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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Conservatório de Música de Paredes
Músicas no Concelho

Paredes e as suas escolas de música

Escolas de Música em Paredes

Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Academia de Música e Artes do Padrão -AMAP

Avenida Engenheiro Adelino da Costa, 106
4585-340 Rebordosa
Sítio: www.amapadrao.com

Conservatório de Dança do Vale do Sousa

R. do Monte da Póvoa, 81
4580-156 Paredes
Tel. (+00 351) 255 783 297

O Conservatório de Dança do Vale do Sousa foi criado em 2005 na cidade de Paredes, pela professora e diretora Bianca Tavares. Assume desde essa altura o compromisso de proporcionar aos seus alunos um ensino de excelência, providenciando-lhes todas as ferramentas que o mundo exigente da dança requere e preparando-os assim para um futuro nesta área.

Em 2010 foi concedido ao Conservatório, pela DREN, a autorização definitiva de funcionamento para o Curso Básico de Dança e, em 2012 esta autorização foi alargada ao Curso Complementar de Dança (10º ao 12º ano). Desta forma, a escola possui o ensino artístico especializado em dança, que funciona em articulação com as escolas básica e secundária de Paredes. Desta forma, por exemplo, os alunos do 5º ano, em detrimento de disciplinas como educação física, educação musical e tecnológica, possuem disciplinas de Dança e Música no Conservatório, contando estas igualmente para a sua pauta escolar. Os alunos que frequentem o ensino articulado no curso básico (5º ao 9º ano) têm também a sua frequência curricular na academia financiada pelo Ministério da Educação.

Tendo como máxima o enriquecimento dos alunos e o reconhecimento do seu trabalho, a escola tem participado em espetáculos conjuntos, em workshops, festivais, concursos, entre outras atividades. Com o desenvolvimento do seu trabalho e consequente reconhecimento, o Conservatório já tem atraído alunos de outras cidades, como do Porto ou Viana do Castelo. Além destes salientam-se os vários alunos que, após a formação na escola, partiram com rumo ao Reino Unido onde apostaram na sua carreira enquanto bailarinos, como os paredenses Maria Sousa, Diogo Barbosa, Carolina Freitas, Catarina Alves, entre outros.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Conservatório de Música de Paredes

Rua Dr. José Magalhães
4580-133 Paredes
Sítio: www.conservatoriomusicaparedes.pt

Conservatório de Música de Paredes

Conservatório de Música de Paredes

Escola de Música da Banda de Música de Cête

Tlm. (+00 351) 913 350 482
Correio eletrónico: escola@bandamusicacete.com

Escola de Música da Banda de Vilela

Av. 25 de Abril, 108
4580-641 Paredes
Tlm. (+00 351) 910 505 934

Escola de Música Solidó

Av. da República 145
4580-193 Paredes
Tel. (+00 351) 255 777 703

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/paredes-conservatorio-de-musica-de-paredes.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-21 15:56:052024-10-29 22:55:59Paredes e as suas escolas de música
Grupo Etnográfico de Lorvão
Músicas no Concelho

Penacova e o seu folclore

Folclore de Penacova

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Beira Litoral (Gândara, Bairrada e Mondego)
  • Distrito: Coimbra

05 grupos

  • grupo etnográfico de Lorvão
  • Rancho Folclórico “As Paliteiras de Chelo”
  • Rancho Folclórico, Cultural e Etnográfico da Casa do Povo de São Pedro de Alva
  • Rancho Folclórico de Penacova
  • Rancho Folclórico e Etnográfico do Zagalho e Vale do Conde
grupo etnográfico de Lorvão

O grupo etnográfico de Lorvão pertence à freguesia de Lorvão, no concelho de Penacova, conhecida pelo seu milenar Mosteiro. Lorvão fica à beira do rio Mondego a 20 km de Coimbra, no centro da Beira Litoral.

GEL

Grupo Etnográfico de Lorvão

grupo etnográfico de Lorvão

Rancho Folclórico “As Paliteiras de Chelo”

O Rancho Folclórico “As Paliteiras” de Chelo pertence a Chelo,  Lorvão, onde monges e freiras viveram durante séculos, e também pela “arte do fazer dos palitos”, atividade que este rancho se esforça por manter viva através das suas artesãs.

Rancho Folclórico, Cultural e Etnográfico da Casa do Povo de São Pedro de Alva

O Rancho Folclórico de São Pedro de Alva foi fundado em 1978, nascendo de uma festa de crianças. Hoje é composto por jovens e pessoas de várias idades que nas horas livres se dedicam a preservar e divulgar a cultura popular.

Os pares representam vários trajes usados nesse tempo refletindo a condição pobre das pessoas da época: trajes de noivos, trajes de gente abastada, trajes domingueiros, de ir-à-feira e trajes de trabalho dos quais se destacam a ceifeira, os trajes da eira, o lenhador, a mulher do molho, a lavadeira, o resineiro, o malhador, a padeira, o boieiro, as vendedeiras, o homem da horta e da rega e o traje de romeiros.

O Rancho tem-se apresentado de norte a sul de Portugal, com atuações nos Açores e Luxemburgo. Realiza anualmente o seu Festival de Folclore na praça da vila, a tradicional descamisada, o cantar das Janeiras e dos reis, os cânticos do ciclo natalício e também participa em feiras à moda antiga, mostrando com dignidade o seu vasto reportório.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português e filiado no INATEL.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

FOI NOTÍCIA

Em 2016, o Município de Penacova, o grupo etnográfico de Lorvão e o Rancho Folclórico “As Paliteiras de Chelo” foram convidados pela Federação de Folclore Português para participar no Congresso Nacional de Folclore, no painel “Inventário Nacional de Património Cultural Imaterial”, que se realizou em Leiria, nos dias 10 e 11 de dezembro.

Assim, alguns elementos do grupo etnográfico de Lorvão e do Rancho Folclórico “As Paliteiras de Chelo” apresentaram no palco do Teatro José Lúcio da Silva, as várias fases do ciclo dos palitos. Esta recriação iniciou-se com o descasque dos rolos de salgueiro e a secagem do pau, em castelos. Depois o pau foi rachado e com a habilidade, destreza e experiência da paliteira e com a ajuda de uma navalha, transformado em palitos. Uma vez pronto o palito foi vendido na mercearia e trocado por géneros alimentares. Depois foi embalado e por fim comercializado no País e no estrangeiro.

Paula Silva, Técnica Superior da Câmara Municipal de Penacova, responsável pela inscrição dos “Conhecimentos tradicionais, de caráter etnobotânico e artesanal, utilizados no processo de produção dos palitos (Lorvão, Figueira de Lorvão, Penacova) no Inventário Nacional de Património Cultural Imaterial, apresentou todo o processo de registo desta manifestação de PCI. Apresentou as folhas de inventário nacional e indicou como proceder à inventariação de PCI em http://matriz.dgpc.pt .

Referiu que o procedimento de registo de uma manifestação de PCI no Inventário Nacional constitui em Portugal a única forma de proteção legal, juridicamente validada à escala nacional. Falou na obrigação dos municípios para a proteção dos bens com valor cultural imaterial, assim como para a salvaguarda das manifestações culturais. Alertou ainda que, o regime jurídico estipula a obrigatoriedade de ser efetuada a “revisão ordinária”, com uma regularidade de pelo menos 10 anos, de modo a aferir as alterações ocorridas na manifestação de PCI, assim como a possibilidade de ser efetuada a respetiva “atualização”, que pode ser suscitada a qualquer momento em virtude dessas alterações.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/penacova-grupo-etnografico-de-lorvao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-21 11:01:412024-11-20 19:33:37Penacova e o seu folclore
Escola de Artes de Penacova
Músicas no Concelho

Penacova e as suas escolas de Música

Escolas de Música de Penacova

Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Escola de Artes de Penacova

Edifício da Biblioteca Municipal de Penacova
Rua da Eirinha
3360-330 Penacova
Tel. (+00 351) 239 470 306
Sítio: www.escolartespenacova.com
Correio eletrónico: escolartespenacova@gmail.com

A Escola de Artes de Penacova tem por objetivo servir a comunidade criando condições para que os jovens usufruam da Música, Dança ou Teatro. Prepara os jovens para que possam integrar as mais diversas modalidades musicais e artísticas, assim como, proporcionar-lhes mais uma forma de prosseguir os  estudos. A ideia surgiu não só com uma atitude educativa, mas também como uma forma de crianças/jovens ocuparem os seus tempos livres, aprendendo num ambiente saudável de agradável convívio entre eles.

Escola de Artes de Penacova

Escola de Artes de Penacova

Escola de Música da Filarmónica de São Pedro de Alva

Correio eletrónico: filarmonica.spalva@sapo.pt

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/penacova-escola-de-artes-de-penacova.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-21 01:51:262024-11-20 19:32:04Penacova e as suas escolas de Música
Banda Filarmónica de Penacova
Músicas no Concelho

Penacova e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Penacova

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Banda Filarmónica da Casa do Povo de Penacova
  • Filarmónica Boa Vontade Lorvanense
  • Filarmónica da Casa do Povo de São Pedro de Alva
Banda Filarmónica da Casa do Povo de Penacova

Perde-se no tempo a data da fundação da Filarmónica de Penacova. Sabe-se que foi fundada pelo Pe. Francisco de Paula Queirós que, no testamento, diz que “no seu funeral não quer fausto nem música”, sinal evidente de que, nesta data, a Filarmónica já existia. Por informações colhidas junto de pessoas mais idosas, sabe-se também que, quando os antigos Paços do Concelho foram construídos, já existia a Filarmónica, uma vez que um dos elementos constitutivos do seu brasão é uma lira.

Viveu independente durante muitos anos até que, em 1930, um punhado de Penacovenses fundou a Corporação dos Bombeiros Voluntários, a que ficou ligada até 1975, tendo sido integrada na Casa do Povo em 1976.

BFP

Banda Filarmónica de Penacova

Banda Filarmónica de Penacova

Filarmónica Boa Vontade Lorvanense

A história da Filarmónica Boa Vontade Lorvanense remonta ao ano de 1900. Teve inicialmente o nome de “Tuna Lorvanense”. O primeiro presidente foi Joaquim Maria da Silva. Em 1 de agosto de 1920, a Coletividade passou a designar-se por “Filarmónica Lorvanense”. A 6 de maio de 1928, na sala da “Filarmónica Lorvanense”, sob a presidência do sócio Bento da Fonseca, a Coletividade reuniu em Assembleia-Geral com o fim de aprovar os Estatutos que passariam a regê-la. Para esse fim, pela Direcção da Coletividade foi apresentado um projeto de Estatutos que, depois de lidos e discutidos, foram aprovados.

A 6 de maio de 1928, foi fundada em Lorvão, com o título de “Filarmónica Lorvanense”, uma sociedade que tem por fim a cultura musical. A 16 de março de 1999 procedeu-se à alteração da denominação para “Filarmónica Boa Vontade Lorvanense” e a uma remodelação total dos seus Estatutos.

FBVL

Filarmónica Boa Vontade Lorvanense

Filarmónica Boa Vontade Lorvanense

A Filarmónica foi criada pela necessidade de abrilhantar os muitos festejos religiosos celebrados em Lorvão. Foi a vontade dos executantes e o entusiasmo das gentes, que em “Boa Vontade” foram ajudando, como podiam, a erguer esta coletividade, ficando essa “Boa Vontade” para seu nome, tendo sido oficializada no ano de 1999 com a remodelação dos Estatutos. Antigamente, um músico que entrasse para a Filarmónica, pagava uma joia de entrada e uma quota mensal de 1 escudo, e quando recebia um instrumento assinava uma letra de valor equivalente ao seu preço.

FBVL

Filarmónica Boa Vontade Lorvanense

Filarmónica Boa Vontade Lorvanense

A razão de ser da sua existência é o bem-estar e o desenvolvimento sociocultural através da prática de atividades culturais e recreativas, essencialmente o Ensino da Música e Banda Filarmónica, pugnando pelo seu desenvolvimento em ambiente positivo e saudável. A Filarmónica Boa Vontade Lorvanense tem sede própria, inaugurada em 2002, depois de obras de recuperação e requalificação do edifício situado na Rua Bissaya Barreto e adquirido em 1998. Reconhecida em 2001 como Pessoa Coletiva de Utilidade Pública, é também sócia do INATEL e associada na Federação de Filarmónicas do Distrito de Coimbra, de que assumiu a presidência entre 2006 e 2010.

Filarmónica da Casa do Povo de São Pedro de Alva

Sediada na vila de São Pedro de Alva, a Filarmónica da Casa do Povo de São Pedro de Alva foi fundada em 1965.

FCPSPA

Filarmónica da Casa do Povo de São Pedro de Alva

Filarmónica da Casa do Povo de São Pedro de Alva

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

FOI NOTÍCIA

Centro TV noticiou a 15 de agosto de 2020 que as bandas filarmónicas de Penacova pediram apoio à Câmara por causa dos efeitos da pandemia. As três bandas filarmónicas do concelho de Penacova decidiram fazer um apelo à Câmara Municipal no sentido de as ajudar a ultrapassar a profunda crise financeira provocada pela pandemia. Em carta dirigida ao vereador do pelouro da cultura, João Azadinho, as filarmónicas da Casa do Povo de Penacova, Casa do Povo de São Pedro de Alva e Boa Vontade Lorvanense sublinham o momento de fragilidade atual, por causa do longo período de inatividade – “todos os serviços agendados para este ano foram cancelados e, por consequência, o encaixe financeiro foi nulo!”.

As três bandas argumentam que essa verba é vital para o seu funcionamento – “suporta os honorários do maestro, professores do ensino musical, “cachets” de músicos, reparação de instrumentos, fardamentos, logística e outras despesas inerentes ao funcionamento das instalações.”

“O município de Penacova atribui anualmente a cada banda, um apoio de mil e quinhentos euros, além de comparticipar a aquisição de instrumentos e apoiar o ensino da música”, frisam. As três filarmónicas sustentam que esse valor já é, por si, insuficiente, e pedem um apoio extraordinário. A título de exemplo, a verba suporta apenas alguns meses de honorários do maestro.”

Com as festas e romarias canceladas, as filarmónicas, “de uma forma geral, e as do concelho de Penacova, em particular, vivem uma fase difícil”. A atividade foi retomada, mas apenas ao nível dos ensaios. Por isso, “com o quadro atual de perda de receitas, as dificuldades de funcionamento estão a agravar-se.”

A posição conjunta, das três filarmónicas, é expressa na carta enviada ao pelouro da cultura, da Câmara de Penacova, e assinada pelos três presidentes das associações: Alvaro Coimbra (Casa do Povo de Penacova), João Pedro Correia (presidente da secção/Casa do Povo de São Pedro de Alva) e Mauro Carpinteiro (Boa Vontade Lorvanense).

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/penacova-banda-filarmonica-de-penacova-1925.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-21 01:30:572024-11-20 19:30:22Penacova e as suas filarmónicas
Conservatório d'Artes de Loures
Músicas no Concelho

Loures e as suas escolas de Música

Escolas de Música de Loures

Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Academia Artmúsica

R. Arruda Furtado 5B
2670-414 Loures
Tel. (+00 351) 21 984 4669

Academia Sons & Harmonia

Tv. Infante Dom Fernando, 3 b
2670-389 Loures
Tlm. (+00 351) 967 013 079

Artmúsica

Rua Arruda Furtado, 5B
2670-414 Loures
Tel. (+00 351) 219 844 669
Tlm. (+00 351) 929 105 388
Correio eletrónico: geral@artmusica.net

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Conservatório d’Artes de Loures

R. Alexandre Herculano
2680-418 Unhos
Tel. (+00 351) 21 824 2417

Escola de Música da Academia Recreativa Musical de Sacavém

Av. James Gilman, 54
2685 – 068 Sacavém
Correio eletrónico: armsacavem@gmail.com

Escola de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Fanhões

Largo José António Simões Fernandes
2670 – 718 Fanhões
Correio eletrónico: bvfanhoes@sapo.pt

Escola de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Loures

Rua Dr. António Carvalho Figueiredo, 38
2670 – 405 Loures
Correio eletrónico: direccao@bv-loures.pt

Escola de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Zambujal

Rua dos Bombeiros Voluntários, nº9 Zambujal
2670 – 864 São Julião do Tojal
Correio eletrónico: ahbvzambujal@gmail.com

Escola de Música da Banda Filarmónica da Freguesia de Lousa

Rua do Grupo Recreativo, Cabeço de Montachique
2670-741 Lousa LRS
Correio eletrónico: grcmontachique@gmail.com

Escola de Música da Banda Recreativa de Bucelas

Rua João Camilo Alves, nº21
2670 – 661 Bucelas
Correio eletrónico: brbucelas@gmail.com

Escola de Música da Portela

Praceta de Santo António, 1
2685-237 Portela
Tlm. (+00 351) 965 815 196

Escola de Música da Sociedade Recreativa de Casainhos

Rua da Sociedade Recreativa, 10
2670-692 Fanhões
Correio eletrónico: geral@srcasainhos.org

Escola de Música da Sociedade Recreativa e Cultural de Pinteus

Rua Maria Amália Vaz Carvalho, Pinteus
2660-186 Santo Antão do Tojal
srcpinteus@gmail.com

Escola de Música da Sociedade Filarmónica União Pinheirense

Rua Combatentes da Ultramar, 72 Pinheiro de Loures
2670-506 Loures
Correio eletrónico: geral@sfup.org

Escola de Música da Sociedade Recreativa e Musical 1.º Agosto Santa Iriense

Largo Luís de Camões, 4
2695 – 341 Santa Iria de Azóia
Correio eletrónico: soc1agosto@gmail.com

Escola de Música do Clube União Recreativo de São Julião do Tojal

Rua Alves Redol, n.º 2
2670-378 São Julião do Tojal
Correio eletrónico: cursjtojal@gmail.com

Escola de Música do Grupo Recreativo e Musical da Bemposta

Rua da Capela – E.N. 115 Bemposta
2670 – 631 Bucelas
Correio eletrónico: gmrbemposta1951@gmail.com

Fort’aplauso Escola de Música

Praceta das Naus, 3, R/C D (atelier)
2685-222 Portela
Sítio: www.fortaplauso.pt

HSchool – Escola de Música

R. Alfredo Vitorino da Costa, 42B
2695-735 São João da talha
Tlm. (+00 351) 938 051 527

Lamiré Escola de Música

Rua Augusto Freire, 12
2670-644 Bucelas
Sítio: www.escolalamire.pt

Lxma – Lisboa Music Academy, Unipessoal Lda.

R. Vasco da Gama, 27
2670-397 Loures
Tel. (+00 351) 217 741 424

Maestrinho Produções – Escola de Música e Animação Musical

R. Dom Dinis, 282
2620-324 Odivelas
Tlm. (+00 351) 918 077 740

Trovador – Escola de Música Lda

EN 10, 4
2685-005 Sacavém
Tel. (+00 351) 219 425 572

Academia de Clarinete Marcos Romão dos Reis Jr.

A Academia de Clarinete, com direção artística e pedagógica da responsabilidade do maestro António Saiote, pretende promover o desenvolvimento e o aperfeiçoamento técnico e artístico dos agentes musicais locais, proporcionando-lhes experiências de aprendizagem com músicos de mérito nacional e internacional, bem como momentos de partilha com outros jovens músicos.

AC

A Academia de Clarinete Marcos Romão dos Reis Jr. retomou a atividade nos meses de março e abril de 2021, com aulas online através da plataforma Microsoft Teams. Esta iniciativa dirige-se a alunos de escolas de música do movimento associativo, bandas filarmónicas e orquestras ligeiras do concelho, bem como a alunos do conservatório e escolas superiores de música.

ESCOLAS DE DANÇA

com Protocolo com a Câmara Municipal de Loures

Ai!a Dança – Academia de Dança

Correio eletrónico: info@aiadanca.com

Loures I
Pavilhão dos Bombeiros Voluntários de Loures
Rua Guilherme Henrique Soromenho, nº2
2670-430 Loures

Loures II
Pavilhão Paz e Amizade de Loures
Rua da República
2670 Loures

Santa Iria I & II
Rua Guerra Junqueiro (Antigo Jota Vídeo), 2A
2690-344 Santa Iria de Azóia

Fonte: CML

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/loures-conservatorio-d-artes-de-loures.jpg 750 750 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-17 13:30:312024-10-27 23:16:09Loures e as suas escolas de Música
Ars Vocalis
Músicas no Concelho

Esposende e os seus coros

Coros de Esposende

Atividade coral no Concelho

  • Ars Vocalis
  • Coro de Pequenos Cantores de Esposende
  • Coro Sénior de Esposende

O coro Ars Vocalis trabalha em formação de coro júnior, pretendendo desenvolver este conceito na prática coral portuguesa com a perspetiva de escola e formação. A formação é constituída por cantores dos 15 aos 18 anos de idade, todos do concelho de Esposende. O Ars Vocalis nasce em 2009 com um grupo de crianças com 10 anos de idade, alunos da Escola de Música de Esposende (EME) no âmbito do Regime de Ensino Articulado da Música. Este é um projeto da identidade da EME e do seu Projeto Educativo, sendo a consequência mais direta da formação desenvolvida no Coro de Pequenos Cantores de Esposende (CPCE). Os dois projetos estão intimamente relacionados pois, de futuro, os elementos do CPCE transitarão para o Ars Vocalis.

Ars Vocalis

Ars Vocalis

Ars Vocalis

Numa primeira fase, na Escola Básica do Baixo Neiva, o grupo de 35 crianças desenvolve um trabalho musical dedicado à construção de hábitos vocais e corais recorrendo aos compositores portugueses que compuseram para este trabalho pedagógico, como Fernando Lopes-Graça (Canções e Rondas Infantis, Cançõezinhas da Tila, “Aquela Nuvem e outras”), e Sérgio Azevedo. Numa fase posterior do trabalho, o Coro Ars Vocalis começa a trabalhar a polifonia mista com a evolução vocal dos Meninos Cantores.

Do seu ainda breve percurso, destaca-se a participação na primeira e segunda edição da Temporada de Música – MusiCórdia MMXIII e MusiCórdia MMXIV. Em 2013, o Coro Ars Vocalis, participou no prestigiado Festival Internacional de Música de Cantonigrós (Vic – Catalunha) representando Portugal na categoria de coros infantis, sendo o único, nesta categoria, a apresentar-se na formação de coro misto. Em 2014 participou no Fórum de Educação 2014, em Esposende e no Fórum de Sociologia da Educação Luso-Brasileiro, organizado pela Faculdade de Sociologia da Universidade do Porto.

O trabalho desenvolvido ao nível do repertório é adequado ao timbre e características vocais dos coralistas, respeitando a fase de transição vocal em que se situam. No entanto, procura-se a descoberta dos grandes compositores, o estímulo à composição contemporânea e a mescla de sonoridades distintas, unidas pela linguagem coral.

O Coro Ars Vocalis realizou em 2016 uma importante classe de aperfeiçoamento para o seu crescimento com a diretora coral Jo Mcnally da ABCD (Associação Britânica de Diretores Corais). Em parceria com a Câmara Municipal de Esposende, desenvolve o projeto Mare Nostrum – Cantigas & Poemas. Este projeto integra a edição de um livro com um disco com obras que têm o Mar como inspiração. O Ars Vocalis encomendou ao compositor Telmo Marques uma obra neste âmbito, sendo lançada em 2016. Para além desta obra o grupo conta já com o Motete “Salutaris Hostia” do compositor residente Osvaldo Fernandes, obra esta escrita e dedicada ao coro.

A motivação que levou à criação deste coro é a convicção profunda de que a música, em particular a música vocal/coral, pode ser um instrumento para a elevação cultural das camadas mais jovens, assim como um estímulo para a arte em geral. A aplicação prática deste facto tem como consequência uma sociedade humanamente mais rica e conhecedora quer artisticamente, quer na procura de valores como a qualidade, o rigor, a exigência e a infinita busca da perfeição. O projeto tem sempre em mente a criação de “escola” e tradição.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Coro de Pequenos Cantores de Esposende

O Coro de Pequenos Cantores de Esposende surgiu em 2009, fruto de uma parceria entre a Câmara Municipal de Esposende e a Escola de Música de Esposende. Apresentou-se em vários locais da zona norte de Portugal, diversas freguesias de Esposende, Igreja de S. Vitor, em Braga, Sé de Braga, Igreja de Cedofeita (Porto), Igreja da Misericórdia em Guimarães, Igreja da Lapa no Porto, Auditório do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, Theatro Circo e Parque de Exposições de Braga, Centro Cultural de Belém e Casa da Música, no Porto.

O CPCE apresentou em 2014, em colaboração com o decateto de metais Portuguese Brass, a obra encomendada pela Confraria da Semana Santa de Braga – “Paixão segundo S. João”, de Osvaldo Fernandes, com a direção do maestro português José Eduardo Gomes.

Para além do decateto de metais Portuguese Brass, o CPCE já teve oportunidade de trabalhar com a Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins e a Banda de Antas. O CPCE trabalhou em 2013, em masterclasse, com Anita Morrinson, preparadora vocal do Coro da Catedral de Westminster de Londres e com Lluis Vila i Casañas, diretor do Coral Sant Jordi e professor na Escola Superior de Música da Catalunha, tendo-se apresentado com este Maestro na Casa da Música, no Porto.

CPCE

Coro de Pequenos Cantores de Esposende

Coro de Pequenos Cantores de Esposende

O CPCE tem no seu histórico diversas obras dedicadas ao próprio coro. De Fernando Lapa, “Magnificat”; de Sérgio Azevedo, “Romance do Caçador e da Princesa”; de Paulo Bastos, “Três canções de Natal”; de Osvaldo Fernandes (compositor residente) – “Fantasia à volta de um poema”, “Missa brevis”, Ciclo “Mudam-se os Tempos”, Ciclo “Natal Português”, “É Tempo de Natal”, “Paixão segundo S.João” (para coro SSA, decateto de metais, órgão, percussão e solistas). Em Março de 2016 o CPCE estreou Stabat Mater, encomenda do coro ao compositor português António Pinho Vargas.

O CPCE pretende ser uma fonte de formação de músicos do futuro e simultaneamente do público do presente. Desta forma, pretende promover a produção nacional contemporânea de obras dedicadas ao ambiente sonoro Pueri Cantores.

O CPCE gravou, em 2013, o seu primeiro disco – “Mudam-se os Tempos” (financiado pela Secretaria de Estado da Cultura, através da Direção Geral das Artes). Em 2014 gravou o segundo disco – “É tempo de Natal”, com obras de compositores portugueses. Ambos os projetos discográficos apresentam obras que procuram transmitir uma mensagem de elevado valor artístico, estando implícito em ambos um movimento coral que pretende influenciar a produção nacional.

Em 2015, a convite da Associação Portuguesa de Educação Musical, participou na gravação de obras do compositor Paulo Bastos, incluídas no projeto desta Associação: “Cantar Mais”.

A motivação que levou à criação deste coro é a convicção profunda de que a música, em particular a música vocal e coral, pode ser um instrumento para a elevação cultural das camadas mais jovens, assim como um estímulo para a arte em geral. A aplicação prática deste facto tem como consequência uma sociedade humanamente mais rica e conhecedora, quer artisticamente, quer na procura de valores como a qualidade, o rigor, a exigência e a infinita busca da perfeição. O projeto tem sempre em mente a criação de “escola” e tradição.

Coro Sénior de Esposende

O Coro Sénior de Esposende, composto por cerca de 120 idosos, estreou-se a 15 de maio de 2016 no concerto “Memórias d’(en)Cantar – Canções Tradicionais Portuguesas”, que decorreu no Dia Internacional da Família, na Igreja Matriz de Apúlia.

O evento contou, entre outras, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, da Vereadora da Coesão Social, Raquel Vale, e do Arcipreste de Esposende, Padre Delfim Fernandes. Benjamim Pereira destacou a relevância deste projeto que está a ser desenvolvido no âmbito da Rede Social de Esposende, com todas as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho com valência para a terceira idade e a importante colaboração de outros parceiros, apontando-o como mais um especial contributo para o bem-estar dos idosos, refletido no brilho e alegria dos seus rostos durante o concerto.

O Autarca saudou a dinâmica e a articulação em rede no plano social, bem como o trabalho desenvolvido pelos maestros Ana Carolina Capitão e Luís Clemente, responsáveis pela direção musical deste projeto, que resultou num momento há muito ambicionado pelos idosos do concelho.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/esposende-coro-ars-vocalis.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-16 13:00:572024-11-08 20:18:13Esposende e os seus coros
Músicas no Concelho

Esposende e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Esposende

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Associação Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Esposende
  • Banda de Música de Belinho
Associação Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Esposende

A primeira informação escrita sobre a Banda de Música de Antas é de 1871, o que pressupõe a sua existência algum tempo antes. Era maioritariamente composta por músicos das freguesias de Antas e Belinho. Foi seu fundador o “mestre-músico” José Manuel Martins Franco (1832 – 1886) que, por volta do ano de 1883, a legou a seu sobrinho António Augusto Pereira de Barros (1850 – 1924). Este manteve a regência até 1894-95, altura em que uma divergência entre músicos deu origem à formação da Banda de Belinho.

Novo diferendo viria a dar origem, em novembro de 1920, à formação da Banda Marcial de S. Paio de Antas. Foi seu fundador Manuel Rodrigues Laranjeira (1894 – 1978), ao tempo contramestre da referida Banda. Nesses tempos difíceis, situados entre as duas grandes guerras, em que as dificuldades económicas se sobrepunham e se impunham aos sonhos dos grandes artistas, “Mestre Laranjeira”, como passou a ser conhecido, não regateava doação e afinco à causa da Banda nascente.

BMA

Com o objetivo de lhe dar projeção, e após acordo com a direção da corporação e comando dos bombeiros do concelho, em 1925 a filarmónica adotou o nome de Banda dos Bombeiros Voluntários de Esposende. Mestre Laranjeira era a vida da Banda e a Banda era a sua vida. Foram inumeráveis e inesquecíveis os êxitos musicais que obteve durante mais de 55 anos de regência. Faleceu em 19 de janeiro de 1978 e com ele morreu também a Banda.

Passados 5 anos de inatividade, Anselmo Saleiro Viana, presidente da Assembleia de Freguesia de Antas, propôs-se apoiar a reestruturação e relançamento. Um grupo de 18 antigos músicos volta a tocar, a 2 de outubro de 1983, na inauguração do campo desportivo António Correia de Oliveira. Nesse momento, Junta e Assembleia de Freguesia decidiram reerguer a Banda, contando com a forte ajuda dos naturais e empresas de Antas, a que se juntaram outras de freguesias vizinhas. Mais uma vez a corporação dos bombeiros deu o seu apoio.

Em 26 de Janeiro de 1984, por escritura notarial, ficou registada a Associação Banda dos Bombeiros Voluntários de Esposende – S. Paio de Antas. Foi seu primeiro regente o prestimoso maestro Leonardo Vieira.

A partir de 1989 e até 2012 passou a ser artisticamente dirigida pelo maestro Valdemar Sequeira, notável compositor destacado entre os seus pares. Foi diretor artístico e maestro da Banda Diogo Costa. Tem a sua sede construída com a ajuda da Câmara Municipal de Esposende, onde funciona a escola de música. Desta escola nasceu a Orquestra de Sopros ABBVE, que participa em diversos eventos culturais e é a promissora garantia da continuidade da Banda de Antas.

José Mário Saleiro de Meira Torres, atual presidente da Direção, vem na sequência de um elenco de dinamizadores, iniciado com Manuel Alves Meira da Cruz e prosseguido por Manuel Augusto Saleiro da Cruz, Alberto Meira de Barros, Alcino Viana Neiva, António Viana da Cruz e Manuel José Sampaio Viana.

A Banda dos Bombeiros Voluntários de Esposende, Antas, conta já com três gravações de CD e um DVD. Em 2011 editou o livro monográfico “Banda de Música de Antas – 140 anos de História” da autoria de Raul de Azevedo Saleiro, que é uma referência para as Bandas que existem ou existiram na região.

Com cerca de 25 a 30 concertos anuais, lado a lado com as melhores bandas do país, conta no seu currículo com várias atuações além-fronteiras, nomeadamente em terras de França e Espanha. Está por certo assegurado o futuro e a qualidade desta Associação.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda de Música de Belinho

BMB

Banda de Música de Belinho

Banda de Música de Belinho

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/esposende-banda-de-musica-de-antas.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-16 12:25:482024-11-08 20:13:39Esposende e as suas filarmónicas
Grupo Folclórico de Palmeira de Faro e Ronda de Vila Chã
Músicas no Concelho

Esposende e o seu folclore

Folclore no Concelho de Esposende

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Minho (Baixo Minho)
  • Distrito: Braga
  • Concelho: Esposende

07 grupos

  • Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães
  • Grupo de Cantares e Dançares de S. Paio de Antas
  • Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia
  • Grupo Folclórico de Palmeira de Faro e Ronda de Vila Chã
  • Rancho Folclórico “As Moleirinhas” de Marinhas
  • Rancho Folclórico de Danças e Cantares de Marinhas
  • Rancho Folclórico de Fonte Boa
Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães

O Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães foi fundado em 1995, com o objetivo de pesquisar, preservar e divulgar os costumes etnográficos e tradições do Vale do Neiva, região onde a localidade de Forjães se situa. O grupo tem já um vasto trabalho desenvolvido no campo da revitalização e divulgação do folclore da sua região, tendo atuado já em numerosos festivais, festas e romarias, um pouco por todo o nosso País, e no estrangeiro,  em Itália, Bulgária, e, mais amiudadamente, em França e Espanha, contribuindo para que outros povos entrem em contacto com os costumes e tradições da sua região.

GADTF

Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães

Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães

São suas danças tradicionais o malhão, chula, Viras, cana verde, entre outras. Entre os usos e costumes, destacam-se as Janeiras, Cantares e danças de romaria. Entre os trajes, refiram-se o dos noivos, mordomas, meia-senhora, lavradeira rica e pobre, padrinhos de casamento, criadas ricas, traje de domingar, traje de romaria, traje de feira, podador, regatão de gado, camponês, lavadeira.

Grupo de Cantares e Dançares de S. Paio de Antas

S. Paio de Antas é, desde há longos anos, uma terra onde a música é parte integrante do dia a dia das suas gentes. Face à inexistência de um Rancho Folclórico que divulgasse para além do canto, as danças e as roupas ligadas aos usos e costumes antigos da freguesia, um grupo de pessoas, resolveu colmatar essa lacuna e nos finais do ano de 2008, a semente foi lançada. A primeira atuação aconteceu no dia 28 de junho de 2009, nas Festas de S. Paio e Senhora das Vitórias. O grupo já realizou várias digressões, de norte a sul do País e à Ilha da Madeira.

GCDSPA

Grupo de Cantares e Dançares de S. Paio de Antas

Grupo de Cantares e Dançares de S. Paio de Antas

Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia

Fundado em 1934, o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia é um representante ímpar do folclore da Região do Baixo-Minho. Ligado ao mar e ao sargaço, o folclore, em Apúlia, assume características muito específicas e únicas no litoral português. Aqui, o agricultor-sargaceiro, sempre que o movimento das marés prenuncia a aproximação de uma boa “mareada”, larga toda a sua atividade nos campos e vai para a praia. Mas, por vezes, a espera pelo “assejo” – o momento exato em que o mar arroja a terra as primeiras algas dando lugar, então, ao início da “mareada” – pode ser longa, e há que preencher esses tempos mortos.

A expectativa de mais um dia grande e enriquecedor, torna as pessoas alegres e folgazãs, e todos dão largas à ansiedade que os possui. Logo aparece alguém a tocar concertina, outros cavaquinho, viola, ferrinhos, bombo, reque-reque, e a festa acontece. Homens e mulheres, principalmente os mais novos, juntando-se aos pares, ou em roda, cantam e dançam com a alegria bem característica das gentes da beira-mar. Decorrido algum tempo é necessário prestar atenção ao mar, não vá o lençol de sargaço ter-se já aproximado de terra, e o “assejo” estar iminente. Pára a dança. As mulheres sentam-se, languidamente, na areia da praia; os homens, de pé, observam atentamente o comportamento do mar. Se o lençol de sargaço que se vai formando ao longe ainda demora a aproximar-se da costa, a dança recomeça com a mesma alegria e vigor. Até que, a determinado momento, alguém grita a plenos pulmões “Argaço” – e a festa acaba ali para dar lugar à “mareada” – quatro horas de labuta constante, no afã de ser arrecadado todo o sargaço possível.

Cada homem, munido do “galhapão” ou da “graveta” corre para o mar, enfrenta as vagas, até onde lhe for possível, sem colocar em risco a sua segurança, e vai arrecadando as algas nelas envoltas. A mulher retira o xaile e o chapéu, coloca-os em lugar resguardado, sobre a areia, e aguarda na borda do mar o momento de ajudar o sargaceiro que vem a terra com cada carga de sargaço.

A apanha do sargaço que, como se diz antes, assume em Apúlia características únicas, fez com que o sargaceiro fosse considerado, há longos anos, o ex-líbris do concelho de Esposende.

Em 1934 realizava-se no Palácio de Cristal, no Porto, a “Grande Exposição do Mundo Português”, onde deveriam fazer-se representar as províncias ultramarinas portuguesas e todos os concelhos do País. O concelho de Esposende enviou uma delegação composta por sessenta sargaceiros – trinta homens e trinta mulheres – por considerar a originalidade e autenticidade do traje que, tudo o indica, parece remontar ao período da ocupação da Península pelos romanos, e ainda pela atividade agro-marítima que representava: a apanha do sargaço. E a delegação do concelho de Esposende a todos surpreendeu e encantou, pelo garbo dos homens e pela beleza das mulheres. António Torres, responsável por aquela delegação, decidiu, então, dar-lhe continuidade. E assim foi fundado o “Grupo dos Sargaceiros de Apúlia”.

GSCPA

Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia

Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia

António Torres, à época Presidente da Junta de Freguesia, era um homem dotado para as letras e para a música e, por isso, amante e cioso da cultura tradicional da sua terra, lançou-se com entusiasmo na pesquisa e recolha das danças e cantares ligados a Apúlia e à apanha do sargaço, organizando, assim, o repertório do Grupo Folclórico, e que se mantém até aos dias de hoje, sem alterações nem plágios. Contou, para tal, com a ajuda do Conde de Villas Boas, então comandante do porto de Leixões, e do escritor e etnógrafo esposendense Manuel de Boaventura, dois grandes admiradores de Apúlia e dos Sargaceiros.

Em 1940 foi também fundada por aquele apuliense a Casa do Povo local, onde o Grupo Folclórico foi integrado e passou a designar-se “Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia”. O Grupo é membro efetivo da Federação do Folclore Português e do INATEL.

Para assegurar, na população jovem, o gosto e orgulho por esta cultura própria, existe desde o início do século XXI o Grupo Infantil, com cerca de sessenta crianças, de idades entre quatro e doze anos, e que, em sessões semanais, vão aprendendo, a brincar, os usos e costumes tradicionais ligados à faina do sargaço, as danças e os cantares dos sargaceiros.

Sendo a povoação mais a sul da província do Minho e limite desta com o Douro Litoral, as danças detêm características de transição e revelam afinidades com as terras maiatas. Adotam, aqui, os nomes tradicionais malhão, chula, Cana-Verde, vira, Vareira, Regadinho. Mas nenhuma destas danças se identifica com outras de igual nome dançadas no Minho, no Douro ou nas Beiras. Aqui, os passos de dança dos sargaceiros assemelham-se aos movimentos das ondas do mar, ora rápidas e alterosas, ora calmas e deslizando suavemente. Assim, todas têm dois momentos: enquanto o cantador faz ouvir a sua voz, os dançadores movem-se devagar, em passos suaves, braços ao longo do corpo; quando o cantador se cala, para dar lugar ao coro, ou à música mais intensa, logo os braços se levantam e todos imprimem, então, à dança, celeridade e vigor, tal como o vaivém das ondas do mar em maré viva.

O mar e o sargaço, o amor e a saudade, são uma constante nos cantares dos sargaceiros. Na execução musical predomina o som da concertina, acompanhada dos cavaquinhos, viola braguesa e viola-baixo, ferrinhos, reque-reque e bombo.

Tem-se apresentado por todo o Portugal Continental, Açores e Madeira, e pelo estrangeiro (Brasil, Bélgica, Espanha, França, Luxemburgo e Suíça). É um representante ímpar do folclore do litoral da Região do Baixo-Minho, quer pelas suas danças, quer pelo traje característico. É considerado, quer pelos etnógrafos, quer pela Federação do Folclore Português, um dos grupos de maior autenticidade, pelo que a sua presença se torna requisitada nos maiores festivais de folclore do País.

Manuel de Boaventura, escritor esposendense, escreveu:

“…quando o “assejo” é abondo e o sargaço gordo e reluzente é no árduo trabalho da recolha, o bailado na praia veludinosa, é ainda mais variado, mais álacre, mais movimentado … dançam o vira do Mar Virado, o malhão das Ondas Bravas, a chula da Beira D’água ou o Regadinho Salgadinho, em passes coreográficos – ora suaves como a valsa, ora galopantes e guerreadores, em tremenhos de combate – e a fadiga não é com eles! Trabalham a bailar – bailam e cantam, tal qual os pais e avós cantaram, há dezenas e centenas de anos na salsugem belicheira das águas, as branquetas ensopadas, os suestes a pingar… Mas o corrupio da dança bárbara só pára quando pára o “assejo” porque a fadiga não é com eles!”

Rancho Infantil

Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia, Rancho Infantil

Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia, Rancho Infantil

Grupo Folclórico de Palmeira de Faro e Ronda de Vila Chã

GFPFRVC

Grupo Folclórico de Palmeira de Faro e Ronda de Vila Chã

Grupo Folclórico de Palmeira de Faro e Ronda de Vila Chã

Rancho Folclórico das Moleirinhas de Marinhas

GFMM

Rancho Folclórico das Moleirinhas de Marinhas

Rancho Folclórico das Moleirinhas de Marinhas

Rancho Folclórico de Danças e Cantares de Marinhas

RFDCM

Rancho Folclórico de Danças e Cantares de Marinhas

Rancho Folclórico de Danças e Cantares de Marinhas

Rancho Folclórico de Fonte Boa

O Rancho Infantil de Fonte Boa foi fundado em julho de 1995, pelos professores da Escola Básica do 1º ciclo de Fonte Boa com a colaboração da Associação de Pais Encarregados de Educação. Atuou pela primeira vez em 2 julho de 1995 e tem atuado em diversos eventos e festividades. A partir de 2002, passou para a tutela do Centro de Apoio à Família de Fonte Boa, passando desde então a Rancho Folclórico de Fonte Boa. Atualmente, a direção do Rancho é da responsabilidade de Centro Social Paroquial de Fonte Boa. O Rancho gravou no ano de 2004 o seu primeiro CD, “As Cantigas da Nossa Terra”.

Pertence à região etnográfica do Baixo Minho. São suas danças tradicionais o vira, chula, malhão e Vareira. A tocata inclui concertina, viola, cavaquinho, tambor, reque-reque, ferrinhos. Apresenta os trajes: de noivos (em preto), traje domingueiro, traje de cerimónia, do campo, da viúva com o seu filho, traje dos sargaceiros (porque em Fonte Boa também havia sargaceiros), traje de ferreiro, do camponês pastor e de feira (em castanho). Estes trajes são cópias do que se usava há 150 anos em Fonte Boa. A nível de usos e costumes, apresentam utensílios utilizados no cultivo do milho, centeio e linho, corte da “taborra” e apanha do sargaço. Em termos de representações nacionais, atuou em diversos festivais e festividades de folclore e em Espanha.

RFFB

Rancho Folclórico de Fonte Boa

Rancho Folclórico de Fonte Boa

FOI NOTÍCIA

No Auditório Municipal de Esposende, o Município procedeu, a 11 de junho de 2017, à apresentação do DVD “Esposende e o seu folclore”, trabalho audiovisual que conta com a participação dos oito grupos folclóricos do concelho. Para além de uma representação etnográfica, o DVD inclui danças com o Grupo de Cantares e Dançares de S. Paio de Antas, Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia, Rancho Folclórico de Fonte Boa, Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães, Rancho Folclórico de Danças e Cantares de Marinhas, Rancho Folclórico “As Moleirinhas” de Marinhas, Grupo Folclórico de Palmeira de Faro e Ronda de Vila Chã.

A apresentação decorreu no Auditório Municipal de Esposende, com o espetáculo “Esposende, Minha terra, Meu encanto, Meu eterno amor…”, concebido por Carlos Couto, uma pequena encenação do trabalho produzido com pequenas demostrações do dia-a-dia das gerações de outrora, no campo, nos rios, no monte, no serão, entre outras. De realçar que este espetáculo foi a súmula de todo um trabalho de parceria e partilha de todos os grupos.

Este trabalho surge na sequência da edição, há alguns anos, de um CD com três temas dos grupos folclóricos do concelho então em atividade, visando promover as raízes e tradições concelhias e dar visibilidade ao trabalho dos grupos folclóricos.

Assinalando que “o folclore simboliza a cultura popular e apresenta grande importância na identidade de um povo, de uma nação”, o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, salientou que “para não se perder a tradição folclórica, é importante que as manifestações culturais sejam transmitidas através das gerações”.

“Por forma a não esquecer a herança que nos foi atribuída por todos os que valorizam a nossa cultura, o Município de Esposende abraçou um projeto de registo de costumes esquecidos tornando-os em memórias vivas, através não só do apoio que tem atribuído a todos os grupos folclóricos do concelho, mas também da edição do DVD ‘Esposende e o seu folclore’”, refere Benjamim Pereira, acrescentando que “de uma forma singela, este trabalho apresenta uma parte do património cultural imaterial que queremos preservar, desde as danças, às atividades, algumas esquecidas e desconhecidas por muitos, como o ciclo do pão, a mareada (apanha do sargaço), as vindimas, as desfolhadas/malhadas, o trabalho na pedra, as lavadeiras do rio e as vivências dominicais”.

O autarca referiu que o Município iá proceder à edição de mais mil exemplares do DVD para oferta aos grupos concelhios, por forma a que a sua venda reverta a favor dos mesmos. A par da apresentação do DVD, realizou-se a exposição “O nosso traje”, resultado da Prova de Aptidão profissional de duas alunas da Escola Profissional de Esposende.

Fonte: Carlos Gomes, Blogue do Minho

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Roteiro dos Ranchos Folclóricos dos Açores
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Para o Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/esposende-grupo-folclorico-de-palmeira-de-faro-e-ronda-de-vila-cha.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-16 11:53:272021-10-01 21:19:12Esposende e o seu folclore
Orquestra da Costa Atlântica
Músicas no Concelho

Esposende e os seus agrupamentos

Agrupamentos do Concelho de Esposende
  • Orquestra da Costa Atlântica

A Orquestra da Costa Atlântica é um agrupamento musical sinfónico que mantém uma programação regular desde 25 de março de 2015, data em que se apresentou pela primeira vez em concerto. Constituída por um efetivo de sessenta instrumentistas profissionais, a Orquestra da Costa Atlântica pode ser reduzida ou expandida de acordo com as especificidades de cada programa de concerto. Desta forma, a orquestra pode interpretar um amplo repertório, que se estende do Barroco até à música contemporânea, bailados, óperas ou bandas sonoras de filmes, assegurando uma intensa e versátil atividade artística.

Através da atividade concertística e da criatividade dos programas que apresenta, a orquestra cumpre uma função descentralizadora no acesso das pessoas à música erudita. Contribui ainda para a captação e formação de novos públicos, e gera um indiscutível valor cultural e social para as comunidades e território onde se apresenta. Tem como diretor artístico e maestro titular Luis Miguel Clemente.

OCA

Orquestra da Costa Atlântica

Orquestra da Costa Atlântica

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/esposende-orquestra-da-costa-atlantica.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-16 10:44:412024-11-08 20:14:29Esposende e os seus agrupamentos
Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Fermêdo e Mato
Músicas no Concelho

Arouca e o seu folclore

Folclore de Arouca

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Conjunto Etnográfico de Moldes de Danças e Corais Arouquenses
  • grupo etnográfico de Danças e Cantares de Fermêdo e Mato
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca
Conjunto Etnográfico de Moldes de Danças e Corais Arouquenses

O Conjunto Etnográfico de Moldes de Danças e Corais Arouquenses – Rancho de Moldes é uma associação de natureza etnográfica sediada no Lugar de Santo Estevão, freguesia de Moldes, Concelho de Arouca, constituída a 26 de setembro de 1986.

grupo etnográfico de Danças e Cantares de Fermedo e Mato

O grupo etnográfico de Danças e Cantares de Fermedo e Mato é uma associação de natureza etnográfica que pesquisa, representa e preserva com a sua simplicidade e genuinidade, os costumes das gentes de antanho da região.

GEDCFM

Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Fermêdo e Mato

grupo etnográfico de Danças e Cantares de Fermêdo e Mato

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca

O Rancho foi fundado em 1972, com o nome de Rancho Folclórico de Arouca. Em 1973 foi integrado na secção cultural da Casa do Povo de Arouca, adotando a designação atual.

Tem como missão preservar as suas memórias e o legado dos seus antepassados.

No traje encontra-se a variada forma de estar da referida comunidade.

O cancioneiro de Arouca, de Virgílio Pereira, tem na sua base as recolhas de cantares das melodiosas vozes de Arouca, transportando-nos para a ruralidade do povo arouquense.

O grupo tem marcado a sua presença em diversos festivais nacionais e internacionais de folclore. Organiza anualmente o Arraial de Folclore e o Festival de Folclore da Vila de Arouca.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português e filiado no INATEL.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca, créditos Abel Cunha

BIBLIOGRAFIA

cancioneiro de Arouca

cancioneiro de Arouca, de Vergílio Pereira, Edição Fac-Similada. Notas monográficas de Dr. Manuel Rodrigues Simões Júnior. Porto, Edição da Junta de Província do Douro-Litoral. 1960- In. 4º de 904 páginas, brochado. Foi feita uma edição fac-similada, segundo o original, pela Associação para a Defesa da Cultura Arouquense. Ilustrado, com pautas e letras de música.

Vergílio Pereira

Quem foi Virgílio Pereira, o etnomusicólogo que organizou o cancioneiro de Arouca e fez a sua recolha?…

Uma das riquezas patrimoniais de Arouca é a sua música tradicional, onde se destacam os seus corais femininos tradicionais, que são milenares, muitíssimo anteriores à música da Igreja e que, como bem sublinhava o etnógrafo arouquense Albano Ferreira, não derivam da música da Igreja nem do Convento de Arouca.

Na realidade, estes belos corais femininos polifónicos, a duas vozes ou a três vozes, paralelas ou sobrepostas, típicos do ‘Espaço Cultural do Mundo Mediterrânico’, têm milénios e são endógenos, autóctones, possuindo uma tonalidade muitíssimo peculiar que não se enquadra na canonicidade das escalas musicais comuns do Ocidente.

Arouca tem um acervo significativo de cerca de 531 espécies musicais desses corais tradicionais antiquíssimos, que foram recolhidos e estudados pelo etnomusicólogo Virgílio Pereira e publicados no célebre cancioneiro de Arouca, editado, em 1959, pela Junta de Província do Douro Litoral – Comissão Provincial de Etnografia e História, sediada no Porto, com Notas Monográficas Introdutórias do Dr. Simões Júnior. A Associação de Defesa do Património Arouquense reeditou o cancioneiro de Arouca no ano de 1990.

Este texto de Alda Neto (apesar de ter uma lacuna grave, visto que, por paradoxo, não menciona o cancioneiro de Arouca, que é, para Virgílio Pereira, o mais rico e significativo de todo o país) descreve, em termos gerais, o perfil biográfico deste etnomusicólogo, natural do concelho de Paredes, que passou uma parte considerável da sua vida no território arouquense, a recolher, a estudar e a transpor, para a pauta musical, os belíssimos corais femininos polifónicos milenares de Arouca:

“Virgílio Pereira, etnomusicólogo, nasceu na freguesia de Vilela a 7 de Outubro de 1900. De seu nome completo Virgílio José Gaspar Pereira, era filho do prof. António Gaspar Pereira e de Francisca Romana Coelho Pereira. O seu pai tinha já uma tradição cultural na freguesia, tendo sido o fundador da mais antiga Associação de Paredes, e uma das mais prestigiadas – a Banda Musical de Vilela. Desde criança, Virgílio Pereira foi atraído pela música, até porque tinha um ambiente familiar favorável nesse campo. Frequentou o Conservatório do Porto e a extinta Academia Mozart.

O etnomusicólogo Virgílio Pereira (1900-1965)

Com apenas 19 anos, já era professor do ensino primário e Director da Escola Anexa à Normal do Porto. É nessa altura que funda o Orfeão Infantil do Porto. Em 1924, regressou a Paredes, a sua terra-natal, desta vez para Lordelo, onde leccionou durante dez anos, fundou e dirigiu o “Orfeão Castro Araújo”, formado exclusivamente por trabalhadores rurais. Um Orfeão amador que, no entanto, obteve a Medalha de Ouro do 1º Concurso Orfeónico de Portugal, realizado no Porto em 1932. Neste mesmo ano, e até 1934, Virgílio Pereira continuou a “semear” a arte e a cultura pelos seus conterrâneos. Fundou um novo agrupamento musical, o “Orfeão Oliveira Martins”, formado por alunos da escola técnica do mesmo nome. No ano seguinte, formou e dirigiu o Coro Infantil do Porto, constituído por 1600 jovens das escolas oficiais da cidade.

Entre 1941 e 1953, dirigiu o grupo coral “Pequenas cantoras de Portugal”, mais conhecido como “Pequenas Cantoras do Postigo do Sol”. Um grupo que realizou perto de 250 concertos, em Portugal e no estrangeiro, ao longo dos seus doze anos de existência e que atingiu a fama, pela qualidade demonstrada. Conquistou, mesmo, os favores dos mais exigentes críticos da especialidade.

O Maestro italiano Ino Savini, quando esteve em Portugal, referiu: “Conheci grande número de coros polifónicos, mas nenhum assim de tanta coesão, de tanta homogeneidade, de tal volume de som, que brota surpreendentemente apenas de quinze meninas”. Fernando Lopes Graça considerou-o mesmo um artista, “um pedagogo de notável mérito, um exemplo de constância e dedicação”.

A partir de 1951, e até 1958, Virgílio Pereira foi Director do Orfeão do Porto. Neste período, o grupo do Orfeão desempenhou a parte coral da Nona Sinfonia de Beethoven. Uma vida preenchida e integralmente dedicada à música. O nosso etnomusicólogo não parava e respondia com o máximo empenho a todas as solicitações. Nos últimos anos da sua carreira, teve a seu cargo o Conservatório, o Orfeão e o Coro Etnográfico da Covilhã, onde se deslocava semanalmente.

Mas Virgílio Pereira não se limitou a transmitir os seus conhecimentos práticos aos mais novos. Fez também um importante trabalho de recolha e de investigação do cancioneiro no interior do país. Publicou, no “Douro Litoral”, duas Colectâneas: os “Corais Geresianos” e os “Corais Mirandeses”. Quando morreu, tinha então 64 anos de idade, preparava a publicação de todo o conjunto de materiais que recolhera – encarregado pela Fundação Gulbenkian – na Beira Baixa, na Guarda e nos concelhos de Felgueiras e de Baião.

Colaborara, pouco tempo antes, na constituição do volume “Cancioneiro de Santo Tirso”. Além de tudo isto, foi colaborador de “O Tripeiro”, do “Jornal de Notícias” e de algumas revistas periódicas. Foi membro correspondente da Federação Musical Francesa, sócio efectivo da Sociedade Portuguesa de Escritores, da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto e da Sociedade de Autores e compositores Teatrais Portugueses.

A 1 de Junho de 1957, como reconhecimento pelo extraordinário trabalho que desenvolveu ao longo da sua carreira e pelo muito que deu à música portuguesa, foi agraciado com o Grau de Cavaleiro da Ordem da Instrução Pública. Um homem brilhante, um autêntico génio nascido e criado em Paredes. “

Escrito por Miguel Quaresma Brandão, Defesa de Arouca, 3 de fevereiro de 2019

Albano Ferreira, etnógrafo arouquense

Para além da sua colaboração assídua no jornal «Defesa de Arouca», o insigne etnógrafo arouquense Albano Ferreira é autor de vários outros textos etnográficos e etnológicos sobre Arouca publicados em revistas da especialidade.

Um deles, bastante relevante, é o texto «Onde mora o folclore?», que surge de um pequeno ensaio que Albano Ferreira apresentou, na década de 60 do século XX (era comum), ao Colóquio Portuense de Arqueologia, onde defendeu vários factos óbvios, mas inovadores para a maioria dos estudos daquela altura sobre o assunto:

  • que as danças tradicionais de Arouca têm uma origem milenar, muito remota, na dita ‘civilização castreja’ do noroeste da Península Ibérica;
  • que as danças tradicionais de Arouca se enquadram, se inserem e pertencem ao território identitário e endógeno do Douro Litoral, protagonizado pela cidade do Porto:
  • que os corais polifónicos femininos de Arouca são endógenos e autóctones e, portanto, têm, de igual modo, como é óbvio, origem nessa civilização muita remota dos castros e das citânias e não derivam, de modo algum, da música da Igreja Católica ou dos conventos, visto que têm uma estrutura sonora e musical muitíssimo distinta da música da Igreja Católica e são, portanto, muitíssimo mais antigos, em milénios.

Miguel Quaresma Brandão

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Municípios

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/arouca-grupo-etnografico-de-dancas-e-cantares-de-fermelo-e-mato.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-15 01:32:492021-09-27 12:10:39Arouca e o seu folclore
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