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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Bruno Correia, maestro, de Mangualde, no Teatro Principal de Pontevedra
Músicas no Concelho

Mangualde e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Mangualde

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Bruno Correia (direção)
  • Cheila Vanessa (flauta transversal)
  • Emanuel Amaral (trompetista)
  • Guilherme Mendes (percussão)
  • Joana Neves
  • José dos Santos Pinto (oboísta, compositor)
  • Miguel Rodrigues (bateria)
  • Patrícia Marques
  • Pedro Nunes (trombonista)
  • Rui Nunes (trompista)
  • Tiago Marques (cantor)
  • Tiago Mendes (trombone, direção)
Bruno Correia

Bruno Alexandre dos Santos Teles Correia nasceu em Lobelhe do Mato no dia 8 de novembro de 1984. Iniciou os estudos musicais básicos aos 10 anos de idade na Escola de Música Manelux (Mangualde) na classe de Órgão, e aos 11 anos ingressou na Escola de Música da Sociedade Filarmónica Lobelhense.

Bruno Correia

Bruno Correia, maestro, de Mangualde, no Teatro Principal de Pontevedra

Bruno Correia, maestro, de Mangualde, no Teatro Principal de Pontevedra

Em 1997 integrou a Banda Filarmónica como clarinetista e em 2008 integrou o corpo docente da Escola de Música da Sociedade Filarmónica Lobelhense, assumindo o cargo de Coordenador desde 2011. É o organista titular da Igreja Paroquial de Lobelhe do Mato desde 1998.

Paralelamente, entre 2004 e 2009, frequentou o Conservatório de Música de S. José da Guarda, nas classes de Clarinete, Piano e Formação Musical, tendo como professores Dina Soares (Clarinete), César Cravo (Clarinete), João Pedro Delgado (Formação Musical), Eugénia Paula (Formação Musical), Luís Figueiredo (Classe Conjunto) e Domenico Ricci (Piano). Como clarinetista frequentou cursos de aperfeiçoamento interpretativo e estágios de orquestra de sopros, trabalhando com os professores César Cravo, Dina Soares, Isabel Tavares, José Belinho, António Monteiro, João Pedro Santos e Cândida Oliveira.

Licenciado em Educação Musical pela Escola Superior de Educação da Guarda, exerce a sua profissão desde o ano de 2007 nas disciplinas de Expressão Musical em Jardins de Infância, Ensino da Música nas Atividades de Enriquecimento Curricular do 1º Ciclo e Educação Musical no 1º e 2º Ciclos.

Com vista à sua formação a nível de Direção de Orquestra de Sopros, tem participado em ações de formação organizadas por várias entidades, tendo já trabalhado com os maestros Henrique Piloto (Direção Coral), António Saiote, Valdemar Sequeira, Hélder Abreu, Alberto Roque, André Granjo e Luís Clemente. Frequentou a Academia Europeia de Direção de Banda (com Sede em Fornos de Algodres) desde 2014 até 2020, tendo como professores os maestros Javier Viceiro, Rafa Agulló Albors, Jan Cober e Bart Picqueur (Direção de Orquestra), Toni Cantal e Andrés Alvarez (Análise, Formação Auditiva, Orquestração e Transcrição), André Granjo (Direção de Orquestra e repertório) e ainda como professor convidado para as Masterclasses de Direção de Orquestra Clássica o Maestro Jean-Sébastien Béreau.

Atualmente, é o Maestro/Diretor Artístico da Sociedade Filarmónica Lobelhense (Mangualde) desde janeiro de 2011, É professor de Educação Musical nos 1º e 2º ciclos no Colégio da Imaculada Conceição (Viseu) desde 2007 e professor de Iniciação Musical na Academia de Música de Fornos de Algodres desde 2019.

José dos Santos Pinto

Oboísta, pedagogo e compositor, José dos Santos Pinto nasceu em Mangualde em 1915. Formou-se no Conservatório Nacional, onde viria a ser professor durante largos anos, e no Conservatoire Nationale de Musique. Durante a sua vida, passou pela Banda Regimental de Viseu, Banda da Guarda Nacional Republicana, Orquestra Filarmónica de Lisboa, Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos, Orquestra da Emissora Nacional e Quinteto Nacional de Sopros.

Como compositor deixou poemas sinfónicos, concertinos, sonatas, marchas, entre outros. Patenteou ainda um oboé original, que nunca chegou a ser fabricado em série. José dos Santos Pinto – Retrato de um músico profissional durante o Estado Novo, é um livro de Ana Margarida Cardoso, Edições Colibri 2019.

A 14 de julho de 2021, o músico José dos Santos Pinto foi homenageado durante a tertúlia-concerto comentado que teve lugar na Igreja Matriz de Lobelhe do Mato, pelo Município de Mangualde, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Elísio Oliveira, e do Vereador da Cultura, João Lopes. O momento cultural contou ainda com a presença do oboísta Luís Francisco Vieira, antigo aluno de Santos Pinto, que partilhou com o público algumas das memórias com o músico.

Tiago Coimbra no oboé e Joana Moreira no piano, protagonizaram o momento musical composto pelo seguinte repertório: José S. Pinto – Sonate dans l’Spirit Classique, para oboé e piano; Tomás Borba – Rosas Bravas: Melodia do Pastor (para oboé); Marcello/Bach – Adagio em Ré menor; José S. Pinto – Segunda Sonata, para oboé e piano.

Reviver José Santos Pinto

Reviver José Santos Pinto

A ação aconteceu no âmbito do projeto Reviver José Santos Pinto, cujo intuito é recordar o trabalho do músico e homenageá-lo. Constava ainda na programação deste projeto um Concerto Sinfónico com a Orquestra Poema, mas que acabou por ser cancelado.

O projeto Reviver Santos Pinto é da autoria de Ana Margarida Cardoso, que escreveu o livro “José dos Santos Pinto: retrato de um músico profissional durante o Estado Novo”, e do oboísta Tiago Coimbra. Através desta parceria pretendem recuperar duas sonatas para oboé compostas pelo próprio José dos Santos Pinto, apresentando-as ao público com o oboé que o músico utilizou durante toda a sua carreira. Este instrumento faz parte do espólio constante na Sociedade Filarmónica Lobelhense, foi restaurado e é único no mundo, uma vez que a sua dedilhação foi patenteada pelo músico.

Fonte: Magazine Serrano

Tiago Marques

Residente em Quintela de Azurara, freguesia do concelho de Mangualde, Tiago Marques é iniciou em 2011 o gosto musical como entertainer de karaoke. Em 2015 criou o seu primeiro single original que tem como nome esse mesmo trabalho de “pensa em mim” juntamente com uma equipa de produção musical.

Em 2016 realizou novos trabalhos de novos temas discográficos, e realizou o primeiro videoclip feito por uma equipa fotográfica mangualdense em vários pontos importantes de da cidade de Mangualde. Em 2018, voltou ao trabalho do seu mais recente single que tem como titulo “Je t’aime, mon amour”. A gravação do single foi elaborada no Studio Song em Águeda, pelo produtor José Carlos Monteiro contando com o apoio e colaboração do cantor Mangualdense “ Zezito”. O trabalho de imagem de videoclip foi elaborado por José António Mendes e Carina Albuquerque, tendo a participação do próprio interprete  e, como figurante, Elisabete Silva.

Tiago Marques

Tiago Marques, cantor, de Mangualde

Tiago Marques, cantor, de Mangualde

Fontes: Bruno Correia facultou as informações relativas a Emanuel Amaral (trompetista), Pedro Nunes (trombonista), Guilherme Mendes (percussão), Tiago Mendes (trombone, direção) , Rui Nunes (trompista), Patrícia Marques, Cheila Vanessa (flauta transversal), Joana Neves, Miguel Rodrigues (bateria).

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/bruno-correia-regente-no-teatro-principal-de-pontevedra.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-16 17:47:532022-04-07 23:01:19Mangualde e os seus músicos
Banda Boa União – Música Velha
Músicas no Concelho

Manteigas e as suas filarmónicas

Músicos do Concelho de Manteigas

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Banda Boa União – Música Velha

Rezam os documentos escritos: «Saibam quantos este instrumento publico virem, que sendo no ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, de mil oitocentos e sessenta e cinco, aos oito dias do mês de Julho, pelas nove horas da noite e casas e moradas de Ana Martins Pereira, onde eu Tabelião, vim a rogo de partes, para fazer a presente escritura, ali sendo presentes; (…) do que dou fé, perante os quais por eles foi dito que tinham contratado de reger Sociedade Filarmónica com as condições seguintes».

A Banda tem promovido e participado em concertos, festivais de bandas, encontros lúdicos de artes, festas civis e religiosas, romarias. Instituição de Utilidade Pública, sem fins lucrativos, a BBU rege-se tem por objeto promover o ensino e a prática da arte musical nas sua mais diversas formas de manifestação e execução e propiciar formas de acesso à cultura e ao recreio dos seus associados, nomeadamente: manter classes de ensino da música, manter uma Filarmónica em atividade, promover concertos musicais, festas recreativas, seções de teatro e outras formas de atividade cultural e recreativa, manter um Rancho Folclórico, filiar-se em associações e federações congéneres, promover intercâmbios com outras associações afins, cooperar com as entidades públicas, abrilhantar as festas religiosas.

A Filarmónica tem cerca de 60 elementos, sendo que dois terços são jovens músicos, formados dentro das suas fileiras. Tem uma Escola de Música – para formação dos seus músicos, que conta com três colaboradores na formação musical, estando inscritos cerca de 30 instruendos, repartidos por quatro graus de ensino musical, que serão o garante do futuro da Coletividade.

BBU

Banda Boa União – Música Velha

Banda Boa União – Música Velha

Filarmónica Popular Manteiguense – Música Nova

A Filarmónica Popular Manteiguense – Música Nova, foi fundada em 1877 e mantém-se em atividade ininterrupta até a presente data. Diz a história que a música em Manteigas teve a sua origem devido à visita de uma companhia de palhaços à nossa terra, tendo depois alguns nossos conterrâneos comprado, aos mesmos palhaços uma trompete, um saxofone, uma tarola e uns pratos. Daí, sem qualquer arte musical, fazendo uma grande barulheira pelas ruas fora, é que nasceu o gosto pela música.

O certo é que a música em Manteigas começou a ter a sua história bem marcada com documentos que rezam de 8 de julho de 1865, altura em que foi fundada a “Sociedade Filarmónica”. Em 1877, Manteigas passou a ter duas bandas, quando a 29 de janeiro desse ano Anselmo Braancamp, líder político do Partido Progressista do nosso País, consegue dissolver o Parlamento e arrasta para o seu Partido Progressista grande parte dos militares dos Partidos evolucionista e regenerador. Este acontecimento político, a nível nacional, deu a todos os progressistas deste país uma grande alegria, incluindo os Manteiguenses, pois o mesmo acontecimento foi nesta vila festejado.

O chefe deste partido no nosso concelho era Manuel Cunha, homem de fabrico da Casa Matos Cunha que, para festejar o acontecimento, convidou a Música da nossa terra. Como a Banda existente era chefiada pelo Sr. António Ribeiro, da família nobre da Quinta de São Fernando, e como este era o chefe do Partido Regenerador no nosso concelho, pediu a Manuel Cunha uma libra em ouro por cada hora de exibição. O contrato foi firmado nesta base, mas ao fim de duas horas de atuação, Manuel Cunha todo indignado disse que a partir desse momento iria nascer uma nova Banda em Manteigas. Tendo depois descoberto em Unhais da Serra um afinador de teares, que era músico e que foi conhecido pelo nome de “Pai Pata”, foi buscá-lo para mestre de teares em São Gabriel e com elementos em grande parte que vieram do velho agrupamento, Manuel Cunha ainda nesse mesmo ano organiza a “Música Nova” e em 7 de agosto, sai para a rua, fazendo um concerto na Praça Luís de Camões, e até aos nossos dias a “Filarmónica Popular Manteiguense” teve vida contínua e sempre com o mesmo nome que ainda hoje possui.

FPM-MN

Filarmónica Popular Manteiguense - Música Nova

Filarmónica Popular Manteiguense – Música Nova

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda Musical Castromarinense, de Castro Marim
Músicas no Concelho

Castro Marim e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Castro Marim

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Musical Castromarinense

A Banda Musical Castromarinense é uma filarmónica de Castro Marim. Desde 1976 tem escola de música, frequentada por cerca de 26 alunos, com idades compreendidas entre os 6 anos e os 19 anos. Em 1916 existia em Castro Marim uma Banda Musical conhecida pela “Canairinha “ que, passado alguns anos, se extinguiu. Voltaria a aparecer uma nova Banda Musical, que tomou a designação de “Euterpe “ que também se extinguiu algum tempo depois. A Sociedade Recreativa e Popular Banda Musical Castromarinense foi fundada a 04 de maio de 1924, conforme podemos verificar pelos Estatutos existentes e devidamente legalizados. Assim, nasceu a atual Banda Musical Castromarinense. Desde o seu nascimento, a Banda Musical foi dirigida por vários Regentes, entre os quais Veloso dos Santos, Marçal, Manuel Lopes Móia, Júlio dos Reis e Manuel Samúdio Nogueira.

A Banda Musical Castromarinense é formada por cerca de 40 músicos, todos amadores, com idades compreendidas entre os 8 e os 40 anos, deslocando-se a todas as partes do País e Espanha, com especial relevo para uma deslocação em Agosto de 2000, à Ilha de S. Miguel -Açores, para participar nas Festas do Santíssimo Sacramento. No dia 24 de junho de 2001 (Dia do Município de Castro Marim), a Banda foi agraciada, pela Câmara Municipal, com a Medalha de Mérito Municipal Grau Ouro. A Banda é regida pelo Maestro Bruno Correia.

Banda Musical Castromarinense, de Castro Marim

Banda Musical Castromarinense

S. R. Popular /Banda Musical Castromarinense
Casa da Música
Traseiras da Rua 26 de Janeiro
8950-129 Castro Marim
Telefone: 281 531 362

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Élio Anes Leal, maestro, do Bombarral
Músicas no Concelho

Bombarral e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho do Bombarral

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Élio Anes Leal (maestro)
Élio Anes Leal, maestro, do Bombarral

Élio Anes Leal, maestro, do Bombarral

Élio Anes Leal nasceu no Bombarral em 1986 e iniciou os estudos musicais com onze anos de idade na Escola de Música do Círculo de Cultura Musical Bombarralense. Frequentou o Conservatório de Música de Caldas da Rainha e, posteriormente, a Escola de Música Nossa Senhora do Cabo, onde concluiu o Ensino Complementar de Música na variante de Trompete. Iniciou os estudos de Direção Musical em 2003, tendo desde então trabalhado com os maestros Jean-Marc Burfin, Jean-Sébastien Béreau, Jo Conjearts, Timothy Reynush, Mark Heron, Johannes Schlaefli e Scott Sandmeier. Estudou, ainda, Direção Coral e Reportório Operático com Enza Ferrari e Giovanni Andreoli.

Em diferentes contextos, teve a oportunidade de dirigir os seguintes agrupamentos: Orquestra Sinfónica do Chipre, Orquestra Ibérica, Orquestra do Algarve, Orquestra de Cascais e Oeiras, Orquestra Promenade, Orquestra Académica Metropolitana, Orquestra de Câmara do Luxemburgo, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra de Reportório da ESML e Percussões da Metropolitana, entre outros. Desde 2005, é maestro da West Europe Orchestra, orquestra de jovens que fundou e com a qual foi vencedor nacional na 1.ª edição do Prémio Carlos Magno para a Juventude, em 2008, tendo sido distinguido pelo então Presidente do Parlamento Europeu, Hans-Gert Pottering, e pela chanceler alemã, Angela Merkel. Em 2010, foi convidado para dirigir um concerto para o então Presidente da República Aníbal Cavaco Silva, aquando do seu roteiro das comunidades locais inovadoras no Oeste.

Ainda com a West Europe Orchestra, gravou um CD dedicado à música portuguesa, a convite da editora Lusitanus Edições e, em 2012, fez uma digressão à Grécia. Em 2013, recebeu a distinção de «Profissional do Ano» pelo Rotary Club do Bombarral e foi um dos onze finalistas do Concurso Internacional de Direção Solon Michaelides, entre 180 candidaturas de todo o mundo. Em 2016, foi um dos doze jovens maestros portugueses selecionados para participar na categoria de Direção de Orquestra da 30.ª Edição do Prémio Jovens Músicos, onde teve a oportunidade de dirigir a Orquestra Sinfónica Portuguesa. Tem dirigido diferentes formações orquestrais, acompanhando em concerto músicos solistas de diversos estilos, tais como Sofia Escobar, Barbara Barradas, Marco Alves dos Santos, Luís Gomes, Carlos Guilherme, Jorge Palma, Luís Represas, Deolinda, Paulo de Carvalho, Rita Guerra, Vitorino Salomé, João Só, Mafalda Arnauth, Anabela, André Sardet, Tim, Mafalda Veiga, 3 Bairros, Sissi Martins, Rúben Madureira, Ana Bacalhau, Carlão, Gisela João e FF (Fernando Fernandes).

Apresentou-se em concerto acompanhando o pianista Artur Pizarro e dirigiu, em estreia absoluta, O Pequeno Príncipe do compositor Sérgio Azevedo, baseado na obra de Antoine de Saint-Éxupéry e d’As Fábulas de La Fontaine, uma encomenda da Metropolitana ao compositor Lino Guerreiro no âmbito da inauguração do LU.CA – Teatro Luís de Camões, a convite da Câmara Municipal de Lisboa. Em 2019 participou na série da SIC Notícias «As empresas são como orquestras?» em parceria com a Deloitte Portugal. Colabora regularmente na redação de notas de programa para a temporada de música da Fundação Calouste Gulbenkian e assina crónicas de âmbito musical no Jornal Região Oeste.

Élio Anes Leal é licenciado em Direção de Orquestra pela Academia Nacional Superior de Orquestra, onde estudou sob a orientação do maestro Jean-Marc Burfin. É professor no Conservatório de Música da Metropolitana, diretor artístico da Orquestra Juvenil Metropolitana e encontra-se a concluir o mestrado em Direção de Orquestra na Escola Superior de Música de Lisboa.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/bombarral-elio-anes-leal-maestro-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-15 23:17:542024-11-20 10:29:38Bombarral e os seus músicos
Amadeu Magalhães, cavaquinho, de Boticas, créditos Inés Olivares Conde
Músicas no Concelho

Boticas e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Boticas

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  • Amadeu Magalhães (cavaquinho)

Amadeu Magalhães é um músico e formador nascido em Dornelas, Boticas, que reside na Figueira da Foz. Iniciou o seu percurso como músico profissional no ano de 1990 com o grupo Realejo, grupo do qual é responsável/director musical até hoje, mais tarde integrou o grupo de ”música medieval e renascentista”, Ars Musicae, onde tocou instrumentos de sopro.

Amadeu Magalhães, cavaquinho, de Boticas, créditos Inés Olivares Conde

Amadeu Magalhães, cavaquinho, de Boticas, créditos Inés Olivares Conde

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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José Miguel Rego, músico, de Mértola
Músicas no Concelho

Mértola e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Mértola

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  • José Miguel Rego (músico)
José Miguel Rego

Natural de Mértola, José Miguel Rego estudou 7 anos no CRBA (Conservatório Regional do Baixo Alentejo), até ir para Lisboa, estudar para a FLUL (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) em 2013. Formou o projeto de Rock Snake Belt. Foi membro do projeto Terra (Miguel Rego, Filipe Pratas e António César). Acompanhou o músico Bruno Batista em várias ocasiões, nomeadamente, na apresentação do seu disco Desbloqueio, como guitarrista e vocalista de suporte.

Em Lisboa participou em várias iniciativas culturais na FLUL como músico e ator. De 2016 a 2019 trabalhou na Associação Cultural Zé dos Bois como técnico de som e luz. Neste período teve oportunidade de partilhar o palco com músicos locais como o saxofonista Pedro Sousa, o baterista Gabriel Ferrandini, Miguel Abras, Teresa Castro, Afonso Serro, Alexandre Rendeiro e o Poeta António Poppe. Em 2017 forma o projeto musical Andrage.

José Miguel Rego, músico, de Mértola

José Miguel Rego, músico, de Mértola

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Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Samuel Vieira, tenor, do Cartaxo
Músicas no Concelho

Cartaxo e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho do Cartaxo

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  • Cosme Delgado (compositor, 1530-1596)
  • Samuel Vieira (tenor)

Samuel Vieira

Samuel Vieira, tenor, do Cartaxo

Samuel Vieira, tenor, do Cartaxo

Cosme Delgado

Compositor português do Renascimento, Cosme Delgado nasceu no Cartaxo por volta de 1530 e morreu em Évora a 17 de setembro de 1596). Na sua menoridade terá ingressado no convento franciscano local, denominado do Espírito Santo. Posteriormente deslocou-se para Évora onde, como bacharel da Sé Catedral, foi um exímio cantor, conhecendo-se um elogio do cabido da Sé, do então D. Teotónio de Bragança: “e tem elle neste officio de musica tantas partes de que Nosso Senhor o dotou que por boa voz e habilidade parece que ainda que delle fora merecido e escusaren de tal por sua Rara habilidade e voz boase podia bem exceptuar de todos, /…/”

Foi Mestre de Capela da Sé por mais de 30 anos, onde foi um renomado compositor e professor. Instruiu as primeiras gerações de música polifónica da chamada Escola de Évora, da qual o mais importante dos seus alunos foi Manuel Mendes.  As suas obras incluem missas, motetes, e lamentações a 4, 8 e 12 vozes; e um ensaio teórico ou Manual de Música em três partes.

Na sua morte, as suas composições foram legados por si, em testamento, ao Convento do Espinheiro dos Religiosos de São Jerónimo em Évora. Destas obras constavam missas, motetes, lamentações segundo nos diz o Licenciado Francisco Galvão Maldonado nas suas Memórias que reuniu para a ‘Biblioteca Portuguesa’. Entre estas obras estava também um ‘Manual de Música’ em três partes. Devido à Extinção das Ordens Religiosas em Portugal, em 1834, desconhece-se o paradeiro das suas obras musicais e teóricas.

Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

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Banda Juvenil do Município do Gavião
Músicas no Concelho

Gavião e as suas filarmónicas

Músicos do Concelho do Gavião

A Banda Juvenil do Município do Gavião nasceu a 10 de junho de 1989. Foi criada pela Câmara Municipal do Gavião, organismo que suporta financeiramente o grupo, que é composto unicamente por jovens, com idades compreendidas entre os 10 e os 22 anos.

A Banda juvenil do Município do Gavião tem percorrido o país de Norte a Sul, representando o seu Município (também representou a Região de Turismo de S. Mamede na Feira Nacional de Gastronomia de Santarém), através de um repertório musical que contém os mais diversos estilos de música adequados a cada atuação.

Destacam-se participações em feiras de artesanato, mostras de gastronomia, feiras do livro, festivais de bandas de música, além de concertos e desfiles em arraiais e festejos populares. Conta com uma presença em Espanha. A Banda possui hoje um admirável espólio, testemunho da intensa atividade desenvolvida ao longo destes anos.

Mantem em funcionamento uma Escola de Música, suporte artístico do grupo, que possibilita a substituição, quando necessária, de músicos. É responsável pela área de formação dos novos músicos o seu maestro Paulo Manuel Alfaiate Pires.

Banda Juvenil do Município do Gavião

Banda Juvenil do Município do Gavião

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/gaviao-banda-juvenil-do-municipio-do-gaviao-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-15 21:23:082024-12-20 21:22:06Gavião e as suas filarmónicas
Filarmónica de Góis
Músicas no Concelho

Góis e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Góis

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Filarmónica de Góis

A Filarmónica de Góis remonta, segundo a tradição, a 1834. Terão existido em Góis duas Filarmónicas, uma afeta ao Partido Progressista, outra ao Partido Regenerador, designadas por “Chata” e “Cachimbana”. Em documento arquivado na Associação, documento em papel selado e datado de 09 de março de 1887, consta a realização de uma Assembleia, na Casa de Ensaio, de antigos filarmónicos cujos nomes se encontram inscritos. A finalidade da Assembleia foi a de discutir e aprovar os Estatutos, compostos por 25 artigos. Os mesmos foram aprovados com a presença do respetivo tabelião, com testemunhas que assinaram juntamente com aquele tabelião. É provável que tenha sido nesta data a fusão das duas Filarmónicas, fusão esta de que resultou a Filarmónica Recreativa Goiense cujo estandarte ainda hoje guarda.

Nos primeiros anos do século XX a Filarmónica encontrava-se inativa, vindo a ser reorganizada nos anos trinta e ressurgindo finalmente em 09 de abril de 1933. Em 1939 foi fundada a Associação Educativa e Recreativa de Góis e aqui integrada a Filarmónica, hoje a sua secção de maior destaque. Conta com trinta e cinco executantes. Mantém uma pequena Escola de Música. A Filarmónica tem mantido grande atividade cultural, atuando não só no concelho de Góis e concelhos limítrofes como ainda em diversas zonas do País. Conta com várias deslocações a Coimbra, ao Porto e a Lisboa.

A Filarmónica da Associação Educativa e Recreativa de Góis foi distinguida com “Diploma” e “Medalha de Mérito” concedidos por deliberação da Câmara Municipal de Góis “Pelo seu longo e vasto trabalho ao serviço da Música e da Cultura, e pelo alto serviço prestado à comunidade goiense”.

Filarmónica de Góis

Filarmónica de Góis

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/gois-aer-gois.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-15 21:06:502024-12-20 21:13:46Góis e as suas filarmónicas
Frei Manuel Cardoso, compositor, de Fronteira
Músicas no Concelho

Fronteira e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Fronteira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Manuel Cardoso (compositor, 1566-1650)

Manuel Cardoso, frade carmelita, organista e compositor português do Renascimento, nasceu em Fronteira, a 11 de dezembro de 1566 e morreu em Lisboa, 24 de novembro de 1650. Participou no Colégio dos Moços do Coro, associado à Sé Catedral de Évora, estudando com Manuel Mendes e Cosme Delgado. Em 1588 ingressou na Ordem carmelita, e fez os votos em 1589, no Convento do Carmo, em Lisboa. No início dos anos 1620, residiu no Paço Ducal de Vila Viçosa, onde se tornou amigo do Duque de Barcelos (mais tarde rei D. João IV de Portugal).

Terminou a sua carreira como organista e compositor residente no Convento do Carmo em Lisboa. Muitas das suas obras foram destruídas no Terramoto de 1755. Foi, juntamente com Duarte Lobo, Filipe de Magalhães, e João IV de Portugal, um dos maiores representantes da “era dourada” do Polifonia portuguesa.

Frei Manuel Cardoso

Frei Manuel Cardoso, compositor, de Fronteira

Frei Manuel Cardoso, compositor, de Fronteira

Reciclanda

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/fronteira-manuel-cardoso-compositor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-15 20:50:332024-12-20 21:29:26Fronteira e os seus músicos
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