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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Igreja matriz de Portimão
Músicas no Concelho

Portimão e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Portimão

De acordo com as informações disponíveis, apenas existe no Concelho um órgão de tubos.

Igreja Matriz de Portimão

Igreja matriz de Portimão

Igreja Matriz de Portimão

Construída no séc. XV, a Igreja Matriz de Portimão, ou Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Conceição de Portimão, situa-se na zona mais elevada da cidade, no interior das antigas muralhas. “O portal tardo-gótico é inspirado no mais imponente monumento da época, o Mosteiro da Batalha e nele se identificam finas esculturas de músicos e mulheres em moldura. Ali convivem diversos estilos, como o Barroco, o Rococó e o manuelino, fruto das várias fases de reconstrução e enriquecimento artístico do templo que hoje é a Igreja Matriz de Portimão.”

coro alto

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Montra do órgão

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

coro alto e altar-mor

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Lira e tubos da fachada

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Lábios dos tubos

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Lábios

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Manúbrios do lado direito

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Manúbrios do lado esquerdo

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Tubos

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Placa do organeiro

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

Órgão da Igreja Matriz de Portimão

O órgão histórico tem um teclado manual e doze meios registos [ I; (6+6) ]. Foi construído por Henry Fincham – Londres, em 1886, e reparado pela Oficina e Escola de Organaria, (Esmoriz), de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, opus 54, em 2009.

Em 2020, a 13ª Edição do Festival de Órgão Algarve ’20, organização da Associação Música XXI, decorreu em igrejas de Faro (Sé, e Igreja do Carmo), Portimão (Igreja Matriz), Loulé (Igreja Paroquial de Boliqueime) e Tavira (Igreja de Santiago).

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), dá oficinas de música, apresenta exposições de instrumentos e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/portimao-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-24 00:01:412024-10-26 23:52:00Portimão e os seus órgãos de tubos
Igreja matriz de Boliqueime
Músicas no Concelho

Loulé e os seus órgãos de tubos

Órgãos do concelho de Loulé

De acordo com as informações disponíveis, apenas existe no Concelho um órgão de tubos.

Igreja de Boliqueime

Igreja matriz de Boliqueime

Igreja Matriz de Boliqueime

O templo primitivo localizava-se na antiga povoação de Boliqueime, hoje designada por “Povo Velho”. No início do século XVI seria apenas uma ermida. Após a elevação a sede de freguesia, provavelmente durante a década de quarenta do século XVI, deu-se a reconstrução do templo, que passou a ter três naves. Foi destruído pelo terramoto de 1755. Julga-se que, logo no ano seguinte, foi começada a construção da nova Igreja Matriz. Em 1759, o novo templo estava concluído, tendo-se colocado esta data no fecho do portal principal. Nos anos imediatos à conclusão da igreja, a Confraria da Nossa Senhora das Dores mandou revestir de talha a Capela lateral que lhe foi cedida na nave do templo. No retábulo adotou-se o formulário Rococó.

A Igreja Paroquial de São Sebastião de Boliqueime possui um órgão histórico de tipo ibérico, positivo de armário, da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 24, construído no ano de 1789. Foi restaurado em 1990, a expensas da Junta de Freguesia de Boliqueime.

Órgão de armário com portadas abertas

Órgão da Igreja de Boliqueime

Órgão da Igreja de Boliqueime

Em 2020, 13ª Edição do Festival de Órgão Algarve ’20, organização da Associação Música XXI, decorreu em igrejas de Faro (Sé, e Igreja do Carmo), Portimão (Igreja Matriz), Loulé (Igreja Paroquial de Boliqueime) e Tavira (Igreja de Santiago).

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/loule-boliqueime-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-24 00:01:172024-12-14 22:49:24Loulé e os seus órgãos de tubos
Sé de Faro
Músicas no Concelho

Faro e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Faro

De acordo com as informações disponíveis, existem no Concelho os seguintes órgãos de tubos.

Igreja do Carmo

Igreja do Carmo, Faro

Igreja do Carmo, Faro

A construção da Igreja da Ordem Terceira do Carmo começou em 1713 e ficou concluída em 1719. O projeto inicial coube a um arquiteto carmelita e seguiu o estilo da arquitetura chã. Após o terramoto de 1755 sofreu uma remodelação que incluiu a reconstrução da fachada e da Capela-mor segundo o estilo tardo-Barroco. Na ornamentação interior da igreja, o destaque vai indiscutivelmente para os altares de talha dourada. Alusão especial ao retábulo da Capela-mor, por ser uma verdadeira obra-prima executada pelo mestre Manuel Martins em 1736-37, tendo sido o primeiro exemplar do Estilo Joanino no Algarve. Os restantes retábulos são igualmente do século XVIII, destacando-se o da Capela de São José, que constitui um bom exemplo da talha Rococó no Algarve. As imagens dos diversos altares da igreja também não passam despercebidas. Sobressaem, pela sua excelente qualidade, as imagens de Santa Teresa de Ávila (retábulo de Santa Teresa) e de São José (retábulo de São José). Igualmente interessante é o órgão Barroco visível no coro alto, peça recentemente restaurada. Por fim, merece referência a Capela dos Ossos. Situada no quintal anexo à igreja, constitui um motivo de interesse para muitos turistas que visitam a cidade.

Em 1999, o órgão da autoria de João da Cunha construído em 1788, foi restaurado por António Simões.

Fonte: VisitAlgarve

Órgão da Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, créditos FOA

Órgão da Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, créditos FOA

tribuna e órgão histórico

Órgão histórico da igreja do Carmo, Faro

Órgão histórico da igreja do Carmo, Faro

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna, balaustrada

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, consola

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, tribuna, trombetas

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, transepto

Órgão da Igreja do Carmo, Faro, transepto

Igreja Matriz de São Pedro

Igreja de São Pedro, Faro

Igreja de São Pedro, Faro

Construída na segunda metade do século XVI, a Igreja de São Pedro possui um interessante pórtico emoldurado por dois pares de colunas jónicas e apresenta um nicho concheado, ladeado por pilastras, com a imagem de São Pedro no interior. É um edifício de arquitetura religiosa de três naves e cabeceira composta por Capela-mor e duas capelas laterais abobadadas. A Capela-mor tem um retábulo da década de 80 do século XVII, provavelmente um dos primeiros exemplares do Barroco no Algarve.

O destaque vai para a Capela do Santíssimo, que apresenta um magnífico retábulo Barroco do período joanino e onde é possível apreciar um esplêndido relevo da última ceia. Importante é também a pintura da descida da cruz situada na sacristia, da autoria de Diogo Teixeira, considerada como o melhor exemplo da pintura maneirista no Algarve.

Merecem ainda referência a Capela de Nossa Senhora da Vitória, que possui um interessante retábulo Rococó, os azulejos da Capela das Almas e o conjunto de esculturas dos séculos XVII e XVIII que preenchem os diversos altares da igreja.

Fonte: VisitAlgarve

A Igreja Paroquial de São Pedro possui um órgão da autoria de João da Cunha, construído em 1784, restaurado por António Simões em 2000.

Sé de Faro

Sé de Faro

Sé de Faro

Construída em estilo gótico após a reconquista da cidade de Faro aos mouros, em 1249, a Catedral de Faro situa-se no local onde anteriormente se ergueram o templo romano e a mesquita muçulmana. Da campanha de obras original sobreviveram vestígios importantes, caso da torre da frontaria e do grande portal ogival que dá entrada ao corpo da igreja. De estilo gótico, mas datadas já do século XV, são as duas capelas laterais do transepto cobertas de abóbadas de arcos cruzados.

Em 1577, devido à mudança do bispo do Algarve de Silves para Faro, a igreja passou a ser Sé Catedral. Em 1596 foi saqueada e incendiada pelos corsários do conde de Essex, tendo sofrido danos consideráveis que motivaram uma nova campanha de obras com vista à recuperação. O principal vestígio dessa intervenção são as colunas de ordem dórica sobre as quais assentam os arcos de volta perfeita que separam as três naves da igreja. Nos anos seguintes à Restauração foi construída uma nova Capela-mor, coberta por uma abóbada de berço com caixotões e ornamentada com um retábulo maneirista, considerado o melhor exemplar da talha seiscentista do Algarve.

Já no século XVIII, algumas das capelas laterais foram revestidas com altares de talha dourada de estilo Barroco, sendo de destacar a Capela de Nossa Senhora dos Prazeres e a Capela do Santo Lenho. Por fim, merecem referência os azulejos do final do século XVII que ornam a Capela de Nossa Senhora do Rosário, o conjunto de imagens de culto dos altares (maioritariamente dos séculos XVII e XVIII), o túmulo medieval do cavaleiro Rui Valente. O Museu Catedralício contem um conjunto significativo de paramentos e de alfaias eucarísticas pertencentes aos bispos do Algarve.

Fonte: VisitAlgarve

Localizado em tribuna própria, o grande órgão da Sé (Catedral) de Faro foi construído em 1715-16 por Johann Heinrich Hulenkampf, da oficina alemã de organaria de Arp Schnitger. Foi restaurado em 2006 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da Sé de Faro (tribuna), consola e tubos

Órgão da Sé de Faro, tribuna, registos do lado esquerdo, créditos FOA

Órgão da Sé de Faro, tribuna, registos do lado esquerdo, créditos FOA

Órgão da Sé de Faro, tribuna, registos do lado direito, créditos FOA

Órgão da Sé de Faro, tribuna, registos do lado direito, créditos FOA

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da Sé de Faro (tribuna), trombeta

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da Sé de Faro (tribuna), anjo

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da Sé de Faro (tribuna), anjos

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da Sé de Faro (tribuna), teclas

Órgão da Sé de Faro (tribuna)

Órgão da Sé de Faro (tribuna), tubos

Reciclanda

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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962 942 759

FOI NOTÍCIA

Localizado em tribuna, o grande órgão da Sé de Faro foi construído em 1715-16 por Johann Heinrich Hulenkampf, da oficina alemã de organaria de Arp Schnitger. O terramoto de 1755 afetou-o consideravelmente e, em 1767, foi remodelado e ampliado pelo genovês Pasquale Gaetano Oldovini, organeiro italiano que tinha oficina em Évora. Nos anos 1973-74 foi restaurado pelo holandês Dirk Andries Flentrop e, em 2006, o organeiro Dinarte Machado efetuou a revisão geral e reposição do sistema de vento.  A talha e a estatuária são ao estilo do Barroco hamburguês e o douramento e a decoração em chinoiserie sobre fundo rubro é da autoria do tavirense Francisco Correia da Silva.

A intervenção de Dinarte Machado foi apoiada pelo Ministério da Cultura, através do IGESPAR IP – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, I. P.

Em 2015 realizou-se o VIII Festival de Órgão de Faro, na Sé e igreja do Carmo. Com a inclusão de órgãos das igrejas de Santiago, Tavira; matriz de Portimão; paroquial de Boliqueime (Loulé), o Festival passaria a ser designado por Festival de Órgão do Algarve.

O Festival de Órgão Algarve ’20, organização da Associação Música XXI, teve em 2020 a 13ª edição.

Órgão da Sé de Faro em CD

Em 2007, Rui Paiva apresentou o CD Dieterich Buxtehude (1637-1707): Órgão da Sé Catedral de Faro”. O concerto de lançamento do CD “Dieterich Buxtehude (1637-1707): Órgão da Sé Caredral de Faro”, pelo organista Rui Paiva, decorreu a 17 de novembro de 2007, na Sé Catedral de Faro, assinalando a passagem do tricentenário do compositor, figura maior do Barroco norte-alemão.

Trata-se de uma edição da Academia de Música de Santa Cecília de Lisboa que conta com o apoio da Direcção Regional de Cultura do Algarve, da Caixa de Crédito Agrícola do Algarve e do Cabido da Sé Catedral.

Rui Paiva, organista e cravista, é professor de Órgão na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa e director da Academia de Música de Santa Cecília. Como intérprete, tem abordado sobretudo o repertório dos séculos XVI a XVIII, em concertos e recitais a solo, integrado em diversos grupos, e em numerosas edições discográficas.

O CD é acompanhado por um livro ilustrado, numa edição especial, com textos de João Pedro d’Alvarenga (Universidade de Évora) e fotografias de Telma Veríssimo. A par do concerto de lançamento do CD, estaria também patente uma exposição fotográfica sobre o órgão.

FONTE

CE/RS Região Sul, 07 novembro 2007

positivo de armário

Órgão positivo da sé de Faro

Órgão positivo da Sé de Faro

O órgão positivo de armário da Sé de Faro está localizado no transepto.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/faro-se.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-24 00:00:082025-04-22 14:58:26Faro e os seus órgãos de tubos
Igreja do Carmo, Lagos
Músicas no Concelho

Lagos e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho Lagos [3]

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no Concelho são os seguintes:

Igreja Matriz de Santa Maria

[ Nossa Senhora da Assunção ]

Igreja de Santa Maria, Lagos

Igreja Matriz de Santa Maria, Lagos

Construída no início do século XVI como Igreja da Misericórdia, a Igreja de Santa Maria foi instituída Igreja Paroquial após o terramoto de 1755. Trata-se de uma igreja de nave única que possui um portal principal de estilo renascentista, formado por duas colunas dóricas ladeadas pelas figuras de São Pedro e São Paulo. No que respeita à ornamentação interior, destacam-se os conjuntos de imagens de Nossa Senhora da Assunção, de São Gonçalo de Lagos, de Nossa Senhora do Carmo e de Nossa Senhora da Piedade, todas de estilo Rococó, à semelhança das duas imagens do Senhor crucificado.

Fonte: VisitAlgarve

Igreja do Carmo

Igreja do Carmo, Lagos

Igreja do Carmo, Lagos

Em 1554, a Ordem do Carmo fundou em Lagos o seu segundo convento feminino. O edifício, que ficaria bastante destruído com o terramoto de 1755, foi restaurado pelo então Bispo do Algarve, Frei Lourenço de Santa Maria e manteve a sua utilização até à extinção das ordens religiosas em 1833, data em que passou para a posse da Câmara Municipal de Lagos. Durante o século XX, o convento e a igreja tiveram diversas utilizações, o que, juntamente com o sismo de 1969, contribuiu para a degradação deste importante monumento. Entre 2005 e 2008, esta igreja de estilo Barroco foi restaurada. Trata-se de um templo de nave única, cobertura abobadada e Capela-mor retangular, com uma cúpula rematada por um lanternim. No interior da igreja o destaque vai para os altares em talha dourada e os painéis de azulejos da sacristia.

Igreja Matriz de São Sebastião

[ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Conceição ]

Igreja de São Sebastião, Lagos

Igreja de São Sebastião, Lagos

A Igreja de São Sebastião de Lagos é um edifício religioso do século XV que possui três naves separadas por arcos plenos. Na fachada apresenta um portal datado de 1612, formado por duas colunas dóricas com caneluras. No interior ressaltam o retábulo da Capela-mor, exemplar do século XIX mas com tribuna barroca, o retábulo da Capela do Santíssimo, do século XVIII, e um valioso conjunto de imagens, entre as quais a do Senhor crucificado, do século XVI, e a de Nossa Senhora da Glória, em estilo Barroco. Outro motivo de interesse é a Capela dos Ossos.

Reciclanda

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Igreja matriz de Albufeira
Músicas no Concelho

Albufeira e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Albufeira [2]

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no Concelho são os seguintes:

Igreja de Santa Ana

[ de Sant’Ana ]

Igreja de Santa Ana

Igreja de Santa Ana, Albufeira

Localizada no Largo Jacinto d’Ayet, em Albufeira, a igreja de Santa Ana foi construída no século XVIII. A Capela mor apresenta um retábulo em madeira, possivelmente, da autoria dos mestres Francisco Xavier Guedelha e João Baptista. Salienta-se um retábulo de Nossa Senhora das Dores e uma imagem de Cristo Crucificado em madeira.

Reciclanda

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Igreja Matriz de Albufeira

[ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Conceição ]

Igreja matriz de Albufeira

Igreja Matriz de Albufeira

A Igreja Matriz de Albufeira, um dos mais relevantes exemplares da arquitetura neoclássica no Algarve, foi construída em finais do século XVIII. Na fachada, destacam-se o frontão triangular e os três janelões com moldura em cantaria de arco semicircular. No interior, de nave única, encontram-se quatro altares laterais de estilo Neoclássico onde se podem admirar duas imagens do final do século XVIII, nomeadamente São Luís e São Pedro. Na Capela-mor, antecedida por um imponente arco triunfal, se encontra o maior motivo de interesse da igreja, uma imagem da padroeira da cidade de Albufeira, Nossa Senhora da Conceição, de estilo Rococó, da segunda metade do século XVIII. Esta obra de qualidade apresenta dimensões invulgares: cerca de 2,40 m de altura.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/albufeira-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:59:292024-10-30 17:39:01Albufeira e os seus órgãos de tubos
Igreja de São Pedro, Torres Vedras
Músicas no Concelho

Torres Vedras e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Torres Vedras [6]

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no Concelho são os seguintes:

Centro de Apoio Social de Runa

Centro de Apoio Social de Runa, Torres Vedras

Centro de Apoio Social de Runa, Torres Vedras

Majestoso edifício setecentista, o Real Asilo de Runa foi construído a expensas da princesa do Brasil, D. Maria Francisca Benedita, irmã e nora de D. Maria I. Viúva em 1788, como homenagem ao seu falecido marido e aos militares que tinham servido a Pátria nas guerras, fundou um asilo para militares pobres e inválidos, tendo reservado uma parte do edifício para aposentos seus. O edifício foi inaugurado em 1827. Bem traçada no estilo Neoclássico da época, projetada pelo arquiteto José da Costa e Silva, a obra começou em 1792. No aspeto externo, o edifício reduz-se à figura dum longo quadrilátero. Ao centro do edifício, a notável entrada para a igreja, formando peristilo, é de uma arquitetura austera e nobre. O templo tem uma curta nave ou corpo e um grande transepto em que os topos são rematados em semicírculo. O conjunto é dominado por uma cúpula. Os nichos têm esculturas de mármore de Carrara, ao estilo Neoclássico. Pertence a esta igreja uma alta e valiosa custódia de prata dourada com peso de 14,725 kg e com 1,30 metros de altura, cravejada de pedras preciosas. A tribuna Real, hoje armada em sala, guarda pinturas de valor. Sobressaem as três tábuas portuguesas da primeira metade do século XVI, representando São Luís, Rei de França, São João Baptista e São Jerónimo, São Bento e Santo Ambrósio, e uma tela representando Santo António e o Menino, assinada por Vieira Lusitano. Numa outra ala do edifício os “Aposentos da Rainha” conservam nas paredes uma decoração neoclássica e, na sala principal, um retrato da rainha D. Maria I. O acesso ao edifício é feito por uma alameda de 170 metros de comprimento.

O antigo Asilo de Inválidos Militares de Runa, também designado Lar dos Veteranos Militares possui um órgão histórico.

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Igreja da Graça

Igreja e convento da Graça

Igreja e convento da Graça, Torres Vedras

Fundado no séc. XVI por eremitas calçados de Santo Agostinho, o convento está hoje ocupado em parte pelo Museu Municipal. A igreja mantém o seu antigo esplendor e é notável pela talha e imagens barrocas, particularmente da primeira metade do século XVII. O percurso para a igreja leva-nos depois a atravessar uma ala do claustro com abóbadas de aresta e largos silhares de azulejos, de 1725, ilustrando a vida de D. Frei Aleixo de Meneses. A igreja, de uma só nave, é coberta com abóbada de berço, apresentando-se algo monumental e bem iluminada. Na Capela-mor sobressai o grande retábulo do começo do séc. XVII. Notáveis as esculturas de madeira, particularmente as imagens de Santa Gertrudes Magna e Santa Francisca Romana, obras características do séc. XVII. À direita, um pequeno nicho na parede com o túmulo de S. Gonçalo (1422), curiosa arca com a figura do santo na tampa. No corpo da igreja distribuem-se quatro capelas de cada lado, com boa talha dourada, imagens e inscrições tumulares com belas peças heráldicas. A igreja possui ainda um silhar de azulejos de tapete e, na varanda do coro, um valioso crucifixo de marfim (séc. XVII), e dois púlpitos de talha do séc. XVIII, época dos principais melhoramentos.

Fonte: VisitPortugal

A Igreja do Convento da Graça possui um órgão histórico.

Igreja da Misericórdia 

Igreja da Misericórdia, Torres Vedras

Igreja da Misericórdia, Torres Vedras

A Igreja da Misericórdia de Torres Vedras é considerada a mais bela e valiosa das igrejas da cidade, em cujo centro histórico se encontra. Incorpora o conjunto de edifícios da Misericórdia, como o hospital e a sede da instituição. Foi construída para substituir a igreja do antigo hospital que na altura se chamava de Espírito Santo, que lhe era contígua e estava em muito mau estado. Edificada entre 1681 e 1710, em estilo Barroco, é constituída por uma nave coberta em abóbada de berço, onde figuram as armas reais portugueses de D. João V e da comenda da Ordem de Cristo. Possui coro alto sobre o portal principal, sustentado por duas colunas jónicas assentes em altos socos, cada uma delas com uma pia de água benta em mármore, em forma de concha. O coro está unido por uma mísula a outro espaço lateral onde se encontra o órgão de oito registos e um manual.

A Igreja da Santa Casa Misericórdia de Torres Vedras possui um órgão histórico da autoria de Bento Fontanes, construído em 1773, restaurado por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, em 2008.

Órgão Bento Fontanes

Órgão da Igreja da Misericórdia, Torres Vedras

Órgão da Igreja da Misericórdia, Torres Vedras

tribuna e órgão, em dia de concerto

Órgão da Igreja da Misericórdia, Torres Vedras

Órgão da Igreja da Misericórdia, Torres Vedras

Igreja Matriz de Torres Vedras

Igreja de São Pedro, Torres Vedras

Igreja de São Pedro, Torres Vedras

A Igreja de São Pedro foi edificada no segundo quartel do século XVI, substituindo o templo da mesma invocação construído no local na Idade Média. A igreja apresenta dois tipos de influências distintas na sua estrutura; se a planimetria é inspirada na arquitetura mendicante, apresentando planta retangular de três naves com cérceas diferenciadas, o modelo dos alçados é já quinhentista, de transição entre a arquitetura manuelina e o classicismo da década de trinta. No século XVII foi efetuada uma campanha de obras no interior da igreja, durante a qual foi executado o retábulo-mor, de talha dourada em Estilo Joanino, painéis de azulejo de tapete que decoram o espaço, e algumas telas. Na centúria seguinte foram efetuadas a porta de madeira inserida no portal principal, o coro-alto, painéis de azulejos historiados e os ornamentos pintados na abóbada de berço de madeira que cobre a nave central.

A fachada principal apresenta portal enquadrado em alfiz, de influência manuelina, decorado por elementos vegetalistas de gosto classicista e encimado por escudo com armas de D. João III e D. Catarina de Áustria. adossada à fachada foi erigida a torre sineira, coroada por coruchéu. Os alçados laterais possuem portais, um de moldura rebaixada, de gosto classicista, o outro manuelino, com moldura em arco polilobado decorado por rosetas, proveniente de uma Capela no Turcifal. No interior as naves são separadas por arcos formeiros assentes sobre colunas toscanas. As naves laterais são cobertas por abóbada de nervuras e as paredes são cobertas por azulejos enxaquetados e de tapete. Os retábulos das capelas laterais são de talha dourada em Estilo Nacional. Junto ao transepto, do lado da Epístola, foi colocado o túmulo de João Lopes Perestrelo, que acompanhou Vasco da Gama numa das viagens à Índia. A arca sepulcral foi inserida num arco de volta perfeita, decorado por motivos grotescos.

Fonte: Catarina Oliveira, GIF/ IPPAR/ 2004

A Igreja Paroquial de São Pedro de Torres Vedras possui um órgão histórico.

Igreja Matriz do Turcifal

Igreja paroquial de Turcifal, Torres Vedras

Igreja Paroquial de Turcifal, Torres Vedras

As origens da Igreja Matriz do Turcifal remontam, muito possivelmente, à época medieval. Do templo primitivo, apenas se conservou o pavimento, com lápides sepulcrais quinhentistas, pois a remodelação de que foi alvo, entre a última década do século XVII e meados da centúria seguinte, alterou profundamente a arquitetura, conferindo-lhe a estrutura que hoje conhecemos, e cujo projeto é atribuído a João Antunes, arquiteto régio de D. Pedro II. O começo dos trabalhos deverá situar-se na década de 1690, e em 1708. As dificuldades financeiras fizeram-se sentir ao nível do retábulo proto-Barroco, que nunca foi dourado. As diferenças de tratamento, ao nível dos materiais utilizados, entre a Capela-mor, onde não há mármores, e o corpo da igreja, são significativas. A decoração do interior do templo reflete estas etapas. À talha, azulejos e pintura do início de Setecentos, opõem-se as telas das capelas laterais, de época joanina. A arquitetura da igreja apresenta soluções de grande depuração e sobriedade. A segunda torre, que certamente fazia parte do projeto original, nunca chegou a ser construída, mas o remate da existente deixa adivinhar a sua conclusão numa época já avançada do século XVIII, pois o contraste entre a fachada e o remate em coruchéu com pináculos, é significativo. As paredes da nave são revestidas por embutidos marmóreos, de grande dinamismo, numa solução que se encontrava em perfeita consonância com o que se fazia em muitas das igrejas da capital.

Fonte: DGPC, Rosário Carvalho

A Igreja Paroquial de Santa Maria Madalena do Turcifal possui órgão de tubos.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/torres-vedras-sao-pedro-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:58:342024-10-29 22:54:25Torres Vedras e os seus órgãos de tubos
Igreja de São Quintino, Sobral de Monte Agraço
Músicas no Concelho

Sobral de Monte Agraço e os seus órgãos de tubos

Sobral de Monte Agraço [3]

Igreja de Nossa Senhora da Purificação

Situada na zona leste da povoação de Sapataria, na Rua da Igreja, está localizada a Igreja de Nossa Senhora da Purificação. É uma pequena igreja com fundação no tempo do manuelino, de que conserva o portal, tendo sido muito restaurada e modificada nos séculos seguintes. A fachada é ladeada pela torre sineira e rasgada pela porta principal manuelina encimada por uma rosácea para iluminação do coro. O tímpano triangular, interrompido para rodear a rosácea, é encimado pela cruz. O interior é composto por altar-mor e altares colaterais, com painéis de azulejos pombalinos na Capela-mor e azulejos hispano-árabes nos restantes altares. Duas colunas sustentam o coro alto tendo uma pia de água benta em cada. Das outras duas pias de água benta da igreja salienta-se uma com decoração renascentista.

Órgão moderno

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Purificação

Órgão da Igreja de Nossa Senhora da Purificação

No coro alto da igreja está localizado, desde 2009, um órgão moderno Hoffbauer, de um teclado manual. datado de 1973.

Igreja Matriz de Santo Quintino

[ Igreja Paroquial ]

A 40Km a noroeste de Lisboa, a igreja de São Quintino foi construída em estilo manuelino, em 1530, na freguesia do mesmo nome, concelho de Sobral de Monte Agraço. Terão sido os Francos que trouxeram a devoção do São Quintino. Supõe-se que a documentação relativa a São Quintino se terá perdido aquando do terramoto de Lisboa de 1755. A igreja está classificada como Monumento Nacional desde 1910.

Igreja de São Quintino, Sobral de Monte Agraço

Igreja de São Quintino, Sobral de Monte Agraço

No coro alto da igreja está localizado um pequeno órgão moderno Karl Lötzerich, de um manual e pedaleira.

Órgão positivo moderno

Órgão da igreja de São Quintino

Órgão da igreja de São Quintino

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

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Igreja Matriz de Sobral de Monte Agraço

[ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Vida ]

A Igreja de Nossa Senhora da Vida é de uma só nave e Capela-mor, separadas pelo arco triunfal. Além do altar-mor contém mais quatro altares e o coro alto. A construção desta igreja foi orientada por Reinaldo Manuel dos Santos, o arquiteto responsável pela reconstrução de Lisboa após o terramoto de 1 de novembro de 1755. Sendo os Condes de Sobral proprietários da igreja, esta foi cedida à paróquia em meados do século XIX. Tal se deveu ao mau estado em que se encontrava a antiga igreja de S. Salvador do Mundo. Posteriormente a igreja foi assaltada e muito danificada já no início do século XX, em 1919, voltando então para a posse dos Condes de Sobral. Quinze anos depois do assalto e destruição que sofreu, e após obras de recuperação, foi reaberta. Na década de 1980 os Condes de Sobral novamente a doaram à paróquia, passando desde então a servir como Igreja Paroquial de Sobral de Monte Agraço.

Igreja de Nossa Senhora da Vida, Sobral de Monte Agraço

Igreja de Nossa Senhora da Vida, Sobral de Monte Agraço

Órgão moderno

Órgão da igreja matriz de Sobral de Monte Agraço

Órgão da matriz de Sobral de Monte Agraço

No coro alto da igreja está localizado um órgão Henning Jenses, datado de 1973. Tem um teclado manual e pedaleira, com acoplamento. É proveniente da Igreja de Tanderup – Dinamarca. Foi desmontado e embalado por Sven Hjort Andersen e instalado na Igreja pela Oficina e Escola de Organaria (Esmoriz), de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, em 2003.

Órgão da matriz de Sobral de Monte Agraço

Órgão da matriz de Sobral de Monte Agraço

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/sobral-de-monte-agraco-sao-quintino-igreja_ccdrc.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:57:562024-11-13 22:47:14Sobral de Monte Agraço e os seus órgãos de tubos
Igreja matriz de Belas, Sintra, tempo com órgão de tubos
Músicas no Concelho

Sintra e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Sintra [5]

De acordo com as informações de que dispomos, os órgãos de tubos existentes no Concelho são os seguintes:

Capela da Casa de Saúde do Telhal

Casa de Saúde do Telhal, Sintra

Casa de Saúde do Telhal, Sintra

A Casa de Saúde do Telhal, Centro Assistencial na área da Psiquiatria, Saúde Mental e Reabilitação Psicossocial, situada no Concelho de Sintra, foi fundada pelo P. Bento Menni em 1893.

Órgão de tubos moderno

Órgão de tubos da Casa de Saúde do Telhal

Órgão de tubos da Casa de Saúde do Telhal

Capela Real do Palácio Nacional de Queluz

Palácio Nacional de Queluz, Sintra

Palácio Nacional de Queluz, Sintra

A Capela Real do Palácio Nacional de Queluz foi um dos primeiros espaços construídos por Mateus Vicente de Oliveira, primeiro arquiteto de Queluz. Compreende uma só nave, tendo diferenciados os espaços da Capela-mor, de planta oitavada e o do coro. O acesso à Capela e à tribuna superior era feito por uma escada a partir da Sala do Lanternim. Aqui, por detrás de uma treliça, a Família Real podia assistir aos ofícios religiosos sem ser vista.
A obra de talha dourada de inspiração Rococó, foi executada sob a direção de Silvestre de Faria Lobo, e ficou concluída em 1752. O retábulo da Capela-mor representando Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Queluz, é da autoria de André Gonçalves (1687-1762).

Fonte: PNQ

A Capela Real do Palácio Nacional de Queluz possui um órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus s/n.º s/d., para reconstrução.

Órgão para reconstrução

Capela Real do Palácio Nacional de Queluz

Capela Real do Palácio Nacional de Queluz

Igreja Matriz de Belas

Igreja matriz de Belas, Sintra, tempo com órgão de tubos

Igreja Matriz de Belas, Sintra

A Igreja Matriz de Belas, de invocação de Nossa Senhora da Misericórdia, ergue-se no largo do mesmo nome, na povoação do concelho de Sintra. Não se conhecem elementos que permitam aferir com exatidão a data de fundação do templo, mas é provável que se trate de uma edificação do início de Quinhentos, coeva do seu pórtico manuelino, único elemento classificado. Sofreu seguramente várias campanhas de obras, bem patentes numa série de elementos arquitetónicos e decorativos da fachada e interiores, permanecendo de resto o portal como o principal vestígio de uma campanha original. Trata-se de um pórtico simples mas elegante, rematado na forma aproximada de um duplo arco conopial, assente em delicados capitéis lavrados, sobre esguios colunelos lisos, e bases oitavadas. Ao centro do conopial, e como remate do conjunto, um cogulho vegetalista eleva-se sob o janelão da fachada.

Fonte: SML, DGPC

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Misericórdia de Belas possui possui um órgão da autoria de Filipe da Cunha (Phelipe da Cunha), construído em 1744, restaurado por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria em 2013.

Órgão histórico de armário

Órgão Filipe da Cunha da Igreja matriz de Belas

Órgão Filipe da Cunha da Igreja Matriz de Belas

O órgão da igreja de Nossa Senhora da Misericórdia de Belas foi construído em 1744 por Filipe da Cunha que nasceu em Caminha por volta de 1680 e morreu em Lisboa a 26 de novembro de 1744. É pai de João da Cunha (Lisboa, 1712 – Lisboa, 1762) e avô de Leandro José da Cunha (Lisboa, 1743 – d.1805), ambos organeiros de profissão. O órgão foi uma oferta do Infante D. Manuel (D. Manuel Bartolomeu, irmão de D. João V), residente na vila de Sintra, “em festa solene de ação de graças pelas melhoras de saúde obtidas”.

Tem três registos inteiros (Flautado de 6 tapado, Quinzena, Dezanovena) e três meios-registos (Concertado de 5ªs de mão esquerda, Corneto de MD, Flautado de 12 tapado de MD). O teclado, de oitava curta, tem 47 notas.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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Igreja Paroquial de São Martinho

Igreja de São Martinho, Sintra

Igreja de São Martinho, Sintra

A Igreja de São Martinho dispõe de um órgão histórico de tipo ibérico da autoria atribuída a Joaquim António Peres Fontanes, construído em 1776, restaurado e reinaugurado a 04 de dezembro de 2020. Conservava as características originais.

positivo de armário Fontanes

Órgão da Igreja de São Martinho

Órgão da Igreja de São Martinho

Tubos vistos da traseira

Órgão da Igreja de São Martinho

Órgão da Igreja de São Martinho

Inauguração a 4 de dezembro de 2020

Órgão da Igreja de São Martinho

Órgão da Igreja de São Martinho

Com a atuação do organista António Esteireiro, a Igreja de S. Martinho, em Sintra, inaugurou a 4 de dezembro de 2020 o seu órgão restaurado, um órgão da autoria de Joaquim António Peres Fontanes (?), de 1776, com 527 tubos, situado no coro alto sobre a entrada, após cerca de oito décadas de silêncio. A “Vos da Verdade” apresentou-o como

«único» órgão em Portugal classificado como bem de interesse pública enquanto peça isolada.

O pároco, padre Armindo Reis, destacou a mobilização dos paroquianos e das autoridades civis para a concretização do projeto de restauro e fala das “realidades diversas” desta Unidade Pastoral. Na reinauguração deste instrumento musical, o Cardeal-Patriarca de Lisboa destacou a importância daquele bem cultural para a transmissão da fé. “Tratando-se do culto cristão, é cultura. E sempre assim foi porque o culto cristão é prestar a Deus aquela retribuição que em Jesus Cristo nós aprendemos a dar a Deus Pai”, apontou. “Repercutir o que aprendemos de Jesus Cristo” é a “expressão mais bonita que podemos encontrar para que os sentimentos que nos vão na alma depois transbordem e sejam sentimentos de todos e para todos”, assegurou D. Manuel Clemente, no passado dia 5 de dezembro, na bênção do órgão histórico da Igreja de São Martinho, em Sintra.

Na intervenção inicial, o Cardeal-Patriarca referiu-se àquele tipo de instrumento musical como “o instrumento dos instrumentos”, pela variedade e gama de sons que consegue produzir e que encontrou no culto cristão “a sua esteira mais forte e que chega aos nossos dias”. “O culto cristão é criador de cultura. Cultura é o desenvolvimento máximo que podemos dar aos nossos sentimentos, onde se toca a verdade de Deus, a bondade e a beleza. Porque a beleza é o esplendor da verdade e a verdade é a caridade. Esse é o culto cristão em todas estas dimensões e que bom é verificar aqui, nesta terra de Sintra e nesta Igreja de São Martinho, o reencontro desta tradição, a sua oferta a todos e que assim prossiga por muitos anos e que nunca mais volte a ficar calado”, desejou D. Manuel Clemente.

Na homilia da Missa que se seguiu ao concerto pelo organista António Esteireiro, o Cardeal-Patriarca lembrou que “todas as comunidades cristãs existem para reproduzirem, em qualquer tempo e em qualquer espaço, tudo aquilo que foi e continua a ser, através de nós, a vida de Jesus”. “Ele, ao partir, dá-nos o seu Espírito para que nós reproduzamos, na nossa vida, o Evangelho que Ele trouxe ao mundo”, frisou, exemplificando com a transmissão secular da fé que, naquelas comunidades, se tem realizado de geração em geração. “Cristo continua vivo através dos cristãos que aqui viveram e dos cristãos que aqui vivem, hoje. Essa é a oferta que a comunidade cristã faz ao mundo”, concluiu.

Uma placa revela que foi fabricado pela família Fontanes e, pela caligrafia, especula-se que esta possa ser uma obra de Joaquim António Peres Fontanes – um dos mais conhecidos organeiros, responsável, entre outras obras, pela construção de três dos seis órgãos da Basílica de Mafra. A encomenda foi feita durante a reconstrução do templo em Sintra, que tinha ficado destruído pelo terramoto de 1755, mas, até hoje, o instrumento ficou “muitos anos em silêncio”, começa por partilhar, ao Jornal Voz da Verdade, o pároco, padre Armindo Reis. “Já ninguém tinha memória de o ouvir tocar. Pelo menos, desde os anos 30 do século passado e, provavelmente, também não tocou durante todo o século XX”, lamenta o sacerdote, que encontrou na comunidade paroquial os impulsos para o restauro deste instrumento secular. “Em 2004, por decisão do pároco de então, padre Carlos Jorge, foi feita uma avaliação e percebeu-se que era possível recuperar o órgão e que este não estava tão danificado quanto isso. Fez-se a primeira tentativa para a concretização do projeto e, apesar de não ter resultado na obtenção do financiamento previsto, acabou por despoletar a classificação do órgão como bem de interesse público”, conta. No entanto, o órgão de tubos continuou no coro alto da igreja, encostado a duas paredes.

Inauguração

Órgão da Igreja de São Martinho

António Esteireiro ao órgão

Igreja Paroquial de Casal de Cambra

[ Santa Marta ]

Igreja Paroquial de Casal de Cambra, Sintra

Igreja Paroquial de Casal de Cambra, Sintra

Órgão positivo

Órgão da igreja de Casal de Cambra

Órgão da Igreja Paroquial de Casal de Cambra

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/sintra-belas-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:57:252024-10-27 20:20:11Sintra e os seus órgãos de tubos
Igreja matriz de Oeiras
Músicas no Concelho

Oeiras e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Oeiras [6]

Aos três órgãos históricos que existiam no Concelho, juntam-se três órgãos, dois em Linda-a-Velha e um na Igreja Paroquial de Paço de Arcos. De acordo com as informações disponíveis, existem órgãos de tubos nas seguintes igrejas do Concelho:

Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo

Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo, Linda-a-Velha

Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo

Localizada em Linda-a-Velha, a Escola de Música Nossa Senhora do Cabo é uma escola de música e dança que promove o ensino das artes, educando cada pessoa na sua dignidade plena, promovendo-se a si mesma e aos outros, através do ensino artístico, valorizando todas as dimensões da pessoa humana: espiritual, intelectual, emocional e física.

A Escola de Música Nossa Senhora do Cabo possui um órgão positivo construído em 1997 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria.

Órgão Dinarte Machado

Órgão da Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo

Órgão da Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo

Igreja Matriz de Carnaxide

Igreja de São Romão, Carnaxide

Igreja de São Romão, Carnaxide

A igreja teve a sua origem num pequeno templo edificado no reinado de D. Fernando, em 1384 e é dedicada a S. Romão, padroeiro dos lavradores. A pequena ermida foi reconstruída e convertida em Igreja Paroquial no 3º quartel do séc. XVIII, tendo passado por várias fases de construção. Há provas dessas fases através dos vários elementos que cada época nos deixou; de 1528 data a cruz prioral, de 1588 o relógio de Sol, de 1688 a torre do lado poente e a campa da sepultura colocada à entrada e de 1694 a sacristia. De planta retangular, o interior da igreja apresenta nave única totalmente revestida a azulejo monocromo de tapete e cobertura em abóbada de berço. Sob o coro-alto, observam-se painéis azulejares monocromos, com as representações de São Pedro e São Paulo. Antecede a Capela-mor um arco triunfal ladeado por dois altares em talha dourada. A Capela-mor, de planta quadrada e cobertura em abóbada de aresta ornada com pintura decorativa, ostenta panos de muro animados por portas encimadas por janelas de peito retangular, e altar-mor precedido na cabeceira por camarim com trono. O edifício sofreu grandes danos com o terramoto de 1755. Para sua reconstrução contribuiu o Rei D. José e o povo de Carnaxide. Nesta altura foi refeita a parte superior da frontaria e no interior foi construído um novo coro alto de pedraria, possivelmente do arquiteto Mateus Vicente de Oliveira. No entanto, só no ano de 1970 esta igreja foi definitivamente acabada.

Na Igreja Paroquial de  São Romão de Carnaxide existe um órgão histórico da família Cunha, que tem a inscrição “O fez em Lisboa no anno de 1755”. No ano do terramoto que devastou Lisboa, João da Cunha, organeiro, filho de Philipe da Cunha, construiu o último dos seus instrumentos, um ano antes de morrer, constrói.

Este órgão foi  ainda idealizado num formato (composição) onde se privilegiam os registos inteiros, sendo meios registos e neste caso em particular, uma registo composto à mão esquerda e a Cornetilha à mão direita. Os restantes registos são inteiros:

  • Flautado de 12 tapado
  • Flautado de 6 tapado
  • Quinzena
  • Dezanovena
  • Vigéssima segunda
  • vigéssima sexta, (com duas repetições ao longo da tessitura).

O restauro está a cargo de Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, em cooperação com a Empresa de Conservação e restauro Monumenta, a qual desenvolve e tem à sua responsabilidade, outros trabalhos de conservação e restauro de recuperação da mesma Igreja. Apesar de muito danificado, conserva todos os aspetos da construção original, o qual proporciona um acrescento a tudo o que já se sabe sobre a construção de órgãos em Portugal nesta época, acima de tudo por esta família de organeiros (Philipe da Cunha, João da Cunha e José Leandro da Cunha).

João da Cunha o fez

Órgão João da Cunha, da Igreja Matriz de Carnaxide, Oeiras

Órgão João da Cunha, da Igreja Matriz de Carnaxide, Oeiras, créditos Dinarte Machado

Fonte: Dinarte Machado

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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Igreja Paroquial de Nossa Senhora do Cabo

Igreja de Nossa Senhora do Cabo, Linda-a-Velha

Igreja de Nossa Senhora do Cabo, Linda-a-Velha

Igreja moderna localizada na Rua dos Lusíadas, Linda-a-Velha

A igreja de Nossa Senhora do Cabo possui um órgão Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, construído em 2006, órgão de três teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos.

Grande órgão Dinarte Machado

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Cabo

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Cabo

Órgão Dinarte Machado

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Cabo

Órgão da Igreja de Nossa Senhora do Cabo

Igreja Matriz de Oeiras

Igreja matriz de Oeiras

Igreja Matriz de Oeiras

Dedicada a Nossa Senhora da Purificação, a Igreja Matriz de Oeiras começou a ser construída em 1702 e foi inaugurada em 1744. A construção da atual Capela-mor, com o fecho da abóboda, foi terminada em 1704. O responsável pelo projeto arquitetónico foi o célebre arquiteto régio João Antunes, nesta fase já no final da sua carreira. O superintendente que finalizou as obras foi D. António Rebelo de Andrade que personifica o mecenas da época barroca. No entanto e à data da sagração desta obra, embora a igreja estivesse totalmente edificada, faltava a colocação das pinturas. O interior da Igreja possui alguns elementos que se destacam pela sua grande beleza. É o caso da pia batismal, obra do mestre Matias Duarte, com o pé de pedra bastarda e o corpo de pedra lioz. O lavatório da sacristia é outro dos elementos a destacar. Obra do mestre anterior, apresenta uma conjugação muito feliz de pedra lioz (branca) e de pedra vermelha (mármore avermelhado), tratando-se de um conjunto de rara perfeição e beleza, salientando-se também os púlpitos, de perfeição e rendilhados impressionantes. No altar-mor existem quatro grandes pinturas realizadas por Miguel António do Amaral. Uma delas representa a última ceia; outra, uma cena da Vida de Jesus e outra representa Madalena. Por cima dos altares da igreja salientam-se dez pinturas com momentos marcantes da vida da Virgem. São temas escolhidos por António Rebelo de Andrade, assim como os oito painéis que também decoram estes altares. No alto, por cima do arco cruzeiro, salienta-se a pintura central alusiva à padroeira da igreja, pertencente à oficina de Jerónimo da Silva de Lisboa.

Fonte: CMO

A Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Purificação de Oeiras possui um Órgão Joaquim António Peres Fontanes, construído em 1829, restaurado em 2001 por Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria. É seu organista Daniel Oliveira.

Órgão no coro alto

Órgão da Igreja Matriz de Oeiras

Órgão da Igreja Matriz de Oeiras

Órgão histórico da Igreja Matriz de Oeiras

Órgão histórico da Igreja Matriz de Oeiras

Órgão histórico da Igreja Matriz de Oeiras

Órgão histórico da Igreja Matriz de Oeiras

Igreja Paroquial de Paço de Arcos

Igreja moderna, construída em 1970.

Em tribuna própria encontra-se na Igreja Paroquial do Senhor dos Navegantes de Paço de Arcos um órgão holandês Flentrop montado pela Oficina e Escola de Organaria, de Pedro Guimarães e Beate von Rohden (de Esmoriz), inaugurado em 2020.

Órgão de Tubos da Igreja Paroquial de Paço de Arcos
Órgão da igreja paroquial de Paço de arcos

Órgão da Igreja Paroquial de Paço de arcos

No dia 30 de agosto de 2020, ocorreu a cerimónia de Bênção do novo Órgão de Tubos da Igreja Paroquial de Paço de Arcos, órgão holandês Flentrop montado pela Oficina e Escola de Organaria.

Inserida nas Festividades em honra do Senhor Jesus dos Navegantes, a cerimónia foi presidida pelo Cardeal Patriarca, D. Manuel Clemente, e contou com a presença do presidente da Câmara, Isaltino Morais. Foram interpretados temas de Scheidemann, Böhm, Walther, Bach e Mendelssohn pelo organista António Duarte.

Este órgão de tubos, instrumento todo mecânico de tradição neo-barroca, da Igreja Paroquial de Paço de Arcos servirá para o acompanhamento litúrgico das celebrações religiosas, enriquecendo a oferta de música erudita no concelho de Oeiras.

Em 2019, o Município de Oeiras atribuiu uma comparticipação financeira, no valor de 100 mil euros, à Fábrica da Igreja do Senhor Jesus dos Navegantes de modo a se proceder à aquisição de um órgão de tubos de grandes dimensões. Esta comparticipação serve, igualmente, para a formação de novos músicos e compositores, dando continuidade à presença da Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo nas instalações da Paróquia de Paço de Arcos.

FONTE:

Câmara Municipal de Oeiras

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/oeiras-matriz-igreja.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:57:002024-10-27 21:59:27Oeiras e os seus órgãos de tubos
Antigo mosteiro de São Dinis e São Bernardo, Odivelas
Músicas no Concelho

Odivelas e os seus órgãos de tubos

Órgãos de tubos do concelho de Odivelas [2]

Há no Cocnelho de Odivelas dois órgãos de tubos e o Conservatório D. Dinis tem a disciplina de Órgão, de que é professor o organista Daniel Oliveira.

Mosteiro de Odivelas

Antigo mosteiro de São Dinis e São Bernardo, Odivelas

Antigo mosteiro de São Dinis e São Bernardo

O Instituto de Odivelas (Infante D. Afonso) foi uma escola portuguesa pública de ensino não superior, tutelada pelo Exército e destinada a jovens do sexo feminino. Fundado a 14 de Janeiro de 1900 pelo irmão do rei D. Carlos, o Infante D. Afonso, estava sediado no Mosteiro de São Dinis (monumento nacional), em Odivelas.

No museu, antiga Casa do Capítulo do Mosteiro de São Dinis: existe um órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus s/nº, construído em 1798.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Igreja da Póvoa de Santo Adrião

Igreja matriz da Póvoa de Santo Adrião

Igreja Matriz da Póvoa de Santo Adrião

Data dos primeiros anos da centúria de Quinhentos a edificação da sua Igreja Matriz, como atesta o portal principal, em estilo manuelino. Ao longo do século XVI a igreja foi objeto de algumas campanhas de obras. A igreja possui estrutura de planta retangular desenvolvida longitudinalmente, havendo um marcado contraste entre o despojamento e austeridade do exterior e a riqueza decorativa interior. A fachada principal apresenta ao centro portal manuelino, em arco conopial, decorado com florões e encimado por janelão. À esquerda foi adossada torre sineira, de secção quadrangular. No portal lateral foi inscrita a data de 1560. O interior, de nave única, é coberto por teto de caixotões de madeira pintados com motivos vegetalistas, putti e símbolos alusivos à Eucaristia e ao Santíssimo Sacramento. As paredes da nave são revestidas por azulejos enxaquetados, verdes e brancos, e o coro-alto assenta sobre duas colunas de mármore vermelho. Do lado do Evangelho foi aberta a Capela batismal, executada em 1546, e a Capela seiscentista de Santo António, revestida com azulejos de tapete policromos e decorada por retábulo de talha dourada maneirista integrando quatro tábuas pintadas. Do lado da Epístola situa-se a Capela de N.S. das Dores, com pintura do calvário sobre tábua, sobreposta por crucifixo. A Capela-mor, reconstruída nos finais do século XVIII, é coberta por abóbada de berço com caixotões e possui retábulo pintado em trompe l’oeil, de frontão interrompido, integrando uma tela da Última Ceia, executada em 1802 por Pedro Alexandrino, um dos maiores mestres da pintura portuguesa de finais do século XVIII, que morava numa quinta nos arredores da Póvoa de Santo Adrião. Nas paredes laterais da Capela-mor foram colocadas quatro telas representando Doutores da Igreja, também atribuídas ao mestre lisboeta.

Fonte: Catarina Oliveira, GIF/IPPAR/2005

FOI NOTÍCIA

A aquisição de um órgão de tubos para a igreja da Póvoa de Santo Adrião, foi o culminar de um percurso que se iniciou com o uso do harmónio e, posteriormente, com os órgãos eletrónicos, na liturgia.

Com problemas relacionados com o seu sistema elétrico, o órgão existente tornou-se obsoleto e sujeito a falhas de impossível reparação. A solução foi mandar construir um órgão de tubos com capacidade e qualidades de sonorização capazes de servir para a nova igreja, tendo em conta espaços com acústicas diferentes.

O órgão mandado construir foi concebido para a Liturgia, podendo ter também uma dimensão cultural, desde que promova e dê a conhecer o riquíssimo património musical da igreja, através da realização de concertos (que normalmente acontecem na nossa paróquia, no Natal ou na Páscoa).

É um instrumento de seis registos que, em termos técnicos, se designa por “positivo”. O seu construtor é húngaro, é um mestre organeiro de prestígio, com trabalhos de restauro e de construção de novos órgãos em países como a França, Alemanha e Holanda. Sendo construído na Hungria, foram introduzidos alguns elementos que o tornarão num instrumento de características ibéricas, como a divisão do teclado. Uma outra particularidade encontra-se nos puxadores com os nomes dos registos em português gravados na porcelana. (…)

Cf. João Galvão psaob.no.sapo.pt, notícia recolhida e inserida na Meloteca a 27 de julho de 2007

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/odivelas-antigo-mosteiro-de-sao-dinis-e-sao-bernardo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-11-23 23:56:262024-10-28 14:57:05Odivelas e os seus órgãos de tubos
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