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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Matilde Cid, fadista, de Estremoz, créditos Luís Carvalhal / Museu do FadoLuís Carvalhal / Museu do Fado
Músicas no Concelho

Estremoz e os seus músicos

Músicos naturais de Estremoz

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Matilde Cid (fadista)
  • Tomás Alcaide (cantor lírico, 1901-1967)
Matilde Cid

Matilde Cid nasceu em Estremoz e cresceu no seio de uma família ligada à música. Os serões familiares eram passados a tocar viola, piano e a cantar. O pai era fã de jazz, blues e bossa-nova, a mãe, de fado. Através da mãe, o fado veio a tornar-se a sua música de eleição. Naturalmente começou a cantar, primeiro nos cafés de Estremoz e mais tarde em Évora, em simultâneo com a vida universitária. Mais tarde, deslocou-se para Lisboa, onde encontrou a verdadeira essência do fado no ambiente boémio das casas de fado da capital.

Matilde Cid

Matilde Cid, fadista, de Estremoz, créditos Luís Carvalhal / Museu do Fado

Matilde Cid, fadista, de Estremoz, créditos Luís Carvalhal / Museu do Fado

Maria João Quadros convidou-a a integrar o elenco residente de A Casa da Mariquinhas (que já fechou) em Alcântara, mas também cantou nas conhecidas Mesa de Frades, Senhor Vinho, Associação do Fado Casto, entre outras. Em novembro de 2014, João Braga convidou-a para participar no seu concerto no Teatro São Luiz, onde a apresentou como uma das novíssimas vozes do fado a não perder de vista nos tempos mais próximos.

Participou, em 2014, 2015 e 2016 no festival de Fado Caixa Alfama e Caixa Ribeira. Em 2016 teve o seu primeiro concerto a solo no CCB e outro no Festival Caixa Alfama. No dia 17 de maio de 2019, Matilde apresentou-se no Museu de Lisboa – Santo António, integrado no programa “Fados Para Santo António”, onde arrepiou todos aqueles que tiveram oportunidade de estar presentes! Matilde editou o seu primeiro disco no estúdio Tejo Music Lab de Diogo Clemente, produzido pelo mesmo, tendo o Museu do Fado como editora, com apresentação de alguns dos novos temas no Museu da Marioneta a 18 de setembro 2019.

Dona de uma voz carismática e melodiosa, Matilde Cid apresenta espetáculos cativantes, envolvendo o público numa atmosfera de elegante intimidade e forte presença, ao mesmo tempo que o tem conquistado pela sua genuína simpatia. O álbum de Matilde Cid foi nomeado para o prémio “Melhor Disco de Fado” da edição de 2020 dos prémios PLAY – Prémios da Música Portuguesa.

HISTÓRIA DA MÚSICA

Tomaz Alcaide
Tomaz de Aquino Carmelo Alcaide, distinto tenor português, nasceu a 16 de Fevereiro de 1901 em Estremoz, cidade onde passou a sua infância, e faleceu em Lisboa em 1967.

Aos 11 anos e já em Lisboa, Alcaide ingressou no Colégio Militar a fim de prosseguir os  estudos académicos, findos os quais entra para o Regimento de Lanceiros 2 e realizou as cadeiras preparatórias para o curso de medicina da Escola Politécnica, o qual viria a frequentar apenas durante um ano.

Entretanto em pequenas tertúlias de carácter íntimo, revelou a sua voz de belo timbre e a conselho de alguns amigos e de alguns críticos, decidiu dedicar-se à carreira lírica. Neste sentido iniciou as suas lições de canto, primeiro com o professor italiano Alberto Sarti e posteriormente com o barítono D. Francisco de Sousa Coutinho, famoso sobretudo pelo seu papel em “Falstaff”.

Após a sua primeira apresentação pública realizada no Teatro Bernardim Ribeiro em Estremoz, Alcaide prosseguiu os estudos vocais com a célebre meio-soprano italiana de finais do século XIX, Eugenia Mantelli, que lhe proporcionou não só uma sólida preparação musical como também o iniciou em alguns dos papéis mais apropriados para a sua voz, como o de Rodolfo, Fausto ou Duque de Mântua.

Enquanto estudante Alcaide colaborou regularmente em vários saraus, récitas e concertos. Entre eles contam-se apresentações no Club Estefânia, no Teatro Nacional de S. Carlos, no Teatro Espanhol de Madrid, no Coliseu de Lisboa, no Casino Peninsular da Figueira da Foz e no Teatro Municipal do Funchal.

Leia AQUI a biografia completa.

Tomás Alcaide

Tomás Alcaide, tenor, de Estremoz

Tomás Alcaide, tenor, de Estremoz

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/estremoz-matilde-cid-luis-carvalhal-museu-do-fado.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:48:142024-11-20 19:41:53Estremoz e os seus músicos
Samuel Marques, clarinetista
Músicas no Concelho

Estarreja e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Estarreja

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Angelina Rodrigues (flauta)
  • Aurélio da Silva e Pinho (direção)
  • Big Band Estarrejazz
  • Carlos Canhoto (saxofone)
  • Fernando Daniel (voz, 1996)
  • Gabriel Antão (trombone)
  • Inês Pinto (flauta)
  • João Mortágua (saxofone)
  • Luzia Vieira (contrabaixo)
  • Magna Ferreira (soprano)
  • Martinho Rodrigues (direção)
  • Miguel Valente (saxofone jazz)
  • Paulo Bandeira (bateria jazz)
  • Pedro Silva (saxofone)
  • Renata Oliveira (maestrina)
  • Ricardo Antão (eufónio)
  • Ricardo Rosas (saxofone jazz)
  • Ricardo Silva (trompa)
  • Samuel Marques (clarinete)
  • Sandro Andrade (marimba)
  • Tomás Marques (saxofone)
  • Vasco Valente (clarinete, composição)
Big Band Estarrejazz

Composta por jovens músicos de Estarreja e da região, a Orquestra de Jazz de Estarreja é o resultado da vertente formativa do Festival Estarrejazz. Com um crescimento consistente desde 2012, a Big Band Estarrejazz tem vindo a dividir o palco com grandes nomes do panorama musical português.

Fernando Daniel

Fernando Daniel é um cantor e autor português que se tornou conhecido ao participar no Factor X Portugal e ao vencer a 4.ª edição do concurso de talentos The Voice Portugal. Nasceu a 11 de maio de 1996 em Salreu, Estarreja, Portugal. Em 2017, deu início à sua carreira, lançando no dia 11 de julho desse mesmo ano o seu primeiro single, “Espera”. Fernando Daniel tem duas irmãs mais velhas que cantavam num grupo coral. Começou a cantar numa festa de escola e foi dai que num palco de pouca dimensão começou a sonhar em pisar palcos maiores.

Fernando Daniel

Fernando Daniel, cantor, de Estarreja

Fernando Daniel, cantor, de Estarreja

Teve uma banda juntamente com o amigo Fernando Mendoza. Saints of May era o nome da banda que atuava frequentemente em bares. Participou duas vezes no Factor X (Portugal). Ganhou o The Voice Portugal 2016. Concorreu ao Festival RTP da Canção 2017. O seu primeiro álbum foi lançado a 16 de março de 2018.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Gabriel Antão

Gabriel Antão nasceu em Estarreja e na Banda Visconde de Salreu conheceu o trombone. Mais tarde ingressou no Conservatório de Música de Aveiro na classe de Luís Castro. Seguiram-se os estudos na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) com Severo Martinez e na Universidade de Artes de Berlim, na qualidade de Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, com o professor Stefan Schulz.

Com apenas 23 anos é trombone solista na Tonkünstler-Orchester em Viena. Tem colaborado com outras orquestras como a Wiener Philharmoniker, Wiener Staatsoper, Deutsches-Sinfonieorchester Berlin, Rundfunk Sinfonieorchester Berlin, Orchestra of Europe, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Nacional do Porto, Orquesta Ciudad de Granada, entre outras. Trabalhou com maestros como Sir Colin Davis, Herbert Blomstedt, Zubin Mehta, Marek Janowsky, András Schiff, Franz-Welser Möst, Vladimir Fedoseyev, Andrés Orozco-Estrada, Yutaka Sado. Foi galardoado com o Prémio Helena Sá e Costa, o Prémio dos Rotários do Porto, nos concursos Terras de La Salette e Prémio Jovens Músicos.

Gabriel Antão

Gabriel Antão, trombone, de Estarreja

Gabriel Antão, trombone, de Estarreja

Colaborou com diversos agrupamentos, o Ensemble “Les Dissonances”, o grupo de metais da Filarmónica de Viena “PhilBlech”, o ensemble de metais da Orquestra da Rádio de Berlim “RSBrass” e o quarteto de trombones “Trombone Attraction”. Apresentou-se como solista com a Das Sinfonie Orchester Berlin na Philharmonie da mesma cidade e com a Orquestra Sinfonieta da ESMAE e a Banda Sinfónica do Conservatório de Música de Aveiro.

João Mortágua

Saxofonista, compositor e improvisador, natural de Estarreja e residente em Coimbra, João Mortágua (1987-) leciona as disciplinas de Saxofone e Combo no Curso de Jazz do Conservatório de Música da cidade.

Gravou cinco álbuns em nome próprio: “Janela” (2014), “Mirrors”, “AXES” (2017), “Dentro da Janela” (2019) e “MAZAM: Land” (2020), todos através do carimbo Porta Jazz.

João Mortágua

João Mortágua, créditos Paulo Pacheco/CCVF

João Mortágua, saxofonista, de Estarreja, créditos Paulo Pacheco/CCVF

Toca regularmente com Nuno Ferreira, André Fernandes, Carlos Bica, André Santos, Filipe Teixeira, Hugo Raro, Nelson Cascais, Paulo Santo, Bruno Pernadas, Jeffery Davis, Alexandre Coelho, Miguel Calhaz, Gonçalo Moreira e Bernardo Moreira, entre outros. Co-lidera os duos Kintsugi (com Luís Figueiredo, cujo disco foi recentemente lançado) e STAU (com Diogo Alexandre), o trio Quang Ny Lys (com Mané Fernandes e Rita Maria), e o Ensemble Mondego (com Ricardo Formoso). Tem ainda na manga os álbuns de estreia do seu Math Trio (com Diogo Dinis e Pedro Vasconcelos) e do seu projeto a solo – HOLI.

Leia AQUI a biografia completa.

Magna Ferreira

Natural de Estarreja, Magna Ferreira é licenciada em Canto pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo e Mestre em Estudos da Criança, especialização em Educação Musical, pela Universidade do Minho, onde defendeu a tese sobre o tema “Contributos para um Cânone da Ópera Infantil Portuguesa“.

Foi membro do Estúdio de Ópera da Casa da Música onde trabalhou com Peter Harrison (Técnica Vocal), Jeff Cohen, Giuseppe Frigeni, Cornelia Geiser, Graziela Galvanni, Lorna Marshall, entre outros.

Frequentou diversas classes de aperfeiçoamento de Canto (Dalton Baldwin, Rudolf Knoll, Gundula Janowitz), Música Antiga, Direcção Coral e/ou Orquestral (Gerald Kegelman, Ernst Shnell, Jos Vermunt, Cesário Costa). Trabalha regularmente com Jill Feldman, Richard Levitt e Ana Mafalda Castro (Música Antiga).

Apresentou-se em diversos festivais, com destaque para: Festival Internacional de Música de Gaia (2000), Festival Internacional de Coros de Puebla – México (2002), Festival Internacional de Música de Mafra (2002, 2003, 2004), Festival Obra Aberta da Casa da Música (2003), Festival de Paços de Brandão (2004).

Leia AQUI a biografia completa.

Magna Ferreira

Magna Ferreira, soprano, de Estarreja

Magna Ferreira, soprano, de Estarreja

Martinho Rodrigues

Martinho Miguel Matos Rodrigues nasceu em Pardilhó, a 27 de Julho de 1979 onde iniciou, em 1989, os estudos musicais na Banda Club Pardilhoense sendo aluno do Maestro José Lopes. Depois de ter completado o solfejo, em 1991 começou por aprender Clarinete tendo sempre o referido maestro como professor. Em 1996, é admitido na classe de Fagote de Fernando Ribeiro Lopes no Conservatório de Música de Aveiro. Durante o Curso Básico Supletivo frequenta um Seminário de Improvisação sob a orientação de Helena Caspurro e participou na orquestra de Câmara do Conservatório sob a regência de Duarte Neves. Em 2000/2001 terminou o Curso Básico Supletivo com 17 valores. Frequentou duas classes de aperfeiçoamento de Fagote com Pascal Gallois e com o fagotista húngaro Giorgios Lakatos. Fez parte do Octeto de Sopros do Conservatório de Música de Aveiro. Durante o seu percurso no Conservatório de Música de Aveiro participou em audições e projetos musicais. Em 2004/2005 frequentou o 3º Ano do Curso Complementar Supletivo variante de Fagote, tendo alcançado 18 valores no Exame Final de 8º Grau de Instrumento.

Martinho Rodrigues

Martinho Rodrigues, maestro, de Estarreja

Martinho Rodrigues, maestro, de Estarreja

Assumiu em 2002 a direção artística da Orquestra Ligeira Pardilhó Jazz e tornou-se maestro adjunto da Banda Club Pardilhoense, assumindo em 2009 a sua direção artística e a Direção Pedagógica da Escola de Música. Compôs numerosas obras registadas na Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2006, frequentou um curso de direção de bandas Filarmónicas com o Maestro Tenente-Coronel Jacinto Montezo. Em 2012, frequentou novo curso de Direção com o Maestro João Paulo Fernandes, no âmbito da iniciativa BRASSFEST. Tem trabalhado com os maestros Carlos Marques, José Pedro Figueiredo, Vasco Flamino, Luís Cardoso, Duarte Neves, Jacinto Montezo, Valdemar Sequeira, João Paulo Fernandes, José Ribeiro, Francisco Pinto, entre outros.

Em 2014 inicia a Licenciatura em Fagote com Luís Correia na Escola Superior de Música de Lisboa. É elemento da Banda de Música da Guarda Nacional Republicana tendo ingressado nesta força de segurança em 2006 mediante concurso público.

Nelson Manuel Cruz Aguiar

Nelson Aguiar nasceu a 2 de outubro de 1966 em Caracas, Venezuela. Iniciou os estudos musicais na Escola de Música da Banda Bingre Canelense. Aos 13 anos ingressou no Conservatório de Música de Aveiro, onde passou a frequentar o curso de clarinete na classe de Fernando Artur Raínho Valente. Professor do quadro do referido conservatório desde 1989, ali continua a exercer docência musical na classe de Clarinete, tendo sido maestro da sua Banda Sinfónica desde a fundação e até 2014.

Foi diretor pedagógico da Academia de Música de Vale de Cambra onde é docente na classe de Clarinete. Tem orientado classes de aperfeiçoamento em Clarinete e integrado vários júris escolares, regionais e nacionais, em concursos para jovens instrumentistas. Vem frequentando cursos de direção para bandas. Foi fundador e responsável artístico da Orquestra Ligeira do Grupo Desportivo e Cultural de Ribeira de Fráguas, Albergaria-a-Velha.

Nélson Aguiar

Nélson Aguiar, maestro, de Estarreja

Nélson Aguiar, maestro, de Estarreja

Desde 2000 é o maestro da Banda Bingre Canelense, com a qual gravou os CD “Sons Reais” e “Alma de Maestro”. É também o coordenador pedagógico da sua Escola de Música onde formou o “Grupo Jovem” com o qual promoveu o Festival Jovem de Música Filarmónica Francisco Bingre. Foi diretor artístico das duas edições (2017 e 2018) do FIMFAB – Festival Internacional de Música Filarmónica Francisco Bingre.

Ricardo Antão

Ricardo Rodrigues Antão (eufónio) nasceu em março de 1991, em Estarreja. É professor na Universidade de Aveiro, Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) e no Conservatório de Música da Jobra. É membro fundador dos grupos: Ensemble português de tubas “How Low Can You Go?”, Trítono, DualSim, BlindDuo e Dual Soundway. É convidado para orientar classes de aperfeiçoamento um pouco por todo o país, tendo igualmente sido professor convidado no Festival SliderAsia 2017, em Hong Kong, onde também se apresentou como solista. Estreou obras de André M. Santos, Marco Alves, Matthew Murchison, Daniel Moreira, Bruno Ferreira e Samuel Pascoal, encontrando-se atualmente a desenvolver um projeto de eufónio com eletrónica. Iniciou os estudos musicais na Banda Visconde de Salreu, tendo posteriormente ingressado no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian.

Após os estudos na ESMAE, com Sérgio Carolino, rumou à Suíça, onde estudou com Thomas Rüedi na Hochschuleder Künste Bern, onde concluiu o Mestrado em Eufónio. Em seguida retorna a Portugal, e realizou o Mestrado em Música – Interpretação Artística com Severo Martinez (na ESMAE) e paralelamente o Mestrado em Ensino de Música, em Eufónio, na Universidade de Aveiro. Posteriormente ingressou na Universidade de Évora, onde está a concluir o Doutoramento em Música e Musicologia, variante Interpretação.

Ricardo Antão

Ricardo Antão, eufónio, de Estarreja

Ricardo Antão, eufónio, de Estarreja

Colaborou com várias orquestras e formações, entre as quais Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Gulbenkian, Orchestre Philharmonique de Nice, 21st Century Orchestra, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Filarmónica Portuguesa, Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional de Jovens da Holanda, European Union Youth Wind Orchestra, European Youth Brass Band, Camerata Nov’Arte, Tubophonia, Projecto Sonópolis, Mr. SC and the Wild Bones Gang, Big Band de Estarreja, entre outras. Obteve o 3º Prémio no International Tuba and Euphonium Competition, Artist Euphonium Division, em Linz, Áustria, em 2012.

Samuel Marques

Natural de Estarreja e residente em Aveiro, Samuel Marques é 2º Clarinete – Solista B da Orquestra Clássica do Centro. Colabora regularmente como músico convidado com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Remix Ensemble Casa da Música, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra do Algarve, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e Orquestra Filarmónica Portuguesa. Tem tocado com nomes como Martha Argerich, Joyce DiDonato, Maria João Pires ou Andrea Bocelli. É docente de Clarinete no Conservatório de Música da Jobra (Branca, Albergaria-a-Velha).

Samuel Marques, clarinetista

Samuel Marques, clarinetista, natural de Estarreja, residente em Aveiro

Em 2025 lançou o CD ‘SYMPHONIC CHRONICLES VOL I’ com a obra ‘Fantasy on Jazz’ de Barbara Jazwinski, a solo com a Royal Scottish National Orchestra, pela editora Navona Records.
Samuel é membro do quinteto de palhetas Prisma Quintet e toca em duo com o pianista Vasyl Tsanko, com quem foi finalista do Premio Amici della Musica di Verona 2024 e vencedor do Andrew Downes Performance Prize 2025 (Birmingham, Reino Unido).

Sandro Andrade

Sandro Andrade (marimba) nasceu em Canelas. Iniciou os estudos musicais aos 9 anos na escola de música da Banda Bingre Canelense. Aos 15 anos foi admitido no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Aveiro na classe de Trompete, orientada por Rui Alves. No ano seguinte é admitido na Escola Profissional de Música de Espinho, na classe de percussão. Mais tarde prosseguiu os estudos na Academia Nacional Superior de Orquestra da Metropolitana onde concluiu o curso de instrumentista de orquestra, especialidade de percussão.

No seu percurso musical contam-se colaborações com as principais orquestras nacionais e maestros mundiais. Foi percussionista fundador do quarteto de clarinetes KBG e do Ensemble Mpmp. Foi membro da orquestra de jovens portuguesa “Momentum Perpetuum”. É timpaneiro da Banda Sinfónica Portuguesa.

Tomás Marques

Tomás Marques (n. 1999) é natural de Estarreja. Iniciou os estudos musicais aos 3 anos na Banda de Música de Loureiro, começando com o piano e requinta posteriormente. Mais tarde mudou-se para a Banda Visconde de Salreu, optando pelo saxofone soprano. Com 9 anos entrou para o Conservatório de Aveiro. Estuda jazz na Escola Superior de Música de Lisboa. Atualmente pertence à Big Band Estarrejazz, onde já trabalhou com músicos como Maria João, Mário Laginha, Carlos Azevedo, José Eduardo; à Orquestra Hot Clube de Portugal, onde também já tocou com Joe Lovano, Miguel Zenón, Julian Argüelles e Perico Sambeat. Integra ainda o sexteto do Bernardo Moreira, Pedro Moreira Sax Ensemble, LAB, Paula Oliveira 5tet, fanfarra Kaustika e o seu próprio quarteto.

Leia AQUI a biografia completa.

Vasco Valente

Vasco Valente (clarinete) nasceu em Pardilhó, em 1985, e iniciou os estudos musicais em Clarinete, na Banda Club Pardilhoense. Ingressou no Conservatório de Aveiro Calouste Gulbenkian na classe de clarinete de Arménio Pinto. Posteriormente estudou com Luís Carvalho, no Departamento de Música da Universidade de Aveiro, e Rui Martins, na Escola Superior de Música de Lisboa. Em 2009, ingressou nos quadros da Banda da Guarda Nacional Republicana.

Vasco Valente

Vasco Valente, compositor e clarinetista, de Estarreja

Vasco Valente, compositor e clarinetista, de Estarreja

Tem composto obras para diversos tipos de formações, instrumentos a solo, música de câmara, orquestra de cordas e orquestra de sopros, tais como a Banda Sinfónica da G.N.R., Camerata Amicis, Camerata Silva Dionísio, Grupo de Música Contemporânea de Lisboa.

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Destaca-te no Musorbis

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TRÍtono

TRItono, de Estarreja

TRItono, de Estarreja

COROS

Coral da Associação Cultural de Salreu

Criado há em 1990, o Coral de Salreu conta com cerca de 30 coralistas e ensaia duas vezes por semana. Interpreta obras clássicas, ligeiras e populares, preferencialmente portuguesas, “a capella” ou acompanhadas pela orquestra, sob a orientação do maestro Daniel Sousa.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/samuel-marques-2025.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:47:332025-12-19 16:31:41Estarreja e os seus músicos
André Pires Costa, guitarrista, de Esposende
Músicas no Concelho

Esposende e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Esposende

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

  • André Pires Costa (guitarra, 1992)
  • Diogo Zão (órgão/cravo)
  • Helena Venda Lima (direção coral)
  • Henrique Torres (trompa, 1984)
  • Manuel de Carvalho Alaio (composição,liturgia, 1888-1973)
  • Manuel de Faria Borda (composição,liturgia, 1914-1992)
  • Rita Venda (soprano)
André Pires Costa

Nascido a 16 de Setembro 1992 em Fão, André Pires Costa teve o seu primeiro contacto com a guitarra aos 12 anos. Porém só em 2006, aos 14 anos, começou os estudos com Jorge Casimiro Silva.

Licenciado em Música pela Universidade do Minho, completou o último ano da Licenciatura em 2014 na National Academy of Music “Pantcho Vladigerov” em Sófia, Bulgária, ao abrigo do programa ERASMUS.

Frequentou estágios e cursos de aperfeiçoamento técnico e interpretativo com Leo Brouwer, Mak Grgic, Dejan Ivanovic, Rossen Balkansky, Paulo Vaz de Carvalho, Ricardo Barceló, Marco Cianchi e Ilda Coelho. Frequentou ainda Workshops e aulas privadas de Improvisação e Jazz com Barry Harris, Jonathan Kreisberg, Carlos Mendes, Nuno Ferreira, Alessandro Penezzi, Gonçalo Pereira e Paulo Gaspar.

André Pires Costa, guitarrista, de Esposende

André Pires Costa, guitarrista, de Esposende

Paralelamente desenvolveu o seu conhecimento de música popular latina e africana com Sandro Pimentel Barros e orquestração com o flautista e maestro Rúben Henriques.

É mestre em Ensino de Música pela Universidade do Minho desde 2016 com a dissertação “Estudo de padrões de digitação de escalas. Uma estratégia para promover o domínio do diapasão da guitarra clássica no ensino artístico especializado”.

Em 2017 André Pires Costa estudou canto, improvisação e composição com Fernando Girão. Desde 2018, com Mariana Melo, é um dos membros fundadores do grupo “La Vie en Swing”, projeto dedicado à música francesa com temas típicos da “chanson” e do swing mais clássico emergente nos anos 20.

Tem obras e arranjos seus editados pela AVA Editions e pela Sheet Music Plus. Leciona as disciplinas de Guitarra Clássica, Classe de Conjunto e Música de Câmara na Academia de Música de Costa Cabral.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

Diogo Zão

Diogo Zão iniciou estudos musicais na Escola de Música de Esposende. Concluiu o curso complementar de piano no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian – Braga, na classe de Fátima Abreu, e o curso complementar de órgão no Conservatório de Música do Porto, na classe de Paulo Alvim, prosseguindo estudos superiores no âmbito da Música Antiga, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, estudando cravo com Ana Mafalda Castro. Em contexto de masterclass, nos âmbitos do Órgão e da Música Antiga, trabalhou com Lionel Roog, Joseph Uriol, Daniel Roth, Ketil Haugsand, Richard Gwilt, Ranee Zipperling, entre outros. Como organista, realizou serviço litúrgico, de forma regular, na Igreja da Lapa (Porto) e na Igreja Matriz de Esposende.

Desempenha funções de pianista acompanhador na Academia de Música de Viana do Castelo, destacando-se o trabalho realizado no âmbito do projeto coral VianaVocale (Coro de Câmara, Coro Sinfónico e Coro Júnior). Desenvolve o mesmo trabalho com o Coro de Pequenos Cantores de Esposende, o Coro Ars Vocalis, o Coro CouraVoce e com outras formações corais do norte do país. É membro fundador do ensemble Cuore Armonico, que se dedica ao repertório renascentista e Barroco. Integra ainda o Alto Minho Ensemble. Tem-se apresentado em concerto com diversas formações, tendo a oportunidade de trabalhar com maestros e diretores corais como Lluís Villa, Jonathan Ayerst, Jorge Matta, Vítor Lima, Filipe Veríssimo, Barbara Francke, José Eduardo Gomes, Helena Venda Lima, Julián Lombana, Ernst Schelle, Javier Viceiro, entre outros.

Diogo Zão

Diogo Zão, cravista e organista, de Esposende

Diogo Zão, cravista e organista, de Esposende

Foi intérprete na estreia de obras dos compositores Fernando Lapa, Osvaldo Fernandes, Sérgio Azevedo, Paulo Bastos, Carlos Azevedo, Telmo Marques, Eurico Carrapatoso, Mário Laginha e António Pinho Vargas. Gravou discos com o Coro de Pequenos Cantores de Esposende, o Coro Ars Vocalis e o ensemble Capella Duriensis. É licenciado em Psicologia, pela Universidade do Minho, desempenhando funções públicas na área da Educação no Município de Esposende.

Helena Venda Lima

Helena Venda Lima iniciou os estudos musicais na Escola de Música de Esposende, passando pelo Conservatório Calouste Gulbenkian de Braga. Licenciou-se em Música – Direção Coral na Universidade do Minho. É docente na Escola de Música de Esposende, destacando-se ainda o trabalho como diretora do Coro de Pequenos Cantores de Esposende e do Coro Ars Vocalis desde a sua formação. Trabalhou direção coral e canto com Vítor Lima, Jorge Matta, Jacier Viceiro, Lluis Vila, Henrique Piloto, Álvaro Cassuto, Johann Skudlick, Martin Baker. Em 2013, frequentou o curso de aperfeiçoamento em Direção Coral da Associação Britânica de Diretores Corais com Jo Mcnally e Neil Ferris.

Helena Venda Lima

Helena Venda Lima, maestrina, de Esposende

Helena Venda Lima, maestrina, de Esposende

Desde 2010, assume a organização de classes de aperfeiçoamento dedicadas à prática coral trazendo a Portugal nomes de referência da direção coral infantil, como Lluís Vila (Escola Superior de Música de Barcelona), Anita Morrinson (Catedral de Westminster) e Jo Macnally (Associação Britânica de Diretores Corais). Finalizou o mestrado em Ensino de Música da Universidade Católica Portuguesa, dedicando a sua investigação à Prática Coral no Curso Básico. Hoje procura dedicar a sua ação artística e pedagógica ao enraizamento de uma escola coral portuguesa com base na educação coral infantil, estruturada a partir da língua portuguesa e do património musical português, presente e futuro.

Rita Venda
Rita Venda soprano, de Esposende

Rita Venda soprano, de Esposende

A soprano Rita Venda é natural de Esposende. Após formação inicial em Canto no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, em Braga, prosseguiu estudos na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, na área da Música Antiga. De forma mais continuada ou em classes de aperfeiçoamento, tem trabalhado interpretação vocal e performance, ao longo do seu percurso, com Jill Feldman, Peter Harrison, Gislaine Morgan, Anita Morrison, Rui Taveira, Oliveira Lopes, Fernanda Correia, Laura Sarti e Magna Ferreira.

Trabalhou com maestros e intérpretes como Paul Hillier, Andrew Bisantz, Álvaro Cassuto, Baldur Brönnimann, Cesário Costa, Christoph König, Filipe Carvalheiro, Filipe Veríssimo, Gregory Rose, James Wood, Joannes Skudlik, Jorge Matta, Kaspars Putniņš, Laurence Cummings, Marco Mencoboni, Michael Sanderling, Nicolas Fink, Nils Schweckendiek, Olari Elts, Lluís Villa, Peter Rundel, Simon Carrington, Paul McCreesh, Sofi Jeannin, Gerhard Doderer, Jonathan Ayerst, Martin Parr, Richard Gwilt, Massimo Mazzeo, Pedro Sousa Silva, Hugo Sanches, entre outros.

Integrou ou atuou com agrupamentos como Portogalante Ensemble, Grupo Vocal Olissipo, Orquestra Divino Sospiro, O Bando do Surunyo, Concerto Renascentista Sesquialtera, Alto Minho Ensemble, Coro de Câmara da Universidade do Minho, Coro Polifónico da Igreja da Lapa, Orquestra Sine Nomine, Orquestra da Universidade do Minho, Orquestra do Norte, Orquestra Clássica do Centro, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Barroca Casa da Música e Remix Ensemble Casa da Música. Integra, desde a sua fundação, o Coro Casa da Música e o ensemble vocal Capella Duriensis, com o qual realizou diversas gravações para a RDP Antena 2 e para a European Broadcasting Union, tendo estado em residência artística nas catedrais de Bristol e Wells. Gravou com este ensemble três discos de polifonia portuguesa, dois dos quais para a editora multinacional Naxos.

É membro fundador do ensemble Cuore Armonico, que se dedica ao repertório renascentista e Barroco. Participou no Festival de Música Antiga de Úbeda y Baeza (Espanha), no Festival Haendel, em Londres, no Festival Tenso Days, em Marselha, no Fringe Festival, em Utrecht (Holanda), no Festival de S. Roque, em Lisboa, no Festival Cistermúsica, entre outros. Como solista, tem interpretado repertório desde o período renascentista até música contemporânea, destacando-se a performance no âmbito da música antiga sob práticas historicamente informadas.  No âmbito da música de câmara coral, participou em diversas estreias mundiais.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/andre-pires-costa-guitarra-esposende.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:46:572024-11-08 20:19:00Esposende e os seus músicos
Daniel Ricardo de Pinho, organista, natural de Espinho
Músicas no Concelho

Espinho e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Espinho

Musorbis é um sítio de serviço público sem financiamento público.

  • Ana Cláudia Pereira (clarinete)
  • André Rodrigues (compositor, 1978)
  • António Capela (construtor de violinos, 1932)
  • Catarina Valadas (flautista, 1995)
  • Daniel Ricardo de Pinho (organista, professor, maestro)
  • Dino Meira (cantor, 1940-1993)
  • Domingos Capela (construtor de violinos, 1904-1976)
  • Inês Pais (violinista)
  • Joaquim António Capela (construtor de violinos, 1966)
  • Joaquim Domingos Capela (construtor de violinos, 1934)
  • Luciana Guimarães (clarinetista)
  • Mirita Casimiro (cantora, 1914-1970)
  • Paulo Curado (flautista, saxofonista, 1960-2024)
  • Pedro Guimarães (organeiro, 1963)
  • Sara Almeida (composição, 1973)
Ana Cláudia Pereira

Ana Cláudia Domingues Pereira nasceu no dia 11 de julho de 1997 em Espinho. Iniciou os estudos na Banda União Musical Paramense em 2006 com Cláudia Araújo e Fernando Araújo. Em 2008 ingressou na Academia Música de Espinho na classe de João Moreira. Em 2009, entrou na Escola Profissional de Música de Espinho na classe de Victor Pereira, tendo completado o 8º grau.

Em 2015, entrou na Escola Superior Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco, na Licenciatura em Música – Variante Instrumento – Clarinete, com os professores Carlos Alves, Pedro Ladeira e Mário Apolinário.

Em 2018, terminou a licenciatura na Escola Superior de Artes Aplicadas na classe dos professores Carlos Alves, Pedro Ladeira e Mário Apolinário. Terminou o Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Ana Cláudia Pereira

Ana Cláudia Pereira, clarinete, de Espinho

Ana Cláudia Pereira, clarinete, de Espinho

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Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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962 942 759

Daniel Ricardo de Pinho

Entre 2010 e 2013, Daniel Ricardo de Pinho frequentou e concluiu a Licenciatura em Teoria e Formação Musical na Universidade de Aveiro, sob a orientação de Vasco Negreiros e Evgueni Zoudilkine. Em 2013, ingressou, como bolseiro da Diocese de Regensburg, na Escola Superior de Música Sacra e Pedagogia Musical de Regensburg (HfKM) – Alemanha, tendo concluído a Licenciatura em Música Sacra. Fez uma especialização em Órgão Litúrgico.

Em 2018, ingressou no Mestrado em Teoria Musical e Composição na HfKM, apresentando como tema de dissertação “Forma, Estrutura e Estilística na obra para órgão sem cantus firmus de Dietrich Buxtehude”. Está a concluir o último ano de estudos para a obtenção do grau de Mestre.

Daniel Ricardo de Pinho

Daniel Ricardo de Pinho, organista, natural de Espinho

Daniel Ricardo de Pinho, organista, natural de Espinho

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Sara Almeida

Sara Almeida nasceu em Espinho em 1973. Iniciou os estudos musicais na Academia de Música de Espinho e mais tarde no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Aveiro. Trabalhou com os professores João Pedro Oliveira, Isabel Soveral, Rosemary Mountain, Emmanuel Nunes, entre outros. Frequenta o 5ºano do curso Licenciatura em Ensino da Música na área de Composição, tendo como professor António Chagas Rosa.

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OUTRAS FIGURAS IMPORTANTES

Joaquim Domingos Capela

Joaquim Domingos Capela, violeiro

Joaquim Domingos Capela, violeiro

Joaquim António Capela

Joaquim António Capela

Joaquim António Capela, violeiro

Pedro Guimarães

Pedro Guimarães, organeiro, na desmontagem e restauro do órgão de Dornes

Pedro Guimarães, organeiro

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/espinho-daniel-ricardo-de-pinho-orgao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 19:24:022024-11-10 11:41:17Espinho e os seus músicos
António Avelar de Pinho, produtor, do Entroncamento
Músicas no Concelho

Entroncamento e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho do Entroncamento

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • António Avelar de Pinho (produtor musical, 1947)

António Avelar de Pinho

António Avelar de Pinho, produtor, do Entroncamento

António Avelar de Pinho, produtor, do Entroncamento

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/entroncamento-antonio-avelar-de-pinho-produtor-ft-carlos-de-barros-martins.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:43:042021-07-24 15:18:52Entroncamento e os seus músicos
Gilberta Paiava, pedagoga, de Elvas
Músicas no Concelho

Elvas e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Elvas

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Gilberta Paiva (pianista, 1995-2013)
  • Manuel Fria (cantor, 1943)
  • Manuel Rodrigues Coelho (compositor, c. 1555-1635)
  • Matias de Sousa Vilalobos (compositor, c. 1643-1704)
  • Paco Bandeira (cantautor, 1945)

Gilberta Paiva

Gilberta Paiava, pedagoga, de Elvas

Gilberta Paiava, pedagoga, de Elvas

Paco Bandeira

Paco Bandeira, cantautor, de Évora

Paco Bandeira, cantautor, de Évora

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/elvas-gilberta-paiva-pedagoga.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:42:352021-06-22 10:37:53Elvas e os seus músicos
Ricardo Landum, autor de canções, de Cuba
Músicas no Concelho

Cuba e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Cuba

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Diogo Dias Melgás (compositor, 1638-1700)
  • Ricardo Landum (autor de canções, 1958)
  • Xavier Firmino Pereira (cantor lírico)
Ricardo Landum, autor de canções, de Cuba

Ricardo Landum, autor de canções, de Cuba

Francisco Manuel de Oliveira Landum nasceu na vila alentejana de Cuba. Tem 59 anos. Aos oito trocou a planície pela Baixa da Banheira, na margem sul do Tejo. Autodidata, aprendeu guitarra na adolescência de tanto escutar discos de Deep Purple, Led Zeppelin, Poison ou Iron Maiden no quarto. Não tardou até que formasse a sua própria banda, os TNT. Tinha 17 anos. Seguiram-se os Iberia pouco tempo depois, uma banda de heavy metal (também nada e criada na Baixa da Banheira) que chegou a tocar o single “Hollywood” num programa da RTP. Ainda concluiu o ensino secundário, mas abandonou depois os estudos: o que realmente queria era ser músico. Profissional. E conseguiu. Foi convidado para integrar, como guitarrista, os Da Vinci de Pedro Luís Neves e Iei-Or.

Poucos imaginam, mas é da autoria de Francisco o tema “Conquistador” que em 1989 venceu o Festival da Canção. Um tema que compôs… numa paragem de autocarro em Sacavém. Oito anos (e alguns discos de ouro e platina depois) deixou a banda lisboeta. E deixou igualmente de ser Francisco. “Quis fazer uma carreira a solo. E fui para a [editora] CBS. Mas eles não gostaram muito do nome Francisco, acharam que não era ‘muito comercial’… Como na altura havia alguns nomes da ‘moda’ em Portugal — por causa das novelas brasileiras –, propuseram-me dois: Ricardo ou André. Escolhi Ricardo… (…) Ricardo foi o nome que adotei como compositor e autor, e é como a maioria das pessoas hoje me conhece. Claro que a minha mãe, por exemplo, me trata por Francisco, mas quase toda a gente me trata por Ricardo… Agora vivo com uma dupla identidade”, graceja à Autores, em entrevista a Viriato Teles. Os singles “Vontade Louca” e “Coração Latino” que gravou a solo após a saída dos Da Vinci não tiveram o sucesso que Ricardo Landum desejava.

Talvez por isso, aceitaria logo depois um convite da editora Discossete para ser produtor. Apenas produtor. As suas canções na voz de outros (Ágata, Mónica Sintra, Ruth Marlene, Romana, Micaela e, claro, Tony Carreira) vendiam como pãezinhos quentes. Era aquela a década do aparecimento do “pimba” (Landum sempre preferiu o termo “música ligeira”) em Portugal. Logo aí se decidiu: “Pode dizer-se que abandonei mesmo os palcos…” E explicaria, à revista Autores: “A partir de certa altura, passei a dedicar-me de alma e coração só à composição e à produção. Queria ter uma vida mais ligada ao backstage do que propriamente ao palco. O palco dá gozo, mas é uma coisa dolorosa, anda-se sempre a viajar, os verões são sempre passados de um lado para o outro… Gostava de ter uma vida mais sedentária, de estar aqui sentado e a escrever coisas…”

Ao longo da década de 1990 e até hoje, Ricardo Landum compôs mais de cinco mil canções. Hoje fá-lo no seu próprio estúdio, situado numa cave do bairro da Picheleira, em Lisboa. Continua a utilizar a mesma caixa de ritmos que utilizava no começo. Cobra 1.500 euros por cada canção. E estima-se que Ricardo Landum receba entre 300 e 500 mil euros anuais em royalties. O próprio explicou porquê, à Autores: “Considero que vivo bem dos direitos de autor. Porquê? Porque faço milhentas canções, e tenho a sorte de ser um autor completo — faço as músicas e as letras. E, depois, também tenho a sorte de ser um autor muito fértil, em termos de trabalho — praticamente não passo um dia sem fazer uma canção, tenho centenas de cassetes com originais. E como faço muito e edito muito, posso perfeitamente viver dos direitos de autor. Trabalho com um leque de artistas que vende bastante.” Landum é desde 1995 quem mais ganha com direitos de autor em Portugal — mais de 300 dos discos que produziu chegaram à platina.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/cuba-ricardo-landum-autor-pimba.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:35:592024-12-19 22:33:17Cuba e os seus músicos
Inês Trindade, violinista e investigadora
Músicas no Concelho

Covilhã e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho da Covilhã

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Ana Cristina Campos Costa (professora)
  • Ana Raquel Pinheiro (violoncelo)
  • Campos Costa (maestro, 1929-2022)
  • Carolina Campos Costa (violinista)
  • Eugénia Melo e Castro (cantora, 1958)
  • Inês Trindade (violinista, investigadora)
  • Jaime Pinto Pereira (coletor, 1916-1987)
  • Jorge Campos Costa (professor)
  • Júlio Cardona (violinista, 1879-1950)
  • Luís Campos Costa (pedagogo, divulgador)
  • Luís Gaspar Dâmaso (direção)
  • Margarida Gravito (professora, 1995)
  • Tatiana Leonor (violoncelo, 1987)
  • Tiago Campos Costa Barata (violinista)
Ana Cristina Campos Costa

Filha do maestro Campos Costa, Ana Cristina Campos Costa é professora de Educação musical na Escola Básica de Alfornelos, no concelho da Amadora. Iniciou os estudos musicais no Conservatório Regional de Música da Covilhã, fundado pelo seu pai. Frequentou o Instituto Gregoriano de Lisboa, o curso de direção Coral da ACAAL. Concluiu a licenciatura em Direção Coral na Escola Superior de Música de Lisboa. Exerceu, e ainda exerce a função de maestrina em vários grupos corais no concelho da Amadora e Lisboa. Com o apoio da junta de Freguesia de Alfornelos e/ou Academia Intergeracional de Alfornelos organizou inúmeros concertos dos mais variados géneros musicais.

Ana Cristina Campos Costa

Ana Cristina Campos Costa

Carolina Campos Costa

Carolina Campos Costa, filha de Luís Campos Costa e neta do maestro Campos Costa, é violinista. Terminou o mestrado em Ensino de Música na Escola Superior de Música de Lisboa e frequenta o Mestrado em Música na especialidade de Violino com Augusto Trindade na Escola Superior de Artes Aplicadas, em Castelo Branco. Colabora regularmente com várias orquestras como: a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, a Orquestra Filarmónica Portuguesa, Lisbon Film Orchestra e Orquestra Académica Filarmónica Portuguesa. É membro da Neue Philarmonie München, Alemanha desde 2019. Leciona em várias escolas de Música.

Carolina Campos Costa, violinista

Carolina Campos Costa, violinista

Eugénia Melo e Castro

Filha de E. M. de Melo e Castro e de Maria Alberta Menéres, escritores, Eugénia Melo e Castro é uma cantora e multiartista. Estudou Artes Gráficas e, em Londres, frequentou a London Film School, estudando cinema e fotografia. Entre 1977 e 1978 teve experiências como atriz de teatro, com o grupo Ânima (que fundou e onde desenvolveu trabalhos de poesia experimental encenada) e n’A Barraca. A ainda aspirante a cantora, entrou no meio musical português em 1978, cantando nos discos de José Afonso, Vitorino, Sérgio Godinho e Júlio Pereira.

Em 1979 entrou em contacto em Lisboa com os músicos brasileiros Yório Gonçalves e Kleiton Ramil, com quem escreve em parceria os temas que seriam gravados para aquele que seria o seu primeiro disco. Em 1980 deslocou-se ao Brasil, pela primeira vez, para convidar o pianista e arranjador Wagner Tiso.

Em 1982 foi editado o álbum “Terra De Mel”. O álbum “Águas De Todo O Ano” foi lançado em 1983. Do disco é retirado o single da canção “Dança da Lua”, um tema de Túlio Mourão e Ronaldo Bastos, cantada em parceria com Ney Matogrosso. Estes seus dois primeiros discos deram-me os prémios de melhor cantora e melhor disco em 1982 e 1983, em Portugal. Ambos os discos forma discos de platina.

Desempenhou o papel de atriz principal na telenovela “António Maria”, assumindo também a produção da sua banda-sonora. No mesmo ano, gravou “Emissário de Um Rei Desconhecido”, um tema de Milton Nascimento para um poema de Fernando Pessoa, incluído no álbum “Música Em Pessoa”, dedicado ao poeta. Em 1986, surgiu “Eugénia Melo E Castro III”, produzido por Guto Graça Mello, e com direção musical de Toninho Horta, Túlio Mourão, Wagner Tiso e Gilson Peranzetta.

Em 1988 lançou “Coração Imprevisto”, um álbum para piano e voz, com acompanhamento de Wagner Tiso. O disco foi considerado um dos 10 melhores discos do ano, nacional e internacional, no Brasil. O disco contou com a participação de Caetano Veloso no tema título do disco.

Em 1989 foi editada a coletânea “Canções E Momentos”. Em 1990 foi editado o álbum “O Amor É Cego E Vê” baseado em temas portugueses da primeira metade do século XX. Participam Caetano Veloso, Chico Buarque, Milton Nascimento, Gal Costa, Ney Matogrosso e Simone. Este disco ganha disco de ouro em Portugal. No mesmo ano realizou o seu primeiro grande concerto em terras lusas, no Teatro São Luís, com direção de Mário Laginha.

Em 1991 gravou o 3º tema para a série de animação infantil televisiva Boa noite, Vitinho!, transmitida pela RTP, o qual foi editado em single discográfico pela editora Ovação.

Em 1993 gravou, em Lisboa, “Lisboa, Dentro de Mim (O sentimento de um Ocidental)”, que conta com produção da cantora. O álbum conta com a participação de músicos como Mário Laginha, Carlos Zíngaro, António Pinho Vargas, Pedro Caldeira Cabral, Márcio Montarroyos, Wagner Tiso e Nico Assumpção. No mesmo ano, foi editada a compilação “O Melhor De Eugénia Melo E Castro”. Em 1994 apresentou-se ao Vivo no CCB colocando no palco 3 pianos de cauda para os convidados Wagner Tiso, António Pinho Vargas e Mário Laginha.

Em 1995 regressou ao Brasil onde gravou “Eugénia Melo e Castro canta Vinícius de Moraes” que inclui a última gravação de Tom Jobim, piano e voz, em “Canta Mais”. Inclui outros grandes músicos e instrumentistas, como Egberto Gismonti. Deste disco resultou a primeira grande digressão no Brasil com mais de 50 espetáculos, e do qual resultou a primeira gravação ao vivo em CD, gravado no SESC Pompéia, intitulada “Ao Vivo Em São Paulo”.

Idealizou e criou o programa de televisão “Atlântico”, realizado e produzido em Lisboa em 1998, com Nelson Motta. Estreia em março de 1999, em Portugal pela RTP e no Brasil através da TV Cultura, e reúne duplas de cantores e compositores dos dois países ao longo de 14 semanas.

Gravou “Tanto Mar” para o song-book de Chico Buarque. Gravou ao vivo o CD “Motor Da Luz” com a participação especial da Camerata Tiso.

Em 2001 foi lançada uma compilação especial de 16 Duetos gravados ao longo de 20 Anos. “Eugénia Melo e Castro.COM” inclui alguns duetos inéditos, sendo 3 com Ney Matogrosso, 2 com Caetano Veloso e outros com Gal Costa, Simone, Carlos Lyra, Chico Buarque, Gonzaguinha, Tom Jobim, Milton Nascimento, Egberto Gismonti, Wagner Tiso, Toninho Horta e Paulo Jobim.

A maquete/demo gravada em 1979, com viola e voz, acompanhada por Júlio Pereira e Jaime Queimado, foi lançada em CD pela Som Livre em 2002.

Em 2002 foi editado o CD “Paz” escrito com o produtor brasileiro Eduardo Queiróz. Em 2004 gravou os discos “Dança da Luz”. Em 2006 gravou o cd duplo “DESCONSTRUÇÃO”, dedicado à obra autoral de Chico Buarque, tendo a participação de Chico Buarque em 3 temas, e de Adriana Calcanhotto em outro tema.

Em 2006 gravou em São Paulo um DVD comemorativo de 25 anos do lançamento do seu primeiro disco. O DVD foi lançado em 6 de Janeiro de 2007, comemorando 25 anos de carreira discográfica.

Em 2007 foi distinguida com o prémio Qualidade Brasil pelo conjunto da sua obra musical, que foi e está integralmente lançada no Brasil.

Em 2009 foi feita Dama da Ordem do Infante D. Henrique.

Em 2015 lança o seu primeiro disco infantil, “Conversas com Versos”, 14 poemas de sua mãe, retirados do livro do mesmo nome. Ney Matogrosso é o seu convidado neste disco, na faixa “O meu chapéu”.

Em 2018 lançou “Mar Virtual”, piano e voz, com Emilio Mendonça, dedicado à obra do seu pai, musicando poemas experimentais, e de poesia concreta.

Eugénia Melo e Castro, cantora, da Covilhã

Eugénia Melo e Castro, cantora, da Covilhã

Inês Trindade

Natural da Covilhã, Inês Nunes Trindade terminou, em 2019, o 12º ano na Escola Profissional de Música da Covilhã (EPABI), na classe de violino de João Mendes.

No mesmo ano, ingressou na Licenciatura de Ciências Musicais na NOVA-FCSH, a qual terminou como estudante do programa Erasmus+ estudos na Università Degli Studi di Padova, em Itália, em 2022.

Inês Trindade, violinista e investigadora

Inês Trindade, violinista e investigadora

Durante o seu percurso académico, realizou voluntariado no Museu Nacional da Música, sob orientação de Rui Pedro Nunes; foi voluntária no Panteão Nacional sob a direção de Santiago Macias; realizou um estágio curricular no Laboratório de Informática Musical no CESEM, NOVA-FCSH, sob orientação da Professora Doutora Isabel Pires, e foi Bolseira de Iniciação à Investigação, financiada pela FCT, no Projeto CONCHA, no CHAM – Centro de Humanidades, sob orientação da Doutora Patrícia Sanches Carvalho, no que concerne o património musical de portos marítimos do período moderno.

Como violinista tem-se apresentado com a Orquestra Académica Portuguesa, a Orquestra do Círculo de Música de Câmara e o Ensemble Os Músicos do Tejo.

Frequenta o Mestrado de Ciências Musicais, com especialização em Musicologia Histórica.

Colabora no Projeto “Os Manuscritos Musicais do Mosteiro de Belém”, coordenado pela Doutora Océane Boudeau e é professora de violino na Sociedade Musical Odivelense.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Jorge Campos Costa

Jorge Campos Costa, filho do maestro Campos Costa, iniciou os estudos musicais no Conservatório da Covilhã e terminou o Curso Geral de Piano no Conservatório de Música do Porto com Hélia Soveral. Participou no Concurso de Piano “Júlio Cardona”, tendo obtido o 1º prémio, na sua classe, assim como o Prémio de Interpretação. Lecionou Educação Musical do Ensino Básico, tendo-se aposentado em 2021 na Escola de Canelas em Vila Nova de Gaia. Lecionou ainda nas Escolas de Música de Campo Alegre, Silva Monteiro e no Conservatório de Gaia, sendo um dos professores fundadores desta última instituição. Para além da música dedicou-se a outras atividades, tais como o estudo dos minerais, fósseis, astronomia e educação ambiental que inclui a construção dum Arboreto da escola, assim como outras atividades ligadas à natureza, tendo-lhe sido atribuído o Diploma de Mérito pela Junta de Freguesia da Vila de Canelas. É autor de três trilhos: “Trilha do Rei Ramiro”, “Roteiro dos moinhos de Sandim” e “O Porto de D. Hugo até ao Séc. XV”. Os dois primeiros foram publicados pela Câmara de Vila Nova de Gaia – Parque Biológico.

Jorge Campos Costa

Jorge Campos Costa

Luís Campos Costa

Luís Campos Costa, 2º filho do maestro Campos Costa, tal como todos os irmãos iniciou os estudos musicais no Conservatório da Covilhã e completou-os no Conservatório Regional de Música de Castelo Branco. Estudou Guitarra Clássica na Escola Profissional de Guitarra “Duarte Costa” em Lisboa e teve aulas de aperfeiçoamento de Flauta Barroca com o músico e Engº Duarte Pimentel. Em conjunto com as autarquias criou várias Escolas de Música no Concelho do Fundão, nomeadamente em Vale Prazeres, Alcaide, Lavacolhos, Silvares e Valverde. Possui no Fundão uma Escola de Música particular. Participou na Rádio Covilhã com um programa semanal sobre música, na década de 1980. Formou o Grupo de Cavaquinhos na Academia Sénior da Covilhã. Leciona Educação Musical no Agrupamento de Escolas do Fundão.

Luís Campos Costa

Luís Campos Costa

Luís Gaspar Dâmaso

Natural da Covilhã, Luís Gaspar Dâmaso ingressou na EPABI – Escola Profissional de Música da Covilhã em 1992, na classe de Trompete de Fernando Jorge Ribeiro, tendo concluído o Curso de Instrumento em 1999.

Participou em diversos cursos de aperfeiçoamento, destacando-se os realizados no Cartaxo (1998) e em Oliveira do Bairro (1996) com José Augusto Carneiro e com Bruno Nouvion, no Seixal (1998).

Participou ainda em estágios de orquestra com Christopher Bochmann, integrando a Orquestra Sinfónica Juvenil (1996, 1997 e 1998) e com Luís Cipriano e Richard Ortien, integrando a Orquestra Sinfónica da EPABI (1997 e 1998).

Mariana Morais

Natural da Covilhã, a violetista Mariana Morais iniciou os estudos musicais na Escola Profissional de Artes da Covilhã, na classe de Gonçalo Ruivo.

Participou em classes de aperfeiçoamento orientadas por Ana Bela Chaves, Susanne Van Els, John Throne, Máté Szücs. Integrou diversas orquestras, das quais se destacam The World Orchestra (Alicante), Orquestra Sinfónica da ESMAE, Orquestra Sinfónica da Casa da Música, Remix Ensemble, onde pôde trabalhar sob a direção dos maestros António Saiote, Peter Rundel, Michael Sanderling, entre outros.

Em 2020, concluiu o Mestrado em Ensino da Música na ESMAE, instituição onde, em 2018, concluiu a licenciatura em viola d’arco, na classe dos professores Jorge Alves e Rute Azevedo. Lecionou Instrumento na Academia Fusa (Ovar), na Academia de Música de Viatodos, na Pallco (Porto) e Formação Musical no projeto “Músicos D’Ouro” (Gondomar).

Mariana Morais

Mariana Morais, violetista, da Covilhã

Mariana Morais, violetista, da Covilhã

Paulo José Proença Serra

Paulo José Proença Serra nasceu em 1970 em Verdelhos, Concelho da Covilhã. Entre 1980 e 1993 frequentou os Seminários do Fundão e da Guarda onde aprendeu a formação musical básica, harmonia, análise musical, composição e canto gregoriano. Entre 1987 e 1993 foi organista da Sé da Guarda. Frequentou, de 1991 a 1994, o 1.º Curso Nacional de Música Sacra em Fátima onde estudou Direção Coral, Técnica e Literatura de Órgão, Harmonia e Composição, Música Litúrgica, História da Música e Improvisação com os Mestres Hubert Velten e Joseph Stoiber da Universidade alemã de Wurzburg e com os portugueses Azevedo de Oliveira, António Cartageno, Eugénio Amorim, Paulo Antunes, Paulo Alvim, António Mário e com a supervisão do Cónego Ferreira dos Santos.

É professor de música no Seminário do Fundão desde 1996. Exerce ainda funções docentes na Vila do Teixoso – Covilhã. É, desde 2004, membro da Comissão Diocesana de Música Sacra da Guarda. É um dos fundadores da recém-criada «Escola de Música Sacra da Diocese da Guarda», tendo a seu cargo a lecionação da cadeira de Órgão. Assumiu a direção artística do Grupo Coral de Manteigas a 15 de outubro de 2001.

Tiago Campos Costa Barata

Tiago Campos Costa Barata, filho de Ana Cristina Campos Costa e neto do maestro Campos Costa, Engº Biológico, terminou o Conservatório Nacional de Lisboa na classe de violino com Luís Pacheco Cunha. Como aluno externo terminou o 8º grau de piano com Elisa Lamas. Participa regularmente em orquestras como violinista.

Tiago Campos Costa Barata

Tiago Campos Costa Barata

MÚSICOS NA HISTÓRIA

Jaime Pinto Pereira

Jaime Pinto Pereira publicou em Coimbra, em 1952, o volume I de Alegrias Populares (cancioneiro folclórico de Alvocp da Serra). Diz Rebelo Bonito nas “Breves Palavras” que acompanham o 2º volume: “Percorrendo com o seu gravador o concelho de Seia, registou o Rev. Padre Jaime Pinto Pereira abundante material músico-poético para o segundo volume do cancioneiro a que pôs o título Alegrias Populares.”

O segundo volume foi publicado 15 anos depois do primeiro. Em Sobral de São Miguel a Rua Padre Jaime Pinto Pereira homenageia o coletor de canções populares: 6225-331 Sobral de São Miguel, freguesia de Sobral de São Miguel, concelho da Covilhã, distrito de Castelo Branco (GPS: 40.213998, -7.743651).

Júlio Cardona

José Júlio Cardona da Silva (Covilhã, 29 de Março de 1879 – Lisboa, 2 de Abril de 1950) foi um músico e maçon português.

Júlio Cardona, violinista, da Covilhã

Júlio Cardona, violinista, da Covilhã

Foram distintas as suas provas como aluno do Conservatório Real de Lisboa, onde estudou e pelo qual era diplomado, dedicando-se, principalmente, ao estudo do violino, em que se tornou notável.

Fez parte do sexteto do Ginásio Lisboa, com outros músicos de nome.

Tendo, antes, percorrido várias terras e cidades do Norte de Portugal, dando concertos, entrou como componente da Orquestra do Real Teatro de São João do Porto, onde se conservou durante três anos, realizando várias audições no Palácio de Cristal.

Em 1897, passou a fazer parte da Orquestra do Real Teatro de São Carlos de Lisboa.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/ines-trindade-violino-investigacao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:35:322024-11-21 21:12:34Covilhã e os seus músicos
Luís Estudante, tuba, natural da Fajarda, Coruche
Músicas no Concelho

Coruche e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Coruche

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

  • 5àSIC
  • Beatriz Felizardo
  • Luís Estudante (tuba)
  • Sociedade de Instrução Coruchense (Banda Filarmónica, 1896)
  • Tucha (cantora, 1975)
5àSIC

5àSIC é um quinteto de sopros e percussão, composto por Clarinete, Saxofone, Trompete, Sousafone e Caixa/Tarola. É um grupo de animação musical itinerante.

Correio eletrónico: geral.cincoasic@gmail.com

5àSIC

5àSIC

Beatriz Felizardo

Beatriz Felizardo é uma fadista de Coruche que deu os primeiros passos na música aos 8 anos e passou por vários programas musicais na televisão que lhe deram notoriedade. O Mirante deu-lhe destaque a 21 de agosto de 2019. A apresentação do seu primeiro álbum de fado foi o mote para a atuação no dia 16 de agosto de 2019. Em 2018 começou a gravação do CD que apresentou e, a convite da fadista Ana Moura, Beatriz Felizardo estaria no dia 27 de setembro no Santa Casa Alfama, em Lisboa. O CD é composto por quatro temas originais. Com 11 anos Beatriz participou no programa da TVI “Uma Canção para Ti”, onde conquistou o segundo lugar. Mais tarde, com 13 anos, o programa de Filipe la Feria na RTP1, “Nasci para o Fado”, foi o segundo passo. “Depois fui participando em diversos concursos de fado, onde consegui ficar em primeiro lugar, em quase todos”, recorda.

Participou no Caixa Alfama e Caixa Ribeira, grandes festivais dedicados ao fado. Em 2016 ganhou a Grande Noite do Fado de Santa Maria Maior, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. O programa “The Voice”, na RTP1, em que participou em 2017, lançou-a para a ribalta. Nesse ano ganhou o prémio de Revelação do Ano, atribuído pela Voz do Operário de Lisboa. Ana Lains, Mafalda Arnauth, Ágata, Pedro Moutinho, Armanda Miranda, Diogo Clemente, Ângelo Freire, Valter Rolo, Sertório Calado e Marino de Freitas foram alguns dos cantores e músicos com quem a jovem partilhou o palco. Beatriz Felizardo acabou a licenciatura em Serviço Social, sendo que a próxima etapa é o mestrado.

Luís Estudante

Nascido a 18 de setembro de 1991, Luís Carlos Estudante Ferreira, é natural de Fajarda, concelho de Coruche.

Iniciou os estudos musicais em 2004, na escola de música da banda Filarmónica Sociedade Instrução Coruchense, tendo como primeiro professor Carlos Silva. Em 2009, começou a ter aulas com Ilídio Massacote. Em 2010, ingressou no Conservatório Regional de Artes do Montijo (CRAM).

Em 2011, deu início aos estudos académicos a nível superior, tendo ingressado na Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART), do Instituto Politécnico de Castelo Branco, na Licenciatura de Música. Em 2014, ingressou no Mestrado em Ensino de Música.

No ano letivo 2017/2018, concluiu o ciclo de estudos do curso, tendo obtido a classificação final de 19 valores no Projeto de Ensino Artístico.

Em 2019, viu editado, pela editora AVA Musical Editions, o método Exercícios Respiratórios para Instrumentistas de Sopro, fruto da investigação desenvolvida no âmbito da dissertação para a obtenção do grau de Mestre. Esta obra obteve também destaque a nível internacional, nomeadamente em países como Espanha, França e Brasil.

Tem colaborado com orquestras como a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra de Câmara de Almada, Estágio Orquestra Gulbenkian, entre outras. Foi admitido em outras orquestras como a Lisbon Film Orchestra, Orquestra Filarmónica Portuguesa, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e a Orquestra da Costa Atlântica.

Colabora ativamente com muitas bandas filarmónicas nacionais, sendo de destacar as participações no VIII Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga, com a banda Sociedade Filarmónica de Instrução e Cultura Musical de Gansaria (1º lugar, 2ª secção) (Braga, 2022), e a participação no 8º Concurso Internacional do Ateneu Vilafranquense com a Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora (2º lugar), (Vila Franca, 2016).

Desenvolveu a sua atividade enquanto docente em diversas instituições, como o Conservatório d’Artes de Loures (2016-2020) e no projeto “Outras Bandas – Instrumentos de Inclusão” (Almada, 2017-2018).

Entre 2015 e 2022, foi músico na Banda de Música da Força Aérea.

Luís Estudante, tuba, natural da Fajarda, Coruche

Luís Estudante, tuba, natural da Fajarda, Coruche

Luís Estudante é membro do Buffet Crampon Group, do quarteto de Tubas “Tupho Ensemble” e é professor da Classe de Eufónio/Tuba do Conservatório de Música de Santarém, do Conservatório Regional de Artes do Montijo, da Escola de Música Nossa Senhora do Cabo, da Academia de Música Salvaterrense e das Escolas de Música da Sociedade Instrução Coruchense e Banda Marcial de Almeirim.

Leia AQUI a bio completa.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

A Reciclanda tem vindo a criar conteúdos de apoio a Educação para a Cidadania, Educação Ambiental e animação dos recreios. Promove a criação de objetos sonoros, brinquedos, jogos e instrumentos a partir de objetos em fim de ciclo. Desenvolve projetos que destacam a inclusão e a literacia, contribuindo para o sucesso escolar. O livro “Brincar Azul”, editado em 2026, contém 700 ideias de jogos divertidos e sustentáveis. Já a “Semana Azul” é um conceito de instalação promotora do brincar sustentável que envolve escolas de concelhos.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/luis-estudante-tuba-2020.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 10:34:592026-03-16 07:29:56Coruche e os seus músicos
Hélder Bruno, compositor, de Coimbra
Músicas no Concelho

Coimbra e os seus músicos

Músicos do Concelho de Coimbra

Projeto em desenvolvimento sem financiamento público

  • Adriano Franco (trompete, 1983)
  • Amândio Ferreira (cantor, 1951)
  • Alberto Costa (fadista, 1898-1987)
  • Ana Seara (compositora, 1985)
  • André Sardet (cantautor, 1976)
  • António Brojo (guitarrista, 1927-1999)
  • Ana Oliveira (cantora, 1966)
  • Artur Paredes (guitarrista, 1899-1980)
  • Beatriz Maia (soprano)
  • Bernardo Moreira (contrabaixista, 1932)
  • Bernardo Santos (pianista, 1995)
  • Gustavo Afonso (piano)
  • Carla Pais (cantora)
  • Carlos de Pontes Leça (programador, musicólogo, 1938-2016)
  • Carlos Paião (cantautor, 1957-1988)
  • Carlos Paredes (guitarrista, 1925-2004)
  • Clara Sevivas (fadista)
  • Fernando Rolim (cantor, 1931)
  • Flávio Rodrigues (guitarrista, 1902-1950)
  • Gustavo Afonso (piano)
  • Hélder Bruno (compositor, pianista)
  • Jaime Reis (compositor, 1983)
  • João Braga (fadista, 1945)
  • João José Cochofel (crítico, 1919-1982)
  • Jorge Cravo (cantor, 1961)
  • Jorge Oliveira (saxofonista)
  • Jorge Tuna (guitarrista, 1937)
  • Jorge Gomes (guitarrista, 1941)
  • José Dória (violista, compositor, 1824-1869)
  • Luís Diz (trompista)
  • Luiz Goes (cantor, 1933)
  • Mário Vieira de Carvalho (musicólogo, 1943)
  • Paulo Alão (violista, 1939)
  • Paulo Jorge de Figueiredo Marques Soares (1967)
  • Pedro Janela (produtor, pianista, compositor, artista digital)
  • Pedro Miranda (flautista/padre, 1964)
  • Pedro Sequeira (trompete)
  • Regina Diniz da Fonseca (meio-soprano, 1924)
  • Rita Dias (cantora)
  • Sérgio Azevedo (compositor, 1968)
  • Rui Pato (violista, 1946)
  • Tiago Carvalho (trombonista, 1992)
  • Tiago Nunes (pianista)
  • Tomás Rosa (percussionista)
  • Yola Dinis (fadista, 1979)
Bernardo Santos

Bernardo Santos é um dos pianistas portugueses mais ativos da sua geração. Ao longo dos últimos anos, Bernardo teve a oportunidade de se apresentar em concerto em quatro continentes, em salas como a Casa da Música, Convento de São Francisco, Teatro Aveirense e Teatro Rivoli em Portugal; Sala Cecília Meireles, Teatro Amazonas e Palácio das Artes no Brasil; Fairfield Halls, Royal Albert Hall e St. James Piccadilly Church em Londres, National Concert Hall em Dublin e Tonhalle Düsseldorf, entre muitas outras.

[ Leia AQUI a biografia completa. ]

Bernardo Santos

Bernardo Santos, pianista natural de Coimbra, Portugal

Bernardo Santos, pianista natural de Coimbra

Carla Pais

Natural de Coimbra, Carla Pais iniciou os estudos musicais no Conservatório de Música de Aveiro, onde concluiu o curso de canto na classe de Juracyara Baptista.

É licenciada em Ensino da Musica pela Universidade de Aveiro na classe de canto de António Salgado. Trabalha com Susan Waters (GSMD) Londres, Pós graduada em Ópera na ESMAE, sob a orientação dos professores António Salgado e Rui Taveira.

Trabalhou com Jill Feldman, Ana Ester Neves, Rufus Müller, Maria João Pires, Claire Vangelisti, João Lourenço, Patrízia Morandini e Carleen Graham, Pat MacMahon, Pierre Mack, Laura Sarti, Susan McCulloche, Robin Bowman e Henry Herford.

Leia AQUI a biografia completa.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Clara Sevivas

Nascida em Coimbra, Clara Sevivas viveu e estudou entre Lamego e Viseu, mas é em Castro Daire que tem as suas raízes familiares. Desde muito nova ligada à música e à representação, conta já com uma década de trabalhos profissionais na área do fado. Começou a cantar fado ainda muito nova, aos 7 anos em festivais concertos e festas da escola. Mais tarde, ao ir morar para Lisboa, devido à sua entrada na faculdade, entregou-se verdadeiramente ao fado.

Rapidamente começou a ter convites para cantar nas mais diversas casas típicas de fado em Lisboa e para espetáculos um pouco por todo o país.

Leia AQUI a biografia completa.

Clara Sevivas

Clara Sevivas, fadista, de Coimbra

Clara Sevivas, fadista, de Coimbra

Hélder Bruno

Hélder BrunoMartins nasceu a 15 de dezembro de 1976, na cidade de Coimbra. É especialista externo da Direção Geral das Artes, doutorando em etnomusicologia sob orientação de Susana Sardo e investigador do Instituto de Etnomusicologia – centro de estudos em música e dança e no Centro de Estudos de Jazz da Universidade de Aveiro.

Iniciou os estudos em música e piano no Conservatório de Música de Coimbra, onde concluiu o 8.º grau de Formação Musical. Estudou Jazz e música improvisada na Escola de Jazz do Porto e frequentou diversas workshops com músicos de referência nacional e internacional da música erudita, do jazz e da música improvisada.

Licenciou-se em Educação Musical na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Coimbra, em 1999 e, em 2001, iniciou a sua atividade científica. Em 2005, concluiu o mestrado em ciências musicais na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Em 2006 publicou o seu primeiro livro Jazz em Portugal, 1920-1956 (Almedina, 2006).

Hélder Bruno, compositor, de Coimbra

Hélder Bruno, compositor, de Coimbra

Leia AQUI a biografia completa.

Jorge Oliveira

Jorge Oliveira é licenciado em Saxofone-performance pela Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco (ESART) onde trabalhou em coro com José Carlos Oliveira, Francisco Rodilha e Hernho Park, e em Direção Coral com Gonçalo Lourenço.

É mestrado em Ensino da música – instrumento (saxofone) e classe de conjunto pela ESART.

Jorge Filipe Páscoa Oliveira nasceu em 1991, em Coimbra, onde iniciou os estudos musicais no saxofone aos 7 anos na Escola de Música da Filarmónica Fraternidade Poiarense. Aos 12 anos, foi admitido no Conservatório de Música de Coimbra (CMC) em saxofone, curso concluído em 2012. Nesse mesmo ano, obteve o 1º lugar na Categoria de Música de Câmara na Bélgica-Neerpelt Festival Internacional de Música com o Ensemble de Saxofones do CMC.

Leia AQUI a biografia completa.

Pedro Sequeira

Pedro Sequeira nasceu em Coimbra a 10 de junho de 1991. Iniciou os estudos musicais na Escola de Música de S. Paio de Antas com 8 anos. Aos 10 anos ingressou no Conservatório de Música do Porto na classe de trompete com o professor Manuel Luís e posteriormente com Rui Brito. Fez parte da Orquestra do Conservatório sob a direção do Maestro Kamen Goleminov. Foi membro fundador da Orquestra de Jazz do Conservatório na classe de Paulo de Carvalho. Contribuiu com numerosas Orquestras Ligeiras tais como Let’s Groove Big Band, La Belle Époque, Orquestra Ligeira da Maia, Orquestra Ritmos Ligeiros, Oporto Big Band, Orquestra de Jazz de Matosinhos Júnior, Pedaço de Nós Big Band, Kiko Pereira Big Band, Invicta Big Band.

Pertenceu aos Mariachi de Portugal. Ainda como instrumentista fez parte de bandas filarmónicas como Banda dos Bombeiros Voluntários de Esposende – S. Paio de Antas, Banda Marcial da Foz, Associação Filarmónica Cultural Recreativa e Humanitária de Nagoselo do Douro, e mais recentemente na Sociedade Filarmónica de Vale de Cambra. Trabalhou com vários maestros como Valdemar Sequeira, Paulo Botelho, José Maciel, Fernando Marinho, Joaquim Botelho, Telmo Marques, Pedro Guedes, Carlos Azevedo. Participou no SinfoBrass Fest em Águeda com a participação de Jorge Almeida, Telmo Barbosa, James Morrison, entre outros. Participou no Góis Jazz Intership sendo este coordenado, na seção dos trompetes, por Gileno Santana.

Integra o grupo Roda de Santos como Diretor Musical e instrumentista. Atuou com The Acoustic Foundation. Também participou com Lado Esquerdo em concertos ao vivo e gravações. É ensaiador e arranjador da Tuna Feminina do Isep, Tuna Feminina de Desporto – Desportuna e ainda a Tuna Feminina da Universidade Lusíada do Porto. Integrou o corpo docente na classe de trompete na Escola de Música de S. Paio de Antas como professor de trompete, na Universidade Ser Mais como professor de cavaquinho e pertence atualmente ao corpo docente na classe de Trompete na Escola Musical António Pinho.

Rui Pato

Rui Pato, nome histórico da canção coimbrã, nasceu em Coimbra, no dia 04 de junho de 1946. Aos 16 anos, em 1962, estreou-se com José Afonso (1929-1987), no disco “Baladas de Coimbra”, que inclui canções como “Menino de Oiro”, “Tenho Barcos, Tenho Remos”, “No Lago Do Breu” e “Senhor Poeta”, álbum chave da chamada “geração de viragem” da música de Coimbra. A partir de então, seguiu-se o seu trabalho com o músico de “Cantares do Andarilho” e “Cantigas do Maio”, assim como com Adriano Correia de Oliveira (1942-1982) e outros nomes da Canção de Coimbra, como Luiz Goes e Fernando Machado Soares.

Rui Pato acompanhou José Afonso nos álbuns “Baladas de Coimbra”, “Cantares do Andarilho” e “Contos Velhos, Ramos Novos”, de 1969. Em 1970, foi proibido pelas forças da ditadura de se deslocar a Londres, para acompanhar José Afonso na gravação do seu quarto LP, “Traz Outro Amigo Também”.  Colaborou com José Afonso, e também com Adriano Correia de Oliveira, em “O Canto e as Armas” (1969) e em “Cantaremos” (1970). Foi médico pneumologista no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, que chegou a dirigir.

Sérgio Azevedo

Sérgio Azevedo, compositor português, nasceu em Coimbra em 1968. Fez estudos particulares de piano a partir de 1974 e estudos de Guitarra, Formação Musical e Composição na Academia de Amadores de Música, em Lisboa (composição com Fernando Lopes-Graça) entre 1975-1987.

Concluiu o bacharelato em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa, em 1990, com 19 valores a Composição (Constança Capdeville) e Licenciatura em Composição em 2000 com 20 valores a Composição (Christopher Bochmann).

Jorge Gomes

Jorge Gomes, guitarrista, natural de Coimbra

Jorge Gomes, guitarrista, natural de Coimbra

Rui Pato

Rui Pato, violista, natural de Coimbra

Rui Pato, violista, natural de Coimbra

HISTÓRIA DA MÚSICA

Carlos de Pontes Leça

Programador musical e musicólogo, Carlos de Pontes Leça dedicou particular atenção ao estudo e divulgação da ópera dos séculos XIX-XX, da estética da música contemporânea, e das relações entre música e cinema. No Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian desempenhou, sucessivamente, as funções de Diretor-Adjunto e de Consultor, tendo tido especialmente a seu cargo a programação de música contemporânea.

Foi diretor Artístico do Festival Música em Leiria e Diretor-Adjunto da revista Colóquio-Artes. Foi autor de textos ensaísticos publicados pelo Teatro Nacional de São Carlos, revista Colóquio-Artes, Cinemateca Portuguesa, Fundação Juan March (Madrid). Desenvolveu intensa atividade como conferencista e comentador de concertos em elevado número de instituições entre as quais Fundação Gulbenkian, Culturgest, Centro Cultural de Belém, Casa da Música, Universidade de Aveiro e Festival de Música de Sintra. Colaborou com a RTP e a RDP-Antena 2 como apresentador de programas de ópera.

Em 2006 e 2007, por ocasião do centenário de Fernando Lopes Graça, deu conferências sobre este compositor na Casa da Música e, em Paris, no Centre Culturel Calouste Gulbenkian e na Salle Gaveau. Desde 2006 dirigiu cursos no âmbito dos Programas Educativos da Fundação Gulbenkian. Quatro destes cursos versaram sobre os temas: “Música em Viena – Do Romantismo final ao Expressionismo”, “Século XX: o Século de todas as Músicas”, “A Música no Cinema” e “O Mito de Fausto na Música”. Estes dois últimos foram repetidos, respetivamente, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e na ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo) do Porto.

Apresentou comunicações nos Simpósios de Música e Cinema organizados pela Universidade de Salamanca em 2006, 2008 e 2010. Em 2012 dirigiu na Cinemateca Portuguesa um curso sobre o cinema musical de Vincente Minnelli. Natural de Coimbra, Carlos de Pontes Leça fez estudos de Piano e Composição no Conservatório daquela cidade e no Conservatório Nacional de Lisboa. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra, e em Comunicação Social pela Universidade de Navarra (Espanha). Concluiu este último curso com uma dissertação sobre “Cinema e cultura cinematográfica em Portugal”.

Carlos de Pontes Leça

Carlos de Pontes Leça, musicólogo, de Coimbra

Carlos de Pontes Leça, musicólogo, de Coimbra

Carlos Paredes

Carlos Paredes  (Coimbra, 16 de fevereiro de 1925 — Lisboa, 23 de julho de 2004) foi um compositor e guitarrista português. Foi um dos principais responsáveis pela divulgação e popularidade da guitarra portuguesa, tendo sido igualmente um grande compositor. É considerado como um dos símbolos ímpares da cultura portuguesa.

Para além das influências dos seus antepassados – pai, avô e tio, tendo sido o pai, Artur Paredes, o grande mestre da guitarra de Coimbra – Paredes manteve um estilo musical coimbrão, a sua guitarra era de Coimbra e a própria afinação era do Fado de Coimbra. A sua vida em Lisboa marcou-o e inspirou-lhe muitos dos seus temas e composições. Ficou conhecido como O mestre da guitarra portuguesa ou O homem dos mil dedos.

Filho do famoso compositor e guitarrista, mestre Artur Paredes, neto e bisneto de guitarristas, Gonçalo Paredes e António Paredes, começou a estudar guitarra portuguesa aos quatro anos com o seu pai, embora a mãe preferisse que o filho se dedicasse ao piano; frequenta o Liceu Passos Manuel, começando também a ter aulas de violino na Academia de Amadores de Música.

Leia AQUI a sua biografia completa.

Carlos Paredes

Carlos Paredes, guitarrista natural de Coimbra

Carlos Paredes, guitarrista natural de Coimbra

José Dória
José Dória, imagem no seu jazigo (Cemitério da Conchada, Coimbra), créditos Mário Torres

José Dória, imagem no seu jazigo (Cemitério da Conchada, Coimbra), créditos Mário Torres

Violista e compositor, José António dos Santos Neves Dória nasceu em Coimbra, a 9 de novembro de 1824. Filho de António Joaquim dos Santos e de António Emília das Neves, teve mais dois irmãos, João e António, sendo que, todos eles cursaram a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Os pais residiam no concelho de Arganil, mas resolvem mudar-se para Coimbra, onde o pai vai exercer funções como professor de latim, no Colégio das Artes. O irmão mais velho, João António de Sousa Dória, ainda nasce em Coja, mas o irmão que se lhe segue, José António, já nascerá em Coimbra, no ano de 1924. Em 1926, viria a nascer o irmão mais novo, António Joaquim dos Santos Neves Dória. Viviam na Rua do Loureiro, frente à Rua do Salvador, numa casa que tinha a maior árvore existente num quintal, em Coimbra. Era conhecida pela casa do Dórias. José Dória casou. Não deixou descendência. Os irmãos casaram e tiveram filhos. Faleceu em Coimbra a 25 de Maio de 1869.

Fonte: Guitarra de Coimbra V (Cithara Conimbrigensis)

Luís Goes

Luís Fernando de Sousa Pires de Goes, conhecido por Luiz Goes, nasceu a 5 de janeiro de 1933 e morreu em Mafra a 18 de setembro 2012. Iniciou-se no fado por influência do tio paterno, Armando Goes, contemporâneo de Edmundo Bettencourt, António Menano, Lucas Junot, Paradela de Oliveira, Almeida d’Eça e Artur Paredes. Licenciou-se em Medicina, tendo exercido a profissão de médico estomatologista em paralelo com a carreira artística.

Luiz Goes

Luiz Goes, cantor de Coimbra

Luiz Goes, cantor de Coimbra

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/coimbra-helder-bruno-piano-composicao-consultor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 23:38:322024-10-28 15:06:23Coimbra e os seus músicos
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Musorbis é a nova plataforma que faz parte do projeto Meloteca e se dedica à divulgação do património musical na perspetiva dos concelhos de Portugal.

Música no Concelho

  • Knurl Mastering
    Paredes e os seus estúdios25 Maio, 2026 - 13:46
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    Oliveira do Bairro e a sua música16 Março, 2026 - 16:48
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  • Santa Comba Dão, créditos Vítor Oliveira
    Santa Comba Dão e a sua música17 Março, 2026 - 14:53

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