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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Coreto de Alvito, Praça da República, créditos Fernanda Pina
Músicas no Concelho

Alvito e os seus coretos

Coretos do Concelho de Alvito

Jardim da Praça da República, Alvito. Em curto passeio a pé pode ver a Igreja Matriz, o pelourinho, a ermida de São Sebastião e o edifício da Câmara Municipal. Alvito é um município português do distrito de Beja, região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 2504 habitantes. Com sede na vila homónima de Alvito, o Município de Alvito tem 264,85 km² de área e cerca de 2504 habitantes, subdividido em 2 freguesias.

Praça da República . Alvito

Coreto

Coreto de Alvito, Praça da República, créditos Fernanda Pina

Coreto de Alvito, Praça da República, créditos Fernanda Pina

Coreto

Coreto de Alvito, Praça da República, créditos Fernanda Pina

Coreto de Alvito, Praça da República, créditos Fernanda Pina

Cobertura

Coreto de Alvito, Praça da República, créditos Fernanda Pina

Coreto de Alvito, Praça da República, créditos Fernanda Pina

Créditos: Fernanda Pina (quinta-feira, 12 de novembro de 2015)

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/alvito-coreto-praca-da-republica-ft-fernanda-pina-2015-1.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-29 17:25:502024-12-20 22:51:23Alvito e os seus coretos
Coreto do Parque da Ponte, Braga
Músicas no Concelho

Braga e os seus coretos

Coretos no Concelho de Braga

No Santuário do Bom Jesus, em Braga, há três coretos, em diferentes locais.

Bom Jesus do Monte

Coreto

Coreto do Bom Jesus, Braga

Coreto do Bom Jesus, Braga

O coreto em frente à Casa das Estampas, no Bom Jesus do Monte, na esplanada do templo, foi construído em finais da década de 1920. A Mesa da Confraria aproveitou os desenhos e a memória descritiva que o arquiteto Raul Lino tinha apresentado uma dúzia de anos antes. Mas pedindo de novo uma opinião a Raul Lino, este aconselhou a utilização de granito na obra, ao invés de metal. A Confraria vendeu a parte metálica no coreto para São Bento da Porta Aberta e mandou construir um conjunto com oito colunatas de granito em 1930-1932. Uma placa presta homenagem ao benemérito Bernardo Sequeira que contribuiu para a construção. O coreto serviu de palco às festas anuais do Espírito Santo que costumavam atrair os bracarenses em romaria ao Bom Jesus. Estes festejos constituíam um dos principais atrativos do Bom Jesus mas perderam fôlego até desaparecerem do calendário das festas bracarenses. Recentemente a Confraria do Bom Jesus retomou a tradição.

Coreto

Coreto por cima da gruta do Bom Jesus, Braga

Coreto por cima da gruta do Bom Jesus, Braga

A 23 de maio de 1912, por cima da gruta de Ernest Korrodi, foi erguida uma armação de ferro para a execução do coreto. O coreto tem as suas armações feitas de modo a imitar madeira, como se pode ver em outras armações no parque. Tem formato octogonal e no chão uma rosa dos ventos com a data 2 de janeiro de 1914.

Coreto

Coreto junto ao lago do Bom Jesus, Braga

Coreto junto ao lago do Bom Jesus, Braga

Resguardado entre árvores, o coreto junto ao lago tem tem a forma octogonal. Na sua construção foram utilizados a madeira e o metal pintados de vermelho.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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Avenida Central

Anteriormente conhecida por Avenida dos Combatentes, a Avenida Central é uma das principais avenidas de Braga, no centro histórico da cidade, freguesia de São José de São Lázaro.

Coreto

Coreto da Avenida Central, Braga

Coreto da Avenida Central, Braga

Parque da Ponte

O Parque da Ponte, ou Parque de São João da Ponte, é um parque urbano de Braga. Localizado no fim da Avenida da Liberdade, o parque está dividido em quatro partes, a parte exterior, a parte interior, o Complexo Desportivo da Ponte e o Parque de Campismo da Ponte.

Coreto

Coreto do Parque da Ponte, Braga

Coreto do Parque da Ponte, Braga

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/braga-parque-da-ponte-coreto.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-29 14:55:032024-10-27 23:46:58Braga e os seus coretos
Coreto de Muge, e Igreja Matriz
Músicas no Concelho

Salvaterra de Magos e os seus coretos

Coretos do Concelho de Salvaterra de Magos

Pela sua relação com as festas religiosas e a centralidade nas sedes de concelho, vilas ou freguesias, os coretos situam-se com frequência no largo ou praça junto à Igreja Matriz, ou junto a santuários.

Muge

Coreto de Muge, e Igreja Matriz

Coreto de Muge, e Igreja Matriz

Em 2018, o município de Salvaterra de Magos dinamizou a 2ª edição “Música no Coreto” e a terceira edição “Momentos no Largo”, em Muge. “Música no Coreto” é um projeto, lançado em 2017, que visava mostrar as mais-valias provenientes do auditório ao ar livre com a requalificação da envolvente da Igreja de Muge, que se encontrava muito degradada, numa intervenção realizada pela autarquia. A segunda edição do projeto foi marcada para dia 29 de junho de 2018, pelas 21:30, em que atuaria o grupo “Os Dona Zéfinha”.

Glória do Ribatejo

Coreto da Glória do Ribatejo, e Igreja Matriz

Coreto da Glória do Ribatejo, e Igreja Matriz

O Largo da República, em Marinhais, receberia a terceira edição do projeto “Momentos no Largo”, como forma de aproveitar a requalificação do Largo da república, realizada pela câmara em 2015, no âmbito do projeto de construção do Mercado de Cultura de Marinhais. As duas edições anteriores contaram com grande adesão por parte do público e levaram a Marinhais vários grupos de música tradicional e moderna. O primeiro espetáculo realizar-se-ia no dia 21 de julho, pelas 21h30, com o grupo “Os Sai de Gatas”, enquanto no dia 18 de agosto, pela mesma hora, a animação estaria a cargo de “Os Quintarolas”.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/salvaterra-de-magos-muge-coreto.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-29 12:15:402021-06-21 11:42:45Salvaterra de Magos e os seus coretos
Coreto de Alcochete, Largo Gago CoutinhoRicardo Ferreira Martins
Músicas no Concelho

Alcochete e os seus coretos

Coretos do Concelho de Alcochete

Edificados em largos e jardins centrais das cidades, vilas ou aldeias, muitas vezes junto à Igreja Matriz, os coretos são equipamentos musicais marcantes na vida cultural e social das populações. São utilizadas, geralmente pelas bandas filarmónicas. Em alguns casos, são propriedade da filarmónica que o mandou construir. Em tempos mais recentes, os coretos têm vindo a ser utilizados também por outro agrupamentos musicais.

Alcochete . Largo Gago Coutinho

Coreto

Coreto de Alcochete, Largo Gago Coutinho

Coreto de Alcochete, Largo Gago Coutinho

Do lado norte da Igreja Matriz, o jardim foi projetado por António Facco Viana Barreto. Situado no Largo Almirante Gago Coutinho, na sede do Concelho, o coreto foi inaugurado a 15 de janeiro de 1956, por ocasião dos 58 anos da restauração do concelho de Alcochete. É um equipamento de caráter popular, de planta exagonal e composição simples.

Samouco . Praça José Coelho

Coreto

Coreto do Samouco, Praça José Coelho

Coreto do Samouco, Praça José Coelho

O coreto existente na Praça José Coelho foi inaugurado a 26 de setembro de 1981. É um elemento artístico e decorativo de uma das praças emblemáticas da Vila e que é também um espaço de eleição de atuação da Banda de Música da Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense.

No que se refere à arquitetura civil o núcleo urbano antigo de Samouco integra uma diversidade de edifícios, na sua maioria construções tradicionais, principalmente casas de habitação, algumas datadas do século XIX. Outros integrados nas antigas quintas agrícolas, nomeadamente a Quinta do Braga, atualmente ocupada pela Junta de Freguesia, ou a Quinta de S. Brás, que alberga uma unidade de turismo de habitação. Destaque ainda para a Casa do Mirante, edifício revivalista do princípio do século XX, que se desenvolve em torno de uma torre octogonal de quatro pisos, profusamente decorada com azulejos e ferros forjados.

No mesmo local figura também uma réplica do “Chafariz de Roda” mandado construir por ordem da Junta de Freguesia e Câmara Municipal de Alcochete em 1992, devolvendo à população um símbolo indissociável da história recente da Freguesia. Inaugurada em 1994 a Estátua do Cavador pretende homenagear os trabalhadores rurais que desde épocas recuadas viveram e exerceram a sua atividade na freguesia. Da autoria do mestre Romeu Correia a estátua do cavador está situada na Praça da Liberdade, defronte do edifício da Junta de Freguesia.

No capítulo do património religioso, destacam-se a igreja de S. Brás, cuja edificação remonta ao século XVI, e ostenta nas suas paredes interiores painéis pintados em azulejos com cena alusivas à vida do santo patrono, e a ermida de Nossa Senhora da Conceição dos Matos, construída durante o século XVI, situada junto à estrada entre Alcochete e Samouco.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/alcochete-largo-gago-coutinho-coreto-ft-ricardo-ferreira-martins.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-29 10:44:282021-06-21 11:42:58Alcochete e os seus coretos
Coreto do Jardim do Castelo, AlmadaLuís Milheiro
Músicas no Concelho

Almada e os seus coretos

Coretos do Concelho de Almada

Coretos e histórias de música

Almada . Jardim do Castelo

O centenário coreto do Jardim do Castelo de Almada, recuperado, já deu muita música aos almadenses e visitantes, especialmente quando as bandas filarmónicas eram um dos principais meios de difusão musical nas vilas e cidades do país. Foi palco de concertos onde esteve patente a grande rivalidade associativa entre a Incrível e a Academia Almadense, como nas festas de S. João de 1921. Nesse ano a Incrível resolveu ensaiar a zarzuela “A Campanone”, para fechar o espetáculo. O eco chegou à Academia que como, atuaria primeiro, resolveu ensaiar a mesma, estragando a surpresa Incrível. A afronta irritou os Incríveis. O maestro Alfredo Reis de Carvalho não se deu por vencido e, depois de colocar a sua banda a tocar a bonita “Campanone”, saiu do coreto e deixou os músicos a tocarem sem a sua regência, para espanto de toda a gente. Esta prova de confiança do maestro deixou toda a gente maravilhada, especialmente os Incríveis. (Fonte: Luís Milheiro, Casario do Ginjal)

Coreto do Jardim do Castelo, Almada

Coreto do Jardim do Castelo, créditos Luís Milheiro

Cova da Piedade . Jardim do Largo 5 de Outubro

Coreto da Cava da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

Coreto da Cova da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

cúpula

Coreto da Cava da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

Coreto da Cava da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

Pormenor

Coreto da Cava da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

Coreto da Cava da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

Data de construção

Coreto da Cava da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

Coreto da Cava da Piedade, Jardim do Largo 5 de Outubro, créditos José Matos, 2010

Trafaria . Rua Gomes Freire de Andrade

Coreto

Coreto da Trafaria, Rua Gomes Freire de Andrade, créditos José Matos 2010

Coreto da Trafaria, Rua Gomes Freire de Andrade, créditos José Matos 2010

Coreto

Coreto da Trafaria, Rua Gomes Freire de Andrade, créditos José Matos 2010

Coreto da Trafaria, Rua Gomes Freire de Andrade, créditos José Matos 2010

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/almada-jardim-do-castelo-coreto.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-29 09:33:032021-06-21 11:43:12Almada e os seus coretos
A Associação Cultural, Recreativa e Desportiva do Rancho Folclórico de Danças e Cantares do Passil
Músicas no Concelho

Alcochete e o seu folclore

Folclore em Alcochete

Tradições, atividades e grupos folclóricos no Concelho

  • Estremadura (Estremadura Sul)
  • Distrito: Setúbal
  • Concelho: Alcochete

3 grupos

  • Associação Cultural, Recreativa e Desportiva do Rancho Folclórico de Danças e Cantares do Passil
  • Grupo Folclórico de Danças e Cantares da Fonte da Senhora
  • Rancho Folclórico “Os Camponeses” de São Francisco

No concelho de Alcochete há três ranchos folclóricos. Cronologicamente, primeiro surgiu o Rancho Folclórico ‘Os Camponeses’ de São Francisco, fundado a 30 de Julho de 1955. Em segundo lugar o Grupo Folclórico de Danças e Cantares da Fonte da Senhora, fundado a 19 de Novembro de 1987. E, por fim, a Associação Cultural Recreativa e Desportiva do Rancho Folclórico de Danças e Cantares do Passil, cuja fundação foi a 19 de Janeiro de 1991.

Fonte: O Setubalense

A Associação Cultural, Recreativa e Desportiva do Rancho Folclórico de Danças e Cantares do Passil

A Associação Cultural, Recreativa e Desportiva do Rancho Folclórico de Danças e Cantares do Passil foi fundada a 19 de janeiro de 1991. Tem a sua ação centrada no Rancho Folclórico que surgiu por iniciativa de uma professora do 1.º Ciclo para ocupar os tempos livres das crianças da localidade. Aquando da sua criação, os dirigentes do Rancho fizeram a recolha das danças e cantares das populações que vinham de vários pontos do País para trabalhar nas lezírias e nos arrozais. “Cavalo Sueste”, “Corridinho do Barrete Verde”, “Fandango”, “Bailarico de Pancas” e “Lezírias de Alcochete” são algumas das modas originais.

RFDCP

A Associação Cultural, Recreativa e Desportiva do Rancho Folclórico de Danças e Cantares do Passil

A Associação Cultural, Recreativa e Desportiva do Rancho Folclórico de Danças e Cantares do Passil

O Grupo procura assim manter viva a memória das profissões que antigamente ocupavam os trabalhadores da região, com a apresentação em palco dos trajes de Salineiro, Campino de Gala e de Trabalho, de Corticeiro, de Lavrador, da Mondina Domingueira e da Mulher do Campino, entre outros. A componente musical deste Rancho é constituída por um cantador e uma cantadeira, três acordeonistas e os tocadores de vários instrumentos: bilha, matraca, reco-reco, pandeireta, cana, martelo, ferrinhos e maracas.

Grupo Folclórico de Danças e Cantares da Fonte da Senhora

O Grupo Folclórico de Danças e Cantares da Fonte da Senhora foi fundado a 19 de novembro de 1987 e nas suas atuações representa a província da Estremadura Sul, região conhecida etnograficamente por região caramela.

RFDCFS

Grupo Folclórico de Danças e Cantares da Fonte da Senhora

Grupo Folclórico de Danças e Cantares da Fonte da Senhora

Membro da Federação Portuguesa de Folclore desde 2006, este grupo é um dos três ranchos folclóricos em atividade no concelho de Alcochete, com origem e sede na localidade da Fonte da Senhora que dista 8 km da sede do concelho. “Aonde vais Mariazinha”, “Moda da Atalaia”, “Vira das Rosas”, “Bailarico de Pancas” e “Picadinho Caramelo” são algumas das modas que o Grupo tem orgulho em cantar e danças nas suas apresentações.

O Rancho da Fonte da Senhora, que ostenta trajes dos finais do século XVIII, princípios do século XIX, tem representado a sua etnografia em vários festivais nacionais e internacionais, destacando-se atuações em Espanha (Algeciras, Múrcia e Onil), França (Roubaix) e Suíça (Moudon).Em 2011, realizou o XXIII Festival de Folclore.

Para inserir um grupo ou historial em falta, envie para Meloteca@meloteca.com: será inserido gratuitamente. A fotografia em destaque neste momento é aleatória. Para ter foto destaque, contactos atualizados e estar no topo durante um ano opte pelo DESTAQUE Musorbis (10€). As receitas ajudarão a criar o mapa interativo da música em Portugal.

Rancho Folclórico “Os Camponeses” de São Francisco

Associado da Federação de Folclore Português desde 1998, o Rancho Folclórico “Os Camponeses” de São Francisco foi fundado a 30 de julho de 1955. Os trajes etnográficos marcaram o início deste Rancho que começou por identificar atividades tradicionais do trabalho no campo ou dos trajes de Domingo.

Entre 1968 e 1988, o Grupo esteve inativo devido à guerra no Ultramar. Em 1988 foi reativado, apresentando-se os elementos com traje único, uma situação que foi alterada no ano seguinte. A partir dessa data, o Grupo encetou um processo de recolha dos trajes, das modas e das músicas transmitidos de geração em geração, que revelam um folclore de influência, ou seja, transmitido por pessoas que vieram de outros pontos do País para viver na Região.

O Rancho Folclórico “Os Camponeses” de São Francisco tem um repertório de cerca de 30 modas, 16 pares de dançarinos e a tocata é composta por acordeonistas, cantadores, tocadores de gaita-de-beiços, bilha, reco-reco, ferrinhos, pinhas, pedras e cana. Os trajes de trabalho no campo, campino de gala, campino domingueiro, salineiro, mondinas, condutor e roçador de tojo e lavrador rico destacam-se no Grupo que é conhecido pelos seus quadros etnográficos.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

Destaque o seu grupo!

Destaque Musorbis

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/alcochete-rancho-do-passil.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-29 00:12:312025-01-20 19:00:34Alcochete e o seu folclore
Banda de Alcobaça
Músicas no Concelho

Alcobaça e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Alcobaça

História, bandas e atividades no Concelho

  • Banda de Alcobaça
  • Banda Filarmónica Turquelense
  • Banda Sinfónica de Alcobaça
  • Sociedade Filarmónica Maiorguense
  • Sociedade Filarmónica Vestiarense
Banda de Alcobaça

A Banda de Alcobaça (BA) teve a sua origem num agrupamento musical composto apenas por instrumentos de metal, a fanfarra Alcobacense, que existiu de 1900 a 1912 e se extinguiu pouco tempo antes da fundação da Banda. Alcançou um alto nível artístico que lhe valeu o honroso título de Real fanfarra Alcobacense, concedido pelo rei D. Carlos I e pela rainha Dona Amélia. Fundada em 19 de março de 1920, a BA levou, durante 40 anos, a sua música a inúmeras localidades do território português.

Após um interregno na sua atividade, ressurgiu em 1985, já com uma vertente estilística diferenciadora, mais próxima de uma orquestra de sopros ou mesmo de uma banda sinfónica do que de uma Banda Filarmónica tradicional. Em 2000, a BA gravou o seu primeiro CD durante as comemorações dos 80 anos, onde se incluem obras de autores consagrados, mas raramente tocados por bandas, como Astor Piazzolla e Gustav Host, e de novos compositores, como Jan Van der Roost e Johan de Meij.

Em 2003, foi convidada para participar numa colectânea das melhores bandas do distrito de Leiria, onde interpretou a “Gala Fanfare” de Philip Sparke e a “Candide” de Leonard Bernstein. Já em 2004, acompanhou, num concerto ao vivo, o grupo pop “The Gift”, no tema “Guess Why” que, posteriormente, gravou para o disco “AM-FM” do referido grupo. A partir de 2006 iniciou as participações no Concurso bienal de Bandas promovido pelo Ateneu Artístico Vilafranquense, concorrendo na 1ª categoria logo na edição inicial. Nas 2ª e 3ª edições, ocorridas em 2008 e 2010, concorreu na 2ª categoria, classificando-se em 1º lugar em 2010. Na última edição do concurso, em 2012, ficou em 2º lugar na 1ª categoria-prestação sinfónica.

Ao longo de 2010, a BA comemorou os 90 anos voltando a gravar um disco com algumas das obras mais emblemáticas que tem executado. A qualidade musical atingida e a constante procura de repertório novo e desafiante, longe da sonoridade filarmónica tradicional, culmina na utilização de cordas na sua formação e na alteração da sua denominação para Banda Sinfónica de Alcobaça. Já com esta denominação participou, no Concurso Internacional de Bandas de Música Cidade de Valência, e nas últimas três edições do Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Sociedade Filarmónica Maiorguense

No inicio da década de 1880, a exemplo do que se passou noutras zonas do país, um grupo de maiorguenses criou uma Banda Filarmónica. Criaram a coletividade, numa sede própria, tendo posteriormente contratado como professor de música, o Capitão Canário, que viria a ser o primeiro maestro da banda. A primeira apresentação ao público terá ocorrido no 1.º dia de 1884. Apenas chegaram às mãos da direção uns estatutos aprovados no Governo Civil de Leiria, em 09 de abril de 1943. A SFM é Instituição de Utilidade Pública, e possui a medalha de prata da região de turismo de Leiria, entre vários outros galardões.

Em 1985 a banda teve a sua primeira deslocação ao estrangeiro, Sul de França (Cogolin), tendo voltado à mesma região em 1987 e 1998. Deslocou-se a Paris em 1998 para um festival internacional, e em 2001 esteve num festival Internacional de bandas em Diepenheim – Holanda.

A Banda já participou em mais de 4.500 eventos musicais por todo o país e estrangeiro, festas, romarias, missas, procissões, concertos, touradas e festivais de música. Oriundos das fileiras da Banda, ao longo dos tempos, saíram vários músicos que se tornaram profissionais ou fazem carreira musical. Atualmente a banda é composta por cerca de 40 elementos, sendo que uma grande maioria tem menos de 20 anos. Com a Escola de Música a funcionar em pleno, professores de mérito reconhecido e com o projeto dos notitas saltitantes (música para crianças a partir dos 3 até aos 8 anos). A S.F.M. possui instalações próprias onde a Escola de Música e a Banda Filarmónica funcionam desde 1995. Em 2003, foi pela primeira vez utilizado o grande Salão Polivalente do Centro Cultural. Desde 2007, Luís Ferreira é o seu maestro.

Em 2014, a Filarmónica da Maiorga homenageou o maestro Serafim Chamusca, que esteve em Alcobaça entre 1964 e 1967, foi Maestro da Banda da Maiorga e professor de música da Escola Técnica de Alcobaça. Apesar da sua curta passagem pela Maiorga, é considerado um dos mais importantes elementos no desenvolvimento musical da Banda Filarmónica Maiorguense e também da música no concelho de Alcobaça. Com uma vida dedicada à música filarmónica, este Maestro deixou um vasto conjunto de composições e arranjos neste tipo de música. A homenagem contou com a presença do secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, e do secretário de Estado do Orçamento, Hélder Reis, um maiorguense, que enalteceu a figura do maestro.

“Estamos a fazer a homenagem ao maestro Serafim Chamusca, e o objetivo é realçar a cultura musical e a importância das bandas filarmónicas, que têm desenvolvido um trabalho local de imensa importância cívica. Realçá-lo é o que devemos fazer e é isso que estamos hoje aqui a fazer”, disse o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier Por seu turno, Hélder Reis, secretário de Estado do Orçamento, recordou ter feito a sua formação musical, entre os 6 e os 18 anos, na banda da Maiorga.

“Não tive o prazer de conhecer o maestro, que morreu no ano em que eu nasci. Quando cheguei à banda, ouvi falar nele. Fiz a minha formação musical na Sociedade Maiorguense, estudei em Alcobaça, dou valor a essa minha experiência e ao trabalho que o governo tem vindo a fazer em matéria de reconhecimento das Bandas Filarmónicas, tendo decretado o dia 1 de setembro como o dia das Bandas Filarmónicas”, disse.

SFM

Sociedade Filarmónica Maiorguense, de Alcobaça

Sociedade Filarmónica Maiorguense, de Alcobaça

Sociedade Filarmónica Turquelense

A Sociedade Filarmónica Turquelense é uma coletividade de natureza cultural e filarmónica sediada na “Casa da Música”, Rua do Outão, n. 20 2460-882 Turquel – Alcobaça.

Banda Filarmónica Turquelense

Banda Filarmónica Turquelense

Sociedade Filarmónica Vestiariense “Monsenhor José Cacella”

A Sociedade Filarmónica Vestiariense “Monsenhor José Cacella”, sediada na freguesia da Vestiaria, concelho de Alcobaça, é uma associação de natureza artística, educativa e recreativa, constituída a 1 de janeiro de 1906.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/alcobaca-banda-de-alcobaca.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-28 22:57:112024-10-30 06:30:30Alcobaça e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico do Covão do Coelho
Músicas no Concelho

Alcanena e o seu folclore

Folclore em Alcanena

Tradições, atividades e grupos folclóricos do Concelho

  • Rancho Folclórico de Gouxaria
  • Rancho Folclórico e Cultural do Covão do Coelho
Rancho Folclórico do Covão do Coelho

O Rancho Folclórico do Covão do Coelho, sediado no lugar do Covão do Coelho, foi fundado a 12 de setembro de 1980. É um dos mais legítimos representantes do folclore da região norte do Ribatejo. É membro da Federação Portuguesa de Folclore e está inscrito no INATEL. O seu vasto trabalho de recolha a todos os níveis, desde as danças e cantares, de predominância burguesa, aos trajes, à gastronomia, às expressões de índole religiosa e à etnografia agrícola constituem a base das suas atuações.

O Rancho tem tido atuações do maior relevo na região e por todo o país, e preocupa-se em desenvolver culturalmente a localidade, para o que promove conferências e encontros de folcloristas, cantar as Janeiras de porta em porta entre o Natal e os Reis, e cantar igualmente às almas na Sexta feira santa. Realiza ainda anualmente um Festival de Folclore. As suas danças são essencialmente fadinhos, passos de quatro, verde gaios, modas a dois passos e fandango.

Os seus trajes tentam aproximar-se dos costumes locais, assentando em cotins e riscados de uso prevalente no verão, serrubeco, riscadilho e fazendas grossas no inverno. O homem usa calça e colete de fazenda, serrubeco ou cotim, chapéu ou barrete, sapatos de carneira com tacão de prateleira e cinta. Cor preta, exceto a camisa, que é branca de linho ou popelina, no traje domingueiro, e de riscado nos trajes de semana. A mulher veste saia de riscado geralmente escura, blusa de chita, meias de algodão castanho, sapatos de carneira amarela e lenço de cachené na cabeça. No inverno as saias são de riscadilho ou estamenha e, pela cabeça, além do lenço, uma saia preta de fazenda. Completa com uma algibeira de lado, e avental também de riscado.

Em 2019, realizou-se em Alcanena o XXXII Festival Internacional de Folclore de Alcanena. Em representação do concelho de Alcanena estarão o Rancho Folclórico de Gouxaria, Rancho Folclórico e Cultural do Covão do Coelho e o Jogo do Pau de Espinheiro.

RFCC

Rancho Folclórico do Covão do Coelho

Rancho Folclórico do Covão do Coelho

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/alcanena-rancho-folclorico-do-covao-do-lobo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-28 22:14:312024-11-20 19:34:58Alcanena e o seu folclore
Rancho Folclórico de Alcácer do Sal
Músicas no Concelho

Alcácer do Sal e o seu folclore

Folclore em Alcácer do Sal

Tradições, atividades e grupos folclóricos no Concelho

  • Região: Alentejo (Alentejo Litoral)
  • Distrito: Setúbal
Rancho Folclórico de Alcácer do Sal

O Rancho Folclórico de Alcácer do Sal foi fundado em 1954 pelo poeta António Cigarra Pegas, inicialmente com o nome Grupo Artístico dos Amadores do Sado, com o objetivo claro de divulgar as suas recolhas das músicas cantadas pelos populares da Ribeira do Sado, os seus trajes, as suas danças e os seus cantares. Obteve imenso sucesso, e pouco tempo depois, recebeu os apoios incondicionais da Casa do Povo de Alcácer do Sal, passando a ser designado como Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alcácer do Sal, com duas secções, a adulta e a infantil.

Em 1974, o rancho foi imediatamente extinto, ou seja, deixou de atuar, por vontade de muitos dos seus elementos, e era como se já não existisse.

Dez anos depois, alguns alcacerenses orgulhosos do passado do rancho, decidiram refundar o mesmo, com a nova designação de Rancho Folclórico de Alcácer do Sal, e em 1985, o Rancho voltou a atuar em vários lugares do país e do mundo.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português.

Rancho Folclórico de Alcácer do Sal

Rancho Folclórico de Alcácer do Sal

A 2 de julho de 2022 ocorreu o XXXII Festival de Folclore da Ribeira do Sado, no Parque Urbano de Alcácer do Sal, com a presença do Rancho Folclórico Casa do Povo de Tramagal (Abrantes), Rancho Folclórico Os Pastores de S. Romão (Seia), Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia (Alhos Vedros) e Rancho Folclórico de Alcácer do Sal. No final, aconteceria um baile com João do Carmo. A organização do Rancho Folclórico de Alcácer do Sal e Câmara Municipal de Alcácer do Sal e contou também com o apoio da Câmara Municipal e União de Freguesias de Alcácer do Sal e Santa Susana. Os ranchos foram recebidos, antes do evento, pelo Executivo Municipal nos Paços do Concelho.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/alcacer-do-sal-rancho-folclorico-de-alcacer-do-sal.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-28 20:57:542025-01-20 18:59:16Alcácer do Sal e o seu folclore
Rancho Folclórico de Albufeira
Músicas no Concelho

Albufeira e o seu folclore

Tradições e grupos folclóricos do Concelho de Albufeira

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Algarve
  • Distrito: Faro

4 grupos

  • Rancho Folclórico de Paderne
  • Rancho Folclórico de Albufeira
  • Rancho Folclórico Infantil de Albufeira
  • Rancho Folclórico dos Olhos de Água
Rancho Folclórico de Paderne

O Rancho Folclórico de Paderne surgiu em 2006 com o apoio da Paróquia da Nossa Senhora da Esperança e em 2007 foi apadrinhado pelo Rancho Folclórico dos Olhos d’Água. Em 2010 foi criada uma associação intitulada Grupo de Danças e Cantares de Paderne.

O grupo dança e canta os conhecidos corridinhos, as valsas, marchas e bailes de roda mandado, apresentando nas suas atuações as tradições e trajes de profissões /tradicionais do interior barrocal algarvio, nomeadamente de Paderne.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico de Albufeira

O Rancho Folclórico de Albufeira foi constituído em abril de 1987, e tem como principal objetivo a representação dos costumes da então “vila de Albufeira”.

RFA

Rancho Folclórico de Albufeira

Rancho Folclórico de Albufeira

Rancho Folclórico dos Olhos de Água

RFOA

Rancho Folclórico de Olhos de Água, Albufeira

Rancho Folclórico dos Olhos de Água, Albufeira

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

Para inserir um grupo ou historial em falta, envie para Meloteca@meloteca.com: será inserido gratuitamente. A fotografia em destaque neste momento é aleatória. Para ter foto destaque, contactos atualizados e estar no topo durante um ano opte pelo “Destaque Musorbis” (10€). As receitas ajudarão a criar o mapa interativo da música em Portugal.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/allbufeira-grupo-folclorico-de-albufeira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-28 16:57:382024-10-30 17:37:06Albufeira e o seu folclore
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