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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Festival de Música Antiga de Oeiras
Músicas no Concelho

Oeiras e os seus festivais

Festivais de Música em Oeiras

Ciclos, encontros, temporadas e festivais de música e dança no Concelho

Festival de Música Antiga de Oeiras

No ano de 2024, a MAAC concentra as suas actividades em Oeiras na concretização da 17.a edição do Festival de Música Antiga de Oeiras — West Coast. A programação é subordinada à ideia-chave de ‘Contrapontos’. Por exemplo, paralelismos Oriente-Ocidente; a Idade de Ouro da Polifonia e escrita de cânones no Barroco. Do ponto de vista instrumental, são também de natureza diversa os agrupamentos. Do ponto de vista do repertório, teremos estreias modernas de composições contemporâneas para instrumentos antigos.

A programação do festival regressa a repertórios de ‘ouro’ da Música Antiga Portuguesa, privilegiando, como sempre, o labor de reconstituição histórica por grupos especializados, como é o caso do Ensemble Arte Mínima, dirigido por Pedro Sousa Silva, que abre o festival com um programa variado de obras de Vicente Lusitano, um compositor português de origem africana que no século XV obteve uma reputação assinalável em Roma e no mundo musical da Contra-Reforma Católico- Romana.

Em contraponto com este programa, o Bando do Suruyo, agrupamento dirigido por Hugo Sanches, apresenta-nos um programa profano muito animado de Vilancicos, Tonos e Cantatas dos séculos XVI e XVII.

Ainda dentro do período histórico dos séculos XVI e XVII, o Ensemble Flores de Mvsica – Orquestra Renascentista apresenta o programa ‘Niña Era La Infanta’, o qual celebra a passagem dos 450 anos sobre o encontro de duas civilizações, a Japonesa e a Europeia, aquando da chegada da Embaixada do Japão a Portugal no ano de 1574. Flores de Mvsica apresentou já este programa em várias cidades do Japão, Tóquio, Yokkaichi e Nagoya, sendo este programa celebrativo da efeméride que encerra a 17.a edição do West Coast.

Dos restantes concertos, sobressai o programa ‘Sempre Cânone’, onde escutamos o contraponto obsessivo, mas maravilhoso dos cânones de Telemann, em paralelo com as estreias de obras contemporâneas para instrumentos antigos, um projecto muito particular do Duo Andrómeda.

No concerto de 8 de novembro, escutamos, por sua vez, o Duo ‘Em Forma de Pera’ que junta de modo inusitado o bandolim e o órgão histórico, e explora repertórios mais desconhecidos que abarcam a música de Vivaldi a Beethoven. Do período da Revolução Francesa, o pianofortista Michio O’Hara e o cravista João Janeiro elaboraram um programa explosivo de diálogo / disputa entre os dois instrumentos.

Paralelamente aos concertos, como sempre, o festival mantém a já tradicional componente pedagógica e captação de públicos, actividade com as oficinas, encontros com alunos dos conservatórios e apresentação de CD recentemente editados dedicados à difusão da Música Antiga Portuguesa.

O acesso aos concertos terão uma entrada paga, com a Bilhética gerida pela plataforma BOL. No caso das oficinas, para a modalidade de participante será pedida uma doação à associação no valor de €30. As ‘Talks temáticas’ e os Encontros com os Alunos terão acesso livre do público.

Festival de Música Antiga de Oeiras

Festival de Música Antiga de Oeiras

Concurso de Piano de Oeiras

O Concurso de Piano de Oeiras, 6ª edição em 2024, é uma iniciativa da Associação CulturXis e conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Festival Jardins do Marquês

O Festival Jardins do Marquês – Oeiras Valley que teve a primeira edição em 2021, é descrito pela organização como uma experiência de Festival de Música sofisticada, desenhada para despertar todos os sentidos, num espaço icónico, dirigida a um público que privilegia a qualidade e o conforto e procura novas experiências. The Beach Boys, Júlio Resende, Maria Bethânia, Marisa Monte, Maria João Pires, Michael Bolton, Joss Stone são alguns dos nomes que passaram pelo Festival nos últimos anos. Em 2024 apresenta 7 noites de verão inesquecíveis e intimistas, entre o final de junho e o início de julho, junto aos jardins do Palácio do Marquês de Pombal, em Oeiras. Num cartaz cuidadosamente selecionado e de enorme qualidade, com concertos divididos por 2 palcos, ao ar livre, com artistas nacionais e internacionais que incorporam o espírito do evento.

Sítio: jardinsdomarques.pt

Festival Jardins do Marquês - Oeiras Valley

Festival Jardins do Marquês – Oeiras Valley

Ciclo de Órgão de Paço de Arcos

O Ciclo de Órgão de Paço de Arcos teve a sua 1ª edição entre 20 de novembro de 2021 e 19 de março de 2022, e já vai na 3ª edição. Em 1920, foi montado o órgão na igreja que fora construída prevendo essa possibilidade, 5 décadas antes.

Voa – Heavy Rock Festival

Voa – Heavy Rock Festival, 11ª edição em 2022, é um festival que vai o rock ao metal contemporâneo. Regressa após dois anos de interregno forçado, nos dias 30 de junho, 1 e 2 julho, com um cartaz que promete mobilizar os fãs da melhor música feita com guitarras.

Sítio: www.voa.rocks

Voa - Heavy Rock Festival

Voa – Heavy Rock Festival

Encontro de Música Tradicional de Mulheres

O 1º Encontro de Música Tradicional de Mulheres em Oeiras, a 27 e 28 de novembro de 2021, com as Cantadeiras de Terras de Arões e Cramol, contempla um concerto, uma residência, oficinas e concerto das oficinas.

Encontro de Música Tradicional de Mulheres

Encontro de Música Tradicional de Mulheres

CROMA – Ciclo de Música Contemporânea de Oeiras

Sítio: www.facebook.com/musica.croma

O CROMA – Ciclo de Música Contemporânea tem como objetivo promover e divulgar a música contemporânea portuguesa. Em 2021, com um programação de 6 a 10 de outubro, apresentou classes de aperfeiçoamento, seminários, ensaios abertos e concertos de algumas das principais formações dedicadas à vanguarda musical.
O Ciclo pretende alargar os horizontes e as fronteiras da relação entre os compositores de hoje e o público de hoje.

CROMA - Ciclo de Música Contemporânea de Oeiras

CROMA – Ciclo de Música Contemporânea de Oeiras

Festival Internacional de Piano de Oeiras

No desenvolvimento de uma parceria que permitiu, no passado, a realização do “Festival de Música no Palácio” bem como a primeira, a segunda e a terceira edições do Festival Internacional de Piano de Oeiras em 2018, 2019 e 2020, a Câmara Municipal de Oeiras e a Academia de Música Flor da Murta promoveram em 2021 o IV Festival Internacional de Piano de Oeiras, que decorreu de 27 de junho a 1 de agosto no Auditório Ruy de Carvalho, em Carnaxide. O Festival traz ao Concelho de Oeiras reputados pianistas internacionais como Jan Michiels, Angela Cheng, Grigory Gruzman ,Suzana Bartal, Nikolai Lugansky.

Tlm. (+00 351) 919 388 898
Sítio: www.fipoeiras.com
Correio eletrónico: info@fipoeiras.com

Festival Rosa dos Ventos

O Festival Rosa dos Ventos é um projeto da curadoria de Vitorino Salomé, com vista a promover a partilha cultural e artística dos “quatro cantos do mundo” no Município de Oeiras. A edição de 2021 do Festival Rosa dos Ventos decorreu no Mosteiro da Cartuxa nos dias 5, 6, 7 e 8 de agosto, e contou com Janita Salomé e Banda, Vitorino e Banda, Sara Tavares, Batukadeiras de Cabo Verde, Adufeiras da Beira Baixa, AGIR, Kudoro e Matias Damásio. Incluiu ainda atuações de canto gregoriano e cante alentejano.

Festival Sete Sóis Sete Luas

O Festival Sete Sóis Sete Luas nasceu em 1993 e agora é um projeto promovido por uma Rede Cultural composta por 30 cidades de 10 países diferentes: Brasil, Cabo Verde, Croácia, França, Itália, Marrocos, Portugal, Romênia, Eslovênia, Espanha e Tunísia. Desenvolve os seus projetos principalmente na área da música popular, étnica, tradicional e artes plásticas, envolvendo personalidades importantes das culturas europeias e mediterrânicas. A 29ª edição decorreu em Oeiras.

Sítio: www.festival7sois.eu

Festival Sete Sóis Sete Luas

Festival Sete Sóis Sete Luas

NOS Alive

NOS Alive é um festival de música anual realizado no Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, Portugal. Teve a sua primeira edição em 2007. É organizado pela promotora de eventos Everything Is New e patrocinado pela NOS.

Em 2018, o Nos Alive esteve nomeado entre os melhores da Europa, nos European Festival Awards 2017 e esteve na luta pelo prémio de melhor “line-up” do ano.

Sítio: nosalive.com

Nos Alive

Nos Alive

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/oeiras-west-coast-2024.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-05 16:38:572024-10-27 23:33:03Oeiras e os seus festivais
Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage
Músicas no Concelho

Oeiras e o seu folclore

Folclore em Oeiras

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Estremadura – Estremadura Centro Saloia
  • Distrito: Lisboa
  • Concelho: Oeiras

07 grupos

  • Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage
  • Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega
  • Rancho Folclórico As Macanitas de Tercena
  • Rancho Folclórico Flores da Beira
  • Rancho Folclórico Infantil e Juvenil da Pedreira Italiana
  • Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage
  • Rancho Folclórico Os Rancheiros de Vila Fria
Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage

O Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage, está sediado no lugar da Lage, freguesia de Porto Salvo e concelho de Oeiras. Nascido em 1978,  tem como objetivo preservar a tradição saloia da região envolvente à Ribeira da Lage e dos locais por onde ela passa. Surge em particular destaque a lavadeira. Esta, pelo facto de se deslocar à capital com frequência, viria a tornar-se a mais emblemática figura saloia.

Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage

Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega

O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega foi fundado a 19 de Abril de 2013. Pretende ser um lídimo representante das tradições, usos, costumes, folclore e etnografia das Terras da Nóbrega (que se encontram na sua maioria representadas geograficamente pelo atual Concelho de Ponte da Barca no nordeste da Província do Minho).  Sediado em Carnaxide, no Concelho de Oeiras, o grupo foi formado por um grupo de folcloristas, a maioria já com vários anos de experiência noutros agrupamentos de folclore minhoto. Contam com diversos anos de estudo, pesquisa e recolha naquela região fazendo do seu espólio de danças e cantares, lendas e narrativas, usos e costumes, trajes e indumentárias. Desde a sua fundação, a liderança técnica e executiva do Grupo está nas mãos de José Artur Brito.

GFTN

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega

Rancho Folclórico As Macanitas de Tercena

A Associação Cultural de Tercena, dedica-se desde 1990, às atividades de Folclore, Teatro e Música, mantendo ao seu serviço várias dezenas de jovens. Danças como o «Milho Rei», «o Zé das Castanhas» e «Aleluia», são preciosidades do passado que são cantadas e dançadas em exclusivo por este grupo. Em 2001, o Rancho foi agraciado com a medalha de Mérito Municipal «Grau Cobre», da Câmara Municipal de Oeiras.

RFMT

Rancho Folclórico As Macanitas de Tercena

Rancho Folclórico As Macanitas de Tercena

Rancho Folclórico Flores da Beira

A Associação nasceu em 1987 com o intuito divulgar a cultura e tradições da região de Lafões no concelho de Oeiras, pelo País e no estrangeiro. Os seus fundadores tinham em mente criar uma instituição que pugnasse pelos interesses e bem estar dos residentes do lugar do Casal da Choca e de todos os lafonenses residentes no concelho de Oeiras ou nos concelhos limítrofes. O seu crescimento e a visão desta coletividade seria regida com princípios de cooperação solidariedade e igualdade entre todos os associados. Com trabalho árduo, conta ainda com os apoios da Câmara Municipal de Oeiras, de patrocinadores e amigos. A coletividade é um símbolo de inegável valor para o bairro do Casal da Choca e da sua freguesia, Porto Salvo, e um elemento agregador das gentes lafonenses e de todos os amantes ou simpatizantes do folclore e da cultura popular.

RFFB

Rancho Folclórico Flores da Beira

Rancho Folclórico Flores da Beira

O Rancho Infantil Flores da Beira foi fundado 1 de maio de 1997. Inicialmente era designado Escola de Folclore do Rancho Folclórico Flores da Beira, escola fundada em 1996 que pretendia ensinar aos mais novos os primeiros passos de folclore. Apresentou-se pela primeira vez em novembro de 1996 num magusto da coletividade com cerca de 15 elementos com idades entre os 3 e os 10 anos. Bailou modas que haviam sido bailadas pelo Rancho Adulto, 9 anos antes, aquando o seu início. A direção decidiu que tinha chegado o momento certo de para passar de Escola a Rancho Infantil. As modas, cantadas e bailadas outrora pelos nossos antepassados reportam-se os recreio das escolas e as Festas ou romarias. Estas caracterizam-se por modas de roda simples mas de grande beleza para quem observa. Todas as modas do rancho são acompanhadas por uma tocata, símbolo de gente pobre e pacata desses tempos, onde se salienta a viola e a gaita-de-beiços. O Rancho Infantil Flores da Beira tem participado em Festivais de Norte a Sul do País, bem como em programas de televisão, festas e romarias.

O Grupo de Cantares Flores da Beira teve como origem a vontade expressa por todos os elementos que compõem o referido grupo em participarem numa atividade deste género cultural. Teve inicio em 2008 e a sua estreia foi na sede da associação no âmbito da comemoração do seu 21º aniversário. O grupo é composto por 10 elementos, dividindo-se por 5 cantadeiras, 1 acordeonista, 2 violas, 1 bombo e ferrinhos. O grupo tem tido várias atuações, tendo-se deslocado a Tábua (Vila Seca), Alcofra e outras localidades.

Rancho Folclórico Infantil e Juvenil da Pedreira Italiana

O Rancho Folclórico Infantil e Juvenil da Pedreira Italiana é uma associação de natureza etnográfica, sediada em Pedreira Italiana, na freguesia de Paço de Arcos, no concelho de Oeiras, constituída a 12 de outubro de 1993.

RFIJPI

Rancho Folclórico Infantil e Juvenil da Pedreira Italiana

Rancho Folclórico Infantil e Juvenil da Pedreira Italiana

Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage

A Ribeira da Lage é uma localidade da freguesia de Porto Salvo, concelho de Oeiras, a escassa distância de Lisboa, devendo o seu nome a um dos afluentes do rio Tejo que nasce na serra de Sintra. Corria o ano de 1978 quando um grupo de minhotos que aí residiam e trabalhavam decidiu juntar-se para confraternizar, preservar as suas raízes culturais e dar a conhecer o folclore da nossa região. Assim nasceu o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage.

Tem por objetivo divulgar o tradicional folclore e as tradições minhotas pelo país. Ao longo do ano são vários os eventos promovidos pelo grupo entre os quais o Encontro de Tradições, o Festival de Inverno, o Aniversário do Rancho e um Encontro de Concertinas.

Apresenta Chulas, Cana Verdes, Viras e outras músicas que fazem parte da tradição do Alto Minho. O grupo é formado por cerca de 45 elementos entre dançarinos e tocata. A tocata é composta pela concertina, as castanholas, o bombo, os ferrinhos, o cavaquinho, a viola, o reco-reco, a pandeireta. Representam os mais variados concelhos e freguesias da região. Exibe trajes domingueiros e de trabalho, de mordoma e de dó, traje da Areosa e à vianesa.

Rancho Folclórico Os Rancheiros de Vila Fria

O Grupo Cultural de Vila Fria iniciou a sua atividade na Festa da Imaculada Conceição, a 08 de dezembro de 1982. Teve origem numa festa de encerramento de catequese organizada em junho desse ano na qual foram representadas pequenas peças de teatro e algumas danças populares. Em 06.02.1984 foi lavrada escritura e os seus estatutos foram publicados em Diário da República a 02.03.1984.

RFRVF

Rancho Folclórico Os Rancheiros de Vila Fria

Rancho Folclórico Os Rancheiros de Vila Fria

O rancho adquiriu a denominação de “os Rancheiros” devido a uma tradição centenária que entretanto se perdeu. Os rancheiros, ou romeiros, eram grupos de pessoas que se deslocavam em romaria à igreja de Nossa Senhora de Porto Salvo dançando e cantando as modas da sua terra. É formado essencialmente por jovens e o seu repertório apresenta danças e cantares de todo o país. Os trajes representam as diversas regiões de Portugal e o traje de rancheiro é apresentado como alusão à tradição. Desde a sua fundação o Rancho Folclórico é ensaiado pela Dna Odete Varanda, que tem sido a força e a alma deste rancho.

O Rancho tem atuado de Norte a Sul do País, sendo uma habitual presença em diversos festivais de folclore. Em 1997 deslocou-se em digressão aos Açores onde atuou em várias ilhas do arquipélago. Em 1998 foi um dos ranchos convidados para participar na Exposição Mundial de Lisboa. Em 1999 participou na Gala Internacional de Folclore de Mangualde e em 2001 organizou a I Gala Internacional de Folclore de Vila Fria. Participou no anúncio publicitário “Ligue” da Antena1, ilustrando a música popular portuguesa.

A atividade do Grupo Cultural de Vila Fria não se resume apenas ao Rancho Folclórico. Participa anualmente no Desfile de marchas Populares do Concelho de Oeiras e tem ainda em atividade vários ateliês de dança, canto, música e ginástica. Participa anualmente na Mostra de Teatro Amador do Concelho de Oeiras, com o seu grupo cénico “Oficina de Teatro”.

Até 2000, a Associação funcionou em instalações cedidas por diversas entidades oficiais e particulares. A 07 de julho de 2000, o Presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais, inaugurou a nova sede social desta associação, cuja construção foi totalmente financiada pela edilidade.

EVENTOS

Entre os eventos realizados em Oeiras, destaca-se a Mostra de Folclore de Oeiras, que apresenta os grupos etnográficos do Concelho. Em 2019, decorreu no Quartel dos Bombeiros Voluntários de Barcarena.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/oeiras-lavadeiras-da-lage.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-05 12:42:352021-09-18 16:18:11Oeiras e o seu folclore
Banda de Música da S.F.F.F.C
Músicas no Concelho

Oeiras e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Oeiras

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Banda da Sociedade de Instrução Musical de Porto Salvo
  • Banda da Sociedade Filarmónica e Fraternidade de Carnaxide
  • Banda do CCD da Câmara Municipal de Oeiras
  • Banda da Liga dos Amigos de Castelo Novo
  • Banda Musical de Oeiras
Banda da Sociedade de Instrução Musical de Porto Salvo

A Sociedade de Instrução Musical de Porto Salvo fundada em 15 de novembro de 1914. Inicialmente teve a designação de Grupo Musical Recreativo Portosalvense. Tomou, em 1931, o nome de Grupo de Instrução Musical de Porto Salvo. Em 25 de novembro de 1934 foi inaugurada a primeira Escola Primária da localidade, construída pelos sócios da SIMPS, com o apoio do Governo Civil de Lisboa. Em 1936, durante a Exposição Industrial, Agrícola e Pecuária de Oeiras exibiu-se o Rancho da Desfolhada, cujo poema é representativo da Sociedade.

SIMPS

Sociedade de Instrução Musical de Porto Salvo

Sociedade de Instrução Musical de Porto Salvo

Ao longo dos anos, a SIMPS tem participado em numerosos eventos, que vão desde a inauguração da luz elétrica em Porto Salvo, à da carreira de autocarros entre Paço d’Arcos-Porto Salvo-Cacém, bem como de outros nas localidades vizinhas. Em 1941 foi inaugurada a atual sede com o seu salão de baile, onde atuou pela primeira vez o Conjunto da SIMPS, de nome ” O SÓLIDO”. A Música tem sido a sua primeira razão de ser. Contudo outras há que têm tido grande importância, como o Ténis de Mesa e o Andebol, fundado em prol de Porto Salvo e dos nossos associados.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Banda da Sociedade Filarmónica e Fraternidade de Carnaxide

A Banda de Música da S.F.F.C surgiu nos primeiros meses de vida da Sociedade, tendo como primeiro regente o “Mestre Leonardo”. Em 1895, a Banda era composta por 24 elementos e, durante 24 anos, teve como regente José Maria Pimentel. Em 1919, assumiu a direção da Banda José Esteves Serra. De 1942 até 1966, a Banda foi dirigida pelo Tenente Francisco C. Vila Nova. Foi nesta época que a Banda mais se destacou, realizando concertos com assinalável êxito, em Torres Vedras, Figueira da Foz, Montijo, Barreiro, Vila Franca de Xira, Sintra, Lisboa. A partir de 1976, a Banda atravessou longos períodos de inatividade. Renasceu em 1996. Foi criada a Escola de Música, onde já se formaram 12 executantes da Banda. A Escola tem, neste momento, 17 alunos, com idades entre os 7 e o 15 anos.

SFFC

Banda de Música da S.F.F.F.C

Banda de Música da S.F.F.C

Banda da Liga dos Amigos de Castelo Novo

A Banda de Música da Liga dos Amigos de Castelo Novo foi fundada em 1947. Inicialmente composta por cerca de 24 elementos, apesar das suas limitações instrumentais, começou desde cedo a cativar a atenção das gentes do concelho do Fundão. Devido a um êxodo de muitos habitantes e músicos de Castelo Novo para a cidade de Lisboa, em 1977 a Banda de Música da Liga dos Amigos de Castelo Novo mudou a sua Sede para Algés. Desde então a Banda tem-se desenvolvido bastante quer com valores humanos quer com valores materiais, sempre com o objetivo de conviver e confraternizar e também com a responsabilidade de cumprir com os serviços que são propostos e que se propõem a realizar.

A Banda têm cerca de 45 elementos, salientando-se um número significativo de jovens que apesar de não terem ligações familiares com Castelo Novo, estão sempre presentes com a sua boa vontade. A Banda possui também uma Escola de Música encabeçada por membros da Direcção e pelo Maestro João Eleutério Barão, é um forte contributo para Banda devido a uma formação constante de jovens músicos. Todo o trabalho até aqui desenvolvido só tem sido possível graças ao esforço e colaboração de muita gente e do apoio dado pela Câmara Municipal de Oeiras e da Junta de Freguesia de Algés.

Banda Musical de Oeiras

A Banda Musical de Oeiras foi fundada a 03 de outubro de 1993, sendo uma das valências artística e formativa do Centro de Cultura e Desporto de Oeiras, cuja missão é o ensino artístico de música, tendo por objetivo primário ministrar formação a músicos para ingresso na banda.

BMO

Banda Musical de Oeiras

Banda Musical de Oeiras

EVENTOS

Já em 2004, decorreu o XV Encontro de Bandas Civis do Concelho de Oeiras, com a participação de várias bandas em diferentes locais.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/oeiras-banda-de-musica-da-sffc.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-05 12:33:332024-10-27 21:52:32Oeiras e as suas filarmónicas
Casa da Música
Músicas no Concelho

Porto e os seus arquivos musicais

Arquivos do Porto

Espólios, acervos, coleções e arquivos musicais da Cidade

Arquivo Distrital do Porto

Localizado na Rua das Taipas, 90, 4050-598 Porto, o Arquivo Distrital do Porto “guarda uma coleção de 35 fragmentos de livros de coro anteriores a 1500 (antifonários, graduais, breviários), na sua maioria capas retiradas dos livros paroquiais dos sécs. XVI a XIX, 13 dos quais estão catalogados e estudados (BN 2001). A coleção não está tratada do ponto de vista musicológico (não existe qualquer estudo sobre a totalidade do espólio), encontrando-se a maior parte dos fragmentos em avançado estado de degradação.” (EMPXX)

Biblioteca Pública Municipal do Porto

A BPMP está localizada na Rua D. João IV ao Jardim de São Lázaro, 4049-017, Porto. Existe nesta biblioteca um catálogo do fundo musical, não abrangente, que refere por ordem aleatória, 80 manuscritos, em volumes ou cadernos, dos quais 67 contêm música sacra (teoria, cantochão, polifonia clássica e concertante).” (EMPXX)

Casa da Música

Espólio de Luiz Costa

Luiz António Ferreira da Costa deixou quase 180 composições, grande parte das quais ainda inéditas. Mesmo das 24 obras com número de opus (que devem ser vistas como obras de maior relevância para o compositor), um terço nunca foi editado. As partituras da sua única Sonata para piano, das duas Sonatas para Violino e Piano e do Quinteto com piano, entre outras, aguardam ainda a publicação.

A inventariação e catalogação das obras de um compositor é um contributo da História da receção, uma área importante dentro da disciplina de Musicologia. No caso concreto das obras de Luiz Costa, é de salientar o facto de muitas delas fazerem parte do repertório dos músicos já há mais de meio século, uma prova da estima de que gozam. Além disso, durante décadas, muitas composições de Luiz Costa fizeram parte do programa dos cursos de piano no Conservatório Nacional e no Conservatório de Música do Porto. Algumas obras, no entanto, cujos manuscritos estão incluídos no presente catálogo, só foram descobertas durante este trabalho.

Casa da Música

Casa da Música

João-Heitor Rigaud, num artigo escrito originalmente para uma mesa redonda no âmbito dos Cursos de Música Luiz Costa de 2008, afirma que, sob aspetos formais, nas composições de Luiz Costa, “cada peça acaba por resultar da anterior e conter o ponto de partida para a seguinte¹. Como, porém, a ordem utilizada neste catálogo não comunica a cronologia da obra na sua totalidade, foi inserida, a seguir à Introdução, uma tabela cronológica, com todas as composições datadas na coluna esquerda e com eventos relevantes na vida de Luiz Costa na coluna direita. Na tabela, as composições que foram modificadas várias vezes ao longo dos anos aparecem apenas sob a primeira data conhecida. Para se informar sobre todas as modificações de uma obra, deve, portanto, consultar-se o próprio catálogo. Nalguns casos, é extremamente interessante comparar as diferentes versões. Um caso especial neste sentido será o das Telas Campesinas, op. 6: as quatro peças foram compostas e recompostas ao longo de três décadas até atingirem última versão.

O conhecimento das ponderações e hesitações de um artista é importante para poder apreciar o seu labor e, até certo ponto, a sua natureza. As qualidades principais deste mestre foram descritas com palavras simples e belas pelo musicólogo Mário Simões Dias, provavelmente a propósito da morte do compositor: “a honestidade, a seriedade de expressão, o encanto discreto e subtil duma fina sensibilidade, distribuíram-se igualmente pela sua obra e pela sua pessoa”².

A seriedade e o respeito de Luiz Costa em relação à Música fizeram com que se mantivesse em busca permanente da solução mais equilibrada relativamente aos aspetos formais (harmonia, ritmo, melodia e proporções das partes) de cada composição. A modéstia e a honestidade do seu carácter deverão ser responsáveis também pelo facto de ter composto a primeira obra de música de câmara (o Quarteto de cordas op. 5) apenas com 42 anos de idade.

Esta coerência entre o artista e o homem é um dos pontos a conceder uma importância particular à sua obra musical dentro da história da música portuguesa. Outros pontos são, sem dúvida, os seus contributos para o género de peça de carácter (ou peça lírica) e para a corrente estética do neoclassicismo que naquela altura se disseminava pela música erudita “ocidental”. Com a sua atmosfera e as ideias temáticas inconfundivelmente portuguesas, a obra de Luiz Costa é uma pedra preciosa no mosaico da música europeia do seu tempo.

O primeiro objetivo da catalogação dos manuscritos do mestre portuense é, portanto, dar a conhecer o conteúdo completo do seu espólio musical, com o fim de facilitar a descoberta de mais obras valiosas suas para serem editadas. Em certos casos, o catálogo serve para tirar dúvidas relativas às versões definitivas das respetivas composições. Do Quinteto com piano, op. 12, por exemplo, nos vários concertos em que já foi tocado utilizou-se sempre uma versão que mais tarde sofreu ainda modificações significativas pelo compositor.

A fim de poder fornecer informações como esta, foi preciso analisar todos os manuscritos, isto é, todas as “versões” de cada composição nos vários estádios percorridos até à versão definitiva, e listá-los cronologicamente. Como alguns · manuscritos se encontram perdidos ou incompletos, este trabalho não foi possível em todos os casos, mas sim na sua maioria. Revelando deste modo a génese de cada obra, o catálogo servirá também como base para futuras investigações, o seu segundo objetivo. Recentes estudos sobre o compositor mostram o interesse existente pela sua obra (v. anexo “Bibliografia”).

O terceiro objetivo deste catálogo é o de poder servir de modelo para trabalhos semelhantes: o levantamento e a catalogação de um espólio musical que abrange todos os manuscritos, desde os primeiros esboços até às versões finais das composições, incluindo exercícios, arranjos e projetos abandonados.

A descrição dos manuscritos segundo as categorias desenvolvidas no âmbito do trabalho e a atribuição de uma cota a cada um deles facilitam a sua identificação no espólio arquivado. O espólio encontra-se no Porto, na casa particular da violoncelista Madalena Sá e Costa, filha do compositor.

¹ João-Heitor Rigaud, “Luiz Costa: um mestre compositor musical”, em: glosas, n.º1, Maio de 2010, p.60

² Citação de Hernâni Monteiro, Luís Costa. Em: Arte Musical, III Série N.º 10, Abril 1960, p. 296

Espólio do Orpheon Portuense

O Orpheon Portuense foi fundado em 1881 pelo violinista, compositor, maestro, musicologo e pedagogo Bernardo Moreira de Sá, tendo desempenhado um importante papel na dinamização musical da cidade do Porto desde a sua formação até finais do século XX. Para além de promover a atividade musical a nível amador dos seus sócios, quer no âmbito da música coral quer ao nível da música de câmara, o Orpheon Portuense destacou-se na organização de concertos transformando-se rapidamente na mais importante instituição promotora de concertos na cidade, atividade que manteve ao longo de todo o século XX. A carreira internacional de grandes artistas nacionais como Guilhermina Suggia teve o seu impulso inicial no âmbito dos concertos do Orpheon.

Grandes solistas, orquestras e maestros internacionais apresentaram-se pela primeira vez em Portugal por iniciativa do Orpheon, o qual teve um papel determinante para a divulgação de novos repertórios em Portugal, na animação cultural de diversos espaços na cidade do Porto e distritos limítrofes, bem como na encomenda de novas obras a compositores portugueses, na formação de públicos, e no estímulo da excelência musical aos mais diversos níveis.

Quando o Orpheon Portuense foi extinto enquanto sociedade por quotas (a mais antiga Sociedade de Concertos da Península Ibérica) deixou um espólio documental (com mais de 3.000 documentos) que testemunha toda a sua atividade. O espólio foi doado à Fundação Casa da Música e encontra-se na sua Mediateca, após ter sido alvo de uma inventariação. Este espólio representa um património inestimável para a caracterização da vida musical portuense desde os finais do século XIX. A sua parte mais significativa é constituída por partituras, programas de sala, recortes de imprensa, fotografias de artistas, muitas das quais autografadas, diplomas, documentação administrativa, recortes de imprensa e materiais publicitários. A Fundação Casa da Música disponibiliza ainda o espólio documental do Orpheon Portuense para consulta a estudantes universitários, investigadores e estudiosos no domínio da História da Música e da Cidade do Porto.

Conservatório de Música do Porto

O Conservatório de Música do Porto “possui um acervo com mais de 7000 partituras (das quais 300 são manuscritos, 49 são obras de compositores portugueses, 200 são partituras de ópera), 100 libretos, 5000 livros e vários documentos musicais em arquivo. Possui cerca de 300 discos (40 de 78 rpm) e 275 CD. Dos seus espólios destacam-se as doações de Guilhermina Suggia, Bernardo Moreira de Sá, Cláudio Carneiro, Óscar da Silva, Berta Alves de Sousa, constituídos por vários tipos de documentos (correspondência, partituras originais, programas de concertos, diplomas, medalhas, fotografias).” (EMPXX)

Escola das Artes

Sala Maestro Manuel Ivo Cruz

O Maestro Manuel Ivo Cruz fez a doação do seu espólio musical à Universidade Católica Portuguesa. Ao longo dos 50 anos de carreira como chefe de Orquestra, o Maestro Manuel Ivo Cruz, dirigiu a maior parte das obras que se inscrevem no reportório da música sinfónica. É porventura o Maestro português que mais ópera dirigiu, quer em quantidade mas principalmente em diversidade. Também dirigiu em 1ª audição absoluta ou 1ª audição moderna em Portugal, obras de compositores como António Victorino d’Almeida, Cláudio Carneyro, João Domingos Bomtempo, ou João Pedro Oliveira.

A par da sua longa atividade artística, o maestro Manuel Ivo Cruz cultivou uma bibliofilia intensa que lhe permitiu reunir o importante acervo documental subjacente ao protocolo estabelecido entre o maestro e o Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa. O destaque do espólio vai para as fontes relevantes do Património Musical Português dos finais do século XIX e primeira metade do Século XX, entre as quais se encontram a obra integral do compositor Ivo Cruz, ou ainda peças de Miguel Ângelo Pereira, Ciríaco de Cardoso ou João Arroyo entre outros.

No entanto, o espólio contém inúmeros itens, tais como partituras de orquestra, óperas, música de câmara portuguesa, muitas delas dirigidas em primeira audição pelo próprio maestro. O acervo é ainda enriquecido por vários libretos dos séculos XVIII e XIX, gravuras, discos, coleções de postais e selos, programas de concerto ou ainda inúmeros livros de referência.

A Universidade Católica Portuguesa, através da linha de ação de Estudos Musicais, do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR),comprometeu-se a proceder à acomodação, tratamento e divulgação do espólio doado, utilizando-o para enriquecer o projeto científico e artístico da Universidade, sendo-lhe atribuído uma sala (Sala Maestro Manuel Ivo Cruz) e disponibilizar o espólio a quem demonstre interesse em conhecê-lo, estudá-lo e interpretá-lo.

Em 25 de maio de 2021, a Biblioteca da Universidade Católica Portuguesa no Porto convidou para a reabertura da nova Sala Maestro Manuel Ivo Cruz. Um espaço que reúne uma biblioteca especializada em música portuguesa: partituras, libretos, programas, gravuras, cartazes, discos, postais, selos e Iconografia colecionadas pelo maestro, com Dia de Portas Abertas a 4 de junho.

Seminário Maior do Porto

Situado no Largo D. Pedro Vitorino, 2, 4050-468 Porto, o Arquivo do Seminário Maior do Porto “guarda uma coleção de 22 livros de coro e cantochão dos sécs. XVII e XVIII, provenientes de mosteiros agostinianos, beneditinos e carmelitas da região, entregues ao seminário em 1890 pela direção da Biblioteca Pública Municipal do Porto.” (EMPXX)

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/porto-casa-da-musica.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-04 22:50:522021-06-21 11:18:17Porto e os seus arquivos musicais
Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho
Músicas no Concelho

Lisboa e o seu folclore

Folclore em Lisboa

Grupos, tradições e atividades no Concelho

  • grupo etnográfico Danças e Cantares do Minho
  • Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa
  • Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil
  • Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra (RFCCPS)
  • Rancho Tradicional de Cinfães
grupo etnográfico Danças e Cantares do Minho
  • Região etnográfica: Minho (Alto Minho)
  • Distrito: Lisboa

O grupo etnográfico Danças e Cantares do Minho foi fundado por um grupo de minhotos residentes na Grande Lisboa e tem como objetivos recolher, preservar e divulgar a cultura tradicional minhota. Desde a sua fundação em 1980, tem representado o Minho, não só em Portugal, incluindo a Açores e Madeira, como também em Espanha, França, Alemanha, Polónia, Hungria, Holanda, Marrocos, Japão, Brasil, Eslováquia, Lituânia, Turquia, Malta, Republica Checa e Suíça.

Em 2020 não fora a pandemia e tínhamos levado o nome de Portugal a convite do CIOFF em mais dois países, em julho o Festival Internacional dos Pueblos del Mundo em Espanha e em agosto em três Festivais em Itália.

O Grupo é Sócio Efetivo da Federação do Folclore Português, está inscrito no INATEL, na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio, e atualmente preside à Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa.

Organiza todos os anos o Festival de Folclore “Cidade de Lisboa” em Benfica, local onde está sediado.

GEDCM

Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho

grupo etnográfico Danças e Cantares do Minho

RFCML

Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa

Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa

Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa

O RFRC representa os tempos idos da sua região, Arganil, dos finais do séc. XIX e inícios do séc. XX (1890 a 1920). Tem o objetivo de recolher, preservar e divulgar o que de mais valioso existe e existiu nas vidas e nas mentes dos seus antepassados. Este trabalho vai desde as modas, as danças e os cantares a muitas outras tradições, como os trabalhos rurais, serões, escapeladas, cavadas, romarias

RFRC

Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil

Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil

Rancho Tradicional de Cinfães

Sediado em Lisboa, o RTC foi fundado em 2005, por um grupo de pessoas ligadas ao folclore. É composto por cerca de meia centena de elementos, distribuídos pela tocata, cantoria e dança.

Pretende:
• Integrar e enraizar os cinfanenses que, à procura de melhores condições de vida, abandonaram a sua terra natal para fazerem de Lisboa a sua “segunda terra”.
• Preservar e divulgar a cultura popular do concelho de Cinfães, através dos trajes, dos cantares, das danças e das representações etno-folclóricas.

Rancho Tradicional de Cinfães

Rancho Tradicional de Cinfães

Os trajes que enverga reportam-se à segunda metade do séc. XIX e primeira metade do séc. XX. Os mais característicos são de trabalho, confecionados com linho, sirguilha, serrubeco e burel. As danças são na sua maioria modas de roda, excetuando-se a contradança ou quadrilha, a chula ou o fado mandado. Dos cantares destacam-se os cramóis que são entoados a quatro vozes, na Gralheira, a aldeia mais serrana do concelho. As representações feitas em palco incidem sobre quadros etnográficos dos trabalhos campestres executados só com os braços humanos.

Este trabalho tem sido mostrado um pouco por todo o país, com maior incidência no Distrito de Lisboa. É um Centro de Cultura e Desporto da Fundação INATEL e sócio efetivo da Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/lisboa-grupo-etnografico-dancas-e-cantares-do-minho-1.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-04 20:21:282026-04-23 08:29:07Lisboa e o seu folclore
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Músicas no Concelho

Lisboa e as suas orquestras

Orquestras de Lisboa

Orquestra Gulbenkian

Em 1962 a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente. No início constituído apenas por doze elementos, foi originalmente designado por Orquestra de Câmara Gulbenkian. Ao longo de mais de cinquenta anos de atividade, a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) foi sendo progressivamente alargada, contando hoje com um efetivo de sessenta instrumentistas que pode ser pontualmente expandido de acordo com as exigências de cada programa de concerto.

Esta constituição permite à Orquestra Gulbenkian interpretar um amplo repertório que se estende do Barroco até à música contemporânea. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas tradicionais, nomeadamente a produção orquestral de Haydn, Mozart, Beethoven, Schubert, Mendelssohn ou Schumann, podem ser dadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efetivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respetiva arquitetura sonora.

Em cada temporada, a Orquestra Gulbenkian realiza uma série regular de concertos no Grande Auditório Gulbenkian, em Lisboa, em cujo âmbito tem tido ocasião de colaborar com alguns dos maiores nomes do mundo da música, nomeadamente maestros e solistas. Atua também com regularidade noutros palcos em diversas localidades do país, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora. No plano internacional, por sua vez, a Orquestra Gulbenkian foi ampliando gradualmente a sua atividade, tendo até agora efetuado digressões na Europa, na Ásia, em África e nas Américas.

OG

Orquestra Gulbenkian

Orquestra Gulbenkian

No plano discográfico, o nome da Orquestra Gulbenkian encontra-se associado às editoras Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato, Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve e Pentatone, entre outras, tendo esta sua atividade sido distinguida, desde muito cedo, com diversos prémios internacionais de grande prestígio. Lorenzo Viotti é o Maestro Titular e Diretor Artístico da Orquestra Gulbenkian. Giancarlo Guerrero é Maestro Convidado Principal.

Orquestra Metropolitana de Lisboa

Fundada em 1992, a Orquestra Metropolitana de Lisboa é um agrupamento de referência no panorama musical português e, em particular, no contexto cultural da cidade de Lisboa e da sua área envolvente. Composta por 37 músicos permanentes, numa configuração instrumental “clássica”, a sua formação de base é regularmente modulada e alargada, permitindo à Orquestra Metropolitana de Lisboa uma abordagem sistemática de praticamente todo o repertório orquestral, de finais do século XVII à contemporaneidade.

Desde o outono de 2013, as Temporadas de Música da Metropolitana organizam-se numa tripla ancoragem em três salas principais, três zonas da cidade de Lisboa e três eixos de programação. No Museu Nacional de Arte Antiga, às Janelas Verdes, tem lugar a Temporada Barroca da Metropolitana, assente numa abordagem historicamente informada do repertório Barroco. No Teatro Thalia, às Laranjeiras, tem lugar a Temporada Clássica, centrada na formação instrumental de base da Orquestra. No Centro Cultural de Belém tem lugar a Temporada Sinfónica, na qual a Orquestra se apresenta em formação alargada, abordando páginas de mais ampla configuração orquestral.

Nestas últimas, em particular, juntam-se à Orquestra Metropolitana de Lisboa alunos dos estágios mais avançados da Academia Nacional Superior de Orquestra, sublinhando a dimensão pedagógica que, lado a lado com a missão artística, marca o ambicioso projeto da AMEC / Metropolitana – Uma Orquestra e Três Escolas. Num círculo virtuoso entre pedagogia e arte, muitos músicos da Orquestra são simultaneamente professores da Academia, estimulando um progressivo envolvimento dos alunos na programação e uma passagem gradual entre a formação e o desempenho profissional. Dos atuais membros permanentes da Orquestra Metropolitana de Lisboa, todos eles selecionados através de concursos internacionais, um terço é constituído por músicos formados nas escolas da AMEC / Metropolitana, o que confere à Orquestra uma consistência técnica de particular coerência.

À programação orquestral acresce a dos Solistas da Metropolitana, para a qual a orquestra se desdobra numa miríade de agrupamentos de câmara, de configurações múltiplas e em geometrias variáveis, atuando em dezenas de palcos, levando a melhor música de câmara não apenas a inúmeros espaços de Lisboa e municípios associados, mas também aos quatro cantos do país, cumprindo uma missão ímpar de descentralização da cultura musical.

Ao longo da sua história, a Orquestra Metropolitana de Lisboa realizou diversas digressões internacionais, da Europa ao Extremo Oriente, destacando-se desde 2018 atuações regulares em Espanha no quadro da parceria entre a AMEC / Metropolitana e o Coro e Orquestra da Rádio e Televisão Espanhola (RTVE).

De entre as inúmeras gravações realizadas pela Orquestra Metropolitana de Lisboa destacam-se, nos últimos anos, edições monográficas – como a dedicada à música de câmara de Fernando Lopes Graça (edição conjunta da AMEC / Metropolitana e da Sociedade Portuguesa de Autores) – e edições que colocam lado a lado obras orquestrais portuguesas e páginas de referência do repertório sinfónico internacional – Beethoven, Brahms, Dvořák, Bartók e Prokofiev, entre outros.

OML

Orquestra Metropolitana de Lisboa

Orquestra Metropolitana de Lisboa

De entre os artistas que colaboram com a Orquestra Metropolitana de Lisboa destacam-se maestros como Pablo Heras-Casado, Kristjan Järvi, Eivind Gullberg Jensen, Michael Zilm, Emilio Pomàrico, Christopher Hogwood, Theodor Guschlbauer, Enrico Onofri, Nicholas Kraemer, Leonardo García Alarcón, Alfredo Bernardini, Hans-Christoph Rademann, Beat Furrer, Magnus Lindberg, Joana Carneiro, Pedro Amaral, Pedro Neves, e solistas como Monserrat Caballé, Kiri Te Kanawa, José Carreras, Felicity Lott, Elisabete Matos, Leon Fleisher, Maria João Pires, Artur Pizarro, Sequeira Costa, António Rosado, Jorge Moyano, Filipe Pinto-Ribeiro, Marcos Magalhães, Aapo Häkkinen, Natalia Gutman, Adrian Brendel, Sayaka Shoji, Gerardo Ribeiro, Corey Cerovsek, Anabela Chaves, António Menezes, Sol Gabetta, Michel portal, Marlis Petersen, Dietrich Henschel e Mark Padmore, entre muitos outros.

Nomeado em 2021, Pedro Neves desempenha a dupla função de Diretor Artístico e Maestro Titular da Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Orquestra Sinfónica Juvenil

Fundada em 1973, a Orquestra Sinfónica Juvenil é reconhecida como uma instituição fundamental no nosso panorama músico-pedagógico. Sendo, em Portugal, a única orquestra de jovens com atividade permanente, desempenha um papel fulcral na formação de jovens músicos, numa perspetiva de aperfeiçoamento de alto nível e profissionalização. A O.S.J. recebeu e formou muitos dos atuais instrumentistas das nossas orquestras, incentivou e deu a conhecer ao público muitos jovens solistas, levou a sua acção em favor da cultura musical a todo o país, contribuindo para a criação de novos públicos.

Contando, nos seus quadros, com 80 elementos das diversas escolas de música da área de Lisboa, o seu repertório, em permanente renovação, é ambicioso e vasto: foram já tocadas mais de 800 obras abrangendo os séculos XVIII, XIX e XX. Nos últimos anos, a OSJ e os seus agrupamentos têm sido convidados para atuar em importantes acontecimentos artísticos. Em 1990, a convite da UNESCO, participou num estágio de aperfeiçoamento orquestral em Hortos (Grécia). Em 2002, a “Camerata” da Orquestra Sinfónica Juvenil representou Portugal no Festival Internacional de Jovens de Tianjin, China. Em 2005, efetuou um Estágio em Vigo (Galiza) em colaboração com a orquestra de jovens local.

OSJ

Orquestra Sinfónica Juvenil

Orquestra Sinfónica Juvenil

A OSJ mantém acordos de colaboração com orquestras semelhantes de vários países, com as quais estabelece intercâmbio de jovens músicos. Nos períodos de férias de verão, realiza anualmente estágios de aperfeiçoamento orquestral (Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores e localidades diversas no Continente), que têm permitido uma proximidade com as populações. A OSJ colabora regularmente com diversos coros na apresentação de repertório coral-sinfónico. Para além dos Maestros-Titulares (Alberto Nunes de 1973 – 83) e Christopher Bochmann (desde 1984) foi dirigida por Francisco d’Orey, Jorge Matta, António Saiote, Roberto Perez, Georges Adjinikos, José Palau, Andrew Swinerton, Vasco Azevedo, Julius Michalsky, Pedro Amaral e Filipe Carvalheiro. Tem desenvolvido as suas atividades com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura, Instituto Português do Desporto e Juventude, RTP, Câmara Municipal de Lisboa e com o apoio mecenático da Fundação EDP, instituição com a qual tem desenvolvido um fecundo programa de bolsas.

Orquestra Sinfónica Portuguesa

Criada em 1993, a Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP) é um dos corpos artísticos do Teatro Nacional de São Carlos e tem vindo a desenvolver uma atividade sinfónica própria, incluindo uma programação regular de concertos, participações em festivais de música nacionais e internacionais.

No âmbito de outras colaborações destaque-se também a sua presença nos seguintes acontecimentos: 8.º Torneio Eurovisão de Jovens Músicos transmitido pela Eurovisão para cerca de quinze países (1996); concerto de encerramento do 47.º Festival Internacional de Música y Danza de Granada (1997); concerto de Gala de Abertura da Feira do Livro de Frankfurt; concerto de encerramento da Expo 98; Festival de Música Contemporânea de Alicante (2000); e Festival de Teatro Clásico de Mérida (2003).

Colabora regularmente com a Rádio e Televisão de Portugal através da transmissão dos seus concertos e óperas pela Antena 2, designadamente a realização da Tetralogia Der Ring Des Nibelungen, transmitida na RTP2 e da participação em iniciativas da própria RTP, tais como o Prémio Pedro de Freitas Branco para Jovens Chefes de Orquestra, o Prémio Jovens Músicos-RDP e a tribuna Internacional de Jovens Intérpretes.

No âmbito das temporadas líricas e sinfónicas, a OSP tem-se apresentado sob a direção de notáveis maestros, tais como Rafael Frühbeck de Burgos, Alain Lombard, Nello Santi, Alberto Zedda, Harry Christophers, George Pehlivanian, Michel Plasson, Krzysztof Penderecki, Djansug Kakhidze, Milán Horvat, Jeffrey Tate e Iuri Ahronovitch, entre outros.

OSP

Orquestra Sinfónica Portuguesa

Orquestra Sinfónica Portuguesa

A discografia da OSP conta com dois CD para a etiqueta Marco Polo, com as Sinfonias n.º 1 e n.º 5, e n.º 3 e n.º 6, de Joly Braga Santos, as quais gravou sob a direção do seu primeiro maestro titular, Álvaro Cassuto, e «Crossing Borders» (obras de Wagner, Gershwin, Mendelssohn), sob a direcção de Julia Jones, numa gravação ao vivo pela Antena 2.

No cargo de maestro titular, seguiram-se José Ramón Encinar (1999/2001), Zoltán Peskó (2001/2004) e Julia Jones (2008/2011); Donato Renzetti desempenhou funções de Primeiro Maestro Convidado entre 2005 e 2007. Atualmente, a direção musical está a cargo de Joana Carneiro.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/lisboa-orquestra-sinfonica-portuguesa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-04 20:11:152026-04-23 08:20:07Lisboa e as suas orquestras
Grupo Etnográfico 7 Castelos de S. Domingos de Rana
Músicas no Concelho

Cascais e o seu folclore

Folclore em Cascais

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Associação do Rancho Folclórico e Etnográfico de Trajouce
  • Grupo Coral e Coreográfico da Sociedade Musical de Cascais
  • Grupo Coral e Coreográfico Infantil da Sociedade Musical de Cascais
  • Grupo de Danças e Cantares do Externato Nossa Senhora da Assunção
  • grupo etnográfico 7 Castelos de S. Domingos de Rana
  • Rancho Folclórico 1º de Julho de Alcoitão
  • Rancho Folclórico da Associação de Apoio Social de Nossa Senhora das Neves de Manique de Baixo

RF7CSDR

Grupo Etnográfico 7 Castelos de S. Domingos de Rana

grupo etnográfico 7 Castelos de S. Domingos de Rana

RFMB

Rancho Folclórico da Associação de Apoio Social de Nossa Senhora das Neves de Manique de Baixo

Rancho Folclórico da Associação de Apoio Social de Nossa Senhora das Neves de Manique de Baixo

Em 2005, pelas comemorações do 25 de Abril, realizou-se em Cascais realizou-se o VII Encontro de Ranchos Folclóricos e Grupos Etnográficos do Concelho de Cascais.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos de modo a facilitar a leitura.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/cascais-grupo-etnografico-sete-castelos-de-sao-domingos-de-rana.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-04 18:50:552021-09-28 19:38:45Cascais e o seu folclore
Sociedade Musical de Cascais
Músicas no Concelho

Cascais e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Cascais

Bandas de Música, história e atividades

  • Banda da Sociedade de Instrução e Recreio de Janes e Malveira
  • Banda da Sociedade Familiar e Recreativa da Malveira da Serra
  • Banda da Sociedade Musical Sportiva Alvidense
  • Banda da Sociedade Musical União Paredense
  • Banda da Sociedade Recreativa Musical de Carcavelos
  • Banda do Grupo de Solidariedade Musical e Desportiva de Talaíde
  • Banda do Grupo Recreativo e Dramático 1º de Maio de Tires “Filarmónica 1º de Maio”
  • Banda Domingos Sávio – Fundação Salesianos
  • Sociedade Musica de Cascais
Banda da Sociedade de Instrução e Recreio de Janes e Malveira

A SIRJM foi fundada em 1938, com os objetivos de instruir, beneficiar e recrear os associados. Nesta sequência, nasce uma escola de música, da qual sairiam os músicos que, a 29 de outubro do mesmo ano, protagonizaram a primeira atuação da então designada Tuna da Sociedade, percursora da Banda de Música. A coletividade tem sede própria desde 1945. A Banda Filarmónica propriamente dita surgiu em 1963, dando assim outra projeção ao fenómeno musical em Janes.

SIRJM

Banda da Sociedade de Instrução e Recreio de Janes e Malveira

Banda da Sociedade de Instrução e Recreio de Janes e Malveira

A partir de 1979, a Escola de Música conheceu um período de estagnação. Em 1987, a Escola foi reativada e passou a constituir, de novo, o grande suporte de renovação da Banda. Hoje a Filarmónica tem 50 executantes e atua em numerosos eventos e festividades. A banda é regida desde 1998 pelo Maestro Carlos Medinas.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Banda da Sociedade Familiar e Recreativa da Malveira da Serra

A Sociedade Familiar e Recreativa da Malveira da Serra completou 75 anos no dia 14 de fevereiro de 2016. Uma sessão solene, com entrega de emblemas a sócios antigos, e uma atuação musical da Banda Filarmónica da coletividade preencheram o dia.

SMRMS

Banda da Sociedade Familiar e Recreativa da Malveira da Serra

Banda da Sociedade Familiar e Recreativa da Malveira da Serra

Banda da Sociedade Musical Sportiva Alvidense

SMSA

Banda da Sociedade Musical Sportiva Alvidense

Banda da Sociedade Musical Sportiva Alvidense

Banda da Sociedade Musical União Paredense

A Sociedade Musical União Paredense foi fundada a 4 de março de 1899 tendo como principais finalidades a música e a beneficência. Inicialmente constituída por 23 elementos, a Banda viria a atingir alguns anos depois os 50 executantes. A sua primeira atuação ocorreu no mesmo ano, 1899, por alturas das festas da Senhora da Saúde em Penhalonga. Em 1903 saiu em auxílio das vítimas do terramoto de Benavente. Posteriormente surgiram dois grupos corais e um grupo cénico. Em 1965, a Sociedade viu-se forçada a parar as suas atividades culturais, embora ainda se mantivessem as suas festas associativas.

Banda da Sociedade Musical União Paredense

Banda da Sociedade Musical União Paredense

Em 1980, deu-se o segundo arranque de atividades criando-se uma Escola de Música, um Grupo Cénico, Dança Jazz, Teatro de Marionetas, Yoga e Xadrez. Em 1992 realizou o seu 1° Festival de Bandas Civis, continuando a organizá-los nos anos seguintes. Realiza anualmente cerca de 15 concertos. Conta com 56 elementos e é dirigida pelo Maestro Joaquim Alferes.

Banda da Sociedade Recreativa Musical de Carcavelos

A Sociedade Recreativa e Musical de Carcavelos foi fundada em 13 de outubro de 1901, com o nome de União Capricho Carcavelense. Francisco Félix e Casimiro de Moura começaram a lecionar música e em 1903 foi inaugurado um Só – Li Dó, nome dado a um pequeno grupo de variados instrumentos, do qual nasceria a Banda. Em 1912 a coletividade alterou a designação para a que hoje ostenta.

SMRC

Banda da Sociedade Recreativa Musical de Carcavelos

Banda da Sociedade Recreativa Musical de Carcavelos

A Sociedade foi-se enriquecendo com outras atividades. Foi criada uma Escola de Música que tem acolhido os melhores resultados com várias exibições e, o ingresso de vários elementos na Banda dá garantias da sua continuidade. Foi também criado um grupo de teatro infantil, que se estreou em fins de 1998 com grande sucesso. A Banda é composta por três dezenas de elementos.

Banda do Grupo de Solidariedade Musical e Desportiva de Talaíde

A Banda Filarmónica do Grupo de Solidariedade Musical e Desportiva de Talaíde foi oficialmente fundada a 20 de abril de 1930, no entanto, com a designação de Grupo de Solidariedade e Instrução Musical de Talaíde. Naquele tempo, 24 músicos tocavam, na sua maioria, instrumentos de corda. No dia 9 de junho de 1967, a fusão com o Operário Futebol Clube de Talaíde, clube que nasceu em 15 de outubro de 1961, deu lugar a atual designação.

GSMDT

Banda do Grupo de Solidariedade Musical e Desportiva de Talaíde

Banda do Grupo de Solidariedade Musical e Desportiva de Talaíde

Entre meados de 1978 e finais de 1979, a banda foi alvo de diversas reformulações, facto que contribuiu para o seu renascimento no mês de dezembro de 1980, data a partir da qual marcou presença em quase todos os eventos organizados dentro de distrito de Lisboa, com destaque para a participação anual no encontro de Bandas Civis dos concelhos de Oeiras e Cascais e o convite para a apresentação no programa televisivo “Minas e Armadilhas” da SIC.

É anualmente convidada a acompanhar a procissão do “Senhor Jesus dos Navegantes “ em Paço de Arcos e procissão de Nossa Senhora na Conceição da Abóboda. Participou nas festas do Vimieiro (Alentejo), Celorico da Beira e, como Banda convidada, nas Festas de Moncarapacho (Algarve). Atualmente, é a única Banda da Freguesia de São Domingos de Rana, Conselho de Cascais. É constituída por 38 músicos, orientados pela batuta do Maestro Francisco Teles.

Sociedade Musical de Cascais

A Sociedade Musical de Cascais foi fundada em 1914. É composta por 40 executantes, sob regência do maestro Fernando dos Santos Moreira. Conta com um vasto repertório que é garantia dos êxitos alcançados em várias exibições e concertos em diversos pontos do país. A média de idades dos seus elementos é de 25 anos. A escola de música que possui funciona com 20 alunos, de idades entre os 08 e os 20 anos.

SMC

Sociedade Musical de Cascais

Sociedade Musical de Cascais

Festival de Bandas de Cascais

O Festival de Bandas de Cascais resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Cascais e a Sociedade Musical Sportiva Alvidense onde, ao longo de três dias, atuam as Bandas do concelho.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/cascais-sociedade-musical-de-cascais.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-04 18:33:342024-10-27 20:40:02Cascais e as suas filarmónicas
Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho
Músicas no Concelho

Amadora e o seu folclore

Folclore da Amadora

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Associação Rancho Folclórico Alegria do Minho
  • Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho
Associação Rancho Folclórico Alegria do Minho

Fundado a 29 de agosto de 2012, o Rancho Folclórico Alegria do Minho visa a promover a cultura popular tradicional Minhota.

RFAM

Associação Rancho Folclórico Alegria do Minho

Associação Rancho Folclórico Alegria do Minho

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

O Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho foi fundado a 12 de novembro de 1987 e está sediado na Associação de Moradores do Alto do Moinho, freguesia de Alfragide, concelho da Amadora. Inicialmente com o nome de Rancho Folclórico Alto do Moinho, após 20 anos de atividade, decidiu, com o apoio da Associação de Moradores Alto do Moinho fazer uma reestruturação completa, nascendo assim o Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho. Representa o Douro Litoral Norte e é composto por cerca de 30 elementos, com idades entre o 1 ano e os 80 anos. Em setembro de 1997, organizou pela primeira vez o Festival de Folclore da freguesia da Buraca que desde então tem sido concretizado anualmente, pertencendo agora à freguesia de Alfragide.

São várias as representações que este grupo tem feito de Norte a Sul do País, participando em festas, romarias e festivais de folclore.

De modo a representar fidedignamente o folclore do Douro Litoral do fim do séc. XIX e início do séc. XX, este grupo fez uma recolha das modas e trajes das regiões de Gondomar, Trofa, Maia, entre outras regiões do Grande Porto. O GDCAM é sócio aderente da Federação do Folclore Português.

GDCAM

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

GDCAM

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

GDCAM em Montemor-o-Novo

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

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GDCAM

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Municípios

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/amadora-grupo-dancas-e-cantares-alto-do-moinho-3.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-04 16:18:112024-10-28 10:24:32Amadora e o seu folclore
Sociedade Filarmónica Recreio Artístico da Amadora
Músicas no Concelho

Amadora e as suas filarmónicas

Filarmónicas da Amadora

Bandas de Música, história e atividades

  • Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora
  • Sociedade Filarmónica de Apoio Social e Recreio Artístico da Amadora
  • Sociedade Filarmónica Recreio Artístico da Amadora
Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora

A Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora foi fundada a 2 de agosto de 1959. O objetivo era fazer música e integrá-la na vida dos habitantes. Para concretizar aquilo a que se propunham, procuraram apoios no Comércio e Indústria da cidade da Amadora, assumindo assim a sua designação conforme esse mecenato.

Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora

Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora

Em 1986, a SFCIA foi agraciada pela Câmara Municipal da Amadora com a Medalha de Prata de Mérito Municipal. Em 1997, por unanimidade de todas as forças políticas representadas na autarquia, foi-lhe atribuída a Medalha de Prata de Mérito e Dedicação, também da Câmara Municipal. Em 1999 teve início a Banda Juvenil e o Coro Infantil, dando prolongamento à Escola de Música. Membro-fundador da Federação de Bandas de Lisboa, em 2005 a Banda registou o trabalho desenvolvido num CD comercial, a juntar aos inúmeros concertos gravados ao vivo.

Em 2013, a SFCIA foi distinguida com o estatuto de Instituição de Utilidade Pública. Em 2016, recebeu o 2º Prémio na 2ª Categoria (Prestação Sinfónica e Tauromaquia) do 6º Concurso Internacional de Bandas do Ateneu Artístico Vila-franquense. A banda é composta por cerca de cinquenta elementos, na sua maioria jovens com formação na escola de música da SFCIA.

Sociedade Filarmónica Recreio Artístico da Amadora

A Sociedade Filarmónica Recreio Artístico da Amadora foi fundada a 01 de outubro de 1989. Conta com 45 músicos, a maioria jovens oriundos da sua escola de música e da escola de música de Belas, Cacém. Tem feito atuações diversas, em concertos, arruadas, inaugurações, desfiles, jogos de futebol e festivais de bandas. Deslocou-se a Penalva do Castelo, Sousel, São Mamede (Bombarral) e apresentou-se em várias localidades na área de Lisboa, na Expo ’98, Alverca e Vila Franca de Xira.

SFCIA

Sociedade Filarmónica Recreio Artístico da Amadora

Sociedade Filarmónica Recreio Artístico da Amadora

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/amadora-sfcia.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-04 15:35:282021-06-21 11:19:34Amadora e as suas filarmónicas
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