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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Orquestra Típica de Ourém
Músicas no Concelho

Ourém e a Orquestra Típica

Orquestra Típica de Ourém

História e atividade musical

Orquestra Típica de Ourém

A Orquestra Típica de Ourém foi fundada com o objetivo de cultivar e divulgar a música de cariz tradicional portuguesa. Trata-se de um agrupamento composto por um coro misto, com cerca de 25 elementos a quatro vozes e por uma componente instrumental de 25 executantes, comportando vários naipes: bandolins, bandolas, bandoloncelo, guitarras, clarinetes, flautas, acordeão e percussão. Alguns dos temas são cantados a solo por elementos integrantes do coro.

Orquestra Típica de Ourém

Orquestra Típica de Ourém

A orquestra tem pisado vários palcos no país e estrangeiro. Deslocou-se duas vezes a França (Auinay-sous-Bois e Plessis-Trévisse) e uma a Espanha (Villarreal “Festival Internacional de Instrumentos de Corda” e Burriana). Em 2005 esteve em digressão no arquipélago dos Açores, nas ilhas das Flores, Terceira e S. Miguel. Em 2010 esteve presente em Itália no 47º Festival de Musica Popular Europeia, EUROPEADE.

Atualmente, é dirigida pelo Maestro José António Santos, que tem procurado recolher temas do folclore do concelho de Ourém compondo novos arranjos para orquestra.

OTO

Orquestra Típica de Ourém

Orquestra Típica de Ourém

Graziela Vieira, falecida em 2021, foi poetisa e autora de muitas letras das músicas que a Orquestra Típica de Ourém. Todos os maestros que regeram a OTO (Armando Rodrigues, Sérgio Poupado e José António Santos), compuseram músicas para os seus poemas.

Graziela Vieira, poetisa, de Ourém

Graziela Vieira, poetisa, de Ourém

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/04/ourem-oto.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-04-07 09:36:182024-10-30 17:03:00Ourém e a Orquestra Típica
Flor do Sabugueiro - Associação Recreativa, Cultural e Desportiva de Dalvares
Músicas no Concelho

Tarouca e o seu folclore

Folclore de Tarouca

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

Rancho Folclórico Flor do Sabugueiro de Dalvares

Associação Recreativa e Cultural de Dalvares tem como modalidades ativas o folclore (Rancho Folclórico), Escola de Concertinas e o Núcleo de Ténis de Mesa. Organiza  o “Cantar as Janeiras” (Bianual), a manifestação cultural “Sabugueiro em Flor”. O Rancho participa em festivais de folclore e outras atividades desportivas e recreativas.

CONTACTOS

Av. Professor Celso Gomes
3610-013 Dalvares, Tarouca
Tlm. 939823759
Email: aflordosabugueiro@hotmail.com

Flor do Sabugueiro - Associação Recreativa, Cultural e Desportiva de Dalvares

Flor do Sabugueiro – Associação Recreativa, Cultural e Desportiva de Dalvares

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/04/tarouca-associacao-recreativa-e-cultural-flor-do-sabugueiro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-04-01 10:34:462024-11-14 16:11:44Tarouca e o seu folclore
Banda Musical de Gouviães, Tarouca
Músicas no Concelho

Tarouca e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Tarouca

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Associação Filarmónica de Tarouca
  • Banda Musical de Gouviães
Associação Filarmónica de Tarouca

A Banda de Tarouca terá sido fundada por volta de 1830, com origem em bandas militares que, um pouco por todo o País, começaram a despontar no início do século XIX. As deslocações eram feitas a pé chegando os seus elementos a passar vários dias sem vir a casa. Em finais dos anos 1920, foi interrompida a sua atividade.

Em 1933, Manuel Oliveira (Manecas), músico na Banda do Regimento de Infantaria em Lamego, procedeu à reativação da banda com o nome de Banda 1º de Janeiro. Nesta formação merece destaque o Sr. Abraão que, após passagem por várias bandas na região das Caldas da Rainha, integrou a Banda de Tarouca onde se revelou um exímio executante e compositor.

Em 1957 foi novamente interrompida a sua atividade mas não demorou dois anos até que Manuel Ferreira de novo pegasse num grupo de jovens e reiniciasse a ação musical naquela que até 1962 ficou conhecida na região como a “Banda da Rapaziada”.

Após 11 anos de interregno foi Nelson Santos, ex-músico da Banda que, em 1973, auxiliado por músicos da terra, deu novamente vida à Banda, que conseguiu uma sede e a sua legalização com a atual designação em 1983. Em 1987 foi criada uma escola de música, onde atualmente perto de duas dezenas de jovens fazem a sua iniciação musical ou trabalham o aperfeiçoamento.

AFT

Associação Filarmónica de Tarouca

Associação Filarmónica de Tarouca

Banda Musical de Gouviães

A Banda Musical de Gouviães fundada em 1877 por Manuel Ferreira, seu grande mentor e primeiro maestro, assessorado pelos irmãos Artur e António Pestana Mendonça. Produziu instrumentistas que, deslocados para os grandes centros culturais nacionais e estrangeiros, vieram a integrar os  famosos grupos musicais, bandas e orquestras sinfónicas em posições de destaque, solistas, diretores de Orquestra, compositores e professores de conservatórios e de academias, com destaque para os irmãos Pestana.

Ao fundar a Banda, Manuel Ferreira preparou os jovens locais e de povoações vizinhas para lhes dar condições técnico-artísticas. Dirigiu a Banda durante muitos anos.

A Banda participa em festas civis, religiosas, encontros e concursos de bandas por todo o País, tendo, em 1972, conseguido um 3º lugar, num concurso de bandas em Viseu. Em 2002 teve a sua estreia internacional no Luxemburgo, a convite de “Os Lusitanos” do Luxemburgo.
Em 2007 lançou o 1º CD, com um concerto no Auditório Municipal “Adácio Pestana”, e festejou o seu 130º aniversário, organizando o primeiro encontro de Bandas Filarmónicas em Gouviães. Em 2009, organizou o I Festival de Música Prof. Adácio Pestana. Nesse ano, após ter ficado em 1º Lugar nas eliminatórias regional, e zona Centro, venceu na Figueira da Foz, o Concurso Nacional de Música, organizado pelo INATEL.

Em 2018 gravou o segundo CD, intitulado Lusitanidades, que teve a sua apresentação no dia 04 de novembro no Auditório Municipal “Adácio Pestana” .

A Manuel Ferreira sucederam, primeiro, o seu filho Dimas Ferreira da Silva, e depois António Pestana Mendonça, José Santana, Manuel Ferreira Júnior, Ângelo Pestana, Américo Ferreira, Adácio Pestana, Manuel Pinto Juvandes, Armindo Ferreira, Benjamim Brás, Manuel Teixeira, José Ribeiro, José Manuel Cunha.

Desde 1998 é dirigida por Ricardo Fonseca.

BMG

Banda Musical de Gouviães, Tarouca

Associação da Banda Musical de Gouviães, Tarouca

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/tarouca-banda-musical-de-gouviaes.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-04-01 09:50:272024-11-14 16:14:12Tarouca e as suas filarmónicas
Fórum Municipal Luísa Todi
Músicas no Concelho

Setúbal e os seus auditórios

Auditórios de Setúbal

Salas de espetáculo musical e dança do Concelho

  • A Gráfica – Centro de Criação Artística
  • Auditório Bocage
  • Auditório José Afonso
  • Casa da Cultura
  • Fórum Municipal Luísa Todi
A Gráfica – Centro de Criação Artística

A Gráfica – Centro de Criação Artística é um espaço onde todas as formas de pesquisa e expressão artística contemporânea se fundem: artes visuais, performativas, design, literatura, cultura digital, arquitetura, entre outras.

A Gráfica - Centro de Criação Artística

A Gráfica – Centro de Criação Artística

Auditório Bocage

Construído pela Junta de Freguesia de São Sebastião, implantado num terreno cedido pelo município, na avenida Nuno Álvares, o Auditório Bocage foi inaugurado a 26 de abril de 2021, no âmbito do programa de comemorações do 25 de Abril.

Auditório Bocage

Auditório Bocage

O novo equipamento polivalente da Junta de Freguesia de S. Sebastião, construído ao lado do Polo Operacional de Monte Belo, pretende criar uma nova dinâmica cultural no território, promovendo o acesso dos cidadãos a eventos culturais de proximidade e oferecendo a toda a população, particularmente ao movimento associativo, à comunidade educativa e aos artistas locais, um espaço para acolher as suas iniciativas.

Composto por uma sala polivalente com capacidade para cerca de 200 pessoas, equipada com cadeiras amovíveis, um palco de medidas generosas e dois camarins, o espaço está apto para a realização de atividades de diversas naturezas, desde eventos institucionais, a espetáculos artísticos, passando por exposições, feiras e outras atividades que a comunidade local deseje.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Auditório José Afonso

O Auditório José Afonso é um auditório ao ar livre, equipamento de caráter lúdico, vocacionado para artes do espetáculo, construído sob a forma de pórtico e localizado no Largo José Afonso, junto da Avenida Luísa Todi.

O auditório, edificado no âmbito do programa Viver Setúbal – POLIS e inaugurado em 2005, tem uma estrutura no formato de um grande arco cénico que enquadra um auditório ao ar livre, com capacidade para 2500 espetadores. O pórtico, com perto de 20 metros de altura, serve de estrutura de apoio ao palco, sustendo uma teia metálica motorizada com capacidade para ser adaptada a espetáculos com necessidades diferentes.

Auditório José Afonso

Auditório José Afonso, graffiti Sérgio Odeith

O street artist Sérgio Odeith pintou, em 2014, um graffiti em toda a extensão da empena sul do auditório, reproduzindo uma fotografia do início do século XX, do acervo do Arquivo Fotográfico Américo Ribeiro, na qual é retratado um menino vendedor de pássaros. A iniciativa, que constituiu uma homenagem ao fotógrafo setubalense Américo Ribeiro, foi realizada no âmbito do projeto “Arte em Toda a Parte”, promovido pela Immochan, com o apoio da Câmara Municipal, e que incluiu várias manifestações artísticas de caráter urbano no decurso da construção do centro comercial Alegro Setúbal. “O Rapaz dos Pássaros”, como ficou conhecida a obra de Odeith, foi eleito em 2014, pelo movimento I Support Street Art, um dos melhores 24 murais de todo o mundo.

Casa da Cultura

A Casa da Cultura de Setúbal é um polo dinamizador da atividade artística desenvolvida no concelho de Setúbal, conciliando diferentes valências que se encontram ao serviço do movimento associativo e, principalmente, da população. Contêm a Escola de Música, dinamizada pela Sociedade Musical Capricho Setubalense; o Centro de Documentação Local, Estudo e Promoção da Canção Popular Portuguesa, dinamizado pela Associação José Afonso; o Espaço das Artes, dinamizado pela Artiset – Associação de Artistas Plásticos de Setúbal; o Centro de Documentação Local, dinamizado pelo Centro de Estudos Bocagianos. Entre os seus serviços e equipamentos estão: Artes Café, Sala José Afonso, Salão Nobre, Galeria de exposições, Sala de ensaio, Estúdio de gravações, Receção/Loja.

Casa da Cultura de Setúbal

Casa da Cultura de Setúbal

Fórum Municipal Luísa Todi

O Fórum Municipal Luísa Todi é a maior sala de espetáculos do concelho de Setúbal. Após a concretização de um projeto de requalificação do atual edifício o Fórum Municipal Luísa Todi reabriu ao público a 15 de setembro de 2012 totalmente modernizado. O equipamento cultural está dotado de uma panóplia de valências que tornam possível o acolhimento de eventos de diferentes estilos artísticos, assim como iniciativas com outras características, tais como congressos e seminários.

O edifício atual foi inaugurado a 24 de julho de 1960, como Cineteatro Luísa Todi, num projeto assinado pelo arquiteto Fernando Silva, responsável por projetos emblemáticos, nomeadamente em Lisboa, como o edifício Imaviz, o Hotel Sheraton ou o Cinema São Jorge.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fórum Municipal Luísa Todi

Fórum Municipal Luísa Todi

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/setubal-forum-municipal-luisa-todi.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-27 20:13:532025-09-15 08:21:07Setúbal e os seus auditórios
Rancho Folclórico de Praias do Sado
Músicas no Concelho

Setúbal e o seu folclore

Folclore de Setúbal

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Grupo de Danças e Cantares Regionais do Faralhão
  • Rancho Folclórico de Praias do Sado
Grupo de Danças e Cantares Regionais do Faralhão

O Grupo de Danças e Cantares Regionais do Faralhão é uma associação de natureza etnográfica do concelho de Setúbal.

Foi fundado a 10 de fevereiro de 1983, pela mão do Padre Américo Faria, visando sobretudo a ocupação dos tempos livres dos mais jovens.

Desde 1991, é filiado na Federação do Folclore Português. Organiza cada ano o seu Festival Nacional de Folclore no primeiro sábado de junho, em paralelo com outras atividades como: exposições, quermesse e jogos tradicionais.

Organiza ainda um outro Festival de Folclore, no último fim de semana de agosto, integrado nas Festas do Moinho de Maré da Mourisca.

GDCRF

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Faralhão

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Faralhão

Rancho Folclórico de Praias do Sado

Em 1968, um grupo reuniu-se com o objetivo de constituir o Rancho Folclórico de Santo Ovídio/Praias-Sado, tendo, mais tarde, optado por incluir no nome apenas esta última localidade. Porque as instalações em Santo Ovídio não eram as mais condignas, o Rancho instalou-se no Centro de Promoção Social, em Praias-Sado, posteriormente, no local onde funcionou a Comissão de Moradores.

O Rancho Folclórico de Praias-Sado ainda chegou a tentar a sua fusão com o Sport Clube Praiense e com a Sociedade Musical Caprichosa Praiense, mas a iniciativa não teve êxito e os responsáveis do Rancho começaram a trabalhar para conseguir instalações próprias. O primeiro passo para esse objetivo foi dado quando conseguiram um recinto fechado, em madeira, num terreno em frente do restaurante Traineira. Em 1979, o Rancho de Praias-Sado adquiriu um terreno, começando a construção da sede própria em 1983.

Ao longo da sua história o Rancho Folclórico de Praias-Sado participou em inúmeras iniciativas em todo o País e estrangeiro e em 1990 foi premiado no Desfile de Trajes no Festival de Lisboa. No que se refere a trajes, destacam-se os de “vendedeira de peixe” (peixeira), “apanhadora de laranjas”, “apanhadora de ostras”, “descarregador de peixe da Lota”, “salineiro do estuário do Sado”, “pescador do Sado”, “varina rica da cidade de Setúbal” e “família abastada da região”.

Os responsáveis pelo Rancho Folclórico de Praias-Sado procuram que o folclore constitua uma escola e criou mesmo um Rancho Infantil.

RFPS

Rancho Folclórico de Praias do Sado

Rancho Folclórico de Praias do Sado

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/setubal-rancho-folclorico-praias-do-sado.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-27 19:28:102024-10-28 17:54:54Setúbal e o seu folclore
Associação Filarmónica 25 de setembro
Músicas no Concelho

Montemor-o-Velho e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Montemor-o-Velho

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Academia Musical Arazedense
  • Associação Cultural e Recreativa de Carapinheira
  • Associação Filarmónica União Verridense
  • Associação Filarmónica 25 de setembro
  • Filarmónica de Instrução e Recreio de Abrunheira
Academia Musical Arazedense

A AMA – Academia Musical Arazedense foi constituída em 1950, herdou tradições, património e historial da Filarmónica Arazedense, fundada em 1894. Foi seu fundador e primeiro presidente, António Maria da Silva Ferrão, que exerceu o cargo até à sua morte, em 1920. Em 1908, num certame realizado na Figueira da Foz, sob a regência de António Pereira, foi-lhe conferido o primeiro prémio pela sua excelente execução.

Aquando da 1ª Guerra Mundial (1914/1918), em virtude dos músicos serem chamados para o serviço militar, a Filarmónica atravessou um período menos bom. Em 1930, efetuou uma excursão a Lisboa, onde a comunidade arazedense lhe tributou os maiores elogios, tendo atuado junto à Embaixada de Espanha e das redações dos jornais O Século e Diário de Notícias. Inativa em 1936, a Filarmónica ressurgiu em 1942, mantendo-se desde então em atividade.

Ao longo dos tempos, a AMA tem organizado e colaborado em atividades (no país e no estrangeiro), sendo de destacar a organização de 11 encontros de bandas entre 1969 e 2008. Colaborou em várias iniciativas do INATEL: em 1985, no III Festival de Música Popular, em Coimbra; em 1986, no I Festival de Verão de Filarmónicas, em Coimbra e no Festival Gandarez e de Música Popular, na Tocha; em 1987, no II Encontro Distrital de Filarmónicas, em Coimbra; em 1991, no aniversário dos Bombeiros Voluntários de Coimbra; em 1987, em Aveiro, num concerto, no Pavilhão Octogonal do Recinto das Feiras, noticiado no jornal Ecos de Cacia; em 1992, abrilhantou a 1ª Tourada de Arazede; em 1993, presença no Coliseu Figueirense, onde abrilhantou a tradicional Garraiada da Queima das Fitas dos Estudantes de Coimbra; em 2001, participação, em Grândola, no Encontro de Bandas Civis, organizado pela Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense.

AMA

AMA - Academia Musical Arazedense

AMA – Academia Musical Arazedense

Em 2002, a pedido da Câmara Municipal, participação na cerimónia oficial de abertura do Campeonato Europeu de Remo (da juventude), em Montemor-o-Velho, e deslocação a Beja, para atuar na OVIBEJA. Em 2003, deslocou-se a Cabrela, Montemor-o-Novo, em regime de intercâmbio com a Banda Filarmónica da Casa do Povo. Foi, em 1991, uma das Filarmónicas fundadoras da Federação de Filarmónicas do Distrito de Coimbra, tendo participado em seis dos seus encontros distritais.

Participou na receção a várias entidades regionais e nacionais: ao Ministro da Justiça / Presidência e Defesa Nacional, Fernando Nogueira, em 1988, 1991, 1992 e 1994; ao Presidente da República, Mário Soares, em 1990; ao Primeiro Ministro, Cavaco Silva, em 1993; ao Primeiro Ministro, António Guterres, em 1997.

Em 1998, a convite da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, deslocou-se a Lisboa, integrando a Semana do Concelho, na capital, com desfile, seguido de concerto na Feira Popular. Colaborou com várias Filarmónicas e outras associações, nas comemorações dos aniversários e outras manifestações culturais e desportivas. Em 2008, em parceria com Cardoso & Conceição, organizou um Curso de Direcção de Bandas, com António Saiote. Em 2008, realizou um Intercâmbio Cultural com a Filarmónica Estrela D’Alva, de Santa Cruz, Lagoa, S. Miguel – Açores.

Em 2009 gravou um CD intitulado “Memórias de Angelino Ferrão”, figura ilustre na área da música, teatro e poesia.

Em 1998, a convite da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, deslocou-se, durante cinco dias, à vila francesa de Cerizay, para participar nas festividades do 10º aniversário de geminação daquela vila, com Montemor – o – Velho. Em 2004, deslocou-se à Vila de Lutry – Lausanne, Suíça, participando nas Fêtes des Venganges. Em 2000, um grupo de jovens músicos da AMA, integrados na Orquestra de Jovens Músicos Europeus, participou na série de concertos Wend Reng em França, Alemanha e Portugal.

O primeiro regente da Filarmónica foi José Marques dos Santos Rolhas, seguindo-se Marcelino Lopes de Miranda, Eduardo Branco, António Pereira, Manuel Maria Pleno Pinto de Almeida, “Cetral”, Sargento Gomes, Joaquim Pleno, César Santos, João Manuel Silva Pleno, Augusto Freitas, Orlando Carapeto, Augusto Mendes Ferreira (de 1992 a 2007) e Angelino Gomes Ferrão. Desde Outubro de 2007, a direção artística da Filarmónica está a cargo do regente Paulo José de Almeida, professor no Conservatório de Música de Coimbra.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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António José Ferreira
962 942 759

Associação Cultural e Recreativa de Carapinheira

A Associação Cultural e Recreativa da Carapinheira (ACRC) foi fundada em 1981. Tem desenvolvido dois projetos: a Orquestra Ligeira e a escola de música.

ACRC

ACRC - Orquestra Ligeira da Carapinheira

ACRC – Orquestra Ligeira da Carapinheira

Associação Filarmónica União Verridense

Fundada a 13 de junho de 1808, a Associação Filarmónica União Verridense é das mais antigas de Portugal. Sempre se manteve em funcionamento, sem interrupções na sua atividade. O seu primeiro ato oficial teve lugar na praia do Cabedelo, Figueira da Foz, recebendo as tropas inglesas que, comandadas pelo general Wellington, vinham em socorro das tropas portuguesas, e combater as tropas invasoras francesas. Participou em desfiles, concertos e festas populares, e receção a autoridades militares, civis e reis.

Participou em CD da coleção As Melhores Bandas da Região, além de outros registos discográficos.

Em 2008, a AFUV obteve o estatuto de Pessoa Coletiva de Utilidade Pública. Depois de em 2008 ter assinalado os 200 anos de atividade ininterrupta, a AFUV orgulha-se de pertencer ao restrito clube das bandas bicentenárias. Desde 2009, dirige os cerca de 50 músicos da Filarmónica da AFUV, o maestro Augusto Duarte dos Santos Garcia.

AFUV

Associação Filarmónica União Verridense

Associação Filarmónica União Verridense

Associação Filarmónica 25 de setembro

Antes da Associação Filarmónica 25 de Setembro (na altura chamava-se Sociedade Musical 25 de Setembro), existiu em Montemor-o-Velho outra filarmónica, denominada Real Filarmónica de Montemor, regida pelo maestro espanhol D. Agostinho Pena, que residiu na vila. Diz a tradição que foi um grande músico e que fez a Filarmónica atingir certo nível artístico. Desconhecem-se, no entanto, as datas da sua formação e o seu tempo de duração.

Em 1892, um funcionário de Finanças, de nome Francisco Maria Simões de Carvalho, esplêndido amador de música, foi convidado para reger a Banda, o que aceitou. Depois da sua fundação, a Filarmónica passou por várias fases. Durante décadas, possuiu um Orfeão, dois ranchos folclóricos e um grupo cénico. Organizou inúmeros serões artísticos em Montemor e, durante muitos anos, os festejos da Feira Anual de Montemor, uma das mais antigas e concorridas do País.

AF25S

Associação Filarmónica 25 de setembro

Associação Filarmónica 25 de setembro

A Associação Filarmónica comemorou, em 1992, o 1º centenário, com brilhantismo, sendo seu Presidente Carlos Sousa Mendes e seu regente Gonçalo Rocha. Atualmente conta com 53 músicos executantes. A Escolas de Música tem-se revelado de capital importância, pelo enriquecimento cultural e educativo dos jovens.

Filarmónica de Instrução e Recreio de Abrunheira

A Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira foi fundada em 1881, e presidida por António Marques Pinto. Os seus primeiros Estatutos foram aprovados nesse ano. A Banda era constituída por 21 elementos dirigidos por João maria Batista Pinto.

Tem participado em grandes eventos na região, como as Festas da Rainha Santa em Coimbra, onde esteve presente logo no ano de 1905, ou atuações no Casino da Figueira da Foz, nas primeiras décadas do século XX.

Em 1999 foi concretizado o seu primeiro trabalho discográfico, intitulado “Filarmónica de Abrunheira em Concerto”. Dois anos depois foi gravado “Concerto d’Amore”. Seguiu-se-lhe em 2002 a participação no Projeto “As melhores Bandas da Região Centro”, onde, com outras 8 filarmónicas. Em 2004 gravou novo CD, intitulado “Reflexo”.

Em 2001 foi obteve o reconhecimento de Pessoa Colectiva de Utilidade Pública. Nesse mesmo ano, a Filarmónica de Abrunheira efetuou uma digressão à Alemanha onde realizou cinco concertos, num intercâmbio com a Musikschule Steinheim am Albuch, que em 2002 retribuiu a visita, apresentando-se em concertos em Figueira da Foz, Cantanhede, Pampilhosa e Abrunheira.

Em 2004 concretizou nova digressão à Alemanha, participando no Festival Internacional de Música de Kapfenburg, com agrupamentos musicais da Rússia, China, África do Sul e Alemanha. Além da participação neste Festival atuou, também, em Estugarda, no Parlamento do Estado de Baden-Wurtemberg e nas cidades de Neresheim e Steinheim am Albuch. Em 2006, desloca-se à Ilha do Pico, Açores, para participar nas festas da Freguesia de Santo Amaro, tendo realizado concertos em Ribeirinha, Santo Amaro e São Roque do Pico.

FIRA

Filarmónica de Instrução e Recreio de Abrunheira

Filarmónica de Instrução e Recreio de Abrunheira

Ao longo dos anos, a FIRA para além dos seus serviços de desfiles e festas religiosas, apresenta-se regularmente em concertos a solo e em festivais de bandas, tendo-se já apresentado, por exemplo, em Lisboa, Aveiro, Castelo Branco, Tomar, Vila Franca de Xira, Almada, Alenquer, Lagos, Entroncamento, Alcácer do Sal, Fanhões (Loures), Pêro Pinheiro (Sintra), Castro Daire, Moita, Mira, Celorico da Beira, Estarreja e Santa Comba Dão.

Organiza anualmente um Festival de Bandas, com filarmónicas de todo o país. Atualmente a FIRA, sob a direcção musical de António Luís Mota, conta com 59 elementos, maioritariamente jovens. Desta associação faz parte também a Banda Juvenil de Abrunheira com cerca de 35 elementos, servindo de meio de transição entre a Escola de Música e a Filarmónica. Anualmente a FIRA realiza workshops destinados ao aperfeiçoamento musical e instrumental dos seus membros, no âmbito das atividades da Escola de Música.

FOI NOTÍCIA

Encontro de Bandas do Concelho de Montemor-o-Velho

Em 21 de setembro de 2019, um encontro de bandas reuniu 5 bandas e 195 músicos, na Igreja de Santa Maria da Alcáçova.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/montemor-o-velho-associacao-filarmonica-25-de-setembro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-27 15:25:382024-11-12 00:46:11Montemor-o-Velho e as suas filarmónicas
Grupo Folclórico da ACDS da Ereira
Músicas no Concelho

Montemor-o-Velho e o seu folclore

Folclore de Montemor-o-Velho

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Beira Litoral (Gândara, Bairrada e Mondego)
  • Distrito: Coimbra
  • Concelho: Montemor-o-Velho

9 grupos

  • Grupo Folclórico da Associação Cultural Desportiva e Recreativa (ACDR) de Meãs do Campo
  • Grupo Folclórico da ACDS da Ereira
  • Grupo Folclórico da Vila de Pereira
  • Rancho das Cantarinhas Flores das Tricanas de Abrunheira
  • Rancho dos Malmequeres de Reveles
  • Rancho Folclórico Amores Perfeitos do Bebedouro
  • Rancho Folclórico do Centro Beira Mondego de Santo Varão
  • Rancho Folclórico e Regional do Seixo
Grupo Folclórico da ACDS da Ereira

O Grupo Folclórico da ACDS da Ereira é uma coletividade de natureza etnográfica da freguesia do concelho de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra.

GFACDSE

Grupo Folclórico da ACDS da Ereira

Grupo Folclórico da ACDS da Ereira

Grupo Folclórico da Associação Cultural Desportiva e Recreativa (ACDR) de Meãs do Campo

O Grupo Folclórico e Etnográfico de Meãs do Campo é uma coletividade de natureza etnográfica da freguesia de Meãs do Campo, concelho de Montemor-o-Velho. Em 2019, realizou a 44ª edição do Festival do Grupo Folclórico da Associação Cultural Desportiva e Recreativa (ACDR) de Meãs do Campo.

Grupo Folclórico da Vila de Pereira

O Grupo Folclórico da Vila de Pereira foi fundado em 11 de abril de 1966, por Arlindo Ferreira de Almeida, Raul Simões Pereira, José Ferreira Torres, Padre Francisco Almeida e Álvaro Pereira Medina.

GFVP

Grupo Folclórico da Vila de Pereira

Grupo Folclórico da Vila de Pereira

Rancho das Cantarinhas Flores das Tricanas de Abrunheira

No dia 5 de maio de 2019, foi dado o arranque oficial das comemorações dos 100 anos do Rancho das Cantarinhas Flores das Tricanas de Abrunheira (secção de folclore da FIRA-Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira), no Parque Dr. António J. Simões, na Abrunheira, com o Encontro Concelhio de Folclore-Abrunheira’2019.

Organizada pela FIRA e com os apoios institucionais da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho (CMMV) e da União de Freguesias de Abrunheira, Verride e Vila Nova da Barca (UFAVVNB), a iniciativa reuniu oito grupos do concelho: Rancho das Cantarinhas Flores das Tricanas de Abrunheira, Grupo Folclórico da Vila de Pereira, Rancho Folclórico da Carapinheira, Rancho Folclórico Amores Perfeitos do Bebedouro, Grupo Folclórico da ACDR das Meãs, Grupo Folclórico da Ereira, Rancho Folclórico e Regional do Seixo e Rancho dos Malmequeres de Reveles.

RCFTA

Rancho das Cantarinhas Flores das Tricanas de Abrunheira

Rancho das Cantarinhas Flores das Tricanas de Abrunheira

Rancho Folclórico Os Malmequeres de Reveles

O Rancho Folclórico Os Malmequeres de Reveles é uma coletividade de natureza etnográfica do concelho de Montemor-o-Velho.

RFMR

Rancho Folclórico Os Malmequeres de Reveles

Rancho Folclórico Os Malmequeres de Reveles

Rancho Folclórico Amores Perfeitos do Bebedouro

O Rancho Folclórico Amores Perfeitos do Bebedouro foi fundado em 3 de março de 1979. Iniciou a atividade com 12 pares, dos 4 aos 10 anos, daí o nome de Amores Perfeitos.

RFAPB

Rancho Folclórico Amores Perfeitos do Bebedouro

Rancho Folclórico Amores Perfeitos do Bebedouro

Rancho Folclórico do Centro Beira Mondego de Santo Varão

Fundado em 1997, o Rancho Folclórico é uma das secções do Centro Beira Mondego. Tem como propósito preservar, representar e perpetuar a memória coletiva da freguesia – Santo Varão.

Os seus trajes reportam ao final do século XIX e início do século XX.

Participa regularmente em encontros de folclore nacionais e internacionais. É filiado no INATEL e sócio efetivo da Federação do Folclore Português.

RFCBMSV

Rancho Folclórico do Centro Beira Mondego de Santo Varão

Rancho Folclórico do Centro Beira Mondego de Santo Varão

Rancho Folclórico e Regional do Seixo

O Rancho Folclórico e Regional do Seixo nasceu em 1970, depois de uma brincadeira carnavalesca. Em 1986 tornou-se membro efetivo na Federação do Folclore Português.

RFRS

Rancho Folclórico e Regional do Seixo

Rancho Folclórico e Regional do Seixo

Rancho Folclórico Flores das Casa do Povo de Tentúgal

O Rancho Folclórico Flores das Casa do Povo de Tentúgal foi fundado em 1963. A sua primeira atuação foi realizada no dia 17 de julho de 1964, nas festas da Senhora do Carmo, padroeira de Tentúgal. O grupo tem como finalidade, preservar e promover as tradições das gentes do baixo Mondego, nomeadamente ao nível das romarias, rezas e cantares, dança, gastronomia, atividades da lavoura, lendas, crenças e costumes.

Para além da dança e dos cantares, existem diversas atividades dinamizadas por este grupo, nomeadamente as representações da lã, do linho, dos farrapos, das escamisadas, da matança do porco, o cantar às almas santas, a chocalhada, a serração da velha, bem como o cantar do rei.

Anualmente, organiza a feira, à moda antiga, na Senhora dos Olivais, na qual recriam uma feira típica dos finais do século XIX, com personagens da época e com o apoio de diversos figurantes.

canto das almas

O “Cantar às Almas” é ritual católico que caiu em desuso e se mantém apenas pela ação de alguns grupos etnográficos, como o Grupo Folclórico e Etnográfico de Meãs do Campo. Na preparação para a Páscoa, na altura da Quaresma, existiam na aldeia e em outras vizinhas, certos rituais que preparavam a chegada desse momento.

Um dos rituais mais emblemáticos, e que hoje ainda se mantém na freguesia, é o “Cantar às Almas”. Um grupo de homens e mulheres percorria toda a aldeia, durante uma série de noites, para cantar ou rezar a cada porta (consoante o solicitado) pelas almas dos que já partiram, com o objetivo final de angariar fundos (em dinheiro ou géneros) para a igreja. Chegados a cada casa, tocavam a campainha (sineta) que transportavam para alertar os habitantes e chamavam: “Ó gentinha desta casa! Gentinha desta casa!”. O proprietário abria a porta ou a janela e era-lhe perguntado: “Tem a devoção de dar a esmolinha às benditas almas santas?”. Em caso de resposta afirmativa continuavam: “Quer que cante ou que reze?”. Se a resposta fosse cantar, o grupo pronunciava um vasto conjunto de quadras, que começavam recitadas pelos homens e que as mulheres terminavam. Se fosse para rezar, rezavam vários “Pai Nossos” e “Avé Marias”.

Fonte: Cultura em Casa, CMMV

 

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/montemor-o-velho-rancho-folclorico-da-acds-da-ereira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-27 11:36:272021-09-19 10:16:25Montemor-o-Velho e o seu folclore
Grupo Etnográfico Terras de Cambra
Músicas no Concelho

Vale de Cambra e o seu folclore

Folclore de Vale de Cambra
  • grupo etnográfico Terras de Cambra
grupo etnográfico Terras de Cambra

Fundado em 1973, o grupo etnográfico Terras de Cambra assume-se como fiel representante das danças, dos cantares, dos usos e costumes das gentes de Cambra dos finais do século XIX e inícios do século XX. Tem a sua sede na Vila de Macieira de Cambra. É sócio fundador da Federação do Folclore Português, está inscrito como CCD no INATEL-Delegação de Aveiro. É sócio fundador da FAJDA-Federação das Associações Juvenis do Distrito de Aveiro,  sócio da FNAJ-Federação Nacional da Associações Juvenis, e está inscrito no RNAJ-registo Nacional das Associações Juvenis. A nível internacional é membro do Comité do IOV-International Organization of Folk Art e sócio do IPH-International Partnerschaftsing Hartberg.

Ao longo dos anos tem-se empenhado na realização de inúmeras atividades, com destaque para festivais nacionais e internacionais de folclore, cantares das Janeiras, matança do porco, desfolhadas, atividades sobre o cultivo e manufatura do linho, jornadas e exposições etnográficas, intercâmbios nacionais e internacionais.

Tem participado em festivais de folclore, por todo o país, destacando-se a participação no XVI Festival Nacional Folclore do Algarve, em 1992, e uma digressão pelo Arquipélago dos Açores, em 1996. Já atuou para o programa televisivo “Portugal Português” da TVI e Praça da Alegria – RTP1. Editou três cassetes e um CD.

A nível internacional realizou digressões por alguns países e recebeu grupos dos seguintes países: Noruega, Polónia, Ilha de Menorca, Itália e Letónia. Tem participado em conferências internacionais sobre Folclore e Etnografia, realizadas no estrangeiro.

Com o objetivo de sensibilizar as crianças para o gosto e defesa dos valores etnofolclóricos, criou em 1995 uma Secção Infantil. Esta secção tem participado essencialmente em convívios de folclore infantil, em animações nas escolas e em festas de solidariedade social.

GETC

Grupo Etnográfico Terras de Cambra

grupo etnográfico Terras de Cambra

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/vale-de-cambra-grupo-etnografico-terras-de-cambra-macieira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 22:54:252021-06-21 10:43:32Vale de Cambra e o seu folclore
Rancho Folclórico Os Malmequeres de Sameiro
Músicas no Concelho

Manteigas e o seu folclore

Folclore de Manteigas

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Beira Alta – Beira Alta Serrana
  • Distrito: Guarda

02 grupos

  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Manteigas
  • Rancho Folclórico Os Malmequeres de Sameiro
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Manteigas

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Manteigas, do concelho com o mesmo nome, na Serra da Estrela, foi fundado a 26 de janeiro de 1986, sucedendo ao Rancho Os Serranos da Estrela. Tem participado em festas, romarias e em festivais de folclore de Norte a Sul do país e no estrangeiro, mostrando os cantares, dançares e trajares dos antepassados. Organiza anualmente o seu Festival de Folclore, que já vai na XVII edição, o que dignifica a cultura popular do Concelho e as suas gentes.

Rancho Folclórico Os Malmequeres de Sameiro

O Rancho Folclórico Os Malmequeres de Sameiro é uma associação cultural de natureza etnográfica sediada no Centro Social, freguesia de Sameiro no concelho de Manteigas, constituída a 4 de dezembro de 1996. Fomenta a preservação da recolha serrana, através da recolha de relatos de vivências e costumes de outrora, com a divulgação de trajes e cantares típicos. Os seus trajes representam as gentes serranas, quer os trajes de trabalho, quer os domingueiros.

Organiza anualmente um Festival de Folclore e já representou a freguesia do Sameiro e o concelho de Manteigas de norte a sul do país, assim como no estrangeiro.

Rancho Folclórico Os Malmequeres de Sameiro

Rancho Folclórico Os Malmequeres de Sameiro

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/manteigas-rancho-folclorico-os-malmequeres.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 22:06:222024-12-20 21:30:18Manteigas e o seu folclore
Bons Rap4zes
Músicas no Concelho

Manteigas e as suas bandas

Bandas de Manteigas

Manteigas

  • Bons Rap4zes

Bons Rap4zes é um projeto musical que teve o seu início em 2010 então com a designação de FPM-Funk Pop Music, no seio da ARFPM – Música Nova. Localizado em Manteigas (Serra da Estrela), o projeto reinventou-se com o nome de Bons Rap4zes. Toca essencialmente grandes êxitos do Pop/Rock português e estrangeiro. Durante 10 anos, foram inúmeros os concertos realizados, tendo feito primeiras partes em eventos com UHF, Boss AC, D.A.M.A., entre outros. Fazem parte do projeto os músicos: Luís Serra (voz e guitarra solo), Jorge Martins (guitarra e teclado), David Saraiva (baixo) e João Rosa (bateria).

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/manteigas-bons-rap4zes.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-25 20:50:232024-12-20 21:31:08Manteigas e as suas bandas
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