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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Rancho Folclórico Casa do Povo Arcena
Músicas no Concelho

Vila Franca de Xira e o seu folclore

Folclore de Vila Franca de Xira

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Ribatejo
  • Distrito: Lisboa
  • Concelho: Vila Franca de Xira

9 grupos

  • Associação Desportiva, Cultural e Social do Parque Residencial de Vialonga
  • grupo etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vialonga
  • Rancho Folclórico de Alfarrobeira
  • Rancho Folclórico do Centro Social e Cultural do Bom Sucesso
  • Rancho Folclórico do Grupo Recreativo e Desportivo Bragadense
  • Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Santa Eulália – Vialonga
  • Rancho Típico Avieiros de Vila Franca de Xira
grupo etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo

O grupo etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo nasceu da boa vontade do casal Joaquim Dias, Manuela Dias e seu filho Gil Dias, que andando no folclore há mais de 20 anos, sentiram a necessidade de representar etnograficamente a sua terra adotiva, Alverca do Ribatejo. Verificando que Alverca era uma terra de tradições próprias, iniciaram um longo trabalho de pesquisa e recolha de informações junto da população mais idosa, nascida em Alverca. Todavia, as pessoas que contactaram, mesmo sendo de Alverca, acabavam por dizer que era difícil saber se as cantigas seriam mesmo da terra, visto que se tinha deslocado para Alverca gente de todo o lado para trabalhar nas Oficinas de Material Aeronáutico em 1918. Reuniram depois, um grupo de jovens dispostos a representar Alverca e recriar a época do início do século passado até aos anos trinta.

Em 1996, o grupo etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo, fez a sua estreia na cidade e desde então tem levado os usos e costumes de Alverca a todo o País, cantando e bailando as modas que conseguiram recolher e que ainda são recordadas por algumas pessoas já com idade avançada, que muito se comovem quando vêem ou ouvem o GEDCAR a representá-las.

GEDCAR

Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo

grupo etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo

O GEDCAR é composto atualmente por cerca de 50 elementos, com idades entre os 9 aos 76 anos. Representa as mais diversas profissões que existiam em Alverca do Ribatejo nessa altura, como: valador, ferrador, cavador, cocheiro, salineiro, podador, campino de festas e de trabalho, aguadeira, lavadeira, mulher das quintas, mondadeira, ceifeira e ainda trajes de ver-a-Deus, romaria, domingueiros. O Grupo tem uma atividade intensa durante todo o ano, com Cânticos das Janeiras, Sagrada Família ao vivo, o aniversário do GEDCAR, a Festa Infantil, a Semana da Cultura Tradicional de Alverca do Ribatejo, o Concurso de Presépios Tradicionais nas Montras do Comércio Local e Exposições Etnográficas. Está inscrito no INATEL, na Associação do Distrito de Lisboa para a Cultura Tradicional Portuguesa e na Confederação Portuguesa das Coletividades da Cultura, Recreio e Desporto.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena

Arcena é um pequeno lugar situado num extremo do concelho de Vila Franca de Xira, na antiga província do Ribatejo. O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena nasceu em 1979. Alguns anos mais tarde, deu início a um processo de desenvolvimento na área da “Etnografia” e “Folclore”. Está filiado na Federação do Folclore Português, no INATEL e na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio.

Tem como objetivo pesquisar, recolher, preservar e divulgar o mais fielmente possível, o que foram os usos e costumes dos antepassados, mantendo as características próprias desta região de transição entre a Lezíria Ribatejana e a antiga província da Estremadura.

Dispõe de um Museu Etnográfico com mais de 2.000 peças. Continua a recolher e a fazer crescer significativamente as peças do acervo, sendo este um importante suporte da atividade do  Rancho.

RFCPA

Rancho Folclórico Casa do Povo Arcena

Rancho Folclórico Casa do Povo Arcena (o pitrolino)

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vialonga

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vialonga nasceu em 17 de abril de 1982 como um rancho infantil e tornou-se no mais emblemático da freguesia, já com crianças e adultos. No início apresentavam-se à população todos vestidos de igual modo, rapazes de campinos e raparigas de ceifeiras. No final dos anos 80 decidiu fazer uma recolha apurada, junto das pessoas nascidas em Vialonga sobre as suas tradições e cultura, mas só em 2002 é que o rancho fez a sua viragem. Desta rigorosa pesquisa e recolha saíram as raízes vialonguenses que acabou por idealizar e recriar a época entre 1886 e 1900, a geração dos nossos “avós”.

Vialonga pertence ao concelho de Vila franca de Xira, Ribatejo, mas na época representada pelo nosso rancho a mesma pertencia ao Concelho de Lisboa através das freguesias da Graça e Santa Maria dos Olivais. Assim, as danças e cantares são de origem saloia, bem como ribatejana.

Em palco, o cuidado centra-se nos rituais de antigamente, seja em quadros etnográficos, na recriação de um baile bem como as situações sociais para que servia. O grupo usa trajes ribatejanos e saloios representados através das diversas profissões existentes na época: campino, gadanhador, lavrador, sapateiro, pastor, homem abastado, lavadeira, aguadeira, ceifeira, campina, queijeira, leiteira, entre outros.

Em 2005 iniciou-se o Rancho Infantil da Casa do Povo de Vialonga com o objetivo de retratar o dia-a-dia das crianças de antigamente. Em palco, teatralizam os recreios da escola com danças de roda e as suas brincadeiras: saltar à corda, o jogo do arco, do pião, a fisga, jogo das pedras e as bonecas. Quanto aos seus trajes, apresentam-se de diversas formas distinguindo-se sempre pelo seu poder económico. O grupo adulto tem cerca de 35 elementos, entre dançarinos e tocata, e o grupo infantil com 27 elementos, entre dançarinos e tocata.

Rancho Folclórico de Alfarrobeira

O Rancho Folclórico de Alfarrobeira foi fundado em 06 de janeiro de 1984 por Bento Gomes, Maria de Fátima e Maria Manuela. Tem 8 pares, um acordeão, 2 cantores, um tocador de bilhas, um tocador de ferrinhos, reco e pandeireta.

RFA

Rancho Folclórico de Alfarrobeira

Rancho Folclórico de Alfarrobeira

Rancho Folclórico do Centro Social e Cultural do Bom Sucesso

O Centro Social e Cultural do Bom Sucesso foi fundado em 1977 com o objetivo de promover a cultura o desporto e o lazer. Está filiado na Fundação INATEL, Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura Recreio e Desporto e ainda na Associação do Distrito de Lisboa para a Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa.

Na década de noventa houve o incremento na dança com o surgimento do grupo de dança Kaminnhus e com a restruturação do Rancho Folclórico a criação da escola de folclore e da escola de música. Mercê das suas continuadas ações, viria a ser agraciado pela Junta de Freguesia com o Galardão de mérito cultural da cidade de Alverca primeiro em 1996, através do seu Rancho Folclórico e posteriormente, enquanto coletividade em 1998. Em 25 de abril de 2009 passou a ter a sua sede social no Centro Cultural do Bom Sucesso mercê de um acordo de parceria com a Câmara Municipal de Vila franca de Xira.

Centro Social e Cultural do Bom Sucesso

Centro Social e Cultural do Bom Sucesso

Atualmente mantém em atividade diversas classes em parceria com a Academia de Dança da Professora Paula Manso, escola de música, grupo de música popular “Sons de Sempre” e o Rancho Folclórico, além de outras valências.

Rancho Folclórico do Grupo Recreativo e Desportivo Bragadense

O Grupo Recreativo e Desportivo Bragadense foi fundado em 1975, no lugar das Bragadas, freguesia da Póvoa de Santa Iria, concelho de Vila Franca de Xira. Em 1978, foi eleita a primeira Direção. Foram construídos o bar e a ampliação da sede proporcionando a abertura de um salão de jogos, de um palco para o Rancho Folclórico e do ringue.

No capítulo do folclore e da etnografia, pontos fortes da Associação, quer o Rancho Folclórico (com 31 componentes), quer o Grupo de Cavaquinhos (com 14 componentes) possuem grande atividade efetuando bastantes atuações dentro do Concelho e fora dele, representando a história, divulgando as raízes populares e as tradições locais e nacionais.

Rancho Folclórico Os Camponeses de Santa Eulália

O Grupo Desportivo de Santa Eulália foi fundado em 1960. No ano de 1985 iniciou-se a construção da sala de espetáculos com 240 m2, onde têm sido realizados vários eventos de ordem lúdica tais como bailes, noites de fado, festas. Em 1996 foi fundado o Rancho Folclórico que tem percorrido um pouco de Portugal, dando a conhecer a outras populações um pouco dos usos e costumes da região, quer a nível de trajes, danças e cantares. Além de terem participado em vários festivais de folclore, organizam também um Festival no qual têm participado ranchos de renome.

RFCSE

Rancho Folclórico Os Camponeses de Santa Eulália

Rancho Folclórico Os Camponeses de Santa Eulália

Rancho Típico Avieiros de Vila Franca de Xira

Os avieiros eram pescadores originários da Praia da Vieira que, confrontados com as dificuldades durante os meses de Inverno e a evolução das técnicas de pesca com os arrastões, se viram obrigados a procurar trabalho em outras regiões. A sua instalação nas margens do Tejo fez-se de uma forma discreta, reconhecendo-se a sua presença nos finais dos anos trinta. Estabeleceram-se junto ao rio, em outras localidades, como Vala do Carregado, Alhandra e Salvaterra de Magos, em barracas palafitas.

Em Vila Franca de Xira fixaram-se no Esteiro do Nogueira, faixa ribeirinha entre o Jardim Municipal e a Ponte Marechal Carmona. Beneficiaram da localização junto ao Tejo e muito perto do centro da cidade. Hoje vivem num bairro com características mais modernas que foi construído no local.

O Rancho Típico dos Avieiros de Vila franca de Xira pretende mostrar a sua cultura e origens.

RTAVFX

Rancho Típico Avieiros de Vila Franca de Xira

Rancho Típico Avieiros de Vila Franca de Xira

EVENTOS

Em 2012, a Associação Desportiva, Cultural e Social do Parque Residencial de Vialonga realizou no dia 14 de Julho, o seu 26º aniversário de folclore, juntamente com um encontro de grupos de música popular portuguesa. A iniciativa teve lugar no jardim principal do parque residencial. Começou com a atuação do grupo de música tradicional portuguesa da associação, seguido do grupo da Associação de Reformados e Idosos de Alverca, Associação Cultural de Música Verde e Ecos de Basto. Além da entrega de lembranças, houve atuação dos ranchos folclóricos Flor do Alto Alentejo (Évora), Maceira (Leiria) e o Rancho Típico dos Avieiros de Vila Franca de Xira. À noite houve um jantar de convívio para os convidados.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/vila-franca-de-xira-rancho-folclorico-da-casa-do-povo-de-arcena-o-pitrolino.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-07 17:40:182024-10-28 17:28:43Vila Franca de Xira e o seu folclore
Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria
Músicas no Concelho

Vila Franca de Xira e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vila Franca de Xira

Bandas de música, história e atividades no Concelho

  • Banda da Sociedade Euterpe Alhandrense
  • Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria
  • Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense
Banda da Sociedade Euterpe Alhandrense

A Banda da Sociedade Euterpe Alhandrense, fundada em 1862, foi a génese da Coletividade. Embora com atividades paralelas na vasta área da cultura, recreio e desporto, que se estendem por mais de uma dezena de secções/núcleos, a Banda continua a ser a sua principal atividade e motivo de orgulho da mesma. Contou desde sempre com um conjunto de músicos e maestros de valor, de que é expoente máximo o maestro José da Silva Marques.

A Banda conta neste momento com 42 elementos. Tem participado em numerosas atuações um pouco por todo o País. Deslocou-se ao estrangeiro (França, em 1993, Alemanha, em 1995, onde participou no Concurso “Taça de Alemanha”, na cidade de Alsfeld). É dirigida, desde 1995, pelo maestro Armindo Pereira Luís.

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria

A Escola de Música deu os primeiros passos em 1988, recrutando os seus alunos nas escolas das freguesias da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa. Decorridos dois anos, por ocasião do Dia Municipal do Bombeiro, a Banda faz a sua primeira atuação, tendo ficado o dia 27 de outubro de 1990 como a data da sua criação. O seu fundador foi o Maestro José Ribeiro da Silva e desde então a Banda de Música faz parte das atividades culturais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria. Em 1999, a Banda viu as suas condições melhoradas com a inauguração do novo Quartel dos Bombeiros na Av. D. Vicente Afonso Valente. Para trás, ficavam dez anos de Música e boas recordações no antigo Quartel dos Bombeiros Voluntários, junto ao rio Tejo.

Ao longo da sua vida a Banda tem efetuado e organizado diversas atuações, destacando-se os concertos de Natal e Ano Novo, Encontro de Bandas do Concelho, Dia Municipal do Bombeiro, aniversários da Associação. Atuou em festas e romarias populares no Município de Vila Franca de Xira (Colete Encarnado e Feira de Outubro) e na região de Lisboa (Procissão da Graça, Feira da Luz).

Em 2015, a Banda de Música participou nas gravações da telenovela da TVI, Santa Bárbara, figurando e tocando como a Filarmónica da localidade.

A Escola de Música conta com cerca de 70 alunos, 10 professores, 7 turmas de Formação Musical, classes de instrumentos de sopro, percussão, guitarra, piano e violino. A classe de conjunto – que faz a transição entre a Escola de Música e a Banda de Música – é a Banda Juvenil, composta por 35 jovens músicos. Nos últimos 5 anos, 15 dos músicos ingressaram no regime integrado da Escola de Música do Conservatório Nacional, Escola Profissional Metropolitana e Conservatório Regional.

BMBVPSA

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Santa Iria

A Banda dos Bombeiros da Póvoa de Santa Iria conta com 35 músicos, tendo a grande maioria iniciado os seus estudos musicais na Escola de Música da Banda a partir de tenra idade. Para todos, a Música foi, e será, fundamental, durante o percurso académico. Desde o dia 1 de outubro de 2017, a direção artística e pedagógica está a cargo do maestro Luis Vieira.

Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense

O Ateneu Artístico Vilafranquense foi fundado a 1 maio de 1891, sucedendo à fanfarra 1º de Maio (1891 – 1906), Grémio Popular Vilafranquense (1906 – 1908), Centro Eleitoral Republicano (1908 – 1914) e Grémio Artístico Vilafranquense (1916 – 1939).

Coletividade de Vila Franca de Xira, tem a sua génese no “Grupo Ocarinista” fundado, em 1888, por Joaquim dos Reis Tralha que mais tarde foi um dos fundadores da “Fanfarra 1º de Maio”, em 1891. No ano seguinte, apresentou-se uma fanfarra ao público vilafranquense com 16 executantes, aumentado esse número em 1894, para 27 músicos.

A música continua a ser um dos pilares da associação cultural, refletida na Banda, no Coro, na Orquestra Juvenil e na Escola de Música. O Ateneu assume-se como uma associação cultural, recreativa e desportiva, que tem por objeto o cultivo das artes, formação humana através da educação cultural, cívica e desportiva dos seus associados e da população geral.

BAAV

Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense

Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense

EVENTOS

XXV Encontro de Bandas Concelho de Vila Franca de Xira

XXV Encontro de Bandas

XXV Encontro de Bandas

XXV Encontro de Bandas do Concelho de VFX

III Festival Internacional de Bandas

Dia 27 de outubro de 2014, a Sociedade Euterpe Alhandrense, coletividade de cultura, recreio e desporto da Freguesia de Alhandra, promoveu o III Festival Internacional de Bandas, integrado no programa das comemorações dos 150 anos da coletividade. A iniciativa teria início pelas 11h30 com a apresentação de cumprimentos na Praça 7 de março em Alhandra. Pelas 15:00 horas, no auditório da Sociedade Euterpe Alhandrense, realizar-se-ia o concerto com as bandas participantes: Frysk Fanfare Orkest (Holanda), Banda Musical Pinheirense, Banda da Sociedade Imparcial 15 de janeiro de 1898 de Alcochete, Banda da Sociedade Euterpe Alhandrense.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/vila-franca-de-xira-banda-de-musica-dos-bombeiros-voluntarios-da-povoa-de-santa-iria.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-07 16:52:502021-06-21 11:15:59Vila Franca de Xira e as suas filarmónicas
Conservatório de Música D. Dinis, Odivelas
Músicas no Concelho

Odivelas e as suas escola de música

Escolas de Música de Odivelas

O Ensino da Música no Concelho

Conservatório de Música D. Dinis

Em 1991/92, na ausência duma escola de música de carácter oficializado, celebrou-se um contrato de comodato com a Câmara Municipal de Loures. Deste modo ficavam garantidas as instalações e formalizam-se as diligências necessárias para junto do Ministério da Educação se constituir o Conservatório Regional de Loures. Em 2000, com a criação do Município de Odivelas, a designação inicial foi mudada para Conservatório de Música D. Dinis. Ao tomar D. Dinis como patrono, o Conservatório quis homenagear esse rei do séc. XIII/XIV que se encontra sepultado no concelho. D. Dinis ficou conhecido pelo desenvolvimento que proporcionou a Portugal, inclusive no incentivo que deu à arte e à poesia trovadoresca, sendo ele próprio autor de várias obras. O Conservatório de Música D. Dinis foi agraciado com a Medalha de Mérito Municipal.

Conservatório de Música D. Dinis, Odivelas

Conservatório de Música D. Dinis, Odivelas

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/odivelas-conservatorio-de-musica-d-dinis.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-06 23:32:342021-06-21 11:16:11Odivelas e as suas escola de música
Associação Coral de Odivelas
Músicas no Concelho

Odivelas e os seus coros

Coros de Odivelas

Grupos corais e atividades no Concelho

  • Associação Coral de Odivelas
  • comPASSOS
  • emCANTUS
  • entreOITAVAS
  • Grupo Coral Maria Gomes

A Associação Coral de Odivelas nasceu a 23 de agosto de 2015. Idealizado pelo maestro Pedro Santos Ferreira, este projeto musical acabou por ganhar forma e foi concretizado juntamente com um grupo de amigos. Nesse mesmo dia foi eleita uma comissão instaladora responsável pela criação oficial da Associação. A 6 de janeiro de 2016 foi criada formalmente a ACO – Associação Coral de Odivelas, com sede na freguesia de Odivelas, com o objetivo de fomentar a prática coral no concelho. Neste momento conta já com três coros, um adulto, emCANTUS, um juvenil, entreOITAVAS e um infantil, comPASSOS.

Associação Coral de Odivelas

Associação Coral de Odivelas

Para além dos ensaios semanais com os três coros, a ACO desenvolve várias atividades. Destaque para o concerto de Natal da Junta de Freguesia de Odivelas, que ocorre a meio de dezembro, e o concerto de Aniversário da ACO/Ano Novo, no início de janeiro. Em 2017, a ACO criou o “Encontro de Coros Juvenis do Concelho de Odivelas” que decorre todos os anos em maio. Em 2018, coorganizou com o Conservatório Dom Dinis, de Odivelas, a Carmina Burana, na Igreja da Ramada.

A Associação Coral de Odivelas pretende também desenvolver atividades que promovam a formação musical dos seus coralistas e associados, proporcionar à região a possibilidade de conhecer e ouvir música coral, e ao mesmo tempo afirmar um papel socialmente responsável, com a realização de concertos solidários cujas receitas ou bens revertem para instituições da região. A Associação trabalha, assim, para enriquecer a realidade cultural da freguesia e do concelho bem como tornar-se numa associação coral de referência no panorama nacional.

Reciclanda

Reciclanda

emCANTUS

Criado em setembro de 2015, o coro emCANTUS deu origem à Associação Coral de Odivelas. É um coro misto, constituído atualmente por cerca de 50 elementos com idades entre os 14 e os 46 anos. Teve a sua apresentação oficial no dia 20 de dezembro de 2015, no Pavilhão Polivalente de Odivelas, tendo mantido desde então ensaios regulares e diversos concertos. O repertório é bastante diversificado, passando por várias fases da história e diferentes estilos musicais.

No primeiro ano de vida, em 2016, produziu o primeiro espetáculo musical, o “Onde está a Noite?”. Em 2017, o emCANTUS foi o coro português convidado para participar no festival internacional “Lisbon on Stage”, organizado pela Interkultur. Em 2017 e 2018 participou no Festival Coros de Verão, na categoria “Pop, Jazz e Gospel”, tendo obtido um diploma de Ouro I (2017) e Ouro IV (2018).

Em 2018, participou na cantata Carmina Burana (versão para coro, dois pianos e percussão) em Odivelas, juntamente com o Coro de Câmara do Conservatório Dom Dinis. No mesmo ano, a convite da INATEL, apresentou a mesma cantata, numa versão para coro e banda, na Aula Magna, acompanhado pela Camerata Vocal de Torres Vedras e pela Banda dos Bombeiros de Loures.

Em 2018 teve o seu primeiro concerto internacional, no XX Europa Cantat em Tallinn, na Estónia. Em novembro, em nova parceria, desta vez com o coro emotionVoices, o emCANTUS apresentou a obra de Dan Forrest, “Requiem For the Living”, acompanhados pela orquestra Círculo de Música de Câmara. Em2019 produziu o espetáculo “100 Vozes e Um Complexo de Ariel”, com encenação de Francisco Pessoa Júnior. Em novembro do mesmo ano, esteve pela primeira vez no Algarve, no XLII Festival de Coros do Algarve, em Lagos.

emCANTUS

emCANTUS

Ainda em 2019, o emCANTUS voltou a apresentar a Carmina Burana, desta vez no âmbito das comemorações dos 40 anos da cidade de Torres Vedras. Contou com a companhia da Camerata Vocal de Torres Vedras, do Coro Municipal da Lourinhã, do Coro da Escola de Música Luís Maldonado Rodrigues e da Banda dos Bombeiros Voluntários de Torres Vedras.

É dirigido pelo maestro Pedro Santos Ferreira desde a sua criação.

entreOITAVAS

O entreOITAVAS é um coro juvenil composto por cerca de 20 jovens com idades entre os 10 e os 15 anos. Sem um estilo definido, o repertório é essencialmente ligeiro. O grupo teve o primeiro ensaio a 7 de novembro de 2016 e a primeira apresentação oficial a 17 de dezembro do mesmo ano, ambos no Pavilhão Polivalente de Odivelas.

A Associação Coral de Odivelas e o entreOITAVAS, organizam anualmente o Encontro de Coros Juvenis do Concelho de Odivelas que conta já com três edições. Em 2018, o coro participou na cantata “Carmina Burana” e em junho apresentou na Malaposta o primeiro espetáculo, intitulado “Músicas do Mundo”. Em 2019, o entreOITAVAS subiu ao palco com o espetáculo “100 Vozes e Um Complexo de Ariel”, aquela que foi a primeira participação conjunta com os três coros da Associação Coral de Odivelas.

comPASSOS

O coro infantil comPASSOS nasceu da necessidade de continuar a dar resposta às necessidades da cidade de Odivelas. O primeiro ensaio deu-se no dia 12 de novembro de 2018 e o grupo conta já com cerca de 20 crianças entre os 6 e os 9 anos. Na curta história, o coro tem participado nos concertos de Natal e de aniversário da Associação e fez também parte do espetáculo “100 Vozes e Um Complexo de Ariel”, juntamente com os outros dois coros da Associação.

Grupo Coral Maria Gomes

O Grupo Coral Maria Gomes nasceu no ano letivo de 2000/01 da vontade de um grupo de professores de escolas do Concelho de Odivelas que, na Sociedade Musical Odivelense, encontrou o apoio e as estruturas que necessitava. Perfilhou o nome de Maria Gomes em homenagem a uma das paladinas das atividades culturais da Sociedade. Tem, desde a sua criação, atuações regulares, quer na época natalícia, quer nas Janeiras, quer por alturas do aniversário da SMO, das comemorações do 25 de Abril ou do Dia da Música. O seu reportório é muito diversificado, abrangendo a música polifónica e a música popular portuguesa. Desde setembro de 2019 é regido pelo Maestro João Pedro Santos.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/odivelas-associacao-coral-de-odivelas.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-06 23:05:492024-10-28 15:00:04Odivelas e os seus coros
Rancho Folclórico As Azeitoneiras
Músicas no Concelho

Estremoz e o seu folclore

Folclore em Estremoz

Grupos etnográficos, história e atividades no Concelho

  • Região: Alentejo – Alto Alentejo
  • Distrito: Évora

02 grupos

  • Orquestra Típica Alentejana de Estremoz e seu Rancho Folclórico
  • Rancho Folclórico «As Azeitoneiras» de São Bento do Cortiço
Orquestra Típica Alentejana de Estremoz e seu Rancho Folclórico

Na década de 1950, foi criada em Estremoz a Orquestra Típica Alentejana, conjunto instrumental onde predominavam as cordas. Como complemento a orquestra, nas suas atuações, fazia-se acompanhar por um grupo folclórico. Para além dos bailadores, pontificava um dos manos Graça Seco com as suas décimas (Ai passarinhos, passarinhos).

OTA e seu RF

Orquestra Típica Alentejana de Estremoz e seu Rancho Folclórico

Orquestra Típica Alentejana de Estremoz e seu Rancho Folclórico

OTA e seu RF

Orquestra Típica Alentejana de Estremoz e seu Rancho Folclórico

Orquestra Típica Alentejana de Estremoz e seu Rancho Folclórico

Rancho Folclórico As Azeitoneiras

A 12 Km da cidade de Estremoz, São Bento do Cortiço fica é uma bonita aldeia rodeada por olivais, com o seu casario caiado de branco, com becos muito pitorescos, ruas limpas e gente simpática. O seu Rancho Folclórico foi fundado em 1983.

O grupo iniciou a sua representação de folclore com a formação de uma oliveira, em redor da qual os pares cantam e dançam saias, enquanto outros “avarejam” e procedem à apanha da azeitona. Destaca-se a bandeira do acabamento da azeitona, ornada com o ouro que nesse dia as raparigas exibiam, tornando ainda mais belo o trajo.

Acompanhados pelos sons do acordeão, tambor, pandeiretas, castanholas, ferrinhos e reco-reco, os componentes espalham a sua alegria cantando e dançando saias.

As saias, cantadas e tocadas noutras regiões do País atingem aqui, como em todo o Alto Alentejo, um ponto culminante da sua representação; ainda as danças de roda, mazurca, chotice, fitas trocadas, valsa e três passinhos fazem parte das recolhas efetuadas em São Bento do Cortiço.

Os elementos vestem trajos do primeiro quartel do século XX: trabalho (azeitoneiros, feitor, mulher do monte, ganhão, aguadeiro e pastor), domingueiro, lavradores abastados e padrinhos de casamento.

O grupo planifica e desenvolve diversas ações ao longo do ano, em colaboração com as Autarquias e com outras entidades. Procura manter-se fiel aos princípios que presidiram à sua criação: divulgar as raízes culturais, preservar os usos, costumes e tradições, apoiar os jovens e a população em geral, na ocupação de tempos livres, de forma lúdica, saudável e, ao mesmo tempo, cultural. É filiado no INATEL e membro da Associação de Folcloristas do Alto Alentejo.

Rancho Folclórico As Azeitoneiras

Rancho Folclórico “As Azeitoneiras”

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Roteiro dos Ranchos Folclóricos dos Açores
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Orfeão Tomaz Alcaide
Músicas no Concelho

Estremoz e os seus coros

Coros de Estremoz

Grupos e atividades corais no Concelho

Orfeão Tomaz Alcaide

O Orfeão Tomás Alcaide foi criado para promover a arte, a cultura e a filantropia sem aceção de ideias, credos, políticas e classes sociais. “Em 1927 e 1928 já os jornais locais o referiam como aspiração, principalmente do maestro da banda da Sociedade Filarmónica Artística Estremocense, mais conhecida e reconhecida por Banda Municipal ou “União”.

O ilustre maestro José António de Lima chegou a tentar, em 1928, organizar uma agremiação deste género, e sob o pretexto de ser construído um Salão de Festas, apresentou no Teatro Bernardim Ribeiro não só uma récita de amadores da sociedade de Estremoz mas também algumas comédias e monólogos. No entanto, os apoios de que parecia usufruir acabaram por defraudá-lo e a organização de um Orfeão na cidade branca ficaria adiada.

No ano de 1930, com a chegada à presidência da Sociedade Filarmónica Artística Estremocense de Artur Augusto Assunção, tudo mudou. Uniu-se então ao Maestro José António de Lima que desde logo manifestou a sua inteira disponibilidade para colaborar como regente do Orfeão de Estremoz. Em 16 de março desse ano, numa reunião organizada para o efeito, tudo ficou oficializado com a óbvia anuência de todos os sócios da Sociedade Filarmónica Artística Estremocense presentes. Nesse mesmo encontro foi apresentada por Artur Augusto Assunção, a primeira Direcção do Orfeão de Estremoz que foi aprovada pelos sócios e que era composta por Joaquim Andrade Pimenta, Joaquim António Chouriço e Prudêncio Pimentão Ruivo.

Os ensaios para a sua apresentação ao público estremocense iniciaram-se quase de seguida. No entanto, como o espetáculo tinha sido idealizado com a apresentação de alguns atos de variedades, tornou-se imprescindível a criação de uma Comissão Artística que trabalhasse a parte cénica.

OTA

Orfeão Tomaz Alcaide

Orfeão Tomaz Alcaide

Encontro Internacional de Coros de Estremoz

Em 2019, a Igreja dos Congregados recebeu, no dia 26 de outubro, o 29.º Encontro Internacional de Coros de Estremoz. Integrado no 89.º Aniversário do Orfeão Tomaz Alcaide, o evento contou com a atuação do coro anfitrião, Orfeão de Estremoz Tomaz Alcaide e com os convidados, Coral e Santa Cecília (Espanha) e o Coro do Município de Benavente. A iniciativa foi uma organização do Orfeão Tomaz Alcaide, com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz, da União das Freguesias de Estremoz (Santa Maria e Santo André), da Paróquia de Santo André de Estremoz e de várias empresas locais.

Encontro de Grupos de Cantares de Academias e Universidades Seniores

Em 2019, o Parque de Feira e Exposições de Estremoz, tinha recebido 23 de março, sábado, mais uma edição do Encontro de Grupos de Cantares de Academias e Universidades Seniores. Centenas de pessoas deslocaram-se aquele espaço para assistir à atuação da Tuna Sénior de Estremoz e de mais duas tunas seniores convidadas, transformando assim este evento num “um intercâmbio entre a Tuna Sénior de Estremoz e as Tunas do Barreiro e de Montemor, não é a primeira vez que acontece um encontro deste género, estes encontros são realizados noutras localidades organizados por outras tunas, e portanto estamos muito contentes por este ano organizarmos aqui no concelho de Estremoz”, explicou a Vereadora do Município de Estremoz, Márcia Oliveira. A autarca acrescentou ainda que

“é mais uma das muitas iniciativas que a Academia Sénior de Estremoz vai dinamizando e tenho sempre oportunidade para referir, que a nossa academia é uma das mais dinâmicas do país, temos 20 disciplinas, vamos desde a barrística, passamos pelo Yoga, Alemão, temos Revista à Portuguesa, dois grupos de Cantares, portanto estamos todos contentes com a dinâmica que a academia tem, é uma dinâmica crescente e este encontro é prova disso.”

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Sociedade Filarmónica Lusitana de Estremoz
Músicas no Concelho

Estremoz e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Estremoz

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Sociedade Filarmónica Artística Estremocense
  • Sociedade Filarmónica Lusitana de Estremoz
  • Sociedade Filarmónica Veirense
Sociedade Filarmónica Artística Estremocense

A Sociedade Filarmónica Artística Estremocense foi fundada em 11 de agosto de 1871. Desde o primeiro momento, a sua principal atividade foi na música filarmónica com a constituição e manutenção da Banda Filarmónica. O seu primeiro fardamento foi estreado em 1891, custeado pelos músicos filarmónicos a partir de atuações realizadas em diversos eventos. Foi-lhe conferido, pela Comissão Administrativa Municipal de Estremoz, em 1926, o título de Banda Municipal, tendo-lhe sido entregue uma fita com as armas de Estremoz para o estandarte. Foi galardoada com a Medalha de Dedicação da Cruz Vermelha Portuguesa em 1929. É Sócia Benemérita da Liga dos Combatentes desde 29 de setembro de 1955. É associada do INATEL, da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto e da Federação de Bandas Filarmónicas do Distrito de Évora.

Tem sido ponto de encontro de gerações e gerações de estremocenses, sendo de salientar a fundação, no seu seio, do Orfeão de Estremoz “Tomaz Alcaide” em 1930 e a Orquestra Típica Alentejana e o seu Rancho Folclórico em 29 de Setembro de 1955. Na lira do seu estandarte encontram-se testemunhos e recordações das várias localidades visitadas pela Banda Filarmónica, desde o Norte ao Algarve, passando pela Região de Lisboa, por todo o Alentejo e pela Extremadura (Espanha). Para além da participação nas marchas Populares e noutros eventos locais, tem colaborado desde sempre no Carnaval de Estremoz.

SFAE

Sociedade Filarmónica Artística Estremocense

Sociedade Filarmónica Artística Estremocense

A coletividade conta atualmente com 200 associados e mantém em funcionamento a Banda Filarmónica, constituída por 40 músicos com idades entre os 10 e os 68 anos. Tem igualmente em atividade uma Banda Juvenil, cuja primeira apresentação pública se realizou em 2006. A Escola de Música encontra-se a funcionar em pleno, contando com 48 alunos, sendo a respetiva formação ministrada por 4 professores de diversas áreas.

Sociedade Filarmónica Lusitana de Estremoz

A Sociedade Filarmónica Lusitana de Estremoz foi fundada a 25 de agosto de 1840, quando ostentava no seu nome o título de “Real”. A escola da Lusitana conta atualmente com uma dezena de jovens aprendizes, que recebem lições gratuitas, ministradas por músicos que integram a banda e pelo maestro Luís Ferreira de Matos, sendo que não recebem qualquer remuneração. A filarmónica – nascida a partir da extinta Banda Marcial do Batalhão de Voluntários de Estremoz da Senhora D. Maria II conta com um total de 30 músicos – conta, na sua composição, com uma maioria de jovens com idades entre 15 e 30 anos.

Sociedade Filarmónica Lusitana de Estremoz

Sociedade Filarmónica Lusitana de Estremoz

O nome “Luzitana” surgiu em 1875 e, em janeiro de 1894, por despacho da Direção Geral da Administração Política e Civil do Ministério dos Negócios do Reino, D. Carlos distinguiu-a com o galardão de “Real” – denominação que viria a perder com o fim da monarquia em 1910. No mesmo ano, o monarca foi eleito seu presidente honorário. Na época, a filarmónica deslocava-se regularmente ao Paço Ducal de Vila Viçosa para animar festas e jantares com a presença do rei D. Carlos.

A Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio classifica-a como a Banda Filarmónica mais antiga de Portugal com atividade ininterrupta e esta coletividade já foi agraciada com a medalha de ouro de Instrução e Arte e com a medalha de Mérito Municipal.

SFL

Sociedade Filarmónica Lusitana de Estremoz

Sociedade Filarmónica Lusitana de Estremoz

Sociedade Filarmónica Veirense

Em 1870 deu-se a primeira aparição pública e oficial da Banda de Música da Sociedade Filarmónica Veirense sob a regência do professor primário e seu primeiro maestro Joaquim Paulo de Albuquerque. Foi José Maria Cortes, seu fundador e grande latifundiário residente na Vila de Veiros que, em 1869, deu início a ao processo.

Os executantes desta banda pertenciam às mais variadas profissões. O esforço levado a cabo por estes homens no sentido de conciliar o seu trabalho e a aprendizagem da música foi meritório não só porque possuíam uma fraca e, por vezes, inexistente formação escolar, mas também porquanto viviam numa época de grande agitação política e social.

Muitos foram os que contribuíram para manter a coletividade, com destaque para o benemérito e continuador da obra do seu tio, José Mota de Matos Cortes. A banda da Sociedade Filarmónica Veirense manteve ininterrupta a sua atividade musical ao longo da História. Participou em inúmeros encontros de bandas, corridas de touros, festividades religiosas e profanas, cerimónias oficiais, intercâmbios e algumas participações em Espanha.

Desempenhando uma prestimosa função nas áreas da cultura artística e recreativa, que muito valoriza a terra e a cultura musical da região, em geral, a Banda de Música da Sociedade Filarmónica Veirense conta com um quadro efetivo de 55 músicos. Em 1981 passou a ser dirigida pelo Maestro Francisco António Bagorro Lopes. Além da banda, a S. F. V. conta com uma Escola de Música, frequentada por 40 alunos.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/estremoz-sfl.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-05 22:02:332024-11-20 19:42:49Estremoz e as suas filarmónicas
Coreto do Parque
Músicas no Concelho

Loures e os seus coretos

Coretos de Loures

Bucelas

Praça Tomás José Machado
2670-672 Bucelas

Freixial

Largo do Chafariz
GPS: N 38 54.318′ W 009 09.181′

Coreto de Freixial, Loures

Coreto de Freixial, Loures

Fanhões

Largo da Igreja

Situado no Largo da Igreja no chamado Adro do Fogo, primeiro coreto foi inaugurado em 1910 pela Sociedade de Recreio Fanhoense.

Coreto de Fanhões, pintura de M. Tavares, 1950

Coreto de Fanhões, pintura de M. Tavares, 1950

A sua alteração deve-se sobretudo à dificuldade de circulação das camionetas de carreira que levou à sua mudança depois de muitas contendas e discordâncias entre os fanhoenses para a nova localização. Em 1970 foi inaugurado o novo coreto pela Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Fanhões, fundada em 31 de maio de 1928 e que veio a suceder à Sociedade de Recreio Fanhoense. Este monumento do património histórico tem duas placas assinalando a inauguração do primeiro coreto e do segundo coreto de modo a classificar a história. É um lugar com raízes culturais e um ícone da Freguesia de Fanhões que sofreu uma remodelação profunda em 2018 com pintura, mobiliário urbano na envolvente e colocação de iluminação monumental dignificando e requalificando o local.

Coreto de Fanhões, Loures, ft Mapio

Coreto de Fanhões, Loures, ft Mapio

Loures 

Jardim Major Rosa Bastos

Parque

Coreto do Parque

Coreto do Parque

Av. Maj. Rosa Bastos 17, 2670-380 Loures

Sacavém

Jardim de Sacavém

Coreto do Jardim de Sacavém

Coreto do Jardim de Sacavém, ft Wikipédia

São Julião do Tojal

[ Zambujal ]

Largo António Sérgio

A 25 de junho de 2021, a Junta de Freguesia informou que está a desenvolver o projeto de requalificação do largo António Sérgio, com projeto de arquitetura a cargo da arquiteta Joana Casqueiro Conde da Luz.

Coreto de São Julião do Tojal

Coreto de São Julião do Tojal

Fonte geral: CML

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/loures-coreto-parque.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-05 20:57:132021-06-30 10:27:24Loures e os seus coretos
Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa
Músicas no Concelho

Loures e o seu folclore

Folclore em Loures

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Estremadura (Estremadura Centro Saloia)
  • Distrito: Lisboa
  • Concelho: Loures

4 grupos

  • Grupo de Danças e Cantares do Catujal
  • Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho
  • Rancho de Folclore e Etnografia Os Ceifeiros da Bemposta
  • Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa
Grupo de Danças e Cantares do Catujal

O Grupo de Danças e Cantares do Catujal foi fundado em 1993, no Catujal, freguesia de Unhos. Composto por cerca de 50 elementos, representa diversos aspetos da cultura popular tradicional saloia, desde os finais do séc. XIX até aos anos 30/40 do séc. XX, e cuja orientação ainda mantêm. Todos os anos leva a efeito um Festival de Folclore, onde inclui a realização de jogos tradicionais.

Os seus trajes são o resultado de pesquisa no concelho de Loures, e são, essencialmente, trajes de trabalho, de festa, de romaria ou domingueiros, e um ou outro abastado ou rico, representando algumas atividades económicas como a peixeira, pescador, cavador, lavadeira, carroceiro, lavrador, a aguadeira, a ceifeira.

A tocata é constituída pela a viola, o bombo, o reque-reque, os ferrinhos, o acordeão, a concertina, a flauta e a pandeireta.

No seu repertório constam “modas de roda”, viras, verde gaios, bailaricos, entre outras de raiz popular e tradicionais. O grupo é filiado no INATEL.

Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho

No dia 2 de fevereiro de 2020, passaram precisamente 25 anos desde a data da fundação do “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho” – vulgo Verde Minho. O Grupo tem representado o folclore e as tradições do Minho, no concelho de Loures, onde está sediado. Tem-se apresentado pouco por todo o País atuando  nos mais diversos festivais e encontros de folclore.

GFDCVM

Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho

Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho

Rancho de Folclore e Etnografia Os Ceifeiros da Bemposta

Fundado no dia 24 de setembro de 1967, o Rancho de Folclore e Etnografia “Os Ceifeiros da Bemposta” é uma valência cultural do Grupo Musical e Recreativo da Bemposta. Dedica-se a recolhas, estudo e divulgação das mais antigas tradições populares da região saloia, particularmente no que diz respeito a trajes, cantigas, danças, costumes e tradições. Empenha-se em reavivar os costumes que mais marcaram a região no século passado: as adiafas, os bailaricos e as tradicionais praças dos homens.

Os trajes que o rancho enverga são característicos da época que pretende retratar e foram cuidadosamente concebidos de peças originais, fotografias e outras recolhas feitas com a finalidade de representar com a maior exatidão possível o modo de vida do passado.

São entre outros os seguintes: o vindimador, o ceifeiro, a vendedora do caldo da fava rica, a leiteira, o cavador, a lavadeira, despedida de solteiro, traje dos noivos, trajes domingueiros e religiosos.

A Bemposta está situada na Estremadura a cerca de 20 Km de Lisboa, é uma pequena aldeia inserida na freguesia de Bucelas pertencente ao concelho de Loures. O Rancho é o mais antigo do concelho e o primeiro a ser filiado na Federação do Folclore Português. Também é filiado no INATEL e sócio fundador da Associação do Distrito de Lisboa para a Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa.

BMRB

Grupo Musical e Recreativo da Bemposta

Grupo Musical e Recreativo da Bemposta

Tem participado em muitos desfiles folclóricos e etnográficos, em festivais regionais, nacionais e até mesmo internacionais. Organizou o 3º Festival de Folclore infantil. Possui um vasto núcleo museológico, no qual temos expostas peças raríssimas, que serviram de suporte à elaboração dos nossos trajes, peças doadas com muito carinho e com o intuito de mostrar o que há de mais antigo na região.

Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa

Fundado em 24 de abril de 2005, o Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa representa a vida das lavadeiras, carroceiros, vendedeiras de fruta e hortaliça, ferrador, funileiro, vendedeira de azeitonas, homens que trabalhavam como jornaleiros (ganhavam à jorna, trabalho de um dia). Os saloios ou se dedicavam ao amanho da terra ou à lavagem e transporte da roupa das freguesas de Lisboa.

As características do rancho são puramente saloias, retratando para o início do século XX, até à terceira década do mesmo, as danças, cantares, trajes, usos e costumes do povo saloio.

RFGDL

Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa

Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa

As danças e cantares representam as célebres cantigas ao despique, entre lavadeiras e carroceiros, nos rios, nas galeras, nas carroças a caminho de Lisboa, nos arraiais e bailaricos domingueiros. Também por se deslocarem com frequência à capital, tendo por vezes que pernoitarem por alguns dias, trouxeram para esta região cantigas e danças palacianas, as contradanças, valsas a dois passos, polkas e afandangados, dançando assim, à sua moda.

Saloio deriva da palavra “çalroi”, que em muçulmano significa, trabalhador do campo. Destas origens, ficou o vocábulo “moirejar” e a expressão “trabalhar como um mouro”.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/loures-rancho-folclorico-do-g-d-lousa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-05 20:24:472021-09-07 18:22:58Loures e o seu folclore
Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures
Músicas no Concelho

Loures e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Loures

Bandas de música, história e atividades

  • Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures
  • Banda de Música da Academia Recreativa e Musical de Sacavém
  • Banda Filarmónica da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Zambujal
  • Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões
  • Banda Filarmónica da Freguesia de Lousa
  • Banda Filarmónica da Sociedade Recreativa de Casaínhos
  • Banda Filarmónica da Sociedade Recreativa e Cultural de Pinteus
  • Banda Recreativa de Bucelas
  • Banda da Sociedade Filarmónica União Pinheirense
Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures

A Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures foi fundada em 1897, com a designação de Sociedade Philarmónica Recreio Musical de Loures, sendo seu fundador o primeiro maestro o Sr. Canhão. Em 1935, passou a designar-se Banda do corpo de Bombeiros Auxiliares de Loures e manteve-se ligada a esta corporação. Teve inúmeros convites para atuar em concertos, festivais, guardas de honra e encontros de bandas,  em Portugal e no estrangeiro.

Em 1981, atuou na Holanda (Kerkrade), oonde obteve um 2º Prémio; em 1983, na Noruega (Hamar) ganhou o 3 º Prémio; em 1986, no  Festival EDP, foi finalista e obteve o 3º lugar em 1ª categoria; em 1987, na Alemanha (Alsfeld), conquistou o 4º Prémio; em 1989, na República Checa (Ostrava) obteve 2º e 3º Prémios; em 1991, na Alemanha (Alsfeld), obteve 1º, 2º e 4º Prémios e Taça de Ouro de vencedor do Festival; em 1992, participou no Monumental Desfile dos Descobrimentos da Expo92 em Sevilha; em 1997, em Valência, participou no Desfile e Concerto no Teatro Capitolio de Godella; em 1998 , na Alemanha, no 10º Euro Musiktage Days (Heikendorf), teve o 1º Prémio em Concerto e 2º lugar na classificação do melhor Maestro; em 1999, nos Açores, deu concertos nas Ilhas do Pico e do Faial; em 2004 e 2005, em Badajoz, participou no XXI e XXII Festival Ibérico de Música de Rua; em 2005, nos Açores, deu concertos no Faial, Lages do Pico, São Mateus e Madalena.

A Banda de Música continua a participar nos inúmeros eventos para os quais é solicitada, tendo sido distinguida (108 anos de existência) com a medalha de Honra do Município de Loures, galardão máximo da autarquia. A formação musical, está a cargo da Escola de Música da Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures, que é o garante da continuidade. Vários maestros dirigiram a Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures, estando desde 2000 sob a direção do maestro Élio Luís Salsinha Murcho.

Banda da AHBVL

Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures

Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures

Banda de Música da Academia Recreativa Musical de Sacavém

A Academia Recreativa Musical de Sacavém, com a sua Banda de Música, foi fundada em 1927. Os mentores da iniciativa contaram com a colaboração da administração da Fábrica de Loiça de Sacavém. A Fábrica, que possuiu uma Banda de Música, extinta em 1918, cedeu graciosamente todo o instrumental, reportório e acessórios. Os três mentores, ex-músicos daquela Banda, fizeram-se acompanhar por mais duas dezenas de elementos, alguns deles também componentes da Banda daquela empresa. Eles constituíram o grupo de fundadores da Academia e da sua Banda de Música.

Deram início aos ensaios em agosto de 1927 na sede da Troupe de Bandolinistas Cerâmicos Sacavenenses que provisoriamente cedeu as instalações. A sua primeira saída e atuação ocorreu no dia 8 de abril de 1928, percorrendo as ruas de Sacavém. Deu um breve concerto e tocou o hino inglês, como agradecimento à Administração da empresa.

Desde 1932, a Academia tem sede própria no local onde ainda hoje se encontra embora em edifício diferente. O seu Hino foi criado em 1927 pelo Maestro João de Sousa Viegas que foi regente da Banda desde a sua fundação até ao ano de 1982 (55 anos ao serviço da Banda).

É desde 1983 Instituição de Utilidade Pública. Recebeu a Medalha de Ouro e Medalha Municipal de Mérito e Dedicação pela Câmara Municipal de Loures e com a Medalha de Bem Fazer, Medalha de Ouro e Diploma de Generosidade e Filantropia pela Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio.

BMARMS

Banda de Música da Academia Recreativa Musical de Sacavém

Banda de Música da Academia Recreativa Musical de Sacavém

No ano 2000, levou a cabo o 1º Encontro do Milénio de Bandas Filarmónicas Amadoras da Cidade de Sacavém e fez a receção ao Presidente da República aquando da inauguração do Museu da Cerâmica da Cidade. Tem em funcionamento a sua Escola de Música, cujo ensino é gratuito. A Banda é composta por cerca de 58 elementos, sendo 43 deles jovens com idades entre os 8 e os 25 anos. É dirigida pelo Maestro José Manuel Ribeiro que é também o diretor da Escola de Música, da Orquestra Ligeira e da Banda Juvenil.

Reciclanda

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Banda Filarmónica da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Zambujal

Aquando da construção da linha férrea Lisboa – Carregado, três operários de nomes Cândido, Narciso e Elias Pereira, irmãos entre si, vinham do trabalho pernoitar a Santo Antão do Tojal, numa casa cedida pelo então sacristão da Igreja desta Freguesia. Eram naturais da Freguesia de Santa Isabel, de Lisboa e faziam parte de uma Filarmónica ali existente. Foi então construído o troço Sacavém – Póvoa de Santa Iria. Cedo se constou que os três irmãos e o sacristão sabiam música e que estavam dispostos a ensinar graciosamente. Nessa altura acorreram pessoas de todas as terras vizinhas para aprenderem música – aprendizagem lenta – se considerarmos que mestres e alunos tinham de se deslocar a pé cerca de uma hora, após um dia de trabalho que nesse tempo era de Sol a Sol.

A casa situava-se na Quinta das Cotovias, ainda existente, em Santo Antão do Tojal. Consta que só do Zambujal se deslocavam cerca de 20 pessoas, considerado o maior grupo de uma só localidade. Passados tempos este grupo era o que se mantinha com mais afinco e melhor aproveitamento. Pessoas amigas cederam uma casa para que a escola de música passasse a funcionar no Zambujal onde a maioria residia, arrastando ainda os três irmãos, que viriam a fixar-se na terra, onde casaram com três primas. Um ficou a viver no Zambujal e os outros dois, depois de casados, passaram a viver em Santo Antão do Tojal.

O desejo de cultura musical era muito importante em meados do século passado. Os fidalgos davam-se ao luxo de ter em casa professores de música para os seus filhos, pois quem não soubesse música não era suficientemente culto. Os pais pobres, não podendo pagar aos professores para o ensino dos seus filhos, resolveram formar Sociedades em que, através de uma quota semanal, pudessem pagar entre todos o que individualmente era impossível. Assim, através desses sócios, se formaram as Sociedades de Cultura que chegaram até aos nossos dias.

Em 1863, foi fundada por José Dias de Carvalho a Sociedade Filarmónica Recreio Zambujalense com 17 elementos. O fardamento era composto por umas calças, por uma capa ou opa e por um boné. Em fins do século XIX, a Banda entrou numa manifestação pró-República e os instrumentos e capas foram apreendidos. Mas isto só serviu de incentivo, pois rapidamente se reorganizou para continuar.

Nesse tempo, a Câmara Municipal desta região tinha sede nos Olivais. Por essa altura e a fim de poderem eliminar vários encargos e impostos, foi criada pelos próprios executantes da Filarmónica uma Corporação de Bombeiros, fundada em 7 de agosto de 1931 e aos quais continua ainda hoje ligada. A Sociedade Filarmónica Recreio Zambujalense mudaria então de nome, passando a chamar-se de Banda da Corporação dos Bombeiros Voluntários do Zambujal e mais tarde de Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Zambujal.

Depois de passar por várias casas alugadas ou cedidas, foi construída pelo povo da terra, após vários anos de construção, a primeira sede/quartel própria, cuja data de inauguração se desconhece, sabendo-se que ainda se encontrava em obras quando começou a ter alguma atividade.

Em 1934 foi colocado um telefone no Quartel e que em 1936 foi inaugurada a luz elétrica no Salão de Festas, com baile e uma récita representada pelo grupo dramático da Corporação. É a banda mais antiga do Concelho de Loures, mantendo a sua atividade ininterruptamente desde a sua criação.

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Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Zambujal

Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Zambujal

Desde a sua fundação atuou em inúmeras festas e romarias pelo País e estrangeiro. Participou em vários festivais, Festival “E. D. P.” de Bandas de Música – 1984; Festivais Ibéricos (organizados pela Câmara Municipal de Loures) – 1989 a 2001; Festival de Bandas na cidade de Setúbal (integrado no dia Nacional do Bombeiro), em 1990. Atuou em Troyes, França (integrado na festa de Camões e das Comunidades Portuguesas), em 1996. Em 2001, recebeu de modo protocolar o Presidente da República, na sua visita à vila de Arruda dos Vinhos. Em 2002, deslocou-se à cidade de Zaandam na Holanda a Convite da Banda de Música “Harmonie Intenso”. Recebeu de modo Protocolar o Ministro da Administração Interna por inúmeras vezes.

Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões

A Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões nasceu em 24 de junho de 1891, na sequência do movimento filarmónico do século XIX que que começou a partir de 1830. Naquela altura, muitas eram as Coletividades que possuíam uma Filarmónica e, à semelhança de tantas outras, a Sociedade de Recreio Fanhoense – como então se chamava – possuía igualmente um agrupamento de músicos amadores.

Em 1928, as coletividades de cultura e recreio viram-se a braços com impostos lançados pelo Governo, pelo que se pensou na criação de um corpo de Bombeiros Voluntários, a fim de poderem usufruir da isenção de tais impostos.

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Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões

Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões

Naquele mesmo ano, em 31 de maio, com a chegada de uma Bomba Braçal, deixa de chamar-se Sociedade de Recreio Fanhoense para passar a chamar-se Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões – Associação detentora de um corpo de Bombeiros, que tem como objetivo principal a proteção de pessoas e bens e de uma Banda e Escola de Música destinadas a atividades culturais e recreativas.

Banda Filarmónica da Freguesia de Lousa

A Escola de Música e Banda Filarmónica da Freguesia de Lousa partiu de um estudo cientifico mais propriamente uma tese de mestrado, em que se desenvolveu um Projeto Educativo, elaborado na escola de 1º ciclo de Lousa. O projeto educativo foi elaborado em torno da envolvência de uma turma de 1º Ciclo com uma Banda Filarmónica. Estudou-se e compreendeu-se a estrutura e a composição de uma Banda e houve um concerto final. O projeto teve impacto nos envolvidos e na comunidade ao redor da escola de primeiro ciclo. Dele nasceu uma Escola de Música de Ensino Específico de Instrumento e a criação de um Banda Filarmónica da Freguesia.

A Vontade de ter uma escola de música que visasse o surgimento de uma Banda Filarmónica partiu do Executivo da Junta de Freguesia de Lousa mais propriamente o Presidente Nelson Batista e do Executivo do Grupo Recreativo do Cabeço de Montachique. O GRCM é uma associação sem fins lucrativos, e assumiu o projeto de forma a dar resposta a algo inexistente na Freguesia. A atividade musical teve o  seu início em 2015.

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Banda Filarmónica da Freguesia de Lousa

Banda Filarmónica da Freguesia de Lousa

Apesar de ter sede fiscal no Cabeço de Montachique, Freguesia de Lousa, Conselho de Loures, é em Ponte de Lousa na antiga Escola Primária que mais se desenvolve a sua atividade, nomeadamente, as aulas para o ensino da música e os ensaios da Banda Filarmónica. Esta pretende ser mais do que uma escola de música, devido ao facto de vivermos numa sociedade em constante mudança. Fomenta valores que contribuam para a expressão da verdadeira dimensão humana, conseguindo criar trabalhos de partilha, relação, trabalho interpares, envolvência intergeracionais, respeito mútuo, o saber estar, o saber falar e o saber ouvir. Desta forma, o ensino da música e a aprendizagem especifica do instrumento tornam-se acessíveis a todos, independentemente da etnia, raça ou cor e ainda a sua condição física, financeira ou social.

Mesmo sendo uma Banda Filarmónica muito recente e com a maioria dos participantes de idades muito jovens, já conta no seu historial com várias atuações, dentro das localidades que compõem a Freguesia de Lousa e no Concelho de Loures.

“A arte não pode ser um monopólio de elites, deve ser um direito social, sem distinção de classes ou raças”. (Abreu, Fundador do movimento das Orquestras da Venezuela em 2009).

Banda Filarmónica da Sociedade Recreativa de Casaínhos

A Fundação da Banda e Escola de Música da Sociedade Recreativa de Casaínhos deve-se à iniciativa do seu primeiro Maestro e Professor o 1º Sargento Músico da G. N. R., Luciano Filipe Alves Franco. Em 2007, desenvolveu contactos com um grupo de pessoas, às quais apresentou o projeto. Constituiu-se uma comissão de fundadores e foram dados os passos para a constituição de uma Associação Musical sem fins lucrativos. A Autarquia, para além do apoio manifestado verbalmente, disponibilizou sem contrapartidas, algumas estantes de música, as fotocópias necessárias, um quadro escolar, no qual foram desenhadas pautas musicais, e o espaço que, embora remodelado, foi o local onde a S. R. de Casaínhos teve a sua fundação.

No dia 29 de agosto desse mesmo ano, (data considerada como a da fundação da Escola e da Banda), deram-se as primeiras aulas de Solfejo e Formação Musical a um grupo de 25 crianças com idades entre os 6 e os 16 anos. Com 2 clarinetes comprados pelo Maestro, um Sax-Alto, um Trompete e uma Bateria emprestados, foi possível começar a desenvolver alguma prática instrumental. Não ficando insensível ao interesse manifestado pela Direcção da S. R. Casaínhos, realizaram-se 3 reuniões entre esta comissão e a direção da Coletividade. Esclarecida a forma como esta Secção poderia e deveria funcionar dentro da Coletividade, com a concordância dos pais e alunos, a Banda e Escola de Música da S. R. de Casaínhos são uma realidade.

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Banda Filarmónica da Sociedade Recreativa de Casaínhos

Banda Filarmónica da Sociedade Recreativa de Casaínhos

A Escola de Música neste momento tem 38 alunos e tem aulas 2 dias por semana. A Banda de Música tem ensaio 1 vez por semana, e realizou os seguintes serviços. Em 2018, de 17 a 27 de julho, com o apoio da C. M. de Loures e da Junta de Freguesia de Fanhões, recebeu e organizou toda a atividade da Orquestra Bolli-Pop de Berlin – Alemanha. Em 2009 deslocou-se a Berlim, Alemanha, a convite da Orchester Bolli-Pop, para a realização de 4 concertos. Apresentou-se em acompanhamento de procissões, cortejos, festivais de bandas filarmónicas, festas do Concelho de Loures e comemorações oficiais, e deu concertos diversos.

Banda Recreativa de Bucelas

Fundada em 21 de junho de 1863, com sede própria, virada para a cultura musical, a Banda Recreativa de Bucelas tem desenvolvido um trabalho de formação. É a coletividade mais antiga da Freguesia de Bucelas e funcionou sempre sem interrupção. A banda tem a seu cargo uma escola de música de ensino gratuito, supervisionada pelo Maestro Adérito Monteiro. Constituída por cerca de 40 elementos amadores, tem por tradição estar presente em todas as manifestações culturais para que é solicitada. Conquistou o 1º prémio, a nível nacional, na sua categoria, no Festival EDP de bandas de música em 1986.

A convite da Banda Filarmónica Sebastianense, efetuou em 1997, várias atuações por toda a ilha terceira – Açores. É também participante assídua em todos os festivais ibéricos organizados pela Câmara Municipal de Loures.

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Banda Recreativa de Bucelas

Banda Recreativa de Bucelas

Teve atividades como cinema que terminou por volta da década de 80; teatro de variedade durante os anos 90 a 93; bailes temáticos, durante todo o ano, com especial destaque para quadras festivas, como o carnaval; marchas populares. A banda efetua matinés ao domingo, algumas noites de fado e gravou um CD.

Banda Filarmónica da Sociedade Recreativa e Cultural de Pinteus

A Fundação da Banda e Escola de Música da Sociedade Recreativa de Casaínhos deve-se à iniciativa do seu primeiro Maestro e Professor o 1º Sargento Músico da G. N. R., Luciano Filipe Alves Franco. Em 2007, desenvolveu contactos com um grupo de pessoas, às quais apresentou o projeto. Assim se constituiu uma comissão de fundadores, e foram dando os passos para a constituição de uma Associação Musical sem fins lucrativos. A Autarquia, além do apoio manifestado verbalmente, disponibilizou sem contrapartidas, algumas estantes de música, as fotocópias necessárias, um quadro escolar, no qual foram desenhadas pautas musicais, e o espaço que, embora remodelado, foi o local onde curiosamente a S. R. de Casaínhos teve a sua fundação.

A 29 de Agosto desse ano (data considerada como a da fundação da Escola e da Banda), deram-se as primeiras aulas de Solfejo e Formação Musical a um grupo de 25 crianças com idades entre os 6 e os 16 anos. Com 2 clarinetes comprados pelo Maestro, um Sax-Alto, um Trompete e uma Bateria emprestados, foi possível começar a desenvolver alguma prática instrumental. Tendo em conta o interesse manifestado pela Direcção da S. R. Casaínhos, realizaram-se 3 reuniões entre esta Comissão e a Direcção da Colectividade. Esclarecida a forma como esta Secção poderia e deveria funcionar dentro da Colectividade, com a concordância dos pais e alunos, a Banda e Escola de Música da S. R. de Casaínhos são uma realidade.

A Escola de Música neste momento tem 38 alunos e tem aulas 2 dias por semana. A Banda de Música realizou acompanhamentos de procissões, desfiles nas Festas do Concelho e concertos nas festas anuais da S.R. de Casaínhos. De 17 a 27 de Julho, com o apoio da C. M. de Loures e da Junta de Freguesia de Fanhões, recebeu e organizou toda a atividade da Orquestra Bolli-Pop de Berlin – Alemanha que com uma comitiva de 56 pessoas. Organizou em 2008 o seu 1º festival de Bandas Filarmónicas denominado “Sons da Filarmonia” em que contou com a participação da Banda da Escola de Música da Atalaia – Lourinhã e da Banda de Música da A.H. Bombeiros Voluntários do Zambujal – Loures.  Em 2009, com o patrocínio da J. F. de Fanhões, e, integrado nas comemorações do aniversário desta autarquia, organizou o seu 2º festival de Bandas Filarmónicas denominado “Sons da Filarmonia” em que contou com a participação da Banda Recreativa de Bucelas – Loures e da Banda de Música da Associação Musical Nª. Sra. do Livramento – Mafra.

Sociedade Filarmónica União Pinheirense

Até há pouco tempo, a SFUP tinha como data oficial de fundação, 31 de julho de 1923, data em que os estatutos foram reconhecidos pelo Governo Civil de Lisboa. No entanto, através da tradição oral, fala-se do dia 5 de março de 1909 como a verdadeira data. E, de facto, documentos recentemente descobertos ao acaso (bem como por investigações feitas por técnicos do Museu Municipal de Loures), dão-nos a conhecer a atividade da Banda Filarmónica da SFUP em datas como 1911 e 1915; pelo que o ano de 1909 parece ser então o mais correto para datar o início da História. Em 1927 foi inaugurado o edifício-sede, que na década de 80 atravessou profundas transformações e que ainda hoje é existente.

SFUP

Sociedade Filarmónica União Pinheirense

Sociedade Filarmónica União Pinheirense

O passado foi marcado por grandes realizações musicais, como operetas realizadas com músicos, cantadores e de autores da terra e concertos pela Banda de Música. Os espetáculos de teatro fizeram parte de uma intensa atividade cultural que cessou na década de sessenta. Emergiu então um novo tipo de espetáculo: o bailarico, animado por agrupamentos contratados. O enorme salão da SFUP tornou-se pequeno nos bailes de Carnaval, da Pinha e outros dias festivos. Já nos finais do século passado, as soirées e matinés dançantes cairam em desuso e, consequentemente, a SFUP cai numa letargia que levou ao seu encerramento durante 3 anos.

Em 1999, um grupo de sócios liderados pelo ainda hoje presidente da Direção, assumiu os destinos da coletividade com o objetivo de lhe devolver o prestígio cultural de outros tempos. Iniciou-se uma escola de música, originando dois anos depois uma orquestra ligeira, a Orquestr’UP. Tem ainda o sexteto Old Friends; dois grupos de teatro, um adulto e outro infantil; um coro e ainda outras atividades como a Ginástica de Manutenção e Taewkondo.

Foi no salão da SFUP que se realizou a antestreia do filme de Chianca Garcia “Aldeia da Roupa Branca”, em 31 de dezembro de 1939, com a presença da protagonista Beatriz Costa e outros atores, para além dos inúmeros figurantes, na sua maioria população de Pinheiro de Loures e arredores

Orquestr’UP – Orquestra Ligeira

A SFUP iniciou um projeto musical há 12 anos com a criação de uma escola de música. Da Escola nasceu, dois anos depois, a Orquestra Juvenil SFUP, a 23 de março de 2003, mês em que foi comemorado o seu aniversário com um encontro de orquestras ligeiras convidadas. Ao longo do tempo a Orquestra da SFUP tem passado por um processo de evolução contínua. Ao completar 10 anos, adotou a designação de Orquestr’UP. A sua constituição é totalmente amadora e congrega cerca de 30 jovens divididos pelos vários naipes instrumentais e vocais. As suas atuações têm passado por todo o território nacional, incluindo as ilhas.

A Orquestra tem como suporte de base uma escola de música que conta com cerca de três dezenas de alunos, cuja aprendizagem tem três níveis: formação musical, formação musical + instrumento e por último, classe de conjunto
Toda a dinâmica é definida e dirigida por uma direção artística composta por elementos da própria orquestra, em articulação com a Direção da SFUP. Os concertos têm uma duração que pode ir até aos 90 minutos e o reportório musical é diversificado e em constante mudança: música ligeira, jazz, rock, popular.

Contactos

Banda Recreativa de Bucelas

Rua João Camilo Alves, nº21 2670 – 661 Bucelas
brbucelas@gmail.com

Banda dos Bombeiros Voluntários de Loures

Rua Dr. António Carvalho Figueiredo, 38 2670 – 405 Loures
direccao@bv-loures.pt

Banda de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Fanhões

Largo José António Simões Fernandes 2670- 718 Fanhões
bvfanhoes@sapo.pt

Banda da Academia Recreativa Musical de Sacavém

Av. James Gilman, 54 2685-068 Sacavém
armsacavem@gmail.com

Banda de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Zambujal

Rua dos Bombeiros Voluntários, nº9 Zambujal, 2670 – 864 São Julião Tojal
ahbvzambujal@gmail.com

Banda da Sociedade Recreativa de Casaínhos

Rua da Sociedade Recreativa, 10 2670-692 Fanhões
geral@srcasainhos.org

Banda Filarmónica da Freguesia de Lousa

Rua do Grupo Recreativo, Cabeço de Montachique 2670-741 Lousa LRS
grcmontachique@gmail.com

Banda de Música da Academia Sons e Harmonia

Travessa Infante Dom Fernando, n.º 3 B 2670-389 Loures
academia.risos@gmail.com

Banda de Música da Sociedade Recreativa e Cultural de Pinteus

Rua Maria Amália Vaz Carvalho, Pinteus 2660-186 Santo Antão do Tojal
srcpinteus@gmail.com

ORQUESTRAS LIGEIRAS DO CONCELHO DE LOURES

Orquestra Ligeira da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Loures

Rua Dr. António Carvalho Figueiredo, 38 2670-405 Loures
direccao@bv-loures.pt

Orquestra Ligeira da Associação Humanitária Bombeiros Voluntários de Fanhões

Largo José António Simões Fernandes 2670-718 Fanhões
bvfanhoes@sapo.pt

Orquestra Ligeira da Academia Recreativa Musical de Sacavém

Av. James Gilman, 54 2685-068 Sacavém
armsacavem@gmail.com

Orquestra Ligeira da Sociedade Filarmónica União Pinheirense

Rua Combatentes da Ultramar, 72 Pinheiro de Loures 2670-506 Loures
geral@sfup.org

Orquestra Ligeira da Sociedade Recreativa e Musical 1.º Agosto Santa Iriense

Largo Luís de Camões, 4 2695-341 Santa Iria de Azóia
Soc1agosto@gmail.com

Orquestra Ligeira do Clube União Recreativo de São Julião do Tojal

Rua Alves Redol, n.º 2 2670-378 São Julião do Tojal
cursjtojal@gmail.com

Orquestra Ligeira da Academia Sons e Harmonia

Travessa Infante Dom Fernando, n.º 3 B 2670-389 Loures LRS
academia.risos@gmail

Orquestra Ligeira da Banda Recreativa de Bucelas

Rua João Camilo Alves, nº21 2670 – 661 Bucelas
brbucelas@gmail.com

FANFARRAS DO CONCELHO DE LOURES

fanfarra da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Bucelas

Largo dos Bombeiros Voluntários 4, 2670 Bucelas
bvbucelas@gmail.com

fanfarra da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Camarate

R. dos Bombeiros Voluntários de Camarate, 2685-020 Camarate
bvcamarate@gmail.com

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/loures-banda-da-associacao-humanitaria-dos-bombeiros-voluntarios-de-loures.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-05 16:45:172024-10-27 23:11:24Loures e as suas filarmónicas
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