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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

A Garota Não, créditos Nuno Baptista
Músicas no Concelho

Amadora Prémio José Afonso

Prémio José Afonso

O Prémio José Afonso é promovido pela Câmara Municipal da Amadora desde 1988 e tem como objetivo homenagear o cantor e compositor português José Afonso e incentivar a criação musical de raiz portuguesa, ao premiar um álbum inédito, editado no ano anterior ao da edição do Prémio, cujo tema tenha como referência a Cultura e a História portuguesas.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Lista histórica de álbuns premiados do Prémio José Afonso

1988 – Para além das Cordilheiras – Fausto
1989 – Negro Fado – Vitorino
1990 – Aos Amores – Sérgio Godinho
1991 – Janelas Verdes – Júlio Pereira
1992 – Correspondências – José Mário Branco
1993 – Eu Que Me Comovo Por Tudo E Por Nada – Vitorino e António Lobo Antunes
1994 – Tinta Permanente – Sérgio Godinho
1995 – Traz Os Montes – Né Ladeiras
1996 – Maio Maduro Maio – José Mário Branco, Amélia Muge E João Afonso
1997 – Polas Ondas – Vai de Roda
1998 – Bocas do Inferno – Gaiteiros de Lisboa
1999 – Taco A Taco – Amélia Muge
2000 – O Primeiro Canto – Dulce Pontes
2001 – Vozes do Sul – Janita Salomé
2002 – Jorge Palma – Jorge Palma
2003 – Nove Fados E Uma Canção De Amor – Carlos do Carmo
2004 – À Porta Do Mundo – Filipa Pais
2005 – Torna Viagem – José Medeiros
2006 – não foi atribuído
2007 – Ceia Louca – Brigada Victor Jara
2008 – Senhor Poeta – Frei Fado d’El Rei
2009 – Chão – Mafalda Veiga
2010 – Solo II – António Pinho Vargas
2011 – Dois selos e um carimbo – Deolinda
2012 – não foi atribuído
2013 – Demudado em tudo – 4uatro Ao Sul
2014 – Gisela João – Gisela João
2015 – Atlantic Beat / Mad”in Portugal – O’queStrada
2016 – Mundo – Mariza
2017 – O Horizonte – Teresa Salgueiro
2018 – Praça Do Comércio – Júlio Pereira
2019 – Do Avesso – António Zambujo
2020 – Desalmadamente – Lena d’Agua
2021 – Capicua – Madrepérola
2022 – Reservado – Eu.Clides
2023 – 2 de Abril – A Garota Não

A Garota Não, créditos Nuno Baptista

A Garota Não, Prémio José Afonso 2023, créditos Nuno Baptista

Lena d'Agua, Prémio José Afonso 2021

Lena d’Agua, Prémio José Afonso 2020

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/a-garota-nao-ft-nuno-baptista-2022.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-13 10:43:072024-10-28 10:25:18Amadora Prémio José Afonso
Grupo Folclórico dos Pescadores das Caxinas e Poça da Barca
Músicas no Concelho

Vila do Conde e o seu folclore

Folclore em Vila do Conde

Grupos, tradições, bibliografia, discografia e atividades etnográficas no Concelho

  • Região: Douro Litoral (Douro Litoral Norte)
  • Distrito: Porto

17 grupos

  • Associação Cultural do Rancho Folclórico S. Martinho de Guilhabreu
  • Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Modivas
  • Grupo Folclórico dos Pescadores de Vila Chã
  • Grupo Folclórico Pescadores das Caxinas e Poça da Barca
  • Grupo Folclórico S. Salvador de Macieira da Maia
  • Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã
  • Rancho da Praça – Rendilheiras de Vila do Conde
  • Rancho da Praça – Rendilheiras de Vila do Conde (Infantil)
  • Rancho do Monte
  • Rancho do Monte (Infantil)
  • Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha
  • Rancho Folclórico da ACRD Vairão
  • Rancho Folclórico da Associação Cultural e Desportiva de Mindelo
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Retorta
  • Rancho Folclórico do Centro Social, Cultural e Recreativo Arvorense
  • Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de S. Pedro de Canidelo
  • Rancho Folclórico Trajes, Danças e Cantares de Rio Mau
Associação Cultural do Rancho Folclórico S. Martinho de Guilhabreu

Situado no concelho de Vila do Conde e região etnográfica do Douro Litoral, o Rancho Folclórico S. Martinho de Guilhabreu foi fundado em 2000.Mais tarde, passou a designar-se Associação Cultural. Em 1993 formou-se um grupo de jovens para a realização de festas escolares. Este grupo de carácter folclórico, fundou as bases do que viria a ser o Rancho Folclórico de São Martinho de Guilhabreu.

A Associação Cultural do Rancho Folclórico São Martinho de Guilhabreu procedeu a uma intensa pesquisa sobre os trajes típicos da região, passando pelas antigas casas de lavoura da freguesia. Pesquisa idêntica foi realizada para a recolha do repertório musical.

O rancho é constituído por 45 elementos, com idades entre os 6 e os 80 anos, incluindo dançarinos e tocadores. Registam-se danças como o vira de Guilhabreu, o malhão de entrada, o vira rasgado, o malhão das palmas, e o malhão velho, entre outros. Os instrumentos utilizados são o acordeão, a viola baixo, a viola braguesa e o cavaquinho.

Como trajes apresenta: lavradeira rica, de linho, de domingar, de criadas de servir, de vindima de montante, de jornaleiros do campo, de domingueiro. Entre os usos e costumes, destacam-se a desfolhada, a vindima, e trabalhar o linho.

Em representações nacionais, apresentou-se de Norte a Sul do País. É responsável pela realização anual de um festival folclórico de nível nacional.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
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Grupo de Danças e Cantares de Vilar do Pinheiro

GDCVP

Grupo de Danças e Cantares de Vilar do Pinheiro

Grupo de Danças e Cantares de Vilar do Pinheiro

Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Modivas

O Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Modivas é uma associação de natureza etnográfica do concelho de Vila do Conde, região do Douro Litoral.

GFDCM

Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Modivas

Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Modivas

tocata

Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Modivas

Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Modivas

tocata

Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Modivas

Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Modivas

Grupo Folclórico dos Pescadores das Caxinas e Poça da Barca

O Grupo Folclórico Pescadores das Caxinas e Poça da Barca de Vila do Conde foi fundado em 23 Junho de 1955 por um grupo de caxineiros (habitantes das Caxinas, lugar da freguesia de Vila do Conde). Conta com cerca de 50 elementos, distribuídos por um rancho infantil e um adulto. É filiado na Federação do Folclore Português, a qual ajudou a fundar.

Tem um palmarés interessante no panorama do folclore português. No ano da sua fundação, venceu o 1º prémio de uma parada etnográfica e folclórica em Vila do Conde, no âmbito das festas de S. João. Em 1962, foi representante de Portugal na 1ª olimpíada europeia de Folclore em Agrigento, na Sicília (Itália) onde obteve o terceiro lugar. Em 1977, foi representante do distrito do Porto no 1º Festival Nacional de Folclore do Algarve. Tem participado em vários festivais de folclore nacionais e internacionais. Apresentou-se em Espanha e França e Itália. Alcançou vários primeiros lugares, sendo considerado um grupo verdadeiramente típico e genuíno em relação ao meio de onde é originário – uma zona de tradições piscatórias.

Atuou na SIC em 2019.

A sua tocata é constituída, normalmente, por três concertinas, dois cavaquinhos, viola, tambor e ferrinhos. Em termos de reportório, destacam-se as danças “malhão picado” ou picadinho chula das caxinas, vira de Areosa, entre outras.

Editou um CD produzido por Rui Nova.

Correio eletrónico: rancho_caxineiro@hotmail.com

Grupo Folclórico dos Pescadores das Caxinas e Poça da Barca

Grupo Folclórico dos Pescadores das Caxinas e Poça da Barca

Grupo Folclórico dos Pescadores de Vila Chã

O Grupo Folclórico dos Pescadores de Vila Chã, do concelho de Vila do Conde, região do Douro Litoral, é uma associação de natureza etnográfica que conta no seu historial com um disco editado.

Grupo Folclórico S. Salvador de Macieira da Maia

O Grupo Folclórico S. Salvador de Macieira foi fundado a 14 de janeiro de 1989, com o objetivo de divulgar o repertório de danças e cantares da região.

GFSSMM

Grupo Folclórico S. Salvador de Macieira da Maia

Grupo Folclórico S. Salvador de Macieira da Maia

Rancho da Praça – Rendilheiras de Vila do Conde

Canção da Rendilheira

RPRVC

Rancho da Praça - Rendilheiras de Vila do Conde

Rancho da Praça – Rendilheiras de Vila do Conde

Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã

Sediado no lugar de Malganhada, travessa do Coijo, na freguesia de Vila Chã, no concelho de Vila do Conde, o Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã é uma associação de natureza etnográfica constituída a 17 de março de 1988.

RDCMM

Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã

Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã

Rancho do Monte

Segundo o jornal Renovação, o Rancho do Monte fez 100 anos em 2018. Os festejos começaram a 1 março, com a exposição “Edições Monte”, na Biblioteca Municipal de Vila do Conde, e terminarim a 15 de novembro, com o lançamento de um livro sobre o centenário.

Rancho do Monte, Vila do Conde

Rancho do Monte, Vila do Conde

No programa do centenário do Rancho do Monte de Vila do Conde o Rancho destacou uma candidatura ao Guinness World Records. Em julho, 700 pessoas encheriam a Avenida João Canavarro, mesmo no centro de Vila do Conde, a dançar a chula, durante 5 minutos. Carlos Pontes, presidente do Rancho, convidou todos os ranchos e grupos do concelho para o recorde do Guiness.

Em março, além da exposição, foi programada uma caminhada no dia 25 e seguiam-se, a 15 de abril, a apresentação do Livro do Traje e a 5 de maio a sessão solene de aniversário do centenário no Teatro Municipal de Vila do Conde. Em junho, a Marcha de São João seria substituída pela Marcha do Centenário e abria uma nova exposição nos Paços do Concelho sobre a história do Rancho do Monte. Em agosto seria realizado 1.º Festival FolkMonte, a 10, 11 e 12, que contava com todos os ranchos e grupos folclóricos de Vila do Conde. José Coutinhas, o maior letrista do Rancho do Monte, seria homenageado a 16 de setembro.

O Rancho do Monte de Vila do Conde lançaria um CD com 10 músicas, incluindo a Marcha do Centenário.

RM

Rancho do Monte

Rancho do Monte

Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha

O Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha foi fundado em 1 de maio de 2010 na freguesia de Touguinha, situada na margem direita do rio Ave e pertencente ao concelho de Vila do Conde.

O grupo foi criado com o intuito de preservar, divulgar e promover os valores patrimoniais da comunidade em que se insere, nas tradições, nas manifestações culturais da população através das suas canções, danças e etnografia, refletindo e diferenciando os vários grupos sociais de outrora, bem como as atividades no qual predominava a agricultura.

As danças características são os viras, chulas e malhões.

O grupo é membro efetivo da Federação do Folclore Português.

RESMT

Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha

Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha

Rancho Folclórico da ACRD Vairão

RFACRDV

Rancho Folclórico da ACRD Vairão

Rancho Folclórico da ACRD Vairão

Rancho Folclórico da Associação Cultural e Desportiva de Mindelo

O Rancho Folclórico da Associação Cultural e Desportiva de Mindelo, do concelho de Vila do Conde, região do Douro Litoral, é uma associação de natureza etnográfica.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Retorta

RFCPR

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Retorta

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Retorta

Rancho Folclórico do Centro Social, Cultural e Recreativo Arvorense

Rancho Folclórico do Centro Social, Cultural e Recreativo Arvorense, do concelho de Vila do Conde, região do Douro Litoral, é uma associação de natureza etnográfica.

RFCSCRA

Rancho Folclórico do Centro Social, Cultural e Recreativo Arvorense

Rancho Folclórico do Centro Social, Cultural e Recreativo Arvorense

Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de S. Pedro de Canidelo

RFIJSPC

Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de S. Pedro de Canidelo

Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de S. Pedro de Canidelo

Rancho Folclórico Trajes, Danças e Cantares de Rio Mau

Sediado no lugar de Fontoura, freguesia de Rio Mau, no concelho de Vila do Conde, o Rancho Folclórico Trajes, Danças e Cantares de Rio Mau é uma associação de natureza etnográfica constituída a 15 de maio de 1987.

RFTDCRM

Rancho Folclórico Trajes, Danças e Cantares de Rio Mau

Rancho Folclórico Trajes, Danças e Cantares de Rio Mau

EVENTOS

Em 2019, ocorreu em Vila do Conde o VI Festival de Folclore Concelhio, durante três dias no Mercado Municipal. Na última sessão, a 1 de maio, contou com as atuações do Rancho Folclórico de Mindelo – ACDM, Grupo Folclórico dos Pescadores das Caxinas e Poça da Barca, Grupo Folclórico Infantil do Centro Social e Paroquial de Mindelo, Grupo Folclórico dos Pescadores de Vila Chã, Grupo de Danças e Cantares de Vilar do Pinheiro, Rancho Folclórico da Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Vairão, Rancho das Rendilheiras do Monte – Infantil e Rancho das Rendilheiras do Monte.

Na abertura, dia 29, atuaram o Grupo Folclórico S. Salvador de Macieira da Maia, Rancho Folclórico do Centro Social Arvorense, o Rancho Caxineiro, o Rancho Regional de Mindelo, o Rancho da Praça – Rendilheiras de Vila do Conde – Infantil e o Rancho da Praça – Rendilheiras de Vila do Conde.

O Festival prosseguiu no dia 30 com a apresentação do Rancho Etnográfico de Santa Maria de Touguinha, Rancho Folclórico S. Pedro de Canidelo, Rancho Folclórico São Martinho de Guilhabreu, Rancho Etnográfico Amigos da Borga da A.C.R. Tougues, Rancho, Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã, Rancho Folclórico S. Salvador de Árvore, Grupo Folclórico Danças e Cantares de Modivas e o Rancho Folclórico Trajes, Danças e Cantares de Rio Mau.

O Vereador do Associativismo, Pedro Gomes, felicitou o Grupo Folclórico S. Salvador de Macieira pela organização do evento, com o apoio da Câmara Municipal, bem como os grupos participantes, que proporcionaram uma bonita festa, demonstrando o vigor do movimento folclórico concelhio e o que muito se tem feito em prol dos usos, costumes e tradições das nossas populações.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/vila-do-conde_grupo-folclorico-dos-pescadores-das-caxinas-e-poca-da-barca.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-12 18:42:302024-10-29 23:03:19Vila do Conde e o seu folclore
Banda Musical de Vila do Conde
Músicas no Concelho

Vila do Conde e as suas filarmónicas

Filarmónicas do Concelho

Bandas de música, história e atividade no Concelho

[ Extinta ]

Banda Musical de Vila do Conde

Não se conhece a data da fundação da Banda Musical de Vila do Conde. Sabemos que já no século XVIII se nomeava, em sessão da Câmara Municipal, um mestre de música, que nada tinha a ver com os tangeres de órgão, nem de charameleiros que tocavam por ocasião das festas da responsabilidade do senado e a quem a Câmara pagava os serviços. Muitos foram os mestres de música da cidade, e em pleno século XIX, um galego, de nome Manuel Gonçalves Hermida, que para Vila do Conde se deslocou, no já distante ano de 1821, vindo da sua terra de S. Pedro de Levosende, ocupava o cargo de mestre de música da Vila.

Em 1882, foi criado o “Grémio artístico”, logo após denominado de “Sociedade artística Philarmónica Villacondense”. Esta sociedade comemorou ruidosamente o seu 6º. aniversário em 1888, com desuso brilho, engalanando o exterior da sede e iluminando-o, promovendo um baile e a atuação da Filarmónica no interior. Foi uma festa de gala a que se referiram os jornais de então. Com o decorrer dos anos, a Banda de Música sofreu vicissitudes, esteve parada, outras se formaram, mas sempre remanescentes da primitiva.

No ano de 1923, sentindo necessidade de haver em Vila do Conde, uma Banda Musical coesa e de qualidade, que oferecesse aos seus componentes uma determinada regalia e segurança, a direção dos Bombeiros Voluntários propôs que a banda existisse e fosse integrada nos quadros da Humanitária Associação, e a integração aconteceu. Em 1960, conquistou o 3º. Prémio num concurso organizado pela FNAT (Federação Nacional para a Alegria no Trabalho) que envolveu bandas musicais de todo o País. A Banda, por escritura pública de 13 de dezembro de 1982, adotou o nome de Banda Musical de Vila do Conde. A banda extinguiu-se por volta de 2012.

BMVC

Banda Musical de Vila do Conde

Banda Musical de Vila do Conde

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/vila-do-conde-banda-musical-de-vila-do-conde.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-12 17:17:212021-06-21 11:04:50Vila do Conde e as suas filarmónicas
Coreto da Praça do Almada
Músicas no Concelho

Póvoa de Varzim e os seus coretos

Coretos da Póvoa de Varzim

Erigido no centro urbano da cidade da Póvoa de Varzim, o Coreto da Praça do Almada foi edificado em 1904, tendo sido oficialmente inaugurado no ano seguinte. De planta hexagonal, o coreto segue uma tipologia comum neste tipo de equipamentos, integrando no registo térreo instalações sanitárias, em alvenaria, e no piso superior o espaço de atuação artística e de convívio. Esta área superior é circunscrita por guarda de ferro fundido aberta na zona da escada de acesso, delimitada por guarda idêntica. A cobertura da estrutura, decorada com motivos de inspiração oriental, assenta sobre seis colunas em ferro dispostas em cada um dos ângulos do hexágono do piso superior. O conjunto é rematado por lanternim, sobrepujado por um pináculo.

Coreto da Praça do Almada

Coreto da Praça do Almada

O coreto apresenta um desenho de gosto vincadamente romântico, utilizando com mestria o ferro como base estrutural arquitetónica e destacando-se pela sua cobertura, em chapa metálica escura, com uma cercadura rendilhada de tons claros que se articula de forma harmoniosa com as colunas.

Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

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História

A Praça do Almada deve a sua designação à homenagem que os poveiros quiseram prestar ao corregedor D. Francisco de Almada e Mendonça que, no século XVIII, defendeu os interesses da cidade, tendo sido um dos principais impulsionadores da concretização da Provisão Régia de D. Maria I, com data de 1791, que previa a construção de uma série de equipamentos públicos de grande importância local: a abertura de uma praça para feiras e mercados, que viria a ser designada pelo seu nome, a construção de um aqueduto para conduzir a água desde Coelheiro até esta mesma praça, a edificação de um novo espaço para os Paços do Concelho e a construção de um paredão na enseada.

O primeiro coreto construído nesta praça data de 1896, sendo edificado como uma estrutura efémera, à semelhança do que então sucedia com equipamentos semelhantes em vários espaços públicos do país. Só em 1904 se procedeu à edificação definitiva de um coreto em ferro, que viria a ser inaugurado no ano seguinte com a atuação da Banda Povense.

Associado ao surgimento e florescimento das bandas filarmónicas, o Coreto da Praça do Almada foi, simultaneamente, um pólo dinamizador de reuniões, concertos e discussões, tendo sido classificado como de interesse municipal em 1997.

Fonte: Catarina Oliveira, DGPC, 2016 (com a colaboração de Rui Pimpão, CM Póvoa de Varzim)

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/povoa-de-varzim-coreto-ft-mapio.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-12 14:05:382024-10-29 23:40:43Póvoa de Varzim e os seus coretos
Encontro de Música Coral da Póvoa de Varzim, 2024
Músicas no Concelho

Póvoa de Varzim e os seus festivais

Festivais de Música na Póvoa de Varzim

Festivais, ciclos, cursos, concursos de música e dança em destaque no Concelho

Encontro de Música Coral da Póvoa de Varzim

Facebook: encontromusicacoral.povoadevarzim

O Encontro de Música Coral da Póvoa de Varzim é um evento organizado pela Associação Cultural Capela Marta. Tem como objetivos principais a preservação da música coral, a promoção do decano coro poveiro Capela Marta e a divulgação da Póvoa de Varzim.

Encontro de Música Coral da Póvoa de Varzim, 2024

XI Encontro de Música Coral da Póvoa de Varzim, 2024

Concurso de Piano da Póvoa de Varzim

Em 2024, decorreu o  XVI Concurso de Piano da Póvoa de Varzim, nos dias 18 e 19 de maio de 2024, no Auditório Municipal da Escola de Música da Póvoa de Varzim, organizado pela Escola de Música da Póvoa de Varzim.

Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim

O Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim, 17ª edição em 2024, é organizado pelo Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim (FIMPV).

Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim

O Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim – Costa Verde – Portugal (FIMPV) foi criado em 1979 pela concessionária da zona de jogo local, a empresa SOPETE, S. A., sob proposta do pianista Sequeira Costa de 1978 e confirmada oficialmente pela Administração da empresa ainda nesse ano.

A fundação do FIMPV obedecia a quatro objetivos nucleares que viriam a manter-se ao longo do historial: apresentação de intérpretes de nível internacional e dos músicos portugueses mais relevantes; lançamento de jovens intérpretes portugueses, ainda desconhecidos do grande público; valorização dos monumentos arquitetónicos da região como espaços de concerto; e promoção da região em Portugal e no estrangeiro. Subjacente a esses objetivos tem estado a preocupação constante da divulgação das obras-primas da grande música europeia de todas as épocas e o apoio à criação contemporânea.

O Ministério da Cultura / Secretaria de Estado da Cultura presta o seu apoio estruturante desde 1997. Algumas empresas nacionais e regionais contribuem também com o seu apoio financeiro ao abrigo da Lei do Mecenato, embora de forma residual. A empresa sucessora da SOPETE – A Varzim Sol, S. A., concessionária da zona de jogo da Póvoa, abandonou a parceria no início de 2006.

O FIMPV beneficia da colaboração estabelecida com alguns dos mais belos templos religiosos da região, como espaços de concerto, nomeadamente as Igrejas Matriz, da Lapa, de S. José de Ribamar e da Misericórdia (Póvoa de Varzim) e a Igreja Românica de S. Pedro de Rates.

Embora sediado na Póvoa de Varzim, ao irradiar nas primeiras edições a sua influência direta por todo o Norte do país (Braga, Viana do Castelo, Porto, Vila do Conde, Ponte de Lima, Amares, Barcelos, Caminha, Valença, Guimarães, Vila Nova de Famalicão e Vila Real), o FIMPV contribuiu decisivamente para despertar a curiosidade e formar um público próprio e renovado de edição para edição, num admirável esforço de descentralização cultural pioneiro na época.

O FIMPV promoveu artistas de renome nacionais e estrangeiros, revelando jovens talentos portugueses através de parcerias com o Prémio Jovens Músicos da RDP e o Festival de Música do Estoril.

Ciclo de Música Sacra

O Ciclo de Música Sacra decorre na igreja românica de S. Pedro de Rates, XVI edição em 2022, no mês de maio. Inclui concertos, encontro de coros paroquiais e formação em música litúrgica.

Ciclo de Música Sacra

Ciclo de Música Sacra

Concurso de Trompete da Póvoa de Varzim

O Concurso de Trompete da Póvoa de Varzim é um evento anual organizado pela Escola de Música da Póvoa de Varzim (13ª edição em 2022). Destina-se este a todos os estudantes de trompete, residentes em Portugal ou no Estrangeiro, que preencham os requisitos apontados no regulamento. Saiba mais AQUI.

Concurso de Trompete da Póvoa de Varzim

Concurso de Trompete da Póvoa de Varzim

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/povoa-de-varzim-xi-encontro-de-musica-coral-2024.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-12 13:56:482024-11-04 19:27:08Póvoa de Varzim e os seus festivais
Grupo Folclórico de Cantares e Danças Os Camponeses de Navais
Músicas no Concelho

Póvoa de Varzim e o seu folclore

Folclore na Póvoa de Varzim

Grupos, tradições, bibliografia, discografia e atividades etnográficas no Concelho

  • Região: Douro Litoral (Douro Litoral Norte)
  • Distrito: Porto

08 grupos

  • Grupo de Danças e Cantares “Os Amigos” do Centro Social e Paroquial de Terroso
  • Grupo Folclórico de Cantares e Danças Os Camponeses de Navais
  • Rancho Folclórico das Lavradeiras de Santa Maria de Terroso
  • Rancho Folclórico de S. Pedro de Rates
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aguçadoura
  • Rancho Folclórico de Aver-o-Mar
  • Rancho Folclórico Poveiro
  • Grupo Recreativo e Etnográfico “As Tricanas Poveiras”
Grupo de Danças e Cantares “Os Amigos” do Centro Social e Paroquial de Terroso

Na estrada Póvoa de Varzim – Barcelos, entre Amorim e Laundos, situa-se a freguesia de Terroso, espraiando-se airosamente desde a encosta do Monte da Cividade até às planuras de São Lourenço, a caminho de Navais. A Freguesia é conhecida pela sua Estação Arqueológica – Cividade – pela água em que em tempos abasteceu parte da Póvoa de Varzim e o mosteiro em Santa Clara de Vila do Conde, e pela tecelagem de mantas e tapetes de trapos.

O Grupo de Danças e Cantares “Os Amigos” foi fundado em 28 de março de 1993, com o fim de animar a Festa do Idoso, em Terroso. “Os Amigos” retrata o bom relacionamento entre os membros do Grupo.

Foi com base nos valores da sua terra, aqui referidos, que elementos do Grupo se inspiraram para a elaboração de letras inéditas, que fazem parte de algumas das suas cantigas, tendo realizado em 2006 uma gravação comercial.

O Grupo apresenta uma variedade de trajes – domingueiro, trabalho, feira e até mesmo de noivos – tendo alguns sido usados pelos antepassados e outros reproduzidos. Nos primeiros cinco anos da sua existência foi autónomo, tendo sido incorporado no Centro Social e Paroquial de Terroso, a 26 de março de 1998, passando a a designação atual.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Grupo Folclórico de Cantares e Danças Os Camponeses de Navais

Associação etnográfica de raiz rural, o Grupo Folclórico “Os Camponeses de Navais” nasceu em 1983 e tem desenvolvido essa atividade cultural respeitando os usos e costumes do povo da Freguesia. Com a autenticidade das danças, cantares e trajes o Grupo foi integrado como membro efetivo da Federação do Folclore Português em 15 de dezembro de 1998.

Organiza Festival de Folclore em agosto. A sua sede é um espaço cedido pela Autarquia. Além do folclore, promove e realiza outras atividades como jogos de salão (campeonatos) e recreação de tradições populares (Janeiras).

GFCDCN

Grupo Folclórico de Cantares e Danças Os Camponeses de Navais

Grupo Folclórico de Cantares e Danças Os Camponeses de Navais

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aguçadoura

O Rancho Recreativo e Cultural de Aguçadoura nasceu em 1976. Durante seis anos exibiu danças e cantares de diversas regiões do país. Para garantir o seu futuro foi oficializado, em 29 de outubro de 1982, como “Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aguçadoura”. As danças e cantares não representam apenas a região do Douro Litoral, mas também tem uma grande influência minhota. Os trajes são essencialmente de romaria, de noivos, de domingueiros, de feira e de trabalho.

RFCPA

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aguçadoura

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aguçadoura

As cantigas falam das maravilhas dos campos de Masseira (únicos na Europa), as suas praias e os seus típicos lugares. A tocata é composta por acordeões, violas, cavaquinhos, bombo, ferrinhos e reco-reco. Desde a sua fundação em atuado em todas as regiões do país (incluindo o arquipélago dos Açores), em Espanha e em França (Córsega), além de representações na televisão.

Organiza todos os anos dois festivais internacionais: Festival Internacional do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aguçadoura; Festival integrado nas Festas da Nossa Senhora da Boa Viagem. Tem participado na organização da semana Cultural a exposição de utensílios e desfiles de usos e costumes tradicionais da região e nas Janeiras. Usa uma salão cedido pela Casa do Povo de Aguçadoura.

Rancho Folclórico das Lavradeira de Santa Maria de Terroso

O Rancho Folclórico das Lavradeira de Santa Maria de Terroso surgiu quando, na freguesia, se realizaram uns cortejos com o objetivo angariar fundos para a construção do Centro Social e Paroquial de Terroso. Um grupo de pessoas juntou-se para dançar e cantar e, encabeçados por Manuel Fernando Azevedo Moreira, presidente do Rancho, formalizou-se o agrupamento três anos depois, a dia 29 de setembro de 1996.

RFLSMT

Rancho Folclórico das Lavradeira de Santa Maria de Terroso

Rancho Folclórico das Lavradeira de Santa Maria de Terroso

Sendo Terroso uma freguesia essencialmente rural, apesar da proximidade com a Póvoa de Varzim, toda a sua atividade está centrada na agricultura, especialmente no que se refere ao cultivo de cereais como milho, trigo, aveia, cevada, centeio e linho.

Procurou-se saber, junto das pessoas mais idosas da freguesia, os usos e costumes da altura. Seguindo a tradição, o Rancho apresenta-se com os seguintes trajes: jornaleiros, ceifeiros, carreteiros, de romaria, domingueiros, noivos, ricos e de trabalho. Houve também a preocupação de fazer a recolha de instrumentos de trabalho, sendo eles: roca, fuso, dobadoura, carrela, foucinhas, malho, empadeladouro, vassoura de gesta, joga, sarilho, vara, encinho e sedeiro.

Rancho Folclórico de Aver-o-Mar

O Rancho Folclórico de Aver-o-Mar, associação etnográfica de raiz piscatória/rural, pertence à freguesia poveira criada em 1922, situada 2 Km a norte da cidade da Póvoa de Varzim. Fundado a 13 de novembro de 1988 e constituído por escritura pública em 20 de julho de 1989, o grupo é constituído por cerca de 40 elementos.

RFA

Rancho Folclórico de Aver-o-Mar

Rancho Folclórico de Aver-o-Mar

Do seu reportório destacam-se as seguintes danças: vira do Pescador, Marcha da Sargaceira, malhão de Santo André, Morena e Marcha da Nossa Terra. Através dos seus trajes e das danças, simboliza a azáfama da pitoresca freguesia, assim como os usos e costumes dos antepassados. Aver-o-Mar é o uma freguesia de Sargaceiros e Seareiros, assim, os trajes que o grupo apresenta são essencialmente representativos do trabalho do campo e da apanha do sargaço.

O Rancho organiza o seu Festival de Folclore em agosto/setembro. Usa espaços cedidos pela Direcção Escolar do Norte.

Rancho Folclórico de S. Pedro de Rates

O Rancho Folclórico de S. Pedro de Rates é uma associação de natureza etnográfica do Concelho da Póvoa de Varzim.

Linho

Rancho Folclórico de S. Pedro de Rates

Rancho Folclórico de S. Pedro de Rates

Rancho Folclórico Poveiro

O Rancho Folclórico Poveiro foi fundado em 24 de junho de 1936, pelo etnógrafo poveiro António dos Santos Graça, com a finalidade de manter vivos os trajes, danças e cantares dos pescadores. Os trajes são os usados pelos pescadores da Póvoa nos finais do século XIX. Neles predomina a “branqueta” (fazenda de lã branca) nas saias e nas calças e ainda a tão famosa camisola de lã branca, bordada a ponto de cruz com motivos marítimos.

As chulas, os viras e as danças de roda são as mais tradicionais. A tocata é formada por acordeões, violas, cavaquinhos, bombo e ferrinhos.

RP

Rancho Folclórico Poveiro

Rancho Folclórico Poveiro

Bibliografia

Rancho Poveiro. Cinquenta Anos de História. 1936-1986 Póvoa de Varzim. 1987. 24×16,5 cm. 79 págs. Brochado.
Ilustrado. Com os textos seguintes: O Grupo Folclórico Poveiro pelo Pe. Manuel Amorim; O Traje do Grupo Folclórico Poveiro pela Dra. Maria da Glória Azevedo Martins da Costa; De 1936 a 1986 por Portugal e Pelo Mundo por Armando R. Marques.

Grupo Recreativo e Etnográfico “As Tricanas Poveiras”

A 4 de Julho de 1993 nasceu na Póvoa de Varzim o Grupo Recreativo e Etnográfico “As Tricanas Poveiras”. A ideia para a formação do grupo surgiu no culminar de um encontro festivo por altura das festas de S. Pedro em 1993.  A Póvoa de Varzim, nas últimas décadas, sofreu um veloz crescimento urbano que não desfigurou o espírito poveiro, altivo e orgulhoso de suas tradições milenares e da sua terra que, enamorando-se da pesca, soube crescer e diversificar as atividades económicas.

A região da Póvoa de Varzim, vivenciando de forma intensa a pesca e a agricultura, compreende três formas distintas de subsistência, que são o ancoramento ribeirinho, tendo como atividade exclusiva a pesca, a fixação na orla marítima, onde se granjeia entre o mar e a terra e, finalmente, a sedentarização interior. Os condicionalismos geográficos e as atividades económicas moldaram diferentes realidades humanas, evidenciando-se o pescador poveiro, que vive em estreita ligação com o atlântico, desconhecendo quase tudo sobre os segredos da terra e da sua produção; o seareiro, comprometido na duplicidade entre a terra e o mar e, finalmente, o lavrador do interior que tem para com o oceano um respeito reservado.

Estas realidades acabam por moldar o espírito da terra, estabelecendo a cultura e as tradições que se refletem nas danças e cantares que o Grupo Recreativo e Etnográfico “AS Tricanas Poveiras” se esforça por divulgar. O reviver, através da graciosidade das melodias dos autores poveiros e do cancioneiro popular, é exibido com encanto nos salões de festas, nos festivais de folclore, nas romarias e até mesmo no teatro de revista.

Existem duas versões das Tricanas, a versão recreativa, que realça a mulher da Póvoa, “Tricana Poveira”, apresentando-se de avental multicolor, blusa vistosa de seda ou renda com gola, saia preta travada, meia de vidro com risca e chinelo de tacão fino, e a versão etnográfica, bem mais sóbria, mas igualmente rica de beleza e de diversidade ímpar em mostra cultural de etnografia, podem ser apreciados os trajes de trabalho, festa, romaria, noivos, luxo, luto e representações oficiais. Alguns trajes são originais, outros são cópias recolhidas através do Museu Etnográfico da Póvoa de Varzim.

Entre as suas atividades, contam-se atuações recreativas e etnográficas; festas temáticas; Arraial Poveiras (Póvoa Ao Ar Livre); Dias do Parque; Cantares das Janeiras; Fado e Poesia; Festas Populares; Jogos tradicionais; marchas Populares; Saraus de Variedades; Tômbolas dançantes; Usos, costumes e tradições Poveiros; Teatro de Revista; Ténis de Mesa; Atletismo; Futebol “Ovos de Páscoa” (Infantil e Juvenil). Usa espaços cedidos pela Autarquia.

EVENTOS

Em 2016, o Rancho Folclórico Poveiro comemorou 80 anos com festa entre 15 de junho e 3 de julho. A primeira iniciativa teria lugar no Posto de Turismo, com a inauguração da exposição “Rancho Poveiro, 80 Anos de História”. A mostra estará patente de 15 de junho a 3 de julho, dando a conhecer ou reviver alguns dos momentos mais marcantes da vida do grupo.

No sábado, 25 de junho, decorreria o Festipóvoa – Festival Nacional de Folclore, com desfile dos grupos convidados e atuação dos Ranchos: Rancho Folclórico da Glória do Ribatejo (Salvaterra de Magos); Rancho das Cantarinhas de Buarcos (Figueira da Foz); Rancho Típico de Pombal; Rancho Folclórico da Trofa; Ronda Típica da Meadela (Viana do Castelo) e Rancho Poveiro. No domingo, 26 de junho, haveria uma Missa Comemorativa dos 80 Anos do Rancho Poveiro, na Igreja Matriz.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/povoa-de-varzim-grupo-folclorico-de-cantares-e-dancas-os-camponeses-de-navais.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-12 11:27:062024-10-29 23:45:53Póvoa de Varzim e o seu folclore
Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim
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Bandas de Música, história e atividades no Concelho

Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim

Foi a 12 de junho de 1864 que, pela primeira vez, se apresentou na Póvoa de Varzim uma Banda local. Segundo Viriato Barbosa, saiu bem cedo dos Paços do Concelho a caminho da Matriz, por entre a multidão delirante. Em finais de 1924 a Banda sofreu uma cisão: dum lado a Sociedade Musical da Banda Povoense Concelhia conhecida como “Banda dos Passarinhos”; do outro, a Banda Musical a Poveira, vulgarmente designada “Banda dos Malhados”.

Em 10 de abril de 1947 verificou-se a fusão constituindo-se a atual Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim, que por ocasião do seu 50° Aniversário foi agraciada pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim com a Medalha de Ouro de Reconhecimento Poveiro, pelo trabalho desenvolvido e por ser um dos mais prestigiados embaixadores itinerante da Póvoa de Varzim.

Conta com cerca de 60 executantes com uma média de idades a rondar os 22 anos, formados ou em formação na Escola de Música da Banda e na Escola de Música da Póvoa de Varzim, garantindo assim uma qualidade que lhe permite ombrear com as mais qualificadas Bandas do País. Tendo já passado por alguns maestros desde o início da sua história, atualmente este papel é desempenhado por João Vaz. Uma das preocupações mais importantes desta Banda é ser constituída unicamente por músicos da terra.

ABMPV

Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim

Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim

ABMPV

Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim

Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim

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Associação da Banda Musical da Póvoa de Varzim

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Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/povoa-de-varzim-associacao-da-banda-musical-da-povoa-de-varzim.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-12 10:44:162024-10-29 23:42:42Póvoa de Varzim e as suas filarmónicas
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Associação Banda de Matosinhos-Leça

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Associação Banda de Matosinhos-Leça

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ABML

Associação Banda de Matosinhos-Leça

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Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/matosinhos-associacao-da-banda-de-matosinhos-leca.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-11 23:04:222024-10-28 10:32:19Matosinhos e as suas filarmónicas
Rancho Paroquial de Guifões
Músicas no Concelho

Matosinhos e o seu folclore

Folclore em Matosinhos

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Douro Litoral (Douro Litoral Norte)
  • Distrito: Porto
  • Concelho: Matosinhos

11 grupos

  • Associação grupo etnográfico Os Pescadores do Castelo
  • Escola Infantil do Rancho Típico de São Mamede de Infesta
  • Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo
  • Grupo Folclórico S. Tiago de Custóias
  • Rancho Folclórico de Aldeia Nova – Perafita
  • Rancho Folclórico Os Pescadores de Matosinhos
  • Rancho Paroquial de Guifões
  • Rancho Regional de Guifões
  • Rancho Típico da Amorosa
  • Rancho Típico de Esposade
  • Rancho Típico de S. Mamede de Infesta
Associação grupo etnográfico Os Pescadores do Castelo

GEPC

Associação Grupo Etnográfico Os Pescadores do Castelo

Associação grupo etnográfico Os Pescadores do Castelo

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo

O Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo pretende ser um museu vivo dos usos, costumes e tradições da região Maiata nos meados do séc. XIX. Pertence geograficamente ao Douro Litoral, o qual representa. O grupo tem influências sociais das classes: lavradores, pescadores, costureiras, principais atividades da freguesia de Santa Cruz do Bispo, nos finais do século XIX, princípios do século XX, e também é influenciado pelas classes abastadas dos emigrantes brasileiros que construíram os seus solares em Santa Cruz do Bispo, onde, ainda hoje, se podem admirar alguns. Lavradores, proprietários e Casa de Lavoura, estavam bem representados em Santa Cruz do Bispo. Algumas famílias de pescadores também moravam em Santa Cruz do Bispo.

A antiga Quinta dos Bispos também estava relacionada, nessa época, com a agricultura. A indústria era pouco representativa.

GFCPSCB

Grupo Folclórico S. Tiago de Custóias

GFSTC

Grupo Folclórico S. Tiago de Custóias

Grupo Folclórico S. Tiago de Custóias

Rancho Folclórico de Aldeia Nova – Perafita

O Rancho Folclórico de Aldeia Nova foi fundado a 10-04-89, em Perafita, Matosinhos. Representa as sua gentes, bravas, briosas e trabalhadoras.

RFAN

Rancho Folclórico de Aldeia Nova

Rancho Folclórico de Aldeia Nova

Rancho Folclórico Os Pescadores de Matosinhos

O Rancho Folclórico dos Pescadores de Matosinhos pretende representar da melhor maneira os usos e costumes da cidade de Matosinhos e da classe piscatória. Em 14 de julho de 1998, um grupo de danças e cantares fez renascer as lembranças dos antepassados, ou seja, o ex. Rancho Folclórico da Casa dos Pescadores de Matosinhos. Este grupo recorda todas as tradições das vareiras e pescadores das praias de Matosinhos.

Tem 50 componentes, incluindo tocadores, cantadores, bailarinos e porta-bandeira. Todos os trajes utilizados contêm toda a alegria deixada por eles, pois são trajes que os pescadores e vareiras do início do século XX usavam nas saídas aos domingos, mas também nas tradicionais festas ao Senhor de Matosinhos.

A tocata é constituída por acordeões, concertinas, cavaquinhos, bombo, ferrinhos, reco-reco e a tradicional viola.
O grupo tem atuado no Norte, Centro e Sul do País. Em termos de representações internacionais, atuou em França (Reims), em Espanha (Pontevedra). Apresentou-se em festas de folclore, romarias, atividades culturais, e em festas de solidariedade.

RFPM

Rancho Folclórico Os Pescadores de Matosinhos

Rancho Folclórico Os Pescadores de Matosinhos

As danças e cantares, do Douro Litoral, foram ensinados pelos pais e avós. Tem 32 danças, entre as quais: Ondas do Mar, Arregaça, vira da Praia, vira de Matosinhos, Fresca Vivinha, Traineira Nova, vira do Pescadores, vira do Mar, Desafio, Fado da Vareira.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Rancho Paroquial de Guifões

O Rancho Paroquial de Guifões tem como objetivo representar a freguesia de Guifões. É membro efetivo da Federação do Folclore Português, sócio da Associação das Coletividades de Matosinhos e sócio do INATEL.

RPG

Rancho Paroquial de Guifões

Rancho Paroquial de Guifões

Rancho Regional de Guifões

Fundado a 10 de janeiro de 1977, com base no sucesso aquando de um cortejo de oferendas, realizado na Freguesia de São Martinho de Guifões. A escritura foi lavrada em 6 de dezembro de 1982, no 5° Cartório Notarial do Porto, publicada no Diário da República de Janeiro de 1983. São seus objetivos a preservação artístico-cultural da sua população, assim como o desenvolvimento do conhecimento etnográfico de seus componentes. Este grupo pertence, etnograficamente, à região maiata. Ao longo da sua vida, tem apresentado e divulgado os seus usos e costumes em diversas regiões de Portugal e em Espanha.

Rancho Típico da Amorosa

RTA

Rancho Típico da Amorosa

Rancho Típico da Amorosa

Rancho Típico de Esposade

O Rancho Típico de Esposade é uma associação etnográfica que recolhe, preserva e divulga a herança rural das suas gentes, desde 1981.

RTE

Rancho Típico de Esposade

Rancho Típico de Esposade

Rancho Típico de São Mamede de Infesta

O Rancho Típico de São Mamede de Infesta é uma instituição da freguesia de São Mamede de Infesta, concelho de Matosinhos. Foi fundado em 1960 e tem sido um digno representante dos usos e costumes das antigas Terras da Maia, terras essencialmente agrícolas que iam do rio Ave ao rio Douro, circunscritas ao vale do rio Leça.

Realizou pesquisas e recolhas no seu concelho, Matosinhos, onde faz reviver tradições esquecidas no tempo, nomeadamente os cantares de Janeiras e Reis. Organiza, em São Mamede de Infesta a Quinzena cultural onde estão patentes exposições de artesanato e artes plásticas, noites de música popular, Festival de Folclore infantil e festival internacional de folclore.

Possui agrupamento infantil e adulto, teatro, grupo de música tradicional portuguesa e escola de música para instrumentos de tradição popular, nomeadamente: bandolim, braguesa, cavaquinho, violão, concertina.

Organiza colóquios e seminários tendo em vista o enriquecimento cultural dos seus componentes.

Participou em numerosos festivais nacionais e internacionais, do Minho ao Algarve e efetuou digressões ao estrangeiro.

É filiado no INATEL, membro efetivo da Federação do Folclore Português, e coorganizador do Festarte (Festival Internacional de artes e tradições de Matosinhos).

RTSMI

Rancho Típico de São Mamede de Infesta

Rancho Típico de São Mamede de Infesta

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/matosinhos-rancho-paroquial-de-guifoes.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-11 21:19:322024-10-28 10:33:48Matosinhos e o seu folclore
Banda de Música de Moreira da Maia
Músicas no Concelho

Maia e as suas filarmónicas

Filarmónicas da Maia

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Banda de Música de Moreira da Maia
  • Banda Marcial de Gueifães
Banda de Música de Moreira da Maia

A Banda de Música de Moreira da Maia é uma das mais antigas coletividades do Concelho. A sua fundação, em 1847, está intimamente ligada a uma das famílias mais ilustres da freguesia de Moreira – a família Moreira. Foi por Domingos José Moreira que a banda iniciou a atividade, e teve no seu filho José Domingos Moreira o grande impulsionador até 1880. Foi esta família que ao longo de 135 anos manteve esta banda em atividade ininterrupta e com qualidade artística.

Entre 1880-1913 foi regente da Banda um grande musicólogo maiato, Agostinho Teixeira da Silva. São da sua autoria o hino do Visconde de Barreiros, a chula da Maia e a cana verde da Maia, sendo as duas últimas ainda hoje muito conhecidas. Em 1914, assumiu a direção e a regência outro elemento da família Moreira, neto do fundador, de seu nome António Moreira. António Moreira não é o famoso Mestre Clara. Ainda hoje a casa Moreira é conhecida pela casa do Mestre Clara. A autarquia perpetuou a sua memória atribuindo o seu nome à rua que a serve.

Por volta de 1934, António Moreira deixou a regência da banda, sucedendo-lhe outros músicos distintos, como Manuel João Alves, ex-componente da banda da GNR do Porto e Joaquim José de Oliveira. Em 1942, surge novo regente: o professor de música Manuel Moreira da Silva que, durante 28 anos, dirigiu a Banda de Moreira. Em 1971, a regência foi confiada ao 1º Sargento Músico Viriato Carneiro de Araújo. Em 1977 e ao longo de 18 anos, foi regente da banda Domingos José Dias Moreira, bisneto do fundador.

BMMM

Banda de Música de Moreira da Maia

Banda de Música de Moreira da Maia

Em 1982 a Banda de Música tornou-se uma entidade associativa, contando atualmente com 500 associados. A este seguiu-se entre 1996 e 1998 Manuel Augusto Moreira da Silva, componente da Banda Sinfónica da PSP de Lisboa. Em 1999, assumiu a regência desta banda o jovem maestro José Aureliano Soares da Costa, formado nas fileiras da Banda. Desde a fundação, sempre a Banda de Música albergou e dinamizou uma escola que foi a sua principal formadora de músicos. Tem hoje mais de três dezenas de alunos nos vários graus de aprendizagem. A banda é formada por 55 elementos. Tem abrilhantado muitas festividades no país e estrangeiro.

Reciclanda

Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas

A Reciclanda tem vindo a criar conteúdos de apoio a Educação para a Cidadania, Educação Ambiental e animação dos recreios. Promove a criação de objetos sonoros, brinquedos, jogos e instrumentos a partir de objetos em fim de ciclo. Desenvolve projetos que destacam a inclusão e a literacia, contribuindo para o sucesso escolar. O livro “Brincar Azul”, editado em 2026, contém 700 ideias de jogos divertidos e sustentáveis. Já a “Semana Azul” é um conceito de instalação promotora do brincar sustentável que envolve escolas de concelhos.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Banda Marcial de Gueifães

A Banda Marcial de Gueifães foi fundada em 12 de dezembro de 1837 por Manuel José dos Santos Leite e funciona ininterruptamente desde essa data. Em 2018, a exposição “Memórias da Maia – Banda Marcial de Gueifães, 180 anos” esteve patente no Centro Comercial Maia Jardim. Homenageou a BMG, partilhando com os visitantes uma série de registos escritos fotográficos e muitas curiosidades.

BMG

Banda Marcial de Gueifães

Banda Marcial de Gueifães

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/maia-associacao-banda-de-musica-de-moreira-da-maia.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-11 15:33:132026-03-16 10:00:01Maia e as suas filarmónicas
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