarmónica e Dadores de Sangue
No passado dia 20 de Janeiro, data em que comemorou o dia do seu padroeiro, a Junta de Freguesia de São Sebastião assinou contratos de comodato com duas associações locais, a Sociedade Filarmónica de São Sebastião e ao Grupo de Dadores de Sangue de São Sebastião. Depois de, no passado dia 16 de Janeiro, a Câmara Municipal de Rio Maior ter assinado dois contratos de comodato com a Junta de Freguesia de São Sebastião relativos à cedência das antigas escolas pré-primária e primária, seguindo a sua política de cedência de imóveis municipais não utilizados às Juntas de Freguesia do concelho, a Junta de São Sebastião cedeu os imóveis a estas duas associações, indo assim de encontro aos anseios das mesmas na procura de melhores condições para o desenvolvimento das suas atividades.
A assinatura dos contratos foi feita entre os presidentes do Grupo de Dadores de Sangue, Sandra Agostinho e da Sociedade Filarmónica, Paulo Ferreira, e o presidente da Junta de Freguesia Albertino Lopes sendo o primeiro homologado pela presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, Isaura Morais e o segundo pelo vereador Lopes Candoso. Os dois autarcas encontravam-se em São Sebastião, acompanhados pelos restantes membros do executivo, a convite do presidente da Junta local no âmbito de uma visita de trabalho à Freguesia.
A parte da tarde do dia do padroeiro que dá nome à Freguesia foi reservada aos festejos religiosos onde após uma missa, presidida pelo pároco local, teve lugar a procissão em honra de São Sebastião, terminando os festejos com um pequeno concerto com a Banda da Sociedade Filarmónica de São Sebastião.
FANFARRAS
fanfarra da Associação dos Bombeiros Voluntários de Rio Maior
Filarmónicas de Salvaterra de Magos
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Sociedade Filarmónica de Muge
Em 17 de julho de 2021, a Sociedade Filarmónica de Muge era a única existente no Concelho de Salvaterra de Magos.
Apesar da incerteza sobre a data da sua fundação, considera-se que a Sociedade Filarmónica de Muge foi fundada em 1 de dezembro de 1902, com a denominação de Sociedade Filarmónica de Muge. Mais tarde passou a Sociedade Filarmónica 1° de Dezembro de Muge. Por volta de 1930/1940, mudou para a Casa do Povo de Muge, passando a ter o nome de Banda de Música da Casa do Povo de Muge. Em 1962 e 1976 não teve qualquer atividade e, em 1976, um grupo de pessoas arrancou de novo com a Banda de Música.
Em finais de 1996, procedeu-se à sua legalização jurídica e como homenagem aos seus fundadores foi-lhe atribuída a designação de Sociedade Filarmónica de Muge. É composta por 30 elementos de ambos os sexos, com uma grande participação da juventude. Tem uma Escola de Música onde é ministrada formação musical para que os jovens venham mais tarde a integrar a Banda.
Filarmónicas de Santa Comba Dão
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Filarmónica de Santa Comba Dão
Remonta a 1820 a fundação da primeira filarmónica da cidade com o nome de Filarmónica 28 de Setembro, que teve como seu regente o maestro António Homem de Sá Correia. Em 1870, com o nome de Filarmónica Progressista, foi seu regente Joaquim Ferraz Macedo, e mais tarde, Manuel Gomes Pais. Passou esta Filarmónica por dissidências e crises várias, sobretudo motivadas pela emigração, reduzindo-se o número de executantes.
Após o falecimento do regente Manuel Pais, João Ferreira Onofre e António Rodrigues da Costa, tomaram a iniciativa em 1918 de fazer reviver a 1º de Maio convidando para seu regente o então Padre de Óvoa, Joaquim Ferreira Mendonça. Por volta de 1939 começou um período áureo sobre a regência do maestro Augusto Florêncio de Campos. Em 1942 nova crise, motivada pela 2ª Guerra Mundial e emigração, fez com que a Filarmónica estivesse parada até 1952. Nesse ano, um grupo de executantes apresentou novos e com José de Sousa Franco, proposto para regente da Filarmónica, a Filarmónica ressurgiu, com o nome de Filarmónica de Santa Comba Dão. Em 1971, assumiu a presidência da coletividade o grande impulsionador contemporâneo da arte desta cidade, David Oliveira, cuja primeira preocupação foi solicitar a cedência, a título gratuito, do café Arcada. Mais tarde a sua sede passou a funcionar no antigo posto da GNR, instalações que viriam a ser compradas pela Filarmónica de Santa Comba Dão em 4 de outubro de 1980.
Na década seguinte, a Filarmónica foi renovada com a presença de jovens executantes e com um novo espírito, fruto da aposta da direção presidida por Carlos Mota, que teve o mérito de se dedicar ao restauro da atual sede (inaugurada em 01-01-2001) e à criação da Escola de Música, com o maestro Adriano Matias, posteriormente substituído por Luís Fortuna e Vítor Gonçalves. Em 2006, a direcção da Filarmónica, presidida por Carlos Viegas e seu maestro Sérgio Neves apostaram num ensino mais exigente, contratando para isso professores profissionais, especializados em cada instrumento.
Foram também criados grupos de Música de Câmara, como a Banda Juvenil (constituída por alunos da escola que ainda não ingressaram na Filarmónica), Orquestra Orff e Ensemble de Percussão. Em 2013, e com a entrada da direção presidida por António Varela, a Filarmónica de Santa Comba Dão otimizou e recondicionou alguns dos seus espaços permitindo desta forma incrementar e dinamizar a Escola de Música. A Filarmónica de Santa Comba Dão conta com 67 elementos na Banda principal, 35 elementos no Coro e 65 alunas e alunos na Escola de Música, dos quais 47 participam na Banda Juvenil da Escola.
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Músicos naturais de Santa Cruz da Graciosa
Figuras musicais relevantes no Concelho
- Catarina Espínola (maestrina)
Catarina Espínola
Natural de Santa Cruz da Graciosa, Catarina Espínola nasceu a 10 de agosto de 1992, tendo iniciado os estudos musicais, com apenas 7 anos, na Filarmónica Recreio dos Artistas. Mais tarde, ingressou a Academia Musical da Ilha Graciosa, onde completou o Curso Suplementar de Música, na área de Canto Lírico. Em 2013 terminou a Licenciatura em Música na Universidade de Évora, sob a orientação de Liliana Bizineche. Em 2014 terminou a Pós-Graduação em Ensino da Música na mesma universidade.
No ano de 2015 deu início ao seu trabalho de docente nas áreas de Formação Musical e Educação Musical na Escola Básica e Secundária da Graciosa. No mesmo ano iniciou também as suas funções como Maestrina no Coro da Matriz de Santa Cruz da Graciosa. Catarina Espínola frequentou, no ano de 2014, o Curso de Direção de Orquestra, na cidade da Covilhã, com o maestro Luís Clemente, onde dirigiu a Orquestra Sinfónica da Covilhã. Mais tarde, em 2016, frequentou também o Curso de Direção de Banda, ministrada pelo Maestro da Banda Militar da Marinha, Délio Gonçalves.
Terminou o Mestrado em Ensino da Música na Universidade Católica do Porto, em 2017, ano que ficou marcado também pela estreia do Coro Juvenil da Matriz de Santa Cruz da Graciosa, onde é diretora artística e maestrina. É professora efetiva do quadro da Escola Básica e Secundária da Graciosa. É maestrina do Coro da Matriz de Santa Cruz da Graciosa, Coro Juvenil da Matriz de Santa Cruz da Graciosa e, agora, também maestrina da Sociedade Filarmónica União Praiense. Pela primeira vez na sua história, a Banda Filarmónica mais antiga da Graciosa, fundada a 12 de maio de 1889, vai ser dirigida por uma mulher. José Berto Magalhães, António Melo e Luís Aguiar dirigiram a SFUP. A partir de agora a Graciosa tem duas maestrinas nas suas filarmónicas.
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Filarmónicas de Santa Marta de Penaguião
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Associação Banda Musical da Cumieira
A Banda Musical da Cumieira foi fundada em 1830 (ou 1803, como alguns defendem). É a única Banda Filarmónica do concelho de Santa Marta de Penaguião. Tendo nascido como “tuna”, mais propriamente na povoação de Bertelo, freguesia da Cumieira, só anos mais tarde adotaria o nome de Banda Musical da Casa do Povo da Cumieira (hoje, Associação Banda Musical da Cumieira). No seu longo e interessante historial aparecem nomes como o de um forasteiro a quem chamavam “o Espanhol” e que seria o seu fundador e primeiro regente. D. Miguel del Moris Viegas era natural do Reino da Galiza. Foi, (segundo escreve José Emílio Esteves da Silva no seu livro “História de uma Muzica”) autor da primeira partitura (conhecida) que deu origem à Banda Musical da Cumieira, datada de 31 de outubro de 1803.
Tem uma Escola de Música que presta um serviço totalmente gratuito aos seus alunos e que procura dar uma formação abrangente com 4 turmas: Iniciação à Teoria Musical, Teoria Musical, Classe de Instrumento – madeiras, Classe de Instrumento – metais.
Da Escola saem os elementos para a Orquestra Juvenil e mais tarde para a própria Banda Musical da Cumieira. A Banda é composta por cerca de 50 elementos e fortemente caracterizada pela sua juventude, não só a nível de músicos, como também na aposta em jovens maestros que têm contribuído significativamente na crescente qualidade desta Banda.

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
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Filarmónicas de Santana
Bandas de Música, História e Atividades no Concelho
Banda Municipal de Santana
Fundada a 4 de abril de 1926, a Banda Municipal de Santana, no norte da ilha da Madeira, é uma instituição que desenvolve a sua atividade nas áreas cultural e musical. Desempenha um papel fundamental para a população local, pois constitui uma possibilidade de ocupação de tempos livres de forma lúdica e recreativa. Foi fundada por Crisóstomo Teixeira do Livramento e outros. O Professor Crisóstomo desempenhou as funções de regente e presidente.
Desde a sua fundação, a Banda foi orientada por nove presidentes da direção, entre os quais o Padre Joaquim Fernandes. De 1988 até à atualidade, a banda é presidida pelo Sr. José Carlos Rodrigues Abreu, que também desempenha o cargo de presidente da Assembleia Geral da Associação de Bandas Filarmónicas da Região Autónoma da Madeira. A filarmónica é formada por cerca de 50 executantes, na sua maioria jovens naturais de Santana e formados na escola de aprendizes da banda.
É a única na ilha da Madeira a usar boné no seu fardamento, e dispõe de uma farda variada podendo adequá-la ao tipo de atuação para que é solicitada. Possui sede própria, inaugurada a 11 de setembro de 2000 pelo Presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim. Foi associada fundadora da Associação de Bandas Filarmónicas da Região Autónoma da Madeira, a 29 de maio de 2000. Recebeu o título de Instituição de Utilidade Pública no mesmo ano e foi reconhecida de interesse social as suas atividades em 2001. O reconhecimento pelo trabalho desenvolvido foi acontecendo ao longo dos anos, destacando-se o Primeiro Prémio num encontro de bandas realizado no Funchal a 22 de novembro de 1931.
Em a Banda deslocou-se a Castelo Branco num intercâmbio com a Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense para o VII Encontro de Bandas de Pedrógão Pequeno, a primeira saída a Portugal continental. Em 2008 a Banda foi convidada para receber o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, na visita ao concelho de Santana. De 30 de abril a 4 de maio de 2010, a Banda Municipal de Santana representou a Região no dia da Madeira em Londres. Em 2012, gravou a sua primeira obra discográfica, intitulada “Saudação a Santana”. Participou no programa da RTP-Madeira sobre Bandas Filarmónicas denominado “Música no Coreto”, cujo respetivo episódio foi transmitido a 18 de setembro de 2014. Realiza concertos anuais, participa nos tradicionais arraiais madeirenses e em encontros de bandas e assegura cerimónias protocolares e procissões.
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Musorbis
Musorbis é a nova plataforma que faz parte do projeto Meloteca e se dedica à divulgação do património musical na perspetiva dos concelhos de Portugal.
Música no Concelho
Paredes e os seus estúdios25 Maio, 2026 - 13:46
Oliveira do Bairro e a sua música16 Março, 2026 - 16:48
Ponte de Sor e a sua música17 Março, 2026 - 10:40
Santa Comba Dão e a sua música17 Março, 2026 - 14:53
CONTACTOS MUSORBIS
Morada:
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4415-891 SANDIM VNG
Telefone:
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