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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Orfeão de Abrantes
Músicas no Concelho

Abrantes e os seus coros

Coros de Abrantes

Grupos vocais, tradições e atividades no Concelho

Orfeão de Abrantes

O Orfeão de Abrantes foi fundado a 20 de janeiro de 1929. Desenvolve desde então uma actividade musical e artística identificada com as exigências de cada época. Nos anos 30 e 40, por diversas vezes foi embaixador de Abrantes em muitas cidades de Portugal, exercendo através do canto e do teatro, uma profícua sensibilização artística, grande apanágio de então. Contribui assim para a elevação do nível cultural dos portugueses, tendo-lhe sido atribuído em 1984, pelo Ministro da Cultura, a Medalha de Mérito Cultural. Em 1996 foi-lhe atribuído pela Câmara Municipal de Abrantes a Medalha de Mérito Cultural.

Reconhecimento

Comendador da Ordem de Benemerência – Cavaleiro da Ordem Militar de Cristo
Sócio Benemérito da Liga dos Combatentes da Grande Guerra
Medalha de Mérito Cultural – 1984 – Ministério da Cultura
Medalha de Mérito Cultural – 1996 – C. M. de Abrantes
Medalha de 50 anos – Sócio Benemérito da Liga dos Combatentes

Orfeão de Abrantes

Orfeão de Abrantes

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2026/04/orfeao-de-abrantes.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2026-04-29 15:58:262026-04-29 16:01:48Abrantes e os seus coros
Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego, Abrantes
Músicas no Concelho

Abrantes e o seu folclore

Folclore em Abrantes

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região etnográfica: Ribatejo
  • Distrito: Santarém
  • Concelho: Abrantes

7 grupos

  • grupo etnográfico Os Esparteiros de Mouriscas
  • Grupo Folclórico e Etnográfico Os Camponeses de Vale das Mós
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pego
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo do Tramagal
  • Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos
  • Rancho Folclórico e Etnográfico Os Peneireiros de Martinchel

RFCPP

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego, Abrantes

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego, Abrantes

RFCPT

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Tramagal, Abrantes

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Tramagal, Abrantes

RFECR

Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos, Abrantes

Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos, Abrantes

RFEPM

Rancho Folclórico e Etnográfico Os Peneireiros de Martinchel, Abrantes

Rancho Folclórico e Etnográfico Os Peneireiros de Martinchel, Abrantes

Rancho Folclórico da Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto foi fundado em 1985. Teve origem numa marcha de São João que teve grande aceitação por parte do público, o que suscitou nos participantes a criação de um Rancho Folclórico.

A partir de então iniciou-se uma sensibilização da população e procedeu-se a uma pesquisa exaustiva e cuidada, de porta em porta, de demonstrações e gravações pelas pessoas mais idosas da aldeia.

Pelos conhecimentos, objetos e trajes adquiridos, chegou-se à conclusão de que São Miguel do Rio Torto tem um património cultural muito rico e possui uma das mais características formas de vida ribatejana, não a das lezírias, mas o Ribatejo bairrista. Devido à sua posição geográfica, sofre influências beirãs e alentejanas. Os trajes e danças tentam reproduzir o mais fielmente possível as suas tradições.

Desde a sua fundação que o Rancho Folclórico da Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto continua a sua permanente pesquisa dos usos e costumes, dançar, cantares e tradições da sua terra, tendo já atuado em variados festivais de folclore.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego

O Grupo Folclórico do Pego nasceu em 1953. Continua a preservar e a divulgar as músicas, as danças e os hábitos. Tem mais de 20 números, alguns conhecidos no Pego “desde sempre”, outros trazidos pelos pegachos migrantes das zonas onde trabalhavam, passando a dança-las na sua terra de acordo com o seu modo de sentir.

Apresenta trajos que são cópias autênticas dos trajos originais pegachos do final do século XIX e princípios do século XX.

Em 2019, o Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego realizou em agosto o seu 41º Festival de Folclore ‘Aldeia das Casas Baixas’. O Festival contou com a atuação do Rancho Folclórico do Baixo Vouga (Eixo, Aveiro); Rancho Folclórico e Etnográfico de S. Pedro de Alva (Penacova); Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Povo de Pontével (Cartaxo); Rancho Típico de Pombal; e o anfitrião, Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego (Abrantes).

Museu “Os Moleiros”

O Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, e o Vereador Luís Dias, acompanhados pelo Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos, Rui André, estiveram na inauguração do Museu “Os Moleiros” da Casa do Povo de Rio de Moinhos, em 11 de outubro de 2020. Manuel Jorge Valamatos felicitou esta iniciativa e destacou a importância das coletividades e do associativismo no desenvolvimento das comunidades.

“Esta é uma Casa verdadeiramente histórica”, salientou o Presidente da Câmara de Abrantes desejando que “este Museu seja uma forma de mostrar o que são as raízes e a história desta Coletividade”. Por sua vez, Rui André, Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos, também destacou a concretização deste Museu, bem como a atual reconstrução do edifício da Sede da Casa do Povo e a dedicação dos voluntários e membros da Direção, a par com o apoio dado pela autarquia de Abrantes ao associativismo.

Neste Museu do Rancho Folclórico “Os Moleiros” da Casa do Povo de Rio de Moinhos, os visitantes podem ver espólios de várias atuações, instrumentos, utensílios, trajes e objetos diversos antigos. “A nossa preocupação foi homenagear as tradições e os nossos antepassados, perpetuar a história pelo presente e pelo futuro”, salientou Liliana Carvalho, Presidente da Direção da Casa do Povo de Rio de Moinhos.

Museu “Os Moleiros”

Museu "Os Moleiros", de Abrantes

Museu “Os Moleiros”, de Abrantes

Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos foi fundado a em 1985.

O objetivo deste grupo é a pesquisa, recolha, preservação e divulgação do património cultural (material e imaterial) do concelhos de Abrantes.

Retrata a época final do século XIX princípio do século XX através das modas que eram cantadas e bailadas nos campos, nas eiras, noa largos e nas denominadas “Casas de Fora”, onde se realizavam os bailes.

No que se refere a trajes apresenta três vertentes, os de Domingueiro, Ocasião e Trabalho. Tem uma escola de folclore o Grupo de modinhas, jogos e brincadeiras.

Em 2013 publicou o seu álbum “Modas dos Nossos Avós”.

Em 2014 inaugurou o Núcleo Etnográfico de Casais de Revelhos.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Roteiro dos Ranchos Folclóricos dos Açores
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/abrantes-rancho-folclorico-da-casa-do-povo-do-pego-abrantes.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-27 22:35:462024-11-08 20:42:39Abrantes e o seu folclore
Músicas no Concelho

Abrantes e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Abrantes

História e tradições filarmónicas no Concelho

Banda Filarmónica Alveguense (fundação 1938, associação 1994)

Banda Filarmónica Mourisquense (fundação 1981, associação 1992)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense (fundação 1836, associação 1968)

Sociedade Instrução Musical Rossiense (fundação 1915, associação 1946)

Banda Filarmónica Mourisquense

A Banda Filarmónica Mourisquense nasceu com a criação de uma Associação a 3 de maio de 1995. Antes da atual denominação chamou-se: Escola e Banda de Música da Casa do Povo de Mouriscas, que abriu com cerca de trinta aprendizes, sob a orientação e regência do maestro Francelino Lopes Pereira de Sardoal, em 1981. No final desse ano a Escola já contava com cerca de cinquenta alunos, com idades compreendidas entre os oito e os sessenta.

BFM

Banda Filarmónica Mourisquense, de Abrantes

Banda Filarmónica Mourisquense, de Abrantes

A Banda da Escola teve então a sua primeira atuação com 25 músicos, no dia 23 de janeiro de 1983, na festa de São Sebastião, padroeiro da freguesia de Mouriscas. No início do ano de 1995 e por alteração do quadro legal das casas do povo, houve necessidade de criar e organizar uma nova associação de apoio à Banda a qual nasceu por escritura, a 3 de maio de 1995.

A Banda Filarmónica Mourisquense é, por certo, a banda mais jovem do concelho de Abrantes, celebrou 25 anos no domingo 3 de maio de 2020. Além disso, é composta por 30 músicos com idades compreendidas entre os 9 e os 22 anos. O aniversário, completando um quarto de século, devido à pandemia de covid-19, seria assinalado de forma diferente. Foi anunciado que no dia 3 de maio, recorrendo às plataformas digitais, os músicos tocarim o hino das Mouriscas, numa sessão conjunta à distância. O momento musical, em vídeo, seria replicado nas redes sociais da Banda Filarmónica.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Banda Filarmónica Alveguense

A Banda Filarmónica Alveguense foi fundada a 1 de janeiro de 1938 pela, agora extinta, Casa do Povo de Alvega. Devido à instabilidade legal e consequente desativação da Casa do Povo, tornou-se necessário pensar no futuro deste agrupamento e, a 20 de junho de 1994, nasceu a Associação sem fins lucrativos denominada Banda Filarmónica Alveguense. A Banda tem atuado em várias localidades do País de norte a sul. Participou em feiras de artesanato, mostras gastronómicas, festivais de bandas de música civis, além de concertos e desfiles em arraiais e festejos populares. Conta com uma deslocação a Espanha.

BFA

Banda Filarmónica Alveguense, de Abrantes

Banda Filarmónica Alveguense, de Abrantes

Tem um admirável espólio, testemunho da sua intensa atividade desenvolvida ao longo dos anos. Mantém uma Escola de Música, suporte artístico do grupo, que possibilita a substituição de músicos. Paulo Manuel Alfaiate Pires é o responsável pela Banda de Música e pela Escola.

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense

A Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense é uma associação sem fins lucrativos da Freguesia de Rio de Moinhos, Concelho de Abrantes. Tem Banda Filarmónica e uma Escola de Música, dividida por vários níveis de aprendizagem, com ensino gratuito. A coletividade terá sido fundada no início do século XIX, com origens a partir do coro da paróquia da Santa Eufémia. Este  foi adquirindo instrumentos musicais e formando, posteriormente, a Banda.

SFEBR

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense

A Filarmónica participa em procissões, arruadas, festas, concertos, dias comemorativos, dias festivos. Tem cerca de 35 executantes, com idades entre os 12 e os 55 anos, quase todos formados na sua Escola de Música, que agora tem 30 aprendizes. Aníbal Lobato é o Maestro da Banda Filarmónica.

Sociedade Instrução Musical Rossiense

A Sociedade Instrução Musical Rossiense (SIMR) foi fundada a 10 de novembro de 1915 por um grupo de amantes da música na freguesia do Rossio ao Sul do Tejo, concelho de Abrantes. A sua principal secção, a Banda Filarmónica, teve o primeiro instrumental oferecido por João José Soares Mendes, conhecido industrial criador das Fundições do Rossio de Abrantes. O coreto que ainda hoje existe na povoação foi construído em 1925 por instigação deste notável rossiense para uso da SIMR.

Em 21 de Agosto de 1946 a SIMR foi constituída enquanto associação sem fins lucrativos, dedicada à promoção da cultura musical e artística na região de Abrantes. Após ter dado origem, ao longo das décadas, a vários agrupamentos musicais ― como a Tuna (1926), o Orfeão (1932), o Grupo de Teatro (1932-1973) e várias orquestras como a “Monumental”, “Rossiense”, “Tejo Melody Band”, entre outras ― a SIMR chegou ao século XXI com duas secções: a Banda Filarmónica e a Escola de Música.

A Banda Filarmónica é a secção artística da SIMR e continua hoje a ser a sua espinha dorsal, participando em concertos, arruadas, romagens, procissões e outros actos religiosos, encontros de bandas e espectáculos musicais. Coadjuvando a banda, a Escola de Música é a secção formativa da SIMR e está vocacionada principalmente para formar novos executantes para a banda; na escola ministram-se aulas de iniciação musical e aulas de instrumento.

Sociedade Instrução Musical Rossiense
Praça Dr. João José Luís Damas, N.º 20
Rossio ao Sul do Tejo
2205-018 Abrantes
Correio eletrónico: simr.1915@sapo.pt
Tel. (+351) 241 333 285

Miguel Prôa, presidente da Direcção da SIMR, informou a 02 de abril de 2026 que na cidade de Abrantes propriamente dita houve várias bandas ao longo do século XX, mas nenhuma sobreviveu até hoje, assim como bandas integradas noutras associações (como Casas do Povo) que também não sobreviveram.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/abrantes-simr.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-27 20:14:112026-04-02 20:53:56Abrantes e as suas filarmónicas
Banda da Associação dos Bombeiros Voluntários de Alvito
Músicas no Concelho

Alvito e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Alvito

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Alvito é uma vila e sede de município do distrito de Beja, região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 2504 habitantes. Com sede na vila homónima de Alvito, o Município de Alvito tem 264,85 km² de área e 2 504 habitantes, subdividido em 2 freguesias.

Banda da Associação dos Bombeiros Voluntários de Alvito

A Banda da Associação dos Bombeiros Voluntários de Alvito começou em 1978 quando Eliseu Efigénio tomou a iniciativa de reunir alguns dos membros da antiga Filarmónica 1º de Dezembro na tentativa de refazer a Banda e solicitou à Direção dos Bombeiros que fosse integrada nos quadros da Associação sob a denominação de Banda dos Bombeiros de Alvito.

A Banda fez a primeira atuação em 18 de março de 1979. Ao longo de 10 anos, a Banda, liderada pelo maestro Augusto Penedo, participou em concertos e festas, um pouco por todo o País. Em 1998, o Maestro Augusto solicitou à direção da Associação a dispensa das funções por motivos de saúde, e a Banda desintegrou-se. Em 1997, a direção, aproveitou os apoios da Câmara Municipal e das Juntas de Freguesia de Alvito e Vila Nova da Baronia, e levou por diante a reativação da Banda convidando Manuel Sardinha para dirigi-la. A sua primeira atuação em 1 de dezembro desse ano.

Em 1999 houve necessidade de revitalizar a Banda pelo que a direção substituiu Manuel Sardinha por Francisco Lopes e José Peralta. Passado algum tempo por impossibilidade de José Peralta procedeu-se à substituição deste pelo Mestre Francisco Pereira.

Em 2005, com a morte inesperada de Francisco Pereira foi contratado o Maestro Mauro Barroso. Atualmente a Banda é composta por 36 elementos. Tem uma Escola de Música com cerca de 20 alunos fazendo alguns parte da Banda, formados pelo Maestro Mauro Barroso. A Banda tem executantes das freguesias de Alvito, Vila Nova da Baronia, Viana do Alentejo, Vila de Frades e Vidigueira, variando as suas idades entre os 8 e mais de 70 anos. Atuou em concertos, serviços marciais, encontros de bandas e atuações, no Concelho e fora dele.

BFBVA

Banda da Associação dos Bombeiros Voluntários de Alvito

Banda da Associação dos Bombeiros Voluntários de Alvito

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/alvito-banda-filarmonica-dos-bombeiros-voluntarios-de-alvito.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-27 18:11:562024-12-20 22:53:02Alvito e as suas filarmónicas
Orquestra Clássica de Almodôvar
Músicas no Concelho

Almodôvar e os seus músicos

Música e músicos no Concelho de Almodôvar

Almodôvar é um município português pertencente ao distrito de Beja, região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 7449 habitantes. O município de Almodôvar, com sede na vila do mesmo nome, tem 777,88 km² de área e 7449 habitantes, subdividido em 6 freguesias.

Orquestra Clássica de Almodôvar

Dirigida pelo maestro Ricardo Carvalho, a Orquestra Clássica de Almodôvar é constituída por 25 jovens residentes nos concelhos de Almodôvar e Castro Verde.

OCA

Orquestra Clássica de Almodôvar

Orquestra Clássica de Almodôvar

OUTROS AGRUPAMENTOS

Cantares da Meia-noite

O projeto Cantares da Meia Noite tem como objetivo dar a conhecer ao público as modas que se cantavam e bailavam e que ainda se cantam na região do campo branco. O grupo é formado por 4 elementos que se apresentam com alguns instrumentos bem tradicionais como bandolim, a viola campaniça, a viola portuguesa ou a harmónica.

Grupo Beira Serra

O Grupo Beira Serra começou com uma brincadeira em que alguns amigos se juntavam animando festas particulares, almoços ou matanças de porcos. A aceitação foi surpreendente e determinou um maior empenho por parte do grupo, que começou a atuar em espetáculos em toda a região. Apesar de já contar com um vasto repertório musical que passa essencialmente por uma música simples. É constituído por António Gonçalves (viola campaniça e vozes), Manuel Godinho (guitarra e vozes), Augusto Ramos (percussão e vozes) e Celina Marques (voz).

Grupo de Música Popular “Os Malteses”

O Grupo de Música Popular “Os Malteses” foi formado em 1986, em Almodôvar. Composto por oito elementos, com uma forte aposta nos jovens talentos da zona, dedica-se à pesquisa e divulgação da música portuguesa, não só do Alentejo, mas também de outras regiões do País. Tem um repertório que engloba, além da música popular e tradicional, temas originais, alguns dos quais tentam aliar a música popular à música mais de vanguarda. Têm algumas centenas de espetáculos realizados em espetáculos, em bares e discotecas, ou ao ar livre. O seu segundo CD tem por título “Vagueando”.

Duo T – Kontraste

O Duo T – Kontraste é um grupo que em cada espetáculo proporciona ao público uma vasta e contrastante seleção de géneros musicais complementados com boa disposição e alegria em palco. O duo T – KONTRASTE tem no seu repertório: música latina, brasileira, kizomba, pop-rock, e a boa música portuguesa, e alguns inéditos. É composto por pianista e vocalista/guitarrista, profissionais do mundo da música.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/almodovar-orquestra-classica-de-almodovar-2020.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-27 15:33:132024-12-14 19:39:35Almodôvar e os seus músicos
Banda de Música Sociedade Musical de Arcos de Valdevez
Músicas no Concelho

Arcos de Valdevez e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Arcos de Valdevez

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Arcos de Valdevez é uma vila raiana portuguesa no distrito de Viana do Castelo, região Norte e sub-região do Alto Minho, sede de um concelho com cerca de 22 000 habitantes.

Banda de Música Sociedade Musical de Arcos de Valdevez

A Sociedade Musical de Arcos de Valdevez foi fundada a 1 de dezembro de 1880 e iniciou a atividade sob a regência de João Rodrigues, conhecido por “Maestro Cristina”. Com o intuito de proporcionar a instrução musical, cultural e recreio aos seus sócios e familiares, foram realizadas importantes alterações a toda a Sociedade Musical em 1974. A Escola de Música, integrada na Sociedade Musical de Arcos de Valdevez, garante, desde essa data, a formação permanente de crianças e jovens do Concelho, bem como a renovação da própria Banda. Tem ao seu serviço vários professores dos vários instrumentos, sob a supervisão do seu atual maestro Gil Magalhães.

Pela direção artística passaram grandes nomes do meio musical entre os quais o Maestro Cristina, Alves Amorim, Idílio Nunes e, atualmente, Gil Magalhães. Em 2006, a Banda participou na gravação de um CD com temas originais de Afonso Alves, promovido pela empresa Cardoso & Conceição, numa publicação da Molennar Editions (Holanda).

Em 2007, realizou-se em Arcos de Valdevez um Curso de Direção organizado pela Cardoso & Conceição, que contou com a participação de António Saiote, uma das figuras de maior prestígio na música em Portugal. No mesmo ano, a Banda participou no I Festival de Bandas no Europarque, em Santa Maria da Feira. Atuou no Festival do Clarinete, “Clarinefest”, organizado pela Associação Internacional do Clarinete e que decorreu na Casa da Música, em 2009.

Em parceria com o município, a Banda da Sociedade Musical de Arcos de Valdevez realizou, em 2010, um concerto de beneficência de apoio à tragédia no Haiti, tendo sido angariada uma importante quantia que, posteriormente, foi transferida para a Assistência Médica Internacional (AMI). Em 2011 realizou concertos, nomeadamente, de Páscoa na Igreja da Misericórdia em Arcos de Valdevez e um concerto integrado na visita de Mikhail Gorbachev a Portugal.

A Banda da SMAV é composta por cerca de 65 músicos que interpretam um vasto e variado reportório. Anima festas e romarias, e dispõe de um instrumental totalmente renovado. Dispõe igualmente de um coral de música sacra que apoia o culto religioso. Tem uma pequena orquestra ligeira, cuja atividade é apoiada pela Câmara Municipal de Arcos de Valdevez.

Banda da SMAV

Banda de Música Sociedade Musical de Arcos de Valdevez

Banda de Música Sociedade Musical de Arcos de Valdevez

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/arcos-de-valdevez-banda-filarmonica-de-arcos-de-valdevez.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-27 14:29:472021-07-08 14:49:20Arcos de Valdevez e as suas filarmónicas
Mara, cantora de Arraiolos
Músicas no Concelho

Arraiolos e os seus músicos

Músicos do Concelho de Arraiolos

Música e músicos no Concelho

  • Francisco Teles (maestro)
  • Mara
  • Rayos
Francisco Teles

Francisco Teles, maestro, iniciou os estudos musicais aos 11 anos de idade na S.M.U. Vimieirense (Arraiolos) a sua terra natal. Aos 20 anos ingressou na Banda do Regimento de Infantaria 16 de Évora, sendo promovido a 1º Cabo Músico. De 1966 a 1997 foi músico na Banda da Companhia dos Caminhos de Ferro de Lisboa, onde foi seu Subchefe. Frequentou o Conservatório de Lisboa nos anos de 1968 a 1969, no curso de Clarinete Especial.

Foi regente da Banda Filarmónica da sua terra durante 13 anos, e atualmente é regente do Grupo de Canto Coral da Associação de Reformados e Pensionistas de S. João de Brito e Alvalade (Lisboa) e regente da Banda Filarmónica do Grupo de Solidariedade Musical e Desportiva de Talaíde, da freguesia de S. Domingos de Rana, Concelho de Cascais, cargo que desempenha desde 1995. Mais recentemente criou a Orquestra Ligeira, do mesmo grupo.

Mara

Mara é uma cantora natural de Arraiolos. A arte de cantar começa a fitá-la desde a sua infância em que o fado era uma predominância no seio familiar. Ao longo do seu percurso, envolve-se em diversos projetos onde canta bossa nova, música portuguesa, faz formação de voz na escola Jb Jazz, integra o projeto Música nos Hospitais e compõe o seu primeiro original, em 2003 ainda em Lisboa.

Em 2009 regressou às suas raízes, o Alentejo. No encontro com Carlos Menezes (baixista e diretor musical) que a incentivou a “tirar as músicas da gaveta” “revisita os temas mais antigos dando-lhes uma nova roupagem, e compõe ainda novas canções, surgindo assim o álbum “Folha de Rosto”. No disco de estreia, conta ainda com a colaboração de Daniel da Silva (guitarra flamenca), Henrique Leitão (Guitarra Portuguesa) e Rui Gonçalves (percussão), músicos com os quais já tinha colaborado em outras ocasiões.

Mara foi convidada em 2011 para integrar e gravar com o grupo de música folk [Aqui Há Baile], em 2012 criou a banda sonora para uma curta metragem [A Linha, de Adriana Martins da Silva], em 2013 para um filme promocional e em 2014 criou a banda sonora para diferentes espetáculos de dança.

No ano de 2014 destaca-se a sua participação com o pianista Amílcar Vasques-Dias, o concerto no Festival Bons Sons, o convite e participação no concerto da Ronda dos Quatro Caminhos com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, e a nomeação para o prémio Mais Música da Revista Mais Alentejo.

Participou no concerto do Mestre António Chainho, no pré-lançamento do seu álbum comemorativo dos seus 50 anos de carreira.

Rayos

Rayos é um projeto natural de Arraiolos que recolhe influências da música celta, medieval e tradicional portuguesa. A banda prepara-se para editar o seu primeiro EP, “Terras de Rayos”, já disponível em pré-venda, com a chancela da Music in My Soul – noticiava o portal Cardápio em 2016.

Resultado de uma fusão entre música Celta, Medieval e Tradicional Portuguesa, este projeto tenta criar um ambiente único ao vivo, levando o espectador por uma viagem sem fronteiras, onde se pode mergulhar em mágicos momentos instrumentais, suaves melodias de flauta e momentos únicos de profunda reflexão.

Rayos, projeto musical de Arraiolos

Rayos, projeto musical de Arraiolos

Andreia Carmo, a voz dos Rayos, iniciou o seu percurso musical aos 15 anos na Escola de Música do Município de Arraiolos, onde estudou canto. Já integrou projetos de música tradicional, pop/rock e bossa nova. O fado fez parte da sua vida desde pequena e continua a estar presente em projetos como “Notas ao Vento” e “Zanguizarra”. Na vertente medieval e celta integra “Trovadores de Arraiolos” e “Rayos”.

António Luís Valente iniciou os estudos musicais aos 8 anos de idade com o acordeão. Entre os 9 e os 11 dedicou-se também ao piano e aos 11 anos descobriu a sua paixão pela bateria. Em 1998, dedicou-se ao ensino musical, carreira que desenvolve até aos dias de hoje. Nos “Rayos” toca piano, sintetizadores e percussão.

David Espingardeiro é o guitarrista dos Rayos. Desde os 12 anos que estuda guitarra clássica e guitarra elétrica. Juntou ao seu percurso estudos em guitarra portuguesa e guitarra jazz, o que lhe permite participar em vários projetos dos mais variados estilos musicais.

Ângela Fortes começou o seu caminho musical aos 7 anos, quando entrou na “Academia de Música de Évora” para estudos musicais. Toca em vários grupos de música com as mais diferentes sonoridades desde a música clássica, passando pela música celta e medieval. Terminou a Licenciatura em Estudos Teatrais na Universidade de Évora e atualmente é professora na Escola Secundária Eça de Queirós e encenadora no grupo de teatro amador de Arraiolos – “Dupla Identidade”.

Paulo Travelas é um músico autodidata, que descobriu a sua vocação aos 4 anos quando lhe oferecem uma pianola e, mais tarde, um acordeão. Na adolescência a guitarra assume um papel principal na sua carreira musical. Atualmente, participa em alguns projetos musicais no Alentejo nas minhas diferentes sonoridades: música tradicional, medieval, celta, anglo-saxónica e latino americana.

Augusto Graça é o instrumentista deste grupo, que traz consigo uma influência jazz em fusão com música tradicional. Tó Zé Caeiro é o baterista e percussionista, que iniciou o seu trajeto musical aos 13 anos à semelhança de vários elementos deste grupo alentejano.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/arraiolos-mara.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-27 12:46:352024-12-05 22:14:27Arraiolos e os seus músicos
Centro Cultural de Arronches
Músicas no Concelho

Arronches e os seus auditórios

Auditórios de Arronches

Salas de espetáculo do Concelho

Centro Cultural de Arronches

O Centro Cultural de Arronches tem um auditório com uma lotação de 252 lugares, aos quais se somam mais 2 lugares destinados a pessoas com mobilidade condicionada. Este é um espaço equipado com tecnologia apropriada para a exibição de cinema, que dispõe de um amplo palco, apoiado por camarins e balneários, capaz de albergar diversos cenários de peças de teatro e revista à portuguesa, estando também preparado para a realização de palestras, assembleias, conferências, seminários ou outros eventos mais formais.

Além do Auditório, o Centro Cultural de Arronches integra ainda um foyer onde se situa a receção, uma biblioteca apetrechada com espaço internet, várias salas de apoio, um espaço multiusos equipado com cozinha e um estabelecimento de snack-bar com esplanada.

Junto ao Centro Cultural encontra-se também o Jardim do Fosso, espaço verde com várias zonas de lazer, entre as quais um equipamento de minigolfe e um parque infantil e ainda um estabelecimento de restauração com esplanada.

A infraestrutura está situada no centro da vila de Arronches, próxima do Centro de Saúde, do Posto da Guarda Nacional Republicana, do Quartel dos Bombeiros Voluntários e ainda de uma unidade hoteleira com 29 quartos.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Centro Cultural de Arronches

Centro Cultural de Arronches

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/09/arronches-auditorio-do-cca.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2025-09-13 13:03:262025-09-13 13:52:22Arronches e os seus auditórios
Rancho Folclórico de Arronches
Músicas no Concelho

Arronches e o seu folclore

Folclore e tradições musicais no Concelho de Arronches

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

Arronches é uma vila portuguesa no distrito de Portalegre, região Alentejo e sub-região do Alto Alentejo, com cerca de 1900 habitantes. É sede de um município com 314,65 km² de área e 3165 habitantes, subdividido em 3 freguesias.

  • Região: Alentejo (Alto Alentejo)
  • Distrito: Portalegre
  • Concelho: Arronches
Grupo de Pedrinhas de Arronches

O Grupo de Pedrinhas de Arronches nasceu por acaso quando um grupo de amigos decidiu fazer música, com as pedras recolhidas no rio Caia, com intenção de participar num evento televisivo. A sua arte de execução musical depressa conquistou o público e a fama espalhou-se. Faz parte do Rancho Folclórico de Arronches.

Rancho Folclórico de Arronches

O Rancho Folclórico de Arronches foi fundado a 24 de maio de 1981 com objetivo de divulgar o folclore do Alentejo e os usos e costumes da região. Desde essa data esteve sediado nas instalações da antiga Casa do Povo de Arronches. Em 2009, ao abrigo de um protocolo assinado com a Câmara Municipal de Arronches, passou a dispor de amplas e modernas instalações para desenvolver a sua atividade, num dos antigos celeiros da ex-EPAC.

O Rancho é composto por cerca de 40 elementos que vão dos 5 aos 85 anos, fazendo ainda parte do mesmo o Grupo das Pedrinhas de Arronches. Ao longo destes anos de atividade o Rancho Folclórico de Arronches pode contar com o empenho e dedicação de alguns bons técnicos de folclore (ensaiadores), tais como a Irene Barradas da Urra, João Nunes Vidal de Marvão, ou ainda o Álvaro Parreira de Portalegre. O Rancho é dirigido pelo jovem acordeonista do grupo Francisco Almeida. É membro da Associação de Folcloristas do Alto Alentejo.

RFA

Rancho Folclórico de Arronches

Rancho Folclórico de Arronches

Sede do RFA

Sede do Rancho Folclórico de Arronches

Sede do Rancho Folclórico de Arronches

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Municípios

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/arronches-rancho-folclorico-de-arronches.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-27 12:32:052021-09-27 12:11:24Arronches e o seu folclore
Miguel Gromicho, músico, de Arronches
Músicas no Concelho

Arronches e os seus músicos

Música e músicos do Concelho de Arronches

Arronches é uma vila no distrito de Portalegre, região Alentejo e sub-região do Alto Alentejo, Portugal, com cerca de 1900 habitantes. É sede de um município com 314,65 km² de área e 3165 habitantes, subdividido em 3 freguesias.

Miguel Gromicho

Miguel Gromicho é um músico arronchense. Miguel Gromicho seguiu as pisadas de seu irmão e fez-se músico. Num meio quase esquecido como é o interior, não vivendo nas grandes cidades, é difícil ascender no caminho profissional que escolheu. Depois do seu primeiro trabalho ‘Histórias por Contar – 2018’ aos poucos vai abrindo passo. Em 2019 prepara-se para apresentar o seu novo trabalho ‘Sociedade Não Anónima’, com lançamento agendado para o Centro de Artes e Espetáculos em Portalegre (CAEP).

Miguel Gromicho

Miguel Gromicho, músico, de Arronches

Miguel Gromicho, músico, de Arronches

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/arronches-miguel-gromicho.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-27 12:25:532021-06-21 11:50:40Arronches e os seus músicos
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