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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Banda Musical de Arouca
Músicas no Concelho

Arouca e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Arouca

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Associação da Banda Musical do Burgo
  • Banda Musical de Arouca
  • Banda Musical de Figueiredo
  • Sociedade Filarmónica Santa Cruz de Alvarenga
Associação da Banda Musical do Burgo

Na monografia dedicada ao concelho de Arouca, Simões Júnior refere que “… em 1898, dentro desta sociedade (Música da Vila), começou a haver uma certa efervescência nos elementos do Burgo, que orientados por Joaquim Fernandes Quintas, que já tinha pertencido à Banda de Figueiredo, fundaram uma nova Banda, com Sede no Burgo, que depois foi regida por Manuel Costa (“o Teto”), estabelecendo-se partidos entre as duas populações…”

A escritura da filarmónica data de 1901. O seu primeiro regente e fundador terá sido Manuel da Costa Oliveira, que terá recebido o apoio de seus irmãos. Manuel da Costa Oliveira era profundo conhecedor da música e chegou a compor algumas obras para a sua Banda que, ainda recentemente, foram executadas pela Banda Musical de Figueiredo.

A Banda Musical do Burgo viria a atingir o seu auge, a nível artístico, sob a regência de Adriano de Sousa Cavadinha. Como regente, revelou-se extremamente rigoroso e disciplinador o que fez com que o fruto do seu trabalho fosse, merecidamente, reconhecido na altura. Mais tarde, a Banda Musical do Burgo entrou numa fase de declínio. A emigração, a inexistência de uma escola de música e a falta de meios financeiros mostraram-se fatores decisivos para o seu desaparecimento na década de 1960.Foram ainda seus regentes Ardino Moreira de Sousa, Manuel de Sousa Fontes e Alberto Gomes dos Santos.

Renasceu como Associação da Banda Musical do Burgo Arouca (ABMBA) no dia 09 de outubro de 2008 no Cartório Notarial de Arouca. O impulso veio de António Manuel Brandão da Costa Oliveira (descendente dos fundadores da Banda Musical do Burgo).

A grande aposta da Banda Musical do Burgo – Arouca, centra-se na área pedagógica e do ensino da música, mas com a preocupação de chegar a todo o concelho, mesmo aos locais mais remotos. A grande inovação estará na versatilidade e variedade de instrumentos a ensinar que não se centrará apenas nos instrumentos de Banda, mas também nos instrumentos tradicionais e populares. Para este projeto a associação conta com uma equipa especializada e habilitada no ensino da música. Com importância similar, surge o trabalho de recriação da Banda de Música.

Banda Musical de Arouca

Banda Musical de Arouca, Associação Cultural e Artística, foi fundada no primeiro quartel do século XIX, por Bernardino Joaquim Soares, que também foi o seu primeiro regente, em data que não se pode precisar. Todavia, o ano de 1825 é o que se considera correcto, segundo consta em documentos existentes no Arquivo Distrital de Aveiro. Supõe-se que terá começado na condição de orquestra destinada a abrilhantar festividades religiosas nesta região, por influência das directrizes emanadas do Mosteiro de Santa Maria de Arouca. Este Mosteiro, aliás, afirmou-se como um enorme foco de religiosidade, onde se exercitava a música gregoriana, com acompanhamento do monumental órgão conventual, desde o século XVIII. Em Abril de 1877, com o então regente Miguel António Valente, músicos e associados, é celebrada uma escritura de reforma de outra, de obrigação e contrato, o que se pressupõe tratar-se de uma renovação da escritura anterior, pouco mais se sabendo sobre esse passado remoto. Por mais de um século passaram diversos mestres/regentes pela Banda Musical de Arouca, que emprestaram à nobre arte da interpretação musical elevada qualidade, gerando, em consequência, excelentes gerações de músicos executantes e solistas.

BMA

Banda Musical de Arouca

Banda Musical de Arouca

A implantação da Primeira República teve consequências generosas na renovação instrumentista e de conteúdo musical da Banda, fomentando um desenvolvimento na constituição da mesma, formando-se novos músicos e novas mentalidades de desenvolvimento cultural. Em 1980 foi renovada a Escola de Música, não só para dar resposta inequívoca ao desejo de muitos jovens, mas também para acorrer às necessidades de formação de novos músicos para a Banda. As necessidades educacionais de uma sociedade que se formava em consequência da dinâmica impulsionada pela revolução de Abril de 1974, levou a Banda Musical de Arouca a repensar as suas expectativas, adequando-as também às de uma juventude carente de civilidade adequada. Desta Escola, em contínuo movimento e de considerado nível de aproveitamento, têm saído muitos jovens, alguns deles hoje integrados em diversas instituições musicais do país. Actualmente, são cerca de 40 os alunos da Escola.

A 25 de Junho de 1985 foi a Banda Musical de Arouca oficializada juridicamente, através da outorga de escritura pública, que se acha registada nos organismos competentes. Foi-lhe também conferido, por Sua Excelência o Senhor Primeiro Ministro, o grau de Utilidade Pública, pelo muito que esta instituição tem feito em prol da causa musical. Também a Câmara Municipal de Arouca distinguiu esta Banda com a Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro. A 24 de Agosto de 1991 foi criada a Orquestra Ligeira da Banda, que conquistou grande sucesso entre a juventude componente e apreciadora, tendo esta terminado por falta de apoios. São, aliás, os jovens os que mais se têm empenhado nas várias iniciativas levadas a cabo pela Direcção da Banda Musical de Arouca. Em consequência directa do labor dos seus componentes, esta Banda conquistou o primeiro lugar no Concurso de Bandas Civis “Terras de Cambra”, em 19 de Setembro de 1993.

No ano de 2000, o Maestro Aristides Noites, depois de ter sido músico dos mais diversos instrumentos pelo período de 20 anos (1949/1969) e 30 anos como regente/maestro, entregou o cargo ao seu filho, Valdemar António Santos Pinho Noites, que em 2007 este passou a ser executante de clarinete ficando a Maestro, João Dias. Em 2000, a Banda Musical de Arouca festejou os seus 175 anos, tendo-se a Direção empenhado na organização de um pequeno encontro de bandas.

A Banda Musical de Arouca é composta por cerca de 77 elementos. Alguns dos elementos encontram-se integrados em bandas militares e orquestras do país.

Banda Musical de Figueiredo

Fundada em 1741, a Banda Musical de Figueiredo é a segunda mais antiga do Distrito de Aveiro, e uma das mais antigas do País. No lugar de Figueiredo existe uma Capela onde se realizava e realiza uma festa dedicada ao Senhor da Boa Morte. Foi então que em 1741 o então padre da freguesia, Padre Mendes de Sousa , que era natural do lugar de Figueiredo, mais propriamente da “casa da fonte”, decidiu juntar um grupo de homens com habilidade para tocar alguns instrumentos, para abrilhantar a festa da terra. A este grupo de homens foi dado o nome de “Capela da Música”, que mais tarde deu origem a Banda Musical de Figueiredo.

A Banda chamou para si durante vários anos muitos músicos de toda a região de Arouca, e esteve em atividade constante abrilhantando festividades em todo o concelho de Arouca e concelhos vizinhos. O seu primeiro maestro foi o Padre Mendes, seguindo-se o Velho do Cabo, Vicente da Nogueira, Pato de Moldes, Vitorino da Nogueira, António do Paulo, Américo da Nogueira, Américo Fontes, Almerindo Pinheiro, Júlio Moreira, Fernando Araújo e sendo atualmente Fernando Alves.

Os elementos que compunham a Banda eram maioritariamente homens de Figueiredo, fazendo também parte alguns indivíduos da vila de Arouca, entre eles Miguel António Valente, mestre sapateiro, que com outros dissidentes da banda de Figueiredo fundaram no ano de 1820 a Banda Musical de Arouca.

BMF

Banda Musical de Figueiredo

Banda Musical de Figueiredo

Em 1910, um grupo de homens do Burgo abandonaram a banda de Figueiredo e formaram outra banda no Burgo que ficou a chamar-se Banda Musical do Burgo. A Banda de Figueiredo esteve sempre em atividade durante todos estes anos, até 1987, ano em que, por falta de dinheiro e músicos, parou a sua atividade. Em 1994 um grupo de jovens formou uma associação com fim a formar uma escola de música e mais tarde pôr de pé a Banda Musical de Figueiredo. Foi assim que em 1995 a escola de música com o professor e músico Almerindo Pinheiro e o maestro Américo Fontes, retomaram a atividade da Banda de Figueiredo.

Sociedade Filarmónica Santa Cruz de Alvarenga

A Sociedade Filarmónica Santa Cruz de Alvarenga foi fundada em 1902, com o nome de “Philarmonica Alvarenguense” com cerca de 20 elementos, por Adriano Telles, natural de Alvarenga. Conta atualmente com cerca de 50 elementos, dos quais 12 são do sexo feminino, que além dos seus empregos e/ou vida académica, se dedicam à música.

É regida desde 1996 pelo 1º Sargento António Manuel Barbosa da Silva. Através de uma Escola de música dirigida por ele, que conta também com auxílio de alguns jovens elementos que a par da sua vida académica, apoiam no ensino da música os cerca de 35 aprendizes. A Banda fez duas gravações, uma em 1997 e outra em 2003.

SFSCA

Sociedade Filarmónica Santa Cruz de Alvarenga

Sociedade Filarmónica Santa Cruz de Alvarenga

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/arouca-banda-musical-de-arouca.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-15 00:40:512021-06-21 20:17:10Arouca e as suas filarmónicas
Coreto do Parque Nossa Senhora das Dores (Trofa)
Músicas no Concelho

Trofa e os seus coretos

Coretos da Trofa

Projetados pelo Atelier Carvalho Araújo, os Coretos do Parque Nossa Senhora das Dores (Trofa) foram inaugurados no dia 24 de Maio de 2015, pelo Presidente da Câmara Municipal da Trofa, Dr. Sérgio Humberto. Os dois novos coretos, que integram o recentemente inaugurado Parque Nossa Senhora das Dores, no centro da cidade portuguesa da Trofa, fazem parte de um conjunto de três peças, que inclui, para além dos dois coretos, um palco principal.

Os novos coretos possuem uma cobertura convexa e surgem como uma reinterpretação do coreto tradicional, cujo desenho foi estudado de forma a maximizar as potencialidades acústicas.

Parque de Nossa Senhora das Dores

Coretos do Parque Nossa Senhora das Dores (Trofa)

Coretos do Parque Nossa Senhora das Dores (Trofa)

Cada um dos coretos tem capacidade para acolher bandas com 50 a 74 músicos e o seu desenho permite uma visibilidade de 360 graus. O seu posicionamento em relação à Capela da Nossa Senhora das Dores e em relação ao palco principal (Concha Acústica) assegura uma distribuição equilibrada do público ao longo da praça.

Parque de Nossa Senhora das Dores

Coreto do Parque Nossa Senhora das Dores (Trofa)

Coreto do Parque Nossa Senhora das Dores (Trofa)

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

FOI NOTÍCIA

A 8 de agosto de 2016, o Notícias da Trofa noticiava:

Quase nove meses depois da inauguração do Parque Nossa Senhora das Dores e Dr. Lima Carneiro, terá ficado concluída a concha acústica, um palco retangular destinado a eventos ao ar livre. No dia de 29 de julho foi retirada a vedação que se encontrava à volta deste equipamento, à exceção do acesso ao piso inferior, onde se encontram os camarins e respetivas casas de banho.

E depois de os visitantes do Parque verem de perto a conclusão da obra, algumas dúvidas têm surgido relativamente ao seu tamanho. Recorde-se que a noite da inauguração do Parque, a 19 de novembro de 2015, foi animada por Mickael Carreira, o artista a quem caberia a “responsabilidade” de “inaugurar” a concha acústica. Mas será que este equipamento teria as medidas mínimas para receber este concerto? Parece que não.

A concha acústica tem cerca de oito metros de profundida por cerca de 14 metros de largura, sendo que por altura é de 4,6 metros. Segundo um dos técnicos de Mickael Carreira, as medidas mínimas são 12 metros de profundidade, 15 metros de largura e oito de altura, sem contar as abas laterais, uma regi e torres.

O NT quis ainda saber quais eram as medidas mínimas exigidas por outros artistas. Para Paulo Gonzo, que é cabeça de cartaz da festa de Nossa Senhora das Dores, é de 15 metros de largura por 12 metros de profundidade, para os D.A.M.A. e para Johnny Abreu é de 12 metros por dez, enquanto Diogo Piçarra pede um palco de dez metros de profundidade por 15 metros de largura.

Concha acústica

Concha acústica do Parque de Nossa Senhora das Dores (Trofa)

Concha acústica do Parque de Nossa Senhora das Dores (Trofa)

Mas a concha acústica não foi feita só para receber concertos. Pelo palco podem ainda passar grupos de dança, ranchos folclóricos e artistas de música popular portuguesa. No caso de um Rancho Folclórico com cerca de 50 elementos, será necessário “aumentar” a estrutura com um estrado para o coro e tocata, para que os dançadores tenham espaço para apresentar as coreografias.

Fica a dúvida sobre se os projetistas da concha acústica se muniram de informação suficiente para acautelar os requisitos necessários para a maior parte dos grupos de música e dança poderem atuar.

Para a realização do projeto de execução da concha acústica, a Câmara Municipal da Trofa contratou a INACOUSTICS – Engenharia Acústica, Vibrações e Ambiente, Lda, mas parece que nem a empresa nem os arquitetos e engenheiros da Câmara tiveram a preocupação de se certificarem se a estrutura satisfazia as necessidades para a realização dos espetáculos.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/trofa-coreto-coretos-do-parque-nossa-senhora-das-dores.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-14 21:16:442024-11-08 19:46:28Trofa e os seus coretos
Rancho das Lavradeiras da Trofa
Músicas no Concelho

Trofa e o seu folclore

Folclore da Trofa

Grupos etnográficos, tradições e atividades

  • Rancho das Lavradeiras da Trofa
  • Rancho Etnográfico de Santiago de Bougado
  • Rancho Folclórico da Trofa
  • Rancho Folclórico de Alvarelhos
  • Rancho Folclórico de S. Romão do Coronado
  • Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo
Rancho das Lavradeiras da Trofa

Apartado 328
4786- 909 TROFA

RFLT

Rancho das Lavradeiras da Trofa

Rancho das Lavradeiras da Trofa

Rancho Folclórico da Trofa

Urbanização da Barca – Apartado 159
4786-909 Trofa

RFT

Rancho Folclórico da Trofa

Rancho Folclórico da Trofa

Rancho Folclórico de Alvarelhos

Fundado a 3 de agosto de 1996, o Rancho Folclórico de Alvarelhos localiza-se na freguesia de Alvarelhos/Guidões, no concelho da Trofa. A freguesia teve sempre a agricultura como atividade principal notando-se no século XX o desenvolvimento da indústria. Tem fronteira com o concelho da Maia e maiatos foram sempre através dos tempos, usos, costumes e tradições das suas gentes. E para preservar e divulgar tais valores etnográficos foi criado o Rancho Folclórico de Alvarelhos.

Desde tempos imemoriais ali se organizavam as rusgas que abrilhantavam, com as suas danças e cantares, as seculares festividades em honra de Santa Eufémia no Alto do Monte da Carriça, que têm lugar anualmente, no terceiro domingo de setembro.

Os trajos, as danças e os cantares do Rancho Folclórico de Alvarelhos são fruto dum trabalho aprofundado, pelo que apresenta fielmente as tradições dos antepassados. Apesar da curta existência este grupo já tem um vasto historial, dois CD gravados, atuações na RTP e presença em festivais de folclore desde o Minho ao Algarve, Espanha e França.

Rua Central do Ribeiro, 860
4745 – 090 Alvarelhos

RFA

Rancho Folclórico de Alvarelhos

Rancho Folclórico de Alvarelhos

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo

O Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo é uma associação sem fins lucrativos dedicada ao estudo, recolha, demonstração e preservação do folclore e da etnografia da Vila do Coronado – Trofa.

Rua Vale do Coronado, Edf. Coronado, 1301
4745-471 S. Mamede do Coronado

RFDES

Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo

Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo

Rancho Folclórico de S. Romão do Coronado

Apartado 82
4746-909 Trofa

RFSRC

Rancho Folclórico de S. Romão do Coronado

Rancho Folclórico de S. Romão do Coronado

Rancho Etnográfico de Santiago de Bougado

Largo do Fontenário, n.º 56 – Trofa Velha
4785-708 Trofa

RFSTB

Rancho Etnográfico de Santiago de Bougado

Rancho Etnográfico de Santiago de Bougado

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/trofa-rancho-das-lavradeiras-da-trofa-atuacao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-14 20:33:522024-11-08 19:49:41Trofa e o seu folclore
Banda de Música da Trofa
Músicas no Concelho

Trofa e as suas filarmónicas

Filarmónicas da Trofa

Bandas de música, história e atividades no Concelho

Banda de Música da Trofa

A Banda de Música da Trofa fez a sua apresentação no dia 3 de Março de 1951, por ocasião da feira grande da Trofa. O primeiro regente foi o Professor Aguiar do Asilo do Terço, do Porto. Em 1967, houve necessidade de se imprimir á Banda uma nova estrutura, desde a base até á cúpula, dos instrumentos até aos executantes e regência. Foi contratado novo maestro, o Professor António Oliveira Gomes, regente da Banda da Guarda Nacional Republicana e professor do Conservatório de Música do Porto. Os frutos dessa escolha, depressa apareceram.

Em 1971, sagrou-se vencedora em Lisboa, na final do 2º Concurso Nacional de Bandas Civis, uma organização da FNAT. Em 29 de Julho de 1973, deslocou-se á Paróquia de Caritel, em Espanha, para a inauguração da Igreja de Nossa Senhora da Conceição. Em 1976, festejou os 25 anos de existência num programa a que se associou a Banda da Força Aérea e foi cunhada uma medalha com Enumeração Numismática, assinalando o evento.

Em 1982, deslocou-se a França, à cidade de “Le Puy”, onde arrebatou o primeiro lugar no Concurso de Bandas Internacionais, vindas de Itália, Bélgica e França, num total de 12. Em 2001, comemorou as suas Bodas de Ouro, tendo sido agraciada pela Câmara Municipal da Trofa com medalha de Ouro do Município. Associaram-se ao evento todas as autoridades Civis, Religiosas, Militares, Associações do Concelho e grande número de Trofenses e amantes da Divina arte dos sons que não deixaram de presenciar um espetáculo único com a presença e o desfile de 16 bandas de música, que se associaram à efeméride e que terminou com uma mega jantar de confraternização e que ficou assinalado com emissão de uma medalha comemorativa.

No Historial da Banda, dois nomes ficaram de referencia, o do Professor António Oliveira Gomes Jr., 25 anos na regência da Banda e o do Comendador José Costa Pereira Serra (J.Serra ) que muito contribuiu de forma generosa no apoio financeiro à Banda. A partir de 2006, foi convidado a reger a Banda de Música da Trofa o Ex- Comissário e regente da P.S.P de Lisboa, o Maestro Alberto de Freitas, realizando um excelente trabalho durante 4 anos, tanto a nível musical como organizativo. Em 2011 a Direção promoveu a Maestro Luís Filipe Campos, conceituado trombonista da Banda.

BMT

Banda de Música da Trofa

Banda de Música da Trofa

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/trofa-banda-de-musica-da-trofa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-14 19:48:162024-11-08 19:45:47Trofa e as suas filarmónicas
Banda Filarmónica da Sociedade Musical União Recreio e Sport Sineense
Músicas no Concelho

Sines e as suas filarmónicas

Filarmónicas do Concelho de Sines

Bandas de música, história e atividades no Concelho

  • Banda Filarmónica da Sociedade Musical União Recreio e Sport Sineense

A Banda Filarmónica da Sociedade Musical União Recreio e Sport Sineense tem as suas raízes na Sociedade Phylarmónica Sineense com estatutos desde 20 de janeiro de 1898. Após um período de inatividade, foi reorganizada em 1926 e adquiriu existência legal em 19 de junho de 1927. Em 1929, a sua direção decide proceder à fusão desta associação com a Sport Clube Sineense (Vulgo Marítimo), tendo esta fusão sido oficializada no mesmo ano, com a designação atual da coletividade.

SMURSS

Banda Filarmónica da Sociedade Musical União Recreio e Sport Sineense

Banda Filarmónica da Sociedade Musical União Recreio e Sport Sineense

Em, 1942, por decreto governamental, foi forçada a interrupção das suas atividades como associação. Mas em 1945, no dia da vitória dos Aliados, 8 de maio, a Banda saiu orgulhosamente para a rua, oficialmente autorizada a exprimir durante duas horas o contentamento popular pelo final de 2ª grande guerra, ainda que no espírito de muitos fosse esse a única maneira de expressar o entusiasmo pela derrota Nazi e a esperança que o Governo fascista em Portugal pudesse ter igual destino.

Só em 1974 se reuniram as condições para o seu reaparecimento. Foi reorganizada a 1 de maio de 1975. Em 26 de janeiro de 1977 foi determinada a formação de uma associação com a denominação de “Sociedade Musical União Recreio e Sport Sineense”, tendo como objetivo por meio da música e do seu núcleo vital a Banda Filarmónica, desenvolver animação cultural, nas suas variadas formas, e dar formação.

SMURSS

Banda Filarmónica da Sociedade Musical União Recreio e Sport Sineense

Banda Filarmónica da Sociedade Musical União Recreio e Sport Sineense

Desde a sua reorganização teve como diretores artísticos: Mestre Libânio Romão, Joaquim Flosa António Gomes, Fernando Matos, Claudino Belo Nunes e Manuel Pancão Cola. É o seu atual Mestre Rui Fernando Fonseca e Costa, que dirige a Banda desde 2004. O quadro ativo da Banda é atualmente de 33 elementos, com idades entre 12 e 60 anos.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/sines-smurss-concerto.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-14 15:58:542024-10-26 23:42:14Sines e as suas filarmónicas
Casa Municipal das Artes – Conservatório de Música de Seia
Músicas no Concelho

Seia e as suas escolas de música

Escolas de Música de Seia

O Ensino da Música no Conselho

Conservatório de Música de Seia

Praça da República
Casa Municipal das Artes
6270-496 Seia
Tel. (+00 351) 238 312 583
Tel. (+00 351) 238 316 046
Correio eletrónico: conservatoriodeseia@gmail.com

Integrado na Casa das Municipal das Artes, o Conservatório de Música de Seia é uma Escola do ensino vocacional artístico especializado de música, propriedade da Associação de Fomento do Ensino Artístico, criada para implementar o ensino da música em regime escolar no concelho de Seia e regiões circundantes, de acordo com a estrutura do Ensino Vocacional Artístico definida pelo Ministério da Educação.

No dia 12 de março de 2021, decorreu a inauguração da obra de requalificação da Casa Municipal das Artes – Conservatório de Música de Seia, na qual a Câmara Municipal procedeu à entrega das chaves à Associação de Fomento do Ensino Artístico.

Uma intervenção de elevada importância que permitirá a dinamização das atividades artísticas e de ensino que ali já se realizavam, impulsionando uma nova fase de criatividade, sucesso e de enriquecimento da vida cultural e artística da cidade, na melhoria da qualidade do ensino e prática da música e das artes performativas.

Collegium Musicum

Casa Municipal das Artes – Conservatório de Música de Seia

Casa Municipal das Artes – Conservatório de Música de Seia

A incorporação de talento local ao longo de todo o processo de reabilitação, da solução arquitetónica à qualidade construtiva, levou a um resultado final admirável. Para além do Conservatório, que passa a dispor de um espaço mais moderno e funcional, a reabilitação deste edifício, de valor patrimonial relevante (não classificado) constitui mais um importante passo no processo de regeneração urbana da cidade, que muito contribuirá para a dinamização do centro histórico, onde esta estrutura se insere, gerando impactos na reabilitação urbana dos espaços envolventes e na própria dinâmica cultural da cidade.

Fonte: Câmara Municipal de Seia

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/seia-casa-municipal-das-artes-colegium-musicum.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-13 23:30:382021-10-13 00:02:57Seia e as suas escolas de música
Banda de Música da Cidade de Espinho
Músicas no Concelho

Espinho e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Espinho

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Banda de Música da Cidade de Espinho
  • Banda Musical de S. Tiago de Silvalde
  • Banda União Musical Paramense
Banda de Música da Cidade de Espinho

Fundada em 1839 no lugar da Vergada, freguesia de Argoncilhe, a Banda deve o seu nascimento ao dinamismo, empenho e coragem de Joaquim Alves de Sousa Neves. Inicialmente conhecida por “Banda do Soqueiro”, devido à atividade industrial do seu fundador, passou a denominar-se Banda de Música de Espinho após integração na cidade.

Do século XIX, destaca-se a presença na inauguração da ponte D. Maria Pia em 1877. Em 1908 participou na comemoração da chegada do primeiro comboio a vapor da linha do vale do Vouga. Este último acontecimento contou com a presença do rei D. Manuel II em Espinho.

Nos anos subsequentes a Banda ganha projeção. Foi convidada para festividades e romarias importantes, por exemplo, nas festas em honra a S. Sebastião dos Olivais, em Lisboa, em 1927. Neste período, foi integrada na corporação dos Bombeiros Voluntários de Espinho, em 1926, conforme noticiado pelo jornal “O Comércio do Porto”, vinculação que se manteve até 1994.

BMCE

Banda de Música da Cidade de Espinho

Banda de Música da Cidade de Espinho

Nos anos 50, teve uma fase conturbada com o falecimento precoce de Fausto Neves, sobrinho do conhecido compositor espinhense, que iria ocupar o lugar de maestro. Destacam-se na época os beneméritos Guilherme Faria que deu o seu nome à Escola de Música. Esta funciona com cerca de 30 alunos. Francisco Gomes de Castro destacou-se pela dinamização e divulgação da coletividade. João Sá destacou-se pelos 75 anos de executante.

Ao longo da sua história, foram maestros: Joaquim Neves, Ilídio Neves, Joaquim Teixeira, António Martins, Manuel Gomes, António Gomes, João Baltazar, Daniel Farrapa, Boaventura Moreira, Manuel Pleno, José Gonçalves, Fernando Baptista, Rodolfo Campos e Jaime Rego.

Neste momento assume os desígnios da Banda de Espinho, o maestro Hélder Tavares que conta com 62 músicos sob a sua direção e, realça-se também uma orquestra ligeira, no seio da Banda, composta por 25 elementos que participa com regularidade em concertos de solidariedade, temáticos e diversas animações, executando um repertório alargado, com incidência em obras imortalizadas pelas Big Bands de New Orleans.

Refira-se ainda a organização conjunta com a Junta de Freguesia de Espinho do I Festival Ibérico de Bandas Filarmónicas em 2006, a participação no “Festival Hispano-Luso de Bandas de Musica e Ensembles de Viento” em Zamora e a participação no Concurso Nacional de Bandas Filarmónicas Cidade de Aveiro.

Dos projetos atuais contam-se um CD  com repertório de compositores portugueses, contrastando com o CD gravado em 2001, a participação no “II Filarmónica ao mais alto nível”, a realizar-se no grande auditório do Europarque, o Concurso de Vila Franca, e nova participação no Festival de Zamora, para além da habitual atividade de concertos e romarias, levando a todo o país e a Espanha a divulgação musical e o nome da Cidade de Espinho.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda Musical de São Tiago de Silvalde

A Banda Musical de São Tiago de Silvalde teve origem na Tuna Orfeão de Silvalde. Foi das primeiras do país a permitir a entrada de mulheres como instrumentistas. Oficialmente, a primeira direção da Banda Musical remonta ao ano de 1960. Desde Sebastião Ribeiro, ainda no tempo da Tuna, a Hugo Marinheiro, o atual, vários foram os maestros que contribuíram para o desenvolvimento da coletividade. André Serrano foi o primeiro maestro após a transformação da Tuna em banda e dirigiu-a por cerca de duas décadas.

Das atividades que a Banda tem desenvolvido há a realçar a participação nas festas da freguesia e da paróquia, através de concertos e atividades dirigidas à comunidade silvaldense, com especial destaque para o Concerto de Natal e Concerto de Abertura de Época.

É convidada todos os anos para participar nas festas de cariz religioso em várias localidades do país. Participou nas festas da Corunha (Espanha) e da Vila de Castelneau de Medoc, situada na zona de Bordéus (França). Em 2010 participou no Festival de Bandas – Filarmonia ao mais alto nível, II Ciclo, 2ª Edição, realizado no EUROPARQUE, em Santa Maria da Feira, tendo sido convidada pela organização do festival a voltar ao mesmo palco, em 2013.

A convite da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República a Banda aderiu à iniciativa – Bandas em Uníssono, em 2010, tendo executado o Hino Nacional em frente à sua sede.

Do seu registo discográfico, constam 3 CD, gravados em 2000, 2007 e 2012, afirmando a vontade em divulgar o bom trabalho que se tem vindo a desenvolver ao longo dos anos.

Ao trazer crianças para a sua escola, a Banda Musical de São Tiago de Silvalde tem assegurada a sua continuidade. Até 2010, a instrução passava por um sistema de monitorização dos músicos mais velhos para os mais novos. Desde então, com a criação de turmas de Formação Musical e classes de instrumento, a Escola de Música aproximou-se dos modelos de ensino oficiais com níveis de aprendizagem progressivos. O trabalho desenvolvido ao longo de cada ano letivo é apresentado individualmente nas festas de encerramento de cada período e coletivamente pela Orquestra Juvenil que teve a sua primeira apresentação em 2012. No ano letivo de 2017, a Orquestra Juvenil alterou o seu modo de trabalho uma vez que a faixa etária da escola é cada vez mais baixa. Assim sendo, optou por iniciar um projeto novo, orientado para crianças que estão a dar os primeiros passos no instrumento (com recurso ao método Yamaha).

Banda Musical de São Tiago de Silvalde

Banda Musical de São Tiago de Silvalde

Da participação no 4º Concurso Internacional de Banda, realizado no Ateneu Artístico Vilafranquense em 2012, resultou uma pontuação de 88.2 pontos que serviu de alavanca para balizar um espírito de confiança e desejo de mais trabalho e evolução musical.

Banda União Musical Paramense

Herdeira da Primeira Estudantina de Paramos, a Banda União Musical Paramense foi fundada em 1933. Teve como primeiro regente Manuel de Matos, natural da freguesia de Pardilhó, concelho de Estarreja e hoje conta com a direção artística de Manuel Joaquim Mendes da Silva à frente de 70 músicos.

Nas Bodas de Diamante, foi a Banda Filarmónica galardoada pela Junta de Freguesia de Paramos, com a Medalha de Ouro da freguesia, manifestando desta forma a Autarquia que representa a população paramense, a importância desta agremiação cultural. A entrega foi feita, acompanhada com o visionamento de um filme mandado realizar pela Junta de Freguesia, sobre os 75 anos da Coletividade, em sessão solene na sede da Banda, no dia 14 de junho de 2008.

Atuou no festival “Filarmonia ao mais alto nível”, concerto no Centro Multimeios de Espinho. Participou no Concurso Internacional Filarmónica De Ouro em 2014 obtendo o 3º lugar; em 2015 no Festival Hispano-Luso de Bandas de Musica y Ensambles de Viento de Zamora; em 2016 no Concurso Internacional de Bandas Filarmónicas de Braga (4º Lugar – 3º entre Bandas Nacionais). Em 2017, no ClarMeet Porto, acompanhou os solistas Carlos Alves, Carlos Ferreira e Giovanni Punzi. Em 2018, tocou no concerto de encerramento do Concurso Terras de La Salette e no V Concurso Internacional de Bandas Filarmónicas de Braga, obtendo o 2º Lugar. Em 2019, obteve o 4º Lugar no 133º Certamen de Internacional de Bandas da Cidade de Valência (2019).

Além dos palcos nacionais, a Banda apresentou-se em Burnoy, Draveil, Castelnau, em França e outros.

Representando ao momento perto de 500 sócios, a Banda União Musical Paramense, colegialmente dirigida por um corpo de 13 elementos, tem em Pedro Camboa, Presidente, a garantia de empenho, determinação e dedicação à sua causa.

Gravou uma cassete, nas comemorações dos seus 50 anos de vida, um CD, em 2004. Em 2014, gravou o CD “Reflexos”.

Dotada da Escola de Música Joaquim Guimarães Banda de Paramos com 40 alunos, proporciona às nossas crianças e jovens, a possibilidade de aprender música. Criada em 2008, a Orquestra Juvenil, já atuou em eventos na freguesia e não só, onde os mais novos, vão iniciando e demonstrando as suas aptidões musicais, preparando-se para o ingresso na Banda Filarmónica.

BMUP

Banda União Musical Paramense

Banda União Musical Paramense

De carácter vincadamente popular e aberta às novas tendências musicais, é a Banda União Musical Paramense associada de pleno direito da Federação Portuguesa de Bandas Civis, da Associação de Bandas Filarmónicas do Distrito de Aveiro e encontra-se inscrita na INATEL. Ostenta como emblema uma lira prateada, abraçada por um ramo de loureiro à sua esquerda e um de oliveira à direita, enlaçados na base a vermelho sangue.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/espinho-banda-de-musica-cidade-de-espinho.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-14 11:50:512024-11-10 11:37:28Espinho e as suas filarmónicas
Academia de Música de EspinhoCâmara Municipal de Espinho
Músicas no Concelho

Espinho e as suas escolas de música

Escolas de música de Espinho

Estabelecimentos do ensino de música e dança no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Academia de Dança de Espinho

Tlm. (+00 351) 963 255 396
Sítio: www.academiadedancadeespinho.com
Correio eletrónico: anapaisoliveira.pt@gmail.com

Escola de Bailado e Artes Adriana Domingues
Rua 39, 335
4500 Espinho

Nascente – Cooperativa de Acção Cultural
Rua 16, 1200
Espinho

Sporting Clube de Espinho
Rua 18, 744
Espinho

A Academia de Dança de Espinho dedica-se ao ensino das danças de salão nas vertentes social, exibição, crianças, Latin Fit (ritmos latinos para mulheres), Latin Fit Senior Ladies e competição (Federação Portuguesa de Dança Desportiva).

Academia de Música de Espinho

R. 34, 884
4500-318 Espinho
Tel. (+00 351) 227 341 145

Academia de Música de Espinho

Academia de Música de Espinho, créditos Câmara Municipal de Espinho

Escola de Bailado e Artes Adriana Domingues

Tlm. (+00 351) 919 305 812
Correio eletrónico: ballet.a.domingues@gmail.com

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

Escola de Música Joaquim Guimarães – Banda de Paramos

Avenida da Igreja, 114
4500-475 Paramos
Sítio: www.bandaparamos.com

Escola Profissional de Música de Espinho

4500 Espinho
Página: www.musica-esp.pt

Impormúsica

R. 19, 404
4500-255 Espinho
Tel. (+00 351) 22 733 1090
Sítio: www.impormusic.pt

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/espinho-ame-ft-cme.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-13 14:04:222024-11-10 11:38:07Espinho e as suas escolas de música
Rancho Folclórico S. Tiago de Silvalde
Músicas no Concelho

Espinho e o seu folclore

Folclore de Espinho

Grupos, tradições e atividades etnográficas no Concelho

  • Douro Litoral (Douro Litoral Centro)
  • Distrito: Aveiro

04 grupos

  • Grupo Cultural e Recreativo Semente
  • Rancho Folclórico Nossa Senhora dos Altos-Céus
  • Rancho Folclórico S. Tiago de Silvalde
  • Rancho Regional “Recordar é Viver” de Paramos
Grupo Cultural e Recreativo Semente

O Grupo Cultural e Recreativo Semente, fundado em 1977, divulga as origens das gentes de Esmojães, na freguesia de Anta. Recolhe e divulga a etnografia e pela tradição dos antepassados. Sediada na Rua de S. Mamede, vila de Anta (Espinho), é composta por cerca de 40 elementos. Participou em festivais um pouco por todo o País, já tendo participado também em festivais no Brasil, França, Espanha e Itália.

GCRS

Grupo Cultural e Recreativo Semente

Grupo Cultural e Recreativo Semente

Rancho Folclórico Nossa Senhora dos Altos Céus

Sediado na Rua de Esmojães, freguesia de Anta, Concelho de Espinho, o Rancho Folclórico Nossa Senhora dos Altos Céus é uma associação de natureza etnográfica constituída a 26 de setembro de 1986.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Rancho Folclórico S. Tiago de Silvalde

O Rancho Folclórico de S. Tiago de Silvalde foi fundado em 1978 e legalizado no dia 16 de abril de 1981, data em que foram aprovados os seus Estatutos.

Representa fielmente os usos e costumes tradicionais da sua terra, “Terras da Feira” – Douro Litoral Centro, já que a freguesia de Silvalde foi anexada ao concelho de Espinho em 11 de outubro de 1926, sendo que até essa data pertencia ao concelho da Feira.

Criado para preservar, recolher e difundir os valores dos seus antepassados foi inaugurado em 1988 o Museu Etnográfico onde estão expostos entre outros objetos, utensílios agrícolas e trajos.

Os trajos recreados remontam a finais do século XIX, princípios do século XX e são os de noivos, de lavradores ricos, de campo, de romaria, de festa, de vareiros; de ir à feira, o homem do varino e o da palhoça, entre outros. As danças mais características e conhecidas são as Rusgas (ao Sr. da Pedra, ao S. Martinho), a Moda do Verdegar, a tirana, a Ciranda, os Viras (de Roda, Valseado, Corrido, entre outros), o Velho, o Lambão, a Caninha Verde, etc. Da tocata saem velhas melodias dos instrumentos característicos da região: violão, viola, viola braguesa, cavaquinhos, bombo, acordeão (concertina), ferrinhos e reco-reco.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português desde 1987, de onde recebe o apoio técnico. Está filiado no INATEL desde 1998. É sócio fundador da Associação de Folclore do Concelho de Espinho, em 2006.

Foi distinguido em 2009, pela Junta de Freguesia de Silvalde, nas comemorações do 6º Aniversário de elevação a Vila, pelo seu trabalho realizado. É Instituição de Utilidade Pública desde 2003.

RFSTS

Rancho Folclórico S. Tiago de Silvalde

Rancho Folclórico S. Tiago de Silvalde

Rancho Regional “Recordar é Viver” de Paramos

Paramos é uma das cinco freguesias que constituem o concelho de Espinho e, apesar de ser banhada pelo mar, quase não viveu nem dependeu dele.  Sempre foi uma das mais rurais do concelho e, por isso, ainda hoje mantém e vive tradições verdadeiramente populares.

Sentindo a necessidade de manter e reviver o riquíssimo património cultural material e imaterial dos seus antepassados, surgiu em 13 de maio de 1980, tendo os seus responsáveis iniciado um profundo e atento trabalho de recolha e pesquisa, ainda hoje em curso.

O Rancho Regional Recordar é Viver de Paramos, é hoje um dos mais representativos da sua Região pela verdade do seu Folclore e Etnografia.

Orgulha-se de pertencer à Federação do Folclore Português sendo um digno e fiel intérprete de norte a sul do País, na Europa, África e América, da cultura tradicional portuguesa de matriz popular.

Foi o iniciador do Festival de Folclore de Espinho e do Folkespinho, e ainda do I Festival de Folclore Lusófono em Portugal.

Os cantares e danças mais características da sua região, são, entre outras: rusgas, viras e tiranas. O Rancho é um dos pioneiros, a nível nacional, a apresentar a público quadros temáticos representativos da vida quotidiana dos seus antepassados.

Os trajes e os diversos adereços são de uma grande variedade e diversidade, não só de acordo com a possibilidade económica de então e de cada um, mas também, conforme a época do ano, o dia da semana e as atividades que estivessem a desenvolver.

GFRVP

Rancho Regional “Recordar é Viver” de Paramos

Rancho Regional “Recordar é Viver” de Paramos

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Roteiro dos Ranchos Folclóricos dos Açores
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos de modo a facilitar a leitura.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/espinho-rancho-folclorico-de-s-tiago-de-silvalde-3.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-14 12:04:172024-11-10 11:42:37Espinho e o seu folclore
Orquestra Clássica de Espinho
Músicas no Concelho

Espinho e as suas orquestras

Orquestras de Espinho

Orquestras sediadas no Concelho

Orquestra Clássica de Espinho

A Orquestra Clássica de Espinho constituiu-se como uma orquestra que integra jovens músicos em início de carreira profissional e alunos da EPME – sem excluir pontualmente a colaboração de músicos com grande experiência profissional.

Ancorados nos resultados do trabalho de produção concertística da Orquestra da Escola Profissional de Música de Espinho – formação que, desde 1989, data de fundação da escola, materializou o resultado direto e visível de um projeto educativo inovador, tendo apresentado desde então centenas de concertos um pouco por todo o País e também no estrangeiro (Escócia, Alemanha, Espanha, Brasil) -, a Escola Profissional de Música de Espinho (EPME), com o apoio da Câmara Municipal de Espinho, entenderam avançar, em 2005, para a criação da Orquestra Clássica de Espinho (OCE), evoluindo assim para um modelo de formação orquestral mais alargado e com um projeto artístico mais profundo e ambicioso, o qual, embora mantendo uma forte ligação à génese académica da orquestra, evoluiu no sentido da sua consolidação como estrutura orquestral de carácter profissional.

A OCE constituiu-se assim como uma orquestra que integra, de forma equilibrada e artisticamente estruturada, jovens músicos em início de carreira profissional e alunos da EPME – sem excluir pontualmente a colaboração de músicos com grande experiência profissional -, num modelo de funcionamento inovador em que, a par da possibilidade conferida a jovens instrumentistas de acederem a uma prática regular como músicos de orquestra em condições de exercício rigorosamente profissional, assim estimulando a sua atividade e experiência musical em fase de transição para a inserção no mercado de trabalho, coexiste a possibilidade de proporcionar aos jovens estudantes da EPME o acesso a uma prática orquestral de nível superior, num regime de acompanhamento artístico muito próximo e tutorial, permitindo-lhes a execução de reportórios de elevada exigência técnico-artística e uma preparação fundamental para o seu futuro percurso académico e profissional.

A OCE apresenta-se com regularidade, concretizando geralmente entre seis a oito programas sinfónicos por temporada, privilegiando uma programação diversificada, abrangendo fundamentalmente o reportório orquestral de referência desde finais do séc. XVIII até sensivelmente a primeira metade do séc. XX., sem excluir a interpretação de obras mais recentes em função dos contextos programáticos de cada criação.

Pontualmente a OCE apresenta projetos artísticos de cruzamento com outros géneros musicais, como o jazz, o fado, o flamenco e outros. Desde 2006 destacam-se as apresentações da OCE no Coliseu do Porto (Concertos Promenade e Festival Mozart), no Teatro Helena Sá e Costa, nos Cineteatros de Aveiro e Estarreja, no Centro Cultural Vila Flor em Guimarães, no Centro de Artes da Figueira da Foz, no Cine-Teatro Paraíso em Tomar, na Casa da Música, no Teatro de Vila Real, entre outras, e no Festival dos Oceanos, Lisboa, em 2009. Nos últimos anos apresentou-se com solistas de renome como Mário Laginha, Elisabete Matos, Romain Garioud, Elisso Virsaladze, Ilya Gringolts, Alina Pogostkina, Miklós Perényi, Yamandu Costa, Gilles Apap, Manuela Azevedo (Clã), David Grimal, Richard Galliano, Edmar Castañeda, Cristina Branco, Leia Zhu, Vozes da Rádio, o Septeto de Juan Carmona, entre outros.

OCE

Orquestra Clássica de Espinho

Orquestra Clássica de Espinho

A OCE tem como director artístico e maestro titular o Maestro Pedro Neves, contando em cada temporada com maestros convidados entre os quais, Cesário Costa, Jean Marc Burfin, Jan Wierzba, Nuno Coelho, entre outros.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Orquestra de Jazz de Espinho

A Orquestra de Jazz de Espinho tem-se expandido para além da sua vocação didática, produzindo concertos temáticos, reportórios de autor, entre outros, para os mais diversos públicos e faixas etárias, trabalhando com solistas de grande craveira.

Em finais de 2008 ganhava forma a ideia de constituição de uma orquestra de jazz no âmbito curricular da Escola Profissional de Música de Espinho. O projeto, que teve a sua primeira apresentação pública em 2009, sob a designação de Orquestra Académica de Jazz da EPME, não mais parou. Deixando rapidamente para trás a adjetivação “académica”, a Orquestra de Jazz da EPME rapidamente iniciou um percurso artístico consistente no contexto da sua génese e especificidade, de tal modo que, logo em 2010, foi convidada a apresentar-se na Sala 2 da Casa da Música numa série de três concertos para o Serviço Educativo.

OJE

Orquestra Jazz de Espinho

Orquestra Jazz de Espinho

Impulsionada e dirigida artisticamente na sua fase inicial por Paulo Perfeito, a Orquestra evoluiu para um modelo de direção musical partilhada entre Paulo Perfeito e Daniel Dias, ambos maestros, pedagogos e trombonistas com carreira e não menos paixão no mundo do Jazz, responsáveis pela extraordinária evolução que a Orquestra entretanto conheceu ao longo dos últimos anos.

Trabalhou com solistas de grande craveira como Hermeto Pascoal, Andy Hunter, Marcos Valle, Carlos Azevedo, Fernando Sanchez, Gileno Santana, João Mortágua, Kiko Pereira, Matthias Schriefl, Marc Schwartz, Marshal Gilkes, Julian Argüelles, Michael Lauren, Mário Laginha, Jeffery Davis, Rita Maria, Ricardo Toscano, Rui Teixeira, entre outros.

Cimentou o seu prestigio em vários palcos nacionais, sendo de destacar as apresentações na Casa da Música, no Casino de Espinho, na Casa das Artes de Famalicão, no Teatro de Vila Real, no Teatro Municipal de Bragança, no Serralves em Festa, no Festival Jazz ao Centro, entre outros, bem como, as apresentações regulares no Auditório de Espinho | Academia, onde a orquestra tem a sua residência.

Por diversas vezes a Orquestra foi responsável por apresentar reportórios inéditos no país. Cerca de 10 anos após as suas primeiras notas, evoluiu para um patamar mais arrojado, assumindo um compromisso artístico mais abrangente, sem perder de vista, contudo, a sua identidade formativa e impulsionadora da interpretação da música para esta formação.

Assentando a sua constituição fundamentalmente nos alunos da Escola Profissional de Música de Espinho, a orquestra conta também com músicos mais experientes em função das exigências dos programas e dos desafios do seu projeto artístico, que passa agora, mais relevantemente, por lançar um olhar atento e incentivador aos jovens valores do jazz e, por outro lado, por procurar aprender com a mestria dos consagrados.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/espinho-orquestra-classica-de-espinho.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-13 11:42:432024-11-10 11:41:53Espinho e as suas orquestras
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