De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no Concelho são os seguintes:
Igreja Paroquial de São Pedro de Calvão
Igreja Paroquial de São Pedro de Calvão
Igreja Matriz de Vagos
Igreja Matriz de Vagos
A Igreja Paroquial de São Tiago de Calão possui, no coro alto, um órgão moderno Georges Heintz, datado de 2005, de dois teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos. Em 2007, esteve inserido, juntamente com o órgão histórico da Misericórdia de Aveiro, na audição da obra integral de Dietrich Buxtehude.
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.
Contacte-nos:
António José Ferreira
962 942 759
FOI NOTÍCIA
Órgão de tubos da Igreja Matriz de Vagos
Inauguração do novo órgão de tubos
A 17 de fevereiro de 2005, o portal d’Aveiro noticiava:
Vai decorrer, no próximo dia 20 de Fevereiro [ 2005 ], a inauguração do órgão de tubos da Igreja Matriz de Vagos. Este evento terá lugar neste templo, às 15 horas, com a celebração da Missa solene e bênção do novo instrumento litúrgico e, cerca de uma hora depois, o concerto inaugural, a cargo do organista alemão Franz Josef Stoiber.
Trata-se de um órgão novo, construído em carvalho maciço. Inclui 2 manuais e pedaleira, e 19+1 registos, o que eleva o número de tubos a um total de 1086. O registo de palheta, o trompete 8’, pode ser tocado tanto no grande órgão como na pedaleira. Outra particularidade é o registo Voix Céleste, com o seu timbre muito angelical.
Este órgão, cujo preço ultrapassa os 180 mil euros, resulta do esforço perseverante e do empenho de um grupo de jovens – o Coral Litúrgico de S. Tiago de Vagos -, que teve, para este propósito, que se constituir associação, sem fins lucrativos.
Igreja Paroquial de São Salvador do Covão do Lobo
Igreja Paroquial de Covão do Lobo
A 16 de setembro de 2009, o Correio do Vouga noticiava:
O órgão de tubos da Igreja de Covão do Lobo foi restaurado e já está ao serviço da liturgia e da cultura. O P.e Paulo Cruz liderou o restauro. Não foi tarefa fácil içar para o coro da igreja de Covão do Lobo o órgão de tubos restaurado. Ocupou toda uma manhã de agosto, implicou a montagem de andaimes e de uma grua no interior da Igreja Paroquial, exigiu a força de mais de uma dezena de pessoas, sob orientação do P.e Paulo Cruz, que é natural de Covão do Lobo, e com o acompanhamento do P.e Carlos Shimura, pároco.
“O órgão da igreja de Covão do Lobo – diz o P.e Paulo Cruz – não tem grande valor artístico. O material de que era feito era muito fraco”. Mas tem valor histórico e terá valor cultural e litúrgico para Covão do Lobo.
Segundo o P.e Paulo Cruz, pároco da Barra e da Costa Nova, que tem dedicado parte da sua actividade à música litúrgica, nomeadamente através da Edmusa (Escola Diocesana de Música Sacra) e da promoção do restauro de órgãos antigos, o órgão será do séc. XVIII, no entanto, “não há qualquer referência ao instrumento musical nos registos de contabilidade da paróquia dessa época, que existem”.
O órgão funcionou até meados do século passado. Refere o P.e Paulo Cruz que diversos habitantes de Covão do Lobo se lembram de terem dado ao fole quando eram novos. É o caso do seu pai. Nessa altura, a música saía graças ao esforço manual. Agora os foles são enchidos por motor elétrico.
A reparação deste instrumento, que durante restauro da Igreja Paroquial foi removido e guardado na residência paroquial de Covão do Lobo, onde durante anos acumulou pó, esteve a cargo da Oficina e Escola de Organaria de Esmoriz, do casal Pedro e Beathe Guimarães. Mas é justo dizer que o P.e Paulo Cruz a ele dedicou as folgas semanais dos últimos anos, trabalhando nas oficinas de Esmoriz. Já pela pintura, depois de colocado o órgão no local definitivo, foi responsável Luís Ferreira, artista de Tomar que recentemente restaurou a azulejaria da antiga igreja das Carmelitas de Aveiro.
Para quando o restauro do órgão da Sé?
O P.e Paulo Cruz dotou as suas paróquias da Barra e da Costa Nova, no arciprestado de Ílhavo, de órgãos de tubos e serviu de intermediário para que outras paróquias, como Calvão e Albergaria conseguissem igualmente equipar as igrejas paroquiais com este instrumento que dá outra dignidade à música litúrgica.
Os instrumentos provêm do centro da Europa (Holanda, Alemanha…), geralmente de paróquias protestantes, onde há igrejas a serem vendidas por já não terem fiéis há muitos anos. De vez em quando, há bons órgãos de tubos a preços acessíveis, na ordem dos poucos milhares de euros.
O grande sonho do P.e Paulo Cruz passa, no entanto, pela recuperação do órgão da Sé de Aveiro, desejo que Domingos Peixoto, outro colaborador da Edmusa, também já expressou publicamente. “Talvez consigamos em 2013”, afirma P.e Paulo. “É o ano do jubileu da restauração da Diocese”.
Jorge Pires Ferreira
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/vagos-matriz-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:35:022024-11-12 00:52:10Vagos e os seus órgãos de tubos
Órgãos de tubos do concelho de São João da Madeira [1]
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja Matriz de São João da Madeira
Igreja Matriz de São João da Madeira
Da autoria do grande Mestre de Engenharia, professor António Araújo e Silva, da Escola do Porto, a Igreja Matriz de São João da Madeira foi construída em 1884 e impõe-se pela sobriedade das suas linhas arquitetónicas e pela grandeza e solidez do edifício. A Igreja é de invocação de S. João Baptista. No interior existe uma enorme riqueza e variedade, tanto em talha dourada como em motivos iconográficos e esculturais.
A Igreja Paroquial de São João Baptista de São João da Madeira possui um órgão histórico (Arp Schnitger?), construído por volta de 1700, restaurado em 1998 por António Simões.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/sao-joao-da-madeira-matriz-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:34:192021-06-22 14:40:25São João da Madeira e os seus órgãos de tubos
Estando todos em boas condições de funcionamento, os órgãos tornam possível a realização de concertos e ciclos de órgão, para além de permitirem a utilização em contexto litúrgico. Em setembro de 2018, as Artes estiveram em Itinerância pelo Concelho com a primeira edição do Ciclo de Órgão de Tubos de Santa Maria da Feira.
Capela de S. Miguel de Lourosa
O órgão de tubos da Capela de S. Miguel de Lourosa foi construído pelo organeiro Detlef Kleuker, natural da cidade de Brackwede, na Alemanha, e instalado pela Ovtava Real. Trata-se de um instrumento de 4 registos, concebido de forma a ser um excelente órgão de coro ou uma opção ideal para igrejas de menor dimensão, como é o caso desta Capela, conhecida popularmente como “Capela da Feira dos Dez”, em alusão à feira mensal realizada no local, no dia 10 de cada mês.
O instrumento apresenta os seguintes registos, divididos em Bass/Diskant (B/D) – ou seja, mão esquerda e mão direita respetivamente:
Prinzipal 2’ (B/D)
Gedackt 8’ (B/D)
Rohrflöte 4’ (B/D)
Mixtur 3.f (B/D)
Dispõe ainda de uma pedaleira acoplada ao manual.
O órgão foi adquirido pela Paróquia de Lourosa em 2024, enriquecendo de forma significativa o património litúrgico e musical da comunidade.
Órgão da Capela de S. Miguel de Lourosa
Colégio de Música de Fiães
O Colégio de Música de Fiães possui um órgão positivo moderno Nenninger (Munique) de dois teclados manuais e pedaleira, com 10 registos, construído em 1974.
É propriedade de Rui Soares, organista na Igreja da Senhora da Conceição no Porto e, desde Dezembro de 2015, responsável pelos concertos de órgão diários na Igreja dos Clérigos no Porto. É professor de órgão no Colégio de Música de Fiães. A sua atividade integra festivais e inúmeros concertos em Portugal, Espanha, França, Suíça, Itália, Bélgica e Holanda.
Montra do órgão
Órgão do Colégio de Música de Fiães
consola
Órgão do Colégio de Música de Fiães
Registação:
Manual I
Rohrflöte 8’
Principal 4’
Schwiegel 2’
Mixtur 3f. 1’
Manual II
Liebgedack 8’
Spitzflöte 4’
Principal 2’
Larigot 2f. 1 1/3
Pedaleira
Subbass 16’
Choralbass 4’
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Igreja Matriz de Santa Maria da Feira
A Igreja Paroquial de Santa Maria da Feira é um templo de planta em cruz latina e de nave única e claustro de dois pisos, parte de um convento maneirista. Está situada no centro histórico da cidade. Pelas suas características, insere-se na tipologia das igrejas monumentais seiscentistas de feição classicista e erudita da região portuense. A azulejaria da Capela-mor e o transepto são também seiscentistas, e o retábulo-morBarroco, do Estilo Nacional e retábulos laterais barrocos da época de D. Pedro II, na transição dos séculos XVII e XVIII.
Fonte: JFF
Igreja Matriz de Santa Maria da Feira
O órgão histórico E.F. Walcker [ I+Pa; (2+4) ] foi construído em 1896, catalogado como opus 748, reparado pela Oficina e Escola de Organaria, em 1996, opus 18.
Montra
Órgão da Igreja Matriz de Santa Maria da Feira
Base
Órgão da Igreja Matriz de Santa Maria da Feira
Igreja da Misericórdia de Santa Maria da Feira
A irmandade da Misericórdia de Santa Maria da Feira foi fundada em 1594, instalando-se na ermida de São Francisco, antiga sede paroquial da vila. Cerca de 1690 os irmãos da Misericórdia deram início à edificação de um novo templo, no local onde havia existido uma igreja dedicada a São Nicolau. A estrutura foi edificada até ao primeiro terço do século XVIII.
Igreja da Misericórdia de Santa Maria
Este templo apresenta uma planimetria que se desenvolve longitudinalmente, composta pelos volumes da nave e da Capela-mor, aos quais foram adossados os espaços da sacristia, Casa do Despacho e um anexo utilitário. Embora o projeto da igreja tenha sido executado já nos últimos anos do século XVII, em plena época barroca, apresenta uma curiosa inspiração de gosto maneirista, que se verifica sobretudo na estrutura decorativa da fachada principal. Disposta simetricamente em três planos, cujo central é flanqueado por duas torres sineiras e apresenta ao centro portal, ladeado por pilastras encimadas por pináculos, e sobre o qual foi aberta uma janela de iluminação do coro-alto, rematada por frontão interrompido por nicho profusamente decorado, numa estrutura que se inspira nas fachadas-retábulo da segunda metade do século XVI. O interior, de nave única, apresenta coro-alto assente sobre arco rebaixado, tribuna da irmandade, aberta na parede do lado da Epístola, e dois arcosólios, fronteiros à tribuna, que albergam os retábulos laterais. O espaço é coberto por abóbada de caixotões de madeira. Abrindo para a Capela-mor, o arco triunfal assenta sobre pilastras toscanas. O espaço da Capela-mor foi edificado sobre uma plataforma elevada, à qual se acede por quatro degraus, e é coberta por abóbada de madeira, semelhante à da nave, aqui decorada e policromada. O retábulo foi executado no primeiro quartel do século XVIII, em talha barroca dourada. O terramoto de 1755 provocou bastantes estragos no espaço do templo, nomeadamente a queda da abóbada da nave, pelo que esta foi reconstruída na segunda metade do século XVIII.
Fonte: Catarina Oliveira, GIF/IPPAR/2005
A Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Santa Maria da Feira tem um órgão de tubos, da autoria do organeiro belga, Jean Bruggman.
Igreja de Mosteirô
A Igreja de Santo André de Mosteirô é um edifício de arquitetura religiosa do séc. XVIII, de grandes dimensões, tardo-Barroco, que substitui a antiga igreja. É um templo de planta em cruz latina composta por nave, Capela-mor, dois anexos adossados e torre sineira. No interior destaque para o coro-alto, capelas do templo e o arco triunfal, todos em cantaria. Os retábulos colaterais são joaninos e os laterais possuem elementos de talha relevada e tabelas do estilo maneirista. A igreja mantém a antiga imaginária e reaproveita estruturas maneiristas nas capelas laterais e barrocas, colocadas nas capelas colaterais e reaproveitadas na composição do retábulo-mor.
Igreja Paroquial de Santo André de Mosteirô
O órgão Eisenbarth destinado à Capela de um hospital da cidade de Passau, na Alemanha, foi instalado no coro alto da Igreja de Mosteirô e inaugurado a 24 de maio de 2014 um (1966).
Montra
Órgão da Igreja Paroquial de Mosteirô
Igreja de Nogueira da Regedoura
Igreja Paroquial de Nogueira da Regedoura
A Igreja Paroquial de Nogueira da Regedoura possui um órgão construído pela firma C. F. Walcker, concebido para a Evangelische Kirchengemeinde de Berlim no ano de 1962, inaugurado na Igreja de Nogueira da Regedoura a 14 de março de 2010.
Montra do órgão
Órgão da Igreja de Nogueira da Regedoura
Tubaria
Órgão da Igreja de Nogueira da Regedoura
consola
Órgão da Igreja de Nogueira da Regedoura
Igreja de Sanguedo
A Igreja de Sanguedo é de planta longitudinal simples composta por nave, Capela-mor e torre sineiraadossada à esquerda. A fachada lateral esquerda é aberta por porta travessa. Quatro janelas rasgam o corpo da nave, 2 de cada lado. A fachada principal enquadrada por cunhais apilastrados firmados por pináculos, é aberta por portal de moldura reta sobreposta por friso e cornija sobre o qual se levanta frontão interrompido com enrolamentos entre os quais um nicho contendo imaginária e rematado por frontão triangular, ladeiam o nicho dois janelões do coro. A torre sineira apresenta dois registos separados por cornija, o primeiro elevando-se a nível do vértice da fachada principal, delimitados por cunhais apilastrados, sobre os quais se erguem pináculos e remate em platibanda cega; cobertura piramidal; o primeiro registo abre-se por janelo quadrangular ao centro e a eixo um óculo, junto da cornija; segundo registo aberto por sineiras, com moldura em cantaria e arco pleno; sobre a platibanda um relógio. No interior, apresenta nave única com paredes rebocadas e pintadas e um silhar de azulejos industriais. O coro alto assenta sobre duas colunas, abrindo-se no sub-coro, do lado do Evangelho, a Capela batismal com pia cavada por fortes gomos, tanto na taça como no pé; do lado da Epístolapúlpito de bacia em pedra, assente em 3 mísulas agrupadas numa, com guarda plena em madeira dourada decorada com enrolamentos de folharasca encerrando ao centro o relevo de Santa Eulália, que mostra na mão direita a palma e na esquerda um livro aberto com pomba pousada nele, na face direita do anteparo a decoração é feita com folhagem, crianças e querubins; o acesso é feito através de escada de tiro, adossada à parede; dois altares colaterais delimitados por teia, apresentam retábulos barrocos, de planta simples de um eixo com nicho central ladeado por 2 colunas torsas e decoração com pâmpanos, aves e crianças, com remate em frontão contendo pinturas; arco cruzeiro com pilastras toscanas com faces almofadadas, abre-se para a Capela-mor separada da nave por teia; retábulo principal Neoclássico.
Fonte: Monumentos
A Igreja Paroquial de Santa Eulália de Sanguedo possui um órgão de tubos Sauer de 8 registos, com 1 manual e pedaleira, (pedaleira acoplada e com um 16’), construído em 1996.
Montra do órgão
Órgão da Igreja Paroquial de Sanguedo
consola
Órgão da Igreja Paroquial de Sanguedo
Registação:
Manual
Holegedackt 8’
Weidenpfeife 8’
Prinzipal 4’
Rohrflöte 4’
Waldflöte 2’
Sifflöte 1 1/3
Mixtur 3-4 f
Pedaleira
Pommer 16’
(acoplamento Manual-Pedaleira)
Igreja de Santa Maria de Lamas
A Igreja de Santa Maria de Lamas é um edifício de arquitetura religiosa construída nos séculos XIX e XX, tendo no interior algum património integrado que transitou da primitiva igreja e outro de aquisição recente, mas quase todo dos séculos XVII e XVIII, ganhando uma grande riqueza decorativa interna. É de planta retangular composta por nave, Capela-mor com anexos e torre sineiraadossada à fachada principal. O interior tem coberturas em falsas abóbadas de berço, rasgadas por óculos que, com as amplas janelas de volta perfeita, iluminam o espaço uniformemente. A fachada principal é marcada pela torre sineira, que forma um exo-nártex, rasgada por vãos de perfis e decoração neo-góticos, com vários lumes e espelhos vazados. Tem vários retábulos de talha dourada, do estilo maneirista (batistério e sacristia), o retábulo-mor, de excecional entalhe e que foi feito, originalmente, para a Igreja da Ordem Terceira de São Domingos do Porto, é do estilo Barroco nacional, sendo os colaterais do Barroco joanino, provenientes da Catedral do Porto, e os nichos laterais do estilo Rococó. O púlpito, no lado do Evangelho, é de talha dourada barroca. Da antiga igreja, mantém-se a cornija da Capela-mor. As sanefas e sanefão apresentam vários estilos de entalhe, destacando-se as do coro-alto, rococós e de grande exuberância. O sanefão do arco triunfal consiste no reaproveitamento e adaptação de peças de talha de uma antiga estrutura.
Fonte: Monumentos
Igreja de Santa Maria de Lamas
A Igreja de Santa Maria de Lamas possui um órgão Aristide Cavaillé-Coll, de um teclado manual e pedaleira, com cinco meios registos [ I+Pa; (5+5)], construído em 1901, reparado pela Oficina e Escola de Organaria, em 1993, opus 5.
Montra
Órgão da Igreja de Santa Maria de Lamas
consola
Órgão da Igreja de Santa Maria de Lamas
Igreja de São Paio de Oleiros
A 29 de Junho de 2025 foi inaugurado o órgão da Igreja Paroquial de São Paio de Oleiros. O concerto de inauguração do órgão, situado no coro alto, esteve a cargo do organista Pedro Monteiro. O órgão foi construído por Gustav Steinmann em 1983 tendo estado na igreja de Bochum, Alemanha, até ao seu encerramento em 2024. A Paróquia de São Paio de Oleiros adquiriu-o para o culto e a cultura. O instrumento tem cerca de 850 tubos. Foi instalado por Diogo Pinho e Rui Soares, e afinado por Henrique Rodrigues (Arte do Órgão).
Órgão Gustav Steinmann da Igreja Paroquial de São Paio de Oleiros, 2025
Igreja Matriz de Travanca
Igreja Matriz de Travanca
Igreja Paroquial São Mamede possui órgão de um manual e pedaleira com nove registos [ I+P;9] construído pela Oficina e Escola de Organaria, em 1997, opus 22.
Fontes: CMSMF, Rui Soares
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/feira-matriz-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:33:452025-09-29 14:32:05Santa Maria da Feira e os seus órgãos de tubos
Além dos 5 órgãos de tubos existentes no Concelho, Ovar merece destaque pelo facto de em Esmoriz ter sede a Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, que além da construção de pequenos órgãos já fez dezenas de restauros de órgãos históricos por todo o País.
De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos existentes no Concelho são os seguintes:
Igreja de São Vicente de Pereira Jusã
Instalado no coro alto da Igreja de S. Vicente de Pereira, o órgão de tubos foi construído pela firma holandesa Verschueren. Pertencia à paróquia de Mülheim na der Ruhr, em Essen, na Alemanha.
Foi instalado em Dezembro de 2024, e benzido por D. Roberto Mariz, Bispo auxiliar do Porto, a 15 de Março de 2025.
Tem 456 tubos, dos quais 414 de metal e 42 de madeira, distribuídos por sete registos divididos para mão esquerda e direita (Bass/Diskante (B/D)*), 5 num manual e 2 no pedal.
Igreja de São Vicente de Pereira Jusã, créditos Diogo Pinho 2025
Registação
Manual:
Rohrflöte 8’ (B/D)*
Prinzinpal 4’ (B/D)*
Flachföte 2’ (B/D)*
Sesquialter 2 F. (D)*
Mixtur 2-3 F. (B/D)*
Pedal:
Subbass 16’
Quintade 4’
Fonte: Diogo Pinho
A Igreja Paroquial de São Vicente de Pereira Jusã situa-se numa plataforma ligeiramente elevada, partilhando o espaço do lado oeste com o cemitério paroquial. O edifício é rodeado por um adro, acessível através de escadarias. O edifício que se observa hoje teve a sua construção iniciada em meados do século XVIII, num local diferente da igreja original, referida em registos desde 1258. A pedra fundamental da igreja actual foi lançada em 1756, e a inauguração ocorreu em 1764. Ao longo do tempo, o templo recebeu diversos acrescentos e modificações que moldaram a sua aparência, incluindo a adição de retábulos e alterações estruturais.
Igreja Matriz de Esmoriz
Edificada em 1892, Igreja Matriz de Esmoriz foi construída sobre as fundações do anterior templo e tem como atributo Nossa Senhora da Assunção. O seu estilo arquitectónico é semelhante às igrejas locais de linhas simples, com uma torre sineira à direita. No interior podemos encontrar o altar-mor com 4 colunas em espiral.
No coro alto, está situado um órgão de tubos da autoria deAugusto Joaquim Claro, executado em 1907, restaurado por António Simões, em 1991.
Igreja Matriz de Esmoriz
A Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Assunção de Esmoriz possui um órgão de tubos da autoria de Augusto Joaquim Claro construído por volta de 1890, restaurado em 1991 por António Simões.
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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António José Ferreira
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Igreja Matriz de Ovar
Com origens quinhentistas, a Igreja Matriz de Ovar é o único templo com três naves no concelho de Ovar e o mais antigo, seguindo uma tipologia medieval. Pertenceu ao Cabide da Sé do Porto, o que justifica a interferência de artistas portuenses na elaboração do património artístico. No seu interior existem sete retábulos datáveis entre o século XVII e o século XX, destacando-se os dois colaterais de origens maneiristas e o imponente retábulo-mor de estilo Rococó.
Fonte: CMO
Igreja Matriz de Ovar
A Igreja Paroquial de São Cristóvão de Ovar possui um órgão Bischop & Starr.
Órgão da Igreja Matriz de Ovar
FOI NOTÍCIA
Uma das peças que mais dignificam o património artístico da Igreja Matriz de Ovar é o pequeno órgão de tubos que se encontra ao centro do coro alto, voltado para a nave central e que foi oferecido à Paróquia, em 1862, por António Ferreira Meneres (filho), um benemérito vareiro que viveu no Porto, onde se dedicava à exportação de vinhos generosos.
Para conhecimento dos nossos leitores e dos curiosos de antiguidades e de assuntos musicais, aqui registamos alguns pormenores históricos e técnicos desse órgão, fornecidos pelo Mestre-Organeiro Pedro Guimarães, de Esmoriz.
Trata-se de um instrumento inglês de meados do séc. XIX, da autoria de Bischop & Starr, como indica uma placa por cima do teclado e outra dentro da caixa de vento. Esta oficina de organaria construía também instrumentos para a Casa Real inglesa. O órgão sofreu, pelo menos, duas intervenções no século XX: em 1944, por Waldemar Ferreira Alves Moreira, e outra nos fins da década de 70, por Mário Santos, um antigo técnico organeiro de Braga então a residir em Ovar (na Ponte Nova).
Neste momento, o instrumento encontra-se ainda totalmente montado, não faltando nenhuma peça significativa. Olhando-o de relance, ressalta à nossa vista um conjunto de tubos denominado Principal de 8 pés, a partir de C2. O sistema de foles, original, encontra-se, em parte, por debaixo do banco do organista, sem ter sofrido alterações.
O órgão possui 1 manual com 54 notas e 6 puxadores (na caixa, frente ao banco), correspondendo 1+2 a M.D.+ M.E. e 3 registos inteiros, tendo como base um Flautado Principal de 12 (na fachada). Encontram-se 2 pisantes na consola para actuar os puxadores dos 4 e 2 pés.
De referir que este instrumento possui um registo inventado por esta oficina: Clarabella 8 pés, que é uma flauta de madeira em que a câmara-de-ar no lábio inferior não se encontra no pé do tubo mas na tampa do próprio lábio inferior.
Os materiais utilizados neste instrumento são pinho fino na caixa e nas partes da mecânica das notas, e mogno no Someiro; os tubos de metal são de uma liga de estanho e chumbo.
O sistema de vento é constituído por 1 fole paralelo com 2 pregas (interior e exterior) e 2 contrafoles, no seu estado original, faltando os pesos do fole. É accionado manualmente por uma alavanca (visível na gravura).
Pensa o referido técnico que este instrumento forma uma unidade e que não deverá ser alterado.
Para a sua recuperação deverão ser efectuados os seguintes trabalhos: Desmontagem, limpeza geral de todas as partes, colocação de peles novas nos foles e montagem de um ventilador eléctrico, reparação de toda a tubaria de forma a que se possa afinar e tenha estabilidade suficiente, e restauro do someiro e mecânica das notas e registos.
Tratando-se de um instrumento de construção sólida, bastante interessante, e que possui muitas características típicas do seu período de construção, vale a pena recuperá-lo.
Não haverá um ou vários mecenas que queiram dar vida a este órgão histórico, continuando a obra benemérita de António Ferreira Meneres (filho)?
ADENDA
Antes deste órgão, oferecido por António Ferreira Meneres e inaugurado em 14/10/1862, houve um outro órgão de tubos que, segundo o Padre Manuel Lírio, em “Monumentos e Instituições Religiosas de Ovar”, estava desmantelado nos meados do século XIX.
Manuel Pires Bastos, Jornal João Semana, 15 agosto 2000
Oficina e Escola de Organaria
> órgão positivo de um teclado manual [ I; (4+5) ] construído pela Oficina e Escola de Organaria, em 1995, opus 12.
> órgão positivo de um teclado manual [ I; (4+5) ] construído pela Escola e Oficina de Organaria, em 1999, opus 29.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/ovar-matriz-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:33:002025-06-28 22:45:44Ovar e os seus órgãos de tubos
Órgãos de tubos do concelho de Oliveira do Bairro [1]
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja Matriz de Oliveira do Bairro
Igreja Matriz de Oliveira do Bairro
A construção da Igreja Matriz de Oliveira do Bairro remonta ao século XVII, à exceção da fachada e da torre que são do final do século XIX. No interior destaca-se o Barroco dos seus retábulos de madeira em talha dourada e algumas das imagens, S. Miguel Arcanjo, a Virgem do Rosário com o Menino, a Virgem da Assunção e S. Sebastião. Possui também alguns lanços de talha e relevos magníficos.
A Igreja Paroquial de São Miguel de Oliveira do Bairro possui um órgão de tubos da autoria de António Simões, construído em 1989 e aumentado pelo organeiro em 2017.
Montra do órgão
Órgão da Igreja Matriz de Oliveira do Bairro
Em 2017, depois de um interregno de 4 anos, devido a obras realizadas na Igreja de Oliveira do Bairro e que obrigaram ao seu encerramento temporário, ficaram concluídos em 2017 os trabalhos de ampliação e beneficiação do órgão de tubos da Igreja. O concerto inaugural foi agendada para 29 de setembro de 2017 (Dia de S. Miguel, Padroeiro da Paróquia de Oliveira do Bairro). A inauguração estaria a cargo de António Duarte, organista titular da Sé Patriarcal e professor de Órgão do Conservatório Nacional de Lisboa.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/oliveira-do-bairro-matriz-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:32:352024-11-12 00:39:43Oliveira do Bairro e os seus órgãos de tubos
Órgãos de tubos do concelho de Oliveira de Azeméis
De acordo com as informações disponíveis, existem no Concelho os seguintes órgãos:
Igreja Paroquial de Madaíl
[ São Mamede ]
Igreja Matriz de Madaíl
A porta principal do templo é encimada por uma mísula que segura o padroeiro, São Mamede, apoiado sobre as cabeças de um casal de leões. A imagem do orago é de granito, majestosa, e sobressai por o ornato arquitetónico do frontispício ostentar, com magnificência, uma rosácea. Com a Igreja Matriz antiga desmoronada em 1938, o padre Manuel Soares de Albergaria, que também impulsionou outras obras em Madaíl, fez diligências a fim de conseguir terreno e verbas para arrancar com as obras de construção da atual matriz.
Fonte: CMOA
Reciclanda
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis
[ São Miguel ]
Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis
A Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis é um edifício de arquitetura religiosa tardo-maneirista, de planta longitudinal, composto por nave única flanqueada por duas torres sineiras e Capela-mor retangular a que se adossam duas sacristias também retangulares. De linhas sóbrias mas elegantes, demonstrando a grande capacidade dos construtores rurais do início do séc. XVIII, todo em cantaria lavrada entre 1719 e 1729, ostenta uma frontaria austera, revestida de azulejo artístico e voltada para nascente. Sobressai desta frontaria um grande nicho, sobre o frontão da portada, em que se expõe uma movimentada composição escultórica do padroeiro, S. Miguel, obra do século XVIII, representando o padroeiro, em atitude esbelta, derrubando o Espírito do Mal, homúnculo de feições hediondas e pés de bode. Apresentam-se ainda, nesta frontaria seis janelas de lintel e cornija, sendo duas de vidros coloridos; e um óculo na empena, sobre o qual se ergue uma Cruz de Cristo, entre duas solenes torres sineiras. Na fachada lateral rasgam-se, de cada lado, um portal de frontão semicircular interrompido no primeiro piso e 4 janelões chanfrados. O seu interior é composto por uma nave única, coro-alto assente em arco abatido onde se rasgam dois pequenos batistérios, lambril de azulejos, dois púlpitos quadrangulares com sanefa e duas capelas colaterais com frontões semicirculares e retábulos de talha dourada. O arco triunfal está enquadrado por uma estrutura de cantaria, com pilastras colossais rematadas por pináculos e frontão triangular interrompido, tendo capelas laterais anexas, com retábulos de talha dourada. A cobertura é em abóbada de berço sobre cornija corrida. A Capela-mor apresenta um retábulo joanino em talha dourada, da autoria do portuense Luís Pereira da Costa, um trono central e estatuária nos intercolúnios laterais e finalizando este conjunto, uma imponente tela, representando a Ressurreição, do portuense Marques da Silva.
Fonte: CMOA
Enquadramento do órgão
Órgão da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis
Órgão no coro alto
Órgão da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis
consola do órgão
Órgão da Matriz de Oliveira de Azeméis
Existe na igreja um órgão Augusto Joaquim Claro (Braga), de dois teclados manuais e pedaleira com 12 registos [ II+P; 12], construído em 1905, reparado pela Oficina e Escola de Organaria em 1993, opus 4.
Igreja Paroquial [ de Pinheiro ] da Bemposta
[ São Paio ]
Igreja Matriz de Pinheiro da Bemposta
Sob o orago de São Paio, este templo religioso foi edificado provavelmente no ano de 1701. Certo é que um documento refere que a igreja atual já existia em 1708. Situa-se a poucos metros do cruzeiro, numa pequena elevação. Os alicerces da igreja antiga forram arrancados para a construção do cemitério em 1867.
Igreja Paroquial de Ul
[ Santa Maria Maior ]
Igreja Matriz de Ul
Situada na confluência dos rios Ul e Antuã e fronteira ao Castro, a Igreja Paroquial, ou de Santa Maria, foi edificada em 1790. O templo assenta sobre plataforma de um raro monumento romano ou romanizado, de onde foram exumados dois preciosos padrões: o marco miliário da milha XII e o Terminus Augustalis, o qual se encontra embutido na parede exterior da sacristia.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/oliveira-azemeis-matriz-igreja.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:31:532024-10-30 06:42:37Oliveira de Azeméis e os seus órgãos de tubos
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja Matriz do Bunheiro
[ Igreja Paroquial ] [ São Mateus ]
Igreja Matriz do Bunheiro
“Igreja Matriz do Bunheiro” é um livro de Sara Vidal Maia, editado em 2008 pela Fábrica da Igreja de São Mateus do Bunheiro, resultado de um trabalho de “Seminário de Licenciatura em História de Arte — Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra”.
Órgão histórico construído por William Sweetland (1820-1910) em 1871, reconstruído por W. J. Burton de Winchester e reparado por Geo. Osmond of Tauton em 197? e montado pela Oficina e Escola de Organaria.
Daniel Oliveira ao órgão
Órgão da Matriz do Bunheiro (Daniel Bunheiro)
Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/murtosa-bunheiro-paroquial-igreja-cmm.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:31:142024-12-05 19:58:18Murtosa e os seus órgãos de tubos
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Igreja Paroquialda Costa Nova do Prado
[ Nossa Senhora da Saúde ]
Igreja Paroquial da Costa Nova do Prado
Localizada na freguesia da Gafanha da Encarnação, ao lado da antiga igreja, conhecida por Capela de Nossa Senhora da Saúde, no areal junto à praia, foi erguida uma nova igreja. A antiga já não oferecia condições de recolher um elevado número de fiéis. Foi construída em forma hexagonal, tendo no seu interior grandes painéis de azulejo e uma única imagem, a da padroeira, Nossa Senhora da Saúde. Foi inaugurada a 30 de abril d 2000.
A igreja enriqueceu-se com um órgão de tubos que tem possibilitado a realização de concertos de Música Sacra, interpretados por vários organistas nacionais e estrangeiros.
Montra do órgão
Órgão da Igreja Paroquial da Costa Nova
Fonte: CMI
Órgão Alexander Schuke, 1978, de dois teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos, transferido para a igreja em 2001.
Reciclanda
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Igreja Matriz de São Salvador de Ílhavo
[ Igreja Paroquial ] [ São Salvador ]
Igreja Matriz de Ílhavo
Consagrada a São Salvador, a atual Igreja Matriz de São Salvador de Ílhavo data dos finais do séc. XVIII. Está localizada no centro da cidade de Ílhavo, junto ao Jardim Henriqueta Maia. A sua primeira pedra foi lançada a 3 de outubro de 1774, tendo sido benzida e inaugurada em 1785. Esta igreja foi considerada, na altura, a melhor do bispado de Aveiro. As suas obras foram patrocinadas quase totalmente pelo povo, exceptuando a Capela-mor, que foi custeada pelo prior. Sofreu várias obras de restauro ao longo destes dois séculos, tendo a última ocorrido no ano de 2002.
Fonte: CMI
Igreja Paroquialda Praia da Barra
[ Sagrada Família ]
Igreja Paroquial da Praia da Barra
Situada na freguesia da Gafanha da Nazaré, a igreja da Sagrada Família da Praia da Barra foi inaugurada em 1987, dado que a pequena Capela de S. João, situada junto ao farol, se revelava insuficiente para as necessidades da Paróquia. É uma construção moderna, na qual é notória a falta de unidade arquitetónica, pois foi alvo de intervenções de vários projetistas, o que se verifica pela heterogeneidade do conjunto. Apresenta planta centrada de base quadrada sob a diagonal. A entrada principal é marcada por dois corpos laterais que sobem em forma de mãos erguidas. O batistério é acentuado por um corpo cilíndrico, no topo do qual uma estrutura em forma de cruz.
Fonte: CMI
Enquadramento no coro alto
Órgão da Igreja Paroquial da Praia da Barra
Montra
Órgão da Igreja Paroquial da Praia da Barra
consola do órgão
Órgão da Igreja Paroquial da Praia da Barra
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/ilhavo-matriz-sao-salvador.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:30:392024-10-30 17:45:07Ílhavo e os seus órgãos de tubos
De Espinho temos informação de um órgão moderno alemão da autoria de Georg Jann, na Igreja Matriz, e um órgão histórico na Capela de Santa Maria Maior.
De Espinho é natural o organista Daniel Ricardo de Pinho, residente em Regensburg, na Alemanha. Daniel Ricardo de Pinho iniciou os estudos musicais, de forma particular, com a professora Susana Vilar e, mais tarde, ingressou no Conservatório de Música do Porto e frequentou o Curso de Órgão. Tendo concluído a licenciatura na Universidade de Aveiro, ingressou em 2018 no Mestrado em Teoria Musical e Composição na HfKM, sob a orientação de Richard Beyer, apresentando como tema de dissertação “Forma, Estrutura e Estilística na obra para órgão sem cantus firmus de Dietrich Buxtehude”.
Capela de Santa Maria Maior
Capela de Santa Maria Maior
Edificada na Rua 8, freguesia de Espinho, foi mandada construir pelo facto da antiga Capela dos Galegos ser pequena e não satisfazer as necessidades espirituais da população. Foi aberta ao culto em 1873. Sofreu ampliações laterais na Capela-mor para se obter mais espaço. Os retábulos interpretam motivos tradicionais e existem duas grandes esculturas de S. Francisco e Santa Rita de Cássia que aparentam ser obras setecentistas reformadas. É um local bem conservado e onde existe um grande culto religioso dedicado a Nossa Senhora da Ajuda. Iconograficamente, a Santa está representada por uma mulher de cabelos castanhos compridos, com véu branco transparente e uma coroa sobre a cabeça; veste uma túnica cor-de-rosa e um manto azul sobre o ombro esquerdo. Os pés estão calçados com umas sandálias e pousam sobre uma nuvem branca, que se encontra num barco que se está a afundar. Na mão esquerda, segura o Menino Jesus e, na direita, a ponta de uma corda que lança ao barco.
Fonte: Visit Espinho
Órgão positivo de armário no coro alto
Órgão positivo da Capela de Santa Maria Maior
No coro alto está localizado um órgão de um teclado manual [ I; (5+6)], de construtor desconhecido, no século XIX, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 1993, opus 6.
Reciclanda
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Igreja Matriz de Espinho
[ Nossa Senhora da Ajuda ]
Igreja Matriz de Espinho
Dedicada a Nossa Senhora da Ajuda, o seu projeto deve-se ao arquiteto Adães Bermudes, nos últimos anos da década 20, do século XX. Segue o tipo neo-românico da segunda metade de Oitocentos que, em Portugal, se prolongou. É um templo de vastas dimensões, apresentando grande unidade de estilo. No exterior, destaca-se, dos elementos neo-românicos, uma larga e decorativa torre, que confere certa imponência ao conjunto. O interior dispõe-se numa só nave, antecedida de um átrio. A Capela-mor, de forma retangular, é envolvida pelas sacristias. De considerar pelo seu valor artístico, o Cristo Crucificado de madeira polícroma, obra notável do escultor António Teixeira Lopes. Serve-lhe de fundo uma tela, representando as almas do purgatório, assinadas por Joaquim Lopes. As imagens exteriores são em granito e foram esculpidas por António Cardoso. As imagens cimeiras frontais representam, à esquerda, a Fé e, à direita, a Esperança. A Igreja Matriz possui duas imagens da Nossa Senhora da Ajuda, Santa Padroeira; a maior encontra-se no terceiro retábulo do lado do Evangelho e está ladeada pelo Menino Jesus, à esquerda, e pela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, à direita. Na Capela -mor também tem uma pequena imagem da Padroeira sobre o trono eucarístico.
No coro alto da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Ajuda, também designada Igreja Matriz de Espinho, encontra um órgão de dois teclados manuais e pedaleira com acoplamentos [ II+P; 20 ] construído em 1990 por Georg Jann, manutenção pela Oficina e Escola de Organaria em 1994, opus 8.
coro alto
Órgão da Igreja Matriz de Espinho
Montra
Órgão da Igreja Matriz de Espinho
Órgão da Igreja Matriz de Espinho, consola, créditos Daniel Ricardo de Pinho 2024
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/espinho-matriz-igreja_daniel-ferreira.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:29:562024-11-10 11:38:41Espinho e os seus órgãos de tubos
Aveiro é uma cidade rica em História mas também uma cidade emergente em termos culturais e académicos. Possui uma diocese ativa e a universidade, jovem, é cada vez mais reconhecida nacional e internacionalmente. Aveiro é uma das 15 cidades portuguesas com mais órgãos de tubos. A Universidade de Aveiro e o Conservatório de Música de Aveiro têm desempenhado um importante papel na formação de organistas.
Domingos Peixoto, organista, pedagogo e musicólogo é um especialista no que se refere aos órgãos de tubos de Aveiro e do País. Lecionou em diversos Conservatórios. Domingos Peixoto é titular do Curso Superior de Piano, dos Cursos de Órgão dos Conservatórios de Lisboa e Lyon e do Curso Superior de Órgão da ‘Schola Cantorum’ de Paris, enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Na Universidade de Aveiro (Curso de Licenciatura em Ensino de Música) foi o docente responsável pela cadeira de Órgão entre 1994 e 2010. Desenvolveu um projecto de estudo sobre os órgãos históricos de Aveiro e publicou vários trabalhos neste âmbito. Foi Responsável pela actividade da AMPO – Associação Musical Pro Organo, dirigiu as Temporadas de Órgão, acompanhou os trabalhos de restauro de instrumentos históricos e colabora nas diversas iniciativas que se têm desenvolvido no sector organístico na cidade e região de Aveiro.
De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:
Centro Universitário Fé e Cultura
O Centro Universitário Fé e Cultura é o organismo autónomo da Diocese de Aveiro que tem como principais funções a promoção do diálogo entre a cultura e a fé cristã e ainda a organização de celebrações, convívios, debates, conferências e grupos de reflexão.
O CUFC possui um órgão positivo moderno.
positivo
Órgão do CUF
Conservatório de Música de Aveiro
Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian
Com a designação de Conservatório Regional de Aveiro, na altura, o CMACG teve início em outubro de 1960, em início de ano letivo. O seu fundador— Dr. Orlando de Oliveira— personalidade dinâmica, atenta e interventiva na área da educação, exerceu a atividade de professor e o cargo de reitor no Liceu Nacional de Aveiro (hoje, Escola Secundária José Estêvão), e ainda as funções de vereador, responsável pelo pelouro da Instrução e Cultura, na autarquia aveirense. O Dr. Orlando de Oliveira idealizou criar em Aveiro uma academia de música, semelhante às existentes em Coimbra e na Vila da Feira.
O Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian possui órgão de tubos, sendo Marília Canhoto professora de Órgão.
Igreja da Misericórdia de Aveiro
Igreja da Misericórdia
Ao longo do século XVI a irmandade intentou esforços para patrocinar a construção de uma igreja própria, bem como de um hospital, e em 1585 D. Filipe I concedeu à irmandade aveirense os mesmos privilégios de que usufruía a Misericórdia de Coimbra. A obra de edificação do templo iniciou-se em 1600, sendo contratado para a execução da traça o mestre Gregório Lourenço. A primeira pedra da igreja era lançada ainda nesse ano, e como Gregório Lourenço estava encarregue de outras edificações, nomeadamente na cidade do Porto, em 1601 indicou o mestre Francisco João, seu irmão, para supervisionar a fábrica de obras. No ano de 1608 a Casa do Despacho estava já concluída, e o corpo do templo encontrava-se edificado, faltando executar o pórtico principal e o espaço da Capela-mor. Em 1615 o hospital ficava concluído. (Leia MAIS).
Fonte: DGPC, Catarina Oliveira
A Igreja da Misericórdia de Aveiro, tutelada pela Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, possui um órgão histórico de tipo ibérico da autoria de João Fontanes Maqueira, construído em 1767, restaurado em 2003 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.
Marília Canhoto é desde 2003 organista titular do órgão histórico na Igreja da Misericórdia de Aveiro, colaborando para a dinamização cultural e artística da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro bem como da cidade de Aveiro. Em 2007, o órgão esteve inserido, juntamente com o órgão da Igreja Matriz de Vagos, na audição da obra integral de Dietrich Buxtehude. Esteve também incluído no Ciclo Jovens Organistas, promovido pela Associação Musical Pro Organo (AMPO), nas Igrejas da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, Aradas, Vagos, Albergaria-à-Velha, Mafra, Ançã e Museu de Santa Joana de Aveiro.
Montra
Órgão da Igreja da Misericórdia de Aveiro
Museu de Aveiro
Museu de Aveiro
O Museu de Aveiro está instalado desde 1911 no antigo Convento de Jesus da Ordem Dominicana feminina. Este convento, um dos mais antigos de Aveiro, remonta à segunda metade do século XV, fundado por D. Brites Leitão e por D. Mecia Pereira. A Princesa D. Joana, filha de Afonso V, entrou nesta casa em 1472 e aqui levou uma vida de santidade, que conduziu à sua beatificação em 1693. O prestígio do convento ficou assim definitivamente associado à presença da Princesa Santa Joana e ao seu culto religioso. O Museu de Aveiro apresenta um circuito de visita com duas partes distintas: o percurso monumental e a exposição permanente. Destaca-se no piso térreo do convento o túmulo de Santa Joana Princesa, a Igreja de Jesus, o claustro, a Sala do Capítulo e o refeitório. A Igreja de Jesus é decorada com uma sumptuosa talha dourada e azulejos portugueses, exemplo da exuberância da decoração barroca. O coro interior contém o túmulo da Princesa Joana, obra-prima da arte barroca, em mármore multicor com elementos escultóricos influenciados pelo gosto italiano, sendo da autoria do arquiteto real João Antunes.
Fonte: DGPC/DMCC
O Museu Regional de Aveiro, na antiga Igreja do Mosteiro de Jesus, em tribuna própria, do lado do Evangelho, possui um órgão histórico de tipo ibérico.
Órgão em tribuna própria
Órgão da Igreja de Jesus
O Museu de Aveiro possui um órgão positivo de um teclado manual [ I ;(5+6)] construído em 1783 de autoria desconhecida, com 1 manual de 47 notas (oitava curta; C1 – c3; cx3 – d5), afinado em Lá 440Hz (a pedido do Prof. Domingos Peixoto para acompanhar outros instrumentos), restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 2003, opus 39. O órgão esteve também incluído no Ciclo Jovens Organistas, promovido pela Associação Musical Pro Organo (AMPO), nas Igrejas da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, Aradas, Vagos, Albergaria-à-Velha, Mafra, Ançã e Museu de Santa Joana de Aveiro.
Órgão e cadeiral
Órgão do coro alto do Museu de Aveiro
Montra
Órgão do coro alto do Museu de Aveiro
Na reserva, o Museu regional de Aveiro possui um terceiro órgão de tubos.
Igreja do Seminário de Aveiro
A Igreja de Santa Joana do Seminário de Aveiro possui órgão de tubos. Segundo Pedro Guimarães, o órgão foi começado pelo Pe. Arménio com o aproveitamento de peças de outros órgãos e nunca foi completado.
Órgão P.e Arménio
Órgão da Igreja do Seminário de Aveiro
Igreja da Vera Cruz
Igreja Matriz da Vera Cruz
A Igreja Paroquial da Vera Cruz, de Santa Cruz e Nossa Senhora da Apresentação, possui órgão de tubos.
Igreja de Aradas
A Igreja Paroquial de Aradas – Verdemilho possui um órgão da autoria de António Simões construído em 1994. O órgão esteve incluído no Ciclo Jovens Organistas, promovido pela Associação Musical Pro Organo (AMPO), nas Igrejas da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, Aradas, Vagos, Albergaria-à-Velha, Mafra, Ançã e Museu de Santa Joana de Aveiro.
Montra do órgão
Órgão de Aradas, Verdemilho
Igreja de Santa Joana Princesa
A Igreja de Santa Joana Princesa dispõe de um positivo com 3 registos que veio da Alemanha e foi instalado em 2004.
Órgão positivo
Órgão da Igreja de Santa Joana Princesa
Sé de Aveiro
Sé de Aveiro
A Sé (Catedral) de Aveiro possui em tribuna própria um órgão histórico construído por António José dos Santos Júnior construído em 1754 (reconstruído em 1883), [ II; 14+14 ], inventário e proposta de restauro pela Oficina e Escola de Organaria, em 1995, opus 10.
Órgão histórico
Órgão histórico da Sé de Aveiro
Órgão moderno
Órgão moderno da Sé de Aveiro
Universidade de Aveiro
Universidade de Aveiro
O Auditório do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro possui um órgão de tubos moderno.
Órgão e piano
Órgão da Universidade de Aveiro
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/aveiro-se.jpg400400António Ferreirahttp://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.pngAntónio Ferreira2020-11-23 22:29:132021-06-22 14:41:58Aveiro e os seus órgãos de tubos
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