Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Músicos naturais de Vila Nova de Cerveira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Inês Coelho (violoncelo)
  • Maria Pereira (fadista, Vila Nova de Cerveira, 4 de fevereiro de 1914 – Lisboa, 9 de janeiro de 2003)

Inês Coelho

Inês Coelho, violoncelista, de Vila Nova de Cerveira

Inês Coelho, violoncelista, de Vila Nova de Cerveira

Inês Coelho iniciou os estudos musicais de Violoncelo na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo em 2007, onde frequentou classes de aperfeiçoamento com Cédric Conchon, Miguel Rocha, Filipe Quaresma, Quarteto Freitas-Branco, Paulo Gaio Lima e Martti Rousi. Como membro de orquestra sinfónica trabalhou com maestros como Pedro Neves, Vítor Matos, Javier Viceiro, Julian Lombana, Ernst Schelle, tendo tido o prazer de tocar com os solistas Bernado Sasseti, Carlos Guilherme, Nuno Dias, Paula Doria, Ana Barros e Carla Carumujo.

No ano de 2012 deu continuidade à sua formação, prosseguindo com os estudos de Violoncelo Barroco na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo com Marco Ceccato, tendo iniciado pouco tempo depois os estudos elementares de viola da gamba com Xurxo Varela na mesma instituição. No Curso de Música Antiga da ESMAE trabalhou em orquestra e música de câmara com Ana Mafalda Castro, Pedro Sousa Silva, Amandine Beyer, Magna Ferreira, Hugo Sanches, Xurxo Varela, Marco Ceccato, Ronaldo Lopes, Barbara Ferrara, Anna Margules, Benjamin Chénier, entre outros.

No ano letivo seguinte foi selecionada pelo curso para participar no projeto de orquestra barroca La Follia em Cosenza, Itália. Durante este período, teve aulas com Stefano Veggetti no decorrer do XIII Curso Internacional de Música Antiga ESMAE/ESML (Março – Abril 2016). No ano letivo 2015/16, participou do programa de mobilidade ERASMUS, tendo estudado com o professor e reconhecido intérprete de violoncelo Barroco Gaetano Nasillo, no Conservatorio Guido Cantelli em Novara, Itália.

Desde setembro de 2017 orienta o naipe de violoncelos da Orquestra e Banda Sinfónica POEMa, Mangualde.
Fez parte da 2ª edição do musical francês Les Miserables em colaboração com a associação Contracanto, em Carregal do Sal.

Participou na gravação de um CD com Flores de Mvsica, do Requiem de Domingos Bomtempo (primeira versão moderna com instrumentos da época).

É membro das orquestras barrocas Concerto Ibérico e Flores de Mvsica, dirigidas por João Paulo Janeiro, e faz parte de três projetos de música de câmara (dos quais é uma das fundadoras): Mvsica Antiqva do Porto (ensemble Barroco), O Moínho do Diabo (música renascentista), e I Colori Dell’Armonia (música barroca).

Participa frequentemente em vários festivais como Festival de Órgão de Braga, Festival de Estátuas Vivas em Pombal, Festival Musicórdia em Esposende, Festival Euroclassical, entre outros.

Lecionou na 1ª, 3ª e 4ª edições da Academia Júnior de Música Barroca, eventos organizados pela ESMAE.

É mestre em Ensino de Música, e atualmente é professora de violoncelo no Conservatório da Maia, na Academia de Música da Fortaleza de Valença, no Projeto Para a Promoção do Sucesso Escolar – 1º Ciclo em Mangualde, e na Orquestra Geração – polo de Tondela.

Maria Pereira

Canta Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Canta Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Canta Maria Pereira

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Cor é Vida

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira, Cor é Vida

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira, Cor é Vida

Lisboa da Beira-Mar

Lisboa da Beira-Mar, de Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Lisboa da Beira-Mar, de Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Nazaré com Maria Pereira

Nazaré com Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Nazaré com Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Noite Sombria

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

FOI NOTÍCIA

Da fadista Maria Pereira (Vila Nova de Cerveira, 4 de fevereiro de 1914 – Lisboa, 9 de janeiro de 2003) o Correio da Manhã noticiou:

A cantora Maria Pereira faleceu na passada quinta-feira no Hospital de São José, em Lisboa, em consequência de uma hemorragia digestiva aguda que sobreveio após uma intervenção cirúrgica ao fémur. O funeral da artista, que contava 88 anos, realizou-se ontem para o cemitério dos Prazeres. Figura carismática da canção nacional, Maria Pereira atingiu o auge da sua carreira nos anos 60, sendo vasto o repertório gravado em disco, pois interpretou os mais prestigiados compositores da época, desde Aníbal Nazaré a Jerónimo Bragança, passando por Resende Dias, Tavares Belo, Frederico Valério, Ferrer Trindade e Luís Gomes. Natural de Vila Nova da Cerveira, Maria Pereira iniciou-se aos microfones da Rádio Graça estreando-se como profissional da Rádio Peninsular e foi uma das primeiras a actuar em televisão. Ao longo de uma carreira em que conquistou diversos prémios, cantou nas melhores casas de fado e fez várias digressões pelo estrangeiro actuando para as comunidades de emigrantes na Europa, América e África, nomeadamente em Angola, Guiné e Moçambique onde era especialmente acarinhada.”

A RTP Memória informa:

No panorama musical das décadas de 50 e 60, pouca gente terá gravado tantos discos como Maria Pereira, cujo nome é ainda hoje recordado quando alguém pretende cantar muitos fados de uma assentada. A cantora tornou-se de facto conhecida por concertos que chegavam a ter mais de 3 horas, sempre com acompanhamentos dos mais reputados músicos e maestros.

Na altura, a carreira desta natural de Vila Nova de Cerveira já tinha conhecido largos anos de destaque, entre o fado e a canção ligeira e como membro do elenco do popular programa radiofónico “Companheiros da Alegria”, de Igrejas Caeiro. As primeiras gravações de Maria Pereira começam ainda na era dos discos de 78 rotações, para a Valentim de Carvalho, ao lado de músicos como Carvalhinho ou Joel Pina. Em vinil, entre meados da década de 50 e finais da de 60, Maria Pereira grava mais de 40 discos com canções originais, sendo que 20 deles integraram a série “Cor É Vida”, patrocinada pela empresa de tintas Robbialac. Esse era aliás o título da canção-hino da marca, com letra do publicista Gentil Marques e música do maestro Frederico Valério.

Em 1966, Maria Pereira veria editados dois discos pelo selo Alvorada, sendo que no segundo deles incluía outra rara letra de Gentil Marques, “Évora”, com música de Ferrer Trindade. Nesse EP, a faixa de abertura era “Rebeldia”, versão para um tema aguerridamente defendido por Madalena Iglésias no Festival da Canção desse ano. O maestro era Fernando de Carvalho, desaparecido prematuramente em 1967.

“Assim Sim”, não chegou no entanto a ser gravado em disco por Maria Pereira. A letra é de Domingos Gonçalves da Costa é o autor dos textos de “Assim Sim”, “Coração Louco”, “Ai Se Eu Pudesse” ou “Eu Já Não Sei”, este incluído no mais recente álbum de Raquel Tavares, de 2016) e a música é o fado da Idanha, de Ricardo Borges de Sousa, um dos pioneiros na gravação sonora em Portugal.

Antes de se afastar do meio musical – onde tinha deixado sementes, com a breve carreira da sua neta Zezinha Pereira, intérprete do sucesso infantil “Os Conselhos da Mamã”, em 1963 – Maria Pereira registou ainda três álbuns entre 1967 e 1969, dois deles em Espanha, vindo a falecer em Lisboa em 2003, aos 88 anos.

Músicos naturais do Concelho de Vila Nova da Barquinha

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Francisco Fanhais

Francisco Fanhais, cantautor, de Vila Nova da Barquinha

Francisco Fanhais, cantautor, de Vila Nova da Barquinha

Jorge Esperança

Jorge Esperança, guitarra, de Vila Nova da Barquinha

Jorge Esperança, guitarra, de Vila Nova da Barquinha

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Músicos naturais do Concelho de Vila Franca do Campo

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Armando Côrtes-Rodrigues

Armando Côrtes-Rodrigues, folclorista, de Ponta Delgada

Armando Côrtes-Rodrigues, folclorista, de Ponta Delgada

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

Músicos naturais do Concelho de Vila Franca de Xira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Carlos Gonçalves (trombonista)
  • Miguel Gonçalves (trombonista)
  • Paulo Brissos (cantor)
  • Rui Gonçalves (trombonista)
  • Tomás Gonçalves (trombonista)
  • Tomás Henriques (compositor, 1963)

Carlos Gonçalves

Como músico, Carlos Gonçalves iniciou os estudos musicais em Trombone aos 13 anos. Com 15 anos foi músico do curso Jovens Músicos do INATEL e ingressou no Conservatório de Música Nacional com Emídio Coutinho. Aos 16 ingressou na Orquestra Portuguesa da Juventude, onde iniciou o seu percurso como Trombone Baixo. Com 18 anos, após concurso Nacional, ingressou na
Banda da Armada como Trombone Baixo, onde foi Solista por 20 anos e Professor de Trombone.

Carlos Gonçalves, maestro

Carlos Gonçalves, maestro

Concluiu os estudos em Pedagogia Musical Musical (Sistema WARD) – Centro Ward de Lisboa em 2002 e Curso de Jazz em 2005 (escola de Música do Cartaxo). Como instrumentista, foi músico convidado pela Orquestra Sinfónica Portuguesa (São Carlos) e Orquestra Nacional do Porto, Sinfonieta de Lisboa, Remix Ensemble de música contemporânea no Porto, Teatro o Bando, Orquestra Metropolitana, OSA – Orquestra profissional Sopros do Algarve, entre outros. Convidado regularmante para leccionar em estágios, classes de aperfeiçoamento e workshops.

Tem actuado com a Orquestra do Herman José. Estudou curso de Direção de Orquestra Sinfónica com o seu Professor e Maestro Navarro Lara (Huelva – Espanha), tendo obtido os Diplomas Iniciado, Médio e Avançado (3 anos), Licenciatura em Direção de Orquestra Sinfónica pela Royal School of Music (Inglaterra) especializando-se na sua Tese em Beethoven e Rossini. Em 2023 concluiu o Doutoramento em Direção de Orquestra na Universidade Tito Puente (México).

Estudou também curso de Direção de Banda com Jo Conjaerts (Holanda) e Robert Houlihan (Reino Unido) e Mitch Fennell (Estados Unidos), Direção de Banda com Sandro Wagner Ribeiro (Brasil) e técnicas de composição de Bandas Sonoras de filmes com Hans Zimmer (Estados Unido), direção de Orquestra e composição com Johan de Meij (Holanda), Composição, Orquestração e Instrumentação com Jonathan Peters (Estados Unidos), História da Música Clássica com William Neely (Estados Unidos). Estudou Piano com Sérgio Marques e Glauco Segundo (Brasil). Curso de Composição para Música para Filmes e Jogos com Chester Sky (USA). Curso de Professor de Música pela ABRSM – Association Board of Royal School of Music (UK). Workshop em direção Coral com o Nova Era Vocal Ensemble, Workshop análise de de musica Sacra (Conducting Dreams Production). É o Maestro da da Banda da Sociedade Cultural e Recreativa de Vale da Pinta desde 2021 e Maestro da Sociedade Filármonica Cartaxense, desde 2026.

Foi Maestro: JOST (Jovem Orquestra Sinfónica do Tejo), Orquestra Sinfónica de Vialonga (2017 a 2019), Banda do Ateneu Artistico Vilafranquense (1998 a 2000 e 2017 a 2019). Banda do Centro Cultural Azambujense (2020 a 2022), Sociedade Recreio Musical Azinhaguense 1º Dezembro (2023 a 2024) e Maestro Titular da Orquestra Clássica e Côro Lusitanus (2019 a 2024) Trombonista Baixo da Orquestra Sinfónica OIDO em Espanha (Cidade de Huelva).

Para além de música clássica desde muito cedo teve percurso em Orquestras de Jazz, Salsa e Rock. Foi um dos músicos fundadores da Orquestra de Jazz do Hot Club Portugal, músico das Orquestras do Festival da Canção, Globos de Ouro, Prémios Bordalo Pinheiro entre outros programas televisivos destacando-se programa Parabéns de Herman José, onde teve a oportunidade de atuar com diversos artistas nacionais e estrangeiros.

É músico fundador da Orquestra Jazz – Jorge Costa Pinto. Integrou as Orquestras do Festival de Jazz de Guimarães e Culturgest desde 1999 a 2004 com Gil Goldstein, Michael Gibbs, Maria Schneider, Bob Mintzer, Gianluiggi Trovesi e Kenny Wheeler. Actuou também com Shirley Bassey, Stacey Kent, Anthony Strong, Donna Summer, Cher, José Mário Branco, Fausto Bordalo Dias, Sérgio Godinho, Paulo Gonzo, Dulce Pontes, Rui Veloso, Luís de Portugal, Paulo Flores (Angola) entre muitos outros. Gravou discos com Autores Portugueses e estrangeiros destacando-se Pedro Abrunhosa, Mísia, Tabanka Djaz, Jorge Costa Pinto, José Mário Branco, Herma José, Banda da Armada, Jorge Salgueiro, Teatro o Bando, Orquestra Nacional do Porto, entre outros.

É Co-Autor de 5 livros de Música (todos eles Best-Sellers): El Milagro de Dirigir la orquestra sin las manos; Vademecum Del Maestro, Código Secreto do Maestro de Orquestra – Técnica NeuroDirectorial, La Magia de Dirección de la Oquestra e El gran Libro de la Interpretación Musical (Navarro Lara), La Forja de un Maestro (Navarro Lara) .

É Membro da Asociación Nacional de Directores de Banda (Espanha). Membro da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA)

Miguel Gonçalves

Miguel Gonçalves nasceu em Vila Franca de Xira. Iniciou os estudos com 6 anos no Ateneu Artístico Vilafranquense onde começou a aprender Piano e Trombone. Depois ingressou no Conservatório Regional Silva Marques e mais tarde na Escola Profissional Metropolitana na classe do professor Reinaldo Guerreiro.

A sua evolução técnica e artística tem sido consolidada através do contato com as maiores referências mundiais do instrumento. Participou em classes de aperfeiçoamento com solistas de renome como Joseph Alessi, Sebastiaan Kemner, Vicent Climent, Angelos Kritikos, Jürgen Oswald, Stefan Schulz, Thomas Leyendecker, Fabrice Millischer, João Martinho, Jonathon Ramsay e Filipe Alves.

Miguel Gonçalves, trombonista

Miguel Gonçalves, trombonista

Colaborou com diversas formações nacionais e internacionais como a Orquestra Sinfónica Juvenil, Jovem Orquestra Portuguesa, Berliner Symphoniker, Trombones Unlimited, entre outras.

Com apenas 16 anos, ganhou a prova para recorço titular da Orquestra Gulbenkian. Prosseguiu os estudos na Universität der Künste Berlin (Universidade das Artes de Berlim) na Licenciatura em instrumento de Orquestra, na classe do professor Stefan Schulz (Trombone Baixo na Berliner Philarmoniker).

Com apenas 19 anos foi convidado para participar como reforço, num programa com a prestigiada Orquestra Filarmónica de Berlim (Berliner Philharmoniker) num programa dirigido pelo conceituado maestro Daniel Harding.

Tem trabalhado com diversos maestros como Miguel Sepúlveda, Mário Venzago, Karl Heinz Steffens, Simon Rattle e Daniel Harding.

Paulo Brissos

Paulo Brissos nasceu a 19 de maio de 1970, em Vila Franca de Xira. O seu contacto formal com a música iniciou-se aos 13 anos, na escola de música do Ateneu Artístico Vilafranquense, onde se dedicou ao estudo do clarinete durante três anos. Contudo, aos 16 anos, o interesse pela guitarra e pelo canto sobrepôs-se, levando-o a compor as suas primeiras canções e a iniciar um percurso pelos bares de Lisboa no final da década de 80. Em 1987, integrou o projeto “Bazzar”, gravando nos prestigiados estúdios da Valentim de Carvalho o single em vinil “All we need is money”. O projeto viria a dissolver-se após a recusa da banda em seguir a sugestão da editora para compor em português.

Após o fim dos Bazzar, Brissos manteve-se ativo na cena musical com as bandas de covers “The Dalton Brothers” e “Ice Scream”, ganhando experiência na noite lisboeta. Em 1991, o convite de Otávio Jardim levou-o a integrar o grupo vocal “Blocco”, que incluía o ator Ricardo Carriço. A participação no Festival RTP da Canção desse ano rendeu-lhes um segundo lugar, mas a continuidade da banda foi interrompida pelo serviço militar obrigatório de Paulo Brissos. Durante a recruta, serviu como clarinetista na Banda do Regimento nº1 e, posteriormente, como cantor na Orquestra Ligeira do Exército.

Paulo Brissos, cantor, de Vila Franca de Xira

Paulo Brissos, cantor, de Vila Franca de Xira

Ao regressar à vida civil, Brissos fundou os “Mitos e Lendas” e os “Banding”. Esta última banda tornou-se uma referência no espaço Gartejo, esgotando lotações com interpretações de clássicos de grupos como Queen e The Police. Em 1993, consolidou o seu percurso a solo no Festival RTP da Canção com “No Dia Seguinte”, o que permitiu a edição do seu primeiro álbum de originais, “People Amigo” (1994). Seguiu-se um período de exploração sonora mais pesada com os V12 e os “Wacko Wacko”, culminando no projeto “Mona Lusa” ao lado do guitarrista Gonçalo Pereira.

A consagração comercial definitiva surgiu em 1997 com o álbum “Criação”, editado pela multinacional Polygram. O single “Serás Tu” tornou-se uma das baladas mais emblemáticas da música portuguesa da década, dominando as rádios e integrando a banda sonora da novela “Terra Mãe”. No início do milénio, Brissos optou pelo caminho independente, lançando trabalhos como “Sete e Meia” e “Direitas”, cujos temas continuaram a figurar em produções televisivas de sucesso.

Além de intérprete, afirmou-se como produtor e compositor para nomes como Excesso, Adelaide Ferreira e Paula Teixeira. Em 2007, partiu para os Estados Unidos para estudar produção musical no Valencia Community College, na Florida. De regresso a Portugal, editou o “Concerto Acústico” (2009) e o álbum “Pop Blues” (2012). O seu trabalho “Depois do Fim do Mundo” (2016), gravado com o projeto Brissos e os Conselheiros de Estrada, contou com a participação especial de Rui Veloso e foi editado em CD e Vinil.

Rui Gonçalves

Rui Gonçalves, trombonista, é um músico versátil, cuja carreira reflete uma sólida formação académica e um percurso artístico vasto e eclético.

Iniciou os estudos musicais aos 9 anos na escola de música do Ateneu Artístico Vilanfranquense. Aos 13 anos integrou o Conservatório Nacional de Música de Lisboa, frequentou ao longo da sua formação diversos cursos e classes de aperfeiçoamento.

Licenciado em Trombone e Jazz pela ESMAE, detém um Mestrado em Ensino de Educação Musical e uma Pós-Graduação em Educação Especial.

O seu percurso artístico passou também pela prestigiada escola do Hot Club, onde colaborou diversas vezes nas formações de orquestras de Jazz. Desenvolve uma intensa atividade como instrumentista de estúdio e de palco.

Rui Gonçalves, trombonista

Rui Gonçalves, trombonista de Vila Franca de Xira

Ao longo da sua carreira, colaborou e gravou com alguns dos maiores nomes da música nacional e internacional, incluindo Alejandro Sanz, Martinho da Vila, Grupo Cubano Orishas, Rui Veloso, Rita Guerra, Trovante, GNR, Tito Paris, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Dany Silva, Pedro Jóia e Tony Carreira entre outros, participando também em inúmeras produções como a Ópera do Malandro de (Chico Buarque de Holanda), nas Orquestras “Sons da Lusófonia”, “Sons da Fala.

Foi presença assídua em produções televisivas de referência — integrando orquestras de programas como Herman Sic, Parabéns, Festivais da Canção, Chamar a Música, Conversas ao Sul (RTP África), assim como em prestigiados festivais de Jazz nacionais tais como, Festival de Jazz de Guimarães e Culturgest desde 1999 a 2004 e internacionais, colaborando com nomes como Gil Goldstein, Maria Schneider e Kenny Wheeler.

Mantém uma atividade intensa em diversas frentes, ao nível da performance é membro fundador do Jazzbone Quarteto e integra formações como a orquestra de Salsa Cuba Libre, a Big Band de Jorge Costa Pinto e a Lisbon Swingers Big Band, Tabanka Jazz e Tora Tora Big Band.

Tomás Gonçalves

Tomás Gonçalves nasceu a 10 de agosto de 2002. Iniciou os estudos na Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense aos 8 anos, com Filipe Pinheiro. Em 2016, ingressou no Conservatório de Música de Santarém com Mário Teixeira e mais tarde com com Flávio Bernal, tendo concluído até ao 5º grau. Em 2017 estudou jazz na escola do Hot Club de Portugal, com Luís Cunha. Em 2018, ingressou na Escola Profissional Metropolitana na classe de Reinaldo Guerreiro.

É licenciado na Academia Nacional Superior de Orquestra no Curso de Instrumentista de Orquesta.

Em 2023 ingressou na Banda Sinfónica do Exército. Participou em classes de aperfeiçoamento com Lars Karlin, Martin Schippers, Sebastiann Kemner, João Martinho, Alexandre Vilela, Joaquim Rocha, Thierry Redondo, Nuno Scarpa.

Tomás Gonçalves, trombonista

Tomás Gonçalves, trombonista, de Vila Franca de Xira

Tomás Gonçalves já tocou em salas de espetáculo como: Grande auditório da Gulbenkian, Casa da Música, Teatro São Carlos, Teatro São Luiz, Grande auditório do Centro Cultural de Belém, entre outros.

Foi músico convidado da Orquestra Metropolitana de Lisboa, Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra Pop, Orquestra Lusitanus.

Teve a oportunidade de tocar com grandes maestros como José Eduardo Gomes, Pedro Neves, Pedro Carneiro, Emilio Pomàrico, Jean-Marc Burfin, Paul Daniel, Cesário Costa, Ulisses Ascanio, Reinaldo Guerreiro, Christopher Bochmann, Renato Tomás, Carlos Gonçalves.

Reciclanda

Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Músicos naturais do Concelho de Vila Flor

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Júlia d’Almendra

Júlia d'Almendra, musicóloga e pedagoga, de Vila Flor

Júlia d’Almendra, musicóloga e pedagoga, de Vila Flor

Júlia d’Almendra

Júlia d'Almendra, musicóloga e pedagoga, de Vila Flor

Júlia d’Almendra, musicóloga e pedagoga, de Vila Flor

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira:
962 942 759

Músicos naturais do Concelho de Vila do Conde

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Aires Pinheiro (guitarra clássica)
  • Ana Cancela (flauta transversal)
  • Ana Cristina Ferreira (canto)
  • António José Oliveira (violoncelo)
  • Clara Saleiro (flauta transversal)
  • David Oliveira (professor, compositor, +2021)
  • Francisco Luis Vieira (oboé)
  • José Pedro Fangueiro (acordeão)
  • Júlio Galvão Dias (cravista)
  • Mafalda Nejmeddine (cravo)
  • Manuela Azevedo (cantora)
  • Márcio Silva (guitarra portuguesa)
  • Nuno Oliveira (piano)
  • Paulo Oliveira (piano, 1979)
  • Paulo Praça (músico)
  • Paulo Veiga (trompete)
  • Ricardo Araújo Rodrigues (saxofone)
  • Teresa Bento (piano)
  • Vasco Costa (piano/violino)

Aires Pinheiro

Aires Pinheiro, guitarrista, de Vila do Conde

Aires Pinheiro, guitarrista, de Vila do Conde

David Oliveira

David Oliveira, professor, foi um dos fundadores do Conservatório de Música de Vila do Conde. Ao longo da sua carreira docente, lecionou a disciplina de Canto Coral nos Liceus e a disciplina de Composição no Conservatório de Música de Porto. Posteriormente, dedicou-se ao ministério da disciplina de Educação Musical no 2º ciclo do ensino básico, para a qual ofereceu um contributo notável, através da elaboração de manuais de ensino, adotados por escolas de todo o País. No concelho de Vila do Conde, além da sua notória atividade enquanto Professor de Educação Musical na Escola Preparatória nº 1 de Vila do Conde – atual Escola Básica Frei João de Vila do Conde, foi um dos fundadores da Academia de Música de S. Pio X – atual Conservatório de Música de Vila do Conde, tendo paralelamente desempenhado funções como diretor do Coro da Igreja Matriz. Faleceu a 25 de maio de 2021.

David Oliveira, professor e compositor

David Oliveira, professor e compositor

Paralelamente à sua profissão como professor, desenvolveu também uma intensa atividade como compositor, com uma produção que aborda diversos estilos musicais, com ênfase na música coral, música para piano e orquestra sinfónica, explorando diversas correntes estéticas.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
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José Pedro Fangueiro

José Pedro Fangueiro, acordeonista, natural de Vila do Conde, tem vindo a desenvolver uma carreira musical diversificada, explorando repertório clássico e contemporâneo.

Licenciado em Música pela Escola Superior de Artes Aplicadas, encontra-se no 2º ano de Mestrado em Ensino de Música na mesma instituição, com Paulo Jorge Ferreira.

Participou em vários cursos e classes de aperfeiçoamento com conceituados professores de toda a Europa como, Claudio Jacomucci, Miloš Milivojević, Friedrich Lips, Veli Kujala, Owen Murray, Vincent Lhermet, Bjarke Mogensen, Gorka Hermosa, Viatcheslav Semionov e Franck Angelis.

Enquanto músico residente na Fábrica da Criatividade em Castelo Branco, e como membro do Quartz Quintet participou em residências artísticas promovidas pela Orquestra Filarmónica Portuguesa (2019) e Orquestra Sem Fronteiras (2020-2021). Também com este grupo, incentivou à criação de repertório original português para a formação – acordeão e quarteto de cordas – colaborando com jovens compositores portugueses que compuseram obras dedicadas a este grupo.

Atuou em diversas salas em todo o país e nas ilhas, a solo e em música de câmara, tendo também gravado concertos em direto para a Antena 2.

Destaca-se ainda como músico convidado pela associação FoleFest para estrear obras portuguesas para acordeão e gravar peças para o instrumento, promovendo assim o acordeão de concerto.

Destacam-se os prémios recebidos no Concurso FoleFest, no Prémio Jovens Músicos, no Concurso Nacional de Interpretação Contemporânea e no Concurso Internacional de Acordeão de Alcobaça.

Desempenha funções como docente estagiário no Conservatório de Música do Porto, e como professor na Academia de Música Fernandes Fão e na Maestro’s Music School, em Vila do Conde.

Participou enquanto professor em estágios de acordeão, nos quais se destaca a presença na atividade “Os Dias do Acordeão” organizados pelo Conservatório de Música do Porto, em 2024.

Ensaia grupos académicos como os Gatunos e a Afrodituna, que lhe permite o contacto com uma vasta gama de instrumentos e vozes, desenvolvendo habilidades ligadas à composição e criação de arranjos musicais, para instrumentos e voz.

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira (n. 1979) é um dos mais destacados pianistas portugueses da sua geração. Natural de Vila do Conde, iniciou os estudos musicais aos nove anos com Joaquim Bento. Seguidamente ingressou na Academia de Música de S. Pio X como bolseiro da Fundação Dr. Elias de Aguiar. Nesta instituição estudou com Margarida Almeida e Felipe Silvestre, tendo finalizado o Curso Complementar de Piano em 1998 com a classificação máxima. Posteriormente estudou com Tania Achot, concluindo o Curso Superior de Piano na Escola Superior de Música de Lisboa, uma vez mais com as mais altas classificações.

Continuou a sua formação com Sequeira Costa na Universidade do Kansas, com quem estudou durante quase uma década, herdando assim os mais fiéis conhecimentos da era dourada do piano, que o seu mestre tinha recebido directamente de Vianna da Motta, Mark Hamburg, Edwin Fischer, Marguerite Long e Jacques Février. Nesta universidade concluiu estudos de mestrado em 2005, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Posteriormente, em 2009 concluiu com distinção o seu doutoramento com uma bolsa de estudos da Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

Outros professores relevantes na sua formação foram Helena Sá e Costa, Luiz de Moura Castro, Andrei Diev, Vladimir Viardo, Vitaly Margulis, Aldo Ciccolini, Paul Badura-Skoda e Dmitri Bashkirov.

Foi distinguido com diversos prémios em concursos nacionais e internacionais, destacando-se o prémio que obteve no “Concurso Internacional de Piano Vianna da Motta,” o 1º prémio no “Concurso Internacional Bartók-Kabalevsky-Prokofiev,” o 2º prémio no “Concurso de Interpretação do Estoril | Prémio El Corte Inglés” e o 1º prémio no “Festival Jovens Pianistas 2010 – Prémio Chopin” – organizado pela Orquestra Metropolitana de Lisboa. Foi ainda vencedor da “Kansas University Symphony Orchestra Concerto Competition”. O duo que mantém com a violoncelista Teresa Valente Pereira foi premiado num recital realizado no “Palau de la Música Catalana” em Barcelona.

Paulo Oliveira tem-se apresentado a solo, com orquestra e em música de câmara em Portugal, Espanha, Andorra, Itália, França, Reino Unido, Polónia, Brasil, Estados Unidos da América, e gravou para a RDP – Antena 2, Radio France e Catalunya Ràdio.

Tocou a solo com a Orquestra Sinfónica da Universidade do Kansas, Orquestra Clássica de Espinho, Orquestra do Algarve, Orquestra do Norte, Orquestra Metropolitana de Lisboa e Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direcção dos maestros Nicholas Uljanov, Steven McDonald, Pedro Neves, Ferreira Lobo, Cesário Costa e Daniel Klajner.

Paulo Oliveira concilia a sua actividade concertística com o ensino. Foi professor de piano no Conservatório Nacional e no Instituto Piaget. Actualmente integra o corpo docente da Academia de Música de Santa Cecília e da Academia Nacional Superior de Orquestra | Metropolitana. Tem sido regularmente convidado a orientar master classes no país e no estrangeiro, e integrou por diversas vezes júris de concursos internacionais de piano.

Paulo Oliveira, pianista, de Vila do Conde

Paulo Oliveira, pianista, de Vila do Conde, créditos Susana Neves

É membro fundador da actual delegação portuguesa da “EPTA – European Piano Teachers Association.”

Fonte: A informação sobre Ana Cancela, Ana Cristina Ferreira, António José Oliveira, Júlio Galvão Dias, Mafalda Nejmeddine, Márcio Silva, Nuno Oliveira, Paulo Veiga, Teresa Bento, Clara Saleiro, Francisco Luís Vieira, Vasco Costa e Ricardo Araújo Rodrigues foi fornecida por Aires Pinheiro.

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Destaca-te na Musorbis

Destaca-te no Musorbis

Músicos do Concelho de Viana do Castelo

O Musorbis, em desenvolvimento, tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical do Concelho.

Ana Queirós

Ana Queirós, pianista, de Viana do Castelo

Ana Queirós, pianista, de Viana do Castelo

Cândido Lima

Cândido Lima, compositor, de Viana do Castelo

Cândido Lima, compositor, de Viana do Castelo

Francisco de Sá Noronha

Francisco de Sá Noronha, compositor de Viana

Francisco de Sá Noronha, compositor, de Viana

Deonilde Gouveia

Deonilde Gouveia, cantora de Viana do Castelo

Deonilde Gouveia, cantora, de Viana

Francisco Martins

Francisco Martins nasceu em 1994 em Viana do Castelo, onde iniciou os estudos musicais na Academia de Música de Viana do Castelo. Enquanto estudante da academia foi premiado em competições de piano a nível nacional e ibérico, e aos 17 anos estreou-se como solista com a Orquestra da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, no Teatro Sá de Miranda.

O pianista vianense foi admitido na Guildhall School of Music & Drama, em Londres. Nesta instituição frequenta o Guildhall Artist Masters Programme e obterá os títulos de Master of Music e Master of Performance. Estuda em Madrid, no Centro Superior Katarina Gurska, com pianistas de renome internacional como Javier Negrín, Andrey Yaroshinsky, e Nino Kereselidze.

É Licenciado em Música pela Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco, onde estudou com Luísa Tender, e terminou a unidade curricular de Piano com 19 valores. Em Portugal, participou em classes de aperfeiçoamento de pianistas conceituados do panorama nacional, entre os quais Pedro Burmester, Olga Prats, Álvaro Teixeira Lopes, Luís Pipa, Maria José Souza Guedes, e Constantin Sandu.

Mário Apolinário

Mário Apolinário, clarinetista, nasceu em Viana do Castelo a 27 de abril de 1990. Iniciou os estudos musicais na Academia de Música de Barcelos com Alberto Bastos, ingressando posteriormente na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, na classe de Ricardo Alves.

É Diplomado e Mestre em Ensino da Música pela Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco na classe dos professores Carlos Alves e Pedro Ladeira.

Durante o seu percurso académico, complementou a sua formação artística ao frequentar cursos de aperfeiçoamento com alguns dos mais destacados clarinetistas, como: Karl Leister, Michel Arrignon, Nuno Silva, Josep Fuster, Eddy Vanoosthuyse, António Saiote, Alain Damiens, François Benda, Harri Mäki, Milan Rericha, Marie Barrière-Bilote, Sauro Berti e Enrique Pérez Piquer.

Desenvolveu colaborações regulares como convidado em várias orquestras, tais como a Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra do Norte, Orquestra Ópera na Academia e na Cidade, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Didática da Foco Musical, Orquestra Con Spirito e Orquestra Gulbenkian.

É detentor de vários prémios em alguns dos mais destacados concursos nacionais e internacionais, dos quais se destacam o 1º Prémio no Concurso de Clarinete do FCIMV (Espanha – 2015), 1º Prémio no Concurso II Mostra Musical do “Eixo Atlântico” (Espanha – 2010), 2º Prémio no Concurso Internacional de Sopros “Terras de la Salette”(2017), 2º Prémio no Concurso Internacional José Massarrão (2017), 3º Prémio no Young Artist Competition (Itália – 2013), 3º Prémio no Concurso Internacional de Sopros “Terras de la Salette” (2012), entre outros.

Enquanto docente, lecionou na Academia de Música de Costa Cabral (Porto), entre 2014 e 2022, e na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, entre 2014 e 2019.

Exerce funções na Academia de Música da Fortaleza de Valença e na Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga.

Paralelamente à sua atividade docente, desempenha as funções de Clarinete Principal na Orquestra de Câmara do Distrito de Braga e da Orquestra da Costa Atlântica.

Vanessa Barros

Vanessa Barros nasceu a 29 de julho de 1998 em Viana do Castelo (Portugal) onde iniciou os estudos musicais, em violoncelo, aos dez anos na classe dos professores Nuno Cruz e Sónia Amorim. Integrou a classe de Susana Lima em 2001.

Em 2013 ingressou na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, na classe de Iminas Kucinskas. Em 2016 concluiu o curso profissional em música – variante instrumento, prosseguindo os estudos em Castelo Branco na ESART (Escola Superior de Artes Aplicadas) na Classe de Miguel Rocha.

Integrou a orquestra APROARTE em 2015, participou na BISYOC (Intercultural Youth Orchestral Exchange) em 2016 e auferiu o 1º Prémio de Crítica Literária Coletiva.

Trabalhou com maestros como Javier Viceiro, Julian Lombana, Roberto Pérez, Octavio Mas-Arocas, Peter Askim, Jordi Francés, Osvaldo Ferreira, José Eduardo Gomes, Rui Pinheiro, Gonçalo Lourenço, Peter Stark Julien Benichou e Jean Sébastien Béreau; e com os solistas: Teo Georghiu, João Terleira, Andrea Gozáles, Trompas Lusas, António Rosado, entre outros.

Frequentou os classes de aperfeiçoamento com Vanessa Pires, Daniela Brito, Jaroslav Mikus, Jed Barahal, Carlos Tony Gomes, Olga Pratz, Ryszard Wóycicki, Alejandro Erlich Oliva, John Thwaites, Andrew Fuller e Xavier Gagnepain.

Músicos naturais do Concelho de Viana do Alentejo

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Tomás Ribas (folclorista, 1918-1999)
Tomás Emílio Leopoldo de Carvalho Cavalcanti de Albuquerque Schiappa Pectra Sousa Ribas nasceu em Alcáçovas, Viana do Alentejo, a 20 de junho de 1918 e morreu em Lisboa, a 21 de março de 1999.

Frequentou o liceu e depois a Faculdade de Letras de Lisboa, no curso de Histórico-Filosóficas, que não chegou a concluir.

Esteve depois no Conservatório Nacional, onde tirou o curso especial de Dança e Coreografia.

Viajou pela Europa e pelos Estados Unidos da América como bolseiro do Instituto de Alta Cultura e da Fundação Calouste Gulbenkian, tendo trabalhado na Ópera de Paris e nos arquivos dos teatros líricos italianos, e fequentado vários cursos no Actors Studio de Nova Iorque, onde também participou num seminário da Universidade de Columbia sobre antropologia cultural.

Na área do teatro, foi encenador e coreografista. Trabalhou como conservador arquivista no Teatro Nacional de São Carlos durante vários anos.

Trabalhou como docente na Escola Superior de Dança do Instituto Politécnico de Lisboa, onde também fez parte do conselho científico, no Instituto de Novas Profissões, e no Conservatório, onde deu aulas de dança, encenação e estética.

Como jornalista, escreveu para vários jornais diários de Lisboa e revistas, incluindo O Século Ilustrado, Vértice, Vida Mundial e Mundo Literário, tendo-se destacado principalmente como crítico de bailado.

Esteve igualmente no Instituto Nacional para o Aproveitamento dos Tempos Livres, como chefe da divisão de Etnografia e Folclore.

Ocupou a posição de delegado da Secretaria de Estado da Cultura, na cidade de Faro, e fez parte do Conselho da Região de Turismo do Algarve entre 1977 e 1986, tendo-se destacado pelo impulso que deu à etnografia e cultura da região.

Deixou uma vasta obra literária, tendo publicado o seu primeiro livro, Monotonia, aos vinte e cinco anos, que foi a sua única obra de poesia. Em prosa, escreveu sobre vários temas, destacando-se as obras Pavlova, sobre a bailarina russa Anna Pavlova, O Primeiro Negócio, de ficção, Cláudia e as Vozes do Mar, sobre teatro, e o ensaio Etnografia, Ballet, Danças Populares e Teatro. Escreveu igualmente vários roteiros sobre Portugal, incluindo Guia de Recolha de Danças, Portugal Turístico, Guia Turístico de Faro (1987), e Beja à Descoberta de um Passado (1995). Também redigiu o prefácio para a segunda edição do livro Um Algarve Outro – contado de boca em boca. Em 1999, publicou a sua última obra, O Teatro Trindade – Cento e Vinte Anos de Vida, da editora Lello e Irmãos. Tomás Ribas faleceu em 21 de março de 1999, na cidade de Lisboa.

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Tomaz Ribas

Tomás Ribas, folclorista, de Viana do Alentejo

Tomás Ribas, folclorista, de Viana do Alentejo

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Músicos naturais do Concelho de Valpaços

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Eliana Magalhães

Eliana Magalhães nasceu em Vilarandelo, concelho de Valpaços. Iniciou a sua carreira musical aos 9 anos na Academia de Música da Ribeira Grande (São Miguel – Açores), na classe de piano da professora Svetlana Kusselova.

Aos 12 anos ingressou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave, na classe de Violino de José António Camarinha e, em 2005, de António Soares, com quem concluiu, em 2008 o Curso de Instrumentista de Cordas com média final de 18 valores.

Terminou em 2011 a Licenciatura em Instrumentista de Orquestra, com Aníbal Lima, na Academia Nacional Superior de Orquestra, e, em 2013, o Mestrado em Ensino de Música na classe de violino de Eliot Lawson e Ilya Grubert.

Frequentou o Doutoramento em Artes Musicais da Universidade Nova de Lisboa/ESML, na classe de violino de Tiago Neto, onde obteve o Diploma de Estudos Avançados em Artes Musicais, especialidade instrumental.

Leia AQUI a biografia completa.

Eliana Magalhães, violinista, de Valpaços

Eliana Magalhães, violinista, de Valpaços

João Pascoal Garcia

Nascido em França na cidade de Bordeaux a 28 de Novembro de 1979, João Pascoal Garcia mudou-se para Portugal com 3 anos de idade e aos 9 iniciou a sua atividade musical na Banda Filarmónica de Vilarandelo, onde pertence atualmente.

Aos 15 anos, estudou guitarra na Escola Osnabrüch, com Francisco Doutel. Frequentou a Escola Esproarte de Mirandela, com o curso de instrumento trompa de harmonia nível IV e o 8º grau de Formação Musical. Foi elemento da Orquestra Esproarte e participou em vários estágios de orquestras pelo país. Teve como professor de instrumento, Ivan Kucera e professores de masterclass, Abel Pereira e Bohdan Sebestik entre outros.

Pertenceu à orquestra da Federação Transmontano-Duriense de Bandas Filarmónicas de Vila Real.

Participou em vários cursos de pedagogia musical com os pedagogos Jos Wuytack, Cheu Líbano, Isabel Castro, entre outros. Teve aulas de canto em Bragança com a professora Ana Paula e workshop de canto e técnica vocal com os professores João Lourenço e Oliveira Lopes.

É licenciado em Professor do ensino Básico Variante de Ed. Musical, onde já lecionou no 1º, 2º e 3º ciclos em Vilarandelo, Valpaços, Lebução, Peso da Régua, Bragança, Faro, ilha de S. Jorge, (Topo), ilha do Faial, (Horta), Ilha Terceira, (EBI de Angra do Heroísmo, EBI Praia da Vitória (FOC) e Biscoitos, Altares), São Miguel, (Água de Pau, Nordeste e Ginetes).

Como professor de música ganhou um prémio a nível nacional de um projeto para crianças com deficiência e o selo europeu de qualidade relativo ao mesmo projeto do programa eTwinning. Foi regente e formador de duas bandas Filarmónicas, Euterpe de Castelo Branco e Filarmónica Lira e Progresso Feteirense, na ilha do Faial e formador, nas filarmónica Recreio dos Lavradores e Topense da ilha de São Jorge. Pertenceu ao coro da AMIT Academia Musical da Ilha Terceira como tenor, durante 3 anos.

João Pascoal Garcia

João Pascoal Garcia

Lançou um livro para crianças “Histórias da Leonor”, com músicas e Histórias para colorir. Algumas das suas músicas ganharam o 1º e 2º lugar no festival da canção infantil “Sol Menor” na ilha Terceira.

João Valpaços

João Valpaços é natural de Carrazedo de Montenegro, Valpaços, tendo o nascimento ocorrido em Chaves, em 1994.  Começou os estudos musicais em 2006 na ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela na classe de violoncelo de David Cruz e mais tarde na classe de Ricardo Ferreira onde concluiu o curso com a nota máxima na prova final de instrumento.

Em 2012 foi admitido na Hoogschool voor de Kunsten Utrecht na classe do Professor Ran Varon.

Foi membro e primeiro violoncelista em varias orquestra de jovens em Portugal e nos Países Baixos e atua frequentemente com a Orquestra XXI e a Orquestra Gulbenkian trabalhando com vários maestros como Lorenzo Viotti, Hannu Lintu, David Afkham, Lev Markiz, Muahi Tang, Lawrence Foster, Karl-Heinz Steffen.

João Valpaços

João Valpaços, violoncelista, de Chaves/Valpaços

João Valpaços, violoncelista, de Chaves/Valpaços

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Melissa Fontoura

Melissa Fidalgo Fontoura nasceu em Vilarandelo, concelho de Valpaços, distrito de Vila Real. Iniciou os estudos de Piano aos seis anos com o professor Francisco Dieguez Doutel na Escola de Música Osnabruck. Paralelamente ao ensino de música frequentou o curso de Humanidades do Liceu Fernão Magalhães, em Chaves. Prosseguiu a sua formação artística no Conservatório Regional de Guimarães e posteriormente no Conservatório de Música do Porto, onde concluiu o 8º Grau com 18 valores, sob orientação de Constantin Sandu.

Ingressou em 1998 na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo onde estudou com nomes de referência no panorama musical nacional, tais como Helena Sá e Costa, Madalena Soveral, Manuela Gouveia, Constantin Sandu, José Parra, Jaime Mota, Miguel Bernat e Manuel Campos.

Frequentou o Conservatório de Trieste, Itália, ao abrigo do programa Erasmus onde se especializou em disciplinas como Leitura ao Piano, Música de Câmara, Piano e Coro. Teve como orientador o pianista Massimo Gon. Enquanto aí viveu realizou vários concertos com a pianista Alessandra Sagelli de piano a quatro mãos.

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Ricardo Matosinhos

Ricardo Matosinhos nasceu em 1982, foi aluno da classe de Trompa de Ivan Kucera, na ESPROARTE (1994-2000) e Bohdan Šebestik na ESMAE, onde concluiu a licenciatura em 2004. A curiosidade levou-o a explorar os caminhos da trompa no jazz e, por essa razão, teve aulas com o saxofonista Mário Santos, cuja influência se veio a refletir mais tarde no seu estilo de composição. Concluiu, em 2012, o mestrado em Ensino da Música, na Universidade Católica, com a apresentação da dissertação “Bibliografia Selecionada e Anotada de Estudos para Trompa Publicados entre 1950 e 2011”.

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Ricardo Matosinhos

Ricardo Matosinhos, trompista, de Valpaços

Ricardo Matosinhos, trompista, de Valpaços

Susana Lopes

Susana Lopes é uma flautista portuguesa, valpacense, que reside atualmente em Amesterdão.

Durante o seu percurso académico, iniciou os estudos musicais aos 8 anos na Banda Municipal de Valpaços. Com 12 anos, ingressou na classe de flauta de Inês Fernandes, na Escola Profissional de Arte de Mirandela (ESPROARTE), onde concluiu o curso de instrumentista de sopro e percussão, em 2012.

Entre os ano letivos de 2012/2013 e 2014/2015, realizou a licenciatura, na classe de Raquel Lima, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE).

Em 2016 mudou-se para Amesterdão para iniciar o mestrado no Conservatorium van Amsterdam, na classe de Kersten McCall, onde concluiu o mesmo em 2018, com a classificação máxima.

Susana Lopes exerceu a função de docente de flauta transversal, na Academia de Artes de Chaves, no ano Letivo de 2015/2016. Participou em inúmeras classes de aperfeiçoamento com flautistas de renome, tais como Davide Formisano, Robert Dick, Felix Renggli, Matthias Ziegler, Rachel Brown, Trevor Wye, Vicent Lucas, Jacques Zoon, entre outros.

Foi laureada em vários concursos entre Espanha e Portugal, em diferentes categorias, passando por solo, música de câmara e até orquestra de sopros e sinfónica, destacando-se o 1º lugar no concurso Paços’Premium, em 2014, e ainda o 2º lugar no concurso Terras de Salette, em 2019.

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Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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HISTÓRIA DA MÚSICA

Manuel Joaquim

Manuel Joaquim, musicólogo, nasceu em Tinhela de Monforte, concelho de Valpaços, distrito de Vila Real (Portuga), a 21 outubro 1894 e morreu em Coimbra, a 28 março 1986. De 1929 a 1937 foi regente da Banda do Regimento de Infantaria 14, em Viseu. Em 1937 passou à reforma, a fim de se dedicar exclusivamente à investigação.

Ao longo da sua vida estudou História da Música e levou a cabo um notável trabalho de investigação musicológica, em particular sobre a música portuguesa. Foi um dos pioneiros da musicologia portuguesa, nomeadamente sobre música portuguesa dos séculos XVI e XVII. Compilou valiosos catálogos descritivos de manuscritos de música portuguesa (entre outros, no Palácio de Vila Viçosa), e transcreveu e editou música, em particular, dos compositores Duarte Lobo, Estevão Lopes Morago ou Esteban López Morago, e Manuel Mendes (compositor). O seu trabalho de investigação e edição foi extremamente importante para o conhecimento das fontes musicais e repertório da História da Música Portuguesa. Manuel Joaquim é referenciado no New Grove Dictionary of Music and Musicians, London, MacMillan, 2001 (por José Lopez-Callo); e na Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, vol. 2, pp. 660-661, Círculo de Leitores e Temas e Debates, 2010 (por Manuel Carlos de Brito).

Manuel Joaquim

Manuel Joaquim, musicólogo, de Valpaços

Composições Polifónicas de Duarte Lobo

Edições Musicais
  • O cancioneiro musical e poético da Biblioteca Pública Hortênsia, Edição Subsidiada pelo Instituto para a Alta Cultura. Coimbra, 1940.
  • A Missa de Féria do Padre Manuel Mendes, Separata de Música, Revista dos alunos do Conservatório de Música do Porto, (Porto, 1942).
  • Duarte Lobo: Composições polifónicas, Instituto para a Alta Cultura. Lisboa, 1945.
  • Estêvão Lopes Morago: Várias obras de música religiosa ‘a cappella’, Portugaliae Musica, volume IV, Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1961).
Escritos
  • Documentos para a História da Música da de Elvas, in Jornal de Elvas, 11 de Novembro de 1928 a 4 de Agosto de 1929.
  • A música militar através dos tempos, in Arte Musical, (Lisboa, 1937).
  • Um inédito musical: o ‘Te Deum’ do licenciado Lopes Morago (Lisboa, 1940).
  • ‘Nótulas sôbre a música na de Viseu’, in Beira Alta, I (1942), 7, 49, 107, 149; II (1943), 82; III (1944), 3–34, 93, 207–36.
  • Em louvor do grande polifonista Estevão Lopes Morago, [S.l. : s.n.], (1948).
  • Um Madrigal de Vicente Lusitano publicado no “Libro delle Muse”, in Gazeta musical, nos.13–14 (1952), 13–14; nº 16 (1952), 4–6.
  • Algumas palavras acerca de música antiga portuguesa, in Douro-Litoral, 5ª série (1952), nos.1–2, p. 3.
  • Da origem do canto cristão e sua antiga prática em Portugal (Porto, 1953).
  • Vinte livros de música polifónica do Paço Ducal de Vila Viçosa (Lisboa, 1953).
  • Os “Concertos brandeburgueses” de João Sebastião Bach, Gazeta musical, nºs 39–46 (1954), 196–7, 214–15, 230–31, 250–51, 260–61, 274–5, 288–9.
  • O “Passionarium” de Fernandes Formoso: Lisboa 1543, Arquivo de bibliografia portuguesa, Vol. I (Coimbra, 1955), 73–97.
  • Notícia de vários documentos dos séculos XIII, XIV, XV et XVI, existentes no Museu de Grão-Vasco, in Beira Alta, XIV (1955), 225, 263–99; XV (1956), 3.
  • Os livros do coro da de Coimbra, em 1635, Arquivo de bibliografia portuguesa, II (1956), 316–66; Separata (Coimbra, 1957).
  • O colectário de Arouca e os seus textos musicais, in Douro-Litoral, 8ª série (1957), nºs 5–6.
Bibliografia
  • Mário de Sampaio Ribeiro, À margem do cancioneiro de Manuel Joaquim: Notas e comentários, in Brotéria, n.º 33, 1941, pp. 383-417.
  • Manuela Alexina Meneses Vila Maior, Manuel Joaquim: Um contributo para a valorização do património artístico-musical português, Tese de Mestrado em Ciências Musicais, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2 vols., 2001.
Músicos naturais do Concelho de Valongo

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Anabela Freire

Anabela Freire iniciou os estudos musicais em 1987, com Rita Nunes, em acordeão e piano. Ingressou posteriormente no Conservatório de Música do Porto, na Classe de Piano de Teresa Xavier. Mais tarde, foi admitida na Classe de Flauta Transversal de Luís Meireles, com quem concluiu o 8º grau.

É Mestre em Ensino da Música, pela Universidade de Aveiro e Licenciada em Flauta Transversal, pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE – Porto). Estudou com os professores Paulo Barros, Ana Raquel Lima, Eduardo Lucena e Jorge Salgado Correia.

Anabela Freire participou, como executante, em classes de aperfeiçoamento dos flautistas: Patrick Gallois, Vicens Prats, Maxence Larrieu, Jean Ferrandis, Michael Cox, Herbert Weissberg, Marcos Fregnani-Martins, Vasco Gouveia, Averil Williams, István Matuz, Félix Rengli, Michael Hasel, Massimo Merceli, Marc Hantäi, Alexander Auer, Stephanie Wagner e Katharine Rawdon.

Participou também, como ouvinte, em masterclasses de Aurèle Nicolet, Michel Debost, Trevor Wye, Sophie Cherrier, Mário Ancilioti, Júlia Gállego, Vincent Cortvrint, Pamela Stahel, Wéndela van Swol, Gareth Mclearnon, Jorge Caryevschi, Nuno Inácio, Celso Woltzenlogel, Rogério Wolf, Alena Lugovkina, Sarah Rumer, Sarah Louvion, Michel Bellavance e Julien Beaudiment.

Colaborou com a Orquestra do Norte (flauta e piccolo) entre 2004 e 2006. Participou na Orquestra Clássica Juvenil “Bracara Augusta.97” e em estágios da Orquestra Sinfonieta-ESMAE. Trabalhou, entre outros, com os maestros: Jan Cober, Rodolfo Saglimbeni, Yuri Nasushkin, Cesário CostaAntónio SaioteJosé Ferreira Lobo, Félix Carrasco, Tadeusz Serafin; José Luís Borges Coelho, Bárbara Francke, Rafael Montes Goméz, Kamen Goleminov.

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Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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HISTÓRIA

Alberto Ribeiro

Tenor, fadista e ator de cinema, Alberto Dias Ribeiro nasceu em Ermesinde, concelho de Valongo, a 29 de fevereiro de 1920 e faleceu a 27 de junho de 2000.

Foi um dos mais célebres artistas portugueses entre as décadas de 40 e 60, detentor de uma significativa carreira internacional e de um vasto repertório de que resultaram mais de 200 fonogramas.

Começou a interpretar Canção de Coimbra aos sete anos no Café Portugal (Porto) por influência do irmão (Cristiano Ribeiro). Aos 14 anos, e na sequência da morte do pais, mudou-se para Lisboa, onde teve a oportunidade de interpretar o Fado Hilário no Café Luso, prestação que lhe garantiu a contratação para atuar regularmente nesse espaço, o que viabilizou a sua profissionalização.

Estudou Canto com Maria Antónia Palhares e, posteriormente, com Elena Pellegrini (Canto Lírico).

Em 1937, iniciou-se no Teatro de Revista, atuando no Porto durante um ano. Já em Lisboa, continuou a trabalhar neste género teatral, e em operetas (Sinos de CornevilleViúva AlegreAlvorada do Amor e O Conde de Luxemburgo).

Em 1944, foi contratado por Célia Gamez (que tinha vindo a acompanhar a sua carreira em Lisboa) para integrar uma digressão em Espanha, como figura destacada na sua Companhia de Zarzuela e Opereta em peças como YolaCiniziena del PalaceSi Fausto fuera FaustinaRumba a Pique e Fin de Semana.

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Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

“Coimbra”

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

“O Porto é assim”

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

“Orquídea”

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo