Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Órgãos de tubos do concelho de Coimbra [20]

Cidade com um passado histórico, religioso e cultural riquíssimo, Coimbra é um dos concelhos com mais extenso portefólio de órgãos. De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Capela de São Miguel

Montra

Órgão da Capela da Universidade de Coimbra

Órgão da Capela da Universidade de Coimbra

A Capela de São Miguel da Universidade de Coimbra possui um órgão histórico de tipo ibérico.

Episódio 3 de “Órgãos de Coimbra à luz da Cultura Europeia”

Capela do Mosteiro de São Marcos

Capela do Mosteiro de São Marcos

Capela do Mosteiro de São Marcos

A Capela do Mosteiro de São Marcos, freguesia de São Silvestre, possui um órgão de tubos histórico de autor desconhecido, do século XIX, restaurado em 1988, a expensas da Universidade de Coimbra.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

Conservatório de Música de Coimbra

O Conservatório de Música de Coimbra possui no Pequeno Auditório um órgão de tubos adquirido em 2024.

Órgão do Pequeno Auditório do Conservatório de Música de Coimbra

Órgão do Pequeno Auditório do Conservatório de Música de Coimbra, créditos Flávio Pinho 2024

Igreja da Graça

Igreja de Nossa Senhora da GraçaIgreja de Nossa Senhora da Graça

Igreja de Nossa Senhora da Graça

A Igreja de Nossa Senhora da Graça, também conhecida por Igreja do Colégio da Graça, possui um órgão de tubos.

Igreja da Misericórdia de Coimbra

Igreja da Misericórdia de Coimbra

Igreja da Misericórdia de Coimbra

Montra do órgão

Órgão da Igreja da Misericórdia de Coimbra

Órgão da Igreja da Misericórdia de Coimbra

Igreja da Rainha Santa Isabel

Igreja da Rainha Santa Isabel

Igreja da Rainha Santa Isabel

Igreja de São Salvador

Igreja de São Salvador

Igreja de São Salvador

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Igreja de Brasfemes

Igreja Matriz de Brasfemes

Igreja Matriz de Brasfemes

A Igreja Paroquial de Brasfemes possui um órgão de tubos.

Igreja de Eiras

Igreja Matriz de Eiras

Igreja Matriz de Eiras

A Igreja Paroquial de Eiras possui um órgão de tubos.

Igreja de Santa Clara

A Igreja Matriz de Santa Clara, ou Igreja do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, possui órgãos de tubos no coro alto.

No coro baixo a Igreja de Santa Clara possui dois órgãos positivos Manoel Benito Gomes, 1745 (Tratado 2 de Geometria Practica, de Antonio Pedro de Mello).

Órgão positivo

Órgão do coro baixo da Igreja de Santa Clara

Órgão do coro baixo da Igreja de Santa Clara

Igreja de Santa Cruz

A Igreja Matriz de Santa Cruz, Igreja do antigo mosteiro de Santa Cruz (de crúzios) possui em tribuna própria um órgão [ I ; 3 (26+29) ], de Heitor Lobo / Manuel Benito Gomes (Herrera) construído em 1531/1724, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2008, opus 51.

Órgão em tribuna própria

Órgão da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz

Órgão da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz

Possui outro órgão na balaustrada do coro alto.

Órgãos da tribuna e da balaustrada

Órgão da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz

Órgãos da Igreja do Mosteiro de Santa Cruz

Episódio 2 de “Órgãos de Coimbra à luz da Cultura Europeia

Veja AQUI o álbum Pinterest.

Igreja de São Bartolomeu

Na balaustrada do coro alto, a Igreja de São Bartolomeu apresenta um órgão ibérico.

Montra

Órgão da Igreja de São Bartolomeu

Órgão da Igreja de São Bartolomeu

Possui também um órgão positivo na nave.

Nova

Sé Nova

Nova

Em tribuna do lado do Evangelho, a Nova de Coimbra dispõe de um órgão histórico de tipo ibérico, restaurado em 2000 por António Simões.

Montra

Órgão da Sé Nova de Coimbra

Órgão da Nova de Coimbra

No lado do Evangelho, possui também um órgão positivo

Episódio 1 de “Órgãos de Coimbra à luz da Cultura Europeia”

Seminário Maior de Coimbra

Seminário Maior de Coimbra

Seminário Maior de Coimbra

A Igreja do Seminário Maior de Coimbra, da Sagrada Família, dispõe de um órgão histórico da autoria de João Fontanes Maqueira, construído em 1762, restaurado em 2003 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Órgão histórico

Órgão da Igreja do Seminário Maior de Coimbra

Órgão da Igreja do Seminário Maior de Coimbra

O Salão São Tomás de Aquino, Órgão da Escola Diocesana de Música Sacra, dispõe de órgão de um teclado manual e pedaleira com acoplamento construído por Ludwig Frank em 1980, remontado por António Simões em 2004.

Órgão positivo

Órgão da Escola Diocesana de Música Sacra

Órgão da Escola Diocesana de Música Sacra

Dr. J.A. Campos

Para o Dr. J.A. Campos, António Simões construiu em 1989 um órgão.

FOI NOTÍCIA

Do projeto de aquisição de um órgão de tubos para a velha de Coimbra

O Jornal de Notícias, noticiava, a 31 março 2007:

O projecto para “restituir a dignidade à Velha de Coimbra” começa com a aquisição de um órgão de tubos, cujo concurso internacional deverá ser lançado ainda este ano, mas não se fica por aí. João Evangelista, pároco da Velha, admite criar ali uma escola de música e quer ver o templo reconhecido como “Santuário de excepção”, no contexto regional e nacional, nomeadamente com a dotação de um guia turístico devidamente credenciado para prestar informações, que vão muito para além das serenatas dos postais, aos 70 mil turistas que anualmente a visitam.

“Somos pressionados por 70 mil turistas e o que damos é muito pouco. É uma vergonha não podermos dar aos turistas um roteiro digno desta casa”, afirmou, à medida que, a par da arquitectura, ia explicando a simbologia, do retábulo, do século XV, aos túmulos de 19 bispos, bem como o do pecador arrependido que quis ficar sepultado à entrada da , redimindo-se ao permitir que o pisem por vários séculos.

João Evangelista quer dar a conhecer os 850 anos de história da Velha a turistas, mas, com a aquisição do órgão de tubos e a elaboração de um projecto dinamizador, pretende também atrair os conimbricenses, que, depois da retirada do estatuto de catedral da cidade, em 1772, se afastaram daquele Santuário.

“O problema é haver gente que não sabe que existe uma Velha. Por isso queremos abri-la nos vários domínios. Ela merece ser conhecida, ser integrada na cultura da cidade”, afirmou, pedindo, para isso, apoio de várias entidades.

“A dignificação da catedral de Coimbra é, pois, um serviço à cultura, como a urbanização, os acessos, as placas indicativas, a reparação do claustro, o guarda-vento, o tratamento da pedra e outras pertinentes melhorias que escapam à nossa capacidade de execução, mas exigem a nossa melhor cooperação com as entidades culturais, com os serviços do Estado e camarários”, referiu, sublinhando esperar que, em um ano, o projecto esteja, pelo menos, “totalmente definido”.

Ligação à Universidade

A Velha de Coimbra é, desde 2002, classificada, pela Igreja, como catedral histórica, mas este é um título que, para João Evangelista, não tem sido reconhecido pela cidade e, em particular, pela Universidade de Coimbra (UC). O pároco, que sublinha o acolhimento da “incipiente UC” pela em 1308, lamenta que a própria universidade não estude e divulgue mais “aquela pré-história em que se desenvolveu na base desta casa”. E, no seu entender, esta ligação da UC à Velha seria uma mais-valia no dossiê de candidatura da UC a Património Mundial, que deverá ser apresentado à UNESCO em 2012.

Tânia Moita, Jornal de Notícias, 31 Março 2007

Órgãos de tubos do concelho de Cantanhede [4]

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no concelho são os seguintes:

Igreja Matriz da Pocariça

A Igreja Matriz da Pocariça foi construída em 1618, dedicada a S. Tiago. Admite-se que a primitiva construção terá ocorrido em meados do século XVII (1674), tendo depois conhecido profundas obras de remodelação em 1786 e no século XX. O corpo da igreja é particularmente valioso em termos patrimoniais, destacando-se a cobertura apainelada pintada com motivos Rococó, o teto da Capela-mor com uma abóbada de pedra decorada com quartões octogonais ornamentados, as capelas colaterais, o retábulo principal e os dois anjos barrocos de grandes dimensões.

Igreja Matriz da Pocariça

Igreja Matriz da Pocariça

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Conceição da Pocariça possui um órgão de tubos.

Igreja Matriz de Ançã

Igreja Matriz de Ançã

Igreja Matriz de Ançã

Dedicada a Nossa Senhora do Ó ou da Expectação, a Igreja Matriz de Ançã possui uma fachada de grande imponência, datada de 1812, e rica pelo aspeto arquitetónico e enquadramento paisagístico; arcos de entrada das capelas laterais de grande beleza arquitetónica e decorativa; retábulo principal em pedra de Ançã, raro no seu tempo. Seiscentista é também o corpo da igreja, com três naves separadas por duas arcadas com colunas de ordem dórica. Um coro-alto ocupa o primeiro dos tramos. A cabeceira é formada por Capela-mor com abóboda às quartelas e possui um rico retábulo concheado, em pedra, no qual foram colocadas esculturas mais antigas.  No alto do camarim, vê-se uma belíssima imagem da Senhora com o Menino, do século XV, e nos intercolúnios, um S. Pedro e um S. Paulo quinhentistas, estilisticamente próximos das obras de João de Ruão, em meados do século XVI. Possui a igreja um conjunto notável de capelas, quer as colaterais quer as que se abrem nos flancos das naves, obras cujas construções decorreram entre os séculos XVI e XVIII. Abrigam retábulos maneiristas e barrocos. Da imaginária, para além das já citadas, há a salientar um grande calvário seiscentista.

Fonte: CMC

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora do Ó de Ançã possui um órgão de tubos. Esteve incluída no Ciclo Jovens Organistas, promovido pela Associação Musical Pro Organo (AMPO), nas Igrejas da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, Aradas, Vagos, Albergaria-à-Velha, Mafra, Ançã e Museu de Santa Joana de Aveiro.

Igreja Matriz de Murtede

Igreja Matriz de Murtede

Igreja Matriz de Murtede

A Igreja Matriz de Murtede é um edifício de arquitetura religiosa de tipo Neoclássico rural com poucos adornos. O interior possui retábulos e esculturas de pedra, e o pavimento é composto por grandes blocos de calcário. Pinturas a fresco representam santos e almas no purgatório. A igreja tem belos vitrais que representam a Cruz Divina, e cinco altares com várias imagens como a de São Martinho, século XVI, Santo António XV, Nossa Senhora da Piedade, século XV, Santo Amaro, São Sebastião, a Virgem com o Menino, Nossa senhora do Rosário, São Francisco, São Martinho Bispo, o menino Jesus de Praga, Sagrado Coração de Jesus, São Jorge e a Rainha Santa Isabel. A Igreja tem um retábulo simples onde se encontra uma glória solar, um importante elemento decorativo do ponto de vista iconográfico.

Fonte: CMC

A Igreja Paroquial de São Martinho de Murtede possui um órgão de tubos.

Igreja Matriz de Covões

Igreja Matriz de Covões

Igreja Matriz de Covões

A Igreja Matriz de Covões é uma construção do século XVIII que substituiu uma anterior edificada na centúria de Quinhentos. No exterior, só o portal e a torre sineira quebram a monotonia das linhas direitas. No interior, destacam-se o colorido e movimento do Barroco. Os retábulos seguem o tipo setecentista, embora sejam já do século XIX. No principal, à esquerda, vê-se a magnífica escultura de Santo António, padroeiro, executada por João de Ruão, em 1558. Conserva este templo outras imagens de interesse, nomeadamente as que evocam S. Brás, S. Sebastião e S. João, todas quinhentistas. Do século seguinte, é o retábulo de pedra que foi colocado na Capela do flanco esquerdo, com vários quadros alusivos à Vida e Paixão de Cristo.

Fonte: CMC

A Igreja Paroquial de Santo António possui um órgão António Xavier Machado e Cerveira, de um manual [ I; (6+8)], construído em 1795, opus 47, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 2016, opus 69.

Reciclanda

Reciclanda

FOI NOTÍCIA

Texto AACCC – Associação de Arte e Cultura do Concelho de Cantanhede, portal da Freguesia de Covões

O órgão de tubos existente na Paróquia de Covões foi construído pelo organeiro António Xavier Machado e Cerveira, no ano de 1795 e com o número de ordem #46.

O mais notável organeiro português e que maior quantidade de trabalho produziu. Era irmão consanguíneo do grande escultor em madeira, Manuel Machado de Castro e filho de outro organeiro e escultor em madeira, Manuel Machado Teixeira ou Manuel Machado Teixeira de Miranda.

Órgão de armário com as portadas abertas

Órgão da Igreja Matriz de Covões

Órgão da Igreja Matriz de Covões

Placa do organeiro

Órgão da Igreja Matriz de Covões

Órgão da Igreja Matriz de Covões

Órgãos de tubos do concelho de Arganil [4]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja da Misericórdia de Arganil

[ de Santa Isabel ]

Igreja da Misericórdia

Igreja da Misericórdia

Localizada no centro da vila, a Igreja da Misericórdia de Arganil é um edifício de planta irregular, implantado no ângulo das ruas da Misericórdia e Condessa das Canas. Fundado na segunda metade de Setecentos, o templo apresenta um programa híbrido, com estrutura exterior barroca e espaço interior já Rococó, resultante de uma extensa campanha construtiva que se arrastou pelo século XIX. Na fachada principal destaca-se o portal Barroco, concebido em conjunto com a janela do coro alto, numa composição una que se prolonga ainda pelo brasão de armas da Misericórdia, patente no tímpano do frontão contracurvado. Estes elementos são complementados por apontamentos decorativos oitocentistas, como os fogaréus, a grade da varanda, e o remate da torre sineira.
O interior, de nave única, apresenta também uma dicotomia na ornamentação. O retábulo-mor, de talha dourada, remonta ao último quartel do século XVIII, tal como os retábulos colaterais, pintados de branco e com concheados, que se encontram implantados na diagonal, junto ao arco triunfal, numa solução que confere dinâmica ao espaço. As restantes obras de talha, nomeadamente a balaustrada do coro alto, o púlpito e a varanda do órgão, são já do final do século XIX.

Fonte: DGPC, Catarina Oliveira

Órgão inglês [ I;2 (10+10) ], c. 1900, montado em 1902 por J. Linhares, de 1 teclado para as 2 secções (54 notas), restaurado pela Oficina e Escola de Organaria de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, em 1998, opus 23.

Igreja do Convento de Santo António de Vila Cova de Alva

Igreja de Santo António

Igreja de Santo António

De fundação setecentista, o convento de Santo António de Vila Cova de Alva foi edificado entre 1713. Os primeiros religiosos chegaram em 1712, instalando-se em casas próximas para orientar os trabalhos do novo edifício. Estas, decorreram céleres, cabendo a concepção do projecto a João Coelho coluna, um frade ou leigo, natural de Alvite, que se encontra sepultado sob a galilé. O edifício, que já havia sofrido fortes danos com as Invasões Francesas, foi vendido em hasta pública no ano de 1841, tendo sido, a partir de então, objeto de remodelações constantes que o descaracterizaram profundamente. O claustro, com cinco vãos e muro a suportar a colunata de capitéis toscanos e arquitrave, conserva a sobriedade original, apesar da adulteração do segundo registo, fechado por janelas.
A igreja, de planta cruciforme, conserva, no interior, o esplendor da talha dourada que caracterizou os espaços barrocos no nosso país, contrastando vivamente com a austeridade própria da Ordem, bem visível da arquitetura depurada do conjunto conventual. A fachada, em empena de cunhais rusticados rematados por pináculos, é aberta por um arco abatido, também rusticado, sobrepujado pelo janelão do coro, e por um óculo. O portal, de verga reta, exibe, sobre a cornija, um nicho decorado por enrolamentos. No interior, a austeridade arquitetónica, com cornija na nave, arcos de volta perfeita a marcar o transepto arco triunfal também de volta perfeita, e restantes vãos de verga reta é equilibrada pelos altares colaterais, de talha dourada de Estilo Nacional, pelas sanefas que rematam as imagens sobre o arco triunfal, pelas pinturas deste último, e pelo imponente retábulo-mor, da mesma época. No coro-alto destaca-se o cadeiral de duas ordens, em talha. Na cerca conventual conservam-se várias fontes e bicas de água, que convidavam à meditação e repouso.

Fonte: DGPC, Rosário Carvalho

Igreja Matriz de Arganil

[ Igreja Paroquial ] [ S. Gens ]

Igreja Matriz de Arganil

Igreja Matriz de Arganil

O edifício atual da Igreja Matriz de Arganil provém de finais do século XVII. A parte mais antiga é a Capela dos Fonsecas. A frontaria, de cunhais apilastrados e linha da empena de cantaria de granito, tem portal retangular dominado por um nicho e um óculo poligonal. O corpo é de cobertura apainelada que contém em cada painel uma pintura hagiográfica, de execução artificial, de autoria de Oliveira Trovão, mandada executar em 1762 por três irmãos padres da vila: Manuel Veloso de Paiva, José de Almeida Veloso e António da Silva Veloso. O retábulo principal é do fim do século XVII, com reformas posteriores. À esquerda encontra-se a Capela instituída pelo capitão-mor da Vila, Pêro da Fonseca, cujo terreno foi demarcado em 1658. Encontram-se nesta Capela duas esculturas de madeira do século XVII: a Senhora da Conceição e S. Pedro. A Capela do Sacramento (do mesmo lado) é da primeira metade do século XIX. Aí se encontram duas imagens setecentistas de S. Francisco e Santo António. A torre encontra-se separada da Igreja e num nível mais elevado sendo, por isso, um motivo urbanístico muito interessante.

Fonte: CMA

Igreja Matriz de Coja

[ Igreja Paroquial ] [ São Miguel ]

Igreja Matriz de Coja

Igreja Matriz de Coja

A Igreja Matriz de Coja tem como orago S. Miguel. É um edifício de arquitetura religiosa de linhas setecentistas que deve ter sido reconstruída no século XIX. A linha da frontaria é funda e elegantemente recortada. O retábulo principal (1881) e os colaterais (1893), em linhas setecentistas, são do entalhador da Cerdeira, José Gonçalves de Abreu. As imagens de Santa Catarina e S. Sebastião são esculturas medievais em pedra. Outras imagens vieram de conventos ou colégios universitários de Coimbra. São imagens em madeira do século XVII.

Fonte: CMA

Pormenor da montra do órgão

Órgão da Igreja Matriz de Arganil

Órgão da Igreja Matriz de Arganil

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Órgãos de tubos do concelho Torre de Moncorvo [2]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Capela do Sagrado Coração de Jesus

órgão Barroco

Capela do Sagrado Coração de Jesus

Capela do Sagrado Coração de Jesus

Classificada como Imóvel de Interesse Público, a Capela do Sagrado Coração de Jesus de Torre de Moncorvo é uma Capela barroca que pertenceu à casa da família Carneiro de Vasconcelos. A fachada possui ao centro o símbolo do Sagrado Coração de Jesus. A encimá-lo um óculo com moldura em forma de cruz grega. Interiormente, o imóvel possui espólio de grande valor artístico: dois retábulos em talha barroca; a abóboda composta de quatro painéis pintados de evocação ao orago da Capela; os lambrins possuindo frescos inscritos em molduras de concheados com cenas alusivas aos peregrinos de Santiago de Compostela, bem como figurações de gosto renascentista; o coro alto, onde se encontra um pequeno órgão em talha dourada de grande valor artístico.

Igreja Matriz de Torre de Moncorvo

[ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Assunção ]

Igreja matriz de Torre de Moncorvo

Igreja Matriz de Torre de Moncorvo

A construção da Igreja Matriz de Torre de Moncorvo (Monumento Nacional) iniciou-se na primeira metade do séc. XVI, prolongando-se até aos primeiros anos do século seguinte. Na fachada principal destaca-se a torre saliente que transmite um acentuado sentido de elegância ao edifício, e o belo pórtico de estilo renascença. Possui lateralmente, dois corpos salientes: a sacristia, a norte; e um alpendre junto ao pórtico sul. De realçar ainda um belo conjunto de esculturas, nomeadamente, os anjos que coroam o topo da igreja, sobre o altar-mor, bem como as gárgulas que se encontram ao nível da cornija.

O interior encontra-se organizado segundo o esquema das “igrejas-salão” com três naves, sendo os cinco tramos destas abobadados à mesma altura. A Capela-mor de forma retangular é destacada do corpo principal: possui um retábulo Barroco de talha dourada dos meados do séc. XVIII; nas paredes laterais da mesma encontram-se frescos representando a Anunciação e a Última Ceia.

A Capela-mor é ladeada por dois absidíolos em semicírculo: a Capela do Santíssimo Sacramento e a Capela das Chagas. A primeira apresenta um retábulo com vários painéis alusivos à vida e paixão de Cristo, bem como esculturas dos evangelistas e doutores da Igreja. É de realçar o tríptico flamengo alusivo à sagrada parentela de Santa Ana, bem como o gradeamento em ferro forjado. Na Capela das Chagas encontra-se uma composição de altares provenientes da igreja do antigo convento de S. Francisco. Nas paredes laterais encontram-se 4 altares do estilo Barroco tardio, alusivos a: Sagrada Família, Santo Cristo ou S. Pedro e S. Paulo, Nossa Senhora da Assunção e Almas do Purgatório. No batistério é de realçar o Santo Cristo, S. João Evangelista e Maria Madalena, de aspeto flamengo.

A sacristia é abobadada com nervuras de traça manuelina. O altar, proveniente do corpo da igreja, é atribuível ao séc. XVII. A Igreja possui ainda um valioso órgão, localizado no coro, bem como um numeroso património móvel, cujas peças mais relevantes se encontram em exposição no Museu de Arte Sacra de Torre de Moncorvo.

Fonte: CMTM

Órgão histórico da autoria do organeiro bracarense José António de Sousa, 1788, restaurado por João Sampaio (filhos) Lda, restaurado em 2016 pela firma Acitores Organería y Arte, S.L. / Atelier Samthiago.

Igreja Matriz de Torre de Moncorvo

Igreja Matriz de Torre de Moncorvo

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Órgãos de tubos do concelho de Miranda do Douro [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Sé de Miranda do Douro

de Miranda do Douro

Concatedral de Miranda do Douro

Elevada a antiga vila de Miranda à categoria de cidade e de sede de diocese em 1545, o projeto da Catedral apareceu em 1549, e as obras iniciaram-se em 1552 sob a direção de Gonçalo de Torralva e Miguel de Arruda. O projeto insere-se na tipologia de Sés mandadas construir por D. João III, com uma fachada harmónica – em que um corpo central é ladeado por duas poderosas torres -, e um interior em três naves abobadadas à maneira gótica, com cruzaria de ogivas de nervuras visíveis.

O retábulo-mor é já uma obra seiscentista, terminada em 1614, e deve-se ao trabalho de Gregório Fernández, mestre galego radicado em Valladolid e responsável por uma oficina bastante ativa durante o período maneirista. Igualmente digno de nota é o retábulo de Nosso Senhor da Piedade, em talha barroca de boa qualidade, e o órgão do século XVIII, de igual modo profusamente decorado com talha dourada.

A história da cidade foi bastante atribulada, pela sua condição de fronteira. Em 1710, por exemplo, caiu em poder espanhol e novamente em 1762. Terá sido esta ocupação estrangeira o motivo principal para a mudança do bispo para Bragança, cidade menos exposta a ameaças externas. Esta posição do titular da diocese e respetivo cabido deu início à decadência de Miranda enquanto sede episcopal. D. José dividiu o território entre Bragança e Miranda, mas a evidente pobreza deste espaço fez com que o bispado se instalasse definitivamente em Bragança, em 1780, intitulando-se Diocese de Bragança e Miranda.

À semelhança da cidade, também a antiga de Miranda do Douro acompanhou a decadência da localidade, e não se vislumbraram obras significativas na igreja nos últimos séculos.

Fonte: IPPAR / IGESPAR

No coro alto encontra-se um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Geraldo Vieira Porto em 1696, restaurado por António Simões em 1995, a expensas do IPPAR.

Montra do órgão Barroco

Órgão histórico da concatedral de Miranda do Douro

Órgão da concatedral de Miranda do Douro

Manúbrios da direita

Órgão da concatedral de Miranda, de Geraldo Vieira Porto, 1696

Órgão da concatedral de Miranda, de Geraldo Vieira Porto, 1696, créditos Paulo Meirinhos

Manúbrios da esquerda

Órgão da concatedral de Miranda, de Geraldo Vieira Porto, 1696

Órgão da concatedral de Miranda, de Geraldo Vieira Porto, 1696, créditos Paulo Meirinhos

Tubos

Órgão da concatedral de Miranda, de Geraldo Vieira Porto, 1696

Órgão da concatedral de Miranda, de Geraldo Vieira Porto, 1696, tubos, créditos Paulo Meirinhos

Reciclanda

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Órgãos de tubos do concelho de Freixo de Espada à Cinta [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta

[ Igreja Paroquial ] [ São Miguel ]

Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta

Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta

A Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta é uma Igreja Paroquial do tipo igreja salão manuelina, com três naves à mesma altura cobertas por abóbada de nervuras, e cabeceira tripla escalonada. Apresenta contrafortes diagonais nos cunhais, do tipo da Igreja de Santa Maria de Belém (Lisboa) e da Igreja Matriz de Arronches. No interior, destacam-se os retábulos de talha dourada, sendo o mor de Estilo Nacional.

Possui um órgão histórico.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Órgãos de tubos do concelho de Bragança [3]

Numa cidade com três órgãos, inclusive a (inaugurado a 19 de dezembro de 2021), o Conservatório de Música e Dança de Bragança possui a disciplina de Órgão, de que é professor Tadeu Filipe, que obteve a Licenciatura em Ensino de Música da Universidade de Aveiro (área específica Órgão) sob a orientação de Domingos Peixoto, bem como o Curso de especialização do Mestrado em Música na mesma Instituição sob a regência de Edite Rocha.

Igreja e Convento de São Francisco

[ Arquivo Distrital e Biblioteca Pública de Bragança ]

Igreja e Convento de São Francisco, Bragança

Igreja e Convento de São Francisco, Bragança

A chegada dos franciscanos a Bragança ocorreu provavelmente em meados do século XIII.

Nas obras efetuadas em 1982 foi descoberta uma pequena cripta que continha um túmulo assente sobre leões, uma peça que, pela sua simplicidade e austeridade, foi datada da época de fundação do convento, apesar de ter sido reaproveitada para outra tumulação no século XVII. A existência do cenóbio já se encontra atestada em 1271, ano em que D. Afonso III deixou cinquenta libras aos frades menores brigantinos.

O conjunto é composto por igreja e núcleo conventual, implantado no lado esquerdo da mesma. A igreja de planta longitudinal, composta por nave antecedida por galilé, com duas capelas laterais salientes e Capela-mor mais estreita, possuindo coberturas internas diferenciadas de duas águas. As fachadas dispõem de cunhais apilastrados, sendo os da frontaria coroados por pináculos. A fachada principal é terminada em empena, datável do século XVII, rasgado ao centro por galilé em arco de volta perfeita (tendo no interior o portal axial, de perfil contracurvo) e por janelão retilíneo. No lado esquerdo, integra a torre sineira, de dois registos, o superior com sineira em arco de volta perfeita em cada uma das faces.

Aqui funciona desde 1985 o Arquivo Distrital de Bragança.

Possui um órgão histórico.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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de Bragança-Miranda

A Catedral da Diocese de Bragança-Miranda conta, desde 2021, com “um grande órgão sinfónico” composto por 3 117 tubos, 64 registos sonoros e 100 comandos distribuídos numa consola de quatro teclados e pedaleira.

“Construído em Itália, pela Casa Organaria Zanin Organi sas di Zanin Francesco e C., de Codroipo, o órgão sinfónico da Catedral de Bragança resulta de um projeto cofinanciado pela operação «NORTE-04-2114-FEDER-000061», denominada «Rota das Catedrais a Norte», numa articulação da Direção Regional da Cultura do Norte, do Município de Bragança e da Diocese de Bragança-Miranda”, realçou uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

“Este desafio do órgão, integrado na Rota das Catedrais, constitui um valor acrescentado para o inestimável património da cidade e diocese de Bragança-Miranda”, afirmou o bispo D. José Cordeiro em declarações aos jornalistas. Destacou ainda que o órgão sinfónico vai servir “não só a liturgia mas também a cultura”, num “diálogo de culto, cultura, catequese e caridade” que a catedral aponta para o bem integral e da pessoa humana.

“Bragança tem vindo a afirmar-se como cidade cultural e este equipamento vem nessa senda, para nos afirmarmos cada vez mais. Faltava um equipamento na área da música. Este iniciou num projeto há três anos que pretende valorizar esta catedral”, disse presidente do município de Bragança, Hernâni Dias.

A Diretora Regional de Cultura Norte, Laura Castro, salientou a “última etapa da rota das Catedrais” com esta intervenção na Catedral da Diocese de Bragança-Miranda. “É fundamental pensar nos órgãos como recursos culturais, de dimensão litúrgica e sacra que se faz ouvir, mas recursos culturais. E o norte do país está a ficar com um conjunto extraordinário de órgãos restaurados e a motivar ciclos de música em várias cidades. O ideal é que se estruturem em rede para tirar partido dos investimentos neste locais”, referiu.

A construção do órgão teve início no primeiro semestre de 2018 e os trabalhos de montagem e de afinação, no coro alto da Catedral, começaram no início de setembro de 2021. No domingo, 19 de dezembro foi celebrada uma eucaristia solene presidida por D. José Cordeiro, na qual, através de rito litúrgico próprio, se benzeu o órgão. Às 19h00, teve lugar o concerto inaugural com o organista titular, o italiano Giampaolo Di Rosa.

Fonte: LFS/Ecclesia

Órgão Sinfónico Zanin da sé de Bragança-Miranda, créditos Tadeu Filipe

Órgão Sinfónico Zanin da de Bragança-Miranda, créditos Tadeu Filipe

A 17 de janeiro de 2022 foi divulgado nas redes sociais um acordo de colaboração entre a Fundação “Os Nossos Livros” e a Diocese de Bragança-Miranda, visando a utilização do órgão sinfónico da Catedral de Bragança pela classe de Órgão do Conservatório de Música e Dança de Bragança. Pela Classe de Órgão deste conservatório já passaram, desde a sua criação, 42 alunos, sendo frequentada no presente ano letivo por 18 alunos. A utilização do órgão sinfónico destinar-se-á a ensaios, audições de final de período letivo, concertos, classes de aperfeiçoamento, visitas de estudo, intercâmbio com outras escolas de ensino de música, ciclos de música sacra, entre outras atividades de cariz pedagógico.

velha de Bragança

Sé velha de Bragança

velha de Bragança

Órgão histórico

Enquadramento

Órgão da sé velha de Bragança

Órgão da velha de Bragança

caixa do órgão

Órgão da sé velha de Bragança

Órgão da velha de Bragança

Cai do órgão

Órgão da sé velha de Bragança

Órgão da velha de Bragança

Órgãos de tubos do concelho de Vila Verde [4]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Paroquial de Aboim da Nóbrega

Igreja Paroquial de Aboim da Nóbrega

Igreja Paroquial de Aboim da Nóbrega [ Nossa Senhora da Assunção ]

A Igreja Paroquial de Aboim da Nóbrega é um edifício de arquitetura religiosa, maneirista, barroca e neoclássica. De planta longitudinal, é composta por alpendre nave única e Capela-mor em eixo e torre, Capela e sacristias adossadas lateralmente. Tem fachadas em empenas, portal de arco de volta inteira sobrepujado por janelão. Na decoração interior apresenta tetos barrocos, em caixotões com caixilhos de talha dourada envolvendo pinturas, e azulejos e retábulos de talha polícroma neoclássicos. É um bom exemplar de igreja maneirista com talha polícroma de boa qualidade. Os tetos da nave e Capela-mor são obra de excelência. A Capela lateral de São Miguel é uma obra maneirista com referências à tratadística assumindo-se como um exemplar notório. O púlpito maneirista, o arcaz da sacristia, os anjos tocheiros e o órgão de tubos do coro-alto, são peças de grande qualidade estética devendo ter saído das mãos de artistas conceituados. Algumas das imagens, de entre as quais se salienta a padroeira Nossa Senhora da Assunção, são peças de grande valor e qualidade.

Fonte: Monumentos

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Igreja Paroquial de Duas Igrejas

Igreja Paroquial de Duas Igrejas

Igreja Paroquial de Duas Igrejas

Implantada no centro da povoação de Duas Igrejas, a Igreja Paroquial de Duas Igrejas, dedicada a Santa Eufémia, impõe-se na malha urbana pelas suas dimensões e pelo isolamento do largo em que se insere. Este, inclui, a Norte, o cruzeiro e a torre relógio e, do lado oposto, um terreiro cujos degraus acompanham o declive da rua. A fachada, em cantaria, com portal de volta perfeita, termina em empena escalonada onde se abrem duas sineiras. No alçado lateral observa-se outro portal de volta perfeita. A igreja desenvolve-se em planta longitudinal, com nave única, Capela-mor e sacristia do lado do Evangelho. Embora se acredite que a edificação do templo remonte ao século XVI, são poucos os dados que se conhecem sobre as suas campanhas arquitetónicas. É possível que tenha sido objeto de intervenções nos séculos seguintes, o que aconteceu pelo menos a nível decorativo. As Visitações do século XVIII permitem concluir que, de uma forma geral, a igreja respeitava as imposições dos visitadores que apenas ordenavam a realização de trabalhos pontuais. A única exceção diz respeito ao retábulo-mor, certamente encomendado antes de 1724 mas só concluído e aplicado depois desta data, conforme se depreende da Visitação ocorrida nesse mesmo ano. O seu traçado deveria ser parecido com o dos retábulos colaterais, inscrevendo-se no denominado Estilo Nacional. Apresenta fortes semelhanças com os retábulos de Nossa Senhora da Piedade da de Miranda e com o retábulo-mor da igreja de Vimioso. O mais importante elemento desta igreja são as pinturas murais do seu interior (Capela-mor e nave junto à Capela do Senhor dos Passos), executadas na primeira metade do século XVI e que originaram o presente processo de classificação.

Fonte: DGPC, RC

Na Igreja Paroquial de Santa Eufémia de Duas Igrejas, no coro alto, do lado do Evangelho, existe um órgão de autor desconhecido do século XVIII, com um só teclado manualpalhetas horizontais e pisantes para ligar/desligar os cheios. Foi restaurado em 2000 por António Simões.

Igreja Matriz de Pico de Regalados

Igreja Matriz de Pico de Regalados

Igreja Matriz de Pico de Regalados

A Igreja Matriz de Pico de Regalados é um edifício de arquitetura religiosa barroca de planta longitudinal composto por nave, Capela-mor e sacristia, com decoração interior com azulejos e retábulos de talha polícroma.

A Igreja Paroquial de São Paio de Pico de Regalados possui um órgão positivo de armário.

positivo de armário

Órgão da Igreja de Pico de Regalados

Órgão da Igreja de Pico de Regalados

Igreja Paroquial de Santa Maria de Prado
Igreja Paroquial de Santa Maria de Prado

Igreja Paroquial de Santa Maria de Prado

A igreja nova de Prado possui um órgão em segunda mão, de 23 registos, dois manuais e pedaleira, 1458 tubos, 6,5 m de altura, mais de 3000 kg. Foi montado por António Simões que, segundo o próprio, em publicação no Facebook, teve “o prazer de colaborar com José Alberto Rodrigues, na sua montagem, harmonização e afinação.” Foi inaugurado a 22 de maio de 2021 pelo organista Daniel Ribeiro.

Novo órgão da Igreja Paroquial de Santa Maria de Prado, Vila Verde

Novo órgão da Igreja Paroquial de Santa Maria de Prado, Vila Verde, créditos José Rodrigues

Órgãos de tubos do concelho de Vila Nova de Famalicão [7]

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no Concelho são os seguintes:

Igreja Matriz de Vila Nova de Famalicão

Igreja de Santa Maria Madalena / Igreja de Santo Adrião / Igreja Velha

Localizada em Vila Nova de Famalicão, na União das freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário, a Igreja Matriz de Vila Nova de Famalicão foi provavelmente construída no séc. XVII/XVIII, com planta retangular composta por duas naves, separadas por colunas, a principal disposta no lado da Epístola, com Capela-mor e tendo duas capelas laterais profundas. A fachada principal, reformada já no séc. XIX/XX, possui remate em frontão triangular e é rasgada por dois eixos de vãos, formados por portais, entre pilastras almofadadas sustentando friso e cornija, e janelas retilíneas com frontões triangulares. A torre sineira, adossada à esquerda, foi construída em 1925.

Fonte: Monumentos

A Igreja Matriz de Vila Nova de Famalicão possui um órgão histórico restaurado em 2024 por Dinarte Machado.

Órgão histórico da igreja matriz de Vila Nova de Famalicão, restaurado em 2024 por Dinarte Machado

Órgão histórico da Igreja Matriz de Vila Nova de Famalicão, restaurado em 2024 por Dinarte Machado

Igreja Paroquial de Gondifelos

A cerimónia que marcou a inauguração do restauro do órgão histórico da Igreja Paroquial de Gondifelos decorreu dia 11 de julho de 2021, com eucaristia presidida pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, seguida de um concerto com órgão e canto pelo organista Daniel Oliveira e a cantora lírica Nathalie D’Ormano.

O restauro do órgão, construído pelo organeiro Augusto Joaquim Claro, por volta do ano de 1904/5, teve o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Gondifelos. Contou com um investimento de 75mil euros e foi efetuado pela empresa JMS Organaria, uma empresa com sede em Sequeirô, Santo Tirso especializada na construção de tubos de palheta para órgãos e no restauro de instrumentos históricos. A mesma empresa também foi responsável pelo restauro dos órgãos de Ribeirão e de Telhado.

Órgão da Igreja Paroquial de Gondifelos, créditos Joaquim Silva, 2021

Órgão da Igreja Paroquial de Gondifelos, créditos Joaquim Silva, 2021

Igreja Paroquial de Joane

[ Divino Salvador ]

Igreja Matriz de Joane

Igreja Paroquial de Joane

A Igreja Paroquial de Joane, na vila do mesmo nome, possui um órgão de dois manuais e pedaleira com acoplamentos construído por Paul Ott em 1965.

Enquadramento

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Órgão da Igreja Paroquial de JoaneMontra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Pedaleira

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Órgão da Igreja Paroquial de Joane

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Igreja Paroquial de Vermoim

[ Santa Maria ]

Igreja Matriz de Ribeirão

[ Igreja Paroquial ] [ de São Mamede ]

Igreja Matriz de Ribeirão

Igreja Matriz de Ribeirão

Construída no início do século XX, a Igreja Paroquial de Ribeirão foi ampliada e restaurada em 1998.

Possui um órgão histórico da autoria de António José dos Santos, construído em 1874, restaurado em 2016 pela JMS Organaria. com a colaboração das empresas Bom Organum e JF Organpipes. Segundo a JMS Organaria, “esta intervenção recuperou a conceção organeira original, através do restabelecimento do diapasão, plano fónico e mecânica de notas e registos original daquele que foi o mais prestigiado mestre organeiro ativo no Norte de Portugal na segunda metade do século XIX, devolvendo, igualmente, ao instrumento o esplendor ornamental da sua caixa.”

Montra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Ribeirão

Órgão da Igreja Paroquial de Ribeirão

Manuais

Órgão da Igreja Paroquial de Ribeirão

Órgão da Igreja Paroquial de Ribeirão

Igreja Paroquial de Telhado

Igreja Matriz de Telhado

Igreja Paroquial de Telhado

A Igreja Paroquial de Telhado possui um realejo histórico atribuído a Manuel de Sá Couto (1836) restaurado pela JMS Organaria em 2019.

positivo de armário com as portadas abertas

Órgão da Igreja Paroquial de Telhado

Órgão da Igreja Paroquial de Telhado

Igreja Matriz de Landim

[ Igreja Paroquial ] [ do antigo Mosteiro de Landim ]

Igreja Matriz de Landim

Igreja Matriz de Landim

A Igreja Matriz de Landim faz parte de antigo mosteiro agostinho masculino. Tem vasta cerca e edifício de planta composta, construído nas épocas românica, maneirista, barroca e Rococó, formado por igreja de planta poligonal, com endonártex, nave principal e lateral de dois tramos, Capela-mor bastante profunda, também de dois tramos, e torre sineira quadrangular adossada lateralmente, à fachada principal, e antigas dependências monacais, transformadas em residência no séc. XVVIII, desenvolvidas lateralmente, com claustro retangular, adossado à fachada lateral da igreja e corpos justapostos formando grande pátio, aberto para o exterior.

Do período românico conserva-se a estrutura base da igreja, nomeadamente a nave central, metade da Capela-mor e a estrutura do primeiro piso do claustro. Ainda se conservam alguns arcos e capitéis medievais aplicados nas arcadas cegas da Capela-mor e restos que pertenceriam às arcadas do claustro, um deles decorado com entrançados. Conserva-se ainda, a cruz pátea da empena da nave, frisos axadrezados, encaixados nas paredes da Capela-mor, os contrafortes, a parte superior do portal lateral que comunicada com o claustro, e a cobertura da Capela-mor. No jardim junto à fachada lateral existem três arquivoltas que pertenceriam possivelmente aos portais principal e lateral N.

Do período maneirista conserva-se a fachada principal da igreja, a torre sineira, a nave lateral, acrescentada à nave única que existia, e o claustro. A fachada principal apresenta Arcada plena e tripla, de acesso ao endonártex, encimada por nichos com imagens alusivas à Ordem e junto ao remate outro nicho com imagem da padroeira.

A torre sineira, austera, apresenta no coroamento gárgulas de canhão e guarda vazada, simulando balaustrada.

[ Leia MAIS. ]

tribuna e órgão

Órgão da Igreja Matriz de Landim

Órgão da Igreja Matriz de Landim

No portal do Cidadão, Sítio Oficial do Município de Vila Nova de Famalicão, era notícia, a 22 de Março de 2005:

“A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai suportar parte dos custos da intervenção do restauro do órgão da Igreja do Mosteiro de Landim. A garantia foi deixada pelo presidente da Câmara Municipal, Armindo Costa, durante uma visita de trabalho à Igreja do Mosteiro de Landim, realizada na última quinta-feira, onde o autarca se inteirou do andamento das obras de conservação e valorização que estão a decorrer neste importante monumento histórico.

O órgão de tubos, datado do início do séc. XVIII, é de grande valor histórico e patrimonial, sendo que é também muito raro (só existe mais um na Península Ibérica). O seu estado de degradação tinha já motivado a decisão do Conselho Económico e Pastoral de Landim avançar com a realização de um referendo para avaliar a disponibilidade dos paroquianos em suportar as despesas inerentes à recuperação do órgão. No entanto, face ao anúncio do presidente da Câmara, deixa de ser necessário recorrer ao referendo, o que agradou bastante ao pároco de Landim, padre Armindo Freitas. “Depois das garantias dadas pela Câmara Municipal não faz mais sentido realizar o referendo, o que é muito bom”, assinalou.

A intervenção que deverá custar cerca de 225 mil euros, será alvo de uma candidatura a fundos do Estado, como aconselhou Armindo Costa.

De acordo com o autarca, “a Câmara não podia ficar indiferente à necessidade de restaurar e conservar um instrumento tão importante para a valorização do património histórico famalicense”.

No que respeita às obras de conservação e valorização do Mosteiro, Armindo Costa realçou “o bom andamento da empreitada”, salientando que, “das cinco fases encetadas, falta apenas concluir a que se refere ao restauro da talha, dos altares e imagens e a relacionada com os arranjos na envolvente à Igreja do Mosteiro”.

Acompanhado pelo pároco da freguesia, o autarca destacou “a importância da cooperação entre o Ministério da Cultura, a Câmara Municipal e a paróquia de Landim, na conclusão da empreitada”.

Enaltecendo a importância da recuperação da igreja para a valorização da freguesia de Landim, Armindo Costa não escondeu o interesse do município em ver revalorizado aquele monumento.

As obras de valorização do Mosteiro, que implicam um investimento global de 500 mil euros, deverão estar concluídas no final do ano, permitindo a salvaguarda de um dos exemplares mais ricos e emblemáticos do estilo românico de Entre-Douro e Minho, classificado como imóvel de interesse público desde 1996.”

Órgãos de tubos do concelho da Póvoa de Lanhoso [2]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja de Águas Santas

Igreja Matriz de Águas Santas

Igreja Paroquial de Águas Santas

A Igreja Paroquial de São Martinho de Águas Santas é um edifício de arquitetura religiosa, barroca e neoclássica. de planta longitudinal, com uma só nave e Capela-mor mais estreita. fachada principal é rematada por frontão triangular com brasão no tímpano. O portal principal, de verga reta, é enquadrado por pilastras e rematado por frontão interrompido, encimado por edícula albergando a imagem do padroeiro e ladeado por duas cartelas molduradas por motivos vegetalistas, encimadas por dois janelões retangulares. No interior tem coro alto de madeira, batistério no subcoro, púlpitos com balaustrada torneada de madeira, retábulo-mor e retábulos laterais de Barroco nacional à exceção do retábulo do Sagrado Coração de Jesus, em estilo Neoclássico. A igreja tem paredes são decoradas com azulejos estampilhados, pavimento em taburnos de madeira e cobertura em abóbada de berço com caixotões de madeira.

Fonte: Monumentos

A Igreja Paroquial de São Martinho de Águas Santas possui órgão de tubos.

Santuário de Nossa Senhora de Porto de Ave

O Santuário de Nossa senhora do Porto de Ave (ou de Porto d’Ave) é um complexo religioso situado no lugar de Porto de Ave, freguesia de Taíde, Póvoa de Lanhoso. Inclui, além da igreja, que engloba um museu de arte sacra popular, uma Via-sacra com capelas dedicadas a episódios da vida da Virgem Maria e vários edifícios, originalmente de apoio aos peregrinos. Foi construído no séc. XVIII (1740) um oratório, mais tarde D. José de Bragança viria a construir o Santuário provido de uma Escadaria. Por carta Régia de 14 de abril de 1874 foi elevado à categoria de Santuário Real. O interior da nave apresenta um notável revestimento de azulejos joaninos do século XVIII, azuis e brancos, descrevendo cenas da vida da Virgem e do nascimento de Jesus. A talha dourada reveste os altares de Arte Barroca, transformando esta terra na “Aldeia do Barroco”.

Fonte: CMPL

A Igreja do Santuário de Nossa Senhora de Porto de Ave possui um órgão histórico de D. Miguel Mosquera, construído em 1740, restaurado em 1990 por António Simões.

Enquadramento

Órgão do Santuário de Porto de Ave

Órgão do Santuário de Porto de Ave

tribuna e órgão

Órgão do Santuário de Porto de Ave

Órgão do Santuário de Porto de Ave

Montra

Órgão do Santuário de Porto de Ave

Órgão do Santuário de Porto de Ave

Perspetiva frontal

Órgão do Santuário de Porto de Ave

Órgão do Santuário de Porto de Ave

varandim

Órgão do Santuário de Porto de Ave

Órgão do Santuário de Porto de Ave