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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Igreja Matriz da Covilhã
Músicas no Concelho

Covilhã e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho da Covilhã [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja de Santa Maria Maior

Igreja Matriz da Covilhã

Igreja Paroquial de Santa Maria Maior

A Igreja Paroquial de Santa Maria Maior foi construída no séc. XIX no local da antiga Capela de Santa Maria do Castelo, do séc. XVI. O revestimento azulejar que cobre a fachada com cenas da vida da Virgem foi aplicado em 1940. No interior há imagens de valor, nomeadamente as de São Francisco de Sales e de Santa Teresa de Jesus, assim como a Relíquia do Santo Lenho oferecida por D. Luís à Capela de Santa Cruz.

No coro alto, encontra-se um órgão de tubos, da autoria de Augusto Joaquim Claro, construído em 1900 e restaurado por António Simões em 1985.

coro alto e enquadramento do órgão

Órgão da Igreja Matriz da Covilhã

Órgão da Igreja Matriz da Covilhã

Montra

Órgão da Igreja Matriz da Covilhã

Órgão da Igreja Matriz da Covilhã

consola

Órgão da Igreja Matriz da Covilhã

Órgão da Igreja Matriz da Covilhã

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/covilha-santa-maria-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 22:42:202024-10-30 17:08:37Covilhã e os seus órgãos de tubos
Antiga sé e concatedral de Castelo Branco
Músicas no Concelho

Castelo Branco e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Castelo Branco

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Antiga Sé e concatedral de Castelo Branco

Antiga sé e concatedral de Castelo Branco

Antiga Sé e concatedral de Castelo Branco

A Igreja de São Miguel está erigida num local onde, desde 1213, existem notícias da existência de um templo, cuja propriedade é atribuída aos templários. Elevada a Sé Concatedral em 1956, foi reedificada no século XVII, em estilo renascentista. São visíveis os elementos das diferentes fases de construção: arco cruzeiro do século XVI, retábulos e painéis do século XVII e Capela-mor e sacristia dos séculos XVIII-XIX. Devido à escassez de meios para fazer uma obra monumental, foi D. Martim Afonso de Melo, Bispo da Guarda, que a reedificou no último quartel do século XVII. Tem apenas uma nave que é separada da Capela-mor por um belo arco renascentista, no fecho do qual está o brasão de armas do Bispo D. Martim Afonso de Melo. Ao segundo bispo da diocese de Castelo Branco, Frei Vicente Ferrer da Rocha (1782-1814), deve-se a construção (em estilo Barroco), dos dois corpos laterais, com os quais foi aumentado o templo: a Sacristia Grande e a Capela do Santíssimo Sacramento.

Fonte: CMCB

Localizado na Capela-mor, lado da Epístola, foi construído por Joaquim António Peres Fontanes no século XVIII. Foi restaurado por António Simões em 1987, e restaurado novamente em 2018 pela Oficina e Escola de Organaria de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, sediada em Esmoriz. A  obra foi promovida pela Câmara Municipal.

tribuna e montra do órgão

Órgão da Concatedral de Castelo Branco

Órgão da Concatedral de Castelo Branco

Igreja de S. José Operário
Igreja de São José Operário

Igreja de São José Operário

Órgão da Igreja de São José Operário, Castelo Branco, do organeiro Oliver Schulte, créditos André Bandeira

Órgão da Igreja de São José Operário, Castelo Branco, restauro por Oliver Schulte, créditos André Bandeira

Órgão da Igreja de São José Operário, Castelo Branco, restauro por Oliver Schulte, créditos André Bandeira

Órgão da Igreja de São José Operário, Castelo Branco, restauro por Oliver Schulte, créditos André Bandeira

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

FOI NOTÍCIA

Segundo Diário Digital de Castelo Branco, de 01 maio 2013, o órgão instalado na igreja de São José Operário encontrava-se numa igreja de Liverpool e foi restaurado na firma Oliver Schulte, na Alemanha.

Foi no primeiro dia do mês de maio que o órgão de tubos instalado recentemente na Igreja de S. José Operário, Cansado, se ouviu pela primeira vez. A missa da bênção do órgão foi celebrada durante a amanhã, com a participação do coro paroquial, com a direção de Ana Paula Oliveira e José Carlos Oliveira ao órgão.

Para o maestro o órgão é uma mais valia para a igreja, mas acima de tudo para a cidade, “este órgão vai permitir termos outro tipo de eventos culturais diferentes dos que tínhamos até aqui, alargando o conhecimento deste instrumento”.

O órgão que agora está na Igreja de S. José Operário, é segundo o maestro, “um órgão de tubos já com características de grande órgão, em direção a um órgão romântico inglês” apesar de não ser um órgão sinfónico José Carlos Oliveira explica que já tem muitas características de um órgão desse tipo, “com vários timbres e variados e que permitem fazer muito reportório”.

A missa da bênção do órgão foi celebrada pelo padre Agostinho Dias, que destacou o facto de o órgão, “vir contribuir para que a divina liturgia seja mais bela e solene”.

A aquisição do órgão foi possível graças a um protocolo celebrado entre a Paróquia de S. José Operário e a Câmara de Castelo Branco, através do qual a autarquia contribuiu com 118 mil euros, para a aquisição do órgão datado do século XIX.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/castelo-branco-se.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 22:41:492024-10-28 19:19:01Castelo Branco e os seus órgãos de tubos
Igreja matriz de Castelões, Vale de Cambra
Músicas no Concelho

Vale de Cambra e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos de Vale de Cambra [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Paroquial de São Pedro de Castelões 

[ São Pedro Apóstolo ]

Igreja matriz de Castelões, Vale de Cambra

Igreja Paroquial de Castelões, Vale de Cambra

A Igreja Paroquial de São Pedro de Castelões é um edifício de arquitetura religiosa, maneirista. É um templo de planta longitudinal com três naves, Capela-mor ladeada por sacristias e duas torres sineiras, aos lados da fachada principal, a que se adossa Capela lateral no flanco da nave do lado do Evangelho. Tem pilastras e pináculos sobre os cunhais e cimalhas de cornija, e gárgulas cilíndricas sobre os ângulos das cimalhas das torres. Na separação das naves tem arcadas de quatro vãos de volta plena, com as faces riscadas a simular almofadas. O arco triunfal e o da Capela lateral estão sobre pilastras, este último com as faces riscadas a simular almofadas. A igreja tem talha dourada no altar lateral do lado do Evangelho e na envolvência do arco triunfal no tipo da fase de D. Pedro II. retábulo principal e lateral do lado da Epístola, tem madeira pintada a ouro e marmoreados no tipo final setecentista. O plano de três naves não é comum nas igrejas paroquiais da região. As talhas douradas na envolvência do arco triunfal fundindo-se com os altares colaterais formam conjunto original. Os dois púlpitos, com bacias de pedra e guardas de madeira torneada. assentam sobre os pilares médios das arcadas da separação das naves, os quais são de maior secção e tem cavadas na espessura as respetivas escadas de acesso.

Fonte: Monumentos

 

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/vale-de-cambra-casteloes-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 22:35:382021-06-22 14:39:51Vale de Cambra e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Vagos
Músicas no Concelho

Vagos e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Vagos

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no Concelho são os seguintes:

Igreja Paroquial de São Pedro de Calvão

Igreja Paroquial de São Pedro de Calvão

Igreja Paroquial de São Pedro de Calvão

Igreja Matriz de Vagos

Igreja Matriz de Vagos

Igreja Matriz de Vagos

A Igreja Paroquial de São Tiago de Calão possui, no coro alto, um órgão moderno Georges Heintz, datado de 2005, de dois teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos. Em 2007, esteve inserido, juntamente com o órgão histórico da Misericórdia de Aveiro, na audição da obra integral de Dietrich Buxtehude.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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FOI NOTÍCIA

Órgão de tubos da Igreja Matriz de Vagos

Inauguração do novo órgão de tubos

A 17 de fevereiro de 2005, o portal d’Aveiro noticiava:

Vai decorrer, no próximo dia 20 de Fevereiro [ 2005 ], a inauguração do órgão de tubos da Igreja Matriz de Vagos. Este evento terá lugar neste templo, às 15 horas, com a celebração da Missa solene e bênção do novo instrumento litúrgico e, cerca de uma hora depois, o concerto inaugural, a cargo do organista alemão Franz Josef Stoiber.

Trata-se de um órgão novo, construído em carvalho maciço. Inclui 2 manuais e pedaleira, e 19+1 registos, o que eleva o número de tubos a um total de 1086. O registo de palheta, o trompete 8’, pode ser tocado tanto no grande órgão como na pedaleira. Outra particularidade é o registo Voix Céleste, com o seu timbre muito angelical.

Este órgão, cujo preço ultrapassa os 180 mil euros, resulta do esforço perseverante e do empenho de um grupo de jovens – o Coral Litúrgico de S. Tiago de Vagos -, que teve, para este propósito, que se constituir associação, sem fins lucrativos.

Igreja Paroquial de São Salvador do Covão do Lobo
Igreja Paroquial de Covão do Lobo

Igreja Paroquial de Covão do Lobo

A 16 de setembro de 2009, o Correio do Vouga noticiava:

O órgão de tubos da Igreja de Covão do Lobo foi restaurado e já está ao serviço da liturgia e da cultura. O P.e Paulo Cruz liderou o restauro. Não foi tarefa fácil içar para o coro da igreja de Covão do Lobo o órgão de tubos restaurado. Ocupou toda uma manhã de agosto, implicou a montagem de andaimes e de uma grua no interior da Igreja Paroquial, exigiu a força de mais de uma dezena de pessoas, sob orientação do P.e Paulo Cruz, que é natural de Covão do Lobo, e com o acompanhamento do P.e Carlos Shimura, pároco.

“O órgão da igreja de Covão do Lobo – diz o P.e Paulo Cruz – não tem grande valor artístico. O material de que era feito era muito fraco”. Mas tem valor histórico e terá valor cultural e litúrgico para Covão do Lobo.

Segundo o P.e Paulo Cruz, pároco da Barra e da Costa Nova, que tem dedicado parte da sua actividade à música litúrgica, nomeadamente através da Edmusa (Escola Diocesana de Música Sacra) e da promoção do restauro de órgãos antigos, o órgão será do séc. XVIII, no entanto, “não há qualquer referência ao instrumento musical nos registos de contabilidade da paróquia dessa época, que existem”.

O órgão funcionou até meados do século passado. Refere o P.e Paulo Cruz que diversos habitantes de Covão do Lobo se lembram de terem dado ao fole quando eram novos. É o caso do seu pai. Nessa altura, a música saía graças ao esforço manual. Agora os foles são enchidos por motor elétrico.

A reparação deste instrumento, que durante restauro da Igreja Paroquial foi removido e guardado na residência paroquial de Covão do Lobo, onde durante anos acumulou pó, esteve a cargo da Oficina e Escola de Organaria de Esmoriz, do casal Pedro e Beathe Guimarães. Mas é justo dizer que o P.e Paulo Cruz a ele dedicou as folgas semanais dos últimos anos, trabalhando nas oficinas de Esmoriz. Já pela pintura, depois de colocado o órgão no local definitivo, foi responsável Luís Ferreira, artista de Tomar que recentemente restaurou a azulejaria da antiga igreja das Carmelitas de Aveiro.

Para quando o restauro do órgão da Sé?

O P.e Paulo Cruz dotou as suas paróquias da Barra e da Costa Nova, no arciprestado de Ílhavo, de órgãos de tubos e serviu de intermediário para que outras paróquias, como Calvão e Albergaria conseguissem igualmente equipar as igrejas paroquiais com este instrumento que dá outra dignidade à música litúrgica.

Os instrumentos provêm do centro da Europa (Holanda, Alemanha…), geralmente de paróquias protestantes, onde há igrejas a serem vendidas por já não terem fiéis há muitos anos. De vez em quando, há bons órgãos de tubos a preços acessíveis, na ordem dos poucos milhares de euros.

O grande sonho do P.e Paulo Cruz passa, no entanto, pela recuperação do órgão da Sé de Aveiro, desejo que Domingos Peixoto, outro colaborador da Edmusa, também já expressou publicamente. “Talvez consigamos em 2013”, afirma P.e Paulo. “É o ano do jubileu da restauração da Diocese”.

Jorge Pires Ferreira

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/vagos-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 22:35:022024-11-12 00:52:10Vagos e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de São João da Madeira
Músicas no Concelho

São João da Madeira e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de São João da Madeira [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de São João da Madeira

Igreja Matriz de São João da Madeira

Igreja Matriz de São João da Madeira

Da autoria do grande Mestre de Engenharia, professor António Araújo e Silva, da Escola do Porto, a Igreja Matriz de São João da Madeira foi construída em 1884 e impõe-se pela sobriedade das suas linhas arquitetónicas e pela grandeza e solidez do edifício. A Igreja é de invocação de S. João Baptista. No interior existe uma enorme riqueza e variedade, tanto em talha dourada como em motivos iconográficos e esculturais.

A Igreja Paroquial de São João Baptista de São João da Madeira possui um órgão histórico (Arp Schnitger?), construído por volta de 1700, restaurado em 1998 por António Simões.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/sao-joao-da-madeira-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 22:34:192021-06-22 14:40:25São João da Madeira e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Santa Maria da Feira
Músicas no Concelho

Santa Maria da Feira e os seus órgãos de tubos

Órgãos de Santa Maria da Feira [13]

Órgãos de tubos do Concelho

Estando todos em boas condições de funcionamento, os órgãos tornam possível a realização de concertos e ciclos de órgão, para além de permitirem a utilização em contexto litúrgico. Em setembro de 2018, as Artes estiveram em Itinerância pelo Concelho com a primeira edição do Ciclo de Órgão de Tubos de Santa Maria da Feira. 

Capela de S. Miguel de Lourosa

O órgão de tubos da Capela de S. Miguel de Lourosa foi construído pelo organeiro Detlef Kleuker, natural da cidade de Brackwede, na Alemanha, e instalado pela Ovtava Real. Trata-se de um instrumento de 4 registos, concebido de forma a ser um excelente órgão de coro ou uma opção ideal para igrejas de menor dimensão, como é o caso desta Capela, conhecida popularmente como “Capela da Feira dos Dez”, em alusão à feira mensal realizada no local, no dia 10 de cada mês.
O instrumento apresenta os seguintes registos, divididos em Bass/Diskant (B/D) – ou seja, mão esquerda e mão direita respetivamente:
Prinzipal 2’ (B/D)
Gedackt 8’ (B/D)
Rohrflöte 4’ (B/D)
Mixtur 3.f (B/D)

Dispõe ainda de uma pedaleira acoplada ao manual.

O órgão foi adquirido pela Paróquia de Lourosa em 2024, enriquecendo de forma significativa o património litúrgico e musical da comunidade.

Órgão da capela de S. Miguel de Lourosa

Órgão da Capela de S. Miguel de Lourosa

Colégio de Música de Fiães

O Colégio de Música de Fiães possui um órgão positivo moderno Nenninger (Munique) de dois teclados manuais e pedaleira, com 10 registos, construído em 1974.

É propriedade de Rui Soares,  organista na Igreja da Senhora da Conceição no Porto e, desde Dezembro de 2015, responsável pelos concertos de órgão diários na Igreja dos Clérigos no Porto. É professor de órgão no Colégio de Música de Fiães. A sua atividade integra festivais e inúmeros concertos em Portugal, Espanha, França, Suíça, Itália, Bélgica e Holanda.

Montra do órgão

Órgão do Colégio de Música de Fiães

Órgão do Colégio de Música de Fiães

consola

Órgão do Colégio de Música de Fiães

Órgão do Colégio de Música de Fiães

Registação:

Manual I

  • Rohrflöte 8’
  • Principal 4’
  • Schwiegel 2’
  • Mixtur 3f. 1’

Manual II

  • Liebgedack 8’
  • Spitzflöte 4’
  • Principal 2’
  • Larigot 2f. 1 1/3

Pedaleira

  • Subbass 16’
  • Choralbass 4’
Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
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Igreja da Misericórdia de Santa Maria da Feira

A irmandade da Misericórdia de Santa Maria da Feira foi fundada em 1594, instalando-se na ermida de São Francisco, antiga sede paroquial da vila. Cerca de 1690 os irmãos da Misericórdia deram início à edificação de um novo templo, no local onde havia existido uma igreja dedicada a São Nicolau. A estrutura foi edificada até ao primeiro terço do século XVIII.

Igreja da Misericórdia de Santa Maria

Igreja da Misericórdia de Santa Maria

Este templo apresenta uma planimetria que se desenvolve longitudinalmente, composta pelos volumes da nave e da Capela-mor, aos quais foram adossados os espaços da sacristia, Casa do Despacho e um anexo utilitário. Embora o projeto da igreja tenha sido executado já nos últimos anos do século XVII, em plena época barroca, apresenta uma curiosa inspiração de gosto maneirista, que se verifica sobretudo na estrutura decorativa da fachada principal. Disposta simetricamente em três planos, cujo central é flanqueado por duas torres sineiras e apresenta ao centro portal, ladeado por pilastras encimadas por pináculos, e sobre o qual foi aberta uma janela de iluminação do coro-alto, rematada por frontão interrompido por nicho profusamente decorado, numa estrutura que se inspira nas fachadas-retábulo da segunda metade do século XVI. O interior, de nave única, apresenta coro-alto assente sobre arco rebaixado, tribuna da irmandade, aberta na parede do lado da Epístola, e dois arcosólios, fronteiros à tribuna, que albergam os retábulos laterais. O espaço é coberto por abóbada de caixotões de madeira. Abrindo para a Capela-mor, o arco triunfal assenta sobre pilastras toscanas. O espaço da Capela-mor foi edificado sobre uma plataforma elevada, à qual se acede por quatro degraus, e é coberta por abóbada de madeira, semelhante à da nave, aqui decorada e policromada. O retábulo foi executado no primeiro quartel do século XVIII, em talha barroca dourada. O terramoto de 1755 provocou bastantes estragos no espaço do templo, nomeadamente a queda da abóbada da nave, pelo que esta foi reconstruída na segunda metade do século XVIII.

Fonte: Catarina Oliveira, GIF/IPPAR/2005

A Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Santa Maria da Feira tem um órgão de tubos, da autoria do organeiro belga, Jean Bruggman.

Igreja de Arrifana

| Igreja Matriz | de Nossa Senhora da Assunção |

No domingo, 4 de janeiro de 2026, a paróquia de Arrifana procedeu à inauguração do órgão de tubos. A cerimónia iniciou-se com a bênção do órgão que se concluiu com a apresentação solene do instrumento à comunidade. Foi construído em 1965 pelo Organeiro Führer, reconhecido pela qualidade artesanal e equilíbrio sonoro dos seus instrumentos. Proveniente de Bremen, possui 23 registos, dois manuais e pedal. Trata-se de um instrumento versátil e expressivo, capaz de servir tanto o repertório litúrgico como o de concerto, representando um importante exemplo da organaria europeia do século XX.

Um casal benemérito disponibilizou o valor do órgão, ficando os nomes perpetuados com uma placa evocativa.

A Ovtava Real desmontou o instrumento na Alemanha e montou-o no coro alto da igreja.

Órgão da igreja matriz de Arrifana, créditos Ovtava Real

Órgão da Igreja Matriz de Arrifana, créditos Ovtava Real

Igreja de Mosteirô

A Igreja de Santo André de Mosteirô é um edifício de arquitetura religiosa do séc. XVIII, de grandes dimensões, tardo-Barroco, que substitui a antiga igreja. É um templo de planta em cruz latina composta por nave, Capela-mor, dois anexos adossados e torre sineira. No interior destaque para o coro-alto, capelas do templo e o arco triunfal, todos em cantaria. Os retábulos colaterais são joaninos e os laterais possuem elementos de talha relevada e tabelas do estilo maneirista. A igreja mantém a antiga imaginária e reaproveita estruturas maneiristas nas capelas laterais e barrocas, colocadas nas capelas colaterais e reaproveitadas na composição do retábulo-mor.

Igreja Paroquial de Santo André de Mosteirô

Igreja Paroquial de Santo André de Mosteirô

O órgão Eisenbarth destinado à Capela de um hospital da cidade de Passau, na Alemanha, foi instalado no coro alto da Igreja de Mosteirô e inaugurado a 24 de maio de 2014 um (1966).

Montra

Órgão da Igreja Paroquial de Mosteirô

Órgão da Igreja Paroquial de Mosteirô

Igreja de Nogueira da Regedoura
Igreja Paroquial de Nogueira da Regedoura

Igreja Paroquial de Nogueira da Regedoura

A Igreja Paroquial de Nogueira da Regedoura possui um órgão construído pela firma C. F. Walcker, concebido para a Evangelische Kirchengemeinde de Berlim no ano de 1962, inaugurado na Igreja de Nogueira da Regedoura a 14 de março de 2010.

Montra do órgão

Órgão da Igreja de Nogueira da Regedoura

Órgão da Igreja de Nogueira da Regedoura

Tubaria

Órgão da Igreja de Nogueira da Regedoura

Órgão da Igreja de Nogueira da Regedoura

consola

Órgão da Igreja Paroquial de Nogueira da Regedoura

Órgão da Igreja de Nogueira da Regedoura

Igreja de Paços de Brandão

A Paróquia de Paços de Brandão assinalou, no dia 3 de janeiro de 2026, a inauguração do seu órgão de tubos Hillebrand, um acontecimento marcante para a vida litúrgica e cultural da comunidade.

Construído em 1969 pelo organeiro Hillebrand, em Altwarmbüchen, próximo de Hannover, na Alemanha, o instrumento esteve durante décadas ao serviço da Igreja de São Mateus, pertencente à Comunidade Evangélica Luterana Emmaus de Bremerhaven-Geestemünde e Grünhöfe. Ao longo dos anos, acompanhou celebrações, cânticos e momentos de oração, tornando-se parte integrante da vivência religiosa daquela comunidade.

Agora, após a transferência realizada pela Ovtava REAL, o órgão inicia uma nova etapa em Paços de Brandão. A sua chegada representa não apenas o enriquecimento do património musical da paróquia, mas também um sinal de comunhão entre comunidades cristãs de diferentes países e tradições.

Do ponto de vista técnico, trata-se de um órgão de tubos com dois manuais e pedaleira, dispondo de 17 registos sonoros. A sua composição combina flautados, principais, misturas e palhetas, destacando-se os registos Regal 8’ e Fagott 16’, bem como o tremulante e os acoplamentos entre manuais e pedal (I–II, I–P e II–P). Esta configuração proporciona uma ampla variedade tímbrica, adequada tanto ao acompanhamento litúrgico como à interpretação de repertório organístico de diferentes épocas.

Durante a cerimónia de inauguração, foi destacada a importância da música sacra como linguagem universal, capaz de unir pessoas, ultrapassar fronteiras e favorecer o encontro com Deus. O novo instrumento contribuirá para a dignificação das celebrações litúrgicas em Paços de Brandão, colocando a sua riqueza sonora ao serviço da oração e da participação dos fiéis.

Para além da sua função religiosa, o órgão assumirá igualmente uma dimensão cultural, estando disponível para concertos, recitais e outras iniciativas musicais. Desta forma, a comunidade pretende promover a valorização da música de órgão e contribuir para o enriquecimento da oferta cultural local.

Com esta inauguração, a Paróquia de Paços de Brandão acolhe um instrumento com uma história significativa e abre um novo capítulo na sua missão pastoral e cultural, desejando que os sons do órgão continuem a inspirar a fé, a esperança e a beleza nas gerações futuras.

Especificação do Órgão

I Manual

* Rohrflöte 8’
* Prinzipal 4’
* Spitzflöte 2’
* Rauschpfeife 2f
* Terzian 2f
* Mixtur 4–5f

II Manual

* Gedakt 8’
* Blockflöte 4’
* Octave 2’
* Scharf 3f
* Regal 8’
* Tremulant

Pedal

* Subbass 16’
* Oktave 8’
* Oktave 4’
* Nachthorn 1’
* Mixtur 4f
* Fagott 16’

Acoplamentos

* I–II
* I–P
* II–P

Órgão da Igreja de Paços de Brandão

Órgão da Igreja de Paços de Brandão

Órgão da Igreja de Paços de Brandão, consola

Órgão da Igreja de Paços de Brandão, consola

Igreja de Sanguedo

A Igreja de Sanguedo é de planta longitudinal simples composta por nave, Capela-mor e torre sineira adossada à esquerda. A fachada lateral esquerda é aberta por porta travessa. Quatro janelas rasgam o corpo da nave, 2 de cada lado. A fachada principal enquadrada por cunhais apilastrados firmados por pináculos, é aberta por portal de moldura reta sobreposta por friso e cornija sobre o qual se levanta frontão interrompido com enrolamentos entre os quais um nicho contendo imaginária e rematado por frontão triangular, ladeiam o nicho dois janelões do coro. A torre sineira apresenta dois registos separados por cornija, o primeiro elevando-se a nível do vértice da fachada principal, delimitados por cunhais apilastrados, sobre os quais se erguem pináculos e remate em platibanda cega; cobertura piramidal; o primeiro registo abre-se por janelo quadrangular ao centro e a eixo um óculo, junto da cornija; segundo registo aberto por sineiras, com moldura em cantaria e arco pleno; sobre a platibanda um relógio. No interior, apresenta nave única com paredes rebocadas e pintadas e um silhar de azulejos industriais. O coro alto assenta sobre duas colunas, abrindo-se no sub-coro, do lado do Evangelho, a Capela batismal com pia cavada por fortes gomos, tanto na taça como no pé; do lado da Epístola púlpito de bacia em pedra, assente em 3 mísulas agrupadas numa, com guarda plena em madeira dourada decorada com enrolamentos de folharasca encerrando ao centro o relevo de Santa Eulália, que mostra na mão direita a palma e na esquerda um livro aberto com pomba pousada nele, na face direita do anteparo a decoração é feita com folhagem, crianças e querubins; o acesso é feito através de escada de tiro, adossada à parede; dois altares colaterais delimitados por teia, apresentam retábulos barrocos, de planta simples de um eixo com nicho central ladeado por 2 colunas torsas e decoração com pâmpanos, aves e crianças, com remate em frontão contendo pinturas; arco cruzeiro com pilastras toscanas com faces almofadadas, abre-se para a Capela-mor separada da nave por teia; retábulo principal Neoclássico.

Fonte: Monumentos

A Igreja Paroquial de Santa Eulália de Sanguedo possui um órgão de tubos Sauer de 8 registos, com 1 manual e pedaleira, (pedaleira acoplada e com um 16’), construído em 1996.

Montra do órgão

Órgão da Igreja Paroquial de Sanguedo

Órgão da Igreja Paroquial de Sanguedo

consola

Órgão da Igreja Paroquial de Sanguedo

Órgão da Igreja Paroquial de Sanguedo

Registação:

Manual

  • Holegedackt 8’
  • Weidenpfeife 8’
  • Prinzipal 4’
  • Rohrflöte 4’
  • Waldflöte 2’
  • Sifflöte 1 1/3
  • Mixtur 3-4 f

Pedaleira

Pommer 16’

(acoplamento Manual-Pedaleira)

Igreja de Santa Maria da Feira

| Igreja Matriz |

A Igreja Paroquial de Santa Maria da Feira é um templo de planta em cruz latina e de nave única e claustro de dois pisos, parte de um convento maneirista. Está situada no centro histórico da cidade. Pelas suas características, insere-se na tipologia das igrejas monumentais seiscentistas de feição classicista e erudita da região portuense. A azulejaria da Capela-mor e o transepto são também seiscentistas, e o retábulo-mor Barroco, do Estilo Nacional e retábulos laterais barrocos da época de D. Pedro II, na transição dos séculos XVII e XVIII.

Fonte: JFF

Igreja Matriz de Santa Maria da Feira

Igreja Matriz de Santa Maria da Feira

O órgão histórico E.F. Walcker [ I+Pa; (2+4) ] foi construído em 1896, catalogado como opus 748,  reparado pela Oficina e Escola de Organaria, em 1996, opus 18.

Montra

Órgão da Igreja Matriz de Santa Maria da Feira

Órgão da Igreja Matriz de Santa Maria da Feira

Base

Órgão da Igreja Matriz de Santa Maria da Feira

Órgão da Igreja Matriz de Santa Maria da Feira

Igreja de Santa Maria de Lamas

A Igreja de Santa Maria de Lamas é um edifício de arquitetura religiosa construída nos séculos XIX e XX, tendo no interior algum património integrado que transitou da primitiva igreja e outro de aquisição recente, mas quase todo dos séculos XVII e XVIII, ganhando uma grande riqueza decorativa interna. É de planta retangular composta por nave, Capela-mor com anexos e torre sineira adossada à fachada principal. O interior tem coberturas em falsas abóbadas de berço, rasgadas por óculos que, com as amplas janelas de volta perfeita, iluminam o espaço uniformemente. A fachada principal é marcada pela torre sineira, que forma um exo-nártex, rasgada por vãos de perfis e decoração neo-góticos, com vários lumes e espelhos vazados. Tem vários retábulos de talha dourada, do estilo maneirista (batistério e sacristia), o retábulo-mor, de excecional entalhe e que foi feito, originalmente, para a Igreja da Ordem Terceira de São Domingos do Porto, é do estilo Barroco nacional, sendo os colaterais do Barroco joanino, provenientes da Catedral do Porto, e os nichos laterais do estilo Rococó. O púlpito, no lado do Evangelho, é de talha dourada barroca. Da antiga igreja, mantém-se a cornija da Capela-mor. As sanefas e sanefão apresentam vários estilos de entalhe, destacando-se as do coro-alto, rococós e de grande exuberância. O sanefão do arco triunfal consiste no reaproveitamento e adaptação de peças de talha de uma antiga estrutura.

Fonte: Monumentos

Igreja de Santa Maria de Lamas

Igreja de Santa Maria de Lamas

A Igreja de Santa Maria de Lamas possui um órgão Aristide Cavaillé-Coll, de um teclado manual e pedaleira, com cinco meios registos [ I+Pa; (5+5)], construído em 1901, reparado pela Oficina e Escola de Organaria, em 1993, opus 5.

Montra

Órgão da Igreja de Santa Maria de Lamas

Órgão da Igreja de Santa Maria de Lamas

consola

Órgão da Igreja de Santa Maria de Lamas

Órgão da Igreja de Santa Maria de Lamas

Igreja de Santo André de Gião

A Igreja Paroquial de Santo André de Gião possui um órgão positivo com pedaleira com 7 registos no manual e um Subbass 16’ na pedaleira.

Órgão da Igreja de Santo André de Gião, Santa Maria da Feira

Órgão da Igreja de Santo André de Gião, Santa Maria da Feira, créditos Ovtava Real

Igreja de São Paio de Oleiros

A 29 de Junho de 2025 foi inaugurado o órgão da Igreja Paroquial de São Paio de Oleiros. O concerto de inauguração do órgão, situado no coro alto, esteve a cargo do organista Pedro Monteiro. O órgão foi construído por Gustav Steinmann em 1983 tendo estado na igreja de Bochum, Alemanha, até ao seu encerramento em 2024. A Paróquia de São Paio de Oleiros adquiriu-o para o culto e a cultura. O instrumento tem cerca de 850 tubos. Foi instalado por Diogo Pinho e Rui Soares, e afinado por Henrique Rodrigues (Arte do Órgão).

Órgão Gustav Steinmann da igreja paroquial de São Paio de Oleiros, 2025

Órgão Gustav Steinmann da Igreja Paroquial de São Paio de Oleiros, 2025

Igreja Matriz de Travanca

Igreja Matriz de Travanca

Igreja Matriz de Travanca

Igreja Paroquial São Mamede possui órgão de um manual e pedaleira com nove registos [ I+P;9] construído pela Oficina e Escola de Organaria,  em 1997, opus 22.

Fontes: CMSMF, Rui Soares

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/feira-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 22:33:452026-07-05 16:01:12Santa Maria da Feira e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Ovar
Músicas no Concelho

Ovar e os seus órgãos de tubos

Órgãos do concelho de Ovar [5]

Além dos 5 órgãos de tubos existentes no Concelho, Ovar merece destaque pelo facto de em Esmoriz ter sede a Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, que além da construção de pequenos órgãos já fez dezenas de restauros de órgãos históricos por todo o País.

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos existentes no Concelho são os seguintes:

Igreja de São Vicente de Pereira Jusã

Instalado no coro alto da Igreja de S. Vicente de Pereira, o órgão de tubos foi construído pela firma holandesa Verschueren. Pertencia à paróquia de Mülheim na der Ruhr, em Essen, na Alemanha.

Foi instalado em Dezembro de 2024, e benzido por D. Roberto Mariz, Bispo auxiliar do Porto, a 15 de Março de 2025.

Tem 456 tubos, dos quais 414 de metal e 42 de madeira, distribuídos por sete registos divididos para mão esquerda e direita (Bass/Diskante (B/D)*), 5 num manual e 2 no pedal.

Igreja de São Vicente de Pereira Jusã, créditos Diogo Pinho 2025

Igreja de São Vicente de Pereira Jusã, créditos Diogo Pinho 2025

Registação

Manual:
Rohrflöte 8’ (B/D)*
Prinzinpal 4’ (B/D)*
Flachföte 2’ (B/D)*
Sesquialter 2 F. (D)*
Mixtur 2-3 F. (B/D)*

Pedal:
Subbass 16’
Quintade 4’

Fonte: Diogo Pinho

A Igreja Paroquial de São Vicente de Pereira Jusã situa-se numa plataforma ligeiramente elevada, partilhando o espaço do lado oeste com o cemitério paroquial. O edifício é rodeado por um adro, acessível através de escadarias. O edifício que se observa hoje teve a sua construção iniciada em meados do século XVIII, num local diferente da igreja original, referida em registos desde 1258. A pedra fundamental da igreja actual foi lançada em 1756, e a inauguração ocorreu em 1764. Ao longo do tempo, o templo recebeu diversos acrescentos e modificações que moldaram a sua aparência, incluindo a adição de retábulos e alterações estruturais.

Igreja Matriz de Esmoriz

Edificada em 1892, Igreja Matriz de Esmoriz foi construída sobre as fundações do anterior templo e tem como atributo Nossa Senhora da Assunção. O seu estilo arquitectónico é semelhante às igrejas locais de linhas simples, com uma torre sineira à direita. No interior podemos encontrar o altar-mor com 4 colunas em espiral.

No coro alto, está situado um órgão de tubos da autoria de Augusto Joaquim Claro, executado em 1907, restaurado por António Simões, em 1991.

Igreja Matriz de Ovar

Igreja Matriz de Esmoriz

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Assunção de Esmoriz possui um órgão de tubos  da autoria de Augusto Joaquim Claro construído por volta de 1890, restaurado em 1991 por António Simões.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Igreja Matriz de Ovar

Com origens quinhentistas, a Igreja Matriz de Ovar é o único templo com três naves no concelho de Ovar e o mais antigo, seguindo uma tipologia medieval. Pertenceu ao Cabide da Sé do Porto, o que justifica a interferência de artistas portuenses na elaboração do património artístico. No seu interior existem sete retábulos datáveis entre o século XVII e o século XX, destacando-se os dois colaterais de origens maneiristas e o imponente retábulo-mor de estilo Rococó.

Fonte: CMO

Igreja Matriz de Ovar

Igreja Matriz de Ovar

A Igreja Paroquial de São Cristóvão de Ovar possui um órgão Bischop & Starr.

Órgão da Igreja Matriz de Ovar

Órgão da Igreja Matriz de Ovar

FOI NOTÍCIA

Uma das peças que mais dignificam o património artístico da Igreja Matriz de Ovar é o pequeno órgão de tubos que se encontra ao centro do coro alto, voltado para a nave central e que foi oferecido à Paróquia, em 1862, por António Ferreira Meneres (filho), um benemérito vareiro que viveu no Porto, onde se dedicava à exportação de vinhos generosos.

Para conhecimento dos nossos leitores e dos curiosos de antiguidades e de assuntos musicais, aqui registamos alguns pormenores históricos e técnicos desse órgão, fornecidos pelo Mestre-Organeiro Pedro Guimarães, de Esmoriz.

Trata-se de um instrumento inglês de meados do séc. XIX, da autoria de Bischop & Starr, como indica uma placa por cima do teclado e outra dentro da caixa de vento. Esta oficina de organaria construía também instrumentos para a Casa Real inglesa. O órgão sofreu, pelo menos, duas intervenções no século XX: em 1944, por Waldemar Ferreira Alves Moreira, e outra nos fins da década de 70, por Mário Santos, um antigo técnico organeiro de Braga então a residir em Ovar (na Ponte Nova).

Neste momento, o instrumento encontra-se ainda totalmente montado, não faltando nenhuma peça significativa. Olhando-o de relance, ressalta à nossa vista um conjunto de tubos denominado Principal de 8 pés, a partir de C2. O sistema de foles, original, encontra-se, em parte, por debaixo do banco do organista, sem ter sofrido alterações.

O órgão possui 1 manual com 54 notas e 6 puxadores (na caixa, frente ao banco), correspondendo 1+2 a M.D.+ M.E. e 3 registos inteiros, tendo como base um Flautado Principal de 12 (na fachada). Encontram-se 2 pisantes na consola para actuar os puxadores dos 4 e 2 pés.

De referir que este instrumento possui um registo inventado por esta oficina: Clarabella 8 pés, que é uma flauta de madeira em que a câmara-de-ar no lábio inferior não se encontra no pé do tubo mas na tampa do próprio lábio inferior.

Os materiais utilizados neste instrumento são pinho fino na caixa e nas partes da mecânica das notas, e mogno no Someiro; os tubos de metal são de uma liga de estanho e chumbo.

O sistema de vento é constituído por 1 fole paralelo com 2 pregas (interior e exterior) e 2 contrafoles, no seu estado original, faltando os pesos do fole. É accionado manualmente por uma alavanca (visível na gravura).

Pensa o referido técnico que este instrumento forma uma unidade e que não deverá ser alterado.

Para a sua recuperação deverão ser efectuados os seguintes trabalhos: Desmontagem, limpeza geral de todas as partes, colocação de peles novas nos foles e montagem de um ventilador eléctrico, reparação de toda a tubaria de forma a que se possa afinar e tenha estabilidade suficiente, e restauro do someiro e mecânica das notas e registos.

Tratando-se de um instrumento de construção sólida, bastante interessante, e que possui muitas características típicas do seu período de construção, vale a pena recuperá-lo.

Não haverá um ou vários mecenas que queiram dar vida a este órgão histórico, continuando a obra benemérita de António Ferreira Meneres (filho)?

ADENDA

Antes deste órgão, oferecido por António Ferreira Meneres e inaugurado em 14/10/1862, houve um outro órgão de tubos que, segundo o Padre Manuel Lírio, em “Monumentos e Instituições Religiosas de Ovar”, estava desmantelado nos meados do século XIX.

Manuel Pires Bastos, Jornal João Semana, 15 agosto 2000

Oficina e Escola de Organaria

> órgão positivo  de um teclado manual [ I; (4+5) ] construído pela Oficina e Escola de Organaria, em 1995, opus 12.

> órgão positivo de um teclado manual [ I; (4+5) ] construído pela Escola e Oficina de Organaria, em 1999, opus 29.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/ovar-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 22:33:002025-06-28 22:45:44Ovar e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Oliveira do Bairro
Músicas no Concelho

Oliveira do Bairro e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Oliveira do Bairro [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz de Oliveira do Bairro

Igreja Matriz de Oliveira do Bairro

Igreja Matriz de Oliveira do Bairro

A construção da Igreja Matriz de Oliveira do Bairro remonta ao século XVII, à exceção da fachada e da torre que são do final do século XIX. No interior destaca-se o Barroco dos seus retábulos de madeira em talha dourada e algumas das imagens, S. Miguel Arcanjo, a Virgem do Rosário com o Menino, a Virgem da Assunção e S. Sebastião. Possui também alguns lanços de talha e relevos magníficos.

A Igreja Paroquial de São Miguel de Oliveira do Bairro possui um órgão de tubos da autoria de António Simões, construído em 1989 e aumentado pelo organeiro em 2017.

Montra do órgão

Órgão da Igreja Matriz de Oliveira do Bairro

Órgão da Igreja Matriz de Oliveira do Bairro

Em 2017, depois de um interregno de 4 anos, devido a obras realizadas na Igreja de Oliveira do Bairro e que obrigaram ao seu encerramento temporário, ficaram concluídos em 2017 os trabalhos de ampliação e beneficiação do órgão de tubos da Igreja. O concerto inaugural foi agendada para 29 de setembro de 2017 (Dia de S. Miguel, Padroeiro da Paróquia de Oliveira do Bairro). A inauguração estaria a cargo de António Duarte, organista titular da Sé Patriarcal e professor de Órgão do Conservatório Nacional de Lisboa.

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/oliveira-do-bairro-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 22:32:352024-11-12 00:39:43Oliveira do Bairro e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis
Músicas no Concelho

Oliveira de Azeméis e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Oliveira de Azeméis

De acordo com as informações disponíveis, existem no Concelho os seguintes órgãos:

Igreja Paroquial de Madaíl

[ São Mamede ]

Igreja Matriz de Madaíl

Igreja Matriz de Madaíl

A porta principal do templo é encimada por uma mísula que segura o padroeiro, São Mamede, apoiado sobre as cabeças de um casal de leões. A imagem do orago é de granito, majestosa, e sobressai por o ornato arquitetónico do frontispício ostentar, com magnificência, uma rosácea. Com a Igreja Matriz antiga desmoronada em 1938, o padre Manuel Soares de Albergaria, que também impulsionou outras obras em Madaíl, fez diligências a fim de conseguir terreno e verbas para arrancar com as obras de construção da atual matriz.

Fonte: CMOA

Reciclanda

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Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

[ São Miguel ]

Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

A Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis é um edifício de arquitetura religiosa tardo-maneirista, de planta longitudinal, composto por nave única flanqueada por duas torres sineiras e Capela-mor retangular a que se adossam duas sacristias também retangulares. De linhas sóbrias mas elegantes, demonstrando a grande capacidade dos construtores rurais do início do séc. XVIII, todo em cantaria lavrada entre 1719 e 1729, ostenta uma frontaria austera, revestida de azulejo artístico e voltada para nascente. Sobressai desta frontaria um grande nicho, sobre o frontão da portada, em que se expõe uma movimentada composição escultórica do padroeiro, S. Miguel, obra do século XVIII, representando o padroeiro, em atitude esbelta, derrubando o Espírito do Mal, homúnculo de feições hediondas e pés de bode. Apresentam-se ainda, nesta frontaria seis janelas de lintel e cornija, sendo duas de vidros coloridos; e um óculo na empena, sobre o qual se ergue uma Cruz de Cristo, entre duas solenes torres sineiras. Na fachada lateral rasgam-se, de cada lado, um portal de frontão semicircular interrompido no primeiro piso e 4 janelões chanfrados. O seu interior é composto por uma nave única, coro-alto assente em arco abatido onde se rasgam dois pequenos batistérios, lambril de azulejos, dois púlpitos quadrangulares com sanefa e duas capelas colaterais com frontões semicirculares e retábulos de talha dourada. O arco triunfal está enquadrado por uma estrutura de cantaria, com pilastras colossais rematadas por pináculos e frontão triangular interrompido, tendo capelas laterais anexas, com retábulos de talha dourada. A cobertura é em abóbada de berço sobre cornija corrida. A Capela-mor apresenta um retábulo joanino em talha dourada, da autoria do portuense Luís Pereira da Costa, um trono central e estatuária nos intercolúnios laterais e finalizando este conjunto, uma imponente tela, representando a Ressurreição, do portuense Marques da Silva.

Fonte: CMOA

Enquadramento do órgão

Órgão do coro alto Órgão da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

Órgão da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

Órgão no coro alto

Órgão da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

Órgão da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

consola do órgão

Consola do órgão da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

Órgão da Matriz de Oliveira de Azeméis

Existe na igreja um órgão Augusto Joaquim Claro (Braga), de dois teclados manuais e pedaleira com 12 registos [ II+P; 12], construído em 1905, reparado pela Oficina e Escola de Organaria em 1993, opus 4.

Igreja Paroquial [ de Pinheiro ] da Bemposta

[ São Paio ]

Igreja Matriz de Pinheiro da Bemposta

Igreja Matriz de Pinheiro da Bemposta

Sob o orago de São Paio, este templo religioso foi edificado provavelmente no ano de 1701. Certo é que um documento refere que a igreja atual já existia em 1708. Situa-se a poucos metros do cruzeiro, numa pequena elevação. Os alicerces da igreja antiga forram arrancados para a construção do cemitério em 1867.

Igreja Paroquial de Ul

[ Santa Maria Maior ]

Igreja Matriz de Ul

Igreja Matriz de Ul

Situada na confluência dos rios Ul e Antuã e fronteira ao Castro, a Igreja Paroquial, ou de Santa Maria, foi edificada em 1790. O templo assenta sobre plataforma de um raro monumento romano ou romanizado, de onde foram exumados dois preciosos padrões: o marco miliário da milha XII e o Terminus Augustalis, o qual se encontra embutido na parede exterior da sacristia.

coro alto e órgão

Órgão da Igreja Matriz de Ul

Órgão da Igreja Matriz de Ul

Clique AQUI para saber mais sobre o órgão.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/oliveira-azemeis-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 22:31:532024-10-30 06:42:37Oliveira de Azeméis e os seus órgãos de tubos
Igreja Matriz do Bunheiro
Músicas no Concelho

Murtosa e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho da Murtosa [1]

De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Igreja Matriz do Bunheiro

[ Igreja Paroquial ] [ São Mateus ]

Igreja Matriz do Bunheiro

Igreja Matriz do Bunheiro

“Igreja Matriz do Bunheiro” é um livro de Sara Vidal Maia, editado em 2008 pela Fábrica da Igreja de São Mateus do Bunheiro, resultado de um trabalho de “Seminário de Licenciatura em História de Arte — Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra”.

Órgão histórico construído por William Sweetland (1820-1910) em 1871, reconstruído por W. J. Burton de Winchester e reparado por Geo. Osmond of Tauton em 197? e montado pela Oficina e Escola de Organaria.

Daniel Oliveira ao órgão

Órgão da Igreja Matriz do Bunheiro (Daniel Bunheiro)

Órgão da Matriz do Bunheiro (Daniel Bunheiro)

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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