Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Auditórios de Arganil

Salas de Espetáculo do Concelho

Cerâmica Arganilense

A Cerâmica Arganilense, edifício histórico e simbólico para Arganil foi requalificado depois de 20 anos de inatividade. As intervenções de que foi alvo transformaram este edifício numa excelente infraestrutura com novas valências, onde se destacam a Piscina Municipal, que comporta ainda um tanque de aprendizagem, Banho Turco e Sauna, um Auditório com capacidade para 250 pessoas e um espaço Multiusos.

Antiga Cerâmica Arganilense

Antiga Cerâmica Arganilense

Teatro Alves Coelho

O Teatro Alves Coelho foi classificado Monumento de Interesse Municipal.

Teatro Alves Coelho

Teatro Alves Coelho

Localizado na avenida principal de Arganil, o edifício será também abrangido por uma Zona Especial de Proteção. O processo de classificação teve início em outubro de 2024, no âmbito da preparação da candidatura à requalificação deste emblemático espaço a fundos comunitários. Inaugurado em 1954, o Teatro Alves Coelho é um dos mais representativos exemplos da arquitetura de espetáculo do século XX em Portugal, integrando o movimento dos Cine-Teatros e destacando-se como expressão do estilo Moderno. A sua classificação reconhece o valor artístico, histórico e cultural deste equipamento, que é uma referência para Arganil e para toda a região.

Baixos-relevos do escultor Aureliano Lima na frontaria do Teatro Alves Coelho, em Arganil

Baixos-relevos do escultor Aureliano Lima

Baixos-relevos do escultor Aureliano Lima na frontaria do Teatro Alves Coelho, em Arganil, edifício inaugurado em abril de 1954. O pintor Guilherme Filipe executou várias pintura nas salas do teatro.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

MÚSICA À VISTA

Sugestões para uma rota musicoturística no Concelho de Setúbal
Glorieta a Luísa Todi em Setúbal, na Avenida Luísa Todi

Glorieta a Luísa Todi em Setúbal

A glorieta a Luísa Todi situa-se na Avenida Luísa Todi, em Setúbal. É uma construção de arquitetura comemorativa, modernista.

Apresenta planta irregular, semi-elíptica, formada por plataforma onde assentam volumes articulados. Ao centro destaca-se o plinto de base irregular, angular, incorporado num volume murário oblongo, de base irregular; flanqueiam-no panos murários laterais formados por duas abas arqueadas, rematados lateralmente por duas colunas de base hexagonal. O frontispício volta-se a Sul. E composto de forma escalonada por plinto alto com busto flanqueado por pilastras prismáticas, com roço vertical com friso de folhas estilizadas, e colunas com adossamento de colunelos, coroadas por ornamentação vegetalista campanulada, com epígrafes.

De cada lado destacam-se duas placas formadas por frisos de elementos vegetalistas estilizados colocados de forma repetitiva em faixas. Para os lados arrancam dois panos murários, em concavidade, ao longo dos quais desenvolvem-se dois bancos corridos, por cima dos quais se destacam dois pentagramas com notas musicais.

O monumento tem como remate lateral duas colunas do tipo das já descritas. O busto escultórico feminino é trabalhado em vulto redondo, assenta em plinto baixo, nele ressalta o acentuado tratamento da cabeleira, com coroa de louros. A fachada posterior desenvolve-se de acordo com a do frontispício, em 3 panos delimitados lateralmente por colunas, sendo os laterais arqueados em convexidade; o pano central está dividido em dois registos, sendo o superior reentrante.

Enquadrado no passeio de avenida (Luísa Todi) em pequeno largo relvado com caminho de acesso em empedrado, separado da rodovia por passeio de “empedrado à portuguesa”, frente ao edifício do Governo Civil, a glorieta tem na envolvente a Igreja Matriz de São Julião, o Chafariz da Praça Teófilo Braga e o Mercado do Livramento.

Os dois pentagramas apresentam inscrição em simetria com claves de sol (uma invertida em cada estremo por motivo estético), notas musicais diversas, clave de fá, formando dois compassos musicais. Destacam-se epígrafes no plinto: “LVIZA / DE / AGVIAR / TODI; nas pilastras: à direita “1753”, à esquerda “1833”.

Grande cantora lírica, Luísa Todi (Luísa Rosa de Aguiar) nasceu em Setúbal de a 9 de janeiro de 1753. Em 1755, os pais foram para Lisboa onde, com a irmã, seria contratada como atriz para atuar no Teatro Conde de Soure, onde seu pai trabalhava. Em 1769casou com o violinista italiano Saverio Todi, que lhe descobriu os dotes vocais ingressando como cantora lírica. Morreu a 1 de outubro de 1833, sendo sepultada no Cemitério da Igreja da Encarnação, onde hoje se abre a Rua do Alecrim.

Em finais de setembro de 1933, foi o monumento inaugurado no Parque das Escolas, no topo Nascente da Avenida Luísa Todi, sendo deslocado mais tarde para o local que hoje ocupa.

Fonte: Monumentos

Luísa Todi

Glorieta a Luísa Todi em Setúbal, na Avenida Luísa Todi

Busto da glorieta a Luísa Todi em Setúbal

Venham Mais Vinte e Cincos

A peça de arte pública, da autoria do escultor setubalense Ricardo Crista, inserida no projeto municipal “Venham Mais Vinte e Cincos” que comemora os 50 Anos do 25 de Abril no concelho sadino, evoca a memória de José Afonso, cantor de intervenção. Foi inaugurada a 6 de janeiro de 2024, na zona ribeirinha, junto à praia da Saúde. Com cinco metros e meio de altura, quatro de largura e um e meio de profundidade, a peça em aço corten, pode ser observada do rio Sado para a cidade e vice-versa e tem um efeito transparente quando vista de determinados ângulos, enquanto a partir de outros mostra o retrato de José Afonso.

José Afonso, do escultor Ricardo Crista, Setúbal, créditos Florindo Cardoso/Setúbal Mais

José Afonso, do escultor Ricardo Crista, Setúbal, créditos Florindo Cardoso/Setúbal Mais

(Aço corten é um tipo de aço que contém certos elementos, como o cobre, o crómio, o níquel, o fósforo, entre outros, que lhe melhoram as propriedades anticorrosivas.)

Reciclanda

Reciclanda

MÚSICA À VISTA

Sugestões para uma rota musical no Concelho da Amadora.

Monumento a José Afonso, Amadora

Monumento a José Afonso, Amadora

A estátua em mármore de José Afonso, de 4 metros, no Parque Central da Cidade da Amadora, da autoria do escultor Francisco Simões, foi inaugurada em 1991 pela Câmara Municipal.

MÚSICA À VISTA

Sugestões para uma rota musicoturística no Concelho de Viana do Castelo

Monumento ao Folclore Vianense

Monumento ao Folclore Vianense

Monumento ao Folclore Vianense

MÚSICA À VISTA

Sugestões para rotas musicoturísticas no Concelho de Penamacor

Largo Dr. Jaime Lopes Dias

Jaime Lopes Dias

Monumento a Jaime Lopes Dias, etnógrafo, em Penamacor

Monumento a Jaime Lopes Dias, etnógrafo, em Penamacor, créditos Pedro Medeiros

O monumento ao Dr. Jaime Lopes Dias situa-se no Largo Dr. Jaime Lopes Dias, freguesia de Vale de Nossa Senhora da Póvoa, concelho de Penamacor (GPS: 40.276635, -7.202037). Busto em bronze sobre pedestal de granito, foi promovido pela Junta de Freguesia Vale da Senhora da Póvoa e inaugurado em 1988. Busto moldado em bronze retrata o homenageado, seguindo a mimética do real.

Encontra-se sobre um pedestal de configuração cilíndrica, no qual contém a seguinte inscrição “HOMENAGEM AO / GRANDE BENEMERITO / JAIME DOS SANTOS / LOPES DIAS / ETNÓGRAFO / MEMBRO DA ACADEMIA / DAS CIENCIAS / ESCRITOR / N. 25 – 10- 1890 F. 2-10-1977”.

Jaime Lopes Dias (1890-1977) foi um notável etnógrafo nascido em Vale do Lobo, atualmente conhecido como Vale da Senhora da Póvoa, concelho de Penamacor. Recebeu formação académica em direito, na Universidade de Coimbra, e ao longo da sua vida profissional exerceu cargos públicos em várias instituições, tendo a par com estes cargos um marcante percurso nas áreas da etnografia, da arqueologia e da história, desenvolvendo um importante trabalho de investigação na área da etnologia que resultou na publicação de obras de referência a nível nacional.

Em Castelo Branco, a Biblioteca Municipal Dr. Jaime Lopes Dias homenageia o etnógrafo. O moderno edifício de pedra, vidro e madeira, possui uma biblioteca ampla e muito bem abastecida, bibliotecária responsável, com todos os tipos de leitura, publicações periódicas, áreas especialmente para crianças e idosos e é considerado pela Comunidade como um lugar de reunião e interação social. Tem também exposições e espaços diferentes, com lugares para a Internet acessar e integrado, desde 28 de junho de 2007, a rede nacional de bibliotecas de Portugal (RNBP).

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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MÚSICA À VISTA

Sugestões para rotas musicoturísticas no Concelho de Ponta Delgada.

Largo da Matriz

Situada no Largo da Matriz, Ponta Delgada, encontra-se uma escultura, de calcário, da autoria da oficina de José Moreira Rato (1860-1937), em homenagem ao Pe. Joaquim Silvestre Serrão. Foi construída para a campa onde se guardam os seus restos mortais, sendo mais tarde transferida para a localização. Coordenadas Latitude 37.7399875 Longitude -25.668544200000042

Pe. Joaquim Silvestre Serrão

Monumento ao padre Joaquim Silvestre Serrão

Monumento ao padre Joaquim Silvestre Serrão

Monumento ao Pe. Joaquim Silvestre Serrão, em Ponta Delgada. Compositor, organista e organeiro, Joaquim Silvestre Serrão (ou apenas Padre Serrão) nasceu em Setúbal, a 16 de agosto de 1801 e morreu em Ponta Delgada, a 20 de fevereiro de 1877.

Monumento ao padre Joaquim Silvestre Serrão

Monumento ao padre Joaquim Silvestre Serrão

Pe. Joaquim Silvestre Serrão, por Giorgio Marini.

Zona Ribeirinha

Busto de Armando Cortes Rodrigues

Monumento a Armando Cortes Rodrigues, folclorista

Monumento a Armando Cortes Rodrigues, folclorista

A Rua Padre Joaquim Silvestre Serrão fica situada na Zona Ribeirinha – Santa Maria da Graça (Latitude: 38.521964 ; Longitude: -8.890107)

Rua Armando Cortes Rodrigues

Monumento a Armando Cortes Rodrigues

Monumento a Armando Cortes Rodrigues, folclorista

Monumento a Armando Cortes Rodrigues, folclorista

Este monumento encontra-se na rua com o mesmo nome. Cortes Rodrigues foi investigador, poeta e escritor.

Pintura

Emigrantes

Os emigrantes, do pintor açoriano Domingos Rebelo

Viola da terra, em Emigrantes, óleo s/ tela, 1926 (Col. Museu Carlos Machado).

Domingos Maria Xavier Rebelo (n. Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; m. Lisboa, 11 de janeiro de 1975) mais conhecido por Domingos Rebelo, foi um professor e pintor açoriano.

Foi autor de algumas das imagens mais emblemáticas da Iconografia dos Açores, com destaque para Os Emigrantes, provavelmente a imagem mais reproduzida no arquipélago.

Serões em São Miguel por volta de 1930

Viola de dois corações, de Domingos Rebelo

Viola de dois corações, de Domingos Rebelo

MÚSICA À VISTA

Sugestões para rotas musicoturísticas no Concelho da Calheta (Ilha de São Jorge, Açores)

Museu Francisco de Lacerda

Edificado nas ruínas da antiga Fábrica de Conservas de Marie d’Anjou, na encosta íngreme e sobranceira ao Cais da Vila da Calheta, o Museu Francisco de Lacerda tem como missão o estudo, preservação, valorização e divulgação do património jorgense e da sua comunidade.

O Museu assimila as suas origens – a Casa Etnográfica e o Museu de São Jorge, que lhe antecede – e a cultura local através das coleções assentes nas temáticas da Ilha de São Jorge, da Música (erudita, popular, de Francisco de Lacerda e das bandas filarmónicas) e ainda da Indústria Conserveira, entre outras.

Tem centro de documentação, auditório reservado a eventos, sala de exposições temporárias e zonas de lazer no interior e exterior. As visitas às reservas do museu (espólio) estarão também disponíveis em períodos previamente determinados. Assumindo o lema “O Museu de Todos” e conscientes da missão de promover o património material e imaterial jorgense, trabalharemos com as pessoas com a responsabilidade de fazer mais e melhor.

Museu Francisco de Lacerda na Calheta (São Jorge)

Museu Francisco de Lacerda na Calheta (São Jorge)

Morada: Rua das Alcaçarias 9850-011 – Calheta (São Jorge)
Telefone: (+351) 295 416 323
Email: museu.flacerda.info@azores.gov.pt

Francisco de Lacerda

Monumento a Francisco de Lacerda, compositor, na Calheta (São Jorge)

Monumento a Francisco de Lacerda, compositor, na Calheta (São Jorge)

Jardim Francisco de Lacerda

O compositor e maestro tem na Calheta um Jardim com o seu nome e um monumento.

MÚSICA À VISTA

Elementos para rotas musicoturísticas no Concelho de Braga. Para aceder a Iconografia musical no interior clique AQUI.

Parque da Fonte

Gonçalo Sampaio

Gonçalo Sampaio, folclorista, de Braga, busto no Parque da Ponte

Gonçalo Sampaio, folclorista, de Braga, busto no Parque da Ponte, créditos José Olgan

Gonçalo Sampaio

Gonçalo Sampaio, folclorista, de Braga, busto no Parque da Ponte

Gonçalo Sampaio, folclorista, de Braga, busto no Parque da Ponte, créditos José Olgan

Gonçalo Sampaio, folclorista, de Braga, busto no Parque da PonteGonçalo tem um monumento em sua homenagem do Parque da Ponte, em Braga, e outro no Jardim Botânico do Porto, e é o patrono de Agrupamento de Escolas na Póvoa de Lanhoso. Em Braga existe ainda o Museu do Traje Dr. Gonçalo Sampaio.

O Parque da Ponte, ou Parque de São João da Ponte, é um parque urbano da cidade de Braga, localizado no fim da Avenida da Liberdade. Tem 24 mil m2 (área coberta de 729,80 m2 e área descoberta de 23.270,20 m2) e é composto, ao centro, pela Capela de São João Batista e respetivo alpendre, e ainda pelo logradouro da Capela, por um cruzeiro, um edifício social, um coreto e um quiosque, alminhas e um lago. Com projeto de arquitetura da autoria do Arquiteto Sérgio Borges e arquitetura paisagista do Arquitecto Carlos Arantes, a intervenção foi premiada com o IHRU de 2011, galardão de nível nacional para Espaços Públicos. O Parque nasceu da expropriação, em 1911, da Quinta da Mitra, a antiga deveza dos arcebispos de Braga. O nome deve-se à antiga ponte medieval sobre o Rio Este que fazia o trânsito para Guimarães (e cujas pedras foram reutilizadas na construção da atual travessia).

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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Músicos naturais do Concelho da Guarda

Serviço público sem financiamento público, o Musorbis foi lançado em 2020. Ao fundo, saiba mais sobre a música no Concelho.

  • Cláudio Vaz (piano)
  • Cristina Fernandes (musicologia, crítica)
  • Diogo Santos (piano)
  • Flávia Castro (acordeão)
  • João Monteiro (guitarra)
  • Luís Salomé (saxofone)

Cláudio Vaz

Cláudio Vaz, pianista, da Guarda

Cláudio Vaz, pianista, da Guarda

Cláudio Vaz

Nascido na Guarda a 25 de maio de 1988, Cláudio Vaz iniciou os estudos musicais em 1994 quando frequentou a Escola de Musica do Centro Cultural da Guarda, tendo disciplinas de Formação Musical, Piano e Órgão.

Em 1999 prosseguiu estudos no Conservatório de Musica da Guarda onde teve aulas de Piano e de Análise e Técnicas de Composição com Eugénia Paula inicialmente e com o pianista Domenico Ricci mais tarde, Formação Musical com João Pedro Delgado, e ainda Acompanhamento com o pianista Luís Silva e o saxofonista Carlos Canhoto. Concluiu o Conservatório com média de 18.

Em 2000 foi o vencedor do 1o Concurso de Piano do Conservatório da Guarda. Em 2002 realizou concertos a 4 mãos. Participou em ações de formação, oficinas, quais se destacam em 2001 a “Oficina de Etnografia” realizada no Paço da Cultura da Guarda, ou em 2003 “Instrumentos Musicais Populares Portugueses” realizado na Guarda. Participou no “Encontro de Escolas de Música entre Guarda e Porto” organizada pela Fundação Engº António de Almeida no Porto. Em 2005, intitulada como “Peça nº 1”, foi apresentada ao público no Auditório de Conservatório da Guarda a primeira obra escrita por Cláudio Vaz para Piano e Saxofone.

Já em 2006 foi a vez de escrever para voz e apresentou na Igreja de Misericórdia da Guarda uma peça para coro de câmara a 4 vozes, à qual deu o nome de “ da Guarda” por se tratar duma homenagem ao monumento. Ainda no seu repertório de obras compostas encontra-se uma Sonata para Piano em Fá maior e uma Fuga a 3 vozes em Ré maior.

É licenciado em Música no Departamento de Comunicação e Artes da Universidade de Aveiro, na área vocacional de Teoria e Formação Musical/Direcção, coordenada pelos professores Vasco Negreiros e Joaquim Branco (Teoria e Formação Musical) e António Vassalo Lourenço (Direcção).

Termina o Mestrado em Música para o Ensino Vocacional na Universidade de Aveiro, área específica de Formação Musical, tendo como orientador científico Paulo Rodrigues.

Participou em 2008, numa classe de aperfeiçoamento de estudos de Jazz, na área de piano, orientados por Mário Laginha, tendo abordado improvisação e harmonia Jazz.

Desde 2007, tem realizado, em conjunto com Miguel Rodrigues (cantor lírico) vários projetos musicais, que envolvem repertórios de Música Sacra, Música Erudita e Música Popular, onde para além de pianista também executa trabalhos como acordeonista. Estreou em 2008 na praça 5 de outubro em Albergaria-a-Velha, um novo e projeto intitulado “Música na Rua”. No âmbito deste projecto já actuou no evento “Made in Deca” realizado no Grande Auditório do Teatro Aveirense, e também no Conservatório de Águeda, num contexto mais intimista. Em 2009, o grupo (agora denominado CLAMINUS) deslocou-se a França, mais propriamente a Erstein, onde atuou no Festival du Sucre, festival este que contou com a presença de mais de 15.000 visitantes. Este mesmo agrupamento gravou o seu primeiro CD em 2014, intitulado “Inquietudes – retórica musical sobre poemas de Fernando Pessoa”.

Trabalhou como organizador e coordenador musical do grupo de cantares tradicionais “As Camponesas de Aldeia do Bispo” desde 1997, tendo gravado já um CD em 2007, intitulado “À luz da candeia”. Realiza simultaneamente, desde 2007, variados trabalhos na área da Música de Câmara como pianista acompanhador de grupos corais, e instrumentistas solistas, em concursos nacionais e internacionais, exames de Música de Câmara, provas de acesso, classes de aperfeiçoamento. Destacam-se o Concurso de Canto Lírico “Os Rotários”, Concurso nacional de instrumentos de sopro “Terras de La Salette”, Concurso Marília Rocha em Vila do Conde, “Paços Premium” em Paços de Brandão, “Santa Cecília” no Porto, “Concurso Nacional de Música Gilberta Paiva” em Santa Maria da Feira, entre outros. Apresentou-se em Portugal, Espanha, França e Holanda.

É pianista acompanhador no Conservatório de Música de Águeda, na escola de Artes da Bairrada e no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. Foi pianista acompanhador no Conservatório Calouste Gulbenkian de Aveiro, na Academia de Música da Feira e no curso Profissional do Conservatório de Música da Jobra.

A nível pedagógico, foi docente na Escola de Música Filarmónica União de Oliveira do Bairro (2008/2009), trabalhando como pianista acompanhador, professor de Formação Musical, e orientador do Coro Infantil. Ainda neste ano, representou Portugal juntamente com Nuno Silva (Trompetista aluno de Mestrado na Universidade de Aveiro), no IP Groningen (Intensive Project em Groningen) na Holanda, onde participou em imensos workshops de pedagogia, e atividades performativas com Pedagogos de Leipzig (Alemanha), Malmö (Suécia), Oslo (Noruega), Tallin (Estónia), Groningen (Holanda) e Aveiro (Portugal). Ao abrigo deste projeto realizou variados concertos no Prince Claus Conservatorium e leccionou em Zernike College school.

Em Março de 2011, fez parte da organização deste mesmo evento, desta vez realizado em Portugal, onde vários alunos de mestrado de universidades europeias puderam lecionar nos conservatórios portugueses. Lecionou Formação Musical e Pré-iniciação na Academia de Música da Feira e no conservatório de música da Jobra. Leciona, desde 2009, a disciplina de Formação Musical no Conservatório de Música de Águeda.

Luís Salomé, natural da Guarda, iniciou os seus estudos musicais na Banda Filarmónica de Pínzio, tendo, mais tarde, prosseguido os seus estudos de saxofone no Conservatório de Música de S. José da Guarda, na classe de Carlos Canhoto. Posteriormente ingressou na Licenciatura em Música da Universidade do Minho, na classe de  Luis Ribeiro. Atualmente frequenta o mestrado na classe de Vincent David, no Conservatoire Royal de Bruxelles.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Diogo Santos

Diogo Santos nasceu a 11 de Março de 1996 na Guarda e mudou-se para Leiria aos 2 anos. Demonstrou a sua paixão pela música desde cedo, aos 10 anos começou a estudar piano autonomamente e aos 11 anos entrou no Orfeão de Leiria Conservatório de Artes.

Começou a estudar piano com Luí­s Batalha com o qual permaneceu por dois anos, estudou um ano com Sérgio Gonçalves e quatro com Rui Daniel da Silva. No primeiro ano de estudos no Orfeão de Leiria conquistou o primeiro lugar na categoria de piano no “Concurso Jovens Talentos”. Nos anos seguintes conquistou mais um primeiro prémio, um segundo e um terceiro.

Fora da sua escola conquistou também alguns prémios nacionais: obteve um primeiro, um terceiro e uma menção honrosa no Concurso Nacional do Conservatório de Ourém e Fátima.

Tocou pela primeira vez com orquestra aos 17 anos tendo interpretado a “Rhapsody in Blue” de George Gershwin com a Orquestra de Sopros do Orfeão de Leiria no dia 21 de Junho de 2013 e também com o quarteto de saxofones Quartones no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro e no Conservatório Nacional do Porto durante o verão de 2013.

Para além de piano também estudou violoncelo com Ângela Carneiro tendo completado o 2º grau.

Compôs também algumas obras para piano, música de câmara e para orquestra. Já frequentou masterclasses com os professores Fausto Neves, Álvaro Teixeira Lopes, Rudolfo Rubino e Nancy Lee Harper.

É licenciado em Piano pela Universidade de Aveiro.

Flávia Castro

Flávia Castro, acordeonista, é natural da Guarda. Terminou o Curso Superior em Musikene (Centro Superior de Música del País Vasco, Espanha), na classe do professor Iñaki Alberdi.

Frequenta o mestrado de Ensino de Música no Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Fez parte do júri no Concurso “Trophée Mondial de l’accordeon” em 2023. Como intérprete, estreou uma obra contemporânea de Irati Alonso (Tabakalera – Espanha); em teatro, colaborou com o Teatro das beiras “Operários da Utopia”, com orquestra realizou um concerto com a Orquestra Scutvias; Orquestra de Sopros da EPABI.

Premiada em diversos concursos, tais como, 1º prémio e o prémio de melhor intérprete no Concurso FoleFest (2016), 1º prémio na 5ª edição (2019) do Concurso Nacional de Acordeão e Guitarra Portuguesa, 1º prémio no Concurso Interno (EPABI, 2018), 2º prémio na 3ª edição (2018) do Concurso Nacional de Acordeão e Guitarra Portuguesa, 2º prémio na edição do Concurso FoleFest na categoria de música de câmara (2018), 3º prémio na edição do concurso nacional de Acordeão e Guitarra Portuguesa, 3º prémio no Concurso FoleFest (2018), 3º prémio na edição do Concurso FoleFest na categoria de Música de Câmara (2017).

Realizou diversos concertos a solo, abertura da 7ª edição do SIAC ( Simpósio internacional de Arte Contemporânea, Guarda) na Gala de Entrega de Prêmios Vinduero – Vindouro (Pinhel), Concerto no Festival Internacional de Música de Verão (Paços de Brandão), Sentidos e Sons do Falcão (Pinhel), Comemoração do Dia da Mulher (Covilhã), Concerto Laureados (Salão Nobre da Câmara Municipal da Covilhã), Concerto de Laureados Folefest (Le Foyer) Recital de Acordeão (Castelo Branco), entre outros. Além destes, realizou também vários concertos com grupos de Música de Câmara.

Realizou várias classes de aperfeiçoamento com Paulo Jorge Ferreira, Claudio Jaccomucci, Bayan Quartet, An Raskin, Gorka Hermosa, Veli Kujala, Stefan Husson, Pascal Content.

É professora no Conservatório S. José da Guarda, Conservatório de Ferreirim, Academia de Trancoso e no Centro de Formação Musical de Mêda.

João Monteiro

João Monteiro, guitarrista, nasceu na Guarda e iniciou a sua aprendizagem de guitarra com o seu pai Francisco Monteiro, com 4/5 anos de idade.

Concluiu os estudos na Escola C+S São Miguel, com 14 anos, onde obteve o 9° ano de escolaridade.

Ingressou no ano letivo de 2008/2009 na Escola Profissional de Artes da Beira Interior onde fez dois cursos ligados a Interpretação Musical, terminando em 2014, sob orientação dos professores Cidália Fernandes, Edgar Petejo, Zaira Rodriguez e Pedro Gonzales, em Guitarra Clássica.

Ainda em 2014, ingressou no Prins Claus Conservatorium em Groningen, Paises Baixos, dando início à licenciatura de Música Erudita, sob orientação dos professores Sabrina Vlaskalic e finalizando o curso com Goran Krivokapic.

Durante o seu percurso musical realizou mais de 40 classes de aperfeiçoamento sob orientação de Leo Brouwer, Carlo Marchione, Costas Cotsiolis, Zoran Dukic, Aniello Desiderio, John Miles, Alvaro Pierri, Manuel Barrueco, entre outros.

Atuou em diversos palcos nacionais e internacionais como: José Atalaya (Fafe, Portugal), Centro Cultural de Amarante (Portugal), Cine-Teatro Covilhã (Portugal),Teatro Municipal da Guarda T.M.G , Concertgebouw (Amsterdam, Holanda) Oosterpoort (Groningen Holanda) Rheinische Philharmonie (Koblenz. Alemanha), Fundacion de Flamenco (Barcelona),entre outros.

Realizou diversos festivais de guitarra pela Europa, tendo sido premiado nos concursos realizados. Realizando também concertos em cafés literários e em pequenos eventos.

Como atividade profissional, lecionou aulas de guitarra clássica e formação musical no N.D.S. Guarda, Banda da Covilhã e aulas a título particular, e lecionou no Centro Cultural de Haren na Holanda.

Em 2022 realizou projeto de um estúdio/academia de música na própria cidade, Mezzo Ars.

É professor de música e Guitarra Clássica na Academia de Música de Trancoso no Centro de Formação Musical de Mêda e no Mezzo Ars Studio. Também é concertista a solo e música de câmara.

Luís Salomé

Natural da Guarda, o saxofonista Luís Salomé ganhou o segundo prémio no IV Concurso de Sons da Cabral na quarta categoria em 2016. Obteve ainda o segundo prémio no Concurso Internacional de Saxofone Buffet Crampon na categoria C em 2017. No ano de 2019 ganhou o primeiro prémio do Concurso S. Cecília na Universidade do Minho. Ganhou o segundo prémio no Concours International Leopold Bellan em 2020.

Frequentou classes de aperfeiçoamento orientadas pelos professores Antonio Belijar, Arno Bornkamp, Carl-Emmanuel Fisbach, Carlos Gontijo, Fernando Ferreira, Jérôme Laran, João Pedro Silva, Marcus Weiss, Otis Murphy, Philippe Portejoie e Tomás Munera e no âmbito da música de câmara com Morphing Quatour e Omar Zoboli.

Frequentou o workshop de Eletroacústica em ambiente Pure Data, orientado por João Pais em 2013. Participou em várias edições do Festival de Música da Beira Interior, tocando a solo com a orquestra do Conservatório Guarda e participou ainda nos concertos do evento Projetar o Futuro com Arte, durante o festival Dias da Música em Belém. Frequentou dois estágios de orquestra sinfónica sob a direção do maestro Francesco Bellí com concertos na ESPROART e na Casa da Música em 2012. Participou com a orquestra EURO Sax 100 no SaxOpen em Estrasburgo, mais tarde com o Quarteto SaxUm e com o Ensemble de Saxofones da Universidade do Minho no EurSax no Porto e ainda com o Quinteto Quimera no Congresso Mundial de Saxofone em Zagreb.

Apresentou-se a solo no Teatro Aveirense, num concerto integrado no Aveiro_Síntese 2018. Participou ainda no projeto “Sente-me, Ouve-me, Vê-me” inserido na BoCA 2019 com concertos no Teatro São Carlos em Lisboa, Casa das Artes do Porto e Museu D. Diogo de Sousa em Braga.

É membro fundador do Merus Ensemble (ensemble de saxofones) e ainda do Hodiernus Ensemble (dedicado à música contemporânea). Faz parte do Belgian Saxophone Choir.

Luís Salomé

Luís Salomé, saxofonista, da Guarda

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MÚSICA EDITADA

Edições discográficas da Canção de Coimbra

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Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

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António Igrejas, Fado do Mondego

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