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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Basílica do Palácio Nacional de Mafra
Músicas no Concelho

Mafra e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Mafra [13]

Mafra é um dos concelhos portugueses com 10 ou mais órgãos de tubos, destacando-se de modo único pelo conjunto dos seis órgãos da Basílica do Palácio Nacional de Mafra (com três órgãos de Joaquim António Peres Fontanes e outros três de António Xavier Machado e Cerveira.) Em 2011 foram tocadas em Mafra as obras laureadas com o 1º Prémio Machado e Cerveira, Música de 2011 para seis órgãos de 1807. Aqui decorreu também o Curso de Internacional de Música Antiga (12th International Early Music Course ESMAE/ESML) em 2015.

No dia 7 de dezembro, pelas 21 horas, o Município de Mafra promove o concerto de apresentação do triplo CD “Dois Séculos de Música – Órgãos do Concelho de Mafra”, na Basílica do Palácio Nacional de Mafra.

A coleção de três CD resulta do registo sonoro efetuado aos 11 órgãos do Concelho de Mafra, dos quais: o conjunto dos seis instrumentos da Basílica do Palácio Nacional de Mafra, classificados como Património Mundial pela UNESCO; os quatro órgãos históricos das igrejas de Encarnação, Livramento, Gradil e Ericeira; e ainda o instrumento recentemente construído para a Igreja de Santo André, em Mafra.

A coletânea integra, também, duas brochuras, uma para o público em geral e outra para o público infantil, assim fomentando o acesso ao conhecimento.

No concerto de apresentação, os organistas João Vaz, Sérgio Silva, André Ferreira, João Santos, Margarida Oliveira, Diogo Rato Pombo e Daniela Moreira apresentam obras de Haendel, C. Seixas, Bach, Boccherini, A. Silva Leite, Beethoven, Bédard e Elgar.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Basílica de Mafra

Basílica do Palácio Nacional de Mafra

Basílica do Palácio Nacional de Mafra

A Basílica ocupa a parte central do edifício, ladeada pelas torres sineiras. Foi feita segundo o desenho de João Frederico Ludovici ourives de origem alemã que, após a sua longa permanência em Itália, a concebeu ao estilo Barroco italiano. Tem a forma de cruz latina com o comprimento total 58,5 m e 43 m de largura máxima no cruzeiro, sendo toda em pedra da região de Sintra, Pêro Pinheiro e Mafra. O zimbório, com 65 m de altura e 13 m de diâmetro, foi a primeira cúpula construída em Portugal. Na Capela-mor encontra-se uma tela de Francesco Trevisani representando a Virgem, o Menino e S. António, a quem a Basílica é dedicada. Os retábulos das duas capelas no cruzeiro, Sagrada Família (lado sul) e Santíssimo Sacramento (lado norte), bem como da Capela lateral sul, Nossa Senhora da Conceição, e das seis capelas colaterais são da autoria de Alessandro Giusti da Escola de Escultura de Mafra e seus discípulos. De destacar ainda a escultura italiana de encomenda real, a mais significativa coleção de escultura barroca existente fora de Itália e o conjunto único de seis órgãos históricos encomendados por D. João VI aos organeiros Machado Cerveira e Peres Fontanes, em substituição dos primitivos que estavam degradados.

Fonte: PNF

A Basílica do Palácio Nacional de Mafra possui 6 órgãos de tubos

Do lado do Evangelho, o órgão histórico é da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, construído em 1807. Foi restaurado em 1999 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria em.

Do lado da Epístola, o órgão histórico foi construído em 1807 por Joaquim António Peres Fontanes, e restaurado por António Simões em 1990 a expensas da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi restaurado em 2000 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

O órgão histórico do Sacramento foi construído por António Xavier Machado e Cerveira em 1806. Foi restaurado em 2004 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria em 2004.

O órgão histórico de São Pedro de Alcântara foi construído por Joaquim António Peres Fontanes, em 1807. Foi restaurado em 2004 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria em 2004.

O órgão histórico da Conceição foi construído por António Xavier Machado e Cerveira. Foi restaurado em 2004 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria em 2010.

Órgão da Capela de Nossa Senhora da Conceição

Órgão da capela da Conceição, Basílica de Mafra

Órgão da Capela da Conceição

Órgão da Capela de Santa Bárbara

Órgão da capela de Santa Bárbara, Basílica de Mafra

Órgão da Capela de Santa Bárbara

O órgão histórico de Santa Bárbara foi construído por Joaquim António Peres Fontanes, em 1807. Foi restaurado em 2004 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria em 2010.

Igreja de Azueira

Igreja de São Pedro dos Grilhões, Azueira

Igreja de São Pedro dos Grilhões, Azueira

A data exata da construção da Igreja de S. Pedro de Grilhões é desconhecida, mas a sua existência é já referenciada em 1566 nos registos paroquiais. Tal como aconteceu com muitos outros imóveis, o templo foi destruído pelo terramoto de 1755, sendo a sua reconstrução efetuada nos finais desse século. A fachada mostra o portal encimado por frontão contracurvado, onde se incluem as insígnias de S. Pedro, sobrepujado por vão com bom trabalho de cantaria. A frontaria possui, ainda, torre sineira, setecentista, provavelmente erguida nas obras de reconstrução da igreja. O interior, de uma só nave, apresenta colunas com capitéis compósitos dourados, ladeando o altar-mor; encimando o conjunto, o frontão curvo interrompido, entre dois anjos, é coroado ao centro pelo cordeiro do Apocalipse. A igreja possuía cinco altares dedicados, respetivamente, a S. Pedro e Nossa Senhora da Conceição (altar-mor), Senhor Jesus, Nossa Senhora do Rosário, S. Sebastião e Santa Catarina. Tem sido alvo de diversos furtos, tendo em data recente desaparecido a imagem de madeira do padroeiro; curiosamente esta imagem tinha substituído uma outra, feita de pedra, do séc. XV, que aqui existia até 1944, altura em que foi vendida. Atualmente o templo encontra-se devoluto, tendo o culto sido transferido para a igreja do Livramento.

Fonte: ECultura

A Igreja de Azueira (São Pedro dos Grilhões) possui órgão de tubos da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, construído em 1787, opus 16.

Igreja de Enxara do Bispo

[ Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Assunção da Serra ]

“A Enxara do Bispo tem um órgão histórico que enriquece o património musical do Concelho de Mafra. No 2.º concerto do Festival Internacional de Órgão de Mafra, foi escutado, pela primeira vez, o órgão Gray & Davison (séc. XIX), proveniente do Convento dos Inglesinhos, em Lisboa, doado por Alex Bernand, restaurado por Dinarte Machado e recentemente instalado na Igreja de Nossa Senhora da Assunção.” (CMM)

Órgão da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Assunção da Serra, créditos Dinarte Machado

Órgão da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Assunção da Serra, créditos Dinarte Machado

Igreja do Livramento

Igreja de Nossa Senhora do Livramento

Igreja de Nossa Senhora do Livramento

O nome da igreja está ligado a uma imagem de Nossa Senhora que se guardava na Quinta das Lapas e que, segundo a tradição terá sido a causa do desaparecimento da peste que grassava na região, passando, então, a ser alvo de grande devoção. Começou a ser efetuada uma procissão que levava a imagem para a Igreja Paroquial da Azueira. Nasceu assim, a ideia de construir uma ermida que albergasse e honrasse a imagem. Foi diligenciado um peditório, tendo em 1655, com a colaboração da população local e do padre Mateus Ribeiro, sido iniciada a sua construção. O terramoto de 1755 destruiu a Igreja de Nossa Senhora do Livramento, sendo a sua reedificação iniciada em 1786. A fachada, de traça barroca, encontra-se flanqueada por duas torres sineiras que podem ainda ser da época seiscentista. No interior, destacam-se as pinturas a fresco, o retábulo com colunas compósitas, de fuste canelado a azul e ouro, e azulejaria policroma com motivos vegetalistas, que se encontram na Capela-mor. Outro motivo de interesse é a imagem da padroeira, localizada no trono e ladeada pelas imagens de Santo António e S. João Baptista, setecentistas. A igreja possui bons altares laterais, também com imaginária e, ainda, algumas tábuas dos finais de quinhentos.

A Igreja de Nossa Senhora do Livramento possui um órgão histórico de tipo ibérico António Xavier Machado e Cerveira, opus 16, construído em 1787.

Órgão da Igreja do Livramento, Mafra

Órgão da Igreja do Livramento, Mafra

Igreja de Encarnação

Igreja Matriz da Encarnação

Igreja Matriz de Encarnação

Erguida onde outrora existiu uma ermida dedicada a Santa Catarina, a igreja de Nossa Senhora da Encarnação começou a ser construída no início do século XVII. Se boa parte da arquitetura é seiscentista, quase todo o interior data já do século XVIII, incluindo-se, nesta última fase, a edificação das duas torres sineiras sobre a fachada. Dominando o largo em que se insere, do alto da escadaria que a precede, a igreja apresenta uma configuração monumental, com soluções pouco comuns no contexto arquitetónico nacional. O templo é precedido por uma galilé, rasgada ao centro por um arco e por uma janela de sacada com grade de ferro. Os corpos laterais, aos quais correspondem as torres, são delimitados por duas pilastras. Sobre a cimalha, as torres sineiras, já da última década do século XVIII, são rematadas por cúpulas vasadas por um óculo e, ao centro um frontão recuado é antecedido por um relógio. Contudo, a singularidade do conjunto encontra-se nos alpendres laterais, apoiados em colunas, que prolongam a fachada da galilé e se estendem sobre os alçados da nave. No interior, de nave única, a primeira campanha decorativa é denunciada pelos azulejos de padrão seiscentista, em tons de azul e amarelo, que revestem a zona inferior das paredes do templo. Estuques vegetalistas ornamentam a zona superior dos alçados da nave. Observam-se duas capelas laterais, uma das quais dedicadas a São Pedro, datada de 1753 e com retábulo de mármore, cujo modelo poderá ter tido origem nos retábulos da Basílica de Mafra. Ainda na nave, encontramos um púlpito de talha dourada, também do século XVIII, e no coro-alto um órgão atribuído a António Xavier Machado e Cerveira, para além de azulejos seiscentistas e outros de figura avulsa, já da centúria seguinte.

Fonte: DGPC, Rosário Carvalho

A Igreja Paroquial de Encarnação (Nossa Senhora da Encarnação e São Domingos) possui órgão histórico de tipo ibérico (positivo de armário), da autoria de Bento Fontanes, restaurado em 2004 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Este é o mais antigo dos órgãos do Concelho.

Portadas abertas

Órgão da Igreja Paroquial de Encarnação, Mafra

Órgão da Igreja Paroquial de Encarnação, Mafra, créditos Emílio Rodrigues

consola

Órgão da Igreja Paroquial de Encarnação, Mafra

Órgão da Igreja Paroquial de Encarnação, Mafra, créditos Emílio Rodrigues

Tubria

Órgão da Igreja Paroquial de Encarnação, Mafra, créditos Emílio Rodrigues

Órgão da Igreja Paroquial de Encarnação, Mafra, créditos Emílio Rodrigues

Portadas fechadas

Órgão da Igreja Paroquial de Encarnação, Mafra

Órgão da Igreja Paroquial de Encarnação, Mafra, créditos Emílio Rodrigues

Igreja Matriz da Ericeira

Igreja Matriz da Ericeira

Igreja Matriz da Ericeira

A Igreja de São Pedro da Ericeira, no largo da vila com o mesmo nome, ascendeu a templo principal em 1530, época a que pertence a imagem renascentista de S. Pedro, visível na porta lateral sul. Porém, a edificação está documentada desde 1446, época em que se ergue como uma pequena Capela então localizada fora da vila. A transformação da Capela em igreja começou na primeira metade do século XVII e terminou em meados de 1745. Toda a edificação está preenchida por elementos de arquitetura Rococó e de figuras alusivas ao ciclo da pesca milagrosa do Apóstolo Pedro. No século XIX foi construído o coro do lado norte e o interior foi enriquecido de numerosas pinturas provenientes de extintos conventos. Na Capela batismal adjacente à edificação conserva-se a cantaria manuelina, o elemento mais antigo do monumento, declarado Imóvel de Interesse Público em 1984.

A Igreja Paroquial de São Pedro da Ericeira possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de José Carlos Sousa Machado, construído em 1822, restaurado em 1986 por António Simões.

Igreja do Gradil

Igreja de São Silvestre, Gradil

Igreja de São Silvestre, Gradil

Desconhece-se a data da primitiva fundação da Igreja Matriz de Gradil, nas proximidades de Mafra. O atual templo data dos finais do século XVII, embora se conservem no interior elementos decorativos quinhentistas, que nos indicam a existência de uma igreja naquele local no início do século XVI. O templo, dedicado a São Silvestre, desenvolve-se em planimetria retangular, apresentando uma fachada de gosto Barroco, cujo pano central é ladeado por duas torres sineiras. O portal principal é encimado pela janela do coro alto e por um óculo, que rasga o frontão de coroamento da fachada. O espaço interior, de nave única, é coberto por teto de madeira, sendo as paredes laterais decoradas com painéis de azulejos setecentistas. A Capela-mor possui ao centro um retábulo seiscentista, de talha dourada barroca. No espaço da sacristia foi edificada uma fonte batismal em pedra lavrada com relevos de mascarões e uma cabeça alada, de gosto maneirista muito erudito.

Fonte: Catarina Oliveira, GIF/IPPAR/2005

No coro alto, a Igreja Paroquial Paroquial de São Silvestre do Gradil possui um órgão histórico de tipo ibérico (positivo de armário), da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, irmão do escultor Machado de Castro, datado de 1801, opus 61 do célebre organeiro português, restaurado em 1990 por António Simões.

Órgão da Igreja de São Silvestre, Gradil

Órgão da Igreja de São Silvestre, Gradil

Antiga Igreja Paroquial de Santo André

A Igreja de Santo André localiza-se na Vila Velha (freguesia de Mafra), a 1 km do Convento de Mafra, pela antiga Rua Serpa Pinto. De estilo gótico, é o templo mais antigo da freguesia de Mafra e um dos mais significativos exemplos das igrejas paroquiais que proliferaram em Portugal entre os séculos XIII e XIV. Terminada por volta de 1344, passou por diversas obras durante os séculos XVII-XVIII. Em avançado estado de degradação no início do século XX, foi restaurada pela última vez nas primeiras décadas do século XX. Em 1935, foi classificada como Monumento Nacional. Afirma a tradição que Pedro Hispano (séc. XIII) foi pároco desta igreja antes de ser Papa João XXI.

Fonte: Wikipédia

A igreja tem um órgão moderno Dinarte Machado, executado em 2018.

A parceria estabelecida entre a Autarquia e a CCAM Mafra visou dotar deste instrumento a antiga Igreja Paroquial de Santo André, em Mafra, datada do século XIII/XIV, de um órgão de tubos que permite acompanhar as celebrações religiosas e servir para a formação dos alunos do Conservatório de Mafra.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/mafra-palacio-nacional-de-mafra-basilica.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:55:532024-10-29 22:46:37Mafra e os seus órgãos de tubos
Igreja de Moita dos Ferreiros, Lourinhã, templo com órgão de tubos
Músicas no Concelho

Lourinhã e os seus órgãos de tubos

Órgão da Igreja Matriz de Moita dos Ferreiros

De acordo com as informações de que dispomos, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de Moita dos Ferreiros

[ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Conceição ]

Igreja de Moita dos Ferreiros, Lourinhã, templo com órgão de tubos

Igreja de Moita dos Ferreiros, Lourinhã

A data de constituição da paróquia de Nossa Senhora da Conceição deve ter ocorrido em 1689, data que se encontra gravada no jazigo e sepultura, existente junto ao altar-mor da Igreja Matriz. Esta contém a inscrição: “Jazigo e sepultura de Simão do Reguo e de sua mulher Maria Mendes e de seus herdeiros dada pelo Arcebispo de Lisboa e Capelão mor del-Rei e do seu conselho de Estado. Ano de 1689. Veritas.”

Ao longo dos anos, a igreja sofreu várias alterações, tendo sido concluída no século XX, com a colocação da última torre sineira. Simão Reguo, personagem a quem talvez se deva a construção da primeira Igreja, descendia de uma família da Vila de Óbidos, cujos membros, em finais do século XIV, exerciam altos cargos nessa vila e eram dos mais ricos proprietários.

À família Rego se deve a construção da atual Igreja, no local da primeira, mas de muito maior dimensão. Existia, também, na localidade o Palácio “Veiga Rego”, sendo ainda possível observarmos uma das paredes ornamentada com belos azulejos.

Fonte: CML

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/lourinha-moita-dos-ferreiros-conceicao-matriz.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:55:012021-06-22 11:09:56Lourinhã e os seus órgãos de tubos
Igreja da Portela de Sacavém
Músicas no Concelho

Loures e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Loures [5]

De acordo com as informações de que dispomos, existem órgãos de tubos nos seguintes edifícios do Concelho:

Capela do Seminário dos Olivais

Seminário de Cristo Rei, Olivais

Seminário de Cristo Rei, Olivais

O Seminário Maior de Cristo Rei dos Olivais, conhecido simplesmente como Seminário dos Olivais, é o Seminário maior diocesano do Patriarcado de Lisboa. Foi fundado em 1931, sendo Patriarca de Lisboa o Cardeal Dom Manuel Gonçalves Cerejeira.

Órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 103, 1828.

Reciclanda

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Igreja Paroquial de Cristo Rei da Portela

Igreja da Portela de Sacavém

Igreja da Portela de Sacavém

Da autoria do arquiteto Luiz Cunha, este templo, de linhas modernas, foi inaugurado em 1992. A cúpula lembra uma coroa régia e a torre sineira possui um carrilhão com 14 sinos. O interior é composto por um corpo central, com mais dois corpos com quatro pisos cada. Aqui deve observar com especial atenção a Capela do Santíssimo, com um sacrário inspirado num templo grego; os 16 painéis que retratam a história da salvação; os quatro painéis centrais inspirados no livro do Apocalipse; a pia batismal, onde se lê Fons Savatoris – Fonte salvadora; e as imagens de São João Batista, Jesus Crucificado, Cristo Rei, São Lucas, São Marcos, Santo António, São José e Rainha Santa Isabel.

Fonte: CML

Órgão de armário

Órgão da Igreja Paroquial da Portela

Órgão da Igreja Paroquial da Portela

Igreja Paroquial de Santo António dos Cavaleiros

[ Igreja Paroquial ]

Igreja Matriz de Unhos

[ Igreja Paroquial ] [ São Silvestre ]

Igreja de São Silvestre, Unhos

Igreja de São Silvestre, Unhos

A Igreja de São Silvestre foi fundada na época medieval e reedificado por volta de 1668. Com o terramoto de 1755, a estrutura sofreu alguns danos e a fachada foi refeita, embora se mantivessem os portais maneiristas, bem como a abóbada da nave, reedificada sobre os arcos seiscentistas. O imóvel possui uma planta retangular composta pelos volumes justapostos da nave e da Capela-mor. A fachada divide-se em três registos, nos quais se destaca o conjunto maneirista do portal principal e dos dois portais laterais, cegos, e das janelas que iluminam o espaço, rasgadas a toda a volta do edifício. O espaço interior, de nave única, possui seis capelas laterais de diferentes profundidades e elementos decorativos distintos, executados em campanhas dos séculos XVI, XVII e XVIII. Está classificada como monumento de interesse público.

Igreja Paroquial de São Pedro de Lousa

Igreja Paroquial de Lousa, Loures

Implantada num local mais elevado relativamente ao casario que a circunda, a igreja de São Pedro de Lousa ganha ainda maior destaque pelo adro murado que a envolve e ao qual se acede através de uma escadaria no eixo do portal principal, testemunho do urbanismo Barroco. O conjunto, formado pelos volumes da nave, da Capela-mor, esta última mais estreita, da sacristia que lhe é adossada, e da torre sineira (de remate bolboso) ligeiramente recuada em relação ao alçado principal, caracteriza-se pela depuração e por uma linguagem chã. O frontispício, que termina em empena, é delimitado por pilastras com pináculos nos cunhais, ganhando especial importância o eixo central que acentua a verticalidade do alçado. Este, é formado pelo portal, de verga reta encimada por cornija que serve de base à janela do coro, em arco de volta perfeita e que, por sua vez, é sobrepujada pela edícula rematada por frontão triangular, que exibe os atributos de São Pedro (a chave e a teara papal). Não se sabe ao certo em que época foi edificado o primeiro templo, que pode remontar ao século XIV ou XV. Todavia, o elemento mais antigo que encontramos na igreja atual data de 1546, ano que figura no portal lateral, de características manuelinas. Os testemunhos das intervenções subsequentes encontram-se no interior do templo, onde a nave única, retangular, apresenta os cantos chanfrados junto ao arco triunfal, e a Capela-mor é bastante profunda. É possível que tenha ocorrido uma remodelação da igreja no decorrer do século XVII, centúria em que se regista, pelo menos, uma campanha decorativa, da qual subsistem os azulejos seiscentistas do sub-coro, com representações de São Pedro e São Miguel Arcanjo. Na década de 1740 foi a vez da Capela-mor ser intervencionada, revestindo-se as paredes com painéis de azulejo alusivos ao Lava Pés e ao batismo de Cristo no Jordão, devidamente identificados pelas legendas das cartelas. As telas de temática mariana do registo superior são do mesmo período, tal como a abóbada com trabalhos em estuque pintados. O retábulo é já Rococó, bem como a talha dos altares colaterais, dourada e branca. A grande carga decorativa concentra-se, assim, na Capela-mor, ficando a dinamização dos panos murários da nave entregue às pinturas decorativas, muito possivelmente oitocentistas, mas que não deixam de recordar o denominado embuto largo, em mármore, tão aplicado no decorrer do século XVII nas igrejas lisboetas. Uma campanha de obras final ocorreu em 1858, data que figura na edícula da fachada principal, correspondendo, muito possivelmente, à integração desta no frontispício e às pinturas da nave.

Fonte: DGPC, Rosário Carvalho

Órgão de armário em mau estado

Órgão da Igreja Paroquial de Lousa

Órgão da Igreja Paroquial de Lousa

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/loures-portela-de-sacavem-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:54:382024-10-27 23:10:39Loures e os seus órgãos de tubos
Igreja de São Domingos de Rana
Músicas no Concelho

Cascais e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Cascais [3]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nos seguintes edifícios do Concelho:

Igreja de São Domingos de Rana

Igreja de São Domingos de Rana

Igreja de São Domingos de Rana, Cascais

Como templo paroquial, a Igreja de S. Domingos de Rana era já tida por Frei Luís de Sousa como bastante antiga, sendo descrita como “sagrada de tempo imemorial”. Danificada pelo terramoto de 1755, foi reconstruída, provavelmente só em 1810, numa arquitetura simples no interior, em flagrante contraste com a sua fachada que apresenta uma certa grandeza. Nas obras efetuadas em 1964, o teto da nave caiu, desaparecendo assim a célebre pintura de Pedro Alexandrino. Restam, porém, e ainda da primitiva construção, a lindíssima tábua da Anunciação (talvez do séc. XVI) e as tábuas da sacristia, como a Última Ceia (fins do séc. XVI), representando o Pentecostes, cantarias e mármores preciosos. As telas “Assunção da Virgem” e “Cristo com a Cruz às Costas” completam o inventário artístico deste templo. Ostentando uma majestosa fachada, cuja porta principal é emoldurada por ricos ornatos, o imponente edifício possui duas torres sineiras, uma delas com um relógio de sol. Lá do alto pode-se avistar um magnífico panorama que abarca terra e mar por muitas milhas de distância, justificando que a igreja tenha sido um importante marco na navegação marítima. Entrando no edifício, o visitante tem a oportunidade de apreciar a diversidade da riqueza do seu interior, que passa pelos belos altares erigidos a N.ª Sra. das Almas, S. Sebastião, N.ª Sra. do Monte Carmo, Santa Rita e Jesus Cristo, bem como da sua Capela-mor, onde se pode observar, no centro, a “Ceia do Senhor”, obra de Pedro Alexandrino. No adro da atual igreja há um cruzeiro, símbolo de terreno sagrado, defendido do exterior por um muro e um portão de ferro.

Fonte: JFSDR

A Igreja Paroquial de São Domingos de Gusmão possui órgão de tubos histórico (órgão de armário), de autor desconhecido, restaurado em 2000 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
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Palácio dos Condes de Castro Guimarães

Palácio dos Condes Castro Guimarães

Palácio dos Condes Castro Guimarães

Este palacete, que Jorge O’Neill mandou construir no início do século XX, constitui um exemplo de ecletismo, unificador de várias linguagens arquitetónicas, que lhe conferem um enorme sentido de monumentalidade. Tendo por base desenhos de Luigi Manini viria a ser efetivamente projetado, c. de 1900, pelo pintor Francisco Vilaça, imprimindo-lhe um carácter cenográfico que se enquadra na paisagem e concentra nas fachadas-cenário todo o esforço decorativo. A propriedade viria, depois, a ser adquirida pelo Conde de Castro Guimarães que, por testamento, a doou ao Município de Cascais para a instalação de um Museu-Biblioteca, inaugurado em 1932. Apresenta planta irregular em que se destaca o claustro e a torre, de poderoso embasamento, pontuada por elementos manuelinos e terminando em cobertura cónica, sobre o último piso, dotado de pequenas varandas panorâmicas. Merecem, ainda, especial destaque o jardim de cariz romântico, dotado de lago, caminhos sinuosos e fontes decoradas com painéis de azulejo, cuja temática aponta para a proveniência de um extinto convento. O conjunto é completado pela Capela de S. Sebastião, que remonta ao século XVI, na qual se destaca o invulgar frontal do altar-mor, de azulejo figurado polícromo, azul e amarelo, representando S. Sebastião. Entre as coleções deste Museu – que mantém a ambiência do início do século XX – destacam-se as de mobiliário, pintura, ourivesaria e porcelana oriental, para além de uma preciosa biblioteca, que exibe a Crónica de D. Afonso Henriques, de Duarte Galvão, manuscrito iluminado do século XVI que contém uma das mais antigas representações da cidade de Lisboa.

Fonte: CMC

Na Sala de Música do Palácio dos Condes Castro Guimarães encontra-se um órgão de tubos.

Salesianos do Estoril

Nos Salesianos do Estoril, escola católica fundada em 1933, existe um órgão Ruffati, reparado em 2008 por António Simões.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/cascais-sao-domingos-de-rana-sao-domingos-de-gusmao-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:54:102024-10-27 20:31:15Cascais e os seus órgãos de tubos
Igreja matriz da Azambuja
Músicas no Concelho

Azambuja e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho da Azambuja [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz da Azambuja

[ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Assunção ]

Igreja matriz da Azambuja

Igreja Matriz da Azambuja

Edifício de arquitetura religiosa, a Matriz de Santa Maria de Azambuja foi edificada na primeira metade do séc. XVI, dentro do Maneirismo Português, estilo chão e posteriormente enriquecida com talha dourada de Estilo Nacional de finais do mesmo século e início do seguinte. Especial atenção para a nobreza decorativa do portal sul voltado para a Praça, cuja composição contem todos os elementos essenciais da cultura artística clássica. Na mesma linha, encontra-se a azulejaria parietal de estilo tapete de padronagem a dois tipos diferenciados. Destacam-se a pintura retabular sobre madeira da “Árvore de Jessé” do altar de Nossa Senhora do Rosário, executado em 1595 por Simão Rodrigues, e a pintura a óleo sobre tela do “Calvário” no altar do Senhor Jesus das Chagas com estudo da perspetiva atribuída a André Reinoso ou à sua escola no inicio do séc. XVII.

Fonte: ECultura

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/azambuja-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:53:452024-11-12 01:14:32Azambuja e os seus órgãos de tubos
Igreja de São Lourenço, Arranhó
Músicas no Concelho

Arruda dos Vinhos e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Arruda dos Vinhos  [1]

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no concelho são os seguintes:

Igreja Paroquial de São Lourenço de Arranhó

Igreja de São Lourenço, Arranhó

Igreja de São Lourenço, Arranhó

A construção da Igreja Paroquial de São Lourenço de Arranhó é de data incerta, embora anterior a 1504 dada uma inscrição desta data na igreja. Na Capela-mor encontra-se um grande crucifixo ladeado por São Lourenço e São Francisco de Assis.

O órgão de tubos da igreja de São Lourenço, Arranhó, Arruda dos Vinhos, foi inaugurado a 11 abril 2010.

Órgão moderno

Órgão da igreja Paroquial de São Lourenço de Arranhó

Órgão da Igreja Paroquial de São Lourenço de Arranhó

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/arruda-arranho-sao-lourenco.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:53:242021-06-22 11:10:28Arruda dos Vinhos e os seus órgãos de tubos
Igreja de Nossa Senhora da Piedade, Merceana
Músicas no Concelho

Alenquer e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Alenquer [4]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja de Nossa Senhora da Piedade da Merceana

Igreja de Nossa Senhora da Piedade, Merceana

Igreja de Nossa Senhora da Piedade da Merceana

A Igreja de Nossa Senhora da Piedade da Merceana tem a sua origem num culto pré-cristão do início do século XIV. No século XV era já um importante centro de peregrinação. A velha Capela seria substituída por uma grande igreja mandada edificada pela Rainha D. Leonor em inícios do século XVI. Desta construção resta a definição do espaço interior, o arco do cruzeiro e as duas arcadas que separam as três naves.

Terminada a construção da igreja primitiva, foi construído o primeiro altar-mor em talha dourada. A Capela-mor foi revestida de azulejo tipo tapete. No século XVIII, foram edificadas a primeira torre, a fachada principal com galilé de três arcos frontais e foram acrescentados o celeiro e a sala de sessões. Foi colocado o coro com um pequeno órgão de tubos. Já no século XX transformou-se o velho celeiro em batistério onde se pode encontrar a pia batismal e um “S. João Baptista” em bronze.

De acordo com informação de Amílcar Silva, a confraria de Nossa Senhora da Piedade tem o livro das atas onde está a decisão da compra e os documentos do despacho alfandegário. Terá vindo da Flandres, talvez no século XVII. Quando foi juiz da confraria há muitos anos conseguiu-se da Gulbenkian um subsídio para o restauro. Foi contratado António Barbosa (que trabalhara para o Sampaio e aprendera com o velho Monfroy). Entretanto, António Barbosa faleceu o órgão não foi restaurado.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
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Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres de Aldeia Galega da Merceana

[ Igreja Paroquial ]

Igreja Matriz de Aldeia Galega da Merceana

Igreja de Aldeia Galega da Merceana

A igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, de Aldeia Galega de Merceana, revela, hoje, na sua estrutura, as muitas campanhas de obras de que foi alvo, desde o século XVI até aos nossos dias. O atual portal principal, manuelino, a par da abóbada da Capela lateral ou da inscrição renascentista da pia batismal, fazem recuar o templo primitivo ao século XVI, e a uma data anterior à de 1556, que se encontra na lápide funerária da referida Capela.

É muito provável que, no século XVII, tenha havido nova intervenção, a que se sucedeu uma outra, na primeira metade do século XVIII, pois os azulejos da Capela-mor foram executados nesta época, tal como outros elementos joaninos que se conservam. (Ler MAIS.)

Fonte: DGPC, Rosário Carvalho.

Órgão de armário

Órgão da Igreja de Aldeia Galega da Merceana

Órgão da Igreja de Aldeia Galega da Merceana

Igreja de Santa Quitéria de Meca

[ Igreja Paroquial . Basílica ]

Igreja Matriz de Santa Quitéria de Meca

Igreja Matriz de Santa Quitéria de Meca

A igreja de Santa Quitéria de Meca, obra do último quartel do século XVIII, ergue-se no seio da malha urbana da vila, mas beneficia de um amplo adro fronteiro, onde se realizam as festas e bênçãos. O culto a Santa Quitéria (invocada contra a raiva e a loucura) parece ser bastante antigo, uma vez que, de acordo com a lenda, a sua imagem, com poderes milagrosos, apareceu num espinheiro da Quinta de São Brás, perto de Meca, em 1238. O templo que hoje conhecemos deverá ter sido erguido no mesmo local da antiga ermida, onde se venerava a referida imagem. A iniciativa da sua construção deve-se à confraria de Santa Quitéria, que beneficiou da proteção da rainha D. Maria I. (Ler MAIS)

DGPC, Rosário Carvalho

No coro alto, sobre a entrada, possui um órgão da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 82, executado em 1816.

coro alto

Órgão histórico Machado da igreja de Santa Quitéria de Meca, foto Samuel Vieira, 2021

Órgão histórico Machado da igreja de Santa Quitéria de Meca, foto Samuel Vieira, 2021

Perspetiva frontal

Órgão histórico Machado da igreja de Santa Quitéria de Meca

Órgão histórico Machado da igreja de Santa Quitéria de Meca, foto Samuel Vieira, 2021

Perspetiva lateral

Órgão histórico Machado da igreja de Santa Quitéria de Meca, foto Samuel Vieira, 2021

Órgão histórico Machado da igreja de Santa Quitéria de Meca, foto Samuel Vieira, 2021

Igreja de Santana da Carnota

[ Igreja Matriz ]

Igreja Matriz de Santana da Carnota

Igreja Matriz de Santana da Carnota

A 24 de julho de 2021, Amílcar Silva publicou no Facebook: “O que resta do órgão de Santana da Carnota… Os tubos da fachada, o abreviador e um caixote de tubos pequenos. As madeiras, caixa, someiro e teclado foram queimados dizem que por terem caruncho e para ganhar espaço no coro…”

Restos do órgão da igreja de Santa da Carnota, Alenquer, foto Amílcar Silva

Restos do órgão da igreja de Santa da Carnota, Alenquer, foto Amílcar Silva

A 29 de julho de 2023, segundo Amílcar Silva, não havia perspetivas de restauro dos órgãos e aparentemente o Município não tinha interesse.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/alenquer-merceana-piedade-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:52:512024-10-30 16:26:13Alenquer e os seus órgãos de tubos
Sé de Lisboa
Músicas no Concelho

Lisboa e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos de Lisboa

Lisboa é uma cidade com uma história antiga e uma cultura riquíssima a nível global e isso reflete-se no património organístico, sendo uma das três cidades portuguesas com mais extenso portefólio de instrumentos históricos e modernos. Para a formação de organistas, é de realçar o contributo de instituições académicas como a Escola Superior de Música de Lisboa (com professores notáveis como Antoine Sibertin-Blanc e João Vaz), a Escola de Música do Conservatório Nacional, o Instituto Gregoriano de Lisboa que beneficia a capital e o país. Também a Fundação Calouste Gulbenkian deixou a sua marca, apoiando financeiramente o restauro de órgãos de tubos e dando bolsas a organeiros e organistas.

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no concelho são os seguintes:

Academia de Música de Santa Cecília

A Academia de Música de Santa Cecília possui um órgão construído em 2003 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Basílica da Estrela

A Basílica da Estrela (Sagrado Coração de Jesus) possui um órgão da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 32, construído em 1791. Foi restaurado em 1998 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Órgão positivo

Órgão da Basília da Estrela

Órgão da Basília da Estrela

Basílica dos Mártires

No coro alto sobre a entrada, a Basílica de Nossa Senhora dos dos Mártires apresenta um órgão construído pelo grande organeiro natural de Anadia António Xavier Machado e Cerveira, opus 3, construído em 1785, restaurado em 1994 por António Simões, sendo os trabalhos custeados pela Lisboa 94 – Capital Europeia da Cultura.

Montra do órgão

Órgão da Basílica dos Mártires no coro alto

Órgão da Basílica dos Mártires no coro alto

A Basílica dos Mártires possui um órgão histórico no transepto.

Montra do órgão

Órgão da Basílica da Estrela

Órgão da Basílica da Estrela

Capela das Escravas do Sagrado Coração de Jesus

Montra do órgão

Órgão da Capela das Escravas do Sagrado Coração de Jesus

Órgão da Capela das Escravas do Sagrado Coração de Jesus

Capela da Senhora da Saúde

A Capela de Nossa Senhora da Saúde, ou Igreja de Nossa Senhora da Saúde, possui um órgão histórico da autoria de de Carlu Mancini, construído em 1787, restaurado por António Simões em 1994.

positivo de armário

Órgão de Igreja de Nossa Senhora da Saúde

Órgão de Igreja de Nossa Senhora da Saúde

Capela da Senhora dos Milagres

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Nossa Senhora dos Milagres

Órgão da Igreja de Nossa Senhora dos Milagres

A Capela de Nossa Senhora dos Milagres possui um órgão de tubos.

Capela do Palácio da Bemposta

A Capela do Palácio da Bemposta, tutelada pela Academia Militar, possui órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 37, construído em 1792, restaurado em 1995 por António Simões.

Montra do órgão

Órgão da Igreja do Palácio da Bemposta

Órgão da Capela do Palácio da Bemposta

Escola de Música do Conservatório Nacional

Em 2107, Domingos Peixoto, organista e musicólogo publicou o livro Apontamento sobre o Órgão do Conservatório Nacional. Da criação à Experiência Pedagógica. Aveiro 2017.

O Salão Nobre da Escola de Música do Conservatório Nacional possui um órgão Walcker construído em 1933, reparado por António Simões em 1985, restaurado por Dinarte Machado em 1999.

Órgão Walcker

Órgão do Salão Nobre do Conservatório Nacional de Lisboa

Órgão do Salão Nobre do Conservatório Nacional de Lisboa

Na sala do coro, a EMCN possui um órgão positivo de estudo.

positivo moderno

Positivo da Escola de Música do Conservatório Nacional

positivo da Escola de Música do Conservatório Nacional

> museu

Escola Superior de Música de Lisboa 

Na Sala de Música Antiga, a Escola Superior de Música de Lisboa possui um órgão positivo moderno construído por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria em 2015. No dia 26 de março de 2015, foi inaugurado o novo órgão construído por Dinarte Machado e por ele oferecido à escola. O instrumento foi tocado pelo organista espanhol José Luis González Uriol. Na mesma ocasião, o Instituto Politécnico de Lisboa atribuiu a Dinarte Machado o Título de Especialista Honoris Causa.

Para a ESML, Dinarte Machado já tinha construído em 1995 um órgão positivo.

positivo moderno

Órgão da Escola Superior de Música de Lisboa

Órgão da Escola Superior de Música de Lisboa

Fundação Calouste Gulbenkian

No Grande Auditório, a Fundação Calouste Gulbenkian dispõe de um  grande auditório da autoria de D.A. Flentrop, 1969, de dois manuais e pedaleira, com acoplamentos, reparado por António Simões, em 1984 e 2014.

A Gulbenkian dispõe ainda de um pequeno órgão, também da autoria de D. A. Flentrop, construído em 1967, portativo de um teclado manual.

Igreja Anglicana

[ Anglican church for Lisbon ] [ Saint George Church ]

Igreja da Graça

A Igreja da Graça, de Santo André e Santa Marinha, possui três órgãos histórios.

Em tribuna própria, do lado da Epístola.

Montra do órgão

Órgão da Igreja da Graça lado da Epístola

Órgão da Igreja da Graça lado da Epístola

Em tribuna própria do lado do Evangelho.

Montra do órgão

Órgão da Igreja da Graça lado do Evangelho

Órgão da Igreja da Graça lado do Evangelho

O coro alto da Igreja da Graça alberga um órgão da autoria de Augusto Joaquim Claro, construído em 1905 (?).

Igreja da Madalena

A Igreja da Madalena, na freguesia de Santa Maria Maior, possui um órgão histórico de autor desconhecido, do século XVIII, restaurado em 1994, por António Simões.

Igreja das Chagas

A Igreja das Chagas de Cristo possui um órgão histórico da autoria do organeiro António Xavier Machado e Cerveira, opus 36, construído em 1792.

Montra do órgão positivo de armário

Órgão da Igreja das Chagas

Órgão da Igreja das Chagas de Cristo

Igreja da Ajuda

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Ajuda, Boa Hora, possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria do organeiro António Xavier Machado e Cerveira, opus s/n.º, s/d., restaurado por António Simões em 1988.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Ajuda

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Ajuda

Igreja da Conceição

A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, também conhecida por Igreja do Rato possui um órgão Egbert Pfaff, construído no séc. XX.

Igreja da Conceição (Velha)

A Igreja de Nossa Senhora da Conceição (Velha) possui um órgão histórico de autor desconhecido, restaurado por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Montra do órgão

Órgão da Igreja da Conceição Velha

Órgão da Igreja da Conceição Velha

Igreja da Pena

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Pena possui um órgão Fermentelli, do século XX, reparado por António Simões em 1994, sendo os trabalhos custeados pela Lisboa 94 – Capital Europeia da Cultura.

Igreja da Vitória

A Igreja de Nossa Senhora da Vitória possui um órgão histórico da autoria do organeiro António Xavier Machado e Cerveira, opus 96, construído em 1822.

Igreja das Dores

A Igreja de Nossa Senhora das Dores possui um órgão de tubos.

Igreja das Mercês

A Igreja de Nossa Senhora das Mercês possui um órgão de tubos.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Nossa Senhora das Mercês

Órgão da Igreja de Nossa Senhora das Mercês

Igreja do Carmo

A Igreja de Nossa Senhora do Carmo possui um órgão de tubos.

Igreja do Loreto

A Igreja de Nossa Senhora do Loreto, também conhecida por Igreja dos Italianos, possui dois órgãos de tubos, um histórico, outro construído por Dinarte Machado em 2023 (opus XVI), com policromia da caixa por Bruno Assis.

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Loreto, Lisboa

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Loreto, Lisboa, foto Samuel Vieira

Órgão de coro da Igreja de Nossa Senhora do Loreto, Lisboa, opus XVI de Dinarte Machado, 2023

Órgão de coro da Igreja de Nossa Senhora do Loreto, Lisboa, opus XVI de Dinarte Machado, 2023

Igreja de Nossa Senhora do Rosário

A Igreja do Convento de São Domingos de Benfica, também conhecida como Igreja da Força Aérea Portuguesa, possui um órgão de tubos.

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, créditos Patrimonium

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Igreja de Fátima

A Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Fátima possui um órgão Tamburini [ III+P; 48] de três manuais e pedaleira, com acoplamentos e anuladores, construído em 1938. Foi restaurado por António Simões em 1986 e reparado pela Oficina e Escola de Organaria em 2011, opus 60.

Igreja do Socorro

A Igreja de Nossa Senhora do Socorro possui um órgão de tubos.

Igreja dos Prazeres

A Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres possui um órgão Rufatti, construído no século XX, reparado por António Simões em 1992, 1997 e 2000.

Igreja de São Lourenço

A Igreja de São Lourenço, no Largo da Rosa, freguesia de Santa Maria Maior, anteriormente na freguesia do Socorro, possui um órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 72, construído em 1806.

caixa do órgão

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Socorro

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Socorro

Igreja de Santa Catarina

A Igreja de Santa Catarina do Monte Sinai, também conhecida por Igreja dos Paulistas, possui um órgão de tubos.

Órgão da Igreja de Santa Catarina do Monte Sinai, créditos Miguel Jalôto.

Órgão da Igreja de Santa Catarina do Monte Sinai, créditos Miguel Jalôto.

Montra

Órgão da Igreja de Santa Catarina

Órgão da Igreja de Santa Catarina

Igreja de Santa Justa e Rufina

A Igreja de Santa Justa e Rufina possui um órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 95, construído em 1822.

Igreja de Santo António 

A Igreja de Santo António à Sé dispõe de um órgão histórico inglês, construído no século XIX, reparado por António Simões em 1984.

Órgão da Igreja de Santo António de Lisboa, créditos João Santos

Órgão da Igreja de Santo António de Lisboa, créditos João Santos

Órgão da Igreja de Santo António de Lisboa, créditos João Santos

consola do órgão da Igreja de Santo António de Lisboa, créditos João Santos

Igreja de São Domingos

No altar-mor, lado do Evangelho, a Igreja de São Domingos (Benfica) apresenta um órgão Gebrüder Späth 1908, de dois manuais e pedaleira, com acoplamentos.

Igreja do Amparo

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora do Amparo de Benfica possui um órgão Augusto Joaquim Claro. Foi restaurado por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria em 2014.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Amparo

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Amparo

Igreja de São Francisco de Assis

A Igreja de São Francisco de Assis possui um órgão positivo moderno construído em 2008 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de São Francisco

Órgão da Igreja de São Francisco de Assis

Igreja de São Francisco de Paula

Órgão em mau estado

Órgão da Igreja de São Francisco de Paula

Órgão da Igreja de São Francisco de Paula

Igreja de São José

A Igreja de São José possui um órgão atribuído a Filipe da Cunha, construído em 1761, n.º 18, restaurado por António Simões em 1991.

Igreja de São Luís dos Franceses

A Igreja de São Luís dos Franceses, também designada dos Francesinhos, possui um órgão da autoria de Aristide Cavaillé-Coll, reparado em 1984 por António Simões.

Igreja de São Mamede

A Igreja de São Mamede dispõe de um órgão da autoria de Aristide Cavaillé-Coll, construído no século XIX, e restaurado por António Simões em 2019.

Igreja de São Nicolau 

A Igreja de São Nicolau e São Julião possui no coro alto um órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira restaurado em 2009 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Montra do órgão e coro alto

Órgão da Igreja de São Nicolau

Órgão da Igreja de São Nicolau

Igreja de São Paulo

A Igreja de São Paulo possui órgão de tubos.

Igreja de São Roque

No coro alto por cima da entrada, a Igreja de São Roque, tutelada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, apresenta um órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 2, construído em 1784, reparado por António Simões em 1983. Foi restaurado novamente em 2007 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Órgão no coro alto

Órgão da Igreja de São Roque

Órgão da Igreja de São Roque

Igreja de São Sebastião da Pedreira

A Igreja de São Sebastião da Pedreira possui um órgão de tubos construído em 2015 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria. É organista Célia Sousa Tavares.

Montra

Órgão da Igreja de São Sebastião da Pedreira

Órgão da Igreja de São Sebastião da Pedreira

Igreja de São Vicente de Fora

A Igreja do antigo mosteiro de São vicente de Fora possui um órgão de tubos histórico de tipo ibérico.

Montra

Órgão da Igreja de São Vicente de Fora

Órgão da Igreja de São Vicente de Fora

Igreja de São Vicente de Paulo

A Igreja de São Vicente de Paulo possui um órgão de tubos moderno.

Órgão moderno

Órgão da Igreja de São Vicente de Paulo

Órgão da Igreja de São Vicente de Paulo

Igreja do corpo Santo

(de dominicanos)

Igreja do Colégio de São João de Brito

Montra do órgão

Órgão da Igreja de São João de Brito

Órgão da Igreja de São João de Brito

É professora de Órgão no Colégio São João de Brito a organista Célia Sousa Tavares.

Igreja Paroquial do Espírito Santo

Igreja do Sagrado Coração de Jesus

Órgão e coro alto

Órgão da Igreja do Sagrado Coração de Jesus

Órgão da Igreja do Sagrado Coração de Jesus

No coro alto, a Igreja do Sagrado Coração de Jesus apresenta um órgão de construtor inglês, do século XX, reparado em 1988 por António Simões.

Igreja do Santíssimo Sacramento

A Igreja do Santíssimo Sacramento possui um órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 83, construído em 1817, restaurado por António Simões em 2017.

Igreja dos Inglesinhos

[ do antigo convento ] (desativada)

Montra do órgão

Órgão da Igreja dos Inglesinhos

Órgão da Igreja dos Inglesinhos

Igreja dos Jerónimos

[ do antigo Mosteiro ]

> órgão moderno

Montra do órgão

Órgão da Igreja do Mosteiro dos Jerónimos

Órgão da Igreja do Mosteiro dos Jerónimos

Igreja dos Santos Veríssimo, Máxima e Júlia

Igreja de Santos-o-Velho

órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus s. nº, s.d.

Montra

Órgão da Igreja de Santos

Órgão da Igreja de Santos

Igreja Evangélica Alemã

[ Deutsche Evangelische Kirchengemeinde ]

Montra do órgão

Órgão da Igreja Evangélica Alemã

Órgão da Igreja Evangélica Alemã

A Igreja Evangélica Alemã dispõe de um órgão de dois teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos [ II+P;21 ] construído por Willi Peter em 1966; manutenção da Oficina e Escola de Organaria em 1997, opus 21; restauro  2005 por Willi Peter, 2005.

Igreja Nova Apostólica 

A Igreja Nova Apostólica possui um órgão alemão do século XX, reparado em 1997 por António Simões.

Igreja da Ameixoeira

A Igreja Paroquial da Ameixoeira, Nossa Senhora da Encarnação, possui um órgão de tubos histórico de tipo ibérico.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Encarnação

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Encarnação

No coro coro alto existe um órgão de Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, 2003, de dois teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos.

Órgão moderno

Órgão da Ameixoeira

Órgão da Igreja Paroquial da Ameixoeira

Igreja da Encarnação

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Encarnação dispõe de um órgão da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 98, construído em 1826.

Igreja do Amparo

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora do Amparo de Benfica dispõe de um órgão da autoria de Augusto Joaquim Claro, construído em 1900, reparado por António Simões em 1983.

Igreja dos Prazeres

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora dos Prazeres, de Nossa Senhora Auxiliadora, possui um órgão de tubos moderno.

Órgão de tubos da Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, ft Musicaeli

Órgão de tubos da Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, ft Musicaeli

Pormenor da montra do órgão

Órgão da Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres

Órgão da Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora

Igreja de Santiago

A Igreja Paroquial de Santiago de Alfama (São Tiago e São Martinho) possui um órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus s/n.º, s/d.

Igreja de São Tomás de Aquino

A Igreja Paroquial de São Tomás de Aquino possui um órgão de tubos moderno.

Órgão moderno na nave

Igreja Paroquial de São Tomás de Aquino

Igreja Paroquial de São Tomás de Aquino

Instituto Gregoriano de Lisboa

O Instituto Gregoriano de Lisboa possui um órgão Fermentelli reparado por António Simões em 1986, restaurado por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, em 2003.

O IGL dispõe de um órgão da autoria de Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, construído em 2004, de dois teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos.

Montra do órgão positivo

Órgão do Instituto Gregoriano de Lisboa

Órgão do Instituto Gregoriano de Lisboa

Panteão Nacional

O Panteão Nacional, antiga Igreja de Santa Engrácia, possui um órgão de tubos histórico de tipo ibérico.

Montra do órgão

Órgão do Panteão Nacional

Órgão do Panteão Nacional

Sé Patriarcal

> lado do Evangelho

No altar-mor, do lado da Epístola, a Sé Patriarcal (Igreja de Santa Maria Maior) possui um órgão Flentrop 1964, de quatro manuais e pedaleira, com acoplamentos, reparado por António Simões com o patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian.

Órgão Flentrop

Grande órgão da Sé Patriarcal

Grande órgão da Sé Patriarcal

consola

Órgão da Sé Patriarcal. consola, créditos Daniel Oliveira, 2022

Órgão da Sé Patriarcal. consola, créditos Daniel Oliveira, 2022

No coro alto, a Sé dispõe de um órgão positivo Flentrop construído em 1964, de um manual e pedaleira acoplada

Particulares

Nuno Oliveira

positivo moderno de Nuno Oliveira

Organo ad ala Nicola Ferroni

Organo ad ala Nicola Ferroni

Pe. Pedro Gonçalves

Para o Pe.Pedro Gonçalves, António construiu um órgão em 1984.

Desaparecidos

Igreja do Mosteiro dos Jerónimos

A Igreja do Mosteiro dos Jerónimos já teve um órgão António Xavier Machado e Cerveira, s. nº, 1789, desaparecido.

Igreja Paroquial de Nossa Senhora dos Anjos

A Igreja dos Anjos já possuiu um órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus s. nº, s. d., desaparecido.

Escolas que lecionam órgão 

  • Escola Superior de Música de Lisboa
  • Escola de Música do Conservatório Nacional
  • Instituto de Música Vitorino Matono
  • Instituto Gregoriano de Lisboa
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/lisboa-se.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:49:502026-04-23 08:27:44Lisboa e os seus órgãos de tubos
Igreja de São Luís Matriz de Pinhel
Músicas no Concelho

Pinhel e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Pinhel [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de Pinhel

Igreja de São Luís Matriz de Pinhel

Igreja de São Luís Matriz de Pinhel

Contígua à Igreja da Misericórdia de Pinhel, a Igreja Paroquial de São Luís (matriz de Pinhel) está localizada no Largo D. Cristóvão de Almeida Soares, na cidade de Pinhel. A fundação da Igreja e Convento de São Luís remonta a 1596. É uma igreja eclética de planta longitudinal, sendo constituída por elementos seiscentistas (portal e nave única), por elementos oitocentistas (portal em arco, torre sineira e as janelas em arco) e por elementos atuais, como o coro-alto.

Foi edificada no século XVI, como Capela do antigo convento das Clarissas de S. Francisco fundado por Luís de Figueiredo Falcão, e era a Sé de Pinhel. Apresenta talha barroca no altar-mor, teto em caixotões e paredes forradas a azulejos seiscentistas policromados. Tem um púlpito artístico. Foi classificada como Imóvel de Interesse Público por despacho de agosto de 1980.

Localizado no coro alto da Igreja de São Luís de Pinhel está o órgão de dois teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos. De origem francesa, foi montado por Augusto Joaquim Claro, em 1904, em construção pneumática tubular, e restaurado pelo organeiro António Simões em 1989. Esta técnica que antecede a aplicação de sistemas elétricos, muito usada na época em França e na Alemanha. De acordo com António Simões, “este sistema permitia usar o instrumento com muita facilidade, no que diz respeito à combinação de jogos, embora a sua complexidade desse origem a diversas avarias.”

coro alto

Órgão da igreja de São Luís, Pinhel

Órgão da igreja de São Luís, Pinhel

Montra do órgão

Órgão da igreja de São Luís, Pinhel

Órgão da igreja de São Luís, Pinhel

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/pinhel-sao-luis-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:01:442024-11-14 16:19:49Pinhel e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Vila Nova de Tázem
Músicas no Concelho

Gouveia e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Gouveia [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja de Vila Nova de Tázem

Igreja Matriz de Vila Nova de Tázem

Igreja Matriz de Vila Nova de Tázem

Construída entre 1894 e 1903 e restaurada em finais do século XX, a Igreja Matriz de Vila Nova de Tázem é um templo revivalista neorromânico e neogótico constituído por uma planta retangular com nave retangular, Capela-mor e, adossadas, uma sacristia e uma torre sineira quadrangular.

A Igreja de Nossa Senhora da Assunção, Matriz de Vila Nova de Tázem, possui um órgão construído em 1903 pelo Padre Moura, restaurado em 1994 por António Simões.

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/gouveia-vila-nova-de-tazem-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:01:142024-11-13 22:56:26Gouveia e os seus órgãos de tubos
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