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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Grupo de Danças e Cantares de Nossa Senhora de Guadalupe
Músicas no Concelho

Maia e o seu folclore

Folclore na Maia

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Associação Recreativa e Cultural de Moreira da Maia – Rancho Infantil e Juvenil
  • Grupo de Danças e Cantares de Nossa Senhora de Guadalupe
  • Grupo Folclórico Os Fontineiros da Maia
  • Grupo Regional de Moreira da Maia
  • Rancho Folclórico de S. Cosme de Gemunde
  • Rancho Regional S. Salvador de Folgosa
Associação Recreativa e Cultural de Moreira da Maia

Incluindo Rancho Infantil e Rancho Juvenil, a Associação Recreativa e Cultural de Moreira da Maia é uma associação cultural de natureza etnográfica sediada em Moreira da Maia.

ARCMM

Associação Recreativa e Cultural de Moreira da Maia – Rancho Infantil e Juvenil

Associação Recreativa e Cultural de Moreira da Maia – Rancho Infantil e Juvenil

Grupo de Danças e Cantares de Nossa Senhora de Guadalupe

O Grupo de Danças e Cantares de Nossa Senhora de Guadalupe é uma associação de natureza etnográfica, das Terras do Lidador da Maia, da Vila de Águas Santas, lugar do Paço, terra de grandes costumes e tradições. Existiam neste lugar do Paço e redondezas muitas casas de lavoura que preservaram durante séculos danças, cantares, costumes e tradições que são a essência do folclore.

Para salvaguardar estes valores de enorme importância histórico-cultural, foi fundada a 4 de setembro de 1983 a Associação Cultural, Recreativa e de Danças, Grupo de Danças e Cantares de Nossa Senhora de Guadalupe. O seu primeiro objetivo foi a recolha de saberes e conhecimento entre os mais idosos do lugar. A recolha de trajos e utensílios foi fundamental para que o rigor fosse uma primazia, não esquecendo as danças e cantares, um importante registo dos tempos de lazer dos antepassados.

Tem neste momento cerca de 53 elementos, com idades entre os 5 e os 70 anos. É membro efetivo da Federação de Folclore Português desde 1989, e da FAFIF desde a sua fundação. Tem como atividades principais o “Cantar das Janeiras”, o “Festival de Folclore” inserido nas Festas em Honra a Nossa Senhora de Guadalupe do mesmo lugar e a tradicional “Ceia de Natal”. Representa o Douro Litoral com participação em diversas manifestações folclóricas, culturais e etnográficas por todo o país e terras de Espanha.

GDCNSG

Grupo de Danças e Cantares de Nossa Senhora de Guadalupe

Grupo de Danças e Cantares de Nossa Senhora de Guadalupe

O Grupo de Danças e Cantares de Nossa Senhora de Guadalupe está sediado em Águas Santas.

Reciclanda

Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas

A Reciclanda tem vindo a criar conteúdos de apoio a Educação para a Cidadania, Educação Ambiental e animação dos recreios. Promove a criação de objetos sonoros, brinquedos, jogos e instrumentos a partir de objetos em fim de ciclo. Desenvolve projetos que destacam a inclusão e a literacia, contribuindo para o sucesso escolar. O livro “Brincar Azul”, editado em 2026, contém 700 ideias de jogos divertidos e sustentáveis. Já a “Semana Azul” é um conceito de instalação promotora do brincar sustentável que envolve escolas de concelhos.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Grupo Folclórico Os Fontineiros da Maia

A Associacão Cultural e Recreativa ” Os Fontineiros da Maia”, sediado na freguesia de Águas Santas, foi fundada em 1951 por Serafim Moreira Maques (Serafim bonitinho), Alfredo Soares Moreira (Fredo do castelo), José Teixeira Da Cunha (Zé da cunha) e Manuel Marques Correia (Copete) já falecidos. Tem desenvolvido atividades de índole cultural: teatro, dança e música tradicional portuguesa.

A partir de 2003, altura da inauguração da nova sede social, o Centro Cultural dos Moutidos, passou a desenvolver novas atividades: o encontro mensal de poesia e a escola de instrumentos tradicionais de cavaquinhos, viola, viola braguesa.

ACRFM

Associação Cultural e Recreativa " Os Fontineiros da Maia"

Associação Cultural e Recreativa ” Os Fontineiros da Maia”

Grupo Regional de Moreira da Maia

O Grupo Regional de Moreira da Maia foi fundado em 1934 para dar continuidade à preservação das raízes da comunidade. A primeira atuação pública ocorreu no Palácio de Cristal, Porto, por ocasião da abertura da Exposição Colonial Portuguesa, e a partir de então não mais cessou a sua intensa e valiosa atividade na defesa e divulgação das tradições maiatas, circunstância que lhes tem valido diversas e honrosas distinções. Salienta-se, pelo seu significado, a Medalha de Mérito Cultura – Ouro, atribuída pela Câmara Municipal da Maia. No seu exuberante e polícromo quadro etnográfico, o Grupo Regional de Moreira da Maia apresenta os típicos trajes que representam a forma de vestir das gentes maiatas, com destaque para o traje de domingar, o mais característico de todos.

Procurou formar uma tocata que não só refletisse a presença dos instrumentos musicais tradicionais da região, como também permitisse, sem adulterações, a execução das danças interpretadas pelo agrupamento.

GRMM

Grupo Regional de Moreira da Maia

Grupo Regional de Moreira da Maia

Ao longo do ano, o Grupo Regional promove diversas iniciativas, que muito valorizam a sua ação cultural. Para além dos conceituados festivais que organiza, cumpre ainda referir as Desfolhadas Maiatas, como evocação da cultura do milho, e durante os meses de dezembro e janeiro leva a efeito os tradicionais Cantares de Janeiras. O Grupo Regional Moreira da Maia é composto por 56 elementos. Organiza anualmente festivais de folclore, atua em festas, romarias e festivais de Norte a Sul do País e arquipélagos da Madeira e dos Açores. É sócio efetivo da Federação do Folclore Português.

Rancho Folclórico de S. Cosme de Gemunde

O Rancho Folclórico de S. Cosme de Gemunde é uma associação cultural de natureza etnográfica sediada em São Cosme de Gemunde, concelho da Maia.

RFSCG

Rancho Folclórico de S. Cosme de Gemunde

Rancho Folclórico de S. Cosme de Gemunde

Rancho Regional S. Salvador de Folgosa

O Rancho Regional S. Salvador de Folgosa é uma associação cultural de natureza etnográfica sediada em S. Salvador de Folgosa, concelho da Maia. Nasceu por ocasião da angariação de fundos para as obras de remodelação da Igreja Paroquial, em finais da década de 1950. Desde logo procurou afirmar-se no panorama folclórico nacional e regional.
Têm vindo a aperfeiçoar a sua atividade de reprodução de trajes, danças e cantares dos tempos remotos nas terras da Maia, através de pesquisas e recolhas que garantem a autenticidade do que pretende representar.

Além de outros festivais, realiza anualmente no último sábado de julho o seu Festival de Folclore, a sua desfolhada em outubro e canta as Janeiras de porta em porta desde o Natal até ao dia de Reis.

O RRSSF é composto por 56 elementos. E membro efetivo da Federação de Folclore Português e está inscrito no INATEL. Em termos de folclore, representa o Douro Litoral Norte e a zona do chamado Vale do Coronado, no leste maiato. Recolhe e reproduz o mais fidedignamente possível as vivências quotidianas e festivas dos antepassados. Participa em festivais nacionais e internacionais quer no país como no estrangeiro. Tem 2 CD gravados e já fez várias aparições em programas televisivos na RTP e na TV GALIZA.

RRSSF

Rancho Regional S. Salvador de Folgosa

Rancho Regional S. Salvador de Folgosa

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/maia-grupo-dancas-e-cantares-nossa-senhora-de-guadalupe.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-11 18:51:142026-03-16 10:00:52Maia e o seu folclore
Banda Filarmónica de Odemira
Músicas no Concelho

Odemira e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Odemira

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

Banda Filarmónica de Odemira

A Banda Filarmónica de Odemira, bem como a sua Escola de Música, foram fundadas a 15 de dezembro de 1989, nas instalações da Junta de Freguesia de Santa Maria. Em 1990, Odemira viu sair à rua a sua “Banda Filarmónica”. Devido à grande afluência de jovens interessados na música, a banda foi instalada na sede da antiga Sociedade Recreativa, existente em Odemira.

Cerca de quatro anos mais tarde e devido a um certo grau de degradação das instalações e também a necessidade de um espaço maior, o então Presidente da Câmara Municipal conseguiu estabelecer um acordo com a Direcção Geral de Saúde de Beja do qual resultou a autorização para efetuar obras na velha Casa do Povo para a Banda se instalar, onde ainda é a sua sede. A Banda fez numerosas  atuações, incluindo festivais (Festival Internacional de Bandas Filarmónicas da Sociedade Filarmónica União Arrentelense, Festival de Bandas do Litoral Alentejano e o Jubileu dos Músicos, em Fátima.

A Banda Filarmónica de Odemira conseguiu renovar o seu instrumental contando com o apoio do Ministério da Cultura, nomeadamente no Programa de Apoio a Filarmónicas Alentejanas. Organiza anualmente um encontro de Bandas, no ano de 2001 decorreu a sua 4ª. Edição, integrada nas comemorações do 12º. A Escola de Música funciona na sede da Banda Filarmónica, sita do Edifício da Casa do Povo, em Odemira. Daniel Batista é maestro da Banda Filarmónica, desde 2013.

BFO

Banda Filarmónica de Odemira

Banda Filarmónica de Odemira

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/odemira-banda-filarmonica-de-odemira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-10 23:21:122024-11-10 11:36:39Odemira e as suas filarmónicas
Joana Luz, cantora, de Odemira
Músicas no Concelho

Odemira e os seus músicos

Músicos de Odemira

[ Musorbis, um projeto nacional que aproxima os munícipes do seu património musical. ]

  • Carlos Costa (1941-2021)
  • Joana Luz (cantora)
  • Júlio Costa (1936-2021)

Os irmãos Carlos e Júlio Costa foram para Odemira com 13 e 5 anos respetivamente, onde viveram durante 20 anos. Em 1956, formaram o conjunto “Os Dois de Odemira” e participaram em vários concursos destinados a novos talentos, tendo vencido um promovido pelo programa radiofónico “Companheiros da Alegria”, de Igrejas Caeiro.

Em 1957, com a entrada de José Ribeiro, que permaneceu no grupo durante 22 anos, nasceu o Trio Odemira. Nesse mesmo ano gravaram o primeiro disco (LP) pela Valentim de Carvalho, para a Columbia, com “Rio Mira”, que se tornou um grande sucesso, seguido por outros temas, como “Malagueña”, de Elpídio Ramirez e “Ama, coração e vida”, de Pedro Flores. Sucederam-se discos, contratos, participações em programas especiais de televisão, digressões pelo Mundo.

Carlos Costa

Carlos Costa, músico, Trio Odemira

Carlos Costa, músico, Trio Odemira

Em 1958 fizeram a sua primeira digressão a África, passando por Angola, Congo Belga, Moçambique e África do Sul. Em 1960 foram atuar em Bilbau, onde fizeram parte do primeiro programa da televisão espanhola. Em 1963 atuaram em Inglaterra, Suécia, Finlândia, e Dinamarca. Em 1965 participaram na Asta Convention, em Hong-Kong, atuaram também na Tailândia, Filipinas, Japão, Israel e Grécia. Em 1967 atuaram durante dois meses com Tony de Matos nos Estados unidos e Canadá.

Neste período gravaram: “Guantanamera”, “História de um amor”, “Cartas de amor”, “El reloj”, “Vocês sabem lá”, “Perfidia”, “Alma, coração e vida”, “Rio Mira”, “Lembra-te ó Ana”, “Abalei do Alentejo”, “Caminito”, “Ruega por nosostros”, “Una aventura mas”, “Quiereme mucho”, “Ciau amore”, “És a minha canção”, “A praia”, “Malagueña”, “Cielito lindo”, “Canção do Mar”, “Porto Santo”, “Guarijita”, “Confesso”, “Gritenme piedras del campo”, “Rua sem luz”, “Foi Deus”, “Mi Buenos Aires querido”, “Canção da Beira Baixa”, “Llevame”, “Mar y cielo”, “Fadinho triste”, “Fado de Santa Cruz”, “Sin un amor”, “Lisboa antiga” e “Esperame en el cielo”.

Em 1969, estiveram por um período de oito meses em Montreal, no melhor hotel de Canadá, Place Ville Marie, onde foram convidados a pertencer ao sindicato americano dos artistas. Em 1970, regressaram a Portugal e compraram “O Timpanas”, restaurante típico em Alcântara, e “A Varanda do Chanceler”, restaurante de luxo em Alfama, que mantiveram durante oito anos, o que abrandou a sua atividade musical. Em 1978, com a venda dos restaurantes, voltaram a dedicar-se em força à música.

Na década de 1980 obtiveram muito sucesso com vários temas, como “Maldita tu, Ana Maria”, “O anel de noivado” e “No reino do amor”. Estes três temas, cujas letras são da autoria de Júlio Costa, ajudaram muito a popularizar o grupo e pode dizer-se que ainda hoje são as preferidas do público. Foi por esta altura que se juntou ao grupo o Juca, filho de Carlos Costa, embora por pouco tempo. Participaram no último disco de Carlos Paião “Intervalo”.

Em 1993, a EMI recompilou “35 primaveras: as primeiras gravações: 1957/1967”. Em 1998 receberam a medalha de mérito da Câmara Municipal de Almada.

No ano 2000 a RTP gravou “45 anos do Trio Odemira”, um espetáculo com o Septeto Café, que decorreu no Coliseu dos Recreios. Em 2005, celebraram os 50 anos de carreira com a edição do disco “Portugal Latino”, com temas como “As minhas mãos nas tuas”, “Ala vera del caminho”, “Anel de noivado” e ritmos sul-americanos, como “À média luz”, “La Cumparsita”, “Si piensas” e “Guantanamera”. Recuperaram também “Foi Deus” e “Novo fado da Severa”, dois temas cantados por Amália Rodrigues. Vânia Marotti participou no disco com quatro canções. Nesta fase gravaram o CD – “Casualmente Clássicos”, onde sobressaem os temas “Avé Maria de Gounod” e “Una furtiva lágrima”, de Caetano Donizetti.

Em 2007, em comemoração dos seus 50 anos de carreira, foi lançado um livro sobre o percurso e memórias do grupo “Bodas de Ouro / Trio Odemira – 50 anos de Canções”. A editora Espacial lançou também o CD duplo “Grandes Êxitos – Trio Odemira – 50 anos”, incluindo seis temas inéditos e muitos outros sucessos, como “Anel de noivado”, “Nostalgia do amor”, “Amor com amor se paga”, “Aqueles olhos”, “Ansiedad” e outros.

Em 2019, o trio atuou, celebrando os 60 anos de carreira, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, entre outros palcos e, em setembro de 2016, foi distinguido com Prémio de Mérito e Excelência Cidade de Moura, na área da Música.

Discografia

Álbuns

1985 – Request From México (LP)
1985 – Amor antigo (LP)
1995 – Margarita (CD, Vidisco)
2005 – Portugal Latino (CD, Ovação)

Singles

– Guantanamera
– Quien sera / Menino de Oiro (EP, RCA)
– Tango
– Reino do amor
– Maldita tu, Ana Maria
– Anel de noivado
– Onde estás coração / Tarantela (Single, Discossete 1987)

O Trio Odemira desempenhou um importante papel durante toda a carreira de Carlos Costa, divulgando o nome de Odemira (Portugal) e dando a conhecer as suas músicas. Atuou em inúmeras comunidades portuguesas no Mundo, gravou mais de mil canções integradas em centenas de discos e CD.

Os irmãos Costa mantiveram-se juntos no grupo, apenas o terceiro elemento variou ao longo dos anos, tendo estado com eles cerca de 15 o guitarrista Mingo Rangel.

Fonte: M. Ayres Roque, 17 maio 2016

Joana Luz

Joana Luz é natural de Vila Nova de Milfontes. Com apenas 14 anos venceu a 55ª Grande Noite do Fado na Aula Magna, Lisboa. Colaborou com a escola de guitarra do mestre António Chainho como artista convidada, nas galas e concertos. Atuou em alguns países como Noruega, Alemanha, Luxemburgo, Bélgica e Suíça. Durante o percurso musical colaborou como solista com a Banda Filarmónica SMFOG (Grândola) SFAVA (Alcácer do Sal). Canta regularmente nas casas de fados Caldo Verde, Fama de Alfama em Lisboa e já passou por outras como a Casa de Linhares e Morgadinha de Alfama. Em 2017 integrou o Festival Maré de Fado em Sines sob a direção artística de Carlos Soares da Silva. Em 2018 foi convidada do III Festival da Guitarra em Amarante. Depois da experiência entre o fado e morna com Elisabete da Veiga aventurou-se por novos caminhos na fusão do fado com a bossa nova com o músico Carlos Soares da Silva. Em 2018 lançou o seu primeiro trabalho discográfico, “Joana Luz”.

Joana Luz, cantora, de Odemira

Joana Luz, cantora, de Odemira

Júlio Costa

Júlio Costa, músico, do Trio Odemira, faleceu no dia 12 de março de 2021, com 85 anos, cinco dias depois do seu irmão Carlos.

Júlio Costa

Júlio Costa, do Trio Odemira

Júlio Costa, do Trio Odemira

“Desaparecem assim, num curto espaço de tempo, os elementos fundadores de um dos mais longevos e sem dúvida profícuos grupos da história da música portuguesa”, disse o autor Paulo Vasco.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Coro de Câmara Outros Cantos
Músicas no Concelho

Mafra e os seus coros

Coros de Mafra

Grupos e atividade coral no Concelho

  • Coro de Câmara de Mafra (Conservatório de Música de Mafra)
  • Coro Mater Fidei
  • Coro de Câmara Outros Cantos (cultur’canto – associação cultural)
  • Grupo Coral de Mafra
  • SOLinSI (cultur’canto – associação cultural)
  • Semínimos – Coro Infantil (cultur’canto – associação cultural)
  • Coros Infantil, Básico e de Câmara do Conservatório de Música de Mafra

Coro de Câmara Outros Cantos

Fundado por Jorge Afonso, o Coro de Câmara Outros Cantos é um coro misto, que interpreta a capella ou em colaboração com instrumentistas, estilos musicais de períodos distintos, desde a música antiga até à música coral contemporânea.

Desde a sua criação, o coro tem vindo a apresentar uma série de programas musicais, atuando em concertos, recitais temáticos, festivais de música e encontros de coros em diferentes regiões do país. Ao longo deste período, o coro teve a oportunidade ainda, de organizar diversos festivais corais, seminários e workshops de especialização em parceria com diversas instituições e entidades.

Os maestros que fazem parte da história do CCOC são: Jorge Afonso, Alexandra Fortes, João Barros e Sara Afonso.

Destacam-se da sua experiência, a apresentação com orquestra do “Gloria” de Vivaldi no Panteão de Lisboa e no Palácio Nacional de Mafra, e a participação no Festival Internacional “Coros de Verão” em Lisboa. No 10º aniversário da Cultur’Canto associação cultural, o coro participou em conjunto com os restantes coros da associação, num grande concerto de comemoração, com o acompanhamento da Orquestra de Câmara Portuguesa, no claustro Sul do Real Edifício de Mafra – património da UNESCO.

O Outros Cantos é um dos projetos de referência da Cultur’canto associação cultural com sede no Concelho de Mafra.

Coro de Câmara Outros Cantos

Coro de Câmara Outros Cantos

Coro Mater Fidei

Nascido das cinzas do Grupo Coral das Festas do Círio da Prata Grande da Senhora da Nazaré, em Santo Isidoro, que fora formado para acompanhar todas as celebrações litúrgicas desta ocasião, o Coro Mater Fidei (coro polifónico) surgiu com o objetivo de fomentar a cultura e a arte na Freguesia, bem como conduzir os Homens à experiência de Deus, por intermédio da beleza e da arte. Tem a direção artística de Margarida Silva Mendes.

CMF

Coro Mater Fidei

Coro Mater Fidei

Grupo Coral de Mafra

Fundado em 1982, o Grupo Coral de Mafra, coro misto a quatro vozes, aparece ligado a grandes manifestações de carácter cultural. Embora coro amador, a sua atividade tem sido intensa, realizando concertos nacionais e internacionais. Conta no seu curriculum com a organização de seis festivais internacionais com a presença de grupos corais de vários países, nomeadamente Espanha, Angola, Timor, Estados Unidos ou Alemanha. Participou nas Comemorações dos 500 anos da Vila das Lajes do Pico, Açores.

Grupo Coral de Mafra

Grupo Coral de Mafra

Internacionalmente, apresentou-se em locais como Galiza (Betanzos) e Almendralejo, em Espanha, ou Bolzano em Itália, no Festival Internacional de Grupos Corais “Alta Pusteria”. Recebeu do Rotary Clube de Mafra o “Diploma de Reconhecimento por Bons Serviços Prestados à Comunidade. Em 2010, participou no Concerto de Solidariedade promovido por esta instituição, em Mafra, a favor das vítimas dos temporais da Madeira. A direção artística do GCM está, desde setembro de 2015 a cargo do Maestro Marco Lourenço.

O Coro de Câmara Outros Cantos teve a sua origem em setembro de 2009 pela concretização de um objetivo comum partilhado: o de interpretar e divulgar música coral polifónica nas suas variadas vertentes e contextos.

SOLinSI

O Coro SOLinSI, foi fundado em Mafra, em 2016. A ideia de criar um coro refletiu um desejo coletivo de reunir vozes e fortalecer laços sociais através da música pop em formato coral. A missão do coro vai além da simples performance. O grupo colabora frequentemente com escolas, instituições culturais e outros coros, estabelecendo parcerias que enriquecem a experiência musical de toda a comunidade. Sob a direção de António Geraldo, fez vários concertos no concelho de Mafra e na grande Lisboa, participou num festival de coros, editou um CD, participou em flashmobs e eventos diversos, concorreu ao Got Talent Portugal e recentemente participou num encontro de coros.

Em 2022 avançou para o projeto ambicioso de fazer o seu primeiro musical, no qual esgotou 6 salas de espetáculo. Em 2023 apostou num modelo de concerto encenado com um tema muito querido a várias gerações: os anos 80. Em 2024 voltou a esgotar 3 salas num novo musical, escrito e encenado por João Mata, com músicas da Disney como fio condutor de todo o espetáculo.

Aa propósito da celebração do 10º aniversário da Cultur’Canto, os SOLinSI deixaram momentaneamente de lado a música pop e foram desafiados a trabalhar música erudita, tomando consciência da mais valia que é sair da sua zona de conforto e aprender coisas de outra riqueza musical.

Coro SOLinSI, Mafra

Coro SOLinSI, Mafra

Semínimos

O coro infantil Semínimos iniciou a sua atividade em 2019, com o objetivo de dar resposta ao interesse da comunidade de Mafra pela música e pelo canto. O coro integra crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos e apresenta-se a capella ou acompanhado ao piano, aliando o canto à fruição, expressão e comunicação, com o intuito de promover o desenvolvimento musical e artístico das crianças. Desde a sua fundação, o coro Semínimos participa em encontros de coros, atividades e eventos festivos do concelho onde se insere, tendo ido a Oeiras e ao Algarve inclusivamente. O coro já teve a direção musical a cargo de Alberto Araújo, de Rita Filipe e Gustavo Lopes.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/coro-de-camara-outros-cantos-2024.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-10 19:18:102025-06-19 14:54:04Mafra e os seus coros
Conservatório de Música de Mafra
Músicas no Concelho

Mafra e as suas escolas de música

Escolas de Música em Mafra

O ensino da música no Concelho

Famosa pelo seu majestoso palácio que constitui a obra mais importante do Barroco português, Mafra tem nos últimos anos, de forma acelerada, sido envolvida num processo de crescimento urbano. Com onze freguesias, o concelho de Mafra é um concelho de contrastes – entre o velho e o novo, o antigo e o moderno, o urbano e o rural. A população é essencialmente jovem. Verifica-se uma dinâmica associada ao crescimento da população, que se apresenta com um sinal de grande vitalidade. As grandes questões políticas colocam-se hoje nos domínios do planeamento, da Cultura e da salvaguarda e valorização dos núcleos históricos.

Academia de Música da Ericeira

Parque de Santa Marta
Largo Santa Marta
2655-357 Ericeira
Tel. (+00 351) 261 099 819

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Academia de Música Sinfonias

Estrada Nacional 247, 46
2655-030 Carvoeira
2655-326 Ericeira

Academia Musical do Milharado

Rua Rio das Silveiras, 5
2665-374 Milharado

Conservatório de Música de Mafra

Complexo Cultural Quinta da Raposa
Largo Coronel Brito Gorjão
2640-465 Mafra
Tel. (+00 351) 261 853 337

Conservatório de Música de Mafra

Conservatório de Música de Mafra

O Conservatório de Música de Mafra surgiu em 2015, numa parceria com a Câmara Municipal de Mafra, e tem vindo a crescer desde então, com participação dos alunos em diversos eventos no concelho e a nível nacional.

Escola de Música da Casa do Povo de Enxara do Bispo

Rua Junta de Freguesia
2665-556 Venda do Pinheiro

Escola de Música da Malveira

R. 1º de Maio, 17
2665-198 Malveira
Tlm. (+00 351) 936 272 701

Escola de Música Juventude de Mafra

Largo Coronel Brito Gorjão
2640-465 Mafra
Tlm. (+00 351) 960 290 335

Musicland Escola de Música

Av. Cidade de Leimen, 16
2640-470 Mafra
Tel. (+00 351) 261 813 597

Oficina de Música e Saberes

R. Nossa Sra. da Conceição, 23
2640-340 Igreja Nova
Tlm. (+00 351) 926 770 832

FOI NOTÍCIA

Em 2014, a Câmara Municipal de Mafra celebrou um protocolo de colaboração com o Conservatório de Música, de Dança e de Arte Dramática de Lisboa e a Escola de Música Juventude de Mafra para a promoção do ensino especializado de música, criando assim o Conservatório de Mafra. O executivo aprovou ainda um regulamento para a atribuição de bolsas de estudo mediante avaliação social e académica aos alunos das escolas de música das bandas e orquestras concelhias que frequentem o Conservatório de Mafra. O regulamento irá agora para discussão pública.

O protocolo contempla, também, a criação de parcerias para viabilizar projetos de difusão musical que reforcem o posicionamento de Mafra nos principais circuitos do turismo cultural. Entre os quais destaca-se a formação da “Camerata de Mafra”, a realização da final do Prémio “Bomtempo”, na modalidade de órgãos, ou o desenvolvimento de um programa de promoção do Concelho na “Bomtempo TV”.

“Tal [protocolo] traduz o reconhecimento de que a educação musical – fortemente enraizada nas tradições eruditas e populares do Concelho de Mafra, reflectidas nas actividades desenvolvidas pelo movimento associativo – exerce um contributo decisivo no processo de aprendizagem do indivíduo, quer no aprofundamento da capacidade intelectual, criativa e artística, quer ainda na construção de valores”, lê-se no comunicado camarário enviado às redacções.

“Ao Município de Mafra compete disponibilizar as instalações para o Conservatório de Mafra, colaborar no apetrechamento, divulgar a actividade do Conservatório e os seus concertos, bem como atribuir bolsas de estudo, mediante processo de candidatura anual, o qual inclui provas de selecção, para os seguintes instrumentos: Órgão (de tubos), Piano, Percussão (e Carrilhão), Sopro (Flauta Transversal, Flauta de bisel Barroca, Saxofone, Clarinete, Fagote, Trompa, Trombone, Trompete, Oboé e Tuba) e Cordas (Guitarra Clássica, Violino, Violeta, Violoncelo, Contrabaixo e Cravo)”, acrescenta o documento.

O Conservatório de Música, de Dança e de Arte Dramática de Lisboa ficaria responsável pela gestão do estabelecimento de ensino, pela obtenção da autorização de funcionamento junto do Ministério da Educação e da Ciência, pela aquisição dos instrumentos musicais, pela contratação de professores habilitados e pela integração de alunos das bandas e orquestras do Concelho.

Por sua vez, à Escola de Música Juventude de Mafra compete a divulgação do Conservatório junto dos atores locais, a promoção de permutas bilaterais pontuais e de bolsas parciais, assim como criar e gerir uma Unidade de Desenvolvimento Local que, entre outras atividades, garanta a divulgação da agenda do Conservatório, cative entidades para atribuição de bolsas e angarie financiamentos, mecenas e patrocinadores. Pretende-se que, ao nível das entidades parceiras, este projeto se estenda, a médio prazo, às restantes bandas e outros agentes culturais do Concelho.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/10/mafra-conservatorio-de-musica-de-mafra.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-10 19:40:082024-10-29 22:42:23Mafra e as suas escolas de música
Coreto de Vila Franca do Rosário, foto Jornal de Mafra
Músicas no Concelho

Mafra e os seus coretos

Coretos do concelho de Mafra

Os coretos são equipamento musicais edificados em espaço público para apresentação de música filarmónica, sobretudo, para um vasto auditório.

  • Alcainça
  • Barreiralva
  • Cheleiros
  • Encarnação
  • Gradil
  • Igreja Nova
  • Livramento
  • Murgeira
  • Santo Isidoro
  • Vila Franca do Rosário

Alcainça

Largo da Igreja
Freguesia de Alcainça

Coreto de Alcainça

Coreto de Alcainça

Foto: Pedro Duarte, 4 de Setembro de 2014

Encarnação

Coreto da Encarnação, Mafra

Coreto da Encarnação, Mafra

Gradil

Coreto do Gradil, ft Caminhando

Coreto do Gradil, ft Caminhando

Vila Franca do Rosário

Coreto de Vila Franca do Rosário, foto Jornal de Mafra

Coreto de Vila Franca do Rosário, foto Jornal de Mafra

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/mafra-coreto-de-vila-franca-do-rosario-ft-jornal-de-mafra.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-10 18:47:182021-06-21 11:09:05Mafra e os seus coretos
Ciclo de Santo André
Músicas no Concelho

Mafra e os seus festivais

Festivais em Mafra

Ciclos, festivais, temporadas, congressos, encontros, concursos e exposições de música e dança no Concelho

Festival Internacional de Órgão de Mafra

Com organização da Câmara Municipal de Mafra, apoio do Palácio Nacional de Mafra e da Vigararia de Mafra e direção artística de João Vaz, os concertos decorrem nos seis órgãos da Basílica do Palácio Nacional de Mafra, Património Mundial da UNESCO, nos instrumentos históricos das Igrejas de S. Silvestre do Gradil, Nossa Senhora do Livramento, Nossa Senhora da Encarnação e São Pedro da Ericeira, bem como nos órgãos das Igrejas de Santo André de Mafra, Santo Isidoro e Capela de Nossa Senhora do Monte Carmo, na Venda do Pinheiro. Nestes concertos, o órgão aparece como instrumento solista, em harmonia com outros instrumentos, ou acompanhado por voz. O festival caracteriza-se pelo programa diversificado, atravessando vários períodos e percursos geográficos da História da Música, tocado por organistas nacionais e estrangeiros de renome.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

InNatalis

InNatalis é o Ciclo de Concertos de Natal no Concelho de Mafra, organização do Município de Mafra, Cultur’Canto e Vigararia de Mafra.

Ciclo Concertos a Seis Órgãos

O Ciclo Concertos a Seis Órgãos (X edição em 2022) é um ciclo que envolve os seis órgãos da Basílica do Palácio Nacional de Mafra, no primeiro domingo de cada mês às 16:00.

Festival de Música de Mafra “Filipe de Sousa”

O Festival de Música de Mafra “Filipe de Sousa” é organizado pela Câmara Municipal de Mafra e pela Fundação Jorge Álvares, com a produção executiva da produtora Décima Colina e tem como diretor artístico Adriano Jordão.

Academia Ludovice

O Ludovice Ensemble e a Câmara Municipal de Mafra organizaramm em 2022 a Academia Ludovice – Mafra 2022, o 2º Curso e Festival Internacional de Verão dedicado ao ensino, aprofundamento e divulgação das práticas históricas interpretativas das artes performativas – Música, Dança e Teatro – do período Barroco.

Música no Palácio

Recitais de Carrilhão aos domingos, 16:00

Palácio Nacional de Mafra

Palácio Nacional de Mafra

Mafra Dance Festival

Organizado pela Amálgama – Companhia de Dança, o Mafra Dance Festival realizou-se em 2022 entre os dias 6, 7 e 8 de maio. Decorreu no Auditório Municipal Beatriz Costa e Casa da Música Francisco Alves Gato.

Ciclo de Música “Bandas Filarmónicas e Orquestra do Concelho de Mafra”

Aproveitando os seis agrupamentos filarmónicos, alguns centenários, e a orquestra sinfónica existente no concelho de Mafra, de foro associativo, o Ciclo de Música Bandas Filarmónicas e Orquestra apresenta, desde 2016, a cada duas semanas os músicos instrumentistas amadores do concelho.

Animação de Verão da Ericeira

Programação de animação turística, com base na música comercial e popular, que acontece na vila da Ericeira desde 2000, na Praça da República, durante os fins de semana do mês de agosto. Na programação procura-se oferecer um cartaz diversificado, integrando concertos de vários géneros musicais, protagonizados por artistas locais e por nomes de referência no panorama nacional.

Celebrar a Música

No âmbito das comemorações do Dia Nacional das Bandas Filarmónicas, desde 2016 que a Câmara Municipal de Mafra celebra com um festival de bandas, conjuntamente com a Orquestra Sinfónica existente no Concelho, o associativismo cultural e o papel destes agrupamentos na salvaguarda, preservação e divulgação do património artístico e cultural, nomeadamente na formação cultural dos cidadãos.

Ciclo de Música “Guitarras”

Também iniciado em 2016, ano da inauguração da Casa da Música Francisco Alves Gato, o Ciclo de Guitarras torna este instrumento, outras vezes de acompanhamento, no protagonista de diversos concertos variados, com uma sonoridade lusitana.

Ciclo de Música “Jazz”

Este ciclo de música, criado em 2016, procura apresentar diversas variações e abordagens do jazz, dando espaço à improvisação e a outras manifestações sonoras.

Ciclo de Música Tradicional Portuguesa “Raízes”

Desde 2018 que a Câmara Municipal de Mafra promove o Ciclo “Raízes”, dando lugar na sua programação à música tradicional portuguesa, com artistas diversificados e conceituados.

Festival Bairro da Música

Sítio: www.bairrodamusica.pt

O Festival Bairro da Música tem como pano de fundo as comemorações do Dia Mundial da Música, celebrando a cultura nacional e promovendo a sua circulação pelo país. Entre 1 de outubro e 5 de novembro de 2021 o Bairro da Música apresentou um festival de música portuguesa com 10 artistas, em 10 cidades e salas de espetáculo: Ourém, Estremoz, Odivelas, Ponta Delgada, Braga, Porto, Lisboa, Mafra, Sintra e Coimbra.

Ciclo de Órgão de Santo André

Aproveitando a existência de um moderno instrumento na Igreja de Santo André, em Mafra, o Festival de Órgão de Santo André é uma iniciativa de criar programação em torno do órgão contemporâneo, sincronizando, para tal, artistas portugueses e internacionais. Em 2022, a quarta edição do Ciclo de Santo André leva a música de órgão ao cenário da Igreja de Santo André, em Mafra. O primeiro concerto está marcado para o dia 27 de maio, às 21h30, protagonizado pelo organista Sérgio Silva. Durante o espetáculo será apresentado um alinhamento de música europeia para órgão, com composições de Bach, Samuel Wesley, Dietrich Buxtehude, entre outros. Inaugurado em 2018, o órgão de Santo André permite a realização de eventos musicais regulares, dando nova vida ao núcleo antigo de Mafra. Pelas suas características, duplo teclado e pedaleira, amplia, significativamente, as possibilidades do repertório a executar, permitindo a abordagem de uma parcela significativa do núcleo central da literatura organística, impossível de tocar em qualquer dos restantes instrumentos da região. Este Ciclo insere-se na estratégia municipal de promoção da música, abrangendo diversos géneros musicais destinados aos mais variados públicos.

Ciclo de Santo André

Ciclo de Santo André

Festival Municipal de Folclore de Mafra

Reunindo os agrupamentos populares de folclore, o Festival Municipal de Folclore de Mafra reúne num os grupos tradicionais homenageando o seu papel diferenciador na salvaguarda, preservação e divulgação do património artístico e cultural.

Prémio Internacional de Composição

Com o “Prémio Internacional de Composição – Órgãos do Palácio Nacional de Mafra”, o Ministério da Cultura e o Município de Mafra visam criar novo repertório para o magnífico conjunto dos seis órgãos históricos da Basílica de Mafra e, ao mesmo tempo, gerar uma dinâmica de valorização deste património único.

Órgãos do Palácio Nacional de Mafra 2021

Sumol Summer Fest

Sítio: sumolsummerfest.com

O Sumol Summer Fest é um festival promovido pela “Música no Coração” que acontece desde 2009 no Ericeira Camping em Mafra, com 12ª edição prevista para 1-2 de julho de 2022.

romarias e Festas Tradicionais

Em todo o concelho de Mafra é possível participar nos tradicionais festejos populares, a maioria de tradição católica.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/mafra-ciclo-de-santo-andre.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-10 18:30:242026-07-15 13:28:51Mafra e os seus festivais
Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação
Músicas no Concelho

Mafra e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Mafra

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Associação Filarmónica Cultural da Ericeira
  • Associação Musical Nossa Senhora do Livramento
  • Banda da Casa do Povo de Enxara do Bispo
  • Escola de Música Juventude de Mafra
  • Orquestra Sinfónica de Jovens da Junta de Freguesia de Santo Isidoro
  • Sociedade Filarmónica 1.º Dezembro da Encarnação
  • Sociedade Recreativa e Musical de Vila Franca do Rosário
Associação Filarmónica Cultural da Ericeira

A fundação da atividade filarmónica, a 6 de agosto de 1849, na Ericeira deve-se ao professor Joaquim Elisiário Ferreira, o tabelião António Agostinho da Costa Batalha e o frade egresso Frei Vicente de São Joaquim Rodrigues da Costa. Após a sua fundação, esteve sob a alçada de várias instituições e várias designações, até 1976. A atual Associação Filarmónica Cultural Ericeira (AFCE) surgiu a 27 de abril de 1987, como associação independente e gerida por estatutos e órgãos próprios. Está estruturada em três polos de atividade, e a banda da Filarmónica Cultural da Ericeira é o principal. Conta com a direção artística do maestro António Rosado desde 2018. A Academia de Música da Ericeira, reestruturada em 2018, conta atualmente com cerca de 40 alunos distribuídos por mais de 7 classes de instrumentos.

As participações em festivais internacionais e ciclos de música já fazem também parte da sua história, na qual se destaca o 2.º lugar em concerto e 3.º lugar em marcha, no 44.º Festival Internacional de Rasted (Alemanha), e a participação na Categoria C no Concurso de Bandas Ateneu Vilafranquense, em 2008. Em 2015 a Banda da AFCE, esteve presente na comemoração dos 80 anos da Fundação INATEL.

Em 2016, a banda da AFCE editou o seu primeiro CD, “Renascer”, com o apoio da Câmara Municipal de Mafra, da Junta de Freguesia da Ericeira e da Caixa Crédito Agrícola de Mafra. Em 2017 apresentou na Basílica do Palácio Nacional de Mafra o novo fardamento, que utiliza os tons de azul e dourado para simbolizar a vila da Ericeira, através das cores do seu mar, areais e ainda remeter para a vertente histórica e cultural do concelho, na sua ligação ao período dos descobrimentos.

Filarmónica Cultural Ericeira

Filarmónica Cultural Ericeira

Além dos apoios da Câmara Municipal de Mafra e da Junta de Freguesia da Ericeira, a AFCE realiza colaborações constantes com o Palácio Nacional de Mafra, a Paróquia de São Pedro da Ericeira, o Conservatório de Música de Mafra e outras instituições culturais do concelho.

Edifício Atlântico, Parque de Santa Marta
Largo de Santa Marta, 2655-357 Ericeira

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
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Associação Musical Nossa Senhora do Livramento

A Azueira até ao inicio da última década do séc. XIX não tinha Banda de Música. Era então prior da Freguesia o Padre Francisco Gonçalves Morais que unindo-se a várias pessoas interessadas da sua paróquia resolveram fundar a Sociedade Filarmónica Capricho Azueirense. As dificuldades financeiras eram tais que alguns artesãos, existentes na Freguesia, sob a sua orientação, construíram alguns dos instrumentos musicais. O padre Francisco desempenhou simultaneamente as funções de regente e professor de música.

No início da década de quarenta do século passado devido a grandes dificuldades económicas e carência de novos músicos, a Banda foi interrompida durante quarenta anos. Por iniciativa de Firmino Adão Canhoto, que incentivou e pedindo a colaboração de um grupo de pessoas da Freguesia, fundou-se a 10 de junho de 1984, um novo agrupamento musical. O seu primeiro professor foi o 1º Sargento Fernando Franco que com flautas de bisel iniciou cerca de 80 jovens na atividade musical. Em 1986 foram adquiridos os primeiros instrumentos musicais. Em 11 de Maio de 1987 foi registada oficialmente com o nome de Associação Musical Nossa Senhora do Livramento.

A Associação Musical é constituída pela escola de iniciação musical e pela banda constituída atualmente por 35 elementos. O professor de iniciação musical é Marcolino Ferreira e a regência da banda está entregue ao 1º Sargento Pedro Simão. Tem recebido o apoio do Governo Civil de Lisboa, Câmara Municipal de Mafra, Junta de Freguesia de Azueira, população da Azueira, INATEL e empresas várias. Tem atuado em muitas localidades de norte a sul do país.

Casa do Povo
Largo Quinta do Campo, n.º 1
2665-015 Azueira

Banda da Casa do Povo de Enxara do Bispo

Escola de Música da Casa do Povo de Enxara do Bispo

Escola de Música da Casa do Povo de Enxara do Bispo

Escola de Música da Casa do Povo de Enxara do Bispo

Casa do Povo de Enxara do Bispo
Rua da Junta de Freguesia, n.º 19, 2665-053 Enxara do Bispo

Escola de Música Juventude de Mafra

A Banda da Escola de Musica Juventude de Mafra (E.M.J.M.) nasceu da boa vontade de algumas pessoas, amigas da vila. Os colaboradores e professores vieram da já extinta Banda da Escola Prática de Infantaria, e o objectivo era voltar a ter uma Banda de Música em Mafra. A Banda foi fundada em 1981, integrou inicialmente e até 1989 os Bombeiros Voluntários de Mafra. A primeira aula foi dada no dia 6 de maio de 1981, a cerca de 100 aprendizes e a primeira atuação aconteceu a 17 de julho de 1983. Constituiu-se em associação Escola de Música Juventude de Mafra, por escritura de 12 de outubro de 1990. Desde 8 de dezembro de 1992 encontra-se instalada no Complexo Cultural Quinta da Raposa em Mafra.

Na direção da banda e ensino na Escola de Música destaca-se o trabalho dos maestros António Matias, Eduardo Freire e Manuel Rua, a nível de direção da Banda e de ensino nesta Escola de Música. Outra figura incontornável é o Professor Vítor Reis. A Escola de Música Juventude de Mafra participa com regularidade em festivais de bandas no nosso país, em regime de intercâmbio cultural. Internacionalmente deslocou-se por duas vezes à cidade de Leimen (Alemanha), cidade geminada com Mafra.

Tem um CD (Ecos do Convento) gravado em 2008, sendo este o primeiro registo discográfico efetuado por uma Banda Filarmónica no Concelho de Mafra.

A Escola de Música Juventude de Mafra é constituída pela Banda (com cerca de 55 músicos formados nesta Escola) e por uma Academia com cerca de quarenta alunos com idades entre os quatro e os setenta anos. A Academia divide-se em Oficina de Música (alunos entre três e oito anos), Formação Musical, Classe de Conjunto, Madeiras, Metais,Violino, Viola, Piano e Percussão. A Direcção Pedagógica da Academia e a regência da Banda são da responsabilidade do Maestro Hernâni Santos desde 2012.

EMJM

Banda da Escola de Música Juventude de Mafra

Banda da Escola de Música Juventude de Mafra

Complexo Cultural da Quinta da Raposa
Largo Coronel Brito Gorjão, 2640-465 Mafra

Orquestra Sinfónica de Jovens da Junta de Freguesia de Santo Isidoro

Criada em 2010 e inaugurada em setembro de 2011, a jovem a Orquestra Sinfónica de Jovens da Junta de Freguesia de Santo Isidoro é constituída por jovens da freguesia e do concelho de Mafra. É constituída por quatro naipes, cordas, sopros madeiras, sopros metais e percussão. É acompanhada por 4 professores com bastante conhecimento musical e formação académica.

OSJJFSI

Orquestra Sinfónica de Jovens da Junta de Freguesia de Santo Isidoro

Orquestra Sinfónica de Jovens da Junta de Freguesia de Santo Isidoro

Edifício da Antiga Escola Primária
Rua da Escola Primária, 2640-088 Santo Isidoro

Sociedade Recreativa e Musical de Vila Franca do Rosário

A Sociedade Recreativa e Musical de Vila Franca do Rosário foi fundada por Francisco Leonardo Nunes da Mota, em 1896, com a designação de “fanfarra Progresso”, sendo constituída por 11 músicos, regidos por António dos Santos Dinis. Anos mais tarde passou a chamar-se “Sociedade Recreativa”, com 22 elementos e com regência do Maestro Melo. Até 1942 foi dirigida por Joaquim José Esteveira. Até 1983, a atividade da banda foi interrompida devido a carências financeiras. Nesse ano foi reativada por Maria da Nazaré da Silva e Álvaro de Almeida, que iniciaram a Escola de Música. A Sociedade foi reinaugurada em 01 de outubro do mesmo ano, com a designação atual. Luís Filipe Moreira é o seu atual maestro. Desde a reativação, a Banda tem atuado em diversos locais, dentro e fora do Concelho, em festas e romarias. Possui cerca de 300 sócios e 39 executantes.

SRMVFR

Sociedade Recreativa e Musical de Vila Franca do Rosário

Sociedade Recreativa e Musical de Vila Franca do Rosário

Rua José Alexandre de Matos, n.º 8, 2665-419 Vila Franca do Rosário

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação

A Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação é uma Banda Filarmónica portuguesa composta por 50 músicos com direção artística a cargo do maestro Artur Rouquina. É uma banda centenária, sendo a mais antiga do Município de Mafra, a segunda mais antiga do Distrito de Lisboa e uma das mais antigas do País.

Faz parte da sua atividade a participação em procissões religiosas, concertos e desfiles. Possui  uma escola de música com cerca de 30 alunos, orientados por Paulo Simões, músico profissional, formado na banda, assim como pelo ex-maestro Luís Moreira.

Largo Francisco Pereira Galantinho, 2640-232 Encarnação

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/mafra-sociedadefilarmonica-1-de-dezembro-da-encarnacao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-10 18:18:422024-10-29 22:39:42Mafra e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico “Podas e Vindimas”
Músicas no Concelho

Arruda dos Vinhos e o seu folclore

Folclore em Arruda dos Vinhos

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Estremadura Centro – Saloia
  • Distrito: Lisboa
  • Concelho: Arruda dos Vinhos

01 grupos

  • Rancho Folclórico “Podas e Vindimas”

O Rancho Folclórico Podas e Vindimas de Arruda dos Vinhos é uma associação de natureza etnográfica constituída em 19 de dezembro de 1980. Está sediado na Rua Heliodoro Salgado, na freguesia e concelho de Arruda dos Vinhos. A coletividade que é o único rancho do concelho, tem tido sempre altos e baixos, mas nos últimos anos a falta de elementos para compor direções ou mesmo para participar enquanto dançarinos tem sido mais difícil. Diogo Jaleco, presidente da direção, lembrou ao Jornal O Chafariz que a falta de novos elementos pode condicionar o futuro do rancho. Em causa está o facto de a coletividade não conseguir atrair jovens para a atividade. O rancho infantil era o “viveiro” da coletividade, mas acabou por volta de 2012. Também o rancho adulto está a passar dificuldades com falta de renovação. “Por isso estamos a tentar de todas as maneiras focar crianças tendo em vista o grupo infantil para darmos continuidade ao grupo dos mais velhos, porque neste momento não tem continuidade”.

O rancho de Arruda dos Vinhos não é um rancho federado. Isso não afeta as saídas nem a atividade do mesmo, já que segundo Diogo Jaleco, as saídas para fora do concelho vão aparecendo, e vinca mesmo que federar o rancho não é uma prioridade da direção que fornece a roupa e o calçado aos cerca dos seus 50 dançarinos.

Ainda assim a atividade do rancho podas e vindimas não se limita apenas ao folclore. Há 20 anos lançou uma secção de dança desportiva que tem trazido uma série de títulos para a coletividade. A secção que tem ainda o mesmo professor desde que começou, possui também uma quota-parte de responsabilidade no sucesso da coletividade. Com cerca de uma dezena de pares, a secção tem competido e levado para fora dos limites do concelho o nome de Arruda dos Vinhos.

RFPV

Rancho Folclórico “Podas e Vindimas”

Rancho Folclórico “Podas e Vindimas”

Para além da dança desportiva, a zumba, as sevilhanas e o karaté fazem também parte do leque de ofertas desta coletividade que luta pela sobrevivência, nomeadamente, da atividade principal, o folclore.

Fonte: Chafariz de Arruda

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Municípios

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/arruda-dos-vinhos-rancho-folclorico-podas-e-vindimas.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-10 17:43:392021-09-27 12:12:01Arruda dos Vinhos e o seu folclore
Grupo de Danças e Cantares do Concelho de Sobral de Monte Agraço
Músicas no Concelho

Sobral de Monte Agraço e o seu folclore

Folclore em Sobral de Monte Agraço

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Estremadura – Estremadura Centro Saloia
  • Distrito: Lisboa

02 grupos

  • Grupo de Danças e Cantares do Concelho de Sobral de Monte Agraço
  • Rancho Folclórico As Cerejeiras de Fetais
Grupo de Danças e Cantares do Concelho de Sobral de Monte Agraço

GDCCSMA

Grupo de Danças e Cantares do Concelho de Sobral de Monte Agraço

Grupo de Danças e Cantares do Concelho de Sobral de Monte Agraço

Rancho Folclórico As Cerejeiras de Fetais

O Rancho Folclórico “As Cerejeiras” de Fetais foi fundado em 1983. O primeiro objetivo foi uma brincadeira de Carnaval, mas depois tornou-se um projeto mais sério, dado o sucesso do evento e a vontade das pessoas. Devido à falta de conhecimentos sobre folclore, os primeiros anos foram dedicados a atividades recreativas. Mais tarde foi então efetuado um trabalho de pesquisa e de recolha, através do qual se tomou consciência do vasto património etnográfico e cultural da região.

Ao longo dos anos tem desenvolvido uma atividade de promoção cultural no domínio do folclore e da investigação etnográfica, tendo como base uma organização de recolha de trajes, danças, utensílios, usos e costumes e posterior divulgação.

O grupo dedica-se à reconstituição de balharicos e algumas fainas agrícolas, bem como cenas da vida quotidiana do povo saloio.

É membro aderente da Federação do Folclore Português, membro efetivo da Associação do Distrito de Lisboa para a Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa e filiado no INATEL.

GFCF

Rancho Folclórico As Cerejeiras de Fetais

Rancho Folclórico As Cerejeiras de Fetais

Reciclanda

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Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

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962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/sobral-de-monte-agraco-grupo-de-dancas-e-cantares-do-concelho-de-sobral-de-monte-agraco.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-10 17:08:202024-11-13 22:45:09Sobral de Monte Agraço e o seu folclore
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