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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Igreja Matriz de Duas Igrejas
Músicas no Concelho

Vila Verde e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Vila Verde [4]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Paroquial de Aboim da Nóbrega

Igreja Paroquial de Aboim da Nóbrega

Igreja Paroquial de Aboim da Nóbrega [ Nossa Senhora da Assunção ]

A Igreja Paroquial de Aboim da Nóbrega é um edifício de arquitetura religiosa, maneirista, barroca e neoclássica. De planta longitudinal, é composta por alpendre nave única e Capela-mor em eixo e torre, Capela e sacristias adossadas lateralmente. Tem fachadas em empenas, portal de arco de volta inteira sobrepujado por janelão. Na decoração interior apresenta tetos barrocos, em caixotões com caixilhos de talha dourada envolvendo pinturas, e azulejos e retábulos de talha polícroma neoclássicos. É um bom exemplar de igreja maneirista com talha polícroma de boa qualidade. Os tetos da nave e Capela-mor são obra de excelência. A Capela lateral de São Miguel é uma obra maneirista com referências à tratadística assumindo-se como um exemplar notório. O púlpito maneirista, o arcaz da sacristia, os anjos tocheiros e o órgão de tubos do coro-alto, são peças de grande qualidade estética devendo ter saído das mãos de artistas conceituados. Algumas das imagens, de entre as quais se salienta a padroeira Nossa Senhora da Assunção, são peças de grande valor e qualidade.

Fonte: Monumentos

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Igreja Paroquial de Duas Igrejas

Igreja Paroquial de Duas Igrejas

Igreja Paroquial de Duas Igrejas

Implantada no centro da povoação de Duas Igrejas, a Igreja Paroquial de Duas Igrejas, dedicada a Santa Eufémia, impõe-se na malha urbana pelas suas dimensões e pelo isolamento do largo em que se insere. Este, inclui, a Norte, o cruzeiro e a torre relógio e, do lado oposto, um terreiro cujos degraus acompanham o declive da rua. A fachada, em cantaria, com portal de volta perfeita, termina em empena escalonada onde se abrem duas sineiras. No alçado lateral observa-se outro portal de volta perfeita. A igreja desenvolve-se em planta longitudinal, com nave única, Capela-mor e sacristia do lado do Evangelho. Embora se acredite que a edificação do templo remonte ao século XVI, são poucos os dados que se conhecem sobre as suas campanhas arquitetónicas. É possível que tenha sido objeto de intervenções nos séculos seguintes, o que aconteceu pelo menos a nível decorativo. As Visitações do século XVIII permitem concluir que, de uma forma geral, a igreja respeitava as imposições dos visitadores que apenas ordenavam a realização de trabalhos pontuais. A única exceção diz respeito ao retábulo-mor, certamente encomendado antes de 1724 mas só concluído e aplicado depois desta data, conforme se depreende da Visitação ocorrida nesse mesmo ano. O seu traçado deveria ser parecido com o dos retábulos colaterais, inscrevendo-se no denominado Estilo Nacional. Apresenta fortes semelhanças com os retábulos de Nossa Senhora da Piedade da Sé de Miranda e com o retábulo-mor da igreja de Vimioso. O mais importante elemento desta igreja são as pinturas murais do seu interior (Capela-mor e nave junto à Capela do Senhor dos Passos), executadas na primeira metade do século XVI e que originaram o presente processo de classificação.

Fonte: DGPC, RC

Na Igreja Paroquial de Santa Eufémia de Duas Igrejas, no coro alto, do lado do Evangelho, existe um órgão de autor desconhecido do século XVIII, com um só teclado manual, palhetas horizontais e pisantes para ligar/desligar os cheios. Foi restaurado em 2000 por António Simões.

Igreja Matriz de Pico de Regalados

Igreja Matriz de Pico de Regalados

Igreja Matriz de Pico de Regalados

A Igreja Matriz de Pico de Regalados é um edifício de arquitetura religiosa barroca de planta longitudinal composto por nave, Capela-mor e sacristia, com decoração interior com azulejos e retábulos de talha polícroma.

A Igreja Paroquial de São Paio de Pico de Regalados possui um órgão positivo de armário.

positivo de armário

Órgão da Igreja de Pico de Regalados

Órgão da Igreja de Pico de Regalados

Igreja Paroquial de Santa Maria de Prado
Igreja Paroquial de Santa Maria de Prado

Igreja Paroquial de Santa Maria de Prado

A igreja nova de Prado possui um órgão em segunda mão, de 23 registos, dois manuais e pedaleira, 1458 tubos, 6,5 m de altura, mais de 3000 kg. Foi montado por António Simões que, segundo o próprio, em publicação no Facebook, teve “o prazer de colaborar com José Alberto Rodrigues, na sua montagem, harmonização e afinação.” Foi inaugurado a 22 de maio de 2021 pelo organista Daniel Ribeiro.

Novo órgão da Igreja Paroquial de Santa Maria de Prado, Vila Verde

Novo órgão da Igreja Paroquial de Santa Maria de Prado, Vila Verde, créditos José Rodrigues

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/vila-verde-duas-igrejas-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 21:35:452024-10-30 16:49:45Vila Verde e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Landim
Músicas no Concelho

Vila Nova de Famalicão e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Vila Nova de Famalicão [7]

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no Concelho são os seguintes:

Igreja Matriz de Vila Nova de Famalicão

Igreja de Santa Maria Madalena / Igreja de Santo Adrião / Igreja Velha

Localizada em Vila Nova de Famalicão, na União das freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário, a Igreja Matriz de Vila Nova de Famalicão foi provavelmente construída no séc. XVII/XVIII, com planta retangular composta por duas naves, separadas por colunas, a principal disposta no lado da Epístola, com Capela-mor e tendo duas capelas laterais profundas. A fachada principal, reformada já no séc. XIX/XX, possui remate em frontão triangular e é rasgada por dois eixos de vãos, formados por portais, entre pilastras almofadadas sustentando friso e cornija, e janelas retilíneas com frontões triangulares. A torre sineira, adossada à esquerda, foi construída em 1925.

Fonte: Monumentos

A Igreja Matriz de Vila Nova de Famalicão possui um órgão histórico restaurado em 2024 por Dinarte Machado.

Órgão histórico da igreja matriz de Vila Nova de Famalicão, restaurado em 2024 por Dinarte Machado

Órgão histórico da Igreja Matriz de Vila Nova de Famalicão, restaurado em 2024 por Dinarte Machado

Igreja Paroquial de Gondifelos

A cerimónia que marcou a inauguração do restauro do órgão histórico da Igreja Paroquial de Gondifelos decorreu dia 11 de julho de 2021, com eucaristia presidida pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, seguida de um concerto com órgão e canto pelo organista Daniel Oliveira e a cantora lírica Nathalie D’Ormano.

O restauro do órgão, construído pelo organeiro Augusto Joaquim Claro, por volta do ano de 1904/5, teve o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Gondifelos. Contou com um investimento de 75mil euros e foi efetuado pela empresa JMS Organaria, uma empresa com sede em Sequeirô, Santo Tirso especializada na construção de tubos de palheta para órgãos e no restauro de instrumentos históricos. A mesma empresa também foi responsável pelo restauro dos órgãos de Ribeirão e de Telhado.

Órgão da Igreja Paroquial de Gondifelos, créditos Joaquim Silva, 2021

Órgão da Igreja Paroquial de Gondifelos, créditos Joaquim Silva, 2021

Igreja Paroquial de Joane

[ Divino Salvador ]

Igreja Matriz de Joane

Igreja Paroquial de Joane

A Igreja Paroquial de Joane, na vila do mesmo nome, possui um órgão de dois manuais e pedaleira com acoplamentos construído por Paul Ott em 1965.

Enquadramento

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Órgão da Igreja Paroquial de JoaneMontra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Pedaleira

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Igreja Paroquial de Vermoim

[ Santa Maria ]

Igreja Matriz de Ribeirão

[ Igreja Paroquial ] [ de São Mamede ]

Igreja Matriz de Ribeirão

Igreja Matriz de Ribeirão

Construída no início do século XX, a Igreja Paroquial de Ribeirão foi ampliada e restaurada em 1998.

Possui um órgão histórico da autoria de António José dos Santos, construído em 1874, restaurado em 2016 pela JMS Organaria. com a colaboração das empresas Bom Organum e JF Organpipes. Segundo a JMS Organaria, “esta intervenção recuperou a conceção organeira original, através do restabelecimento do diapasão, plano fónico e mecânica de notas e registos original daquele que foi o mais prestigiado mestre organeiro ativo no Norte de Portugal na segunda metade do século XIX, devolvendo, igualmente, ao instrumento o esplendor ornamental da sua caixa.”

Montra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Ribeirão

Órgão da Igreja Paroquial de Ribeirão

Manuais

Órgão da Igreja Paroquial de Ribeirão

Órgão da Igreja Paroquial de Ribeirão

Igreja Paroquial de Telhado

Igreja Matriz de Telhado

Igreja Paroquial de Telhado

A Igreja Paroquial de Telhado possui um realejo histórico atribuído a Manuel de Sá Couto (1836) restaurado pela JMS Organaria em 2019.

positivo de armário com as portadas abertas

Órgão da Igreja Paroquial de Telhado

Órgão da Igreja Paroquial de Telhado

Igreja Matriz de Landim

[ Igreja Paroquial ] [ do antigo Mosteiro de Landim ]

Igreja Matriz de Landim

Igreja Matriz de Landim

A Igreja Matriz de Landim faz parte de antigo mosteiro agostinho masculino. Tem vasta cerca e edifício de planta composta, construído nas épocas românica, maneirista, barroca e Rococó, formado por igreja de planta poligonal, com endonártex, nave principal e lateral de dois tramos, Capela-mor bastante profunda, também de dois tramos, e torre sineira quadrangular adossada lateralmente, à fachada principal, e antigas dependências monacais, transformadas em residência no séc. XVVIII, desenvolvidas lateralmente, com claustro retangular, adossado à fachada lateral da igreja e corpos justapostos formando grande pátio, aberto para o exterior.

Do período românico conserva-se a estrutura base da igreja, nomeadamente a nave central, metade da Capela-mor e a estrutura do primeiro piso do claustro. Ainda se conservam alguns arcos e capitéis medievais aplicados nas arcadas cegas da Capela-mor e restos que pertenceriam às arcadas do claustro, um deles decorado com entrançados. Conserva-se ainda, a cruz pátea da empena da nave, frisos axadrezados, encaixados nas paredes da Capela-mor, os contrafortes, a parte superior do portal lateral que comunicada com o claustro, e a cobertura da Capela-mor. No jardim junto à fachada lateral existem três arquivoltas que pertenceriam possivelmente aos portais principal e lateral N.

Do período maneirista conserva-se a fachada principal da igreja, a torre sineira, a nave lateral, acrescentada à nave única que existia, e o claustro. A fachada principal apresenta Arcada plena e tripla, de acesso ao endonártex, encimada por nichos com imagens alusivas à Ordem e junto ao remate outro nicho com imagem da padroeira.

A torre sineira, austera, apresenta no coroamento gárgulas de canhão e guarda vazada, simulando balaustrada.

[ Leia MAIS. ]

tribuna e órgão

Órgão da Igreja Matriz de Landim

Órgão da Igreja Matriz de Landim

No portal do Cidadão, Sítio Oficial do Município de Vila Nova de Famalicão, era notícia, a 22 de Março de 2005:

“A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai suportar parte dos custos da intervenção do restauro do órgão da Igreja do Mosteiro de Landim. A garantia foi deixada pelo presidente da Câmara Municipal, Armindo Costa, durante uma visita de trabalho à Igreja do Mosteiro de Landim, realizada na última quinta-feira, onde o autarca se inteirou do andamento das obras de conservação e valorização que estão a decorrer neste importante monumento histórico.

O órgão de tubos, datado do início do séc. XVIII, é de grande valor histórico e patrimonial, sendo que é também muito raro (só existe mais um na Península Ibérica). O seu estado de degradação tinha já motivado a decisão do Conselho Económico e Pastoral de Landim avançar com a realização de um referendo para avaliar a disponibilidade dos paroquianos em suportar as despesas inerentes à recuperação do órgão. No entanto, face ao anúncio do presidente da Câmara, deixa de ser necessário recorrer ao referendo, o que agradou bastante ao pároco de Landim, padre Armindo Freitas. “Depois das garantias dadas pela Câmara Municipal não faz mais sentido realizar o referendo, o que é muito bom”, assinalou.

A intervenção que deverá custar cerca de 225 mil euros, será alvo de uma candidatura a fundos do Estado, como aconselhou Armindo Costa.

De acordo com o autarca, “a Câmara não podia ficar indiferente à necessidade de restaurar e conservar um instrumento tão importante para a valorização do património histórico famalicense”.

No que respeita às obras de conservação e valorização do Mosteiro, Armindo Costa realçou “o bom andamento da empreitada”, salientando que, “das cinco fases encetadas, falta apenas concluir a que se refere ao restauro da talha, dos altares e imagens e a relacionada com os arranjos na envolvente à Igreja do Mosteiro”.

Acompanhado pelo pároco da freguesia, o autarca destacou “a importância da cooperação entre o Ministério da Cultura, a Câmara Municipal e a paróquia de Landim, na conclusão da empreitada”.

Enaltecendo a importância da recuperação da igreja para a valorização da freguesia de Landim, Armindo Costa não escondeu o interesse do município em ver revalorizado aquele monumento.

As obras de valorização do Mosteiro, que implicam um investimento global de 500 mil euros, deverão estar concluídas no final do ano, permitindo a salvaguarda de um dos exemplares mais ricos e emblemáticos do estilo românico de Entre-Douro e Minho, classificado como imóvel de interesse público desde 1996.”

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/famalicao-landim-mosteiro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 21:35:172024-12-15 22:16:05Vila Nova de Famalicão e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Águas Santas
Músicas no Concelho

Póvoa de Lanhoso e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho da Póvoa de Lanhoso [2]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja de Águas Santas

Igreja Matriz de Águas Santas

Igreja Paroquial de Águas Santas

A Igreja Paroquial de São Martinho de Águas Santas é um edifício de arquitetura religiosa, barroca e neoclássica. de planta longitudinal, com uma só nave e Capela-mor mais estreita. fachada principal é rematada por frontão triangular com brasão no tímpano. O portal principal, de verga reta, é enquadrado por pilastras e rematado por frontão interrompido, encimado por edícula albergando a imagem do padroeiro e ladeado por duas cartelas molduradas por motivos vegetalistas, encimadas por dois janelões retangulares. No interior tem coro alto de madeira, batistério no subcoro, púlpitos com balaustrada torneada de madeira, retábulo-mor e retábulos laterais de Barroco nacional à exceção do retábulo do Sagrado Coração de Jesus, em estilo Neoclássico. A igreja tem paredes são decoradas com azulejos estampilhados, pavimento em taburnos de madeira e cobertura em abóbada de berço com caixotões de madeira.

Fonte: Monumentos

A Igreja Paroquial de São Martinho de Águas Santas possui órgão de tubos.

Santuário de Nossa Senhora de Porto de Ave

O Santuário de Nossa senhora do Porto de Ave (ou de Porto d’Ave) é um complexo religioso situado no lugar de Porto de Ave, freguesia de Taíde, Póvoa de Lanhoso. Inclui, além da igreja, que engloba um museu de arte sacra popular, uma Via-sacra com capelas dedicadas a episódios da vida da Virgem Maria e vários edifícios, originalmente de apoio aos peregrinos. Foi construído no séc. XVIII (1740) um oratório, mais tarde D. José de Bragança viria a construir o Santuário provido de uma Escadaria. Por carta Régia de 14 de abril de 1874 foi elevado à categoria de Santuário Real. O interior da nave apresenta um notável revestimento de azulejos joaninos do século XVIII, azuis e brancos, descrevendo cenas da vida da Virgem e do nascimento de Jesus. A talha dourada reveste os altares de Arte Barroca, transformando esta terra na “Aldeia do Barroco”.

Fonte: CMPL

A Igreja do Santuário de Nossa Senhora de Porto de Ave possui um órgão histórico de D. Miguel Mosquera, construído em 1740, restaurado em 1990 por António Simões.

Enquadramento

Órgão do Santuário de Porto de Ave

Órgão do Santuário de Porto de Ave

tribuna e órgão

Órgão do Santuário de Porto de Ave

Órgão do Santuário de Porto de Ave

Montra

Órgão do Santuário de Porto de Ave

Órgão do Santuário de Porto de Ave

Perspetiva frontal

Órgão do Santuário de Porto de Ave

Órgão do Santuário de Porto de Ave

varandim

Órgão do Santuário de Porto de Ave

Órgão do Santuário de Porto de Ave

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/povoa-de-lanhoso-aguas-santas-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 21:34:372021-06-22 14:46:35Póvoa de Lanhoso e os seus órgãos de tubos
Igreja de Oliveira do Castelo
Músicas no Concelho

Guimarães e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Guimarães [12]

O concelho de Guimarães possui 12 órgãos históricos; destes apenas 2 estão restaurados. Entre eles figura como mais relevante o órgão da Colegiada, 2º maior órgão histórico do Norte de Portugal a seguir ao conjunto monumental dos órgãos da Sé Primacial de Braga. O órgão foi restaurado em 2011-2013 pela Oficina e Escola de Organaria (Esmoriz) dos organeiros Pedro Guimarães e sua esposa Beate von Rohden. (Nuno Mimoso)

De Guimarães é o organeiro Luís António de Carvalho (século XIX), que “trabalhou com Francisco António Solha, com quem terá aprendido a arte. Fixou a sua oficina também em Guimarães, na rua de Mata Diabos. É nesta cidade que terá a sua obra mais significativa, o órgão da colegiada da Senhora da Oliveira, executado em 1838, segundo a inscrição no interior do secreto. Realizará trabalhos de reparação dos órgãos da catedral de Lamego, em 1830, e constrói novos os órgãos da Capela da Ordem Terceira de S. Francisco (Guimarães) e da igreja de São Pedro de Rates (Póvoa de Varzim). Na cidade de Braga, tem-se a confirmação apenas de dois órgãos, na Igreja Paroquial de Lamaçães, construído em 1815, como consta numa inscrição no interior do secreto: “Professor Luís António de Carvalho / Guimarães / 1815 / N.º 45” e na Capela de Santa Maria Madalena (Convertidas), de 1814 (opus 43).” (José Alberto Rodrigues)

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Basílica de São Pedro

Órgão positivo de armário

Órgão da Basílica de São Pedro

Órgão da Basílica de São Pedro

Capela da Ordem Terceira de São Francisco

A Capela da Venerável Ordem Terceira de São Francisco possui um órgão da autoria do organeiro vimaranense Luís António de Carvalho (século XIX).

Montra do órgão

Órgão da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

Órgão da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

Capela de Nossa Senhora da Conceição

A Capela de Nossa Senhora da Conceição possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Francisco António Solha, construído em 1774.

Igreja da Misericórdia de Guimarães

A Igreja da Misericórdia de Guimarães possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Francisco António Solha, executado em 1780.

Montra do órgão

Órgão da Igreja da Misericórdia de Guimarães

Órgão da Igreja da Misericórdia de Guimarães

Igreja de São Domingos

A Igreja de São Domingos alberga um órgão histórico da autoria de Francisco António Solha, construído em 1758.

Igreja de São Francisco

Igreja de São Sebastião

Igreja de São Sebastião

Igreja de São Sebastião

A Igreja de São Sebastião, do antigo Convento de Santa Rosa de Lima das Freiras Domínicas, possui um órgão histórico no coro alto e outro em tribuna própria.

Montra

Órgão do coro alto da Igreja das Domínicas

Órgão do coro alto da Igreja das Domínicas

consola

Órgão do coro alto da Igreja das Domínicas

Órgão do coro alto da Igreja das Domínicas

tribuna

Montra do órgão

Órgão da Igreja das Domínicas

Órgão da Igreja das Domínicas

Igreja de Santo António dos Capuchos

A Igreja do Convento de Santo António dos Capuchos, também designada por Igreja do Hospital, possui órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Francisco António Solha, 1777.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Santo António dos Capuchos

Órgão da Igreja de Santo António dos Capuchos

Igreja do Carmo

A Igreja do Carmo, do antigo Convento das Carmelitas Calçadas, possui um órgão histórico de tipo ibérico.

Montra do órgão

Órgão da Igreja do Carmo

Órgão da Igreja do Carmo

Igreja dos Santos Passos

A Igreja de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos possui um órgão de tubos.

Igreja de Santa Marinha da Costa

A Igreja Paroquial de Santa Marinha, do antigo Mosteiro de Santa Marinha da Costa, possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Francisco António Solha, construído em 1778-1782.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Santa Marinha

Órgão da Igreja de Santa Marinha

Igreja de São Martinho de Sande

A Igreja Paroquial de São Martinho de Sande (da Confraria do Santíssimo Sacramento) possui órgão de tubos.

Igreja de Oliveira do Castelo

Igreja de Oliveira do Castelo

Igreja de Oliveira do Castelo

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Oliveira, ou Igreja da Real e Insigne Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira, classificada Munumento Nacional, possui um órgão histórico de tipo ibérico [ II; (24+27) ] da autoria do organeiro vimaranense Luís António de Carvalho (1766-1839), construído em 1840, restaurado em 2013 pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, opus 62.

O órgão foi encomendado pela Colegiada em 1831, sendo concluído somente 10 anos depois, em 1841. A extinção das Ordens Religiosas decretada pelo Governo Liberal em 1833-1834 ditou o desaparecimento da arte de construir e tocar órgãos em Portugal. Nos princípios do século XX, os quase 800 órgãos portugueses já não funcionavam. (Nuno Mimoso)

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Oliveira

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Oliveira

FOI NOTÍCIA

“O órgão da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira é um instrumento da primeira metade do século XIX (1831-1841), executado pelo organeiro vimaranense Luís António de Carvalho Guimarães, e concluído pelo seu oficial José António da Cruz. Luís António foi discípulo de D. Francisco António Solha, reputado mestre galego radicado em Guimarães.

O referido órgão tem como base um flautado de 24 palmos na fachada, apresenta 51 meios registos distribuídos por dois teclados e dispõe de 2229 tubos, 270 dos quais de palheta. A caixa é belamente entalhada ao gosto Neoclássico, com elementos dourados sobre um fundo branco pérola. Tanto visualmente como do ponto de vista musical, o conjunto exprime uma certa grandiosidade.

O órgão da Colegiada é, talvez, a derradeira expressão da corrente galaico-portuguesa da organaria ibérica, já adaptada, contudo, às novas tendências musicais da época. Foi encomendado pelos cónegos num momento de renovação arquitectónica e decorativa do interior do templo, integrando um projecto Neoclássico global de grande qualidade, de que subsistem apenas elementos isolados.

Na Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira houve sempre uma cultura musical muito forte, intimamente ligada à liturgia, e em que podemos considerar três vectores: o ensino da música; a prática coral, com a existência de um coro permanente; e a prática instrumental, com organista próprio desde o século XV e com uma Capela de música até finais do século XIX.

A tradição organística local é, assim, muito antiga. O órgão servia inicialmente de apoio ao grupo coral, quer acompanhando-o, quer dialogando com ele, passando mais tarde a executar independentemente repertório próprio. Chegou a haver na Colegiada dois órgãos em simultâneo, um maior no coro de cima, outro menor junto à Capela-mor.

No século XVI o grande organeiro português Heitor Lobo terá feito um órgão para a Colegiada de Guimarães. Em 1786 o também organeiro José António de Sousa realizou uma intervenção muito profunda no instrumento então existente, que já tinha um flautado de 24 na fachada e registos de palheta. Luís António de Carvalho reutilizou certamente algum material anterior.

A acção do tempo e sucessivos consertos no decorrer dos séculos XIX e XX contribuíram para que o órgão chegasse até nós em muito mau estado.

Compreendendo o valor simbólico e patrimonial, histórico e artístico, daquele instrumento, a Colegiada e o seu Prior não se pouparam a esforços para inverter a situação. Em 2010 foi aprovada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte uma candidatura ao programa ON2, o que veio a possibilitar um restauro cuidadoso e profundo, atribuído por concurso público internacional à Oficina e Escola de Organaria Lda., de Esmoriz, dirigida por Beate von Rhoden. O reforço das estruturas do coro alto e o restauro da caixa do órgão foram adjudicados à firma Regra de Ouro, Sociedade de Restauradores, de Tomar, de Luís Ferreira. Os professores Paulo Lourenço e Nuno Mendes, da Universidade do Minho, colaboraram graciosamente com um estudo de avaliação da estabilidade da estrutura do coro. A Direcção Regional da Cultura do Norte acompanhou de forma muito empenhada todo o processo, através da arquitecta Ângela Melo.

Para alegria de todos os amigos dos órgãos e em especial dos vimaranenses, o exemplar oitocentista da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira volta agora a fazer ouvir as suas vozes e a encher de música as naves da igreja.

Manuela de Alcântara Santos, O Conquistador, 19 dezembro 2013, consulta a 18 de março de 2017

O mesmo jornal noticiava, a 20 dezembro 2013:

“Mais de quatrocentas pessoas, que encheram a igreja da Colegiada, assistiram, no passado dia 6, ao concerto de apresentação do órgão de tubos restaurado.

Monika Henking, a organista convidada, encantou com a execução de doze números, em dois dos quais intervieram o Coro Vilancico, e o grupo Coral da Oliveira, sob a direção artística respetivamente de Domingos Salvador e Joaquim Ferreira: o primeiro com a interpretação do Salmo 127(126), uma obra dos arquivos da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira e o segundo com estrofes do hino Ave Maria Stella (II vésperas do ofício comum de Nossa Senhora) acompanhado a órgão intercalado por uma composição de Manuel Rodrigues Coelho (1555-1633).

O dom prior da Colegiada, Monsenhor José Maria Lima de Carvalho, fez o discurso de abertura. Para memória futura aqui ficam as suas palavras Te Deum Laudamus.

Sob a responsabilidade da Direção Geral dos Monumentos Nacionais ocorreu, durante um período de seis anos (1967-1973) o restauro da igreja da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira que, na parte mais relevante, consistiu em apagar o revestimento Neoclássico operado no séc. XlX, à exceção da Capela-mor e ábsides colaterais. Parte do recheio não foi devidamente contemplado, designadamente os túmulos dos Pinheiros, no piso térreo da torre sineira e, quanto ao órgão monumental, indícios apenas de atenção à máquina que reclamava intervenção profunda, até se chegar ao ponto de abandono total da obra no final da década de oitenta.

A partir de novembro de 1992, não conformados com a situação, iniciámos uma nova etapa junto do Instituto Português do Património Arquitetónico e Arqueológico. Conscientes de que não poderíamos ignorar a realidade, cada vez mais premente aliás, apesar da posição reticente, sobretudo no que respeitava a encargos financeiros, chegámos a 2009 em que nos foi dada a possibilidade de candidatura ao Programa Operacional Regional do Norte o NOVO NORTE (O.N. 2) para o restauro do retábulo-mor e máquina do órgão de tubos da igreja de Nossa Senhora da Oliveira.

Em 15 de Julho de 2010, foi assinado, em Serralves, o contrato de Financiamento pela Comissão Diretiva do O. N. 2 e Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Oliveira. Em 16 de Julho de 2011, após estudos , consultas e concurso internacional, foi adjudicada a obra ao Mestre organeiro Pedro Daniel Oliveira Guimarães von Rohden (Pedro Guimarães), da Oficina e Escola de Organaria, L.da, Esmoriz. Entretanto, foi necessário abrir concurso internacional para a recuperação/reforço de estruturas e conservação/restauro de elementos artísticos do coro alto, o qual foi ganho pela firma Regra de Ouro-Sociedade de Restauradores, L.da; outorgou o contrato o sócio gerente Luís Rodrigues Ferreira, em 17 de agosto de 2012. Preponderante, neste processo de restauro, foi o contributo gracioso da Universidade do Minho com o trabalho dos seus ilustres docentes Paulo B. Lourenço e Nuno Mendes: avaliação da estabilidade da estrutura do coro alto: aqui deixamos o nosso público agradecimento.

Foi muito interessante, por vezes complicado, o caminho percorrido. É ocasião, agora, de sublinhar e agradecer a solidariedade efetiva de pessoas e instituições, que tornaram possível a concretização desta compensadora realidade. No arranque, a responsável técnica do Programa Operacional Regional do Norte, Nídia Menezes Alves e o empenho da Direção Regional de Cultura do Norte com destaque para o trabalho verdadeiramente notável da arquiteta Ângela Melo. Antes de tudo isto, porém, é de salientar a colaboração determinante do corpo técnico do museu de Alberto Sampaio, especialmente da, então, diretora, Isabel Maria Fernandes e da estagiária Alexandra Pedro na elaboração da candidatura.

Figura incontornável foi a historiadora, Manuela de Alcântara Santos, conhecedora ao pormenor da vida e património da Colegiada, nomeadamente do órgão de tubos e que tem acompanhado todo o processo de restauro com o seu contributo de estudos feitos e com o seu conselho.

Uma menção especial é devida também à nossa contabilista Adelina Alves: soube, em cada passo do processo, desde a candidatura até ao termo da obra, conformar-se com todas as exigências que um contrato de financiamento, como este, implicava.

O encargo financeiro resultante desta operação foi de 406.303.44 euros (IVA incluído): 364.572,00€ da máquina do órgão e 41.731,44€ da recuperação/reforço de estruturas e conservação/restauro de elementos artísticos do coro alto, financiado em 70% pelo FEDER e os restantes (30%) por fontes nacionais, neste caso a Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Oliveira, através da gestão das esmolas e alguns donativos dos fiéis. A todos é devido o nosso muito obrigado e a súplica das bênçãos do Senhor.

No final, num coro de aplausos, foram homenageados os três responsáveis do concerto, atrás referidos, bem como os restauradores do órgão: Pedro Guimarães e Beate Guimarães (máquina do órgão) e Luís Ferreira, da firma Regra de Ouro, (caixa e estruturas do coro) e ainda Isabel Maria Fernandes e Alexandra Pedro pela sua ação preponderante na elaboração da candidatura. Também à arquiteta Ângela Melo, da Direção Regional de Cultura do Norte foi prestado reconhecimento público pelo trabalho incessante e empenhado em todo o processo de restauro.

O senhor arcebispo primaz encerrou o concerto com palavras de reconhecimento e de regozijo pela recuperação do bem patrimonial e cultural em causa. Salientou o papel da música, designadamente a música litúrgica, na criação da harmonia do homem consigo mesmo e com a comunidade. E terminou com a citação da Constituição do Concílio Vaticano II sobre a Sagrada Liturgia (SC n 120): Tenha-se em grande apreço na Igreja latina o órgão de tubos, instrumento musical tradicional e cujo som é capaz de dar às cerimónias do culto um esplendor extraordinário e elevar poderosamente o espírito para Deus.

Lima de Carvalho, O conquistador, 20 dezembro 2013

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/guimaraes-oliveira-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 21:34:092024-10-28 10:58:13Guimarães e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Esposende
Músicas no Concelho

Esposende e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Esposende [2]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de Apúlia

[ Igreja Paroquial ] [ São Miguel ]

A atual Igreja Paroquial de Apúlia, de invocação a S. Miguel, data de 1945. Substituía uma anterior que havia sido reformulada entre 1696 e 1700. A atual construção reflete o gosto da época pelo revivalismo por certos pormenores de anteriores estilos, misturando-se num neo-ecletismo, sóbrio, por vezes elegante.

Fonte: Caminho Português da Costa

Igreja Matriz de Esposende

[ Igreja Paroquial ] [ Santa Maria dos Anjos ]

Igreja Matriz de Esposende

Igreja Matriz de Esposende

Remonta a 1566 a primitiva ermida, dedicada a Nossa Senhora da Graça. Em 1758 a ermida terá dado lugar à nova igreja, remodelada para matriz da Vila de Esposende, dotada de altar-mor e nave principal abobadada, com sacristia, altares laterais, dois púlpitos e duas torres sineiras, tomando a invocação a Santa Maria dos Anjos, padroeira de Esposende. Entre 1885 e 1896 foi ampliada a igreja e melhorada a fachada, sendo erguida ao gosto Neoclássico de três corpos. Desta obra resulta a instalação do órgão de tubos. Em 1968 a torre sineira foi dotada de um relógio. No interior destaque para os vitrais, os painéis azulejares, o coro e a pia batismal.

Fonte: Caminho Português da Costa

Órgão da Matriz de Esposende

Órgão da Igreja Matriz de Esposende

Órgão da Igreja Matriz de Esposende

Localização

Órgão da Igreja Matriz de Esposende

Órgão da Igreja Matriz de Esposende

Perspetiva frontal

Órgão da Igreja Matriz de Esposende

Órgão da Igreja Matriz de Esposende

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/esposende-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 21:33:372024-11-08 20:15:23Esposende e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Cabeceiras de Basto
Músicas no Concelho

Cabeceiras de Basto e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Cabeceiras de Basto [1]

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no concelho são os seguintes:

Igreja Matriz de Cabeceiras de Basto

[ Igreja Paroquial ] [ do Mosteiro de São Miguel de Refojos de Basto ]

Igreja Matriz de Cabeceiras de Basto

Igreja Matriz de Cabeceiras de Basto

A Igreja do Mosteiro é toda de estilo Barroco. São de realçar: na fachada dos lados direito e esquerdo estão colocadas as estátuas em tamanho natural do fundador da Ordem de S. Bento – São Bento de Núrcia, e de Santa Escolástica. Ala exterior em forma de varandim, tem ao fundo, em nicho, a imagem de S. Miguel, e onde se celebrava missa campal no dia do padroeiro, S. Miguel, dia 29 de setembro; figuras demoníacas e carrancas colocadas dos dois lados interiores logo a seguir à entrada da Igreja; dois púlpitos em castanho pintados e dourados em 1786/1789; Capela do Santíssimo Sacramento em castanho pintado e dourado. Do esplendor da talha são de salientar alguns efeitos especiais, como a orla de “chamas” do pináculo da obra, as fitas de folhas cingindo as molduras convexas e o formoso festão de margaridas e rosas no remate da portada. A Capela do altar-mor é em castanho dourado (1764/1767).

Claustros com elegantes colunas de pedra e ao centro com uma taça também de granito. O zimbório em circunferência e rodeado por uma varanda interior e exterior e tendo ainda as esbeltas estátuas dos doze apóstolos, em tamanho natural e no remate, a do arcanjo São Miguel, rodeada por outra varanda. As cadeiras do coro são em castanho (1767/1770) do qual consta o cadeiral, as sanefas e as portas das portadas, assim como, três sanefas dos janelões. O grande cadeiral foi composto em dois andares com 45 assentos em forma de U com cadeira do D. Abade no centro, segundo a tradição beneditina.

Fonte: CMCB

> lado da Epístola: órgão histórico de Francisco António Solha, 1770.

> lado do Evangelho: órgão mudo

Órgão construído por Francisco António de Solha, em 1771, na nave da Igreja do Mosteiro, restaurado no século XIX por Manuel de Sá Couto, em 1993 por António Simões e no século XXI por Pedro Guimarães.

A 15 de fevereiro de 2007, a Agência LUSA noticiava que a então ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, anunciou nesse dia, em Cabeceiras de Basto, “o financiamento da recuperação dos órgãos antigos de tubos das Igrejas dos Mosteiros de S. Miguel de Refojos, e do de Amarante.” A recuperação dos órgãos estava integrada “numa candidatura do chamado Pacto do Baixo Tâmega, que envolvia acções materiais e imateriais, estas com a realização, de 2007 a 2009, de um Festival de Música Antiga na região.”

Órgãos e coro alto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão Francisco António Solha

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

consola

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Manúbrios dos registos do lado esquerdo

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Trombetas horizontais

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Tubos da fachada

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Pormenor da tribuna

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

putti e trombetas em chamada

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Cabeça de puttus

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

carranca

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

carranca

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Pormenor de talha

Pormenor de talha do órgão da igreja do mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Data

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Manúbrio de registo mudo

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

carranca

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

carranca

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Foles

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Foles

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão mudo ornamental

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Órgão da Igreja do Mosteiro de Refojos de Basto

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/cabeceiras-de-basto-refojos-mosteiro-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 21:33:042024-11-17 13:03:25Cabeceiras de Basto e os seus órgãos de tubos
Santuário do Bom Jesus, Braga
Músicas no Concelho

Braga e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Braga

Braga é um concelho com uma longa e rica História e isso reflete-se na fixação de organeiros e nos numerosos órgãos de tubos, sendo um dos três concelhos com mais extenso portefólio de instrumentos em Portugal.

Sobre O órgão ibérico em Braga – instrumentos e características, José Alberto Rodrigues apresentou em 2017 a sua Dissertação de Mestrado apresentada à Universidade Católica Portuguesa – Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais – para obtenção do grau de mestre em Património Cultural e Religioso. “

“Apesar da individualidade de cada instrumento, o órgão em Portugal, que herda do seu congénere espanhol muitas dos elementos particulares da organaria ibérica, terá também um percurso próprio onde surgirão aspetos distintivos. Também ao nível da composição, os registos de palheta dispostos nas fachadas e o someiro dividido, influenciarão a criação das célebres Batalhas e de várias obras com contraste tímbrico entre a parte esquerda e a direita do teclado. Em Braga, o fervor religioso e a vetusta tradição ligada à Igreja, serão palco para a instalação, em torno da sua catedral, de vários conventos, mosteiros, igrejas e capelas. Nestas, a existência de um órgão que ajudasse a dar maior pompa às cerimónias permitiu  que, na atualidade, exista um significativo número de instrumentos históricos que, apesar das vicissitudes a que estiveram sujeitos, sobretudo no século XIX, resistiram e são testemunho único de uma época áurea da arte organística no Norte do país. Hoje assiste-se a um crescente despertar do interesse pelo “rei dos instrumentos”. Realizam-se concertos e festivais, recuperam-se órgãos que agora, além do propósito fundamental da solenização dos ritos litúrgicos, surgem como um bem cultural que desperta o interesse de muitos. O órgão ibérico, simultaneamente património material e, pela sua música, imaterial, é um tesouro que urge preservar e dinamizar, especialmente em Braga, cuja tradição na construção deste instrumento é evidente. A presença, ao longo de séculos, de mestres organeiros vindos de outras paragens, mas também bracarenses, faz indubitavelmente desta cidade pólo de difusão da organaria em Portugal.” (José Alberto Rodrigues)

De Braga é José António de Sousa (século XVIII) o organeiro que, “em 1774, aquando do contrato com a Irmandade da Senhora à Branca se indica “Joze Antonio de Sousa da rua dos Chãos de Baixo desta cidade”. Contudo, em 1782, residia na rua do Alcaide, segundo refere o contrato notarial  para a construção do órgão para a Igreja da Ordem Terceira de S. Francisco (Terceiros). Valença refere que a rua dos Chãos de Baixo era o local da sua oficina e que, mais tarde, se dá uma mudança para a rua do Alcaide. (José Alberto Rodrigues)

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos nos seguintes edifícios do Concelho:

Basílica do Bom Jesus do Monte

Santuário do Bom Jesus, Braga

Santuário do Bom Jesus, Braga

O Santuário do Bom Jesus do Monte possui um órgão histórico de tipo ibérico, construído por Manuel de Sá Couto, em 1798; teclado: C – g5 (56 notas); [ II; (20+20) ]. Foi reparado por António Simões em 1993.

Montra do órgão

Órgão da Igreja do Bom Jesus do Monte

Órgão da Igreja do Bom Jesus do Monte

Basílica dos Congregados

A Basílica dos Congregados, também conhecida por Igreja dos Congregados, possui um órgão histórico de tipo ibérico, de Francisco António Solha, séc. XVIII, órgão, remodelado por Augusto Joaquim Claro, em 1900; teclado C – f5 (54 notas); [ I; (7+7) ]. Foi reparado em 1995 por António Simões.

Órgão e tribuna

Órgão da Igreja dos Congregados, Braga

Órgão da Igreja dos Congregados, Braga

Capela da Casa de Vale de Flores

A Capela da Casa de Vale de Flores, localizada em Infias, possui um órgão falso decorativo, segundo informação de José Alberto Rodrigues.

Capela das Convertidas

A Capela das Convertidas, no Edifício do Recolhimento de Santa Maria Madalena ou das Convertidas, freguesia de São Victor, possui um órgão histórico de tipo ibérico, construído por Luís António de Carvalho, opus 43, 1814; teclado C – f5 (54 notas); [ I; (4+4) ].

Capela de Santa Teresa

A Capela de Santa Teresa, do Lar de São José, possui um órgão histórico de tipo ibérico, atribuído a Francisco António Solha, séc. XVIII; teclado C – d5 (47 notas, oitava curta); [ I; (6+7) ].

Capela de Santo António

Na Casa das Lages, Pousada, a Capela de Santo António possui um órgão histórico de tipo ibério de autor desconhecido, do séc. XVIII (?), teclado C – d5 (47 notas, oitava curta), de 10 meios registos [ I; (5+5) ].

Capela de Santo Estêvão

A Capela da Santo Estêvão, Palmeira, possui um órgão moderno Richard Rensch (Alemanha), 1958, teclado: C – f5 (54 notas); pedaleira C – d3 (27 notas), 9 meios registos [I+P; 4+5) ].

Capela de São Miguel-o-Anjo

A Capela de São Miguel-o-Anjo (Maximinos) possui um órgão histórico de autor desconhecido, séc. XVIII (?), teclado C – d5 (47 notas, oitava curta), 6 meios registos [ I; (3+3) ].

Igreja da Lapa

A Igreja da Lapa possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Manuel de Sá Couto (Lagonsinha), construído em inícios do séc. XIX; teclado C – f5 (54 notas); [ I; (5+5) ].

Montra do órgão

Órgão da Igreja da Lapa

Órgão da Igreja da Lapa, Braga

Igreja da Misericórdia

A Igreja da Misericórdia de Braga, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Braga, possui um órgão histórico de tipo ibérico, construído por Luís de Sousa, em 1768; teclado: C – f5 (54 notas); [ I; (9+9) ]. Foi restaurado por António Simões em 2003.

Montra do órgão

Órgão da Igreja da Misericórdia de Braga

Órgão da Igreja da Misericórdia de Braga

Igreja da Penha de França

A Igreja da Penha de França possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Francisco António Solha, construído em 1774.

Igreja da Senhora-a-Branca

A Igreja da Senhora-a-Branca possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Manuel de Sá Couto, construído em 1819; teclado: C – f5 (54 notas); [ I; (6+6) ].

Igreja de Adaúfe

A Igreja Paroquial de Adaúfe (Santa Maria) possui um órgão histórico de tipo ibérico de um teclado e 14 meios registos [ I; (7+7) ] da autoria de José António de Sousa construído por volta de 1795?, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 2001, opus 37.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Adaúfe

Órgão da Igreja de Adaúfe

Igreja de Cividade

A Igreja Paroquial de Cividade (São Tiago) possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de António José dos Santos, construído em 1870, de um teclado: C – f5 (54 notas) e 8 meios registos [ I; (4+4) ].

Igreja de Crespos

A Igreja Paroquial de Crespos (Santa Eulélia) possui um órgão histórico de tipo ibérico de autor desconhecido, construído no séc. XVIII (?), teclado C – d5 (47 notas, oitava curta), 12 meios registos [ I; (6 + 6) ].

Igreja de Dume

A Igreja Paroquial de São Martinho de Dume possui um órgão histórico da autoria de Augusto Joaquim Claro, construído em 1891, teclado C – f5 (54 notas), com 12 meios registos [ I; (6+6) ].

A Igreja Paroquial de Dume possui um órgão moderno Oberlinger (Alemanha), construído em 1977, teclado C – g5 (56 notas); pedaleira C – f3 (30 notas),  com 11 registos (II + P; 11), montado em 2011 por António Simões.

Montra do órgão

Órgão moderno da Igreja de Dume

Órgão moderno da Igreja de Dume

Igreja de Lamaçães

A Igreja de Santa Maria de Lamaçães possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria do organeiro vimaranense Luís António de Carvalho, opus 45, construído em 1815, teclado C – f5 (54 notas), com 8 meios registos [ I; (4+4) ].

Igreja de Nogueira

A Igreja Paroquial de Nogueira (São João Batista) possui um órgão histórico de tipo ibérico de autor desconhecido, construído no séc. XVIII (?), teclado C – d5 (51 notas), 16 meios registos [ I; (8+8) ]

Igreja de São Pedro de Maximinos

A Igreja de São Pedro de Maximinos possui um órgão histórico de tipo ibérico, atribuído a Manuel de Sá Couto (Lagonsinha), construído em inícios do séc. XIX, teclado C – d5 (47 notas, oitava curta), com 10 meios registos [ I; (5+5) ].

Igreja de Nossa Senhora da Torre

Igreja de Padim da Graça

A Igreja Paroquial de Padim da Graça (Nossa Senhora) possui um órgão histórico de tipo ibérico, atribuído a Manuel de Sá Couto (Lagonsinha), construído em inícios do séc. XIX, teclado C – f5 (50 notas, oitava curta), 10 meios registos [ I; 5+5) ]

Igreja de Palmeira

A Igreja Paroquial de Palmeira (Santa Maria) possui um órgão histórico de tipo ibérico de autor desconhecido, do séc. XVIII (?), teclado C – d5 (47 notas, oitava curta), 14 meios registos [ I; (7+7) ].

positivo de armário

Órgão da Igreja da Palmeira

Órgão da Igreja da Palmeira

Igreja de Real

A Igreja Paroquial de São Jerónimo de Real possui um órgão histórico de tipo ibérico de 1 teclado e 22 meios registos [ I; (11+11) ] da autoria de José António de Sousa, construído em 1783. Foi restaurado em 1997 por António Simões e recebeu manutenção pela Oficina e Escola de Organaria em 2004, opus 45.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Real

Órgão da Igreja de Real

No salão paroquial, a paróquia possui um órgão moderno Richard Rensch (Alemanha), 1960, teclado: C – f5 (54 notas); pedaleira C – d3 (27 notas), com 5 registos [ II+P; 5 ].

Órgão positivo moderno Claus Sebastian, 2001, teclado C – c6 (63 notas), [ I; (3+6) ]

Igreja de Santa Cruz

A Igreja de Santa Cruz possui um órgão histórico de tipo ibérico, de Miguel de Mosquera, 1742, teclado: C – f5 (54 notas); [ I; (11+11) ]. Foi restaurado por António Simões em 2001.

Órgão histórico da Igreja de Santa Cruz, Braga

Órgão histórico da Igreja de Santa Cruz, Braga

Igreja de São João da Ponte

A Igreja de São João da Ponte (Santo Adrião) possui um órgão histórico de tipo ibérico, atribuído a Manuel de Sá Couto, construído em inícios do séc. XIX; teclado C – f5 (54 notas);  [ I; (5+5 ) ].

Igreja de São João de Souto

A Igreja Paroquial de São João de Souto possui um órgão histórico de tipo ibérico, da autoria de José Joaquim da Fonseca, construído em 1863; teclado C – f5 (54 notas); [ I; (4 + 4) (+ Subbasso) ].

Montra do órgão

Órgão da Igreja de São João do Souto

Órgão da Igreja de São João do Souto

Igreja de São José de São Lázaro

A Igreja Paroquial de São José de São Lázaro possui um órgão histórico de tipo ibérico, da autoria de Manuel de Sá Couto, construído em 1817; teclado C – f5 (54 notas); [ I; (5+5) ]. Terá sido restaurado em 2009 por António Simões.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de São Lázaro

Órgão da Igreja de São Lázaro

Igreja de São Marcos

A Igreja do Hospital de São Marcos possui um órgão histórico de tipo ibérico, da autoria de Manuel de Sá Couto, construído em inícios do séc. XIX; teclado C – f5 (54 notas); [ I; (8+8) ]. Foi restaurado por António Simões em 2013.

Órgão e coro alto

Órgão da Igreja de São Marcos

Órgão da Igreja de São Marcos

Igreja de São Sebastião das Carvalheiras

A Igreja Paroquial de São Sebastião das Carvalheiras possui um órgão histórico de tipo ibérico, de autor desconhecido, do séc. XVIII (?), um teclado [C – d5 (47 notas, oitava curta)], três registos inteiros. [ I; 3 ].

Igreja de São Vicente

A Igreja Paroquial de São Vicente possui um órgão histórico de tipo ibérico, da autoria de de Francisco António Solha, construído em 1769; teclado: C – d5 (47 notas, oitava curta); [ I; (11+12), atualmente (9+10), segundo José Alberto Rodrigues ].

Igreja de São Vítor

A Igreja Paroquial de São Vítor possui um órgão histórico de tipo ibérico, da autoria de Manuel de Sá Couto, construído em 1815; teclado: C – f5 (54 notas); [ I; (8+8) ]. Foi restaurado em 2016 por António Simões.

Montra

Órgão da Igreja de São Victor

Órgão da Igreja de São Victor

Igreja de Tibães

A Igreja do Mosteiro de São Martinho de Tibães possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Francisco António Solha, construído em 1785, teclado C – f5 (54 notas), 49 meios registos [ II; (24+25) ].

Órgãos históricos

Órgãos da Igreja do Mosteiro de Tibães

Órgãos da Igreja do Mosteiro de Tibães

Órgão e tribuna

Órgão da Igreja do Mosteiro de Tibães

Órgão da Igreja do Mosteiro de Tibães

Órgão da Igreja do Mosteiro de Tibães

Órgão da Igreja do Mosteiro de Tibães

Igreja do Carmo

A Igreja de Nossa Senhora do Carmo possui um órgão histórico de tipo ibérico, da autoria de Joaquim Lourenço Ciais Ferraz da Cunha, construído em 1790; teclado: C – d5 (51 notas); [ II; (15+15) ]

Igreja de Montariol

A Igreja do Convento de Montariol, ou do Colégio de São Boaventura de Montarial, possui no coro alto  um órgão histórico de tipo inglês [ I + P; 7 ] da autoria de Joseph Walker – London, construído em 1868, restaurado em 2003 pela Oficina e Escola de Organaria de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, opus 43.

Montra do órgão

Igreja do Convento de Montariol

Igreja do Convento de Montariol

A Igreja do Convento de Montariol possui no altar um órgão moderno Th. Forbenius & Co., 1954; Teclado: C – g5 (56 notas); [ I; 6 ]

Órgão moderno

Órgão moderno da Igreja do Convento de Montariol

Órgão moderno da Igreja do Convento de Montariol

Igreja de Santa Maria do Pópulo

A Igreja do Convento de Santa Maria do Pópulo possui um órgão histórico de tipo ibérico, de autor desconhecido, construído no séc. XVIII; teclado: C – d5 (47 notas); [ I; (13+13) ].

Montra do órgão

Órgão da Igreja do Pópulo

Órgão da Igreja do Pópulo

Igreja de São Salvador

Localizada no Lar Conde de Agrilongo, a Igreja do Convento de São Salvador possui um órgão histórico de tipo ibérico, da autoria do Padre Lourenço da Conceição, construído em 1736, teclado: C – g5 (56 notas); 9 registos [ I; 9 ]. Foi restaurado em 2018 por António Simões.

Igreja dos Terceiros de São Francisco

A Igreja da Ordem Terceira de São Francisco possui um órgão histórico de tipo ibérico, da autoria de José António de Sousa, construído em 1782; teclado C – d5 (47 notas, oitava curta); [ I; (11+11) ].

Sé de Braga

A Sé Primaz de Braga (Santa Maria Maior), do lado do Evangelho, a Sé Primaz de Braga apresenta um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Frei Simón Fontanes (Galiza, Espanha), construído em 1737; teclado C – d5 (47 notas, oitava curta), dois manuais, [ II; (24 + 24) ]. Restaurado por António Simões em 1992 a expensas do IPPC.

Do lado da Epístola, a Sé de Braga apresenta um órgão histórico Barroco de tipo ibérico, da autoria de Frei Simón Fontanes (Galiza, Espanha), construído em 1739; teclado: C – d5 (47 notas, oitava curta), registos 14 + 14. Restaurado por António Simões em 1989 a expensas do Cabido.

Conjunto dos órgãos

Órgãos da Sé de Braga

Órgãos da Sé de Braga

No transepto, a Sé de Braga possui um órgão positivo de coro de tipo ibérico, órgão de armário, da autoria de José Carlos de Sousa, construído em 1799; teclado: C – d5 (47 notas, oitava curta); [ I; (5+5) ]. Restaurado por António Simões em 1992 a expensas do Cabido.

positivo de armário

Positivo da armário da Sé de Braga

positivo da armário da Sé de Braga

No Museu, a Sé de Braga possui um órgão histórico de tipo ibérico, atribuído a João Antunes, construído em 1685; teclado: C – a4 (42 notas, oitava curta), quatro registos [ I; 4 ]. Foi restaurado em 2007 por António Simões.

Seminário de São Pedro e São Paulo

No Seminário Conciliar de Braga leciona o organista e professor André Bandeira, licenciado pela Universidade de Aveiro, onde estudou Órgão sob orientação de Domingos Peixoto e Edite Rocha,, mestrado em Performance em 2013.

Na Igreja de São Paulo, coro alto, existe um órgão histórico da autoria de Augusto Joaquim Claro, construído em 1899, de teclado [C – g5 (56 notas)] e pedaleira [C – d3 (27 notas)], com 29 registos (II+P; 29).

Montra do órgão

Órgão da Igreja de São Paulo

Órgão da Igreja de São Paulo

> > Altar: órgão Manuel de Sá Couto, 1832, um teclado [C – d5 (47 notas, oitava curta)], [ I; 5+5 ], 10 meios registos.

Na Capela da Árvore da Vida existe um órgão construído em 2011 pela Oficina e Escola de Organaria de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, com sede em Esmoriz, teclado [ C – d5 (54 notas) ], registos: 1 + 1/2.

Órgão moderno

Órgão da Capela da Árvore da Vida

Órgão da Capela da Árvore da Vida, Seminário Conciliar

A Capela da Imaculada dispõe de um órgão positivo moderno construído em 2016 pela firma holandesa Henk Klop; teclado: C – g5 (56 notas), dividido entre Si e Dó3; [ I; (3+3) ].

A Capela de São Pedro e São Paulo dispõe de um órgão positivo moderno construído em 2016 pela firma Giovanni Pradella (Itália), de teclado [C – g5 (56 notas)] e  pedaleira [C – f3 (30 notas)], com 5 registos [ II+P; 5 ].

positivo de armário moderno

Órgão Pradella do Seminário Conciliar

Órgão Pradella da Capela de São Pedro e São Paulo

positivo de portadas fechadas

Órgão Pradella do Seminário Conciliar

Órgão Pradella do Seminário Conciliar

A Capela do Ano Propedêutico do Seminário Conciliar de Braga dispõe de um órgão positivo moderno construído em 2016 pela firma alemã Johannes Rohlf, opus 180, teclado: C – f5 (54 notas); 1 registo [ I; 1 ]

Pequeno positivo Orgelbau Rohlf

Órgão da Capela do Ano Propedêutico do Seminário Conciliar

Órgão da Capela do Ano Propedêutico do Seminário Conciliar

positivo de armário

Positivo do Seminário Conciliar de Braga, sacristia

positivo do Seminário Conciliar de Braga, sacristia

Universidade Católica Portuguesa

Na Capela da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa – Braga, dispõe de um órgão positivo de armário moderno da firma Troels Krhon (Dinamarca); 1979; teclado: C – g5 (56 notas); pedaleira C – d3 (27 notas); [ I+P; 5+5 (+16’) ].

positivo de armário

Órgão da Capela da UCP

Órgão da Capela da UCP

Universidade do Minho

No Salão Nobre do Departamento de Música da Universidade do Minho existe um órgão histórico de tipo ibérico, de autor desconhecido, construído no séc. XVIII (?); teclado C – f5 (54 notas); [ I; (5+7) ]. Terá sido restaurado por António Simões em 1999.

Instituto de Estudos da Criança

Na Capela do Instituto Monsenhor Airosa existe um órgão histórico de tipo ibérico, de autoria atribuída a Filipe da Cunha, construído em 1737, teclado C – d5 (47 notas, oitava curta), 18 meios registos [ I; (9+9) ]. Foi restaurado por António Simões em 1998.

Órgão em dia de concerto

Órgão da Igreja da Conceição, Braga

Órgão da Igreja da Conceição, Braga

Novos órgãos no Seminário Conciliar de Braga

Há novos órgãos de tubos em Braga, que vêm enriquecer o património existente, na qualidade do que de melhor se construiu e usufruiu ao longo de séculos. De facto, os órgãos de tubos voltam a encher de música a Pólis, não apenas igrejas e capelas. A promoção da cultura, também a este nível, abre janelas de esperança e de superação nos dramas da existência, na redescoberta duma sensibilidade plural e orgânica, sobretudo no combate à cegueira dos ouvidos.

O Seminário Conciliar de Braga move-se no contexto deste esfoço partilhado, tendo em atenção a formação musical (da cultura da música em geral, mas também da música sacra e da litúrgica em particular) dos candidatos ao ministério ordenado das dioceses de Braga e Viana do Castelo.

Não só por esta missão específica, investiu na aquisição de novos órgãos: um órgão de 5 registos com 2 teclados e pedaleira, na Capela dos Padroeiros, S. Pedro e S. Paulo, e um órgão de arca de 1 registo (bordão 8’), na Capela do Tempo Propedêutico. Foram ambos contruídos segundo os princípios tradicionais e artesanais da organaria, o primeiro por Giovanni Pradella, o segundo por Johannes Rohlf, organeiros da Itália e da Alemanha, respetivamente.

A qualidade de um trabalho ancestral, construído com competência, como é desenvolvido na Organaria Giovanni Pradella; o concurso internacional e a Comissão Técnica; os detalhes da madeira e dos tubos (com chapas feitas sobre areia); a colaboração do Arq. António Jorge e seu atelier Cerejeira Fontes Arquitetos; e sempre, em todo o processo, a alegria dos trabalhadores: Giovanni Pradella, Roberto Tognolatti, Matteo Pradella, etc.; um concerto excepcional por Sietze de Vries… Este é um elenco que poderia continuar, mas ficaria sempre inacabado.

Joaquim Félix, Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, publicação e consulta em 22 de março de 2017

Órgão da Igreja de Santa Cruz

A 15 de setembro de 2001, o JN noticiava:

O velho órgão de tubos da Igreja de Santa Cruz, em Braga, voltou, ontem, a ouvir-se, após 100 anos de silêncio. Foi durante a missa solene que assinalou a inauguração do seu restauro. O organista Isolino Dias até improvisou, depois de ter presenteado os irmãos de Santa Cruz com peças de Bach.

«Continuemos a restaurar estes órgãos», desejou o arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, ao mostrar-se surpreendido com a pujança melodiosa do «novo» órgão, que, ontem, acompanhou o Grupo Coral de Santa Cruz.

Na homilia, D. Jorge considerou o restauro uma interpelação do mundo à «construção de uma vida diferente. Assim como a música, com os seus sons diferentes, nos conduz à harmonia, também a humanidade deve seguir os caminhos da paz», disse, aludindo ao atentado terrorista ocorrido em Nova Iorque.

Concertos agendados

Um ano foi o tempo que demorou a trazer à vida o órgão setecentista de Santa Cruz. Os trabalhos custaram cerca de 12 mil contos, pagos pela Irmandade. A responsabilidade do restauro coube ao organeiro António Simões.

O provedor da Irmandade de Santa Cruz, Alberto Quintas, promete, agora, proporcionar «grandes concertos» à cidade. O próximo está já marcado para 27 de Outubro, às 21.15 horas, com o organista Rui Paiva. Segue-se outro, agendado para 22 de novembro.

Com o instrumento recuperado, as missas dominicais em Santa Cruz passam a contar com os sons do velho órgão de tubos para acompanhar o seu Grupo Coral, dirigido por Maria Teresa Couto.

Alberto Martins confessa não saber a razão pela qual o órgão esteve parado tanto tempo. «Foi coisa que a Irmandade deixou escapar», disse.

Fala-se em 100 anos de silêncio, mas o provedor de Santa Cruz admite que tenha sido mais de um século, já que o órgão terá deixado de tocar já em finais do século XIX: «Em todo o caso, posso garantir que nunca funcionou durante o século XX, nem podia funcionar, porque tinha já os seus tubos em completa ruína», acrescentou.

O restauro permitiu colocá-lo, pela primeira vez, na parte central do coro alto da igreja, em vez de encostado à parede lateral daquele espaço do templo, posição que lhe foi atribuída aquando da sua construção, no idos do século XVIII.

Tal facto obrigou a trabalhos de talha suplementares para tapar a parte do móvel que esteve até agora descoberta, o que fez onerar o orçamento da obra, inicialmente prevista para custar dez mil contos.

Considerado um dos mais importantes de Braga, o certo é que a sua história ainda não está, de todo, esclarecida. Não há, por exemplo, certezas sobre o seu construtor.

O investigador australiano W. Jordan atribui a autoria da sua construção a D. Francisco António Solha, um galego que veio para Braga na década de 30 do século XVIII, a convite de Frei Simão Fontanes, organeiro famoso na época, e autor do Órgão da Sé de Ourense.

Autorias incógnitas

Outros investigadores atribuem a construção do órgão de Santa Cruz a Miguel Mosquera, com base num contrato que este organeiro, também galego, terá feito com a Irmandade. Indicam, ainda, o instrumento de tubos foi alterado, em 1760, por Simão Fernandes Coutinho.

Sabe-se que D. Francisco António Solha acabou por se radicar em Braga, onde ter-se-á dedicado a outros trabalhos em igrejas da região. De Miguel Mosquera pode dizer-se que também foi construtor de outros órgãos na diocese de Braga. É-lhe atribuída a autoria do do Santuário de Nossa Senhora de Porto de Ave, Póvoa de Lanhoso.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/braga-bom-jesus-santuario.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 21:31:042024-10-27 23:44:14Braga e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Barcelos
Músicas no Concelho

Barcelos e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do Barcelos [9]

Barcelos é um concelho repleto de História, de tradições musicais e religiosas o que se refletiu na presença de um bom número de órgãos históricos. De Barcelos é natural Manuel dos Santos Fonseca, organeiro autodidata natural de Chorente, que terá restaurado cerca de uma vintena de órgãos, incluindo o da Igreja Matriz de São Pedro de Avintes, e construiu o da Igreja de Nossa Senhora dos Anjos, Porto. Acabaria por deixar de exercer a atividade.

Igreja da Misericórdia de Barcelos

A Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos possui órgão de tubos.

Igreja de Vilar de Frades

Igreja do Mosteiro de Vilar de Frades

Igreja do Mosteiro de Vilar de Frades

A Igreja do antigo mosteiro dos Lóios, também designada Igreja do Convento de São Salvador, possui um órgão histórico [ I; (14+16) ] de autor desconhecido, c. 1760, restauro da fachada pela Oficina e Escola de Organaria, de Esmoriz, em 2008, opus 52.

Igreja do Bom Jesus da Cruz

Igreja do Bom Jesus da Cruz

Igreja do Bom Jesus da Cruz

A Igreja do Senhor Bom Jesus da Cruz possui um órgão histórico de Calisto de Barros Pereira, construído em 1730.

Igreja de Barcelinhos

A Igreja Paroquial de Santo André Apóstolo de Barcelinhos possui órgão de tubos.

Igreja de Creixomil

A Igreja Paroquial de São Tiago de Creixomil possui órgão de tubos.

Igreja de Góios

A Igreja Paroquial de Santa Maria de Góios possui um órgão histórico de autor desconhecido, construído em 1790, restaurado por António Simões em 1992.

Igreja de Vila Cova

A Igreja Paroquial de Santa Maria de Vila Cova possui órgão de tubos.

Igreja Matriz de Barcelos

Igreja Matriz de Barcelos

Igreja Matriz de Barcelos

A Igreja Paroquial de Santa Maria Maior, Igreja Matriz de Barcelos, possui órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Frei Manuel de São Bento, construído em 1727.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/barcelos-santa-maria-maior-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 21:30:122021-06-22 14:47:32Barcelos e os seus órgãos de tubos
Santuário de Nossa Senhora da Abadia
Músicas no Concelho

Amares e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Amares [3]

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no concelho são os seguintes:

Igreja Matriz de Santo André de Rendufe

[ Igreja Paroquial ] [ do antigo Mosteiro de Santo André de Rendufe ]

Igreja Matriz de Rendufe

Igreja Matriz de Rendufe

Não se conhece a data precisa de edificação deste antigo mosteiro da Ordem de São Bento. Sabe-se que em 1090 o Abade do Mosteiro chamava-se D. Sesnado (ou Senaudo) e que a sua primitiva igreja já existia em 1151. Considerado uma das principais casas dos monges beneditinos no país, foi seu fundador Egas Gomes Pais de Penegate, membro da nobreza e tenente das terras de Regalados, Penela, Bouro e Rendufe de 1071 até 1112 entre os rios Neiva e Cávado. De 1401 até 1414, o Abade do Mosteiro foi Mestre André Dias, Mestre em Teologia, Canonista, professor universitário e depois Bispo de Ciudad Rodrigo, de Ajácio e de Mégara na Grécia. Ao longo dos séculos o mosteiro foi ampliado, mas as principais obras datam do século XVIII, como a construção da nova igreja (1716-1719) e dependências conventuais, com destaque para a Capela do Santíssimo Sacramento. Houve, nessa época no mosteiro de Rendufe, um prestigiado Colégio de Filosofia que formou, entre outros, o Cardeal Saraiva. Com a extinção das ordens religiosas masculinas (1834) a igreja passou a paroquial. A cerca e demais instalações foram vendidas e posteriormente perdidas em 1877, num incêndio que consumiu grande parte do antigo mosteiro. Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1943. Em 1960, a derrocada da abóbada e telhado da igreja, provocou grandes danos na decoração interior. Sofreu intervenção de conservação e restauro pelo IPPAR, no sentido de preservar as ruínas do claustro e de um chafariz do antigo convento. Não foi possível uma intervenção global no conjunto, uma vez que os edifícios estão na posse de diversos proprietários.

Fonte: Wikipédia

A Igreja possui um órgão de tubos histórico da autoria de Frei Manuel de São Bento (1683 – 1757), organeiro natural de Fermelo, Arouca. “Atribuídos a este religioso beneditino são também os órgãos do Mosteiro de Santo André de Rendufe (Amares), dourados em 1755, que substituíram um anterior ao qual o Abade Geral, na visita que fez ao mosteiro, afirma ser o melhor de toda a Ordem.” (José Alberto Rodrigues)

positivo de armário

Órgão positivo da Igreja Matriz de Rendufe

Órgão positivo da Igreja Matriz de Rendufe

No coro alto existe um órgão positivo de armário da autoria de Frei Manuel de São Bento, executado em 1755.

Santuário de Nossa Senhora da Abadia

Santa Maria de Bouro

Santuário de Nossa Senhora da Abadia

Santuário de Nossa Senhora da Abadia

NOTA HISTÓRICO-ARTÍSTICA

Situado na encosta de uma montanha, em Santa Maria de Bouro, concelho de Amares, na freguesia de Santa Maria de Bouro. Está a cerca de 4 km do antigo mosteiro de Santa Maria de Bouro, atualmente uma Pousada de Portugal.

O Santuário de Nossa Senhora da Abadia é um Santuário mariano do séc. XVIII que impressiona pela imponente fachada, assim como pelo seu estado de conservação. O interior do templo setecentista, tem três naves, separadas por arcadas de volta inteira assentes em colunas toscanas. Nas naves laterais podem-se admirar vários altares, todos muito bem decorados e preservados. O altar principal deslumbra pela sua grandiosidade, assim como pela beleza da sua talha dourada e imagens. Perto deste altar localiza-se um órgão dos finais do século XVIII. Considerado por muitos o mais antigo Santuário mariano, que teria sido construído entre os séculos VII e VIII. Apesar do primitivo Santuário, recolhimento religioso chamado  Mosteiro das Montanhas, que existia naqueles arredores por volta do ano 883, não existir qualquer vestígio. A fama, segunda a lenda, ressurge quando a imagem Virgem Maria que lá estava e desaparecida há muito, escondida pelos ermitas na altura da invasão árabe, teria sido encontrada num penedo por Frei Lourenço e seu companheiro Paio Amado após o aparecimento de uma luz misteriosa a indicar a sua localização. Após esta descoberta, foi fundado o  mosteiro de Santa Maria do Bouro, onde habitavam os monges que zelavam e tornaram ainda mais grandioso o Santuário. O templo é mantido pela paróquia de Santa Maria do Bouro.

Cf. Bouro Santa Maria, acesso a 05 de agosto de 2017

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/amares-bouro-abadia.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 21:28:302021-06-22 14:47:42Amares e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Serpa
Músicas no Concelho

Serpa e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Serpa [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de Serpa

[ de Santa Maria ]

Igreja Matriz de Serpa

Igreja Matriz de Serpa

A Igreja de Santa Maria, matriz de Serpa, terá sido edificada sobre uma antiga mesquita árabe, em obras que decorreram a par da reconstrução dionisina do castelo, a partir de finais do século XIII e no início de Quatrocentos. Ergue-se diante de um largo, em local elevado e junto da alcáçova, igualmente reedificada a partir das construções islâmicas originais. O conjunto destes edifícios ficava defendido por uma forte muralha, que envolvia ainda a torre de menagem e a atual torre do relógio, dentro do seu perímetro ovalado típico das fortificações medievais. Datam desta época as três naves do templo, em cujas paredes divisórias se rasgam arcos ogivais assentes em pilares com grossas colunas adossadas, encimadas por capitéis decorados com um repertório de motivos fantásticos, vegetalistas e zoomórficos típico do gótico. Estes pilares são cruciformes entre o segundo e o terceiro tramo da nave, possuindo colunas lançadas para as naves central e laterais, pelo que os planos originais da igreja devem ter incluído uma abóbada de cruzaria de ogivas, nunca lançada, e em vez da qual se cobriu o espaço com simples abóbadas de berço. Os ábacos dos capitéis destas colunas foram aproveitados para bases das estátuas dos quatro Evangelistas, sendo talvez este aproveitamento a razão pela qual se conservaram, uma vez que foram removidos dos restantes pilares. A Capela-mor data já de meados do século XVI, resultando da reconstrução da Capela original pelo mestre pedreiro Sebastião Cordeiro, para se adequar a Capela tumular da família Mello, alcaides de Serpa, cujo palácio se situa nas proximidades da igreja, apoiado num troço da muralha. As capelas laterais, cobertas de talha barroca, são seiscentistas, pertencendo a campanhas de obras que resultaram igualmente na construção do coro-alto e na reformulação da fachada, elementos de traços maneiristas; também por esta altura se terá forrado de azulejos a Capela-mor. A fachada maneirista, rematada por um frontão curvo interrompido, de traçado singelo, que encima três janelas de verga reta e um portal com o clássico frontão triangular, conserva ainda elementos do primitivo alçado gótico, como os contrafortes truncados que enquadram o portal, e a torre sineira adossada. A sineira é um corpo quadrangular construído em torno de uma outra torre, esta de planta circular e em tijolo, talvez um singular vestígio do minarete árabe. Os contrafortes foram, tal como as colunas dos pilares no interior da igreja, aproveitados para sustentação de duas grandes imagens de São Pedro e São Paulo.

Fonte: DGPC, SML

Órgão da Matriz de Serpa, enquadramento

Órgão da Igreja Matriz de Serpa

Órgão da Igreja Matriz de Serpa

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/serpa-santa-maria-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 21:27:342021-06-22 14:47:50Serpa e os seus órgãos de tubos
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