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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Bruno Santos, saxofonista, de Vale de Cambra
Músicas no Concelho

Vale de Cambra e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Vale de Cambra

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Andreia Soares (flauta transversal)
  • Bruno Santos (saxofone)
  • Catarina Silva (saxofone, 1999)
  • Daniela Oliveira (clarinete)
  • Joana Almeida (fagote)
  • Paulo Bastos (flauta transversal, 1997)
  • Ricardo Costa (trompa)
Bruno Santos

Bruno Santos (n. 1991) é natural de Macieira de  Cambra, embora tenha nascido no Porto. Aos 12 anos iniciou os estudos musicais na Orquestra Ligeira de Cambra e, ao longo do seu percurso, passou por escolas como a Sociedade Artística Banda de Vale de Cambra, o Conservatório de Música da JOBRA (CMJ) e a Universidade de Aveiro onde concluiu, no ano de 2017, o seu Mestrado em Ensino da Música (Saxofone).

Ao longo do seu percurso académico teve oportunidade de trabalhar com diversos saxofonistas de renome, como: Claude Delangle, Vicent David, Damien Royannais, Vicent Lê Quang, Masataka Hirano, Christian Wirth, Arno Bornkamp Jean Marie Londeix, Pablo Coelho, Henrique Portovedo, João Figueiredo, Luís Ribeiro, Gilberto Bernardes, Antonio Felipe Belijar, Jay Corre (Improvisação de Jazz), Henk van Twillert, Roberto Benitez e também com grupos de música de câmara como o Quarteto de Saxofones de Amesterdão, QuadQuartet e Unisax Quartet.

Foi selecionado para participar na “Université Européenne de Saxophone Gap 2013” em França e, nesse mesmo ano, participou na orquestra de saxofones contemporâneo Flux Ensemble e Bic Collective, tendo feito parte do grupo Flux Ensemble no FISP 2014 (Festival Internacional de Saxofone Palmela).

Ganhou o 1.º prémio no Concurso Internacional de Instrumentos de Sopro “Terras De La Salette” (2015), no qual já tinha obtido o 2.º prémio anteriormente (2013), e participou na rubrica Novos Talentos do FISP 2021.

Colaborou com diversas orquestras como a Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra Filarmonia das Beiras, Banda Amizade – Banda SInfónica de Aveiro, Orquestra do Conservatório de Música da JOBRA, Orquestra de Sopros do DeCA – Universidade de Aveiro, Aere Symphonic Ensemble e ARMAB (Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca).

Participou na gravação da obra “Gatos das botas”, do compositor Vasco Negreiros, com a Orquestra Filarmonia das Beiras (2013) e ingressou na Orquestra de Sopros Piaget (2008), na Orquestra de Verão Amizade (2008/2011) e nos estágios de música de câmara e de orquestra organizados pelo CMJ.

Na sua carreira como docente foi professor substituto na Academia de Música de Oliveira de Azeméis e na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo. Além de orientar diversas classes de aperfeiçoamento um pouco por todo o país e no estrangeiro, leciona no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian.

Paralelamente à sua atividade de docência mantem uma atividade performativa ativa apresentando-se em diversos auditórios nacionais e internacionais. Da sua discografia consta o seu 1.º albúm intitulado “ROAD”. Este disco recebeu inúmeras apreciações por parte de músicos de referência no panorama nacional e internacional, ganhou o prémio Gold Star in Music Stars Award para “Best Duo” e esgotou três edições.

“STAGE” é o seu novo projeto discográfico, bastante arrojado e com características ímpares que consta com participação em diversas salas e no World Saxophone Congress na Gran Canaria.

Bruno Santos, saxofonista, de Vale de Cambra

Bruno Santos, saxofonista, de Vale de Cambra

Fonte: Bruno Santos, 31 de agosto de 2023

Catarina Silva

Catarina Isabel Almeida Tavares da Silva nasceu a 19 de julho de 1999 na freguesia de Macieira de Cambra, Vale de Cambra. Iniciou o seu percurso musical na Escola de Música António Pinho da Sociedade Artística Banda de Vale de Cambra aos 6 anos. Continua no Conservatório de Música da Jobra no ensino livre na classe de violino com Agnese Bravo e aos 8 anos prosseguiu na Academia de Música de Vale de Cambra no ensino articulado.

Frequentou aulas de saxofone na Escola de Música da banda local com Bruno Santos, tornando-se membro da mesma em 2011. Aos 12 anos, ingressou na Academia de Música de Vale de Cambra onde estudou saxofone com André Correia. Em 2017 concluiu o Curso Profissional de Instrumentista de Sopros e Percussão na Escola Profissional de Artes Performativas da Jobra, na classe dos professores Jorge Silva e Luís Lima.

No mesmo ano ingressou na Escola Superior de Música de Lisboa, realizando a licenciatura na classe dos professores José Massarão e Rodrigo Lima.

Trabalhou com os saxofonistas Jorge Silva, Luís Lima, Fernando Ramos, Nacho Gascón, Johan Van Der Linden, João Figueiredo, Hugo Marinheiro, Rodrigo Lima, José Massarão, Iyannis Miralis e também fez parte de estágios de orquestra com maestros como Gil Magalhães, Carlos Marques, Paulo Martins, Bruno Santos, Armando Saldarini, Francisco Ferreira, André Granjo, Francisco Sequeira, Valdemar Sequeira, Paulo Almeida, Hernâni Petiz, Fernando Marinho, Jonathan Costa, Hugo Folgar, Jose Ignacio Petit Matias,Linda Moorhouse, Mark Heron, Dario Sotelo, Rafael Agulló Albors e Jan Cober. Em 2015 obteve o 2º Prémio (categoria juvenil) no Concurso Internacional Terras De La Salette. Em 2016 participou no mesmo concurso, integrada na categoria júnior. Em 2016 participou nos Dias da Música no CCB (Centro Cultural de Belém) de 22 a 24 de Abril e no Verão na Casa – Casa da música com o quinteto de saxofones do ART’J.

Daniela Oliveira

Daniela Oliveira nasceu em 1999, em Vale de Cambra, onde reside, na freguesia de São Pedro de Castelões. Iniciou os estudos musicais em 2008 na Escola de Música da Banda de Vale de Cambra. Prosseguiu os estudos na Academia de Música de Vale de Cambra, tendo como professora Ana Rita Petiz. Mais tarde, ingressou na Banda de Música de Vale de Cambra com o diretor artístico Gil Magalhães. Em 2014 ingressou no Conservatório de Música da Jobra onde estudou com Carlos Jorge Ferreira, João Moreira, Luís Lima, Jorge Silva e José Figueiredo. Participou no Concurso Internacional de Instrumentos de Sopro “Terras De La Salette” na categoria juvenil nos anos 2014 e 2015. Trabalhou com os professores Carlos Alves, Horácio Ferreira, Sérgio Neves e Alain Rosa e participou como ouvinte em classes de aperfeiçoamento de Luís Cardoso, Iva Barbosa, Henri Bok, Josep Fuster.

Em contexto de orquestra, já trabalhou com os maestros Valdemar Sequeira, Carlos Marques, André Granjo, Armando Saldarini, Paulo Martins, Francisco Sequeira, Gil Magalhães, Cláudio Ferreira, Francisco Ferreira, Hernâni Petiz e Jonathan Costa. Concluiu os estudos em 2017 na Escola de Artes Performativas da Jobra. É professora de clarinete e formação musical na Escola de Música António Pinho.

Joana Almeida

Joana Almeida nasceu em Vale de Cambra em 1994. Iniciou os estudos em Fagote, no Conservatório de Música da JOBRA, na classe de Hugues Kesteman (2009). Em seguida ingressou na Licenciatura em Música Antiga – variante Fagote Barroco, classe de José Gomes e Hugues Kesteman (2012). Integrou o programa ERASMUS, no Royal Conservatory of The Hague (Holanda), durante um ano (2014/2015), na classe de Donna Agrell (Fagote Barroco e Clássico) e Wouter Verschure (Dulciana/Baixão).

Terminou em 2017 a pós-graduação em Interpretação Artística –fagote Barroco e em 2019 o mestrado em Ensino –fagote, na ESMAE.

Trabalhou com outros fagotistas, como Melodie Michel, Benny Aghassy, Giorgio Mandolesi, José Figueiredo, Alain de Ryckere, Pierre Olivier. Participou no projeto de várias escolas de Música Antiga Europeias “La Follia – Intensive Programme in Cosenza” (Itália), no workshop “Regensburg Manuscript” em Utrecht (Holanda). Tem vindo a frequentar o Curso Internacional de Música Antiga de Idanha-a-Velha e o Curso Internacional de Música Antiga da ESMAE, encontro internacional de Flautas e Palhetas Duplas da Bélgica, entre outros.

Trabalhou em orquestra e ensemble com Pieter-Jan Belder, Kate Clark, Teunis van der Zwart, Amandine Beyer, Pedro Sousa Silva, Ana Mafalda Castro, Magna Ferreira, Charles Toet, Marco Ceccato, Alessandro Ciccolini, Peter Spissky, João Paulo Janeiro, Benjamin Chénier, Hugo Sanches, Tiago Simas Freire, Gilbert Camí Ferrás, Ronaldo Lopes, Miro Moreira, Francisco Luengo, Pedro Castro, Xurxo Varela, entre outros. Colaborou, enquanto docente, na Academia Júnior de Música Barroca, evento organizado pelo Curso de Música Antiga da ESMAE e no Conservatório de Música da JOBRA, em Formação em Contexto de Trabalho (FCT) com o tema Música Antiga.

Joana Almeida, fagote, de Vale de Cambra

Joana Almeida, fagote, de Vale de Cambra

Toca Baixão (fagote renascentista) no grupo “O Bando de Surunyo”, fagote Barroco na “Camerata Lusitanea” e “Iberian Ensemble”. É membro fundador de um sexteto de sopros Barroco (duas trompas, dois fagotes e dois oboés) no Norte de Portugal. Participa também em projetos com a orquestra Norte do Sul e é convidada para outros, tais como recriações históricas, concertos com o coro da universidade de Santiago de Compostela, projetos com a MAAC – Música Antiga Associação Musical, Fundação Casa de Mateus, Orquestra Barroca Aut Tacet e Orquestra Barroca da Casa da Música. Trabalha como docente de fagote no Conservatório de Música da JOBRA, Academia de Música de Costa Cabral, Escola de Música António Pinho (Sociedade Artística Banda de Vale de Cambra) e Escola da Banda de Música Pessegueirense.

Paulo Bastos

Paulo Bastos nasceu em 1997, em São Pedro de Castelões, Vale de Cambra. Iniciou os estudos musicais aos onze anos. Em 2008 ingressou na Academia de Música de Vale de Cambra onde iniciou os estudos em Flauta Transversal, com Teresa Paracana. Após frequentar o 1º grau na Academia de Musica de Vale de Cambra, obteve uma classificação final de 19 valores e fez acumulação do 1º para o 3º grau. Em 2012 concluiu o 5º grau sob a orientação do professor Tiago Santos. Paralelamente à sua entrada na Academia de Música de Vale de Cambra, frequentou aulas na Escola de Música da Banda de Vale de Cambra com Andreia Soares. Frequentou entre 2012 e 2015 o Curso Profissional de Instrumentista de Sopro e Percussão no Conservatório de Música da Jobra, onde veio a concluir o 8º grau sob orientação do professor Gil Magalhães.

Licenciado em Flauta Transversal na classe de Gil Magalhães, pela Universidade do Minho, concluiu a sua Licenciatura em Música – Variante Instrumento, no ano de 2018 com elevada classificação.

Enquanto instrumentista já colaborou com várias orquestras e frequentou diversos estágios e classes de aperfeiçoamento, trabalhando com os professores Ana Maria Ribeiro, Gil Magalhães, Eva Morais, Vasco Gouveia, Paulo Barros, Herlander Sousa, Adriana Ferreira, Olavo Barros, Angelina Rodrigues, Elisa Trigo, Rute Cruz, Celso Woltzenlogel, Rogério Wolf, Paola Regano, Michel Bellavance, Marc Grauwels, Maxcence Larrieu. Trabalhou em contexto de Orquestra com os maestros Alexandre Sousa, Rogério Peixinho, António Saiote, José Pedro Figueiredo, Carlos Marques, André Granjo, Alberto Roque, José Eduardo Gomes, Luís Carvalho, Armando Saldarini, Paulo Martins, Pedro Neves, Nick Ost, Gerardo Estrada, Hans Casteleyn, Claude Villaret, Artur Pinho Maria, José Ferreira Lobo e Valdemar Sequeira. Gravou  ao lado de António Victorino d’Almeida, peças de Brahms, Debussy, Ravel e Tchaikovsky para a RTP e RTP África. Fez formações que tem vindo a fazer e projetos realizados em Espanha, Itália e Alemanha.

Frequenta o 2º ano do Mestrado em Ensino de Música, onde se encontra a desenvolver o seu projeto de estágio no Conservatório de Música da Jobra. Como instrumentista integra a Orquestra Académica Portuguesa (OAP), e também a Banda de Música de Vale de Cambra. Trabalhou já em diversas escolas, nomeadamente na Escola de Música da Banda de Carregosa onde foi maestro da banda juvenil. Leciona as disciplinas de Flauta Transversal, Formação Musical e Classe de Conjunto. É professor na Escola de Música António Pinho (Vale de Cambra), desde 2013.

Ricardo Costa

Natural da Freguesia de Junqueira, Concelho de Vale de Cambra, Ricardo Costa principiou os estudos musicais com o Maestro Paulo Almeida, na Banda Musical Flor da Mocidade Junqueirense, onde já foi distinguido pelo seu esforço, empenho e dedicação demonstrado à instituição.

Começou por aprender Trompete, mais tarde Percussão e finalmente optou pela Trompa. Iniciou a sua Formação, com 12 anos, na Academia de Música de Vale de Cambra. Em 2008, foi admitido na Escola Profissional de Música de Espinho onde concluiu o Curso Básico de Instrumento e o Curso Profissional de Instrumentista de Sopro e Percussão.

Prosseguiu os estudos no Ensino Superior, na Universidade de Aveiro, onde concluiu a Licenciatura em Música e o Mestrado em Ensino de Música. [ Saiba mais AQUI. ]

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/bruno-santos-saxofone-2023.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-12 12:35:382023-08-31 19:31:32Vale de Cambra e os seus músicos
Tanto Mar
Músicas no Concelho

Sines e os seus músicos

Músicos do Concelho de Sines

O Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • Acordeão Fadista
  • Ana Castanhito (harpa)
  • Bento José
  • Pedro Sequeira (percussão, guitarra)
  • Sátira (banda rock)
  • Skalabá Tuka (grupo de percussão)
  • Tanto Mar (grupo)
Ana Castanhito

Ana Castanhito (harpista, n. 1985), nasceu em Santiago do Cacém mas considera-se de Sines, onde viveu desde a infância. Iniciou os estudos musicais na Escola de Música do Conservatório Nacional aos 13 anos, na classe de harpa de Clotilde Rosa. Sete anos depois, terminou o oitavo grau com nota máxima, na classe de Andreia Marques.

Foi depois estudar no Royal College of Music, em Londres, com o harpista Ieuan Jones, onde esteve entre 2005 e 2009. Participou em classes de aperfeiçoamento com importantes harpistas como Marisa Robles, Jana Buskova, Daphne Boden, Imogen Barford, Lisetta Rossi, entre outras.

Como harpista da orquestra sinfónica e da sinfonietta do Royal College of Music, a Ana teve oportunidade de trabalhar com maestros como Vladimir Ashkenazi, Esa-Pekka Salonen, Leif Segerstam, Peter Stark e John Wilson.

Ana Castanhito concluiu em 2012 o seu Mestrado em Ensino da Música (vertente Instrumental – Harpa) na Escola Superior de Música de Lisboa, onde a sua tese no âmbito de estética musical obteve 19 valores.

Profissionalmente a Ana tem colaborado frequentemente com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Sinfonietta de Lisboa, Orquestra Gulbenkian, OrchestrUtopica, Toy Ensemble, entre outros. Da sua atividade performativa a solo destacam-se as apresentações com o Coro Infantil da Universidade de Lisboa da obra Ceremony of Carols, de Benjamin Britten, os Concertos para Bebés, e os Recitais a Solo.

É membro efetivo do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa desde 2010, tendo colaborado na estreia e difusão de música de compositores portugueses, tanto nacional, como internacionalmente (Itália, Inglaterra, Dinamarca, Croácia, Eslovénia, Espanha).

Leia AQUI a biografia completa.

Ana Castanhito, harpista

Ana Castanhito, harpista

Acordeão Fadista

Formado por músicos de Sines e Santiago do Cacém, Acordeão Fadista é um projeto musical instrumental em que a guitarra portuguesa e o acordeão conjugam a dialética do imaginário português urbano e do imaginário português rural. Acompanhados pela viola e pela viola baixo, ao longo de fados e variações, estes dois instrumentos dialogam, improvisam e alternam entre si a função de solista, dando uma nova roupagem ao fado, através dos seus recursos tímbricos e estilísticos.

Bento José

Natural de Sines, Bento José nasceu a 12-01-1922 e faleceu em 2002. Era filho de Virgínia da Conceição e Carlos José, mais conhecido por “Carlos Burrana” (músico e figura muito popular e querida da região). Influenciado pelo pai, desde muito novo, Bento José mostrou gosto pelo mundo do espectáculo. E, pelo seu jeito e boa voz, era sempre escolhido para participar nas récitas organizadas e ensaiadas pela professora.

Em 1934, concluiu o 2º Grau do Ensino Primário elementar e foi aprender a arte de Carpinteiro com o irmão António José. Mas, apesar do gosto que sentia em aprender a profissão que abraçara para toda a sua vida, sentia uma grande paixão pela música e, em 1936, inicia os estudos musicais com o Mestre Joel Carraça.

Aos 14 anos, fez a sua estreia na Banda de Sines, aos 15 integrou a 1ª Orquestra para bailes da Associação, “Os Samitias os Mariolas” e aos 18 anos já era músico a tempo inteiro na orquestra “Oriental”, que animou os mais conceituados salões de dança da região.

Mais tarde, integrou a Orquestra do Circo Vianense e, posteriormente, em colaboração com Israel Delicado, organizou a Orquestra “Beira Mar”; em 1959 ,“A Banda dos Esquecidos”- grupo musical oficial do Carnaval Selvagem, no qual também participou como chefe de equipa na construção dos carros carnavalescos.

Durante o período em que a Banda de Sines esteve interdita por imposição dos governantes, integrou outras filarmónicas,  como as bandas de Santiago do Cacém e Cercal do Alentejo.

No dia da Vitória dos Aliados, a 8 de Maio de 1945, Bento José saía à rua com o seu clarinete, dando largas à sua emoção, a mesma com que viveu a tão desejada Revolução dos Cravos. Em 1971, integrado na Banda de Santiago do Cacém, participou no “Encontro de Bandas Civis”, a nível nacional, realizado no Pavilhão dos Desportos em Lisboa.

Após o 25 de Abril de 1974, e em colaboração com urval Prata Ferreira, reorganizou a actual Banda de Sines, da qual foi Director Musical até 1991. Realizando um velho sonho, dedicou toda a sua força na construção da actual sede da Banda e na aquisição dos instrumentos.

Em 1986, iniciou a sua actividade como Professor da Escola de Música, tendo formado inúmeros alunos, 35 dos quais, fizeram parte integrante da banda com o seu velho amigo Manuel Ablúm, forma o grupo da “Velha Guarda”. Em 1992, a Sociedade Musical União Recreio e Sport Sineense, prestou-lhe em “Noite de Gala” uma meritória homenagem.

Alguns dos seus alunos frequentaram o Conservatório. Por todo o seu empenho e dedicação à colectividade de Sines, designadamente na Banda da Música, a Câmara Municipal de Sines e a Assembleia Municipal deliberaram em 1999, por unanimidade, atribuir a Bento José a Medalha de Mérito Municipal.

Fonte: Câmara municipal de Sines/Quem Foi Quem na Toponímia do Município de Sines

Pedro Sequeira

Pedro Sequeira é natural de Sines. Cedo começou a aprender guitarra com os amigos, a dar os primeiros concertos em bandas de garagem com participação em vários eventos na região. Aos 16 anos, encontrou na bateria a sua verdadeira paixão. Fez parte de vários projetos desde o rock à música tradicional portuguesa, com especial destaque para os 4ever e Alexandre Pintassilgo. Mais tarde integrou a escola de jazz (EAAL) em Sines, onde aprofundou os conhecimentos na percussão e guitarra clássica. No seu percurso na EAAL contou com professores como David Murray, Bruno Pedroso e Acácio Salero. Além de percussão, nos Tanto Mar, Pedro Sequeira é guitarrista na banda de rock Sátira de Sines e integra o grupo de percussão Scalabá Tuka.

Pedro Sequeira, guitarra, percussão, músico de Sines

Pedro Sequeira, guitarra, percussão, músico de Sines

Tanto Mar

Criado em 2019, Tanto Mar surge da vontade de sete músicos com largos anos de experiência em reinventar a música tradicional portuguesa, originários do litoral alentejano. O grupo propõe-se a viajar à descoberta de novas sonoridades onde assistimos ao cruzamento entre o popular, o fado, as sonoridades contemporâneas e a worldmusic. Com um repertório variado podemos ouvir de Zeca Afonso a Mário Pacheco, com passagem pelo corridinho farense, Armando Torrão e Chico Buarque, entre outros.

Composto por guitarra portuguesa, acordeão, cordofones tradicionais portugueses, guitarra clássica, baixo, percussão e vozes, desenham paisagens musicais, de hoje e de sempre, numa viagem apaixonante às nossas raízes. Tanto Mar representa a descoberta, a inconformidade, a verdade e a necessidade de inovar sobre um património que é de todos. Com direção artística de Carlos Soares da Silva, a pesquisa identitárias do grupo leva-os a um Portugal profundo, esquecido, mas que faz parte da génese do povo lusitano.

Em constante evolução e investigação sobre a relação entre o antigo e o contemporâneo, todos os temas têm arranjos originais e são criados para suscitar no público uma viagem sensorial e arrebatadora. Bruno Mira, Carla Nunes, Carlos Soares da Silva, Catarina Claro, Gonçalo Cercas, Joana Luz e Pedro Sequeira são os músicos que integram o projeto.

Tanto Mar

Tanto Mar

Vicente Alves do Ó

Filme de intervenção Portugueses, do siniense Vicente Alves do Ó revisita canções e histórias da revolução dos cravos. Cinquenta atores e atrizes interpretam uma longa-metragem musical, com cem minutos, com estreia prevista para abril de 2025.  Lúcia Moniz é a diretora musical do filme, onde são cantadas “em direto” pelos personagens 13 canções de Abril, de Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, José Mário Branco, Fausto, Sérgio Godinho, Fernando Tordo, Fausto, Ary dos Santos, Sophia de Mello Breyner e outros.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/tanto-mar.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-11 22:51:482025-03-21 22:47:30Sines e os seus músicos
Músicas no Concelho

Lisboa e a sua toponímia musical

Toponímia Musical de Lisboa

Ruas de Lisboa com nomes de músicos

Personalidades que marcaram a música em Portugal ou em Lisboa.

Avenida Carlos Paredes

1750-314 Lisboa (Lumiar) GPS: 38.766971, -9.157948

Carlos Paredes, guitarra portuguesa

Saiba mais sobre o notável guitarrista e compositor na Meloteca.

Jardim Alfredo Keil

Praça da Alegria 04, 1250-096 Lisboa

Alfredo Keil, compositor, 1909, por Félix da Costa

Saiba mais sobre o autor da música do Hino Nacional na Meloteca.

Jardim Amália Rodrigues

Alameda Cardeal Cerejeira, 1070-051 Lisboa

Amália Rodrigues, fadista

Saiba mais sobre a diva do fado na Meloteca.

Jardim Elisa de Sousa Pedroso

R. Imprensa à Estrela, 1200-673 Lisboa

Elisa de Sousa Pedroso, 1909, Joshua Benoliel

Saiba mais sobre a pianista e promotora na Meloteca.

Jardim Tristão da Silva

R. Aquiles Machado, 1900-077 Lisboa

Tristão da Silva, fadista

Tristão da Silva, fadista

Jardim Zé Pedro

Zé Pedro, guitarrista dos Xutos & Pontapés, tem o seu nome num jardim nos Olivais, em sua memória, inaugurado em 2024

Praça José Mário Branco

A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou em novembro de 2019 uma recomendação para que a autarquia da capital nomeie uma praça em homenagem do músico, compositor e produtor José Mário Branco.

José Mário Branco, cantautor de intervenção

José Mário Branco, cantautor de intervenção

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rua Adriano Correia de Oliveira

1600-312 Lisboa (Avenidas Novas)

Adriano Correia de Oliveira, cantautor

Saiba mais sobre o cantautor de intervenção na Meloteca.

Rua Alexandre Rey Colaço

1700-023 / 1700-024 Lisboa (São João de Brito) GPS: 38.750927, -9.135719

Alexandre Rey Colaço, compositor

Alexandre Rey Colaço, compositor

Saiba mais sobre o compositor, pianista e professor na Meloteca.

Rua Maestro António Taborda

1200-714 / 1249-094 Lisboa (Prazeres) GPS: 38.706884, -9.166935

António Taborda, compositor

Rua António Variações

1800-026 Lisboa (Bairro do Oriente Santa Maria dos Olivais) GPS: 38.770580, -9.102862

António Variações, cantautor

Saiba mais sobre o cantautor na Meloteca.

Rua Armandinho

1950-446 Lisboa (Marvila) GPS: 38.749855, -9.103618

Armandinho, guitarra portuguesa

Armandinho, guitarra portuguesa

Rua Arminda Correia

1750-030 Lisboa . 1750-183 Lisboa (Alta de Lisboa . Lumiar) GPS: 38.773270, -9.153733

Arminda Correia, cantora

Saiba mais sobre a cantora na Meloteca.

Rua Berta Cardoso

1750-469 Lisboa (Ameixoeira) GPS: 38.792841, -9.154124

Berta Cardoso, fadista

Rua Carlos Paião

1800-395 Lisboa (Bairro do Oriente, Santa Maria dos Olivais) GPS: 38.770111, -9.103461

Carlos Paião, cantautor

Saiba mais sobre o cantautor na Meloteca.

Rua Carlos Seixas

1700-103 / 1700-104 Lisboa São João de Brito GPS: 38.752206, -9.136063

Carlos Seixas, compositor

Saiba mais sobre o compositor na Meloteca.

Rua Celeste Rodrigues

A Rua Celeste Rodrigues passa a ser na Rua D 1 ao Braço de Prata. Celeste Rodrigues (1923-2018) foi uma fadista.

Rua Fernando Farinha

1950-448 Lisboa Marvila GPS: 38.748843, -9.103806

Fernando Farinha, fadista

Rua Fernando Lopes-Graça

1600-067 Lisboa / 1600-805 Lisboa Lumiar GPS: 38.769287, -9.171452

Fernando Lopes-Graça, compositor

Saiba mais sobre o compositor na Meloteca.

Rua Fernando Maurício

Entre 1950-447 Lisboa / 1950-50 Lisboa Marvila GPS: 38.748525, -9.103040

Fernando Maurício, fadista

Fernando Maurício, fadista

Rua Francine Benoît

1600-462 Lisboa Lumiar GPS: 38.766100, -9.170431

Francine Benoît, musicóloga

Saiba mais sobre a musicóloga na Meloteca.

Rua Frederico Valério

1400-904 Lisboa Caselas São Francisco Xavier GPS: 38.714362, -9.214365

Frederico Valério, compositor

Rua Hermínia Silva

1400-363 Lisboa Ajuda GPS: 38.713614, -9.207052

Hermínia Silva, fadista

Hermínia Silva, fadista

Rua Lopes de Mendonça

1700-271 Lisboa São João de Brito GPS: 38.756329, -9.137905

Henrique Lopes Mendonça, autor da letra do Hino Nacional

Rua Jaime Mendes

1800-393 Lisboa Bairro do Oriente Santa Maria dos Olivais GPS: 38.770024, -9.102853

Jaime Mendes, compositor

Rua João de Freitas Branco

1500-359 Lisboa . 1500-627 Lisboa . 1500-630 Lisboa . 1500-714 Lisboa (São Domingos de Benfica) GPS: 38.751427, -9.180598

João de Freitas Branco, musicólogo

Rua João Pedro Grácio

Rua João Pedro Grácio, no Parque das Nações, passa a substituir a Rua Projetada à Rua Conselheiro Lopo Vaz. João Pedro Grácio (1872-1962) é  nome ligado à guitarra portuguesa. Mestre e patriarca de uma grande família de guitarreiros, cinco dos doze filhos de João Pedro Grácio (1872-1962) foram construtores de instrumentos musicais. Fundou a sua oficina na Rua da Boavista em 1890 e alguns dos seus instrumentos foram premiados na Exposição Universal de Paris em 1900. Em 1922 restabelece na capital a Guitarraria Leiriense, no Largo de S. Martinho, oficina que fora fundada no início do século por João R. Rosa e atraía músicos de renome como Armando Augusto Freire, Armandinho, Luís Carlos da Silva, Petrolino e, mais tarde, Artur Paredes, Francisco Menano, entre muitos outros. Foi na Guitarraria Leiriense que os filhos de João Pedro Grácio – João Pedro, Joaquim, José Pedro, Manuel, Ulisses e Victor – se iniciaram na arte, aperfeiçoando a construção do instrumento em diálogo constante com músicos de várias gerações.

Rua Joly Braga Santos

1600-123 Lisboa São Domingos de Benfica GPS: 38.748151, -9.169132

Joly Braga Santos, compositor

Saiba mais sobre o compositor na Meloteca.

Rua José Afonso

1600-130 Lisboa São Domingos de Benfica GPS: 38.747368, -9.170095

José Afonso, cantautor

Saiba mais sobre o cantautor de intervenção na Meloteca.

Rua Lucília do Carmo

1400-399 Lisboa São Francisco Xavier GPS: 38.715419, -9.214012

Lucília do Carmo, fadista

Rua Luísa Todi

1200-245 Lisboa Encarnação GPS: 38.715221, -9.145487

Luísa Todi, soprano

Saiba mais sobre a cantora lírica na Meloteca.

Rua Luís de Freitas Branco

1600-488 Lisboa / 1600-490 Lisboa 1600-491 Lisboa Lumiar GPS: 38.771701, -9.162373

Luís de Freitas Branco, compositor

Saiba mais sobre o compositor na Meloteca.

Rua Madalena Iglésias

A Rua Madalena Iglésias passa a ser na antiga Rua A + Rua D ao Braço de Prata. Madalena Iglésias (1939-2018) foi uma cantora.

Rua Maestro Frederico de Freitas

1500-399 Lisboa (São Domingos de Benfica) GPS: 38.748730, -9.182318

Frederico de Freitas, maestro e compositor

Frederico de Freitas, maestro e compositor

Saiba mais sobre o maestro, compositor, musicólogo e pedagogo na Meloteca.

Rua Marcos Portugal

1200-256 Lisboa / 1200-258 Lisboa Mercês GPS: 38.716093, -9.152264

Marcos Portugal, compositor

Marcos Portugal, compositor

Saiba mais sobre o compositor na Meloteca.

Rua Maria Alice

Lumiar 1750-360 Lisboa Lisboa GPS: 38.776591, -9.152647

Maria Alice

Rua Maria do Carmo Torres

Lumiar 1750-359 Lisboa GPS: 38.776076, -9.153814

Maria do Carmo Torres, fadista

Maria do Carmo Torres, fadista

Rua Maria José da Guia

Lumiar 1750-358 Lisboa GPS: 38.777425, -9.153691

Maria José da Guia, fadista

Maria José da Guia, fadista

Rua Maria Teresa de Noronha

Ajuda 1400-099 Lisboa GPS: 38.714020, -9.205566

Maria Teresa de Noronha, fadista

Maria Teresa de Noronha, fadista

Rua Nóbrega e Sousa

1750-406 Lisboa Alta de Lisboa / 1750-440 Lisboa Lumiar GPS: 38.772906, -9.153896

Nóbrega e Sousa, compositor

Nóbrega e Sousa, compositor

Saiba mais sobre o músico na Meloteca.

Rua Raul Nery

Lumiar

Rua Raul Nery, guitarrista

Rua Raul Nery, guitarrista

Saiba mais sobre o guitarrista, pai de Rui Vieira Nery, na Meloteca.

Rua Tomás Alcaide

1950-261 Lisboa / 1950-263 Lisboa Bairro das Amendoeiras Marvila GPS: 38.753728, -9.112325

Tomás Alcaide, tenor

Saiba mais sobre o tenor lírico na Meloteca.

Rua Viana da Mota

1700-366 Lisboa . 1700-367 Lisboa . 1749-030 Lisboa São João de Brito GPS: 38.752281, -9.133571

Viana da Mota, compositor

Saiba mais sobre o pianista e compositor na Meloteca.

Travessa Guilherme Cossoul

1200-213 Lisboa Encarnação GPS: 38.709436, -9.144413

Guilherme Cossoul, compositor

Saiba mais sobre o músico na Meloteca.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/amalia-rodrigues-fadista.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-11 00:01:052026-04-23 08:32:38Lisboa e a sua toponímia musical
Guilhermina Suggia por Irene Vilar
Músicas no Concelho

Porto Rota Musical

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado

para uma rota musicoturística no Concelho do Porto

Rua Tenente Valadim

Ramalde

Guilhermina Suggia

Guilhermina Suggia por Irene Vilar

Estátua de Guilhermina Suggia por Irene Vilar

Estátua de Guilhermina Suggia por Irene Vilar, situada em Ramalde, espaço relvado (condomínio Banco Português de Investimento), Rua do Tenente Valadim, inaugurada em 07-12-1989.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

Rua de Cândido dos Reis, 117 4050-152 Porto

azulejo de Wagner

Wagner, na antiga Biblioteca Musical

Wagner, na antiga Biblioteca Musical

azulejo de Beethoven

Beethoven, na antiga Biblioteca Musical

Beethoven, na antiga Biblioteca Musical

Situada na Rua Cândido dos Reis, 115, no Porto, a Biblioteca Musical do Porto foi fundada em 1927. Tornou-se desde então uma instituição ícone na Cidade ao serviço do universo musical do País.

Foi remodelada para fazer face aos novos desígnios do mercado, sendo renovado todo o âmbito da sua oferta. Além da venda de partituras, que a notabilizou, a Biblioteca Musical do Porto colocaria no mercado livros e revistas de Dança, Música, Teatro e Teatro Musical, além da mostra regular de vídeos de concertos, coreografias, óperas, teatro, e de pequenas apresentações públicas ao vivo destas expressões artísticas. Seria, igualmente, um espaço aberto a exposições de Pintura, Desenho, Fotografia, Escultura, e viria, também, a organizar “workshops” e atividades várias na área da Dança, Drama, Movimento e Música.

Praça de Almeida Garrett 4000-069 Porto

Estação de São Bento

O átrio principal da estação é revestido de cerca de 20 mil azulejos, uma obra do pintor Jorge Colaço que levou 11 anos a concluir. Esta é uma cena musical que passa muitas vezes despercebida.

azulejo de harpista

Azulejos da Estação de São Bento, Porto, créditos Sónia Sousa

Azulejos da Estação de São Bento, Porto, créditos Sónia Sousa

Rua da Alegria, 665

Casa de Guilhermina Suggia

Casa onde nasceu Guilhermina Suggia, violinista

Casa onde viveu Guilhermina Suggia, violinista

De acordo com o Público a 26 de maio de 2017, cidadãos pediram a classificação da casa onde nasceu Guilhermina Suggia.

Rua do Campo Alegre 1191, 4150-181 Porto

Jardim Botânico do Porto

Gonçalo Sampaio

Busto de Gonçalo Sampaio, por Abel Salazar, no Jardim Botânico do Porto

Busto de Gonçalo Sampaio, por Abel Salazar, no Jardim Botânico do Porto

O Jardim Botânico do Porto situa-se nos jardins da Quinta do Campo Alegre ou Casa dos Andresen, na freguesia de Lordelo do Ouro, na cidade do Porto, Portugal.

Endereço: Rua do Campo Alegre 1191, 4150-181 Porto
Telefone: 22 040 8700

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/porto-ramalde-guilhermina-suggia-de-irene-vilar-ft-carlos-silva.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-10 17:46:222024-10-26 23:18:11Porto Rota Musical
Monumento a Gonçalo Sampaio e Escola
Músicas no Concelho

Póvoa de Lanhoso Rota Musical

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado

para uma rota musicoturística no Concelho da Póvoa de Lanhoso

Monumento a Gonçalo Sampaio e Escola

Monumento a Gonçalo Sampaio e Escola

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/povoa-de-lanhoso-goncalo-sampaio-monumento-escola.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-10 17:36:542021-06-21 19:52:22Póvoa de Lanhoso Rota Musical
Monumento a Zeca Afonso, Baixa da Banheira, Moita créditos Vítor Oliveira
Músicas no Concelho

Moita Rota Musical

MÚSICA À VISTA

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para uma rota musicoturística no Concelho da Moita

Monumento a Zeca Afonso, Baixa da Banheira, Moita créditos Vítor Oliveira

Monumento a Zeca Afonso, Baixa da Banheira, Moita créditos Vítor Oliveira

O monumento a José Afonso, no Parque Zeca Afonso – Baixa da Banheira, Moita, é uma peça escultórica, implantada no Parque Municipal José Afonso, da autoria do Mestre Lagoa Henriques, 1994.

A escultura, em pedra e bronze, foi adquirida por subscrição pública.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/04/zeca-afonso-baixa-da-banheira-ft-vitor-oliveira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-10 17:32:222025-04-24 20:13:46Moita Rota Musical
Guitarra Portuguesa em praça de Santa Maria da Feira
Músicas no Concelho

Santa Maria da Feira Rota Musical

MÚSICA À VISTA

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para uma rota musicoturística no Concelho de Santa Maria da Feira

Santa Maria da Feira

Praça Dr. Gaspar Moreira

Na escadaria do anfiteatro, está uma escultura em bronze de Baltazar de Oliveira em homenagem ao Fado das Fogaceiras da autoria de Paulo Sá.

Guitarra portuguesa

Guitarra Portuguesa em praça de Santa Maria da Feira

Guitarra Portuguesa em Santa Maria da Feira

Mozelos

Tuna Musical Mozelense

Memorial

Tuna Musical Mozelense, Mozelos

Tuna Musical Mozelense, Mozelos

Santa Maria de Lamas

Museu de Santa Maria de Lamas

Museu de Santa Maria de Lamas

Museu de Santa Maria de Lamas

 

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/santa-maria-da-feira-guitarra-portuguesa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-10 17:29:142025-01-14 11:57:37Santa Maria da Feira Rota Musical
Monumento ao Músico de SantanaJorge Nunes, 2005
Músicas no Concelho

Figueira da Foz Rota Musical

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Ferreira-a-Nova

Monumento ao Músico de Santana

“Ao Músico de Santana” de Mário Nunes.

Situado no Largo Silva Carvalho, Santana, freguesia de Ferreira-a-Nova (Figueira da Foz), o monumento “Ao Músico de Santana”, da autoria de Mário Nunes, foi inaugurado a 8 de dezembro de 2001.

Promovido pela Câmara Municipal da Figueira da Foz e população da Freguesia de Santana, é uma estátua em bronze, com pedestal em pedra calcária. Tem por medidas: 200cm x 107cm x 39cm. É estátua de pé de arte contemporânea. A estátua retrata um músico filarmónico com a respetiva indumentária a tocar flauta transversal. Encontra-se sobre um pedestal de configuração paralelepipédica, de disposição horizontal, onde contém inscrições alusivas aos músicos de Santana.

A obra resulta de uma encomenda pela Câmara Municipal da Figueira da Foz ao escultor Mário Nunes, tendo também o apoio da população da freguesia de Santana.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/figueira-da-foz-monumento-ao-musico-de-santana.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-10 17:05:092024-10-30 06:59:12Figueira da Foz Rota Musical
Alegoria ao Folclore, Ponte de Lima
Músicas no Concelho

Ponte de Lima Rota Musical

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Passeio 25 de Abril

Alegoria às Feiras Novas e ao Folclore

Alegoria ao Folclore, Ponte de Lima

Alegoria ao Folclore, Ponte de Lima

Alegoria às Feiras Novas e ao Folclore, Passeio 25 de Abril 32, 4990-058 Ponte de Lima

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Praça de São José

Homenagem ao acordeonista, escultura em pedra em homenagem ao acordeonista que tem um lugar de destaque no folclore português, especialmente no Minho. Obra de 2003, situada na Praça de São José.

Escultura

Tocador de concertina, Ponte de Lima

Tocador de concertina, Ponte de Lima

Pormenor

Tocador de concertina, Ponte de Lima

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/ponte-de-lima-alegoria-ao-folclore.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-10 16:54:002024-11-08 20:01:52Ponte de Lima Rota Musical
Música, de Vasco Berardo, Coimbra, créditos Paulo Abrantes 2004Paulo Abrantes
Músicas no Concelho

Coimbra Rota Musical

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para uma rota musicoturística no Concelho de Coimbra

Cantares de Coimbra

Em frente do histórico edifício do Chiado

“A escultura “Cantares de Coimbra”, da artista Dora Tracana, é composta por três figuras em tamanho natural, em bronze, um tocador da guitarra de Coimbra, um tocador de viola, e naturalmente o que representa a voz do Fado.
“Desde o séc. XVI que o cantar de estudantes nas ruas de Coimbra é factualmente conhecido, onde o erudito e o popular se reviam e misturavam com frequência. As memórias do Fado de Rua vão-se perdendo nesta cidade dos poetas, invocadores do Amor e da Saudade.”

(Fonte: CMC-Turismo)

Cantares de Coimbra, créditos Aires Santos 2024

Cantares de Coimbra, créditos Aires Santos 2024

Música

Avenida Inês de Castro, Coimbra

Autor: Vasco Berardo (1933-2017)
Morada: Praça da Canção, União de Freguesias de Santa Clara e Castelo Viegas
Freguesia: Santa Clara
Concelho: Coimbra
Coordenadas GPS: 40.204768,-8.431713
Data de Inauguração: 10 de Outubro de 2001
Promotor: Câmara Municipal de Coimbra
Materiais da Peça: Piano e plataforma: mármore branco e preto; estátua: bronze
Descrição/Tema: Grupo Escultórico de arte contemporânea, figurativa. Assenta sobre uma plataforma escalonada revestida a lajes de mármore preto e branco, formando xadrez. O artista alegoricamente representa a música, através de esculturas que figuram um piano de cauda e o seu respetivo banco, ambos em mármore, e uma criança segurando um trombone de grandes proporções, do qual saem materializadas notas musicais.

O monumento foi da iniciativa da Câmara Municipal, sendo erguido na Praça da Canção como uma referência à música. Terá sido inaugurado em 10 de Outubro de 2001, conforme data inscrita na plataforma do monumento.
Bibliografia: NUNES, Mário, Estátuas de Coimbra, Coimbra 2005.
Fotógrafo: Paulo Abrantes, 2004

Fonte: DRCC

Música, de Vasco Berardo, Coimbra, créditos Paulo Abrantes 2004

Música, de Vasco Berardo, Coimbra, créditos Paulo Abrantes 2004

Música, de Vasco Berardo, Coimbra, créditos Jorge Fontes

Música, de Vasco Berardo, Coimbra, créditos Jorge Fontes

Tributo à Cidade de Coimbra

Almedina

Tributo de Almedina à Cidade de Coimbra

Tributo de Almedina à Cidade de Coimbra

Tributo

Tributo de Almedina à Cidade de Coimbra

Tributo de Almedina à Cidade de Coimbra

Tributo

Monumento de Almedina à cidade de Coimbra

Monumento de Almedina à cidade de Coimbra

Junto aos aos Arcos de Almedina, Coimbra, encontra-se o monumento dedicado pela Junta de Freguesia de Almedina à cidade de Coimbra, 18 de julho de 2013.

É uma obra de arte em bronze da autoria do escultor Alves André, também o autor da Tricana de Coimbra, evocativa do Fado de Coimbra ou Canção de Coimbra. É constituído por uma Guitarra de Coimbra em forma estilizada de mulher.

Tricana de Coimbra

Rua de Quebra Costas, Coimbra

Localizada na Rua de Quebra Costas, 50-56, 3000-214 Coimbra, a escultura evocativa da Tricana de Coimbra é da autoria de Alves André.  A tricana de Coimbra é a mulher de Coimbra, figura mítica e emblemática da cidade desde os finais do século XIX. A tricana está presente em muito da literatura portuguesa, muitos escritores e poetas descreveram sobre as tricanas nas suas obras, bem como vários fados coimbrões.

Tricana

Tricana de Coimbra

Tricana de Coimbra

Reavivada pelos grupos folclóricos da região, a tricana veste-se com saia preta, um pequeno avental, blusa, lenço na cabeça e traz o xaile traçado ao ombro. A tricana carregava consigo um cântaro de barro ou lata quando ia ao Rio Mondego buscar água.

Coreto

Parque da Cidade
Av. Emídio Navarro, 3000-150 Coimbra

Coreto

Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade

Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade

cúpula

Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade, foto Isa Bela

Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade, foto Isa Bela

Cobertura

Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade, foto Isa Bela

Coreto de Coimbra, Parque Dr. Manuel Braga, Parque da Cidade, foto Isa Bela

Toponímia musical

Rua Carlos Paredes

Rua Carlos Paredes, Coimbra, créditos Rui Melo Pato

Rua Carlos Paredes, Coimbra, créditos Rui Melo Pato

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/coimbra-musica-praca-da-cancao-ft-paulo-abrantes-2004.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-10 16:49:482025-04-21 21:54:25Coimbra Rota Musical
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