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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira
Músicas no Concelho

Santa Maria da Feira e o seu folclore

Folclore de Santa Maria da Feira

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Douro Litoral (Douro Litoral Sul)
  • Distrito: Aveiro

13 grupos

  • Centro Cultural e Recreativo Os Malmequeres de Lourosa
  • Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira
  • Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira
  • Grupo Folclórico Danças e Cantares de São João de Vêr
  • Rancho Folclórico As Florinhas de Caldas de São Jorge
  • Rancho Folclórico de São Pedro de Canedo
  • Rancho Folclórico de São Tiago de Lobão
  • Rancho Folclórico e Etnográfico das Terras de Santa Maria
  • Rancho Folclórico Recreativo e Cultural As Florinhas de Rio Meão
  • Rancho Folclórico São Cristóvão de Nogueira da Regedoura
  • Rancho Regional da Vila de Lobão
  • Rancho Regional de Argoncilhe
  • Rancho Regional de São João de Vêr
Centro Cultural e Recreativo Os Malmequeres de Lourosa

O Centro Cultural e Recreativo Os Malmequeres de Lourosa é uma associação de natureza etnográfica do Concelho de Santa Maria da Feira. Além do Folclore tem danças latinas, salão, medievais; ginástica (zumba, fitness, aeróbica). Realiza eventos culturais, recreativos, de solidariedade. Aluga instalações mediante disponibilidade e condições.

CCRML

Centro Cultural e Recreativo Os Malmequeres de Lourosa

Centro Cultural e Recreativo Os Malmequeres de Lourosa

Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira

O Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira recolhe, salvaguarda e divulga os usos e costumes da Villa da Feira no final do séc. XIX e início do séc. XX

GDCRF

Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira

Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira

O Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira é um grupo que faz recolha, estudo, salvaguarda e divulgação do património folclórico-etnográfico da região.

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira

Catarina Luz, diretora

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira, Catarina Luz, créditos Abel M. Cunha

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira, Catarina Luz, créditos Abel M. Cunha

Rancho Folclórico As Florinhas de Caldas de S. Jorge

O Rancho Folclórico “As Florinhas” de Caldas de S. Jorge tem-se dedicado à recolha das danças e cantares, usos e costumes, para além de outras tradições sociais e religiosas. Conta com representações em festivais, encontro de tradições, festas e romarias, no país e estrangeiro.

RFFCSJ

Rancho Folclórico As Florinhas de Caldas de S. Jorge

Rancho Folclórico As Florinhas de Caldas de S. Jorge

Está filiado no INATEL. É sócio fundador da Federação das Coletividades de Cultura e Recreio de S. Maria da Feira e sócio efetivos da Federação de folclore Português.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico São Pedro de Canedo

O Rancho Folclórico São Pedro de Canedo foi fundado numa brincadeira de Carnaval a 2 de março de 1976. É constituído por cerca de 50 elementos. É de notar nas suas apresentações a pesquisa elaborada em tradições culturais das Terras de Santa Maria e da Região Douro Litoral.

Tem no seu currículo atuações de norte a sul do país, bem como no estrangeiro: em Espanha, Suíça e França. Esteve no programa televisivo “Olha a SIC”, fez três gravações comerciais e tem participado em diversos festivais de Folclore, festas e romarias.

É organizador de um festival Nacional e Internacional (32ª edição/2023).

Os trajes que o rancho utiliza são os lavradores ricos e médios, de campo, de ir à missa, de domingar, de peixeira, de leiteira, de pescador e de Ceifeira.

A tocata é composta por acordeão, concertina, violão, cavaquinho viola burguesa, bombo, ferrinhos e reque-reque.

Os números mais representativos são a rusga de Entrada, vira dos Barqueiros, vira dos Namorados, vira Velho, vira Valseado, vira da Senhora da Piedade, Verdegar, Fado, tirana e o Velho.

O Rancho Folclórico de São Pedro de Canedo tem contribuído para o engrandecimento e divulgação do Folclore das Terras de Santa Maria da Feira, levando bem longe o nome da terra. É associado do INATEL e da FecoFeira.

Rancho Folclórico de São Pedro de Canedo

Rancho Folclórico de São Pedro de Canedo

Rancho Folclórico de São Tiago de Lobão

O Rancho Folclórico de São Tiago de Lobão foi fundado em 1960 e começou os seus ensaios num palheiro de um dos lugares da freguesia, a Caínha. Foi apadrinhado pelo rancho de Gulpilhares, Vila Nova de Gaia. Durante a Guerra de Ultramar, o rancho não conseguiu ultrapassar a falta de rapazes e em 1965 interrompeu a atividade até 1979. Nesse ano, ano internacional da criança, retomou a atividade com toda a força. Desde então, leva os seus usos e costumes a todo o país e estrangeiro.

Começando por dançar com um único trajo, o de domingueiro, evoluiu e conta atualmente com todos os trajos da região, desde o dos noivos, à das campesinas passando pelos da romaria e continuando com os domingueiros. Conta com cerca de 55 elementos.

Rancho Folclórico de São Tiago de Lobão

Rancho Folclórico de São Tiago de Lobão

Rancho Folclórico e Etnográfico das Terras de Santa Maria

O Rancho Folclórico e Etnográfico das Terras de Santa Maria é uma associação de natureza etnográfica sediada em Rio Meão, Santa Maria da Feira.

RFETSM

Rancho Folclórico e Etnográfico das Terras de Santa Maria

Rancho Folclórico e Etnográfico das Terras de Santa Maria

Rancho Folclórico Recreativo e Cultural As Florinhas de Rio Meão

O Rancho Folclórico Recreativo e Cultural As Florinhas de Rio Meão é uma associação de natureza etnográfica sediada em Rio Meão, Santa Maria da Feira.

Rancho Folclórico S. Cristóvão de Nogueira da Regedoura

O Rancho Folclórico S. Cristóvão de Nogueira da Regedoura é uma associação de natureza etnográfica sediada em Nogueira da Regedoura, Santa Maria da Feira.

Rancho Regional da Vila de Lobão

O Rancho Regional da Vila de Lobão é uma associação de natureza etnográfica sediada em Lobão, Santa Maria da Feira.

RRVL

Rancho Regional da Vila de Lobão

Rancho Regional da Vila de Lobão

Rancho Regional de Argoncilhe

O Rancho Regional de Argoncilhe é uma associação de natureza etnográfica sediada em Argoncilhe, Santa Maria da Feira.

RRA

Rancho Regional de Argoncilhe

Rancho Regional de Argoncilhe

Rancho Regional de São João de Vêr

O Rancho Regional de São João de Vêr é uma associação de natureza etnográfica sediada no lugar da Granja, freguesia de São João de Vêr, Concelho de Santa Maria da Feira, constituída a 27 de dezembro de 1984.

RRSJV

Rancho Regional de São João de Vêr

Rancho Regional de São João de Vêr

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/santa-maria-da-feira-grupo-de-dancas-e-cantares-regionais-da-feira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-23 13:41:392024-10-28 15:39:52Santa Maria da Feira e o seu folclore
Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga
Músicas no Concelho

Braga e as suas escolas de Música

Escolas de Música em Braga

Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Allegro Academia de Música Artes e Conhecimento

R. Costa Gomes, 521
4700-260 Braga
Tlm. (+00 351) 918 855 998
Sítio: www.academiaallegro.com

Associação de Música Sacra de Braga (AMSB)

R. de Guadalupe, 8A
4710-298 Braga
Tlm. (+00 351) 917 645 858

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

CEA – Cooperativa de Ensino Artístico

R. José António Cruz, 60
4715-343 Braga
Tlm. (+00 351) 913 863 431

Conservatório Bomfim

Praça Cândido Costa Pires
4715-402 Braga
Tel. (+00 351) 253 202 300
Sítio: conservatorio.bomfim.org

Auditório

Conservatório Bonfim

Conservatório Bomfim, auditório

Conservatório Bomfim

Conservatório Bonfim

Conservatório Bomfim, Braga

Departamento de Música e Arqueologia da Universidade do Minho

Universidade pública em Braga
Av. Central,100
4710-228 Braga
Tel. (+00 351) 253 601 300
Sítio: www.uminho.pt

Escola Arquidiocesana de Música Sacra

São Frutuoso

Tlm. 912 007 314
Sítio: www.arquidiocese-braga.pt/emlsf
Correio eletrónico: emlsf@arquidiocese-braga.pt

Escola Arquidiocesana de Música Litúrgica

Escola Arquidiocesana de Música Litúrgica

Escola Artística Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga

R. da Fundação Calouste Gulbenkian s/ nº
4710-394 Braga
Tel. (+00 351) 253 600 540
Sítio: conservatoriodebraga.pt

CMCGB

Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga

Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga

Escola de Guitarra – Guiper

Praça Araújo Carandá nº 34 Sala 19
4700-034 Braga
Tlm. (+00 351) 910 151 333

Escola de Música do Mercado Cultural do Carandá

O Correio do Minho de 05 de maio de 2011 noticiou que a Escola de Música do Mercado Cultural do Carandá seria apresentada no dia seguinte pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, mesquita Machado. O equipamento corresponde à segunda fase de reconversão de um espaço comercial convencional. Seguindo uma proposta do arquiteto Eduardo Souto Moura — que havia desenhado o Mercado do Carandá há mais de 25 anos, sendo este um dos seus primeiros trabalhos públicos— a empreitada que ora se dá por concluída significa um investimento municipal que ultrapassa os dois milhões de euros.

Tendo iniciado a atividade em 2010/2011, a Escola de Música do Mercado Cultural do Carandá é gerida pela Companhia da Música, entidade privada que estabeleceu para o efeito um protocolo de colaboração com o Município de Braga. Com uma área total de terreno de 2040 metros quadrados e uma área de implantação de 1448,72 metros quadrados, a empreitada foi adjudicada ao consórcio FDO Projectos/FDO Construções e desenvolveu-se em dois pisos.

A entrada no novo edifício é feita num único ponto, que serve igualmente de acesso à Escola de Dança, o que reforça a ideia de um único espaço: o Mercado Cultural do Carandá. A Escola de Dança do Mercado Cultural do Carandá corresponde precisamente à primeira fase do projeto de reconversão do mercado convencional desenhado por Souto Moura e a sua gestão está protocolada há vários anos entre o Município e o Arte Total — Centro de Educação pela Arte.

O edifício desenvolve-se em dois pisos: um ocupado com a escola propriamente dita e outro, em cave, onde se situam as áreas de apoio ao auditório, designadamente camarins e arrumos gerais. Além dos espaços gerais (sala de convívio/sala de espera, secretaria, arquivo, gabinete do coordenador, e gabinete da direção, reprografia/papelaria, sala de professores/reuniões, bar, biblioteca e sanitários), a nova construção compreende um auditório com capacidade para 157 pessoas, camarins masculinos e femininos, ‘regie’ e arrumos gerais.

Os espaços destinados a atividades letivas dividem-se pela ‘iniciação musical’ (uma sala); ‘formação musical’ (três salas de formação musical, mais uma sala de História da Música, mais uma sala de Análise e Técnicas de Composição); ‘instrumentos’ (oito salas para aulas individuais de instrumentos cordofones e aerofones, mais uma sala para dois pianos de cauda, mais uma sala para aulas de instrumentos de percussão); e ‘conjuntos vocais e instrumentais’ (uma sala de coro, mais duas salas de música de câmara).

No que concerne à funcionalidade do edifício (voltado para a Praça Cândido Costa Pires/Centro de Saúde do Carandá), refira-se que o auditório se apresenta autónomo, bastando para tal encerrar alguns dos espaços comuns e condicionar a livre circulação a áreas de carácter mais público. Para melhor enquadramento estético, foi criada uma área verde em volta do edifício e uma área pavimentada que a ladeia e se prolonga a um pátio.

A segunda fase incidiu no lado nascente do mercado convencional e os trabalhos desenvolveram-se em duas fases: a demolição parcial do existente, mantendo apenas alguns dos seus elementos construtivos, nomeadamente as escadas e alguns pilares, como testemunho da pré-existência; e a construção da escola de música.

No âmbito desta empreitada, o arquiteto Eduardo Souto Moura — que tem em Braga algumas das obras mais representativas do seu vasto currículo, designadamente o Estádio Municipal de Braga, a Casa do Bom Jesus ou a Pousada de Santa Maria de Bouro — assumiu já o compromisso público de desenhar a praça fronteira ao Mercado Cultural do Carandá/Centro de Saúde do Carandá.

Escola de Música Mozart

EMMozart / Yamaha Music School Braga
Av. da Liberdade, 86 A
4715-037 Braga
Tel. (+00 351) 253 273 547
Sítio: www.escolamusicamozart.com

Nuguelmusic – Academia de Música e Artes do Espetáculo

R. Nova de Santa Cruz 409
4710-409 Braga
Tel. (+00 351) 253 166 828
Sítio: hnuguelmusic.pt

Palco de Estrelas

R. de Santa Margarida, 87
4710 Braga
Tel. (+00 351) 253 254 218

PianoClass Portugal

Praça do Condestável, 117
4700-215 Braga
Tel. (+00 351) 253 778 606

Sond’Art

Escola de música em Braga
Endereço: Largo Me. de Deus
4700-228 Braga
Tlm. (+00 351) 911 742 288

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/braga-conservatorio-de-musica-calouste-gulbenkian.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-22 12:35:002025-01-28 09:06:30Braga e as suas escolas de Música
Banda Musical de Cabreiros
Músicas no Concelho

Braga e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Braga

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda Musical de Cabreiros

Extintas:

  • Banda Militar do Regimento de Infantaria 8
  • Banda da Oficina de S. José
  • Banda do Colégio dos Órfãos de S. Caetano
  • Banda dos Bombeiros Voluntários
  • Philarmonica Bracarense (Banda dos Paivas)
Banda Musical de Cabreiros

A Banda Musical de Cabreiros, Associação Cultural, Musical, Artística e Recreativa, foi fundada em 1843, por João Martins Oliveira, com o nome de Banda Musical de S. Miguel de Cabreiros. Além de fundador, João Martins Oliveira foi também regente durante vários anos. Não existe qualquer documento ou testemunho sobre a sua fundação.

A única informação chega-nos através do livro de poemas históricos literários “A minha Aldeia”, do Monsenhor Alves da Rocha, neto do fundador, editado em 1949, no Rio de Janeiro. Não existem registos sobre os primeiros cem anos da banda, a não ser algumas notícias de jornal sobre a sua participação em algumas festividades. A Banda de Cabreiros viveu o seu apogeu nas décadas de 40 e 50, sendo, então dirigida pelo maestro Manuel Gonçalves e batia-se de igual para igual com muitas bandas militares da época. Nessa época demonstrava, uma especial apetência pelas interpretações de obras clássicas.

Banda Musical de Cabreiros

Banda Musical de Cabreiros

Atualmente a Banda Musical de Cabreiros é composta por mais de 50 elementos, estando a sua direção artística ao cargo do Maestro Bruno Pinto. Conta com cerca de 30 atuações anuais (festas, romarias, procissões e concertos). A Escola de Música tem mais de 30 alunos de várias idades e origens. A Banda Musical de Cabreiros é associada da Federação Regional de Bandas Filarmónicas do Minho desde 1999, ano da fundação da Federação.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Bandas de Música de Braga

A 14 de Julho de 2019, a Antena Minho noticiou que a Feira do Livro serviu de palco para o lançamento da obra De créditos firmados: As bandas de música em Braga nos séc. XIX e XX, da autoria da investigadora e professora associada da Universidade do Minho, Elisa Lessa. A obra evidencia o importante papel cultural desempenhado pelas várias filarmónicas que animavam a sociedade bracarense. Das várias bandas de música que existiam em finais do séc. XIX e inícios do séc. XX, hoje, resta a Banda Musical de Cabreiros, que celebrou já os 175 anos de existência.

A vereadora da Cultura do Município de Braga, Lídia Brás Dias, acompanhou Elisa Lessa no lançamento desta obra cheia de curiosidades para os que se interessam pelo património imaterial da cidade, enaltecendo-o pela recuperação e valorização que faz não só histórica e documental, mas também com recurso ao acervo fotográfico do Arquivo Aliança e da ASPA.

“Braga contava com várias bandas de música, desde a Banda Militar do Regimento de Infantaria 8, a Banda da Oficina de S. José, a Banda do Colégio dos Órfãos de S. Caetano, a Banda dos Bombeiros Voluntários ou a Philarmonica Bracarense, conhecida como a Banda dos Paivas – que era uma família de artistas da família dos Paivas que viveu e trabalhou em Braga – e elas desempenhavam um importante papel na animação da cidade”, sublinhou Elisa Lessa.

A autora e investigadora explicou que esta obra acabou por surgir “de forma natural” e na sequência do trabalho de investigação que lidera no âmbito do projecto ‘À Descoberta de Braga’, promovido pelo pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Braga, sob a alçada do qual tem levado a cabo a recolha do património musical em cada uma das freguesias do concelho bracarense. “Este trabalho de investigação tem sido muito frutífero e temos conseguido recuperar e inventariar uma parte importante do espólio musical das freguesias”, assinalou Elisa Lessa, que é também professora associada da Universidade do Minho, que agradeceu também ao Município de Braga a oportunidade dada de poder publicar este livro, que considera de grande interesse público para a comunidade bracarense.

“Foi precisamente este trabalho de investigação sobre o património musical das freguesias do concelho que permitiu chegar a dados sobre a história das bandas de música de Braga, sendo um livro baseado em fontes documentais e também com recurso à imprensa bracarense, nomeadamente o ‘Correio do Minho’, sobre um património riquíssimo como é o património musical”, referiu.

Elisa Lessa diz, no entanto, que “este é um livro aberto para futuros investigadores”, até porque também ela foi ‘beber’ a alguns estudos já realizados, designadamente ao estudo de José Carlos Peixoto sobre o Colégio de São Caetano e a uma obra de Ivone Pais Soares sobre a Oficina de São José – os quais abordam no seu conteúdo detalhes sobre as bandas de música que tiveram também sob a sua alçada.

A autora recorda nesta obra, por exemplo, o “papel extraordinário” da Banda de Música do Regimento de Infantaria 8, recuperando as memórias de um tempo de convívio todas as quintas-feiras e sábados, em que a banda dava show no coreto instalado na Avenida Central.

A obra ‘De créditos firmados: As bandas de música em Braga nos séc. XIX e XX’ de Elisa Lessa tem ainda um capítulo especialmente dedicado ao repertório que estas bandas de música de Braga tocavam, aludindo também aos seus compositores, entre os quais figura o valenciano João Carlos Sousa Morais (cujo centenário da sua morte se celebra em 2019) e que foi precisamente o autor da composição ‘Homenagem a Braga’ e que fio um dos vários temas reproduzidos no concerto que teve lugar a 22 de Junho no Theatro Circo.

Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga

A 9 de junho de 2019 foi noticiado: “Dinamizar a actividade das bandas filarmónicas, projectar o trabalho realizado enquanto instituições de formação musical e dar-lhes visibilidade junto das comissões de festas de todo o país são os objectivos do Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga que, nos dias 23 e 24 de Novembro, volta ao Altice Forum Braga.

O Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga é um evento já consolidado no panorama cultural da Cidade que teve em 2019 a sexta edição, assumindo-se como “imagem de marca do Concelho de Braga”. Na apresentação do concurso, a 19 de Junho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a vereadora da Cultura, Lídia Dias, salientou que o evento “tem vindo a registar um crescimento sustentado, constituindo-se já como uma marca distintiva da dinâmica cultural de Braga”.

Segundo a vereadora, esta iniciativa, além de dar visibilidade à música filarmónica, “visa divulgar o trabalho que as bandas realizam nas comunidades enquanto centros de ensino da música e contribui para o reforço da visibilidade e da importância destas instituições”.

Organizado pelo Município de Braga, com a colaboração da Associação de Festas de São João e do Conservatório Calouste Gulbenkian, e apoio da ‘Afinaudio’ e ‘Sons do Clássico’, o concurso terá a participação de 15 bandas filarmónicas nacionais e internacionais, que trazem a Braga cerca de mil músicos durante os dois dias do evento.

Em 2019 os prémios foram melhorados, aumentando o valor dos três primeiros classificados e os valores para as seis bandas vencedoras do Prémio de São João passarão a ser todos iguais, confirmando-se assim a aposta da Associação de Festas de São João de Braga em escolher as melhores bandas para abrilhantar as festividades sanjoaninas.

Na VI edição manteve-se a atribuição de quatro instrumentos musicais e a banda do distrito de Braga melhor classificada garantirá o direito de gravar um CD. Seria ainda premiado com a “Batuta de Prata” o maestro melhor classificado.

A pandemia levou ao adiamento da VII edição para 27 e 28 de novembro de 2021.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/braga-banda-de-musica-de-cabreiros.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-22 11:48:052024-10-27 23:42:38Braga e as suas filarmónicas
Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo
Músicas no Concelho

Braga e o seu folclore

Folclore de Braga

Grupos etnográficos, tradições e atividades de música popular no Concelho

  • Região: Minho (Baixo Minho)
  • Distrito: Braga

O Grupo de Música Popular da Universidade do Minho foi fundado em 1984 por iniciativa de estudantes e tem vindo a desenvolver a sua actividade em prol da recolha e divulgação da música tradicional portuguesa. O Grupo dedica-se não só à execução de temas populares, como também à sua recriação, interpretados por um coro harmoniosamente associado à simplicidade dos sons dos instrumentos populares como cavaquinho, violas braguesa e amarantina, bandolins, flautas, percussões. Ao longo da sua existência tem participado em manifestações académicas por várias universidades do país e em diversas festas e romarias do norte ao sul de Portugal. Já fizeram parte do Grupo de Música Popular cerca de 300 elementos.

08 grupos

  • Associação Cultural “Os Sinos da Sé”
  • Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo
  • Grupo Folclórico da Universidade do Minho
  • Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda
  • Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio
  • Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe
  • Rancho Folclórico S. João Baptista de Nogueira
  • Rancho Folclórico Santa Cecília Vilaça
Associação Cultural e Festiva “Os Sinos da Sé”

Sediada na Rua D. Pedro V, nº 1 Braga, A Associação Cultural e Festiva “Os Sinos da Sé”, assumiu a história do Grupo Folclórico de Professores de Braga, fundado no ano letivo de 1978/79 na Escola Francisco Sanches, com a finalidade de desenvolver unidades de estudo e recreio no âmbito das manifestações musicais e coreográficas que configuram aspetos da cultura popular minhota.

Associação Cultural e Festiva "Os Sinos da Sé"

Associação Cultural e Festiva “Os Sinos da Sé”

Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo

Filiado na Federação de Folclore Português, o Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo foi fundado a 05-12-1984.

GFACRHF

Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo

Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo

Grupo Folclórico da Universidade do Minho

O Grupo Folclórico da Universidade do Minho, defensor do enriquecimento da esfera cultural da academia minhota, teve a sua estreia no dia 22 de junho de 1993, nas festas Sanjoaninas da cidade de Braga. A sua criação prende-se com os objetivos de recolher, preservar e divulgar toda a cultura do Baixo Minho tão rica e tão diversa em tradições.

GFUM

Grupo Folclórico da Universidade do Minho

Grupo Folclórico da Universidade do Minho

O GFUM é um legítimo defensor deste património cultural e, assim dá a conhecer as mais variadas manifestações típicas da cultura do povo Minhoto: o trajar, o cantar e o dançar nos finais do séc. XIX inícios do séc. XX, procurando despertar na juventude da academia o respeito e a valorização desta Cultura porque «Um povo que renega o seu passado, é um povo sem futuro».

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda

O Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda teve a sua origem nas rusgas que as freguesias rurais do concelho de Braga organizavam para participarem na romaria de S. João de Braga em meados do século passado, no ano de 1963.

Teve um êxito até então nunca alcançado, em que os seus participantes, com ajuda de João Pereira arrancam com um Rancho Folclórico. Apresentou-se pela primeira vez em público nas festas de Nossa Senhora do Parto desse ano. Em 1964, atuou no festival do jardim nas Festas Gualterianas de Guimarães.

GFSMA

Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda

Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda

Iniciou um trabalho de recolha junto das pessoas da freguesia de Aveleda e freguesias vizinhas, recolha que hoje faz parte do seu reportório. Tem procurado ser um digno representante do Baixo Minho, em particular da sub-região etnográfica vale D’Este e das gentes de Aveleda. Tem atuado de norte a sul do país, e no estrangeiro (Espanha, França e Alemanha). Tem presenças na RTP e gravações em cassetes, discos, CD e vídeo. Realiza no primeiro sábado de agosto de cada ano o Festival de Folclore do Vale D’Este.

Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio

No dia 24 de junho de 1936 o Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio teve a sua primeira atuação em público. Viviam-se as festas sanjoaninas na cidade de Braga que ficaram para sempre ligadas à génese do grupo. O Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio é uma das coletividades mais antigas do país, sendo o mais antigo da região do Baixo Minho.

Grupo Regional do Minho foi a primeira designação da coletividade, “mas, passado um ano e após muita insistência, o doutor Gonçalo Sampaio aceitou ceder o seu próprio nome na condição de que fossem respeitadas todas as regras de rigorosidade no que respeita às tradições”, referiu Manuela Sá Fernandes, presidente da Direção.

Três eventos estiveram na origem da criação do grupo: o mais remoto foi o Cortejo Etnográfico de Barcelos, ocorrido no ano de 1932. Os outros dois mais diretamente ligados foram a a Romagem Nacional à Batalha e o espetáculo comemorativo do 20.º aniversário do Theatro Circo, ocorridos em 1935. Uma parte deste espetáculo ocorrido no Theatro Circo, ao qual assistiram vários membros do governo e outras ilustres personalidades, foi preenchida com cantares populares confiada à orientação do Dr. Gonçalo Sampaio que, devido à sua idade avançada e à sua precária saúde, contou com a colaboração do professor Mota Leite.

O sucesso da iniciativa acalentou ainda mais o sonho de Gonçalo Sampaio em formar um grupo folclórico. Foi ele próprio que incentivou o professor Mota Leite a proceder à recolha de danças, cantares, trajes e quaisquer outros motivos tradicionais de toda a região do Baixo Minho com interesse para a futura constituição do desejado grupo folclórico.

A preservação das tradições da região está hoje bem espelhada em todo o trabalho desenvolvido pelo Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio. Depois da criação do Museu do Traje, onde podem ser apreciadas peças que constituem hoje uma verdadeira relíquia e um retrato fiel dos nossos antepassados e suas tradições, a coletividade tem também em funcionamento Oficinas de Cavaquinho, Bordados e Concertina.

“Gostaríamos de expandir também para a Viola Braguesa”, afirmou Manuela Sá Fernandes em 2015 ao Correio do Minho, esclarecendo que estas oficinas são dirigidas a todos os interessados, que não têm de integrar o grupo. “As pessoas integram o grupo somente se quiserem. Gostaríamos que isso acontecesse, particularmente no que diz respeito ao cavaquinho, por causa do nosso grupo”, continua a responsável, acrescentando que atualmente estão em funcionamento duas turmas, uma de crianças e outra de adultos.

Cada área tem o seu formador. No caso dos ateliês do cavaquinho e da concertina, os formadores são membros do grupo folclórico que ficaram encarregues de transmitir todos os conhecimentos aos formados. Ao longo de vários anos o Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio tem também assumido a primordial missão de divulgar as danças, cantares e trajos da Região do Baixo Minho por todo o país e por vários países, nomeadamente Espanha, França, Inglaterra, Bélgica, Alemanha, Suíça e Brasil.

Além das canções populares, o grupo apresenta trajes de há 150 anos em uso na região de Braga. Elas, com o trajo de Capotilha, de Encosta, da Ribeira e do Valdeste, com a sua variante de Sequeira. Eles, com o generalizado trajo masculino. A sua ‘ronda’, das mais típicas, é constituída por uma ou mais concertinas, cavaquinhos, violas braguesas e violões, bombo e ferrinhos.

Em 2011 celebrou 75 anos de existência com a realização de uma gala no Theatro Circo, sala de espetáculos onde o grupo esteve sediado nos primeiros anos. Nessa altura foi preparada uma monografia que registou os momentos mais marcantes dos 75 anos da sua história.

Rancho Folclórico S. João Baptista de Nogueira

RFSJBN

Rancho Folclórico S. João Baptista de Nogueira

Rancho Folclórico S. João Baptista de Nogueira

Rancho Folclórico Santa Cecília de Vilaça

Fundado em Janeiro de 2013, o Rancho Folclórico de Santa Cecília de Vilaça, que integra a Associação Desportiva e Cultural de Vilaça, no concelho de Braga, é o mais jovem grupo do Baixo Minho, mas tem tanto de juventude como de empenho. “Levamos isto a sério” garante o presidente da direção, Agostinho Oliveira, que ‘lidera’ uma ‘família’ que já integra seis dezenas de elementos, desde os três aos 70 anos de idade.

RFSCV

Rancho Folclórico Santa Cecília Vilaça

Rancho Folclórico Santa Cecília Vilaça

Havia um grupo empenhado e Agostinho Oliveira, de 70 anos de idade, regressado de uma vida de 40 anos de emigração à terra onde construiu casa, aceitou o desafio de presidir à direcção, até porque também ele quer ajudar a freguesia. Com gosto pela concertina e sem resistir a um ‘vira’, o presidente abraçou o projeto e está, hoje, “muito contente” que tem tido boa recetividade na freguesia e em todos os locais por onde o Rancho Folclórico de Santa Cecília de Vilaça já passou.

Conta com atuações em vários locais. Em 2015, as tradições folclóricas de três concelhos desfilaram no 1.º Festival de Folclore de Vilaça, o primeiro organizado pelo Rancho Folclórico de Santa Cecília de Vilaça, que fica na história por ser o primeiro, e por ajudar a angariar verbas para a construção de uma nova igreja, projeto que mobiliza toda a comunidade.

Além do grupo anfitrião, subiram ao palco do 1.º Festival de Folclore de Vilaça o grupo etnográfico da Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Paredes de Coura; o Rancho Folclórico das Carvalheiras de Argivai, do concelho da Póvoa de Varzim, e o Grupo Folclórico sa Casa do Povo de Lomar, também do concelho de Braga.
Centenas de pessoas fizeram questão de assistir ao festival.

Em nome dos párocos de Vilaça, o Padre Marcelino Ferreira realçou que “há uma colaboração e uma comunhão entre o Rancho e a Paróquia” e “tirou o chapéu’ ao grupo que “em pouco tempo se afirmou e está aqui a organizar um festival”. O presidente da Junta da União de Freguesias de Vilaça e Fradelos, José Manuel Martins, que é também cantador no Rancho e foi um dos impulsionadores da coletividade, destacou o “muito trabalho” do grupo para realizar o 1.º Festival de Folclore.

Um dos anseios manifestados pelo presidente da direção do Rancho, Agostinho Oliveira, é vir a instalar o grupo na antiga escola do 1.º ciclo de Vilaça, encerrada o ano passado. Reconhecendo as boas condições que o Rancho tem atualmente na sede da Junta, onde ensaia todas as quintas-feiras, Agostinho Oliveira manifesta a vontade de ter um espaço próprio e de dar uso à antiga escola.

Fonte: Teresa M. Costa, Correio do Minho, 14 de julho de 2015

Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe

RFSMA

Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe

Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/braga-grupo-folclorico-acr-helios-de-figueiredo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-22 11:08:052024-10-27 23:36:01Braga e o seu folclore
Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira
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Bandas filarmónicas, história e atividades no Concelho

  • Banda de Música de Arrifana
  • Banda Marcial do Vale
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  • Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira
Banda de Música de Arrifana

A data oficial para a fundação da Banda de Música de Arrifana é de 19 de janeiro de 1803. Todavia, há um apontamento extraído da Junta de Freguesia de Arrifana, pelo Juiz Manuel Tavares da Costa que diz: «Pago a música de Arrifana, reis 3$00». O documento desapareceu e só existe a sua publicação e data 1770.

BMA

Banda de Música de Arrifana

Banda de Música de Arrifana

O primeiro regente conhecido foi Inácio de Azevedo, nascido em 26 de março de 1754 e falecido em 28 de janeiro de 1836. Na década de 1920, a Banda de Música de Arrifana prosperou e afirmou-se no panorama musical, tanto a nível regional como nacional. Em 1928 foi integrada nos Bombeiros, passando-se a designar por Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Arrifana. Embora integrada nos Bombeiros, as direções são diferentes.

A Banda ensaiou em casas alugadas até 1934, ano em que com o apoio de toda a população começou a construir a sua sede e sala de ensaios, inaugurada a 8 de janeiro de 1935. Em 1936 a banda contava com 32 executantes. Os primeiros estatutos oficiais datam de 25 de janeiro de 1975. Em 1985 a banda foi reconhecida como Instituição de Utilidade Pública. Em 2000, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira concedeu a antiga Escola Gomes Rebelo, no lugar da Rua, na Vila de Arrifana, como novas instalações para salas de ensaio e escola de música.

De 1976 até 2004 a banda foi dirigida pelo maestro Belmiro Soares Ferreira, sucessor de um grande maestro e pessoa dedicada a esta Instituição de nome Roberto Nunes, que durante cerca de 50 anos esteve ao serviço como músico e maestro. Mais tarde foi dirigida pelo maestro Filipe Oliveira, sendo que atualmente o maestro Marcelo Alves é o responsável por toda a sua atividade artística.

A Banda de Música tem sobre sua alçada uma Orquestra Ligeira, mais conhecida por OLBA, a Escola de Música onde é integrada a Banda Jovem. A Banda de Música de Arrifana, como é conhecida atualmente, tem vindo ao longo destes últimos anos a proporcionar inúmeras atividades de enriquecimento artístico como foi o caso de Cursos de Aperfeiçoamento de Direção que contou com a presença de 40 maestros dividido em duas sessões, orientado pelo maestro José Brito, maestro da Banda da PSP de Lisboa.

BMA

Banda de Música de Arrifana

Banda de Música de Arrifana

Outra das atividades passou pela organização de um curso onde a Banda teve a oportunidade de trabalhar com o maestro Délio Gonçalves, chefe da Banda da Armada Portuguesa. Recebeu num ensaio a presença do Major Jacinto Montezo, que realizou parte do ensaio e transmitiu alguns dos seus saberes ao grupo. Recebeu também na sua sede  Paulo Gaspar, um profissional da área do Jazz que esteve durante alguns dias a transmitir conhecimentos da área, para o desenvolvimento das linguagens musicais que se praticam no seio das bandas filarmónicas com a evolução constante que se tem sentido.

Banda Marcial do Vale

A Banda Marcial do Vale foi fundada em 1913 por António Gomes Oliveira. Foi conhecida como Banda do Leira, Música de Cedofeita, Música de Santa Ovaia, Banda de S. Vicente de Louredo e Banda Marcial do Vale. Todos estes nomes derivaram do lugar onde vivia o seu fundador ou do local em que a banda ensaiava.

Em 1980 foi oficializada com o nome de Associação de Cultura e Recreio da Banda Marcial do Vale – Santa Maria da Feira. O primeiro maestro da Banda foi Rodrigo Gomes de Oliveira (1889-1918), filho do fundador. Muitos outros se lhe seguiram: Sebastião Ferreira da Conceição (1913-1918), os maestros Rocha, Bernardo Pereira dos Reis e Minúncio (1918-1928), David Alves Ferreira (1928-1939), Justino Fernandes (1939-1944), Américo Pereira dos Reis e Sá (1945-1967 e 1978-1980), Maximino Moreira de Azevedo (1967 -1978 e 1983-1985), Tiago Tomáz (1978), Manuel Moreira de Azevedo (1981-1983), Fernando Sousa Alves (1984-2009), José Moreira Borges (2009-2011) e José Miguel da Silva Azevedo (2011-2014). Atualmente a Banda Marcial do Vale tem como maestro Bruno Miguel Paiva de Azevedo.

BMV

Banda Marcial do Vale

Banda Marcial do Vale

A Banda tem sede própria e é constituída por 68 elementos efetivos, alguns dos quais são naturais das freguesias do Vale e Louredo, salientando-se a juventude da maioria dos executantes. Possui  um coro e orquestra que presta serviço religioso.

Na vertente da formação, a Associação tem uma Escola de Música, onde nasceram muitos dos atuais elementos da Banda. Possui ainda uma Banda Juvenil com 59 elementos, a qual atua tanto em audições internas, como efetua concertos com as mais diversas temáticas, nos mais variados locais. Neste contexto, destacam-se a gravação de três discos (2000, 2002 e 2013) e a participação em 2014 no 5.º Concurso de Bandas “Ateneu Artístico Vilafranquense” onde conquistou o Prémio Tauromaquia na 3.ª Categoria.

Com a Banda Marcial do Vale trabalharam o maestro Frank De Vuyst da “La Armónica” de Buñol, em 2008, o compositor Jan Van Der Roost em 2008 e o trompetista John Aigi Hurn da Orquestra Sinfónica da Galiza participou num ensaio. Em 2013, o Maestro António Saiote realizou uma classe de aperfeiçoamento de Direção e o Maestro José Ignácio Petit realizou um Masterclass de Interpretação.

A Banda participou em diversos festivais: Filarmonia Aveirense, Comemoração dos 175 anos do Governo Civil de Aveiro em 2010 com cerca de 2.000 músicos; IV Edição, 1.º Ciclo e 2.º Ciclo da Filarmonia ao Mais Alto Nível no Europarque, em 2008 e em 2011, respetivamente; em 2012, participou no IV Festival da Sociedade de Instrução e Recreio de Paços da Serra em Gouveia; e participou no I Certamen Internacional de Bandas de Música “Armónico Zamora”, em 2014.

Em ano de centenário, a Direção da Banda Marcial do Vale elaborou um vasto programa com 40 Eventos Culturais, que se realizaram de Janeiro a Dezembro de 2013. As celebrações do centenário abrangeram vários géneros artísticos, destacando-se as presenças das bandas militares do Exército e da Força Aérea, Banda de Zamora (Espanha), Bandas Filarmónicas, Bandas Juvenis, Teatro, Tunas Musicais e Académicas, Ranchos Folclóricos, Grupos de Instrumentos, Música Ligeira, Coros e Canto Lírico, Workshops, Cursos de Direção e de Interpretação com figuras reconhecidas nacional e internacionalmente como Hugues Kesteman, António Saiote, Nuno Pinto (clarinete), José Ignácio Petit (Espanha), Capitão Alexandre Lopes Coelho que dirige a Banda Militar do Exército e o Tenente Coronel Élio Murcho que dirige a Banda de Música da Força Aérea. Nesta oferta cultural participaram 60 grupos envolvendo 4.150 artistas, obtendo-se uma assistência de 9.310 espectadores.

Em termos de registos sonoros, a Banda Marcial do Vale gravou o seu primeiro CD em 2008 com o título “Caminhos”.

Em 2015, participou no 2º Concurso Internacional de Bandas Filarmonia D’Ouro, realizado no Europarque, onde obteve o 1º lugar e 1º Prémio na 2ª Categoria da competição. Em 2016, participou no III Certamen Internacional de Bandas de Música “Armónico Toro (Zamora)”, no qual obteve o 2º prémio na 1ª categoria. Em 2016, participou no 3º Concurso de Bandas de Braga onde arrecadou o 5º lugar.

Em 2024, a Banda Marcial do Vale conquistou o primeiro prémio na primeira secção da mais prestigiada competição do movimento filarmónico, o Certamen Internacional de Bandas de Música “Ciudad de València”, com 351 pontos. Com a interpretação do Pasodoble Miguel Perez Ricarte, de Manuel Morales Martinez, e da obra livre Sinfonia de Zhou Tian, sob a batuta do maestro titular Bruno Azevedo, a banda destacou-se entre as melhores do mundo nesta renomada competição.

Banda Musical de Santiago de Lobão

A Banda Musical de Santiago de Lobão surgiu em 1916, facto comprovado pelos mais idosos e por vários documentos (diplomas de participação, e mérito). Foi registada em 1978 na Secretaria Notarial da Feira. Em tempos ensaiou em Lourosa, como o nome “Banda da Cadinha” devido à alcunha do mestre que a fundou. Por volta de 1920, sediou-se definitivamente em Lobão, o que originou a atual designação.

BMSL

Banda Musical de Santiago de Lobão

Banda Musical de Santiago de Lobão

Sem lugar onde pudesse ensaiar, a Banda esteve quatro anos inativa. Em 1940, por iniciativa de um emigrante no Brasil, foram criadas as condições necessárias para que a Banda iniciasse uma atividade regular. A partir de 1945, fixou-se no lugar da Igreja, numa casa alugada onde permaneceu até 1995, data na qual se transferiu para uma sede própria já com boas condições, o Centro Cultural de Lobão.

Participou em vários certames musicais e culturais, em programas televisivos o radiofónicos, em festivais de música popular da INATEL e nas maiores festas e romarias de Portugal. A Banda é constituída por cerca de 55 elementos, na sua maioria estudantes de Música. Tem uma orquestra de jovens que tocam instrumnão poderem ser utilizados em rua.

Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira

A Orquestra de Jovens de Santa Maria da Feira surgiu em 1994, como uma formação que reunia, anualmente, os jovens músicos de instrumentos de cordas do Concelho, para os então chamados “Estágios de Verão”. Em 1997, a formação adquiriu carácter permanente, resultado do esforço conjunto da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e das escolas oficiais de música do Concelho, nomeadamente a Escola de Música do Coral de Fornos e as academias de Música de Santa Maria da Feira e de Paços de Brandão.

A direção artística deste projeto ficou entregue ao maestro Osvaldo Ferreira que, desde 1997 até 2004, foi o principal responsável pela implementação e desenvolvimento deste projeto musical. Foram convidados para dirigir a Orquestra de Jovens de Santa Maria da Feira maestros de renome nacional e internacional, como: Carlos Fontes, Leonardo Barros, Ivo Cruz, Sokhiev Tugan, Joana Carneiro, Cesário Costa.

BSJSMF

Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira

Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira

Em 1998, dado o elevado número de instrumentistas de sopro interessados num projeto de trabalho em conjunto, sentiu-se a necessidade de criar a Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira. Esta formação funciona em paralelo com a Orquestra de Jovens de Santa Maria da Feira e foi convidado para a direção desta formação o professor Paulo Martins que, desde 1998 até 2004, assumiu também a função de Maestro Assistente da Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira.

Atualmente, o projeto Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira é uma associação cultural, da qual fazem parte a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, a Escola de Música do Coral de Fornos, as academias de Música de Santa Maria da Feira e de Paços de Brandão e as bandas filarmónicas do Concelho. O propósito desta associação é o desenvolvimento da música no Concelho de Santa Maria da Feira e a gestão artística do projeto Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira. A direção artística do projeto é da responsabilidade de Paulo Martins.

A Orquestra e a Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira cumprem objetivos de índole social pedagógica e didática, proporcionando um convívio saudável e a partilha de experiências a todos os jovens executantes. Numa fase determinante da sua formação, os jovens têm a oportunidade de integrar um projeto musical, que poderá marcar definitivamente a sua carreira profissional, despertando o gosto por uma arte que, de outra forma, poderia não se manifestar.

Este projeto proporciona um reforço pedagógico na formação dos jovens músicos, em termos de repertório orquestral, uma vez que fazem parte de uma verdadeira orquestra e têm, permanentemente, ensaios de naipe com professores da especialidade. No final de cada período, os alunos têm a possibilidade de demonstrar os conhecimentos adquiridos, através dos concertos que executam. A Orquestra tem ainda a particularidade de, mediante o repertório escolhido, promover jovens solistas num concelho repleto de grandes talentos.

A atuação da Orquestra em vários pontos do Concelho permite o contacto com alguns nichos populacionais que, de outro modo, não teriam acesso a este tipo de espetáculos, assumindo assim, um papel de grande relevo cultural. A Orquestra atuou em diferentes pontos do País e no estrangeiro: Joué-Les-Turs, França, 1999, Geminação «L’Années Joués; Alicante, Ocãna e Aranjues, Espanha, 2000 – Alessandria, Génova e Asti, Itália, 2001; Valência, Espanha, 2002, 2º Lugar Certamen Internacional de Bandas de Valência; Targovishte, Bulgária, 2002, Geminação; Roma, Pontedera, Itália, 2003, Festival 7Sois 7Luas; Valência, Espanha, 2005, 3º Lugar Certamen Internacional de Bandas de Valência.

Banda Musical de Souto

S. Miguel de Souto, situa-se a Norte da Beira Litoral, Santa Maria da Feira de onde dista 5 km.  Já em 1659, havia em Souto as Charamelas (percursoras das filarmónicas) que animavam as festividades locais e as de terras limítrofes e se incorporavam na procissão. Em 1849 um notável grupo de 15 ilustres soutenses fundou a Banda de Música de Souto. À frente desse grupo destacou-se o Padre Francisco Leite de Andrade, que nasceu em 1823 e faleceu em 1889.

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Banda Musical de Souto

Banda Musical de Souto

A atividade da Banda iniciou-se em 1850, com 16 executantes, tendo como maestro o próprio Padre Francisco. Desde sua fundação, ininterruptamente tem vindo a Banda a prestar inestimáveis serviços à sua terra, quer instruindo musicalmente muitos soutenses, quer levando bem longe o nome de Souto e a qualidade da sua música. Em 1950 comemorou o 1º centenário da sua fundação. Era então, dirigida pelo maestro Manuel Maria dos Santos Reis que para o evento criou uma marcha militar da sua autoria.

Em 1966, teve a Banda de Música uma das suas maiores contrariedades. Em dia de Festa em Maceda, Ovar, um dos carros que transportava alguns músicos, numa passagem de nível em Esmoriz, foi abalroado por um comboio, tendo falecido três músicos e ficado feridos outros três.

Em 1970, construiu a Sede.  Em 1999, celebrou o seu 150º Aniversário, com diversas atividades, entre as quais um ”Encontro de Bandas”, onde participaram sete filarmónicas.

A Banda de Música, atualmente com sessenta executantes, bastante jovens. Um dos grandes orgulhos da Banda, é a Escola de Música que funciona nas salas da sede. A finalidade tem sido mantida e, por isso, tem investido muito no ensino da música e orgulha-se de ter um grande grupo de músicos oriundos da sua Escola.

Em 2004 a Banda Musical de Souto participou nas comemorações dos 150 anos da Banda de Musica de Ribeira Seca, na Ilha de S. Jorge, tendo-nos sido proporcionado visitas com atuações nas Ilha do Pico, Faial e S. Miguel.

Em 2005 participou no “I Concurso Nacional de Bandas Filarmónicas Cidade de Aveiro” tendo conquistado um honroso 2.º lugar. Em 2006 participou no “XIII Certame de Bandas de Música de Galicia” realizado em Boqueixón. No mesmo ano gravou o 1.º CD intitulado “Capricho Varino”. Em 2007, a Banda esteve presente na abertura do Festival Internacional de Marionetas do Porto. Em 2009 participou na 5.ª Edição do “Festival de Bandas Filarmónicas ao mais alto nível”, realizada no Auditório do Europarque.

Em 2010 participou no Encontro de Bandas Filarmónicas, inserido no programa “Verão na Casa”, realizado na Casa da Música. Em 2011 terá sido a primeira banda portuguesa a participar no IX Festival Internacional Bandas de Música “Ciudad de Torrevieja”. No decorrer desse ano, juntamente com os coros da Freguesia de Souto, efetuou pela primeira vez, um concerto coral sinfónico, repetido em várias igrejas.

Em 2012, participou no I Festival Ibérico de Bandas que se realizou no Conservatório de Música do Porto, integrado no programa das comemorações dos 95 anos. No final de 2012, a Banda gravou o seu 2º CD intitulado “ Fidelidade Musical”. Em 2013 a convite da Agrupación Musical Banda de Música de Guardo, participou no I Festival Internacional de Bandas de Música, em Guardo, Palência. Participou também na Filarmonia ao mais alto nível, na 1ª edição do III Ciclo, no Europarque.

Desde 2004, tem como Maestro Manuel Luis Azevedo, que acumula desde 2014 o lugar de Presidente da Direção.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/santa-maria-da-feira-orquestra-e-banda-sinfonica-de-jovens-de-santa-maria-da-feira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-21 23:58:382024-08-12 00:35:52Santa Maria da Feira e as suas filarmónicas
Banda Musical de São Vicente de Alfena
Músicas no Concelho

Valongo e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Valongo

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Banda Musical de São Martinho do Campo
  • Banda Musical de São Vicente de Alfena
Banda Musical de são Martinho de Campo

A Banda Musical de S. Martinho de Campo é uma coletividade cultural, artística e recreativa, fundada em 1929 por  José Teixeira Ferreira. Fez a sua primeira atuação em 27 de março desse mesmo ano. Em 1950 foi criado, no seio da Banda, um grupo coral, com o intuito de participar nas celebrações religiosas. No ano de 1968, a Banda Musical de S. Martinho do Campo inaugurou a sua sede.

Com estatutos de 1978, é constituída por cerca de 50 elementos, a Banda Musical de S. Martinho de Campo dedicou-se desde sempre à animação de romarias, festividades, concertos e, acima de tudo, ao ensino de uma das Artes mais belas que existem no mundo. Tem atuado em diversos pontos no país, com bandas de grande relevo nacional e tem prestado homenagem a diversas entidades públicas.

José Teixeira Ferreira

José Teixeira Ferreira, maestro e fundador da Banda Musical de São Martinho do Campo

José Teixeira Ferreira, maestro e fundador da Banda Musical de São Martinho do Campo

Em 2019, comemoraram-se a 16 de novembro, os 90 anos da Banda Musical de São Martinho. Foi um dia marcante para a Banda, para a Freguesia e para o Município, tratando-se de uma das associações mais representativas do Concelho em Portugal e no estrangeiro. A comemoração contou com a presença da Câmara Municipal, na pessoa dos vereadores Orlando Rodrigues e Paulo Ferreira e do adjunto do presidente da Câmara de Valongo José Carvalho, da Junta de Freguesia com o presidente Alfredo Sousa e Raquel Martins, também do executivo da junta de Campo, do Padre Macedo da Paróquia de Campo, antigos músicos, antigos diretores e um conjunto de amigos que nos últimos tempos tem ajudado a Banda e a Escola de Música, patrocinando os alunos que não tem condições para adquirir instrumentos.

Foram apresentados os projetos que estão a ser edificados, como a criação do “Conservatório Municipal de Valongo”, o grupo de Dixie Music da Banda de São Martinho (“Dixie Field – Powered by São Martinho Band”) e o alargamento do edifício da Escola de Música. Atuaram os “SSB – The Band”, “nascidos” na Banda de São Martinho.

Foram entregues os Prémios “Clave de Ouro”, em que os músicos elegeram os elementos que mais se destacaram nos últimos anos, destacando-se o “Prémio Carreira”, atribuído ao António Cunha e a pontualidade premiou o António Rocha.

Banda Musical de São Vicente de Alfena

A Banda Musical de São Vicente de Alfena foi fundada em 1940. Com o Centro Social e Paroquial de Alfena a lançar os seus fundamentos, logo a Banda se acolheu à sua proteção. O Padre Nuno Cardoso não se poupou a esforço para fazer da Banda mais um cartaz do próprio Centro, que acabava de nascer, e fez da Banda um dos pólos culturais do novo Centro Social que, além da Assistência e do Desporto, tinha na cultura uma das suas vertentes essenciais. Não obstante os encargos que a Banda representava, nem por isso o Senhor Padre Nuno Cardoso deixou de proteger e fomentar o progresso da Banda, colocando ao dispor dos músicos lugares para ensaios, transportes, fardamentos e meios para aquisição de instrumental.

Foi das poucas Bandas que teve à sua frente uma senhora, a Maestrina Antonieta Moreira, tendo sido a primeira mulher a ocupar um cargo de regência numa Banda Filarmónica e sendo de todos os maestros das bandas nacionais aquela que durante mais tempo consecutivo dirigiu a mesma banda, mais de 35 anos.

A banda, integrada no Centro Social e Paroquial de Alfena, foi em outubro de 2015 constituída como uma coletividade, através da criação da Associação Banda S. Vicente de Alfena pelo seu atual presidente Padre Manuel Fernando Soares.

A Banda participa em desfiles de Bandas e realiza cerca de 15 atuações anuais. Compõem-na 50 músicos, muitos dos quais foram formados na privativa escola de Música. Desde 2018 o maestro Manuel Barros tem a seu cargo a direção artística da associação.

BMSVA

Banda Musical de São Vicente de Alfena

Banda Musical de São Vicente de Alfena

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/valongo-banda-musical-de-sao-vicente-de-alfena.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-21 21:09:592021-06-21 10:58:07Valongo e as suas filarmónicas
Grupo Folclórico e Cultural "As Lavradeiras do Vale do Sousa"
Músicas no Concelho

Lousada e o seu folclore

Folclore em Lousada

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa Senhora da Aparecida
  • Grupo Folclórico e Cultural “As Lavradeiras do Vale do Sousa”
  • Rancho Folclórico de Nogueira
  • Rancho Folclórico Flores da Primavera de Nespereira-Lousada
  • Grupo Folclórico “As Ceifeirinhas do Vale Mesio”
  • Rancho Folclórico S. Pedro Caíde de Rei
Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa Senhora da Aparecida

GFACRSA

Rancho Folclórico da Associação Cultural e Recreativa Senhora da Aparecida

Rancho Folclórico da Associação Cultural e Recreativa Senhora da Aparecida

Grupo Folclórico e Cultural “As Lavradeiras do Vale do Sousa”

GFCLVS

Grupo Folclórico e Cultural "As Lavradeiras do Vale do Sousa"

Grupo Folclórico e Cultural “As Lavradeiras do Vale do Sousa”

Rancho Folclórico Flores da Primavera de Nespereira-Lousada

Sediado na freguesia de Nespereira, concelho de Lousada, o Rancho Folclórico Flores da Primavera de Nespereira-Lousada é membro efetivo da Federação do Folclore Português desde 17 de janeiro de 1995 e filiado na Fundação INATEL. Pertence à região Entre Douro e Minho.

RFFPN

Rancho Folclórico Flores da Primavera de Nespereira-Lousada

Rancho Folclórico Flores da Primavera de Nespereira-Lousada

Rancho Folclórico S. Pedro Caíde de Rei

RFSPCR

Rancho Folclórico S. Pedro Caíde de Rei

Rancho Folclórico S. Pedro Caíde de Rei

MÚSICA TRADICIONAL

  • Grupo de Cavaquinhos da Associação Desportiva e Cultural de Lodares
  • Grupo de Cantares de Cantares Populares de Meinedo,
  • Concertinas na Noite
  • “7 Saias”
  • Grupo de Cavaquinhos da USALOU
  • “Os Amigos da Viola”
Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

FOI NOTÍCIA

Em 2019, o Lousada Festival Tradicional promoveu produtos locais.  A Avenida Senhor dos Aflitos recebeu entre os dias 18 e 21 de julho o Lousada Festival Tradicional, que juntou produtos de cestaria, linho e bordadas, croché, artigos em madeira, em pele entre outros e contou ainda com quatro espaços de restauração.

A animação musical esteve também presente em vários momentos deste evento, com a atuação do Grupo de Cavaquinhos da Associação Desportiva e Cultural de Lodares, do Grupo de Cantares de Cantares Populares de Meinedo, as Concertinas na Noite, “7 Saias”, Grupo de Cavaquinhos da USALOU e os “Os Amigos da Viola”.

Marcaram presença também o Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa Senhora Aparecida e o Grupo Folclórico e Cultural As Lavradeiras do Vale do Sousa – Meinedo, a que se juntaram o Grupo Folclórico “As Ceifeirinhas do Vale Mesio”, Rancho Folclórico S. Pedro Caíde de Rei e o Rancho Folclórico de Nogueira. Um dos momentos altos deste evento foi a Recriação do Ciclo do Linho.

A iniciativa é fruto de uma organização conjunta da Copagri, Câmara Municipal de Lousada e da Ader-Sousa. A Vereadora do Desenvolvimento Económico e Social, Dra. Cristina Moreira, referiu “a participação dos ranchos folclóricos que permitiram um enquadramento perfeito com a filosofia do evento, a música local que animou as noites e a participação dos seniores como elementos fundamenais deste evento”.

Este é um evento que envolve pessoas de idades muito variadas e pode ver-se que os mais novos estão a participar e ajudar os pais que são produtores. “Esta é a segunda geração do Lousada Festival Tradicional”, como lhes chama a Vereadora do Desenvolvimento Económico e Social.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/lousada-lavradeiras-do-vale-do-sousa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-21 20:08:162024-10-30 16:16:20Lousada e o seu folclore
Banda de Música de Lousada
Músicas no Concelho

Lousada e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Lousada

Bandas de música, história e atividades no Concelho

  • Banda Musical de Lousada

A Banda de Música de Lousada foi fundada em 1855 por Joaquim Carneiro da Silva Pinto. Desde a sua criação até à implantação da 1ª República, ficou conhecida Banda Velha. Em 1910, divergência políticas determinaram a sua divisão em duas, que felizmente durou pouco tempo, voltando a ser uma única banda, Banda Nova, a atual Banda de Música de Lousada.

Sucederam-se na regência da Banda, de 1910 a 1965, notáveis e consagrados maestros: Serafim Nunes Chamusca, Joaquim da Costa Chicória, Luís Lourenço Pestana, José Francisco Biscaia, entre outros. Entretanto, os principais agentes da preservação e do assinalável êxito alcançado pela banda foram: a família Nunes Chamusca, a família Carvalheiras na pessoa de Joaquim Carvalheiras, que se tornou o pai da música em Lousada. Enquanto a Banda não esteve legalizada como Instituição, este, com grande entusiasmo contratava as festas para as quais era contactado. Assumiu o comando da mesma, recebia as verbas combinadas que depois das atuações distribuía por todos os músicos tendo em conta a responsabilidade e qualidade de cada um.

Outra família que muito se destacou pela sua grande dedicação foi a família Fernandes na pessoa do Pai, Rodrigo Fernandes, cuja obra “A marcha A Lousadense” ficou imortal para o povo de Lousada, sendo exibida sempre em qualquer concerto comemorativo e outros. Os filhos destes ilustres lousadenses, bastante motivados pelo ideal de seus pais tornaram-se músicos da Banda com grande dedicação.

Em 1974, a conjuntura sócio-política colocava em causa a existência da Banda Musical de Lousada. Preocupados com a situação, alguns lousadenses constituíram por Escritura Pública (12 de abril de 1975) a Associação de Cultura Musical de Lousada. Para esta reorganização muito contribuiu com entusiasmo o sempre dinâmico Paulo Afonso da Cunha, filho do já citado Joaquim Carvalheiras, que motivou o então músico Narciso Ribeiro da Mota a encabeçar uma lista para criar por Escritura Pública a Associação de Cultura Musical de Lousada, sendo seus vice-presidentes Paulo Afonso da Cunha e Clemente Ribeiro de Bessa.

Em 1975, Salvador Vieira Fernandes, filho do Rodrigo Fernandes, foi reconduzido como Maestro e principal responsável artístico da Banda de Música da Associação de Cultura Musical de Lousada. Em 1978 foi substituído por Alberto dos Santos Vieira.

Em 1979, representou Portugal no Dia do Emigrante, em França. Em 1980 e 1981, por convite de S.E.C., organizou e participou no 1º e 2º Festival de Bandas Civis em S. Torcato Guimarães sendo o seu principal responsável, Paulo Afonso da Cunha. Em 1983 obteve o 3º lugar no Concurso Nacional da R.T.P “ Sol de Verão”. Em 1985, na Alemanha, venceu o Prémio Absoluto entre 220 Bandas de todo o Mundo. Em 1991, deslocou-se novamente à Alemanha, onde fez o Festival de Promoção do Vinho do Porto, e na Cidade do Porto participou no Festival dos Barcos Rebelos. Em 1993 deslocou-se à Suíça para representar Portugal no dia 10 de Junho – Dia das Comunidades.

A Associação foi distinguida pela S.E.C., com a atribuição da “Medalha de Mérito Cultural”. Para todos estes grandes êxitos, além dos concertos pelo País, muito contribuiu o Maestro Alberto dos Santos Vieira que, após 25 anos como regente, por iniciativa própria quis abandonar o leme da Banda. Em cerimónia solene fez questão de entregar a sua batuta ao jovem músico integrado na Banda de Música da ACML, Romeu Barbosa da Silva que com grande entusiasmo se empenhou na manutenção da qualidade.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/lousada-banda-musical-de-lousada-2018.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-21 19:39:482021-08-03 11:57:40Lousada e as suas filarmónicas
Banda Musical de Paços de Ferreira
Músicas no Concelho

Paços de Ferreira e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Paços de Ferreira

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Associação Musical de Freamunde
  • Banda Musical de Paços de Ferreira
Associação Musical de Freamunde

A Banda de Freamunde foi fundada em 1822, tendo até hoje uma atividade ininterrupta. Tem como atividade principal o ensino e promoção da cultura musical. Da sua Escola têm saído grandes músicos que integram os quadros das Bandas da G.N.R., P.S.P., R.I.P, Força Aérea, Marinha, ex-Orquestra do Teatro Nacional de S. Carlos, Orquestra Sinfónica Portuguesa, professores nas escolas profissionais e artísticas de Viana de Castelo e das Caldas da Saúde.

AMF

Associação Musical de Freamunde

Associação Musical de Freamunde

Atuou um pouco por todo o País e efetuou quatro digressões ao estrangeiro, uma a Espanha e três a França, a convite das comunidades portuguesas e respetivos consulados. Participou em vários concursos, tendo sido distinguida com diversos prémios nomeadamente uma “Batuta encastoada a Ouro” e uma “Medalha de Ouro”.

AMF

Associação Musical de Freamunde

Associação Musical de Freamunde

Em 1979, alterou-se a designação de Banda Marcial de Freamunde, para Associação Musical de Freamunde, alteração que se impunha pela polivalência que a Instituição atingiu principalmente no aspeto da formação. Em 1992, a Associação Musical de Freamunde viu reconhecido o seu trabalho em prol da cultura musical, com distinção “Pessoa Coletiva de Utilidade Pública”. Em 1995, recebeu da Câmara Municipal de Paços de Ferreira a “Medalha de Ouro de Altruísmo e Mérito”, como reconhecimento do seu papel insubstituível no campo da música e da formação musical.

José Maria Pinto Nogueira, Presidente da Associação Musical de Freamunde (1995-2016)

José Maria Pinto Nogueira, Presidente da Associação Musical de Freamunde (1995-2016)

Banda Musical de Paços de Ferreira

A fundação da Banda Marcial de Paços de Ferreira é incerta mas, com base em bibliografia diversa, presume-se que tenha sido efetivamente fundada em 1859. Em 1979, foi concluído o processo de legalização da Associação.  Tendo-lhe sido concedido o direito de superfície do terreno onde funcionava a sede provisória pela Câmara Municipal de Paços de Ferreira, deu-se, em 1994, inicio à construção da sede.

BMPF

Banda Musical de Paços de Ferreira

Banda Musical de Paços de Ferreira

Funciona nela também uma Escola de Música, que conta com cerca de 20 alunos. Dos elementos saídos da Escola há a salientar um embrião da Banda “Big Band Swing Machine”. A banda mudou a sua denominação para Banda Musical de Paços de Ferreira. É composta por 56 músicos, sob a regência de Francisco Gonçalo C. Abreu.

BMPF

Banda Musical de Paços de Ferreira

Banda Musical de Paços de Ferreira

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/pacos-de-ferreira-banda-musical-de-pacos-de-ferreira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-21 17:34:482024-10-30 06:50:14Paços de Ferreira e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico de S. Pedro da Raimonda
Músicas no Concelho

Paços de Ferreira e o seu folclore

Folclore de Paços de Ferreira

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Associação Cultural e Recreativa As Croceiras de Carvalhosa
  • Associação Folclórica Independente de Sanfins de Ferreira
  • Grupo Folclórico Vila de Freamunde
  • Rancho Folclórico As Lavradeiras de Penamaior
  • Rancho Folclórico Danças e Cantares de S. Martinho de Frazão
  • Rancho Folclórico da Citânia de Sanfins
  • Rancho Folclórico de S. Mamede de Seroa
  • Rancho Folclórico Santa Maria de Lamoso
  • Rancho Folclórico S. Pedro da Raimonda
Associação Cultural e Recreativa As Croceiras de Carvalhosa

A Associação Cultural e Recreativa As Croceiras de Carvalhosa é uma associação de natureza etnográfica situada na vila portuguesa de Carvalhosa (Paços de Ferreira)

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Associação Folclórica Independente de Sanfins de Ferreira

AFISF

Associação Folclórica Independente de Sanfins de Ferreira

Associação Folclórica Independente de Sanfins de Ferreira

Rancho Folclórico “As Lavradeiras do Centro Social da Paróquia de Penamaior”

O Rancho Folclórico “As Lavradeiras do Centro Social da Paróquia de Penamaior” foi fundado em agosto de 1981, e em julho de 1982 fez o seu batismo assim como o seu primeiro Festival de Folclore. A freguesia está situada na encosta do Monte do pilar, onde se encontra a imagem do Cristo Rei e onde se realiza a grande festa de 15 de agosto em Honra da Senhora do pilar. Através do Folclore, o Rancho tem levado de Norte a Sul do país as tradições e costumes de Penamaior. Atua em festas, romarias e festivais. Está ligado ao Centro Social da Paróquia de Penamaior.

RFLCSPP

Rancho Folclórico “As Lavradeiras do Centro Social da Paróquia de Penamaior”

Rancho Folclórico “As Lavradeiras do Centro Social da Paróquia de Penamaior”

Rancho Folclórico Danças e Cantares de S. Martinho de Frazão

RFDCSMF

Rancho Folclórico Danças e Cantares de S. Martinho de Frazão

Rancho Folclórico Danças e Cantares de S. Martinho de Frazão

Rancho Folclórico Santa Maria de Lamoso

RFSML

Rancho Folclórico Santa Maria de Lamoso

Rancho Folclórico Santa Maria de Lamoso

Rancho Folclórico de S. Mamede de Seroa

O Rancho Folclórico de S. Mamede de Seroa é uma associação de natureza etnográfica sediada na freguesia de Seroa, concelho de Paços de Ferreira.

Rancho Folclórico de S. Pedro da Raimonda

Anteriormente designado Rancho Folclórico Infantil da Raimonda, o Rancho Folclórico de São Pedro da Raimonda é uma associação de natureza etnográfica sediada no lugar da Igreja, freguesia de Raimonda, concelho de Paços de Ferreira, sediada anteriormente no lugar de Cerdeiras, freguesia de Raimonda. Contém os estatutos de constituição de 13 de fevereiro de 1985 e as alterações estatutárias de 11 de março de 1985 e de 7 de novembro de 1997.

  • Região: Entre Douro e Minho
  • Distrito: Porto
  • Concelho: Paços de Ferreira

O Rancho Folclórico de São Pedro da Raimonda foi fundado em 1982, então como Rancho Infantil de São Pedro da Raimonda, com a participação de muitas das crianças da freguesia. Desde o início, tem por objetivo pesquisar, preservar e divulgar os usos e costumes dos antepassados, em concreto, representar a faixa temporal entre 1880 e 1910, através da música, da dança e dos cantares do povo dessa época.

Desde a fundação, o Rancho Folclórico de São Pedro da Raimonda tem levado a cabo, anualmente, a realização de dois festivais de folclore. Em 2008 foi lançada a primeira gravação em formato CD do grupo, concentrando em si algum do reportório que, normalmente, apresenta nas suas atuações. É membro transitório da Federação do Folclore Português.

RFSPR

Rancho Folclórico de S. Pedro da Raimonda

Rancho Folclórico de S. Pedro da Raimonda

FOI NOTÍCIA

As comemorações do 172º aniversário do concelho de Paços de Ferreira, que decorreram m ao longo do mês de novembro de 2008 permitiriam, pela 3ª vez, o encontro dos 9 ranchos folclóricos existentes no concelho, no domingo dia 9 de novembro de 2008, no Parque de Exposições da Capital do Móvel.

Neste encontro marcariam presença: o Rancho Folclórico S. Mamede da Seroa, o Rancho Folclórico Santa Maria de Lamoso, o Rancho Folclórico Danças e Cantares de S. Martinho de Frazão, a Associação Cultural e Recreativa As Crosseiras de Carvalhosa, o Rancho Folclórico da Citânia de Sanfins, o Rancho Folclórico S. Pedro da Raimonda, a Associação Folclórica Independente de Sanfins de Ferreira, o Grupo Folclórico Vila de Freamunde e o Rancho Folclórico As Lavradeiras de Penamaior.

A Câmara Municipal decidiu associar os ranchos folclóricos, enquanto embaixadores da cultura do concelho, pelo país e pelo mundo, a uma data histórica relacionada com a criação do concelho de Paços de Ferreira.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/pacos-de-ferreira-rancho-folclorico-de-sao-pedro-da-raimonda.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-21 16:10:252024-10-30 06:46:11Paços de Ferreira e o seu folclore
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