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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Grupo Recreativo Mirandense
Músicas no Concelho

Miranda do Corvo e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Miranda do Corvo

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Grupo Recreativo Mirandense
Grupo Recreativo Mirandense

No início da década de 1910, a antiga “Filarmónica Euterpe Mirandense” dissolveu-se. Graças a uma comissão organizadora constituída por José Camilo, Henrique Fernandes Bastos, Alexandre Ribeiro São Miguel, Jaime Cordeiro, Isaac de Almeida e Augusto dos Santos – em conjunto com outros mirandenses que também estiveram ligados ao projeto desde início na qualidade de sócios, foi fundado em 27 de julho de 1931, o Grupo Recreativo Mirandense. Esta coletividade recreativa, cultural, democrática e progressista é uma das associações mais representativas em termos culturais do Concelho de Miranda do Corvo. A filarmónica viria a atuar solenemente a 1 de janeiro de 1933.

GRM

Grupo Recreativo Mirandense

Grupo Recreativo Mirandense

Os objetivos que estiveram na origem do Grupo Recreativo Mirandense mantêm-se atuais, visando essencialmente a promoção, divulgação, fomento e prática de atividades musicais as quais contemplam a existência de uma Escola de Música e da Banda Filarmónica. Tem participado em diversas atividades musicais relevantes como concertos a nível nacional e internacional, encontros de bandas, concursos, eventos de caráter popular e religioso. Na última década, veerificou-se uma grande afluência de jovens com valor que têm partilhado o gosto e interesse pela prática musical.

A Escola de Música do Grupo Recreativo Mirandense funciona há mais de 20 anos. Ensinou e preparou mais de 90% dos músicos da banda. Desenvolve atividades regulares como por exemplo as audições finais de período, bem como algumas classes de aperfeiçoamento de instrumento. Acolhe alunos de todas idades. Tem disponível atualmente, para além de aulas de Formação Musical, aulas de Flauta Transversal, Clarinete, Saxofone, Trompete, Trompa, Trombone, Eufónio, Tuba, Bombardino, Percussão, Canto, Guitarra e Piano. Conta presentemente com cerca de 90 alunos.

Em 1999, o GRM realizou o primeiro Encontro de Bandas. Desde então, todos os anos em julho, no âmbito das comemorações do aniversário do Grupo Recreativo, a Praça José Falcão torna-se no palco de acolhimento de filarmónicas dos mais variados pontos do país, num momento musical que atrai inúmeros espetadores.

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/miranda-do-douro-grupo-recreativo-mirandense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 20:29:212024-11-13 22:51:08Miranda do Corvo e as suas filarmónicas
Grupo Etnográfico “As Tecedeiras dos Moinhos”, Janeiras
Músicas no Concelho

Miranda do Corvo e o seu folclore

Folclore de Miranda do Corvo

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Beira Litoral (Gândara, Bairrada e Mondego)
  • Distrito: Coimbra

03 grupos

  • grupo etnográfico “As Tecedeiras dos Moinhos”
  • grupo etnográfico “Rouxinóis Dueça” de Godinhela
  • Rancho Etnográfico Flores das Cortes
grupo etnográfico “As Tecedeiras dos Moinhos”

Constituído em 1974, o grupo etnográfico “As Tecedeiras dos Moinhos” assume como valores representativos a defesa dos valores tradicionais do Concelho de Miranda do Corvo. São objetivos do grupo defender, preservar, promover e divulgar os usos e costumes, a gastronomia, os modos de trabalho, as danças e cantares da região.

O nome do grupo sustenta-se nas inúmeras tecedeiras que pontificavam nos Moinhos e que passavam longos serões à volta dos teares, dimensão que apesar de se ter reduzido ainda é emblemática desta localidade. Nas danças e cantares das Tecedeiras dos Moinhos destacam-se as tradições, os hábitos, usos e costumes dos seus antepassados. Nos trajos de trabalho, nos domingueiros e de cerimónia, vemos a expressão do povo nas labutas diárias. O barbeiro, o resineiro, o pastor, o serrador, a romeira e a tecedeira adquirem todo o seu significado quando sobem à cena.

Nas descamisadas, nas desgarradas, no amanho das terras, nos teares, à volta da dobadoira, a guardar o gado, nas festas e romarias, nas missas e orações, o grupo é o garante de que a tradição, mais do que um valor do passado, se afirma como uma garantia de futuro.

Mas as Tecedeiras, nome de origem árabe, não cantam e dançam somente. Dedicam-se a divulgar os saberes e experiências dos seus antepassados através de quadros vivos que os seus elementos recriam o mais fielmente possível: o “Ciclo do Linho”, a “Barrela da Roupa Suja no Rio”, a “Descamisada”, a “Matança Típica do Porco”, o “Cantar das Almas”, o “Cantar das Janeiras”, a “Apanha da Azeitona”, o “Casamento à Moda Antiga”, o “Apanhar da Azeitona”,  “a Recolha da Resina”.

O grupo vem mantendo intensa atividade com múltiplas atuações de Norte a Sul de Portugal Continental, mas também nas ilhas da Madeira e dos Açores. Fez digressões na Europa, em Espanha, França, Luxemburgo, Bélgica e Alemanha, particularmente junto das diversas comunidades portuguesas.

Desde 1985, o Grupo organiza todos os anos, salvo raras exceções, o seu encontro anual de folclore e etnografia, na aldeia dos Moinhos.

GETM

Grupo Etnográfico “As Tecedeiras dos Moinhos”

grupo etnográfico “As Tecedeiras dos Moinhos”

GETM

Grupo Etnográfico “As Tecedeiras dos Moinhos”, Canta à almas

grupo etnográfico “As Tecedeiras dos Moinhos”, Cantar às Almas

GETM

Grupo Etnográfico “As Tecedeiras dos Moinhos”, Janeiras

grupo etnográfico “As Tecedeiras dos Moinhos”, Janeiras

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Etnográfico Flores das Cortes

O Rancho Etnográfico Flores das Cortes foi fundado em 1977, em Cortes de Semide, aldeia de tradições e saberes intemporais. Criado inicialmente para preencher um vazio regional a nível de entretenimento e diversão, o rancho tem vindo, ao longo da sua existência, a desempenhar um papel importante na divulgação da cultura e tradições desta região do centro de Portugal, que estão bem patentes nos trajes, danças, cantares e representações que o rancho apresenta, com o objetivo de preservar e reviver os usos, costumes e tradições das gentes simples, sofredoras e sábias da freguesia de Semide e arredores, nos finais do séc. XIX e início do séc. XX.

Provenientes de uma freguesia onde predominam os trabalhos agrícolas, os componentes do rancho apresentam trajes, reproduções fiéis localmente recolhidas de carvoeiros, resineiros, moleiros, carreiro, ceifeiros, viveiristas, vendedora de hortaliça, entrega do arroz-doce, feirantes e gaiato, quanto aos trajes de cerimónia temos a beata, noivos ricos e domingueiros.

O Rancho Etnográfico Flores das Cortes está inscrito no INATEL e filiado na Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego (AFERM), sendo atualmente um dos ranchos mais antigos do Concelho, em permanente atividade desde a sua fundação.

Além de já ter percorrido o país, conta com atuações em Espanha, França e Áustria.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/miranda-do-corvo-tecedeiras-dos-moinhos-janeiras.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 20:05:482024-11-13 22:53:05Miranda do Corvo e o seu folclore
Associação Filarmónica Mirandesa - Banda de Música
Músicas no Concelho

Miranda do Douro e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Miranda do Douro

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

Associação Filarmónica Mirandesa – Banda de Música

AFMBM

Associação Filarmónica Mirandesa - Banda de Música

Associação Filarmónica Mirandesa – Banda de Música

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/miranda-do-douro-associacao-filarmonica-mirandesa-banda-de-musica.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 19:27:222024-12-14 23:07:50Miranda do Douro e as suas filarmónicas
Grupo Folclórico dos Pauliteiros de Cércio
Músicas no Concelho

Miranda do Douro e o seu folclore

Folclore em Miranda do Douro

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região etnográfica: Trás-os-Montes e Alto Douro (Trás-os-Montes)
  • Distrito: Bragança

07 grupos

  • Associação Miradanças
  • Grupo de Pauliteiros de Sendim
  • Grupo de Pauliteiros Mirandeses de Palaçoulo
  • Grupo Folclórico dos Pauliteiros de Cércio
  • Grupo Folclórico Mirandês de Duas Igrejas
  • Lérias Associação Cultural
  • pauliteiros de Miranda
Associação Miradanças

Sediada na freguesia e concelho de Miranda do Douro, a Associação Miradanças foi fundada em 2006.

Trabalha para preservar as tradições da terra. Procura estimular e incutir nas camadas mais jovens o gosto pela divulgação e promoção de uma cultura genuína, plena de uma riqueza invulgar de saberes acumulados ao longo de séculos e transmitidos de geração em geração.

Através do Miradanças, o conhecido baile dos paus bem como os bailes mistos e os jogos típicos do concelho ganharam nova roupagem.

Toda essa cultura, tradicionalmente associada ao mundo rural, recebeu um novo impulso na cidade de Miranda do Douro.

À Associação Miradanças pertencem os seguintes grupos: danças mistas de adultos e danças mistas infantis; grupo de pauliteiras; grupo de pauliteiros; grupo de gaiteiros.

Grupo de Pauliteiros de Sendim

O Grupo de Pauliteiros de Sendim foi fundado em 2007.

Pauliteiros são os praticantes da dança guerreira característica das Terras de Miranda, chamada de dança dos paus, representativa de momentos históricos locais, acompanhada com os sons da gaita de foles, caixa e bombo. Tem  a particularidade de ser dançada por oito homens, que vestem saia bordada e camisa de linho, um colete de pardo, botas de cabedal, meias de lã e chapéu, que pode estar enfeitado com flores e finalmente por dois paus (palos), com os quais estes dançadores fazem uma série de diferentes passos e movimentos coordenados.

O reportório musical da dança dos paus chama-se lhaços, e é constituído pela música, texto e coreografia. Os executantes chamam-se pauliteiros, pois utilizam paus para tocar com danças.

Grupo de Pauliteiros Mirandeses de Palaçoulo

Este tipo de dança de origem indo-europeia, chegou ao Planalto Mirandês provavelmente por via celta. Antes da cristianização, estas danças estavam integradas em celebrações pagãs, que posteriormente o Cristianismo transportou para as suas festas religiosas. Assim em Palaçoulo, a festa anual em que desde tempos imemoriais, compete aos pauliteiros atuarem ritualmente e com todo o cerimonial, é a antiga festa das colheitas, em honra de Santa Bárbara.

Os Pauliteiros de Palaçoulo, após um interregno, aproximadamente de vinte anos, fizeram-se representar novamente em 1978 na Festa de Santa Bárbara, com os seus variadíssimos números denominados “lhaços”, não mais tendo parado de levar a todo Portugal e Estrangeiro este património cultural.

A Associação que os Pauliteiros representam foi fundada em 9 de dezembro de 1980, tendo ao longo dos anos adotado diversos nomes. Atualmente denomina-se de CARAMONICO – Associação para o Desenvolvimento Integrado de Palaçoulo.

Além do Folclore e em especial as danças dos Pauliteiros, a Associação tem como finalidade a promoção cultural, social, cívica e física dos seus associados, através de cursos, encontros, leituras, publicações, convívios, passeios, espetáculos, projeções com meios audiovisuais, festas, artesanato e valorização físico-desportiva, como sejam, o desporto, a caça, a pesca, o atletismo e outros.

Grupo Folclórico dos Pauliteiros de Cércio

Os primeiros documentos oficiais em arquivo relativos  ao Grupo Folclórico dos Pauliteiros de Cércio referem a sua deslocação a Londres (Inglaterra) em 1933. Pela primeira vez foram utilizados os seus atuais trajes que para tal efeito foram oferecidos pela embaixada de Inglaterra, dado que as suas danças se assemelhavam aos costumes e tradições da Escócia e da Irlanda do Norte.

A partir de então, o grupo percorreu o país e apresentou-se várias vezes no estrangeiro. Esteve em Londres em 1933; Madrid (Espanha), onde os pauliteiros de Cércio ganharam o 1.º prémio, no concurso internacional de danças e canções a que concorreram dezoito nações, em 1949; Angola, onde permaneceu cerca de três meses em digressão em 1947; França, em 1987; Estados Unidos da América em 1988; Brasil, Salvador da Baía em 2003.

O grupo foi convidado a participar nos anos 1960 no filme “Portugal”, que na época resultou num grande êxito. A partir de 1960, com ressentiu-se com a emigração, tendo ficado inativo durante alguns anos. A reorganização ocorreu em 1964, então com 16 dançadores (caso único) em vez de 8.

Convidado a atuar nos melhores festivais de folclore no país como no estrangeiro, o grupo tem mantido o espírito dos antepassados. Após uma paragem de 5 anos, o grupo voltou a reunir-se com membros mais jovens e com as instruções de alguns membros constituintes das formações anteriores.

GFPC

Grupo Folclórico dos Pauliteiros de Cércio

Grupo Folclórico dos Pauliteiros de Cércio

GFPC

Grupo Folclórico dos Pauliteiros de Cércio, créditos Sérgio Albino

Grupo Folclórico dos Pauliteiros de Cércio, créditos Sérgio Albino

GFPC

Grupo Folclórico dos Pauliteiros de Cércio, créditos Sérgio Albino

Grupo Folclórico dos Pauliteiros de Cércio, créditos Sérgio Albino

GFPC

Grupo Folclórico dos Pauliteiros de Cércio, créditos Sérgio Albino

Grupo Folclórico dos Pauliteiros de Cércio, créditos Sérgio Albino

Flauta e tamboril

Tamborileiro mirandês

Tamborileiro mirandês

Grupo Folclórico Mirandês de Duas Igrejas

O Grupo Folclórico Mirandês de Duas Igrejas (pauliteiros de Miranda) foi fundado em 1945 pelo Padre António Maria Mourinho, pároco da freguesia de Duas Igrejas.

É constituído por 32 componentes, 22 dos quais são homens e 10 mulheres.

A variedade dos seus trajos e adornos e a pureza e autenticidade do seu reportório, constituído por numerosas canções e bailados, fazem dele um interessantíssimo e rico elenco etnográfico distribuído por três secções de danças: danças masculinas (pauliteiros); danças mistas, com coro e acompanhamento; danças mistas sem coros.

Na indumentária, destacam-se o agrupamento das «Flores», suas sombrinhas e outros pertences, e os mordomos da festa de S. João Evangelista, pelo Natal, com suas varas enramadas ao gogo, encimadas por maçãs, fitas e flores e os alforjes a pedirem a esmola para a festa. Estes mordomos depois, no baile, fazem a barba aos festeiros e cortam-lhes o cabelo, dando-lhes uma maçã que eles mordem para desempenharem a cadeira.

Os instrumentos musicais usados são simples e primitivos: gaita de fole, caixa e bombo, flauta pastoril, ferrinhos, conchas, castanholas, pandeiros e pandeiretas.

Formado por simples camponeses, tornou-se escola de conservação e execução do folclore mirandês, pelos mesmos filhos da terra, no seu próprio meio.

Grupo Folclórico Mirandês de Duas Igrejas

pauliteiros de Miranda

À semelhança da maioria das aldeias do planalto Mirandês, teve Fonte de Aldeia desde tempos imemoriais um grupo de pauliteiros (aliás o primeiro registo escrito sobre este tipo de dança alude precisamente a Fonte de Aldeia) que dançava especialmente na festa de Santa Bárbara, (festa de dança), percorrendo as ruas da aldeia pedindo esmola para a referida festa, e na qual o grupo é o organizador (mordomo) da festa.

A partir de finais da década de 1950 esta tradição perdeu-se e foi recuperada em 1998 graças a um grupo de jovens orgulhosos da sua terra, tradição e cultura, determinados em aprender e mostrar ao mundo, esta dança tão característica das Terras de Miranda.

No grande êxito desta recuperação, esteve sempre a ACReFA, a associação cultural e recreativa da aldeia, à qual o grupo esteve sempre ligado.

Desde 2000 que o grupo se encontra ligado ao Galandum Galundaina, prestigiado grupo de música tradicional mirandesa, também ele constituído por filhos da terra.

Desde o seu início, o grupo teve oportunidade de percorrer o país de norte a sul e ilhas com enumeras participações em programas televisivos.

Conta ainda com diversos espetáculos em Espanha bem como na França, Alemanha, Bélgica, Croácia, Cuba e Macau.

EDIÇÕES

cancioneiro tradicional Mirandês

A 20 de setembro de 2021 foi noticiado que está disponível na loja do Museu da Terra de Miranda e na rede de lojas Cultura Norte.

“Já está disponível ao público a reedição do cancioneiro tradicional Mirandês, I e II volumes, uma iniciativa da Direção Regional de Cultura do Norte, ao abrigo do Projeto Territórios Musicais – TERMUS.

A parceria transfronteiriça une o Museu da Terra de Miranda e do Museo Etnográfico de Castilla y León na importante tarefa de preservação da memória da tradição oral musical em Portugal e Espanha.

Reeditada quase quatro décadas após a primeira edição, os registos contidos na obra integram, ainda hoje, o reportório musical dos grupos de música popular tradicional da Terra de Miranda.

É a música popular e religiosa, a dança e coreografia, as canções dos serões, dos fiadouros, das mondas, das ceifas, das trilhas, dos cardadores, de embalar, que dão corpo ao riquíssimo campo do património imaterial mirandês, reunido em dois volumes por António Maria Mourinho etnógrafo e fundador do Museu da Terra de Miranda, e Francisco Serrano Sequeira Baptista, responsável pelo trabalho de recolha publicado no segundo volume desta edição.

A reedição do cancioneiro tradicional Mirandês visa a preservação e recuperação da memória da tradição oral musical, fundamental para a manutenção da cultura popular, num projeto com uma visão mais abrangente do património musical, no qual convergem tradição e modernidade: a tradição associada à memória e à herança cultural musical e a modernidade associada à normal evolução, adaptação e reinvenção das comunidades locais.”

Fontes:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/miranda-do-douro-pauliteiros-de-cercio.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 19:17:102024-12-14 23:07:22Miranda do Douro e o seu folclore
Ponteira, caixa e charamela, Museu Terras de Miranda
Músicas no Concelho

Miranda do Douro e os seus museus

Museus de Música em Miranda do Douro

Coleções musicais no Concelho

Museu da Terra de Miranda

O Museu da Terra de Miranda possui e continua a adquirir novas peças para integrar, ampliar, diversificar e atualizar a coleção de instrumentos musicais. Recentemente, foram integradas mais peças: uma charamela, uma caixa e duas ponteiras (estas feitas em madeira de buxo). As aquisições foram concretizadas através do projeto Termus – Territórios Musicais, um projeto europeu de cooperação transfronteiriça desenvolvido pelo Museu da Terra de Miranda e pelo Museo Etnográfico de Castilla y León.

O projeto visa a recuperação, conservação e valorização do Património Material e Imaterial relacionado com a música tradicional e popular na Terra de Miranda (Portugal) e na província castelhano e leonesa de Zamora (Espanha), através da recolha sistemática e da difusão de testemunhos orais que preservem a solidez da memória sonora deste território e a sua diversidade cultural. (25/03/2021)

Ponteira, caixa e charamela, Museu Terras de Miranda

Ponteira, caixa e charamela, Museu Terras de Miranda

O Museu da Terra de Miranda está situado no centro histórico de Miranda do Douro, instalado na antiga Domus Municipalis da cidade, edifício do século XVII. Fundado em 1982, o museu evoca o tempo longo do planalto mirandês. A visita permite descobrir traços característicos da vida social e cultural de uma região cuja forte identidade, manifesta na presença da língua mirandesa (segunda língua oficial da República Portuguesa desde 1999) e ancorada na agricultura, na pecuária e no comércio de fronteira, passa hoje por evoluções profundas e rápidas.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/mirando-do-douro-museu-terras-de-miranda-ponteira-caixa-charamela.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 17:37:322024-12-14 23:08:20Miranda do Douro e os seus museus
Artave - Escola Profissional Artística do Vale do Ave
Músicas no Concelho

Santo Tirso e as suas escolas de música

Escolas de Música de Santo Tirso

Artave – Escola Profissional Artística do Vale do Ave

Escola de Música de São Martinho do Campo

Escola de Música de São Tomé de Negrelos

Estúdio 3 – Rockschool Vale do Ave

Trevo do Sucesso Escola de Dança

ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave

Caldas da Saúde
4784-907 Areias
Santo Tirso
Tel. (+00 351) 252 808 830

Criada em 1989, a Artave – Escola Profissional Artística do Vale do Ave é uma instituição pioneira no Ensino Profissional Artístico. Revela-se como um modelo de sucesso no ensino da música em Portugal, com numerosos alunos apresentando resultados ao mais alto nível e com elevada representação de antigos alunos desenvolvendo carreiras profissionais de sucesso. Desde o ingresso na Escola os novos alunos são integrados num ambiente que privilegia a aprendizagem e as atividades em grupo, ajustando-se paralelamente o acompanhamento individual dos trabalhos, de forma a desenvolver as capacidades e o talento de cada um.

Artave - Escola Profissional Artística do Vale do Ave

Artave – Escola Profissional Artística do Vale do Ave

Escola de Música Tradicional da Ponte Velha

Rua dos Moinhos, 71
Ponte Velha
4780-503 Santo Tirso
Tlm. (+00 351) 917 883 031

Escola de Música Tradicional da Ponte Velha

Escola de Música Tradicional da Ponte Velha

Escola de Música Tradicional da Ponte Velha

Escola de Música Tradicional da Ponte Velha, moinho

Trevo do Sucesso – Escola de Dança

R. Prof. Dr. Fernando Augusto Pires de Lima 55B
4780-531 Santo Tirso
Tlm. (+00 351) 252 833 444

Trevo do Sucesso é uma escola criada em 2010 onde se podem aprender diversos estilos de dança e instrumentos musicais, dos mais clássicos aos mais modernos e alternativos, assim como sessões individuais ou de pequeno grupo com vista à melhoria dos resultados escolares. Ao longo do ano, para além de aulas regulares, leva aos seus alunos, seguidores e público em geral workshops (dança, música, fotografia, teatro, culinária…), comemoração de datas festivas, demonstrações públicas e espetáculos.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/santo-tirso-artave.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 16:21:462026-03-31 15:36:09Santo Tirso e as suas escolas de música
Paços da Cultura, São João da Madeira
Músicas no Concelho

São João da Madeira e os seus auditórios

Auditórios de São João da Madeira

Salas de espetáculo e casas de música do Concelho

  • Casa da Criatividade
  • Paços da Cultura
Casa da Criatividade

A Casa da Criatividade, projetada pelo arquiteto Filipe Oliveira Dias, foi instalada no emblemático edifício do antigo Cinema Imperador. É uma sala com particularidades únicas em Portugal, permitindo 5 configurações diferentes, com várias disposições de palco e de plateia, sendo vocacionada para o teatro, dança, música, ópera, cinema, congressos e reuniões.

A Casa da Criatividade e os Paços da Cultura funcionam numa lógica de grande e pequeno auditório, de modo articulado e complementar, com uma programação concertada e sinérgica.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Casa da Criatividade, São João da Madeira

Casa da Criatividade, São João da Madeira

Paços da Cultura

O antigo edifício dos Paços do Concelho de S. João da Madeira, um dos mais emblemáticos do município, foi alvo de obras de beneficiação e adaptação para se transformar em Paços da Cultura. Sendo um edifício com lugar especial na história do município, visto estar ligado de forma indissociável aos primeiros anos de afirmação da independência sanjoanense, no âmbito da emancipação administrativa em 1926, considerou-se o espaço ideal para albergar os documentos históricos assim como uma ótima forma de preservar as memórias e as raízes culturais sanjoanenses.

Inaugurado no dia 21 de maio de 2005, o edifício dos Paços da Cultura contempla várias valências. Na cave existe um auditório com cerca de 200 lugares, no rés-do-chão um café-concerto, um espaço dedicado à Internet e uma zona reservada para eventos ao ar livre. O primeiro andar está ocupado por galerias de exposições enquanto que no segundo tem lugar a sala da Memória.

Paços da Cultura, São João da Madeira

Paços da Cultura, São João da Madeira

O Arquivo Histórico da Cidade onde estão disponíveis ao público os documentos mais relevantes da história da Cidade situa-se na cave. Esta intervenção, com total preservação do traçado original do edifício, resulta de um investimento de cerca de um milhão duzentos e cinquenta mil euros.

Fonte: CMSJM

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/sao-joao-da-madeira-pacos-da-cultura.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 15:36:132025-09-14 00:14:10São João da Madeira e os seus auditórios
Coro de Câmara de São João da Madeira
Músicas no Concelho

São João da Madeira e os seus coros

Coros de São João da Madeira

Grupos e atividade coral no Concelho

Coro de Câmara de São João da Madeira

Sediado em São João da Madeira, distrito de Viseu, Área Metropolitana do Porto, o Coro de Câmara de São João da Madeira é formado por  cerca de duas dezenas de jovens, com idades entre os 17 e os 35 anos. Foi fundado a 22 de maio de 1992 por José Resende. Atuou pelo País e no estrangeiro (República Checa, Espanha e Brasil). Publicou os CD Vozes (2001), Despiques (2008). Foi dirigido pelos maestros José Resende (1992 – 2003), António Sérgio (2003 – 2006), Magna Ferreira (2006 – 2007) e Joana Castro (2008 – ).

CCSJM

Coro de Câmara de São João da Madeira

Coro de Câmara de São João da Madeira, Figueira de Castelo Rodrigo, 2018

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/sao-joao-da-madeira-coro-de-camara-de-sao-joao-da-madeira-em-figueira-de-castelo-rodrigo-2018.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 15:18:552026-04-01 09:24:46São João da Madeira e os seus coros
Academia de Música de S. João da Madeira
Músicas no Concelho

São João da Madeira e as suas escolas de Música

Escolas de Música de São João da Madeira

Ensino da Música no Concelho

Academia de Música de S. João da Madeira

A Academia de Música de S. João da Madeira foi fundada em 1981, e tem mantido, desde então, a sua atividade no ensino e promoção da Música. Tem-se orientado sempre por um espirito de grande abertura ao meio, intercâmbio de ideias e atividades, desenvolvendo vários projetos visando a participação da população e dinamização cultural.

Auditório é o centro nevrálgico da renovada Academia de Música de S. João da Madeira O renovado edifício da Academia de Música de S. João da Madeira foi inaugurado a 11 de outubro de 2012, nas comemorações do 86.º aniversário da criação do Município. Construído praticamente de novo, este equipamento de ensino artístico mantém a traça do imóvel original, onde funcionou a antiga escola primária da Quintã, do início do século XX.

Na nova Academia de Música de S. João da Madeira, o centro nevrálgico é o auditório, que deixa de ser uma sala grande fechada, para funcionar como um lugar de encontro diário de quem frequenta o edifício. Um estúdio multimédia, uma biblioteca/mediateca e diversas salas de aula com diferentes dimensões (para ensino individual, para três ou para 15 alunos) são outros dos espaços criados, havendo igualmente pátios para zonas de estar.

AMSJM

Academia de Música de S. João da Madeira

Academia de Música de S. João da Madeira

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/sao-joao-da-madeira-academia-de-musica-de-sao-joao-da-madeira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 15:04:242021-06-21 10:53:55São João da Madeira e as suas escolas de Música
Banda Sinfónica Portuguesa
Músicas no Concelho

Porto e as suas filarmónicas

Filarmónicas do Porto

Bandas de música, história e atividades no Concelho

  • Banda do Exército – Destacamento do Porto
  • Banda Marcial da Foz do Douro
  • Banda Sinfónica Portuguesa
Banda do Exército – Destacamento do Porto

A Banda do Exército – Destacamento do Porto foi criada como consequência das várias transformações e reestruturações levadas a cabo na estrutura do Exército Português, desde o início do séc. XIX até aos dias de hoje. Dentro da estrutura militar tem por missão assegurar, no respetivo âmbito de atuação, as normas de protocolo relativas às cerimónias e atos militares e participar em atividades culturais e recreativas da responsabilidade do Exército. O elevado nível artístico tornou-a reconhecida não só na região, mas também em outros locais do país onde se tem apresentado.

Em parceria com a Banda Sinfónica Portuguesa colaborou na realização dos Cursos Nacionais de Direcção de Banda (2007, 2008, 2010, 2012) com os prestigiados maestros Jan Cober (Holanda), Douglas Bostock (Inglaterra), Eugene Corporon (EUA) e José Rafael Pascual Vilaplana (Espanha).

Passaram pela Banda os mais ilustres maestros de bandas militares e, desde 2012, é dirigida pelo Capitão Chefe de Banda de Música Alexandre Lopes Coelho.

BEDP

Banda do Exército – Destacamento do Porto

Banda do Exército – Destacamento do Porto

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

Banda Marcial da Foz do Douro – Filarmónica do Porto

A Banda Marcial da Foz do Douro – Filarmónica do Porto, atualmente Associação de Arte e Beneficência, foi fundada em 1883 pelo Abade José Moura e Joaquim António dos Santos. Apresentou-se em festas, romarias e outros eventos de Norte a Sul do país e em Espanha. Atuou em todos os coretos da cidade. Fez várias gravações em cassete e CD. Participou no 1º Concurso Nacional de Bandas Civis (1960) e foi galardoada com a Medalha Reconhecimento – Ouro (1983) pela Associação Humanitária Bombeiros Voluntários Portuenses e com a Medalha de Mérito –¬ Grau Prata (1989) pela Câmara Municipal do Porto.

Em 1995, participou em programas televisivos da RTP como: À Volta do Coreto, concurso a nível nacional, onde se classificou em 3º lugar; Praça da Alegria; Cantares de Amigo; e Filarmónicas nos Coretos dos Jardins Públicos. Colaborou no ensino musical nas escolas primárias da sua freguesia e participou em desfiles de bandas filarmónicas em várias cidades portuguesas. Organizou os encontros de bandas Filarmónicas – Cidade do Porto, por onde passaram dezenas de filarmónicas.

Banda Marcial da Foz do Douro – Filarmónica do Porto

Banda Marcial da Foz do Douro – Filarmónica do Porto

A Banda Marcial da Foz do Douro possui uma Escola de Música, que lhe permite manter o seu nível artístico. Tem dedicado a sua existência ao ensino gratuito e à divulgação da arte musical. Tem no ativo cerca de 50 executantes, com a direção artística de Jorge Macedo desde 2012.

Banda Sinfónica Portuguesa

Com sede na cidade do Porto, a Banda Sinfónica Portuguesa teve o seu concerto de apresentação a 1 de janeiro de 2005 no Rivoli, Teatro Municipal do Porto, onde gravou o primeiro CD. Recebeu importante apoio por parte da Culturporto, da Portolazer e da Ágora na divulgação e expansão do seu projeto nesta cidade.

A partir de 2007, a BSP foi convidada pela Fundação Casa da Música a apresentar-se regularmente na Sala Guilhermina Suggia, onde tem vindo a interpretar regularmente um conjunto de obras originais de compositores portugueses e estrangeiros, sendo responsável pela execução em primeira audição de mais de meia centena de obras, resultante ainda do seu concurso de composição e de encomendas.

Em 2010, lançou o álbum A Portuguesa com obras exclusivamente de compositores portugueses, num concerto realizado no auditório da Faculdade de Engenharia do Porto. Tem vindo a gravar regularmente outros trabalhos, nomeadamente Traveler (2011), Hamlet (2012) Oásis (2013), Grand Concerto pour Orchestre d’Harmonie (2014), Sinfónico com Quinta do Bill (2015), Trilogia Romana (2015), Porto (2016), The Ghost Ship (2017) e Night and Day (2019).

A BSP possibilitou, na maioria dos seus concertos, a apresentação de talentosos solistas nacionais e internacionais, sendo de destacar nomes como Pedro Burmester, Sérgio Carolino, Mário Laginha, Elisabete Matos, Marco Pereira, Jean-Yves Fourmeau, Nuno Pinto, Vicente Alberola, Pierre Dutot, Vincent David, Horácio Ferreira, Rubén Simeó, Vasco Dantas, incluindo vários músicos que integram a formação. Alguns concertos contaram ainda com a participação de vários coros e com grupos como Vozes da Rádio, Quinta do Bill, Quarteto Vintage, European Tuba Trio, entre outros.

Maestros internacionalmente reputados como Jan Cober, José Rafael Vilaplana (maestro principal convidado da BSP), Douglas Bostock, Baldur Brönnimann, Alex Schillings, Marcel van Bree, Rafa Agulló, Dario Sotelo, Henrie Adams, Eugene Corporon e Andrea Loss dirigiram a BSP com enorme sucesso, tendo considerado este projeto como extraordinário e de uma riqueza cultural enorme para Portugal.

BSP

Banda Sinfónica Portuguesa

Banda Sinfónica Portuguesa

A BSP tem vindo a receber até ao momento as melhores críticas, não só do público em geral, como também de prestigiados músicos nacionais e estrangeiros. Maestros portugueses como Pedro Neves, Fernando Marinho, Alberto Roque, José Eduardo Gomes, Hélder Tavares, Luís Carvalho, André Granjo, entre outros, dirigiram também a orquestra.

Destaca-se a realização de concertos nas principais salas de espetáculo de norte a sul do país, em igrejas, no Santuário de Fátima, em Espanha – Teatro Monumental de Madrid (RTVE) e nas cidades de Pontevedra, Corunha, Ávila, Llíria, Lleganés e participações nos Certames Internacionais de Boqueixón e Vila de Cruces (Espanha).

A BSP obteve em 2008 o 1.º prémio no II Concurso Internacional de Bandas de La Sénia na Catalunha (Espanha) na 1.ª secção e igualmente o 1.º prémio na categoria superior (Concert Division) do 60.º aniversário do World Music Contest em Kerkrade na Holanda em Outubro de 2011, com a mais alta classificação alguma vez atribuída em todas as edições deste concurso que é considerado o “campeonato do mundo de bandas”.

Em 2014, a BSP realizou a sua primeira tournée intercontinental pela China, realizando 5 concertos nas cidades de Hangzhou, Jiangyin, Shaoxing, Ningbo e Jiaxing. Participou em 2017 na qualidade de orquestra de referência no panorama internacional, no 18.º Festival do World Music Contest em Kerkrade e na 17.ª Conferência Mundial da World Association for Symphonic Bands and Ensembles em Utrecht. Realizou em Novembro de 2019 uma digressão às Canárias, actuando em Tenerife e na Gran Canaria.

Outros objetivos passam pela iniciativa pedagógica de levar a cabo classes de aperfeiçoamento de instrumento com professores de reconhecido mérito artístico, bem como Cursos de Direcção (contando já com 25 edições) orientados pelos prestigiados maestros Marcel van Bree, Jan Cober (Holanda) Douglas Bostock (Inglaterra), José Rafael Vilaplana (Espanha), Eugene Corporon (E.U.A.) e Baldur Brönnimann (Suíça).

Em 2017, deu início ao festival BSP Júnior que se realiza anualmente no Verão e que reúne centenas de jovens promissores instrumentistas.

A Banda Sinfónica Portuguesa é uma Associação cultural, sem fins lucrativos, apoiada pela Direcção Geral das Artes. A direção artística está a cargo do maestro Francisco Ferreira.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/porto-banda-sinfonica-portuguesa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 10:59:092024-10-26 23:12:57Porto e as suas filarmónicas
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