O caricaturista e ilustrador Vasco Gargalo nasceu em 1977 em Vila Franca de Xira, onde reside.
Fez formação e experiência nas Artes de Ilustração e Banda Desenhada no Ar.co e Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Frequenta o mestrado em Ilustração Artística do Instituto Superior de Educação e Ciências (ISEC) em protocolo com a Universidade de Évora. Até ao momento participou em diferentes publicações de tiragem nacional: editoras, jornais, revistas, agências de publicidade, projetos artísticos de Ilustração e Banda Desenhada. Participou em várias exposições coletivas e individuais em Portugal. Ganhou vários prémios: em 2014, Prémio Especial da Humorgrafe, na IV Bienal de Humor Luís d’Oliveira Guimarães, em Penela; Concurso Sardinhas das Festas de Lisboa, promovido pela EGAC, 2011; Prémio Stuart de Desenho de Imprensa do El Corte Inglês, para melhor cartoon/caricatura da Imprensa Portuguesa, em 2009; Prémio Juventude de Ilustração, XIX Salão Nacional Humor de Imprensa em Oeiras, 2005; Menção Honrosa no IX Salão Luso-Galaico de Caricatura em Vila Real, 2005.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/guilhermina-suggia-vasco-gargalo.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-12-30 15:27:312021-06-21 19:57:50Música na caricatura em Vasco Gargalo
Paulo Alexandre, pseudónimo artístico de Modesto Pereira da Silva Santos (Vouzela, 16 de Fevereiro de 1931) é um cantor português reconhecido especialmente pelo sucesso do tema “Verde Vinho” de 1977, uma tradução e adaptação do tema “Griechischer Wein” de autoria de Udo Jürgens e editado em 1974.
Paulo Alexandre nasceu em Vouzela, a 16 de Fevereiro de 1931, mas cedo se mudou para Lisboa. A sua carreira artística iniciou-se em 1954, na antiga Emissora Nacional, no programa “Ouvindo as Estrelas” ao lado de nomes como Luis Piçarra, Maria de Lourdes Resende, Isabel Wolmar e Rui de Mascarenhas. Na RCP faz uma espécie de magazine com Isabel Wolmar e Catarina Avelar. Em 1958 juntou-se a três solistas da Emissora nacional (Nuno d’Almeida, Américo Lima e Fernando La Rua) para formar o “Conjunto vocal 4 de Espadas”.
Gravou um EP com a Orquestra de João Nobre que incluía o tema Agora Ou Nunca de Nóbrega e Sousa e António José Lampreia. Com os Telestars lançou um EP que incluía temas como Dancemos O Twist e Horizonte de Esperança. Na televisão foi o protagonista da opereta Romance na Serra de José de Oliveira Cosme e Alves Coelho Filho. Gravou versões dos temas das bandas sonoras dos filmes Love Story e Romeu e Julieta. Com António Sala foi um dos fundadores da editora Rossil. O tema Verde Vinho de 1977 foi um grande sucesso com dois Discos de Ouro em 1977 e 1978. O disco foi durante largo tempo best-seller no Brasil onde conquistou o disco de Ouro. O sucesso do disco levou mesmo à feitura de um Verde Vinho (filme) com o mesmo nome protagonizado pelo ator Dionisio Azevedo e pelo próprio Paulo Alexandre. A banda sonora do filme inclui um dueto com Maria de Lourdes (desgarrada, da autoria de Mário Rocha) e ainda os temas Verde Vinho, Adeus Meu Pais, Agora Ou Nunca e Voltei Para Ficar. Lançou o single Voltei Para Ficar.
Editou novo single com os temas Oferece As Tuas Mãos da dupla Nóbrega e Sousa e Eduardo Olimpio e Foi Tudo da autoria de António Sala. A editora brasileira Chantecler lançou em 1978 um álbum com os temas “Romance Romance”, “Escravo”, “Concerto Para Ti”, “Rosas Vermelhas Para O Meu Amor”, “Vem Valsar Com O Papa”, “Meu Refugio”, “Oferece As Tuas Maos”, “Minha Noite Esta Vazia”, “Agora Ou Nunca”, “Fui Tudo”, “Nocturno” E “Verde Vinho”. O single “Meninos da Cidade” é mais uma versão de um tema estrangeiro. No lado B aparece “Gaiato de Lisboa” da autoria do maestro Belo Marques. Paulo Alexandre canta Camões com o tema “Aquela Cativa”. 1979 é o ano de “Vem Comigo a Portugal”.
Na CBS lançou o single “Verde Milho” e uma nova versão de “Verde Vinho”. Gravou o álbum Eu e o Outro para a editora Transmédia. Em 1987 grava o single “Guitarra Minha Amiga” para a Polygram. Nesse ano foi ainda o autor de uma peça musical em que deu forma à Parte II da “Mensagem” de Fernando Pessoa: o videograma “Mar Português/possessio Maris”. A narrativa sinfónica contou com música do maestro Joaquim Luís Gomes.
Foi locutor e produtor radiofónico, na Rádio Renascença, Antena 1 e RDP Internacional. Para a Videofono e RTP realizou vários programas de televisão. Com Nuno Fortes produziu a série “O Que É Feito de Si” com cerca de 120 programas. Trabalhou também com Paula Aresta num programa de televisão. Apresentou a narrativa na igreja da Graça em Santarém e abandonou a carreira artística. Em 2010 foi editado o livro Duas Vidas numa Só, de subtítulo “Entre Cifrões e Canções”, que inclui relatos da sua carreira artística e da sua também bem sucedida profissão como bancário. A Compact Records lança um CD com algumas das canções de maior sucesso do artista.
Discografia
Singles e EP
Agora Ou Nunca / Ana Cristina / Escravo / Nocturno (EP, Alvorada) AEP 60533
Dancemos O Twist / Horizonte de Esperança / T-4 / Galope (EP, Alvorada) AEP 60615
Estranhos Na Noite (EP, Alvorada)
História de Amor / Um Dia, Amor (Orfeu)
Concerto Para Ti / África (O Primeiro Do Emigrante) (Single, Orfeu, 1976) KSAT 554
Verde Vinho / Vem Valsar Com o Papá (Single, Rossil, 1977) Ross 7001
Oferece As Tuas Mãos / Foi Tudo (Single, Rossil, 1978) Ross 7007
Voltei Para Ficar / Rosas Vermelhas Para O Meu Amor (Single, Rossil) Ross 7010
Meninos da Cidade / Gaiato de Lisboa (Single, Rossil) Ross 7021
Aquela Cativa / (Single, Rossil) Ross 7066
Vem Comigo a Portugal / Ven conmigo A Portugal (Single, Rossil, 1979)
Guitarra Minha Amiga / Versão Instrumental (Single, Polygram, 1987)
Álbuns de estúdio
Eu e o Outro (LP, Transmédia) VLP 50.002
Canções da Minha Saudade, vol. 1 (CD, Movieplay, 1993)
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vouzela-paulo-alexandre-cantor.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-12-30 13:18:542024-12-05 19:48:26Vouzela e os seus músicos
Inês Pinto Ferreira nasceu a 15 de março de 2000, sendo natural de Vizela. Iniciou os estudos musicais aos 10 anos na Academia de Música da Sociedade Filarmónica Vizelense. Um ano mais tarde, ingressou na classe de Flauta da mesma instituição, lecionada pelas professoras Sara Marques e Salomé Ferreira. Posteriormente, estudou com Gil Magalhães no atual Conservatório de Guimarães.
Ao longo do seu percurso, teve a oportunidade de trabalhar com os maestros Vítor Matos, Cesário Costa, José Ferreira Lobo, Artur Pinho Maria e David Bruchez-Lalli, em orquestras como a Orquestra Sinfónica Ensemble, Orquestra Ópera no Património e a Orquestra de Guimarães. Em 2021 foi admitida na Orquestra Académica da Filarmónica Portuguesa.
Participou em diversos concursos, tendo sido premiada com o segundo lugar no 14º Concurso Internacional de Santa Cecília (2012), no 5º Concurso Internacional de Sopros do Alto Minho em Ponte de Lima (2017) e no Concurso Internacional Terras de la Salette (2018).
Inês Ferreira, flautista, natural de Vizela
Participou também em classes de aperfeiçoamento com os professores Olavo Barros, Luís Meireles, Peter Stark, Marcos Fregnani, Nuno Inácio, Stefano Parrino, Stephanie Wagner e José-Daniel Castellon.
Inês Ferreira faz ainda parte do Quinteto Sinestesia. Com este grupo, do qual é membro desde a sua criação, teve a possibilidade de ser laureada com um Segundo lugar no “VI Odin International Music Online Competition” (Dublin, Irlanda), com uma Menção Honrosa no “II ISCART Competition” (Lugano, Suíça), com o Primeiro lugar no “The 4th International Moscow Music Competition” (Moscovo, Rússia) e com o Terceiro lugar no “Marker And Pioneer International Music Competition” (Los Angeles, Califórnia, EUA). Todos estes prémios foram atribuídos na categoria de música de câmara, nas idades compreendidas entre os 18 e 25 anos. O grupo terminou a cadeira de música de câmara com nota de 20 valores.
Estuda na Universidade do Minho com o professor Gil Magalhães.
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José Marques
José Manuel Oliveira Marques iniciou os estudos musicais por incentivo do pai, Manuel Guerra, aos 10 anos, na Escola da Sociedade Filarmónica Vizelense, tendo como professor, Manuel Joaquim Ferreira da Costa. Como trombonista, fez parte de vários grupos de música de câmara, entre eles um quinteto de metais que participou no concurso da juventude musical portuguesa em 1988, tendo vencido a eliminatória do distrito de Braga e sido apurado para a final nacional em Lisboa.
José Manuel Oliveira Marques, maestro
Nos anos 80/90 gravou um CD e um Single com o grupo pop-rock, MLJ4, que contou com participações em diversos canais televisivos. Participou num estágio com a orquestra Nova Filarmonia Portuguesa em 1990. Membro integrante da Banda da Sociedade Filarmónica Vizelense até 2000, chegou a incorporar esporadicamente outras bandas filarmónicas do norte do país, sob a batuta de vários maestros. O seu primeiro curso de Direção data de 1990 e foi realizado sob orientação dos maestros Aurélio Pinho, Agostinho Caineta, Silva Dionísio, Luís Rego, entre outros.
Participou em variadíssimos cursos de aperfeiçoamento e seminários de Direção, em Portugal e na Europa onde tomou contacto com maestros e professores como George Hurst, Robert Houlihan e António Saiote. Frequentou o curso de Direção de Orquestra de Canford, Inglaterra, com o Maestro George Hurst, assistido pelos maestros Rodolfo Saglimbeni, Denise Ham e Robert Houlihan.
É maestro da Banda de Música da Sociedade Filarmónica Vizelense, desde 2000. Lecionou na Academia de Música desta associação, a classe de trombone durante 10 anos. Fundou e dirigiu a Orquestra Ligeira de Vizela da S. F. V. em 2000 até 2010. Sob a sua orientação, a Banda da Sociedade Filarmónica Vizelense conta com dezenas de atuações anuais por todo o país e com as primeiras participações internacionais. Dirigiu a banda nos seus três trabalhos discográficos, Chicória, editado em 2007, Murmúrios do Vizela em 2011 e Ver Ouvir e Calar em 2016. Edições compostas com obras exclusivamente do Compositor Vizelense Joaquim da Costa Chicória, as exceções são a gravação do Hino de Vizela do compositor Manuel Ribeiro da Silva, em versão instrumental e coral. Frequentou, de 2006 a 2010, o Curso Livre de Direção de Orquestra na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE), com António Saiote, que continua a ser seu orientador na arte da direção de orquestra. Foi Membro da Comissão Instaladora da Escola Oficial de Música de Vizela, em 2009, da qual é atualmente diretor pedagógico em forma colegial.
É licenciado em Música, curso de Ciências Musicais pela Universidade do Minho e Pós-graduado em Ópera – Estudos Músico Teatrais variante de direção de orquestra pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) onde teve oportunidade de trabalhar relevantes óperas de vários períodos da História da música: The Fairy Queen, de Henry Purcell; A flauta Mágica, de Wolfgang Amadeus Mozart e L’enfant et les sortilèges, de Maurice Ravel.
Nestas óperas teve oportunidade de trabalhar com os encenadores Peter Konwitschny, Sara Erlingsdotter, transversalmente orientado por António Saiote sob coordenação de António Salgado. É Mestre em Ensino de Música, variante Ciências Musicais pela Universidade do Minho. É doutorando, em Educação Artística na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP).
HISTÓRIA
António Costa Vieira (16 de outubro de 1925-23 de julho de 2014), foi um antigo maestro da banda da Sociedade Filarmónica Vizelense e ex-orientador do Grupo Coral de S. Miguel.
Costa Vieira deixou descendentes na banda de Vizela como o seu filho Guilherme Vieira e os seus netos Eduardo Vieira e Helena Vieira. Foi homenageado em 2009 pelo Município de Vizela pela sua dedicação à causa musical. Em 2000-2001 tinha sido homenageado pelo Rotary Club de Vizela juntamente com Renato Costa.
Depois da Banda Velha ter sido desativada, alguns dos elementos transitaram para a Sociedade Filarmónica Vizelense que ficou momentaneamente reforçada, Costa Vieira tomou conta da regência levando-a a bom porto, até 1983, ano em que a Sociedade Filarmónica Vizelense se oficializou definitivamente. Em 1984, Costa Vieira foi substituído pelo maestro Joaquim Ferreira da Costa. Ao fim de quatro anos, Ferreira da Costa assumiu por inteiro as suas funções na Banda da GNR de Lisboa e a banda vizelense, vendo-se sem maestro, recorreu novamente aos serviços de António Costa Vieira que por amor à Banda aceitou regressar com o compromisso de rápida transição. Seria rendido por um “aluno” seu, o atual maestro José Manuel Marques Guerra.
António Costa Vieira, maestro (1925-2014)
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/ines-ferreira-flauta-n-vizela.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-12-30 17:32:542024-11-12 00:48:33Vizela e os seus músicos
Natural de Viseu, Anícia Costa iniciou os estudos musicais no Conservatório Regional de Música de Viseu “Dr. José de Azeredo Perdigão”, integrando a classe de José Miguel Amaral.
Em 2012, ingressou na Universidade de Aveiro, na Licenciatura em Música, onde trabalhou com os Professores Nancy Lee Harper e João Bettencourt da Câmara. Estudou Música de Câmara com António Chagas Rosa e Helena Marinho. Em 2017 concluiu, na referida instituição, o Mestrado em Ensino de Música – variante de Piano sob a orientação da Professora Shao Xiao Ling.
É docente de Piano no Conservatório Regional de Música de Viseu “Dr. José de Azeredo Perdigão” onde desempenha também a função de pianista acompanhadora. Paralelamente, no que diz respeito a atividades extracurriculares relacionadas com música, leciona piano no Colégio da Via-Sacra (Viseu).
Anícia Costa
Anícia Costa, piano, de Viseu
Ao longo do seu percurso, Anícia Costa tem participado em classes de aperfeiçoamento orientadas por conceituados pianistas, tais como Madalena Soveral, Paulo Oliveira, Maria Gabriela Quel, Luís Pipa, Marian Rybicki, Carles Lama, Jean Fassina, entre outros. Apresentou-se com recitais de música de câmara em várias cidades do País, com destaque para Angra do Heroísmo, Aveiro e Viana do Castelo. Em 2018 participou no Festival de Música de Viseu com um recital de piano a 6 mãos, com as pianistas Ana Cristina Mota Pinto e Svitlana Kocheleva.
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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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António Carlos Coelho
António Carlos Coelho nasceu em 1989 na cidade de Viseu. Iniciou o seu percurso na Música numa Associação Cultural ingressando posteriormente no Conservatório Regional de Música de Viseu, Dr. José Azeredo Perdigão. Encaminhou os seus estudos para o Violino, instrumento no qual completaria o curso complementar sob a coordenação da Professora Ana Serrano. No decorrer deste trajeto, estudou também Guitarra Clássica na classe dos professores André Cardoso e Paula Sobral, na mesma Instituição. Mais tarde prosseguiu a sua formação no Instituto Jean Piaget licenciando-se em Educação Musical. Paralelamente ultimou os seus estudos complementares em Guitarra Clássica com André Madeira no Conservatório de Música de Coimbra.
Concluiu a Licenciatura em Música e o Mestrado em Ensino da Música, Guitarra Clássica, no Instituto Jean Piaget sob a orientação de Augusto Pacheco e de Alexandre Andrade.
Na qualidade de instrumentista participou em produções musicais orientadas pela Associação “Contracanto”, em conjunto com a Orquestra Poema e demais músicos adjacentes. Fez parte da Big Band Poema. Apresenta-se numa vertente bastante eclética abraçando diferentes estilos musicais entre o Jazz e a Pop/Rock. É membro integrante do Quarteto de Guitarras de Viseu e do TriunViriato, cruza a sua atividade com vários instrumentistas a destacar o duo de Guitarra e Canto. É membro da Orquestra “Guitarrofonia” com a qual tem realizado inúmeros concertos. Foi solista com a Orquestra Filarmonia das Beiras, interpretando “Concierto de Andaluz” de Joaquín Rodrigo e tem marcado presença em festivas pelo País.
Esteve presente em classes de aperfeiçoamento orientadas pelos professores Tal Hurwitz, Pedro Rodrigues, Fábio Zanon, Carlos Bonell, Goran Krivokapic,Margarita Escarpa Judicael Perroy, Artur Caldeira, Marco Tamayo, Roberto Aussel, Thibault Cauvin, entre outros. Participou no II estágio internacional de Cordas dedilhadas de Braga com o guitarrista, compositor e maestro Leo Brouwer. No seu percurso estiveram também presentes outros instrumentos que não só a Guitarra Clássica com os quais se cruzou e tocou em duo e em pequenos grupos de câmara.
Orientou o I estágio de Orquestra de Guitarra Clássica realizado em Foz Côa. Leciona Guitarra Clássica e Classe de conjunto no Conservatório de Música de Viseu e Conservatório de Música da Jobra.
António Carlos Coelho, guitarrista, de Viseu
Carlos Peninha
Carlos Peninha é o nome artístico de Carlos Alberto Carvalho Marques, nascido em Viseu, em 14 de maio de 1962.
É guitarrista e multi-instrumentista autodidata desde os 12 anos. A partir de 1982 estudou nos conservatórios de Música de Aveiro, Porto e Viseu, e na Escola de Jazz do Porto onde estudou com Carlos Azevedo e Mário Barreiros e Pedro Barreiros, tendo frequentado mais tarde formação sobre música e improvisação com Jimmy Weinstein através da Traveling School Playjazz.
Em 1987 foi professor de piano jazz na Escola de Jazz do Porto durante dois anos e posteriormente profissionalizou-se como professor de Educação Musical na Universidade de Trás os Montes e Alto Douro.
Foi cofundador do Quinteto de Jazz de Viseu, o primeiro grupo de Viseu a tocar música de influência jazz, em 1986, onde tocou piano e compôs grande parte do reportório.
No final dos anos 80 foi responsável pela realização e programação dos primeiros Encontros de Jazz de Viseu que teve duas edições no Hotel Príncipe Perfeito em Viseu onde tocaram músicos nacionais e internacionais assim como projetos viseenses.
Nascido em Viseu a 25 de fevereiro de 1997, Francisco de Oliveira Pereira vive entre Mangualde, sua terra natal, e Lisboa, e iniciou a sua atividade musical com apenas seis anos. No 6º ano de escolaridade ingressou no ensino articulado da música onde descobriu a sua verdadeira vocação – a guitarra portuguesa. Desde então, aprendeu este instrumento pelas mãos do professor João Paulo Sousa no Conservatório Dr. José Azeredo Perdigão em Viseu. Em todos os anos de estudo nesta instituição foi premiado no concurso interno de instrumentistas.
Depois de completar o oitavo grau do conservatório, ingressou na licenciatura de Guitarra portuguesa na Escola Superior de Artes Aplicadas. É neste momento licenciado em guitarra portuguesa pelo mestre Custódio Castelo.
Lecionou na Academia de música de Trancoso, Mêda e fez parte do corpo docente da escola de música de Belmonte. Continua a lecionar a título individual. Fez parte de diversos grupos/projetos e acompanhou diversas vozes do distrito de Viseu. Pelo mundo fora, tem vindo a acompanhar grandes nomes do panorama nacional como Ana Moura, Cuca Roseta, Mafalda Arnauth, Sara Correia, entre outros.
Trabalha regularmente em Lisboa, nas maiores casas de fado como o Clube de fado, Faia, Sr. vinho, Adega Machado, Casa de Linhares, entre outras.
Francisco Pereira, guitarra portuguesa
Liliana Aparício
Natural de Viseu, Liliana Aparício iniciou os estudos musicais aos 7 anos com Bruno Cabral. Em 2000 participou no VI Concurso de Alcobaça dinamizado por Aníbal Freire, tendo ganho o 4º lugar na Categoria Infantil; e em 2001 participou no VII Concurso de Alcobaça dinamizado, também, por Aníbal Freire, tendo ganho o 3º lugar na Categoria Infantil. Entre 2001 e 2009 frequentou o Conservatório Regional de Música Dr. José de Azeredo Perdigão de Viseu, tendo terminado o Curso Complementar Supletivo de Instrumento (Acordeão), na classe de Abel Moura, estudando e trabalhando com outros acordeonistas como Nuno Silva, Nancy Brito e Bruno Cabral.
Durante estes anos participou em inúmeras audições dinamizadas pelo Conservatório de Música de Viseu, tanto no auditório do mesmo, como na Biblioteca Municipal de Viseu, Museu Grão Vasco, Teatro Viriato, Centro Paroquial de Viseu, Palácio do Gelo, entre outros. Participou, também, em Concertos com a Orquestra de Acordeões da Área Metropolitana de Viseu dirigida por Abel Moura, em Viseu, Mangualde, Cascais, Sernancelhe, Moimenta da Beira, Aveiro, entre outros.
Participou nos diversos Festivais de Música da Primavera de Viseu dinamizados pelo Conservatório de Música de Viseu, em concertos e Workshops. Ainda no âmbito destes festivais participou, em 2009, no Concurso de Instrumentistas do Conservatório de Música de Viseu, onde obteve o 1º Lugar na Categoria D – Instrumento (Acordeão).
A organista Liliana Duarte é natural de Viseu. Iniciou os estudos musicais aos 10 anos no Conservatório Regional de Música Dr. José de Azeredo Perdigão em Viseu. Frequentou o curso de Órgão com os professores André Bandeira, Nuno Alexandrino e Celina Martins. Em 2017 concluiu a Licenciatura em Música na Universidade de Aveiro, onde estudou Órgão sob a orientação de António Mota. Posteriormente, ingressou no Mestrado em Ensino de Música na mesma Universidade, tendo concluído os estudos no ano de 2019.
Frequentou e continua a participar ativamente em cursos de aperfeiçoamento no âmbito da música antiga, nomeadamente, direção coral, canto gregoriano e órgão. Participou em classes de aperfeiçoamento orientadas por organistas internacionais como Johann Vexo, organista da Notre Dame de Paris, Martin Baker de Inglaterra, e nacionais como João Paulo Janeiro, Edite Rocha e António Mota.
Em 2018, orientou a organização de um Concurso de Órgão a nível nacional em parceria com a AMPO (Associação Musical Pro-Organo). No mesmo ano, a 28 de julho, foi convidada para realizar um Concerto a solo no Órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário em Fátima, integrado no Ciclo de Concertos. Colaborou como organista em dois concertos com a Orquestra de Sopros da Universidade de Aveiro, onde foram interpretadas as seguintes obras musicais – “The Planets” de Gustavo Holst e “Angels in the Architecture” de Frank Ticheli.
Atualmente exerce as funções de docência na área especializada – Instrumento – no Conservatório de Música da Jobra na Branca e no Colégio de São Teotónio em Coimbra. Orienta e dirige uma Escola de Música numa associação social em Viseu. Além da docência, exerce as funções de organista na paróquia de São Pedro de France. É organista convidada da Igreja da Misericórdia de Viseu para a promoção e realização de concertos no âmbito da comemoração pastoral e do museu da Igreja, acompanha regularmente o coro misto de Santos Evos e vários coros do distrito de Aveiro.
Liliana Duarte, organista, de Viseu
Mara Pedro
Mara Pedro nasceu a 9 de dezembro de 1998, em Viseu, Portugal. Oriunda de uma família sem raízes fadistas, despertou para o fado aos 4 anos, quando ouviu pela primeira vez a voz de Amália Rodrigues, numa barraquinha de feira popular, em Aveiro.
Aos 4 anos fez a sua primeira apresentação numa conferência médica, no auditório da cidade da Guarda, deixando a plateia admirada com a sua voz e postura descontraída em palco. Com 9 anos, venceu o concurso, “Alverca dá voz ao Fado”. Sagrou-se vencedora absoluta, no Festival da Canção “Clave de Prata” em Lisboa, com a canção inédita, Povo Intemporal, com melhor letra, melhor música e melhor interpretação, sendo a música criada por Mara Pedro e interpretada ao piano por José Carmo, músico e amigo da fadista. Realizou o seu primeiro concerto a solo, na Feira de S. Mateus 2009, em Viseu, seguindo-se 2010, 2011, 2012, 2013, 2015 e 2016.
Com 10 anos, no Coliseu do Porto, cantou ao lado de Maria da Fé, no aniversário dos 50 anos de carreira da fadista. Participou no álbum de música infantil: A Casinha do Drax, com o tema Cores. Venceu o concurso de Fado amador, em Olhos de Água, Algarve. Foi Prémio Revelação do Fado, no auditório Pedro Ruivo, em Faro. Venceu o concurso de fado, de Vila Real de Santo António, concorrendo com jovens entre os 20 e os 25 anos, sendo ela a mais jovem concorrente. Venceu o prémio Artista Revelação, em Armação de Pera, Algarve. Foi Prémio Anim’Arte, revelação na música. Com 12 anos realizou o seu primeiro concerto internacional em Paris. Integrou a grande reportagem O Melhor de Portugal, juntamente com o escritor Lobo Antunes, para o Canal Art, na Alemanha. Participou nos concursos televisivos: Portugal Tem Talento na SIC e Uma Canção para Ti na TVI, sendo disputada na época, pelos dois canais portugueses, visto ter concorrido aos dois e, sem esperar, passou em todas as eliminatórias, chegando à final nos dois concursos.
Pedro Rebelo nasceu em Viseu, em 1972. O seu trabalho é caracterizado pelo uso da improvisação e estruturas interdisciplinares. Tem colaborado em diversos projetos com artistas plásticos e tem como tema central de investigação a relação entre arquitetura e música na criação de performance interativa e instalação.
O seu trabalho mais recente, em composição, inclui uma série de encomendas de obras para solistas e eletrónica em tempo real, que têm com base a interpretação de espaços acústicos específicos. No contexto do duo “l a u t” com a saxofonista Franziska Schroeder, executa obras e improvisação com eletrónica e media digital que lidam com o desenvolvimento de interfaces e controlo em performance interativa. O seu trabalho é regularmente apresentado em festivais internacionais.
Pedro Rebelo leciona Design Digital no Departamento de Arquitetura da Universidade de Edimburgo, onde lhe foi atribuído o grau de doutoramento com a tese “Composição Musical e Arquitectura Virtual”, sob a orientação de Peter Nelson e Richard Coyne.
Teletuna
A Teletuna, pertencente ao Clube Portugal Telecom, Secção Local de Viseu, nasceu em 1995 a partir da iniciativa de alguns colegas trabalhadores da PT de reunir um elenco de músicos e cantores com o intuito de revisitar e reavivar um repertório de música genuinamente portuguesa, do cancioneiro nacional. Desde então a Teletuna mantém ensaios semanais, sob a direção de Sónia Sobral, um elenco regular de elementos, ex-trabalhadores do Grupo PT e alguns familiares e amigos, tendo vindo a enriquecer o seu repertório com novas recolhas, representado muito condignamente a sua cidade.
A Teletuna marcou presença em diversos eventos regionais e nacionais, em lares de idosos e outras instituições de solidariedade social, em festas populares na província da Beira Alta e na tão formosa Feira de São Mateus. No estrangeiro, a Teletuna esteve também no Luxemburgo, a convite da Federação das Associações Portuguesas do Luxemburgo, em 2003 e em 2007, na Casa de Viseu no Rio de Janeiro, em 2005 e ainda no Festival Medieval em Lublin, na Polónia, a convite da Câmara Municipal de Viseu, em Agosto de 2010.
Com dois trabalhos discográficos editados, “Canto de Encanto” editado no final do ano de 1999, “Em linha” editado no mês de Maio de 2003, e ainda uma compilação dos dois primeiros num último disco em 2010, pretendendo-se não só registar o empenho de todos os elementos, mas também divulgar a nossa música por todo o país e além fronteiras.
Em 2016, nasceu pela autoria da Teletuna “Bigode em Cetim”, uma canção que mereceu o primeiro videoclipe, disponível no Youtube e no Facebook da Teletuna. Mais recentemente, em 2018, criou o projeto “Teletuna para a Voz”, um espetáculo musico-teatral que recorda as referências do passado que constroem o futuro. Foi um projeto desenvolvido em torno de algumas Instituições de Solidariedade Social de Viseu, apoiado pelo Município, no qual resultou a “Canção de Rodas” e o respetivo videoclipe, disponível na plataforma do YouTube.
Durante o confinamento de 2020, a Teletuna fez o seu primeiro teletrabalho para celebrar os seus 25 anos de aniversário da forma que lhe foi possível, assinalando-os com a gravação da canção “Marinheiro”, uma homenagem também aos “marinheiros” da saúde, disponível na sua página de Facebook.
Fontes: Liliana Aparício facultou a informação relativa a André Cardoso (guitarra), Anícia Costa (piano), António Carlos Coelho (guitarra), Bruno Cabral (acordeão), Carlos Ferreira (violino), Daniel Coelho (guitarra), Daniel Simões (Canto ou Piano?), Flávio Rodrigues (acordeão), Francisco Pereira (guitarra portuguesa), João Paulo Sousa (guitarra portuguesa), José Carlos Sousa (composição), Marina Ferreira (saxofone), Nancy Brito (acordeão), Paula Sobral (guitarra), Rodrigo Gonçalves (acordeão), Rui Figueiredo Rodrigues (acordeão). Francisco Pereira deu a informação relativa a Francisco Pereira Carlos Viçoso (viola de fado e fingerstyle), João Dias (cantor e acordeonista), Francisco Mendes (músico), Avantino de Sousa (m. 2016, guitarra portuguesa), Miguel Rodrigues (baterista), João Costa (baterista). Sónia Sobral facultou a informação relativa à Teletuna.
Augusto Hilário tem ruas com o seu nome em Viseu e Oeiras.
Campos Coelho
Campos Coelho, pianista e pedagogo
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/viseu-liliana-aparicio-acordeao.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-12-30 13:17:252024-10-28 18:29:49Viseu e os seus músicos
Músico, musicólogo, compositor, conferencista, improvisador, professor, Jorge Lima Barreto, de seu nome completo Fernando Jorge da Ponte Lima Barreto nasceu em Vinhais em 1949 e morreu a 09 Julho de 2011.
Autodidacta, começou na infância a praticar órgão de igreja e piano; quando estudante universitário no Porto e activista na Juventude Musical Portuguesa, aí criou a Associação de Música Conceptual destinada a congregar compositores/intérpretes (como Aantónio Pinho Vargas e Calos Zíngaro) e ouvintes com interesses musicais comuns e organizar concertos.
Fundou a Anar Band em 1969 e, foi membro fundador com *Vítor Rua do duo *Telectu (1982). Licenciado em História e Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1973), foi assistente das cadeiras de Introdução às Ciências Humanas, Crítica da Cultura e Estética, desta instituição e da ESBAP (1974-1978); simpatizante do internacional situacionismo, estruturalista e apologista da improvisação total, envolveu-se como figura tutelar no círculo artístico e musical do Porto, estando a sua influência patente em várias actividades musicais e culturais (da performarte à video art).
Entre os anos de 1977-82, percorreu a América do Sul e os Estados Unidos, recolhendo material para uma tese de doutoramento que desenvolveria sobre o situacionismo musical nesses países. Em Nova Iorque contactou, através de Jean Saheb Sarbib, com o meio vanguardista do Jazz e relacionou-se com a música improvisada e experimental.
No seu regresso ao País, em 1982, mudou-se para Lisboa, nesse mesmo ano, foi organizador da programação de Jazz e do rock do Festival de Vilar de Mouros e do Ciclo de Nova Música Improvisada no ACARTES No âmbito do jornalismo musical desenvolveu actividade em importantes e diversas publicações nacionais e estrangeiras desde os finais da década de 1960 (e.g., inúmeros periódicos; Vida Mundial, Mundo da Canção, Memória do Elefante, Blitz, Point, Hi-Fi, Via Latina, Atlântida, Manifesto; o Jornal de Letras desde 1984 ).e.a.
Realizou conferências e seminários nacional e internacionalmente (e.g. 1985 no “1º Simpósio de Música Electrónica da URSS”), e publicou livros sobre música, mediologia, estética da comunicação e tecnologias (sampler, controladores digitais, percussões, computer music), alguns intimamente ligados à sua prática enquanto músico de jazz, rock (conceptualização de “Independança” do GNR, 1982), música improvisada (solo de piano, teclas, cordas e preparado “piano dissonata”, 2001, e duo com Prévost, 2003), electronic live (“Neo Neon”, solo para wavestation, 2003; e Saheb Sarbib, “encounters”,1977), música multimedia (radio music, concretismos, midi, duos com *Zíngaro, em “kits”, 1992,, e.a.).
Introduziu em Portugal, como ensaísta, várias tipologias de ponta, eruditas ou populares; foi próximo de Zeca Afonso, C. Paredes, João de Freitas Branco, Peixinho, L. Villas-Boas… Realizou inúmeros concertos com músicos nacionais e estrangeiros de jazz, de música improvisada e/ou experimental (URSS, EUA, China, Brasil, Cuba, e.a.), por quase toda a Europa e Portugal, em festivais ou concertos, em lugares os mais prestigiantes,(e.g. Cascais Jazz 74, solo para piano e banda magnética; Salle Patiño, Genebra, 1976, solo de sintetizador; Public Theatre, Nova Iorque,1979; seis concertos de piano na Expo 98, e.a.), sendo a sua prática musical indissociável da extensa discografia registada em fonogramas dos Telectu, em grupo, a solo ou em duo.
Tem o experimentalismo e o conceptualismo como primeiras referências, free jazz, compositores contemporâneos, artistas e intelectuais ligados ao pósmodernismo, “projecto de um manifesto neo futurista”.
Desde ano 1974 tocou e gravou com algumas das mais destacadas figuras internacionais da música experimental… Compôs música para teatro (e.g. Teatro da Cornucópia) e cinema (e. g. “OM” de António Palolo) e realizou os programas radiofónicos (e.g. os Musonautas , Rádio Comercial 1982-91). Idealizou o festival Fonoteca Files, para eventos de música experimental (1999-).
A sua prática musical e o processo composicional desenvolvido até finais dos anos 1980, foi associada à “música minimal repetitiva” (em livro homónimo, 1983), a qual apresentou no V Congresso Nacional de Musicologia; grandes entrevistas a músicos do mais alto nível histórico e mundial (e.g. Xenakis, Stockhausen, Berio, Boulez, S. Reich, E. Nunes, Peixinho, F. Pires, W. Vostell, D. Kientzy, Cecil Taylor, A. Braxton, e.a.), no tomo “os Musonautas”, 2000; trabalhou na produção de materiais sonoros, como obra aberta e estratégia de recusa de qualquer compromisso com as políticas culturais vigentes, indústria discográfica e dos espectáculos, etc.
Apesar de pertencer a um circuito musical restrito, esteve envolvido em acções interarte, poesia visual, performarte, video, cinema, teatro, dança em galerias, museus, fundações, teatros, estádios, espaços livres; a sua música, as suas apresentações mediáticas e os seus textos, por vezes muito polémicos, o seu forte carisma, fez dele uma personalidade reconhecida além do seu domínio da prática musical; o carácter pessoal e a diversidade dos materiais sonoros que divulga marcaram a formação de vários intérpretes do domínio da música improvisada, da electronic live, do rock, do Jazz, da ambiental, da experimental, papel que lhe é reconhecido pelos próprios.
Em 1972 iniciava uma longa carreira de musicógrafo com “revolução do jazz” onde estavam lançadas ideias seminais que exploraria em estudos posteriores até “JazzArte”, 2001; prossegue a série “rock pop off”, relacionamento do rock com a droga, desde 1975 com “rock trip” até “B-Boy” , sobre o movimento hip hop,1998; escreveu monografias; nova improvisação em “nova musika viva” de 1996;em 1997 editou “Musa Lusa”, vulgata da música portuguesa de hoje e de todos os quadrantes; numa perspectiva epistemológica publicou ensaios sobre Música de Hoje (e.g. “Musicónimos”, 1979; “o siamês telefax stradivarius”, 1998; congeminou a tese de doutoramento “Música & Mass Media”, de 1997, que retomou em 2002 no projecto ” estética da comunicação e a situação pósmoderna da música”.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vinhais-jorge-lima-barreto-compositor-musicografo-ft-nuno-martins.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-12-30 13:16:542025-05-03 12:49:18Vinhais e os seus músicos
Roberto Tornar nasceu por volta de 1587 em Inglaterra ou na Irlanda. Era católico e, por essa razão fugiu da sua terra natal para a Península Ibérica para escapar às perseguições anglicanas. Foi possivelmente apoiado pelo duque de Bragança D. Teodósio II, que, na qualidade de patrono o terá enviado para Madrid, onde foi discípulo de Géry de Ghersem e Mateo Romero. Posteriormente, regressou a Portugal. A 8 de abril de 1616 sucedeu a António Pinheiro como mestre de Capela no Paço Ducal de Vila Viçosa, o palácio de D. Teodósio II.
O duque de Bragança incumbiu-o da educação musical do seu filho D. João, que viria a tornar-se rei de Portugal com a Restauração da Independência assim como um importante compositor e musicólogo. Contudo, o mérito de Roberto Tornar terá sido diminuto, uma vez que subsistem relatos de que o jovem não apreciava as suas aulas de música. Este, ao crescer, não demonstrou grande gratidão ao seu antigo mestre. Um dado que subsistiu da sua vida pessoal é o seu matrimónio com Catarina Lopes de Quintana. Morreu em data incerta, após 1629 em Vila Viçosa.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vila-vicosa-jose-marques-e-silva-compositor.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-12-30 13:16:292024-12-13 20:51:12Vila Viçosa e os seus músicos
Hugo Ribeiro, técnico de Som, de Vila Real de Santo António
FOI NOTÍCIA
A Agência Lusa, o Observador, o Diário de Notícias, O Público, Ionline, RTP e Correio da Manhã noticiaram a morte de Hugo Ribeiro, a 3 de dezembro de 2016.
“O técnico de som Hugo Ribeiro, que gravou alguns dos mais destacados nomes da música portuguesa como Amália Rodrigues, morreu aos 91 anos, disse à Lusa fonte próxima da família. Hugo Ribeiro trabalhou sempre nos estúdios de som da discográfica Valentim de Carvalho, tendo gravado os mais variados nomes da música portuguesa, nomeadamente Amália Rodrigues, artista por quem nutria grande admiração.
“Como Amália [Rodrigues] não há ninguém, não só pela voz e personalidade, como pelo empenho artístico”, disse o técnico de som numa entrevista à Lusa.
Hugo Ribeiro, num ciclo dedicado à fadista, organizado pela Associação Portuguesa dos Amigos do Fado, em 2009, em Lisboa, revelou histórias das gravações, desde as ceias organizadas pela fadista para as sessões de gravação no Teatro Taborda, em Lisboa, como nos estúdios Valentim de Carvalho, em Paço de Arcos, nos arredores da capital. Uma das histórias que contou foi a do microfone falso que colocava frente a Amália, fazendo a fadista crer que era esse que gravava a sua voz, quando era um outro mais distante que a captava, o que justificou “dada a sua força e extensão de voz”. Neste ciclo, “Amália a cantar há 70 anos”, Hugo Ribeiro contou ainda que gravou muitos dos ensaios da fadista “à socapa mas, dada a sua qualidade e interesse, foi inevitável”, disse. Amália Rodrigues em várias entrevistas salientou o trabalho de Hugo ribeiro, tendo afirmado que “em nenhuma parte do mundo gravava melhor do que em Portugal”.
Ribeiro gravou também, o álbum ‘The fabulous Marceneiro’ (1961), considerado pela crítica musical como um dos melhores álbuns de Alfredo Marceneiro.
O fadista, contou Hugo Ribeiro, levou tempo a aceitar o desafio de gravar em Paço de Arcos, justificando que “os ares eram outros”, e não os de Lisboa, mas o técnico tinha já ultrapassado o capricho do fadista que não queria gravar de dia pois “havia muita luz”. “Eu cheguei-me a ele, e pedi-lhe licença para o cachené que ele trazia sempre, e com ele tapei-lhe os olhos, e disse-lhe: ‘pronto agora já é noite, está tudo escuro’”, contou numa das muitas entrevistas que deu.
Em 2014 Hugo Ribeiro recebeu o Prémio Especial do Júri, da Fundação Amália Rodrigues. O júri, então presidido por Fernando Machado Soares, justificou a distinção referindo que em várias vezes Amália Rodrigues afirmou que “ninguém gravava melhor” a sua voz do que o Hugo Ribeiro. “Técnico de som, profissional, conhecedor, empenhado, tem o respeito de todos os que com ele trabalharam, e todos com ele desejavam gravar… Hugo Ribeiro foi o homem que trouxe até nós o som maravilhoso e único dessa voz que nos encanta, nos faz sonhar e sentir portugueses: Amália”, afirmou o júri.
Além de Amália, Hugo Ribeiro gravou um assinalável número de vozes portuguesas como Simone de Oliveira, Fernando Farinha, Max, Maria Teresa de Noronha, António calvário, Carlos Ramos, Celeste Rodrigues, Fernanda Maria, Lucília do Carmo, Madalena Iglésias, Tony de Matos, Rui de Mascarenhas, António Variações, Paulo de Carvalho, Artur Ribeiro, Marco Paulo, entre muitos outros.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vila-real-de-santo-antonio-hugo-ribeiro-tecnico-de-som.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-12-30 13:15:562024-11-13 23:07:46Vila Real de Santo António e os seus músicos
Elisa Baptista de Sousa Pedroso, pianista e pedagoga
Fernando Lapa
Fernando Lapa, compositor, natural de Vila Real
Tiago Matos
Tiago Matos, barítono, de Vila Real
André Viamonte
André Viamonte nasceu em Zurique, filho de pais emigrantes, de Vila Real, cresceu e viveu em Singen, na cidade do Sul da Alemanha. Durante a sua infância, André ViaMonte encontrou inspiração nas diferentes culturas musicais que crescia a ouvir. Desde o Folclore Português, passando pelo Fado, Ópera, Jazz, Bossa Nova até às vozes Búlgaras. O legado cultural da sua infância permitiu-lhe aceder a uma biblioteca de sons diferentes e díspares.
Em 2013, já em Lisboa formou-se em Musicoterapia acabando por agregar toda a sua área pessoal da música (composição, canto) com a parte terapêutica. Os processos terapêuticos em que se envolveu tornaram-se uma plataforma de inspiração tanto para si quanto artista como para o seu álbum de estreia: VIA.
Após a sua formação em Musicoterapia (Mestrado na Universidade Lusíada) e o contacto com as problemáticas sociais, ligadas à violência ao abuso e a outras áreas ligadas ao ramo da saúde (oncologia pediátrica, cuidados paliativos, geriatria, entre outras) levaram a uma consciencialização quanto artista, compositor e ser humano.
A música passa a ter uma missão: “Levar a música a uma via de união pelo sentimento baseada na empatia gerando sentimentos de pertença, respeito e tolerância.”
Paulo José Martins
Maestro, trompista e professor, Paulo Martins (n. 1997) é natural da freguesia de Mateus, concelho de Vila Real.
Possui um mestrado em Performance – Trompa pelo Conservatorium Maastricht (Holanda), onde estudou com os professores Willy Bessems e Will Sanders.
Concluiu também o mestrado em Ensino da Música na ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, sob orientação do professor Bohdan Sebestik, bem como o mestrado em Educação Musical na Escola Superior de Educação – IPVC do Porto.
Iniciou os estudos musicais na Banda de Música de Mateus – Vila Real. Em 2008, ingressou no Conservatório de Música de Vila Real, na classe de Nélson Braga, concluindo o curso em 2015, sob orientação de Hugo Sousa. Nesse ano, foi distinguido com o prémio de melhor aluno a concluir os seus estudos.
Paulo José Martins, maestro, trompista e professor
Ingressou na Universidade de Aveiro, na classe de Bernardo Silva, concluindo a licenciatura em 2018.
Foi selecionado e convidado a colaborar com orquestras como a Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra da Costa Atlântica, BISYOC 2017 (Inglaterra), Neue Philharmonie München (Munique), Orquestra Filarmonia Das Beiras, IJOA (Alemanha), Orquestra de Jovens da Holanda, Orquestra do Movimento Musical Cooperativo, Orquestra Filarmónica de Antuérpia, Orquestra Filarmónica de Mannheim e Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. É membro da Banda Sinfónica Transmontana.
Gravou e atuou ao vivo para a Antena 2 e RTP, apresentando-se em algumas das principais salas nacionais.
Estuda direção de banda na Academia BCA com o professor Paulo Martins e participou em classes de aperfeiçoamento com José Pascual Vilaplana e Miguel Etchegoncelay. Como parte da formação em direção, teve a oportunidade de dirigir a Banda Filarmónica da Gançaria, A ARMAB – Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca e Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira.
Lecionou trompa na Academia de Música de Vila Verde – Braga e na Escola Básica de Vila Verde. É professor de música na Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e no Colégio Espinheira – Rio (Porto), professor de trompa na escola de música da banda Marcial de Gueifães e diretor artístico da Banda Musical Rerizense.
Exerce a função de presidente da Direção da Associação ACROLATIN.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/paulo-jose-martins-2024.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-12-30 13:15:302024-12-11 23:29:39Vila Real e os seus músicos
António Pinho Vargas nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1951. Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras do Porto. Diplomou-se em Composição no Conservatório de Roterdão em 1990, onde estudou 3 anos com o compositor Klaas de Vries, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi condecorado pelo Presidente de República Portuguesa com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique, em 1995. É professor de Composição na Escola Superior de Música de Lisboa desde 1991. Frequentou cursos e seminários de composição com Emmanuel Nunes em Portugal, John Cage e Louis Andriessen na Holanda, Gyorgy Ligeti na Hungria e Franco Donatoni em Itália.
Natural de Vila Nova de Gaia, Daniela Anjo iniciou os estudos musicais em contexto familiar, tendo ingressado posteriormente no Conservatório de Música de Vila Nova de Gaia. Um ano depois passou a frequentar o Conservatório de Música do Porto, tendo aí concluído o curso complementar com nota máxima. Durante este período foi bolseira de mérito da Fundação Calouste Gulbenkian.
Isabel Anjo fez os estudos académicos no Conservatório de Música do Porto na classe de Francisco Ferreira, e na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, onde concluiu a licenciatura em saxofone com Henk van Twillert. Obteve a Profissionalização em Serviço na Universidade Aberta e a Pós-Graduação em Ciências da Educação (especialização em Políticas Educativas) na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.
Frequentou cursos de aperfeiçoamento de Saxofone com Jean Yves Formeau, Pierric Lemain, Joel Batteau, Stephane Laporte, Vincent David, Ed Bogard, Claude Delangle, Henk van Twillert, Mario Marzzi, Rob Hauser, Bart Kok e José Massarão.
Pedro Miguel Carvalho Alves Travanca nasceu a 7 de fevereiro de 2000, sendo natural de Vila Nova de Gaia. Iniciou os estudos musicais aos 10 anos em Fagote, na classe de Cláudia Torres, na Escola de Música de Perosinho (EMP).
Em 2018, deu início à licenciatura na área de interpretação instrumental – variante de Fagote, na Universidade do Minho, na classe de Roberto Erculiani, tendo feito parte de diversos projetos de orquestra ao longo do percurso académico. Terminou a licenciatura em 2021, com média de 17 valores.
Integrou a Orquestra Sinfónica da Igreja da Lapa, a Orquestra Ópera no Património, a Orquestra Xove Vigo 430 (Jovem Vigo) e mais recentemente, a Orquestra de Guimarães, onde tem vindo a desenvolver uma atividade regular.
Participou em classes de aperfeiçoamento com vários fagotistas amplamente conhecidos como José Pedro Figueiredo, Paulo Martins, Raquel Saraiva, Ricardo Ramos, Vera Dias, Virgílio Oliveira, Rui Lopes, Andrea Zucco, Hugues Kesteman, Erkki Suomalainen, David Tomàs Realp, Massimo Ferreti e Giorgio Mandolesi.
Foi dirigido pelos maestros Paulo Martins, Fernando Marinho, Cesário Costa, Pedro Neves, José Ferreira Lobo, Vítor Matos, Jan Wierzba, Hans Casteleyn, Roberto Gardón Baltar e José María Moreno.
Pedro Travanca faz ainda parte do Quinteto Sinestesia. Com este grupo, do qual é fundador, teve a possibilidade de ser laureado com um Segundo lugar no “VI Odin International Music Online Competition” (Dublin, Irlanda), com uma Menção Honrosa no “II ISCART Competition” (Lugano, Suíça), com o Primeiro lugar no “The 4th International Moscow Music Competition” (Moscovo, Rússia) e com o Terceiro lugar no “Marker And Pioneer International Music Competition” (Los Angeles, Califórnia, EUA). Todos estes prémios foram atribuídos na categoria de música de câmara, nas idades compreendidas entre os 18 e 25 anos. O grupo terminou a cadeira de música de câmara com nota de 20 valores.
Frequenta o Mestrado em ensino de música na Universidade do Minho.
Pedro Travanca, fagote, natural de Gaia
Jorge Simões da Hora
Jorge Simões da Hora, natural de Gaia
Ruben Castro
Natural do concelho de Vila Nova de Gaia, Ruben Castro iniciou os estudos musicais no Conservatório Regional de Música de Gaia. É Licenciado em Trompete pela Universidade de Aveiro e frequentou cursos de aperfeiçoamento com Philip Smith, Stephen Mason, Hakan Heidenberger, André Henry, John Aigi Hurn, Kevin Wauldron, Charles Butler , Jorge Almeida e Fernando Ribeiro. Foi Coordenador da Licenciatura em instrumento e Professor no Instituto Piaget de Mirandela.
Natural de Vila Nova de Gaia, Sara Meireles é licenciada em Canto na Escola Superior de Artes Aplicadas em Castelo Branco. Prosseguiu os estudos em Milão, no Conservatório Giuseppe Verdi. Em concerto destacam-se as interpretações da Paixão Segundo S. Mateus de J.S. Bach e cantatas e concertos para o Natal do mesmo compositor. Em ópera foi Belinda em “Dido e Aeneas” de Henry Purcell, Valencienne na “Viúva Alegre” de Franz Lehár e Berenice na “L’occasione fa il ladro” de Gioachino Rossini. Participou na primeira edição do Concurso Jovens Intérpretes de Música Antiga.
Sara Meireles, cantora, de Gaia, créditos Neuza Cardão
Natural de Vila Nova de Gaia, a violinista iniciou os estudos musicais aos 6 anos com José Ernesto Tavares na Associação Musical de Pedroso. Em 1990 ingressou na Academia de Música de Espinho na classe de violino de José Paulo Jesus e mais tarde na classe da professora Malgorzata Wierzba.
Vera Sousa, violinista, de Gaia
Foi bolseira da Academia de Música de Espinho e premiada no Concurso Interno de Música de Câmara (1995) e nos Concursos da Juventude Musical Portuguesa (1990/92) com o 2º prémio.
Em 1995 ingressou na Escola Profissional de Música de Espinho na classe de violino de José Paulo Jesus.
É licenciada pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto (ESMAE), na classe de violino de Zofia Woycicka e tem a profissionalização em serviço pela Universidade Aberta.
Frequentou cursos de aperfeiçoamento violinístico com Gerardo Ribeiro, Alberto Gaio Lima, Vadim Brodsky, Zakhar Bron, Sergey Kravchenko, Joyce Tan, Aníbal Lima e Jenny Spanoghe. Frequentou também cursos de pedagogia com Francisco Cardoso,Cláudio Forcada, Mimi Zweig, Kerstin Wartberg, Kurt Sassmannshaus e Edward Kreitman.
Ao longo do seu percurso musical desenvolveu em música de câmara um trabalho intenso com os professores Ryszard Wóycicki e Radú Benone. Trabalhou com o Quarteto Brodsky na 12e Semaine Artistique du Jura Neuchâtelois – Suíça; com o Quarteto Borodin na Casa da Música –Porto; com Olga Prats na Universidade de Aveiro e com Miguel Rocha nos VII Cursos de Aperfeiçoamento Musical -Póvoa do Varzim.
Foi membro da Orquestra de Câmara Musicare e da Orquestra Clássica do Centro.
Colabora frequentemente com a Orquestra Filarmónica Portuguesa.
É membro da Camerata Portuguesa.
É professora de violino e classe de conjunto na Escola de Música de Perosinho (Vila Nova de Gaia)
Filho de Joaquim Gomes de Oliveira e de sua mulher, Laura Correia, Adriano Correia de Oliveira (n. Porto, 9 de abril de 1942 — m. Avintes, 16 de outubro de 1982) foi um músico português, intérprete da Canção de Coimbra e cantor de intervenção. Nascido no Porto, mudou-se para Avintes com poucos meses de vida. Criado numa família profundamente católica, a infância de Adriano Correia de Oliveira é marcada pelo ambiente que descreveria mais tarde como «marcadamente rural, entre videiras, cães domésticos e belas alamedas arborizadas com vista para o rio [Douro]».
Vítima de uma hemorragia esofágica, morreu na quinta da família, em Avintes. Em 1983 foi feito Comendador da Ordem da Liberdade e a 24 de abril de 1994 foi feito Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, ambas as condecorações a título póstumo. Adriano Correia de Oliveira é patrono da EB2/3 de Avintes e tem um painel de azulejos que lhe é dedicado à entrada do Parque Biológico de Gaia, em Avintes. Existem ruas com o seu nome em Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia, Ovar, Loures, Moita, Custóias (Matosinhos). Em Lisboa existe também uma Escola EB1 Adriano Correia de Oliveira.
Adriano Correia de Oliveira
Adriano Correia de Oliveira, cantor de intervenção
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vera-sousa-violino-2024.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-12-30 14:47:042024-07-06 11:37:16Vila Nova de Gaia e os seus músicos
Alexandra Silva, violino, de Vila Nova de Famalicão
Helena Pereira
Helena Pereira, violinista, de Vila Nova de Famalicão
Luís Magalhães
Luís Magalhães, pianista, de Vila Nova de Famalicão
Adriana Oliveira
Adriana Oliveira, saxofonista, é natural de Vila Nova de Famalicão. Iniciou os estudos musicais aos 10 anos, na classe de saxofone Fernando Ferreira, no Centro de Cultura Musical (CCM) onde completou o 8ºgrau do ensino articulado.
Adriana Oliveira, saxofonista, de Vila Nova de Famalicão
No ano letivo 2013/2014, ingressou no curso de Saxofone Clássico na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE), na classe dos professores Henk van Twillert, Fernando Ramos e Gilberto Bernardes.
Em 2016 concluiu com excelência nesta instituição a licenciatura e em 2019 o mestrado.
Com o ensemble da classe de saxofone “Vento do Norte” da ESMAE, venceu em 2014 o Concurso Internacional para Ensemble em Chieri, Itália. Ainda com “Ventos do Norte” teve oportunidade de se apresentar em vários palcos nacionais e internacionais. Percorreu países como Holanda, Bélgica, França e Itália e também o continente americano, nomeadamente Nova Iorque, Boston, Rochester e Nova Jérsia. Apresentou-se ainda nas ilhas Curaçao, Bonaire e Aruba nos Países Baixos Caribenhos. Em 2019 gravou com este mesmo grupo o CD “Toot your Roots”. Ao longo do seu percurso na ESMAE, teve oportunidade de fazer parte do coro assim como da orquestra jazz, com a qual atuou várias vezes, nomeadamente no Coliseu do Porto e no Festival Jazz de Guimarães de 2015. Frequentou classes de aperfeiçoamento com saxofonistas de grande renome como João Pedro Silva, João Figueiredo, Marie Bernadette, Claude Delangle, Joe Murphy, Christian Wirth, Christophe Grèzes, Filipe Belijar, Tomas Munera, entre outros.
Fora do contexto escolar, fez parte de diversos grupos ligados à música pop, entre eles “Cão Voador” e “Medusa” com quem gravou em 2019 o vídeo clip “Acordado”. Colabora ainda frequentemente com diferentes bandas filarmónicas no Norte do país, encontrando-se de momento como efetiva na Banda Filarmónica da Trofa com quem gravou em 2019 o CD “Ponte Pêncil”. Paralelamente a estes projetos e ao percurso académico, deu aulas de saxofone em diversas escolas a alunos de todas as faixas etárias, nomeadamente na Escola de Música da Banda de Oliveira, Barcelos, na Escola Cooperativa de Vale S. Cosme – Didáxis, Escola de Música e Artes da Trofa”, Escola de Música da Banda de Famalicão e na Casa da Cultura de Fradelos. Atualmente é professora e maestrina na Fundação Saxomania em Bonaire, Países Baixos.
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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António José Ferreira
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Cátia Sá
Natural de Vila Nova de Famalicão Cátia Sá iniciou os estudos musicais aos 7 anos no piano e posteriormente no violino com Margarida Gomes e Duarte Faria. Aos 11 anos, ingressou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave – ARTAVE, na classe de Anna Kratochvilova.
É licenciada em violino pela Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Aníbal Lima e Mestre em Ensino da Música pela Universidade Católica do Porto.
Cátia Sá, violinista, de Famalicão
Ao longo do percurso profissional colaborou com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, a Orquestra Clássica de Centro, a Orquestra Filarmónica Portuguesa e no presente com a Orquestra de Guimarães.
É professora na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave – ARTAVE.
É membro da Camerata Portuguesa.
Helena Pereira
A violinista Helena da Costa Pereira nasceu em 1983 em Vila Nova de Famalicão. Em 1995 iniciou o estudo de Violino na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave – ARTAVE. No ano de 2001 foi admitida na Academia Nacional Superior de Orquestra na classe de Du Xuan Du. Em 2005 terminou a Licenciatura com Agnes Sarosi.
Trabalhou Música de Câmara com os professores Jaroslav Mikus, Zóltan Santa, Alberto Gaio Lima, Rute Azevedo, Diana Tzonkova, Agnes Sarosi e Paul Wakabayashi. Participou em cursos de aperfeiçoamento orientados por violinistas conceituados como Aníbal Lima, Alexei Michline, Boris Kuniev, Joyce Tan e Gerardo Ribeiro. Na área da pedagogia fez “Pedagogia de Método Suzuki” orientado por Marc Gunderman e Pedagogia do Instrumento com Gwendolyn Masin.
Colabora como reforço em várias orquestras como a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra de Câmara Portuguesa e a Orquestra de Câmara de Almada. Trabalhou com os maestros Michael Zilm, Lawrence Foster, Omri Adari, Simone Young, Roberto Tibiriçá, Juan Trillo, Manuel Ivo Cruz, Fernando Lapa, Ernest Schelle, Christophe Millet, Marc Schuster, Osvaldo Ferreira, Jose Cura, Antonio Vitorino D`Almeida, Jean-Marc Burfin, Rui Massena, Joana Carneiro, entre outros. Lecionou classes de violino no Conservatório de Música da Metropolitana, Academia de Música de Óbidos e Conservatório de Música de Mafra. Tem sido convidada a lecionar naipe em Workshops de Orquestra, uma iniciativa direcionada para os jovens músicos com destaque na aprendizagem e desenvolvimento de competências no âmbito da experiência orquestral. Em 2015 concluiu o Mestrado Profissionalizante em Ensino da Música na Escola Superior de Música de Lisboa.
Sara Veloso
Natural de Vila Nova de Famalicão, Sara Veloso iniciou os estudos musicais aos 7 anos na Electromúsica, com Duarte Faria. Em 1995, ingressou na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave (ARTAVE), na classe de violino de José Manuel Costa Santos.
Sara Veloso, violinista, natural de Famalicão
É Licenciada pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE), na classe de violino do professor Radu Ungureanu e Mestre em Ensino da Música pela Universidade de Aveiro.
Em 2005, obteve o 1.º Prémio na categoria de Música de Câmara Nível Superior, do “Prémio Jovens Músicos da RDP”, com o Quarteto Freitas – Branco.
É membro da Camerata Portuguesa.
Leciona na Academia de Música de Costa Cabral, no Porto.
Teresa Correia
Natural de Vila Nova de Famalicão, Teresa Correia iniciou os estudos na ARTAVE com os professores David Lloyd e Jorge Alves.
Teresa Correia, violetista, natural de Vila Nova de Famalicão
Licenciou-se na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo com o professor Ryszard Wóycicki e tem o Mestrado em Ensino da Música pela Universidade Católica.
É detentora de vários prémios, como o 1º Prémio no concurso “Prémio Jovens Músicos” na categoria de viola d’arco Nível Médio e o 1º Prémio no mesmo concurso na categoria de Música de Câmara Nível Superior com o “Quarteto Freitas-Branco”.
É membro da Camerata Portuguesa.
É docente na ARTAVE e no Conservatório de Música de Gondomar.
Verónica Godinho
A violoncelista Verónica Godinho nasceu a 22 de fevereiro de 2002, em Vila Nova de Famalicão. Iniciou os estudos musicais aos 8 anos de idade na classe de Carina Vieira e, posteriormente, na classe de André Amaro no Centro de Cultura Musical (CCM).
Em 2017 ingressou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave (ARTAVE), na classe de Jaroslav Mikus. Em 2020 ingressou na Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART), na classe de Miguel Rocha.
Participou em classes de aperfeiçoamento com os professores Paulo Gaio Lima (2017), Miguel Rocha (2018 e 2020), Stefan Popov (2018), Pablo Férrandez (2019), Catherine Strynckx (2020), Ophélie Gaillard (2021) e Robert Cohen (2022).
No âmbito de orquestra trabalhou com vários maestros como Cristiano Silva, Christopher Bochmann, Martim de Sousa Tavares, Diogo Costa, entre outros.
Foi membro das orquestras CCM, ARTAVE, ONJ – Orquestra Nacional de Jovens, APROARTE, Orquestra “Gestos”, Orquestra ESART, Orquestra Sem Fronteiras e da Jovem Orquestra Portuguesa (JOP).
Em música de câmara trabalhou com os professores Luís Machado (Orquestra de Cordas), Jaroslav Mikus (Orquestra de Cordas), David Lloyd (Quinteto de Cordas e Trio de Cordas) e com Pedro Ladeira (Quarteto de cordas com clarinete).
É membro do “Quinteto Sextante”, quarteto de cordas com clarinete, com o qual participou em vários recitais pelo país e ainda em concursos como o “VIII Concurso Nacional de Música de Câmara”, em Vila Verde, Portugal, o London Classical Music Competition e International Mozart Competition, onde obteve o 1° prémio, sendo convidado para atuar nos Concertos de Gala, em Viena, como resultado do prémio deste último concurso.
Frequenta o 3º ano de Licenciatura em Música – Variante de Instrumento (violoncelo) – na Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART) na classe de Miguel Rocha e é docente na Academia de Música de Trancoso e COARTES – Academia de Música de Vila Nova de Foz Côa.
FOI NOTÍCIA
Em 2016, o Blogue do Minho noticiou que a arquidiocese de Braga e os municípios de Vila Nova de Famalicão e Braga promoveriam a 18 e 19 de novembro de 2016, uma homenagem pública aos sacerdotes e compositores famalicenses Manuel Faria e Benjamim Salgado no âmbito das comemorações do centenário do seu nascimento, que decorreram desde o início deste ano. A homenagem arrancou na Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão, com o Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, os autarcas Paulo Cunha e Ricardo Rio e o presidente da administração da Fundação Cupertino de Miranda, Pedro Álvares Ribeiro. Caberia a Boaventura Faria (sobrinho e afilhado de Manuel Faria) e ao Padre António Azevedo Oliveira fazer a apresentação do Padre Manuel Faria, enquanto Manuela Salgado (sobrinha de Benjamim Salgado) e Agostinho Fernandes fariam a apresentação do Padre Benjamim Salgado.
Seguir-se-ia a apresentação de dois livros dedicados aos sacerdotes famalicenses. Em Seide S. Miguel foi celebrada uma Missa Solene Comemorativa, com uma deposição de Coroa de Flores junto ao busto de Manuel Faria. Decorreu no mesmo local o VII Encontro de coros, com organização da Associação Cultural Manuel Faria e Grupo Coral de Seide S. Miguel. Em Braga, no auditório Vita repete-se o programa com a exceção da Missa e do Encontro de Coros. As comemorações encerrariam com um concerto na Capela Imaculada, no Seminário Menor.
Aquando da apresentação do programa comemorativo, em janeiro de 2016, Paulo Cunha afirmou que esta homenagem aos sacerdotes famalicenses “não pretende ser um simples exercício de memória”, antes, “a valorização da exemplaridade incontestada destas duas personagens que deixaram um legado cultural forte e influenciaram positivamente tantas instituições da região”.
“Estamos perante duas personalidades que deixaram um legado riquíssimo, que puseram todo o seu conhecimento ao serviço da sociedade. Ao sublinharmos o seu mérito queremos manter vivas as suas criações, também como estimulo para investirmos nas nossas qualidades”, acrescentou, na altura, o autarca famalicense.
Pe. Benjamim Salgado, compositor, natural de Joane
Benjamim Salgado nasceu na freguesia de Joane em 1916.
Ao longo da sua vida, foram múltiplas as atividades em que se desdobrou, desde o ensino, não apenas da música, mas também do português; à fundação e direção de coros e orfeões; ao jornalismo, tendo sido diretor do Correio do Minho; à política, enquanto Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, entre 1965 e 1969. Foi diretor da Casa de Camilo e diretor artístico da Fundação Cupertino de Miranda. Ainda na área da cultura, Benjamim Salgado foi o responsável pelo enriquecimento da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco com as doações valorosíssimas das bibliotecas particulares de Nuno Simões e de Vasco de Carvalho.
Seide São Miguel, em 1916, foi a freguesia que viu nascer o Padre Manuel Faria.
Pe. Manuel Faria, compositor natural de Seide
Foi professor no Seminário de Braga, e dirigiu, entre outros, o Orfeão da Reguladora de Famalicão e o Orfeão de Braga. Fundou e dirigiu a “Nova Revista de Musica Sacra” e colaborou na Rádio Renascença, nas revistas “Theológica” e “Cenáculo” e no jornal Diário do Minho.
Em 1963 foi nomeado Cónego da Sé de Braga. Foi agraciado postumamente, em 2 de julho de 1984, com o Grau de Comendador da Ordem de Santiago de Espada.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/catia-sa-violino-2024.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-12-30 18:21:502024-10-28 17:36:03Vila Nova de Famalicão e os seus músicos
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