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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Coreto, créditos Filarmónica de Pragança
Músicas no Concelho

Cadaval e os seus coretos

Coretos do Cadaval

Lamas

Pragança

Coreto, créditos Filarmónica de Pragança

Coreto, créditos Filarmónica de Pragança

Largo da Igreja
Pragança
Freguesia de Lamas,
Concelho do Cadaval
Distrito de Lisboa

Cadaval

Adão Lobo

Coreto de Adão Lobo

Coreto de Adão Lobo

Localidade de Adão Lobo
Freguesia e Concelho do Cadaval
Distrito de Lisboa
Foto: António Almeida, novembro de 2013

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/cadaval-praganca-coreto-ft-filarmonica-de-praganca.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-10 16:38:452024-11-20 10:12:49Cadaval e os seus coretos
Rancho Etnográfico “Os Neveiros de Montejunto” de Pragança
Músicas no Concelho

Cadaval e o seu folclore

Folclore no Cadaval

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Rancho Etnográfico “Os Neveiros de Montejunto” de Pragança
  • Rancho Folclórico “Videiras em Flor” da Murteira
Rancho Etnográfico “Os Neveiros de Montejunto” de Pragança

RENMP

Rancho Etnográfico “Os Neveiros de Montejunto” de Pragança

Rancho Etnográfico “Os Neveiros de Montejunto” de Pragança

Rancho Folclórico “Videiras em Flor” da Murteira

RFVFM

Em 12 de maio de 2011, após requalificação de Praça da República, largo e jardim adjacentes, na inauguração do novo centro da vila do Cadaval, terminados os discursos, a tarde festiva prosseguiu com animação infantil (insuflável, palhaços e escultores de balões) a par de um espetáculo ao ar livre onde atuaram a Banda da Associação Filarmónica e Cultural do Concelho do Cadaval, o Rancho Etnográfico “Os Neveiros de Montejunto” de Pragança e o Rancho Folclórico “Videiras em Flor” da Murteira.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Coro Municipal da Lourinhã
Músicas no Concelho

Lourinhã e os seus coros

Coros da Lourinhã

Grupos corais do Concelho

Coro Municipal da Lourinhã

Fundado pelo Município no último trimestre de 2003, o Coro Municipal da Lourinhã tem como objetivo a promoção e divulgação da música coral, através de um reportório diversificado, com o qual pretende englobar todas as épocas da história da música ocidental, dando especial destaque à música portuguesa.

A sua atividade tem sido intensa desde a primeira apresentação pública, em 2004 na Igreja de Santa Maria do Castelo na Lourinhã. Desde então, tem participado em numerosos eventos e encontros corais por várias regiões do país.

Promove anualmente os concertos de Natal e /ou de Reis, Páscoa, Comemoração do 25 de Abril, entre outros. Foi o promotor dos 1º e 2º Encontros de Coros Municipais e do ECO – Encontro de Coros do Oeste. Estes eventos trouxeram à Lourinhã coros oriundos dos mais diversos concelhos do país, fomentando um intercâmbio cultural de grande relevância. No papel de anfitrião, teve a honra de acolher dois coros internacionais: “Coro de Câmara de Zurique” (Suíça) – 2011 e o “Chorale d’Arcambal” (França)- 2012.

Em 2009, encetou parcerias com as Bandas Filarmónicas do Concelho da Lourinhã, proporcionando espetáculos de grande dimensão artística, com a interpretação de obras de célebres compositores europeus.

Em 2016, no âmbito da assinatura de protocolo de geminação entre as autarquias de Lourinhã e Deuil-la-Barre (França), o coro fez uma incursão por terras francesas destacando-se três concertos: na “Salle des Fêtes” de Deuil-la-Barre, a atuação conjunta com coro litúrgico local na Igreja de Eaubonne e a atuação na igreja francesa de São Luís.

No seu reportório, o Coro Municipal inclui temas inéditos e arranjos do seu atual maestro, Carlos Pedro Alves, com principal incidência no reportório de Natal tradicional português e peças do emblemático músico e cantor José Afonso.

Em 2013, no âmbito da Gala das Distinções da ADL, o Coro foi galardoado com o primeiro prémio na categoria de Música, Animação, Entretenimento e Artes.

CML

Coro Municipal da Lourinhã

Coro Municipal da Lourinhã

Desde a sua fundação e até Junho de 2008, o Coro esteve sob a direção artística do Maestro Afonso Granjo. De Novembro de 2008 a Julho de 2011, dirigiu o coro o Maestro João Pereira. A partir de Outubro de 2011, Carlos Pedro Alves é o maestro titular do Coro Municipal da Lourinhã.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/lourinha-coro-municipal-da-lourinha.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-10 15:33:012024-11-10 11:45:00Lourinhã e os seus coros
Rancho Folclórico "As Moleirinhas do Seixal"
Músicas no Concelho

Lourinhã e o seu folclore

Folclore na Lourinhã

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Rancho Folclórico “As Moleirinhas do Seixal”
  • Rancho Folclórico Etnográfico “O Clibotas”
  • Rancho Folclórico “Flores de Maio” (Reguengo Grande)
  • Rancho Folclórico “Os Pescadores de Ribamar”
Rancho Folclórico “As Moleirinhas do Seixal”

Houve na terra, nos anos 1920, uma “contradança” em que o «homem da concertina» era um familiar de um atual elemento do rancho. Mais tarde, mais propriamente nos anos 1940, formou-se um Rancho Folclórico, que durou sete anos. Em certa altura, num café da aldeia, recordando-se o folclore, surgiu a ideia de se formar um novo rancho. Alguns elementos já falecidos concretizaram esse pensamento. Assim, o senhor que fez parte da contradança, já com  85 anos, procedeu à recolha de danças e cantares.

RFMS

Rancho Folclórico "As Moleirinhas do Seixal"

Rancho Folclórico “As Moleirinhas do Seixal”

Rancho Folclórico Etnográfico “O Clibotas”

O nome da formação – Clibotas – é uma homenagem a Nicolau Botas, a quem, em 1182, e de acordo com a Lenda, terá aparecido Nossa Senhora, no local onde hoje surge a ermida da Misericórdia.

A ideia de formar um Rancho Folclórico na Misericórdia partiu de dois irmãos, Licínio e Mónica Assunção, em setembro de 2005, no decorrer dos festejos em honra de Nossa Senhora da Misericórdia. Sob proposta de ambos, a questão foi debatida pela Liga de Amigos do Santuário de Nossa Senhora da Misericórdia no dia 4 de novembro do mesmo ano, tendo ficado decidida a formação do Rancho, que teria como meta divulgar os usos, costumes e trajes de outros tempos. Após terem sido convidados alguns elementos para integrarem o Rancho, realizou-se o primeiro ensaio no dia 11 de novembro, coordenado pelo ensaiador Licínio Assunção.

RFEC

Rancho Folclórico Etnográfico "O Clibotas"

Rancho Folclórico Etnográfico “O Clibotas”

Paralelamente, procedeu-se à recolha de músicas e letras que têm como temáticas comuns as tarefas do campo e as romarias: viras, verde-gaio, corridinhos, fadinhos, enleio, carreirinhas, contradanças, passe kat, ceifeiras, Homenagem à Nossa Terra, Oração a Nossa Senhora da Misericórdia, burrinhas, vindimeiras e fandango.

Um ano após ter sido idealizada a sua formação, o Rancho Folclórico Etnográfico Clibotas realizou a sua primeira atuação no dia 10 de setembro, no decorrer da festa em honra de Nossa Senhora da Misericórdia.

O nome «As Moleirinhas do Seixal» provém de uma homenagem a uma senhora chamada Tia Moleira, pelo facto de ter sido a proprietária de um moinho. O  moinho, que ainda existe, é bem característico da aldeia do Seixal.

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Rancho Folclórico “Os Pescadores de Ribamar”

As raízes do Rancho Folclórico “Os Pescadores de Ribamar” remontam a 1949 – ano em que há memória da primeira atuação de um grupo de folclore de Ribamar. O seu nome tem origem na atividade de maiores tradições da localidade: a Pesca, que ainda hoje sustenta um grande número de famílias desta vila.

O Rancho foi, no entanto, fundado no ano de 1980 por ocasião do lançamento da primeira pedra das instalações do que é hoje o Centro Social e Cultural de Ribamar, sendo uma secção desta Instituição. Canta e dança a maior parte do reportório que, há mais de 50 anos, se dançava e cantava nesta região nas tardes de domingo.

“Os Pescadores de Ribamar” são um grupo de folclore que recorda as gentes da vida do mar, mas também aquelas que trabalhavam a terra. Representar o concelho da Lourinhã e particularmente a Freguesia de Ribamar. Tem-se empenhado na recolha de trajes, danças, cantares e costumes mais remotos. Foi constituído durante a maior parte da sua existência por um grupo infantil e outro adulto. O rancho infantil acabou por desaparecer. A atual direção deste rancho tem elaborado um esforço para recriá-lo, estando a ensinar um grupo com uma média de idade situada nos seis anos que acompanha o rancho em algumas das atuações.

RFPR

Rancho Folclórico "Os Pescadores de Ribamar"

Rancho Folclórico “Os Pescadores de Ribamar”

Com o objetivo da difusão da cultura e do convívio dos seus membros, o Grupo tem realizado encenações de teatro,  recriação das noites da desfolhada, cantar das Janeiras. Editou o seu 1º e único disco e cassete em 1986. Está presente com algumas músicas no CD intitulado “Sons de terra e de Mar” editado pela Câmara Municipal da Lourinhã em 2000. Os trajes do rancho são diversificados e retratam várias atividades e classes socais.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/lourinha-rancho-as-folclorico-as-moleirinhas-do-seixal.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-10 15:13:372024-11-10 11:43:09Lourinhã e o seu folclore
Banda da Associação Musical da Atalaia
Músicas no Concelho

Lourinhã e as suas filarmónicas

Filarmónicas da Lourinhã

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Associação Musical da Atalaia
  • Associação Musical e Artística Lourinhanense – AMAL
  • Banda Filarmónica da Sociedade Lírica Moitense
Associação Musical da Atalaia

A Escola de Música foi fundada em 01 de dezembro de 1986, por iniciativa de Joaquim Isidoro dos Santos, inserindo-se na Associação Desportiva e Recreativa Marítimo da Atalaia. Teve como objetivo ajudar os jovens da Freguesia e do Concelho a ocuparem de forma construtiva os tempos livres.

Banda da AMA

Banda da Associação Musical da Atalaia

Banda da Associação Musical da Atalaia

Como resultado da atividade da Escola, surgiu, em 06 de setembro de 1987 a Banda de Música, que fez a sua primeira atuação pública nas Festas de Nossa Senhora da Guia. Os seus primeiros maestros foram Luís Fernando dos Santos e Victor Manuel Isidoro dos Santos. Tem 45 executantes, com idades entre os 09 e os 24 anos. A Escola é frequentada por mais de uma dezena de alunos.

Correio eletrónico: amatalaia@hotmail.com

Associação Musical e Artística Lourinhanense – AMAL

A Banda da Lourinhã foi fundada a 2 de aneiro de 1878 com o nome de Filarmónica Lourinhanense. O seu fundador foi também o seu primeiro Maestro, Anacleto Marques da Silva. Nos anos trinta a banda passou a designar-se Banda dos Bombeiros Voluntários da Lourinhã ficando sobre a alçada institucional destes.

AMAL

Banda da Associação Musical e Artística Lourinhanense – AMAL

Banda da Associação Musical e Artística Lourinhanense – AMAL

Em 1988, constitui-se a Associação Musical e Artística Lourinhanense – AMAL, que voltou a dar uma nova independência institucional à banda, que começou a ser conhecida como Banda da AMAL. A banda possui agora mais de 125 anos de existência com um currículo premiado em vários festivais nacionais e internacionais.

Após o interregno forçado devido à pandemia, organizou em 2021 o VII Encontro de Bandas Filarmónicas do Concelho de Lourinhã.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Sociedade Lírica Moitense

A 5 de Janeiro de 1923, um grupo de conterrâneos decidiu valorizar a educação musical da freguesia de Moita dos Ferreiros. Ajudados pelo Padre L. J. Seixal, deu-se o primeiro impulso para a fundação da banda, no dia 9 de Agosto de 1925, dia em que fez a sua primeira apresentação em público entre o entusiasmo da população local. Foram seus fundadores António Emídio da Cruz e Silva, José Ricardo e António José da Silva Prazeres, com a colaboração artística do maestro Eduardo Miguéis.

Em 1935, por falta de recursos financeiros houve a necessidade de interromper a sua atividade. Após 5 anos, em 1940, voltou a erguer-se sob a regência de alguns dos mais destacados maestros, nomeadamente Adelino Mourato, João Elói e Leite da Silva, que sucessivamente conduziram a Sociedade Lírica Moitense até 1964, ano em que devido à elevada emigração, esta instituição viu-se forçada a interromper, uma vez mais a sua atividade.

Em 1976, mais propriamente a 1 de Dezembro e sob a batuta de João Elói, ressurge novamente a banda, que desde então, com esforço, aplicação e boa vontade, mantém-se em plena atividade.

Foi responsável pela regência da banda os maestros Luís Fernando dos Santos, cerca de 30 anos, até ao ano de 2003. Desde aí, passaram pela banda os maestros Luciano Franco e Pedro João Paulo dos Santos Filipe. Durante o período de Novembro de 2006 e Outubro de 2012, a banda da Sociedade Lírica Moitense contou com a batuta do Maestro Luís Pedro Carimbo Alves Pinheiro, que fez um trabalho notório para o seu desenvolvimento, seguido pelo Maestro Carlos Eduardo Salvador Gaudêncio da Silva, entre Junho de 2013 e Outubro de 2016. Atualmente, desde Novembro de 2016, tem como maestro Hernâni Jorge Pinheiro Santos.

Conta no currículo da banda da Sociedade Lírica Moitense:

  • 1985 – Participação no Festival e Concurso da EDP de Bandas de Música, onde conquistou um brioso 1.º lugar na 2.ª categoria.
  • 1994 – Deslocação à Ilha de S. Miguel, no Arquipélago dos Açores, para cooperar nas comemorações dos festejos do Senhor Santo Cristo.
  • 2001 – Viagem à cidade do norte da Alemanha, Lubeck, onde atuou nas celebrações do nonagésimo aniversário da Associação Rot-Weiss Moisling.
  • 2004 – Visita à capital francesa, Paris, onde efetuou várias atuações para os emigrantes portugueses ali radicados.
  • 2005 – Gravação do seu segundo CD.
  • 2006 – Participou no Concurso Internacional de Bandas Filarmónicas de Vila Franca de Xira, na 2.ª categoria.
  • 2013 – Realização do primeiro encontro internacional de bandas, onde contou com a presença da banda espanhola Doinua de Berriozar.
  • 2016 – Deslocação ao Canadá, Toronto, para participar na parada do 10 de Junho (celebrações do dia de Portugal).
  • 2019 – Deslocação à Ilha Terceira, no Arquipélago dos Açores, a convite do Grupo Filarmónico Nossa Senhora das Mercês da Casa do Povo da Feteira para cooperar nas festas Sanjoaninas.

A Banda da Sociedade Lírica Moitense, conta neste momento com a colaboração de cerca de 30 músicos de ambos os sexos e de várias idades. Conta com a atividade educativa da sua Escola de Música e colaboração dos seus professores e diretores. Faz cerca de 20 atuações anuais, tendo em conta que nenhum elemento é músico de profissão. É uma das riquezas da Vila da Moita dos Ferreiros, a qual faz questão de representar e levar o seu bom-nome a qualquer lugar por onde passe.

Contactos:
Email: sociedadeliricamoitense1925@gmail.com
Morada
Estrada Nacional 361, nº 11
2530 – 481 Moita dos Ferreiros
2022

Banda Filarmónica da Sociedade Lírica Moitense

Banda Filarmónica da Sociedade Lírica Moitense

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/lourinha-associacao-musical-da-atalaia.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-10 13:35:232024-11-10 11:44:30Lourinhã e as suas filarmónicas
Sociedade Filarmónica de Serpa
Músicas no Concelho

Serpa e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Serpa

Bandas de música, história e atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica de Serpa

A atual banda da Sociedade Filarmónica de Serpa renasceu em 1970, cem anos depois da primeira congénere. Em 1993, graças aos apoios de diversas entidades oficiais, foi possível pensar-se num projeto que incluía a renovação do instrumental, reestruturação da escola de música, atualização de repertório e criação da orquestra ligeira e grupo de metais.

Além das várias atuações em festivais de bandas por todo o país e sul de Espanha, a Banda, a convite do INATEL e em parceria com o Center of Visual Antropology of the University of Amsterdam, participou no Festival Internacional de Bandas de Metais “Frozen Brass”, na Holanda e em Portugal, em conjunto com bandas da Bulgária e do Suriname. O Festival decorreu durante o mês de julho de 1997, nas cidades de Leiden, Den Haag, Faro, Évora e Elvas.

Morada: R. Nossa Senhora de Serpa, 14
7830 – 425 Serpa
Telefone: 284 543 424

Sociedade Filarmónica de Serpa

Sociedade Filarmónica de Serpa

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/serpa-sociedade-filarmonica-de-serpa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-10 10:04:552024-11-20 10:41:37Serpa e as suas filarmónicas
Grupo Tradicional Os Casaleiros
Músicas no Concelho

Azambuja e o seu folclore

Folclore em Azambuja

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Ribatejo
  • Distrito: Lisboa

05 grupos

  • Grupo Tradicional Os Casaleiros
  • Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos de Azambuja
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aveiras de Cima
  • Rancho Folclórico Danças e Cantares de Vale do Paraíso
  • Rancho Folclórico Os Camponeses do Vale do Brejo
Grupo Tradicional Os Casaleiros

Fundado a 16 de outubro de 1994, o Grupo Tradicional “Os Casaleiros”, de Casais dos Britos, divulga as tradições, usos e costumes dos Casaleiros de Azambuja. Comemorou o seu 25º aniversário, nos dias 19 e 20 de outubro de 2019, e homenageou ao seu fundador, o etnógrafo popular “Mestre” Sebastião Mateus Arenque. A coletividade está integrada no Centro Cultural e Recreativo de Casais dos Britos, na Freguesia de Azambuja, e dedica-se à preservação e divulgação do folclore e da etnografia típicos da localidade.

GTC

Grupo Tradicional Os Casaleiros

Grupo Tradicional Os Casaleiros

A iniciativa teve como principal objetivo juntar todos aqueles que ao longo deste quarto de século foram fundadores, colaboradores, conselheiros, amigos e membros resistentes do grupo. No primeiro dia de festejos, sábado 19 de outubro, as comemorações tiveram início pelas 09h00 com uma romagem aos cemitérios de Azambuja, seguindo-se uma cerimónia religiosa na Capela de Nossa Senhora de Fátima, em Casais dos Britos. Marcado para as 13h00, esteve o almoço comemorativo dos 25 anos. Após a refeição, seria feita a entrega de diplomas alusivos à data aos fundadores, colaboradores e amigos, bem como a entrega de lembranças aos elementos que fazem parte da vida do grupo ininterruptamente ao longo destes 25 anos. A tarde terminaria em convívio com um baile “Recordar é Viver”.

No dia 20 de outubro, domingo, dar-se-ia o encerramento da festa de aniversário com uma tarde de folclore. A partir das 15h00, puderam apreciar-se as atuações do grupo anfitrião, do Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos de Azambuja e do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aveiras de Cima. A iniciativa contou com o apoio da Câmara Municipal de Azambuja.

Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos de Azambuja

O Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos de Azambuja foi fundado em 1957 na vila de Azambuja, povoação situada entre a planície lezirenta a Sul (banhada pelo Tejo) e a charneca, a Norte. As modas do Rancho, curtas e cheias de movimento, raça e fulgor típicas do povo ribatejano, estão intimamente relacionadas com as fainas campestres da região (a Borda d’Água): as adiafas (festas de fim de safra), as vindimas e as ceifas. O repertório cantado e bailado é composto por viras, fadinhos, modas de roda, verde-gaios, bailaricos e o típico fandango ribatejano.

RFCCA

Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos de Azambuja

Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos de Azambuja

Os trajes representados são: traje de festa: campino; traje de trabalho: campino, ceifeira ou outros trabalhadores campesinos; traje domingueiro (sortes, festa): os rapazes usavam-no no dia de inspeção militar e depois de mortalha para o caixão; as mulheres de traje domingueiro correspondente não usam cachené mas um carrapito; traje dos noivos: que data de cerca de 1918.

O Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos de Azambuja tem levado as suas danças e cantares a festivais nos mais variados pontos do país, assim como a festivais além fronteiras.

Fundado a 22 de dezembro de 1975, “Os Tradicionais Rapazes da Grade e Raparigas da Monda”  é o rancho que faz parte da Secção Infantil de Folclore, fonte de elementos para o folclore do grupo adulto.

Reciclanda

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aveiras de Cima

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aveiras de Cima, foi fundado em 1 de Abril de 1960 e fez a sua primeira apresentação ao público em Novembro do mesmo ano, apresentando um reportório de características muito próprias, fundamentalmente conseguido a partir de pesquisas e recolha etnográfica efetuada na área geográfica da Vila de Aveiras de Cima.

RFCPAC

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aveiras de Cima

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aveiras de Cima

Participou nos mais importantes festivais nacionais e internacionais. Gravou o seu 1º disco (LP) em 1983. Em 2000, concluiu novo trabalho discográfico. Realizou digressões à Região Autónoma da Madeira em 1973, França em 1985, Bélgica em 1987, Palma de Maiorca em 1987, 1993 e 2009, Região de Guadalajara em 1995, Açores (Terceira e S. Miguel) em1998

O Rancho Folclórico Infantil da Casa do Povo de Aveiras de Cima nasceu após a integração do Rancho Adulto na Casa do Povo de Aveiras de Cima, em 1978. A criação do Rancho Infantil deveu-se à necessidade de criar uma escola de dança que viesse a proporcionar, por um lado a criação de dançarinos para o Rancho Adulto e, por outro, a forma que a Casa do Povo encontrou para ocupar as crianças e ensinar-lhes o gosto pela dança e pela música. O Rancho Infantil neste momento leva já vários anos dedicados à atividade. Tem participado em vários festivais de folclore infantis, representando a região, Zona de Transição – Ribatejo/Estremadura.

Rancho Folclórico Danças e Cantares de Vale do Paraíso

O Rancho Folclórico Danças e Cantares de Vale do Paraíso é uma associação de natureza etnográfica do concelho de Azambuja.

Rancho Folclórico Danças e Cantares de Vale do Paraíso

Rancho Folclórico Danças e Cantares de Vale do Paraíso

Rancho Folclórico Os Camponeses do Vale do Brejo

O Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Vale do Brejo, pertence à Freguesia de Aveiras de Cima, concelho de Azambuja. Realizou em 27 de julho de 2019 o seu 41º Festival Nacional de Folclore. Neste encontro de etnografia, que animará a localidade com as danças e cantares típicos de algumas regiões do país, juntar-se-iam ao Rancho “Os Camponeses” de Vale do Brejo, o Rancho Folclórico “Os Camponeses” da Beira Ria – Murtosa, Aveiro, o Rancho Folclórico e Etnográfico da Vila de Pias – Ferreira do Zêzere, o Rancho Folclórico de Alenquer e o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Santana – Madeira. O 41º Festival Nacional de Folclore de Vale do Brejo contou com diversos apoios, entre os quais a Junta de Freguesia de Aveiras de Cima e da Câmara Municipal de Azambuja.

RFCVB

Rancho Folclórico Os Camponeses do Vale do Brejo

Rancho Folclórico Os Camponeses do Vale do Brejo

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Municípios

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/azambuja-grupo-tradicional-os-casaleiros.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-09 23:16:022024-11-12 01:13:17Azambuja e o seu folclore
Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre
Músicas no Concelho

Azambuja e as suas filarmónicas

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Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Banda Filarmónica do Centro Cultural Azambujense
  • Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre
  • Banda de Vale do Paraíso
  • Filarmónica Recreativa de Aveiras de Cima
Banda Filarmónica do Centro Cultural Azambujense

O Centro Cultural Azambujense, com o estatuto de utilidade pública desde 1998, foi oficialmente fundado em 21-05-1901. Já existia antes de Setembro de 1855, segundo Auto de Aclamação da época lavrada pela Câmara Municipal de Azambuja. Ao longo da sua existência, sem sede própria, sofreu várias crises e interrupções, tendo adotado outros nomes como: Sociedade Filarmónica Azambujense e Banda dos Bombeiros Voluntários, até que em 13-02-1958 surgiu a denominação atual com Brasão e Bandeira.

A sua Banda deslocou-se em 1996 à cidade de Troyes em França; em 2001 à cidade de Hamburgo, na Alemanha, a convite de uma organização de luso-descendentes; em 2011 aos Açores, Ilha do Pico, Vila de São Roque do Pico, a fim de participar num Projeto Musical – Intercâmbio Musical.

Na sua História constam também participações oficiais. Entre outras, em 2007 assinalou os 50 anos do Tratado de Roma, a convite do Parlamento Europeu e em 2011 os 100 anos da Constituição da República Portuguesa, a convite da Comissão do Centenário da República e Governo Português. No que diz respeito a gravações, em 2010, gravou um CD, com todas as Bandas Filarmónicas do Concelho de Azambuja e em 2011, um DVD, com o registo da atuação do Centenário da República.

CAA

Banda Filarmónica do Centro Cultural Azambujense

Banda Filarmónica do Centro Cultural Azambujense

No âmbito de reconhecimento público, ostentam no Estandarte da Coletividade as condecorações de Mérito Associativo, atribuído em 2001, pela Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto e de Mérito e Honra Musical, atribuída em 2014, pela Confederação Musical Portuguesa.

Dos maestros que dirigiram a Banda, há conhecimento, entre outros, de João Pedro Vieira, Virgílio Venceslau, Zózimo Cabecinha, Eugénio Castro, Celestino Raposo, Jaime Mendes, Reis de Carvalho, Américo Borda d’Água, João Teófilo, Pedro Simão, Paulo Garção, João Borges, Tenente Coronel Reginaldo Neves, Cassiano Cardoso, Rolando Ferreira, Luís Balão e, desde 2020, Carlos Gonçalves.

Em 2002 passou a ter sede própria com salão de festas e salas de aulas, pelo que foi possível dinamizar o ensino da música que encontrou uma franca adesão especialmente junto da juventude. Se até então eram os músicos mais antigos que se entregavam de forma generosa à formação dos novos elementos da Banda, foi possível com a Escola  melhorar o ensino musical recorrendo não só a músicos aqui formados, como a conceituados mestres.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre

A Banda de Música da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre foi fundada em 1886, época em que se generalizou a criação de Sociedades Filarmónicas por todo o País. Segundo informação recolhida por sócios antigos e já falecidos, a Banda teria tido como primeiro impulsionador o Conselheiro Frederico de Gusmão Correia Arouca, grande proprietário e político influente na região e no país que, à sua custa, terá comprado os primeiros instrumentos e fardamentos para os músicos.

Assim surgiu a primeira “Sociedade Filarmónica Alcoentrense” dirigida por José Afonso Soares de Aguiar. Por dificuldades económicas, entre 1920 e 1936 a Filarmónica teve de interromper a atividade. Com a criação da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre, fundada a 08 de Julho de 1936, foi integrada na mesma, passando a denominar-se Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre.

A partir de então, tem-se mantido sempre em atividade. Tem sido solicitada a participar em vários festivais de Música: em 1983, o Festival Convívio de Música de Sines; em 1984 o Festival E.D.P. de Bandas de Música; em 1985 o 3º. Festival de Bandas Civis de Silves; em 1991 o Festival de Bandas de Música Civis em Lagos; em 1997 o Festival de Bandas de Música Civis em Oeiras; no ano 2000 o Festival de Bandas de Música em Aljezur; em 2001/2002 intercâmbio com a Filarmónica Calhetense da ilha açoriana do Pico; em 2003 o Festival de Bandas de Musica da Cidade do Porto, bem como, esteve sempre presente nos Encontros Anuais de Bandas de Música do Concelho de Azambuja.

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre

Organiza, anualmente o Festival de Bandas de Música da Freguesia de Alcoentre, no 3º. Domingo de Outubro e sempre com a presença de 4 bandas. Conta com 28 elementos com idades entre os 10 e 40 anos. Desde 2004, tem em funcionamento a Escola de Música que conta com 30 elementos, de modo a garantir uma segura continuidade. Desde 2004, a Banda é dirigida pelo Maestro José António Veloso.

Banda de Vale do Paraíso

A Banda de Música da Associação de Desportos e Recreio “O Paraíso” nasceu de uma proposta dos fundadores no dia 23 de Janeiro de 1983, no sentido de criar-se uma secção de Música na A.D.R. Fundou-se então a Escola de Música para formação da Banda, contratando-se para o efeito o Maestro Joaquim Miguel Santos. Em 1983, teve lugar a primeira apresentação em público, com 25 elementos, que executaram algumas marchas pelas ruas de Vale do Paraíso.

A primeira farda foi adquirida graças à boa vontade da população e generosidade do Eng.º Elidio Monteiro, e foi estreada em 1984.

A Banda tem participado regularmente em concertos, romarias populares e encontros de bandas. Em 1995, deslocou-se a França, onde realizou vários concertos. Em 1997, esteve na Ilha de São Miguel, no âmbito dos intercâmbios culturais, entre o Continente e o Arquipélago dos Açores. Em 2002 participou no programa”Feira Franca” R.D.P Antena 1. Em 2006, deslocou-se á ilha da Madeira a convite da Banda Municipal de Machico.

Em 2008, gravou o CD “Bodas de Prata” assinalando assim o seu 25º Aniversário, e em 2013 gravou novo CD para marcar a comemoração dos 30 anos.

Em 2009, participou no II Encontro de Bandas Filarmónicas em Lisboa, com a participação de 12 bandas de todo o País.

A Escola de Música conta com 20 alunos e a Banda é composta por 50 elementos, 70% dos quais com idades compreendidas entre 10 e 30 anos. A Escola de Música e a Banda têm a direção do Maestro Francisco Pereira Pinto.

Filarmónica Recreativa de Aveiras de Cima

A Filarmónica Recreativa de Aveiras de Cima foi fundada em 1873. Segundo fotografia existente na sede da Filarmónica Recreativa de Aveiras de Cima, foi registado o momento em que a Banda tocou para El-Rei D. Carlos I na sua passagem por Azambuja em direção ao Porto. Em 1901 participou na inauguração da Praça de Touros de Azambuja. Em 1906, após várias divergências políticas entre monárquicos e republicanos, foi criada pelo republicano Dr. Francisco de Almeida Grandella a Nova Filarmónica, com nova farda, oferecida pelos armazéns Grandella. Farda à semelhança da dos Campinos de então: barrete verde com borla encarnada, cinta azul, colete, calção, meia branca e sapato de prateleira.

A Filarmónica ensaiava em diferentes lugares, até que em 1933 outro benemérito e grande impulsionador da filarmónica, Manuel Camilo Canteiro, emprestou uma casa onde foi construído um palco. Posteriormente foi doada essa casa pelo seu filho, José Camilo Canteiro, local onde hoje se situa a atual sede.

Durante estes anos a Banda foi dirigida por vários regentes como Santos Carvalho, Valente, Mourato, Aguiar entre outros, sendo justo destacar o trabalho de Alípio Seco pelo nível artístico elevado que a Banda atingiu na sua regência.

A Banda esteve inativa de 1942 a 1946, altura em que um grupo de antigos músicos integrou uma comissão reorganizadora que deu origem ao reinício das atividades em 1947 mantendo-se ininterrupta até hoje.

Em 1967 foi premiada em Santarém com o 1º lugar da 3ª categoria entre 24 bandas concorrentes, sendo a única a representar o distrito de Lisboa. Nesse ano, foi condecorada com a medalha de prata do município de Azambuja pelos serviços prestados. Em 1977 foi conferido à Filarmónica Recreativa de Aveiras de Cima o Estatuto de Utilidade Pública.

Em 1991 foi inaugurada a atual sede, construída em um ano, devido à ajuda da população de Aveiras de Cima. Em 2001 deu-se a inauguração da ampliação da sede e do museu da coletividade. Em 2009, a Banda gravou o seu primeiro CD, juntamente com as restantes bandas do concelho de Azambuja e em 2010 participou no 3º Concurso de Bandas Filarmónicas em Vila Franca de Xira.

A banda executou numerosos serviços de norte a sul do país e ilhas. Para além da banda, a Filarmónica sempre privilegiou outras atividades aos seus sócios e conterrâneos tais como teatro, dança desportiva, dança de salão, grupo coral, atividades nas quais foi granjeada com alguns prémios e louvores, cinema, aulas de órgão e acordeão, chinquilho, espetáculos de Natal, tasquinhas, marchas populares, bailes e audições.

Filarmónica Recreativa de Aveiras de Cima

Filarmónica Recreativa de Aveiras de Cima

Ao longo dos tempos houve sempre a preocupação da formação de novos músicos e da manutenção da Banda, com a colaboração de vários regentes, como Manuel Valério, Rolando Ferreira, Amândio Canteiro e, desde 2008, João Ramos.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/azambuja-banda-de-musica-dos-bv-de-alcoentre.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-09 22:28:312024-11-12 01:15:13Azambuja e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico e Etnográfico Os Camponeses de Varatojo
Músicas no Concelho

Torres Vedras e o seu folclore

Folclore de Torres Vedras

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Estremadura (Estremadura Centro Saloia)
  • Distrito: Lisboa

02 grupos

  • Rancho Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares da Mugideira
  • Rancho Folclórico e Etnográfico Os Camponeses de Varatojo
Rancho Folclórico e Etnográfico “Danças e Cantares da Mugideira”

O Rancho Folclórico e Etnográfico “Danças e Cantares da Mugideira” é uma associação de natureza etnográfica fundada em 1994 e constituída a 10 de janeiro de 2002. Está sediada na Rua do Salgueiro, nº 7, Mugideira, na freguesia de Turcifal, no concelho de Torres Vedras. Desde a primeira hora, efetuou recolhas junto das pessoas mais idosas da freguesia, a nível de trajos, danças, cantares e outros aspetos do quotidiano popular. Nos trajes destacam-se os de pastor, queijeira, abegão, ceifeira, carroceiro, lavadeira, mulher da horta, vindimadeira, enxertador, capataz, domingueiros e de festa, entre outros.

Nas danças e cantares destacam-se: Carreirinhas, vira Castiço, bailarico Saloio, Enleio, Chicote, As Saias, Pombinhas da Catrina, Grojé em Volta, Quem Anda no Meio, Manuel, Fui ao Campo às Flores, Valsa a Dois Passos, Dominó, Bico e Tacão, Verde Gaio, entre outros.

Desde a sua fundação até 2001, esteve integrado numa associação existente na aldeia. Sentido a necessidade de ir mais longe, a partir desta data tornou-se autónomo, desejando cada vez mais recolher, preservar e divulgar a cultura da região saloia o mais fielmente possível.

Tem participado em inúmeros eventos e apresentou-se no país de norte a sul. É membro efetivo da Federação do Folclore Português.

RFEDCM

Rancho Folclórico e Etnográfico "Danças e Cantares da Mugideira"

Rancho Folclórico e Etnográfico “Danças e Cantares da Mugideira”

Rancho Folclórico e Etnográfico Os Camponeses de Varatojo

Varatojo é uma pequena e antiga aldeia situada na encosta de uma serra, voltada para o mar. Pertence ao concelho de Torres Vedras, região da Estremadura, da zona saloia. O Rancho foi fundado em 1959 e mantém-se em atividade ininterrupta. Representa os usos e costumes dos antepassados no fim do séc. XIX e início do séc. XX.

RFECV

Rancho Folclórico e Etnográfico Os Camponeses de Varatojo

Rancho Folclórico e Etnográfico Os Camponeses de Varatojo

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/torres-vedras-rancho-folclorico-e-etnografico-os-camponeses-de-varatojo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-09 14:59:562024-10-29 22:52:14Torres Vedras e o seu folclore
Coreto de Câmara de Lobos
Músicas no Concelho

Câmara de Lobos e os seus coretos

Coretos de Câmara de Lobos

Coreto do Largo da República

No Largo da República, na cidade de Câmara de Lobos, Ilha da Madeira existe um coreto de 12 colunas, construído em ferro fundido.

Datado de 1883, este coreto foi primitivamente adquirido pela Câmara Municipal do Funchal, que o instalou no Jardim de São Francisco, hoje Jardim Municipal do Funchal. Em 1942, foi desmontado e colocado à venda em hasta pública, acabando por ser adquirido, por cinco mil escudos, em julho do mesmo ano, pela Câmara Municipal de Câmara de Lobos, a fim de o instalar no então denominado Largo 28 de Maio, em substituição de outro lá existente.

Em 1942, a sua montagem estaria quase concluída e para a inauguração estava prevista a realização de um concerto pela Banda Municipal de Câmara de Lobos, sob a direção artística de Francisco Fernandes da Silva Júnior. Segundo Guido Monterrey, a sua inauguração só se terá verificado, em 1943.

Instalado e inaugurado, o coreto tornou-ser palco para várias atuações, não só da Banda Municipal de Câmara de Lobos, como da Filarmónica Recreio Camponês.

Fonte: Câmara de Lobos Dicionário Corográfico

Coreto

Coreto de Câmara de Lobos

Coreto de Câmara de Lobos

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/camara-de-lobos-coreto.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-09 12:01:132021-06-21 11:11:38Câmara de Lobos e os seus coretos
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