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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Órgão da Igreja do Salvador, Lar Conde de Agrolongo, Braga
Músicas no Concelho

Braga Órgão da Igreja do Salvador

Órgão histórico da Igreja do Salvador

Localizada no Lar Conde de Agrolongo, a Igreja do Convento de São Salvador possui um órgão histórico de tipo ibérico, da autoria do Padre Lourenço da Conceição, construído em 1736, teclado: C – g5 (56 notas); 9 registos [ I; 9 ]. Foi restaurado em 2018 por António Simões.

Veja o álbum com as imagens em tamanho original AQUI.

Lar Conde de Agrolongo

Órgão da Igreja do Salvador, Lar Conde de Agrolongo, Braga

Órgão da Igreja do Salvador, créditos Fernando Barroso

Órgão histórico

Órgão da Igreja do Salvador, Lar Conde de Agrolongo, Braga

Órgão da Igreja do Salvador, créditos Fernando Barroso

Sacabuxa

Órgão histórico da Igreja do Salvador, Lar Conde de Agrolongo, Braga

Órgão da Igreja do Salvador, créditos Fernando Barroso

Sacabuxa

Órgão histórico da Igreja do Salvador, Lar Conde de Agrolongo, Braga

Órgão da Igreja do Salvador, créditos Fernando Barroso

Pormenor

Órgão histórico da Igreja do Salvador, Lar Conde de Agrolongo, Braga

Órgão da Igreja do Salvador, créditos Fernando Barroso

Pormenor

Órgão histórico da Igreja do Salvador, Lar Conde de Agrolongo, Braga

Órgão da Igreja do Salvador, créditos Fernando Barroso

caixotões

Órgão histórico da Igreja do Salvador, Lar Conde de Agrolongo, Braga

Órgão da Igreja do Salvador, créditos Fernando Barroso

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/braga-igreja-do-salvador-orgao-ft-fernando-barroso-2021-2.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-17 09:42:162021-06-21 11:33:28Braga Órgão da Igreja do Salvador
Fórum Cultural do Seixal
Músicas no Concelho

Seixal e os seus auditórios

Palcos do Concelho do Seixal

Inaugurado em 26 de novembro de 1993, o Fórum Cultural do Seixal reúne num mesmo equipamento a Biblioteca Municipal, a Galeria de Exposições Augusto Cabrita e o Auditório Municipal.

Situado no Fórum Cultural do Seixal, o Auditório Municipal tem capacidade máxima para 345 espetadores. Oferece as melhores condições técnicas para a realização de espetáculos, colóquios e conferências, sendo considerado um dos melhores equipamentos do género da Área Metropolitana de Lisboa. Com uma acústica excelente e dotado de um piano Yamaha de concerto, o Auditório Municipal proporciona um ambiente perfeito para a música. A sala conta com um programa regular de cinema, espetáculos, colóquios, conferências, entre outros.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/seixal-forum-cultural.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-16 22:19:242024-10-28 10:44:25Seixal e os seus auditórios
Ranchos folclóricos do concelho do Seixal
Músicas no Concelho

Seixal e o seu folclore

Folclore no Seixal

Tradições, grupos e atividades do Concelho

  • Estremadura (Estremadura Sul)
  • Distrito: Setúbal

07 grupos

  • Grupo de Danças e Cantares dos Redondos
  • Rancho Folclórico Andorinhas do Pinhal
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Corroios
  • Rancho Folclórico Estrelinhas do Sul
  • Rancho Danças e Cantares de Vale de Milhaços
  • Rancho Folclórico Alegria da Nossa Terra
  • Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela

O concelho do Seixal, com sete formações, é o segundo concelho do distrito de Setúbal com mais grupos, a seguir a Palmela. O primeiro rancho é o Rancho Folclórico Estrelinhas do Sul, fundado no dia 13 de Maio de 1979. O segundo, Grupo de Danças e Cantares dos Redondos, Fernão Ferro, foi inaugurado a 13 de Outubro de 1981. No ano seguinte surgiram mais dois: o Rancho Folclórico Andorinhas do Pinhal e o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Corroios. O Rancho Danças e Cantares de Vale de Milhaços foi criado em 1984 e, em 2007, foi a vez do Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela. No dia 19 de Fevereiro de 2008 nasceu ainda a Associação Cultural do Rancho Folclórico Alegria da Nossa Terra.

Fonte: O Setubalense

Rancho Folclórico Andorinhas do Pinhal

O Rancho Folclórico Andorinhas do Pinhal nasceu em 1982 e o seu fundador e impulsionador foi José de Oliveira Bento. Constitui uma das atividades do Centro de Solidariedade Social de Pinhal de Frades, uma das freguesias do concelho do Seixal.

O seu objetivo é recolher, estudar e divulgar os usos, costumes, danças e cantares do seu povo, em particular, da denominada “outra banda.”

Os trajes são representativos das atividades mais importantes da região como a pesca, a moagem de cereais nos moinhos de maré, os trabalhos agrícolas, entre outros.

Constituído por cerca de 50 elementos, o grupo conta com inúmeras atuações em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente em Itália, França, Bélgica, República Checa, Canadá.

Rancho Folclórico Andorinhas do Pinhal

Rancho Folclórico Andorinhas do Pinhal

Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela

O Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela foi fundado em 2007, com o objetivo de representar o passado das terras do Seixal, acima de tudo a freguesia da Arrentela, com os seus trajes, danças e cantares.

Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela

Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela

O grupo recolheu e apresenta em palco trajes de ir ver a Deus, domingueiro, romaria, burguesia, pescador, varina, calafate, moleiro, carvoeiro, corticeiro, apanhadeira de laranjas, vendedora de fruta, aguadeira, lavadeira e ceifeira.

É constituído por, aproximadamente, quarenta elementos, com idades compreendidas entre os dois e os oitenta anos.

FOI NOTÍCIA

Em 2019, decorreu o XXXV Festival de Folclore de Corroios, organizado pelo Rancho Folclórico da Casa do Povo de Corroios que convidou cinco grupos das mais variadas regiões do País que encheria de cor o palco Carlos Paredes, no dia 24 de agosto. Regiões como o Douro Litoral, a Beira Alta, a Beira Serra, o Alto Ribatejo e a Estremadura Sul, estariam representadas pelos Grupos convidados que apresentariam as suas danças e cantares, bem como os seus trajes regionais, sejam eles de trabalho, de ocasião ou domingueiros, entre outros. Subiriam ao palco, para além do grupo organizador, o Rancho de Danças e Cantares de Vale de Milhaços (Corroios – Seixal), o Rancho Folclórico e Etnográfico de Penedono (Penedono), o Grupo Folclórico da Madalena (Vila Nova de Gaia), o Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos (Abrantes) e o grupo etnográfico Raízes do Sobral Gordo (Arganil).

Ranchos folclóricos do concelho do Seixal

Ranchos folclóricos do concelho do Seixal

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/seixal-corroios-vale-de-milhacos-rancho-folclorico.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-16 22:01:112025-01-20 18:48:01Seixal e o seu folclore
Coreto da SFOA, Seixal
Músicas no Concelho

Seixal e os seus coretos

Coretos do Concelho do Seixal

[ por Mário Silva Barradas ]

O concelho do Seixal já dispôs de 5 coretos. Dois deles – o da Timbre Seixalense e o da União Seixalense, foram demolidos por “preguiça política”, visto o Seixal ser um entrave ao Estado Novo. No Seixal, foram demolidos os coretos das duas bandas, que ainda hoje constam no brasão da freguesia, assim como a ponte ferroviária que ligava o Seixal ao Barreiro (1969), unindo estes concelhos severamente industrializados que faziam “braço-de-ferro” ao regime. O governo impediu ou destruiu diversas obras e a evolução civil deste arco ribeirinho a sul do Tejo: Seixal, Almada, Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete que se uniam para travar a opressão e o atraso emanado dos governos de Salazar e Caetano.

Primeiro foi demolido o da Timbre (SFDTS) com a justificação de falta de espaço para os carros estacionarem. Depois seguiu-se o da União (SFUS), pois ocupava largamente a Praça Luís de Camões, sendo necessário o trânsito afunilar ao passar por ele. Hoje, ambos os locais dos coretos têm a sua simbologia desenhada em calçada portuguesa.

Quanto ao coreto de Arrentela (SFUA), o primeiro coreto de Arrentela foi construído em 1899 e desmantelado em 1943. Foi edificado um segundo coreto em 1944 em estilo romântico, com uma grande cúpula neo-árabe. Este coreto ficou destruído com a queda de uma árvore, durante um temporal em maio de 1970, tendo sido o restante da sua edificação demolido, sendo construído um lago no seu lugar, ainda hoje existente.

Os coretos de Amora (SFOA) e Cruz de Pau surgem no auge da cultura filarmónica em Portugal, sendo que o da Cruz de Pau não resistiu ao tempo e o da Amora ainda lá está imponente com as amoras trabalhadas nos seus varandins. O coreto da Aldeia de Paio Pires (SM5O) foi o último a ser erigido. Esteve muitos anos ao abandono, sendo restaurado em 2018 pela Câmara Municipal do Seixal.

SFDTS – Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense “Os Franceses” – fundada a 18 de abril de 1848, sofreu muitas alterações de denominação. O seu coreto situava-se no Largo da Igreja – Seixal, sendo construído no advento da república e demolido em 1967.

Veja AQUI o álbum sem cortes.

Seixal

Coreto da SFDTS, Seixal

Coreto da SFDTS, Seixal

Seixal

Coreto da Timbre, Largo da Igreja, demolido

Coreto da Timbre, Largo da Igreja, demolido

SFUS – Sociedade Filarmónica União Seixalense “Os Prussianos” – fundada a 1 de junho de 1871 (quase a completar 150 anos de existência), nasceu por divergência política oriunda na Guerra Franco-Prussiana (1870), sendo única na sua denominação popular. O seu coreto localizava-se na Praça Luís de Camões – Seixal, sendo construído em 1921 e demolido em 1969.

Seixal

Coreto da SFUS, Largo Luís de Camões, demolido

Coreto da SFUS, Largo Luís de Camões, demolido

Coreto da SFUS, Seixal

Coreto da SFUS, Seixal

Seixal

Coreto da SFUS, Banda União, Seixal

Coreto da SFUS, Banda União, Seixal

SFUA – Sociedade Filarmónica União Arrentelense – criada em 23 de março de 1914 por fusão das duas filarmónicas existentes em Arrentela (a Real Sociedade Fabril Arrentelense e a Real Sociedade Filarmónica Honra e Glória), tendo ido buscar a data da fundação desta última: 1872. O seu coreto situava-se no jardim junto à baía, na Avenida da República – Arrentela, sendo demolido nos anos 60 do século passado.

Arrentela

Coreto da SFUA, Seixal

Coreto da SFUA, Seixal

Arrentela

Coreto da SFUA, Seixal

Coreto da SFUA, Seixal

SFOA – Sociedade Filarmónica Operária Amorense – fundada a 28 de junho de 1898, deve o seu nome à acentuada industrialização daquela freguesia no final do século XIX. O seu coreto situa-se na Avenida Silva Gomes – Amora, de frente para a baía (do lado oposto onde ficava o coreto de Arrentela), tendo sido construído em 1907. Em 1952, a freguesia teve um segundo coreto, em madeira, entre a Amora e a Cruz de Pau, desmontado em 1956, pouco antes da fundação do Clube Recreativo da Cruz de Pau.

Amora

Coreto da SFOA, Seixal

Coreto da SFOA, Seixal

Amora

Coreto da SFOA, Seixal

Coreto da SFOA, Seixal

Cruz de Pau, Amora

Coreto,, Cruz de Pau, Amora, Seixal

Coreto, Cruz de Pau, Amora, Seixal

SM5O – Sociedade Musical 5 de Outubro – fundada a 5 de outubro de 1888 com o nome de Sociedade Filarmónica Capricho Aldeense, alterou a sua denominação com a implantação da república em 1910. O seu coreto, reabilitado em 2018, situa-se no Largo Dom Paio Peres Correia em pleno jardim central da Aldeia de Paio Pires.

Aldeia de Paio Pires

Coreto da SM5O, Seixal

Coreto da SM5O, SeixalPormenor

Interior da Cúpula do Coreto da SM5O, Seixal

Interior da cúpula do Coreto da SM5O, Seixal

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/seixal-coreto-sfoa-2.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-16 17:23:062021-06-21 11:34:00Seixal e os seus coretos
Tocando acordeão de botões, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe
Músicas no Concelho

O Rancho e a Tocata

A tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

A tocata tradicional de uma Rancho Folclórico é o conjunto de instrumentos que acompanham as danças de um grupo etnográfico.

Acordeão de botões

Tocando acordeão de botões, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tocando acordeão de botões, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Acordeão de teclas

Tocando acordeão de teclas, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tocando acordeão de teclas, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Cavaquinho

Tocando cavaquinho, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tocando cavaquinho, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Ferrinhos (triângulo)

Tocando ferrinhos, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tocando ferrinhos, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Pandeiro (com soalhas)

Tocando pandeiros de soalhas, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tocando pandeiros de soalhas, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tambor

Tocando tambor, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tocando tambor, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Violino

Tocando violino, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Tocando violino, tocata do Rancho Folclórico de Boelhe

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/rancho-folclore-de-boelhe-acordeao-de-botoes.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-15 20:30:042024-10-29 23:30:09O Rancho e a Tocata
Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Rio de Moinhos
Músicas no Concelho

Penafiel e o seu folclore

Folclore em Penafiel

Tradições, grupos e atividades no Concelho

  • Douro Litoral (Tâmega)
  • Distrito: Porto

Grupos folclóricos

  • Grupo de Danças e Cantares de Cabeça Santa
  • grupo etnográfico Cantar é Viver
  • Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa Amigos de Bustelo
  • Grupo Folclórico Zé do Telhado
  • Rancho Folclórico “As Moleirinhas de Guilhufe”
  • Rancho Folclórico de Boelhe
  • Rancho Folclórico de Ordins
  • Rancho Folclórico de Paço de Sousa
  • Rancho Folclórico de Penafiel
  • Rancho Folclórico de São Miguel de Paredes
  • Rancho Folclórico de São Pedro da Bela Vista
  • Rancho Folclórico de São Vicente do Pinheiro
  • Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Rio de Moinhos
  • Rancho Folclórico do Centro Social e Cultural de Abragão
  • Rancho Folclórico Infantil de Duas Igrejas

Grupos de cantares

  • Associação Cantarias – Grupo de Cantares Populares
  • Associação Rodribina – Grupo Coral de Rio de Moinhos
  • Escola de Música do Rancho Folclórico “As Moleirinhas de Guilhufe”
  • Grupo Coral de São Martinho de Recezinhos
  • Grupo de Cantares de São Miguel de Urrô (Associação de Desenvolvimento de Guilhufe)
  • Grupo de Cantares Flor de Linho de Abragão
  • Grupo Os Amigos do Cavaquinho de Canelas

Grupos instrumentais

  • Grupo de Cavaquinhos da Associação para o Desenvolvimento de Lagares
  • Grupo de Cavaquinhos de São Miguel de Paredes
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico de Boelhe

O Rancho Folclórico de Boelhe teve a sua origem nos finais da década de 1970, derivado do extinto Grupo de Folclore de Boelhe, integrando na ocasião o Centro Cultural, Recreativo e Paroquial de Boelhe. Inativo durante muito tempo, numa zona essencialmente rural, os seus componentes não esmoreceram e foi através da ação da Associação para o Desenvolvimento da Freguesia de Boelhe que, em maio de 2009, foi retomado o folclore na terra – iniciativa cultural “Pintar Boelhe”.

Desde essa data tem sido desenvolvido um trabalho que permitiu um conhecimento mais profundo dos usos e costumes de Boelhe e das gentes do Tâmega. Honrando o passado, o RFB recorda os dirigentes e impulsionadores de então na ADF Boelhe: Rui Abrantes, Inácio Teixeira, Avelino Silva, Olinda Almeida e Alda Sousa, que muito contribuíram para o sentir e viver do folclore, dos usos e das tradições na terra através do Rancho de Boelhe.

Rancho Folclórico de Ordins

O Rancho Folclórico de Ordins, Associação Cultural é uma pessoa coletiva de direito privado, de base associativa, sem fins lucrativos. Tem como cunho marcadamente cultural que passa por preservar, promover e divulgar o património nacional. São objetivos específicos da Associação:

1. Promover a divulgação, conservação e valorização do nosso folclore, quer a nível interno quer externo, bem como contribuir para o conhecimento e prestígio da nossa freguesia;

2. Fortalecer a cultura local e seus valores históricos, promovendo o intercâmbio cultural com entidades nacionais e ou internacionais que compartilhem de interesses comuns;

3. Dinamização cultural, recreativa, educativa, ambiental e desportiva, desde a realização de espetáculos musicais e culturais, à realização de festividades, quer por iniciativa própria quer de acordo e em articulação com outras entidades;

4. Cooperar com todos os organismos público e privados que possam contribuir para o cumprimento dos seus objetivos, através do trabalho em parceria, tendo como seus principais parceiros: Junta de Freguesia de Lagares; Associação para o Desenvolvimento de Lagares

5. Incentivar o voluntariado nas ações de carácter sócio-cultural.

RFO

Rancho Folclórico de Ordins

Rancho Folclórico de Ordins, Penafiel

Rancho Folclórico de Paço de Sousa

Fundado a 16 de Março de 1975, o Rancho Folclórico de Paço de Sousa é um notável embaixador do folclore da região.

Paço de Sousa, ontem mais do que hoje, tinha um ciclo muito rico de vivências rurais. Hoje, e apesar da passagem vertiginosa do tempo, como conjunto de memórias persiste a recordação dos tempos idos – motivo da existência do Centro Cultural Rancho Folclórico de Paço de Sousa.

O inédito e o pitoresco estendem-se de um extremo ao outro da vila, onde a intensidade dos costumes e ritos que respiram as tradições de um povo rural, mistérios e medos simples duma população acolhedora, fazem desta terra um conjunto harmonioso e sugestivo.

É seu principal objetivo recolher, preservar, reconstruir e divulgar os usos, costumes e tradições que fizeram parte da vivência do seu povo e de uma época.

RFPS

Rancho Folclórico de Paço de Sousa

Rancho Folclórico de Paço de Sousa

Os cantares dos campos, as danças dos terreiros ou eiras, as festas têm épocas marcadas. Porque é que o povo canta? Canta para rezar, canta para adormecer a criança, canta para trabalhar e canta para festejar as colheitas. Assim aparecem as chuladas, os malhões, as canas verdes e os viras.

Grupo Folclórico de Penafiel

O Grupo Folclórico de Penafiel foi fundado a 15 de novembro de 1980. Pertence à antiga região de Entre Douro e Minho. Tem atuado em todo o País e estrangeiro.

Grupo Folclórico de Penafiel

Grupo Folclórico de Penafiel

Rancho Folclórico de S. Miguel de Paredes

O Rancho Folclórico de S. Miguel de Paredes foi fundado a 1 de outubro de 1950. Pertence à Região Etnográfica do Douro Litoral. As suas danças tradicionais são: Verdegar, chula de S. Miguel, Meia volta para a direita, Ó Rosa linda Rosa, Velho, Paredes sempre Paredes, À procura do Amor, Vamos Casar, cana verde, Rosinha vamos para a Eira e malhão de Roda. Os seus trajes são: Lavradeira Rica, Noivos, Ceifeira e Domingueiro.

A tocata é constituída por acordeão, bombo, ferrinhos, violão, a viola, o reque-reque e cavaquinhos. Entre os usos e costumes, destacam-se: Janeiras, Matança do Porco, Magusto e Festival Anual. Tem-se apresentado de Norte a Sul do País.

Rancho Folclórico S. Pedro da Bela Vista

O Rancho Folclórico S. Pedro da Bela Vista foi fundado em 1990. Pertence à Região Etnográfica do Douro Litoral.

As suas danças tradicionais são: malhão, vira, Verdegar, chula, Siga a rusga, tirana, Carvoeiro, Farrapeira, Água Leva O Regadinho, malhão Roubado, Ó Ferreiro Guarda a Filha, Sr. Da Pedra, As Voltas que o Linho Dá. Os seus trajes são: Domingueiro, Ir à Missa, Feira, Trabalho. Da tocata fazem parte: acordeão, concertina, violão, violas, tambor, ferrinhos, roca.

Regista apresentações nacionais de Norte a Sul do País, e internacionais, a França e Espanha.

Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Rio de Moinhos

O Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Rio de Moinhos foi fundado em 12 de fevereiro de 1978. É um fiel representante da sua terra/região. Tendo feito na década de 1980 uma intensiva recolha de danças, cantares e trajes, tendo no seu rico espólio alguns trajes centenários.

O seu folclore, característico da região duriense, ainda encontra algumas influências da antiga região de Entre Douro e Minho. As suas danças são essencialmente de roda, encontrando-se por vezes algumas de filas. Nas danças destacam-se: a chula, o vira em Cruz, o Verdegar, o Senhor da Pedra, a Quadrilha Mandada, as Saias, Sr. dos Remédios, o Iscote, as Cadeiras sem fundo e o vira dos Namorados.

A tocata é constituída por acordeão, concertina, viola braguesa, violão, cavaquinhos, bombo e ferrinhos.

Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Rio de Moinhos

Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Rio de Moinhos

Nos trajes femininos e no que respeita aos trajes de trabalho, usam-se essencialmente chitas e riscados. As sedas e brocados são usados nos trajes mais ricos. Nos trajes masculinos usam-se tecidos de lã, sarrubeco, linho, riscados e cotins. Dentro dos trajes, realçam-se os seguintes: noivos, a mulher rica com sombrinha, mulher rica em traje de missa, a lavradeira em traje de festa, o homem do varino, o homem da croça, a mulher da merenda, a fiandeira; as mulheres: do ripo, da dobadoura, do sarilho; a moleira, o ceifeiro, o lavrador rico em traje domingueiro e o lavrador em traje de trabalho.

Este grupo tem participado em festas, romarias, desfiles etnográficos e festivais de folclore em todos os distritos de Portugal Continental, Espanha e Luxemburgo.

Rancho Folclórico do Centro Social e Cultural de Abragão

Fundado em 20 março de 1981, o Rancho Folclórico do Centro Social e Cultural de Abragão situa-se na Vila de Abragão, na margem direita do Rio Tâmega, a 12 km da cidade de Penafiel, distrito do Porto. Com cerca de 55 elementos, tem como missão expandir a sua tradição, pelos cantares, danças, e representação de figuras típicas da região, exibindo trajes devidamente elaborados manualmente, promovendo a imagem cultural e turística.

Com diversas participações um pouco por todo o lado, o Rancho de Abragão já marcou presença em festivais como nos Arquipélagos da Madeira e Açores, Espanha, França, Itália, Bélgica, Suíça, Bulgária e Roménia. O Rancho exerce um papel importante na dinamização cultural da vila de Abragão. Entre as atividades organizadas pelo rancho, destacar o evento MaioAbrir, Festival Internacional de Folclore e Festa do Emigrante.

RDCCS

Grupo de Danças e Cantares de Cabeça Santa

Grupo de Danças e Cantares de Cabeça Santa, Penafiel

RFDI

Rancho Folclórico Infantil de Duas Igrejas, Penafiel

Rancho Folclórico Infantil de Duas Igrejas, Penafiel

RFSVP

Rancho Folclórico de São Vicente do Pinheiro, Penafiel

Rancho Folclórico de São Vicente do Pinheiro, Penafiel

FOI NOTÍCIA

Em 2018, o portal do Vale do Sousa noticiou que as coletividades do concelho se juntariam à iniciativa da Câmara Municipal de Penafiel, no dia 7 de janeiro, a partir das 14h00, no Pavilhão de Feiras e Exposições. O tradicional “Encontro de Cantares de Janeiras” contaria com a atuação de 32 grupos de cantares, ranchos folclóricos e associações culturais do concelho. Além dos grupos acima, participaram: Agrupamento de Escuteiros 1361 de São Martinho de Recezinhos, Associação de Solidariedade Social de Vila Cova, Centro Cultural e Recreativo de Rio de Moinhos, Grupo Os Montanheses, Associação de Desenvolvimento da Vila de Paço de Sousa, Associação Cultural e Recreativa de Croca, Centro Social de Recezinhos, Associação dos Antigos Gaiatos e Familiares do Norte, Associação de Pais e Amigos dos Diminuídos Mentais de Penafiel (APADIMP), Associação para o Desenvolvimento da Freguesia da Portela.

Destaque o seu grupo!

Destaque Musorbis

Destaque Musorbis

Para inserir um grupo ou historial em falta, envie para Meloteca@meloteca.com: será inserido gratuitamente. A fotografia em destaque neste momento é aleatória. Para ter foto destaque, contactos atualizados e estar no topo durante um ano opte pelo “Destaque Musorbis” (10€).

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/penafiel-rancho-folclorico-do-centro-cultural-e-recreativo-de-rio-de-moinhos.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-15 17:23:512025-02-11 09:18:59Penafiel e o seu folclore
Rancho Folclórico de Recarei, Paredes
Músicas no Concelho

Paredes e o seu folclore

Folclore em Paredes

Tradições, grupos e atividades no Concelho

  • Grupo Danças e Cantares de Lordelo “Os Expansivos”
  • Grupo Folclórico São Pedro de Cête
  • Rancho Cultural de Danças e Cantares Lavradeiras de Lordelo
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Recarei
  • Rancho Folclórico “Os Marceneiros” de Rebordosa
Grupo Danças e Cantares de Lordelo Os Expansivos

Criado a 17 de junho de 1980, o Grupo Danças e Cantares de Lordelo “Os Expansivos” é uma associação de caráter cultural e recreativo, com sede na cidade de Lordelo, concelho de Paredes.

Grupo Danças e Cantares de Lordelo "Os Expansivos"

Grupo Danças e Cantares de Lordelo “Os Expansivos”

Grupo Folclórico São Pedro de Cête
Grupo Folclórico São Pedro de Cête

Grupo Folclórico São Pedro de Cête

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Recarei

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Recarei nasceu em 1984. Foi admitido como membro efetivo da Federação do Folclore Português e do INATEL em 1989. Foi o primeiro grupo do Concelho de Paredes a ser federado. Atuou no festival COFIT, Ilha Terceira, Açores. e apresentou-se um pouco por todo o País. Representou a Região do Douro Litoral no festival da RTP – Algarve, a segunda vez que apareceu na televisão. A primeira, foi numa desfolhada á moda antiga realizada em Recarei, na eira do ti Zé do Cereeiro. Dançou em cantou várias vezes em Espanha, França, Bélgica, Turquia e Polónia.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Recarei

Rancho Folclórico de Recarei, Paredes

Rancho Folclórico de Recarei, Paredes

Os Marceneiros de Rebordosa

Os marceneiros de Rebordosa, Paredes

Rancho Folclórico Os marceneiros de Rebordosa, Paredes

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/paredes-rancho-folclorico-de-recarei.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-15 13:06:502024-10-29 23:02:12Paredes e o seu folclore
Banda Sinfónica da Fundação A LORD
Músicas no Concelho

Paredes e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Paredes

História, bandas de música e atividades filarmónicas no Concelho.

  • Banda de Vilela
  • Banda Filarmónica de Cête
  • Banda Musical de Baltar
  • Banda Sinfónica da Fundação A LORD
Banda de Vilela

A Banda Filarmónica da Associação Recreativa e Musical de Vilela nasceu à sombra da Igreja, como forma de solenizar as cerimónias litúrgicas. Foi fundada em 1860 pelo Padre José Machado e por Bernardino Magalhães que foi o seu primeiro contramestre, tendo como regente o Padre Cardoso, pároco da freguesia vizinha de Duas Igrejas. A Banda tem dado concertos pelas mais diversas regiões do País e no estrangeiro, e tem participado em vários certames e concursos.

Banda de Vilela

Banda de Vilela, Paredes

Banda de Vilela, Paredes, em concerto

ARMV

Banda de Vilela, Paredes

Banda de Vilela, Paredes, em arruada

Banda de Vilela

Monumento à Banda de Vilela

Monumento à Banda de Vilela

O ano de 2008 foi particularmente pleno de atividade musical. Além das tradicionais romarias, a Banda efetuou duas gravações de CD – Simplesmente Nosso e The Submerged City, sendo o segundo gravado para a conhecida editora holandesa Molennar.

Na história mais recente, passaram pela direção artística maestros como: Capitão Pereira de Sousa, Maestro António Lopes – Diretor da então Orquestra Sinfónica Portuguesa, 1º Sargento Músico Daniel Silva, Prof. António Gomes, Prof. Miguel de Oliveira, João Gomes, 1º Sargento Músico Manuel de Abreu Neto, 1º Sargento Músico Armindo Nunes, entre outros.

Monumento à Banda de Vilela

Monumento à Banda de Vilela

Monumento à Banda de Vilela

Banda Filarmónica de Cête

A Associação de Cultura Musical Cetense foi fundada em 1835, embora com outra denominação. Até 1842 não existem quaisquer elementos que nos indiquem o nome do(s) regente(s). A partir dessa data e até 1854, a Banda passou a ser regida por Bandeira, seguindo-se em 1870 o maestro Pedro Romualdo e em 1879 Gabriel da Bouça. Depois (durante dois anos) foi a vez de Bernardino Manete assumir a regência, sendo substituído por José de Sousa Pinheiro, que desempenhou o cargo até 1908.

Banda de Música de Cete

Banda de Música de Cête

Banda de Música de Cête

Nos anos seguintes verificou-se um período de grande desenvolvimento sob a regência de Emídio Nogueira, que se manteve no cargo até 1950. Sucedeu-lhe, nos dois anos seguintes, o Primeiro Sargento Rocha. Em seguida, Emídio Moreira Barbosa (afilhado de Emídio Nogueira), foi maestro até ao ano de 1962.

Entre 1962 e 1985 foi a vez de António Rodrigues, formado regente pelo Conservatório de Música do Porto. De seguida, o cargo de regente foi ocupado por João Teixeira, dedicando-se bastante a esta coletividade no campo da aprendizagem. Em 1990 passou a vez ao seu filho José Comércio Teixeira, contribuindo muito para o seu nível e popularidade. Em 2013, José Pedro Pereira assumiu o cargo de maestro, após 10 anos como flautista nesta instituição. Luís Leite assumiu a regência da Banda de Música de Cête em 2017.

Banda Musical de Baltar

A Banda Musical de Baltar foi fundada em 1860 por habitantes da freguesia. Em meados dos anos 30, Alcino Coelho de Sousa assumiu a direção da Banda, que foi extinta vinte anos depois. Em 1989, Fernando de Freitas Nogueira reergueu a Banda de Baltar. As comemorações dos 157 anos da Associação Cultural e Musical de Baltar assinalaram-se em 2017 e ficaram marcadas pela bênção das novas instalações localizadas na antiga Escola Primária de Baltar. A Banda de Baltar é, atualmente, constituída por 61 elementos com direção musical do maestro Benjamim Vieira. A direção da Associação Cultural e Musical de Baltar está a cargo de Delfim Amadeu Santos.

BMB

Monumento à Banda de Vilela

Monumento à Banda de Vilela

Banda Sinfónica da Fundação A LORD

A Fundação A LORD surgiu por volta de 1993, no seio da Direção da Cooperativa de Electrificação A LORD, C.R.L. Sendo uma entidade privada, sem fins lucrativos, desempenha, desde 1998, um papel importante no combate à exclusão social, auxiliando diversas instituições locais de solidariedade social e apoiando financeiramente algumas famílias desfavorecidas de freguesia de Lordelo. Tem, sob a sua alçada, um conjunto de departamentos – Auditório, Biblioteca, Cooperação, Escola de Artes, Formação Profissional e Museu.

A Banda Sinfónica da Fundação A LORD foi criada em 2012.

É composta por jovens instrumentistas de sopro, percussão e cordas. Aproveitando a tradição enraizada das bandas filarmónicas, esta orquestra pretende desenvolver com elas um trabalho complementar e alternativo. Tem também como objetivo evoluir para um processo de semiprofissionalização, numa lógica de interação com outros grupos quer em espaços ao ar livre, quer em auditórios ou salas de concerto. Pretende levar a cabo classes de aperfeiçoamento com professores de reconhecido mérito artístico. Propõe-se, ainda, realizar concertos, convidando maestros e solistas, bem como participar em concursos nacionais e internacionais.

Neste âmbito, tem vindo a apresentar alguns concertos, participando, em 2014, no I Concurso Internacional de Bandas “Filarmonia D’Ouro”, organizado pela Academia Portuguesa de Banda em parceria com Cardoso & Conceição, tendo conquistado o 2.º prémio na secção académica.

Em 2015, obteve o 2.º prémio na segunda categoria, no II Certame Internacional de Bandas de Música Armónico, em Zamora, e o 1.º prémio, no II Concurso Internacional de Bandas “Filarmonia D’Ouro”, organizado pela Academia Portuguesa de Banda.

Em 2016, conquistou o 2.º lugar do 1.º prémio da 1.ª secção, no III Concurso Internacional de Bandas “Filarmonia D’Ouro”, organizado pela Academia Portuguesa de Banda.

A Orquestra da Fundação A LORD tem como maestro e diretor artístico o professor Rui Leal.

Fonte: Banda Sinfónica da Fundação A LORD

Banda Sinfónica da Fundação A LORD

Banda Sinfónica da Fundação A LORD

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/banda-sinfonica-da-fundacao-a-lord-paredes-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-15 10:21:302023-09-19 10:44:58Paredes e as suas filarmónicas
Filarmónica União Praiense
Músicas no Concelho

Praia da Vitória e as suas filarmónicas

Bandas Filarmónicas da Praia da Vitória

Bandas de música, história e atividades no Concelho

[ No que se refere às filarmónicas, o projeto Musorbis está apenas a começar, sendo previsível que até ao final do ano todas as bandas possam estar na plataforma. O processo pode ser acelerado com a cooperação dos interessados no que se refere a historiais e fotografias em falta. ]

Associação Filarmónica Cultural e Recreativa de Santa Bárbara da Fonte do Bastardo

A AFCRSBFB foi fundada em 1985. Possui cerca de 55 músicos com idades entre os 12 e os 70 anos e mantém em atividade uma escola de música. Efetua, anualmente, cerca de três dezenas de serviços em eventos.

Associação Filarmónica Cultural e Recreativa de Santa Bárbara da Fonte do Bastardo

Associação Filarmónica Cultural e Recreativa de Santa Bárbara da Fonte do Bastardo

Em 1985, efetuou a sua primeira tocata fora da freguesia (Procissão do corpo de Deus em Angra do Heroísmo). Tocou em touradas, festivais de música popular, festivais de bandas, concertos, coroação do Espírito Santo, bodos, desfiles. Em 2015, obteve o 2º lugar no segundo Concurso de Filarmónicas da Ilha Terceira, realizado na Agualva, bem como o prémio de melhor solista. Ainda em 2015, gravou um CD no Auditório do Ramo Grande.

Filarmónica das Fontinhas

A Filarmónica das Fontinhas, sediada na freguesia freguesia do mesmo nome, foi fundada em 1884, por José Constantino Cardoso, que foi seu maestro durante quarenta e três anos. Fez a primeira atuação pública nesse ano, nas festas da Nossa Senhora da Pena, nas Fontinhas. Nas últimas duas décadas do século XIX, atuava por todo o concelho praiense. Com frequência tocava nas touradas de praça, na extinta Praça de Touros da Praia da Vitória. Entre 1902 e 1904, foi a única do seu género que existiu em toda a área do concelho praiense, sendo responsável por todas as atuações em festas do referido município.

Filarmónica das Fontinhas

Filarmónica das Fontinhas

Até 1929, sem estatutos, era constituída por um grupo de músicos que se responsabilizavam pela compra dos seus próprios instrumentos. Nesse ano, devido a divergências entre o seu regente, Joaquim Mendes Borba, e os músicos por causa de uma tocata em honra a um dos irmãos Goulart, imigrante e recentemente vindo do Brasil, deu-se uma cisão entre o grupo. O professor Lucindo Ávila Costa, nesse momento, desempenhou um papel fundamental na manutenção da atividade musical tendo fundado, com o grupo que restou da cisão, a Sociedade Musical Recreio das Fontinhas. Nos tempos que se seguiram, foram diversas as atuações que a filarmónica efetuou por toda a ilha sob o comando de vários regentes. José Borges Leal Pamplona, que era músico desta agremiação musical desde 1928, tornou-se seu maestro na década de 40, cargo que acabou por ocupar até 1995, tornando-se numa figura incontornável na história da filarmónica, bem como o  responsável musical que por mais tempo a regeu.

Em 1976, começaram as conversações entre a Sociedade Instrutiva União das Fontinhas (popularmente designada por Salão) e a Sociedade Musical Recreio das Fontinhas (Filarmónica) tendo o resultado das mesmas dado origem à fusão das duas sociedades, pelo que foram aprovados os estatutos em 1979, com o nome atual de Sociedade Musical União das Fontinhas. Em 1996, a filarmónica deslocou-se aos Estados Unidos da América. No ano de 2000, deslocou-se a S. Miguel e, em 2004, à ilha de S. Jorge. Em agosto de 2011, efetuou uma deslocação a Portugal continental, a Alqueidão, no âmbito de um protocolo de intercâmbio cultural. É constituída por cerca de 4 dezenas de músicos e possui uma escola em plena atividade, que prepara os novos elementos que, mais tarde, a integrarão e lhe darão continuidade.É a mais antiga do concelho da Praia.

Filarmónica do Sagrado Coração de Jesus

A Filarmónica do Sagrado Coração de Jesus, da freguesia dos Altares, Concelho de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira – Açores), foi fundada em 1879. Possui uma sede que foi inaugurada 1949.  Mantém uma escola de música a funcionar regularmente, há cerca de 45 anos, e participa em diversas manifestações culturais da Ilha. Possui cerca de 23 elementos e dezena e meia de alunos.

Em 2000, deslocou-se à Ilha das Flores, a fim de participar nas Festas da Semana do Emigrante. De passagem pela ilha do Faial, efetuou um concerto na Praça do Infante da cidade da Horta, tendo sido este a sua primeira atuação fora da ilha Terceira. De 1 a 6 de setembro de 2000, recebeu, durante as Festas de Nossa Senhora de Lurdes dos Altares, a Banda Filarmónica de Alvega (Abrantes) no âmbito dum intercâmbio que continuou no ano de 2001, com a deslocação da Filarmónica do Sagrado Coração de Jesus a Alvega. Em 2004, celebrou 125 anos de existência. Em setembro de 2008, deslocou-se à ilha de S. Miguel, freguesia de Faial da Terra, no decorrer das festas de Nossa Senhora da Graça. Participa nas procissões da freguesia, impérios do Divino Espírito Santo, festa de natal e do dia da freguesia (julho). Acompanha as tradicionais marchas de S. João e participa nos desfiles de filarmónicas que, habitualmente, ocorrem nas grandes festividades da Ilha – Sanjoaninas e Festas da Praia.

Filarmónica Lira Espírito Santo de Vila Nova

A Filarmónica Lira Espírito Santo de Vila Nova, Concelho da Praia da Vitória (Ilha Terceira, Açores), foi criada em 1955. Depois de um peditório pela freguesia que não gerou a quantia necessária para atingir os objetivos, foi decidido que a Irmandade do Espírito Santo comparticiparia o montante em falta, ficando, por isso, a então denominada Filarmónica Lira Espírito Santo de Vila Nova, associada àquela instituição.

Apenas em 1966, após a inauguração do edifício que era sede da Sociedade Instrução e Recreio de Vila Nova, a Filarmónica passou a ter sala própria para ensaios, em vez de os efetuar na despensa do Império, mas continuando vinculada à Irmandade. Em 2004, esta agremiação musical ficou, finalmente, a fazer parte dos estatutos da referida sociedade, passando esta a chamar-se Sociedade Filarmónica de Vila Nova. Constituída por cerca de 45 elementos, com idades entre os 9 e os 68 anos, a filarmónica possui uma escola de música com mais de 10 alunos que, mais tarde, integrarão o seu corpo de músicos. Durante o ano, a banda realiza entre 20 a 25 atuações em diversos eventos culturais, procissões, coroações, bodos, desfiles, concertos, pezinhos e marchas populares.

Filarmónica União de São Brás

A Filarmónica União de São Brás, da freguesia com o mesmo nome, Concelho da Praia da Vitória (Ilha Terceira, Açores), foi fundada em 1984. Possui cerca de 36 músicos executantes. Mantém uma escola com cerca de uma dezena de aprendizes, aos quais são ministrados conhecimentos de educação musical para, mais tarde, integrarem o corpo de músicos desta instituição e garantirem a continuidade.

Com uma média de 25 atuações por ano, em eventos de natureza religiosa e profana, a Filarmónica participou no Festival de Bandas do Porto Judeu, no Concurso de Bandas da Agualva, nas Festas Concelhias da Praia da Vitória, nas Festas de Santa Maria Madalena na ilha do Pico, em 1996, nas Festas de São Mateus da ilha Graciosa, em 2004, nas Festas de Nossa Senhora de Lurdes na ilha do Faial em 1999 e 2010 e, em 2013, nas Festas do Divino Espírito Santo na Fajã dos Vimes, ilha de São Jorge. A iniciativa da fundação de uma filarmónica em São Brás, partiu do então recém-nomeado Pároco, Padre Abílio de Morais, cerca de um ano e meio após a sua entrada na freguesia, em 1983.

Filarmónica União Praiense

A Filarmónica União Praiense da freguesia de Santa Cruz da Praia da Vitória foi fundada em 1904, pelo Pe. José de Sousa Pereira. É constituída por cerca de 36 elementos com idades entre os dez e os 67 anos e mantem em atividade uma escola que prepara uma média de 15 alunos para virem a integrar o corpo de executantes. Possui como Sede Social parte do antigo convento de São Francisco, sito à Rua Serpa Pinto, na cidade da Praia da Vitória.

Filarmónica União Praiense

Filarmónica União Praiense

Desde o início do século XIX e durante os primeiros cinquenta anos, foi da Filarmónica União Praiense que saíram as mais elevadas iniciativas culturais do Concelho a que pertence. Além das participações no calendário cultural da ilha, esta filarmónica representou a Praia da Vitória em memoráveis digressões pelos Açores e Portugal Continental (ilhas de S. Jorge, Pico e Faial, Montemor-o-Velho, Tondela, Expo 98, em Lisboa. Com a construção de novas instalações, que deram uma melhor resposta ao ensino da música através de salas devidamente preparadas para aulas práticas, como também uma grande melhoria no que diz respeito à Banda Filarmónica, esta com uma sala de ensaios sonorizada para o efeito. A comemoração do primeiro Centenário da Filarmónica União Praiense realizou-se no dia 20 de março de 2004. O instrumental da filarmónica durante uma época de crise, chegou a estar à venda, assim como o seu fardamento. Valeu a intervenção decidida de um praiense, o António da Silva, mais conhecido por “António Maminha”.

Sociedade Filarmónica Espírito Santo da Agualva

A Sociedade Filarmónica Espírito Santo da Agualva (SFESA) foi fundada em 1922. Os primeiros instrumentos da filarmónica foram comprados através de um peditório realizado na freguesia e com o apoio do Dr. Ávila Gonçalves. A SFESA era constituída, à altura, por pouco mais de dez elementos que serviam o Espírito Santo e abrilhantavam as festividades em honra da padroeira da freguesia, Nossa Senhora do Guadalupe.

A atual sede, alvo de várias remodelações ao longo dos anos, foi construída por voluntários num espaço cedido por um habitante da Agualva. A filarmónica iniciou as digressões em 1995, sob regência de Avelino Lourenço, tendo-se deslocado à ilha Graciosa, mais propriamente à freguesia da Luz. Também sob a sua regência, fez digressões pelo Pico (Lajes, 1996), São Jorge (Topo, 2001), São Miguel (2002), Estados Unidos da América (2005) e São Jorge (Santo Antão, 2008). Em 2010, assumiu a regência Hélder Lourenço, tendo a banda realizado outra digressão à Graciosa naquele ano. Com a nova regência, a Banda da Sociedade Filarmónica Espírito Santo da Agualva, iniciou um percurso que incluiu algumas atuações na Praça de Toiros da Ilha Terceira que reverteram a favor das vítimas das enxurradas da freguesia da Agualva ocorridas em dezembro do ano anterior.

A partir daí, as tocatas em touradas de praça passaram a ocorrer com mais frequência. De facto, a 4 de agosto de 2014 a SFESA tocou na tourada da edição daquele ano das Festas da Praia, que teve transmissão em direto na RTP1. Nesse ano, a filarmónica desdobrou-se em vários projetos de iniciativa própria, tendo realizado, por exemplo, uma formação musical nos dias 10, 11 e 12 de outubro com os formadores Paulo Almeida (clarinetes e saxofones), Edgar Marques (metais) e o próprio maestro Hélder Lourenço (percussão). Realizou também na sua sede o “I Concurso de Bandas Filarmónicas” da SFESA, que contou com a participação de sete bandas da ilha, incluindo a Orquestra de Sopros da Ilha Terceira e a própria SFESA (extraconcurso), e de um júri composto por Hugo Costa, o compositor Hélder Bettencourt e o presidente da Federação de Bandas Filarmónicas dos Açores, Marco Torre. A filarmónica conta com cerca de 55 elementos.

Sociedade Filarmónica Espírito Santo da Agualva, da Praia da Vitória

Sociedade Filarmónica Espírito Santo da Agualva, da Praia da Vitória

Sociedade Filarmónica Progresso Biscoitense

A Sociedade Filarmónica Progresso Biscoitense (freguesia dos Biscoitos), foi fundada em 1932 pelo Padre Aníbal do Rego Duarte. Possui mais de quatro dezenas de músicos com idades entre os 13 e os 67 anos e mantém em atividade uma escola de música com cerca de 10 alunos que se preparam para virem a integrar o corpo de músicos. Realiza uma média anual de 35 atuações em eventos culturais de natureza religiosa e profana.

Além dos serviços realizados na ilha Terceira, efetuou em diversas ilhas do arquipélago atuações integradas em programas festivos, na freguesia de Santo Antão, na ilha de S, Jorge, no ano de 1996; nas vilas de S. Roque do Pico, em 1997 e das Lajes em 2001, na Vila de Santa Cruz da Graciosa, em 2000, em S. Mateus da Praia da Graciosa em 2006, na Vitória e freguesia do Guadalupe em 2013. Eefetuou, em 2002, uma deslocação à Madeira. Depois de instalada, provisoriamente, na casa da dispensa do Império do Caminho do Concelho, a SFPB tem a sua sede na atual Rua Aníbal Nunes Cota, num edifício construído, a partir de 1948.

Além de contribuir para o enriquecimento das festas locais religiosas e profanas, foi também pioneira, impulsionadora e anfitriã de teatro (“As Comédias”), Tuna, grupos de música popular, ranchos de matanças, danças carnavalescas e danças de Páscoa. O seu primeiro instrumental foi comprado em segunda mão a uma banda militar, tendo mais tarde a Secretaria Regional da Educação e Cultura fornecido instrumentos novos, registando-se ao longo dos anos alguma renovação do mesmo.

Sociedade Filarmónica Progresso Biscoitense

Sociedade Filarmónica Progresso Biscoitense

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/praia-da-vitoria-fup.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-14 17:11:102021-06-21 11:35:06Praia da Vitória e as suas filarmónicas
Banda Visconde de Salreu, Estarreja
Músicas no Concelho

Estarreja e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Estarreja

Bandas de música, história e atividades no Concelho

[ No que se refere às filarmónicas, o projeto Musorbis está apenas a começar, sendo previsível que até ao final do ano todas as bandas possam estar na plataforma. O processo pode ser acelerado com a cooperação dos interessados no que se refere a historiais e fotografias em falta. ]

Banda Bingre Canelense

A Banda Bingre Canelense foi fundada a 26 de março de 1865, com o nome de Sociedade Musical União Canelense, que manteve até 1932, passando depois a denominar-se Banda Bingre Canelense, homenageando o poeta Francisco Joaquim Bingre, conhecido por ” O Cisne do Vouga”, nascido em Canelas. A 6 de outubro de 1967, com a aprovação dos seus estatutos, adotou a denominação “Sociedade Recreativa e Musical Bingre Canelense”. Reconhecida como Instituição de Utilidade Pública, vem proporcionando à comunidade de Canelas e do concelho de Estarreja, o ensino da música a todos aqueles que a desejem aprender.

BBC

Banda Bingre Canelense, de Estarreja

Banda Bingre Canelense, de Estarreja

Mantém em funcionamento regular, há mais de 30 anos, a sua escola de música, frequentada por alunos nos vários níveis. A Escola de Música Francisco Bingre prepara e forma novos músicos para a Banda. Das fileiras da Banda de Música saíram elementos que se inseriram em bandas militares das Forças Armadas, em orquestras e outras formações musicais de grande relevo no contexto nacional. Outros músicos da Banda Bingre Canelense tornaram-se professores de música em conservatórios, universidades ou maestros. Alguns continuam dedicadamente integrados na “sua” Banda. É a mais antiga coletividade do Concelho de Estarreja e uma das mais antigas do Distrito de Aveiro.

Tem participado em diversos festivais de Bandas, sendo de destacar a sua participação em 2003, no XXI Festival de Bandas da Ilha da Madeira, realizado na Ribeira Brava, assim como a atuação da sua Orquestra Juvenil, em setembro de 2004, em La Riche, França. Organizou pela primeira vez, no ano de 2017, o Festival Internacional de Música Filarmónica Francisco Bingre, certame que conta com um estágio dirigido a jovens músicos e diversos concertos realizados por diversas bandas participantes. O sucesso da 1ª edição do FIMFAB levou a que o projeto tivesse continuidade e se viesse a realizar o FIMFAB 2018, em abril. Conta com seis dezenas de músicos no seu quadro permanente.

Fernando Artur Rainho Valente, maestro

Fernando Artur Rainho Valente, maestro

Fernando Artur Rainho Valente foi Maestro da Banda Bingre Canelense, durante muitos anos. Foi o Professor de uma geração de músicos, na Escola de Música da Banda e no Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda Visconde de Salreu

A Banda Visconde de Salreu foi fundada a 1 de outubro de 1925, embora o “sonho” de constituir uma Banda Filarmónica remonte a finais do séc. XIX.  Em maio de 1927, a Banda apresenta-se em público pela primeira vez. Pedro Calado foi seu primeiro regente. Obteve em 1939 e 1958, primeiros prémios em concursos de bandas no Distrito de Aveiro e no Município da Maia, respetivamente. Além das festas religiosas, participa em encontros de bandas de Norte a Sul do país, e em Espanha.

BVS

Banda Visconde de Salreu, Estarreja

Banda Visconde de Salreu, Estarreja

Fora do contexto filarmónico, tem no seu currículo a apresentação de concertos barrocos (integrando a dança e a poesia), um dos quais apresentado na Quinta do Visconde de Salreu, concertos românticos, festivais da canção, tributos ao fado, concertos de variedades, concertos corais, espetáculos com o tenor Carlos Guilherme e musicais, destacando-se a comédia musical “A Padeira de Aljubarrota” estreada no Cine-Teatro de Estarreja e representada no Porto.

Do seu curriculum consta ainda um Concerto Coral Sinfónico apresentado no Parque Municipal do Antuã com 8 corais e com a presença do Grupo de Motards os Samaritanos, envolvendo cerca de 400 pessoas. Todos os arranjos e originais foram compostos pelo maestro Afonso Alves. Em 2015, e a convite da Ordem Soberana e Militar de Malta, executaram-se os hinos propostos para receber, no mosteiro de Leça do Balio, o Príncipe e Grão-Mestre da Ordem Matthew Fating e a maior parte da realeza europeia.

Possui uma Escola de Música com seis dezenas de alunos que ainda não integram a Banda, organizada com 11 monitores.  Tem a Banda sede própria, fruto da generosidade de muitos emigrantes, mas a um estará eternamente grata: ao grande mentor e concretizador da obra: António Zagala. Recebeu a Medalha de Mérito Municipal de Estarreja em 2005. Com uma atividade e projetos culturais inovadores, é seu objetivo atingir patamares de qualidade cada vez mais elevados. O maestro e compositor Afonso Alves é o diretor artístico da BVS e do Orfeão por si fundado em 2011, que conta com 32 coralistas.

Banda Club Pardilhoense

A Banda Club Pardilhoense foi constituída a 4 de novembro de 1874, com o nome de “Filarmónica União Pardilhoense”. Foi o seu principal fundador e grande protetor o Padre António Joaquim Silva Vigário e Matos, conhecido por Padre Cura, auxiliado pelo Mestre Régio Padre José Lopes Ramos e por António Joaquim da Silva Vigário, seu principal instrutor, entre outros. Manuel Almeida, um dos fundadores, foi quem assumiu a regência da banda, mas pouco tempo depois passou o testemunho a Rodrigo António Fidalgo, ficando como contramestre e regente da orquestra. O primeiro local de ensaio foi a residência do Padre Vigário e Matos.

BCP

Banda Clube Pardilhoense, Estarreja

Banda Clube Pardilhoense, Estarreja

Quando, em 1926, a Filarmónica União se integrou no Club Pardilhoense passou a designar-se por “Banda Club Pardilhoense”, sendo mais conhecida por Banda Velha de Pardilhó, uma vez que, entretanto, tinha sido constituída uma outra Banda na freguesia, conhecida por Banda Nova, que já não existe. Foi José Lopes, falecido em 2003, quem procedeu a uma grande renovação e valorização da banda, tendo para tal criado uma Escola de Música, onde são ministradas aulas gratuitas a crianças e jovens que pretendam integrar a Banda Club Pardilhoense. Desde 2009, a Direção Artística da Banda ficou a cargo do Maestro Martinho Rodrigues, natural de Pardilhó, que iniciou a sua formação musical na Banda Club Pardilhoense.

A Escola de Música conta atualmente com cerca de 50 alunos, sendo a sua formação assegurada por elementos da Banda e por professores credenciados. A Escola funciona neste momento em dois módulos, “Iniciação” e “Avançado”, permitindo assim que a partir dos 5 anos de idade os alunos possam já ter contacto com a música. A Banda Club Pardilhoense tem sido convidada a participar em algumas das mais reputadas romarias do país. A gravação do primeiro CD da história da Banda aconteceu em 2014.

A Banda Club Pardilhoense executa os mais diversos números musicais, desde a música clássica, passando pela religiosa e popular, com um vasto reportório. Constituída por 65 elementos, realizam entre 30 a 40 atuações durante o ano. Saíram da Banda Club Pardilhoense grandes músicos, destacando-se o Major Aurélio da Silva e Pinho, antigo Maestro da Banda da Força Aérea.

Fontes:

A informação relativa a Paulo Bandeira, Angelina Rodrigues, Ricardo Silva, Pedro Silva, Samuel Marques, Renata Oliveira, Luzia Vieira, Miguel Valente, Inês Pinto, Ricardo Rosas foi dada por Ricardo Antão.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/estarreja-banda-visconde-de-salreu.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-14 16:21:362024-11-10 12:04:04Estarreja e as suas filarmónicas
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