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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Grupo Coral da Freguesia de S. João de Negrilhos
Músicas no Concelho

Aljustrel e os seus coros

Grupos corais de Aljustrel

a) O “cante”, “património vivo” do Alentejo, é uma expressão genuína da tradição vocal profundamente enraizada na alma do povo alentejano, determinante para a conservação da sua identidade cultural e que constitui simultaneamente uma referência fundamental da região.

b) O modo de cantar e o amor ao “cante” estão intrinsecamente ligados à memória do tempo em que os cantadores tinham uma ligação profunda ao trabalho e ao mundo rural. Mesmo com essa memória e esse tempo a desaparecer, o “cante” mantém intactas as características da sua expressão vocal, a solenidade e a paixão na sua interpretação. Desse modo, o “cante” dificilmente será cantado e interpretado fora do contexto em que nasceu, ou seja, no Alentejo e pelo povo alentejano.

c) Apesar destas características, a sobrevivência do “cante” alentejano obriga a que seja prestada uma atenção permanente a novas formas de sensibilização dos “jovens”, através de grupos corais juvenis, da divulgação e da “aprendizagem” nas escolas bem como objecto de estudo nos conservatórios.

d) Os Grupos Corais estão, de um modo geral, “envelhecidos”, carentes de vozes novas e a exigir renovação. Devem por isso criar condições para atrair cantadores jovens, abrindo-lhes as portas e aceitando-os com entusiasmo e sem quaisquer complexos, disponibilizando-lhes os ensinamentos necessários. (Fonte: www.cantoalentejano.com)

Grupo Coral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira

Já se cantava nas lavouras do Alentejo quando surgiram os grupos corais organizados, mas o primeiro grupo nasceu no operariado mineiro. O grupo foi fundado em 1926. Dois anos mais tarde adotou o nome que ainda hoje tem, Grupo Coral do Sindicato da Indústria Mineira. “Os Mineiros de Aljustrel” são o mais antigo grupo de cante alentejano. Teve o seu auge no período pós-industrialização, devido ao facto de proliferarem em Aljustrel as chamadas tabernas (escola do cante).

O grupo é composto por elementos dos 16 aos 75 anos, sendo que na faixa dos 20 aos 30 anos temos 5 elementos depois dos 30 aos 50 temos 7 elementos, os restantes estão entre os 50 e 65 anos sendo que apenas temos 3 com idade superior a 70 anos. Na sua maioria são mineiros ou ex-mineiros que, através do seu cante, retratam a vida dura do mineiro. Também cantam o Alentejo de que são um dos grupos mais emblemáticos.

Com o seu traje de mineiro (calça e camisa de cotim, azul escura, capacete e lanterna), são embaixadores de uma classe operária mundial, onde todos os mineiros do mundo respeitam e sentem de forma profunda cada palavra do cancioneiro. Mesmo no período mais difícil da comunidade mineira de Aljustrel, estes homens através do cante, sempre estiveram na linha da frente fazendo da moda alentejana uma arma, contribuindo assim de forma ativa (e com o que podiam), para que hoje a laboração das minas de Aljustrel fosse uma realidade.

No seu currículo, contam-se milhares de atuações em Portugal e no estrangeiro, com uma média de 35 a 40 atuações por ano. Atuaram em televisão, no Festival da Canção de 1989, programa 1,2,3, Cerimónia de entrada de Portugal na CEE, entre outras. Na sua discografia constam 2 discos, 2 cassetes e 2 CD.

Grupo Coral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira

Grupo Coral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira

Largo do Mineiro, nº 15 – 7600 ALJUSTREL

Grupo Coral «Os Cigarras» do Centro Republicano de Aljustrel

Centro Republicano de I. e R. Aljustrelense
R. 5 de Outubro, nº 126 – 7600 ALJUSTREL

Grupo Coral «As Margens do Roxo»

A 30 de agosto de 2013 O Correio do Alentejo noticiou que o Grupo Coral “Margens do Roxo”, de Ervidel, lançava nesse dia novo CD. O álbum é composto por 12 modas, a maioria originais e outras do cancioneiro alentejano. A cerimónia de lançamento do álbum “O eco de quem trabalha” decorreria a partir das 18h30 no Centro Cultural de Ervidel e contaria com a participação do autor dos textos que acompanham o CD do álbum, o antropólogo António Lains Galamba. Segundo a Junta de Freguesia de Ervidel, o lançamento do álbum “é uma forma de valorizar e perpetuar a riqueza do cante alentejano, como património vivo, imaterial”.

R. de Lisboa, nº 11 – 7600 ERVIDEL

Grupo Coral “Rosas de Abril”

Bairro da Escola, nº 5 – 7600-503 RIO DE MOINHOS

Grupo Coral Feminino Flores de Primavera

O Grupo Coral Feminino “Flores da Primavera” foi fundado em 1979, em Ervidel. Canta modas de autoria da presidente e ensaiadora do grupo, Maria Teresa Silva, como “Sou filha do Alentejo”; “Flores de Primavera”; “Se fores a Ervidel”; “Ervidel és minha terra”; “Adegas em Ervidel”. Tem como atual ensaiadora do grupo Maria Teresa Silva. Os “altos” são Maria Teresa Silva; Judite Mata e o “ponto” é Maria Teresa Silva. A presidente em outubro de 2018 é Maria Teresa Silva.

Rua das Eiras de Cima n.º 1 | 7600 ERVIDEL

Grupo Coral da Freguesia de S. João de Negrilhos

GCFSJN

Grupo Coral da Freguesia de S. João de Negrilhos

Grupo Coral da Freguesia de S. João de Negrilhos

Montes Velhos – 7600 S. JOÃO DE NEGRILHOS

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

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Rancho Folclórico "Verdes Campos" de Jungeiros
Músicas no Concelho

Aljustrel e o seu folclore

Folclore em Aljustrel

Tradições, grupos etnográficos e atividades no Concelho

  • Alentejo (Baixo Alentejo)
  • Distrito: Beja

04 grupos

  • Grupo Coral do Sindicato dos Mineiros de Aljustrel
  • Grupo Coral Os Cigarras
  • grupo etnográfico de Danças e Cantares “Planície Alentejana”
  • Rancho Folclórico Verdes Campos de Jungeiros
grupo etnográfico de Danças e Cantares “Planície Alentejana”

O grupo etnográfico de Danças e Cantares “Planície Alentejana” foi fundado em 1996, tendo-se constituído como associação em 22 de dezembro de 1998.

Tem a sua sede no lugar de Montes Velhos, freguesia de São João de Negrilhos. O seu objetivo principal é recolher, preservar e divulgar as danças, cantares, trajes e tradições da sua terra.

Os principais temas do seu reportório, recolhidos em Montes Velhos, são os seguintes: Vai de Centro ao Centro; Andorinha Andar Andou; Valsa Alentejana; Quatro Raparigas; e Ao Passar a Passadeira.

Montes Velhos – 7600
S. JOÃO DE NEGRILHOS

Grupo Etnográfico de Danças e Cantares “Planície Alentejana”

grupo etnográfico de Danças e Cantares “Planície Alentejana”

Rancho Folclórico Verdes Campos de Jungeiros

Sediado em Jungeiros, 7600, S. São João de Negrilhos, o Rancho Folclórico Verdes Campos de Jungeiros surgiu depois de um grupo de pessoas ter participado nas marchas populares e achar que se deveria fazer algo mais pelos usos e costumes da aldeia. O Rancho fez a sua primeira aparição ao público no dia da Padroeira da terra, Senhora da Conceição, 8 de dezembro de 1987. Foi registado com o mesmo nome no Cartório Notarial de Aljustrel no ano seguinte, sendo o 1º Rancho do Concelho. O seu elenco é composto por 44 elementos com idades entre os 2 e os 70 anos. Tem por objetivo recolher, estudar e divulgar os usos, costumes, danças e cantares do povo, bem como ocupar os tempos livres dos jovens.

Os trajes existentes representam algumas das atividades mais importantes na região, ceifeiro, mondadeira, lavadeira, manageiro, boieiro, aguadeira, limpador, padeira, moleiro, criada de servir, azeitoneira, azeitoneiro, pastores de ovelhas e porcos, trajes de trabalhos na eira, noivos e trajes de Domingo,

O rancho tem participado em vários eventos como o Piquenicão em Mafra, Ovibeja, Rural Beja, Feira do Campo, Festas e romarias de Norte a Sul do Pais, Festivais de Folclore. A tocata inclui acordeões, reco, bombo, ferrinhos, pandeiretas.

Jungeiros está situado no coração do Baixo Alentejo a 35 km de Beja, no concelho de Aljustrel, Freguesia de São João de Negrilhos. A freguesia é constituída por três aldeias, com cerca de 2000 habitantes. Está filiado no INATEL, e tem como atividades divulgar o Folclore, cantar as Janeiras e os Reis, tocar o Sábado Aleluia, matança do porco, e a realização do seu Festival, no 1º fim-de-semana de julho.

São suas modas: Ao romper da bela aurora, Saudação da nossa terra, Ceifeiras do Alentejo, Erva Cidreira, Moda dos passinhos, Valsa do Amor, Pavão, Tenho sede lindo amor da-me água, Aljustrel é nosso concelho, Erva loira, Moda da carrasquinha, Papagaio da pena amarela, Ai morena, Vaio ao centro ao meio, Freixeiro, Casaca amarela, Triste viuvinha, vira virando, Alentejo sol e trigo.

Rancho Folclórico "Verdes Campos" de Jungeiros

Rancho Folclórico “Verdes Campos” de Jungeiros

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Aljezur
Músicas no Concelho

Aljezur e as suas filarmónicas

Filrmónicas de Aljezur

História, tradições musicais e músicos do Concelho

Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Aljezur

No seu portal, a Câmara de Aljezur noticiou a 3 de setembro de 2019 o reconhecimento do “trabalho de excelência da Escola de Música e da Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Aljezur”

BFAHBVA

Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Aljezur

Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Aljezur

BFAHBVA

Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Aljezur

Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Aljezur

Foi assinado, no mês de Agosto, novo protocolo entre a Câmara Municipal de Aljezur, pelo seu Presidente, José Gonçalves e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Aljezur – Banda Filarmónica e Escola de Formação Musical, pelo seu Presidente, João Cabral.
A Autarquia reconhece assim o trabalho desenvolvido, no âmbito cultural e mais propriamente na formação musical, com a sua escola de música e com a Banda Filarmónica, um dos embaixadores do Município de Aljezur.

A Câmara Municipal de Aljezur, reconhecendo a importância desta instituição, continua empenhada em manter o apoio na manutenção e afirmação de todas as vertentes que desenvolve, nomeadamente no trabalho desenvolvido pela sua Banda Filarmónica, embaixador cultural do Município de Aljezur, assim como o reconhecimento pela qualidade do trabalho desenvolvido com os jovens do concelho.

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Aljezur criou em 1988 a sua Banda Filarmónica, à qual associou a Escola de Música, sendo desde então um projeto socioeducativo e cultural de interesse relevante para o concelho de Aljezur, que tem vindo a envolver músicos das várias camadas etárias, onde neste momento a banda tem cerca de 40 músicos, assim como a escola de música que movimenta cerca de 30 alunos.

A Banda Filarmónica encetou um processo de renovação, considerando que é de todo o interesse que o maestro esteja disponível a tempo inteiro para esta função, com vista a uma melhor gestão e funcionamento da banda, nomeadamente para realizar ensaios com os seus jovens músicos a horas menos tardias e que não conflituem com os seus compromissos escolares.

Ambas as instituições estão de acordo sobre a necessidade de rever e atualizar o acordo de cooperação existente entre as partes, sendo de elementar justiça e de maneira a garantir a presença do Maestro Ricardo Pires à frente da escola de música e enquanto Maestro da Banda Filarmónica, onde tem sido desenvolvido um trabalho de excelência, quer no ensino e na formação musical onde a Banda tem vindo a crescer, quer em termos de quantidade de elementos e em termos da sua qualidade musical.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Rancho Folclórico o Plátano de Alijó
Músicas no Concelho

Alijó e o seu folclore

Folclore em Alijó

Tradição, atividade e grupos folclóricos no Concelho

  • Região: Trás-os-Montes e Alto Douro (Alto Douro)
  • Distrito: Vila Real

02 grupos

  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Sanfins do Douro
  • Rancho Folclórico da Associação Cultural “O Plátano de Alijó”
Rancho Folclórico da Associação Cultural “O Plátano de Alijó”

Associação Cultural que defende e preserva os costumes e tradições da Região do Douro, mais precisamente da freguesia de Alijó.

RCPA

Rancho Folclórico o Plátano de Alijó

Rancho Folclórico o Plátano de Alijó

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Sanfins do Douro

A origem deste grupo data dos anos 1960, quando ainda eram muito frequentes as organizações de oferendas para o Hospital Municipal. Em cada cortejo, principalmente a juventude, era mobilizado e trajando a rigor, desfilava, dançando e cantando as suas modas. Em 1981 nasceu oficialmente o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Sanfins do Douro e em 2001 passou a designar-se Rancho Folclórico da Associação Cultural e Social de Sanfins do Douro.

Este pretende representar uma Roga de vindimadores, em que os trabalhos campesinos têm a sua máxima expressão na Dança das Vindimas. É formado também por um grupo de cantadores de Reis ou Janeiras, que têm vindo a somar êxitos em todas as suas atuações. O seu folclore foi já exibido de Norte a Sul do país e também no estrangeiro.

Organiza anualmente um Festival Nacional de Folclore, tendo já realizado dois festivais de nível internacional.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

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Banda Filarmónica de S. Mamede de Ribatua
Músicas no Concelho

Alijó e as suas filarmónicas

Bandas Filarmónicas do Concelho de Alijó

História e atividade filarmónica no Concelho

  • Associação Cultural Recreativa e Musical da Banda de Música de Carlão
  • Banda Filarmónica de S. Mamede de Ribatua
Associação Cultural Recreativa e Musical da Banda de Música de Carlão (f. 1990)

Fundada em 1990, a Associação Cultural Recreativa e Musical da Banda de Música de Carlão (ACRM-BMC) tem a sua sede na freguesia de Carlão, concelho de Alijó, distrito de Vila Real. Os seus fundadores, um grupo de carloenses, subscreveram um comunicado à população de Carlão no qual davam conta da criação da nova associação e da sua finalidade. Resolveram então ir de casa em casa para obterem donativos.

A Banda iniciou o ensino de música com dois maestros, José Amílcar Pinheiro e Carlos Sampaio, ligados umbilicalmente a esta terra.
Sempre em crescendo foi ao longo orientada por vários maestros, com destaque para Carlos Lopes Pereira, José Eduardo Gomes, Vasco Faria, Marco Maia, João Paulo Fernandes, Mário Costa e Luciano Pereira.

Associação Cultural Recreativa e Musical da Banda de Música de Carlão (f. 1990)

Associação Cultural Recreativa e Musical da Banda de Música de Carlão (f. 1990)

Atualmente a Direção Artística da Associação está entregue a Rui Sampaio, um filho da terra. A massa associativa é constituída por cerca de 400 sócios. A ACRM-BMC tem na sua estrutura: Banda e Escola de Música, Classe de Ginástica e Oficina de Viola. A Escola de Música da Associação tem um dos papéis mais importantes, o de garantir o futuro e a qualidade da Banda. Tem cerca de 30 alunos inscritos. O ensino na Escola de Música da Banda é gratuito.

O efetivo da Banda ronda os 40 elementos, na sua maioria jovens que se formam na sua Escola de Música. Interpreta todo o tipo de reportório, desde o clássico ao jazz e também ao religioso. Participa regularmente em iniciativas culturais como concertos, festas populares e religiosas, desfiles e comemorações.

Associação Cultural Recreativa e Musical da Banda de Música de Carlão (f. 1990)

Associação Cultural Recreativa e Musical da Banda de Música de Carlão (f. 1990)

A banda já tocou em grande parte do país e teve duas deslocações a França. Deu concertos na Casa da Música, Porto, e no Europarque em Santa Maria da Feira, no “Filarmonia ao mais alto nível”.

ACRM-BMC tem como objetivo dinamizar, impulsionar e divulgar a arte da música na sua freguesia, bem como, proporcionar aos seus sócios e habitantes em geral, da sua freguesia, uma Associação digna de orgulho e virada para um futuro sustentado.

Banda Filarmónica de S. Mamede de Ribatua

Em 1999, no programa da RTP (Horizontes da Memória),  José Hermano Saraiva proferiu: “Esta é, sem sombra de dúvidas, uma das bandas mais antigas do país e talvez mesmo a mais antiga em atividade ininterrupta”. A pesquisa documental nos arquivos da Banda e noutras fontes importantes, leva-nos só até à segunda metade do século XIX.  El-Rei D. Luís reinou entre 1861 e 1889. Certo dia, foi recebido e homenageado em Vila Real, onde decorreu um desfile de bandas em sua honra. Todos os músicos da Banda puseram em prática o seu habitual capricho e usaram especialmente calças brancas, casaco azul-marinho e um chapéu preto de aba larga, virado para cima no lado esquerdo. D. Luís, empoleirado no seu palanque, ao ver a Banda a desfilar com o seu abastado perfil, de aprumo militar, executando de forma soberba, perguntou aos seus acompanhantes que banda era aquela, mas ninguém lhe soube responder. O Rei arranjou imediatamente uma solução: De seguida e com enorme entusiasmo, D. Luís grita: “Viva a Banda dos chapéus”! A partir desse dia, a Banda ficou “batizada” com esse nome e manteve-o durante anos.

As datas encontradas nas muitas partituras para a Banda, copiadas e assinadas pelo maestro Joaquim Alfredo Botelho (espólio da família) que terá dirigido a banda pelo menos entre 1897 e 1920, comprovam também a longa história da banda. Em 1916, a Banda tinha a designação de Filarmónica de S. Mamede de Ribatua. Pela documentação encontrada, crê-se que esse nome venha já da fundação, tendo-se mantido até à data da filiação na Associação dos Bombeiros Voluntários de S. Mamede de Ribatua, em 1934. Surgiu nessa altura a designação de “Banda dos Bombeiros Voluntários de S. Mamede de Ribatua”.

Em 1977, deu-se inicio à construção da casa própria da Banda que entrou em funcionamento em 1979. Orlando Gaspar cedeu gentilmente o projeto. A Câmara Municipal de Alijó, juntamente com a Secretaria de Estado da Cultura, disponibilizaram o apoio financeiro. Os músicos e a população da aldeia construíram o edifício.

Joaquim Alfredo Botelho, simultaneamente professor da Escola do Primeiro Ciclo e maestro, terá dirigido a Banda pelo menos entre 1897 e 1920. Adriano Guedes, 1º Sargento Músico e natural de S. Mamede, homem extremamente competente e organizado, ensaiava quatro vezes por semana, não admitia qualquer falta de disciplina e dirigiu a Banda em três períodos distintos: o primeiro possivelmente a partir de 1925.

Foi também maestro um tal Vítor, de quem apenas se sabe que “tinha uma caligrafia musical muito bonita”, um tal Gomes, e mais outros dois maestros que morreram em S. Mamede e cujo nome se desconhece. Joaquim da Costa Chicória só esteve um ano à frente da Banda, possivelmente na época de 1935 (ou 36), tempo suficiente para deixar as marcas do seu talento de compositor: devem-se-lhe as músicas do drama “A vida de Cristo”, tantas vezes levado à cena pelo grupo de teatro de S. Mamede. De 1937 (ou 38) a 46 foi o 2º período de Adriano Guedes.

Seguiu-se o maestro Sampaio, que escreveu a rapsódia “Romarias em S. Mamede de Ribatua”. O 3º período de Adriano Guedes vai de 1948 ou 49, até pelo menos 1955, completando quase 40 anos ao serviço da Banda e ter-lhe-á sucedido um filho de Joaquim Chicória. Também o maestro Lemos passou por esta Banda, mas só por um ano. Veio depois o maestro Pinto de Almeida, que teve também uma passagem curta pela Banda. No final da década de 50 (1958?) a Banda foi dirigida, durante uns cinco ou seis anos, pelo maestro Alberto Carneiro, natural de S. Gens de Calvos (Póvoa de Lanhoso).

Por volta de 1964 veio o maestro e compositor António Pedro, que escreveu para a Banda as marchas fúnebres “Almas do Purgatório” e “Passeio Macabro”. Em 1967 António Pedro foi substituído pelo maestro Bastos. O jovem António Cartageno, que viria a ser padre e compositor, então estudante no Seminário dos Olivais, foi chamado a dirigir a Banda nesse Verão. Mais tarde voltou António Pedro, que se repartia também com a Banda do Felgar (Moncorvo), pelo que António Cartageno continuou a dirigir a Banda por mais três Verões. Joaquim Lima, natural de S. Mamede, faz também uma breve passagem pela regência da Banda(1970?). António Pedro regressa de novo por algum tempo.

O ribatuense João Vieira Lopes regeu a Banda por pouco tempo. Aquando do acidente da Banda em 1983, era ele o maestro e foi um dos feridos mais graves, ficando a Banda sem maestro. Em 1984 entrou em funções o maestro Carlos Lopes, natural de Custóias
(Matosinhos), até 1987. Sucedeu-lhe novamente o maestro António Pedro. Manuel Ferreira, um excelente fliscorne da banda, acabou por substituir António Pedro como maestro no final dos anos 80, até 1993.

Carlos Lopes, foi maestro de 1994 até 2001. Em 2001 ingressou como maestro Hélder Coelho, natural de Lousada. Manuel Monteiro, natural do Porto, entrou em funções em 2004. José Coelho, natural de S. Mamede de Ribatua, é maestro desde setembro de 2005 e assegura também funções na escola de música.

A Banda atuou, ao longo dos tempos, em inúmeras localidades do país. Destacam-se as atuações no festival de bandas da RTP (Sol de Verão). Da EDP em 1984 na cidade de Lamego e do INATEL em 1988 na cidade de Coimbra. Tocou em Lisboa, Amadora, Sintra, Coimbra, Beja, Porto, Matosinhos, Viana do Castelo, Braga, Vila do Conde, entre outras. Em 25 de Abril de 1984 recebeu a “Medalha de Prata de Mérito Municipal” e em 1996 a “Medalha de Ouro de Mérito Municipal”. Em Setembro de 1999, a banda festejou o seu Bicentenário. Estiveram presentes a Banda da Força Aérea Portuguesa, a Banda de Música da Portela, a Banda de Música de Nogueira, e a Banda de Música e Rancho Folclórico de Carlão. Foi também inaugurado um “Relevo Escultórico à Banda”, da autoria do escultor Laureano Ribatua. Em setembro de 2001 gravou o seu primeiro CD.

No dia 08 de dezembro de 2004, a propósito da comemoração dos 205 anos da Banda, esteve uma equipa da RTP em S. Mamede de Ribatua, a fazer um direto para o programa Praça da Alegria. Em  2006 gravou o seu primeiro DVD no Auditório Municipal de Alijó, no qual se encontra, entre outras peças, a marcha de concerto Ribatua, composta por Mário Nascimento, dedicada à Banda e às gentes de S. Mamede de Ribatua.

Em 2006, a convite dos emigrantes conterrâneos, realizou uma digressão aos Estados Unidos da América para participar nas comemorações do 10 de junho da Comunidade de Emigrantes Portugueses de Ossining no Estado de Nova York e Newark no estado de New Jersey. Com cerca de 50 músicos, a Banda tem escola de música com algumas dezenas de alunos, das localidades vizinhas, Castedo, Alijó, Sanfins, Granja, Cheires Pinhão e Tua. Comemora o seu aniversário a 08 de dezembro. Em 2003 foi formada a Orquestra Ligeira da banda, que interromperia a atividade.

BFSMR

Banda Filarmónica de S. Mamede de Ribatua

Banda Filarmónica de S. Mamede de Ribatua

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/alijo-banda-filarmonica-de-sao-mamede-de-ribatua.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-30 23:24:132021-07-26 16:14:42Alijó e as suas filarmónicas
Grupo de Cantares de Sambade, Alfândega da Fé
Músicas no Concelho

Alfândega da Fé e o seu folclore

Folclore em Alfândega da Fé

Tradições, grupos e atividades no Concelho

GCS

Grupo de Cantares de Sambade, Alfândega da Fé

Grupo de Cantares de Sambade, Alfândega da Fé

GCS

Grupo de Concertinas de Sambade, Alfândega da Fé

Grupo de Concertinas de Sambade, Alfândega da Fé

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/alfandega-da-fe-grupo-de-cantares-de-sambade.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-30 22:08:272024-12-20 20:59:27Alfândega da Fé e o seu folclore
Sociedade Filarmónica Olhalvense
Músicas no Concelho

Alenquer e as suas filarmónicas

Filarmónicas do Concelho de Alenquer

História e atividades filarmónicas no Concelho

  • Sociedade Filarmónica Olhalvense
  • Sociedade União Musical Alenquerense
Sociedade Filarmónica Olhalvense

A Sociedade Filarmónica Olhalvense é umas das mais antigas coletividades do Concelho de Alenquer, distrito de Lisboa. Oficialmente fundada em 30 de novembro de 1918, a SFO conta com uma história rica em atividades culturais e desportivas que ao longo de 90 anos de existência têm feito de Olhalvo palco de grandes acontecimentos culturais e desportivos. Conta com mais de meio milhar de associados.

A Banda Filarmónica foi a razão para a fundação da Sociedade. Dirigida pelo maestro Edgar Rafael Quintela Nogueira, conta com mais de 60 músicos na grande maioria jovens da freguesia mas também com jovens de freguesias vizinhas. Incluída na Banda está a Escola de Música da SFO que conta com mais de meia centena de alunos, com diversos professores e instrumentos. A SFO conta ainda com o Rancho Folclórico e Etnográfico com 30 anos de atividade (que conta com os grupos infantil e adulto). Na história da Sociedade Filarmónica Olhalvense está também o desporto, o futebol, hóquei em Patins e BTT.

Em 2018 celebrou-se o centenário da Sociedade Filarmónica Olhalvense com a presença do Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa. Nas últimas décadas, SFO trouxe a Olhalvo os Delfins, Despe e Siga, Quinta do Bill, Sitiados, Tony Carreira, entre outros. Sinónimo de Sociedade Filarmónica Olhalvense é também o Carnaval do Zé Povinho que com o Corso pelas ruas de Olhalvo e os bailes e matinés na SFO fazem a festa durante 5 dias. Compete também à Sociedade Filarmónica Olhalvense a organização (de 3 em 3 anos) da Festa de Olhalvo.

Sociedade Filarmónica Olhalvense

Sociedade Filarmónica Olhalvense

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Sociedade União Musical Alenquerense

A Sociedade Philarmónica Operária Alenquerense foi criada a 01 de dezembro de 1890.

A sua história torna-se mais clara a partir de 1 de dezembro de 1909, altura em que a Sociedade passou a denominar-se Sociedade de Instrução e Recreio que em 1924, viria a mudar a denominação para Sociedade Filarmónica de Alenquer. Esta sociedade daria lugar em 8 de janeiro de 1949 à atual Sociedade União Musical Alenquerense – SUMA, depois de uma curta passagem pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alenquer. O livro “Memórias da Arcada” retrata os primeiros 118 anos da SUMA.

Participou em diversos concertos e encontros de bandas de música em diversos pontos do país. Destacam-se as atuações em 1996 e posteriormente em 2000 nas Ilhas Açorianas do Faial e do Pico, em intercâmbio com a Banda da Sociedade Filarmónica Recreio Santamarense, de Santo Amaro do Pico, e ainda o convite para atuar na Radiotelevisão Portuguesa. A nível internacional conta com uma deslocação a França, a Lyon, em 1981. Deu um concerto no Centro Cultural de Belém a 27 de junho de 2009 a convite da EDISOFT e um concerto no Teatro da Trindade em 27 de novembro de 2016 a convite da Fundação INATEL. Tem a sua sede na vila de Alenquer, em frente ao Parque Vaz Monteiro. É dirigida pelo Maestro Nelson Jesus e mantém em funcionamento, para além da Banda Filarmónica com 69 instrumentistas, uma Banda Juvenil com 37 executantes, um Ensemble de Sopros com 10 elementos e uma Escola de Música, com mais de 50 jovens.

SUMA

SUMA

Sociedade União Musical Alenquerense

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/alenquer-sociedade-filarmonica-olhalvense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-30 21:44:062024-10-30 16:25:24Alenquer e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico do Carregado, Alenquer, 1981
Músicas no Concelho

Alenquer e o seu folclore

Folclore em Alenquer

Tradições, grupos e atividades no Concelho

  • Região: Ribatejo(Zona Saloia-Ribatejo)
  • Distrito: Lisboa
  • Concelho: Alenquer

03 grupos

  • Rancho Folclórico do Carregado
  • Rancho Folclórico de Alenquer
  • Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Canados
Rancho Folclórico do Carregado

Membro fundador da Federação de Folclore Português, o Rancho Folclórico do Carregado foi fundado a 24 de junho de 1969. O Carregado é a maior freguesia do concelho de Alenquer e situa-se numa zona de transição entre o Ribatejo e a Estremadura. Por isso, em termos de Folclore, recebe influências das duas províncias, e procura ser o mais fiel possível aos costumes, tradições, danças e cantares que lhe chegam através de pesquisas.

Os trajes são os antigos trajes domingueiros ou de passeio, de festa ou romaria e de trabalho em várias atividades, como ferrador, almocreve, lavrador, cavador, campino, valador, ceifeira, lavadeira, leiteira aguadeira e outros existentes na região. O repertório é rico e variado em danças e cantares, incluindo modas como fandango, viras, valsas, verde-gaios, fadinhos, bailaricos, picadinhos, carreirinhas.

RFC

Rancho Folclórico do Carregado

Rancho Folclórico do Carregado, 1981

Ao longo dos anos, o RFC tem participado nos melhores festivais de folclore de norte a sul de Portugal. Fez uma digressão pela Ilha da Madeira e deslocou-se a França, Espanha e Alemanha.

RFA

Rancho Folclórico de Alenquer

Rancho Folclórico de Alenquer

RFCC

Rancho Folclórico Os Camponeses de Canados

Rancho Folclórico Os Camponeses de Canados

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

Destaque o seu grupo!

Destaque Musorbis

Destaque Musorbis

Para inserir um grupo ou historial em falta, envie para Meloteca@meloteca.com: será inserido gratuitamente. A fotografia em destaque neste momento é aleatória. Para ter foto destaque, contactos atualizados e estar no topo durante um ano opte pelo “Destaque Musorbis” (10€).

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/alenquer-rancho-folclorico-do-carregado-1981.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-30 21:11:452021-09-27 11:55:09Alenquer e o seu folclore
Banda Filarmónica do CCMB
Músicas no Concelho

Bombarral e as suas filarmónicas

Bandas filarmónicas no Concelho de Bombarral

História e tradições filarmónicas

[ No que se refere às filarmónicas, o projeto Musorbis está apenas a começar, sendo previsível que até ao final do ano todas as bandas possam estar na plataforma. O processo pode ser acelerado com a cooperação dos interessados no que se refere a historiais e fotografias em falta. ]

Banda de Música do CCMB

A Banda de Música do CCMB conta com cerca de 58 elementos e desde abril de 2018 tem como seu diretor artístico e maestro titular, Élio Leal. Em 1979 nasceu o Círculo de Cultura Musical Bombarralense (CCMB), constituído por um grupo de músicos e antigos executantes que se encontravam dispersos pelo concelho do Bombarral e que formaram uma Banda Filarmónica. O CCMB, enquanto associação de utilidade pública sem fins lucrativos, constitui-se como uma referência regional no contributo para o ensino das artes e no reforço da cidadania participativa. A associação tem sabido ao longo dos anos diversificar as suas atividades, indo ao encontro dos desejos e das necessidades da população, reunindo no mesmo espaço físico diversos grupos instrumentais, corais, uma escola de música e dança, um polo do Conservatório das Caldas da Rainha e um núcleo museológico. CCMB movimenta semanalmente cerca de 400 famílias.

Ao longo da sua existência, a banda foi dirigida pelos maestros Manuel Jerónimo, Edmundo Barrela, António Pedro dos Santos, José Manuel Borges Monteiro, João Alberto Menezes dos Santos, Carlos António Moreira Serra, Samuel Filipe Pascoal, José António Santos, Vítor Feitor, Pedro Florindo e Élio Anes Leal.

Com um reportório muito diversificado, a banda apresenta-se em todo o tipo de eventos: concertos, arruadas, festas populares e religiosas, encontros de bandas, concursos. No ano 2000, foi uma das quatro bandas nacionais convidadas a participar nas comemorações dos 500 anos da descoberta do Brasil, tendo atuado na Torre de Belém e no Parque das Nações (Lisboa). Como forma de enriquecimento cultural e social, em outubro de 2004 a banda deslocou-se à ilha de S. Miguel (Açores) a fim de participar nas festividades locais no âmbito de um intercâmbio realizado com a Banda Filarmónica Lira do Rosário. Na passagem do ano 2005 para 2006, participou na Gala Final do programa televisivo “1ª Companhia” da TVI. Somam-se ainda duas participações no prestigiado Concurso de Bandas do Ateneu Artístico Vilafranquense, respetivamente em 2006 e 2014.

Em setembro de 2015, realizou um novo intercâmbio desta vez com a Orquestra Volvic Enharmonie (França), concretizando assim a sua primeira internacionalização. No âmbito do seu tradicional concerto de Natal, a banda atuou com Sissi Martins, Rúben Madureira e FF (Fernando Fernandes). A Banda do CCMB conta com diversos registos discográficos: a sua primeira gravação data de 1986, onde, em colaboração com o Grupo Coral da Rádio Renascença, participou na gravação de um disco intitulado “Música e Canto no Bombarral”. Em 2003, gravou o seu primeiro álbum intitulado “Antes da Prata” e em 2006 participou na gravação de um CD duplo com o nome “Novos Palcos”. Em 2019, participou na gravação de mais um CD que envolveu todos os agrupamentos musicais da associação, desta vez no âmbito do 40º Aniversário do CCMB.

Banda Filarmónica do CCMB

Banda Filarmónica do CCMB

Banda Filarmónica do CCMB

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/bombarral-banda-filarmonica-do-ccmb.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-29 22:55:162024-11-20 10:28:27Bombarral e as suas filarmónicas
Coreto da Quinta dos Lóridos, Carvalhal, Bombarral, créditos José Matos 2013
Músicas no Concelho

Bombarral e os seus coretos

Coretos do Concelho do Bombarral

Os coretos são equipamentos destinados à apresentação de música filarmónica em fruição por um vasto público, localizado geralmente junto à igreja mas também em locais mais inesperados, na água.

Carvalhal

Coreto e igreja

Coreto do Bom Jesus do Carvalhal, Bombarral

Coreto do Bom Jesus do Carvalhal, Bombarral

Quinta dos Lóridos . Carvalhal

Coreto

Coreto da Quinta dos Lóridos, Carvalhal, Bombarral, créditos José Matos 2013

Coreto da Quinta dos Lóridos, Carvalhal, Bombarral, créditos José Matos 2013

Cobertura

Coreto da Quinta dos Lóridos, Carvalhal, Bombarral, créditos José Matos 2013

Coreto da Quinta dos Lóridos, Carvalhal,

Chão

Coreto da Quinta dos Lóridos, Carvalhal, Bombarral, créditos José Matos 2013

Coreto da Quinta dos Lóridos, Carvalhal, Bombarral, créditos José Matos 2013

Reciclanda

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/bombarral-carvalhal-quinta-dos-loridos-coreto-ft-jose-matos-1.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-29 22:33:512024-11-20 10:29:04Bombarral e os seus coretos
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