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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Sociedade Filarmónica Assaforense
Músicas no Concelho

Sintra e as suas filarmónicas

Sintra e as suas filarmónicas

Bandas de música, história e atividades no Concelho

  • Banda da União Mucifalense
  • Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares
  • Banda Filarmónica de São Bento de Massamá – FilarmoniArtes
  • Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme
  • Sociedade Filarmónica Assaforense
  • Sociedade Filarmónica Boa União Montelavarense
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  • Sociedade Filarmónica e Recreativa de Pero Pinheiro
  • Sociedade Filarmónica Instrução e Recreio Familiar de Lameiras
  • Sociedade Filarmónica Os Aliados
Banda da União Mucifalense

Nascida em 1984, a Banda da União Mucifalense teve origens mais remotas na Orquestra da Tuna Recreativa Mucifalense, Sociedade de Cultura e Recreio fundada em 1927, que veio a fundir-se com o Grupo Desportivo Mucifalense em 1975, dando então origem à União Mucifalense.

Da velha Tuna Recreativa restou a escola de música que veio a ter continuidade e maior impulso na nova coletividade. Com os músicos da extinta orquestra e os novos elementos preparados na Escola de Música, o sonho de uma Banda de Música começou a tomar forma. O Mestre António Saraiva levou por diante a tarefa. No dia da inauguração do restauro da atual Sede, que contou com apoios da Câmara Municipal de Sintra e da Secretaria de Estado da Cultura, assistiu-se ao primeiro concerto da Banda da União Mucifalense.

BUM

Banda da União Mucifalense

Banda da União Mucifalense

A Banda da União Mucifalense conta com 36 elementos, entre os 10 e 60 anos. Faz cerca de 15 atuações por ano, algumas das quais em concertos promovidos pela Câmara Municipal de Sintra. Atua em festas populares em diversas localidades, fazendo procissões, concertos e arruadas. Tem atuado em diversos festivais de bandas. A Escola de Música conta com duas dezenas de aprendizes. É seu diretor artístico João Fortunato Panta Nunes, tendo como professor da Escola de Música Nuno Carvalho.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares

Numa Assembleia Geral Extraordinária da Associação dos Bombeiros,em 1891, foi resolvido criar uma Banda de Música, formada pelos sócios da Instituição, para acompanhar o corpo de Bombeiros nas suas formaturas. De acordo com os primitivos Estatutos, aprovados em 1929, a data oficial da fundação da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares ficou expressamente consagrada como sendo a de 1 de novembro de 1891.

O falecimento em 1896 de José Inácio da Costa, grande impulsionador e fundador das duas instituições, terá propiciado a separação. Além da sua vocação musical, a nossa Banda desenvolveu igualmente outras atividades como o Teatro, particularmente nas décadas de 30, 40 e 50 e aulas de alfabetização para adultos nos anos 50.

BBVC

Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares

Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares

A Coletividade tem cerca de 400 associados. A Banda é composta por cerca de 40 músicos e administra uma Escola de Música, com carácter gratuito, destinada a toda a gente, mas especialmente vocacionado para as crianças em idade escolar. A Banda tem atuado em várias localidades de norte a sul do País, para onde é convidada pelas diversas comissões de festas. Participa em eventos promovidos pela Câmara Municipal de Sintra, como o Encontro de Bandas Filarmónicas do Concelho de Sintra, ao abrigo de protocolo existente.

Banda Filarmónica de São Bento de Massamá – FilarmoniArtes

A FilarmoniArtes é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 2003. Tem por objetivos proporcionar aos sócios e aos jovens em geral a prática de atividades culturais, educativas e recreativas que fomentem a conjugação de criatividades e a cultura, numa perspetiva de desenvolvimento de competências ao longo da vida, e colaborar também, em todos os programas de entidades orientadas pelos mesmos objetivos.

Foi constituída no seguimento das atividades pedagógicas e culturais desenvolvidas pela Orquestra Ligeira de Massamá, formada em 1993, que neste momento está numa fase de remodelação. Desenvolve desde 2003 o projeto educativo “Música na Escola”, nas Escolas Básicas do 1º Ciclo de Massamá, em colaboração com a Junta de Freguesia de Massamá, que abrange cerca de 600 alunos dos 3º e 4º anos de escolaridade, com carácter gratuito e universal.

Este projeto está conforme o Currículo Nacional do 1º Ciclo do Ensino Básico, é autorizado pelo Ministério da Educação, está integrado no currículo escolar, fazendo parte do Projeto Educativo das respetivas escolas.
A Academia de Música S. Bento de Massamá, funciona desde Maio de 2005, onde são leccionadas as disciplinas de Formação Musical, Piano, Órgão, Guitarra Clássica, Guitarra Eléctrica, Baixo Eléctrico, Flauta, Clarinete, Saxofone, Trompete, Trompa, Trombone, Bombardino, Tuba e Percussão.

A Banda Filarmónica S. Bento de Massamá funciona desde 2005 e tem como objetivos dar aos jovens a oportunidade da prática musical em grupo instrumental dinâmico; promover a literacia musical na freguesia, atraindo a população a esta arte e tornando-a mais sensível à música; criar uma identidade comunitária através da música, projetando o nome da freguesia de Massamá a outras localidades; promover um espaço de convívio saudável e lúdico.

BFSBM

Banda Filarmónica de São Bento de Massamá – FilarmoniArtes

Banda Filarmónica de São Bento de Massamá – FilarmoniArtes

O Grupo de Sopros da BFSBM, formado em 2007, tem como objetivos a prática de “música de câmara”, o acompanhamento de grupos corais e a participação em eventos adequados a esta formação. O Grupo Coral S. Bento de Massamá, formado em 2007, tem como objetivo a prática de música coral, dirigida a jovens e adultos. Participa em cerimónias religiosas e em eventos de carácter profano.

Sociedade Filarmónica Boa União Montelavarense

Em 06 de outubro de 1890, um grupo de Montelavarenses juntou-se fundando a coletividade que tem por nome “Sociedade Filarmónica Boa União Montelavarense”. Filiada na Federação das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto do Distrito de Lisboa, foi em 1978 considerada “Pessoa Coletiva de Utilidade Pública”. À data da sua fundação nasceu também a Banda Filarmónica.

Em 1971, participou no 2º Concurso Nacional de Bandas de Música Civis da FNAT, em 1ª categoria, obtendo um 3º prémio. Em 1981 foi convidada a atuar em Kerkrade (Holanda), no “Wereldmuziekconcours”, onde obteve um 3º lugar, em 2ª categoria. Em 1985 recebeu a Medalha de Ouro de 1º Grau e Mérito Municipal, atribuída pela Câmara Municipal de Sintra. Nos anos 1987 e 1991 deslocou-se a Alsfeld (Alemanha) para participar no concurso “Deutschland Pokal”, classe orquestra, sendo distinguida com um 2º e 5º lugares respetivamente.

Em 1992 foi-lhe atribuído, pelo Presidente da República, o título de “Membro-Honorário da Ordem do Mérito”. Nesse ano participou no espetáculo “Embaixada da Juventude Portuguesa à Expo’92”, para as comemorações do Dia de Portugal na Exposição Universal de Sevilha (Espanha). Em 2006 participou no Concurso de Bandas do Ateneu Artístico Vilafranquense, em 3ª categoria, obtendo um 1º lugar.

Nos últimos 50 anos sucederam-se respetivamente na direção da Banda, os maestros: Modesto Alves Velho, Álvaro Sousa, Domingos Canhão, Agostinho Caineta, António Monteiro, Délio Gonçalves, Paulo Guia.

BSFBOM

Banda da Sociedade Filarmónica Boa União Montelavarense

Banda da Sociedade Filarmónica Boa União Montelavarense

Fazem parte do seu corpo de Banda 40 elementos, com idades entre os 8 e os 78, sendo de salientar o elevado número de jovens, os quais provêm da Escola de Música da Coletividade. A direção artística da Banda Montelavarense está cargo do maestro Jaime Rego.

Sociedade Filarmónica de Nossa Senhora da Fé de Monte Abraão

Em 2003, uma família residente em Monte Abraão – Queluz, lançou o desafio ao regente António Domingos, dirigindo-lhe o convite para lecionar música freguesia (eventualmente em instalações da paróquia), convite que foi aceite. O Padre Francisco José prontificou-se para ceder um espaço. A ideia começou a ganhar forma e substância, no decurso das semanas seguintes, com o aparecimento de elementos de várias idades, com o interesse comum em aprender e participar neste projeto. Contou desde o primeiro momento com o apoio da Presidente da Junta de Freguesia e mais tarde da Câmara Municipal de Sintra.

BSFNSFMA

Banda da Sociedade Filarmónica de Nossa Senhora da Fé de Monte Abraão

Banda da Sociedade Filarmónica de Nossa Senhora da Fé de Monte Abraão

A Banda fez a sua estreia musical ocorrido no decorrer das Festas da Padroeira Nossa Senhora da Fé do Monte Abraão, durante o ato solene na celebração da missa do dia 29 de maio de 2004. Tem atuado em várias localidades do País, em procissões, arruadas e concertos. A Banda participou no Encontro de Bandas Filarmónicas do Concelho de Sintra e fez a estreia televisiva no programa “Você na TV”, em direto em 2009. Em 2008, Francisco Paixão tornou-se Maestro da Banda.

Sociedade Filarmónica e Recreativa de Pero Pinheiro

A Banda de Música da SFRPP nasceu em 1919, na sequência da fundação da Sociedade Filarmónica Recreativa de Pêro Pinheiro. Apareceu pela primeira vez a público em 1920, sob a direção do Maestro Luz. Até 1945, a regência esteve a cargo dos maestros Lopes, Gomes e Romero, altura em que ficou sob a batuta do Maestro Vítor Santos, subchefe do Regimento de Caçadores 5. Sob esta regência a Banda deu um salto bem significativo na sua capacidade e qualidade de execução musical.

A Banda foi dirigida, de 1958 a 1976, por António Gonçalves, com quem alcançou êxitos nacionais e internacionais. Em 1960 e 1971, em concursos nacionais organizados pela FNAT, alcançou em ambos, o segundo lugar, sendo o primeiro deles decorrentes da participação no 1º Grande Concurso Nacional de Filarmónicas e Bandas Civis (2ª Categoria), realizado em 1960 por aquela organização de âmbito nacional. Nos Concursos Internacionais de Bandas de Música Civis (2ª Categoria), de envergadura europeia, na Holanda, na cidade de Kerkrade, a Banda da SFRPP, alcançou os 2°, 3° e 1º prémios, em 1962, 1966 e 1974, respetivamente.

BSFRPP

Banda da Sociedade Filarmónica e Recreativa de Pero Pinheiro

Banda da Sociedade Filarmónica e Recreativa de Pero Pinheiro

No período de 1976 a 1987, foi dirigida por Vasco Serra, a quem sucedeu Alberto Rodrigues Freitas, de 1987 a 2004. É dirigida pelo Maestro João Aires. Tem em atividade, no campo musical, além da Banda, uma Orquestra Ligeira, um Grupo de Música de Câmara – O Grupo de Sopro 1º Tempo – e a Escola de Música, onde ocorre a formação musical das crianças e jovens da comunidade, e que é a principal fonte de executantes musicais para a Banda Filarmónica, e da qual têm saído músicos que seguem carreiras profissionais no mundo da música. A SFRPP tem vindo a promover anualmente, em tempos mais recentes, um Festival de Bandas Filarmónicas.

Sociedade Filarmónica Instrução e Recreio Familiar de Lameiras

Lameiras conheceu, em tempos idos, duas bandas filarmónicas que acabaram por se extinguir, a última das quais há 35 anos. Em 1987 uma comissão de antigos músicos conseguiu que a Banda reiniciasse a atividade. A escola de música começou por ser orientada pelo Maestro Manuel Borges Monteiro, profissional da Banda da GNR. Em 1992 continuou o trabalho o maestro Luís Fernando da Silva Pereira. Em janeiro de 1994, com a colaboração de comerciantes locais, a banda estreou um novo fardamento. A Banda conta com quatro dezenas de executantes, a grande maioria saídos da escola de música.

BSFIRFL

Banda da Sociedade Filarmónica Instrução e Recreio Familiar de Lameiras

Banda da Sociedade Filarmónica Instrução e Recreio Familiar de Lameiras

Sociedade Filarmónica Os Aliados

Fundada em 1922, a Sociedade Filarmónica “Os Aliados” está sediada no Largo dos Aliados em S. Pedro de Penaferrim, Sintra, local que pertenceu à Freguesia de Santa Maria e S. Miguel até 1985. O nascimento desta Sociedade – deve-se a uma cisão entre os filarmónicos da Sociedade União 1.° de Dezembro, com a sua sede na Rua 1.° de Dezembro e atualmente encontra-se sedeada na Rua Conde Sucena, em S. Pedro de Penaferrim, Sintra. Da cisão constituíram-se dois grupos. Um, procurava a continuidade da banda, (a qual, segundo jornais da época, durou até 1928), enquanto o outro, determinado a abandoná-la, criou uma nova banda no bairro de S. Pedro. Embora ainda sem sede, ensaiavam onde podiam, com predominância nas residências de Alfredo de Oliveira e Silva e de Olímpio Chalanca, embora também e durante algum tempo, numa dependência da “taberna” de Joaquim Gomes dos Santos, também conhecido por “Joaquim Galego”, na Cova da Onça (Calçada de S. Pedro), local situado muito próximo da atual sede. Durante os primeiros anos de vida, sem sede própria, a banda ensaiava onde podia.

Determinados a construírem a sede, organizavam vários festejos populares e concertos, estes, no antigo Cinema Garrett (atualmente sede da Sociedade União Sintrense), na Rua Maria Eugenia Navarro, também esta Sociedade localizada a escassos 1500 metros do Largo dos Aliados. Durante o Verão organizavam festas, com o mesmo objetivo e determinação, na “Quinta D. Dinis” localizada próximo do Largo da Feira de S. Pedro, propriedade do Senhor Soares Ribeiro. Em 1924, foi apresentada oficialmente, a toda a população de S. Pedro, a sua bandeira, tendo sido para o efeito, realizado um concerto musical, no coreto existente, na altura, no Largo da Feira de S. Pedro.

Em 7 de Junho de mil novecentos e vinte e três (1923), a Direção da Sociedade propõe em Assembleia-Geral, a aquisição do terreno onde hoje se encontra instalada a sua sede. O terreno foi adquirido pela quantia de dois mil e quinhentos escudos, ao seu proprietário, senhor Manuel Constantino Jorge, conforme consta na acta lavrada em Assembleia Geral de 4 de Fevereiro de mil novecentos e vinte e quatro (1924), devidamente assinada por todos os sócios presentes. Do grupo de associados constituíram-se várias comissões (quermesse, bufete, auxiliar da Direção), destinadas a trabalhar na organização dos festejos populares, com o objetivo de angariar donativos e outros fundos para a construção da sua sede e a manutenção da banda. Em 1925, a Sociedade Filarmónica “Os Aliados” abriu as portas aos associados e à população em geral.

BSFA

Banda da Sociedade Filarmónica Os Aliados

Banda da Sociedade Filarmónica Os Aliados

Ao longo da história da coletividade, as direções têm dado prestimoso apoio à Banda de Música, à escola de música e à manutenção da sede, com o propósito de bem servir os seus associados e levar a efeito a realização dos seus eventos culturais e lúdicos, como concertos, bailes, teatro, noites de fado, ensino de música.

Sociedade Filarmónica União Assaforense

A Sociedade Filarmónica União Assaforense é uma associação cultural sem fins lucrativos que visa divulgar, proporcionar e apoiar as mais diversas atividades culturais, nomeadamente, nas áreas da música, do teatro e do desporto.

Sociedade Filarmónica União Assaforense

Sociedade Filarmónica União Assaforense

Foi fundada a 1 de dezembro de 1942, em simultâneo com a sua Banda Filarmónica, cuja criação teve como mentores Manuel Heleno e Alexandre Frade. A ideia mereceu, desde logo, o apoio de um grupo de assaforenses que abraçaram este projeto.

A Banda atuou em público, pela primeira vez, em 1943, contando, então, com 26 executantes. Até 1982 foi dirigida por diversos maestros, entre os quais se destacaram Hilário Ferreira e José Dias Montezinho. De 1982 a 2010 a direção musical esteve a cargo do Maestro Abílio Ferreira Ramos. A partir de 1 de dezembro de 2010 a direção musical da Banda assim como a Orquestra Ligeira está a cargo do Maestro Délio Gonçalves.

Desde a sua apresentação, a Banda tem efetuado inúmeras atuações, das quais se destacam a participação no festival da EDP em 1984, Expo 98, comemorações do 50º aniversário do Tratado de Roma; outras cerimónias oficiais e ainda concertos e desfiles em diversas localidades de norte a sul, bem como atuações nos Açores e na província espanhola de Huelva.

Sociedade Filarmónica Assaforense

Sociedade Filarmónica Assaforense

A Banda gravou 3 CD. O primeiro, em conjunto com a Orquestra Ligeira, foi lançado no 60º aniversário (2002). O segundo, com o título “Maestro Abílio Ramos”, em homenagem aos 25 anos de direção da Banda, foi apresentado na passagem do 65º aniversário (2007). O terceiro, intitulado “Bodas de Diamante”, foi lançado por ocasião do 75º aniversário da coletividade, em 2017.

Com o objetivo de difundir a aprendizagem da música e preparar a integração de novos executantes na Banda, foi criada, em 1985, uma escola de música. De salientar ainda a criação, em 1987, de uma Orquestra Juvenil, que veio dar lugar, em 1997 à Orquestra Ligeira da SFUA.

Atualmente, a Banda de Música conta com cerca de 80 executantes, com idades compreendidas entre os 10 e os 80 anos, na sua grande maioria provenientes da Escola de Música.

Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme

A Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme (SRMA) tem por objetivo a promoção e a divulgação de atividades de génese cultural. Inclui a Banda Filarmónica e a Orquestra Ligeira, orgulho da comunidade onde estão inseridas, e é berço do recentemente ativado grupo de teatro Pérola da Adraga. Tem uma sala de espetáculos (equipamentos de som e luzes) e sala para eventos com capacidade em plateia para 240 pessoas.

BSRMA

Banda da Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme

Banda da Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme

EVENTOS

Encontro de Bandas Filarmónicas do Concelho de Sintra

Dando continuidade a uma iniciativa que, desde o ano de 2007, tem vindo a ser promovida pelas diversas bandas filarmónicas sediadas neste Concelho, a Sociedade Filarmónica União Assaforense por ocasião do 75º Aniversário da Coletividade, promoveu em 2017, com o apoio da Câmara Municipal de Sintra, o XI Encontro de Bandas Filarmónicas do Concelho de Sintra, em novembro e dezembro, na Sociedade Filarmónica União Assaforense – Sede da Associação, na Assafora.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/sintra-sfua.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-04 00:11:512024-10-27 20:23:40Sintra e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico e Etnográfico Saloio M.T.B.A.
Músicas no Concelho

Sintra e o seu folclore

Folclore em Sintra

Grupos etnográficos tradições e atividades

  • Região: Estremadura (Estremadura Centro Saloia)
  • Distrito: Lisboa
  • Concelho: Sintra

06 grupos

  • Grupo Folclórico de Belas
  • Grupo Folclórico Os Camponeses de D. Maria
  • Rancho Folclórico As Lavadeiras do Sabugo
  • Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra
  • Rancho Folclórico dos Recreios da Venda Seca
  • Rancho Folclórico e Etnográfico Saloio M.T.B.A.
Grupo Folclórico de Belas

Fundado em 1973, o Grupo Folclórico de Belas é uma valência cultural do Centro Cultural Recreativo e Desportivo de Belas.

Dedica se fundamentalmente a recolhas, estudo, preservação e divulgação das mais antigas tradições etno-folclóricas da região saloia, mais propriamente do Concelho de Sintra e das terras do antigo concelho de Bellas que foi extinto no ano de 1855.

Possui a sua sede numa antiga Quinta Agrícola, na Vila de Belas, onde está também situada a Casa Museu Joaquim Ferreira, único do género no Distrito de Lisboa, local esse onde está exposto o Acervo Museológico do grupo.

Fruto de recolhas efetuadas, aquando da fundação, apresenta trajes de trabalho, domingueiro, camponês abastado, abegão, leiteira, padeira, traje de meia senhora, traje de ir à missa, vendedeira de fruta, mordomo da festa e o mais antigo e representativo o traje da carapucinha.

O vasto reportório é composto por valsas, chotice, viras, verde gaios e os tradicionais bailaricos, dando especial destaque ao fandango saloio.

Apresenta ainda em público os tradicionais pregões saloios com que os antepassados apregoavam os produtos nas Feiras Saloias, nas ruas de Lisboa e em Sintra. Na tocata estão presentes os tradicionais instrumentos populares da zona.

O Grupo Folclórico de Belas é sócio efetivo da Federação do Folclore Português e da Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa. Realiza anualmente dois Festivais de Folclore (Adulto e Infantil), participa em diversas manifestações culturais organizadas pela Federação do Folclore Português e esteve já presente no estrangeiro (Alemanha, Egipto, Espanha, França e na Ilha de Jersey).

GFB

Grupo Folclórico de Belas

Grupo Folclórico de Belas

Grupo Folclórico Os Camponeses de D. Maria

O Grupo Folclórico “Os Camponeses” D. Maria foi fundado em 11 de Fevereiro de 1979. É sócio fundador da ADLPDCTP, sócio do INATEL e membro da Federação do Folclore Português.

Grupo Folclórico Os Camponeses de D. Maria

Grupo Folclórico Os Camponeses de D. Maria

Rancho Folclórico As Lavadeiras do Sabugo

Fundado em 1966, o Rancho Folclórico do Sabugo é o mais antigo dos grupos existentes no concelho de Sintra. Procurou fazer um trabalho de pesquisa que lhe permitisse uma maior autenticidade nas suas atuações, representando o período compreendido entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX, com destaque para as figuras da lavadeira e do carroceiro, atividades presentes na memória coletiva da aldeia.

RFLS

Rancho Folclórico As Lavadeiras do Sabugo

Rancho Folclórico As Lavadeiras do Sabugo

Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra

RFVSS

Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra

Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra

Rancho Folclórico dos Recreios da Venda Seca

O Rancho Folclórico dos Recreios da Venda Seca foi fundado em 26 de maio de 1989. Tem como principal objetivo “recolher, preservar e divulgar o folclore da zona saloia de Sintra”, para além de ocupar os tempos livres de crianças e jovens da localidade. Tem atuado por todo o concelho de Sintra, a convite de coletividades e comissões de festas, e por protocolo com a Câmara Municipal de Sintra. Em sistema de permuta, tem levado o seu folclore a todo o País, participando em festivais de folclore nacionais e internacionais. Tem cerca de cinquenta elementos, com idades entre os nove e os setenta anos.

RFRVS

Rancho Folclórico dos Recreios da Venda Seca

Rancho Folclórico dos Recreios da Venda Seca

Canta e baila modas recolhidas na região, como: Choutice, Enleio, Bailaricos, Carreirinhas, Viras, Valsas e Mazurca, Picadinho, Tacão e Bico, Muro do Derrete.

Traja como era costume nos finais do século XVIII e princípios do século XIX. Apresenta trajos de “Lavadeira”, “Carroceiro”, “Mordomos”, “Cavador”, “Lavradores abastados”, “Menina remediada”, “ Montar à portuguesa”, Ama de meninos”, “Leiteira”, ”Vendedeira de queijadas”, ”Vendedora de ovos”, “De ir à feira”.

Os adereços e utensílios são os da época que representa. Em 1990, levou a efeito as 1as Jornadas de Folclore da Venda Seca. Tem participado em desfiles de trajos da região saloia, e atuou por três vezes na EXPO 98. Participou na gravação de um CD-ROM de Ranchos da Região de Lisboa. Organiza anualmente um Festival de Folclore infantil e outro Adulto, e está inscrito no INATEL.

Rancho Folclórico e Etnográfico Saloio M.T.B.A.

O Grupo União Recreativo e Desportivo M.T.B.A. foi fundado em 7 de julho de 1972, da fusão do Grupo União Recreativo BMAT de Bolembre e do Futebol Clube Tojeirense da Tojeira, com a colaboração das populações das aldeias de Magoito, Tojeira, Bolembre e Arneiro dos Marinheiros.

Composto por um pavilhão gimnodesportivo (com lotação para 1000 pessoas, piso sintético, boa iluminação, ginásio e café) e um campo de futebol, este clube conta com mais de 200 atletas em diversas modalidades (Futsal em diversos escalões, Atletismo, Voleibol, Karaté) e mais de 400 participantes nas diversas atividades recreativas e culturais (Carnaval, Rancho Etnográfico e Folclórico, marchas Populares).

RFES

Rancho Folclórico e Etnográfico Saloio M.T.B.A.

Rancho Folclórico e Etnográfico Saloio M.T.B.A.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/sintra-rancho-mtba.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-03 22:30:542021-09-17 21:43:48Sintra e o seu folclore
Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Gouveia S. Simão
Músicas no Concelho

Amarante e o seu folclore

Folclore em Amarante

Grupos etnográficos, tradições e atividades

  • Região: Entre Douro e Minho
  • Distrito: Porto

10 grupos

  • Grupo de Cantares e Danças de Santa Cruz de Riba Tâmega
  • Grupo Folclórico da Amizade de Telões
  • Grupo Folclórico de Santa Cruz de Vila Meã
  • Grupo Folclórico de Vila Chã do Marão
  • Rancho Folclórico da Associação Casa do Povo Figueiró Santiago
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Figueiró Santiago
  • Rancho Folclórico de Salvador do Monte
  • Rancho Folclórico de S. Martinho de Mancelos
  • Rancho Folclórico de Vilarinho
  • Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Gouveia S. Simão
Grupo de Cantares e Danças de Santa Cruz de Riba Tâmega

O Grupo de Cantares e Danças de Santa Cruz de Riba Tâmega é uma associação de natureza cultural e folclórica. sediada no lugar do Outeiro, freguesia de Real, concelho de Amarante. Foi constituída com associação a 8 de novembro de 1985.

Grupo de Cantares e Danças de Santa Cruz de Riba Tâmega

Grupo de Cantares e Danças de Santa Cruz de Riba Tâmega

Grupo Folclórico da Amizade de Telões

O Grupo Folclórico da Amizade de Telões foi fundado em 19 de junho de 2005. É uma associação sem fins lucrativos que nasceu para participar num desfile com vista à angariação de fundos para o restauro do Mosteiro de Telões. Com os apoios do pároco e da Junta de Freguesia, deu-se continuidade ao projeto.

RFAT

Grupo Folclórico da Amizade de Telões

Grupo Folclórico da Amizade de Telões

O Grupo tem como objetivo incentivar e cativar os jovens para a prática do folclore, preservar os bons costumes e tradições, fomentar o convívio entre gerações, organizar eventos Promove a freguesia de Telões e o concelho de Amarante, de Norte a Sul do país e além fronteiras, através das danças e cantares típicos da região como, o Verdegar, o malhão, a cana verde, a Margarida Moleira, entre outras. Os trajes simbolizam a riqueza e o colorido do legado cultural da nossa região, como o traje de noivos, o traje domingueiro, de rico e de pobre, o traje de lavrador, de merendeira e de padeirinha.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Grupo Folclórico de Santa Cruz de Vila Meã

O Grupo Folclórico de Santa Cruz de Vila Meã foi fundado em 19 de novembro de 1977. Apresentou-se pela primeira vez em público em 30 de abril de1978. Perpetua a cultura da região de Vila Meã através das danças e cantares, dos usos e dos costumes do que foi o (extinto) concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega que aqui tinha a sua sede.

É a terra dos pintores Amadeo de Souza Cardozo e Acácio Lino. Aqui António Nobre passou grande parte da sua curta vida e onde veio a escrever, na sua Casa do Seixo, uma significativa parte do “Só”. Agustina Bessa Luís nasceu mesmo junto ao Pelourinho.

Salvaguardando o respeito devido ao folclore, o fundador seguiu o caminho do rigor e da seriedade na recolha dos testemunhos em que havia de assentar os pilares do seu grupo, após o que escolheu o nome de modo a caracterizar a região que se pretendia representar.

O Grupo Folclórico de Santa Cruz de Vila Meã é filiado na Federação do Folclore Português. Percorre o País de norte a sul em festivais, festas e romarias. Destacam-se as ctuações em Alcoutim, Castro Marim, Portimão, Lagos e Praia da Rocha num Festival Nacional do Algarve transmitido pela RTP. Além fronteiras, teve atuações nos festivais das festas de Vila Marin, Celta de Vigo e Internacional da FITUR, em Madrid. Em França, apresentou-se especialmente para os emigrantes portugueses. Em 1984, atuou em Pau, Mérignac, Orthez; em 1985, em Bordéus e La Rochelle; em 1986, no Festival de Chateauneuf; e, em 2006, nas Festas de S. João, em Orléans. Na Alemanha, representou o folclore do concelho de Amarante, na geminação da cidade com a de Wiesloch, em 2004. Desde a sua fundação realiza organiza o seu festival.

Grupo Folclórico de Vila Chã do Marão

O Grupo Folclórico de Vila Chã do Marão nasceu em 2007. Pouco a pouco, foram-se juntando as cerca de cinquenta pessoas que hoje lhe dão vida. A apresentação pública teve lugar no dia 26 de dezembro de 2007, dia de Santo Estêvão, Padroeiro da Freguesia. O Grupo fez várias atuações, na Feira das Papas em Olo (2008), Loivos do Monte, S. Simão, Festa de Verão em Vila Chã, Sanche, Festival de Folclore em Fregim, Festa das Colheitas em Vila Chã e Festa da Castanha em Canadelo, Festa de S. Faustino em Fridão.

Em 2008, foi assinada a escritura notarial de constituição da Associação sem fins lucrativos denominada Grupo Folclórico de Vila Chã do Marão, que tem como objetivo “promover danças e cantares regionais, aperfeiçoar e ensinar o folclore, preservar e divulgar a história, os usos e costumes da freguesia de Vila Chã e organizar e promover convívios, festas e outros eventos”.

RFVCM

Grupo Folclórico de Vila Chã do Marão

Grupo Folclórico de Vila Chã do Marão

O Grupo Folclórico pretende recriar o modo de vida dos antepassados, revivendo tradições e levando consigo para onde quer que vá, a freguesia de Vila Chã do Marão. Nela podemos encontrar vestígios de um castro, apreciar as sepulturas antropomórficas, lagar de vinho medieval, habitações rupestres, moinhos, lagares de azeite. A população participou ativamente na luta contra os invasores franceses, em 1809, travando-se na freguesia uma batalha no local hoje conhecido por “Vale dos Franceses”.

Rancho Folclórico da Associação Casa do Povo Figueiró Santiago

Fundado em 1983, o Rancho Folclórico da Associação Casa do Povo Figueiró Santiago situa-se na região entre Douro e Minho, e é um embaixador do concelho de Amarante. No seu reportório tem um vasto número de danças típicas da região, como o malhão, a rusga, a chula, o Papagaio, Senhor da Pedra, Rosinha do Meio, Mariana é Baixinha, o Verdegar, São João e Serrana.

Rancho Folclórico da Associação Casa do Povo Figueiró Santiago

Rancho Folclórico da Associação Casa do Povo Figueiró Santiago

Os seus trajes são variados e alguns são mesmo autênticas descobertas nas arcas dos antepassados. Outros, são réplicas fiéis daqueles que eram usados na última metade do século XIX e no início do século XX. Apresenta o traje de Noivos, Domingueiro, de Trabalho, Senhora Rica, Feitor, Lavrador Abastado, de Ir á Feira, de Romaria e o traje de Pedreiro. Os seus usos e costumes são as vindimas, as desfolhadas, os trabalhos de linho, entre outros.

O Rancho conta com representações nacionais, tendo-se apresentado de Norte a Sul, em festivais, festas e romarias, feiras de artesanato; e em apresentações internacionais, em Espanha, França e Andorra.

Está inscrito no INATEL e na Federação das Coletividades do distrito do Porto, e é sócio efetivo da Federação do Folclore Português. Realiza anualmente o seu festival no mês de julho.

Rancho Folclórico de Salvador do Monte

O Rancho Folclórico de Salvador do Monte é uma associação cultural de natureza etnográfica. Está sediado no lugar de Igreja, na freguesia de Salvador do Monte, no concelho de Amarante. Contém os estatutos de constituição de 28 de junho de 1990, data em que foi constituída a Associação.

RFSM

Rancho Folclórico de Salvador do Monte

Rancho Folclórico de Salvador do Monte

Rancho Folclórico de S. Martinho de Mancelos

O Rancho Folclórico de S. Martinho de Mancelos foi fundado a 21 de janeiro de 1995 com a finalidade de preservar as tradições da Região. A tradição do folclore passa pelas danças nas eiras, nas festas e romarias, com os seus trajes típicos. A tocata privilegia os instrumentos tradicionais como as concertinas, cavaquinhos, violas, ferrinhos, bombo e reque-reque.

RFSMM

Rancho Folclórico de S. Martinho de Mancelos

Rancho Folclórico de S. Martinho de Mancelos

Rancho Folclórico de Vilarinho

Em 15 de novembro de 1977, foi fundado o Rancho Folclórico de Vilarinho e Passinhos. Em 08 de novembro de 1980, foi oficialmente constituído em Associação por escritura pública e denominado Rancho Folclórico de Vilarinho. Está situado entre Douro e Minho, na região do Baixo Tâmega. Desde a sua fundação atuou pelo País, de Norte a Sul, participando em festas, romarias, festivais nacionais e internacionais. Deslocou-se a Espanha, Luxemburgo, França e Ilha do Pico (Açores). As suas danças e trajes são fruto de muitos anos de pesquisa e recolhas: Fadinho, Margarida Moleira, malhão, rusga, Verdegar, Rosinha, cana verde, Senhor da Pedra, entre outras. Os seus trajes (Noivos, Domingar, Lavrador Rico e Pobre, de Festa, entre outros), remontam ao século XIX. O RFV está filiado no INATEL do Porto. Procura assim, estabelecer laços de amizade entre outros povos, dignificando com empenho e humildade, o nome de Vilarinho, Vila Caiz, Amarante.

RFV

Rancho Folclórico de Vilarinho, Vila Caiz, Amarante

Rancho Folclórico de Vilarinho, Vila Caiz

Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Gouveia S. Simão

Foi no ano 1984 que Rosa Monterroso juntou um grupo de jovens e formou um rancho tendo como principal objetivo preservar e mostrar os costumes e tradições da sua aldeia, além de criar e promover o associativismo. Esse grupo era constituído por crianças e jovens sendo conhecido como Os Traquinas. Mesmo com muita vontade trabalho ensaios e algumas atuações o rancho foi desfalecendo devido principalmente ao desinteresse dos constituintes por se ocuparem mais com a escola ou com o trabalho. Ao fim de algum tempo de estagnação, em 1994 um grupo de amigos decidiu juntar-se e dar continuidade a um trabalho inacabado e recriar o Rancho Folclórico.

Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Gouveia S. Simão

Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Gouveia S. Simão

O RFCCRGSS é um espelho da pureza e humildade das gentes da nossa terra que tende em mostrar usos e costumes dos nossos antepassados como por exemplo os trabalhos do campo as caminhadas para as romarias, os bailes e outros trabalhos e ocupações. Os trajos utilizados são na grande maioria trajos de trabalho de feira, romaria, domingo e chamadeiras de vacas.

No que diz respeito ao reportório é fruto de uma recolha feita na nossa região, denominada ” Entre Douro e Minho” através de pessoas que viveram essas tradições e também com discos antigos originais da terra, com destaque para o disco gravado nos anos 60 com a chula do arrabalde, regravada em 2005 pelo Rancho.

Os instrumentos utilizados pelos antepassados eram a rabeca, violão, bombo, ferrinho, reco-reco. Mais tarde, passaram a ser tocados também o acordeão e a concertina. Hoje o grupo não utiliza a rabeca pois deixou de haver tocadores. As danças apresentadas são o malhão, a rusga o verdegar, a cana verde, a chula e o fado batido da Serra de Aboboreira.

Filiado na Federação do Folclore Português, o Rancho de São Simão orgulha-se do seu percurso. Atuou um pouco por todo o País e deslocou-se ao estrangeiro.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Municípios

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/amarante-rancho-de-gouveia-sao-simao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-02 23:26:102024-10-30 07:17:08Amarante e o seu folclore
I Festival Internacional de Música Antiga de Amarante
Músicas no Concelho

Amarante e os seus festivais

Festivais em Amarante

Cursos, concursos, jornadas, temporadas, ciclos e festivais de música e dança no Concelho

Festival Internacional de Música Antiga de Amarante

Em 2022, Amarante recebeu a primeira edição do Festival Internacional de Música Antiga de Amarante – À Volta do Órgão, promovido pela CCA – Centro Cultural de Amarante Maria Amélia Laranjeira, com direção artística de Alexandre Andrade e Paulo Bernardino.

Pretendeu-se com este Festival “promover a interação cultural entre a música antiga e a população do concelho de Amarante, assumindo um papel crucial no desenvolvimento cultural da região, fomentando assim o reencontro entre a comunidade, o intérprete e a investigação”, observa Francisco Laranjeira, presidente do CCA.

Sensibilizar a comunidade para a importância da manutenção e restauro dos órgãos de tubos, enquanto património cultural da região, bem como alertar para a sua correta utilização, é também um objetivo a atingir. Cada concerto é uma “oportunidade para o público conhecer a riqueza arquitetónica revestida pelas igrejas que acolhem estes eventos, a destacar, a Igreja de S. Gonçalo, Igreja de S. Domingos, Igreja de S. Pedro, bem como, a sonoridade proporcionada por cada órgão histórico”, conclui.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Festival Internacional de Guitarra de Amarante

Organizado pelo CCA, o Festival Internacional de Guitarra de Amarante inclui concertos, conferência, classes de aperfeiçoamento e concurso. Tem em 2022 a 6ª edição.

Festival Internacional de Guitarra de Amarante

Festival Internacional de Guitarra de Amarante

Festival Internacional de Percussão de Amarante

O Festival Internacional de Percussão de Amarante (2ª edição em 2021) é um evento promovido pelo Centro Cultural de Amarante Maria Amélia Laranjeira. O Festival pretende promover a partilha de conhecimento através de profissionais do ramo da percussão e, ainda, a troca de experiências entre alunos de diferentes Escolas de Música do país, através de workshops, oficinas, apresentações e concertos.

Festival Internacional de Percussão de Amarante

Festival Internacional de Percussão de Amarante

Band’Arte

Em 2018, pelo quarto ano consecutivo, o Município de Amarante promoveu o Festival de Bandas, Band’Arte!. O certame pretende promover a cultura musical no seio da comunidade amarantina, impulsionando o trabalho desenvolvido pelos músicos do concelho. Assenta ainda na promoção do espírito de competitividade, convívio e partilha de experiências entre os participantes.

Band'Arte, Amarante

Band’Arte, Amarante

O Festival pretende divulgar novos talentos do concelho e reunir uma mostra de projetos musicais desenvolvidos por intérpretes individuais, bandas ou DJ’s, residentes e/ou naturais do concelho de Amarante e com a idade mínima de 16 anos.

Ciclo de Música ao Luar do Festival Inventa

Sítio: www.festivalinventa.pt

O Ciclo de Música Ao Luar, no âmbito do Festival Inventa, 2021/2022, é um ciclo em que projetos emergentes da música nacional se associam às paisagens naturais nos concelhos de Cabeceiras de Basto, Paredes, Cinfães, Felgueiras, Celorico de Basto, Paços de Ferreira, Resende, Marco de Canaveses, Mondim de Basto, Penafiel, Amarante, Castelo de Paiva, Baião, Lousada. Parques naturais, paisagens protegidas, espaços envolventes a áreas arqueológicas e outras edificações classificadas servem de cenário para concertos intimistas ao luar, para ver, ouvir e sentir.

Ciclo de Órgão de Tubos do Festival Inventa

Sítio: www.festivalinventa.pt

Organistas de todo o mundo reconhecem Portugal pela sua diversidade de órgãos de tubos funcionais, especialmente em espaços de culto religioso. Valorizando os órgãos instalados no território do Douro, Tâmega e Sousa, o Festival Inventa propõe em 2021 um ciclo de programação específico, com dimensão internacional, em itinerância por igrejas e mosteiros: Amarante (igreja de São Pedro), Felgueiras (mosteiros de Pombeiro e de Caramos), Marco de Canaveses (igreja de São Martinho de Soalhães), Cabeceiras de Basto (mosteiro de São Miguel de Refojos).

Festival Mimo

Sítio: mimofestival.com

O festival Mimo aconteceu pela primeira vez em 2004 no município brasileiro de Olinda. Tinha como intenção sensibilizar a comunidade para a importância do património através de eventos culturais de entrada gratuita, com a música a assumir um papel principal. Expandiu-se por diversas cidades brasileiras (Recife, João Pessoa, Ouro Preto, Tiradentes, Paraty e Rio de Janeiro).

Em 2016, chegou a Amarante, distrito do Porto, onde se realiza anualmente desde então, tendo já recebido nomes como Herbie Hancock, Rodrigo Amarante ou Tom Zé.

Apesar de não descurar, musicalmente, as suas raízes brasileiras, a quarta edição do Mimo amarantino, em 2019 ofereceu (literalmente, já que a política de gratuitidade se mantém) uma programação eclética, combinando géneros musicais de todo o mundo.

Festival Mimo, Amarante

Festival Mimo, Amarante

No entanto, foi forte a aposta na música africana, com nomes icónicos do passado até talentos mais contemporâneos: um dos maiores destaques do cartaz foi o maliano Salif Keita, reconhecido como “a voz dourada de África”, que aos 69 anos veio ao festival apresentar o seu 14.º álbum de estúdio, Un Autre Blanc (“Um outro branco”, numa referência ao seu albinismo). Atuariam também a dupla portuguesa Miramar, projeto que junta Frankie Chavez e Peixe (ex-Ornatos Violeta) e que procura explorar as possibilidades de casamento entre a guitarra portuguesa e a guitarra elétrica; os palestinianos 47Soul, uma das mais promissoras bandas do Médio Oriente, parte do movimento shamstep (cruzamento de eletrónica com o dabke, género de música e de dança tradicional daquele território); os brasileiros Bixiga 70, combo de São Paulo que mistura música brasileira com funk, samba-jazz, reggae e afrobeat; e ainda a dupla constituída por Fred Ferreira e Lívia Nestrovski, apontada pela organização “como uma das maiores e mais versáteis vozes da música brasileira da atualidade”.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/amarante-i-festival-de-musica-antiga-2022.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-02 21:02:452024-10-30 07:15:41Amarante e os seus festivais
Banda Musical de Amarante
Músicas no Concelho

Amarante e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Amarante

Bandas de Música, história e atividades

  • Associação Musical de Várzea
  • Banda Musical de Amarante
  • Banda Musical de S. Martinho de Mancelos
Associação Musical da Várzea

A Associação Musical da Várzea é uma Banda Musical do concelho de Amarante que, desde 2003, forma os jovens músicos que compõem a sua banda, contribuindo assim para o seu pleno desenvolvimento através da arte musical.

Associação Musical de Várzea

Associação Musical de Várzea

Banda Musical de Amarante

A Banda Musical de Amarante foi fundada a 1 de dezembro de 1854 sob a denominação de “Filarmónica Amarantina”. Nessa data saiu à rua, pela primeira vez, para celebrar a Restauração da Independência de Portugal. Passou a chamar-se “Banda dos Bombeiros Voluntários de Amarante” em 1931. Passou a ter o seu nome atual por escritura pública, a 10 de janeiro de 1983. Nos anos 80, sob a direção de uma equipa liderada pelo Pe. Joaquim Pacheco, que marcou um longo ciclo na história da Banda, a instituição ganhou grande projeção e participou em inúmeras festas e serviços em solo Português e não só. Em 1991, foi reconhecida como Associação de Utilidade Pública e em 1995 foi agraciada com a “Medalha de Honra do Município de Amarante”.

Em 2008, a BMA levou a cabo a 1ª edição do Estágio de Verão e o Curso de Aperfeiçoamento de Sopros e Percussão. Em 2012, venceu o 1º Prémio/III Escalão do IV Concurso Internacional do Ateneu Artístico Vilafranquense, realizado em Vila Franca de Xira. A BMA é, desde 2013, dirigida por uma equipa liderada pela Dra. Marta Marinho que apostou na revitalização da escola da banda e na formação dos seus elementos mais jovens. O EVAM (Estágio de Verão) continua a ser uma grande aposta da BMA e tem vindo a realizar-se anualmente com o apoio da Câmara Municipal de Amarante.

Contou já com a participação de mais de 500 músicos, sob a direção artística de maestros como Fernando Marinho, Rafael Agulló Albors, Jose Rafael Pascual Vilaplana, David Fiuza e Douglas Bostock. Viu aprovado o apoio da DGARTES no âmbito do projeto “A Banda e a Cidade” para o biénio 20/21, tendo programada uma vasta agenda cultural e formativa. A BMA tem no seu ativo cerca de 55 elementos sob a direção do maestro Hugo Folgar Ferreiro e realiza com regularidade atuações em toda a Zona Norte e Centro do País.

BMA

Banda Musical de Amarante

Banda Musical de Amarante

Banda Musical de S. Martinho de Mancelos

A Banda Musical de S. Martinho de Mancelos, no concelho de Amarante, é uma coletividade musical fundada nos finais do século XIX. Tem por objetivos a promoção cultural, desportiva e recreativa. Em 1978, construiu a sua sede e inaugurou o Parque Infantil e o Centro Social e Cultural da Banda de S. Martinho de Mancelos.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/amarante-banda-musical-de-amarante.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-02 20:47:022021-07-26 15:54:25Amarante e as suas filarmónicas
Conservatório de Música do Choral Phydellius
Músicas no Concelho

Torres Novas e as suas escolas de música

Escolas de Música de Torres Novas

O Ensino da Música em destaque no Concelho

Artitude – Música em toda a escala

Rua da Capela de Santo António
Santa Maria
2350-558 Torres Novas
Tel. (+00 351) 249 094 378
Tlm. (+00 351) 916 845 507

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Choral Phydellius

Qt. Lezíria Ed. Escola Música
Salvador
2350-405 Meziões
Tel. (+00 351) 249 826 129
Tlm. (+00 351) 918 986 263
Sítio: www.choralphydellius.pt

Conservatório de Música do Choral Phydellius

O Conservatório de Música do Choral Phydellius ministra cursos de Música oficiais dos níveis: Básico; Secundário. Ambos os níveis podem ser ministrados nos seguintes regimes de frequência: Articulado; Supletivo. Tem ainda cursos não oficiais: Iniciação; Curso Livre

Cursos Instrumentais e Disciplinas Curriculares: Acordeão, Bateria, Canto, Clarinete, Flauta Transversal, Guitarra, Oboé, Órgão, Piano, Percussão, Saxofone, Trombone de Varas, Trompa de Harmonia, Trompete, Tuba, Violino, Violoncelo, Violeta. Ministra Aulas de Conjunto de Coro, Orquestra, Música de Câmara; e as Disciplinas Teóricas: Formação Musical, História da Cultura e das Artes, Análise e Técnicas de Composição.

FOI NOTÍCIA

Em 15 de setembro de 2015, o Jornal Torrejano noticiou:

“O Estágio para Jovens Instrumentistas Torrejanos (EJIT) é um projecto do Conservatório de Música do Choral Phydellius iniciado em 2004 e visa trabalhar de forma intensiva com músicos da região. Trabalho que no final é apresentado em concerto.

O de 2015 aconteceu no domingo, dia 12, depois de uma semana de intenso trabalho com o maestro convidado, o espanhol Rafael Albors – valenciano radicado na região da Corunha.

Conservatório de Música do Choral Phydellius

Conservatório de Música do Choral Phydellius

Esta foi a quarta vez que o EJIT contou com a presença de um espanhol a reger o projecto. Os músicos que aderem ao projecto são voluntários mas são eles quem mais ganham. Ajuda-os a crescer como músicos e isso é muito postivo. A edição deste ano contou com a presença de 70 músicos que foram orientados por 10 formadores.

“O EJIT e um evento que tem uma componente tripartida: pedagógica, artística e social”, frisou anda Vítor Ferreira. As duas primeiras são fáceis de explicar e a terceira terá que ver com o facto de os músicos terem estado (bem) ocupados na última semana das férias de Verão. O concerto final decorreu no Teatro Virgínia, contou com entradas livres e inseriu-se na programação trimestral daquela casa e espectáculos.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/torres-novas-ejit.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-02 11:12:022024-10-27 19:25:09Torres Novas e as suas escolas de música
Sociedade Velha Filarmónica Riachense
Músicas no Concelho

Torres Novas e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Torres Novas

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Banda Operária Torrejana
  • Centro Recreativo e Musical do Outeiro Grande
  • Sociedade Instrutiva, Recreativa e Musical Argense
  • Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense
  • Sociedade Filarmónica Lealdade União Ribeirense
  • Sociedade Filarmónica União Matense
  • Sociedade Filarmónica União Pedroguense
  • Sociedade Musical União Trabalho
  • Sociedade Velha Filarmónica Riachense
Banda Operária Torrejana

A data exata da fundação da Banda Operária Torrejana não é conhecida, sabendo-se que a 1 de outubro de 1821 já havia a “Música da Vila”. Em 2 de junho de 1846, pela insurreição da Maria da Fonte, a Banda Torrejana, à frente do batalhão popular, deu entrada em Santarém. No entanto os Estatutos da Filarmónica Torrejana são datados de 8 de abril de 1873. Em documentos disponíveis sabe-se que a Banda esteve integrada na Fábrica da Companhia Nacional de Fiação e Tecidos de Torres Novas, referindo-se a 1885 como ano da sua fundação.

BOT

Banda Operária Torrejana

Banda Operária Torrejana

Centro Recreativo e Musical do Outeiro Grande

A origem de banda do Centro Recreativo e Musical do Outeiro Grande (C.R.M.O.G) remonta a 1864. Foram seus fundadores José Rodrigues Sentieiro, Veríssimo Carvalho Pais, Manuel “gaiteiro”. Após deslocação à localidade vizinha de Carrascos, atualmente Vila do Paço, para aprendem música na banda da localidade, fundaram a banda do Outeiro Grande.

CRMOG

Centro Recreativo e Musical do Outeiro Grande

Centro Recreativo e Musical do Outeiro Grande

Sociedade Instrutiva, Recreativa e Musical Argense

A Sociedade Instrutiva, Recreativa e Musical Argense é uma organização sem fins lucrativos com sede em Árgea, Torres Novas. Fundada a 10 de Maio de 1875 e com quase 140 anos de história, a Sociedade organiza diversos eventos que vão desde a música ao convívio. Almoços, jantares, caminhadas, bailes, passagens de ano, magustos, entre muitos outros fazem parte dos eventos realizados pela organização.

SIRMA

Sociedade Instrutiva, Recreativa e Musical Argense

Sociedade Instrutiva, Recreativa e Musical Argense

Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense

A Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense, com sede na Rua Professor Matos Branco, nº 52, em Meia Via, Torres Novas, foi fundada em 19 de março de 1896 e, reconhecida como instituição de Utilidade Pública em 1993. Paralelamente à música, outras atividades se têm desenvolvido na SFEM. Tem Escola de Música, Coro e Teatro.

Foram levadas à cena peças de renome como «Promessa» de Bernardo Santareno, «O Duelo» igualmente de Bernardo Santareno, «Desculpa ó Caetano» de José Pedro Diniz, «Casa de Bernarda Alba» de Garcia Lorca, «O Tartufo» de Moliére, «O Quiosque» de Fernando Gomes, «A Estalajadeira» de Carlo Goldoni e«O Despertar da Primavera» de Frank Wedekind

Armindo Pereira da Silva exerceu as funções de formador e regente com empenho e persistência reconhecida pelo estatuto de sócio benemérito nº 1, que lhe foi atribuído em Assembleia Geral. Realizou intercâmbio cultural, em Vila de Carvalho, Covilhã, Miranda do Douro, Ovar e Campo (Caldas da Rainha), Sesimbra e Louriçal do Campo. Representou o concelho de Torres Novas nas comemorações dos 850 anos do tratado de Zamora, em Espanha, no ano de 1993. Em 1996, foi comemorado o 1º centenário da banda, tendo o concerto de aniversário sido marcado pela homenagem e despedida do maestro Armindo Pereira que dirigiu a banda durante 20 anos.

Em 1996, o músico Edgar Nogueira (Sargento músico – tuba – na Banda da Armada), assumiu a regência da Banda, onde permaneceu até 2002. Em 1996 e integrado no 1º Centenário da SFEM, teve lugar o INATEATREL I – 1º Encontro de Teatro Amador do distrito de Santarém, que se realizou em Meia Via, com dez grupos de teatro de todo o distrito, durante dois dias.

A 22 de fevereiro de 1997, a SFEM, em cerimónia presidida pelo Ministro da Cultura Manuel Maria Carrilho, recebeu a medalha de mérito cultural da República Portuguesa. A 3 de outubro de 1998, a banda, conjuntamente com o “Choral Phydellius”, procederam a uma receção musical, ao “comboio da Liberdade”, onde viajava o Presidente da República e outras individualidades oficiais, na estação da C.P. de Riachos com uma peça de “Canto do Livre” de Fernando Lopes-Graça.

Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense

Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense

Sociedade Filarmónica Lealdade União Ribeirense

Segundo a pedra mármore existente na frontaria da coletividade, a Sociedade Filarmónica Lealdade União Ribeirense foi fundada em 12 de agosto de 1900. Interrompeu posteriormente e reativou a sua atividade regular em 2009 com escola de música e banda.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

Sociedade Filarmónica União Matense

A Banda da Sociedade Filarmónica União Matense, fundada em 1870, foi a génese da coletividade. Embora tenha atividades paralelas na área da Cultura, Recreio e Desporto, a Banda continua a ser a sua principal atividade.
Contou desde sempre com um conjunto de músicos e maestros de valor de que é expoente máximo o Maestro Domingos Fernandes Gomes.

Sociedade Filarmónica União Pedroguense

A Banda da Sociedade Filarmónica União Pedroguense pertence o concelho de Torres Novas, na freguesia de Pedrógão. A maioria da população desta aldeia exerce a sua atividade na indústria e na agricultura. Esta freguesia situa-se a 7 km da sede de concelho, e a 40 km da sede de distrito (Santarém).

SFUP

Sociedade Filarmónica União Pedroguense

Sociedade Filarmónica União Pedroguense

Sociedade Musical União Trabalho

A Sociedade Musical União e Trabalho, de Lapas, é a mais jovem banda do concelho de Torres Novas tendo sido fundada a 18 de outubro de 1920. Dedicando-se maioritariamente à formação de músicos para a Banda de Música local, inicialmente também apoiou ranchos, grupos de teatro e outras manifestações tradicionais que enriqueceram a cultura desta pacata freguesia do Almonda.

Sociedade Velha Filarmónica Riachense

Em 1884, os cerca de 1.000 habitantes de Riachos reuniram-se para realizar um sonho já com alguns anos: a Filarmónica Riachense. Poucos meses após o início da aprendizagem musical, a Filarmónica fez a sua apresentação ao público, com 22 executantes.

SVFR

Sociedade Velha Filarmónica Riachense

Sociedade Velha Filarmónica Riachense

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/torres-novas-sociedade-velha-filarmonica-riachense-2017.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-02 00:26:252024-10-27 19:24:08Torres Novas e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico de Torres Novas
Músicas no Concelho

Torres Novas e o seu folclore

Folclore em Torres Novas

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Ribatejo (Alto Ribatejo)
  • Distrito: Santarém

04 grupos

  • Rancho Folclórico de Torres Novas
  • Rancho Folclórico e Etnográfico do Casal Sentista
  • Rancho Folclórico Os Camponeses de Riachos
  • Rancho Folclórico Recreativo Os Ceifeiros de Liteiros
Rancho Folclórico e Etnográfico do Casal Sentista

O Rancho Folclórico e Etnográfico do Casal Sentista é uma associação de natureza etnográfica sediada no lugar de Casal Sentista, freguesia de Santiago, no concelho de Torres Novas, constituída em 14 de maio de 1987. Tem vindo a recolher, preservar e divulgar as tradições dos antepassados, não só nas danças, trajes e instrumentos, mas também nas mais diversas formas culturais de outrora como gastronomia, festas e romarias, rezas, adivinhas e lendas. O grupo conta com a realização de quatro festivais internacionais de folclore – Interfolk.

Rancho Folclórico e Etnográfico do Casal Sentista

Rancho Folclórico e Etnográfico do Casal Sentista

Rancho Folclórico de Torres Novas

O Grupo Folclórico de Torres Novas é filiado na Federação do Folclore Português, membro da Associação de Defesa de Folclore da Região dos Templários e sócio efetivo da INATEL. As recolhas foram feitas de Norte a Sul do concelho, localizado na província do Ribatejo, onde o Bairro, a Charneca e a Lezíria se confrontam. Como principais danças, destacavam-se os Fadinhos, Verde Gaios, Valsa e Moda a Dois Passos, Fados, Bailaricos e claro, os Fandangos. Os trajes representam, fielmente, as vestes das gentes de Torres Novas nos finais do século XIX e inícios do século XX, onde as cores e temperamentos distintos se aliavam num só.

Rancho Folclórico de Torres Novas

Rancho Folclórico de Torres Novas

Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Riachos

O Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Riachos foi fundado em 1958. As recolhas de trajo, canto e danças, foram feitas a partir do verão daquele ano, tendo sido apresentadas oficialmente na Feira do Ribatejo, em Santarém, no ano de 1959. Com estas recolhas pode-se provar que o Folclore de Riachos é bastante rico e variado, devido à sua situação geográfica, na zona de transição da Lezíria para o Bairro e Charneca. Aquela, a Sul da povoação, entrando pelas margens do Rio Almonda até ao Tejo, as outras a Norte, passando por todo o Concelho de Torres Novas, zona de pequenas montanhas até à Serra d’Aire.

RFCR

Rancho Folclórico "Os Camponeses" de Riachos

Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Riachos

Nas danças e nos cantares, na sua grande maioria estão bem patentes a garridice, a alegria e toda a genica da Lezíria Ribatejana, para onde as gentes de Riachos estiveram sempre voltadas, enquanto noutras estão bem marcadas, a dolência, a harmonia e beleza das danças e dos cantares da zona ondulada.

Os trajos são cópias fiéis dos usados pelos seus antepassados em Riachos, nos finais do Século XIX e princípios do século XX, apresentando em cada espetáculo trajos domingueiros, de festa, de trabalho e ainda o trajo de campino de trabalho e de festa.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico Recreativo Os Ceifeiros de Liteiros

O Rancho Folclórico Recreativo “os Ceifeiros de Liteiros” foi fundado em 18 de novembro de 1988 por António Neto Amorim Pessoa e António Marques, para ocupar os tempos livres das gentes da aldeia de Liteiros e divulgar os usos e costumes dos seus antepassados. Desde a sua fundação tem participado em vários festivais de folclore a nível nacional e internacional, do Norte a Sul do País, desde o Minho ao Algarve, incluindo a Região Autónoma da Madeira (Calheta). A nível internacional conta com algumas atuações em Espanha, principalmente na região de Múrcia, na Alemanha, no estado de Essen, cidades de Marburg e Biendenkopf, em Kecskéd, Eztergom e no lago Balaton, na Hungria, em Bordéus e em Oyonnax, na França.

RFRCL

Rancho Folclórico Recreativo Os Ceifeiros de Liteiros

Rancho Folclórico Recreativo Os Ceifeiros de Liteiros

Pretende representar com o máximo de autenticidade possível os costumes das gentes rurais, humildes e laboriosas da sua terra. Mostra a verdade de um povo que canta e dança, de um povo que também tem alma e que exterioriza os seus sentimentos de amor, alegria e tristeza. Pretende também revelar verdade nos trajes; estes são uma amostra viva dos que foram usados em fins do século XIX e princípios do século XX, e compõem-se por traje de noivos, domingueiros, de passeio e de trabalho.

Liteiros é uma aldeia alegre, humilde e corajosa que enaltece as suas tradições e as vive de uma forma entusiasta. Situa-se na freguesia de Santa Maria e a 6 km de Torres Novas, concelho a que pertence, a 25 km de Fátima e a 30 km de Santarém, sede de distrito.

As suas danças, umas são mais lentas, outras mais rápidas, num repertório, vasto e variado, constituído por fados, verde-gaios, viras, chotiças, valsas, modas de roda e rapsódias. Todo ele  foi ensinado por idosos habitantes de Liteiros e de aldeias circunvizinhas. Estas danças e cantares eram normalmente efetuados por altura dos santos populares, festas, casamentos, batizados, apanha de figos e azeitona, vindimas, descamisadas, ceifas. O rancho retrata o modo de vida dos seus habitantes.

Joaquim Lopes Santana

Joaquim Lopes Santana (folclorista, 27 de setembro de 1934 – 01 de março de 2021)

No dia 1 de março a Federação do Folclore Português noticiou a morte do “grande folclorista e bom Amigo Joaquim Lopes Santana, dos Riachos.”

A sua acção no Rancho Folclórico “Os Camponeses” da Casa do Povo dos Riachos, de que foi fundador no já longínquo ano de 1958 e que dirigiu ininterruptamente durante 61 anos; a inexcedível colaboração que prestou à Federação do Folclore Português – tendo exercido funções na Mesa da Assembleia-geral e como Conselheiro Técnico Regional, do Ribatejo e dos Templários; o elevado contributo que deu à Região de Turismo dos Templários, cuja Comissão Executiva integrou por indigitação da Federação do Folclore Português; e o imenso empenho que colocou na constituição do Museu Agrícola dos Riachos, são testemunhos inesquecíveis de uma dedicação inteira às coisas da nossa Cultura Tradicional e ao Regionalismo.

A forma como soube conduzir os destinos do Rancho “Os Camponeses” dos Riachos, que é um dos mais representativos do Ribatejo e um dos que mais vezes representou o Folclore Português além-fronteiras, tendo evidenciado uma capacidade singular para promover diálogos entre o Folclore e outras expressões artísticas e culturais, é a demonstração de uma grande lucidez e de um espírito muito culto e aberto.

Joaquim Santana contribuiu muito decisivamente para elevar o conhecimento técnico sobre o Folclore, através dos importantes colóquios que organizava por ocasião das Festas de Aniversário de “Os Camponeses”, em que marcavam presença inúmeros folcloristas de todo o país.

Joaquim Lopes Santana, folclorista

Joaquim Lopes Santana, folclorista

A Federação do Folclore Português apresentou condolências à Família e ao Rancho Folclórico “Os Camponeses” da Casa do Povo de Riachos. A direção da Federação do Folclore Português, decidiu que o dia 2 de março seria de luto para o nosso movimento associativo, com a colocação da bandeira a meia haste em sinal do mais profundo reconhecimento pela memória do extinto.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/torres-novas-rancho-folclorico-de-torres-novas.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-01 21:46:572024-10-27 19:32:28Torres Novas e o seu folclore
Banda Marcial de Nespereira
Músicas no Concelho

Cinfães e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Cinfães

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Banda de Música da Casa do Povo de Ferreiros
  • Banda Filarmónica de Santo António de Piães
  • Banda Marcial de Cinfães
  • Banda Marcial de Nespereira
  • Banda Marcial de Tarouquela
Banda de Música da Casa do Povo de Ferreiros

A Banda de Música de Ferreiros de Tendais, concelho de Cinfães foi provavelmente o resultado da formação de um grupo coral, que se ia juntando para ensaiar e adquiriu gradualmente instrumentos para o grupo. Em 1942 extinguiu-se para a Banda de Música de Gralheira, freguesia vizinha, do mesmo concelho. Gente ligada ao mesmo grupo coral teve a ideia de adquirir o instrumental da Banda. Assim surgiram no mesmo ano os primeiros ensaios da Banda de Música de Ferreiros de Tendais.

Em 1946, fez o seu primeiro serviço tendo sido Mestre nessa altura Amaral das Pias. Sucederam-se outros Mestres, entre os quais se destacam os senhores Bastos, Saúl de Santiago de Piães, Manuel Maria Pinto dos Santos (um filho da terra), Arménio Caldeira (também nascido em Ferreiros), António Fernando Salgueiral, de Coimbrões. O atual mestre da Banda, é o professor da escola de Música, Ernesto Resende.

Banda de Música da Casa do Povo de Ferreiros

Banda de Música da Casa do Povo de Ferreiros

A 1 de maio de 1963 resolveu a direção da Banda pedir a integração na Casa do Povo de Ferreiros, o que lhes foi concedido, daí a designação atual. A Banda é constituída por 40 elementos e possui ainda uma Escola de Música com cerca de 25 alunos. Conta nesta área com a colaboração de António Fernando Salgueiral, professor e maestro da Banda de Música da Casa do Povo de Ferreiros.

Banda Marcial de Nespereira

A origem da Banda Marcial de Nespereira encontra-se numa outra formada por Francisco Oliveira e seus filhos, oriundos de Paus (Resende), chamada “Banda dos Oliveiras”, que se deslocaria mais tarde para Espadanedo.

Banda Marcial de Nespereira

Banda Marcial de Nespereira

A Banda Marcial de Nespereira tinha no início o nome de Banda Nova para a distinguirem da dos “Oliveiras”. Surgiu em 1853 da união de esforços dum grupo de nespereirenses, entre os quais José Valente Coutinho e José Pinto de Castro.

Na história da Banda, merecem destaque Américo Valente Coutinho (do Paço), Carlos Pinto Valente “Travassos”.  A nível financeiro, merecem sobressaem como beneméritos José Soares, José Corrêa dos Santos e Armando Soares.

A BMN apresentou-se em público no Domingo de Páscoa de 1854, razão pela qual ainda hoje é aberta a época no Dia de Páscoa. Ao longo da sua ininterrupta existência contou com duas dezenas de maestros, pertencendo o recorde de longevidade ao Maestro Vitorino do Amaral Semblano que, esteve à frente da Banda durante 49 anos. Antero Brito, Agostinho Vieira, Alexandre Coelho foram outros dos maestros.

Teve muitos e bons executantes, como Luís Vasconcelos Fonseca que integrou a Regimento de Infantaria n.º 6 e chegou a dirigir a Banda durante vários anos. O Cap. Lemos Botelho, clarinetista formado na Banda de Nespereira, assumiu o lugar de Chefe da Banda de Música da Região Militar do Norte, uma Banda que contou com inúmeros elementos de Nespereira, entre eles Alexandre Coelho, executante de flauta/flautim e Maestro da Banda Marcial de Nespereira. Em 1999, muito por força de Alexandre Coelho na parte técnica e Cláudio Oliveira no capítulo executivo, foi criada a Orquestra Ligeira da Banda Marcial de Nespereira. Alexandre Coelho dirigiu-a inicialmente e mais tarde entregou a batuta a Daniel Botelho, jovem músico da Banda, “homem dos 7 instrumentos”, na verdadeira aceção da expressão. O trabalho deu frutos, originando o interesse de uma conhecida empresa do ramo musical, que viria a patrocinar a gravação de um CD.

Em 2000, ressurgiu a Escola de Música da Banda, que conta atualmente com 8 professores e cerca de 50 alunos. Nela se formou uma Orquestra de Sopros, que depois dos trabalhos iniciais sob a Direcção Artística de Alexandre Coelho, passou a ser orientada por Alberto Leitão.

Banda Marcial de Nespereira

Banda Marcial de Nespereira

Gravar um CD em 2001. A Banda tem-se apresentado um pouco por todo o país.  Ponto alto de uma longa mas orgulhosamente ininterrupta existência, aconteceu a 20 de setembro de 2003. Sob a presidência de Cláudio Oliveira e direção artística de Alexandre Coelho, o magnífico anfiteatro natural que é a Gruta de Nossa Senhora de Lourdes em Nespereira, serviu de palco a uma iniciativa inédita a nível nacional. De vários pontos do país, representando inúmeras bandas, se deslocaram músicos, perfazendo um total de 150, que durante mais de uma hora, juntos, levaram a cabo um memorável concerto comemorativo do 150.º aniversário da Banda Marcial de Nespereira. Do concerto, foi feita a gravação do primeiro DVD e cassete vídeo, bem como CD do Concerto Comemorativo.

A Banda realiza atualmente uma média de 16/18 atuações por época. O número de executantes é de 72 músicos, com idades entre os 8 e os 80 anos.

Banda Filarmónica de Santo António de Piães

A Banda Marcial de Santo António de Piães tem origem numa banda que existiu em S. Cristóvão de Nogueira. Organizada em 1860, esta dissolveu-se em 1875 e alguns dos seus elementos passaram para a nova Banda de Piães que se extinguiria em 1948. Foi seu maestro fundador Camilo de Sousa Pinto, que lhe originou o popular cognome de Banda de Mestre Camilo. Desintegrada em meados do século XX, renasceu em 1985, como objetivo principal da Associação Cultural e Recreativa de Santiago de Piães, na festa da Capela de Oleiros (Santiago de Piães), realizada a 19 de maio de 1985. O nome da Banda entretanto foi mudado para Banda Marcial de Santo António Piães. É composta por cerca 45 elementos sendo uma grande parte jovens da Freguesia. Tem em funcionamento uma Escola de Música, de onde sai a maioria dos músicos da Banda. Participa em festividades, em várias localidades.

BFSAP

Banda Filarmónica de Santo António de Piães

Banda Filarmónica de Santo António de Piães

Banda Marcial de Cinfães

Fundada em 1876, a Sociedade Artística e Musical de Cinfães é uma Associação sem fins lucrativos que pretende afirmar-se como um elo no desenvolvimento da arte musical na região. Tem como finalidade promover a música, a cultura e o desporto em geral, assim como:

  • Desenvolver a cooperação e a solidariedade entre os seus associados, com a realização de iniciativas nas áreas da cultura, da recreação, do ambiente e do património natural, do desporto, da solidariedade social, e de outras que com aquelas se relacionem;
  • Promover o estudo, a investigação e o ensino da música, criando e mantendo, para o efeito, órgãos e estruturas necessários;
  • Cooperar com todas as entidades públicas e privadas no desenvolvimento de políticas relacionadas com os seus objetivos, bem como naquelas que se adequam à juventude e à criação de infraestruturas e equipamentos capazes de responder às necessidades da população, e dedica-se a atividades das artes do espetáculo.
Banda Marcial de Tarouquela

A Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães foi fundada em 1930 e iniciada com 18 executantes. Teve a colaboração do Padre Antero Pereira da Mota, da Casa do Mosteiro, que também foi o seu fundador. Foi apoiada por uma mesa diretiva constituída por João Pereira Alberto, António Costa e Adrião Augusto Miranda sendo dirigida durante 20 anos consecutivos, por Afonso Pinto Tameirão. Nos anos subsequentes, foi regida por Manuel Oliveira Gomes, Albino Ribeiro, António de Sousa, Manuel Castro, Armindo Silva Nunes, Saúl Silva, António de Sousa Baptista e, atualmente, por Alberto Madureira da Silva.

Elaborados os Estatutos, foram estes aprovados em 8 de agosto de 1960, por alvará do Governador Civil de Viseu e, por força desse diploma, foi-lhe reconhecido o título de Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães.

É um elemento ativo da Associação Filarmónica Cultura e Recreio de Tarouquela e é constituída por 50 elementos.

BMT

Banda Marcial de Tarouquela

Banda Marcial de Tarouquela

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/banda-marcial-de-nespereira-2023.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-01 18:38:242024-08-12 01:25:40Cinfães e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico de São Martinho de Fornelos
Músicas no Concelho

Cinfães e o seu folclore

Folclore em Cinfães

Grupos etnográficos, tradições e atividades

  • Região: Beira Alta-Douro Sul
  • Distrito: Viseu

08 grupos

  • Grupo Folclórico de Cantas e Cramóis de Pias
  • Grupo Folclórico de Pias
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Souselo
  • Rancho Folclórico de Nespereira
  • Rancho Folclórico de S. Martinho de Fornelos
  • Rancho Folclórico de Tendais
  • Rancho Folclórico de Vilar de Arca
  • Rancho Tradicional de Cinfães
Grupo Folclórico de Cantas e Cramóis

O Grupo Folclórico de Cantas e Cramóis foi fundado em Maio de 1949, dois anos a visita ao Concelho de Vergílio Pereira para recolher elementos etnográficos para a sua obra “O cancioneiro de Cinfães”. Foi fundado por Fernando Barbedo e Augusto do Amaral, que foi desde a fundação, o seu Diretor Artístico, até à morte em 14/07/80.

Fazem parte do grupo dois cantores que são normalmente acompanhados pelo coro. O grupo possui na totalidade de quarenta e oito dançadores, entre homens, mulheres e crianças. Na tocata, figuram concertinas, violino, violões, cavaquinho, ferrinhos, flauta de cana e bombo.

Dois pastores, um transporta consigo a manta, o cajado e a cabaça e o outro a caroça com os respetivos plainitos. A pastora vestida com capa da serra do Montemuro, feita artesanalmente e que traz consigo a roca, o fuso e a cesta onde transporta a lã e a merenda que leva quando vai para o monte. Traje de ir à festa, recolha feita pelo escritor Abel Simão Botelho no lugar de Aveloso, freguesia de Tendais e descrito no romance as Fritadas.

RFCCP

Grupo Folclórico Cantas e Cramóis de Pias, trajes de Aveloso

Grupo Folclórico Cantas e Cramóis de Pias, trajes de Aveloso

Das diversas romarias no concelho de Cinfães, destacam-se S. João Baptista, Nossa Senhora das Graças, Senhor dos Remédios, Senhor dos Enfermos, Senhor dos Desamparados, S. Cristóvão, Santa Luzia.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico de Nespereira

O Grupo Folclórico de Nespereira, concelho de Cinfães, foi fundado a 26 de julho de 1962. O Grupo Infantil foi fundado em 2013.

Grupo Folclórico de Nespereira, Cinfães

Grupo Folclórico de Nespereira, Cinfães

Grupo Folclórico de Pias

O Grupo Folclórico de Pias, Cinfães, é sócio fundador da Federação do Folclore Português. Foi fundado em 1952 e legalizado a 30 de junho de 1960, data em que foram aprovados os estatutos e passado o alvará. Está sediado no lugar de Pias, freguesia e concelho de Cinfães, distrito de Viseu. Engloba tanto danças, costumes e trajes das zonas ribeirinhas, ao longo do Rio Douro, com o das aldeias até aos píncaros da Serra de Montemuro. Todas as danças e coros executados por este grupo foram recolhidos nas 17 freguesias do concelho de Cinfães. Encontram-se na quase totalidade publicados no cancioneiro de Cinfães, organizado em 1947 por Virgílio Pereira. Em 1978 foi declarada Pessoa Coletiva de Utilidade Pública. Está filiado na Federação do Folclore Português, desde a fundação desta. Está também inscrito no INATEL.

Grupo Folclórico de Pias

Grupo Folclórico de Pias

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Souselo

RFCPS

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Souselo

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Souselo

Rancho Folclórico de São Martinho de Fornelos

RFSMF

Rancho Folclórico de São Martinho de Fornelos

Rancho Folclórico de São Martinho de Fornelos

Rancho Folclórico de Tendais

RFT

Rancho Folclórico de Tendais

Rancho Folclórico de Tendais

Rancho Folclórico de Vilar de Arca

O Rancho Folclórico de Vilar de Arca é um grupo etnográfico que pertence à freguesia de Santiago de Piães, concelho de Cinfães e distrito de Viseu.

RFVA

Rancho Folclórico de Vilar de Arca

Rancho Folclórico de Vilar de Arca

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos de modo a facilitar a leitura.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/cinfaes-rancho-folclorico-de-sao-martinho-de-fornelos.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-01 14:38:582024-11-13 23:23:02Cinfães e o seu folclore
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