Loading
Musorbis
  • Musorbis
    • Quem somos
  • Musopédia
  • Música no Concelho
  • Portais
    • Loja Meloteca
    • Meloteca
    • Lenga
    • Musis
    • Discorama
    • Reciclanda
  • Menu Menu

Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Carlos Cardoso, tenor, Cinfães
Músicas no Concelho

Cinfães e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Cinfães

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes do património musical.

  • Alberto Madureira (maestro)
  • Ana Semblano (flauta transversal)
  • Carlos Cardoso (tenor, 1985)
  • Carlos Nunes (trompete, 1970)
  • Filipe Pereira (clarinete)
  • Francisco Sequeira (percussão/maestro)
  • Hélder de Sousa Magalhães (maestro)
  • Janete Santos (flauta)
  • João Pedro Lourenço (percussionista, 1998)
  • José Almeida (trompetista)
  • Manuel Cardoso (construtor de instrumentos, 1933-1991)
  • Óscar Cardoso (construtor de instrumentos, 1960)
  • Pedro Vaz (percussão)
  • Pereira Pinto (maestro)
  • Tiago Pinto (trombone)
  • Vítor Pereira (clarinete)
Alberto Madureira

Alberto Madureira nasceu a 31 de dezembro de 1946, em Tarouquela, freguesia do Concelho de Cinfães. Aos 11 anos começou a aprender música na Escola da Banda da sua terra. Aí foi clarinetista e maestro. Aos 18 anos, ingressou na Banda do Regimento de Infantaria nº 6 do Porto. Frequentou o Conservatório de Música do Porto, onde estudou Flauta Transversal. Ascendeu ao topo da carreira militar e musical nos graus Sargento-mor, Subchefe de Banda e Chefe em exercício. Foi também executante de clarinete e saxofone. Tendo ainda estudado Composição, tornou-se um dos compositores mais conhecidos entre os músicos filarmónicos. As suas marchas de rua, marchas de procissão, marchas de concerto e rapsódias estão presentes no repertório da maioria das bandas portuguesas.

Foi agraciado com a Medalha Prateada do Município de Cinfães, a 21 de setembro de 2008, pela sua dedicação à Música mais de 50 anos e 25 como maestro da Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães. Alberto Madureira foi homenageado pela Federação Regional de Bandas Filarmónicas do Minho e pela Federação de Bandas Filarmónicas do Distrito de Viseu, com o apoio do Município de Cinfães, no dia 16 de outubro de 2011, no Pavilhão Gimnodesportivo de Cinfães.

Em concerto, atuariam a Orquestra Jovem “Sopros do Minho”, a Sociedade Filarmónica Fraternidade de S. João de Areias e a Banda Marcial de Tarouquela, Municipal de Cinfães. O Maestro Alberto Madureira aceitou proferir o seu Discurso de sabedoria, perante amigos e outros convidados presentes.

Ana Semblano

Ana Semblano ingressou em 2011 na classe de Daniel Botelho em flauta transversal, na Escola da Banda Marcial de Nespereira.

No ano de 2013, entrou na Academia d’Artes de Cinfães na classe do mesmo professor. No ano seguinte, venceu o 1º lugar no concurso interno, na categoria mais avançada. No ano letivo de 2015/16, ingressou na Academia de Música de Costa Cabral na classe de Clara Saleiro. Em 2017, vence o 3º Prémio ex-aequo com o seu quarteto de flautas, Quatro Ventos. No ano de 2018 terminou o 8º grau e obteve uma menção honrosa no II Concurso Nacional de Interpretação Contemporânea. Nesse ano, entra na Universidade de Aveiro, na classe da professora Ana Maria Pinho.

No ano de 2022 terminou a sua licenciatura, com Jorge Correia. Prosseguiu os estudos, na mesma universidade, com Angelina Rodrigues e, depois, com Jorge Correia até ao ano letivo de 2022/23.

Durante o seu percurso musical frequentou classes de aperfeiçoamento com inúmeros flautistas, como Raquel Lima, Stephanie Wagner, Ana Maria Ribeiro, Aldo Baerten, Katharine Rawdon, Nuno Inácio, Alexander Auer, entre outros.

Apresentou-se sob direção de graduados maestros, como Pedro Neves, Alex Shillings, Jean-Sebastien Berreau, José Eduardo Gomes, David Maslanka, Rafa Agulló Albors, Luís Carvalho, Ernest Schelle, Bruno Costa, entre outros.

Participou em eventos para flautistas, dos quais fazem parte Reachearch Hands on Flute, Aveiro; Academia de Flautas de Verão, Porto, Porto.Festival Flute e Flautíssimo Festival, Itália.

Leciona a disciplina de flauta transversal na Academia de Música de Trancoso, na Côartes e no Centro de Formação Musical da Mêda, onde também leciona bateria. Ensina formação musical, piano e bateria na Academia de Música Quinta do Ribeiro. Leciona, ainda, a disciplina de Expressão Musical no Pré-Escolar e nas Atividades de Enriquecimento Curricular de Aguiar da Beira e Vila Nova de Foz Côa.

É maestro do Orfeão da Mêda.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Carlos Cardoso

Natural de Tarouquela, no concelho de Cinfães, Carlos Cardoso iniciou os estudos de canto com Paulo Ferreira em 2006, na Escola Profissional de Artes da Beira Interior.

Participou em classes de aperfeiçoamento de Ana Ester Neves, João Lourenço, Marco Gandini, Enza Ferrari, Vicenzo Scalera, Tom Krause, Luis Alva, Luciana Serra, Luciana D’Intino, Renato Bruson, Mirella Freni e Raul Gimenez.

Em 2011 integrou o Estúdio de Ópera do Teatro Nacional de São Carlos.

Entre 2011 e 2013 frequentou o curso de aperfeiçoamento para cantores líricos da Academia Teatro alla Scala, tendo participado em vários concertos.

Leia AQUI a biografia completa.

Carlos Cardoso, tenor, Cinfães

Carlos Cardoso, tenor, Cinfães

Carlos Nunes

Carlos Nunes nasceu na freguesia de Santiago de Piães, concelho de Cinfães. a 12 de outubro de 1970. Iniciou os estudos Musicais aos 12 anos na Escola de Musica da Banda de Santiago de Piães, sob a orientação do professor Avelino Aires. Em 1989 ingressou na Banda do Exército do Porto onde permaneceu até 1990, em 1990 ingressou na Banda Militar de Coimbra onde se manteve até 1997. Em 1996 tornou-se Maestro da Banda de Santiago de Piães a qual dirigiu até Agosto de 2009, entre os anos de 1998 e 2003 lecionou Trompete e Formação musical nas Escolas de Musica de Penafiel, Marco de Canaveses e Lixa, em 2001 à atualidade director musical do Grupo Coral de Pinheiro, Vila Boa do Bispo, entre 1998 e 2004 participou em classes de aperfeiçoamento e cursos de Trompete orientados por António Quítalo (Portugal), Kevin Wauldron (EUA), Máximo Espiga (Itália) e Jonh Aigi Hurn (EUA). Em 1999 teve participação especial na masterclass de metais orientada pelo Quinteto de Metais Barquisimetal da Venuzuela. Em 2000 concluiu o Curso Complementar de Instrumento (Trompete) na Academia de Musica de Castelo de Paiva

De 2001 a 2004 concluiu o Grau de Bacherel em Instrumento, Área Sopro, Opção: Trompete e no ano de 2005 concluiu a Licenciatura em Instrumento, Área Sopro, Ramo: Trompete.

De 2004 até 2007 colaborou com a Banda da Praça da Alegria exibido na RTP1. Tornou-se Maestro da Sociedade Artística e Musical de Cinfães em Outubro de 2009 á atualidade. Estudou Direção com o Professor Paulo Martins na Academia Portuguesa de Banda (APB). Em Novembro de 2016 concluiu o Curso de profissionalização em Serviço nos grupos -610-Musica – M21 – Trompete e M32 – Musica de Conjunto na Universidade Aberta. É elemento da Direção Pedagógica desde 2014 até à atualidade na Academia D’Artes de Cinfães e professor de Trompete no Conservatório de Musica de Vila real desde 2005.

Filipe Pereira

Natural de Cinfães, Filipe André Ribeiro Pereira, clarinetista, iniciou os estudos musicais com 10 anos. Começou por frequentar a escola de música da Banda Marcial de Cinfães e posteriormente, a Academia de Música de Castelo de Paiva, onde estudou clarinete sob a orientação de Vitor Pereira, terminando o 5º Grau (Curso Básico de Música).

Em 2010, foi admitido na Licenciatura em Educação Musical na Escola Superior de Educação do Porto, tendo concluído a mesma em 2013. No mesmo ano ingressou no Mestrado em Ensino da Música na Variante de Formação Musical na Escola Superior de Educação do Porto em parceria com a Escola Superior de Música e Artes de Espetáculo.

Durante o seu percurso académico foram vários os projetos em que esteve envolvido, como vários estágios de orquestras de sopros, classes de aperfeiçoamento e workshops. Enquanto professor, leciona desde 2015 a disciplina de Iniciação (até ao ano letivo 2016/2017) e Formação Musical na Academia d’Artes de Cinfães como também as disciplinas de Teoria e Análise Musical e Física do Som no Curso Profissional de Instrumentista de Sopro e Percussão na Escola Secundária Professor Doutor Flávio Pinto Resende em Cinfães. Em 2016 foi convidado para integrar a direção pedagógica da Academia d’Artes de Cinfães onde exerce estas funções até à atualidade. Em 2017 foi nomeado membro do Conselho Geral da Escola Secundária Professor Doutor Flávio Pinto Resende.

Filipe Pereira, clarinete, de Cinfães

Filipe Pereira, clarinete, de Cinfães

Hélder Magalhães

Hélder de Sousa Magalhães é natural de Cinfães do Douro. Iniciou os estudos musicais aos dez anos, na Banda Musical de S. Cristóvão de Rio Tinto. Aos doze anos, passou a frequentar o Conservatório de Música do Porto, onde estudou Percussão com Jacob Oliveira, e depois Trompete, na classe de Rui Brito. Prosseguiu os estudos com o mesmo professor, na Escola Profissional de Música do Porto, tendo concluído o Curso Complementar de Instrumento de Sopro – Trompete.

Fez cursos de aperfeiçoamento com os trompetistas Massimo Spiga (italiano), Passi Pirinem (finlandês) e Charles Buttler (americano). Frequentou o Curso de Direcção Coral e Orquestra, ministrado pelos professores Edgar Saramago e Artur Maria Pinho, e profundou a sua formação nesta área na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE), com Bárbara Francke. Realizou o X Curso Nacional de Direção de Orquestra, organizado pela Banda Sinfónica Portuguesa e o I curso de Direção de Orquestra, organizado pela Banda Musical de Gondomar, ambos orientados pelo Maestro espanhol José Pascual-Vilaplana. Frequenta o curso de direção da Academia Portuguesa de Banda – APB, sobre a orientação do Maestro Paulo Martins.

Concluiu a sua Licenciatura em Instrumento de Sopro – Trompete, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE), na classe de Kevin Gerard Wauldron.

Concretizou a profissionalização em serviço, na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo para lecionar a disciplina de Música no 3º Ciclo e Secundário, e na Universidade Aberta para lecionar as disciplinas de Instrumento – Trompete e Classe de Conjunto.

Fez parte da Orquestra Portuguesa das Escolas de Música, da Orquestra Nacional de Sopros dos Templários e da Orquestra Clássica Bracara Augusta.

Foi convidado a participar em concertos com os seguintes agrupamentos: Grupo de Metais Sollemnium Concentus, Orquestra de Metais do Porto, Orquestra de Câmara de Pedroso, Orquestra Orff do Porto, Orquestra Clássica do Centro, Orquestra Sinfonieta da ESMAE, Orquestra Nacional do Porto e Big Band Solverde do Casino de Espinho.

É trompetista da Big Band Corleone, do Grupo de Metais “Gaudette”, formações que integra desde as respetivas fundações. Exerce funções de trompetista e chefe de naipe na Orquestra Sinfonietta, no Porto. Tem dirigido esta mesma orquestra, em diversos concertos, como maestro convidado. Dirigiu a Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins.

Ao longo da sua atividade artística, teve a oportunidade de trabalhar com conceituados maestros nacionais e internacionais: Leonardo de Barros, António Baptista, António Saiote, Marc Tardue, Omri Hadari, entre outros.

Foi diretor artístico/maestro do Grupo Coral de Esmoriz (1997-2000), da Tuna Musical de S. Paio de Oleiros, e maestro da Banda Musical Leverense, Vila Nova de Gaia (2000-2006).

É diretor artístico do Orfeão de Rio Tinto desde 1996, do Orfeão Portus Cale do Banco BPI e maestro da Banda Musical de S. Martinho da Gandra, Ponte de Lima, cargo que assumiu em 2007.

Tem atuado em todo o território nacional, incluindo arquipélagos, e em países estrangeiros: Espanha, França e Alemanha. Alguns espetáculos em que tocou e/ou dirigiu foram apresentados em rádios e televisões públicas do nosso país.

Foi professor de Educação Musical desde 1999, tendo lecionado em várias escolas públicas do 2º e 3º ciclo do Ensino Básico e Secundário. Participou em atividades de formação sobre Pedagogia e Didática da Música, promovidas pelo Ministério da Educação.

Tem sido professor convidado a orientar o naipe de trompetes, nos estágios da Orquestra Nacional de Jovens (ONJ).

Como professor de instrumento – Trompete, lecionou na Escola de Música de Esmoriz, na Academia de Música de Gondomar, no Conservatório de Música de Vila Real, na Academia de Música de Paredes (onde foi coordenador da área de Sopros), no Colégio Luso-Internacional do Porto (CLIP), no Curso de Música Silva Monteiro e no Conservatório da Maia.

Presentemente, leciona a disciplina de instrumento – Trompete, na Escola de Música Óscar da Silva – Matosinhos e na Academia das Artes – Artâmega, Marco de Canaveses, onde exerce funções de diretor pedagógico e coordenador das áreas de sopro e percussão.

Hélder de Sousa Magalhães, maestro, de Cinfães

Hélder de Sousa Magalhães, maestro, de Cinfães

João Lourenço

Natural de Cinfães (1998), João Lourenço é um percussionista português maioritariamente dedicado à música atual e com um especial interesse pela criação contemporânea, essencialmente para percussão.

Tocou em estreia absoluta música de: Ângela da Ponte, Mariana Vieira, Tiang Zhou, Christopher Bochmann, Igor C. Silva, Eduardo Patriarca, Samuel Peruzzolo Vieira, Rúben Borges, Solange Azevedo, Daniel Osvaldo, Sara Marita, e as estreias portuguesas de obras de: João Pedro Oliveira, Arthur Rinaldi, Luís Antunes Pena, Enno Poppe, Robin Hoffmann e Vítor Rua.

Participa com regularidade em festivais/ concursos, tendo obtido alguns prémios e louvores, entre os quais, de salientar o 1º prémio no 1º Concurso Nacional de Interpretação Contemporânea (2017) e o 1º prémio no I Concurso Internacional de Marimba de Pollença, em Palma de Maiorca (2020).

É um dos membros fundadores do Hodiernus, grupo dedicado na sua totalidade à música contemporânea, que procura dinamizar a música feita por compositores portugueses com características de vanguarda musical, mantendo uma linha de encomendas regular. Ainda com o Hodiernus, em Abril de 2019, tocou num projecto, em digressão pelo país, organizado pela BoCA – Biennal of Contemporary Arts, de homenagem à obra da artista plástica Helena Almeida, com a orientação dos compositores Dimitris Andrikopoulos e Diogo Alvim, utilizando a música como meio de expressão.

Atualmente, é membro do coletivo pertencente ao Clamat – Centro para a pesquisa, difusão e desenvolvimento da Percussão. Paralelamente, é estudante na Escuela Superior de Música de Extremadura e na Universidade do Minho, com a orientação dos músicos e professores: Nuno Aroso, Joan Soriano, Victor Segura, Bart Jansen e Richard Buckley.

João Lourenço, percussionista, de Cinfães

João Lourenço, percussionista, de Cinfães

José Almeida

Natural de Tarouquela, José Almeida iniciou os estudos na área da música na Banda Marcial da mesma aldeia. Ingressou na Academia de Música de Castelo de Paiva na Classe de trompete de Sérgio Carvalho. Prosseguiu os estudos na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco na Classe de António Quítalo.

Foi membro da “European Union Youth Orchestra”, da “Orchestre des Jeunes de la Mediterranée” e da “World Youth Orchestra”.

É membro da Orquestra de Câmara Portuguesa. Principal freelancer na Orquestra Sinfónica Portuguesa (Teatro Nacional S. Carlos) e na Orquestra Sinfónica do Porto – Casa da Música. Foi premiado com o 2º Lugar no concurso Prémio Jovens Músicos – Nível Superior.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Pedro Vaz

O percussionista Pedro Vaz nasceu a 29 de junho de 1981 em Cinfães. Iniciou os estudos musicais aos nove anos na escola da Banda Marcial de Cinfães. Ingressou aos onze anos no Conservatório de Musica do Porto na classe de Percussão de Jacob Oliveira.

Como percussionista realizou concertos com várias orquestras onde se destacam a Orquestra Nacional do Porto (agora designada Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música), Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra do Conservatório Regional de Gaia, Orquestra Sine Nomine. Trabalhou com os maestros Marc Tardu, Robert Sadin, Christopher Seaman, Julian Reynolds, Ivo Cruz.

É membro percussionista do grupo de música medieval Goliardos d’el Rey e da orquestra pedagógica Yduko. Foi músico percussionista nas bandas filarmónicas: Marcial de Cinfães, Marcial e Municipal de Tarouquela, Golães de Fafe, Marcial de Melres, Banda de Música da Trofa. Em 2005 concluiu a licenciatura em Professor de 2º ciclo variante educação musical tendo a partir desse ano trabalhado em várias escolas a este nível. Em 2009 ingressou no mestrado em Direção de Orquestra de Sopros no Instituto Superior de estudos interdisciplinares – Instituto Piaget de Viseu na classe do professor Paulo Martins. Durante a sua formação dirigiu vários grupos/bandas: Banda Militar do Porto, Banda Velha União Sanjoanense. A sua formação em Direção continuou em 2012 na Academia Portuguesa de Banda na Classe de Paulo Martins onde teve a oportunidade de participar em estágios organizados pela instituição no grande auditório do Europarque.

Em 2017 terminou o Mestrado em Ensino da Música no ramo de Formação Musical no Instituto Superior de Estudos Interdisciplinares de Viseu. Foi fundador do projeto Academia d’Artes de Cinfães (escola com autorização de funcionamento pela Dgeste-Dsrn), onde exerce as funções de diretor pedagógico assumindo também o cargo de diretor do curso profissional de Instrumentista de Sopros e Percussão, a funcionar numa parceria entre a Escola Secundária de Cinfães e a Academia d’Artes de Cinfães.

Em 2013 assumiu a direção artística da Banda Marcial de Cambres assim como a coordenação da escola de música da instituição.

Pedro Vaz, percussão, de Cinfães

Pedro Vaz, percussão, de Cinfães

Pereira Pinto

Joaquim Araújo Pereira Pinto nasceu em 1939 em Souselo, Cinfães. Tem nove anos de seminarista, quatro de tropa, dez de bancário, dez de industrial e vinte de professor de Educação Musical.  O Seminário deu-lhe o prémio de “Mérito Musical”, pela mão de D. António José Rafael. A música foi sempre a sua grande paixão. Maestro e Compositor, tem os cursos Superior de Composição, Complementar de Piano e Complementar de Formação Musical e é licenciado em Ciências da Educação, vertente musical. É professor efetivo de Educação Musical e leciona Análise e Técnicas de Composição na Academia de Música de Castelo de Paiva. Compôs o Hino nacional da Liga dos Bombeiros Portugueses, que o honrou com a Medalha de Ouro dos Serviços Distintos.

Compôs após solicitação da Assembleia Municipal de Cinfães, o Hino do Autarca “Autarkès”, que se encontra já na posse da Associação Nacional dos Municípios Portugueses, para passar a ser o Hino oficial. Como Maestro, enveredou sobretudo pela Direção de Coros, nomeadamente o Coral Etnográfico de Cinfães, que depois de atuações em sublimes espaços, como é o caso da Catedral de S. Tiago de Compostela, se apresta agora para atuar em Roma.

Esporadicamente, lidera projetos de circunstância, como foi o caso da Orquestra Municipal de Cinfães, que por alturas dos 150 anos do Concelho, juntou os elementos das cinco filarmónicas do Concelho, sendo dirigida por si.

Pereira Pinto, maestro, de Cinfães

Pereira Pinto, maestro, de Cinfães

Rodrigo Cardoso

Rodrigo Cardoso nasceu em Cinfães em 1997. Ingressou em 2007 na Academia de Música de Castelo de Paiva, onde estudou clarinete com Victor Pereira e composição musical com Ruben Andrade. Completou a sua licenciatura em composição musical em 2018 pela Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou com os compositores João Madureira, Luis Tinoco e António Pinho Vargas. Em 2015, obteve o 1º prémio do concurso de composição séc. XXI com a sua peça “Reflexos”, para clarinete solo, e em 2018, recebeu o Prémio de Ouro no Concurso Internacional para Jovens Músicos Oskar Rieding, sediado na Eslovénia, com a sua peça “Grund”, para ensemble. Em 2019, foi selecionado para frequentar o curso internacional de composição “Soundmine 2019” onde estudou com Wim Henderickx, Diederik Glorieux e Jorrit Tamminga.

A sua música já foi apresentada, entre outros locais, no Teatro S. Luiz, Palácio do Marquês de Pombal, Lisboa Incomum, Fundação Calouste Gulbenkian, Mosteiro dos Jerónimos, Igreja do Colégio (São Miguel- Açores), Sé do Funchal (Madeira), Museu da Justiça do Rio de Janeiro (Brasil) e no Castelo de Alden Bielsen (Bélgica).

Frequenta o mestrado em ensino da música da Escola de Artes da Universidade de Évora, onde estuda com o compositor Christopher Bochmann. Foi o vencedor do 2º Prémio de Composição SPA/ANTENA2 2019.

Tiago Pinto

Natural de Cinfães, o trombonista Tiago Pinto completou o curso de Instrumentista de Sopro e percussão na classe do professor Hermínio Fonseca. Ingressou de seguida na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto na classe do professor David Silva.

Durante o seu percurso teve oportunidade de trabalhar com professores e solistas como Ian Bousfield, Nathan Zgonc, Bill Thomas, Massimo La Rosa, David Taylor, Filipe Alves, João Martinho, Ricardo Molla Albero, Karol Gajda, Jaume Gavillán, José Angel Isla, Juan Sanjuan, David Rejano entre outros.

Colabora com diversas orquestras como convidado como Orquestra de Jazz do Porto, Orquestra da Costa Atlântica, Orquestra Filarmónica Portuguesa, Orquestra Sine-Nomine, Movimento Musical Cooperativo entre outras.

Em 2018 fez a estreia nacional do concerto “Continental Concerto” do compositor Gregory Fritze sob direção do maestro José Alberto Pina. È membro do grupo Bones, Slides and Pistons sob orientação do prestigiado tubista Sérgio Carolino. Em 2020 foi admitido no festival Young Luca Brass (Bélgica) e na European Spirit of Youth Orchestra ESYO (Itália). Foi admitido também como reforço da Orquestra Filarmonia das Beiras.

Tiago Pinto, trombone, de Cinfães

Tiago Pinto, trombone, de Cinfães

Fontes: João Lourenço facultou a informação relativa a Francisco Sequeira (percussão/maestro), Vítor Pereira (clarinete), Tiago Pinto (trombone), Carlos Cardoso (tenor), Janete Santos (flauta)

Queres destacar-te? Clica AQUI.

Destaca-te no Musorbis

Destaca-te no Musorbis

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/cinfaes-carlos-cardoso-tenor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:33:302024-11-13 23:20:52Cinfães e os seus músicos
Bruno Mira, guitarra portuguesa, músico da Chamusca
Músicas no Concelho

Chamusca e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho da Chamusca

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Bruno Mira (guitarra portuguesa)
  • Gabriel d’Anunciação (letrista, 1891-1953)
  • José Cid (cantautor, 1942)
Bruno Mira

Nascido em março de 1978, na Chamusca, Bruno Mira começou por aprender guitarra clássica na adolescência mas foi na guitarra portuguesa que encontrou a sua grande paixão. Teve aulas com vários professores com destaque para o Mestre Custódio castelo pela sua abordagem especial. Acompanha os fadistas Maria Ana Bobone, Carla Pires, Pedro Moutinho, com quem já viajou pelo Japão, Suécia, China, Uruguai e Polónia, entre outros. Paralelamente aos grandes palcos, Bruno Mira é presença regular nas mais conceituadas casas de fado lisboeta nomeadamente Luso e Adega Machado. Integrou a digressão de homenagem a Amália Rodrigues com a Qatar Sinfonic Orchestra e Orquestra Chinesa de Macau. Em colaboração com os produtores André M. Santos e Rodrigo Serrão participou em diversos trabalhos discográficos com diversos artistas.

Bruno Mira, guitarra portuguesa, músico da Chamusca

Bruno Mira, guitarra portuguesa, músico da Chamusca

José Cid

José Cid, cantautor, da Chamusca, créditos Rita

José Cid, cantautor, da Chamusca, créditos Rita Carmo/Blitz

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/bruno-mira-guitarra-portuguesa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:33:042025-03-21 23:29:41Chamusca e os seus músicos
Silva Pereira, maestro, de Celorico da Beira
Músicas no Concelho

Celorico da Beira e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Celorico da Beira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Durval Moreirinhas (violista, 1937-2017)
  • Silva Pereira (diretor de orquestra, 1912-1992)

Durval Moreirinhas

Durval Moreirinhas, violista, de Celorico da Beira

Durval Moreirinhas, violista, de Celorico da Beira

Silva Pereira

Silva Pereira, maestro, de Celorico da Beira

Silva Pereira, maestro, de Celorico da Beira

Durval Moreirinhas

A agência Lusa, os jornais Público, Blitz, Diário de Notícias, Sol e Correio da Manhã, noticiaram a morte de Durval Moreirinhas.

O instrumentista e compositor Durval Moreirinhas, de 80 anos, que acompanhou à viola nomes como Amália Rodrigues ou José Afonso, considerado um dos históricos da Canção de Coimbra, morreu aos 80 anos. O funeral deverá realizar-se-ia na quinta-feira em Oliveira do Hospital.

Nascido em Celorico de Basto, em 1937, Durval Moreirinhas foi morar para Coimbra aos dez anos e entrou aos 15 para a Tuna Académica, tendo vindo a tornar-se um dos mais prestigiados violistas de Coimbra, com uma carreira de mais de meio século.

“A sua viola fez-se ouvir em várias partes do mundo, do Olympia de Paris ao Lincoln Center de Nova Iorque, passando pela Suécia, Espanha, Alemanha, Brasil, Argentina, Canadá, Japão, Angola, Cabo Verde, Itália, Macau e Hong Kong”, lembrou Fernando Machado Soares quando Durval Moreirinhas recebeu, em 2006, o Prémio Amália Música de Coimbra, ex-aequo com o guitarrista Jorge Tuna, com quem preparava o lançamento de um novo álbum e que foi seu parceiro num dos duos mais perenes e marcantes da música instrumental coimbrã. (Público)

De António Menano a Amália Rodrigues, o violista participou na gravação de mais de três dezenas de discos, colaborando com nomes como Luiz Goes, José Afonso, Adriano Correia de Oliveira ou Fernando Machado Soares, entre muitos outros. Com o compositor José Niza, gravou em 1961 as primeiras baladas de José Afonso, exclusivamente acompanhadas à viola: Balada Aleixo e Minha mãe. E com António Portugal, Eduardo Melo e Jorge Moutinho, participou também no primeiro disco de Adriano Correia de Oliveira. Durval Moreirinhas é ainda autor de vários fados e baladas de Coimbra.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/celorico-da-beira-silva-pereira-maestro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:32:192024-12-14 19:43:00Celorico da Beira e os seus músicos
Ricardo Mateus, violetista, de Castelo Branco
Músicas no Concelho

Castelo Branco e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Castelo Branco
  • Eugénia Lima (acordeonista, 1926)
  • Filipa Castilho (violoncelista, 1993)
  • João Ferreira (compositor)
  • Maria Inês Pires (saxofonista)
  • Ricardo Mateus (violetista, 1976)
Filipa Castilho

A violoncelista Filipa Maria Cerqueira Correia Castilho nasceu a 27 de maio de 1993 em Castelo Branco. Iniciou os estudos musicais no Conservatório Regional de Castelo Branco (CRCB), aos 4 anos na classe de violino de António Martelo. Aos 7 anos mudou para Violoncelo, tendo estudado com os professores Miguel Matias, Samuel Santos, Guenrik Elessine e Ana Catarina Claro, com quem termina o 8º grau do Conservatório.

Em 2012 entra para a Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART), na classe de Miguel Rocha, onde iniciou a licenciatura em Violoncelo. Em setembro de 2014 ingressou na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML) no âmbito do programa Vasco da Gama, na classe de Clélia Vital e de Paulo Gaio Lima. Em setembro de 2015 voltou para a classe de Miguel Rocha e, ao mesmo tempo, frequenta 8 unidades curriculares do Mestrado em Ensino de Música.

Em setembro de 2016 ingressa na Universidade de Évora na classe de Nelson Ferreira, onde acabou a Licenciatura, em junho de 2018. No mesmo ano ingressou na Universidade de Aveiro na classe de David Cruz, para frequentar o mestrado em Ensino de Música, na especialidade de Violoncelo e termina o mesmo em julho de 2020, com a defesa do trabalho de investigação com o título “A Canção: Uma proposta pedagógica no ensino aprendizagem do violoncelo”.

Filipa Castilho, violoncelista, de Castelo Branco

Filipa Castilho, violoncelista, de Castelo Branco

Ao mesmo tempo frequenta ao Mestrado em Ensino de Música, na especialidade de Formação Musical na Escola Superior de Artes Aplicadas em Castelo Branco, o qual termina em fevereiro de 2021, com a defesa do trabalho de investigação com o título “Perfil do docente vs perfil do aluno: processos de ensino-aprendizagem na disciplina de Formação Musical”.

Participou com uma comunicação com o título “Song: a pedagogical proposal in teaching learning violoncelo”, no dia 7 de novembro de 2020 na 48th Internacional ESTA Conference: Bridges between research and practice, organizada pela ESTA – European String Teachers Association – Portugal e realizada no Porto, através de vídeo conferencia entre 30 de outubro e 8 de novembro de 2020.

Como instrumentista tem participado em várias classes de aperfeiçoamento com os professores Miguel Rocha, Nuno Abreu, Paulo Gaio Lima, Filipe Quaresma, entre outros. Também tem participado em várias orquestras a nível nacional e internacional, como a Orquestra BISYOC (Inglaterra), Orquestra do Conservatório Superior de Música de Badajoz (Espanha), Orquestra Clássica do Sul, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra da Escola Superior de Música de Lisboa, Orquestra Barroca da ESART, Orquestra Sinfónica da ESART, Orquestra da Universidade de Évora, Orquestra Sinfónica da Universidade de Aveiro, Orquestra do Conservatório Regional de Castelo Branco, Orquestra Scutvias, Orquestra Mima, entre outras. Foi membro da Orquestra Clássica de Fátima em 2017 e desde janeiro de 2019 é membro da Orquestra Sinfónica de Tomar.

Foi professora de Expressão Musical no Jardim Escola João de Deus de Castelo Branco e professora do naipe de violoncelos na Academia de Música de Abrantes. Leciona Violoncelo no Agrupamento de Escolas Nº. 2 de Abrantes desde o ano letivo 2017/2018 e Formação Musical desde o ano letivo 2019/2020 na mesma instituição.

Bio facultada por Filipa Castilho em 24 de fevereiro de 2021

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

João Ferreira

João Ferreira licenciou-se em Formação Musical na ESART (Castelo Branco) e em Composição Musical na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo – ESMAE (Porto). Aí concluído também o Mestrado em Composição e Teoria Musical com Dimitris Andrikopoulos e Eugénio Amorim, onde desenvolveu um trabalho composicional na área do trabalho colaborativo entre a música e as outras artes.

Tem ainda um Mestrado em Ensino de Música pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa (Porto), onde foi bolseiro por mérito.

Frequentou classes de aperfeiçoamento com Jonathan Harvey, Kaija Saariaho, Marko Cicilliani, Pascal Dusapin, entre outros.

Leia AQUI a biografia completa.

Maria Inês Pires

Natural de Castelo Branco, Maria Inês Pires frequenta o Doutoramento em Ciências Musicais Históricas da Unidade NOVA de Lisboa (FCSH NOVA). É licenciada em saxofone e mestre em Ensino de Música pela ESART, (Castelo Branco). Estudou no Pôle d’Enseignement Supérieur Musique et Danse de Bordeaux, na classe de Marie-Bernadette Charrier.

Maria Inês Pires

Maria Inês Pires, saxofonista, de Castelo Branco

Maria Inês Pires, saxofonista, de Castelo Branco

Em 2014, obteve o prémio Melhor Intérprete no concurso interno do CRCB, alcançou o 2º prémio no Concurso Nacional de Clarinete e Saxofone Sons de Cabral e foi finalista do Concurso Internacional de Saxofone Vitor Santos. Participou no 17º e 18º World Saxophone Congress, em Strasbourg e Zagreb. Em 2017 e 2019, estreou peças de jovens compositores portugueses no Festival Mónaco Electroacoustique.

Frequentou classes de aperfeiçoamento com Jean-Marie Londeix, Claude Delangle, Vicent David, Lars Mlekusch, Christophe Grèzes, Jean-Michel Goury, Marcus Weiss, Andrés Gomis, entre outros.

Ricardo Mateus

Ricardo Mateus, violetista, nasceu em 1976 na cidade de Castelo Branco. Iniciou os estudos musicais no conservatório regional da mesma cidade com António Ramos e António Oliveira e Silva, com quem começou a estudar Violeta.

Foi também aluno na Escola de Música do Conservatório Nacional, tendo concluído a Licenciatura em Violeta na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Alberto Nunes.

A sua formação foi orientada em diversos cursos e classes de aperfeiçoamento com Bruno Pasquier, Ana Bela Chaves, Gerard Caussé, Pedro Muñoz, Ceciliu Isfan e Antonieta Maestri.

Em 1995 foi finalista do Nível Médio do Prémio Jovens Músicos tendo sido distinguido com “Diploma de Mérito”.

Em 1998 participou na Orquestra de Jovens do Mediterrâneo, ocupando o lugar de 2º Solista do naipe de Violas, sob a direçao do Maestro Henri Gallois, tendo com esta orquestra participado em concertos em França, no Cairo, em Damasco, em Beirute e em Rabat, tendo como professor de naipe o Professor Bruno Pasquier.

Como músico convidado, já participou em concertos com Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Filarmonia das Beiras e Sinfonietta de Lisboa.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Ricardo Mateus, violetista, de Castelo Branco

Ricardo Mateus, violetista, de Castelo Branco

HISTÓRIA DA MÚSICA

Eugénia Lima

Eugénia Lima, acordeonista, nasceu em Castelo Branco, a 29 de março de 1926 e morreu em Rio Maior, 4 de abril de 2014. Foi uma acordeonista prodígio e compositora portuguesa, autora de mais de duas centenas de temas e com uma discografia que excede as 50 gravações. Estreou-se publicamente como solista do Acordeão aos oito anos de idade, tendo sido à hora da sua morte a mais velha acordeonista no ativo com oitenta anos de carreira e oitenta e oito de vida.

Eugénia Lima

Eugénia Lima, acordeonista, de Castelo Branco

Eugénia Lima, acordeonista, de Castelo Branco

Eugénia Lima essencial

Disco Essencial, de Eugénia Lima

Disco Essencial, de Eugénia Lima

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/castelo-branco-ricardo-mateus-violeta.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:31:462024-10-28 19:16:14Castelo Branco e os seus músicos
Isabel Rato, créditos Anabela CarreiraAnabela Carreira
Músicas no Concelho

Cascais e os seus músicos

Músicos naturais do concelho de Cascais

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Carlos Barreto (contrabaixista, 1957)

Carlos Zel (fadista, 1950-2002)

Emília Rodrigues (cantora lírica, 1894-1979)

Isabel Rato (pianista e compositora)

João da Mata (letrista, 1906-1947)

João de Vasconcelos (diretor de orquestra,  1908-2004)

Miguel Ângelo (cantor pop, 1966)

José Jorge Letria (cantautor)

Pedro Madaleno (guitarrista, 1963)

Carlos Barreto

Quando se fala de jazz em Portugal, o nome de Carlos Barreto é uma referência de mérito incontornável. A crescente internacionalização da sua atividade artística tem levado a sua música a muitos destinos, tanto na Europa como no resto do mundo, sempre com rasgados elogios por parte da crítica especializada.

Depois de ter concluído o curso do Conservatório Nacional de Música de Lisboa, residiu em Viena (1980-1982), onde estudou com Ludwig Streischer, um dos grandes mestres mundiais do contrabaixo. Decidiu dedicar a carreira profissional à música improvisada, residindo em Paris (1984-1993), cidade a partir da qual teve oportunidade de trabalhar com grandes nomes do jazz, atuando nos mais prestigiados festivais em vários países.

De regresso a Portugal em 1993, iniciou os seus projetos como líder e compositor, tendo gravado oito CD em nome próprio e colaborado em mais de vinte e atuado em inúmeros festivais portugueses e europeus.

Leia AQUI a biografia completa.

Carlos Barreto

Carlos Barreto, contrabaixista, de Cascais

Carlos Barreto, créditos Nanã Sousa Dias

Isabel Rato

Com licenciatura em Piano Jazz na Escola Superior de Música de Lisboa, Isabel Rato teve como seu mentor e professor o pianista João Paulo Esteves da Silva.

Pianista, compositora, arranjadora, produtora, teclista e professora de piano, Isabel Rato nasceu em Lisboa em 1981. Iniciou os estudos de piano com Julieta Boavida com apenas 5 anos. Frequentou aulas de ballet clássico e desde cedo se apresentou em espectáculos de teatro, dança e música.

Leia AQUI a bio completa.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Outros nomes

José Jorge Letria

José Jorge Letria, autor, de Cascais

José Jorge Letria, autor, de Cascais

Miguel Ângelo

Miguel Ângelo, cantor, de Cascais

Miguel Ângelo, cantor, de Cascais

Pedro Madaleno

Pedro Madaleno, guitarrista, de Cascais

Pedro Madaleno, guitarrista, de Cascais

HISTÓRIA

Carlos Zel

Carlos Zel, nome artístico de António Carlos Pereira Frazão (Parede, Cascais, 29 de setembro de 1950 — Cascais, 14 de fevereiro de 2002), foi um fadista português.

Recebeu o Prémio Prestígio e o Prémio José Neves de Sousa da Casa de Imprensa. Com mais de 30 anos de carreira, subiu ao palco no teatro de revista e musical, participou e apresentou vários programas de televisão, e na música, para além da fazer parte do elenco de várias casas de fado, actuou em todos os casinos portugueses de então e protagonizou espectáculos aquém e além fronteiras.

Em 1967, com apenas 17 anos, iniciou a sua carreira profissional, editando nesse ano o seu primeiro álbum, Rosa Camareira. No ano seguinte, estreou-se na Emissora Nacional.

Um tema, Nunca mais Darei um Cravo incluído no EP É Fado, traria a Carlos Zel polémica (e fama) ao ter sido gravado depois do denominado “Verão Quente de 1975” registado no ano seguinte à Revolução dos Cravos.

Leia AQUI a biografia completa.

Carlos Zel

Carlos Zel, fadista, de Cascais

Carlos Zel, fadista, de Cascais

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/isabel-rato-ft-anabela-carreira-2022.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:31:012024-10-27 20:44:20Cascais e os seus músicos
Centro Cultural de Carregal do Sal
Músicas no Concelho

Carregal do Sal e os seus auditórios

Auditórios de Carregal do Sal

Salas de espetáculo do Concelho

Centro Cultural de Carregal do Sal

O Centro Cultural de Carregal do Sal, inaugurado em 2011, é um equipamento propriedade da Câmara Municipal de Carregal do Sal que visa potenciar uma atividade regular em vários domínios, nomeadamente sociais, culturais, artísticos e de desenvolvimento local.

O Centro Cultural de Carregal do Sal constitui-se como um espaço destinado à promoção e realização de iniciativas diversificadas nos vários domínios da arte (dança, teatro, música, cinema). Está preparado para utilizações diversificadas na área da formação/sensibilização em que se incluem colóquios, debates, seminários, workshops, apresentações de livros, congressos, conferências, reuniões, exposições e outras propostas que eventualmente possam surgir.

O Centro Cultural organiza-se em 3 níveis, sendo constituído por foyer; auditório; sala multiusos; camarins com instalações sanitárias; régie e sala de projeção; bilheteira; instalações sanitárias; bar. Todo o espaço é inclusivo e estão garantidas as acessibilidades.

Dispõe uma de plateia com 298 lugares (incluindo 4 lugares adaptados a pessoas com mobilidade reduzida). No exterior, existe um parque de estacionamento, assim como a praça pública envolvente compreendendo mais de 4500m² de área, frequentemente também aproveitada para a realização de eventos culturais e desportivos ao ar livre.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Centro Cultural de Carregal do Sal

Centro Cultural de Carregal do Sal

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/09/carregal-do-sal-centro-cultural.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2025-09-16 19:21:012025-09-16 19:21:01Carregal do Sal e os seus auditórios
Dina, cantora, de Carregal do Sal
Músicas no Concelho

Carregal do Sal e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Carregal do Sal

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Dina (cantora, Carregal do Sal, 18 de junho de 1956 – Lisboa, 11 de abril de 2019)
  • Jacinta Albergaria (meio-soprano)

Dina

Dina, nome artístico de Ondina Maria Farias Veloso, foi uma cantora portuguesa nascida em Carregal do Sal. Ficou especialmente conhecida por ser uma das vozes portuguesas que venceram o Festival RTP da Canção, com a música “Amor de Água Fresca”. Representou ainda Portugal no Festival Eurovisão da Canção em 1992.

Dina, cantora, de Carregal do Sal

Dina, cantora, de Carregal do Sal

Ao longo da carreira, teve vários temas de destaque, como “Há sempre música entre nós” e “Amor de Água Fresca”. Lançou seis álbuns de originais, e foi responsável por compor temas de telenovelas como “Sonhos Traídos” e “Filha do Mar”.

Começou com o Quinteto Angola, uma banda cujo nome era o mais natural possível: “Os músicos tinham tocado todos juntos em Angola”, recordava em entrevista ao Observador em 2016. Já cantava pop-rock, já tocava guitarra em palco, o que na altura não era nada habitual, mas em meados dos anos 70 deixa o quinteto e acredita na possibilidade de um percurso a solo.

Estreou-se no programa “Nicolau no País das Maravilhas”, de Nicolau Breyner, interpretando um poema de António Gedeão, “Forma de Inocência”, musicado pela própria.

Mais tarde, haveria de convencer Tózé Brito, responsável então pela editora Polygram em Portugal. Daí até à primeira participação no Festival da Canção de 1980, onde ganhou o Prémio Revelação, não foi preciso muito. Dois anos depois lançava Dinamite, o álbum que acabou por não conseguir alcançar o sucesso esperado mas que deu a Dina a melhor plataforma de lançamento definitivo. Seguiram-se temas como “Pérola, Rosa, Verde, Limão, Marfim” ou o dueto que assinou com Carlos Paião, em “Quando as Nuvens Chorarem”.

Mudou de editora, lançou um álbum em 1991 e no ano seguinte regressava ao Festival da Canção para a interpretação que a deixaria na história, com “Amor D’Água Fresca”. No entanto, na participação na Eurovisão, na Suécia, ficou em 17.º lugar, em 23. A canção, ainda assim, transformou-se num enorme sucesso, que hoje continua a ser reconhecido e a conquistar novos fãs. Nos anos 90, continuou a editar discos, escreveu um hino para o CDS, “Para a Voz de Portugal Ser Maior” e começou a compor temas para telenovelas.

Em 2006 foi-lhe diagnosticada a fibrose pulmonar que haveria de condicionar-lhe o futuro da carreira enquanto cantora.

Em 2016, para celebrar os quase 40 anos de carreira, cerca de 15 músicos portugueses como Ana Bacalhau, B fachada e Samuel Úria, juntaram-se no Teatro São Luiz, em Lisboa.

“É muito difícil falar agora da Dina, porque tive a felicidade de me ter tornado amigo dela”, diz-nos Samuel Úria, cantor e compositor. “Ou se calhar é mais fácil (pelos mesmos motivos) e porque a melhor memória que tenho da Dina não é estritamente musical.” “Há um momento em que ela tira os tubos do nariz que ajudavam a respirar, vai ao palco cantar a canção ‘Carregal do Sal’, e eu estava nesse palco a cantar com ela. A alegria sobrepôs-se à doença, e quando digo que cantámos a ‘plenos pulmões’, não estou a exagerar. A Dina parecia uma criança da Beira-Alta a falar sobre a sua terra beirã, e ‘criança da Beira Alta a falar sobre a sua terra beirã’ define grande parte da minha carreira”, disse Samuel Úria.

Fonte: Observador, 12 de abril de 2019

Jacinta Albergaria

Jacinta Albergaria, meio-soprano e membro do Coro do Teatro Nacional de São Carlos, iniciou os estudos de piano no Conservatório de Música e Artes do Dão, em 2010. Em 2015, ingressou no curso de Canto do mesmo conservatório, onde concluiu o 8.º grau com Luís Rendas Pereira, com quem continua a trabalhar.

É licenciada em Música – Canto pela ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, na classe de Rui Taveira.

Foi distinguida em diversos concursos. No Concurso Internacional de Música Cidade de Almada obteve o 1.º prémio na categoria Elementar (2016), o 1.º prémio no Nível I e o Prémio de Interpretação de Canção Portuguesa (2018), bem como o 2.º prémio no Nível II (2020). No Concurso Internacional Cidade do Fundão (2016), recebeu o 1.º prémio no Nível III e o Prémio Revelação. Venceu ainda o Concurso Solistas Fundação Lapa do Lobo, apresentando-se a solo com a Orquestra Filarmonia das Beiras.

Participou em classes de aperfeiçoamento com Sara Braga Simões, Susan Waters, Patricia McMahon, Kelvin Grout, Connie de Jongh, Brigitte Stradiot, Lisa Herger, Brian MacKay e Olena Starikova.

Como solista, interpretou a Missa da Coroação, de Mozart, no Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, além de obras como a Petite Messe Solennelle, de Rossini, o Gloria, de Vivaldi, a Misa a Buenos Aires, de Martín Palmeri, a 9.ª Sinfonia, de Beethoven, e a Missa em Ré, de Dvořák. Em ópera, desempenhou os papéis de Modestina, em Il Viaggio a Reims, de Rossini, no Centro Cultural de Belém, e de Margot, numa produção de Die Lustige Witwe, de Lehár, do Teatro Nacional de São Carlos, palco onde também se apresentou como solista no concerto Il Sacro nella Lirica.

Como coralista, colaborou com o Coro Sinfónico da Casa da Música e com o Ensemble Moços do Coro, integrando, com este último, a produção de L’elisir d’amore, de Donizetti, pela companhia All’Opera. Integra o ensemble feminino Schola Cantorum Colegiada de Cedofeita e colaborou com o Vocal Ensemble no festival Cistermúsica, sob a direção de Vasco Negreiros.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/carregal-do-sal-dina-cantora.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:30:032026-07-21 14:04:43Carregal do Sal e os seus músicos
Pedro Gil
Músicas no Concelho

Carrazeda de Ansiães e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Carrazeda de Ansiães
  • Eurico Cebolo (pedagogo, 1938)
  • Pedro Gil (guitarrista, compositor, professor)

Eurico Cebolo nasceu a 28 de outubro de 1938, na aldeia de Coleja, junto ao rio Douro, pertencente à freguesia de Seixo de Ansiães, no concelho de Carrazeda de Ansiães, região de Trás-os-Montes, Portugal. Estudou gratuitamente no Porto, no colégio João de Deus, em virtude da sua facilidade de aprendizagem e da escassez de recursos financeiros da família.

Nessa altura, apresentava já gosto pela escrita e desenhava histórias aos quadradinhos, que depois vendia aos colegas com mais posses. Em 1975 lançou o disco “Natal mágico”, no qual tocava em sintetizador a parte orquestral das 20 canções incluídas. Em 1976, lançou o primeiro manual de música, método para aprendizagem, de sua autoria, “Guitarra Mágica: Acordes”.

Eurico Cebolo, músico e pedagogo, de Carrazeda de Ansiães

Eurico Cebolo, músico e pedagogo, de Carrazeda de Ansiães

Em 2011, tinha publicado 51 manuais de música, mantendo planos de ainda vir a publicar mais obras de entre as quais salientamos Órgão Mágico, Guitarra Mágica Acordes, Cavaquinho e Viola Braguesa Acorde, Flauta Mágica, Tocar Concertina, Tocar Bandolim e Piano Mágico.

Pedro Gil

Pedro Gil (n. Carrazeda de Ansiães, 1975) é professor de música, músico e compositor.

Tem colaborado com vários músicos portugueses e estrangeiros em vários géneros musicais.

Fundou a banda de blues algarvia “the fried fanekas blues band” com a qual gravou o disco “blues sessions”. Gravou e produziu o disco “Criatura” em 2018 com composições originais interpretadas por um sexteto.

Gravou em 2020 com Tercio Freire o EP “Suricata” e mais recentemente o álbum “Bala Perdida” com o mesmo projeto.

Gravou também com Afonso Dias, Teresa Aleixo, Viviane e Tercio Freire. Colaborou ainda com o músico de jazz Zé Eduardo no projeto Flajazzados do qual resultou um disco que mistura a poesia e o jazz.

Fez parte da formação da orquestra de jazz do Algarve dirigida pelo trompetista Hugo Alves.

Estudou Guitarra na escola profissional de música do Porto e na escola de jazz do Porto, a partir de 2001 estudou jazz e improvisação em Faro com Zé Eduardo.

Licenciou-se em Educação Musical na Escola Superior de Educação de Coimbra e é professor da disciplina desde 2000.

Pedro Gil é mestrando em Ciências da Educação e Formação na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade do Algarve.

É professor de guitarra e Educação Musical no colégio Bernardette Romeira.

Clique AQUI para saber mais.

Pedro Gil

Pedro Gil, guitarrista, compositor e professor

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/pedro-gil-guitarra-2022.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:29:402024-12-20 19:31:33Carrazeda de Ansiães e os seus músicos
João Gentil, acordeonista, de Cantanhede
Músicas no Concelho

Cantanhede e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Cantanhede

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • António Fragoso (pianista, compositor, 1897-1918)
  • Ausenda de Oliveira (atriz cantora, 1888-1960)
  • João Gentil (acordeonista, 1980)
  • José Cascão (violinista)

António Fragoso

António Fragoso, pianista e compositor, de Cantanhede

António Fragoso, pianista e compositor, de Cantanhede

Filho de Viriato de Sá Fragoso e de Maria Isabel de Sá Lima Fragoso, António Fragoso nasceu em 17 de Junho de 1897, na freguesia da Pocariça, concelho de Cantanhede, onde viria a falecer, a 13 de outubro de 1918, vitimado pela gripe pneumónica que nessa época se abateu sobre toda a Europa. A sua vocação para a música foi evidenciada logo aos seis anos, quando começou a aprender a ler pautas e a tocar piano com António dos Santos Tovim, seu tio e médico em Cantanhede, figura com vasta cultura musical que teve uma influência marcante nesses primeiros anos da sua formação musical.

Entre 1907 e 1914 concluiu na cidade do Porto o curso geral dos liceus e os dois primeiros anos do Curso Superior de Comércio, sem nunca ter deixado de aprofundar os seus estudos de piano, agora sob a orientação do Prof. Ernesto Maia.

António Fragoso

António Fragoso, pianista e compositor, de Cantanhede

António Fragoso, pianista e compositor, de Cantanhede

Aos 16 anos publicou e deu a primeira audição da sua primeira composição – “Toadas da Minha Aldeia” – muito aplaudida pela crítica musical. Algumas notas biográficas referem que teve que vencer uma certa resistência dos Pais para se matricular no Conservatório Nacional de Música de Lisboa, que viria a frequentar até 1918, ano em que obteve o diploma do Curso Superior de Piano com 20 valores, a classificação máxima. Ainda como estudante iniciou um percurso artístico amplamente reconhecido nos círculos culturais do País, não apenas como exímio pianista, mas também como compositor, ao ponto de ser considerado pelos críticos da época como “um dos mais poderosos talentos da sua geração”.

Em 2009, os Herdeiros de António Fragoso constituíram a Associação António Fragoso que tem por principal objetivo deixar para as gerações vindouras todo o seu legado, musical e literário, ministrar o ensino musical por todos os meios ao seu alcance e tendo comemorado o “In Memorian de António Fragoso – no Centenário da sua morte” com a dignidade que ele merece.

Dulce Cruz

Licenciada em Educação Musical na ESEC, Dulce Cruz é concertinista do Grupo Típico de Ançã e AMA FOLK, professora de concertina na Academia de Música de Ançã. Tocou em vários anos no grupo “MU”. Toca em festivais de música tradicional/folk, como o Festival “Tradidanças” e “Dançarão” com o grupo “Touriga” do Porto. É residente nas jams tradicionais que se realizam nestes festivais de música folk. Com o grupo “AMA FOLK”, faz os arranjos para vários temas da região de Coimbra, entre os quais, temas de António Taboeira.

Licínia Vinhas

Natural de Febres, Licínia Vinhas começou a tocar acordeão aos 7 anos com aulas particulares e na Academia de Música de Cantanhede. Esteve durante 25 anos no Grupo Coral de Febres como organista, concluindo o Curso de Música Sacra na EDMS no Seminário Maior de Coimbra. É acordeonista e concertinista no G.F. Cancineiro de Cantanhede e formadora na Fresmúsica (Portomar) e na Associação ARCAF em Febres.

Integrou noutros grupos musicais regionais como acordeonista: na Orquestra Ligeira “Os Novos Girassóis”, no Rancho Rosas de Maio, no grupo popular Cepa Torta, e também fez parte da banda do artista António Albernaz.

Nadine Santos

Natural de Sanguinheira, Nadine Santos entrou aos 6 anos entrou como aluna na escola de música do Centro Social de Recreio e Cultura da Sanguinheira (onde viria a ser formadora). Começou a aprender a tocar concertina com a professora Carminda Carriço, nos Catarinões, para além de ter efetuado 10 anos de estudos intensivos de música sacra, com equivalência a Licenciatura em Órgão e Música Sacra. É, desde 2010, concertinista principal do Grupo Folclórico da Sanguinheira e toca também no grupo de música “Ritmo Popular” da Sanguinheira.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Ausenda de Oliveira

Ausenda de Oliveira

Ausenda de Oliveira, atriz cantora, de Cantanhede

Ausenda de Oliveira, atriz cantora, de Cantanhede

Ausenda de Oliveira (Pocariça, Cantanhede, 20 de março de 1888 — 1960) foi uma do teatro musicado. A sua estreia realizou-se na cidade de Beja, em 1902. Em junho de 1904, Ausenda fazia a sua estreia oficial no Teatro Avenida, na Companhia Sousa Bastos, com a opereta A Boneca, seguindo-se outras peças. Com a junção da Companhia Sousa Bastos com a do D. Amélia (S. Luís Braga), surgiu um grande reportório de operetas em que Ausenda trabalhou.

Ausenda de Oliveira

Ausenda de Oliveira, atriz cantora, de Cantanhede

Ausenda de Oliveira, atriz cantora, de Cantanhede

Passou depois para o Teatro Avenida (Companhia José Ricardo), entrando nas revistas ABC, Favas Contadas e outras. Contratada pelo empresário Luís Galhardo, seguiu para o Porto tendo desempenhado papéis importantes nas operetas: Viúva Alegre, Sonho de Valsa, Princesa dos Dólares, Conde de Luxemburgo, Casta Susana, Vendedor de Pássaros, Bocáccio, O Rei Danado, O Rei dos Sovietes, Paganini, O Soldado de Chocolate, Enfim, Sós!, Gueisha e nas revistas Dia de Juízo, Ovo de Colombo e Verdades e Mentiras. Na Companhia Armando de Vasconcelos era a estrela, tendo criado papéis nas peças A Leiteira de Entre-Arroios, O Príncipe Orlof, O Milagre da Aldeia, Baiadeira, Benamor, Moreninha e Prima Inglesa.

Todo este repertório representou-o no Brasil durante quatro épocas. Regressando a Portugal, foi contratada pelo empresário Taveira, tendo feito: Amores de Príncipe, O Rei das Montanhas, Eva, Dama Roxa, Sibill, A Lenda das Tarlatanas, J.P.C., Frasquita, Rainha do Cinema, Os Sinos de Corneville, Os Maridos Alegres, Duquesa de Bal Tabarin, As Meninas do Music-Hall, O Posto na Rua e A Rapioca. E assim cantou as óperas Cavalaria Rusticana e Boémia. No Teatro Politeama (empresa Luís Pereira) trabalhou, com Palmira Bastos e Maria Matos, em numerosas peças, entre as quais se destacaram A Rainha de Biarritz e Mamã. Motivos de saúde e a desaparição do género opereta dos palcos portugueses, causaram o brusco eclipse total da actriz.”

Ausenda de Oliveira

Ausenda de Oliveira, atriz cantora, de Cantanhede

Ausenda de Oliveira, atriz cantora, de Cantanhede

Isabel Tainha, a mãe de Ausenda de Oliveira, foi uma popular actriz, nascida na Pocariça (Cantanhede) em 5 de abril de 1867, e morta em Lisboa, em 6 de abril de 1915. Do seu casamento com o ator Henrique de Oliveira, nasceram as atrizes Auzenda, Carmen e Egídia de Oliveira e o violinista Raul de Oliveira. Foram agregados o ator José Vítor, e a cunhada Carmen de Oliveira que, além do teatro, se dedicara a trabalhos de acrobacia. Trabalhou nos Teatros Príncipe Real e Rua dos Condes, nas peças Pera de Satanás e João José. Passando para o Teatro Avenida, contratada por Salvador Marques, trabalhou em revistas, seguindo em várias digressões pela província.

Afastando-se do teatro durante um longo período, reapareceu no palco do Teatro São Luís, com a revista ABC, onde se encontrava, sua filha Auzenda. Convidada pelo actor Artur Duarte, foi à Alemanha gravar discos, mas tendo eclodido a Grande Guerra, viu-se forçada a regressar a Portugal. Henrique de Oliveira, pai de Ausenda de Oliveira, foi ator e empresário, nascido a 30 de abril de 1865 e morto a 4 de fevereiro de 1935. Era filho do empresário Joaquim de Oliveira, palhaço e diretor de um circo ambulante.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/cantanhede-joao-gentil-acordeao-nas-festas-da-cidade-de-coimbra-2020.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:29:072024-12-20 19:30:22Cantanhede e os seus músicos
Sutil Roque, fadista, de Campo Maior
Músicas no Concelho

Campo Maior e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Campo Maior

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Sutil Roque (cantor, 1932-2018)

António Sutil Roque

Sutil Roque, fadista, de Campo Maior

Sutil Roque, fadista, de Campo Maior

António Saturnino Sutil Roque nasceu em 1932, em Campo Maior, no Alentejo, mas passou a infância nos Açores. Matriculou-se na Faculdade de Medicina de Coimbra em 1952 e licenciou-se em 1958. Especializou-se em Medicina do Trabalho e Medicina Aeronáutica, tendo trabalhado muitos anos para a TAP. Em Coimbra fez parte da Tuna Académica e foi um notável solista do Orfeão.

Começou a cantar o fado de Coimbra por acaso: indo uma noite na rua a caminho de casa, deparou com uma serenata onde estavam alguns amigos do Orfeão, entre eles o guitarrista José Pais Alexandre. Com havia falta de cantores, anuiu ao pedido de cantar ali mesmo o fado “Dizem que as mães querem mais ao filho que mais mal faz…”. Nunca mais parou de cantar o Fado de Coimbra. Na “República dos Inkas” o guitarrista Júlio Ribeiro acompanhou-o e ajudou-o nos ensaios. Em 1954 estreou-se oficialmente num espetáculo da Tuna, no Teatro Avenida, alternando com Fernando Rolim. Depois foi integrado no programa de rádio de Serenatas da então Emissora Nacional, com José Afonso, Fernando Rolim, Machado Soares e Luiz Goes.

Gravou em 1956 um série de três LP acompanhado pelo Quinteto de Coimbra – António Portugal e Jorge Godinho na guitarra e Manuel Pepe e Levi Batista na viola. Em 1961 foi aos EUA em digressão. Voltou a gravar em 1985 um LP para a UNICEF. Com o Orfeão, foi ao Brasil em 1954, a Espanha em 1957, aos Açores e à Madeira em 1960 e, com a Tuna, a Angola em 1958. Em 1961 voltou ao Brasil junto com Amália Rodrigues. Em 1957 participou na primeira Serenata de Coimbra transmitida diretamente pela RTP, junto aos velhos estúdios do Lumiar. A  13 de março de 1958 na récita de despedida do Curso Médico de 1952-1958, a Balada da Despedida (Coimbra tem mais encanto na hora da despedida) foi expressamente composta para ser cantada, pela primeira vez, pelo estudante da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e membro do Coimbra Quartet, António Sutil Roque.

Fonte: Tertúlia do Fado

Fados e Guitarradas de Coimbra

Fados e Guitarradas de Coimbra e Sutil Roque

Fados e Guitarradas de Coimbra e Sutil Roque

A1. Fado das Minhas Penas- (António) Sutil Roque
A2. Graça de Deus- Luis Góis
B1. Fado da Noite- Fernando Machado Soares
B2. Variações em Lá Menor- António Portugal/ Jorge Godinho/ Manuel Pepe e Levi Baptista

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/campo-maior-sutil-roque-e-camacho-vieira-fado.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:28:422024-12-13 21:00:35Campo Maior e os seus músicos
Página 166 de 194«‹164165166167168›»

Outros Artigos

Outras Notícias

Advertise hereAdvertise here

Musorbis

Musorbis é a nova plataforma que faz parte do projeto Meloteca e se dedica à divulgação do património musical na perspetiva dos concelhos de Portugal.

Música no Concelho

  • Knurl Mastering
    Paredes e os seus estúdios25 Maio, 2026 - 13:46
  • Oliveira do Bairro
    Oliveira do Bairro e a sua música16 Março, 2026 - 16:48
  • Ponte de Sor, ponte pedonal
    Ponte de Sor e a sua música17 Março, 2026 - 10:40
  • Santa Comba Dão, créditos Vítor Oliveira
    Santa Comba Dão e a sua música17 Março, 2026 - 14:53

CONTACTOS MUSORBIS

Morada:
Rua da Serra da Estrela, 86

4415-891 SANDIM VNG

Telefone:
+351 962 942 759
(Chamada para rede móvel nacional)

E-mail:
meloteca@meloteca.com

© Musorbis 2020 | By Blendup Marketing Digital
  • Link to Facebook
  • Link to Instagram
  • Link to Pinterest
  • Link to LinkedIn
  • Política de privacidade
Scroll to top Scroll to top Scroll to top

Ao continuar a navegar, utilizaremos cookies, pixels, tags e outras tecnologias semelhantes para garantir que o website funciona corretamente. Para mais informações sobre cookies e a forma como os utilizamos clique em Saiba Mais

AceitarSaiba MaisOcultar

Cookie and Privacy Settings



How we use cookies

We may request cookies to be set on your device. We use cookies to let us know when you visit our websites, how you interact with us, to enrich your user experience, and to customize your relationship with our website.

Click on the different category headings to find out more. You can also change some of your preferences. Note that blocking some types of cookies may impact your experience on our websites and the services we are able to offer.

Essential Website Cookies

These cookies are strictly necessary to provide you with services available through our website and to use some of its features.

Because these cookies are strictly necessary to deliver the website, refusing them will have impact how our site functions. You always can block or delete cookies by changing your browser settings and force blocking all cookies on this website. But this will always prompt you to accept/refuse cookies when revisiting our site.

We fully respect if you want to refuse cookies but to avoid asking you again and again kindly allow us to store a cookie for that. You are free to opt out any time or opt in for other cookies to get a better experience. If you refuse cookies we will remove all set cookies in our domain.

We provide you with a list of stored cookies on your computer in our domain so you can check what we stored. Due to security reasons we are not able to show or modify cookies from other domains. You can check these in your browser security settings.

Google Analytics Cookies

These cookies collect information that is used either in aggregate form to help us understand how our website is being used or how effective our marketing campaigns are, or to help us customize our website and application for you in order to enhance your experience.

If you do not want that we track your visit to our site you can disable tracking in your browser here:

Other external services

We also use different external services like Google Webfonts, Google Maps, and external Video providers. Since these providers may collect personal data like your IP address we allow you to block them here. Please be aware that this might heavily reduce the functionality and appearance of our site. Changes will take effect once you reload the page.

Google Webfont Settings:

Google Map Settings:

Google reCaptcha Settings:

Vimeo and Youtube video embeds:

Other cookies

The following cookies are also needed - You can choose if you want to allow them:

Privacy Policy

You can read about our cookies and privacy settings in detail on our Privacy Policy Page.

Política de privacidade
Accept settingsHide notification only