Órgãos de tubos do concelho de Montemor-o-Novo [2]
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Montemor-o-Novo
Igreja da Misericórdia de Montemor-o-Novo
A Igreja da Misericórdia de Montemor-o-Novo faz parte de um conjunto composto pela igreja e pelos edifícios adjacentes onde se encontra um importante arquivo da Misericórdia. A igreja foi construída em 1532 e é famosa pelo seu magnífico portal de estilo manuelino, enquanto que os restantes edifícios datam do século XVII.
Órgão histórico é da autoria de Pascoal Caetano Oldovini (Oldoni, Oldovino ou Olduvini), executado em 1752.
Igreja Matriz de Montemor-o-Novo
[ Igreja Paroquial ]
Igreja Matriz de Montemor-o-Novo
A Igreja Matriz de Montemor-o-Novo é um edifício de arquitetura religiosa do século XVII, ladeada por duas torres com cúpulas piramidais revestidas a azulejos. Tem uma só nave, com abóbadas decoradas com pinturas murais do século XVIII. Possui seis capelas laterais abrindo para a nave por arcos de volta perfeita, unidos entre si ao nível das mísulas por cornija. Por baixo da Capela-mor encontra-se a cripta de São João de Deus onde, segundo a tradição, se localiza a casa da Rua Verde onde nasceu, em 1495, João Cidade (São João de Deus).
Fonte: All about Portugal
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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António José Ferreira
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/montemor-o-novo-misericordia-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:57:242024-11-17 12:59:29Montemor-o-Novo e os seus órgãos de tubos
Com um vasto património religioso e arquitetónico, Évora dispõe de condições para a prática e o ensino do órgão em instrumentos históricos. Na Universidade de Évora, Célia Sousa Tavares e outros organistas fizeram o curso de Mestrado em Música – Órgão, sob a orientação de João Vaz.
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja da Misericórdia de Évora
Igreja da Misericórdia de Évora
A Igreja da Misericórdia de Évora é um importante monumento religioso da cidade, situado no Largo da Misericórdia, freguesia da Sé e São Pedro. A fundação da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Évora remonta a 1499, tendo sido instituída pelo próprio rei D. Manuel I, pela sua mulher a Rainha D. Maria e pela sua irmã, a rainha-viúva D. Leonor. Tendo tido a primeira sede na Capela de São Joãozinho (anexa ao Convento de São Francisco), veio transferida para este local já no reinado de D. João III. A primeira pedra da igreja foi lançada em 1554. A igreja, de uma só nave e de sóbrias proporções, apresenta um majestoso conjunto de arte barroca dos séculos XVII e XVIII, sendo uma das mais belas igrejas da Cidade. As paredes laterais revestem-se de belíssimos painéis de azulejos azuis e brancos, encimados por telas a óleo, representando as obras de misericórdia espirituais e materiais. A parede fundeira é preenchida por um notável retábulo de talha dourada, encimado pela representação, a óleo, da Virgem da Misericórdia. O trono da exposição solene da Sagrada Reserva, em Quinta-Feira Santa, é ocultado durante o resto do ano por outra tela, representando a Visitação de Nossa Senhora a sua prima Isabel. Do lado direito, no corpo da igreja, levanta-se a galeria com os assentos onde tomam lugar os mesários da Irmandade durante as cerimónias solenes.
Fonte: Wikipédia
No coro da Igreja da Misericórdia de Évora está o órgão histórico da autoria de Pascoal Caetano Oldovini (Oldoni, Oldovino ou Olduvini), executado em 1764.
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Igreja das Mercês
Igreja do Convento das Mercês, Évora
O convento agostinho de Nossa Senhora das Mercês é um edifício de arquitetura religiosa, chã, proto-barroca e Rococó. Foi construído no local de um palácio manuelino de que subsiste uma sala com abóbada polinervada. A igreja é de planta longitudinal composta por nave única, transepto, cruzeiro, Capela-mor e coro-alto, dispondo de tribunas. A cobertura interior é em abóbada de berço, rompida ao nível do cruzeiro por torre lanterna, sendo a importância deste último espaço reforçada pelos quatro arcos triunfais em talha dourada. A sacristia tem azulejos barrocos. Destaca-se o importante programa Rococó no desenho da fachada principal, o conjunto azulejar da nave, cruzeiro e sub-coro e retábulos. A organização espacial da igreja e a valorização do cruzeiro remete para uma tipologia de igrejas Rococó onde se integra a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco em Faro. É um espaço de culto transformado para uma função de índole cultural, onde se destaca o programa azulejar Rococó com cenas da vida mariana.
Fonte: Monumentos
A Igreja do Convento de Nossa Senhora das Mercês (Museu de Artes Decorativas) possui um órgão histórico da autoria de Pascoal Caetano Oldovini (Oldoni, Oldovino ou Olduvini), executado em 1762. Foi restaurado em 1990 por António Simões, a expensas do IPPC.
Igreja do Carmo
Igreja de Nossa Senhora do Carmo, Évora
Datado de 1531, o primitivo Convento de Nossa Senhora do Carmo em Évora localizava-se junto da Porta da Lagoa (exterior) e foi destruído durante a Guerra da Restauração. O atual convento é de finais do século XVII, de estilo Barroco e ocupa o antigo paço quinhentista dos Duques de Bragança, do qual subsistem alguns elementos. No exterior da igreja merece destaque a Porta dos Nós (símbolo da Casa de Bragança), a escadaria para o pátio e o zimbório. O seu interior é constituído por uma só nave, de planta retangular, com seis capelas laterais e Capela-mor que ostenta a maior cúpula da cidade. Possui pinturas do ciclo maneirista. Após a extinção das ordens religiosas, o convento teve várias ocupações e pertence atualmente à Universidade de Évora.
Fonte: CME
A Igreja do Convento de Nossa Senhora do Carmo possui um órgão histórico da autoria de Pascoal Caetano Oldovini (Oldoni, Oldovino ou Olduvini), 1744. Foi restaurado em 2004 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.
Órgão de armário com portadas abertas
Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Carmo
Igreja da Graça do Divor
Igreja de Nossa Senhora da Graça do Divor
A Igreja de Nossa Senhora da Graça do Divor é um Imóvel de Interesse Público. Está situada no pequeno monte, fora da zona urbana da aldeia de Divor, na Herdade da Água da Prata que, desde a época medieval, pertence à Sé de Évora. Desconhecendo-se a data da fundação, sabe-se que ainda não existia aquando da edificação do aqueduto, que decorreu no século XVI. Acredita-se que, segundo as semelhanças com a Igreja de São Mamede de Évora, tivesse sido o arquiteto Diogo de Torralva. É uma igreja fora do normal mas muito frequente em templos alentejanos, que remonta desde o final do gótico, com a fachada antecedida por uma galilé em mármore com as tonalidades de azul e branco. Desenvolve-se numa planta longitudinal. A fachada apresenta só uma porta de verga reta encimada por um frontão triangular e no remate é formada por dois campanários desprovidos de sinos. No seguimento do exterior e para além dos robustos contrafortes, pode-se observar as estações da Via Sacra em azulejos, figurando a cruz do calvário pontuando as paredes da nave.
Fonte: Visitar Portugal
A Igreja de Nossa Senhora da Graça do Divor possui órgão de tubos
Igreja de São Francisco
Igreja de São Francisco, Évora
A Igreja de São Francisco é um edifício de arquitetura religiosa dos séculos XV e XVI, de estilo manuelino-mudejar e renascentista construído em substituição de um anterior templo gótico, do qual subsistem alguns vestígios. Teve anexo o Palácio Real e foi considerada como Igreja Real, na qual se realizaram importantes cerimónias, com o casamento do príncipe D. Afonso com D. Isabel de Castela, em 1490. A fachada é caracterizada pela volumetria dos coroamentos e o portal está decorado pelos emblemas régios de D. João II e D. Manuel I. O interior apresenta uma nave única, de planta retangular e em cruz latina, destacando-se o altar-mor e a Capela da Ordem Terceira de S. Francisco, de estilo Barroco. A maior curiosidade popular reside na Capela dos Ossos, de três naves formadas completamente por ossadas humanas (século XVII). O convento foi demolido em finais do século XIX.
Fonte: CME
Órgãos de Pascoal Caetano Oldovino
Em 4 de Janeiro de 1742, o eborense D. Frei José Maria da Fonseca e Évora, Ex-geral dos Frades Menores em Roma e assistente ao Sólio Pontifício, recém nomeado bispo do Porto, contrata em Lisboa o organeiro genovês D. Pascoal Caetano Oldovino para fazer um órgão novo para a igreja de S. Francisco.
Com o sucesso deste primeiro instrumento, surgem outras encomendas, que o levam a estabelecer-se definitivamente em Évora, comprar residência e montar oficina. Casa-se em Setembro de 1762, na ermida de Nossa Senhora ao pé da Cruz, com Laureana Rosa Lizarda, originária de Palmela, de quem não teve filhos, e integra-se plenamente na vida social e religiosa eborense até à sua morte em 25 de Abril de 1785.
Dos mais de trinta órgãos que construiu para todo o Alentejo, e a que imprimiu um cunho especial de qualidade hoje reconhecível, deixou mais dois na igreja de São Francisco. Um, de armário, de 1756, para o coro de cima (antiga tribuna Real).
No Núcleo Museológico da Igreja de São Francisco existe “outro do mesmo tipo, feito para o Convento do Salvador em 1751, com uma caixa de grande efeito decorativo. Outro mais pequeno, um realejo datado de 1762, era o seu instrumento pessoal.
Oldovino manteve sempre uma ligação muito estreita com a igreja de São Francisco: professou em 1745 na Ordem Terceira, pertenceu às Irmandades de Nossa Senhora da Conceição (extinta em 1779) e à de Santo António, à qual legou o seu realejo e em cuja Capela foi sepultado.
Fonte: Igreja de São Francisco/Artur Goulart, historiador
A Igreja do demolido convento de São Francisco, na capela-mor, lado do Evangelho, possui um órgão histórico.
Órgão da Capela-mor
Órgão da Igreja de São Francisco, Capela-mor
transepto direito da nave, apresenta também órgão positivo histórico [ I; 3 (0+1) ] de Pascoal Caetano Oldovino, 1762, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2004, opus 47.
Órgão positivo de armário
Órgão da Igreja de São Francisco
positivo de armário
Órgão do Núcleo Museológico da Igreja de São Francisco, Évora, créditos Paulo Bernardino
varandim e montra
Órgão da Igreja de São Francisco, tribuna
Igreja do Espinheiro
Igreja do antigo Convento do Espinheiro
A história e origem do Convento do Espinheiro está ligada a uma lenda que relata a aparição de uma imagem da Virgem sobre um espinheiro, por volta de 1400. Em 1412 foi mandada edificar uma ermida em honra de Nossa Senhora e dada a crescente importância deste local como ponto de peregrinação, no ano de 1458, durante o reinado de D. Afonso V, foi fundada a igreja e posteriormente o convento, o qual foi povoado por monges da Ordem de S. Jerónimo. Leia MAIS.
A Igreja do antigo Convento de Nossa Senhora do Espinheiro possui um órgão histórico da autoria de Pascoal Caetano Oldovini (Oldoni, Oldovino ou Olduvini), de data desconhecida.
Igreja do Convento de Nossa Senhora dos Remédios
Igreja do Convento de Nossa Senhora dos Remédios
Na sequência da remodelação da Ordem do Carmo, os carmelitas descalços instalaram-se no séc. XVI em Évora, fora da muralha fernandina, frente à torre de menagem. A Igreja foi sagrada em 1614. Devido à sua localização, o Convento teve papel de relevo nos assédios de Évora: durante a guerra da independência (maio de 1663), foi palco de combates entre castelhanos e portugueses; e na primeira invasão francesa, o Convento foi ocupado e saqueado. Depois do saque, a extinção das ordens religiosas e a nacionalização dos seus bens reduziram radicalmente a importância do Convento. No reinado de D. Maria II, foi entregue à CME, assim como a cerca anexa, utilizada como cemitério público, função que se mantém. Após anos de abandono, a Câmara promoveu no final do séc. XX importantes obras de recuperação, tendo ali instalado, para além do Departamento de Arqueologia, o Grupo Eborae Musica – que tem funcionado na Igreja, ajudando a preservá-la – e alguns espaços expositivos.
Fonte: CME
Órgão antes do restauro
Órgão da Igreja do Convento de Nossa Senhora dos Remédios
Igreja do Espírito Santo
Igreja do Espírito Santo
Construída no século XVI, a Igreja do Espírito Santo é de estilo maneirista, de planta tipicamente jesuítica. A frontaria é constituída por pórtico de sete arcadas redondas e nas traseiras existem as típicas torres anãs, invisíveis da fachada principal. Tem uma só nave, em planta de cruz latina, com capelas enriquecidas com talha dourada. A sacristia tem a abóbada revestida de pinturas a fresco, contendo cenas iconográficas relacionadas com a história da Companhia de Jesus (séc. XVI). A fundação do Colégio deve-se ao cardeal infante D. Henrique e as obras de construção foram iniciadas em 1551. A inauguração solene aconteceu em 1559. Desta época destaca-se o claustro, o refeitório e o lavabo. Sofreu aditamentos nos séculos XVII e XVIII: a Sala dos Actos Solenes com fachada barroca, as Salas de Aulas com as cátedras de madeiras exóticas de angelim e os silhares de azulejos historiados de 1744-49, e a antiga Livraria com o teto pintado a fresco (séc. XVIII). O ensino era da responsabilidade dos jesuítas, pelo que, após a sua expulsão em 1759, a Universidade foi encerrada. Nela lecionaram grandes figuras da cultura da época, como Luís de Molina, Sebastião Barradas e Luís António Verney. A atual Universidade surgiu em 1979.
Fonte: CME
A Igreja do Colégio do Espírito Santo possui órgão de tubos histórico.
Montra do órgão
Órgão da Igreja do Espírito Santo
Igreja dos Lóios
Igreja dos Lóios, Évora
Construído sobre o que restava de um castelo medieval, o convento constitui um excelente testemunho arquitetónico do Tardo-Gótico alentejano. A primeira pedra do Convento dos Lóios de Évora foi lançada em 1487, por iniciativa do primeiro conde de Olivença, D. Rodrigo de Melo, guarda-mor do rei D. Afonso V, e também Governador de Tânger, que dois anos antes iniciara a construção da igreja anexa (da invocação de São João Evangelista), destinada a panteão de família. Destaca-se, no piso térreo, a entrada da antiga Sala do Capítulo, já quinhentista, rasgada por um exuberante portal mainelado com arcos em ferradura, perfeito exemplar da arquitetura regional manuelino-mudéjar. Nesta mesma porta está um medalhão evocando a participação de D. Rodrigo na Batalha de Azamor, em 1508, pelo que as obras desta sala terão datação aproximada.
Fonte: DGPC, SML
A Igreja dos Lóios (São João Evangelista) possui órgão de tubos.
Igreja de Santo Antão
Igreja Matriz de Santo Antão
Situada na Praça de Giraldo, freguesia de Santo Antão, a Igreja Paroquial de Santo Antão é um monumento religioso da cidade de Évora. Foi mandada construir pelo Cardeal D. Henrique, Arcebispo de Évora, no lugar onde se erguia a medieval ermida de Santo Antoninho.
A Igreja Paroquial de Santo Antão possui órgão de tubos.
Igreja de Machede
Igreja Matriz de São Miguel de Machede
A Igreja Matriz de São Miguel de Machede, ou de São Miguel Arcanjo, possui órgão de tubos.
Sé de Évora
Sé de Évora
Dedicada a Santa Maria, a Catedral de Évora foi edificada nos séculos XIII e XIV, sob o patrocínio real de D. Afonso III e do bispo D. Durando Pais, nos estilos românico e gótico. Destaca-se o pórtico ogival, guarnecido por esculturas do Apostolado e o claustro. Anteriormente existiu outra sede episcopal, mas ignora-se a sua localização. A Capela-mor é do século XVIII (estilo Barroco), de autoria do arquiteto alemão Frederico Ludovici. No seu interior, existem muitos elementos arquitetónicos e artísticos de relevância, como o cadeiral do coro, o órgão renascentista, as peças do Museu de Arte Sacra (escultura, pintura, paramentaria e ourivesaria), entre outros.
Fonte: CME
A Sé de Évora possui órgão renascentista em tribuna à entrada.
Órgão da tribuna à entrada
Órgão renascentista da Sé de Évora, créditos Nuno Veiga/Lusa
Desde 1967, que não era sujeito a intervenções de restauro, tendo então sido restaurado com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. A Direcção Regional da Cultura e o Cabido da Sé encontraram um novo mecenas, que agora foi a Associação Japonesa Kamakura-Portugal, interessada também ela na conservação do património musical em Portugal e que contribuiu para o seu restauro.
“Os primeiros príncipes que vieram do Japão a Portugal passaram por Évora e tocaram neste órgão, daí o significado histórico e a importância que os japoneses atribuem ao instrumento, fazendo com que muitos grupos nos visitem e peçam, até, para ouvirem um pequeno apontamento.” (cónego Eduardo Pereira da Silva, vigário geral da arquidiocese de Évora)
Este facto traz a Évora todos os anos muitos visitantes japoneses. O restauro em 2023 é uma oportunidade para que, 441 depois, mãos japonesas também de uma jovem, Mizuki Watanabe, tocarem o órgão renascentista, a 13 de maio, com o organista da Sé, Rafael Reis, num concerto que inclui canto, órgão e corneta.
Na Capela-mor, lado do Evangelho, apresenta um órgão histórico da autoria de Pascoal Caetano Oldovini (Oldoni, Oldovino ou Olduvini), executado em 1758. Foi reparado em 1992, por António Simões, a expensas do Cabido.
tribuna e órgão
Órgão da Capela-mor da Sé de Évora
No transepto direito, apresenta um órgão positivo de armário.
Órgão de armário do transepto
Órgão da Sé de Évora, transepto do lado do Evangelho
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/evora-se.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:56:462024-10-28 18:43:47Évora e os seus órgãos de tubos
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja do Convento de São Francisco de Estremoz
Igreja de São Francisco, Estremoz
Edifício de arquitetura religiosa gótica, renascentista, barroca, neste convento franciscano se encontram a Capela de D. Fradique renascentista; altar-mor de talha barroca e frontaria setecentista. No braço S. do transepto, retábulo com árvore de Jessé em talha polícroma. A Capela tumular de D. Fradique de Portugal, aparatosa, ostenta um pórtico plateresco de nítida influência do protorenascimento castelhano – flamengo. Os pináculos, janelas maineladas e estrutura interior aparentam obra notável do ciclo quatrocentista da Batalha. A estrutura arquitetónica e os elementos de decoração interior parecem do séc. XV pleno ou inicial. O pórtico interior renascentista do ciclo flamengo – plateresco, é provavelmente execução tosca e mal interpretada de desenho enviado de Espanha por Dom Fradique, com trabalho de lavor medíocre nos pormenores escultóricos. Túmulo de Esteves da Gata é característico do ciclo tumular trecentista da Catedral de Évora, que tem por protótipo o do Bispo Dom Pedro IV, no claustro Catedral. É um dos mais antigos da Ordem em Portugal, fundador de um estilo chão do gótico português de inspiração monástica, que tanto influenciou a arquitetura religiosa em Portugal.
Fonte: Monumentos
Órgão de armário com portadas abertas
Órgão da Igreja do Convento de São Francisco
Órgão histórico [ I; 2(4+4) ] construído por Manoel Francisco Coelho Guimarães em 1790, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, com sede em Esmoriz, opus 26, restauro executado em 1999.
Igreja do Convento de Nossa Senhora da consolação
Igreja do Convento de Nossa Senhora da Consolação
Quando em 1669 o príncipe regente D. Pedro autorizou a fundação de um convento da Ordem dos Agostinhos Descalços em Estremoz, teve início um processo moroso e algo difícil para a implantação da ordem. Sabe-se que Agostinhos chegaram a Estremoz em 1671 e que terão tido algumas dificuldades até encontrarem o local para se sediarem, em dependências da Irmandade do Espírito Santo. Apesar das obras de melhoramento levadas a cabo pela Irmandade, só nos inícios do século XVIII o edifício foi alvo de grandes trabalhos arquitetónicos, durante o final do reinado de D. Pedro II mas sobretudo, durante o reinado do Rei Magnânimo, D. João V. No exterior, destaca-se a sóbria fachada da igreja e do convento, de uma arquitetura barroca de inícios de Setecentos. Na fachada da igreja, são de assinalar os dois anjos a venerar a cruz, bem como o cronograma sobre o portal indicando a data de conclusão da igreja, 1719. O interior encerra um conjunto artístico fenomenal, constituindo um dos mais importantes edifícios barrocos existentes no concelho de Estremoz. Do ponto de vista artístico, a igreja destaca-se pela beleza dos retábulos dos altares, os painéis de azulejos atribuídos a António de Oliveira Bernardes (um dos pintores mais conhecidos do Barroco), do órgão joanino em talha dourada e amosaicada, os diversos conjuntos de azulejos de “figura avulsa” das diferentes salas do convento.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/estremoz-sao-francisco-convento-igreja_rubem-porto-jr.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:56:132021-06-22 11:12:18Estremoz e os seus órgãos de tubos
De acordo com a informação disponível, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Borba
Igreja da Misericórdia de Borba
A Santa Casa da Misericórdia de Borba foi fundada como Irmandade do Espírito Santo em 26 de Junho de 1417. Só em 1516 se tornou numa Santa Casa da Misericórdia, seguindo o exemplo da instituída em Lisboa. A sua igreja terá sido a primitiva Igreja Matriz de Santa Maria do Castelo.
Órgão histórico da autoria de Pascoal Caetano Oldovini (Oldoni, Oldovino ou Olduvini), 1771.
Igreja Paroquial de São Bartolomeu
Igreja Paroquial de São Bartolomeu
Situada na freguesia do mesmo nome, a Igreja de S. Bartolomeu é um edifício da segunda metade do séc. XVI, construído no local de uma pequena ermida quatrocentista. De estrutura simples, a sumptuosidade e elegância do mármore revelam-se nos altares, mesas, pórticos, fontes e lavabos do interior. No exterior, destaca-se o portal renascentista, em mármore, com baixos-relevos representando cenas do martírio de S. Bartolomeu nas bases das colunas laterais. Ao alto, num nicho, podemos ver uma imagem do santo, em mármore policromado, do séc. XVII. De notar também a curiosa torre sineira, com uma cúpula de bolbos animada por bandeiras aos cantos. Na fachada Este, existe um portal semelhante ao principal, sobreposto por um nicho com uma imagem da Imaculada Conceição, também em mármore. A nave única, de três tramos, é coberta por abóbada de nervuras, totalmente pintada com ricos motivos de brutesco. As paredes laterais, onde foram recortadas seis capelas, estão revestidas por painéis de azulejos com o curioso motivo da “maçaroca de milho”, datados do séc. XVII. A passagem para a Capela-mor é feita por um elegante arco triunfal em mármore branco e negro da região. No teto, vêem-se frescos com o tema da abóbada do corpo da igreja. O revestimento das paredes, também em mármore regional, foi colocado durante o reinado de D. João V, por volta de 1730, para substituir o anterior em azulejo.
Existe na igreja um órgão histórico da autoria do organeiro António Xavier Machado e Cerveira, opus 75, executado em 1808.
Igreja Matriz de Borba
[ Igreja de Nossa Senhora das Neves ] [ de Nossa Senhora do Sobral (ou Soveral) ]
Igreja Matriz de Borba
Consagrada a Nossa Senhora das Neves, a Igreja Matriz de Borba está localizada junto aos Paços do Concelho, fora do perímetro das muralhas. Foi fundada em 1420, como confirma uma lápide no interior do templo, por Frei Fernandes Rodrigues de Sequeira, mestre da Ordem Militar de Avis. Foi reconstruída no séc. XVI, quando o Mestrado de Avis foi integrado na coroa portuguesa pelo rei D. João III. Na fachada, destaca-se o portal renascentista feito com mármore da região. A torre sineira foi construída posteriormente, na segunda metade do séc. XVIII, após a destruição causada pelo terramoto de 1755. O interior, de três naves, é enriquecido pelo mármore, presente nas colunas e na decoração dos altares laterais, e pelo revestimento azulejar das paredes datado de 1650. Do lado do Evangelho, está a Capela de Nossa Senhora do Bom Sucesso, a Capela das Almas e a Capela do Anjo da Guarda (transformada em Batistério). Do lado direito, da Epístola, encontram-se a Capela de Nossa Senhora do Rosário, a Capela da Misericórdia e a Capela de Nossa Senhora da Conceição.
Existe na igreja um órgão histórico da autoria do célebre organeiro português António Xavier Machado e Cerveira, [ opus 89, 1819 ? ].
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/borba-sao-bartolomeu-igreja_vitor-oliveira.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:55:312024-12-05 22:17:15Borba e os seus órgãos de tubos
[ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora dos Mártires ]
Igreja Matriz de Arraiolos
A Igreja Matriz de Arraiolos é um edifício de arquitetura religiosa que tem a sua origem antes de 1302, num templo que antecedeu o templo atual. Inicialmente batizada com o nome de Santa Maria, foi vítima de danos muito graves durante a sua existência e acabou por ser abandonada durante o século XVII. No ano 1747, por ordem do Arcebispo D. Miguel de Távora, foi reconstruída na integra a igreja abandonada. Houve uma transição para o Barroco-Rococó, passaria a invocar Nossa Senhora dos Mártires. De planta retangular de uma só nave, apresenta a fachada em frontão triangular ladeada por pináculos piramidais. É constituída por três rasgos, o portal principal de moldura reta ladeado por duas colunas, sobrepujado de um entablamento e encimado por um bloco de mármore com inscrições e este está ladeado por duas aletas. É rematado por um frontão curvo interrompido por um nicho com uma imagem. Esta está ladeada por duas janelas de verga reta com gradeamento.
Fonte: Visitar Portugal
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/arraiolos-matriz-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:54:302024-12-05 20:56:42Arraiolos e os seus órgãos de tubos
De acordo com a informação disponível, existem no Concelho dois órgãos históricos, nas seguintes igrejas.
Igreja do Seminário das Missões
Cernache do Bonjardim [ de São João Baptista ]
Seminário das Missões, Cernache do Bonjardim
O Real Colégio das Missões Ultramarinas (nome original) foi mandado construir por D. João VI com a finalidade de preparar sacerdotes para o Grão Priorado do Crato. Por aqui passaram figuras de relevo, da vida eclesiástica e de outras atividades, sendo por muitos considerado como “o mais notável foco missionário em Portugal nos tempos modernos”. Construído em 1794, foi dotado em 1801, pela rainha D. Mariana de Áustria, com uma renda para formar padres para a China. Em 1834, D. Joaquim António de Aguiar extinguiu as ordens religiosas e o colégio foi encerrado. Reabriu em 1855, sob a dependência do então Ministério das Colónias, com a função de preparar pessoal missionário para os territórios ultramarinos do Padroado. O Colégio das Missões foi convertido em Liceu Colonial. Durante a implantação da República, a torre da igreja do seminário foi destruída, assim como algumas imagens religiosas. Em 1930, o seminário passou a integrar a Sociedade Missionária da Boa Nova. Além de possuir um vasto património artístico e cultural, de onde se destacam os azulejos que retratam cenas de evangelização colonial, o seminário dispõe de uma biblioteca com cerca de 7.300 obras. Na igreja do seminário, merece especial atenção o altar-mor de estilo hispano-árabe e o órgão do séc. XVIII, além de vários quadros do pintor Bento Coelho da Silveira. Veneram-se neste templo as imagens de Nossa Senhora da Conceição e de São João Batista.
Órgão de tubos
O órgão foi construído em 1804 pelo grande organeiro António Xavier Machado e Cerveira, seu opus ou trabalho nº 68. O órgão tem apenas um teclado manual e 16 meios registos (8+8). Foi restaurado em 1992, pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, com sede em Esmoriz, sendo o seu opus 1.
Tubaria da montra
Órgão da Igreja do Seminário das Missões
Igreja Matriz de Cernache do Bonjardim
[ Igreja Paroquial ] [ São Sebastião ]
Igreja Matriz de Cernache do Bonjardim
Imóvel de Interesse Público (1960), a Igreja Matriz de Cernache do Bonjardim começou a ser construída em 1555. É uma igreja renascentista com teto tripartido, três altares de talha dourada e Capela-mor com panos murários revestidos de azulejos figurativos. Num estilo similar ao gótico, interiormente, o templo é dividido em três naves, sendo a nave central mais alta, separadas por cinco arcos torais de volta perfeita assentes em colunas toscanas. Ao fundo, vê-se o coro alto em madeira. Ladeando o arco triunfal, dois altares com retábulos de talha dourada, dedicados à Virgem Maria e ao Sagrado Coração de Jesus. Abrindo para a Capela-mor, há um arco triunfal de volta perfeita com pedra de armas em talha no fecho, encimado por nicho integrando a imagem de Cristo Crucificado e ladeado por colunas pseudo-salomónicas. As paredes são revestidas por painéis de azulejos figurativos azuis e brancos, setecentistas, com cenas da vida de São Sebastião e ao centro possui um retábulo em talha dourada. É coberta por abóbada de berço com caixotões delimitados por frisos de cantaria. Atualmente, a igreja é composta pelo altar-mor e seis altares laterais e contempla azulejos setecentistas que revestem as paredes da Capela-mor, sendo os tetos das naves forrados a madeira.
Fonte: CMS
O órgão, que tem um só teclado manual, está localizado na nave, do lado do Evangelho.
Órgão da matriz de Cernache do Bonjardim
Montra do órgão
Órgão da Matriz de Cernache do Bonjardim
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/serta-cernache-do-bonjardim-seminario-das-missoes.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:52:382024-11-20 10:04:04Sertã e os seus órgãos de tubos
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja de Alpedrinha
Igreja Matriz de Alpedrinha, Fundão
A Igreja Matriz de Alpedrinha é um templo de raiz românica (séc. XII – XIII), remodelado na segunda metade do séc. XVI. Tem uma fachada sóbria, com portal clássico, enquadrada por duas torres sineiras. Possui um qualificado espaço interior, onde se evidenciam os altares com decoração clássica, da época quinhentista, e os objetos litúrgicos ligados ao culto, que deram origem a um pequeno conjunto museográfico onde se integram paramentos do séc. XVI, objetos de arte sacra e pinturas em tábua e tela do séc. XVIII.
A Igreja Matriz de Alpedrinha, de São Martinho, possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de Joaquim António Peres Fontanes, construído em 1798, restaurado por António Simões em 1985.
Órgão ibérico da Igreja Matriz de Alpedrinha
Reciclanda
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/fundao-alpedrinha-matriz-igreja_vitor-oliveira.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:43:062024-11-10 12:11:00Fundão e os seus órgãos de tubos
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja de Santa Maria Maior
Igreja Paroquial de Santa Maria Maior
A Igreja Paroquial de Santa Maria Maior foi construída no séc. XIX no local da antiga Capela de Santa Maria do Castelo, do séc. XVI. O revestimento azulejar que cobre a fachada com cenas da vida da Virgem foi aplicado em 1940. No interior há imagens de valor, nomeadamente as de São Francisco de Sales e de Santa Teresa de Jesus, assim como a Relíquia do Santo Lenho oferecida por D. Luís à Capela de Santa Cruz.
No coro alto, encontra-se um órgão de tubos, da autoria de Augusto Joaquim Claro, construído em 1900 e restaurado por António Simões em 1985.
coro alto e enquadramento do órgão
Órgão da Igreja Matriz da Covilhã
Montra
Órgão da Igreja Matriz da Covilhã
consola
Órgão da Igreja Matriz da Covilhã
Reciclanda
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/covilha-santa-maria-matriz-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:42:202024-10-30 17:08:37Covilhã e os seus órgãos de tubos
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Antiga Sé e concatedral de Castelo Branco
Antiga Sé e concatedral de Castelo Branco
A Igreja de São Miguel está erigida num local onde, desde 1213, existem notícias da existência de um templo, cuja propriedade é atribuída aos templários. Elevada a Sé Concatedral em 1956, foi reedificada no século XVII, em estilo renascentista. São visíveis os elementos das diferentes fases de construção: arco cruzeiro do século XVI, retábulos e painéis do século XVII e Capela-mor e sacristia dos séculos XVIII-XIX. Devido à escassez de meios para fazer uma obra monumental, foi D. Martim Afonso de Melo, Bispo da Guarda, que a reedificou no último quartel do século XVII. Tem apenas uma nave que é separada da Capela-mor por um belo arco renascentista, no fecho do qual está o brasão de armas do Bispo D. Martim Afonso de Melo. Ao segundo bispo da diocese de Castelo Branco, Frei Vicente Ferrer da Rocha (1782-1814), deve-se a construção (em estilo Barroco), dos dois corpos laterais, com os quais foi aumentado o templo: a Sacristia Grande e a Capela do Santíssimo Sacramento.
Fonte: CMCB
Localizado na Capela-mor, lado da Epístola, foi construído por Joaquim António Peres Fontanes no século XVIII. Foi restaurado por António Simões em 1987, e restaurado novamente em 2018 pela Oficina e Escola de Organaria de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, sediada em Esmoriz. A obra foi promovida pela Câmara Municipal.
tribuna e montra do órgão
Órgão da Concatedral de Castelo Branco
Igreja de S. José Operário
Igreja de São José Operário
Órgão da Igreja de São José Operário, Castelo Branco, restauro por Oliver Schulte, créditos André Bandeira
Órgão da Igreja de São José Operário, Castelo Branco, restauro por Oliver Schulte, créditos André Bandeira
Reciclanda
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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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FOI NOTÍCIA
Segundo Diário Digital de Castelo Branco, de 01 maio 2013, o órgão instalado na igreja de São José Operário encontrava-se numa igreja de Liverpool e foi restaurado na firma Oliver Schulte, na Alemanha.
Foi no primeiro dia do mês de maio que o órgão de tubos instalado recentemente na Igreja de S. José Operário, Cansado, se ouviu pela primeira vez. A missa da bênção do órgão foi celebrada durante a amanhã, com a participação do coro paroquial, com a direção de Ana Paula Oliveira e José Carlos Oliveira ao órgão.
Para o maestro o órgão é uma mais valia para a igreja, mas acima de tudo para a cidade, “este órgão vai permitir termos outro tipo de eventos culturais diferentes dos que tínhamos até aqui, alargando o conhecimento deste instrumento”.
O órgão que agora está na Igreja de S. José Operário, é segundo o maestro, “um órgão de tubos já com características de grande órgão, em direção a um órgão romântico inglês” apesar de não ser um órgão sinfónico José Carlos Oliveira explica que já tem muitas características de um órgão desse tipo, “com vários timbres e variados e que permitem fazer muito reportório”.
A missa da bênção do órgão foi celebrada pelo padre Agostinho Dias, que destacou o facto de o órgão, “vir contribuir para que a divina liturgia seja mais bela e solene”.
A aquisição do órgão foi possível graças a um protocolo celebrado entre a Paróquia de S. José Operário e a Câmara de Castelo Branco, através do qual a autarquia contribuiu com 118 mil euros, para a aquisição do órgão datado do século XIX.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/castelo-branco-se.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:41:492024-10-28 19:19:01Castelo Branco e os seus órgãos de tubos
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja Paroquialde São Pedro de Castelões
[ São Pedro Apóstolo ]
Igreja Paroquial de Castelões, Vale de Cambra
A Igreja Paroquial de São Pedro de Castelões é um edifício de arquitetura religiosa, maneirista. É um templo de planta longitudinal com três naves, Capela-mor ladeada por sacristias e duas torres sineiras, aos lados da fachada principal, a que se adossa Capela lateral no flanco da nave do lado do Evangelho. Tem pilastras e pináculos sobre os cunhais e cimalhas de cornija, e gárgulas cilíndricas sobre os ângulos das cimalhas das torres. Na separação das naves tem arcadas de quatro vãos de volta plena, com as faces riscadas a simular almofadas. O arco triunfal e o da Capela lateral estão sobre pilastras, este último com as faces riscadas a simular almofadas. A igreja tem talha dourada no altar lateral do lado do Evangelho e na envolvência do arco triunfal no tipo da fase de D. Pedro II. retábulo principal e lateral do lado da Epístola, tem madeira pintada a ouro e marmoreados no tipo final setecentista. O plano de três naves não é comum nas igrejas paroquiais da região. As talhas douradas na envolvência do arco triunfal fundindo-se com os altares colaterais formam conjunto original. Os dois púlpitos, com bacias de pedra e guardas de madeira torneada. assentam sobre os pilares médios das arcadas da separação das naves, os quais são de maior secção e tem cavadas na espessura as respetivas escadas de acesso.
Fonte: Monumentos
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/vale-de-cambra-casteloes-matriz-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:35:382021-06-22 14:39:51Vale de Cambra e os seus órgãos de tubos
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