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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Grupo Folclórico Recreativo de Tabuadelo
Músicas no Concelho

Guimarães e o seu folclore

Folclore em Guimarães

História, bandas de música e atividades

  • Minho (Baixo Minho)
  • Distrito: Braga
  • Concelho: Guimarães

17 grupos

  • Grupo de Danças e Cantares de Vermil
  • Grupo Folclórico A.C.R. de Conde (S. Martinho)
  • Grupo Folclórico da Casa do Povo de Briteiros
  • Grupo Folclórico da Casa do Povo de Creixomil
  • Grupo Folclórico da Casa do Povo de Fermentões
  • Grupo Folclórico da Corredoura
  • Grupo Folclórico de Polvoreira
  • Grupo Folclórico de Sande São Martinho
  • Grupo Folclórico de São Torcato
  • Grupo Folclórico de Souto
  • Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande
  • Grupo Folclórico Recreativo de Tabuadelo
  • Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém
  • Rancho Folclórico e Recreativo de Candoso S. Martinho
  • Rancho Folclórico S. Cipriano de Tabuadelo
  • Rancho Folclórico do Centro Social, Cultural e Desportivo de Silvares
  • Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos
Grupo de Danças e Cantares de Vermil

O Grupo de Danças e Cantares de Vermil foi fundado a 29 de julho de 1980, em Vermil, freguesia do concelho de Guimarães, distrito de Braga, e está integrado no Centro Cultural e Recreativo de Vermil. Vermil sempre foi terra com enorme tradição cultural e apetência pelo associativismo. Assim, foi com naturalidade que, aproveitando os cortejos e leilões de oferendas para angariação de fundos para obras de restauro da igreja e construção do salão paroquial, nasceu o Grupo.

GDCV

Grupo de Danças e Cantares de Vermil

Grupo de Danças e Cantares de Vermil

Raparigas e rapazes da freguesia movidos pela tradição dos seus antepassados evoluíram de algumas danças para cortejos, para um profundo estudo e recolha dos usos e costumes, constituindo-se como verdadeiros embaixadores do folclore do Baixo Minho. O Grupo de Danças Cantares de Vermil exibe trajos representativos de finais do século XIX e princípios do século XX, nomeadamente domingueiros, mordoma, de trabalho eira e linho e de luxo. As suas danças e tocata ilustram, particularmente, os costumes ligados ao quotidiano agrícola vivido naquela época.

Composto por cerca de 50 elementos, conta com atuações por todo o País, em romarias e festivais. Está inscrito no INATEL, sendo um ativo valioso na perpetuação da cultura de Guimarães. O grande objetivo do Grupo de Danças e Cantares de Vermil é continuar a levar o nome e as tradições da sua terra a todo o país e estrangeiro, reavivando a riqueza de um passado, cada vez mais indispensável para encarar o futuro.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Grupo Folclórico A.C.R. de Conde (S. Martinho)

O Grupo Folclórico A.C.R. de Conde (S. Martinho) é um grupo etnográfico pertencente ao concelho de Guimarães, distrito de Braga, que preserva e divulga os costumes, danças e cantares da região etnográfica do Baixo Minho a que pertence.

Grupo Folclórico A.C.R. de Conde (S. Martinho)

Grupo Folclórico A.C.R. de Conde (S. Martinho)

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Briteiros

O Grupo de Folclórico foi fundado a 30 de março de 1974. É sócio do INATEL, filiado e sócio fundador da Federação do Folclore Português. Representa orgulhosamente a Região do Baixo Minho. Os trajes que o caracterizam são o Traje de Noiva, Traje do Trabalho, Traje Domingueiro, Traje de Menina Rica e Traje de Leiteira. O Grupo é oriundo de Briteiros S. Salvador, aldeia com história e tradições seculares, situada no sopé do monte que alberga a afamada Citânia de Briteiros. Dista da Cidade de Guimarães 12 km e fica a 3 km do Alto do Sameiro.

O GFCPB organiza um dos festivais internacionais que se realizam anualmente em Portugal. Tem percorrido o País de Norte a Sul, com atuações em Festa e romarias, em festivais nacionais e internacionais. Efetuou algumas saídas ao estrangeiro, nomeadamente Espanha, França, Suíça e Mónaco. Representou o Concelho de Guimarães em vários pontos do País, na Expo98 (Lisboa), na comemoração dos 500 anos da Batalha, no Algarve e na Ilha da Madeira.

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Briteiros

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Briteiros

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Creixomil

O Grupo Folclórico da Casa do Povo preserva e divulga as tradições e a cultura da Cidade de Guimarães com o folclore.

GFCPC

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Creixomil

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Creixomil

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Fermentões

O Grupo Folclórico da Casa do Povo de Fermentões foi criado a 23 de junho de 1973. Tem dado a conhecer de Norte a Sul de Portugal e além fronteiras, os usos, os costumes e as
tradições das gentes de Fermentões.

Fermentões é uma localidade situada a 3 km da cidade de Guimarães, terra de grandes tradições culturais e religiosos, marcada ainda por uma forte componente agrícola.

Chulas, Malhões e Viras são as danças típicas da região que este Grupo Folclórico representa, a região do Baixo – Minho. Os seus trajes, representativos do século XIX, são considerados os mais puros e genuínos da sua região: o traje de noivos, de romaria, luxo, ver a Deus, traje de campo e traje de feira.

Em 1976, foi concretizada a integração do grupo na Federação do Folclore Português. Tem-se apresentado em festivais nacionais e internacionais, e em inúmeras festas e romarias que se realizam de norte a sul do país e ilhas, e também no estrangeiro, nomeadamente, Espanha, França, Bélgica, Brasil, Mónaco.

Organiza o seu Festival de Folclore em setembro, integrado na Festa do Agricultor, uma das maiores festas etnográficas do norte do país.

GFCPF

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Fermentões

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Fermentões

Grupo Folclórico da Corredoura

Corredoura, localidade da vila de S. Torcato a Norte, e a seis quilómetros da Cidade de Guimarães, terra de grandes tradições culturais e religiosas, marcada ainda por uma forte componente agrícola, onde se pode observar com rara beleza os campos e as searas do milho, linho e centeio, é hoje em dia um dos pólos de maior desenvolvimento sócio-cultural da região, participada por um enorme movimento associativo, e um grande surto de desenvolvimento industrial na área têxtil, calçado e construção.

Tendo como finalidade a ocupação dos tempos livres do povo da Terra, o gosto pela dança, canto e música, foi fundado a 1 de março de 1956 o Grupo Folclórico da Corredoura, que desde desenvolveu um verdadeiro trabalho de pesquisa e de recolha dos usos, costumes e tradições dos seus antepassados. A sua apresentação oficial aconteceu no dia 4 de agosto do ano de 1957 nas Festas da Cidade e Gualterianas. Desde logo obteve os mais rasgados elogios do grande etnógrafo padre Mourinho, pela pureza dos seus cantares, danças e trajos recolhidos na área das terras de Santa Maria.

Os seus trajos representativos de fins do século XVIII e princípios do Século XIX são considerados os mais puros, genuínos e autênticos da região, tendo conquistado diversos prémios e várias distinções. Consciente do valor riquíssimo do património, o Grupo celebrou um protocolo com o Museu Alberto Sampaio para depósito de um conjunto de peças de elevado valor, até que possam ser expostas no museu do Grupo que está a organizar.

Atuou em todos os grandes festivais nacionais e internacionais de Norte a Sul do País e ilha da Madeira, onde já conquistou diversos prémios. Deslocou-se ao estrangeiro (Espanha, França, Itália (incluindo Sicília), Alemanha, Áustria, Hungria, Coreia do Sul. É sócio fundador da Federação do Folclore Português, e do INATEL. Tem seis discos gravados, quatro cassetes, cinco CD. Atuou diversas vezes para as seguintes estações de televisão: RTP1, RTP Internacional, RTP África, SIC, TVI, RTP Madeira, TV Galiza, RAI, TVE, RTF, TVH, TV Globo, TV Bandeirantes e TV Record Internacional do Brasil.

Organiza todos os anos, no primeiro sábado de julho, o Linhal da Corredoura (Festa do Linho), única da região, considerada uma das mais genuínas e expressivas manifestações etno-folclóricas da região Norte.

Como reconhecimento ao enorme contributo que o Grupo Folclórico da Corredoura tem prestado à cultura de matriz popular da região, foi condecorado com a Medalha em Prata de Mérito Associativo pela Câmara Municipal de Guimarães. Pela autenticidade dos seus trajos, pela pureza das suas danças e dos seus cantares, pela preservação dos usos e costumes dos seus antepassados, pela divulgação da música tradicional e popular portuguesa, considerado em 9 de outubro de 1985 o primeiro Grupo Folclórico da região como coletividade de utilidade pública.

Grupo Folclórico da Corredoura

Grupo Folclórico da Corredoura

Grupo Folclórico da Corredoura

Grupo Folclórico de Polvoreira

O GFP foi fundado a 28 de maio de 1982, como Grupo Folclórico Infantil, com elementos a frequentar a catequese na paróquia de Polvoreira. Em julho de 1993, por deixar de ser infantil, tomou como designação Grupo Folclórico de Polvoreira. Foi certificado pelo INATEL (Instituto Nacional para Aproveitamento dos tempos Livres dos Trabalhadores), em 03 de janeiro de 1996. Está filiado na Federação do folclore Português desde 2003, e tem estatutos próprios. O seu objetivo é promover atividades culturais, designadamente: recolher, manter e divulgar as músicas danças e trajes da região de Guimarães.

GFP

Grupo Folclórico de Polvoreira

Grupo Folclórico de Polvoreira

Anualmente organiza a tradicional Festa da Terceira Idade e o seu Festival Folclórico Internacional. Tem participado em festas e romarias, bem como em vários Festivais, por todo o País e estrangeiro. Durante o ano, a Direção organiza várias atividades para os sócios e componentes do Grupo e familiares. Celebra o aniversário, magusto, ceia de Natal e o cantar dos Reis. Nas épocas pascal e natalícia, alguns componentes do Grupo visitam os velhinhos e doentes da freguesia, para levarem uma lembrança.

Neste momento o grupo é composto por cerca de 50 elementos e todos os trajes são património do Grupo. As suas figuras e trajes são: noivos, missa, traje de trabalho, traje de festa, traje feira homem e traje de criado, traje domingueiro. Das danças constam: O Velho, cana verde, tirana, Xula, Perim, São Saias, Vare, Vareira Descansada, vira de Roda, vira de Cruz, São João, Dobadoira, Xula Batida, Passeamos, Sapatinho. Representou Guimarães em Tenerife, Ilha da Madeira, Ilha do Pico nos Açores, Porto Santo (Madeira), São Miguel Açores, Espanha, França, e em várias localidades de Norte a Sul.

Grupo Folclórico de Sande São Martinho

O Grupo Folclórico de Sande São Martinho é um grupo etnográfico do concelho de Guimarães, distrito de Braga, região etnográfica do Baixo Minho.

GFSSM

Grupo Folclórico de Sande São Martinho

Grupo Folclórico de Sande São Martinho

Grupo Folclórico de São Torcato

O Rancho Folclórico é um grupo etnográfico do concelho de Guimarães, distrito de Braga, região etnográfica do Baixo Minho.

Grupo Folclórico de São Torcato

Grupo Folclórico de São Torcato

Grupo Folclórico de Souto

O Grupo Folclórico de Souto é um grupo etnográfico do concelho de Guimarães, distrito de Braga, região etnográfica do Baixo Minho.

Grupo Folclórico de Souto

Grupo Folclórico de Souto

Grupo Folclórico de Souto

Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande

O Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande – Guimarães foi fundado em 05 de junho de 1978. Investiu bastante na recolha de factos relacionados com as vivências do povo de Vila Nova de Sande, registando-os e preservando-os de forma a que hoje possa divulgá-los pelo País e no Estrangeiro. Tem pugnado pelo Folclore de raiz da região, quer nos trajes, nas danças, nos cantares e nas músicas, tendo-se afirmado como um dos verdadeiros intérpretes do folclore da região etnográfica do Baixo Minho.

Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande

Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande

Percorreu o País de Norte a Sul, atuando nos melhores festivais levados a cabo a nível nacional, como o Festival Nacional de Folclore do Algarve em 1986 e em 1996. Atuou na ilha da Madeira. No estrangeiro apresentou-se em vários países: Espanha (Barcelona e Galiza), França (Norte e Centro), Mónaco, Áustria (Viena), Alemanha (Dortmund), Hungria (Debrecen) e Brasil (várias cidades do Rio Grande do Sul).

Organiza anualmente um Festival Internacional de Folclore e participou em diversas exposições de trajes a nível nacional. Os trajes que retrata são: noivos, luxo, domingueiro, namorados, feira, leiteira e ainda de trabalho erva e linho. O Grupo é membro efetivo da Federação do Folclore Português e da Associação de Folclore e Etnografia de Guimarães, e está inscrito no INATEL. Efetuou várias gravações e atuações para a RTP1, RTP Internacional, Rádio e Televisão dos Países Baixos, Televisão Húngara e Televisão RGS Brasil.

GFCSVNS

Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande

Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande

Grupo Folclórico Recreativo de Tabuadelo

O Grupo Folclórico Recreativo de Tabuadelo foi fundado a 13 de novembro de 1995.

RFRT

Grupo Folclórico Recreativo de Tabuadelo

Grupo Folclórico Recreativo de Tabuadelo

Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém

O Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém é um grupo etnográfico do Concelho de Guimarães, distrito de Braga, região etnográfica do Baixo Minho.

Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém

Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém

Rancho Folclórico de Candoso – São Martinho

O Rancho Folclórico de Candoso – São Martinho iniciou a sua atividade em 1994, a partir de algumas iniciativas promovidas pela Associação de Pais de Escola de Candoso. É filiado na Federação de Folclore Português, Sócio do INATEL e Associação de Etnografia de Guimarães. Organiza festivais nacional e internacional, participa em festas e romarias. Digno representante de folclore do Baixo Minho, e atuou em Portugal, França e Espanha.

RFCSM

Rancho Folclórico de Candoso - São Martinho

Rancho Folclórico de Candoso – São Martinho

Rancho Folclórico S. Cipriano de Tabuadelo

O Rancho Folclórico S. Cipriano de Tabuadelo é um grupo etnográfico do concelho de Guimarães, distrito de Braga, região etnográfica do Baixo Minho, que dá a conhecer as tradições e costumes da terra com as suas atuações.

RFSCT

Rancho Folclórico S. Cipriano de Tabuadelo

Rancho Folclórico S. Cipriano de Tabuadelo

Rancho Folclórico do Centro Social Cultural e Desportivo de Silvares

O Rancho Folclórico do Centro Social Cultural e Desportivo de Silvares é um grupo etnográfico do concelho de Guimarães, distrito de Braga, região etnográfica do Baixo Minho. No seu palmarés conta com várias atuações por todo o país, em festas e festivais, bem como no estrangeiro. Organiza anualmente o seu Festival de Folclore e também a sua atividade agrícola, a Segada e Malha do Centeio.

RFCSCDS

Rancho Folclórico do Centro Social Cultural e Desportivo de Silvares

Rancho Folclórico do Centro Social Cultural e Desportivo de Silvares

Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos

O RFCCRMC é um grupo etnográfico sediado em Moreira de Cónegos, concelho de Guimarães, distrito de Braga, região etnográfica do Baixo Minho. Organiza um Festival de Folclore e dá a conhecer as tradições e costumes com as suas atuações.

RFCCRMC

Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos

Rancho Folclórico do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/guimaraes-grupo-folclorico-recreativo-de-tabuadelo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-22 11:14:432024-10-28 11:02:33Guimarães e o seu folclore
Rancho Folclórico de Penela
Músicas no Concelho

Penela e o seu folclore

Folclore em Penela

Tradições, grupos etnográficos e atividades no Concelho

  • Rancho Folclórico do do Rabaçal

O folclore é um meio de o povo se manifestar. Em Penela, o associativismo cultural tenta reativar em momentos de lazer, as festividades dos antepassados. Contribui para isto o Rancho Folclórico do Rabaçal.

Rancho Folclórico do Centro Social Polivalente do Rabaçal

O Rancho Folclórico do Centro Social Polivalente do Rabaçal é um grupo etnográfico  pertencente ao Concelho de Penela, distrito de Coimbra.

RFR

Rancho Folclórico de Penela

Rancho Folclórico de Penela

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/penela-rancho-folclorico-do-rabacal.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-21 22:05:352021-06-21 11:27:44Penela e o seu folclore
Coro Carlota Taylor
Músicas no Concelho

Penela e os seus coros

Coros de Penela

Grupos e atividade coral no Concelho

  • Choral Polyphónico João Rodrigues de Deus (da Sociedade Filarmónica Penelense)
  • Coro Carlota Taylor (Espinhal)

Choral Polyphónico João Rodrigues de Deus

Choral Polyphónico João Rodrigues de Deus

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Coro Carlota Taylor

Coro Carlota Taylor

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Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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FOI NOTÍCIA

A 21 de janeiro de 2020, decorreu Encontro de Coros do Espinhal, inaugurando a 21º edição do Inverno Cultural de Penela. O Inverno Cultural, um evento promovido pelo Município de Penela em colaboração com as associações concelhias, teve com o quarto Encontro de Coros e Concerto de Ano Novo. Marcaram presença, o Coro Calçada Romana de Alqueidão, da Serra-Porto de Mós, o Coro do Centro Cultural da Guarda e o Coro da Cruz Vermelha de Águeda, recebidos pelo Coro Carlota Taylor, do Espinhal criado em setembro de 2016, em homenagem à Professora de Música e Harpista e que deu origem à Filarmónica do Espinhal.

O Centro Cultural das Cerejeiras seria o próximo anfitrião do Inverno Cultural 2020 que receberia, no dia 26 de janeiro, o Grupo de Música Tradicional Tu Cá Tu Lá- S.A., com sede no Centro Cultural de Casais de Santo Amaro e o Grupo de Danças, Cantares e Memórias da Universidade Sénior de Penela.

O Choral Polyphónico João Rodrigues de Deus, da Sociedade Filarmónica Penelense, juntou-se ao Coro Carlos Seixas, de Coimbra, para ambos celebraram em conjunto, ao longo de 2018, os 10 anos de atividade que, por coincidência, cada um dos grupos festeja.

A amizade entre os dois maestros, Paulo Bernardino e João Santos, respetivamente, colegas de curso, permitiu dar corpo à ideia e entre música e palavra, leia-se, concertos e conferências, estão agendadas 12 iniciativas, entre 10 de abril e 8 de dezembro, em Penela e Coimbra.

“O que passa para o público são as conferências e os concertos, mas entre os próprios coros, haverá o convívio, ensaios e trabalhos em conjunto, trocas de experiências e culturas”, revelou ao Terras de Sicó, Paulo Bernardino.

O coro de Penela, fundado em 18 de janeiro de 2008, está “bastante bem e tem feito um trabalho notável”, refere o maestro, destacando a recente prestação num concurso nacional de coros, promovido pelo Coro Carlos Seixas, em que o Polyphónico João Rodrigues de Deus alcançou um lugar entre os oito grupos finalistas, numa lista de mais de duas dezenas.

Com mais de 30 elementos, um número “muito interessante, embora quanto mais pessoas houver melhor, porque permite fazer outro tipo de repertório”, o coro interpreta música medieval, portuguesa, sacra e ligeira, o que lhe permite adaptar-se consoante o espaço e a iniciativa em que é solicitado a atuar.

A agenda de concertos para este ano está “bastante preenchida”, com os espetáculos das comemorações do aniversário, outros já programados pelo país e uma deslocação a Sevilha (Espanha) em junho de 2020.

Com ensaios todos os sábados à noite, na sede da Filarmónica Penelense, Paulo Bernardino elogia o apoio da Câmara e só lamenta as limitações financeiras, que não possibilitam pagar mais ao maestro (penelense, mas a viver em Gaia) e impedem “outro tipo de trabalhos”. “Tudo o que envolve contratar músicos, instrumentistas convidados, é mais complicado, porque não há dinheiro para isso”, salienta aquele responsável, admitindo, contudo, que o grupo “está bem, se olharmos à realidade de outros coros”.

O repertório do coro será “explorado” nos concertos de aniversário e as conferências previstas abordarão a temática da prática coral.

Comemorações em Penela e Coimbra

O programa da comemoração conjunta do 10.º aniversário do Choral Polyphónico João Rodrigues de Deus e do Coro Carlos Seixas teve início a 10 de abril, em Coimbra, com Rosário Pestana, da Universidade de Aveiro, a conversar sobre “A importância da prática coral na sociedade portuguesa”. No dia 20, igualmente na cidade do Mondego, o investigador João Pedro Almeida Rocha abordou “A música de intervenção gravada” e apresentou o livro “Discos perdidos e outras canções de Abril”. No mesmo dia, à noite, em Penela, realizou-se um concerto com a participação dos dois coros aniversariantes. No dia 25 de abril, o programa do dia 20 repetiu-se, mas desta vez todo em Penela, integrado nas comemorações da Revolução dos Cravos.

No dia 30 de junho, Sofia Serra, da Universidade Católica do Porto, explicou a fisiologia da voz para coralistas, no auditório municipal de Penela. Pelas 21h00, realizou-se o 9.º Encontro Coral do Choral Polyphónico João Rodrigues de Deus.

Paulo Bernardino, maestro do coro penelense, falou sobre música sacra em duas sessões a 29 de setembro (Igreja da Misericórdia de Penela, na comemoração do feriado municipal) e 1 de outubro (Coimbra, assinalando o Dia Mundial da Música).

A 5 e 6 de Outubro, pelas 21h30, realizaram-se dois espetáculos de angariação de fundos para a associação SOGA (Servir Outra Gente Com Amor), o primeiro na Sé Velha (Coimbra) e o segundo na Igreja de Santa Eufémia (Penela).

O programa comemorativo fecharia nos primeiros dias de dezembro (1 e 8) com cantatas de Natal, pelo Choral Polyphónico João Rodrigues de Deus, Coro Carlos Seixas, Filarmónica Penelense e Coro de Urrô. No primeiro dia na inauguração do Penela Presépio e no segundo no Convento de S. Francisco, em Coimbra.

Fonte: Luís Carlos Melo

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/penela-coro-carlota-taylor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-21 21:48:062024-12-19 20:10:23Penela e os seus coros
Sociedade Filarmónica Penelense
Músicas no Concelho

Penela e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Penela

História, bandas de música e atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Penelense

A Sociedade Filarmónica Penelense foi fundada no dia 18 de janeiro de 1858 e tem em atividade a Academia da Música (Banda Juvenil Bemóis e Coro Infantojuvenil), a Banda, o Choral Polyphónico João Rodrigues de Deus, a Orquestra Ligeira e Os Caspirros.

SFP

Sociedade Filarmónica Penelense

Sociedade Filarmónica Penelense

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/penela-sociedade-filarmonica-penelense-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-21 20:40:442024-12-19 20:09:47Penela e as suas filarmónicas
ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela
Músicas no Concelho

Mirandela e as suas escolas de música

Escolas de música de Mirandela

O Ensino da Música no Concelho

Academia de Música de Mirandela

R. Dr. Francisco da Fonseca Henriques Bloco 15
5370-223 Mirandela
Correio eletrónico: academia.mirandela@gmail.com

Escola de Música Talentos

Av. Varandas do Tua Lote 5A 1º Andar, Loja 6
5370-343 Mirandela
Tlm. (+00 351) 933 468 486

ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela

Centro Cultural
Rua Sarmento Pimentel
5370-326 Mirandela
Tel. (+00 351) 278 265 035
Sítio: www.esproarte.pt
secretaria@esproarte.net

Para a formação de músicos no concelho e na região (e no próprio país) a Escola Profissional de Arte de Mirandela, que completou 30 anos em 2000, dá um contributo fundamental.

A ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela é uma escola privada que integra a rede de ensino nacional, na área do ensino profissional, goza de autonomia pedagógica, administrativa e financeira, sendo tutelada pelo Ministério da Educação tem como entidade proprietária a ArteMir – Associação de Ensino Profissional Artístico.

Nascida do Projeto Nacional de lançamento das Escolas Profissionais pelo Ministério da Educação em 1990, e do apoio da Câmara Municipal de Mirandela, a ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela veio encher de esperança todos aqueles que, com a música na alma, se viam obrigados a desistir de um sonho que, até então, era difícil de concretizar, ministrando cursos profissionais na área da música que conferem dupla certificação, sendo estes cursos nos níveis 2 e 4 do quadro nacional de qualificações com equivalência ao 9º e 12º ano de escolaridade, respetivamente.

ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela

ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela

Bem no coração da Terra Quente Transmontana e da região de Trás os Montes e Alto Douro, o desenvolvimento de um projeto com esta envergadura, ou melhor, a concretização de um sonho de muitos jovens transmontanos, veio abrir as portas a todos os que se viam obrigados a deixar a sua terra para se dedicarem à Música.

Única Escola Profissional de Música de toda a Região de Trás os Montes e Alto Douro, a ESPROARTE revestiu-se de um cariz extremamente ambicioso. Foi preciso juntar forças para transpor todas as barreiras que se colocavam a um projeto inovador como este, em terras Transmontanas e Alto Duriense.

Em poucos anos, a Escola que a priori parecia apenas satisfazer os desejos de uns poucos jovens da Terra Quente Transmontana, começou a acolher no seu seio jovens vindos de toda a região Transmontana e Alto Duriense e de outras regiões do País, que saíram da sua terra em busca de um sonho que aqui podiam ver concretizado.

Completando o trabalho pedagógico feito ao longo dos vários anos letivos, os alunos da ESPROARTE efetuam frequentemente concertos públicos em várias localidades do país, participando em grande número, como elementos efetivos, em vários estágios e cursos de aperfeiçoamento, o que lhes vem permitindo contatar com algumas individualidades de reconhecido mérito no meio artístico nacional e internacional. Do conjunto de atividades em que têm participado os alunos da ESPROARTE, destacam-se as atuações em: Espanha (entre outras em Zamora, Avila, Salamanca, Vilagarcia de Arousa), Angola, Escócia, Madeira e Canadá (Banff), onde se efetuou a gravação do seu primeiro CD.

A ESPROARTE não pode deixar de se orgulhar dos frutos que já deu e dos resultados positivos alcançados, demonstrados por uma lado pelo elevado número de diplomados que hoje exercem a sua atividade profissional como instrumentistas, na docência ou noutras atividades direta ou indiretamente ligadas ao meio musical, cultural e artístico, e por outro pelo registo sempre presente dos 4 CD já gravados.

Os concertos públicos regulares com as formações de grupos de câmara, ensambles e orquestra compostos por alunos da ESPROARTE tem sido o principal meio quer para a criação de públicos e de desenvolvimento artístico e cultural desta região, quer para a formação integral destes alunos pois são um recurso pedagógico essencial à sua aquisição de competências enquanto profissionais.

Fontes: Hugo Rodrigues facultou a informação relativa a Joana Pereira (viola d’arco), Emundo Pires (violino), Hugo Correia (contrabaixo),  Mariana Sampaio (violino), Alice Neves (viola d’arco), Ricardo Januário (violoncelo), Joana Nunes (viola).

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/mirandela-esproarte.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-21 16:08:172021-10-12 22:55:00Mirandela e as suas escolas de música
Coral de Chaves
Músicas no Concelho

Chaves e os seus coros

Coros de Chaves

História, grupos e atividade coral no Concelho

  • Coral de Chaves
Coral de Chaves

Fundado em 1992, o Coral de Chaves constituiu-se como Associação Cultural sem fins lucrativos em 1994.

Tendo como principal objetivo a divulgação da música coral-polifónica, a sua ação tem-se feito sentir através de um vasto reportório de música sacra, litúrgica e profana, englobando peças de um vasto número de compositores de vários períodos da História da Música.

Teve a sua estreia oficial em 1992. Desde então tem mantido uma presença regular em encontros de coros, tanto em Portugal como em Espanha, e respondido, sempre que possível, às solicitações de entidades e organismos públicos e privados.

Das diversas atividades que desenvolveu até ao momento são de destacar a organização anual de um Encontro de Coros em Chaves; a realização de concertos nas localidades do meio rural da Região; a participação na gravação do CD intitulado Os Melhores Coros Amadores da Região Norte em 1997; a presença na Expo/98, integrando o programa da Santa Sé, em representação da Diocese de Vila Real; a deslocação ao Luxemburgo em  2004, aquando da geminação entre as cidades de Chaves e Differdange; a estreia mundial, no ano 2006, do Oratório Travessia do compositor Joaquim dos Santos, em colaboração com os cantores Inês Villadelprat, Fernando Guimarães e Rui Taveira, a Orquestra do Norte com os maestros Manuel Teixeira e José Ferreira Lobo; apresentações públicas do oratório em Alijó, Chaves, Valpaços, Vila Pouca de Aguiar e Vila Real; em 2007, viagem a Itália para realização do concerto, gravado ao vivo, do oratório Travessia, na igreja do Instituto de Santo António dos Portugueses, com a soprano Inês Villadelprat e o tenor Fernando Guimarães, estando a Orchestra Sinfonica Tiberina sob a direcção do maestro Massimo Scapin, edição do concerto em CD Duplo; o Concerto de Natal de Dezembro de 2007 que contou com a colaboração de uma Orquestra de Câmara e da solista Mónica Fernandes; a estreia da Paixão segundo S. João, de Joaquim dos Santos, no Concerto de Páscoa de 2008, realizado em Chaves, com subsequente apresentação em Sambade (Alfandega da Fé) contando com a colaboração dos cantores José Carlos Miranda, Bruno Nogueira, Ana Santos e Liliana Coelho.

Coral de Chaves

Coral de Chaves

Em 2007 foi-lhe atribuída, pela Câmara Municipal de Chaves, a medalha de mérito municipal – grau prata.  Em 2008, foi galardoado com o Prémio Podium 2007 na categoria Prémio Especial do Júri, instituído pela Rádio Fórum Boticas. Entre 1992 e 2007, o Coral de Chaves foi dirigido pelo Padre Fernando Silva de Matos.

Leia AQUI o currículo completo.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

 

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/chaves-coral-de-chaves-2019.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-21 13:33:092024-11-08 20:09:30Chaves e os seus coros
Banda de Música "A Velha" de São Cipriano
Músicas no Concelho

Resende e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Resende

História, bandas de música e atividades

Banda de Música “ A Velha “ da Casa do Povo de S. Cipriano

A Banda de Música “ A Velha “ da Casa do Povo de S. Cipriano foi fundada em 1840, A Banda é composta por 45 executantes, e tem uma escola de música. Ao longo da sua centenária atividade, a banda participou em vários festivais e concursos e obteve várias menções honrosas.

A freguesia de São Cipriano situa-se em plena região do Douro Sul a cerca de 70Km de Viseu e a 12 km de Resende, sede do concelho, no extremo de Resende, lado sul sobranceira ao rio Cabrum. A paróquia de S. Cipriano é de instituição bastante remota, e até 1855 foi sede do extinto concelho de Arêgos. São dignas de referência a Casa da Torre da Lagariça e Ilustre Casa de Ramires com a torre medieval monumento de interesse público e o Solar dos Pintos Teixeiras – Quinta do Prado. A freguesia é também conhecida pelos seus cantares e romarias. É rica ainda em artesanato com os seus cestos de verga, artigos feitos do tear, rendas de bilros, tricô, separação do linho e outros trabalhos regionais.

“A Velha”

Banda de Música "A Velha" de São Cipriano

Banda de Música “A Velha” de São Cipriano

Banda de Música de São Cipriano “A Nova”

A Banda Musical de São Cipriano “A Nova”, ou Banda Nova, foi fundada em 1881. Terá nascido da divisão de uma Banda de Música existente na freguesia de São Cipriano. Tal divisão deveu-se ao facto de o Mestre da referida Banda ter emigrado para o Brasil, deixando-a entregue a um amigo. Passados alguns anos regressou e queria ser novamente o regente, provocando discordâncias entre os músicos, o que levou à divisão da Banda. Uns seguiram o antigo mestre vindo do Brasil, e outros seguiram o Mestre que o estava a substituir.

Desde então existem duas Bandas de Música em São Cipriano, a Banda Velha e a Banda Nova. Vários foram os mestres e executantes que por esta Banda passaram, tendo adquirido conhecimentos e experiências capazes para fazerem parte das bandas mais prestigiadas do País.

Em 1983, foi feita a Escritura de Constituição e aprovados os Estatutos da Associação. A coletividade possui uma Escola de Música, desde a sua fundação, de onde provem a maior parte dos músicos. A formação na Escola de Música é assegurada pelo professor Fernando Paulo Morais Teixeira, licenciado em Educação Musical, e pelo músico Manuel Pereira Silveira.

A Banda é composta por 46 elementos, sendo 40 elementos da freguesia e os restantes 6 de freguesias vizinhas.

São Cipriano é uma terra de música e de músicos, daí o dito popular: “Em S. Cipriano, quando nasce um moço, nasce um músico”.

“A Nova”

Banda de Música "A Nova" de São Cipriano

Banda de Música “A Nova” de São Cipriano

FOI NOTÍCIA

A 28 de julho de 2018, São Cipriano era notícia no Jornal “Público”: São Cipriano, a aldeia que a música divide há mais de 130 anos. “De que música és – d’A Velha ou d’A Nova?”. Nesta freguesia de Resende, pertencer a uma das bandas filarmónicas é uma questão identitária. Entre as zaragatas e os amores proibidos dos velhos e o entusiasmo dos novos, esta é a história da aldeia que nunca deixou a arte cair.”

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/resende-banda-de-musica-a-velha-de-sao-cipriano.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-21 11:30:342024-12-05 19:56:23Resende e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico dos Ases da Madalena, Chaves
Músicas no Concelho

Chaves e o seu folclore

Folclore e música tradicional em Chaves

Tradições, grupos etnográficos e atividades no Concelho

  • Região: Trás-os-Montes e Alto Douro (Trás-os-Montes)
  • Distrito: Vila Real

08 grupos identificados

  • Associação E. R. C. do Rancho Folclórico da Freguesia de Selhariz
  • Grupo de Cavaquinhos de Couto de Ervededo
  • Grupo de Danças e Cantares Regionais de Santo Estêvão
  • Grupo de Folclore Vila Medieval de Santo Estêvão
  • Grupo Folclórico de Santa Maria Maior
  • Rancho Folclórico da Associação Desportivo e Cultural Amigos de Vilas Boas
  • Rancho Folclórico do Grupo Cultural da Serra do Brunheiro
  • Rancho Folclórico dos Ases da Madalena
Grupo de Danças e Cantares Regionais de Santo Estêvão

O Grupo de Danças e Cantares Regionais de Santo Estêvão pertence à Região Etnográfica do Alto Tâmega, Trás-Os-Montes. As suas danças tradicionais são: Malhar o Centeio, desgarrada, Ceifeira, Saia a Rodar, chula, Mariana e António. Os trajes são: Ceifeira, Domingueiro, Trabalhador, Rico, Noivos, Lavadeira, Fiadeira.

A tocata é constituída por concertina, acordeão, bombo, cavaquinho, reque-reque, tábuas e ferrinhos.

Entre os seus usos e costumes destacam-se: Festival anual de Folclore Nacional e Internacional, Cantar os Reis, Carnaval, Sábado Fiolheiro, Magusto. Do seu currículo constam representações nacionais, de Norte a Sul do País, “Portugal No Coração” – RTP; Festividades S. João – Braga). Na lista de representações internacionais constam deslocações a França (Paris e La Rochelle) e Espanha (Verin e Lugones). O GDCRSE é associado do INATEL e Chaves Viva.

Grupo de Danças e Cantares Regionais de Santo Estêvão, Chaves

Grupo de Danças e Cantares Regionais de Santo Estêvão, Chaves

Grupo de Folclore “Vila Medieval de Santo Estevão

O Grupo de Folclore “Vila Medieval de Santo Estevão foi fundado a 29 de agosto de 1997, na aldeia de Santo Estêvão por Manuel Pires, Hermenegildo Teixeira e Abílio Cruz. Nasceu fruto de convívios entre amigos que partilhavam o fascínio pelo tradicional e popular transmontano. Santo Estevão localiza-se a 8 km a norte da cidade de Chaves, na margem esquerda do rio Tâmega.

A tocata é formada por vários instrumentos como acordeão, concertina, viola, cavaquinhos, tabuinhas, reque-reque, bombo.

Entre as danças tradicionais constam o malhão e as desgarradas transmontanas. As danças e o típico andar de roda mostram bem o espírito transmontano. As danças lentas retratam as décadas de 1910 e 1920, com a participação de portugueses na 1ª Guerra Mundial (tristezas e viuvez) e as danças rápidas a alegria do povo nos seus trabalhos agrícolas. Pertencente à Região Etnográfica do Alto Tâmega, o grupo tem como objetivo divulgar o folclore transmontano nas suas origens. Os seus trajes são: domingueiro, trabalho, rico, geireiro, ceifeira, noivos, lavadeira, fiandeira, viúva e vindimadeira.

RFVMSE

Grupo de Folclore “Vila Medieval de Santo Estevão

Grupo de Folclore “Vila Medieval de Santo Estevão

Grupo Folclórico de Santa Maria Maior
Grupo Folclórico de Santa Maria Maior

Grupo Folclórico de Santa Maria Maior

Rancho Folclórico de Selhariz

O Rancho Folclórico de Selhariz (Associação E. R. C. do Rancho Folclórico da Freguesia de Selhariz) pertence ao Concelho de Chaves e à Região Etnográfica do Alto Tâmega.

RFS

Rancho Folclórico de Selhariz, Chaves

Rancho Folclórico de Selhariz, Chaves

Rancho Folclórico da Associação de Desporto e Cultura dos Amigos de Vilas Boas

O Rancho Folclórico da Associação de Desporto e Cultura dos Amigos de Vilas Boas, no Concelho de Chaves, pertence à Região Etnográfica do Alto Tâmega. A coletividade foi fundada em 2004, e conta atualmente com 194 sócios. O Rancho Folclórico foi fundado a 21 de janeiro de 2005 e é composto por 60 elementos. A ADCAVB conta ainda com um grupo desportivo fundado a 7 de janeiro de 2007. Possui instalações provisórias, nas quais realiza diversas atividades culturais e desportivas.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico do Grupo Cultural da Serra do Brunheiro

O Rancho Folclórico do Grupo Cultural da Serra do Brunheiro surgiu em 1997, como Associação Recreativa e Cultural da Cela. Dedicava-se às tradições da freguesia de Cela mas, com a união de freguesias, começou a dedicar-se também às tradições de toda a Serra do Brunheiro, levando o grupo a alterar o seu nome.

Antes de se constituir como associação, o Rancho da Serra do Brunheiro já tinha realizado diversas recolhas na região. Estas basearam-se em músicas e canções de trabalho, contando com os testemunhos das pessoas mais idosas.

Atualmente o grupo recria serões de trabalho, nos quais transmitem as tradições aos mais jovens. As recriações dizem respeito a todos os trabalhos sazonais da Serra do Brunheiro, de janeiro a dezembro.

RFGCSB

Rancho Folclórico do Grupo Cultural da Serra do Brunheiro

Rancho Folclórico do Grupo Cultural da Serra do Brunheiro

Rancho Folclórico dos Ases da Madalena

O Rancho Folclórico dos Ases da Madalena é uma secção do Grupo Desportivo Recreativo e Cultural dos Ases da Madalena na Freguesia da Madalena/Samaiões na Cidade de Chaves. Pertence à Região Etnográfica do Alto Tâmega.

RFAM

Rancho Folclórico dos Ases da Madalena, Chaves

Rancho Folclórico dos Ases da Madalena, Chaves

Em 2019, o Município de Chaves, com o intuito de animar as noites de verão e dar a conhecer os grupos tradicionais do concelho de Chaves, organizou duas noites de folclore, com os ranchos folclóricos.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos de modo a facilitar a leitura.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/chaves-rancho-folclorico-dos-ases-da-madalena.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-21 05:20:372024-11-08 20:11:17Chaves e o seu folclore
Banda Musical da Casa do Povo de Vilarandelo
Músicas no Concelho

Valpaços e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Valpaços

História, bandas de música e atividades no Concelho

Banda Municipal de Valpaços

A Banda Municipal de Valpaços foi fundada no final do seculo XIX. Passou por períodos de dificuldade e até mesmo de extinção (entre finais da década de 50 e 1975). Em 1975, os antigos músicos regressados do Ultramar uniram esforços e reativaram-na.

Conta atualmente com cerca de 45 elementos e uma escola de música, sendo dirigida pelo Maestro Francisco José Clemente Sousa. Professor de Educação Musical, o maestro diversificou, modernizou e aperfeiçoou o repertório. A BMV representa o Município em todos os eventos culturais locais, nacionais e internacionais, destacando-se as digressões ao Luxemburgo no anos de 1999 e 2003 e a Paris em 2004.

BMV

Banda Municipal de Valpaços

Banda Municipal de Valpaços

Participou em vários encontros de bandas filarmónicas em Vila do Conde, Moreira da Maia, Chaves, Vila Pouca de Aguiar, Valpaços e Torre de Moncorvo. Foi convidada para representar a região de turismo do Alto Tâmega na feira de gastronomia de Santarém. Tocou em 2004, no Teatro Municipal de Bragança.

Em 2018, apresentou-se nas Festas de Lisboa, no Com’Paço, XI Festival de Bandas de Lisboa e no VI Festival de Música de Bandas de Gondomar.

Acompanha todos os anos as procissões das romarias mais importantes da sua região.

Banda Musical da Casa do Povo de Vilarandelo

A Banda Musical de Vilarandelo foi fundada provavelmente antes de meados do século XIX (1830). Depois da fundação da Casa do Povo de Vilarandelo, a 3 de Junho de 1942 foi de alguma forma integrada nesta instituição. Houve interrupção da sua actividade ao longo da sua história, mas desde os anos 1950 mantém-se em actividades sem qualquer interrupção.

Documentos provam que a banda chegou a fazer deslocações em bicicleta. Participou em inúmeras actuações em Portugal e no estrangeiro (França e Espanha). Conquistou dois primeiros lugares nos concursos de bandas organizados pela Comissão Regional de Turismo de Chaves em Junho de 1970 e em 1983 pelo Ténis Clube de Chaves. Em 1977, ganhou o prémio de melhor Banda Musical nas festas da vila de Torre D. Chama. Em 1990 participou no 10 Festival de Bandas de Música Civis do Distrito de Vila Real organizado pela delegação distrital do lNATEL de Vila Real. Em 1997 foi convidada a participar nas Bodas de Diamante da Diocese de Vila Real. Em 2000 fez parte das Bandas Musicais a participar no ano do Jubileu da Música que se realizou no Santuário de Nossa Senhora de Fátima. Em 2002, participou em Marvila, no IV encontro de bandas. Em 2001 apresentou-se na R. T. P. (programa Praça da Alegria).

No estrangeiro tem duas actuações: em 1985, em França, a convite da Association de Ia Jeunesse Portugaise de Corbeil-Essones, e Association da cidade de Dreux. Em Espanha, nas festividades de Videferre, no ano de 2000.

Gravou por duas vezes cassetes, nos anos de 1985 e 2001.

A Banda funciona como uma secção da Casa do Povo de Vilarandelo, tendo completa autonomia financeira e de organização, com um conjunto de cinco directores que asseguram o seu normal funcionamento. A direcção técnica e artística é assegurada por dois profissionais com formação própria.

Banda Musical da Casa do Povo de Vilarandelo

Banda Musical da Casa do Povo de Vilarandelo

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/valpacos-banda-musical-da-casa-do-povo-de-vilarandelo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-21 00:52:032024-11-20 10:06:42Valpaços e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vilarandelo, Valpaços
Músicas no Concelho

Valpaços e o seu folclore

Folclore em Valpaços

Tradições, grupos etnográficos e atividades no Concelho

  • Trás-os-Montes e Alto Douro (Trás-os-Montes)
  • Distrito: Vila Real
  • Concelho: Valpaços

02 grupos

  • Rancho Folclórico de Santa Valha
  • Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Povo de Vilarandelo
Rancho Folclórico de Santa Valha

Nascido em 2002, o Rancho Folclórico de Santa Valha resultou de uma conversa de café entre vários amigos, que consideraram importante existir na aldeia um grupo de folclore para representar as tradições da sua terra e mantivesse os jovens ocupados com uma atividade cultural. Logo começou com intensas pesquisas de cantigas e bailados para o seu repertório e que teve a sua primeira atuação na romaria anual da sua terra, em honra de São Caetano. Porém, só em 30 de março de 2005 foi constituído oficialmente como coletividade, por Escritura Pública lavrada em Cartório Notarial.

O elenco é constituído por dois grupos ou setores: o grupo de cantadores e tocadores de instrumentos típicos como: concertina, acordeão, viola, cavaquinho, bombo, pandeireta, reque-reque e ferrinhos, entre outros: e o belo e brilhante grupo de dançarinos, constituído na sua totalidade por jovens.

Os dois grupos vestem os trajes típicos dos lavradores da região, composto de blusas e saias de chita e riscado de cores alegres, lenços na cabeça e aventais para as mulheres; para os homens: calças de cotim e camisas de riscado, chapéus pretos e calçam todos socos ou botas ou bailam/dançam descalços.

Os dançarinos dançam modas tradicionais de Valha, ao som de instrumentos e vozes dos tocadores e cantadeiras, tais como: Margarida Moleira, Rapazes à frente, verde-gaio, vira-cruzado; Ó Rita arredonda a saia, Saia-velhinha, Lavadeiras e tantas outras.

Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Povo de Vilarandelo

O Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Povo de Vilarandelo foi fundado em 1966, por iniciativa de uma pessoa ímpar na sua dedicação às gentes da Terra – a Menina Alcininha.

Tem procurado ser fiel representante do Folclore da Terra Fria do Nordeste Transmontano.

O Rancho tem levado o nome de Vilarandelo a todo o país e estrangeiro.

São seus cantares e danças: Cantar das Segadas (enquanto vão segando, os trabalhadores vão cantando e vão bebendo o vinho pela cabaça que o patrão não esquece); malhadas; linda morena e trigueirinha (canções que os trabalhadores do campo cantavam quando vinham do trabalho); ó luar, deita o luar; li-lá-ré; bendito (cantar religioso, que era cantado do Natal ao Reis); cidadão ao meio murinheira, passeado e carvalhesa (danças de gaitas de foles de dias de festa muito especiais, ex. o dia de S. Estêvão em Travanca); malhão das imbigadas.

RFCPV

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vilarandelo, Valpaços

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vilarandelo, Valpaços

RFCPV

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vilarandelo, Valpaços

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vilarandelo, Valpaços

Atuou na Expo-98, Madeira e Açores, em Espanha, França, Suíça, Andorra, Hungria e Alemanha. As suas danças e cantares foram meticulosamente recolhidos na chamada terra fria do Nordeste Transmontano, de modo especial nos concelhos de Valpaços e Vinhais. Nos trajes, predominam os tecidos de riscado, linho, cetim, lã e burel, a maioria de tons escuros. Nos instrumentos musicais, uma especial referência para a gaita de foles, caixa, bombo, bandolim, concertina e realejo.

O Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Povo de Vilarandelo está filiado na Federação de Folclore Português e no INATEL.

RFCPV

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vilarandelo, Valpaços

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vilarandelo, Valpaços

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/02/valpacos-rancho-folclorico-da-casa-do-povo-de-vilarandelo-esquerda.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-02-21 00:27:402021-09-18 22:45:59Valpaços e o seu folclore
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