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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Bastidores D'Arte – Associação Cultural
Músicas no Concelho

Seixal e as suas associações culturais

associações culturais do Seixal

associações culturais com valências musicais no Concelho. As associações de natureza etnográfica ou filarmónica têm separador próprio.

Bastidores D’Arte – Associação Cultural

Fundada a 13 de dezembro de 2019, a Bastidores D’Arte – Associação Cultural promove diversas vertentes culturais, tendo como pilar basilar o Grupo de Teatro Ivone Silva, a funcionar ininterruptamente desde a fundação. Estando em funcionamento a Escola de Teatro, são objetivos da associação a criação da Escola de Música e Belas Artes de forma a dar também espaço a tradições que chegaram a nós através de muitas gerações. A Bastidores D’Arte – Associação Cultural é ainda promotora assídua da cultura local, promovendo debates e congressos para a sua afirmação e evolução.

Bastidores D'Arte – Associação Cultural

Bastidores D’Arte – Associação Cultural

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/seixal-bastidores-d-arte.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 10:31:072024-10-28 10:46:00Seixal e as suas associações culturais
Banda de Alcochete
Músicas no Concelho

Alcochete e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Alcochete

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense
  • Sociedade Imparcial 15 de Janeiro
Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense

Fundada a 1 de dezembro de 1919 e reconhecida de utilidade pública, a Banda da Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense desenvolve a sua atividade nas áreas cultural, musical, recreativa, desportiva e de apoio social. Tem como base de formação dos seus músicos uma Escola de Música, que começou a funcionar algum tempo antes da fundação da própria Banda.

A sua primeira atuação fora do Samouco teve lugar em Cascais, utilizando como transporte uma das muitas fragatas que sulcavam o rio Tejo na época. Consta dos seus registos um concerto musical em homenagem prestada a Gago Coutinho e Sacadura Cabral, pela odisseia na travessia aérea no Oceano Atlântico, entre Portugal e Brasil.

Do seu historial fazem parte ilustres músicos e maestros, com destaque para Francisco Domingos Taneco e seu filho Jorge Taneco.

SFPLS

Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense

Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense

A Banda é composta por cerca de 50 elementos, praticamente todos formados na Escola de Música da Coletividade. A sua atividade tem-se desenvolvido de norte a sul do país em festas populares, religiosas, desfiles, concertos, intercâmbios musicais, ações levadas a efeito pelo INATEL e autarquias, assim como em espetáculos tauromáquicos, numa média superior a 50 atuações por ano.

Entre as décadas de 70 e 80 atuou 11 anos consecutivos nas festas de Nossa Senhora das Angústias em Ayamonte – Espanha, retomando a sua presença no decorrer da década de 90 até aos dias de hoje, onde continua a marcar o seu cunho e a ser muito acarinhada por gentes de terras andaluzas.

Participou em várias acontecimentos ligados à tradição e cultura tauromáquicas em vários pontos do grupo central do arquipélago dos Açores, na Graciosa e Terceira. Em 2010, lançou o seu novo trabalho discográfico: “Banda do Samouco – Campo Pequeno”, no qual a formação samouquense interpreta 16 dos pasodobles mais aplaudidos na praça número um do país. É dirigida pelo Maestro Sérgio Oliveira.

Sociedade Imparcial 15 de Janeiro

A Sociedade Imparcial 15 de Janeiro é uma coletividade de cultura e recreio de Alcochete fundada em 1898. Tem promovido as artes do teatro, do canto e da música, embora o seu ex-libris seja a sua escola de música e a sua banda, e mais recentemente, após 45 anos de inatividade o renascer do seu Orfeão.

O primeiro lugar no concurso nacional de bandas civis organizado pela E.D.P., a gravação de três discos e ainda uma colectânea destes num único CD, a Medalha de Ouro do Concelho de Alcochete, o reconhecimento de Instituição de Utilidade Pública, a Medalha de Mérito Cultural atribuída pela Secretaria de Estado da Cultura, os dois troféus R.T.P. “João Moreira de Almeida” para a melhor banda taurina, a Medalha de Prata da Federação das Colectividades de Cultura e Recreio, a distinção de Sócio de Honra “Ribatejano Ilustre” da Casa do Ribatejo, o “Galardão de Destaque da Temporada 1999”, atribuído pela Tertúlia Tauromáquica Sobralense, são momentos altos da nossa banda e da nossa coletividade.

Em 2001 gravou o 4º disco, deslocou-se à ilha Terceira-Açores e ganhou o prémio da Rádio campanário para a melhor banda taurina do país. A Banda é composta por músicos oriundos, na sua maioria, da sua escola de música. A Banda e o Orfeão são dirigidos desde 1998 pelo maestro António Francisco Rei Menino.

BA

Banda de Alcochete

Banda de Alcochete

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/alcochete-banda-de-alcochete.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-24 22:56:392024-09-18 10:36:15Alcochete e as suas filarmónicas
Banda de Música de São João da Madeira
Músicas no Concelho

São João da Madeira e as suas filarmónicas

Filarmónicas de São João da Madeira

Bandas de música, história e atividades no Concelho

Banda de Música de S. João da Madeira

Fundada em 1863, a Banda de Música de São João da Madeira é a mais antiga instituição de S. João da Madeira em atividade. É constituída por cerca de cinco dezenas de elementos regidos pelo maestro Tiago Soares.

BMSJM

Banda de Música de São João da Madeira

Banda de Música de São João da Madeira

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/banda-de-musica-de-sao-joao-da-madeira-160-anos-2023.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 14:53:542023-10-08 10:45:16São João da Madeira e as suas filarmónicas
Grupo Folclórico As Padeirinhas de Ul
Músicas no Concelho

Oliveira de Azeméis e o seu folclore

Folclore de Oliveira de Azeméis

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Grupo Folclórico As Ceifeiras de São Martinho de Fajões
  • Grupo Folclórico As Padeirinhas de Ul
  • Grupo Folclórico de Cidacos
  • Grupo Folclórico de Palmaz
  • Rancho Folclórico “Cravos e Rosas”
  • Rancho Folclórico do Grupo Musical Macinhatense
  • Rancho Folclórico e Etnográfico d’A Chama
Grupo Folclórico As Ceifeiras de São Martinho de Fajões

O Rancho Folclórico “As Ceifeiras de S. Martinho de Fajões” foi fundado a 26 de março de 1956 e desde então mantem e divulga as suas origens e tradições.

GFCSMF

Grupo Folclórico As Ceifeiras de São Martinho de Fajões

Grupo Folclórico As Ceifeiras de São Martinho de Fajões

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Grupo Folclórico As Padeirinhas de Ul

O Grupo Folclórico As Padeirinhas de Ul foi fundado no ano de 1986, sendo que a sua primeira formação remonta a 1950. Representa as padeiras e os moleiros, os usos e costumes da região.

GFPU

Grupo Folclórico As Padeirinhas de Ul

Grupo Folclórico As Padeirinhas de Ul

Cavaquinho

Grupo Folclórico As Padeirinhas de Ul

Grupo Folclórico As Padeirinhas de Ul

Concertina

Grupo Folclórico As Padeirinhas de Ul

Grupo Folclórico As Padeirinhas de Ul

Ferrinhos

Grupo Folclórico As Padeirinhas de Ul

Grupo Folclórico As Padeirinhas de Ul

Tambor

Grupo Folclórico As Padeirinhas de Ul

Grupo Folclórico As Padeirinhas de Ul

Grupo Folclórico de Cidacos

O Grupo Folclórico de Cidacos é uma associação de natureza etnográfica do concelho de Oliveira de Azeméis.

GFC

Grupo Folclórico de Cidacos

Grupo Folclórico de Cidacos

Grupo Folclórico de Palmaz

O Grupo Folclórico de Palmaz é uma associação de natureza etnográfica do concelho de Oliveira de Azeméis.

GFP

Grupo Folclórico de Palmaz

Grupo Folclórico de Palmaz

Rancho Folclórico “Cravos e Rosas”

O Rancho Folclórico “Cravos e Rosas” é uma associação de natureza etnográfica do concelho de Oliveira de Azeméis, de Santa Maria de UL. Foi fundado a 5 de outubro de 1988.

RFCR

Rancho Folclórico “Cravos e Rosas”

Rancho Folclórico “Cravos e Rosas”

Rancho Folclórico do Grupo Musical Macinhatense

O Rancho Folclórico do Grupo Musical Macinhatense é uma associação de natureza etnográfica do concelho de Oliveira de Azeméis. Nasceu a 22 de dezembro de 1995. Deslocou-se em 2007 a França; em 2009 a Itália; em 2015 a Espanha; e em 2011 à Madeira.

RFGMM

Rancho Folclórico do Grupo Musical Macinhatense

Rancho Folclórico do Grupo Musical Macinhatense

Rancho Folclórico e Etnográfico d’A Chama

O Rancho Folclórico e Etnográfico d’A Chama, da A CHAMA – Associação Recreativa e Cultural de São Roque, é filiado na Federação do Folclore Português, como sócio efetivo, desde 02 de novembro de 2010.

Como figurantes, apresenta: galinheira (mulher que comprava, de porta em porta, galinhas e outros animais nomeadamente coelhos e, posteriormente ia vender no mercado ou em feiras da região; a lavradeira (mulher que se deslocava para o amanho das terras, levando consigo o seu filho à cabeça no cesto para o campo, amamentando-o quando fosse necessário;  a leiteira (rapariga que vendia leite pela casa das pessoas, ao final da noite, que normalmente voltava a casa acompanhada pelo namorico); o serandeiro (nas desfolhadas, com a cara tapada, entrava no alpendre do lavrador ou na eira, para dar a cheirar aos presentes o manjericão ou alfazema, não deixando de dar um galanteio à sua “conversada” se esta lá estivesse); o barbeiro (homem que possuía a sua pequena barbearia, na aldeia, fazendo a sua abertura à quarta-feira e sábados e, por vezes ao domingo de manhã. Também se deslocava sempre que o solicitassem, a casa dos doentes para fazer o corte da barba e cabelo); a mulher romeira (Esta senhora deslocava-se às festas e romarias, fazendo-se acompanhar da sua condensa, levando dentro a apetitosa merenda); o vidreiro (homem que moldava o vidro através da cana e do molde. Foi na terra de S. Roque, lugar do Côvo, que existiu a primeira fábrica do vidro na Península Ibérica, por volta do ano 1500.)

RFEC

Rancho Folclórico e Etnográfico d’A Chama

Rancho Folclórico e Etnográfico d’A Chama

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/oliveira-de-azemeis-grupo-folclorico-as-padeirinhas-de-ul.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-26 11:25:352024-10-30 06:44:47Oliveira de Azeméis e o seu folclore
Conjunto escultórico no centro de Castelo de Paiva em frente da igreja matrizAntónio José Ferreira
Músicas no Concelho

Castelo de Paiva Rota Musical

Rota Musical em Castelo de Paiva

Monumentos e esculturas em torno da Música no Concelho

Conjunto escultórico

Em frente da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção de Sobrado encontra-se um conjunto escultórico que figura um sax alto e um contrabaixo.

Conjunto escultórico no centro de Castelo de Paiva em frente da igreja matriz

Sax alto no centro de Castelo de Paiva em frente da Igreja Matriz, créditos AJF

Conjunto escultórico no centro de Castelo de Paiva em frente da igreja matriz

Conjunto escultórico no centro de Castelo de Paiva em frente da Igreja Matriz

Conjunto escultórico no centro de Castelo de Paiva em frente da igreja matriz

Contrabaixo no centro de Castelo de Paiva em frente da Igreja Matriz, créditos AJF 2022

Coreto

No jardim ao lado da Igreja Matriz encontra-se um coreto de planta hexagonal, com gradeamento de ferro e base em granito, tal como as colunas que sustentam a cobertura em forma de telhado e os cinco degraus de acesso.

Coreto ao lado da igreja matriz de Sobrado, Castelo de Paiva, créditos Pedro Castro

Coreto ao lado da Igreja Matriz de Sobrado, Castelo de Paiva, créditos Pedro Castro

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2022/08/castelo-de-paiva-escultura-contrabaixo-ft-ajf-2022.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2022-08-15 17:25:042024-11-24 14:06:44Castelo de Paiva Rota Musical
Academia de Música de Castelo de Paiva
Músicas no Concelho

Castelo de Paiva e as suas escolas de música

Escolas de Música de Castelo de Paiva

Ensino da Música no Concelho

Academia de Música de Castelo de Paiva

Rua Emídio Navarro, 102

4550-126 Castelo de Paiva

A Academia de Música de Castelo de Paiva é um estabelecimento do ensino especializado de música lecionando cursos básicos e secundários de música de acordo com os normativos em vigor e a autorização concedida pelo Ministério da Educação. Funcionando em regime de paralelismo pedagógico durante vários anos, a Academia viu reconhecido em 2011 o seu mérito artístico e educativo através da atribuição da Autonomia Pedagógica pelo Ministério da Educação e Ciência, aos cursos que leciona. A Academia enquadra-se assim nos objetivos do sistema educativo e, por conseguinte, os estudos que leciona são equiparados aos ministrados nas escolas públicas.

O meio musical paivense teve, ao longo do século passado e no presente, uma vincada raiz popular. Em meados do séc. XIX o fenómeno ligado ao aparecimento das bandas de música no país não passou indiferente aos nossos antepassados que, inteligentemente souberam agarrar a ideia criando, na freguesia de Bairros, a 1ª Filarmónica de Castelo de Paiva.

Em 1909, foi fundada a Banda Marcial de Fornos e em meados do século a Banda dos Mineiros do Pejão que chegou a ser considerada a melhor Banda Civil do país.

Paralelamente a este tipo de organizações, o folclore sempre fez parte das mais profundas vivências culturais das gentes paivenses. O cancioneiro musical, a precisar de ser urgentemente elaborado, é riquíssimo e cresceu intimamente ligado aos trabalhos do campo e às festividades populares e religiosas.

Ao nível do ensino da música saliente-se o esforço das bandas filarmónicas que, de uma forma amadorística e gratuita, criaram escolas e formaram nelas os seus executantes.

Na década de 70, com a democratização social e política, a reforma do ensino atribuiu à Educação Musical um papel importante na formação das crianças e jovens, instituindo a disciplina como curricular, novas perspetivas se abriram para aqueles que sempre sentiram a música como vocação.

Os conservatórios de Música, deixaram de ser exclusivos de determinadas elites, abrindo as portas a todos. A importância dada aos processos relacionados com a cultura e sociedade, resultaram na proliferação, por todo o país, de organizações artístico-culturais nomeadamente na área performativa da música.

Castelo de Paiva não viveu indiferente a este movimento renovador e 1988, por iniciativa da Câmara Municipal, foi inaugurada pelo Presidente da Republica, Mário Soares, a Casa Municipal da Cultura, nela se instalando a Escola de Musica. Funcionando esse ano letivo como ano experimental, foi-lhe concedida, no ano letivo de 1989/1990, pelo Ministério da Educação, autorização provisória de funcionamento.

Sendo gerida pela Câmara Municipal até 1994, por razões de ordem legal e funcional, decidiu-se, por protocolo, “transferir a sua gestão para uma pessoa colectiva, de índole associativa, vocacionada nesta área, salvaguardando a actividade e as funções sociais que a escola hoje desempenha e, também a prestação de colaboração às iniciativas da Câmara Municipal, em troca de apoio que esta anualmente prestará” (in Protocolo de Cooperação celebrado entre a Câmara Municipal e a Academia de Música de Castelo de Paiva, 1994).

A pessoa coletiva acima referida é a Academia de Música de Castelo de Paiva, criada com o objetivo de gerir a Escola de Música, com estatutos e regulamentos próprios. A ligação à Câmara Municipal, não é posta em causa, quer no protocolo, quer no Regulamento Interno aprovado pelos associados.

Ao longo da sua existência, considerando a especificidade do público escolar e a tradição musical do meio, a escola soube introduzir o currículo que melhor se adaptava às necessidades locais. Assim, os cursos propostos, têm procurado dar resposta aos organismos existentes, nomeadamente, bandas de música, coros, grupos etnográficos e ranchos folclóricos a quem a Academia reduziu as propinas e priorizou as matrículas aos alunos propostos por estas entidades, nas condições previstas no regulamento. A Escola rege-se por estatutos devidamente aprovados e por um Regulamento Interno homologado em Assembleia Geral.

Fonte: AMCP

Coro

Academia de Música de Castelo de Paiva, coro

Academia de Música de Castelo de Paiva, coro

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2024/07/castelo-de-paiva-academia-de-musica-de-castelo-de-paiva.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-24 19:49:292024-11-24 14:06:01Castelo de Paiva e as suas escolas de música
Banda Filarmónica de Pinela
Músicas no Concelho

Bragança e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Bragança

Bandas de música, história e atividades no Concelho

  • Banda Filarmónica de Bragança
  • Banda Filarmónica de Pinela
  • Banda Musical de Izeda
Banda Filarmónica de Bragança

A Banda Filarmónica de Bragança foi fundada em 1977. Durante vários anos manteve-se num formato de pequena dimensão sobre a direção musical do maestro Albino Carneiro, tendo regularmente um efetivo de 16 a 20 músicos e chegando a adotar a denominação de Mini-Banda de Bragança. Na década de 90, a direção musical foi assumida pelo maestro José Barradas, fase em que a Banda Filarmónica de Bragança atingiu os 30 músicos.

Em 2007 a Banda entrou numa nova fase sob a direção musical do maestro Chéu Líbano. Desde então, foi criada uma escola de música com um projeto educativo definido e um corpo docente como apoio à formação dos alunos e músicos efetivos da Banda. Neste momento fazem parte desta Associação Filarmónica 42 músicos efetivos e 20 alunos na escola de música. A Banda Filarmónica de Bragança tem como objetivos primordiais o incentivo pela aprendizagem musical das crianças e jovens de Bragança e a promoção da cidade.

BFB

Banda Filarmónica de Bragança

Banda Filarmónica de Bragança

Banda Filarmónica de Pinela

A Banda Filarmónica de Pinela é uma coletividade de natureza filarmónica da freguesia de Pinela, concelho de Bragança.

BFP

Banda Filarmónica de Pinela

Banda Filarmónica de Pinela

Banda Musical de Izeda

Coletividade centenária fundada em 1895, a Banda de Música de Izeda, tem dignificado a Vila de Izeda e proporcionado aos seus elementos uma formação contínua a nível musical e cultural, sendo um pilar fundamental da região para a formação de gerações vindouras. No seu currículo constam inúmeras atuações em festas religiosas e cívicas, concertos, festas populares, desfiles e comemorações. Esta coletividade é sócio fundador da Federação Transmontano-Duriense de Bandas Filarmónicas. Está inscrita no Instituto Português da Juventude, no INATEL e no registo Nacional das Associações Juvenis.

Gravou o seu 1º CD em 2010 sob a direção musical do maestro Hugo Diz. Participa regularmente em iniciativas culturais, convívios e intercâmbios onde se destaca a deslocação a França a convite da Philharmonique Portugaise de Paris.

BMI

Banda Musical de Izeda

Banda Musical de Izeda

Em 2013, o maestro Carlos Costa assumiu a direção artística e pedagógica da Banda de Música de Izeda, com o principal objetivo de reforçar e fortalecer os pilares da Banda de Música. Desde então, foi criada uma escola de música com um projeto educativo definido e um corpo docente como apoio à formação dos alunos e músicos efetivos da coletividade. A principal função destas “Oficinas da música”, assim intituladas, passa pelo incentivo na aprendizagem musical das crianças e jovens de Izeda e suas freguesias envolventes.

É composta por cerca de 40 elementos sendo estes na sua maioria jovens que se formam na sua Escola de Música.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/braganca-banda-filarmonica-de-pinela.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-24 16:28:522024-10-28 19:38:21Bragança e as suas filarmónicas
Grupo Etnográfico das Aves
Músicas no Concelho

Santo Tirso e o seu folclore

Folclore de Santo Tirso

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • grupo etnográfico das Aves
  • Grupo Folclórico de S. Martinho do Campo
  • Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto
  • Rancho Etnográfico Santa Maria de Negrelos
  • Rancho Folclórico de Santo André de Sobrado (Vila das Aves)
  • Rancho Folclórico de S. Mamede de Negrelos
  • Rancho Folclórico de S. Pedro de Roriz
  • Rancho Folclórico de S. Salvador de Monte Córdova
  • Rancho Folclórico Santa Eulália de Lamelas
  • Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga
grupo etnográfico das Aves

O grupo etnográfico das Aves foi fundado em 1955. Natural das Fontainhas, foi inicialmente batizado como “Rancho dos Marinheiros das Fontaínhas”, para mais tarde lhe darem o nome de “grupo etnográfico de Vila das Aves”. Esta Associação Cultural e Recreativa tem como objetivo a divulgação dos costumes e tradições do povo da sua região (Baixo Minho e Douro Litoral) Percorre anualmente o país de Norte a Sul e apresentou-se várias vezes no estrangeiro. Tem atuado em festivais folclóricos, festas e romarias procurando dignificar o Folclore da região. Na Praceta das Fontainhas realizou em 2024 o seu 35º Festival de Folclore.

Rua Infante D. Henrique, 93
4795-075 Vila das Aves

Grupo Etnográfico das Aves

grupo etnográfico das Aves

Grupo Folclórico de S. Martinho do Campo

Associação cultural de natureza etnográfica, o Grupo Folclórico de S. Martinho do Campo foi fundado a 23 de abril de 1957 e tem-se dedicado à conservação do Folclore.

GFSMC

Grupo Folclórico de S. Martinho do Campo

Grupo Folclórico de S. Martinho do Campo

Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto

O Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto foi fundado em 18 de junho de 1977. Pertence à Freguesia que lhe deu o nome, Concelho de Santo Tirso, e está inserido na Região do Baixo Minho/Ave. Fez a sua primeira apresentação ao público em 1978. Desde então, procura apresentar com rigor as danças e cantares, bem como o modo de trajar daqueles que viveram em Santa Cristina do Couto no fim do século XIX e princípio do século XX (1890- 1910).

É membro efetivo da Federação do Folclore Português e sócio fundador da Associação de Folclore e Etnografia de Santo Tirso.

RFSCC

Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto

Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto

De Norte a Sul do País, Açores e Madeira e Estrangeiro, tem participado em festivais nacionais e internacionais de Folclore. Organiza todos os anos o Festival de Folclore, Exposição de Trajes e Utensílios Antigos, Encontro de cantadores de Janeiras e Reis, além das festas das Rosas e de S. Martinho, também estas com Festival de Folclore.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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962 942 759

Rancho Folclórico de Santo André de Sobrado (Vila das Aves)

Sobrado é um lugar de Vila das Aves. No mês de abril de 1955, aquando da organização de um cortejo para angariação fundos para a construção de Patronato (Casa dos Pobres) um grupo de rapazes e raparigas do Lugar de Sobrado encantaram a freguesia com as suas danças e seus cantares. Tal foi o entusiasmo que, em 6 julho de 1956, nasceu o Rancho de Santo André de Sobrado.

Durante uma década, este Rancho, levou a vários cantos de Portugal as danças e cantares do povo de Sobrado, vindo a dar-se um interregno nos anos 60. Na década de 1990, alguns dos elementos fundadores juntaram-se para celebrar o santo padroeiro, Santo André, e darem de novo vida ao Rancho situado na Região de Entre Douro e Minho e detentor de vasto reportório. Tem-se mantendo fiel na recolha dos trajes, danças e cantares da sua região, organizando o seu festival em junho. Tem percorrido Portugal de Norte a Sul. Já se apresentou em Espanha e França.

(Em Valongo existe um rancho com o mesmo nome.)

Rancho Etnográfico Santa Maria de Negrelos

Sócio efetivo da Federação do Folclore Português e do INATEL, o Rancho Etnográfico de Santa Maria de Negrelos foi fundado a 22 de setembro de 1991. Embora pertencendo à freguesia de Roriz optou pela designação de Santa Maria de Negrelos, em memória da extinta freguesia do mesmo nome, anexada em 1575 ao Mosteiro de Roriz. Foi com a intenção de preservar e dar continuidade às raízes culturais dos seus costumes, bem expressos nos seus cantares, nas suas danças e na sua música, que em 1991 se formou o Rancho Etnográfico de Santa Maria de Negrelos.  Organiza anualmente o seu festival e participa em festas e festivais em todo o país e no estrangeiro.

RESMN

Rancho etnográfico de Santa Maria de Negrelos

Rancho etnográfico de Santa Maria de Negrelos

Rancho Folclórico de S. Mamede de Negrelos

O Rancho Folclórico de S. Mamede de Negrelos foi fundado a 2 de março de 1990 e fez a sua primeira atuação em público a 14 de setembro de 1991. Desde então tem percorrido várias regiões do país, efetuou a sua primeira participação televisiva em 1999 no programa praça da alegria da R.T.P., passando também em 2001 pelo programa Lunar da TV Galiza (Espanha).

As suas danças e cantares são da Região de entre Douro e Minho. Tem como principal dança o “Vira da nossa Terra”, em que faz homenagem à padroeira do Rancho, Santa Verónica. O Rancho Folclórico de S. Mamede de Negrelos apresenta-se trajado com as vestes características da sua região.

RFSMN

Rancho Folclórico de S. Mamede de Negrelos

Rancho Folclórico de S. Mamede de Negrelos

Rancho Folclórico de S. Pedro de Roriz

O Rancho Folclórico de S. Pedro de Roriz foi fundado em 1989 e pretende ser o embaixador da sua terra e da sua cultura milenar. Para tal investigou e recolheu elementos que lhe permitem reproduzir com fidelidade as danças, os cantares e os trajes do povo.

A gente de Roriz nasceu à volta do seu mosteiro, de arquitetura românica, e ainda hoje conserva traços bem visíveis do seu passado longínquo. Gente que vivia do amanho das terras, mantém bem vivas as tradições, danças e cantares que nos recordam o ambiente festivo das malhas, das sachas, das desfolhadas ou das vindimas, que amenizavam o peso do trabalho rural.

RFSPR

Rancho Folclórico de S. Pedro de Roriz

Rancho Folclórico de S. Pedro de Roriz

Membro da Federação do Folclore Português e do INATEL, o grupo participou em vários festivais nacionais e internacionais do Folclore, de Norte a Sul do País, . Atuou em Espanha e no México (2001). Esteve no programa “Praça da Alegria” transmitido desde Santo Tirso (2009).

Rancho Folclórico de S. Salvador de Monte Córdova

O Rancho Folclórico de S. Salvador de Monte Córdova é uma associação de natureza etnográfica do concelho de Santo Tirso.

RFSSMC

S. Salvador de Monte Córdova, foto Jornal O Cordovense

Rancho Folclórico de S. Salvador de Monte Córdova

Rancho Folclórico Santa Eulália de Lamelas

O Rancho Folclórico de Lamelas foi fundado 16 de março de 1963. Os trajes correspondem às vestes utilizadas noutros tempos e são os trajes de lavradeira rica, lavradeira pobre, traje domingueiro e traje de linho. Os instrumentos musicais usados pelo Rancho são as concertinas, violas, cavaquinhos, violas braguesas, reco-reco, tambor e ferrinhos. O Rancho Folclórico de Santa Eulália de Lamelas é filiado na Federação Portuguesa de Folclore. Realiza todos os anos o seu Festival de Folclore.

RFSEL

Rancho Folclórico de Santa Eulália de Lamelas

Rancho Folclórico de Santa Eulália de Lamelas

Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga

Fundado em 1956 na freguesia da Reguenga do Concelho de Santo Tirso, o Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga é uma das coletividades mais típicas e características da sua Região. Situado no Vale do Leça o seu folclore foi nitidamente influenciado pelo folclore minhoto e maiato.

Mantendo-se inalteráveis ao longo dos anos, os seus trajes remontam aos finais do século XVIII, destacando-se os de galinheira e lavradeira rica. Atuou de Norte a Sul de Portugal, nos Açores e na Madeira. Efetuou digressões por Espanha, França, Alemanha, Inglaterra e Brasil.

Membro fundador da Federação de Folclore Português e organizador de um elevado número de iniciativas de carácter etnográfico e folclórico, o Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga tem como primordial objetivo a preservação e divulgação genuína do folclore do Vale do Leça.

RTSMR

Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga

Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/santo-tirso-grupo-etnografico-das-aves.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-24 15:16:022024-10-27 22:54:55Santo Tirso e o seu folclore
Grupo de Danças e Cantares de Alfena
Músicas no Concelho

Valongo e o seu folclore

Folclore de Valongo

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Entre Douro e Minho
  • Distrito: Porto

04 grupos

  • Grupo de Danças e Cantares de Alfena
  • Rancho Folclórico de Santo André de Sobrado
  • Rancho Infantil e Juvenil Padeirinhas de Valongo
  • Rancho Regional de Campo
Grupo de Danças e Cantares de Alfena

O Grupo de Danças e Cantares de Alfena é uma das valências da ASPRECA, que, de norte a sul do país, divulga as raízes do povo da cidade de Alfena. A ASPRECA – Associação para a Preservação do Património Cultural Popular de Alfena tem como objetivo o estudo, preservação e divulgação do património Cultural Popular Tradicional da freguesia de Alfena. A Associação foi fundada em 11-11-2012, por altura do São Martinho, por um grupo de amigos ligados às lides tradicionais populares e ao folclore e etnografia, no sentido de, com a veracidade e fidedignidade possíveis, evitar a perda de uma identidade própria, em face da globalização.

GDCA

Grupo de Danças e Cantares de Alfena

Grupo de Danças e Cantares de Alfena

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico de Santo André de Sobrado

Situado na região Entre Douro e Minho, distrito do Porto, concelho de Valongo, o Rancho Folclórico de Santo André de Sobrado foi fundado no ano de 1989. Sobrado é uma freguesia do concelho de Valongo, situada num vale com planícies cercadas de montanhas ricas em madeira e atravessada pelas águas do Rio Ferreira que, nas suas margens, propicia a agricultura.

Os trajes, danças e cantares recolhidos na altura da sua fundação estão relacionados com os trabalhos do linho e da agricultura. Muita da atividade do grupo gira à volta do ciclo do linho, sendo desenvolvidas todas as atividades do processo de fabrico do
linho. São de salientar as representações dos trabalhos do ciclo do linho com os tradicionais cantares a vozes recolhidos pelo grupo.

Do seu repertório foram realizadas duas edições em cassete e duas em CD. Na sua atividade anual realiza o seu Festival de Folclore, a festa do seu aniversário, no dia do padroeiro da freguesia, Santo André, e uma desfolhada tradicional. O grupo conta com exibições por todo o país, contando ainda a nível internacional com várias apresentações na Espanha e na França.

É membro aderente da Federação do Folclore Português.

(Para efeito de desambiguação, informamos que existe em Vila das Aves, concelho de Santo Tirso, um rancho com o mesmo nome.)

RFSAS

Rancho de Santo André de Sobrado, Valongo

Rancho de Santo André de Sobrado, Valongo

Rancho Infantil e Juvenil Padeirinhas de Valongo

Sediado em Valongo, região do Douro Litoral, o Rancho Infantil e Juvenil Padeirinhas de Valongo foi fundado a 27 de novembro de 1986.

RIJPV

Rancho Infantil e Juvenil Padeirinhas de Valongo

Rancho Infantil e Juvenil Padeirinhas de Valongo

Rancho Regional de Campo

O Rancho Regional de Campo, Valongo, nascido a 11 de abril de 1986 é composto por cerca de 40 elementos. Representar, hoje, com justa legitimidade, o puro folclore e etnografia da sua região (Douro Litoral – Norte). A 13km a norte do Porto (região Entre Douro e Minho), Campo destaca-se pela sua beleza paisagística, em que o verde dos campos contrasta com o cinzento das lousas, e pela qualidade dos seus biscoitos e regueifa. O Rancho divulga num repertório rico e variado as danças e cantares da região, entre as quais os viras, os malhões, a cana verde e a chula, que constituem um dos principais motivos para as pessoas se juntarem nas horas de lazer.

RRC

Rancho Regional de Campo

Rancho Regional de Campo

A tocata do rancho consta de diversos instrumentos que num conjunto agradavelmente harmonioso, reproduzem o ritmo alegre e comunicativo da música tradicional. Quanto aos trajes, apresenta o grupo os trajes usados outrora e identificados com os usos e costumes da sua região, sejam eles trajes de trabalho, feira, romaria, domingar, noivos e missa ou culto rico.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/valongo-grupo-de-dancas-e-cantares-de-alfena.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-24 12:56:142024-10-28 18:31:21Valongo e o seu folclore
Frescos da Igreja Matriz de AlvitoVítor Serrão
Músicas no Concelho

Alvito Rota Musical

MÚSICA À VISTA

Arte de temática musical no Concelho

Igreja Matriz de Alvito

“Sob a camada de azulejos de padronagem de meados do século XVII foram descobertos frescos que forram o corpo da Igreja Matriz do Alvito. São restos de uma campanha de fim do séc. XVI da oficina de José de Escovar com anjos músicos, que ocuparia a sanca das paredes do cruzeiro e se estenderia, talvez, ao arco triunfal.

José de Escovar, com oficina na Rua do Raimundo em Évora, foi o mais prolixo fresquista activo no Alentejo entre 1583 a 1622: conheço nada menos que três dezenas de igrejas, conventos e capelas decoradas por ele e sua oficina. Também pintava a óleo (em Vila Nova de Baronia, 1603), mas com muito menor êxito.” (Vítor Serrão)

Anjo músico

Frescos da Igreja Matriz de Alvito

Frescos da Igreja Matriz de Alvito, créditos Vítor Serrão

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/alvito-fresco-ano-musico.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-24 10:05:492024-12-20 22:50:49Alvito Rota Musical
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