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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Sociedade Filarmónica de Crestuma
Músicas no Concelho

Vila Nova de Gaia e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vila Nova de Gaia

Bandas de Música, história e atualidade

  • ACMA – Associação Cultural e Musical de Avintes
  • Banda Musical Leverense
  • Sociedade Filarmónica de Crestuma
  • Sociedade Musical 1º de Agosto
Associação Cultural e Musical de Avintes

Associação Cultural e Musical de Avintes (ex-Banda Musical de Avintes), é uma associação sem fins lucrativos, de cultura, recreio e de solidariedade, com o Estatuto de Pessoa Coletiva de Utilidade Pública, fundada em 1842. É a Associação mais antiga de Avintes e uma das mais antigas do concelho de Vila Nova de Gaia, dedicando-se essencialmente ao ensino da Música e à divulgação das Artes em geral.

Foi agraciada pela Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, em 1994, com a Medalha de Mérito da Cidade (classe ouro) e pela Junta de Freguesia de Avintes, em 1995, com a Medalha de Honra da Vila (classe prata). É membro da Federação das Coletividades do Distrito do Porto, do INATEL, da Federação da Cultura Portuguesa, da Associação Portuguesa de Musicoterapia, da Academia de Coletividades do Distrito do Porto, da Associação das Coletividades de Vila Nova de Gaia e da Federação Portuguesa de Bilhar. Em 2008 foi homenageada pela Associação das Coletividades de Vila Nova de Gaia, como a “Figura Gaiense do Ano 2008”, como reconhecimento do trabalho na divulgação da cultura em geral, e da música em particular.

Banda da ACMA

Associação Cultural e Musical de Avintes

Associação Cultural e Musical de Avintes

A ACMA é constituída por diversas “valências”, nomeadamente, Banda Musical (“ex-libris” da Associação), Academia de Música e Artes (música e dança), Grupos Instrumentais (sopros, metais e percussão), Grupo Coral, Orquestra Ligeira, Escola de Ensino Específico Especializado (apoio a deficientes), Desporto (federado e manutenção), Ambiente e Centro de Apoio Educativo (apoio escolar).

No ano de 1842, aquando da sua chegada a Avintes, o abade Manuel Francisco de Andrade, resolveu formar uma “Banda” que o mesmo dirigiu. Com o decorrer dos anos outras bandas apareceram, nomeadamente as do Cancela, do Cunha, a do Augusto e a dos Bombeiros Voluntários que, fruto de várias divergências e cisões, acabariam por resultar na Banda Musical de Avintes.

Entre os regentes da Banda, destaca-se Domingos Francisco da Silva que a dirigiu durante quarenta anos. Sucederam-lhe António Almeida Silva, Daniel Oliveira Silva, Manuel Poço Sanches e José da Silva Ferreira, apenas durante um ano. Durante dez anos (1996 a 2006), foi seu diretor artístico Lino Pinto. Foi adquirido algum instrumental e implementados novos métodos organizativos e de gestão na Associação. Em 2006, passou a ser diretor artístico Hugo Oliveira que assegurou a direção da Banda até 2009. Atualmente, o diretor artístico é Ruben Castro, músico “nascido e criado” na escola de música da Banda de Avintes.

A Banda Musical de Avintes é composta por cerca de 60 elementos executantes, grande parte dos quais alunos de escolas superiores e profissionais de Música, conservatórios e da Academia de Música e Artes da Associação.

Em 2008 participou no II Concurso de Bandas, organizado pelo Ateneu Artístico Vilafranquense, em Vila Franca de Xira, concorrendo às categorias de: Concurso de “Bandas em Desfile”; Prémio “Tauromaquia” e “2ª Categoria”, tendo-se classificado em 1º lugar nas “Bandas em Desfile”.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Banda Musical Leverense

A Banda Musical Leverense foi fundada em 1832, sendo então Pároco, o Reverendo José Pinto Aleixo.

A sua fundação ocorreu durante o conturbado período das Guerras Liberais, como fruto da influência que tinham sobre a sociedade civil, as forças militares então instaladas na “Fábrica de Arcos de Ferro” e “Arcos de Verguinha”. Estas unidades fabris situavam-se na Quinta do Engenho, e produziam diferentes materiais bélicos, facto que contribuiu para que a primeira denominação desta Banda tivesse sido “Banda Marcial de Lever”. Poucos registos sobraram da sua primitiva organização. Apenas se sabe que os primeiros diretores foram D. Sá da Casa de Mourães, D. Vergueiro do lugar da Mata e D. Januário do Abrecôvo.

BML

Banda Musical Leverense

Banda Musical Leverense

Ao longo da história, destaca-se a família Rocha que ao longo de 82 anos, envolvendo três gerações, conduziu os destinos da Coletividade.

Instituição de Utilidade Pública desde 1993, BML foi agraciada com a Medalha de Ouro da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.

A Banda teve como maestros nomes como Manuel Gomes, Luís Monteiro, Elias Conceição, António Costa, António Conceição, Hélder Magalhães e, desde 2006, André Ferreira.

Fazem parte da Banda Musical Leverense: Filarmónica – constituída por cerca de 65 elementos, a maioria jovens com formação em conservatórios ou escolas superiores de música; Bandinha – formada por cerca de vinte dos músicos mais novos; Academia de Música – funciona com todas as vertentes de formação musical, classe de conjunto e instrumento, acompanhadas por professores qualificados para as diversas disciplinas; Grupo Coral – formado por cerca de 20 elementos, centrando a atividade em cerimónias religiosas.

Sociedade Filarmónica de Crestuma

Com a sua própria Sede Social, à Rua Central, 408, freguesia de Crestuma, na margem esquerda do rio Douro, no Concelho de Vila Nova de Gaia, foi a Sociedade Filarmónica de Crestuma fundada a 1 de julho de 1921. Foram regentes João Luís Meireles, Artur da Graça Sampaio, António de Sousa Júnior, Timóteo Augusto, Joaquim Luís Meireles, Hermenegildo Campos, Rodolfo Campos, Joaquim Costa, José Moura, José Miguel B. Monteiro.

Alguns dos seus executantes viriam a tocar em bandas e orquestras de renome: Banda da Força Aérea, Banda da GNR, Ex-Infantaria 1, Ex-Infantaria 6, Banda da Região Militar do Norte, Orquestra do Norte, Banda da Polícia do Comando Metropolitano do Porto, Clássica do Porto, Gulbenkian, Orquestra da Opera de São Carlos, Quarteto de Metais de Lisboa. Outros tornaram-se regentes de bandas e professores do Conservatório. Alguns dos músicos frequentam o Conservatório Regional de Gaia, Universidade de Aveiro e Universidade do Minho.

SFC

Sociedade Filarmónica de Crestuma

Sociedade Filarmónica de Crestuma

Em 1944, participou com sucesso num concurso em Lisboa. Foi finalista do Festival de Bandas, organizado pela E.D.P ., em 1985/86. Em 1994, tomou parte do I Encontro de Bandas de Música, dos Municípios Ibérico – Ribeirinhos do Douro, realizado em Aranda del Duero – Espanha. Participou no IV Encontro de Bandas Ibéricas do Troviscal, em 2006. Organizou o I Festival Internacional de Bandas Filarmónicas de Crestuma, no qual marcaram presença, para além da Banda de Crestuma, a Banda Musical de Oliveira, Barcelos e a Orchestre D’Harmonie de Chinon, França.

Aquando da celebração das Bodas de Diamante, recebeu por unanimidade da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, a medalha de Ouro de Mérito Municipal.

Sociedade Filarmónica de Crestuma

Sociedade Filarmónica de Crestuma

Sociedade Musical 1º de Agosto

A Sociedade Musical 1º de Agosto foi fundada em 1916, depois de outra banda que tinha existido em Coimbrões e se extinguiu. Em 1916 quando um grupo de homens falou com o músico da G.N.R. Manuel Salgueiral para aceitar a regência da Banda Musical em formação. Manuel Salgueiral dirigiria a Banda ao longo de 47 anos. A Banda é composta por cerca de 50 elementos sendo a sua maioria jovens que frequentam os conservatórios de Música de Gaia e Porto. Tem a sua Escola de Música que visa a formação de possíveis músicos para a Sociedade Musical 1º de Agosto.

SF1A

Sociedade Musical 1º de Agosto

Sociedade Musical 1º de Agosto

Em 2005 gravou o primeiro CD, intitulado “o Segundo Sonho”, que inclui temas como “Horizonte da Razão”, “Pop in the spots”, “La France”, “Mexican Trumpets”, “Recordações do Passado 2”, “Cidade de Gaia”, “Unter dem doppeladler” e “Hino 1º de Agosto”. Na altura, era  dirigida pelo Maestro António Salgueiral.

Em 1997, a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia atribuiu a medalha de mérito Municipal (classe ouro). A direção liderada por Mafalda Ferreira deu seguimento ao trabalho desenvolvido pelas anteriores direções. A Sociedade Musical 1º de Agosto adquiriu a sua sede social em 1999. Desde 2011, conta com o maestro José Alexandre Silva Sousa.

Troféu “Alberto da Silva Ramos” (1888-1963)”

O Troféu “Alberto da Silva Ramos” é uma homenagem ao primeiro presidente e fundador da Sociedade Filarmónica de Crestuma, uma figura importante na história da música e cultura da região e desta instituição. O prémio visa reconhecer o papel fundamental de todos os que contribuíram significativamente para a música e cultura na vila de Crestuma e município de Vila Nova de Gaia, e incentivar outras personalidades a seguirem este exemplo.

O troféu é entregue anualmente, no decorrer do Concerto de São José, em março, a uma individualidade que se tenha destacado pela sua contribuição para a Sociedade Filarmónica de Crestuma, seja como músico, compositor, diretor ou patrono e benfeitor da causa musical, filarmónica e cultural em Crestuma e Vila Nova de Gaia.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/vila-nova-de-gaia-sociedade-filarmonica-de-crestuma-um-seculo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-25 17:56:292024-10-27 19:36:07Vila Nova de Gaia e as suas filarmónicas
Banda Filarmónica de São Brás de Alportel
Músicas no Concelho

São Brás de Alportel e as suas filarmónicas

Filarmónicas de São Brás de Alportel

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

Banda Filarmónica de São Brás de Alportel

A Banda Filarmónica de São Brás de Alportel começou por ser uma Banda de Metais, criada em 1996 por proposta do presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de São Brás de Alportel, Armando Filipe Ventura, ao então Presidente da Câmara Municipal, José de Sousa Pires a partir de uma ideia do Capitão Neves, do Exército de Salvação.

Em 2003, por questões legais, desvinculou-se dos Bombeiros e a 5 de junho de 2003, Zeferino Ferreira, com um grupo de amigos, constituiu a Associação Cultural e Recreativa Escola de Música Sambrazense – ACREMS, sendo atualmente o seu presidente honorário.

A 27 de julho de 2006, foi decidido extinguir a Banda de Metais e transformar o grupo na Banda Filarmónica de São Brás de Alportel. Retomou-se assim a tradição na vila, já que tinha existido uma filarmónica até aos anos 1950/60. No dia 25 de março de 2007 (comemoração dos 50 anos do Tratado de Roma), a Filarmónica apresentou-se pela primeira vez em público, sob a regência do maestro Cornelis Ros.

Após a sua saída, foi contactado o professor Albano Neto que se prontificou a assumir a direção musical, a reformular e administrar aulas na escola de música, a partir de outubro de 2007, função que assume até hoje. Atualmente, a Banda Filarmónica continua em formação e é composta por cerca de 26 músicos, quase todos provenientes da sua escola de música.

Nesta escola são ensinados instrumentos de sopro de metal, madeiras e percussão por quatro professores habilitados e é frequentada por cerca de 40 alunos. As aulas e os ensaios realizam-se na Oficina dos Sons, sendo a banda o grupo residente deste espaço cultural.

Banda Filarmónica de São Brás de Alportel

Banda Filarmónica de São Brás de Alportel

A Banda já se apresentou em várias localidades do Sul e Centro do País e em França, num intercâmbio com o Centre Musical Municipal e a Harmonie des Mineurs de Roche La Molière (Município geminado com São Brás de Alportel). Através da sua escola de música é ainda dinamizado, desde 2009, a tempo parcial e desde 2018, a tempo inteiro, o projeto “A Banda vai à Escola”, uma parceria com o Município e Agrupamento de Escolas.

Currículo facultado pelo maestro Albano Neto, a 24 de fevereiro de 2021

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/sao-bras-de-alportel-banda-filarmonica.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-25 00:32:442024-12-05 17:15:35São Brás de Alportel e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico São Salvador de Grijó
Músicas no Concelho

Vila Nova de Gaia e o seu folclore

Folclore em Vila Nova de Gaia

Grupos folclóricos, tradições e atividades no Concelho

  • Grupo de Danças e Cantares de Serzedo
  • grupo etnográfico de Sandim
  • Grupo Folclórico A rusga de Arcozelo
  • Grupo Folclórico e Etnográfico de Santa Marinha de Crestuma
  • Grupo Folclórico Tradições do Baixo Douro
  • Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso
  • Rancho Folclórico As Trigueirinhas do Pisão
  • Rancho Folclórico da Juventude em Marcha de Crestuma
  • Rancho Folclórico da Paróquia do Divino Salvador de Vilar de Andorinho
  • Rancho Folclórico do Centro Popular do Areinho (Oliveira do Douro)
  • Rancho Folclórico Danças e Cantares Santa Maria de Olival
  • Rancho Folclórico de Canelas
  • Rancho Folclórico de Canidelo
  • Rancho Folclórico de Lever
  • Rancho Folclórico de Perosinho
  • Rancho Folclórico de S. Félix da Marinha
  • Rancho Folclórico de Vilar do Paraíso
  • Rancho Folclórico e Cultural de Nossa Senhora do Monte de Pedroso
  • Rancho Folclórico São Salvador de Grijó
  • Rancho Regional de Gulpilhares
  • Rancho Regional de Olival
Grupo de Danças e Cantares de Serzedo

O Grupo de Danças e Cantares de Serzedo é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

GDCS

Grupo de Danças e Cantares de Serzedo

Grupo de Danças e Cantares de Serzedo

grupo etnográfico de Sandim

O grupo etnográfico de Sandim é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral. Está integrado na  Casa da Eira Associação Cultural fundada a 18 de dezembro de 1996 para recolha e divulgação das artes tradicionais.

GES

Grupo Etnográfico de Sandim

grupo etnográfico de Sandim

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Grupo Folclórico A rusga de Arcozelo

Aos numerosos grupos de rapazes e raparigas, vindos de longas distâncias, que cantavam e dançavam, até ao local da festa, chamavam-se rusgas. Por este facto, quiseram as pessoas de Arcozelo, dar ao seu Grupo Folclórico o nome de “ A rusga de Arcozelo“. O Grupo foi fundado em 1978, tendo comemorado o seu 40º Aniversário em 2018 (1978-2018). Está sediado na Vila de Arcozelo, Concelho de Vila nova de Gaia, pertencendo à região do Douro Litoral “Terras da Feira. É membro da Federação do Folclore Português e têm-se dedicado, desde a sua fundação, a um trabalho de recolha, pesquisa e reconstituição de tradições populares.

FGRA

Grupo de Danças e Cantares de Serzedo, cantando as janeiras na Câmara Municipal

Grupo de Danças e Cantares de Serzedo, cantando as Janeiras na Câmara Municipal

Grupo Folclórico e Etnográfico de Santa Marinha de Crestuma

O Grupo Folclórico e Etnográfico de Santa Marinha de Crestuma foi fundado a 13 de julho de 1990. Crestuma é uma vila na margem sul do rio Douro, Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto. Outrora Crestuma foi uma localidade fortemente industrializada e um ponto de passagem para quem descia ou atravessava o rio. Barcos carregados com o vinho do Porto, carvão ou granito vindos do Douro tinham paragem obrigatória em Crestuma. A nível industrial é de salientar a forte predominância das metalurgias e os têxteis, como estandartes da vila. Crestuma é terra, por excelência, de trabalhadores têxteis e metalúrgicos que adicionavam à sua labuta diárias tarefas de pescador, barbeiro, cesteiro, sapateiro, ferreiro, padeiro, leiteiro, entre outras.

No que se refere à maneira de vestir e pensar dos seus antepassados, o nosso folclore assenta nas bases das tradições durienses, nomeadamente das festas, arraiais e romarias desta zona, marcada pela ruralidade e pela proximidade com o rio. Muito apoiado pela população, foi iniciado o trabalho de recolha dos usos e costumes das gentes da região nos inícios do séc. XIX. As danças têm origem nas concentrações que a população fazia no fim do trabalho nas romarias, festas e arraiais.

Nestas reuniões não faltavam os instrumentos musicais como: bombo, concertina, pandeireta, viola.

Os trajos do grupo reproduzem de forma fiel os utilizados em meados de 1900. Questões como o material, a cor e textura foram estudados por forma a criar: trajos de trabalho, trajos de lavradores ricos, trajos de lavradores remediados, trajos de noivos, trajos de louvar a Deus, trajos de romaria, palhoça, varino, entre outros. Fruto das recolhas são também as danças do grupo, como por exemplo, os viras, as rusgas, o malhão, a tirana, a rabela, e muitas outras características da região.

O Grupo participou em diversos festivais internacionais, Espanha e França (1998), Bulgária (2001), Bélgica (2002), Itália (2003), Hungria (2005). Deu a conhecer Crestuma de norte a sul de Portugal, incluindo as ilhas da Madeira (2006) e Açores (2004).

Grupo Etnográfico de Santa Marinha de Crestuma

grupo etnográfico de Santa Marinha de Crestuma

Grupo Folclórico Tradições do Baixo Douro

O Grupo Folclórico Tradições do Baixo Douro é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

GFTBD

Grupo Folclórico Tradições do Baixo Douro

Grupo Folclórico Tradições do Baixo Douro

Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso

O Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

RFLP

Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso

Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso

Rancho Folclórico As Trigueirinhas do Pisão

O Rancho Folclórico As Trigueirinhas do Pisão é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

RFTP

Rancho Folclórico As Trigueirinhas do Pisão

Rancho Folclórico As Trigueirinhas do Pisão

Rancho Folclórico da Paróquia do Divino Salvador de Vilar de Andorinho

O Rancho Folclórico da Paróquia do Divino Salvador de Vilar de Andorinho é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

RFDSVA

Rancho Folclórico da Paróquia do Divino Salvador de Vilar de Andorinho

Rancho Folclórico da Paróquia do Divino Salvador de Vilar de Andorinho

Rancho Folclórico Danças e Cantares Santa Maria de Olival

O Rancho Folclórico Danças e Cantares de Santa Maria de Olival é uma associação cultural da freguesia de Olival, no concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral. Fundado em 1977, foi legalizado notarialmente em 1980. É membro efetivo da Federação do Folclore Português desde 1983.

RFDCSMO

Rancho Folclórico Danças e Cantares Santa Maria de Olival

Rancho Folclórico Danças e Cantares Santa Maria de Olival

Rancho Folclórico de Canelas

O Rancho Folclórico de Canelas  é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

RFC

Rancho Folclórico de Canelas

Rancho Folclórico de Canelas

Rancho Folclórico de Canidelo

O Rancho Folclórico de Canidelo representa a Cultura Etnográfica de Canidelo, uma das 24 freguesias do Concelho de Vila Nova de Gaia, com cerca de 40 mil habitantes e situa-se junto ao mar e à foz do rio Douro. Representa a região do Douro Litoral. Canidelo foi em tempos uma terra de grandes plantações de morangos, do cultivo do milho, do centeio e de grandes plantações de canas, daí a derivação do seu nome, Canidelo. A realização de cortejos de oferendas no passado deu origem à formação de um Rancho na Freguesia. Fundado a 1 de junho de 1979, com o nome de Associação Rancho Folclórico as Camélias de Lavadores, a 10 de junho do mesmo ano viu o seu nome alterado para Rancho Folclórico de Canidelo. Feita a recolha de adereços, dos trajes usados no tempo, dos utensílios do campo e outros adereços, bem como das danças e cantares, iniciou a sua atividade por todo o País, e deslocou-se a Espanha e França. Filiado no INATEL desde 1996, é reconhecido pela Câmara de Gaia com o grau de mérito e medalha de prata em 2004, sócio efetivo da Federação de Folclore Português desde 2009. Goza do Estatuto de Pessoa Coletiva de Utilidade Pública desde 2010.

Rancho Folclórico de Canidelo

Rancho Folclórico de Canidelo

Rancho Folclórico de Lever

O Rancho Folclórico de Lever é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

RFL

Rancho Folclórico de Lever

Rancho Folclórico de Lever

Rancho Folclórico de Perosinho

O Rancho Folclórico de Perosinho é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

RFP

Rancho Folclórico de Perosinho

Rancho Folclórico de Perosinho

Rancho Folclórico de S. Félix da Marinha

O Rancho Folclórico de S. Félix da Marinha é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, região do Douro Litoral.

RFSFM

Rancho Folclórico de S. Félix da Marinha

Rancho Folclórico de S. Félix da Marinha

Rancho Folclórico de Vilar do Paraíso

O Rancho Folclórico de Vilar do Paraíso foi fundado em 1975. A sua atividade desenvolve-se na representação das danças, usos e costumes de Vilar do Paraíso. Sócio fundador da Federação do Folclore Português, representa o Douro Litoral.

RFVP

Rancho Folclórico de Vilar do Paraíso

Rancho Folclórico de Vilar do Paraíso

Rancho Folclórico do Centro Popular de Trabalhadores do Areinho

O Rancho Folclórico do Centro Popular de Trabalhadores do Areinho – Oliveira do Douro – é uma coletividade que foi fundada a 01 de Dezembro de 1963 por um grupo de cerca de 20 pessoas. A designação inicial era Centro de Recreio Popular do Areinho, nome alterado para o atual em 1974, aquando da inscrição no INATEL.

Pioneiros em folclore na freguesia de Oliveira do Douro, em tempos tiveram grupos de teatro amador, música e até sessões de cinema.

Rancho Folclórico e Cultural de Nossa Senhora do Monte de Pedroso

O Rancho Folclórico e Cultural de Nossa Senhora do Monte de Pedroso é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, que representa a região do Douro Litoral.

RFCNSM

Rancho Folclórico e Cultural de Nossa Senhora do Monte de Pedroso

Rancho Folclórico e Cultural de Nossa Senhora do Monte de Pedroso

Rancho Folclórico São Salvador de Grijó

O Rancho Folclórico São Salvador de Grijó é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, que representa a região do Douro Litoral.

RFSSG

Rancho Folclórico São Salvador de Grijó

Rancho Folclórico São Salvador de Grijó

Rancho Regional de Gulpilhares

O Rancho Regional de Gulpilhares (Associação Desportiva, Recreativa e Cultural do Rancho Regional de Gulpilhares), é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, que representa a região do Douro Litoral. Fundado em 1936, o Rancho Regional de Gulpilhares é um notável embaixador do folclore da região a que pertence.

Criado para recolher, preservar e difundir a tradição popular herdada dos seus maiores tem procurado, desde o início, manter-se fiel ao ideal que norteou os seus fundadores – a autenticidade das recolhas e a seriedade do espetáculo exibido. Os trajes do grupo são bem distintos: o de festa e o de trabalho. Alguns procuram recriar figuras do passado, que desapareceram ou estão em vias de desaparecer. É o caso da mulher que coze o pão, da leiteira, do podador, da romeira, do moleiro, do feirante, do carreteiro, do moço da soga; trajo de ir à missa, rico e menos rico: com capa pelas costas e com saia, respetivamente; a mulher que vendia as galinhas, a farrapeira, etc. O homem do varino e da palhoça são, já hoje, também uma saudosa recordação. A tocata arranca as suas velhas melodias de instrumentos característicos do tempo e da região: ferrinhos, violas, violões, cavaquinhos, concertinas, tambor e reco-reco.

As danças são numerosas e algumas bem conhecidas. A famosa “Rusga ao Senhora da Pedra”, o “Malhão” de Gulpilhares – que tem corrido o mundo – os “viras”, as “Pastorinhas”, o “Velho”, a “Cana Verde Vareira”, a “Ciranda”, o “Furta ou Pai do Ladrão”, e a maravilhosa “Tirana”, um regalo de ritmo e de coreografia.

O RRG é membro efetivo da Federação do Folclore Português.

RRG

Rancho Regional de Gulpilhares

Rancho Regional de Gulpilhares

Rancho Regional de Olival

O Rancho Regional de Olival é um Rancho Folclórico do Concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, que representa a região do Douro Litoral.

RRO

Rancho Regional de Olival

Rancho Regional de Olival

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/vila-nova-de-gaia-rancho-folclorico-de-sao-salvador-de-grijo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-24 23:36:212024-10-30 07:40:51Vila Nova de Gaia e o seu folclore
Banda Filarmónica Cidade de Castelo Branco
Músicas no Concelho

Castelo Branco e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Castelo Branco

Bandas de música, história e atividades no Concelho

Banda Filarmónica Cidade Castelo Branco

Fundada em 2005, a Banda Filarmónica Cidade Castelo Branco é um protejo da Associação Cultural e Recreativa “As Palmeiras”, em parceria com a Câmara Municipal e Junta de Freguesia. Tem por objetivo a formação musical de pessoas das várias faixas etárias e colmatar uma lacuna existente na cidade de Castelo Branco na vertente da cultura popular. Robalo Nunes foi o primeiro maestro e impulsionador da banda, desempenhando funções até 2007. A partir dessa data deu lugar ao maestro Carlos Monteiro, que deu início a uma escola de formação musical, juntamente com mais dois colaboradores: Pedro Reis e Jorge Duarte.

Em 2011 a B.F.C.C.B. sofreu alterações a nível de ensino, passando a ter uma escola de música organizada e com funcionamento semanal, tendo como professores: Formação Musical, Ana Leão; Sopro de Madeira, Diana Dias; Sopro de Metais, Tiago Mendes. Vítor Ávila é o Diretor Pedagógico e no cargo de Maestro da Banda. Em 2012, B.F.C.C.B. passa a ter mais docentes para dar resposta ao número de alunos da banda, tendo como docente de Flauta, Elena Santos; Percussão, Filipa Castilho; Nuno Pinheiro em Clarinete/Saxofone e Filipe Vicente em Sopro de Metais.

A 4 de julho de 2013 a banda recebeu novo fardamento, em que as cores predominantes são o vermelho, cinza e preto, cores da Cidade de Castelo Branco. Foi estreado o Hino da Banda composto pelo Maestro Vítor Ávila. A 5 de outubro de 2013, no concerto comemorativo do dia Mundial da Música, a BFCCB homenageou o Comendador Joaquim Morão através de uma Marcha, composta pelo Maestro Vítor Ávila, que recebe o nome de “Homenagem ao Comendador Joaquim Morão”, pelos feitos do comendador a esta banda.

A 5 de abril de 2014 teve a sua primeira apresentação a Orquestra de Sopros e Percussão Jovem da Escola de Música (OSPJ EM BFCCB). Este protejo surgiu para facilitar a passagem dos novos executantes da escola de música para a Banda Filarmónica. Funciona como patamar intermédio para que a integração final seja feita com maior precisão, fazendo com que os novos executantes se sintam mais confortáveis e enquadrados na Banda.

A Banda fez atuaações no concelho e cidade de Castelo Branco, o que tem permitido aos músicos adquirir os conhecimentos e a confiança, elementos indispensáveis para a concretização do protejo.

BFCCB

Banda Filarmónica Cidade de Castelo Branco

Banda Filarmónica Cidade de Castelo Branco

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/castelo-branco-banda-filarmonica-cidade-de-castelo-branco.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-24 14:46:462024-10-28 19:14:34Castelo Branco e as suas filarmónicas
Banda de Música de Felgueiras, 2023
Músicas no Concelho

Felgueiras e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Felgueiras

Bandas de música, história e atividades no Concelho

  • Banda de Música da Lixa
  • Banda de Música de Felgueiras
Banda de Música da Lixa

A Banda de Música da Lixa terá sua origem em 1807, constituída por músicos oriundos da Orquestra Privativa da Casa do Paço de Borba de Godim. Apresentou-se pela primeira vez à população lixense a 29 de setembro desse ano, abrilhantando as festividades de S. Miguel, padroeiro de Borba de Godim.

A 9 de setembro de 1876, é reconhecida por alvará passado pelo arcebispo de Braga com a designação de “Música do Rancho da Lixa”, tendo como regente Manuel Joaquim de Freitas. Os seus executantes eram oriundos da orquestra Privativa da Casa do Paço – conjunto que terá existido entre os anos de 1803 e 1805. Foi no ano de 1803 que Francisco Diogo de Moura Coutinho, Senhor e Fidalgo da Casa do Paço, assumiu contratar alguns músicos de Barcelos, executantes que a partir daí atuaram não apenas nas festas da casa senhorial, mas também nas celebrações religiosas que aconteciam na Capela privativa da mesma.

Após a morte do fidalgo, em 1805, os herdeiros dispensaram os serviços dos executantes. Dois anos depois, e após um período de ensaios, os executantes apareceram na citada Festa de S. Miguel, agrupados na Filarmónica de que emana a Banda de Música da Lixa. Em 1898, encontramos referências de que estava integrada nos Bombeiros Voluntários da Lixa, passando a denominar-se, a 5 de fevereiro de 1928, “Banda Marcial dos Bombeiros Voluntários da Lixa”.

Por escritura pública de 5 de março de 1981, a “Banda de Música da Lixa” passou a ter a sua designação atual, dissociando-se dos Bombeiros Voluntários da Lixa. Associação de carácter cultural e recreativo, foi inscrita no INATEL com o nº 2710 em 17 de agosto de 1994.

Em tempos, a Capela de Santo António, privativa da família de Leonardo Coimbra, ilustre Filósofo, Educador e Político, nascido na freguesia de Borba de Godim, abriu as portas à Banda, no ano em que esta abandonou as instalações dos Bombeiros Voluntários da Lixa (1975), para que aí realizasse alguns ensaios e assim desse continuidade à sua nobre atividade. Durante vários anos, ensaiou em instalações generosamente cedidas pela Casa do Povo de Borba de Godim, no Ladário.

De momento, ensaia em salas próprias, localizadas na Escola Primária de Vila Cova, cedidas através de contrato de comodato celebrado em a Câmara Municipal de Felgueiras e a Junta de Freguesia de Vila Cova da Lixa. Nos últimos anos, passaram por esta Associação os regentes Óscar Machado, Leonardo Vieira, José Freitas, Vítor Sampaio, Manuel Moreira das Neves, que iniciou a escola de música da Banda, e  Teixeira Douro, homem da terra.

De acordo com informação do próprio, pertence a José Machado a autoria da letra e da música do hino da Banda.

BML

Banda de Música da Lixa

Banda de Música da Lixa

Emanuel Silva é o atual maestro, cujo trabalho vem merecendo o aplauso dos músicos e dirigentes. Atualmente, a Banda de Música da Lixa é composta por 65 elementos, na sua maioria por jovens provenientes da sua Escola de Música.

Assinalou em 2017 os seus 210 anos. É requisitada para atuações em inúmeras festas e romarias, de norte a sul do país.

Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda de Música de Felgueiras

Síntese Histórica

A Banda de Música de Felgueiras foi fundada na freguesia de Torrados, cerca de 1850; provavelmente, antes, com a designação de “Banda dos Ravinhades”. Embora escasseiem, nas três primeiras décadas, registos relativos à sua história, foi possível obter informação segura, mesmo no que respeita aos seus primeiros tempos de existência.

Os músicos mais antigos informaram-nos que, no início da sua carreira, receberam de seus colegas mais velhos a informação de que a Banda no princípio se designava “Banda dos Ravinhades” e tinha pertencido a uns padres de Torrados. Esta informação transmitida oralmente, e outras, como seja o caso do músico Adrião Lima, de Penacova, (n. 1869 – m. 1941), de que ainda há memória viva, é-nos confirmada pelo historiador felgueirense Manuel Sampaio. Diz-nos o historiador, em 1950, que o nome da Banda se deve ao facto de o seu mestre ser residente em Ravinhade e que os ensaios se efetuavam na Casa de Barrimau, em Torrados.

Mais nos diz que, depois do mestre de Ravinhade entrou para a direção o padre José Soares, tendo-lhe sucedido o irmão João Soares, contando ainda com o músico Bernardino Sores, irmão dos referidos mestres.

Nos “Paroquiais” de Torrados verificamos que do clã Soares faziam parte mais dois irmãos, os padres Francisco Joaquim Alvares Soares e, Plácido Joaquim Alvares Soares que foi pároco de Torrados de 1841 até 1852.

Pelo que fica dito, parece-nos não haver dúvidas de que a paternidade da Banda de Música de Felgueiras deve ser atribuída aos irmãos Soares.

De Torrados, em data que desconhecemos, deslocou-se a Banda para a vizinha freguesia de Lagares. Primeiro para uma casa situada no Lugar do Eido, que, tal como a Casa de Barrimau pertencia à Família Soares.

Mais tarde vai para a Casa de Santa Luzia. Na década de 80 do século XIX, talvez ainda com a regência de José Joaquim da Costa, músico militar reformado que sucedeu ao mestre João Soares, a Banda desloca-se para a sede do concelho.

Ao mestre José Joaquim da Costa, sucedeu Aniceto Pinto Ferreira. Este homem, figura carismática da sociedade felgueirense, vai dedicar-se intensamente à Banda até aos seus momentos de vida. Empresário de transportes e relojoaria, foi também professor de música no Colégio de Santa Quitéria.

Em 1899 a Banda dos Ravinhades que contava pelo menos desde 1893 com a regência do mestre Aniceto, e que dado o carisma do seu mestre era conhecida por Philarmónica do senhor Aniceto, passa a ter um novo nome. O mestre Aniceto, sócio fundador da Corporação, estabeleceu um acordo com a direção, que, basicamente consistia no seguinte: a Banda passava a designar-se, “Banda dos Bombeiros Voluntários de Felgueiras” e a usar um uniforme semelhante ao dos Bombeiros.

A Corporação passava a beneficiar de desconto nos serviços prestados pela Banda. Por desentendimento entre a Corporação e a Banda o acordo terminou em 1951, passando a Banda, que já contava com a direção de Joaquim Pinto Ferreira Leite desde 1942, a designar-se “Banda Aniceto Pinto Ferreira”.

Nos anos quarenta a Banda sofre as consequências da II Guerra Mundial. Chega a dizer-se que se não fosse a força do seu dedicado mestre Aniceto, há muito teria acabado. É nesse contexto de dificuldades que o mestre Joaquim Ferreira recebe a Banda e, em 1959, vende o espólio à Casa do Povo de Jugueiros.

Com nova farda e novos instrumentos estava constituída a “Banda de Música da Casa do Povo de Jugueiros”. Mas, não levou dois anos, e estava anunciada novamente a venda do espólio da Banda. Isto representou um drama para os músicos, que não sabiam o que ia acontecer à sua Banda.

A solução foi encontrada: os músicos da “Linha da Frente” dirigem-se ao mestre Capela, que na época era o padre Joaquim Oliveira, pároco de Varziela, e pedem-lhe que compre a Banda. Eles comprometiam-se a tirar uma percentagem de dez por cento dos contratos para pagamento da dívida.

O Pe. Oliveira pediu ajuda ao seu colega Pe. Justino, pároco da Refontoura, e a um amigo de Jugueiros, Joaquim Pires Ferreira. A Banda estava de volta à sede do concelho, agora por proposta do Pe. Oliveira passaria a ser a: “Banda de Música Felgueiras”.

Durante catorze anos os músicos contribuíram com 10% dos contratos para pagar a dívida.

Com a direção do mestre Alírio Silva, como já acontecia na Casa do Povo, a Banda segue a sua atividade com elevado número de serviços anuais. A 27 de março de 1957, falece subitamente o mestre Alírio.

Com dificuldades de encontrar um novo mestre, acudiu o músico Henrique Pereira Ribeiro, que foi um mestre dedicadíssimo até 1986, quando lhe sucedeu o seu filho Henrique atual mestre da Banda.

Durante o exercício do mestre Henrique Pereira Ribeiro, não pode ser esquecida a final do II Grande Concurso de Bandas Civis, que ocorreu em Lisboa em outubro de 1971. Obteve a Banda o segundo lugar da terceira categoria.

Em 1972 foi constituída a Associação da Banda de Felgueiras, que conta atualmente com cerca de 250 associados. Esta associação é o suporte institucional da “Banda de Música de Felgueiras”.

No ano de 2007, a Câmara Municipal de Felgueiras atribuiu a “Medalha de Ouro do Concelho” a várias instituições; entre estas está a “Banda de Música de Felgueiras”, reconhecendo assim a importância desta instituição cultural.

Banda de Música de Felgueiras, 2023

Banda de Música de Felgueiras

Em 2022, a Direção, tendo como referência aproximada o ano de 1850, promoveu a comemoração do 172º aniversário da sua fundação. Nesta comemoração foram homenageados mestres e músicos, antepassados e atuais. Foi apresentado o livro “Subsídios para a História da Banda de Música de Felgueiras”.

Com dedicação do atual mestre Henrique Pinto Ribeiro, dedicação bem expressa na formação de novos músicos, a Banda continua a exercer boa atividade em Felgueiras e concelhos circunvizinhos.

Mário Pereira, 02 de setembro de 2023

Mário Pereira

Mário Pereira

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/banda-de-musica-de-felgueiras-2023.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-24 12:27:052024-10-30 06:18:09Felgueiras e as suas filarmónicas
Banda Musical de Caldas das Taipas
Músicas no Concelho

Guimarães e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Guimarães

História, bandas de música e atividades

  • Banda Musical de Caldas das Taipas
  • Banda Filarmónica de Moreira de Cónegos
  • Sociedade Musical de Pevidém
Banda Musical de Caldas das Taipas

As primeiras referências sobre a criação de uma Philarmónica datam de 1834, segundo velhos canhenhos que constam do arquivo do Paço Episcopal de Braga. Certo é que um grupo musical foi subsistindo aos tempos e a partir do século XX, adquiriu o estatuto de Banda Musical à medida que ia aumentando em número.

Sob a regência do Maestro José de Sousa conquistou o 3º lugar no 1º Grande Concurso Nacional de Bandas Filarmónicas e Civis (2º categoria), promovido pela F.N.A.T, bem como os dois primeiros lugares conquistados em 1971 e 1972 organizados pela F.N.A.T (sob regência de Ilídio Matos).

Nos anos 1980-81, José Batista de Matos fomentou uma Escola de Música segundo os padrões mais modernos de pedagogia musical e os resultados foram tão evidentes que ao fim de oito anos a banda passou a ser constituída quase exclusivamente por jovens.

Em 1983, sendo Maestro o professor Ilídio Matos, a Banda foi altamente classificado como uma das cinco melhores Bandas que intervieram a nível Nacional no Concurso “Sol de Verão” da R.T.P.

Em 2000, a banda gravou pela primeira vez um CD, sob direção de Paulo Matos.

Em 2013 foi celebrado o contrato de comodato de utilização do edifício do Jardim de Infância de Caldelas sito na Rua Professor Manuel José Pereira pela Banda Musical das Caldas das Taipas, onde foi criada a Academia de Música Fernando Matos, importante projeto educativo para a vila, fornecendo à população um espaço de aprendizagem musical, com professores especializados.

Desde 2016, a Banda Musical das Caldas das Taipas é presidida por Henrique Freitas de Azevedo tendo, também nesta data, assumido a sua regência e direção artística Charles Adrien Piairo Gomes.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda Filarmónica de Moreira de Cónegos

A Banda Filarmónica de Moreira de Cónegos nasceu por vontade do Prof. Dr. Gil Lopes Maestro do grupo Coral S. José em Moreira de Cónegos que falou com a diretora do grupo Eva da Conceição. Contactos e reuniões posteriores permitiram que se avançasse com o projeto, e a Banda foi constituída em 2015. Desde essa data, a banda tem como maestro Paulo Silva.

Banda da Sociedade Musical de Pevidém

A Banda da Sociedade Musical de Pevidém foi fundada em 1894 na região de Pevidém. Nesse mesmo ano, Manuel Martins Coelho Lima foi nomeado regente dos 16 executantes fundadores. Ensaiavam, em casa dos próprios, em barracões de alfaias agrícolas, sem condições para um bom desenvolvimento musical.

A Sociedade Musical de Pevidém teve como regentes: Manuel Martins Coelho Lima (1894-1928), Albano Martins Coelho Lima (1929-1931), Arnaldo Ferreira do Vale (1932-1948), António Ribeiro de Castro (1949-1959), Joaquim Martins Coelho Lima (1960-1970), Francisco Ribeiro (1971-2000), Maciel Matos (2001-2007) e Vasco Silva de Faria (desde 2007).

Em 1981 foi inaugurada a nova Sede da Sociedade Musical de Pevidém e foi editada um medalha comemorativa alusiva ao acto; Joaquim Martins Coelho Lima recebeu o 1º emblema de Ouro concedido pela Sociedade Musical de Pevidém. Em 1984 a Banda Musical de Pevidém conquistou uma honrosa classificação no “Festival de Bandas de Música da E.D.P.”, que lhe permitiu a pontuação necessária para o festival no ano seguinte. Em 1994, por ocasião do 1º Centenário, foi distinguida pela Câmara Municipal de Guimarães com a medalha de Ouro de Mérito Associativo. Em 2001 a Orquestra Juvenil de Pevidém gravou o seu 1º CD intitulado “One Moment in Time”, sob a direção do Maestro Vasco Silva de Faria. Em 2006 e 2007, gravou os CD “Pevidém em Festa” e “Homenagem aos compositores Portugueses” respetivamente, sob a direção do Maestro Maciel Matos. Em 2012, gravou o CD “Banda Musical de Pevidém em Concerto”, gravado ao vivo no CAE São Mamede em Guimarães, sob a direção do Maestro Vasco Silva de Faria.

Sociedade Musical de Pevidém

Sociedade Musical de Pevidém

A Banda tem participado em vários concertos, no país e no estrangeiro. Realizou várias gravações para a E.N. e R.C.P. Acompanhou os solistas internacionais Pierre Dutot (trompete), Quarteto Vintage (Iva Barbosa, Ricardo Alves, José Eduardo Gomes e João Moreira – clarinete) e Luís Pipa (piano), no âmbito dos “Concertos do Dia de Portugal“ realizados no CAE São Mamede, e que conta já com várias edições, e Bruno Flahou (trombone), Thierry Thibault (tuba), entre outros. É desde 2009 Instituição de Utilidade Pública, “pelos relevantes serviços prestados à comunidade ao fomentar a cultura, através da Escola de Música, da Orquestra Juvenil e da Banda Musical, contribuindo com tudo isto, para a elevação intelectual e artística dos seus sócios e da população em geral”.

Em 2009 apresentou-se pela primeira vez em concerto na Casa da Música no Porto e realizou o “I Pevidém Filarmónico – Certame Internacional de Bandas”. Participou no Espetáculo de Abertura da Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura onde se apresentou com o grupo “La Fura dels Baus”. Ainda neste âmbito realizou um conjunto de oito concertos, denominados de “O Cinema em Concerto”, num projeto em parceria com o Cine Clube de Guimarães e apoiado pela Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura, apresentado nas principais salas do concelho de Guimarães. A Sociedade Musical de Pevidém, apoiada na sua Escola de Música, Orquestra Juvenil e Banda Musical, prossegue a tarefa de serviço público a Pevidém e às suas gentes.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/guimaraes-banda-musical-de-caldas-das-taipas.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-24 09:48:552024-10-28 10:58:59Guimarães e as suas filarmónicas
Coro José Damião de Almeida
Músicas no Concelho

Velas e a sua música

Velas e a sua música

No Concelho de Velas destacam-se, a nível musical as suas sete filarmónicas, dois grupos etnográficos e a Orquestra e Coro José Damião de Almeida. O Concelho possui ainda 3 órgãos históricos.

Coro José Damião de Almeida

Coro José Damião de Almeida

No dia 3 de janeiro de 2020, no Auditório Municipal de Velas, ocorreu um serão recheado de música com o concerto de homenagem póstuma a José Damião de Almeida, com a direção musical da Maestrina Marla Monteiro.. O espetáculo musical foi organizado pela Associação do Coro e Orquestra da Ilha de São Jorge “José Damião de Almeida” e contou com a participação do Orfeão CCD Coelima, de Guimarães. A iniciativa teve grande adesão por parte da população que encheu o Auditório.

O Município e a Associação Cultural das Velas continuam a apoiar estas iniciativas que dinamizam a cultura, congratulando-se com a iniciativa, que reconheceu o Homem que em muito contribuiu para o desenvolvimento da Terra.

O Coro nesta data conta com cerca de 30 elementos, sendo a Orquestra composta por cerca de 12 músicos.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Grupo Etnográfico da Beira, Velas, em 2006
Músicas no Concelho

Velas e o seu folclore

Folclore em Velas

Tradições, grupos e atividades no Concelho

  • Região: Região Autónoma dos Açores
  • Ilha: São Jorge

2 grupos

  • Grupo de Folclore dos Rosais
  • grupo etnográfico da Beira
Grupo de Folclore da Casa do Povo dos Rosais

O Grupo Folclórico  da Casa do Povo dos Rosais foi fundado em 1991 com o intuito de reavivar a cultura jorgense, nomeadamente os bailes regionais. O Grupo efetuou uma recolha das modas e cantares regionais. Fez uma pesquisa dos trajes característicos da Ilha de São Jorge, principalmente o traje da mordoma do Espírito Santo e o do Cavaleiro do Espírito Santo, bem como de vários trajes de trabalho, e dos de ir à missa e às festividades. Além disso, fez recolha dos utensílios de trabalho característicos.

Os trajes representados são concebidos tradicionalmente, feitos de cotim, linho, baieta a lã e a chita. No calçado, destacam-se as galochas e as albarcas. A nível instrumental, o grupo apresenta o bandolim, a viola da terra, o violão, e o violino. Interpreta várias modas, com destaque para a Saudade, e a chamarrita do Torreão. O grupo já atuou em vários festivais em quase todas as ilhas dos Açores, como também em festivais internacionais.

Grupo de Folclore dos Rosais

Grupo de Folclore dos Rosais

grupo etnográfico da Beira

O grupo etnográfico da Beira foi fundado em 1981 com a denominação, nessa época, de Grupo Folclórico da Beira da Casa do Povo de Velas. Esta agremiação cultural assume-se como fiel representante das danças e cantares, dos usos e costumes das gentes de São Jorge dos finais do século XVIII, XIX e princípios do século XX. Ao longo dos anos, o grupo tem-se empenhado na recolha e divulgação de danças e cantares, trajes e utensílios das épocas que representa, participando em várias atividades relacionadas com a etnografia, nomeadamente no “Cantar aos Reis”, “Cantar as Morcelas” e “Foliões do Espírito Santo”. Tem, ainda, participado em vários
Festivais de Folclore, Intercâmbios Culturais e Jornadas Etnográficas.

Os trajes do Grupo vão desde o domingueiro ao de trabalho, passando pelos dias de festa (Espírito Santo particularmente), os quais usavam-se no nosso Concelho (Velas), mais precisamente na Beira, confecionados em teares locais e com tecedeiras e costureiras Jorgenses. Cada elemento transporta, ainda, um utensílio relacionado com a profissão e/ou condição social que representa.

A tocata é composta por bandolim, cavaquinho, viola da terra, violão e violino, sendo também utilizado o tambor, mas apenas nos “foliões do Espírito Santo”.

O Grupo possui um reportório de cerca de 30 temas dos quais se destacam: Saudade, chamarrita, Pêssegos, Meninas, Bela Aurora, São Macaio e Rapsódia Açoriana.

GFB

Grupo Etnográfico da Beira, Velas

grupo etnográfico da Beira, Velas, em 2006

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/velas-grupo-etnografico-da-beira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-23 10:32:352024-12-20 19:49:32Velas e o seu folclore
Rancho Folclórico de Macieira da Lixa
Músicas no Concelho

Felgueiras e o seu folclore

Folclore no em Felgueiras

Tradições, grupos etnográficos e atividades

  • Região: Entre Douro e Minho
  • Distrito: Porto

06 grupos

  • Rancho Folclórico das Lavradeiras da Lixa
  • Rancho Folclórico de Macieira da Lixa
  • Rancho Folclórico de Santa Luzia de Airães
  • Rancho Folclórico de Santa Maria de Pombeiro
  • Rancho Folclórico de Santo André de Friande
  • Rancho Folclórico S. Martinho de Penacova
Rancho Folclórico das Lavradeiras da Lixa

O Grupo Folclórico das Lavradeiras da Lixa foi fundado a 24 de agosto de 1990. Pertence ao Concelho de Felgueiras, distrito do Porto, Região Etnográfica de Entre Douro e Minho. Conta com representações nacionais, de Norte a Sul do País, e representações internacionais a Espanha. É associado da Federação do Folclore Português e INATEL.

No artesanato, destacam-se os bordados manuais, confecionados em pontos cruz ou em ponte cheio, em ponto matizado ou em rechelieu, bordados que enfeitam muitos lares de Portugal e do Estrangeiro. Elaborados por experientes e apaixonadas mulheres da Lixa, estes bordados são característicos da região entre Douro e Minho. Neste contexto de enraizadas tradições, destaca-se na Lixa, o Rancho Folclórico das Lavradeiras da Lixa.

A sua legalização oficial aconteceu por escritura pública, efetuada no Cartório Notarial de Felgueiras, a 24 de Agosto de 1990. Com o distinto objetivo de enaltecer a sua terra, as suas tradições e cultura popular, o Rancho Folclórico das Lavradeiras da Lixa, pretende apresentar por todo o Portugal e Estrangeiro, os usos e costumes da região entre Douro e Minho, nomeadamente da Lixa. Mercê de uma recolha minuciosa de informação acerca da vida quotidiana dos seus antepassados, conseguiu, principalmente através das pessoas mais idosas da Lixa e das freguesias circundantes, material suficiente que lhe permitiu elaborar um cancioneiro digno de destaque, e o seu guardafato.

Rancho Folclórico das Lavradeiras da Lixa

Rancho Folclórico das Lavradeiras da Lixa

As danças e os cantares que integram o reportório do Rancho eram, nos tempos passados, executados nos grandes arraiais das festas das redondezas, nas desfolhadas, nas espadeladas, nas arraigas do linho, nas eiras, nas vindimas. As coreografias e músicas, reportam-nos à vida quotidiana de outros tempos, onde a tertúlia era o modo de descompressão do árduo trabalho. Os modos de trajar e os acessórios usados pelos elementos do Rancho, foram também eles, objeto de recolha. Alguns dos trajes pertencem aos finais do século XIX e princípio do século XX, sendo de destacar o traje de festa, de domingar, de lavradeira rica e de campo. Os tradicionais lenços das componentes femininas, são ainda usados na região. Os acessórios de trabalho utilizados pelo Rancho enriquecem o seu espólio e espetáculos. Deste conjunto fazem parte, a roca e o fuso, a dobadoura, o sarilho.

A tocata do rancho, que fornece o som para as danças e os cantares, é composta por concertinas, violas braguesas, cavaquinhos, violão, tambor, e os ferrinhos. Os instrumentos de corda ainda se fabricam no concelho de Felgueiras.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico de Macieira da Lixa

O Rancho Folclórico de Macieira da Lixa é uma Instituição de Utilidade Publica, sócio da Fundação INATEL e da CPCCRD. Foi fundado em 1984, tendo por missão participar nas Festas das Vitórias na então Vila da Lixa. Rigor etnográfico e defesa dos valores imateriais de um povo fazem parte do ADN desta associação. Foi convidado para fazer parte da FFP que anos depois declinou, para assumir a Vice-presidência da CPCCRD – Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura Recreio e Desporto.

Atuou no Parlamento Europeu em Bruxelas, no Parlamento Português, no Vaticano, em Lourdes e em Fátima. Participou em festivais da diáspora lusa em Espanha, (Madrid, Ourense, Vigo e Corunha) em Andorra, em França, (Paris e Oloron Sante Marie) na Suíça, (Basel, Zurique e Genebra) Bélgica, (Bruxelas)

Atuou nas principais cidades de Portugal, incluindo a Ovibeja e Feira Internacional do Artesanato do Estoril. Para 2022, estão reservadas uma deslocação à Guiné Bissau e outra  em Toronto, Canadá.

O Rancho tem protocolo com o Agrupamento de Escolas da Lixa, com a UTAD, com o “Coração em Malaca”, com a ASOPTS – GB e G. F. de Ganfei-Valença.

Realiza todos os anos o Festival Nacional de Folclore “Cidade da Lixa”, integrado nas Comemorações da cidade, previsto para 18 de junho de 2022.

Rancho Folclórico de Macieira da Lixa

Rancho Folclórico de Macieira da Lixa em Angola

Rancho Folclórico de Santa Luzia de Airães

O Rancho Folclórico de Santa Luzia de Airães iniciou a sua atividade em 1977, divulgando desde então a música, traje e dança da região de entre Douro e Minho. É membro efetivo da Federação de Folclore Português.

Em 1987, legalizou-se por escritura pública, destinado à divulgação da música, traje e danças da região. Presta um serviço à juventude, servindo também um serviço à cultura da região. Afirma-se no panorama folclórico nacional e internacional, apostando na qualidade da reprodução do traje, danças e cantares de tempos mais remotos, feitas as pesquisas e recolhas para garantir a autenticidade do que representa.

Na sua sede, tem instalado o Museu Etnográfico de Santa Luzia com mostra de instrumentos caseiros e de ofícios tradicionais manuais antigos, que hoje, essas profissões já se encontram mecanizadas.

Os trajes que apresenta são: Noivos, Domingueiro, Senhora Rica, Missa, Campo (ceifeiros), Lavradores Ricos, Festa e Feira e Trabalho.

Possui escola de dança para os mais pequenos e escola de música tradicional de vibrafones (acordeão e concertina) e cordofones (viola, viola braguesa e cavaquinho) frequentadas por crianças e jovens.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português.

RFSLA

Rancho Folclórico de Santa Luzia de Airães

Rancho Folclórico de Santa Luzia de Airães

Rancho Folclórico de Santo André de Friande

O Rancho Folclórico de Santo André de Friande nasceu em 1977 no lugar de Santo André, junto à capelinha com o mesmo nome que pertence à freguesia de Friande, concelho de Felgueiras. Por esta ocasião um grupo de pessoas do mesmo lugar organizou uma festada, como era tradição em todos os lugares da freguesia, para abrilhantar as festas em honra de São Tomé padroeiro da freguesia. Estas festas realizam-se todos os anos no dia 4 de julho.

Após este evento o mesmo grupo deu continuidade a esta festada dando origem ao Rancho Folclórico de Santo André de Friande. Em 1984 este rancho foi formalizado oficialmente por escritura pública sendo regido por estatutos, passando a ser uma associação cultural, recreativa, desportiva e educativa. Durante os anos 80 teve bons momentos sendo solicitado para animar várias festividades e festivais folclóricos, e sofreu um interregno no início dos anos 90 por falta de componentes. Em 1997 instalou-se uma nova comissão administradora que de imediato angariou novos sócios e organizou eleições das quais saiu uma nova direção, que organizou uma recolha cultural junto das pessoas mais idosas da freguesia, pesquisando os costumes, danças, cantares e vestimentas tradicionais da época.

RFSAF

Rancho Folclórico de Santo André de Friande

Rancho Folclórico de Santo André de Friande

A informação recolhida permitiu confecionar trajes mais fiéis da época que pretendem representar, assim como aperfeiçoar as danças e cantares. Todo este esforço culminou com a sua apresentação oficial em público, no dia 16 de maio 1999, sendo na mesma ocasião “batizado” e apadrinhado com missa solene na Igreja Paroquial de Friande pelo Rancho Regional de Paredes.

Rancho Folclórico de S. Martinho de Penacova

O Rancho Folclórico de S. Martinho de Penacova é um grupo etnográfico da freguesia de São Martinho de Penacova, concelho de Felgueiras, distrito do Porto.

RFSMP

Rancho Folclórico S. Martinho de Penacova

Rancho Folclórico S. Martinho de Penacova

Rancho Folclórico de Varziela

O Rancho Folclórico de Varziela é um grupo etnográfico da região de Entre Douro e Minho, concelho de Felgueiras, distrito do Porto.

Traje de Senhora Rica

Rancho Folclórico de Varziela

Rancho Folclórico de Varziela

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Roteiro dos Ranchos Folclóricos dos Açores
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Para o Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/felgueiras-rancho-folclorico-de-macieira-da-lixa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-22 22:56:172024-10-30 06:19:51Felgueiras e o seu folclore
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SFNA

Sociedade Filarmónica Nova Aliança

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Sociedade Filarmónica Recreio Nortense

A Sociedade Filarmónica Recreio Nortense é uma Banda de Música de Norte Grande, concelho de Velas (Açores).

SFRN

Sociedade Filarmónica Recreio Nortense

Sociedade Filarmónica Recreio Nortense

Sociedade Filarmónica Lusitânia Club Recreio Velense

A Lusitânia Club Recreio Velense foi fundada em 18 de fevereiro de 1923. A 3 de março de 1929 foi recriada, por iniciativa do Club Recreio Velense uma filarmónica que existiu em 1880, dirigida pelo maestro Manuel José da Silveira Bettencourt, a filarmónica Liberdade, e assim nasce a “Lusitânia Club Recreio Velense – Filarmónica Liberdade”. A Banda tem cerca de 30 músicos e é dirigida pelo maestro Carlos Azevedo. Possui uma escola de música. Ao longo dos tempos, a banda tem organizado várias iniciativas como marchas, bailinhos de carnaval, e até um sexteto de sopros. Deslocou-se várias ilhas do arquipélago dos Açores.

Sociedade Filarmónica Recreio Terreirense

SFRT

Sociedade Filarmónica Recreio Terreirense

Sociedade Filarmónica Recreio Terreirense

Sociedade União Rosalense

A SUR foi fundada em 1935, na Freguesia de Rosais, com estatutos datados do mesmo ano. Na altura da fundação, a Filarmónica esteve localizada, primeiramente, no Lugar nas Relvas, depois, no Outeiro da Ponta e, mais tarde, no império do Senhor Espírito Santo. Só depois foi edificada a sede da Sociedade Filarmónica União Rosalense.

A SUR tocou para o General Carmona e também para o Dr. Mário Soares. Participa em eventos religiosos e culturais, nomeadamente nas Festas em louvor ao Divino Espírito Santo, nas Festas da Padroeira da Freguesia – Nossa Senhora do Rosário e na Semana Cultural de Velas. Efetua tocatas aos noivos, acompanha os funerais de sócios e de emigrantes que residiram na Freguesia. Tem cerca de 30 músicos com idades entre os 9 e os 65 anos.

Sociedade Filarmónica União Rosalense

Sociedade Filarmónica União Rosalense

Fontes: Vítor Valério Ávila

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/velas-sociedade-filarmonica-nova-alianca.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-22 20:07:142024-12-20 19:48:20Velas e as suas filarmónicas
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