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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Banda de Música de Freixo de Espada à Cinta
Músicas no Concelho

Freixo de Espada à Cinta e as suas filarmónicas

Músicos de Freixo de Espada à Cinta

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Associação Recreativa e Cultural Banda de Música de Freixo de Espada à Cinta

A Banda de Música conta com cerca de meia centena de músicos. Teve entre outros maestros, Manuel Carvalho, Carlos Leal, Marco Maia, Nuno Madureira, Joel Monteiro, Dino Gabriel. Dino Gabriel é um músico da terra que nasceu no seio da banda. A Banda é dirigida pelo Maestro Orlando Rocha. A Banda já levou o nome de Freixo ao programa Praça da Alegria, ao Olá Portugal, Verão Total a partir da grandiosa Praça Jorge Alvares de Freixo de Espada à Cinta. Deslocou-se a França (Troyes), a vários encontros de bandas filarmónicas, na Semana Santa de Vitigudino (Província de Salamanca) e no Carviçais Rock.

A Banda de Freixo de Espada à Cinta terá começado a dar os primeiros sons há 150 anos, partindo da paixão pela música de um antigo professor primário, professor Borges, que à época lecionava em Freixo de Espada à Cinta. Quando o professor, por força do exercício da profissão se viu obrigado a abandonar Freixo, a Banda ressentiu-se. Mais tarde, a abnegação do Mestre Gata e do Sr. Viriato, levou a que a Banda renascesse. Responsabilizaram-se pela formação dos músicos, e trilharam todos os caminhos para angariar financiamento. A Banda continuou a tocar durante muitos anos, até que o desaparecimento desses freixenistas provocou o fim da Banda. Em 1978, deu entrada no Cartório Notarial de Freixo de Espada à Cinta a formalização da Associação Recreativa e Cultural da Banda de Música de Freixo de Espada à Cinta. Estava lançada uma pedra importante para o relançamento da Banda. Contratam-se Maestros e músicos. A falta de dinheiro e o fatal desaparecimento dos dois principais responsáveis pela Banda provocou outra paragem. Teríamos que esperar pelo ano de 1994 para que a Banda de Música se erguesse de novo.

Banda de Música de Freixo de Espada à Cinta

Banda de Música de Freixo de Espada à Cinta

Banda de Música de Freixo de Espada à Cinta

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/freixo-de-espada-a-cinta-banda-de-musica-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-15 20:18:542024-12-20 21:28:11Freixo de Espada à Cinta e as suas filarmónicas
Filarmónica Figueiroense, Figueiró dos Vinhos
Músicas no Concelho

Figueiró dos Vinhos e as suas filarmonicas

Filarmónicas de Figueiró dos Vinhos

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Musical de Instrução e Recreio Figueiroense

A Sociedade Musical de Instrução e Recreio Figueiroense é a coletividade mais antiga de Figueiró dos Vinhos, supondo-se que tenha sido no séc. XIX, pelos anos 1850 e 1870. Um dos seus fundadores e benemérito foi o figueiroense Manuel Quaresma de Oliveira, falecido em 1905 e que residiu na cerca da Fonte das Freiras, tendo um dos seus genros chegado a ser maestro da Filarmónica, Manuel Gameiro dos Santos, natural de Alcanena. A coletividade chamava-se, na fundação, Sociedade Filarmónica Figueiroense.

A partir de 1906, teve grande rivalidade com outra Filarmónica. Quando em festas se queria designar uma outra, os nomes eram, respetivamente: – “Filarmónica Velha” e “Filarmónica Nova”. No final de 1916, por dificuldades financeiras e ter amainado um pouco a rivalidade, os sócios da “Nova” não a acharam necessária, integrando-se todo o seu espólio, na Filarmónica Figueiroense, o próprio maestro, o saudoso maestro Manuel Martins Nunes, que regia aquela, passaria também para esta. Em 1937 entrou também esta crise, fechando-se a sede que na altura era no cimo da vila na rua Dr. António José de Almeida, motivado por uma zanga entre os músicos na festa do São Vicente dos Pinheirais, no concelho de Pedrógão Grande.

Por iniciativas dos diretores da Casa do Povo, foi ali integrada em 1938, passando nessa altura por mais um dos momentos altos da sua existência, tendo atuações de alto nível, como por exemplo, nas festas da Rainha Santa em Coimbra, onde na mesma altura foi inaugurar o “Portugal do Pequenitos” e o “Campo de Avaliação de Coimbra” (em Cernache dos Alhos). Em 1982, em Assembleia Geral foi alterado o seu nome para Sociedade Musical Instrução e Recreio Figueiroense – Filarmónica Figueiroense, continuando a ser, sem a menor dúvida, o expoente máximo da cultura em Figueiró dos Vinhos.

Do seu historial mais recente fazem parte atuações em diversos pontos do país, em Rádios Regionais (da sua sede se fez em março de 1988 uma transmissão direta, com duração de três horas, para toda a região de Leiria, e dado impacto que teve foi transmitido novamente em diferido uma semana depois). Atuações na Rádio Televisão, diversos concertos na cidade de Lisboa e outros pontos do país, fazem igualmente parte do seu historial. Em 1987 a Câmara Municipal dotou-se com uma magnífica sede própria, a condizer com o seu prestígio secular.

Foram criadas no mês de maio de 1988, as atividades de Orquestra Ligeira, Rancho Folclórico e Grupo Coral, que durariam até 31 de dezembro de 1990. Em 2012 foi além-fronteiras: deslocou-se a Saint Maximin, França, e a La Codosera, Espanha. voltando a França 2 anos depois. A 24 de Junho de 2014 estreou o “Hino de Figueiró” composto pelo seu maestro, Elias Santos. É solicitada para romarias, festas e outros eventos em Portugal e no estrangeiro, chegando a fazer, de 35 a 40 saídas musicais, por ano.

Filarmónica Figueiroense

Filarmónica Figueiroense, Figueiró dos Vinhos

Filarmónica Figueiroense, Figueiró dos Vinhos

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/figueiro-dos-vinhos-sociedade-filarmonica-figueiroense.jpg 461 461 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-15 19:59:332024-12-20 19:38:08Figueiró dos Vinhos e as suas filarmonicas
Henrique Fraga, guitarra portuguesa de Coimbra
Músicas no Concelho

Chaves e os seus músicos

Músicos do Concelho de Chaves
  • Henrique Fraga (guitarra portuguesa)
  • João Valpaços (Chaves/Valpaços, violoncelo, 1994)

Transmontano de raiz, Henrique Fraga nasceu em Chaves a 20 de Julho de 1983. Tendo passado pela guitarra eléctrica e pela guitarra clássica, cedo conheceu a Canção de Coimbra pela voz do seu pai, um estudante da Universidade, que lhe fez despertar a vontade de aprender a tocar guitarra de Coimbra.

Prosseguiu os estudos, na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, onde ingressou em 2001, no mesmo dia em que se inscreve na Escola de Música da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra. Lá, pelas mãos do seu Mestre, Jorge Gomes, aprendeu o instrumento.

Em 2003 ajudou a fundar o grupo Lacrima, com o qual foi participando nas Serenatas Monumentais em Coimbra e em inúmeros outros eventos de norte a sul do País e nas Ilhas. Promoveu e participou na gravação do CD de Tributo a Carlos Paredes: “Serenata do Caloiro 2004” e esteve presente em vários eventos internacionais, nomeadamente no Canadá, na República Checa, no Luxemburgo, em Itália e em França. O seu percurso académico termina com a celebração dos 125 anos da Académica, evento em que sobe ao palco do Casino Estoril com os Xutos e Pontapés para tocar o tema “Homem do Leme” com um arranjo de sua autoria para guitarra de Coimbra. A par com a profissão de farmacêutico, que exerce desde 2008, continuou sempre a dedicar-se afincadamente à guitarra.

Em 2014, juntamente com Marco Matos, criou o projecto A Nossa Guitarra dirigido ao estudo e divulgação da guitarra de Coimbra, no âmbito do qual tem realizado concertos e palestras, dentro e fora de Portugal. Conta com a colaboração de João Teixeira no acompanhamento em guitarra clássica. Foca a sua maior atenção como intérprete na obra musical da família Paredes, a mais relevante na história deste instrumento.

Fonte: A Nossa Guitarra

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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João Valpaços

João Valpaços é natural de Carrazedo de Montenegro, Valpaços, tendo o nascimento ocorrido em Chaves, em 1994.  Começou os estudos musicais em 2006 na ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela na classe de violoncelo de David Cruz e mais tarde na classe de Ricardo Ferreira onde concluiu o curso com a nota máxima na prova final de instrumento.

Em 2012 foi admitido na Hoogschool voor de Kunsten Utrecht na classe do Professor Ran Varon.

Foi membro e primeiro violoncelista em varias orquestra de jovens em Portugal e nos Países Baixos e atua frequentemente com a Orquestra XXI e a Orquestra Gulbenkian trabalhando com vários maestros como Lorenzo Viotti, Hannu Lintu, David Afkham, Lev Markiz, Muahi Tang, Lawrence Foster, Karl-Heinz Steffen.

Durante a carreira a solo obteve em 2011 uma Menção Honrosa no “13º Concurso Santa Cecília” no Porto, em 2013 o 1º prémio na terceira categoria do “Britten Cello Concours” em Zwolle, Holanda e em 2014 o 2º prémio na categoria A do “16 Concurso Internacional Santa Cecília” no Porto. Apresentou-se a solo com orquestra na Holanda interpretando obras de Haydn, Concerto em Dó maior, e Tchaikovsky, Variações Rococo.

Teve a oportunidade de participar em classes de aperfeiçoamento com Gary Hoffman, Amit Peled, Tsuyoshi Tsutsumi, Marc Coppey, Matt Haimovitz, Lluis Claret, Claudio Bohórquez, Gavriel Lipkind, Maria de Macedo entre outros.

Em 2019 finalizou o Mestrado em Performance na classe dos Professores Jeroen den Herder e Dmitry Ferschtman sendo bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

Bio facultada por João Valpaços, publicada a 20 de fevereiro de 2021

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/henrique-fraga-guitarra-de-coimbra-2022.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-15 19:31:482024-11-08 20:07:25Chaves e os seus músicos
Alvoco da Serra, Seia
Músicas no Concelho

Seia e as suas canções

Património imaterial do Concelho de Seia

Material poético musical

Coletor nascido em Sobral de São Miguel, Covilhã, o Padre Jaime Pinto Pereira publicou em Coimbra, em 1952, o volume I de Alegrias Populares (cancioneiro folclórico de Alvoco da Serra). Diz Rebelo Bonito nas “Breves Palavras” que acompanham o 2º volume: “Percorrendo com o seu gravador o concelho de Seia, registou o Rev. Padre Jaime Pinto Pereira abundante material músico-poético para o segundo volume do cancioneiro a que pôs o título Alegrias Populares.”

O segundo volume foi publicado 15 anos depois do primeiro.

Alegrias Populares

Alegrias Populares, de Jaime Pinto Pereira

Alegrias Populares, de Jaime Pinto Pereira

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/seia-alvoco-da-serra-aldeia.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-15 13:53:372021-06-21 19:50:16Seia e as suas canções
Luís Martelo, trompete, da Mealhada
Músicas no Concelho

Mealhada e os seus músicos

Músicos da Mealhada

Figuras musicais relevantes do Concelho

  • Ana Luísa Cardoso (soprano, 1967)
  • Andy Scotch (rapper)
  • Beatriz Cortesão (harpa)
  • Daniel Vieira (direção de banda, 1976)
  • Luís Martelo (trompete, 1989)
Ana Luísa Cardoso

Ana Luísa Cardoso nasceu em Pampilhosa, Mealhada, em 1967. Estudou no Conservatório Calouste Gulbenkian de Aveiro. De 1989 a 1994, integrou o coro da Fundação Calouste Gulbenkian e entrou para o coro do Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) em 1989.

Atuou como cantora solista em diversos espetáculos desde 1991, nomeadamente: “Stabat Mater” de Pergolesi (1994); estreia absoluta da cantata “A Trilogia das Descobertas”, de e sob a direção do maestro Carlos Silva (1996); concertos de Música Sacra com peças de Haendel, Delibes e Schubert (1999 e 2000); óperas e concertos da Temporada de Ópera do TNSC, como “Suor Angelica” de Puccini, “Orphée aux Enfers” de Offenbach, cantata “Ceremony of Carols” de Britten, cantata “Les ruines de Jeruzona” de Pousseur; três concertos com Coro e Orquestra do TNSC, sob a direção do maestro João Paulo Santos, no programa dedicado a Schumann, no TNSC e nos Festivais dos Capuchos e do Bombarral; na co-produção do TNSC e da Culturgest “Édipo ou a Tragédia do Saber” de António Pinho Vargas (estreia absoluta) e no musical “Sweeney Todd” de Sondheim.

Cantou no Coro Syntagma Musicum de Lisboa e no Grupo Vocal Harmonia e colabora com o Coro Polifónico de Almada e o coro Riccercare de Lisboa. Dirige, desde 2004, o Coro da Casa da Galiza, em Lisboa. Integra a OP-Companhia Portuguesa de Ópera desde 2001, tendo interpretado, em Lisboa e em digressão por todo o país: Gianetta em “L’Elisir d’Amore” de Donizetti (num total de 25 récitas, em 2001 e 2002), Berta no “Barbeiro de Sevilha” de Rossini, Frasquita na “Carmen” de Bizet e Cugina na “Madama Butterfly” de Puccini. Em 2005, fez parte do elenco da ópera “Norma” de Bellini, a convite do Festival de Música do Teatro Clássico de Mérida, interpretando o papel de Clotilde, sob a direção do maestro Miguel Ortega.

Leia AQUI a biografia completa.

Andy Scotch

Rapper, compositor, produtor, empresário português, André Valezim de Carvalho – mais conhecido pelo seu nome artístico Andy Scotch – nasceu na Mealhada, a 14 de outubro de 1988.  É filho de Moçambicanos que vieram para Portugal em 1975 devido à guerra, tendo herdado dos pais a paixão pela música.

Andy Scotch, rapper, produtor, da Mealhada

Andy Scotch, rapper, produtor, da Mealhada

Na adolescência a mãe foi bailarina de “black music” e transmitiu-lhe desde cedo o gosto pela música de artistas como Michael Jackson e Prince. Em 2006 começou por disponibilizar vídeos de improviso e músicas gratuitamente no YouTube, onde o seu primeiro grande sucesso foi a música “Escuta o teu coração”, em 2009 ainda com o seu pseudónimo antigo (MC Fly). Mais tarde compilou temas originais e assim nasceu «Referência», o álbum de estreia, que editou em 2012. Andy Scotch foi convidado pelo conhecido Dj Cutsneak a fazer um remix da sua música que foi um hit de sucesso em Portugal “I Love Girls”. O sucesso (cantado em português) extravasou fronteiras nacionais e Andy Scotch foi então selecionado para entrar na coletânea “Freestyle”. O CD encontra-se a venda na Alemanha, Áustria e Suíça, tendo sido feita cerca de 20 mil cópias.

Beatriz Cortesão

Beatriz Cortesão nasceu na em Santa Luzia, freguesia de Barcouço, concelho da Mealhada, em 1998, e estudou Harpa no Conservatório de Música de Coimbra. O seu percurso académico no domínio das técnicas de harpa foi acompanhado pelas professoras Eleonor Picas, Beatrix Schmidt, Rita Campos e Erica Versace.

Complementa a sua formação musical frequentando regularmente cursos e classes de aperfeiçoamento, destacando-se os cursos de Harpa HarpWeek Porto (2014 e 2016), com Irina Zingg, e a International Summer Harp Academy (2015 e 2016), da Harp Masters Academy, com Irina Zingg e Karen Vaughan.

Beatriz Cortesão, harpista, da Mealhada

Beatriz Cortesão, harpista, da Mealhada, créditos Civica Scuola Di Musica Claudio Abbado

Trabalhou com os maestros Pedro Carneiro, Rui Pinheiro, Ernst Schelle, Frank Zielhorst e Jean-Sébastien Béreau, entre outros.

Em 2013, começou a colaborar com várias orquestras a nível profissional, tais como a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra do Norte e a Orquestra Clássica do Centro. Integrou a Jovem Orquestra Portuguesa a partir de 2014.

Em 2020 tornou-se a primeira harpista portuguesa a ser admitida na European Union Youth Orchestra.

Leia AQUI a biografia completa.

Daniel Vieira

Daniel Vieira nasceu em 1976 na Pampilhosa, concelho de Mealhada. Estudou com os maestros Joaquim e Manuel Pleno, e entrou na Filarmónica em 1990. É licenciado em Ensino da Música. Em 2006, substituiu Manuel Pleno na regência, lugar que acumula com a presidência da direção desde 2015. É o autor do livro Filarmónica Pampilhosense – da génese ao infinito, Ed. FP 2012.

Luís Martelo

Atualmente radicado na Inglaterra, Luís Martelo nasceu na freguesia de Barcouço, concelho da Mealhada. É o Trompete Principal/Solista da Taunton Concert Band, Lead Trumpet da Bertie’s Big Band e The New Groove, Solista dos Skaravan Club, Solo Cornet da Phoenix Brass Band, e um dos trompetistas freelance mais requisitados para shows comerciais e sessões de estúdio.

Gravou várias faixas e álbuns para bandas nacionais e internacionais e fez arranjos para a secção de sopros. Recentemente gravou com os Postmodern Jukebox UK, gravou o novo single da banda Nederveen, e o novo single da cantora irlandesa Marie Therese, de Dublin, que veio gravar na Inglaterra. Ela trabalhou com a Universal Records.

Gravou para o produtor de Hollywood Scott Fivelson, que produziu o filme American Reel e Near Myth – The Oskar Knight story, e a faixa chama-se Uber Time!

Na Inglaterra Luís Martelo já tocou no passado Lead Trumpet com a Deane Big Band e os Postmodern Jukebox, Groove-a-Licious (funk / soul banda), 1º trompete / solista com a Orquestra Clássica de quarta-feira, trompete / solista principal com a Tone Big Band, 1st Trumpet com a Somerset County Orchestra, Trumpet com a Big Noise Street Band, freelance com The Motown Gold Band da Earcandy, a orquestra de fossa do Regal Theatre, várias vezes ao vivo na
BBC Radio.

Luís apresentou-se a solo em diversos países, como Suíça, Luxemburgo, Portugal, Inglaterra e ilha de Jersey, Espanha e País de Gales, Croácia e tem sido um sucesso emergente.

Recentemente foi convidado por Philippe Schartz, trompete principal da BBC National Orquestra do País de Gales, para se juntar à orquestra como reforço freelance no futuro.

Luís Martelo, trompete, da Mealhada

Luís Martelo, trompete, da Mealhada

Recentemente, trouxe ao mercado seu primeiro método de trompete e o seu primeiro álbum de originais a solo “All of Me” que conta com alguns dos maiores nomes mundiais e tem sido um sucesso de vendas e bastante aclamado pelos grandes nomes da musica e do trompete mundial.

Leia AQUI a biografia completa.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/mealhada-luis-martelo-trompete.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-15 19:17:122021-12-04 10:17:38Mealhada e os seus músicos
Manuel Maria Baltazar, maestro, da Lourinhã
Músicas no Concelho

Lourinhã e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho da Lourinhã

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Ana Ventura (canto, piano)
  • Diogo Picão (cantautor)
  • Manuel Maria Baltazar (maestro, compositor)

Ana Ventura

Ana Ventura, cantora e pianista, da Lourinhã

Ana Ventura, cantora e pianista, da Lourinhã

Diogo Picão

Diogo Picão, cantautor, da Lourinhã

Diogo Picão, cantautor, da Lourinhã

Manuel Maria Baltazar

Manuel Maria Baltazar, maestro, da Lourinhã

Manuel Maria Baltazar, maestro, da Lourinhã

Diogo Picão

Diogo Picão começou o seu percurso musical aos 15 anos, na escola de Jazz de Torres Vedras, e fez o curso de Jazz na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (Porto). A paixão pela escrita de canções surgiu logo durante o curso, quando começou a aprender piano. Uma paixão que aliou ao gosto pela palavra. “Cidade Saloia” é o disco de estreia de Diogo Picão, um cantautor “nascido e criado na Lourinhã”, que faz da sua música um íman de culturas.

O álbum inclui 12 canções originais, 11 delas em português e uma em castelhano. Composições que “foram acontecendo”, ao longo de dois anos a tocar em Lisboa, e foram “juntando pessoas” de várias geografias. Dos 16 músicos que participam no disco, apenas sete são portugueses. Um deles, o guitarrista Anders Perander, é finlandês e constrói cavaquinhos em Lisboa. Há ainda alemães, italianos, espanhóis, um holandês e um búlgaro. Em entrevista à Rádio Renascença, a 28 de fevereiro de 2018, considera-se um “saloio” a viver na cidade e canta-o com orgulho. Nasceu na Lourinhã, passou pelo Porto e pela América Latina e assentou arraiais em Lisboa, há cinco anos. Uma cidade onde continua a viajar, desta vez através da música.

Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Manuel Maria Baltazar

Músico, maestro e chefe de banda militar português, Manuel Maria Baltazar nasceu na Lourinhã a 20 de novembro de 1927 e morreu em Lisboa, a 9 de dezembro de 1992. Aos 16 anos integrou a banda da Guarda Nacional Republicana. Mais tarde, concorreu à Banda da Marinha Portuguesa onde atingiu o topo da carreira com o posto de Capitão-tenente. Manteve-se na chefia da Banda da Marinha Portuguesa entre 1976 e 1987.

Foi autor de várias composições e arranjos musicais tendo também sido maestro de várias Bandas civis entre as quais a Banda da Lourinhã – sua terra natal. Enquanto maestro da banda da Sociedade Filarmónica União Seixalense, dirigiu-a no disco que comemorou o centenário da coletividade, a 1 de junho de 1971, onde ficaram registadas as marchas Regresso de um Fuzileiro, Rio Sousa, Luís de Camões e Rio Lima, sendo poucas as filarmónicas a gravarem o seu repertório no século passado.

Após a sua morte, a Câmara Municipal da Lourinhã decidiu atribuir o seu nome a uma avenida da sede do concelho: Avenida Manuel Maria Baltazar 2530-921 Lourinhã, freguesia e concelho da Lourinhã, distrito de Lisboa, GPS: 39.244242, -9.312084. Também a Associação Musical e Artística Lourinhanense, da qual foi fundador, lhe prestou homenagem, dando ao seu auditório o nome do maestro.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/lourinha-manuel-maria-baltazar-maestro-compositor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-14 15:54:192024-11-10 11:43:50Lourinhã e os seus músicos
Joel Rodrigues, maestro, de Penacova
Músicas no Concelho

Penacova e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Penacova

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Alexandre Madeira (França/Penacova, direção, saxofone)
  • Alípio Sousa Borges (músico, 1932-1997)
  • João Martinho (eufónio)
  • Joel Rodrigues (maestro)
  • Pedro Martinho (fagote)
  • Ricardo Almeida (tuba)
  • Rodrigo Carvalho (músico)
Alexandre Madeira

Alexandre Madeira é diplomado em Saxofone pelo Conservatório de Música de Coimbra e licenciado pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo – ESMAE (Porto).

Trabalhou com os professores Henk van Twillert, Fernando Ramos, Jean-Yves Fourmeau, Ed Boogard, Arno Bornkamp, Claude Délangle, Jean-Denis Michat e Gerard McCristal (Saxofone), Paulo Perfeito, Carlos Azevedo, José Pedro Coelho, Telmo Marques, Gileno Santana (Jazz), Hugues Kestman e Xelo Giner (Música Contemporânea), Jean Sebastien Béreau, Robert Houlihan, Alberto Roque, Luís Clemente e André Granjo (Direção de Orquestra).

Tem tido uma vasta atividade como docente em escolas como os Conservatórios de Coimbra, Braga, Águeda, Covilhã e tem sido convidado para ministrar cursos por todo o país.

Como instrumentista, conta com inúmeros concertos realizados em orquestras como as Orquestras Sinfónica, de Sopros e de Música Contemporânea da ESMAE, Orquestra de Músicos do Mediterrâneo, European Saxophone Ensemble, Orquestra Portuguesa de Saxofones, Coimbra Jazz Ensemble, entre outras, contando diversas digressões nos vários continentes, diversos prémios internacionais, concertos a solo e gravações de CD.

Alexandre Madeira

Alexandre Madeira, saxofone, direção, de Penacova

Alexandre Madeira, saxofone, direção, de Penacova

Leia AQUI a biografia completa.

Joel Rodrigues

Joel Rodrigues iniciou os estudos na Escola de Música da Banda Filarmónica da Casa do Povo de Penacova, sob a direção do maestro Gonçalo Rocha e posteriormente com o maestro Nuno Campos. Prosseguiu os estudos no Conservatório de Musica de Coimbra.

Em 2013 ingressou na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, onde concluiu a Licenciatura em Saxofone e posteriormente o Mestrado em Ensino da Música – variante instrumento (saxofone) e música de conjunto.

Como convidado, tem integrado diversas formações, onde se destacam Orquestra de Sopros de Coimbra, Ensemble de Saxofones do Conservatório de Música de Coimbra, Orquestra Sinfónica da ESPROARTE, Orquestra Sinfónica da ESART, Orquestra Ligeira da Covilhã, entre outros agrupamentos. É membro fundador do quarteto de Saxofones ‘’InSax’’ e membro da ‘’ The Soul Orquestra’’.

Joel Rodrigues é professor de saxofone e música de conjunto na Escola de Música do Orfeão de Leiria (OLCA), professor de saxofone na Sociedade Amadora Musical dos Pousos (SAMP) e Conservatório de Música de Coimbra – polo de Sertã.

Na sua formação de direção de orquestra trabalhou com maestro como Alberto Roque, João Paulo Fernandes, José Pedro Figueiredo, Nuno Osório, José Carlos Oliveira, entre outros. Tem sido convidado a dirigir vários agrupamentos. Entre 2017 e 2020 foi diretor artístico da Banda Filarmónica da Casa do Povo de Penacova, Grupo de Teatro e Variedades da Casa do Povo de Penacova e diretor pedagógico da escola de música da Banda Filarmónica da Casa do Povo de Penacova.

Joel Rodrigues, maestro, de Penacova

Joel Rodrigues, maestro, de Penacova

Ricardo Almeida

Ricardo João Borges Almeida nasceu em Lorvão, Penacova, a 22 de outubro de 1996 e iniciou a sua carreira musical em 2002. Concluiu o 5º grau de Conservatório de Música de Coimbra na classe de Clarinete de Henrique Pereira. Frequentou a Classe de Percussão da Filarmónica Boa Vontade Lorvanense por 8 anos, inicialmente orientada pelos professores Bruno Amaral e João Colaço. Frequentou o curso livre de percussão no Conservatório de Música de Coimbra durante 2 anos com Ismael Silva.

Em 2016 começou a estudar Tuba com Luís Oliveira, na Escola Profissional de Artes da Beira Interior. Participou também em de vários estágios de Orquestra de Sopros e Percussão e de Orquestra Sinfónica de destacar os seguintes maestros: Pedro Rego, Leandro Alves, Jan Wierzba, Tiago Oliveira, José Eduardo Gomes, José Ignácio Petit, Douglas Bostock, Tobias Gossmann, Jean-Marc Burfin.

Além dos Estágios de Orquestra, RicardoAlmeida também participou de classes de aperfeiçoamento individuais, destacando a participação com os conceituados tubistas: Sérgio Carolino, Adélio Carneiro, Ilídio Massacote, João Aibéo, Gil Gonçalves, Romeu Silva, Ricardo Antão, Ricardo Carvalhoso, Floyd O.Cooley, Jon Hansen, François Thuillier, Jose Martínez e Gene Pokorny.

Ricardo Almeida, tubista, de Penacova

Ricardo Almeida, tubista, de Penacova

Leia AQUI a biografia completa.

Rodrigo Carvalho

Rodrigo Carvalho nasceu em Penacova em 1983, onde iniciou os estudos musicais com Celestino Ortet. É licenciado, pela Escola Superior de Educação de Coimbra, no Curso de Professores de Educação Musical do Ensino Básico e pela Universidade de Aveiro no curso de Música, vertente de Performance em Canto, na classe de Joaquina Ly. É ainda mestre em Ensino de Música, nas variantes de Canto e Música de Conjunto.

Rodrigo Carvalho

Rodrigo Carvalho, músico, de Penacova

Rodrigo Carvalho, músico, de Penacova

Participa regularmente em cursos de Direção Coral, tendo já trabalhado com Edgar Saramago, John Ross, Artur Pinho, Cara Tasher, Eugene Rodgers, Paulo Lourenço, Gonçalo Lourenço, Vasco Negreiros e Ana Maria Gonzalez. Na área do canto trabalhou com Pierre Mak, Susan Waters, Pat MacMahon, Carla Pais, Isabel Alcobia, António Salgado, Maria José Nogueira, João Lourenço e Vianey da Cruz.

Enquanto solista cantou a Oratória de Natal, a cantata Actus Tragicus e a cantata Ich habe genug, de J. S. Bach, a Criação de Haydn, a Missa em Dó menor de Mozart, a Petite Messe Solennelle de Rossini, o Requiem a Inês de Castro de Pedro Camacho, Ein Deutsches Requiem de Brahms e Carmina Burana de Carl Orff. É diretor artístico do Coral Magister da Mealhada, do Coro Vox et Communio de Penacova, do qual é fundador, e do Coro Misto da Universidade de Coimbra.

Fontes: Alexandre Madeira forneceu a informação relativa Joel Rodrigues (maestro) e Rodrigo Carvalho (músico). Ricardo Almeida informou sobre João Martinho (eufónio) e Pedro Martinho (fagote).

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Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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HISTÓRIA

Alípio Sousa Borges

Alípio Sousa Borges, filho de António Borges e de Bigadaila de Jesus Sousa, nasceu em Lorvão no dia 26 de agosto de 1932, mas desde tenra idade se mudou para Penacova, onde casou e faleceu em 1997. Electricista de profissão, trabalhou na Companhia Eléctrica das Beiras (que mais tarde viria a integrar o grupo EDP), tendo passado também pela Câmara Municipal no início da sua carreira. Apesar de bom profissional, foi no campo da Música e do Teatro de Revista que se notabilizou.

Em Penacova deixou a sua marca indelével. Também fora do concelho, se afirmou como credenciado instrumentista. Alípio Borges sempre gostou de música – em especial da harmonia, mais do que propriamente dos aspetos melódicos – e que já uma sua bisavó fora uma mulher voltada para esta arte. Conviveu com Raimunda de Carvalho, um nome grande da música, e que desde muito cedo tivera o privilégio de lhe mudar as folhas da partitura quando ela tocava piano. Com esta exímia cultora da arte musical e com o Mestre Eliseu, de Coimbra, aprendeu solfejo durante a adolescência e juventude (1944-49).

Alípio Sousa Borges

Alípio Sousa Borges, músico, de Penacova

Alípio Sousa Borges, músico, de Penacova

Estudou Teoria Musical, Harmonia e Composição. Com Alípio Costa Alvarinhas Miguel (Catarino) aprendeu Saxofone, entrando pela sua mão para a Filarmónica. Tocou também saxofone-alto na Orquestra do Clube Desportivo Penacovense, dirigido pelo Mestre Eliseu. Por este nome importante do panorama musical conimbricense foi também convidado, já com carteira de músico, para fazer parte da Orquestra da FNAT (instituição que deu origem ao INATEL). Músico multifacetado passou por muitos Grupos de baile, entre os quais “Os Alegres” e o afamado “Ases do Ritmo”. Foi ainda, durante muitos anos, Mestre das Filarmónicas de Penacova e de S. Pedro de Alva.

Fonte: Jornal Nova Esperança

Raymunda Martins de Carvalho

Segundo informação de Penacova Atual, Raymunda Martins de Carvalho nasceu no Brasil em 1878 e morreu em Penacova no dia 11 de fevereiro de 1958.

Dona Raimunda com a BFP

Raymunda Martins de Carvalho, a primeira à esquerda, com a Banda Filarmónica de Penacova

Raymunda Martins de Carvalho, a primeira à esquerda, com a Banda Filarmónica de Penacova

D. Raymunda, primeira a contar da esquerda, com a Banda Filarmónica de Penacova, em 1925, nas escadas do antigo Tribunal Judicial

Joaquim Augusto de Carvalho, nascido em Penacova em 1861, emigrou para o Brasil onde fez fortuna e casou com esta jovem brasileira. No final do século XIX o casal veio viver para Portugal, comprando em Penacova a Quinta de Santo António e construindo aí o Palacete cuja traça inicial mantém.

Mais do que residência particular, aquele espaço cedo se afirmou-se como local privilegiado de convívio e de cultura, tendo para tal sido construído um salão anexo. Os donos eram portadores de alta sensibilidade artística, em especial no campo da música.

Raimunda foi professora de música e exímia executante de piano. Foi encenadora de muitos espetáculos de variedades e dirigente de um grupo coral, o “Orfeon Penacovense”, que “durante muitos anos se impôs à admiração de toda a gente”.

A “Gazeta de Coimbra” de Maio de 1920 destaca, na primeira página, uma “matinée” musical que se realizou em Coimbra, no Ginásio Club. Esta audição das alunas de Raimunda de Carvalho constituiu “a consagração da distinta professora” e evidenciou as superiores “qualidades que possui, seleccionando e atraindo algumas vocações para a Arte.” No grupo das suas alunas aparece o nome de crianças e jovens de Penacova: Maria do Céu Gouveia Leitão, Maria da Pureza Leitão Barbosa, Maria Elisa Duque e Maria Luísa Soares.

Fonte: David Gonçalves de Almeida, Penacova Atual (excerto, acesso a 21 de março de 2021)

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/penacova-joel-rodrigues-direcao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-14 12:06:422024-11-20 19:31:02Penacova e os seus músicos
Bernardo Terreiro, padre, compositor, de Almeida
Músicas no Concelho

Almeida e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Almeida

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • Bernardo Terreiro (composição)

Bernardo Terreiro

Bernardo Terreiro, padre, compositor, de Almeida

Bernardo Terreiro, padre, compositor, de Almeida

Salmos Harmonizados para Orfeão

Salmos Harmonizados para Orfeão, de Bernardo Terreiro

Salmos Harmonizados para Orfeão, de Bernardo Terreiro

Salmos Responsoriais de Bernardo Terreiro

Salmos Responsoriais do Pe. Bernardo Terreiro

Salmos Responsoriais do Pe. Bernardo Terreiro

Bernardo Terreiro

O Padre Bernardo Terreiro do Nascimento nasceu em Almeida. Com uma longa carreira sacerdotal, toda a sua vida foi dedicada ao ensino da música, nos seminários e nas escolas e, por fim, na Escola Superior de Educação da Guarda. Regeu vários coros da região, incluindo o Coro Etnográfico de Almeida. A sua dedicação à música popular levou-o a efetuar a recolha e a harmonização do cantos populares de Riba Coa, num outro álbum, com letras e músicas – «Património Musical de Riba Coa» (1999).

O álbum com os salmos para as missas em vernáculo, contendo a letra conforme ao Missal em uso em Portugal e a música harmonizada pelo Padre Bernardo Terreiro, foi apresentado no dia 13 de janeiro de 2008, no salão da Igreja Paroquial de São Domingos de Benfica. Trata-se de uma excelente obra musical e gráfica, muito ilustrada com reproduções de telas da pintora Evelina Coelho, algumas delas já expostas em igrejas das nossas terras. Coube a Pinharanda Gomes, por insistência do Padre Bernardo, proceder à apresentação da obra, à assembleia que por completo enchia o salão, mas a verdadeira apresentação decorreu quando o Coro Laudate, dirigido pelo Maestro José Vieira, interpretou 20 dos salmos constantes da obra e, também da interpretação a instrumental pelo Trio Surpresa do Professor Cassiano Pereira, o copista das pautas para impressão.

Música litúrgica, sagrada, pronta para servir às paróquias que disponham de um grupo coral, seja amador, seja regular, e seja pequeno ou grande, podendo o coro ser substituído pelos fiéis, desde que ligeiramente ensaiados, e desde que haja um solista que entoe o salmo para que os fiéis possam responder com o refrão. Obra notável da nossa música litúrgica, numa época em que ainda se fazem necessárias experiências para criar músicas destinadas aos textos litúrgicos em língua portuguesa, pois o canto gregoriano serve muito bem ao latim, mas é complicado vergá-lo às línguas vernáculas. Cantem, pois, as Paróquias as melodias sacras do Padre Terreiro, já glória da Raia.” (Carta Dominical, opinião de Pinharanda Gomes)

Fonte: Capeia Arraiana

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/bernardo-terreiro-padre-almeida.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-14 10:00:332024-12-19 19:32:28Almeida e os seus músicos
Francisco Naia, cantautor, de Castro Verde
Músicas no Concelho

Castro Verde e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Castro Verde

[ Serviço público sem financiamento público, o Musorbis foi lançado em dezembro de 2020. O processo de inserção de dados pode ser acelerado com a cooperação dos músicos no que se refere a currículos e fotografias em falta. ]

  • Francisco Naia (cantautor)
  • Francisco Rosa (compositor)
Francisco Rosa

Francisco Plantier Rosa nasceu em 2000, em Castro Verde. Iniciou os estudos musicais no Conservatório Regional do Baixo Alentejo. Entrou na Banda da Sociedade Recreativa e Filarmónica 1° de Janeiro de Castro Verde, no eufónio, instrumento no qual concluiu o 8°grau. Estudou Composição com Roberto Pérez, antes de ingressar na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), onde estuda com Jaime Reis e Carlos Caires.

Francisco Rosa

Francisco Rosa, compositor, de Castro Verde

Francisco Rosa, compositor, de Castro Verde

Foi selecionado para participar no Festival Internacional de música de Livorno, sob orientação de Stefano Gervasoni e Marco Liuni, e tem participado em classes de aperfeiçoamento, conferências e colaborado com Christopher Bochmann, Åke Parmerud, Annette Vande Gorne, Thomas Adés, Luís Antunes Pena, Ensemble Neon, Ensemble mosaik, Duo Contracello e Kaija Saariaho.

A sua música tem sido apresentada nos Reencontros de Música Contemporânea, Festival de Música de Livorno, Universidade de Évora, entre outros. Também se dedica à direção de orquestra, participando em cursos com Roberto Pérez, Felix Hauswirth, e Shawn Smith.

Francisco Naia

Francisco Naia, cantautor, de Castro Verde

Francisco Naia, cantautor, de Castro Verde

Francisco Naia

Francisco Naia

Francisco Naia

Amigo João

Francisco Naia, Amigo João

Francisco Naia, Amigo João

Amigo meu Amigo

Francisco Naia, Amigo meu Amigo

Francisco Naia, Amigo meu Amigo

Barquinha vai

Francisco Naia, Barquinha vai

Francisco Naia, Barquinha vai

Canções do Resistir

Francisco Naia, Canções do Resistir

Francisco Naia, Canções do Resistir

Cantos d’Além Tejo

Francisco Naia, Cantos d'Além Tejo

Francisco Naia, Cantos d’Além Tejo

Canto Suão

Francisco Naia, Canto Suão

Francisco Naia, Canto Suão

Cá prà Gente

Francisco Naia, Cá prà Gente

Francisco Naia, Cá prà Gente

De Sol a Sul

Francisco Naia, De Sol a Sul

Francisco Naia, De Sol a Sul

Francisco Naia

Francisco Naia e a Ronda Campaniça

Francisco Naia e a Ronda Campaniça

Nos cantos da Memória

Francisco Naia & Ricardo Fonseca, Nos cantos da Memória

Francisco Naia & Ricardo Fonseca, Nos cantos da Memória

Francisco Manuel Naia Tonicher nasceu na Estação de Ourique – Gare, concelho de Castro Verde. Quando tinha três anos, a família fixou residência em Aljustrel e mudou-se depois para o Barreiro. O seu pai, ferroviário, maestro e compositor, influenciou os filhos para o campo da música.

Em 1969 gravou o seu primeiro disco, “Barco Novo”, para a editora RCA/Telectra com quatro temas da sua autoria: “Barco Novo”, “Rio de Sangue”, “cantiga da Solidão” e “Trovador de Pardais”. O acompanhamento musical esteve a cargo dos músicos Fernando Alvim e Pedro Caldeira Cabral. Em 1970 lançou os discos “Canção da solidão” (single), “Amigo João” (EP), “Lá em casa somos três” (single) e “Canto Suão” (EP). O single “Ó Moças Façam Arquinhos” é um tema de grande sucesso. Em 1972 lança o EP “Porque Teimas Em Voar” e o single “Resolvi Subir A Montanha”. Ainda em 1972 assina contrato com a Imavox, editora ligada ao Rádio Clube Português. Nesta editora gravou o LP “Cantos Livres E Contos Velhos” e os singles “Amigo, Meu Amigo” e “Barquinha Vai, Barquinha Vem”. Compôs música, sobre poemas de Joaquim Pessoa, para a peça “Felizmente Há Luar” de Luis Sttau Monteiro, representada pelo TEB (Teatro de Ensaio do Barreiro). Em 1979 gravou para a editora Sassetti o LP “Cá Prá Gente” com orquestrações de Pedro Osório e de Jorge Palma. Com a canção “De Lisboa em Lisboa”, letra de Hélia Correia e música de Afonso Dias, participou no primeiro Festival da Nova Canção de Lisboa.

Em 1984 participou na banda sonora do filme “A Noite e a Madrugada”, inspirado no romance de Fernando Namora. Colaborou numa curta-metragem de Augusto Cabrita sobre o rio Tejo. Interpretou uma curta-metragem para televisão, inspirada no tema “O Chefe”. Participou como ator e cantor em peças da RTP como “O Relógio Mágico” e “Era uma vez um Dragão”, de Couto Viana, com encenação do ator Mário Pereira.

Na década de 1990 participou como ator-cantor na peça “Jeremias” de Luís Vicente. Participou em diversos espetáculos na EXPO 98 – Barco Palco/Jardim Garcia de Orta com Cantes d’além Tejo. Realizou projetos como “Cantos da Memória”, um recital de Canto e Guitarra feito em parceria com João Pimentel, “Em Cantos de Abril” ou “Primavera a Sul”, Francisco Naia. Antologia de canções ligadas ao Rio Tejo e ao Alentejo”. Apresenta ainda os espetáculos “Canções que Fizeram Abril”, o “Colóquio–Recital sobre o Canto de intervenção 60/74” – “Cantores de Abril” e “Cantai, Cantai”. Participou em espetáculos de carácter coletivo com nomes como Manuel Freire, Francisco Fanhais, José Fanha, Julian del Valle e outros. Em Março de 2004 participou no duplo CD “Manhã Clara”, editado pela Universal, sob organização e direção de produção de Manuel Faria. Em 2005 editou o disco “Cantes d’além Tejo”. O álbum “De Sol a Sul” foi lançado em 2009 e no ano de 2010 foi editado o CD “EnCantes” gravado com o Grupo Coral dos Mineiros do Lousal. Em 2012 foi lançado o álbum “Francisco Naia e a Ronda Campaniça”. Em conjunto com Ricardo Fonseca gravou o disco “Nos Cantos da Memória – música popular portuguesa do Séc. XII ao Séc. XIX”.

É primo da cantora Tonicha. Foi aluno de história de José Afonso no Externato D. Filipa de Vilhena, em Aljustrel. Foi sócio fundador da Associação José Afonso; da Associação Alma Alentejana, em Almada e do CEDA – Centro de Estudos Documentais do Alentejo, Alcácer do Sal.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/castro-verde-francisco-naia-cantautor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-14 01:01:162024-12-13 20:56:45Castro Verde e os seus músicos
Acácio Gomes, guitarra portuguesa, de Mogadouro
Músicas no Concelho

Mogadouro e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Mogadouro

  • Acácio Gomes (guitarra portuguesa)
  • António Joaquim Lourenço (diretor de coro)
Acácio Gomes, guitarra portuguesa, de Mogadouro

Acácio Gomes, guitarra portuguesa, de Mogadouro

António Joaquim Lourenço

António Joaquim Lourenço, maestro, de Mogadouro

António Joaquim Lourenço, maestro, de Mogadouro

António Joaquim Lourenço

António Joaquim Lourenço nasceu a 1 de dezembro 1932 em Saldanha, uma aldeia do concelho de Mogadouro (Bragança), no seio de uma família de camponeses em que o pai, para além da atividade agrária, tinha também o ofício de sapateiro. Morreu em Lisboa a 29 de setembro de 1983. Tendo terminado a Escola Primária com bons resultados seguiu para o Seminário Menor de Vinhais em 1942. Dois anos de depois foi para o Seminário Maior de Bragança onde concluiu o equivalente ao Secundário e iniciou os estudos para o Sacerdócio, que não chegou a concluir.

O processo de saída do Seminário foi complexo tanto a nível familiar como institucional, não lhe tendo sido permitido concluir o curso no Seminário de Bragança, o equivalente à licenciatura em Teologia, que lhe daria habilitação para lecionar. Veio posteriormente a terminar essa licenciatura em Braga.

Tendo abandonado o Seminário ingressou no Conservatório Nacional de Lisboa, onde estudou Composição e concluiu o Curso Superior de Canto. De regresso Trás-os-Montes deu aulas de música no liceu de Bragança mas acabou por mudar-se definitivamente para Lisboa, no início dos anos 60, como professor de Canto Coral em diversos Liceus ou escolas técnicas.

Entretanto juntou aos estudos que já detinha a Licenciatura em Filosofia, tirada na Universidade Clássica de Lisboa, o que lhe permitiu lecionar mais esta disciplina para além de outras que já vinha lecionando (Português, Latim, Grego, História, Moral, Educação Musical e Canto Coral). Aquando da criação, em 1964, do Coro da Fundação Calouste Gulbenkian foi seu membro fundador. Em 1966, no novo bairro de Olivais Sul, criou o então designado Coro da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, que mais tarde daria origem ao Coro Regina Coeli de Lisboa. Com uma função essencialmente litúrgica o coro executava muitas composições ou harmonizações do próprio Fundador.

Em 1976 o Coro torna-se independente da Paróquia e passa a ter uma atividade regular, agora fora sua função litúrgica, apesar de ter continuado a participar em diversos serviços para o qual era convidado em diferentes locais do país e, em especial, nas missas transmitidas pela RTP, tornando-se um coro de repertório com especial enfâse na polifonia renascentista, por cuja qualidade de execução era bastante reconhecido, mas executando também todo o tipo de repertório coral “a capella” que se ajustasse às suas capacidades, incluindo harmonizações de música tradicional portuguesa.

Em 1979 o Coro Regina Coeli de Lisboa gravou o primeiro de três LP para as edições Paulistas com o objetivo de renovar e divulgar nova música para a liturgia. Os dois primeiros são ainda gravados sob a direção de António Joaquim Lourenço, que também realizou as harmonizações dos temas gravados. Muitos destes temas são ainda hoje usados por coros litúrgicos durante os serviços religiosos. Enquanto maestro do Coro Regina Coeli, e principalmente na sua fase inicial, como Coro da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Olivais Sul, compôs ou harmonizou diversos cânticos destinados à liturgia. Entretanto, a sua atividade profissional dedicada ao ensino alterou-se pois tornou-se Inspetor Principal do Ensino Secundário, percorrendo o país ao serviço da Educação e ajudando a criar ou a oficializar numerosas escolas de música.

Fonte: António Vassalo Lourenço

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