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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Academia d'Artes de Cinfães
Músicas no Concelho

Cinfães e as suas escolas de música

Escolas de Música em Cinfães

O Ensino da Música no Concelho

Academia d’Artes de Cinfães

Sítio: www.samcinfaes.pt
Tel. (+00 351) 255 561 225

A Sociedade Artística e Musical de Cinfães foi fundada em 1876. Entidade sem fins lucrativos, criou em 2013 a Academia de Artes de Cinfães, com a finalidade proporcionar aos jovens da nossa região o ensino artístico de música e de dança.

No ano de 2014 foi homologada a criação da escola com o mesmo nome, cuja entidade titular é a Sociedade Artística e Musical de Cinfães, e assim obteve a Autorização de Funcionamento da Academia de Artes de Cinfães, por despacho do Senhor Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, datado de 26 de junho de 2014.

Situada na Casa da Cultura – Cinfães, leciona atualmente o Curso de Iniciação e o Curso Básico de Música, nas variantes instrumentais de: Canto, Clarinete, Flauta Transversal, Fagote, Guitarra, Oboé, Percussão, Piano, Trombone, Trompa, Trompete, Tuba, Saxofone, Viola e Violino.

Academia d'Artes de Cinfães

Academia d’Artes de Cinfães

No ano letivo 2018/2019, a Academia d’Artes de Cinfães, mediante candidatura realizada ao Contrato de Patrocínio previsto nos artigos 19.º e seguintes do Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo (EEPC), para o período máximo compreendido nos anos letivos 2018/2019 a 2023/2024, foi selecionada tendo a possibilidade de garantir o Ensino articulado.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/03/cinfaes-academia-d-artes-de-cinfaes.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-03-01 14:10:162024-11-13 23:21:54Cinfães e as suas escolas de música
Grupo Folclórico e Humanitário do Concelho de Sesimbra
Músicas no Concelho

Sesimbra e o seu folclore

Folclore em Sesimbra

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Estremadura (Estremadura Sul)
  • Distrito: Setúbal
Grupo Folclórico e Humanitário do Concelho de Sesimbra

O Grupo Folclórico e Humanitário do Concelho de Sesimbra foi fundado a 23 de Outubro de 1993 com duas funções completamente distintas: a primeira é a recolha e preservação das tradições populares, usos e costumes, danças e cantares do Concelho de Sesimbra e sua região; a segunda função destina-se a colaborar com o Instituto Português do Sangue e da Transplantação, IP, na organização de recolhas de dádivas benévolas de sangue, ajudando doentes hospitalizados, sendo filiado na FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue.

Através de ações de recolha e consulta popular na década de 1980, promovidas pelos primeiros folcloristas da freguesia da Quinta do Conde, foi possível recolher algumas histórias, danças e cantares, trajes e apetrechos na vila de Sesimbra, nas aldeias da freguesia do Castelo e nas aldeias de Azeitão.

No seu reportório constam também danças e cantares recolhidos pelos etnógrafos Michel Giacometti e pelo Dr. José Alberto Sardinha, assim como pela Associação Gaita-de-Foles nesta região. Algumas danças e cantares foram aprofundadas mais recentemente através de pesquisa e investigação bibliográfica, bem como através de algumas entrevistas a anciãos das aldeias do concelho. Tem recebido também esclarecimentos e apoio técnico do Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia sobre recolhas efetuadas em diferentes momentos pelo maestro setubalense Celestino Rosado Pinto nos finais do séc. XIX e inícios do séc. XX e que foram recuperadas e transcritas por sua filha, Maria Adelaide Rosado Pinto, no livro «𝑻𝒐𝒂𝒅𝒂𝒔, 𝑪𝒂𝒏𝒕𝒂𝒓𝒆𝒔 𝒆 𝑫𝒂𝒏𝒄̧𝒂𝒔 𝒅𝒆 𝑺𝒆𝒕𝒖́𝒃𝒂𝒍 𝒆 𝒔𝒖𝒂 𝑹𝒆𝒈𝒊𝒂̃𝒐 – 𝑭𝒂𝒄𝒕𝒐𝒔 𝒆 𝑻𝒓𝒂𝒅𝒊𝒄̧𝒐̃𝒆𝒔» publicado em 1971.

Os seus trajes são réplicas das formas de vestir e dos ofícios da comunidade piscatória e dos trabalhadores rurais, assim como dos momentos religiosos existentes no concelho de Sesimbra e na sua região.

Desde 2018 que, ao aprofundar as recolhas que possui, através de novas pesquisas, o Grupo Folclórico e Humanitário tem assumido um papel importante na preservação das tradições populares do concelho de Sesimbra e sua região, dando um importante contributo para preservação da memória coletiva das gentes que nesse território habitam. Com o objetivo de salvaguardar o património material e imaterial do concelho de Sesimbra e sua região, tem proporcionado espetáculos e representações etnográficas reforçando o seu sentido pedagógico à comunidade local, principalmente à mais novas gerações.

Grupo Folclórico e Humanitário do Concelho de Sesimbra

Grupo Folclórico e Humanitário do Concelho de Sesimbra

Grupo Folclórico e Humanitário do Concelho de Sesimbra

Grupo Folclórico e Humanitário do Concelho de Sesimbra

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/sesimbra-gfhc-sesimbra-2023.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-28 21:02:382024-10-30 07:01:14Sesimbra e o seu folclore
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo
Músicas no Concelho

Palmela e o seu folclore

Folclore em Palmela

Grupos etnográficos, tradições e atividades

  • Região: Estremadura – Estremadura Sul
  • Distrito: Setúbal

10 grupos

  • Grupo Folclórico Danças e Cânticos Olhos de Água
  • Rancho Folclórico Cultural Danças e Cantares da Região do Forninho
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo
  • Rancho Folclórico da Lagoinha
  • Rancho Folclórico de Rio Frio
  • Rancho Folclórico do Poceirão
  • Rancho Folclórico e Regional de Fernando Pó
  • Rancho Folclórico Os Fazendeiros das Lagameças
  • Rancho Folclórico “Os Rurais Lagoa da Palha e Arredores”
  • Rancho Folclórico Regional da Palhota e Venda do Alcaide

Palmela, com dez grupos, é o município com mais ranchos folclóricos em funcionamento no distrito de Setúbal. O primeiro a ser fundado, a 2 de Julho de 1971, foi o Rancho Folclórico do Poceirão. Três anos depois, a 13 de Janeiro de 1974, nasceu o Rancho Folclórico ‘Os Fazendeiros das Lagameças’. Em 1979 foi a vez da Lagoinha ter o seu grupo, o Rancho Folclórico da Lagoinha, fundado a 28 de Janeiro de 1979. Uns anos mais tarde nasceu, a 24 de Abril de 1980, o Rancho Folclórico Regional da Palhota e Venda do Alcaide. Nesse mesmo ano, nasceu também o Rancho Folclórico ‘Os Rurais Lagoa da Palha e Arredores’, formalizado a 5 de Outubro de 1980. Dois anos depois veio o Rancho Folclórico de Rio Frio, a 1 de Julho de 1982, e, em 1983, foi criado o Grupo Folclórico Danças e Cânticos Olhos de Água. O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo surgiu a 15 de Dezembro de 1986 e, a 1 de Fevereiro de 1987, foi a vez do Rancho Folclórico e Regional de Fernando Pó. Por fim, já em pleno século XXI, em 2014, foi fundado o Rancho Folclórico Cultural Danças e Cantares da Região do Forninho.

Fonte: O Setubalense

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo foi fundado a 15 de dezembro de 1986, com crianças. Dois anos depois foi formado o rancho adulto. Teve entre os fundadores, José Pedro Mestre, músico da SFUA, Sociedade Filarmónica União Agrícola do Pinhal Novo, Rosa Ricardo, Deolinda Polido (ensaiadora, era nesses anos um dos elementos do Rancho Folclórico da Palhota e Venda do Alcaide), o pai Francisco Polido e a própria Elsa Pires, como acordeonista. Contaram posteriormente com o ensaiador Acácio Guerreiro, do Rancho das Praias do Sado. Nesses anos os ensaios realizavam-se na Casa do Povo.

CFCPPN

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo

O rancho tem uma sede e conta com apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia.  É membro da Federação do Folclore Português e sócio da Fundação INATEL. Desde 2019 é ensaiado por Chico da Cana e tem cerca de 35 elementos, divididos pelo grupo de dança, pela tocata (acordeão, bilha, cana, ferrinhos, matráculas e pinhas) e cantadores. Participa anualmente no Mercado Caramelo, em maio e nas Festas Populares de Pinhal Novo, organiza o Encontro de gaita de beiços, o Festival de Folclore (adulto) em Julho ao longo de três dias (sendo o festival ao sábado), organizando nesse âmbito no Polidesportivo de Pinhal Novo “noites de fado” ou “encontros de corais” e o Festival de Folclore Infantil. Com exceção dos convites feitos aos fadistas, em que têm despesas com o guitarrista e o “viola”, os grupos convidados participam nas iniciativas do Rancho em regime de permuta.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Grupo Folclórico Danças e Cânticos de Olhos de Água

O Grupo Folclórico Danças e Cânticos dos Olhos de Água foi fundado em 1983, tendo como objetivo a preservação dos usos e costumes desta região. Pertence a uma região bastante rica em usos e costumes e tradições dada a sua situação geográfica situada na planície do vale do Tejo, ao longo da Serra da Arrábida sendo Palmela sede de Concelho, Vila bastante antiga com tradições históricas, com o seu Castelo, e Chafariz de D. Maria os seus velhos Moinhos de vento, todos com mais de cem anos que se situam ao longo da Serra dos Barris.

Todas as músicas tocadas e cantadas pelo Grupo foram recolhidas através de um trabalho de pesquisa feito junto das pessoas mais idosas da região, que datam dos anos de 1910 a 1925. Considerando que a região é uma zona essencialmente agrícola, as suas danças e cantares eram executadas durante as plantações, ceifas, debulhas, vindimas e outras fainas agrícolas da região, bem como nos bailaricos e arraiais dos festejos da região, num raio de 15 Km.

O Grupo apresenta os seguintes trajes: domingueiro de festa, de rico, de Lavrador, Campino, e vários de trabalho, assim como o traje mais antigo desta região (O Fundador do Cirio dos Olhos de Água), que data de 1854. Apresenta como utensílios de trabalho uma pá da eira, malho, chicote e vara de Campino. É membro efetivo da Federação do Folclore Português.

GFDCOA

Grupo Folclórico Danças e Cânticos de Olhos de Água

Grupo Folclórico Danças e Cânticos de Olhos de Água

Rancho Folclórico Os Fazendeiros das Lagameças

RFFL

Rancho Folclórico Os Fazendeiros das Lagameças

Rancho Folclórico Os Fazendeiros das Lagameças

Rancho Folclórico Os Rurais Lagoa da Palha e Arredores

Rancho Folclórico Os Rurais Lagoa da Palha e Arredores

Rancho Folclórico Os Rurais Lagoa da Palha e Arredores

Rancho Folclórico Os Rurais Lagoa da Palha e Arredores

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/palmela-rancho-de-pinhal-novo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-28 19:48:452025-01-20 18:53:15Palmela e o seu folclore
Museu da Música Mecânica
Músicas no Concelho

Palmela e os seus museus de música

Museus de Música em Palmela

Espaços museológicos em torno da Música, no Concelho

Museu da Música Mecânica

O Museu da Música Mecânica, com a área de 1.020 m2, consiste numa caixa totalmente fechada, que estabelece certo paralelismo com uma caixa de música. O alçado principal apresenta uma concavidade que traz à memória as campânulas dos fonógrafos e dos gramofones e assinala a entrada do edifício. O visitante terá a oportunidade de entrar nessa grande “caixa de música”, viajar no tempo, explorar e ouvir com grande curiosidade centenas de instrumentos mecânicos, distribuídos por cinco galerias expositivas, dispostas em redor de um pátio central. Uma escadaria e o elevador conduzem-nos à sala documental, ao auditório com 70 lugares ou à sala multiusos.

MMM

Museu da Música Mecânica

Museu da Música Mecânica

Localizado em Palmela, o Museu da Música Mecânica é um projeto do arquiteto Miguel Marcelino. Foi inaugurado a 4 de outubro de 2016 e é um museu privado.

A Câmara Municipal de Palmela aprovou, por unanimidade, na reunião pública de 18 de janeiro de 2017, o Protocolo de Colaboração entre a autarquia e o Museu da Música Mecânica, com o objetivo de dinamizar o seu importante espólio junto da comunidade local e da região, nomeadamente, através de grupos organizados pelo Serviço Educativo do Museu Municipal, e das áreas do Turismo e da Intervenção Social.

Este protocolo reconhece o interesse público municipal do museu e estabelece as condições de acesso da comunidade ao referido equipamento cultural, nomeadamente, com ações didático-pedagógicas para o público escolar sem quaisquer custos para os visitantes ou acessos beneficiados, nomeadamente, no Dia Mundial da Criança e no Dia Internacional do Idoso, apesentando ainda descontos para os portadores do Cartão Municipal Idade Maior e do Palmela Tourist Card.

Inaugurado em outubro de 2016, o Museu da Música Mecânica – instalado em Arraiados, freguesia de Pinhal Novo – constitui a concretização de uma aspiração do seu proprietário, Luís Cangueiro, que remonta a 2005, quando o Município recebeu a exposição “Sons para ver, ouvir e sentir – instrumentos de música mecânica”, na Igreja de Santiago, Castelo de Palmela, iniciativa que constituiu um êxito.

Galeria Nascente

Museu da Música Mecânica, créditos P. Nunes

Museu da Música Mecânica, créditos P. Nunes

Galeria Sul

Museu da Música Mecânica, galeria Sul

Museu da Música Mecânica, galeria Sul

Auditório

Museu da Música Mecânica, auditório

Museu da Música Mecânica, auditório

Reciclanda

Reciclanda

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Coreto da Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo
Músicas no Concelho

Palmela e os seus coretos

Coretos de Palmela

Pinhal Novo

A primeira pedra, para o coreto, foi lançada a 10 de outubro de 1926, com projeto da autoria de Januário Melícias Corrêa. De formato octogonal, o coreto assenta numa plataforma de pedra lioz (calcário), com as faces almofadadas em mármore e acesso por uma escadaria dupla, cujo patamar apresenta na frente, gravada, a data inaugural «19-6-927». A proteção da escada e do recinto é feita por um gradeamento de ferro forjado que, no remate da escada, apresenta uma lira também em ferro.

Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo

Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo

Nos ângulos da plataforma, a estrutura é completada por oito colunas de ferro fundido, sobre as quais assenta a cobertura em forma de chapéu arqueado, rematada por uma grelha de ferro fundido com motivos neogóticos, e termina num vértice decorado com enrolamentos de ferro forjado.

A inauguração ocorreu na altura dos santos populares e mobilizou várias entidades e personalidades locais e da região. O imóvel foi apadrinhado pela Sociedade União Setubalense – sendo maestro Ariovisto José Valério -, e fez-se neste contexto uma das primeiras experiências de luz elétrica no concelho de Palmela, facto que suscitou grande curiosidade. Oficialmente, só se inaugurou a iluminação pública elétrica em Pinhal Novo em 1938.

Reciclanda

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/palmela-coreto-da-sfua.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-28 19:23:042024-10-29 23:23:14Palmela e os seus coretos
Banda Filarmónica da Moita
Músicas no Concelho

Moita e as suas filarmónicas

Filarmónicas da Moita

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Banda Filarmónica da Moita
Banda Filarmónica da Moita

A vila da Moita tem uma forte tradição em bandas de música, que assumiram um grande protagonismo quer no meio urbano, quer no meio rural, nas diversas festividades e comemorações. Em 1869, foi criada a Banda da Sociedade Filarmónica Estrela Moitense. A banda viveu uma grave crise na 1.ª República. Foi reorganizada em 1918, possivelmente fruto do entusiasmo social e político em torno das comemorações do 1.º de maio, festejou este dia entusiasticamente tocando o hino 1.º de Maio. Foi extinta na década de 1940.

Em 1 de maio de 1928 foi criada uma segunda banda na freguesia da Moita, a Sociedade Filarmónica Capricho Moitense. A música está na génese da Capricho, o que explica o carinho que sempre foi dado à Banda Filarmónica. Com uma longa história de suspensões e recomeços a Banda da Capricho viria a desaparecer em 1981.

Consciente do papel e importância da filarmonia, e a par das vontades manifestadas por imensas pessoas da nossa terra em verem de novo uma Banda Filarmónica na freguesia, impulsionou a criação de uma Banda. Para tal, juntou um grupo de músicos, convidou o músico e maestro António Bravo para dirigir e coordenar a Banda, e no dia 31 de janeiro de 2018 realizou o seu primeiro ensaio nas instalações da Sociedade Filarmónica Estrela Moitense.

Posteriormente, através de um protocolo com a Associação Mutualista da Moita e a Junta de Freguesia da Moita, os ensaios da BFM passaram a ser realizados nas instalações da Associação Mutualista. Os ensaios e aulas da escola de música decorrem em instalações próprias, na sua nova sede, antigas instalações da Junta de Freguesia da Moita, o que veio promover ainda mais a prática musical, bem como uma melhoria de condições para os músicos e associados. A 7 de outubro de 2019 foi constituída e registada com escritura pública a Associação Banda Filarmónica da Moita.

BFM

Banda Filarmónica da Moita

Banda Filarmónica da Moita

BFM

Em 2019, a Banda Filarmónica da Moita começou a ser dirigida e coordenada pelo Maestro David Correia.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/moita-banda-filarmonica-da-moita-2020.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-28 17:31:182024-10-29 23:33:31Moita e as suas filarmónicas
Sociedade Filarmónica Humanitária
Músicas no Concelho

Palmela e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Palmela

Bandas de Música, história e atividades no Concelho

  • Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo
  • Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”
  • Sociedade Filarmónica Humanitária
  • Sociedade de Instrução Musical da Quinta do Anjo
Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo

A Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo (S.F.U.A.) foi fundada a 6 de dezembro de 1896.Teve, como primeiro regente, o músico de Palmela Henrique Isidoro da Costa. Nessa época já existiam duas Bandas em Palmela e Moita. Não há documentos sobre a fundação, o que se deve a acontecimentos políticos, com mudanças, reparações e ampliações da sede ou, ainda, com cisões e desentendimentos que empobreceram os arquivos. Entre 1914 e 1917, a vida da coletividade se confunde com a de outra, chamada “Grupo Dramático 1º de Julho”, havendo mesmo um relato de uma fusão em 07/01/1917, de que teria resultado uma nova agremiação chamada “Grupo Dramático União Agrícola”.

Em 16/07/1922, foi estreado um estandarte onde aparece a designação “Sociedade União Agrícola”, designação que subsistiu durante algum tempo. Em 1923, realizou-se uma Assembleia Geral, onde ficam aprovados, provavelmente, os primeiros estatutos e onde surge já a atual denominação “Sociedade Filarmónica União Agrícola”. Os estatutos, ou melhor, esse Regulamento Geral – só seriam, no entanto, aprovados pelo Governo Civil de Lisboa, que na altura tinha autoridade sobre a região, em 1925. Em 1924 deu-se uma cisão de que resultaria uma nova coletividade, a “Sociedade Musical Capricho Popular Pinhalnovense”, que desapareceria poucos anos mais tarde.

Foi convidada pela Sociedade Filarmónica Estrela Moitense para abrilhantar uma corrida de touros em 1925. Consta-se que muitos dos primeiros executantes já seriam músicos experimentados nas bandas dos arredores, e que o seu primeiro Maestro vinha de Palmela a pé, para fazer os ensaios. Um testemunho curioso de um dos mais prestigiados membros da nossa coletividade, Benardino da Cruz Curado, falecido em 1982, garantia que o primeiro instrumental da Banda teria sido oferecido pelo Conde de Burnay a troco de apoio político em eleições que se teriam realizado.

A SFUA foi diplomada pela Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio em 1956, e condecorada com a medalha de prata por esta instituição. Foi ainda declarada instituição de utilidade pública. A Banda têm cerca de 47 elementos com idades entre os 12 e os 70 anos, sendo a maioria abaixo dos trinta. Para dar continuidade a esta Banda existe a Escola de Música com uma regularidade de 20 a 25 alunos, sendo administradas aulas por sete professores, incluindo o seu maestro. Com uma média de 20 a 30 serviços por ano, têm levado o nome da SFUA, da Freguesia do Pinhal Novo, do Concelho de Palmela, e de Portugal, a tantos e tantos locais do estrangeiro, Continente e Ilhas.

Em 1985, com o maestro Juvenal Loureiro Marques, conquistou o maior galardão do seu historial: o 1º lugar no concurso da EDP – Grupo B – Zona Sul. Entre as inúmeras atuações, regista-se, em 1979 em Ayamonte (Espanha) e, em 1999, uma digressão ao Açores. Foram seus maestros, (outros houve sem registo): Henrique Isidoro da Costa (principal organizador da Banda), Cipriano, António Maria de Almeida, Eugénio dos Santos Castro, Dias Montesinho, António Félix Cavaco, Pinto de Sousa, Juvenal Loureiro Marques, José Marquês, Manuel Pancão Cola. É seu maestro, desde 2018, Pedro Almeida.

Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”

A Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros” nasceu em 1852.  Os Loureiros têm-se apresentado na região e por todo o País e, por vezes, no estrangeiro (Espanha, França, Áustria, Holanda, Bélgica).

SFPL

Sociedade Filarmónica Palmelense "Loureiros"

Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”

SFPL

Sociedade Filarmónica Palmelense "Loureiros"

Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”

Sociedade Filarmónica Humanitária

A Banda da Sociedade Filarmónica Humanitária, sediada em Palmela, foi fundada em 1864. Tem-se apresentado em Portugal e no estrangeiro. Do seu palmarés destaca-se o 1º prémio no Concurso das Banda Civis de Portugal (1947); a participação no Dia de Portugal na EXPO’92 em Sevilha; a conquista do 2º e do 3º Prémio no Certame Internacional de Bandas de Música de Valência (1992 e 1993); a participação no 3º Concurso Bandístico Internacional Fliscorne D’Oro em Riva Del Garda (1995), em Itália; a atuação na EXPO’98 em Lisboa na semana do encerramento; o 3º Prémio da 2ª Categoria no 3º Concurso de Bandas do Ateneu Artístico Vilafranquense; e inúmeras participações em encontros de bandas civis e atuações por todo o País. A Banda da Sociedade Filarmónica Humanitária continua a ter uma ação preponderante na vida cultural de Palmela, representando a sociedade e o concelho nos mais diversos pontos do país e da Europa. Conta com cerca de 75 elementos, com a direção artística de João Quítalo.

SFH

Sociedade Filarmónica Humanitária

Sociedade Filarmónica Humanitária

(2015)

Sociedade de Instrução Musical da Quinta do Anjo

A Banda da Sociedade de Instrução Musical (SIM) da Quinta do Anjo, Concelho de Palmela, teve origem num grupo de jovens músicos daquela localidade (Quinta do Anjo), que formaram, em data anterior à implantação da República (1910), um agrupamento musical com instrumentos de cordas, designado de “Solidó”. Com o envolvimento de Portugal na 1ª Guerra Mundial (1914-1918), vários elementos do grupo musical foram mobilizados e o “Solidó” sucumbiu, mas após a 1ª Grande Guerra, uma nova onda de entusiasmo levou à formação em 1919 de um novo grupo, desta vez designado de “Grupo de Instrução Musical” que já dispunha de instrumentos de sopro e de uma vistosa farda.

Em 1921, foi organizada formalmente a coletividade, no dia 24 de junho, com a designação de Sociedade de Instrução Musical, que se mantém. Da atividade da Banda Filarmónica, além das atuações realizadas de Norte a Sul de Portugal, destaca-se a sua participação nos concursos de Bandas Filarmónicas organizados pela FNAT (atual INATEL), onde, sob a batuta do Capitão Pinto Rodrigues, conquistou nos anos de 1960 e 1971, o 1º prémio na 2ª categoria.

Ao longo da sua história, a Sociedade manteve várias atividades recreativas e culturais, paralelamente à Banda Filarmónica, à Orquestra Ligeira e à Banda juvenil designada carinhosamente de “Bandinha” que foi criada no inicio da década de 1980 e que serve de escola de música da Banda.

SIM

Sociedade de Instrução Musical da Quinta do Anjo

Sociedade de Instrução Musical da Quinta do Anjo

Desde o ano 2000, a Banda da SIM é dirigida pelo Maestro Joaquim Fragoso da Silva, que é também o responsável pela escola de música da Sociedade. Em 2001, a Banda deslocou-se ao estrangeiro onde realizou, em Estrasburgo, diversas atuações em representação de Portugal.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/palmela-sfh-concerto.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-28 16:51:182021-06-21 11:24:23Palmela e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico do Porto
Músicas no Concelho

Porto e o seu folclore

Folclore no Porto

Grupos etnográficos, tradições e atividades

  • Região etnográfica: Douro Litoral (Douro Litoral Norte)
  • Distrito: Porto

05 grupos

  • Grupo de Folclore da Escola Secundária Infante D. Henrique
  • grupo etnográfico do Orfeão do Porto
  • Rancho Folclórico de Paranhos
  • Rancho Folclórico de Ramalde
  • Rancho Folclórico do Porto
Grupo de Folclore da Escola Secundária Infante D. Henrique

O Grupo de Folclore da Escola Secundária Infante D. Henrique foi fundado em 1964 pelo ilustre folclorista e poeta Dr. Pedro Homem de Mello, à data professor desta escola designada Escola Industrial Infante D. Henrique.

O grupo interrompeu a atividade de 1975 a 1992. Em 1992, formou-se com atuais alunos e professores para participarem em intercâmbios com países da União Europeia como a Grécia, Irlanda, Itália e Bélgica. O grupo atuava com trajes e danças de região do Minho e sem músicos, utilizando música gravada.

GFESIDH

Grupo de Folclore da Escola Secundária Infante D. Henrique

Grupo de Folclore da Escola Secundária Infante D. Henrique, créditos João Queirós

A partir de 2002, o GFESIDH reestruturou-se, passando a representar o Folclore da região em que se insere do Douro Litoral. Assim, os trajes, músicas e danças são da região. O atual grupo integra antigos e atuais professores, funcionários, alunos e antigos alunos e seus familiares e amigos.

O grupo está inscrito como CCD na Fundação INATEL na FFP e na FCDP e já atuou na Bélgica, Holanda e um pouco por todo o país quer em festivais nacionais e internacionais CIOFF, quer em escolas, lares, infantários e diversas outras organizações culturais e sociais.

É formado por 60 elementos distribuídos pelo: Grupo de Folclore, Escola e Grupo de Cavaquinhos, feiras rurais e recentemente recriação de danças medievais, cantares de Janeiras, e coro litúrgico.

O grupo tem a sua sede na escola que lhe deu o nome e localiza-se na freguesia de Massarelos no Porto, recebendo apoio da Junta de Freguesia e do Conselho Executivo da ESIDH. Colabora no Festival de Massarelos (1º sábado de julho) e no Festival Pedro Homem de Mello. Tenta este grupo respeitar o rigor das danças, músicas e cantares, trajes e instrumentos musicais nas suas atuações e recriações.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

grupo etnográfico do Orfeão do Porto

O Orfeão do Porto nasceu em 1910, tendo completado 112 anos de história em 2022. O seu grupo etnográfico nasceu em 1981, e o grupo infantil, entretanto extinto, nasceu em 1995.

Grupo Etnográfico do Orfeão do Porto

grupo etnográfico do Orfeão do Porto

Grupo Etnográfico do Orfeão do Porto

grupo etnográfico do Orfeão do Porto

Grupo Folclórico de Paranhos

O Rancho Folclórico de Paranhos foi fundado a 9 de outubro de 1979. Desde essa data, recolhe e divulga com seriedade as raízes culturais da sua terra maiata. Recriando algumas das tradições da cidade do Porto, tem vindo a organizar anualmente, e sem interrupção, as seguintes atividades: Encontro de Cantares “Do Natal aos Reis”; Feira Rural em Paranhos à moda antiga e Feira das Tradições.

Tem participado nas Rusgas de São João, em representação da freguesia. Organiza ainda o Festival Internacional de Folclore da Cidade do Porto e o Festival Internacional de Folclore de Paranhos, Desfolhada à Moda Antiga, Cantares de Janeiras e de Reis (de porta a porta).

Em 2005 foi galardoado pela Câmara Municipal do Porto com a Medalha de Mérito Municipal, Grau Prata. Fiel embaixador das nossas tradições tem levado o seu nome a todo o país e ao estrangeiro.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português.

GFP

Grupo Folclórico de Paranhos

Grupo Folclórico de Paranhos

Grupo Folclórico de Ramalde

GFR

Grupo Folclórico de Ramalde

Grupo Folclórico de Ramalde

Rancho Folclórico do Porto

O Rancho Folclórico do Porto foi fundado a 24 de junho de 1982 e apresentou-se à cidade a 24 de junho de 1984. O seu lema é “Sempre Leal” aos costumes que são povo, e o seu objetivo é preservar e difundir as antigas tradições da cidade, relacionadas com a cultura popular.

O reportório folclórico engloba danças, cantares, pregões, cantar de Janeiras, desfolhadas, magustos e a celebração de festas aos santos populares.

No entanto, a sua atividade cultural não se restringe ao folclore. Criou os espetáculos Fado do Porto, Um Porto de Vinho, Poetas do Romântico Portuense e As flores do meu Jardim, assim como revisitações de vários poetas do Romântico Portuense.

Organizou espetáculos históricos de comemorações como as Lutas Liberais e Implantação da República, e as rememorações Invasões Francesas e 1ª Guerra Mundial. De igual forma, o Rancho Folclórico do Porto celebra festas religiosas como missas, batizados e autos relativos ao Natal e à Páscoa.

Rancho Folclórico do Porto

Rancho Folclórico do Porto

Os seus trajes foram reconstituídos a partir de postais ilustrados e do livro O Traje Popular em Portugal, de Alberto de Sousa.

Já se apresentou em todo o território nacional, incluindo as Regiões Autónomas dos Açores e Madeira. Em atuações internacionais, deslocou-se à Alemanha, Áustria, Bélgica, Brasil, China, Croácia, Egito, Espanha, França, Grécia, Hungria, Reino Unido, Itália, Luxemburgo, México, Polónia, Suíça e Rússia.

O GFP é convidado habitual nos canais de televisão portugueses e já atuou para a televisão alemã, austríaca, brasileira, chinesa, croata, egípcia, escocesa, francesa, galega, húngara, espanhola e mexicana. Para memória futura já gravou dezasseis trabalhos discográficos.

EDIÇÕES

Danças e Quadrilhas Durienses

Contradanças e Quadrilhas Durienses: Um projeto de recolha e divulgação do NEFUP, Helena Queirós, Luís Monteiro, Daniela Leite Castro. NEFUP, U.Porto Press, 2021 ISBN-13: 978-989-746-291-7

Contradanças e Quadrilhas Durienses: Um projeto de recolha e divulgação do NEFUP é o resultado do trabalho desenvolvido, durante dois anos, no sentido de dar a conhecer e salvaguardar o riquíssimo património destas danças que ainda sobrevive na região.

Depois de uma breve resenha histórica sobre a origem e a evolução das contradanças e quadrilhas na Europa, o livro faz uma análise dos depoimentos dos marcadores de contradanças e quadrilhas e de outros informadores entrevistados durante o projeto e levanta algumas questões relativas ao processo de fixação destas danças na região, pondo em diálogo visões diversas ou mesmo contraditórias e problematizando as características intrínsecas que as fazem correr o risco de desaparecimento: a obrigatoriedade de conhecimento do campo lexical de mandos por parte de todos os dançadores e o caráter repentista dos mandos dos diferentes marcadores.

É, também, feita uma análise global das estruturas e figuras coreográficas observadas nos registos efetuados durante o projeto, complementada pela sistematização, registo a registo, dos diferentes passos, figuras e mandos, por ordem crescente de complexidade.

Finalmente, apresenta-se um capítulo com transcrições para partituras das melodias recolhidas durante o projeto.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/porto-rancho-folclorico-do-porto.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-27 10:26:472024-10-26 23:14:41Porto e o seu folclore
Banda Musical de Melres
Músicas no Concelho

Gondomar e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Gondomar

Filarmónicas, história e atividades

  • Banda de São Cristóvão de Rio Tinto
  • Banda Musical de Gondomar
  • Banda Musical de Melres
  • Banda Musical de São Pedro da Cova
Banda Marcial S. Cristóvão de Rio Tinto

A Banda Marcial S. Cristóvão de Rio Tinto nasceu em 1937, sob a regência de José Neves (Saramago), como Banda Nova de Rio Tinto. Teve origem na extinta banda fundada há cerca de 150 anos. Está sediada na atual Rua da Boavista (antiga Rua Dr. Antunes Guimarães). Assumiu o nome do padroeiro da Cidade aquando das Comemorações das Bodas de Prata da Instituição.

BMSCRT

Banda S. Cristóvão de Rio Tinto

Banda Marcial S. Cristóvão de Rio Tinto

Em 1971, os associados conseguiram, à custa de muitos sacrifícios e sem o apoio de qualquer entidade oficial, comprar um terreno na Rua de Santa Luzia, para edificação da nova sede da associação (atual edifício sede), que foi  inaugurada em 1971, e viria a sofrer uma remodelação e ampliação significativa.

Tem abrilhantado festas e romarias de carácter religioso e não religioso e procissões com a sua música. Realizou inúmeros concertos e tem participado em vários eventos. Atua em romarias e guardas de honra a entidades oficiais, e participa em encontros de bandas. Organiza regularmente o seu Encontro de Bandas da Cidade de Rio Tinto – Concertos de Verão desde 2006. Participa em conceituados festivais com concertos corais-sinfónicos.

Possui uma escola de música com vários alunos, de várias idades, com proveniências de diversos estratos sociais, ensinando e incentivando o gosto pela música. Além de preencher os tempos livres dos jovens, promove a renovação contínua da Banda.

Um dos expoentes máximos da história recente da Banda foi a participação no “Certamen Internacional de Bandas de Música – Ciudad de Valencia” em 2007, um dos mais prestigiados a nível europeu. Apresentou-se no 16th World Music Contest de Kerkrade – Holanda, o mais prestigiado concurso de bandas a nível mundial, onde conquistou um honroso 6º lugar na categoria e foi nomeada banda do dia (2009).

Em território nacional foi participando em vários festivais e encontros de bandas, entre os quais o famoso “Festival de Bandas Filarmonia ao Mais Alto Nível”, no qual foi descrita como exibidora de uma “atitude serena e segura” durante toda a sua “atuação de muito bom nível”, “segura e eficaz”, conseguindo uma “prestação condizente com o seu estatuto de Banda de Qualidade, que tem gosto no que faz!”. Em 2010, participou no festival de Vila Nova de Cerveira.

Pelas suas Bodas de Diamante, foi agraciada com bênção papal de Bento XVI, e missivas do Bispo do Porto D. Manuel Clemente e do Pároco de Rio Tinto, Padre António Vidinha. Teve ainda o reconhecimento por parte do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.

Em 2013 recebeu a Medalha de Mérito (Grau Ouro) da Câmara Municipal de Gondomar pelo reconhecido trabalho no âmbito Cultural e Musical, tendo sido também agraciada com uma condecoração Honrosa por parte da Junta de Freguesia de Rio Tinto, que já considerou a BSCRT como o “conservatório de Música” da cidade de Rio Tinto. Não menos importante foi a carta de reconhecimento de Dom Duarte de Bragança, elogiando o trabalho musical e o associativismo pela BSCRT desenvolvido.

Em 2013 assumiu o cargo de director artístico da Banda S. Cristóvão de Rio Tinto, o Maestro José Miguel Bovião Monteiro.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda Musical de Gondomar

Em 1850, o Padre João Ramos das Neves, conhecido por Padre João da Torre, organista, criou um terceto para animar as festividades religiosas. Em seguida, iniciou o ensino da música, e entre os seus interessados alunos em aprender, encontrava-se Damião Monteiro.

Manuel Ramos de França, do Lugar do Paço, freguesia de S. Cosme – Gondomar, com outros elementos juntou-se ao grupo de alunos existentes e a expensas próprias, comprou os instrumentos necessários à formação de um agrupamento musical. Este agrupamento teve como regente Damião Monteiro que, apesar dos seus 17 anos, demonstrou grande competência. O primeiro concerto por este agrupamento musical que passou a designar-se Banda Monteiro, realizou-se no Monte Crasto em abril de 1863.

Em 1907, Damião Monteiro entregou a Banda ao seu filho mais velho, Domingos que, além de maestro, foi  compositor. Domingos Monteiro foi responsável pele organização e modernização da Banda, ajustando o ensino da música aos moldes académicos vigentes na época.

Em 1935, a direção artística da Banda foi entregue ao seu filho Tertuliano de Moura Monteiro que a regeu até 1965. Por motivos profissionais, entregou a regência ao seu primo António Monteiro, ficando este, durante quatro anos, à frente da Banda. Pela sua idade avançada, em 1970 foi substituído por David Monteiro que ocupou o lugar durante três anos.

BMG

Banda Musical de Gondomar

Banda Musical de Gondomar

Em 1973 a Banda foi regida por Manuel Vieira Martins. Em 1974, David Monteiro voltou a dirigir a banda, mantendo-se no cargo até 1980, acumula as funções de regência com as de professor da escola de música.

Em 1973, com a aprovação dos estatutos a “Banda do Monteiro” transformou-se numa Associação sem sede própria mas apoia da pelas associações de Gondomar que sempre franquearam as suas sedes para as reuniões e ensaios onde se destacam o Clube dos Caçadores de Gondomar, os Bombeiros Voluntários de Gondomar durante os mandatos presididos pelo senhor Jeremias Neves, o Orfeão de Gondomar e a Congregação dos Padres Capuchinhos de Gondomar, de onde saiu para a sua própria sede, inaugurada a 11 de outubro de 1998. A sede foi construída em terreno oferecido pelo sócio benfeitor, José Tomé de Castro Moutinho. Foi edificada com a ajuda da Câmara Municipal de Gondomar, entidades oficiais e auxílio de benfeitores.

Em 1981 foi um bisneto do fundador, Dr. Guilhermino Monteiro, que assumiu a regência da Banda, continuando a escola à responsabilidade de David Monteiro. Em 1986, após um interregno de vinte anos, voltou a assumir a direção da Banda Tertuliano Moura Monteiro (1986-1991). Seguiram-se-lhe David Araújo (1991-2000), Júlio Augusto Cunha Santos (2000-2001), António Manuel Monteiro Ventura (2001-2006), Luís Macedo (2006-2010).

Em 2010, com a eleição dos novos Corpos Sociais, a coletividade entrou numa nova fase da sua vida. A direção artística da Banda passou para Luís Carvalhoso. Deu-se um forte impulso na Academia de Música, tendo hoje já mais de 120 alunos nos mais diversos instrumentos. Relançou-se o grupo de música popular portuguesa Litos, Quinhas e Os Bandalhos que além do lançamento de um CD já teve várias atuações na televisão. Criou-se o BMG Chorus que já participou em diversos concertos. Dinamizou-se a Orquestra Ligeira e o Quarteto de Jazz. Lançou-se um quinteto de metais (Os Eruditos) que além do lançamento de um CD tem realizado um conjunto significativo de concertos.

Banda Musical de Melres

Em 1924 foi fundada em Melres a Agremiação Filantrópica Musical de Melres, de cujo seio nasceu a Tuna Musical de Melres. Foi seu fundador o Professor António Augusto de Carvalho e primeiro presidente o Padre Jerónimo Joaquim Ferreira.

Os primeiros acordes públicos da Tuna, então com 20 elementos, fazem-se ouvir três anos após a sua fundação. Foi efetivamente em 8 de agosto de 1927 que, pela primeira vez, a Tuna toma a seu cargo as responsabilidades duma festividade.

Em 1931, já com 25 elementos, passou a denominar-se «Orquestra de Melres», tendo acérrimos despiques com a Banda Musical de Recarei, com a Tuna de Rio Mau (mais tarde, Banda Musical de Rio Mau) e com a Tuna do Padre Francisco, do Pejão (mais tarde Banda Musical do Pejão). Estes despiques granjearam tal fama à Orquestra de Melres que foi a mesma convidada a participar na Exposição Colonial realizada no Porto, em 1934.

BMM

Banda Musical de Melres

Banda Musical de Melres

Depois de atravessar um período de instabilidade (entre 1939 e 1944), que quase a levou à extinção, a Orquestra de Melres foi reativada mercê do trabalho incansável do então diretor e maestro, António Baptista Ferreira. Em 1950 passou à categoria de Banda, com 32 elementos, sendo seu 1º maestro nesta qualidade, António Baptista Ferreira.
Foram depois seus maestros Júlio da Silva Santos, Joaquim José Vieira, Albino Ribeiro, António de Freitas Bernardes, João Ribeiro da Silva, José Aguiar, Severino Leite da Silva e Tertuliano Monteiro.

Em 1973, a Banda passou a ser dirigida pelo categorizado professor e maestro José Alves Macedo que, mercê de um grande esforço de aperfeiçoamento técnico e remodelação do seu reportório, conseguiu elevado nível artístico. O professor José Macedo manteve-se como maestro da Banda até 1992 (19 anos), ano da sua morte. Dois meses antes da sua morte, assumiu a liderança artística da Banda o seu filho, Luís Fernando da Costa Macedo, que se manteve como maestro até fins de 1998. Durante o ano de 1999 foi maestro da Banda o professor Saúl Rodrigues da Silva, ficando a sua passagem marcada pela edição do primeiro CD da Banda Musical de Melres, gravado nas instalações ainda em construção da futura sede social da Banda.

Entre 2000 e 2003, a Banda teve como maestro o professor Fernando de Sousa Baptista. Seguiu-se o maestro José Carlos Ferreira, clarinetista formado inicialmente nesta Banda e já com longo curriculum musical neste instrumento, tendo permanecido nestas funções durante 12 anos, até 2015. Atualmente, e desde 2015, é seu maestro o Professor Luís Fernando da Costa Macedo, que regressou 17 anos depois.

Foi a partir de 1950 que a Banda de Melres se afirmou no panorama musical regional, altura em que à frente do seu destino aparece a família Sousa Mota. Os irmãos Camilo, Manuel e António, foram os grandes obreiros desta Associação. O primeiro, Camilo de Sousa Mota, soube criar as estruturas indispensáveis à manutenção duma grande Banda: uma casa de ensaio (Casa da Mútua), contratação de um maestro de prestígio (José Alves Macedo), renovação de todo o instrumental e novos fardamentos. O segundo, Dr. Manuel Cunha da Mota, soube continuar na senda do êxito, atingindo a Banda de Melres, no seu mandato, êxitos nunca antes conseguidos, como a obtenção do 3º lugar em Bandas de 2ª categorias no II Grande Concurso Nacional de Bandas Civis, promovido pela FNAT em 1971, e a obtenção do 1º lugar no Concurso «Sol de Verão», promovido pela RTP, em 1983.

O Comendador, Dr. António de Sousa Mota, fica para sempre ligado ao maior acontecimento da história da Banda Musical de Melres, por via da construção do Centro Sócio Cultural «Irmãos Mota», inaugurado em 2005.

Com esta infraestrutura de apoio e com uma Escola de Música reestruturada pelo Maestro José Carlos Ferreira e frequentada por cerca de 130 alunos, parece-nos ter a Banda Musical de Melres conquistado um lugar ao sol no panorama musical português a nível de Bandas de Música civis. Em 2014 passou a Diretor Pedagógico o Professor Luís Macedo.

No ano de 2014 comemoraram-se os 90 anos da Associação. A Direcção, com a ajuda de uma Comissão criada para o efeito, elaborou um programa com vários eventos onde se incluíam concertos, concursos, convívios, exposições, encontros de antigos músicos e dirigentes, várias homenagens, mas também o lançamento do livro “Do Bombo ao Flautim”, com a história da Associação.

No dia 19 de maio de 2019, a Banda de Melres comemorou os seus 95 anos de existência, com a realização de um concerto público, no qual, entre outros eventos, inaugurou um piano de cauda, abrilhantado por Pedro Burmester. Foi prestada uma última homenagem ao recentemente falecido Presidente da Direcção, Comendador Dr. António de Sousa Mota.

Em 1994, tornou-se Pessoa Coletiva de Utilidade Pública e em 2003 passou a gozar do Estatuto do Mecenato.

Banda Musical de S. Pedro da Cova

A Banda Musical de S. Pedro da Cova foi fundada em 1900, e teve como seu primeiro maestro Camilo Aguiar.Todos os elementos se conheciam e trabalhavam no mesmo local (a Companhia das Minas). Mais tarde, com o encerramento das minas, a banda encontrou bastantes dificuldades, quando muitos músicos (por motivos de trabalho) deixaram a banda ou emigraram.

BMSPC

Banda Musical de S. Pedro da Cova

Banda Musical de S. Pedro da Cova

Atualmente, tem cerca de 40 elementos, sendo 80% do qual constituído por jovens abaixo dos 25 anos, saídos da sua escola. A banda tem como sede o piso inferior do Centro Lúdico de S. Pedro da Cova. A Banda alcançou a fase final de um dos célebres concursos de bandas, organizados pela EDP, na década de 70, em categoria B.

O atual maestro, Barnabé Aguiar, começou o seu percurso musical em criança na banda que hoje dirige. Ao atingir a idade do antigo Serviço Militar Obrigatório, em 1964, ingressou como clarinete na Banda da Região Militar Norte (no então Regimento de Infantaria nº6), debaixo da batuta do maestro Capitão Carlos Oliveira. Frequentou o Conservatório de Musica do Porto, e neste período sucedeu ao maestro José Aguiar na direção artística da Banda Musical. Por motivos de saúde, tornou-se necessário deixar a regência da banda, à qual regressou e em 1990 se tornou presidente.

Nesta altura, a banda conheceu vários maestros, entre os quais o (então) Primeiro-sargento músico Serafim Aguiar (primo do maestro Barnabé Aguiar), que também iniciara os estudos musicais na banda e prosseguira (também) para a Banda da Região Militar Norte. Por motivos profissionais, Serafim Aguiar deixou a Banda em 1994, e o seu trabalho foi continuado por Barnabé Aguiar, que se mantém na regência. Um motivo de orgulho para a freguesia, são os inúmeros músicos que a banda viu nascer e crescer no seu meio. E os que dali saíram, como músicos ou maestros para bandas e orquestras.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/gondomar-banda-musical-de-melres.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-26 14:15:322024-10-28 10:47:15Gondomar e as suas filarmónicas
Grupo Folclórico de S. Cosme de Gondomar
Músicas no Concelho

Gondomar e o seu folclore

Folclore em Gondomar

Grupos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Douro Litoral (Douro Litoral Norte)
  • Distrito: Porto
  • Concelho: Gondomar

13 grupos

  • Associação Folclórica Cantarinhas da Triana
  • Grupo de Danças e Cantares do Centro Social de Soutelo
  • Grupo Folclórico de S. Cosme – Gondomar
  • Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz
  • Grupo Folclórico e Etnográfico de S. Pedro da Cova
  • Rancho Folclórico da Associação Recreativa de Ferreirinha
  • Rancho Folclórico de Gens
  • Rancho Folclórico de Zebreiros
  • Rancho Folclórico do Passal
  • Rancho Folclórico Santa Cruz de Jovim
  • Rancho Folclórico Santa Eufémia de Pé-de-Moura
  • Rancho Folclórico Senhora da Piedade de Melres
  • Rancho Regional de Fânzeres
Associação Folclórica Cantarinhas da Triana

A Associação Folclórica Cantarinhas da Triana é uma coletividade de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

AFCT

Associação Folclórica Cantarinhas da Triana

Associação Folclórica Cantarinhas da Triana

Grupo de Danças e Cantares do Centro Social de Soutelo

O Grupo de Danças e Cantares do Centro Social de Soutelo é uma coletividade de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

CSS

Centro Social de Soutelo

Centro Social de Soutelo

Grupo Folclórico de S. Cosme de Gondomar

Fundado em 1959, o Grupo Folclórico de S. Cosme de Gondomar está sediado na Rua Dr. Francisco Sá Carneiro, 570 4420-130 S. Cosme.

RFSCG

Grupo Folclórico de S. Cosme de Gondomar

Grupo Folclórico de S. Cosme de Gondomar

GFSCG

Grupo Folclórico de S. Cosme

Grupo Folclórico de S. Cosme

Rancho Folclórico de Zebreiros

O Rancho Folclórico de Zebreiros foi fundado em 1959. Tudo começou uns dois ou três anos antes, no intuito de angariar fundos para o altar de S. Jorge, padroeiro do lugar. Nessa altura, as roupas eram feitas por cada um dos elementos, sem qualquer objetivo de representar os usos e costumes dos nossos antepassados. A Mulher vestia saia castanha, blusa branca, colete preto, avental amarelo e lenço vermelho às flores. O homem, calças castanhas, camisa branca e faixa vermelha. Os instrumentos utilizados eram: acordeão, violão, viola braguesa, violino, flauta e ferrinhos.

As danças, trajes e cantares não se enquadravam nas que realmente faziam parte do quotidiano dos antepassados. Assim, passou a recolher as danças, trajes e cantares da sua região.

No entanto, as recolhas foram mais longe, passando pelas lendas, rezas e mezinhas, adágios e principalmente tradições da pesca, à qual estamos bastante ligados. Tal ligação deve-se ao facto de parte da nossa população outrora se dedicar, entre outros, à pesca do sável e da lampreia no Rio Douro.

Enquanto a maioria da lavradeiras exibiam trajos remediados e ricos, ornados com muito ouro, as mulheres que trabalhavam no campo e no rio, apresentavam-se de aspeto mais pobre.

O Rancho é membro efetivo da Federação de Folclore Português e filiado no INATEL.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz

O Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz é uma coletividade de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

RFCT

Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz

Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz

Grupo Folclórico e Etnográfico de S. Pedro da Cova

Fundado em 1987, Grupo Folclórico e Etnográfico de S. Pedro da Cova é membro efetivo da Federação de Folclore Português e filiado no INATEL desde 1993.

GFESPC

Grupo Folclórico e Etnográfico de S. Pedro da Cova

Grupo Folclórico e Etnográfico de S. Pedro da Cova

Rancho Folclórico da Associação Recreativa de Ferreirinha

O Rancho Folclórico da Associação Recreativa de Ferreirinha é uma coletividade de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

RFARF

Rancho Folclórico da Associação Recreativa Ferreirinha

Rancho Folclórico da Associação Recreativa Ferreirinha

Rancho Folclórico de Gens

Fundado a 08 de agosto do ano de 1982, o Rancho Folclórico de Gens tem sede no lugar de Gens, freguesia da Foz do Sousa, Concelho de Gondomar, Distrito do Porto, Douro Litoral.

RFG

Rancho Folclórico de Gens

Rancho Folclórico de Gens

Rancho Folclórico de Zebreiros

O Rancho Folclórico de Zebreiros é uma coletividade de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

RFZ

Rancho Folclórico de Zebreiros

Rancho Folclórico de Zebreiros

Rancho Folclórico do Passal

O Rancho Folclórico do Passal é uma coletividade de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

RFP

Rancho Folclórico do Passal

Rancho Folclórico do Passal

Rancho Folclórico Santa Cruz de Jovim

O Rancho Folclórico Santa Cruz de Jovim é uma associação cultural de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

RFSCJ

Rancho Folclórico Santa Cruz de Jovim

Rancho Folclórico Santa Cruz de Jovim

Rancho Folclórico Santa Eufémia de Pé-de-Moura

O Rancho Folclórico de Santa Eufémia de Pé-de-Moura foi criado em 1958, para preservação de toda uma riqueza folclórica existente. Na sequência lógica de um povo (que trabalhava de sol a sol no campo, nas minas e no rio) deu-se a «transmissão da herança» e a sabedoria de, nas horas vagas, manter costumes, trajes, cantigas e danças de outros tempos.

RFSEPM

Rancho Folclórico de Santa Eufémia de Pé-de-Moura

Rancho Folclórico de Santa Eufémia de Pé-de-Moura

Rancho Folclórico Senhora da Piedade de Melres

O Rancho Folclórico Senhora da Piedade de Melres é uma associação cultural de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

RFSPM

Rancho Folclórico Senhora da Piedade de Melres

Rancho Folclórico Senhora da Piedade de Melres

Rancho Regional de Fânzeres

O Rancho Regional de Fânzeres é uma associação cultural de natureza etnográfica sediada no concelho de Gondomar.

RRF

Rancho Regional de Fânzeres

Rancho Regional de Fânzeres

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/gondomar-rancho-folclorico-de-sao-cosme-de-gondomar.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-26 11:50:062024-10-28 10:53:14Gondomar e o seu folclore
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