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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Banda Musical 81 de Ferreirim, de Sernancelhe
Músicas no Concelho

Sernancelhe e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Sernancelhe

História, bandas de Música e atividades no Concelho.

[ No que se refere às filarmónicas, o projeto Musorbis está apenas a começar, sendo previsível que até ao final do ano todas as bandas possam estar na plataforma. O processo pode ser acelerado com a cooperação dos interessados no que se refere a historiais e fotografias em falta. ]

Banda Musical 81 de Ferreirim

Fundada em 1981, a Banda Musical 81 de Ferreirim, Concelho de Sernancelhe, realizou, em 25 anos de existência, mais de seis centenas de atuações e perpetua-se graças ao sólido Regulamento Interno, que coloca na Escola de Música o papel de preparar jovens para ingressarem paulatinamente na banda como instrumentistas.

A Banda Musical de Ferreirim formou mais de duas centenas de instrumentistas. O estilo, o rigor e a disciplina herdou-as do Padre José Alves Amorim, o verdadeiro mentor da Banda, que em 1981 galvanizou toda a população para este projeto.

Quando completou 20 anos, a Banda Musical de Ferreirim elaborou um programa de comemorações, que passou por iniciativas tão variadas como lançamento de livros históricos, organização de um encontro de bandas e construção de um conjunto escultórico único no País, constituído por sete esculturas de granito em tamanho imponente (mais de 2,5 metros de altura). A recente comemoração dos 25 anos de existência assumiu-se como um dos momentos mais altos da Associação e contou com diversas iniciativas, destacando-se o encontro de bandas, bem como o lançamento de um CD/DVD. A autarquia ofereceu-lhe um autocarro e dezenas de novos instrumentos e fardamento, rejuvenescendo a imagem da Banda.

No currículo da Banda está a receção ao Presidente da República Mário Soares, em 1988, ao primeiro-ministro Cavaco Silva, em 1992, ao Presidente da República Jorge Sampaio nos concelhos de Sernancelhe e Moimenta da Beira, em 2004, as presenças em cerimónias oficiais ao serviço do Concelho, participação em encontros e festivais de bandas, a animação de centenas de festas religiosas e a dinamização de escolas de música em várias freguesias do Concelho. O atual maestro é Artur Jorge Ferreira Costa, que tem sob a sua batuta mais de meia centena de jovens músicos.

Banda Musical 81 de Ferreirim, de Sernancelhe

Banda Musical 81 de Ferreirim, de Sernancelhe

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/sernancelhe-banda-musical-81-de-ferreirim-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-08 12:34:592024-12-05 17:27:16Sernancelhe e as suas filarmónicas
Banda da Sociedade Musical Capricho Setubalense
Músicas no Concelho

Setúbal e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Setúbal

História, bandas de Música e atividades no Concelho.

  • Banda da Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense
  • Banda da Sociedade Filarmónica Providência
  • Banda da Sociedade Musical Capricho Setubalense
Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense

Em 1856 foi criada a primeira Banda Filarmónica em Azeitão com a designação de “Sociedade Filarmónica Ordem e Progresso”. Fez a sua apresentação a 1 de agosto de 1856, data comemorativa de São Lourenço, Padroeiro da terra, composta por elementos das freguesias de S. Lourenço e S. Simão.

A banda era composta por 32 elementos e dirigida por José Cipriano Arronches, músico e compositor que exerceu a sua atividade em bailes e concertos efetuados nos adros das igrejas do concelho de Azeitão, em particular nos de São Lourenço e São Simão.

SFPA

Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense

Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense

Coro da SFPA

Coro da Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense

Coro da Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense

Mais tarde, por desavenças ocorridas durante as Festas de S. Gonçalo, entre os músicos das duas freguesias do concelho, levaram à dissolução desta e à criação de duas Sociedades uma em cada uma das freguesias. Em 1881, devido à impossibilidade de reconciliação entre os músicos das duas freguesias, resolveu-se formar uma Banda Filarmónica em Azeitão, constituída por elementos da Freguesia de S. Lourenço. A apresentação da nova Banda “Sociedade Filarmónica de Vila Nogueira de Azeitão” realizou-se no dia 25 de abril de 1882 domingo de Páscoa. A banda percorreu as ruas de Vila Nogueira de Azeitão, dirigindo-se ao Rossio onde era aguardada por algumas meninas da terra, que colocaram raminhos de perpétua no fardamento dos músicos. Com o gesto simbolizaram a perpetuação da fundação da Sociedade e acabar com a real fundamentação dos conflitos ocorridos anteriormente.

Fundada no dia 23 de abril de 1882, foi registada em 1901, com o nome que de “Sociedade Perpétua Azeitonense”. Funciona em sede própria desde 1977. Nas suas instalações, tem em atividade um leque de artes que visam estimular os jovens com: Banda de Música, Orquestra Ligeira, Escola de Iniciação Musical, Grupo Coral, Ballet, Teatro, marchas Populares. A Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense dispõe ainda de um auditório com capacidade para 450 lugares. A S.F.P.A. é uma coletividade que vive sobretudo das receitas das quotizações dos sócios, das suas atividades e de angariação de fundos, contando neste momento com mais de 1700 sócios. Tem sede na Rua Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense 2925-527 Vila Nogueira de Azeitão.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Sociedade Filarmónica Providência

A Sociedade Filarmónica Providência, de Vila Fresca de Azeitão, foi fundada a 26 de novembro de 1880. A sua Banda Filarmónica tocou várias vezes perante o Rei D. Carlos no inicio do século XX, quando o Rei se deslocava ao palácio da Bacalhoa em Vila Fresca de Azeitão. Logo na primeira metade do século XX, contando com a colaboração de alguns músicos e regentes que pertenciam à Banda do Regimento de Infantaria 11 de Setúbal, a Banda elevou o seu nível artístico mantendo uma escola de música que viria a formar vários músicos, que seguiram uma carreira profissional como músicos nas bandas militares.

A Banda de Vila Fresca, terminou a sua atividade em 1975, quando a Sociedade Filarmónica Providência por razões logísticas, deixou de reunir as condições necessárias à sua manutenção. Considerando a forte tradição musical de Azeitão e contando com a disponibilidade de vários músicos da região, a Direção da SFP que tomou posse em 2003, levou a cabo o projeto de reorganizar a sua Banda Filarmónica, tendo realizado a sua apresentação no dia 30 de novembro de 2003, nas comemorações do 123º aniversário da Sociedade Filarmónica Providência. A Banda tem como regente José Marquês de Sousa, ex-músico militar, reformado da Banda da Armada.

SFP

Banda da Sociedade Filarmónica Providência

Banda da Sociedade Filarmónica Providência

Banda da Sociedade Musical Capricho Setubalense

A Banda da Sociedade Musical Capricho Setubalense foi fundada em 1867. Nasceu da união de dois agrupamentos “Os Amarelos” e “Os Vermelhos”. Ao longo dos anos, a Banda de Música colaborou em numerosas iniciativas da Cidade, com destaque para as atuações aquando da inauguração da estátua do poeta Bocage, na visita a Setúbal de Sua Majestade, o Rei D. Carlos em 1892, nas comemorações da mudança do século e o concerto comemorativo do V centenário do Tratado de Tordesilhas.

Nas décadas de 60 e 70 a Capricho Setubalense assistiu ao desmembramento da Banda, por falta de executantes e de motivação dos jovens para a aprendizagem musical. Só em 1977, com a criação da Escola de Música, ressurgiu algum interesse. Dois anos e meio depois, iniciaram-se os ensaios da nova banda, orientada por Francisco Veiga. Seguiu-se na direção artística o maestro Ferrer Trindade e, posteriormente José Eduardo Ferreira.

SMCS

Banda da Sociedade Musical Capricho Setubalense

Banda da Sociedade Musical Capricho Setubalense

Grande Filarmónica de Setúbal

Em 2000, no Fórum Luísa Todi estava programado o concerto 90 Anos de José Afonso, a 27 de setembro, com a Grande Filarmónica de Setúbal,  com músicos das três bandas do concelho de Setúbal, a Banda da Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense, a Banda da Sociedade Filarmónica Providência e a Banda da Sociedade Musical Capricho Setubalense. Este projeto de parceria tem sido impulsionado pela Câmara Municipal de Setúbal que, desta forma, contribui para a promoção das competências musicais, lúdicas, sociais e de fraternidade entre os músicos das três coletividades e para o desenvolvimento da música filarmónica de Setúbal.

Dois anos antes, a Grande Filarmónica Setúbal apresentou no Fórum Municipal Luísa Todi um concerto subordinado ao tema “A Música e o Cinema”. Desta vez o destaque incidia na música portuguesa e destacava o trabalho do incontornável cantor e compositor português José Afonso, no âmbito das celebrações dos 90 anos do seu nascimento.

Festival de Bandas Filarmónicas da Cidade de Setúbal

A 2 de setembro de 2020 o Município noticiava que Setúbal, Estremoz e Portalegre estariam juntas a 12 de setembro no Festival de Bandas Filarmónicas da Cidade de Setúbal, certame que teria como palco central o Auditório José Afonso. O encontro de bandas filarmónicas, foi organizado pela Sociedade Musical Capricho Setubalense, em parceria com a Câmara Municipal e o apoio da União de Freguesias de Setúbal. No palco atuarim as bandas da Sociedade Musical Capricho Setubalense, da Sociedade Filarmónica Luzitana, de Estremoz e “o agrupamento mais antigo do país em atividade, e da Filarmónica do Crato”, de Portalegre.

O 16.º Festival de Bandas Filarmónicas da Cidade de Setúbal, inserido nas Comemorações Bocagianas 2020, proporcionaria ao público a oportunidade de conhecer o trabalho desenvolvido pelas bandas filarmónicas portuguesas, constituídas por músicos amadores.

O intercâmbio entre músicos, grupos e coletividades, o convívio e a interação entre todos, bem como a criação de novos projetos musicais é outro dos objetivos do festival, este ano, com medidas específicas de resguardo social, devido à crise sanitária que o mundo atravessa. O certame constitui um momento alto da atividade da banda da Sociedade Musical Capricho Setubalense, composta por cerca de quatro dezenas de músicos, na grande maioria jovens.

BIBLIOGRAFIA

As bandas Filarmónicas no Distrito de Setúbal: Origem e Evolução da sua actividade, de Pedro Alexandre Marcelino Marquês de Sousa, Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM – NOVA FCSH). Setúbal: Federação Distrital das Coletividades de Cultura e Recreio, 2016, 150 pág., ISBN 978-989-20-6363-8

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/setubal-sociedade-musical-capricho-setubalense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-14 22:48:252024-10-28 17:52:18Setúbal e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico "As Vindimadeiras" da Mamarrosa
Músicas no Concelho

Oliveira do Bairro e o seu folclore

Folclore em Oliveira do Bairro

Tradições, grupos e atividades no Concelho

[ No que se refere a ranchos folclóricos, o projeto Musorbis está apenas a começar, sendo previsível que até ao final do ano todas grupos possam estar na plataforma. O processo pode ser acelerado com a cooperação dos interessados no que se refere a historiais e fotografias em falta. ]

Rancho Folclórico “As Vindimadeiras” da Mamarrosa

O Rancho Folclórico “As Vindimadeiras da Mamarrosa”, sediada na Vila da Mamarrosa, Oliveira do Bairro, distrito de Aveiro. Teve origem numa contradança de Carnaval há quatro décadas. Tem muitas deslocações a Espanha (todos os anos 4 a 6), incluindo deslocações a França (Nimes, Bézièrs, 2 a Lamballe, Toulouse e Paris), Luxemburgo e Marrocos (Rabat). Em 2014, teve 60 atuações em 2004, e 43 em 2009.

Os seus trajes (cerca de 50 componentes) mais representativos são o de vindimadeira rica, tricana, enxertador, ceifeira, peixeira, aguadeira, tremoceira, noivos. As suas músicas e danças vêm de recolhas junto dos antepassados, com origem nas fainas agrícolas, essencialmente as vindimas e escarpeladas, mas também a caminho de ou para as romarias.

RFVM

Rancho Folclórico "As Vindimadeiras" da Mamarrosa

Rancho Folclórico “As Vindimadeiras” da Mamarrosa

Rancho Folclórico São simão de Mamarrosa

O Rancho Folclórico São Simão de Mamarrosa deve o seu nome ao Santo padroeiro da Freguesia. Foi fundado a 23 de novembro de 1995 e, no dia 28 de abril de 1996 fez a primeira apresentação ao público. Tem percorrido todo o País participando em festivais, festas e romarias e deslocou-se a Espanha e a França.

Os trajes, danças e cantares são fruto de recolhas efetuadas na freguesia e arredores, sempre dentro da região bairradina. Apresenta a lavradeira rica, a camponesa remediada, traje domingueiro, a ceifeira, a vindimadeira, entre outros. Mantém vivas algumas tradições do povo tendo organizado a Tradicional Matança do Porco onde são servidos o sarrabulho, rojões e broa à moda antiga e a Festa de Final de Vindimas, desfilando tratores antigos devidamente ornamentados e figurinos trajados representando as tradicionais vindimas da Bairrada. A representação da Tradicional Desfolhada conta com 2 edições.

RFSSM

Rancho Folclórico de São Simão da Mamarrosa, Oliveira do Bairro

Rancho Folclórico de São Simão da Mamarrosa, Oliveira do Bairro

Rancho Folclórico Identidade Lusa

Rancho Folclórico Identidade Lusa, de Oliveira do Bairro

Rancho Folclórico Identidade Lusa, de Oliveira do Bairro

A Mamarrosa situa-se no Centro Norte de Portugal, a 20 Km a Sul de Aveiro e 40 Km a Norte de Coimbra, no coração da Bairrada, região conhecida pelo leitão e pelos excelentes vinhos. Há documentos escritos que reconhecem a existência da milenária Mamoa Rasa, hoje Mamarrosa, desde o ano 900. Digna de visita a sua Igreja Matriz com 3 séculos de existência, onde se destaca a torre sineira.

Destaque o seu grupo!

Destaque Musorbis

Destaque Musorbis

Para inserir um grupo ou historial em falta, envie para Meloteca@meloteca.com: será inserido gratuitamente. A fotografia em destaque neste momento é aleatória. Para ter foto destaque, contactos atualizados e estar no topo durante um ano opte pelo “Destaque Musorbis” (10€).

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/oliveira-do-barro-rancho-folclorico-as-vindimadeiras-da-mamarrosa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-06 16:28:582021-06-21 11:35:55Oliveira do Bairro e o seu folclore
Museu de Etnomúsica da Bairrada
Músicas no Concelho

Oliveira do Bairro Rota Musical

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado

para uma rota musicoturística no Concelho de Oliveira do Bairro

Troviscal

Museu de Etnomúsica da Bairrada

Inaugurado em 2005, o Museu de Etnomúsica da Bairrada é um projeto da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro que tem por objetivo preservar o património cultural produzido na área da Música, construído e vivido ao longo de gerações por toda a comunidade bairradina. O Museu leva a efeito, durante todo o ano, uma série de iniciativas dirigidas a vários segmentos de públicos, desde as crianças a adultos e população sénior, não só do Concelho de Oliveira do Bairro mas de toda a região bairradina, contribuindo para um crescente conhecimento da música e das raízes culturais do nosso território, eternizando as nossas tradições, a nossa história e a nossa identidade.

O Museu de Etnomúsica da Bairrada é um espaço moderno, dotado de todos os serviços essenciais ao cumprimento das suas funções museológicas, como sejam a Oficina de Restauro, Limpeza e Tratamento de Peças, Centro de Investigação Documental e Zona de Reservas, áreas que podem ser visitadas. Dispõe igualmente de uma sala para a realização de conferências, palestras e outros eventos, bem como de uma área reservada a atividades educativas, vocacionada para o público infantil.

Composto por dois espaços expositivos distintos, este equipamento museológico alberga importantes coleções divididas em Instrumentos Musicais, Documentos Manuscritos (partituras, diários, publicações periódicas e monografias, entre outros), Registos de Imagem, Depoimentos de História Oral, Têxteis (destacando-se o núcleo do traje regional), Equipamento de Gravação, Reprodução, Emissão e Tratamento de Som (gravadores de bobines, gira-discos, grafonolas, gramofones, vitrolas, recetores de rádio, entre outros) e Mobiliário de Armazenamento de Documentação Sonora, todas elas provenientes dos cinco concelhos bairradinos (Águeda, Anadia, Cantanhede, Mealhada e Oliveira do Bairro).

Para além do vasto espólio que possui, o Museu conta ainda com duas exposições abertas ao público. A exposição permanente “A Arte dos Sons”, um conjunto expositivo que descreve uma narrativa introdutória ao papel histórico que a música e o associativismo a ela ligado desempenham na cultura da região da Bairrada, numa viagem feita através de instrumentos musicais e trajes regionais, e a exposição temporária “Banda Filarmónica da Mamarrosa: 100 Anos ao Serviço da Cultura”, inaugurada em 2016, que assenta em documentos e objetos físicos do Museu, celebrando o percurso secular da instituição, desde os tempos do seu fundador, Jaime de Oliveira, até aos dias de hoje.

Museu de Etnomúsica da Bairrada

Museu de Etnomúsica da Bairrada

Morada: Rua Jaime Pato, 3770 – 410 Troviscal Oliveira do Bairro
Telefone: 234 757 005
E-mail: memb@cm-olb.pt
Sítio: http://mmolb.cm-olb.pt

Em 2019, foi anunciado que Museu de Etnomúsica da Bairrada, localizado na vila do Troviscal, promoveria, nos dias 19 e 20 de fevereiro, a iniciativa “Viagem pela música da nossa terra”, destinada ao público sénior. A primeira sessão da iniciativa, que consistia numa “viagem” pela música da região da Bairrada, seria  dedicada à Banda Filarmónica do Troviscal, hoje denominada União Filarmónica do Troviscal.

A atividade começaria com a apresentação da história da banda, acompanhada de imagens, textos, objetos e instrumentos musicais e com a audição de algumas músicas. Os participantes seriam convidados a partilhar as suas memórias e conhecimentos sobre o tema, numa conversa que se estenderia também aos costumes, festas populares, cerimónias religiosas, arraiais e outras diversões, de um tempo em que as bandas filarmónicas tinham uma importância cultural e social de enorme relevo.

Reciclanda

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/oliveira-do-bairro-museu-de-etnomusica-da-bairrada.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-05 23:06:272024-11-12 00:36:51Oliveira do Bairro Rota Musical
Banda Filarmónica da Mamarrosa
Músicas no Concelho

Oliveira do Bairro e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Oliveira do Bairro

História, bandas de música e atividades no Concelho

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Banda Filarmónica da Mamarrosa

Apresentada em público pela primeira vez em 1916, a BFM chamou-se nessa altura Banda Escolar, por ser constituída pelos alunos da Escola Primária onde lecionava o seu maestro fundador, Jayme de Oliveira Pinto de Sousa. Após a morte do maestro fundador, em 1940, passou a Banda a ser dirigida sucessivamente pelos seus filhos José, António e Orlando, até que, por meados da década de 70, culminando um processo lento de degradação provocada pela falta de uma escola de música e falta de renovação dos seus efetivos, a Banda haveria de conhecer um período menos bom da sua existência.

BFM

Banda Filarmónica da Mamarrosa

Banda Filarmónica da Mamarrosa

Um grupo de Mamarrosenses fundou em 1978, a Associação Beneficente, Cultura e Recreio da Mamarrosa com o objetivo primeiro de a revitalizar. É então que, pela mão de dois músicos, Álvaro Ferreira e Armando Vida, principalmente o primeiro – , começaram a entrar para a Banda dezenas de jovens e crianças. Mercê de uma política de promoção em 1988, em que ofereceu concertos em recintos cobertos às populações vizinhas, a Banda conseguiu, em grande medida, despertar novo interesse para este tipo de formação musical e instrumental. Em 1991 a Direção levou a efeito, com pompa e circunstância, as comemorações das Bodas de Diamante.

Em 1992, o sonho de possuir um novo instrumental tornou-se realidade com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura, da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro e da Junta de Freguesia de Mamarrosa e do grande empenhamento de toda a Direção. A Banda Filarmónica da Mamarrosa, possui uma Escola de Música e é regida pelo maestro Fernando Ribeiro Lopes.

Recebeu numerosas solicitações para atuar no Norte e Centro do País, no Minho e Trás-os-Montes. Participou no Festival EDP de Bandas de Musica, no âmbito das comemorações do 8º aniversário da empresa. Em 1999, deslocou-se a França, para actuar em Lamballe – Bretanha –, integrada na geminação de Oliveira do Bairro com Lamballe. Em 2000 e 2001, atuou na RTP 1 no programa Praça da Alegria.

Em 2000 gravou ao vivo o 1º CD”. Participou no Jubileu dos Músicos no Santuário de Fátima. Gravou o 2º CD. Em 2001,  lançou o livro “A música na Batuta do Tempo”, biografia da Banda Filarmónica da Mamarrosa. Foi-lhe atribuída a Medalha de Mérito Cultural, Grau Ouro. Em 2002, deslocou-se a Espanha, para atuar em Valência, integrada num intercâmbio cultural com a Unió Musical d’Alaquàs.

Em  2003 realizou o II Encontro de Bandas, com a participação da Banda Filarmónica da Mamarrosa, Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães, Banda dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo e da Sociedade Filarmónica e Humanitária de Palmela. Gravou o 3º CD e fez tratamento acústico e térmico da sala de ensaios principal da Banda Filarmónica. Atuou, como aconteceria em 2004, nos festejos da Senhora da Agonia em Viana do Castelo.

Em 2004, realizou o III Encontro de Bandas, com a participação da Banda Filarmónica da Mamarrosa, da Banda Musical Flor da Mocidade Junqueirense, da Sociedade Filarmónica da Gançaria – Santarém e da Associação Musical de Freamunde.

Em 2005, realizou o IV Encontro de Bandas, com a participação da Banda Filarmónica da Mamarrosa, da Sociedade Filarmónica União Seixalense, da Banda Musical Castanheirense e da Banda Musical de Melres. Organizou o 1º Curso de Trompete, ministrado por Fernando Ribeiro. Criou 6 novas salas de aulas para a Escola de Música, com tratamento acústico.

Em 2006, realizou o V Encontro de Bandas, que contou com a participação da Banda Filarmónica da Mamarrosa, da Sociedade Filarmónica Fafense Banda de Revelhe e da Banda dos Bombeiros Voluntários de Torres Vedras. Realizou intercâmbio com a Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense, da Ilha do Pico – Açores. Participou no VIII Festival Internacional de Bandas de Cascais. Em 2007, gravou o 4º CD e organizou o 1º Curso de Clarinete, ministrado por António Rosa.

Reciclanda

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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União Filarmónica do Troviscal

A primeira Banda que existiu no Troviscal foi fundada em 1911 por um professor do ensino primário, José de Oliveira Pinto de Sousa, que lecionava durante a manhã as aulas curriculares e música durante a tarde. A Banda Escolar do Troviscal tornou-se nacionalmente famosa devido a sérias disputas que sustentou com a Igreja Católica, que culminaram com a excomunhão da Banda pelo Bispo de Coimbra em 1922. Ganhou reputação e prémios em certames nacionais mas viria a extinguir-se em 1942.

UFT

União Filarmónica do Troviscal

União Filarmónica do Troviscal

Em 1989 um grupo de personalidades juntou-se para convidar o Dr. Silas de Oliveira Granjo, um dos netos de José Oliveira, para que se criasse uma associação musical na Freguesia, que de alguma forma pudesse vir a dar continuidade ao legado da Banda Escolar do Troviscal. O desafio foi aceite e, nesse ano, um grupo de jovens com idades entre os 6 e os 14 anos começou a aprender música. Em dezembro desse ano era já possível ter 23 jovens a tocar 3 melodias de Natal em instrumentos de sopro. Os alicerces estavam lançados e a banda, agora chamada “União Filarmónica do Troviscal” deu início à sua atividade regular.

Em 1998, participou no Festival Internacional para jovens músicos Purmerade 98 em Purmerend na Holanda. Neste festival mereceu do júri da modalidade de “Bandas de Concerto” apreciações de bom e muito bom em todos os parâmetros analisados e ainda uma classificação de 1º lugar com louvor no concurso de solistas. Em 2000 foi reconhecida como Instituição de Utilidade Pública. Em 2001 deslocou-se a França, onde atuou no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, e em Paris. No mesmo ano atuou num festival de Bandas Juvenis em O Rosal, na Galiza, e deslocou-se à região francesa da Bretanha, onde realizou concertos em várias cidades.

Em 2002, pela 2’ª vez no festival de Purmerade na Holanda, conseguiu a qualificação de excelente em todos os parâmetros interpretativos na modalidade de concerto sendo-lhe atribuído o primeiro prémio nesta modalidade e, no concurso de solistas, arrecadou dois 1° classificados com louvor (saxofone e trompete), e dois 1° classificados (flauta e clarinete). Em 2004 representou Portugal no Festival Internacional de Bandas FIJO na cidade Checa de Cheb. Nos anos que se seguiram apresenta-se em diversos festivais e concertos em Portugal e em Espanha e manteve o seu Festival Ibérico de Bandas que organiza desde 2002.

Em 2008 venceu o primeiro prémio da 2ª Secção (bandas até 70 músicos) no “II Certâmen Internacional de Bandas de La Senia”em Espanha. Em 2010 participou na realização de uma edição do programa Câmara Clara da RTP2 dedicado às Bandas Amadoras. Em 2011 realizou uma digressão ao Extremo Oriente atuando em Macau, Hong Kong e Chiayi City (Taiwan) onde participou na 15ª Conferência Internacional da Associação Mundial de Bandas e Ensembles de Sopro (WASBE), participação da qual foi editado um CD e um DVD editados pela produtora americana Mark Records. Mantem a sua própria escola de música. Desde 2001, a direção artística da banda está a cargo de André Filipe Oliveira Granjo.

A Banda Que Tocou fora da Graça de Deus, romance de António Breda Carvalho, editado pela Gradiva em julho de 2019 (ISBN 978-989-616-918-3, 224 páginas, capa brochada/capa mole, 14,7×22,2 cm) é um livro que recria e ficciona a história da Banda do Troviscal, concelho de Oliveira do Bairro. É em simultâneo um retrato da História de Portugal, no período após a implantação da República, quando a Igreja ainda tentava resistir ao domínio republicano de cariz anticlerical. Depois de, em 1922, a banda ter participado num funeral civil foi excomungada pelo bispo de Coimbra e durante anos muitas peripécias ocorreram. Um romance divertido, de um autor com vários livros premiados.

A Banda Que Tocou fora da Graça de Deus

A Banda Que Tocou fora da Graça de Deus

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/oliveira-do-bairro-banda-filarmonica-da-mamarrosa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-05 18:49:342024-11-12 00:37:50Oliveira do Bairro e as suas filarmónicas
Sociedade Artística Banda de Música de Vale de Cambra
Músicas no Concelho

Vale de Cambra e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vale de Cambra

História, bandas e música e atividades no Concelho

Banda Filarmónica Flor da Mocidade Junqueirense

A Banda Filarmónica Flor da Mocidade Junqueirense foi fundada em 1898, com a denominação de “Filarmónica Flor da Liberdade Junqueirense”. Foi o primeiro professor  Joaquim Coutinho de Oliveira, que se supõe fosse de Sever do Vouga “Rego da Bouça” seguindo-se Domingos da Russa de Macieira de Cambra.

Banda Filarmónica Flor da Mocidade Junqueirense

Banda Filarmónica Flor da Mocidade Junqueirense

Foi criada e assegurada a sua primeira sede no lugar da Calvela da freguesia de Junqueira de onde era natural o Reverendo Padre Domingos Tavares, que ofereceu a suas instalações e luz nesse mês. Assim começou a sua atividade, com dúzia e meia de elementos. A sua primeira atuação pública na Páscoa de 1899. Com o decorrer dos anos, a filarmónica foi progredindo em marcha lenta com as suas crises profundas, devendo-se isso em parte ao baixo nível de vida dos elementos que a constituíam, na sua quase totalidade camponeses. A partir de 1922, foi a sede da Banda transferida da Calvela para Junqueira de Baixo onde permaneceu até ao ano de 1942. Em 1935, resolveu a sua direção alterar a sua denominação para “Banda Musical Flor da Mocidade Junqueirense” denominação essa que ainda hoje tem e que foi oficializada através de escritura pública outorgada no Cartório de Vale de Cambra em 1989.

Em 1949 construiu sede própria em Junqueira de Cima, de reduzidas dimensões e deficientes condições, as quais iam aumentando à medida que os anos passavam, assim, viu-se obrigada a iniciar a construção de uma nova sede a qual foi inaugurada pelo Governador Civil de Aveiro em 1995. Foi reconhecida como pessoa colectiva de utilidade pública, nos termos do Decreto-Lei n°460\77 de 7 de Novembro, conforme consta do despacho publicado no “Diário da República”, II série, n°13 de 16 de Janeiro de 1992. Muitos foram os maestros que passaram pela direção artística da Banda Junqueirense, com destaque para Manuel Marques, Fernando Batista, Manuel Joaquim Almeida, Paulo Almeida e o actual Maestro Patrick Monteiro.

Em 1998 a Banda Musical comemorou o 1º Centenário. É o baluarte cultural de Junqueira, levando bem longe o nome da terra e tendo conquistado a simpatia e o carinho das gentes de inúmeras terras por onde tem passado, desde a sua mais humilde atuação, “Páscoa de 1899” até a uma das mais relevantes, a digressão pelos Estados Unidos da América, onde participou nas comemorações do Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas em Newark, em 1993.

Em 2001 a Banda gravou em CD todo o trabalho desenvolvido ao longo dos anos: o primeiro “Sons e Melodias” e o segundo “Czardas”. O ano de 2003 ficou marcado pelas comemorações do 105º Aniversário e pelo lançamento do terceiro CD “Olá Junqueira” (este com alguns exclusivos e obras alusivas à Banda e à freguesia de Junqueira).

Em 2004 a Banda Musical Junqueirense realizou um concerto na Galiza, a convite do Ministério da Cultura e da Junta da Galiza – Espanha. Em 2013 atuou no Rossio, em Lisboa no VI Festival de Bandas de Lisboa (COM’PAÇO) e, nesse mesmo ano, na Casa da Música no Porto, no Encontro de Bandas Filarmónicas.

Em 2015 surgiu “Mocidade Junqueirense – Vol. 4”. Em 2018, comemorou o seu 120º Aniversário, com a realização do V Encontro de Bandas Filarmónicas em Junqueira, entre muitas outras actividades de cariz cultural alusivas à data festiva (Festival de Folclore, festival de rock e convívio desportivo).

Com o nome do seu fundador, a Escola de Música “Manuel Joaquim Almeida” é o primeiro contacto com a música para muitos dos alunos que integram esta escola. Muitos dos alunos fazem desta arte a sua forma de estar na vida como é entre outros o caso dos professores Patrick Monteiro, actual responsável pela Escola e Tiago Tavares, responsável pela Orquestra Juvenil. A orquestra juvenil funciona como que uma incubadora de futuros elementos da banda pois permite que os alunos da escola tenham aqui a sua primeira experiência de como é tocar em grupo, o que mais tarde os ajuda na sua integração na Banda Musical. A Banda Musical “Flor da Mocidade Junqueirense” é constituída em 2024 por seis dezenas elementos, na maioria, jovens que fizeram a formação na própria escola da banda.

A Direção Artística está a cargo do Maestro Prof. Patrick Monteiro e do Maestro Adjunto Fernando Lages. Sendo a coletividade mais antiga do concelho de Vale de Cambra, com 122 anos de atividade ininterrupta, a Banda Junqueirense continua a levar o bom nome da freguesia, do concelho e de Portugal, de norte a sul e além fronteiras.

Sociedade Artística Banda de Música de Vale de Cambra

A Sociedade Artística Banda de Música de Vale de Cambra foi fundada em 1911, com o nome de “Sociedade Recreativa beneficente”. Inicialmente a Banda não tinha direção, existia apenas uma pessoa que tinha a seu cargo a responsabilidade de pagar ao regente. O grande impulsionador da formação de uma direção foi o Padre Manuel de Almeida Oliveira. Esta primeira direção foi constituída pelo Padre Manuel de Almeida Oliveira, Dr. Armindo Ferreira de Matos, Delmiro Henriques de Almeida, Américo de Almeida Freitas e Evaristo de Almeida.

SABMVC

Sociedade Artística Banda de Música de Vale de Cambra

Sociedade Artística Banda de Música de Vale de Cambra

FOI NOTÍCIA

A Banda é constituída por elementos de diversas faixas etárias, sobretudo jovens. A SABMVC tem a sua escola de música.

Em junho de 2016, foi anunciado que Vale de Cambra acolheria o Festival da Bandas Filarmónicas “É de Bandas”, organizado pela Fundação INATEL com o apoio da Câmara Municipal de Vale de Cambra. Durante a tarde de dia 19 de junho, a partir das 15h00, as ruas do centro da cidade iriam animar-se com o cortejo de seis bandas, cada uma com partida de um ponto diferente e confluindo com a Av. Infante D. Henrique, com palco na Praça Comendador Álvaro Pinho da Costa Leite. Participariam no evento a Banda de Música Flor da Mocidade Junqueirense, a Banda Musical Leverense, a Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso,  a Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha,  Banda de Música da Portela, Banda Marcial do Vale de Santa Maria da Feira.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/vale-de-cambra-sociedade-artistica-banda-de-vale-de-cambra.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-05 22:54:402024-11-23 00:19:12Vale de Cambra e as suas filarmónicas
ARMAB – Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca
Músicas no Concelho

Albergaria-a-Velha e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Albergaria-a-Velha

História, bandas de música e atividades no Concelho

ARMAB – Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca

Fundada em 1940, a ARMAB – Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca nasceu à sombra da Igreja, para solenizar as cerimónias litúrgicas e animar as festas religiosas, sendo o seu grande impulsionador o Padre Manuel Valente dos Santos Conde.

Ao longo da sua existência, a ARMAB foi dirigida e apoiada por muitas pessoas de relevo na vida local, dos quais é da maior justiça destacar António Pires Ladeira, primeiro Presidente da Direcção, António de Almeida Oliveira, que lhe sucedeu, e Gualdino Pereira

Martins da Silva assumiu a revitalização da Banda em 1976 e dirigiu a Associação, praticamente, até ao seu falecimento em 2004.

O desenvolvimento teve o seu principal suporte na formação, através da criação de uma verdadeira Escola de Música – a Academia de Música ARMAB – frequentada, hoje, por cerca de 120 jovens, em todas as classes de instrumentos de sopro e de percussão, tendo um quadro de 16 professores, todos com habilitação própria.

Sendo o expoente máximo da ARMAB, a Banda Sinfónica teve um desenvolvimento artístico acentuado nos últimos anos. Com o Director Artístico e Maestro Paulo Martins, Banda tem vindo a ser orientada para novos conteúdos musicais e novos públicos, com diferentes métodos de trabalho e apresentação, conseguindo levá-la atingir um nível artístico e de desempenho pouco comuns em bandas de música, no nosso país.

Sem nunca colocar de parte as romarias e festas religiosas, a Banda Sinfónica da ARMAB tem apostado fortemente na realização de concertos em auditório, com repertórios cujas obras percorrem vários estilos, desde os autores clássicos aos contemporâneos, executando transcrições e obras escritas para banda, bem como executando compositores portugueses e estrangeiros.

Uma outra aposta é a participação em concursos de bandas, nacionais e internacionais. Obteve primeiros lugares no Certamen Internacional de Bandas de Musica Villa de Altea – Espanha, em 2007; no Concurso Internacional Ateneu Vilafranquense, em 2008; no Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga em 2017 e no Certamen Internacional de bandas de música de Valencia em 2018. Obteve o 10º lugar na 1.ª Categoria do WMC – World Music Contest, em Kerkrade – Holanda, em 2009, num universo de 29 bandas de todo o mundo; e o 3.º lugar na 1.ª Categoria do Certamen Internacional de Bandas Ciudad de Valencia, em 2011.

Contactos

Rua do Barro Branco
Centro Cultural da Branca
3850-564 Branca
Telefone: 234 548 089

ARMAB – Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca

ARMAB – Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca

Associação de Instrução e Recreio Angejense

Sob o nome da “Philarmónica Angejense”, a banda foi fundada em 1867. Como primeiro maestro teve o Padre António Santos, da Freguesia.

Tendo sido elaborados e aprovados os seus Estatutos em 1909, a Philarmónica Angejense, passou a ser parte integrante Associação de Instrução e Recreio Angejense. Possui uma sede própria desde 1970, a qual foi gentilmente doada pelos Sócios Beneméritos Manuel da Valente e sua Esposa, Judite Rodrigues Martins.

Prossegue a sua atividade, virada para a Banda de Música, Orquestra e Escola de Música. A Escola de Música forma novos músicos, gratuitamente para a manutenção da Banda e ao mesmo tempo é ocupação das crianças e jovens da terra. Efetua concertos em varias localidades de norte a sul.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

Banda Velha União Sanjoanense

A 1 de janeiro de 1826, foi fundada a Filarmónica de S. João de Loure, da Freguesia do mesmo nome, Concelho de Albergaria-a-Velha, Distrito de Aveiro, por António José de Andrade e os padres Alexandre da Silva e Joaquim Dias. Em 1911, atuou em Lisboa pela primeira vez. Em 1930 ganhou o Primeiro Prémio no Certame Nacional de Filarmónicas em Sernada do Vouga. Em 1934, foram visados os Estatutos no Governo Civil de Aveiro. Em 1972, adquiriu para sede própria um velho “Celeiro” brasonado, que pertenceu à Condessa de Anadia. Em 1981, exibiu-se em Lisboa, a favor da Colónia Balnear Infantil de “O Século”. Em 1986 foram revistos os Estatutos.

BFUS

Banda Velha União Sanjoanense, de Albergaria-a-Velha

Banda Velha União Sanjoanense, de Albergaria-a-Velha

Em 1989, foi renovado todo o instrumental. Em 1995, a Banda recebeu a Medalha de Ouro de Mérito Municipal. Em 1998, o Maestro Arnaldo Moreira da Costa assumiu a direção artística da Banda. Em 1999, foi fundada a Orquestra Juvenil da Banda que se estreou na Festa de Natal.

Em 2000, gravou pela primeira vez em CD e cassete; deu um concerto no Pavillion Joséphine em Estrasburgo, foi recebida no Salão Nobre da Câmara de Erstein e atuou em conjunto com a Filarmónica “Harmonie de Erstein”; desfilou integrada no Cortejo da Festa do Açúcar, em Erstein – Estrasburgo; participou no Jubileu Nacional dos Músicos em Fátima. Em 2001, recebeu a “Harmonie d’Erstein” e a Banda da PSP do Porto.

Em 2002, foram remodelados os Estatutos, gravou duas obras para integrarem o CD duplo intitulado “As melhores Bandas Filarmónicas da Região – Distrito Aveiro-sul”; deslocou-se à Ilha do Pico para atuar nas maiores Festas da Vila da Madalena, acedendo ao convite da Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense, dando assim início a intercâmbio cultural.

Em 2003, filiou-se no INATEL como “Centro de Cultura e Desporto”, foi declarada de Utilidade Pública; aatuou pela primeira vez em conjunto com o Grupo de Cantares Populares da Freguesia de S. João de Loure, interpretando arranjos inéditos de temas tradicionais portugueses.

Em 2004 atuou na Stadthall d’Endingen, Alemanha; participou ativamente na cerimónia oficial de assinatura da Geminação entre S. João de Loure e Erstein, culminando com a atuação em simultâneo das respetivas Bandas; assinou o “Pacto Universal de Amizade” com a “Harmonie d’Erstein”. Em 2005, inscreveu-se na Federação de Associações Musicais do Distrito de Aveiro como sócio efetivo; recebeu em S. João de Loure a Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense, no âmbito de intercâmbio cultural; estreou novo fardamento, na Festa de Nossa Senhora do Livramento; atuou no Europa-Park na Alemanha; deu um concerto no “Pavillion Joséphine” em Estrasburgo, onde lançou o novo CD, “O Moliceiro”, registo de combinação da música popular portuguesa interpretada pela Banda com as vozes do Grupo de Cantares Populares da Freguesia de S. João de Loure; atuou em conjunto com a “Harmonie d’Erstein” durante a cerimónia oficial de inauguração da “Rue de S. João de Loure” em Erstein. À noite, a mesma formação participou no Corso Florido e Iluminado do Festival do Açúcar com grande brilhantismo; animou a celebração litúrgica na Igreja de “Saint Martin” e à tarde a Orquestra Juvenil atuou perante numerosa assistência.

BFUS

Banda Velha União Sanjoanense, de Albergaria-a-Velha

Banda Velha União Sanjoanense, de Albergaria-a-Velha

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/armab-em-certame-em-espanha-2029.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-03 22:20:032024-11-10 12:18:06Albergaria-a-Velha e as suas filarmónicas
Banda Musical de Lagares, Penafiel
Músicas no Concelho

Penafiel e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Penafiel

História, bandas de Música e atividades no Concelho.

  • Banda Filarmónica de Sebolido
  • Banda Musical de Lagares
  • Banda Musical de Rio Mau
  • Banda Musical e Cultural da Vila de Rio de Moinhos
  • Banda Musical e Cultural de Paço de Sousa
Banda Filarmónica de Sebolido

A história da Associação Musical BFS Banda Filarmónica de Sebolido (Penafiel) começou a ser escrita a 01 de outubro de 2019, quando um conjunto de pessoas decidiu, em Sebolido, criar uma nova associação musical. Após a definição dos objetivos e linhas de orientação, iniciou-se o trabalho de estruturação da Associação. Após algum tempo, e graças ao empenho de muitos, a mesma passou a ter todos os documentos em dia e a estar devidamente legalizada, assumindo-se como independente de qualquer ideologia (política, económica ou outra).

BFS

Banda Filarmónica de Sebolido, Penafiel

Banda Filarmónica de Sebolido, Penafiel

O objetivo primordial da BFS é primar pela diferença, pelo trabalho, pela conquista de prestígio e pela alegria com que faz música. Para isso, conta, desde o início, com a direção artística do maestro Manuel Costa, que prima pelo profissionalismo e jovialidade, acompanhado de músicos, quer amadores, quer profissionais, maioritariamente naturais de Sebolido, mas também de outras freguesias do Concelho.

Nas diversas valências da coletividade, um reportório variado faz com que todas elas sejam requisitadas para animar romarias, missas, casamentos, festas particulares e outros eventos. Além da música, a coletividade promove eventos de convívio, figuração em teatro e jantares.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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962 942 759

Banda Musical de Lagares

A Associação Musical e Recreativa de Lagares é uma instituição de utilidade pública que inclui a Banda Musical de Lagares, fundada em 1900, e a sua Escola de Música. A AMRL, que desempenha uma útil atividade no âmbito da cultura rural, teve origem na Banda Musical de Lagares.

BML

Banda Musical de Lagares, Penafiel

Banda Musical de Lagares, Penafiel

Em 1900, a Banda Musical de Lagares teve a sua manifestação embrionária, sob a orientação do então pároco de Lagares, Padre Manuel Marques Capeleiro. Foi com a preparação da festa da Nossa Senhora da Lapa, em 8 de setembro de 1900, que tudo terá começado. O Padre Capeleiro reuniu à sua volta um grupo de cerca de 12 músicos, dando assim corpo ao que se considera a primeira atividade artística germinadora da Banda Musical de Lagares. Este grupo era constituído por 3 clarinetes, 1 baixo, 2 trombones, 1 cornetim, 1 trompa, 1 flauta, 1 bombardino, 1 bombo e pratos.

A Banda Musical de Lagares desenvolveu-se e reorganizou-se. Vários dirigentes e maestros desenvolveram esforços no sentido de tornar cada vez mais habilitada a corporação de músicos, de modo a não só participar de modo competente, tanto em festas religiosas, como em eventos profanos. A banda é composta por cerca de 63 elementos, na maioria lagarenses. Apesar da sua heterogeneidade etária, académica e profissional, todos partilham o gosto pela música, projetando a cultura e o nome da freguesia, Lagares, Penafiel.

Banda Musical e Cultural de Paço de Sousa

Já em 1880 existia uma Banda de Música, com sede em S. Lourenço, chamada Música do Romualdo. Com a emigração dos filhos para o Brasil, Romualdo Ferreira deixou a banda, tendo muitos músicos ingressado na Música do Machado em Casconha. Mais tarde surgiu o Grupo Musical de Diogo Leite Pereira de Melo, da Casa da Companhia, que segundo a tradição realizou concertos num coreto assente nos ramos de um carvalho secular, ainda hoje existente e situado junto ao muro da quinta defronte ao milenar Mosteiro de Paço de Sousa.

Banda Musical de Paço de Sousa, Penafiel

Banda Musical de Paço de Sousa, Penafiel

Após a morte de Diogo Leite em 1906 foi criada a Orquestra de Paço de Sousa, sendo maestro Alcino Barbosa, farmacêutico, natural do lugar do Assento, Paço de Sousa. Em 1930, foi constituído o Grupo Musical de S. José de Paço de Sousa, que se manteve unido até 1931, altura em que, por dissidência de alguns elementos, surgiu um novo Grupo Musical a que deram o nome de “Os Bons Amigos do Salvador de Paço de Sousa” sendo regente o Sr. José Moreira.

Em 1941, a convite do Dr. Joaquim Leite Pereira de Melo, da Casa da Companhia, reuniram-se os componentes do Grupo do Salvador e alguns elementos do Grupo de S. José com o fim de se unirem e criarem uma Banda de Música, comprometendo-se o Dr. Joaquim Leite a pagar ao Mestre e a dar os instrumentos que pudesse. Em face disso, e com o incentivo Padre Miguel Baptista Lopes, ficou tudo aceite e marcado o primeiro ensaio para o mês de Setembro, sob a regência do Sr. José Moreira.

Em 1951, nas festas do 13º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Paço de Sousa, incorporou-se a Banda de Música no cortejo que se dirigiu à Ponte de Areias para receber festivamente a primeira automaca (ambulância) da corporação. Na sessão solene que se seguiu foram colocados os emblemas da Associação aos componentes da Banda, ficando a designar-se Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Paço de Sousa.

José Moreira, José Ferreira Lourenço, José do Nascimento Martins, António Augusto Pinto Loureiro, Arménio Ribeiro Lourenço, Adriano de Carvalho Soares, foram maestros da Banda. Ricardo Edgar dos Reis Soares, clarinetista da BMCPS desde 1989, assumiu a Direção Artística da Banda em 2005.

Após terem decorrido ensaios em várias instalações, em 1969 foi construída a primeira sede própria da Banda no lugar do Assento, juntamente com a sede da Junta de Freguesia. Em 2004, a Banda inaugurou a nova sede, no lugar de Vale Formoso, em Paço de Sousa. Um edifício construído de raiz para a coletividade e equipado com espaços condignos para a execução e ensino de música e desenvolvimento interpessoal dos jovens de Paço de Sousa (e terras vizinhas).

Em 1978, foi lavrada a escritura notarial e adotada a ainda atual denominação de Banda Musical e Cultural de Paço de Sousa.

A Banda é hoje formada  por 70 elementos, na sua maioria jovens que iniciaram a formação musical na Escola de Música da Banda. Alguns deles seguem paralelamente a sua formação musical em escolas superiores de música, academias ou escolas profissionais. A Escola de Música da Banda tem registado nos últimos anos uma média de 40 alunos/ano, sendo a principal fonte de músicos para a Banda. A Escola apresenta-se anualmente em diversas atuações com a sua Banda Infantil. Em 2013, foi formada a Orquestra Juvenil da Banda de Paço de Sousa, constituída por alguns dos jovens músicos da Banda e da Escola de Música e dirigida por Joaquim Dias.

Banda Musical de Rio Mau

A Banda Musical de Rio Mau (concelho de Penafiel) foi criada em 1920. Na sua origem está a determinação do Padre Padre Manuel Tavares de Sousa que, no ano de 1906, impulsionou a criação do primeiro grupo de Canto Coral, constituído por raparigas riomauenses.
Em 1920 criou uma pequena orquestra constituída por rapazes. o primeiro passo na criação da Banda Musical de Rio Mau.

BMRM

Banda Musical de Rio Mau

Banda Musical de Rio Mau

Em 1928, já com 26 executantes, e sentindo dificuldades em conciliar a sua vida com tão variadas ocupações, escolheu um dos seus alunos para o substituir na direção da Orquestra. A partir de 1935, foram feitos vários recrutamentos de executantes o que permitiu criar um corpo homogéneo. Em 1945, tomou posse o primeiro maestro que, ao proceder à admissão de novos elementos, deu origem ao grupo de características idênticas às atuais. Estava criada a Banda Musical de Rio Mau.

Em 1946, nas festividades de Nossa Senhora de Fátima, em Rio Mau, foi feita a primeira apresentação pública.  Em 1992, a Banda deslocou-se à residência oficial do Primeiro Ministro de Portugal, onde atuou e, em 1993, fez a receção ao Presidente da República de Portugal, em Penafiel. A Associação possui uma Escola de Música, um Grupo Coral, um Grupo de Janeiras, um Grupo de Teatro e uma Orquestra de Jovens.

Banda Musical e Cultural da Vila de Rio de Moinhos

A Banda Musical e Cultural da Vila de Rio de Moinhos foi fundada em 1907. Seu fundador foi Manuel Ferreira Cancela. Em 1928, o seu sobrinho Armando Ferreira Cancela, assumiu a regência e a presidência da Banda, funções que manteve durante 48 anos. Durante o período de transição de 1974 a 1976, tomou posse como maestro Júlio Cunha, contribuindo assim para o desenvolvimento musical da instituição.

Em 1977, a Banda foi reformulada e instituída como Associação, facto que impulsionou o seu desenvolvimento. Altino Augusto Moreira Soares, tornou-se em 1979 maestro e reformulador da escola de música, conduzindo esse ciclo de êxito musical até ao ano 2000. Tendo em vista a melhoria da qualidade artística e estética, a Banda adquiriu em 1987 um novo instrumental (diapasão normal) que tem atualizado.

Em 1996, a instituição recebeu da Câmara Municipal de Penafiel a Medalha de Mérito Municipal Dourada pelos relevantes serviços prestados em prol da Cultura. Em 1998 a Banda atuou pela primeira vez além fronteiras, participando num Festival de Bandas na Galiza – Espanha. Nesse ano, foi condecorada pela Federação das Coletividades do Distrito do Porto com a medalha de Mérito Cultural pelos serviços prestados em prol do Associativismo, da Formação Musical e da Cultura. A Banda participou em Julho de 1999, no Congresso das Coletividades de Cultura e Recreio da região norte sobre o tema “O Associativismo tem futuro “, promovido pela Federação das Coletividades do Distrito do Porto. É Instituição de Utilidade Pública desde 1999. Em 2000, esteve representada no primeiro Fórum da Música da Região Norte, organização da Federação das Coletividades do Distrito do Porto, subordinada ao tema “O Associativismo Musical – que desafios que futuro”.

BMRM

Banda Musical e Cultural da Vila de Rio de Moinhos, Penafiel

Banda Musical e Cultural da Vila de Rio de Moinhos, Penafiel

Em 2000, a Banda foi condecorada pela Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio, pelo excelente trabalho desenvolvido na promoção cultural e recreativa, com a medalha e diploma de valor e exemplo. Dando continuidade ao trabalho desenvolvido ao longo dos anos e com o intento de assegurar o futuro, em 2001 tomou posse como maestro Moisés Augusto Soares de Araújo. No ano de 2005, foi galardoada com o mais alto Galardão pela Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/penafiel-banda-musical-de-lagares.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-03 17:13:372024-10-29 23:27:31Penafiel e as suas filarmónicas
Museu da Música Filarmónica
Músicas no Concelho

Almada Rota Musical

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado

para uma rota musicoturística no Concelho de Almada

Museu da Música Filarmónica

Situado no coração de Almada Velha, concelho de Almada, distrito de Setúbal, o Museu da Música Filarmónica é um espaço museológico inaugurado pela Câmara Municipal de Almada a 25 de novembro de 2012. Retrata a história da atividade filarmónica associada às coletividades do Concelho e presta homenagem ao maestro e compositor Leonel Duarte Ferreira (1894-1959), referência e protagonista transversal à dinâmica musical associativa no concelho e na região metropolitana.

A Câmara Municipal de Almada adquiriu a casa em ruínas onde nasceu o maestro Leonel Duarte Ferreira, promovendo a sua refuncionalização como espaço de memória e fruição pública no âmbito da candidatura Almada Velha de Novo Centro, com o apoio de fundos comunitários. O investimento ascendeu a 460 mil euros. De arquitetura contemporânea, em diálogo com a malha urbana, o novo museu, erguido no local onde nasceu o Maestro Leonel Duarte Ferreira, integra uma área expositiva de 97 m2.

Fotografias, documentação, instrumentos, pautas, batutas, entre outras peças, do espólio municipal e cedidas, especificamente para esta exposição, pelas quatro bandas filarmónicas centenárias do concelho em atividade – Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense (AIRFA), que interpretará o hino da cidade de Almada, composto pelo maestro Leonel Duarte Ferreira, a Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (SFIA), a Sociedade Filarmónica União Artística Piedense (SFUAP), a Sociedade Recreativa Musical Trafariense (SRMT) – e por particulares, evocam a presença da música na cidade.

Um dispositivo sonoro existente na sala de exposições permite uma melhor compreensão da tipologia de instrumentos que tradicionalmente associamos à sonoridade e imagem de uma Banda Filarmónica.

Dedicado especificamente ao maestro Leonel Duarte Ferreira, o museu integra ainda um dispositivo de multivisão que permite a ilusão do discurso direto do compositor, integrando a sua biografia no contexto de época, sublinhado por uma banda sonora que integra trechos de algumas das suas composições e peças do reportório tocado por bandas de Almada.

Museu da Música Filarmónica

Museu da Música Filarmónica

Museu da Música Filarmónica

Antigo Cinema da Incrível Almadense

Em 2020, a Câmara Municipal de Almada aprovou a classificação do edifício do Cinema da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (SFIA) e dos edifícios do Cineteatro e Cinema da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense (AIRFA) como Imóveis de Interesse Municipal. Um reconhecimento da importância destas coletividades centenárias na história do concelho. O edifício do Cinema da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (SFIA) foi classificado como Imóvel de Interesse Municipal a 14 de dezembro de 2020.
Este reconhecimento justifica-se por o edifício do Cinema da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (SFIA) constituir uma importante referência para a comunidade, enquanto testemunho da história e das vivências da cidade, contribuindo para a afirmação da identidade do concelho de Almada e para o reforço dos laços de coesão social e de memória coletiva, em particular para o núcleo antigo de Almada.

O antigo cinema da centenária Incrível Almadense inaugurou em 1926. Com uma fachada caracterizada pela estética modernista, o Cine Incrível foi o primeiro edifício do concelho para projeção de cinema, com salão e plateia.

Além do interesse arquitetónico, o edifício representa um testemunho importante para a história do cinema em Portugal e, em particular, dos cineteatros e do seu processo de edificação ao nível regional, tipologia de edifícios que se afirma na década de 40 do século XX.

«O inquestionável valor deste imóvel ocorre não só pela sua arquitetura, mas pelo que representa na memória coletiva de todos os almadenses. Esta efetiva classificação como Imóvel de Interesse Municipal é também o reconhecimento da relevância da própria Incrível Almadense na história do nosso concelho e expressão do carinho que une todos os Almadenses à “mãe” de todas as nossas coletividades centenária assim como da importância da sua ação social, política e cultural», reconheceu a presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros.

Erguido entre 1939 e 1942, o edifício sede da Academia Almadense também faz parte do património histórico de Almada. Repositório de memórias da intensa e diversificada vida cultural do concelho, do cinema ao teatro, da música à dança, foi também palco de comícios históricos que marcaram a resistência durante o Estado Novo.

Reconhecendo o interesse do Cineteatro e do Cinema da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense (AIRFA), por constituírem, à semelhança da SFIA, uma importante referência para o concelho, ao qual se alia o interesse arquitetónico e o valor patrimonial ao nível da estética ou originalidade, a Câmara Municipal de Almada deliberou também, a 28 de agosto de 2020, a classificação dos referidos imóveis como de Interesse Municipal.

Fonte: Município de Almada

SFIA

Edifício da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense

Edifício da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense

Fórum Municipal

Forum Municipal Romeu Correia, em Almada

Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/almada-museu-da-musica-filarmonica.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-03 10:53:512024-10-28 10:19:37Almada Rota Musical
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História, bandas e atividades no Concelho

  • Banda dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas
  • Banda Filarmónica da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense
  • Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (SFIA)
  • Sociedade Filarmónica União Artística Piedense (SFUAP)
  • Sociedade Recreativa Musical Trafariense (SRMT)
Banda dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas

Para comemorar o 100º aniversário da associação fundada em 15 de Janeiro de 1890, o Comandante Serra tomou a iniciativa de formar uma Banda de Música. A escola de música teve inicio em 1980, com cerca de 45 alunos com idades entre 7 e os 25 anos, com instrumentos oferecidos por um grande benemérito da Associação, António Xavier de Lima. A primeira atuação realizou-se na inauguração do novo quartel dos B.V.C, a 9 de dezembro de 1990,sob a regência do Maestro Hernâni Nabeiro.

BAHBVC

Banda dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas

Banda dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas

Durante os primeiros anos de atividade, até 1997, fez vários serviços por diversas partes do País como festivais de bandas e intercâmbios culturais, concertos e guardas de honra a entidades governamentais. Em 1994 participou no programa 123 da R T P. Em 1995 participou no programa dos Santos Populares em direto para a RTP 1 e RTP Internacional.

Em 1998, após um período de estagnação, a banda foi reorganizada devido ao empenho do Comandante Clemente Mitra, que confiou essas tarefas ao Maestro Jorge Pereira, assim como todo o funcionamento da escola de música. Em 2000, a banda deslocou-se a Ponta Delgada,  Açores, num intercâmbio cultural, organizado pelo INATEL.

Em 2001, por motivos de saúde, o Maestro Luís Ramalho regeu a banda durante cerca de 6 meses, tendo no final de 2001 integrado a banda o Maestro Vítor Cravo Lopes, atual diretor artístico e professor da escola de música. A banda tem como professor de percussão Luís de Freitas, professor e regente de banda.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda Filarmónica da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense

A Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense nasceu a 27 de março de 1895. José Maria de Oliveira, comerciante e músico amador, que tinha sido tanoeiro de profissão, com um grupo de amigos, fundou a Academia. Foi criada uma Escola de Música sob a direção de Artur Ferreira, primeiro Maestro, ao lado de uma escola primária. Passado um ano surgiu a primeira apresentação da Banda composta por 22 figuras.

Septimino Feminino de Saxofones

Septimino Feminino de Saxofones

Septimino Feminino de Saxofones

A atividade musical dividiu-se em vários ramos: Banda Filarmónica, Orfeão, Coro Infantil, Teatro/Revista, agrupamentos musicais, dando-se destaque à Orquestra de Saxofones e à Orquestra de Jazz e ainda o famoso Septimino Feminino de Saxofones constituído por 7 jovens, que no seu tempo foram o orgulho desta Casa. A extraordinária atividade musical vivida nas décadas de 1920 a 1960, deve-se a uma plêiade de bons músicos, mas sobretudo ao Maestro Leonel Duarte Ferreira, expoente máximo da vida musical desta coletividade e ao seu irmão o dedicado e fidelíssimo Maestro Hilário dos Santos Ferreira.

A Banda foi dirigida por Artur Ferreira de Paiva, Castro Vieira, Manuel Inácio da Encarnação, José Lourenço, Francisco Matos, Leonel Duarte Ferreira, Hilário Santos Ferreira, Filipe Sabino da Conceição, António das Neves Ramalho, Manuel Jerónimo e desde 2011 pelo Maestro Francisco Pinto.

Grande parte da história da coletividade pertence à atividade musical, sendo a Banda a embaixadora por excelência e o pólo do seu crescimento sustentado durante os 125 anos da sua vida. A ela estão ligados os mais belos momentos de sempre da identidade musical da AIRFA e das suas atuações mais recentes podemos dizer orgulhosamente que mereceu os aplausos e cumprimentos públicos de entidades como o ex-Presidente da República Portuguesa Jorge Sampaio, o Prémio Nobel da Literatura José Saramago e o ex-Presidente da República de Timor-Leste, Xanana Gusmão e atuou em palco, em 2012, com o cantor português António calvário e, em 2018, com a cantora Rita Guerra. A Banda tem como diretor das Atividades Musicais o músico César Melo.

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense

A Sociedade Filarmónica Incrível Almadense foi fundada a 1 de outubro de 1848. Com ela foi criada a Banda Filarmónica, a mais antiga do concelho, na sua origem composta maioritariamente por tanoeiros. Visando a formação humana integral,  a Incrível viu inúmeras vezes reconhecido o seu trabalho em prol da cultura, do recreio e do desporto, tendo recebido o Grau de Oficial da Ordem de Benemerência (1940); a Medalha de Ouro de Instrução e Arte, pela Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio (1954), da qual é o sócio n.º 280; o estatuto de Coletividade de Utilidade Pública (1980); a Medalha de Ouro da Cidade de Almada (1989); Membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique (1993); Membro Honorário da Ordem da Liberdade (1998).

SFIA

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense

Com a Banda em atividade ininterrupta desde 1848, nela se formaram centenas de músicos. Conta no seu historial com a regência de 25 maestros. Foi inicialmente dirigida pelo maestro Pavia (até 1872). Foi dirigida por ilustres maestros como os de Amadeu Stoffel, José António Gonçalves, Manuel da Silva Dionísio ou António Gonçalves.

Contando com inúmeras atuações de carácter diverso e com um vasto repertório, a banda da Incrível foi muitas vezes noticiada na imprensa. Após reestruturação, a banda é atualmente composta por 40 músicos e tem a funcionar uma escola com cerca de 30 alunos. É dirigida pelo Maestro David Correia desde 2000.

Sociedade Filarmónica União Artística Piedense (SFUAP)

A Sociedade Filarmónica União Artística Piedense foi fundada a 23 de outubro de 1889.

Em 2020, a União das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas dirigiu “uma viva, calorosa e fraternal saudação à Sociedade Filarmónica União Artística Piedense pelo seu 131º Aniversário, assim como aos seus Dirigentes, Trabalhadores e Associados”.

Saudamos o vosso empenho e dedicação, os quais dão vida ao Movimento Associativo Popular, que se traduz numa expressão da acção social das populações nas áreas da cultura, do desporto, do recreio, da educação, do património, uma expressão da consciência cívica, da criatividade e do talento das massas populares, assumindo-se como elemento valioso da qualidade de vida da nossa população!

Sociedade Recreativa Musical Trafariense

A Sociedade Recreativa Musical Trafariense é um clube fundado em 8 de maio de 1900, na freguesia da Trafaria, concelho de Almada, distrito de Setúbal. Foi fundada por um grupo de trafarienses com prestígio e influência social. Com o nome inicial de Sociedade Musical Trafariense, a sua principal finalidade era promover a cultura musical através da Banda de Música, bem como estabelecer convívios sãos entre a população, principalmente através do abrilhantamento das festas populares tradicionais, de carácter religioso ou profano.

SRMT

Sociedade Recreativa Musical Trafariense

Sociedade Recreativa Musical Trafariense

Em 1903, o rei D. Carlos I visitou a Trafaria para proceder à cerimónia da colocação da 1ª pedra para a construção do quartel onde se encontra hoje o BISM, que foi anteriormente sede do Regimento de Artilharia de Costa nº. 1. Foi a fanfarra da Sociedade Musical Trafariense que marcou o ponto alto na brilhante receção ao monarca. Florêncio José Martins, que encabeçava a Direcção e era das principais figuras que tinham preparado a receção, aproveitou a ocasião e pediu ao Rei o título de Real para a sua Sociedade, o que foi concedido, passando a denominar-se Real Sociedade Musical Trafariense.

A coletividade manteve esse nome até à implantação da República, em 1910. Com o advento do novo regime, e talvez por outras razões, passou o “R” de Real ao de Recreativa, passando a chamar-se Sociedade Recreativa Musical Trafariense, designação que mantém. Respeitando os objetivos e fins da sua criação, ensino e divulgação da música, mantém-se em funcionamento a Escola e a Banda de Música.

Aproveitando as recentes instalações, alargaram-se as atividades ao Desporto e ao Lazer, com aulas de Artes Marciais e Danças de Salão. Ainda dentro do objetivo principal da fundação, desde o ano letivo 2003/2004, acolheram-se nas suas instalações a Academia de Música de Almada, Conservatório Regional de Música, com paralelismo pedagógico e autorização definitiva de funcionamento.

A Banda atuou em concertos dos arraiais, procissões e romarias, e festas dos arredores. Durante a época balnear, no tempo em que a Trafaria tinha uma das mais frequentadas praias dos arredores de Lisboa, abrilhantava festas náuticas e de regatas de vela. Em meados dos anos 40, a Banda desorganizou-se e quase desapareceu e, a partir de 1967, um grupo de trafarienses restaurou-a.

A Banda é composta por músicos maioritariamente preparados na Escola de Música da Coletividade. Participa em vários concertos anuais, encontros de bandas, procissões e outros eventos, tanto na Trafaria como em outras localidades. É dirigida pelo Maestro Carlos Reinaldo dos Santos Antunes Guerreiro. Jazz, Latino & Rock é o título do trabalho que a Banda (com a participação de alguns músicos convidados) gravou, produziu e editou, em CD e Cassete, em 2003.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/almada-sociedade-filarmonica-incrivel-almadense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-03 10:06:392024-10-28 10:14:19Almada e as suas filarmónicas
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