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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Sociedade Filarmónica Lobelhense
Músicas no Concelho

Mangualde e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Mangualde

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Associação Filarmónica da Boa Educação de Vila Cova de Tavares
  • Banda de Abrunhosa-a-Velha
  • Sociedade Filarmónica Lobelhense
  • Sociedade Filarmónica de Tibaldinho
Associação Humanitária e Cultural de Abrunhosa-a-Velha

A Banda da Associação Humanitária e Cultural de Abrunhosa-a-Velha teve início em 10 de julho de 1872 com apenas oito elementos, sob a orientação do Professor António Costa Pais. Em 1882, foi-lhe atribuído o Nome de “Filarmónica da Boa União”, contando nesta altura com 25 elementos.

AHCA

Associação Humanitária e Cultural de Abrunhosa-a-Velha, Mangualde

Associação Humanitária e Cultural de Abrunhosa-a-Velha, Mangualde

Por volta de 1938, foi interdita pelo pároco por desentendimento deste com a direção da Filarmónica. A interdição foi levantada cerca de dez anos depois.

Em 1948, a coletividade passou a ser denominada Associação Humanitária e Cultural, nome que mantém. A Banda conta com 39 elementos com idades entre os 8 e os 68 anos. Mantém em funcionamento uma escola de música que prepara novos músicos para ingressarem na banda.

Banda da Associação Humanitária e Cultural de Abrunhosa-a-Velha

Banda da Associação Humanitária e Cultural de Abrunhosa-a-Velha

Sociedade Filarmónica Lobelhense

A Sociedade Filarmónica Lobelhense foi fundada em Lobelhe do Mato, no dia 25 de maio de 1863, pela mão de António José Monteiro Mortede. Mais tarde ficou registada no Cartório Notarial de Viseu com a designação “Contrato de Aprendizes de Música.” Inicialmente a Escola de Música da coletividade contava com cerca de 15 alunos.

SFL

Sociedade Filarmónica Lobelhense

Sociedade Filarmónica Lobelhense

Ao longo dos tempos a banda teve vários maestros, com destaque para José dos Santos Pinto. Nascido em Lobelhe do Mato, bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris, professor no Conservatório Nacional de Lisboa desde 1954, passou pela Orquestra Filarmónica de Lisboa na classe de oboé, e foi  maestro da Orquestra da Radiodifusão Portuguesa (antiga RDP). Após o seu falecimento, o seu espólio musical foi entregue à Biblioteca Municipal de Mangualde e à Sociedade Filarmónica Lobelhense

A 29 de Abril de 1982, por escritura no Cartório Notarial de Mangualde, a banda passou a ser designada por Sociedade Filarmónica Lobelhense, tendo como finalidade a Promoção Cultural dos Sócios, através da Educação Cultural e Ação Recreativa, visando a sua formação humana integral e encontrando-se aberta a pessoas de ambos os sexos e também de outras localidades.

Dirigida por Bruno Correia, a banda é formada por trinta e seis músicos executantes, sendo estes das freguesias de Lobelhe do Mato e Moimenta de Maceira Dão, Espinho, Fornos de Maceira Dão, Mangualde e Viseu. A Escola de Música tem dezasseis alunos.

Sociedade Filarmónica de Tibaldinho

A 24 de dezembro de 1901, enquanto as jovens da terra manufaturavam os famosos, Bordados de Tibaldinho, um grupo de cinco tocadores reuniu-se para lhes cantar uma serenata. No fim, dirigiram-se para a igreja e participam na “missa do galo” (Natal). Com a coordenação do  Professor Loureiro, foi dado o primeiro passo para a formação da hoje denominada Sociedade Filarmónica de Tibaldinho.

Fernando Pais Loureiro e a sua esposa, Maria Gomes Fernandes, doaram o terreno para a construção da sede, sonho realizado em 1982. A  Sociedade Filarmónica de Tibaldinho participa em celebrações profanas e litúrgicas, em vários pontos do País.

EXTINTAS

Banda de Mangualde

A Banda de Mangualde (extinta) foi fundada em 1927 por um grupo de industriais de Mangualde com o nome de “Banda dos Voluntários de Mangualde”. Não é completamente conhecida a ligação aos Bombeiros Voluntários da mesma localidade, cujos diretores pertenciam ao mesmo grupo de industriais acima referidos. A Banda passou ainda por Sociedade Filarmónica Luz e Vida ou Banda da Legião Portuguesa, sob fundos desta instituição.

No entanto, os periódicos relatam a constante necessidade de donativos para a subsistência da banda. Ainda não se sabe a data exata da sua extinção, mas supõe-se que tenha sido entre a década de 40 ou 50 do séc. XX, sendo as causas mais prováveis a emigração e a falta de dinheiro. Alguns dos músicos desta banda vieram a integrar o Grupo de Jazz Os Azuraras e a fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Mangualde.

[ Fonte: A Nossa Música, UA ]

Sociedade Filarmónica Abrunhosense

A Sociedade Filarmónica Bela Mocidade terá sido fundada em 1917 por um conjunto de cidadãos residentes em Abrunhosa do Mato, lugar pertencente à freguesia de Cunha Baixa, no concelho de Mangualde, distrito de Viseu. O seu primeiro maestro foi Manuel Primo, natural de Vila Nova de Tázem. Na sua fundação e desenvolvimento teve particular importância a figura de António Abrantes Almeida, que disponibilizava o seu “sótão” (atualmente designado “cave”) para a realização dos ensaios.

Apenas em 1929 foram comprados os terrenos e construído o “ensaio”, edifício que viria a substituir o “sótão” do senhor António Abrantes Almeida e as várias garagens dos músicos, onde decorriam os ensaios. A banda deslocava-se a pé para os serviços ou de comboio, através da famosa Linha da Beira Alta. A Abrunhosa do Mato sempre foi uma aldeia com bastante emigração, no entanto nos anos 40-70 este fenómeno acaba por ditar o fim desta banda, que é extinta aproximadamente no fim da década de 40.

(Margarida Cardoso)

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/mangualde-sociedade-filarmonica-lobelhense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-03 16:00:312026-04-02 20:29:57Mangualde e as suas filarmónicas
Banda Filarmónica de Ribafeita
Músicas no Concelho

Viseu e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Viseu

Bandas de música, história e atividades no Concelho

Banda Filarmónica de Ribafeita

A Banda Filarmónica de Ribafeita foi fundada a 29 de setembro de 1884, por entusiastas filhos de três famílias abastadas, os Garridos, os Sobraleiros e os Carpinhas, que se prontificaram a custear, ou angariar, os fundos necessários para a aquisição de instrumentos e a cativar executantes e futuros executantes para as suas fileiras. Contaram com a arte do primeiro Maestro-regente, o Mestre Cristo. Foi ele um sargento músico reformado. Seguiram-se-lhe o Sr. Américo, Manuel Pereira, José Alves, André Santos, Carlos Cardoso, José Resende,  Alfredo Macedo.

Foi Banda de Música de Ribafeita até 1950, Banda Estrela da Beira até 1993 e tornou-se Banda Filarmónica de Ribafeita, por escritura pública, em 19.10.1993. Inaugurou a sua sede no 125º aniversário no dia 11 de outubro de 2009 onde funciona a escola de música e salão de ensaios.

A Banda participa regularmente em vários eventos, nomeadamente em encontros de bandas; concertos, arruadas e festas religiosas um pouco por todo o país.

BFR

Banda Filarmónica de Ribafeita

Banda Filarmónica de Ribafeita, Viseu

Destacam-se a comemoração do dia cultural na Feira de São Mateus; receção ao Presidente da República Cavaco Silva, as Comemorações do Centenário da República, centenário da Morte de Beata Rita Amada de Jesus, a colaboração com o Teatro Viriato.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/viseu-filarmonica-de-ribafeita.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-02 16:13:052024-10-28 18:09:30Viseu e as suas filarmónicas
Banda Musical de Fornos, Castelo de Paiva
Músicas no Concelho

Castelo de Paiva e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Castelo de Paiva

Bandas de música, história e atividades no Concelho

  • Banda Marcial de Bairros (1810)
  • Banda Musical de Fornos (1909)
  • Banda Musical dos Mineiros do Pejão (1933)
Banda Marcial de Bairros

Fundada em 1810, a Banda Marcial de Bairros recebeu da Câmara Municipal de Castelo de Paiva a Medalha de Ouro de Mérito Cultural a 24 de junho de 2019.

BMB

Banda Marcial de Bairros, Castelo de Paiva

Banda Marcial de Bairros, Castelo de Paiva

Banda Musical de Fornos

Em 1909, António Moura Duarte dispôs-se a organizar uma Banda de Música em Fornos. “Levando avante tal projeto, depressa a nova Banda de Música se constitui e se prepara para actuar. Estreou-se na Vila de Sobrado de Paiva no dia 25 de Abril de 1909” (in Guido de Monterey, Castelo de Paiva, p. 294). Em 2003 adquiriu o estatuto de Entidade de Utilidade Pública.

A Banda é constituída por setenta músicos executantes, com idades entre os 11 e os 46 anos. Participou em 2008 e 2012 no Concurso Internacional de Bandas conseguindo por duas vezes ser premiada com o 2º lugar da segunda categoria e ainda um honroso 3º lugar no Concurso de Tauromaquia. Em 2009, com a comemoração do centenário, a Banda Musical de Fornos realizou um concerto em pleno rio Douro. Em 2014 concorreu à quinta edição do concurso de Bandas no Ateneu Vilafranquense à primeira categoria. Tem como diretor artístico o Professor David Silva docente na Escola Superior de Música Artes e Espetáculo do Porto.

BMF

Banda Musical de Fornos, Castelo de Paiva

Banda Musical de Fornos, Castelo de Paiva

Banda de Música dos Mineiros do Pejão

À data de 1933 criou-se o Grupo Musical de Pedorido (Tuna Musical), dirigido por um devoto da música, padre Francisco Nicolau Moreira, tendo como auxiliares os músicos amadores João de Sousa e Nicolau Barbosa. Em 1947 Jean Tyssen, proprietário da Empresa Carbonífera do Douro e grande: apaixonado da arte musical, apercebendo-se que no Couto Mineiro do Pejão havia grande propensão para a música e ouvidos musicólogos insignes, como por exemplo o violinista Philipe Newman, resolveu transformar aquela Tuna numa Banda Musical, não obstante aquele músico ter chegado a albergar a ideia de com ela fundar uma orquestra sinfónica.

Em 1948, na II Festa da Família Pejão, os alunos das Escolas de Música, entretanto criadas para formar músicos para a Banda, apresentaram-se pela primeira vez. Os alunos executaram um programa dirigido pelo Diretor Artístico, Capitão Lourenço Alves Ribeiro (Maestro da Banda Nacional Republicana) e pelos professores da Escola de Música da Banda, Alberto da Costa Santos, Alberto Ribeiro Gomes e Tertuliano de Moura Monteiro.

Com o encerramento das Minas do Pejão criou-se, em 1995, a Associação Cultural do Couto Mineiro do Pejão, que mantém viva e muito ativa a Banda de Música dos Mineiros do Pejão levando a música a diversas localidades onde tem efetuado festividades ou concertos (Fabero Dei Bierzo – Espanha, Vila Pouca de Aguiar e Gouveia, atuando Brilhantemente nos auditórios locais, em Montluel (França) e nas cidades de Vila do Conde, Amadora, Trota, Fafe, Viana do Castelo, Vila Nova de Cerveira, Santo Tirso, Espinho, Gondomar, Paços de Ferreira, Penafiel, Castelo de Paiva entre outras). A banda dispõe de cerca de 60 elementos sob a regência de Francisco Manuel Sousa Moreira, oriundo das nossas escola e banda. É Pessoa Coletiva de Utilidade Pública.

BMMP

Banda de Música dos Mineiros do Pejão, Castelo de Paiva

Banda de Música dos Mineiros do Pejão, Castelo de Paiva

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Sociedade Filarmónica União Arrentelense, do Seixal
Músicas no Concelho

Seixal e as suas filarmónicas

Filarmónicas do Seixal

História, bandas de música e atividades no Concelho

  • Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense
  • Sociedade Filarmónica União Arrentelense
  • Sociedade Filarmónica União Seixalense
  • Sociedade Filarmónica Operária Amorense
  • Sociedade Musical 5 de Outubro

Veja AQUI o álbum com fotografias históricas de coretos e filarmónicas.

Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense

A Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense foi fundada em 1848. A Banda era constituída por operários da construção naval, ensinados e orientados pelo Padre José Joaquim Alves. Para recreio espiritual dos seus associados, criou também uma biblioteca que conta com um elevado número de obras. Possuí também uma secção de Teatro.

Sede

Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense

Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense

A sua atividade está hoje centrada na sua Banda Filarmónica a par de uma Escola de Música. A Banda é composta por 45 músicos dirigidos pelo Maestro Jorge Azevedo; a Escola de Música, com 50 alunos, conta com os professores João luís Sado, Fernando Santos, Ângelo Borges e Jacinto Sado. Durante o ano são organizadas manifestações culturais como exposições, na galeria de arte, concertos, colóquios, audições de jovens músicos e concursos para instrumentistas.

SFTS

Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense

Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense

A SFDTS foi agraciada com as medalhas de Ouro da Câmara Municipal do Seixal e da Federação das Coletividades de Cultura e Recreio e com a Menção Honrosa, Grau de Cavaleiro de Ordem de Benemerência. Em 1988 foi conferido à Timbre Seixalense o estatuto de Pessoa Colectiva de Utilidade Pública.

Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Sociedade Filarmónica União Arrentelense

Em 1872 um grupo de operários de Companhia de Lanifícios de Arrentela fundou a Sociedade Filarmónica Fabril Arrentelense. Poucos anos depois, foi criada, também nesta localidade, a Sociedade Honra e Glória Arrentelense. Em 1901, o Rei D. Carlos concedeu o título de Real à Sociedade Fabril Arrentelense. O mesmo título veio a receber a Sociedade Honra e Glória Arrentelense em 1903. As duas coletividades fundiram-se em 1914 dando origem à Sociedade Filarmónica União Arrentelense.

O êxito da Filarmónica foi reconhecido logo nos primeiros anos da sua existência. Recebeu convites para participar em festas de vários locais do país. Após o 25 de Abril, com a gestão democrática das autarquias, a coletividade sentiu uma nova energia e vitalidade com os apoios recebidos em especial para a construção da nova sede. Em 1989 realizou o seu Iº Festival de Bandas Filarmónicas que já vai na sua décima terceira e que já levou a Arrentela 69 bandas de música do país e do estrangeiro. Em 1994, a Banda representou Portugal no Festival Eurofanfare, em França que contou com a participação de 15 países. Em 2000 a banda efetuou uma digressão pelos Açores, e em 2001 atuou em Madrid.

Com a ampliação das instalações em 1995, obra totalmente custeada pela Câmara Municipal do Seixal, a coletividade deu um grande salto cultural. Atualmente tem 8 atividades em funcionamento onde participam cerca de 300 pessoas na sua maioria jovens.

SFUA

Sociedade Filarmónica União Arrentelense, do Seixal

Sociedade Filarmónica União Arrentelense, do Seixal

Sociedade Filarmónica União Seixalense “Os Prussianos”

A Sociedade Filarmónica União Seixalense, também designada por «Os Prussianos», foi fundada a 1 de junho de 1871, no reinado de D. Luís, juntamente com a Banda Filarmónica e a escola de música Matias Lucas, que funcionam ininterruptamente desde a sua fundação.

Desde 1871, a coletividade tem vindo a satisfazer as necessidades dos sócios e músicos. O seu primeiro grupo cénico foi criado em 1927 e a biblioteca foi inaugurada em 1945. Entre 1933 e 1935, existiu uma comissão que cuidava de todos os eventos e até da própria sociedade, a Comissão dos Anjinhos Enrascados, que organizava as Festas de São Pedro do Seixal juntamente com outras comissões de festas.

SFUS

Sociedade Filarmónica União Seixalense "Os Prussianos"

Sociedade Filarmónica União Seixalense “Os Prussianos”

Desde a sala de petiscos, à biblioteca, ao Salão Nobre, ao café e à sala da banda, pode-se encontrar um leque de recordações da banda e da sociedade de outros tempos.

Em 2021 organizou, com a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia, o XXII Encontro de Bandas Filarmónicas. Além da banda anfitriã, participaram a Banda da Sociedade Operária Amorense e a Banda da Sociedade Filarmónica Galveense (Galveias, Portalegre).

Sociedade Filarmónica Operária Amorense

A Banda da Sociedade Operária Amorense foi fundada em 1898, por um grupo de operários garrafeiros – daí o nome Operária da Fábrica de Garrafas em Amora. Os primeiros ensaios foram ministrados por um inglês, que foi gerente da fábrica de vidros. Os ensaios eram à luz velas de cera ou gasómetros de carboneto.

Alguns maestros passaram naquele tempo pela Filarmónica, o amorense Joaquim de Carvalho , músico da Guarda Nacional Republicana . O maestro Álvaro Augusto de Sousa esteve ao serviço da coletividade durante vinte e cinco anos. Dedicava-se não só à banda como também ao teatro musicado, ensinando operetas, revistas e programas de variedades.

Entre 1955 a 1960 apareceram as crises da Firma Mundet & Cª. Ldª., e o encerramento da sua fábrica em Amora. A coletividade começou a sentir os efeitos, nomeadamente no abandono de músicos. Mas a coletividade foi beneficiada com a oferta de uma parcela de terreno, onde estava instalada a Verbena e onde está hoje construída a nova sede, património da Operária Amorense. A oferta do terreno foi feita por uma grande benemérita Amorense, Branca Saraiva de Carvalho. A construção da sede foi financiada por outro benemérito amorense, João Guilherme Carvalho Duarte, que pôs à disposição toda a importância necessária sem cobrança de qualquer juro. A nova sede, denominada Cine Teatro Amorense, foi inaugurada em 1958.

Nesse período, a Filarmónica aparecia, de vez em quando, percorrendo as ruas da freguesia ou atuando nos dias de aniversário. Estas atividades eram dirigidas pelo contramestre Alfetrit Simões. Entretanto, apareceram dois músicos da Banda do Regimento da Guarda Republicana, residentes na Cruz de Pau, José Ribeiro, e Estevão Barrinhos, regente da Banda de Alcochete. Os seus afazeres profissionais não permitiram continuar por cá e a Filarmónica, mais uma vez, parou.

SFUA

Sociedade Filarmónica Operária Amorense, sede

Sociedade Filarmónica Operária Amorense

Sociedade Musical 5 de Outubro

Em 1971, o amorense José Carlos Correia Cunha, lançou o apelo à juventude para se inscrever na aprendizagem da música. A Direção convidou dois monitores, Eduardo Figueiredo e Alípio Correia, que lançaram mãos à obra. A Banda é hoje constituída 33 jovens dos 11 aos 20 anos de idade. Nos últimos anos distinguiu-se o maestro António Gonçalves . A atividade da SFOA coletividade evidenciou-se também no teatro.

SM5O

Sociedade Musical 5 de Outubro, Aldeia de Paio Pires, Seixal

Sociedade Musical 5 de Outubro, Aldeia de Paio Pires, Seixal, sede

No Arquivo Paroquial de Paio Pires há uma referência histórica do ano 1881, quando adotou o nome de Sociedade Fhilarmónica e tinha a sua sede na Rua Direita, no edifício junto à escola primária. Dois anos mais tarde, a coletividade apareceu a abrilhantar uma festa em honra de Nossa Senhora, como conclusão do mês do Rosário, com o nome de Sociedade Recreio Aldeense (2 de novembro de 1883).

Com a ajuda de um filho da aldeia, José António Rodrigues, alguns homens de Paio Pires conseguiram ajuda para alugar alguns instrumentos para a festa do Espírito Santo em Paio Pires, em 1888. Tomados pelo gosto musical, estes homens resolveram adquirir instrumentos e, na altura, fundaram a Sociedade União Capricho Aldeense, sendo eles os fundadores da coletividade e da banda, conhecidos pelos quarenta magníficos (nome atribuído pelos habitantes da aldeia), com a presidência de José António Rodrigues.

A 5 de outubro de 1910, foi implantada a República, o que levou à alteração do nome, ficando a coletividade a ser designada por Sociedade Musical 5 de Outubro.

A coletividade possui uma bandeira, de cor branca e verde, com o nome e a data da fundação a amarelo e, no centro, tem o distintivo com as iniciais e uma lira, e também um estandarte em seda com franjas bordadas em ouro. A Sociedade Musical 5 de Outubro é filiada na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio desde 1954. Além da música como atividade, esta sociedade conta ainda com danças de salão, zumba e aikido, e conta também com um grupo coral alentejano, o Lírio Roxo. A coletividade tem também um bar aberto ao público e instalações para receber os mais variados festejos.

FOI NOTÍCIA

A 18 de abril de 2019, foi noticiado que cerca de 150 músicos das bandas filarmónicas do concelho subiriam ao palco das comemorações do 25 de Abril, no dia 26, às 22 horas, para um espetáculo único com o cantor João de Campos. Em palco, estariam cerca de 150 músicos das bandas da Sociedade Filarmónica União Arrentelense, da Sociedade Filarmónica União Seixalense, da Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense e da Sociedade Filarmónica Operária Amorense.

Faziam parte do alinhamento 11 obras, seis delas interpretadas pelo cantor João de Campos. João de Campos faz parte da Orquestra Ligeira do Exército, da qual é vocalista há mais de 20 anos. Atua com a banda Rock É Rock e faz espetáculos de tributo a Phil Collins. Foi finalista da primeira edição do «Chuva de Estrelas», em 1994, com uma imitação de Phil Collins, classificando-se em 3.º lugar. Participou ainda com o grupo Tempo no Festival da Canção 1999, com o tema «Uma Parte de Mim», classificando-se em 5.º lugar. Outros convidados eram José Manuel Miranda no piano e Peralta na viola baixo.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/seixal-sociedade-filarmonica-uniao-arrentelense-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-05 09:08:042024-10-28 10:40:46Seixal e as suas filarmónicas
Banda de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Torres Vedras
Músicas no Concelho

Torres Vedras e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Torres Vedras

Bandas, história e atividades

  • Banda da Juventude Musical Ponterrolense
  • Banda de Música da Associação dos Bombeiros Voluntários de Torres Vedras
  • Banda de Música da Casa do Povo de Campelos
  • Sociedade Filarmónica Ermegeireirense
  • Sociedade Filarmónica da Ribaldeira
  • Sociedade Filarmónica Incrível Aldeia Grandense
Banda da Juventude Musical Ponterrolense

BJMP

Banda da Juventude Musical Ponterrolense

Banda da Juventude Musical Ponterrolense

BJMP

Banda da Juventude Musical Ponterrolense

Banda da Juventude Musical Ponterrolense

Banda de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Torres Vedras

Fundada em 1818 pelo comerciante António Manuel Sizudo e com a colaboração do Padre Estevens para instrução musical, a Phylarmonica Torreense, conhecida desde 1821 como a banda mãe da atual Banda de Música, acompanha as tropas do Marechal de Saldanha até à famosa Batalha de Asseiceira em 1834.

Ao longo dos tempos, passou por conjunturas históricas divergentes, como as Lutas Liberais (1820-1834), a Implantação da República (1910) e a Primeira Grande Guerra (1914-1918), sentindo-se no espírito e na coesão da filarmónica. Em 1925, a Phylarmonica Torreense atravessou sérias dificuldades, correndo o risco de extinção. Uma vez que a banda habitualmente acompanha o corpo de Bombeiros nas cerimónias, propôs à Associação de Bombeiros Voluntários de Torres Vedras a possibilidade da sua agregação. A 1 de Maio de 1926, a Phylarmonica Torreense – já agregada à Associação de Bombeiros Voluntários de Torres Vedras – passa a designar-se de Banda de Música da Associação de Bombeiros Voluntários de Torres Vedras.

BMAHBVTV

Banda de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Torres Vedras

Banda de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Torres Vedras

Na década de 40, a banda realizou concertos radiodifundidos pela Emissora Nacional. No seu percurso é duplamente agraciada pela Câmara Municipal de Torres Vedras: em 1975, foi condecorada com o Diploma de Serviços Distintos e, em 1985, recebeu a Medalha de Ouro do Concelho pelos relevantes serviços prestados.

Em 1991, deslocou-se à Alemanha, a convite da Musikverein-Sdatkapelle Sindelfingen, onde realizou diversos concertos. No ano seguinte, deslocou-se a França, à cidade de Villenave d’Ornon, tendo atuado também em Bordéus, na Feira Internacional. Em 2005, deslocou-se aos Açores, a convite da Sociedade Filarmónica Unânime Praiense, onde atuou diversas vezes na cidade da Horta, no âmbito das Festas do Mar, e na Praia do Almoxarife.

Em 2010, colaborou com a Câmara Municipal de Torres Vedras na inauguração do Mercado Municipal, acompanhando a banda de rock português GNR. Em 2012, estreou-se no formato de concerto de Ano Novo acompanhando a prestigiada cantora Anabela Pires, realizado no Teatro-Cine de Torres Vedras. Nos anos seguintes, realizou os Concertos de Ano Novo no Pavilhão Multiusos com a colaboração de diversos nomes como Fernando Tordo, Rui Drumond, Vânia Fernandes, Herman José, Rita Guerra, One Vision (Tributo aos Queen), um elenco de cantores e bailarinos para a produção de West Love Story, e Miguel Gameiro.

Desde a sua agregação à Associação vários maestros passaram pela Banda: Tenente Costa Brás, Manuel Vargas, Dr. Francisco Xavier de Melo, Dr. António Reis, Joaquim Luís, Emílio Ferreira, António de Amorim Pereira, Major Mário José da Costa Marques e Tenente-Coronel João Monteiro da Silva. Atualmente é dirigida pelo maestro Rui Silva.

É constituída por cerca de 64 elementos com idades compreendidas entre as 12 e os 84 anos, sendo de realçar o elevado número de jovens. Nas suas instalações, encontra-se a funcionar a Academia de Música com cerca de 60 elementos, tendo como objetivo a formação musical e instrumental.

Banda de Música da AHBVTV

Banda de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Torres Vedras

Banda de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Torres Vedras

Banda de Música da Casa do Povo de Campelos

A Escola de Música da Casa do Povo de Campelos nasceu em finais de 1975/1976, quando a professora primária que lecionava na escola de Campelos, Maria Natália Andrade, lançou à comunidade o desafio de se constituir uma banda e uma escola de música. José Augusto dos Santos, clarinetista, com 22 anos e Eugénio Bernardes Ferreira, acordeonista, com 29 anos de idade, abraçaram de imediato o projeto. Neste sentido, contactaram Manuel Soares Peixoto para dar início ao projeto, o qual acedeu prontamente. As aulas de Solfejo iniciaram-se na Sacristia da Igreja de Santo António de Campelos, no dia 17 de fevereiro de 1976. A data foi então definida como a data de fundação da Escola de Música da Casa do Povo de Campelos.

Em 1979, foi então contratado para professor da Escola de Música Manuel Maria Dias, que se tornaria o 1º Maestro da Banda de Música até 1981.A 15 de agosto de 1979, a Banda de Música da Casa do Povo de Campelos fez a sua primeira atuação, no Louriçal, terra natal do então Maestro Manuel Maria Dias. No dia 24 de agosto de 1979, deu-se a primeira atuação em Campelos, concerto no qual se juntaram elementos das Bandas Sociedade Filarmónica Incrível Aldeiagrandense e Sociedade Filarmónica Ermegeirense. Por falecimento do maestro, foi contratado José Aniceto, função que desempenhou entre 1981 e 1994. Durante este período, destaca-se a realização, em Campelos, do 1º Encontro de Bandas do Concelho de Torres Vedras, em 1983. São de realçar, ainda, as atuações no Teatro Maria Vitória (Parque Mayer) e nos jardins do Campo Grande por ocasião das festas da cidade de Lisboa.

BMCCC

Banda de Música da Casa do Povo de Campelos

Banda de Música da Casa do Povo de Campelos

Em 1995, procedeu-se à contratação do Maestro Fernando Franco, terceiro maestro, funções que desempenhou entre 1995 e 1999. Durante este período realça-se a participação, nos dias 7 e 21 de agosto, nas animações de rua da Exposição Mundial de 1998, Expo’98, em Lisboa. Foi também criado um grupo de cantares. Procedeu-se à alteração da farda da Banda de Música passando de azul escuro para bordeaux.

Entre 1999 a 2006, a Banda esteve sob a regência de Francisco Frazão. Prticipou em diversos encontros de bandas, bem como animou duas grandiosas corridas de touros, realizadas em Campelos e promovidas pela associação PROCAMPELO. Realizou o 1º Convívio de Bandas em Campelos, em 2004 e que contou com a presença das bandas Sociedade Filarmónica Incrível Aldeiagrandense, Sociedade Filarmónica Louriçalense e a Sociedade Lírica Moitense.

Desde 2006, rege a Banda de Música da Casa do Povo de Campelos o Maestro Daniel Rui Batista. Neste período, destaca-se a realização, em 2013, no Teatro-Cine de Torres Vedras, do concerto de Natal intitulado “Christmas Concert in Family”. Este concerto contou com a colaboração da cantora Patrícia Cruz como convidada especial, tendo sido interpretados diversos temas, sendo de destacar a peça “Fantasma da Ópera” de Andrew Lloyd Webber. Deste concerto resultou a produção de um DVD.

Participa anualmente na animação do corso do Carnaval de Torres Vedras, com o objetivo de angariar fundos para novos instrumentos, bem como a participação nas marchas de Santo António de Campelos, com uma marcha e com um grupo de instrumentistas.

A Banda de Música da Casa do Povo de Campelos colabora em diversas festas anuais de várias localidades, através da realização de peditórios, procissões e concertos. Participa também ativamente na concretização da festa anual de Campelos, bem como organiza anualmente o tradicional Concerto do Sócio e faz a animação da Missa do Domingo de Páscoa, com um grupo de instrumentistas e coristas.

Sociedade Filarmónica Ermegeirense

A Sociedade Filarmónica Ermegeirense foi fundada a 5 de março de 1882, por habitantes da Ermegeira que pertenciam a uma Banda Filarmónica sediada na aldeia vizinha de Maxial, relocalizada para evitar as deslocações entre as duas aldeias.

A Banda de Música da SFE foi dirigida pelo Maestro Álvaro Reis, que deu um notável contributo que vai para além da Banda enquanto maestro e compositor, uma vez que obras suas são tocadas um pouco por todo o País e no estrangeiro. A SFE é composta por cerca de 20 elementos, com uma média de idades de 20 anos, e 20 alunos. Além de participar em muitas festas locais, produz concertos e apresentações, e é convidada habitual dos principais eventos musicais realizados no concelho de Torres Vedras (Festa da Cidade, Sons de Cá, Carnaval de Torres, Onde de Verão, Festas de Natal).

SFE

Sociedade Filarmónica Ermegeirense

Sociedade Filarmónica Ermegeirense

Atualmente não tem um maestro residente. Adota um método de residências artísticas, com um maestro convidado para cada uma, e abertas gratuitamente a todos os músicos do concelho e arredores. São uma espécie de estágio prolongado (duram cerca de 3/4 meses).

Sociedade Filarmónica da Ribaldeira

A Banda Filarmónica do Centro Popular dos Trabalhadores da Ribaldeira nasceu em 1860. O Padre Rosário, que à data dirigia um grupo polifónico da igreja, foi o seu fundador e primeiro regente. A designação de “Sociedade Filarmónica da Ribaldeira” manteve-se até 1908, data em que a aldeia recebeu a visita do Rei D. Carlos. A receção com música agradou ao Monarca, o que o levou a decretar a mudança de nome para “Real Filarmónica da Ribaldeira”. A implantação da República, em 1910, motivou a alteração para “Filarmónica Republicana da Ribaldeira”. Esta designação foi também breve, passando a “Sociedade Filarmónica Labor da Ribaldeira”, com a chegada do Estado Novo, em 1923. Motivos de associativismo levaram os dirigentes a uma nova mudança em 1953, com a filiação na “FNAT” (hoje INATEL), determinando assim a designação de “Centro Popular de Trabalhadores da Ribaldeira”.

Desde a sua fundação, vários maestros estiveram ligados à banda: Manuel António da Silva, Gonçalves, António Ramalho, António Barrocoso Dimas, Luís Agulhas, Higino de Sousa Coutinho, Américo Mateus (um filho da terra), Carlos Gomes, Tiago Santos, Diogo Spínola e, atualmente, Marco Silva. Nas suas múltiplas atuações por diversas zonas do país, são de destacar os concertos realizados em Tomar, Sintra, Nazaré, Lisboa, Vila Franca de Xira, Cacém, Óbidos, Foz do Arelho, Carregado, Mondim de Basto, Estoril e Ponta Delgada, Açores. De referir também diversas participações em encontros e festivais de bandas amadoras, das quais destacamos o brilhante 3.º lugar obtido em 2006, no Certamen Internacional de Bandes de Musica Vila D’Altea, Espanha.

A Banda é composta por cerca de 40 elementos, na sua maioria jovens dos 9 aos 25 anos, dirigidos pelo maestro Marco Silva. A Associação conta com uma escola de música, com cerca de 25 alunos, onde se formam os futuros membros desta banda, que começam desde cedo a atuar em público, em apresentações da Escola de Música da Ribaldeira.

SFR

Sociedade Filarmónica da Ribaldeira

Sociedade Filarmónica da Ribaldeira

Sociedade Filarmónica Incrível Aldeiagrandense

Sociedade Filarmónica Incrível Aldeiagrandense nasceu a 05 de agosto de 1895, no lugar de Aldeia Grande. O seu principal fundador foi Luís Clemente, acompanhado por um grupo de amigos. Nascido nesta localidade em 1874, com 21 anos e uma grande paixão pela música, conseguiu transmiti-la à população e desenvolver a Banda. Ao longo da sua atividade a Banda ensaiou em casas particulares ou alugadas. Só em 1976 começou a construção da sua Sede. A Colectividade tem 450 sócios.

A Banda tem 40 executantes amadores e uma Escola de Música. Durante o ano realizam-se várias festividades na Sede e no recinto de festas. A Banda participa em várias festividades na região, tendo-lhe sido já reconhecido o bom serviço prestado, com atribuição, nomeadamente de Medalha Grau Prata e Medalha Grau Ouro, pela Câmara Municipal de Torres Vedras.

FOI NOTÍCIA

No dia 10 de novembro de 2019, domingo, a partir das 10h30, teria lugar o tradicional Desfile de Bandas Filarmónicas do Concelho de Torres Vedras, no âmbito das Festas da Cidade 2019. Após o desfile pelas ruas do centro histórico, a concentração aconteceria na Avenida 5 de Outubro.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/torres-vedras-banda-bvtv.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-02 10:32:122025-01-10 20:04:23Torres Vedras e as suas filarmónicas
Gentes de Almeirim – Associação Cultural e Etnográfica
Músicas no Concelho

Almeirim e o seu folclore

Folclore em Almeirim

Tradições, atividades e grupos do Concelho

  • Região: Ribatejo
  • Distrito: Santarém

04 grupos

  • Gentes de Almeirim – Associação Cultural e Etnográfica
  • Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo
  • Rancho Folclórico de Fazendas de Almeirim
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almeirim
Gentes de Almeirim – Associação Cultural e Etnográfica

Gentes de Almeirim – Associação Cultural e Etnográfica é uma coletividade que preserva e divulga o património material e imaterial do concelho de Almeirim.

Gentes de Almeirim – Associação Cultural e Etnográfica

Gentes de Almeirim – Associação Cultural e Etnográfica

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo

O Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo é um grupo que desenvolve pesquisa no âmbito da cultura popular. Fundado por Celestino Graça nos anos 50, atravessou uma período de pausa até 1979. Está federado na F.P.C.C.R: (Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio e é membro da Federação do Folclore Português desde a sua fundação.

Está sediado em Benfica do Ribatejo, concelho de Almeirim e distrito de Santarém, na zona centro de Portugal, numa zona rural eminentemente agrícola e piscatória do Tejo com paisagens tradicionalmente ribatejanas de lezíria e charneca. Além da bela vista de um ambiente levemente tocado pela mão do Homem, é uma zona conhecida pela sua gastronomia e pelas suas gentes.

No início da década de 1950, a zona de Benfica do Ribatejo vivia principalmente das atividades piscatórias. Quando a Feira do Ribatejo começava a ganhar forma e força, surgiu um agrupamento muito “sui-generis” para a época e que retratava uma das figuras tradicionais do Ribatejo: o pescador. Chamava-se este agrupamento o Rancho Folclórico dos Pescadores de Benfica do Ribatejo.

Celestino Graça grande impulsionador do folclore ribatejano, foi o seu fundador. Inicialmente, as danças e trajes retratavam principalmente a figura do pescador. Celestino Graça, teve o cuidado de efetuar minuciosas recolhas junto dos pescadores mais antigos, especialmente na zona dos Cucos e das Faias, identificando os usos e costumes desta gente então tão característica da zona, dando animação e vida a estes usos e costumes em danças como a “Valsa Danada”, “Cor Tão Bela”, “A Cigana”.

O Rancho comporta um repertório de 42 danças e é composto por perto de 40 elementos que vão desde músicos a dançarinos.  O Rancho apresenta um novo figurino com a adição das danças e cantares das margens do Tejo, da lezíria e das charnecas. As suas características vincadamente regionais fazem deste rancho um dos embaixadores do folclore do Ribatejo o que para além das presenças nos maiores e mais prestigiados festivais nacionais de Norte a Sul do País, bem como atuações televisivas e em programas de rádio em Portugal e no Estrangeiro. Participou nos seguintes festivais:

  • Festival Internacional de Billingham 1983 (Inglaterra) (Festival CIOFF)
  • Festival de Chanteu Gombert – Marselha – Grenoble 1982 (França)
  • Festival Internacional de Apiro 1985 (Itália)
  • IV e V Festival Mundial de Folclore 1991 e 1993 (Palma de Maiorca) 3º Lugar (Musical))
  • Festival Agrigento “ Saga do Mandorlo in Fiore” 1996 Sicília (Itália)
  • 3d International Culture and Art Festival of Büyükçekmece –Istanbul – (Turquia) 3º Lugar (Dança) Julho de 2002 (Festival CIOFF)
  • X Festival Mundial de Danças Folclóricas 2003 Palma de Maiorca 1º Lugar Especial de Dança 3º Lugar Musical e Vocal

RFBR

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, Almeirim

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, Almeirim

RFBR

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, Almeirim

Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, Almeirim

RFFA

Rancho Folclórico de Fazendas de Almeirim

Rancho Folclórico de Fazendas de Almeirim

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almeirim

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almeirim ao longo da sua vida gravou, para várias editoras, temas do seu repertório, recolhido no concelho nos anos 50. Amália Rodrigues gravou o Fadinho da Tia Maria Benta e os Caracóis; Tonicha, Vai de Ruz Truz Truz; Roberto Leal, Fadinho da Tia Maria Benta.

O seu prestígio é atestado por numerosas atuações internacionais e distinções: 1º Prémio do vira (vira de Seis) na Figueira da Foz, em 1957; Medalha da Cidade de Paris, em 1958; 1º Prémio (Tempio di Dioscuri) em 1960; Medalha do Município de Marselha (França), em 1963; 1964 – 1º Prémio “Fêtes de la Mirabelle” e Prémio da Imprensa – Nancy (França), em 1964; Medalha de honra do Concelho da Câmara Municipal de Almeirim, pelas Bodas de Prata, em 1981; 1º Prémio Amizade dos Povos – IX Duna Menti Folkiofesztivfal – Kalosca (Hungria), em 1987; Medalha de Mérito da Região de Turismo do Ribatejo pelos seus 35 anos de atividade, 1991; Troféu Figuras Mais – Ribatejo/92; Prémio Especial da Crítica – Agrigento (Sicília – Itália), 2004; Medalha de Honra do Concelho de Almeirim, grau Ouro, atribuído pela Câmara Municipal de Almeirim, pelas Bodas de Ouro, em 2006.

RFCPA

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almeirim

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almeirim

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/almeirim-gentes-de-almeirim-associacao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-31 16:55:402024-11-12 01:17:02Almeirim e o seu folclore
Grupo Coral Feminino “As Andorinhas do Rosário”, Almodôvar
Músicas no Concelho

Almodôvar e o seu folclore

Grupos Corais de Almeirim

Grupos, história e atividade

  • Grupo Coral “Amigos do Rosário”
  • Grupo Coral e Etnográfico “Flores do Campo”
  • Grupo Coral e Etnográfico “Mondadeiras de Santa Cruz”
  • Grupo Coral e Etnográfico “Vozes de Almodôvar”
  • Grupo Coral e Instrumental da Câmara Municipal de Almodôvar
  • Grupo Coral Feminino “As Andorinhas do Rosário”
  • Grupo Coral Feminino “Ceifeiras da Semblana”
  • Grupo Coral “Vozes da Aldeia”
  • Vozes de Almodôvar
Grupo Coral “Amigos do Rosário”

Formado em 2013, o Grupo Coral “Amigos do Rosário” é um dos mais recentes grupos corais do Concelho. Surgiu da vontade de unir as mais belas vozes masculinas do Rosário num Grupo Coral da Freguesia, tendo em conta que no Rosário só havia um grupo feminino. Na sua génese, o Grupo contava com 8 elementos. Com o sucesso do grupo e a dinâmica que gerou no Rosário, hoje integra 20 elementos. Desde a  primeira atuação, atuou para o 1.º Ministro, Pedro Passos Coelho, e para António José Seguro, na OVIBEJA. Apresentou-se na Casa do Alentejo, no Santuário de Fátima e em vários eventos organizados pelo Município de Almodôvar. Tem por missão a divulgação do Concelho de Almodôvar e do Cante Alentejano.

GCAR

Grupo Coral “Amigos do Rosário”

Grupo Coral “Amigos do Rosário”

Grupo Coral e Etnográfico “Vozes de Almodôvar”

O Grupo Coral e Etnográfico “Vozes de Almodôvar” surgiu em 1999. Nesta data houve um convite a alguns membros dos antigos grupos, para a formação de um novo grupo coral que viesse a representar Almodôvar no Cortejo Etnográfico de S. João, a 24 de junho de 1999. As “Vozes de Almodôvar” são hoje compostas por 20 elementos exímios na arte de cante. Contam com um CD gravado que se intitula de “Cante”. No vasto currículo do grupo participou no Cortejo Etnográfico de São João, no programa de televisão “Praça da Alegria” em 1999; no programa Recantos da RTP 2 em 2008, na primeira Feira dos Municípios de Montanha, na cidade da Covilhã em 2000. Esteve em muitas outras representações a nível local, concelhio e nacional.

GCEVA

Grupo Coral e Etnográfico "Vozes de Almodôvar"

Grupo Coral e Etnográfico “Vozes de Almodôvar”

Grupo Coral e Etnográfico “Flores do Campo”

A história do Grupo Flores do Campo começou no Verão de 2010 em que após uma atuação na Praça da República conjunta se avizinhava o fim de um dos grupos corais. Numa tentativa de contrariar esta situação e consolar o ensaiador, Joaquim Brás, uma das vozes femininas que agora acompanham o Grupo, D. Bete Cristina, decidiu convidar algumas pessoas que se encontravam no local para formar um novo grupo. O Grupo Coral Flores do Campo conta com cerca de 20 membros, tendo a sua primeira atuação acontecido no dia 4 de agosto de 2010.

Grupo Coral e Etnográfico “Mondadeiras de Santa Cruz”

Apresentado a 23 de junho de 1999, em Almodôvar, o Grupo Coral “As Mondadeiras” de Santa Cruz é um coro misto que se organizou por ocasião do São João, em  1999, quando a freguesia participou num desfile etnográfico. Primeiro cantaram a sós, conforme podiam e sabiam, mas passados dois anos, o Mestre Manuel Vinagre, passou a ser seu ensaiador, afinando-lhes as vozes, fidelizando os estilos, orientando as entradas. O grupo tem como hino “Nós somos as mondadeiras”.

Grupo Coral e Instrumental da Câmara Municipal de Almodôvar

O pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Almodôvar formou o Grupo Coral e Instrumental em 1993, com o objetivo de divulgar a música popular alentejana, a nível nacional e internacional, e promover o intercâmbio deste género de grupos entre as regiões. É constituído por cerca de 15 elementos que utilizam alguns dos instrumentos mais populares com predominância do bandolim, da harmónica, das violas e da percussão. O repertório assenta fundamentalmente, no cancioneiro do Baixo Alentejo, com a capacidade de realizar espetáculos com a duração de hora e meia, a 2 horas. O grupo já realizou mais de uma centena de atuações por todo o País, contando ainda com três espetáculos em Toronto e Montréal, no Canadá. O grupo editou um trabalho discográfico e prepara o segundo CD.

Grupo Coral Feminino “As Andorinhas do Rosário”

Tudo começou no dia 24 de Junho de 1999 na festa de São João, onde iria haver uma participação de vários grupos com o objetivo de representar os mais variados trajes e utensílios tradicionais e também os cantares alentejanos da nossa região. O Grupo uniu-se e decidiu também participar representando assim a sua terra, o Rosário, com onze elementos, na altura. Desde aí nunca mais pararam e foram surgindo vários convites para atuações de onde se destacam a Casa do Alentejo, Oeiras, Ervidel, Relíquias, também alguns lares de 3ª Idade, em várias rádios locais, por todo o concelho de Almodôvar nos vários eventos culturais e recreativos, entre outras. Neste momento o grupo é composto por treze elementos e tem como finalidade a divulgação da música tradicional portuguesa e sua expansão para que esta nossa riqueza nunca seja esquecida.

GCFAR

Grupo Coral Feminino “As Andorinhas do Rosário”, Almodôvar

Grupo Coral Feminino “As Andorinhas do Rosário”, Almodôvar

Grupo Coral Feminino “Ceifeiras da Semblana”

Este grupo surgiu, em 2001 quando três mulheres frequentavam um curso de pintura e nele começaram a cantar partindo daí a ideia de se juntarem. O nome dado ao grupo apareceu porque os elementos que o integraram gostavam muito dos trajes das ceifeiras que trabalhavam na Semblana. Fundado oficialmente em 2003, o Grupo Coral “Ceifeiras da Semblana” é composto por 12 elementos e tem como hino ”Eu sou uma alentejana”. Tem aproximadamente 45 cantigas no seu repertório, de onde existe uma preferência em cantar aquelas cujas letras têm normalmente a ver com o concelho, com o distrito ou com a Semblana. Já gravaram um CD, juntamente com os grupos corais “As Mondadeiras de Santa Cruz” e “As Andorinhas do Rosário” mas é conhecida a sua ambição em gravar outro só da sua autoria.

GCFCS

Grupo Coral Feminino “Ceifeiras da Semblana”

Grupo Coral Feminino “Ceifeiras da Semblana”

Grupo Coral “Vozes da Aldeia”

O Grupo Coral “Vozes da Aldeia” é o mais recente grupo coral do Concelho, criado no dia 7 de maio de 2014, data do seu primeiro ensaio. Reúne as mais belas vozes da Aldeia dos Fernandes e nasceu da vontade de reativar o antigo grupo da Freguesia de Aldeia dos Fernandes, desativado em inícios dos anos 90. Integra membros do antigo grupo que, entretanto, estiveram no ativo em outros grupos corais, nomeadamente em Ourique e em grupos de emigrantes, no estrangeiro. É uma iniciativa da Associação de Solidariedade Social da Aldeia dos Fernandes, apoiada pela Junta de Freguesia. O atual grupo é composto por 20 homens, ensaiados por Pedro Mestre.

GCVA

Grupo Coral “Vozes da Aldeia”

Grupo Coral “Vozes da Aldeia”

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Municípios
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/almodovar-grupo-coral-as-andorinhas-do-rosario.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-31 19:55:032024-12-14 19:40:15Almodôvar e o seu folclore
Banda Marcial de Almeirim
Músicas no Concelho

Almeirim e as suas filarmónicas

Bandas Filarmónicas do Concelho de Almeirim

História e atividades

[ No que se refere às filarmónicas, o projeto Musorbis está apenas a começar, sendo previsível que até ao final do ano todas as bandas possam estar na plataforma. O processo pode ser acelerado com a cooperação dos interessados no que se refere a historiais e fotografias em falta. ]

Banda Marcial de Almeirim

A Banda Marcial de Almeirim é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 21 de maio de 1931. É uma das poucas organizações do Concelho de Almeirim exclusivamente vocacionadas para a prática de atividades de natureza cultural. A importância da sua função no contributo para a difusão e a formação musical entre a população do Concelho valeu-lhe o reconhecimento, em 1985, do estatuto de Pessoa Colectiva de Utilidade Pública.

O seu historial remonta ao século XIX, sob a designação de Banda Marcial Almeirinense, que registou como maior momento de glória a consagração como melhor banda do festival organizado em 1895 por ocasião do VII Centenário do Nascimento de Santo António de Lisboa. Foi extinta em 1908. Sob qualquer das designações, participou em numerosas atividades, desde romarias a encontros musicais. Promoveu  iniciativas de carácter cultural como o relançamento dos cortejos carnavalescos e de carácter exclusivamente musical como a participação no I Festival de Bandas promovida pela EDP em 1985.

Após o grande esforço realizado em 1997, traduzido na aquisição das atuais instalações, tem a Banda Marcial de Almeirim vindo a atravessar um período de crescimento, coincidente com a contratação, no início de 1998, do atual Maestro – Simões Ribeiro. Aumentou o número de participações em festas, romarias, e concertos organizados na sua sede. A Banda Marcial de Almeirim é composta por 42 músicos, na sua maioria jovens, e a Escola de Música que mantém em funcionamento conta com 20 alunos, dos quais 6 em fase de iniciação.

Em 1999 realizou cerca de 20 intervenções, entre desfiles, acompanhamento de procissões e concertos, número que cresceu para próximo das 30 em 2000. Neste ano destaque-se a participação no Desfile Comemorativo do 125º Aniversário da Associação Comercial de Santarém e os Concertos de Aniversário da BMA, os dois integrados nos programas da Almeirim-Feira e das Festas da Cidade, outro em conjunto com a Sociedade Filarmónica União Ribeirense, da ilha do Pico – Açores e o de Fim de Ano.

Em 2001 realizou 22 atuações, das quais se destacam quatro concertos integrados nas principais iniciativas e festas concelhias (Almeirim-Feira, Festas da Cidade e Pão, Vinho & Cª), os concertos comemorativos do 70º Aniversário da BMA, do Dia Mundial da Música (este em estreita colaboração com o Orfeão de Almeirim) e o do Fim de Ano, a participação no Encontro de Bandas Comemorativo do 130º Aniversário da Sociedade Filarmónica Benaventense.

BMA

Banda Marcial de Almeirim

Banda Marcial de Almeirim

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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António José Ferreira
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Coro Etnográfico de Almeida
Músicas no Concelho

Almeida e os seus coros

Coros em Almeida

História e atividades corais do Concelho

Coro Etnográfico de Almeida

O Coro Etnográfico de Almeida, com vertente de danças, cantares, lendas e Orfeão, é dirigido pelo maestro Paulo Sérgio Marques.

CEA

Coro Etnográfico de Almeida

Coro Etnográfico de Almeida

Paulo Marques

Paulo Marques, regente de coros

Paulo Marques, regente de coros

Casa da Música de Almeida

O Jornal A Guarda noticiou em 2014 que a Câmara Municipal de Almeida iria inaugurar a Casa da Música de Almeida, no Arrabalde de S. Francisco, no dia 9 de novembro de 2014, pelas 15 horas. O programa começaria com a assinatura do protocolo entre a autarquia e o Coro Etnográfico de Almeida, a que se seguiria a abertura da Sala de Leitura Literária/ Musical. Do programa fazia também parte a apresentação do livro “Raízes do meu sentir” do Padre Álvaro Terreiro, seguida de conferência de Arnaldo Saraiva. A cerimónia termina coma atuação do Coro Etnográfico de Almeida.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/almeida-coro-etnografico-de-almeida.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-31 16:34:162024-12-19 19:34:47Almeida e os seus coros
Grupo de Danças e Cantares do Clube Recreativo de Vale Flores
Músicas no Concelho

Almada e o seu folclore

Folclore em Almada

Tradições, grupos e festivais de folclore no Concelho

  • Associação Cultural do Rancho Folclórico de Vale Flores
  • grupo etnográfico de Cova da Piedade
  • Grupo Teatral e Folclórico Qta. Morgadinha
  • Rancho Etnográfico ‘Os Pescadores’ da Costa da Caparica

Em Almada existem quatro ranchos em funcionamento. Em 1955, nasceu a Associação Cultural do Rancho Folclórico de Vale Flores, a 20 de Dezembro de 1975 foi criado o Grupo Teatral e Folclórico Qta. Morgadinha, a 1 de Outubro de 1992 o grupo etnográfico de Cova da Piedade, e, por último, o Rancho Etnográfico ‘Os Pescadores’ da Costa da Caparica, fundado a 22 de Janeiro de 2001.

Fonte: O Setubalense

Associação Cultural do Rancho Folclórico de Vale Flores

Em 1995 alguém por brincadeira resolveu juntar um grupo de crianças e adultos de forma a animar a festa do aniversário do Clube. As crianças tinham entre os quatro e os doze anos de idade e a pessoa que os convidou decidiu ensinar-lhes o que ela aprendeu quando era da idade delas.

Terminada a festa, que toda a gente adorou, foi pedido que aquele grupo fosse em frente e não terminasse por ali. Desde aí o Grupo começou a ser convidado por outras coletividades amigas de Norte a Sul do País.

Por altura do aniversário do Clube é realizado o Festival de Folclore havendo intercâmbio com outros Grupos. As roupas do nosso Grupo foram inspiradas nas cores do nosso Clube onde predomina o Azul e o Branco, sendo o lenço e o avental tradição do povo português. As músicas e danças são populares mas os versos são inéditos e escritos pela D. Emília, ensaiadora e fundadora do Grupo.

RDCCRVF

Grupo de Danças e Cantares do Clube Recreativo de Vale Flores

Grupo de Danças e Cantares do Clube Recreativo de Vale Flores

FESTIVAIS

Festival Danças do Mundo – Festival Internacional de Folclore

O Parque Multiusos da Sobreda, em Almada, recebeu na noite de 22 de julho o Festival Danças do Mundo – Festival Internacional de Folclore e conta com 8 nacionalidades diferentes. Promovido pela Casa da Gaia – Centro de Cultura, Desporto e Recreio de Argoncilhe, o festival que celebra as canções e as danças populares de cada país acolhe o grupo Danzart Bolivia, da Bolívia, Altan Bulag, da Buriácia, o Folk Ensemble “preporod” Dugo Selo, da Croácia, Identidad Peru Taller de Danzas, do Peru, Nairobi Dancers, do Quénia e ainda Kud “Ljubomir Ivanovich” – Gedza, da Sériva. Representando Portugal, estará o Rancho Folclórico de Vale Flores, de Almada.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Festival Nacional de Folclore de Almada

Em 2011 realizou-se mais uma edição do Festival Nacional de Folclore de Almada organizado pela Associação Cultural do Rancho Folclórico de Vale Flores,  Em 2011, o Rancho Folclórico de Vale Flores organizou o 11º Festival Nacional de Folclore de Almada. No Complexo Municipal dos Desportos “Cidade de Almada”, Feijó, com o apoio da Câmara Municipal de Almada e Junta de Freguesia do Feijó. Atuaram vários ranchos e grupos folclóricos que retratam a diversidade e riqueza etnográfica do país: Rancho Folclórico Rosas de Coja (Arganil), Rancho Folclórico de Santo André – Sobrado (Valongo), Rancho Etnográfico Os Camponeses de Arraiolos, grupo etnográfico Raízes de Sobral Gordo, Rancho Folclórico de Vale Flores (rancho anfitrião)

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

Destaque o seu grupo!

Destaque Musorbis

Destaque Musorbis

Para inserir um grupo ou historial em falta, envie para Meloteca@meloteca.com: será inserido gratuitamente. A fotografia em destaque neste momento é aleatória. Para ter foto destaque, contactos atualizados e estar no topo durante um ano opte pelo “Destaque Musorbis” (10€).

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/almada-grupo-de-dancas-e-cantares-de-vale-flores.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-31 16:08:502025-01-20 18:58:10Almada e o seu folclore
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