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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Padre Jerónimo da Rocha Monteiro (1938-2018)
Músicas no Concelho

Vendas Novas e os seus músicos

Músicos do Concelho de Vendas Novas

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Jerónimo da Rocha Monteiro

O P.e Jerónimo da Rocha Monteiro, salesiano, nasceu em Gens, Gondomar, em 1938 e morreu em Manique, a 31 de agosto de 2018 de doença oncológica. Uma das individualidades homenageadas na Sessão Solene Comemorativa do 55.º aniversário do concelho de Vendas Novas foi o salesiano Pe. Jerónimo Rocha Monteiro. No dia 7 de setembro de 2017, decorreu em Vendas Novas uma Sessão Solene Comemorativa do 55.º aniversário do concelho, durante a qual foram entregues as insígnias municipais de homenagem a sete individualidades concelhias. Esta sessão marcou também a inauguração do Fórum Cultural “A Praça”, um novo espaço ao serviço da cultura e da arte de todos os vendasnovenses.

Uma das individualidades homenageadas foi o Pe. Rocha Monteiro. O discurso que justificava esta homenagem esteve a cargo do vereador Joaquim Soeiro, o qual, depois de saudar as numerosas autoridades presentes na “Praça”, nomeou as instituições e as pessoas que seriam homenageadas na sessão, focando as caraterísticas pessoais de cada uma delas. Relativamente ao Pe. Rocha, recordou com bastante emoção aquilo que ele fez pelas gentes de Vendas Novas, enfatizando que é muito mais do aquilo que o Pe. Rocha possa imaginar. Recordou com saudade os tempos de um “padre louco” que introduziu a bateria nas eucaristias dominicais, transportava os jovens na “carrinha amarela”, criou a escola de música, levou os jovens para a igreja retirando-os das “esquinas”, fez espetáculos musicais e levou o nome de Vendas Novas para além do concelho. Muitos jovens, afirmou ainda Joaquim Soeiro, devem ao Pe. Rocha aquilo que são na vida e deu o seu próprio testemunho: “a ele devo o que sou hoje”. De seguida, o Pe. Rocha dirigiu-se aos presentes para, numa linguagem poética, como é seu timbre, agradecer esta singela mas sentida homenagem e recordar esses maravilhosos anos de entrega aos jovens de Vendas Novas. Vale a pena recordar aqui o seu discurso também ele sentido e emocionado:

“Os acordes das marchas de Santo António, os concertos improvisados da escola de música, a presença dos artistas de renome, de então, que pisavam o palco da cripta, os espetáculos juvenis que nos envolviam, a experiência partilhada com professores e alunos da Escola Secundária, as centenas de famílias envolvidas em projetos pastorais, são aguarelas de vida cujas memórias são poentes dourados beijando as portas do Alentejo, o concelho de Vendas.”

Pe. Rocha Monteiro

Padre Jerónimo da Rocha Monteiro (1938-2018)

Padre Jerónimo da Rocha Monteiro (1938-2018)

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda Filarmónica de Carviçais, de Torre de Moncorvo
Músicas no Concelho

Torre de Moncorvo e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Torre de Moncorvo

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Filarmónica de Carviçais

Em 1898, um grupo de carviçaenses amigos da música e da sua terra, tomou a iniciativa de fundar uma banda. Depois de adquirido o instrumental, tiveram inicio os ensaios sob a orientação do Maestro Tenente Zilhão. Na década de 1930 dissidências internas a Banda dividiu-se em duas, “Os Mineiros” e “Os Patanhosos”, cisão que durou pouco. Reunificada a Banda, passou a ser dirigida pelo Mestre João Teixeira tendo como Contra-Mestre Laurindo Pavão.

Por circunstâncias dos tempos com o movimento emigratório, foi a Banda perdendo elementos acabando a sua atividade musical. Após o 25 de Abril de 1974, com o regresso dos carviçaenses vindos alguns das ex-colónias, formou-se um movimento que levou à reconstituição da Banda nos princípios de 1978 ficando como regente o Maestro José Teixeira mais conhecido como “Sr. Zezinho” e como contramestre Abílio Ferreira “Ti Poeta”. Por morte do Maestro José Teixeira assumiu funções de Maestro da Banda e Professor da Escola de Música Ismael Ferreira. Pela sua passagem à reforma, poucos anos mais tarde até aos dias de hoje, assumiu a regência da Banda e a direção da Escola de Música o Tenente Coronel Fernando José Sanches. A casa onde atualmente a Associação possui as instalações era até à sua recuperação e transformação uma padaria.

BFC

Banda Filarmónica de Carviçais, de Torre de Moncorvo

Banda Filarmónica de Carviçais, de Torre de Moncorvo

Sociedade Filarmónica Felgarense

A Banda de Música de Felgar foi fundada em 1964 e mantém-se em atividade ininterruptamente, tendo o seu instrumental sido comprado à extinta Banda de Música de Urros, concelho de Moncorvo. Em 1985, com a inauguração das novas instalações da Junta de Freguesia, pode a Banda beneficiar de uma sala nova para os ensaios.

Em 1992, a Banda de Música criou Estatutos próprios, passando a ser um órgão da Sociedade Filarmónica Felgarense. A Banda possui ainda uma Escola de Música que funciona diariamente e conta com cerca de 50 alunos. As atividades da Banda são uma constante ao longo do ano, o que permite suportar uma parte das despesas do funcionamento da Escola de Música. Além de distinções, a Banda conta com diplomas do INATEL pela participação em várias atividades.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Samuel Úria, músico, de TondelaTime Out
Músicas no Concelho

Tondela e os seus músicos

Músicos do Concelho de Tondela

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Samuel Úria (músico, 1979)

Samuel Úria, músico português, nasceu em Tondela, a 18 de setembro de 1979. Líder dos Samuel Úria & As Velhas Glórias, celebrizou-se nos últimos anos pelos seus trabalhos a solo. Participa no supergrupo da FlorCaveira “Os Ninivitas”. Desde 2013, é um dos rostos e vozes do colectivo XNC, com Tiago Guillul, Alex D’Alva Teixeira, Martim Torres e outros.

O EP Em Bruto e o álbum Nem Lhe Tocava captaram a atenção da imprensa, com a crítica a ser consensual na consideração de Samuel Úria como um dos mais importantes escritores de canções da atualidade. No dia 10 de junho de 2009, Úria escreveu e gravou, num só dia, um disco inteiro em sua casa. A composição e registo das músicas foi filmada e transmitida em direto pela internet, enquanto os espectadores forneciam sugestões via email. O resultado foi o disco “A Descondecoração de Samuel Úria”, lançado um ano depois. Surge na longa-metragem O Que Há De Novo No Amor? representando-se a si próprio, dando um concerto onde toca duas canções suas Barbarella e Barba Rala e Não Arrastes o Meu Caixão.

Editou em 2013 o seu 3º LP, intitulado Grande Medo do Pequeno Mundo. Destacam-se neste disco as participações de cantores como Manel Cruz, Márcia, António Zambujo ou Gonçalo Gonçalves. Ganhou, em 2014, o prémio para a melhor canção do ano da SPA, como o tema Lenço Enxuto. Apesar de ainda ser conotado à música alternativa e um fenómeno emergente das editoras indie portuguesas, a carreira de Samuel Uria passa pela escrita de canções e letras para nomes de primeira água da música lusa, como Ana Moura, António Zambujo, Clã ou Kátia Guerreiro. Em 2016, Samuel Úria lançou o álbum Carga de Ombro, produzido por Miguel Ferreira.

Fonte: Wikipédia (com adaptações)

Samuel Úria, músico, de Tondela

Samuel Úria, músico, de Tondela, créditos Time Out

Reciclanda

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Lino Guerreiro, compositor, de Tavira, créditos Ana GouveiaAna Gouveia/Câmara Municipal de Tavira
Músicas no Concelho

Tavira e os seus músicos

Músicos naturais de Tavira

O Musorbis é um projeto complementar à Meloteca, em desenvolvimento

  • Lino Guerreiro
  • Pedro Pires

Lino  Guerreiro nasceu em 1977 na cidade de Tavira. Iniciou os estudos musicais com dezanove anos no Conservatório Regional de Setúbal. Estudou ainda no Conservatório Regional de Torres Vedras, e terminou o 8º grau de Saxofone no conservatório Nacional de Lisboa, assim como o restante currículo. Estudou composição no nível secundário com o compositor Daniel Schevtz.

Em 2008, terminou o Curso de Composição na Escola Superior de Música de Lisboa, Instituto Politécnico de Lisboa (IPL), onde estudou com os compositores, Carlos Caires, Christopher Bochmann, José Luís Ferreira e Sérgio Azevedo, na área específica da composição, e com outros compositores como, Carlos Marecos, João Madureira, Roberto Perez, Benoît Gibson, nas restantes áreas curriculares.

Em 2012, terminou o Mestrado em Música na área de especialização de Composição, pela Escola Superior de Música de Lisboa (IPL), sob orientação do compositor António Pinho Vargas.

Em 2012, terminou o Mestrado em Ensino de Música – área de especialização de Composição, pela Escola Superior de Música de Lisboa (IPL), sob orientação de António Pinho Vargas, Carlos Marecos e Francisco Cardoso.

Frequenta o Programa de Doutoramento em Música e Musicologia na Escola de Artes da Universidade de Évora, sob orientação de Eduardo Lopes.

A sua atividade enquanto compositor desenvolve-se maioritariamente na área dos instrumentos de sopro e percussão. Colabora com as editoras, “Arpejo Editora“, “AVA Musical Editions“, “MIC“, “ROSSIO Music Publishing” e “SCOMEGNA, Edizioni Musicali s.r.l.“.

É diretor do projeto mixEnsemble, um projeto musical que tem como filosofia servir a música e os artistas, dentro de diferentes contextos musicais para os mais variados fins.

É professor de Análise e Técnicas de Composição e de Música de Câmara, no Conservatório de Música D. Dinis, em Odivelas, e professor de Teoria e Análise Musical e de Música de Câmara, na Escola Profissional da Metropolitana. Desde 01 de Setembro de 2020 é diretor pedagógico da Escola Profissional da Metropolitana.

Lino Guerreiro, compositor, de Tavira

Lino Guerreiro, compositor, de Tavira

Pedro Pires

Natural de Tavira, Pedro Pires começou a aprender música com 5 anos na Banda Musical de Tavira. Aos 8 anos, tomou o primeiro contacto com o clarinete, tendo como professor o maestro António Batista.

Aos 11 anos ingressou no Conservatório Regional do Algarve Maria Campina (CRAMC) na classe de José Veloso. No ano de 2006 terminou o 8º grau de clarinete no CRAMC com Jennifer Brown, e ganha no mesmo ano o 1º Prémio do Concurso de Música de Câmara desta mesma instituição.

No mesmo ano ingressou na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Manuel Jerónimo e, mais tarde, com Paulo Gaspar.

Foi professor de clarinete na Banda Musical de Tavira e na Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, membro da Orquestra Sinfónica Juvenil de Lisboa, e também da Orquestra de Clarinetes de Almada (OCLA), onde se apresentou como solista.

Em 2008 ingressou na Banda da Armada Portuguesa e, em 2011, licenciou-se em Música, na variante de Clarinete.

Nesse mesmo ano frequentou ainda o curso de Jazz na Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa, na classe do professor José Menezes.

Em 2015 começou a estudar composição e orquestração com o maestro Pedro Duarte e é frequentador assíduo de seminários no âmbito da composição musical e criação artística.

Enquanto compositor e arranjador, participa em projetos nacionais e internacionais. Desde 2021 que estuda também com o compositor Óscar Navarro.

Em 2017 foi premiado no 1st International Contest of Original Compositions for Musical Bands (Itália) com a obra Mare Clausum.

Em 2022 venceu o primeiro prémio com menção de honra no Concurso Internacional de Composição “Emili Giménez Bou” organizado pela Sociedad Ateneo Musical de Cullera (Espanha) com a obra A Flight to the Future.

É músico na Banda da Armada Portuguesa nas funções de executante em clarinete e piano e também compositor residente. É ainda professor de Clarinete na Sociedade Filarmónica União Assaforense desde 2016.

Reciclanda

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Banda de Música de Sendim, Tabuaço
Músicas no Concelho

Tabuaço e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Tabuaço

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda de Música de Sendim

A Banda de Música de Sendim – Tabuaço nasceu em 1980. Mantém como Maestro e Diretor Artístico desde 1982, Jaime do Espírito Santo Pedruco, após alguns professores e regentes que se encarregaram da formação inicial e arranque.

Conta com um vasto repertório religioso e profano. Participa regularmente em festividades de carácter profano e/ou religioso, convívios, festivais, encontros, concertos de solidariedade e beneficência e outras cerimónias de caráter festivo. Participou, em 1995, no programa/concurso televisivo “À Volta do Coreto” (RTP2) do Maestro António Vitorino de Almeida. Fez três deslocações a França, à região de Bordéus, onde atuou junto de uma comunidade de franceses e emigrantes portugueses. É constituída por cerca de 45 elementos, com idades entre os 8 e os 75 anos, sendo a sua maioria juventude proveniente da Escola de Música.

BMS

Banda de Música de Sendim, Tabuaço

Banda de Música de Sendim, Tabuaço

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Sociedade Filarmónica Fraternidade de S. João de Areias
Músicas no Concelho

Tábua e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Tábua

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Fraternidade de S. João de Areias

Fundada em 1875, sempre em atividade, teve como fundador António Augusto dos Santos Macário um entusiasta pela causa da música que frequentou o curso do Conservatório de Música em Coimbra. De acordo com fonte oral: “Anos antes da fundação da filarmónica já seis rapazes começaram a aprender musica. António Augusto encontrou meia dúzia de rapazes com habilidade, agarrou neles e arranjou logo doze a tocarem às missas”. Iniciaram-se os ensaios numa loja cedida gratuitamente por um elemento da coletividade.

Passados alguns anos de atividade, veio a necessidade de se adquirir um espaço que lhe servisse de sede, onde pudessem guardar as suas coisas e fazer os ensaios. Os diretores e músicos lançaram mãos à compra de uma casa “velha” em madeira, que por muito tempo serviu de sede. Um ciclone em 1941 pôs fim à débil casa, deixando a banda novamente sem abrigo e perdendo-se documentos escritos existentes e muitos instrumentos. Restava mais uma vez o esforço e dedicação de todos para se iniciar a construção de uma nova sede, mãos à obra. A construção do novo edifício deu-se entre 1948-1953 e ainda serve de sede já com restauros de fundo.

Ao longo destes anos a Filarmónica contou com um Rancho Folclórico tendo como nome “As Papoilas“ e um grupo musical de baile “Os Rouxinóis do Mondego“ ambos extintos. Tem uma escola de música com cerca de 45 alunos desta localidade e localidades limítrofes. A banda conta com cerca 65 elementos, com idades inferiores a 20 anos na sua maioria. A Orquestra Juvenil foi uma das atividades lançadas por esta coletividade em 1994, aquando a regência de Evaristo Neto. Dela faziam parte 20 elementos dos mais jovens da Banda de Música, passando mais tarde a permanecer só o nome de Orquestra Ligeira da Filarmónica de S. João de Areia. Ao longo de todos estes anos de existência foram inúmeras as atuações em festas religiosas e profanas, receções a ministros e presidentes da Republica, festivais de bandas e aniversários, inauguração de estádios. Teve atuações em diversos pontos do Pais e Estrangeiro, na Feira Popular de Lisboa, Feira de S. Mateus em Viseu.

Nas atuações no Estrangeiro, contou em 1994 com um convite dos E.U.A., onde fez deslocar durante 10 dias para participação nas Comemorações do Dia de Portugal e das Comunidades, e diversos concertos se realizaram para os emigrantes aí residentes. Em 1995 surgiu o convite dos emigrantes residentes em Nimes – França, onde a Filarmónica se deslocou para diversas atuações.

Para a comemoração os seus 130 anos de existência em 2005, gravou o seu 1° CD, com a regência do Maestro Rui Alves, gravação em concerto ao vivo na Casa da Cultura de Santa Comba Dão. Desde outubro de 2007 conta com a Regência de Pedro Carvalho que voltou a fomentar uma nova Orquestra da Escola de música. Desde 2008, participa no evento “Bandas a Concerto” organizado pelo Ministério da Cultura, apresentando-se em 2008 no Cine-teatro Avenida (Castelo Branco), em 2009 no Cine-teatro de Estarreja, em 2010 no Cine-teatro de Mação e em 2011 no Centro de Artes e Espetáculo de Server do Vouga. Em 2009 gravou o 2° CD e em 2011 o 3° CD.

SFFSJA

Sociedade Filarmónica Fraternidade de S. João de Areias

Sociedade Filarmónica Fraternidade de S. João de Areias

Reciclanda

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Banda do Cercal, Soure
Músicas no Concelho

Soure e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Soure

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda do Cercal

A Associação Banda do Cercal foi fundada a 25 de dezembro de 1903, pela vontade de um grupo de moradores e do empenho de algumas famílias mais ricas desta aldeia. O Sr. Gomes custeou a maior parte das despesas que a compra dos instrumentos acarretava. Os documentos mais antigos que chegaram até nós foram os registos fotográficos. Dos escritos não há registo, a que não será alheio o facto de o analfabetismo na altura rondar os 90%.

A Banda do Cercal tem mantido ininterruptamente a atividade, com alguns altos e baixos ao longo dos anos. A população esteve dividida em dois grupos, os “Malhados” e os “Caçoilos” tendo uma delas tentado furtar instrumentos à Banda com intenção de formar um novo grupo. Depois de resolvidas as quezílias, a Banda do Cercal retomou a atividade. A participação de grande parte da população na Guerra Colonial, foi outra das grandes dificuldades da Banda do Cercal mas não interrompeu a atividade. Tem atualmente em funcionamento uma escola de música destinada a formar qualquer elemento que deseje vir a integrar a filarmónica. Na escola são lecionados todos os instrumentos pertencentes à banda com prévia formação musical. Alguns alunos da escola frequentam já o conservatório, tendo como perspetiva seguir a carreira musical.

Além das deslocações por todo o país, a Banda tem participado em diversos eventos, nomeadamente com a Federação de Bandas do Distrito de Coimbra, INATEL, Câmara Municipal de Soure, encontros de bandas em Miranda do Corvo, Amarante, Pampilhosa, Figueira da Foz, Alcáçovas. É constituída por cerca de 50 elementos com uma média de idades entre os 10 e os 60 anos, sob a direção do maestro Fernando Gariso Duque Cordeiro.

BC

Banda do Cercal, Soure

Banda do Cercal, Soure

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

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Filarmónica Severense
Músicas no Concelho

Sever do Vouga e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Sever do Vouga

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda União Musical Pessegueirense

A Banda União Musical Pessegueirense é composta por 70 elementos, sendo a sua maioria com idade inferior a 30 anos, resultado da aposta feita na formação de jovens na Escola de Música. A Direcção artística está a cargo do maestro Serafim Aguiar. Fundada a 16 de julho de 1866 com o nome de Filarmónica Flor do Vouga, é uma das mais antigas do distrito de Aveiro e a mais antiga do concelho de Sever do Vouga. Nasceu de uma escola de música sustentada por algumas famílias da freguesia, que contrataram para o efeito o mestre António Sapata, de Aveiro.

O primeiro instrumental foi abonado pelo Prior de Rôge (Vale de Cambra), Padre Manuel Francisco de Amorim. Por volta de 1930, passou a adotar o nome de Banda União Musical Pessegueirense, não sem antes, em data desconhecida se ter designado Filarmónica Pessegueirense. Em 1960, devido a dificuldades financeiras, a Banda foi substituída durante um longo período pelas Indústrias Vouga, adotando o nome de Banda União Musical Industrias Vouga, até 1983, ano em que a mesma passa a ser dirigida por uma direção.

Desde a fundação, a direção musical esteve entregue a vários regentes quer da freguesia quer fora da mesma: António Sapata, António Rodrigues da Silva, António Francisco Tavares, António Joaquim Henriques Correia, Virgílio Correia (Maestro e professor durante 54 anos ininterruptos), Amílcar Cunha, Jacinto Maria e Serafim Aguiar. Em 1984 a Banda foi classificada como Instituição de Utilidade Pública em Portaria publicada em Diário da República. Em 1989 gravou uma cassete com algumas peças do seu reportório. Com sede no Centro Social de Pesssegueiro do Vouga (cruzeiro), possui aí a sua sala de ensaio, escola de música e museu. Ao longo dos seus 139 anos, a Banda União Musical Pessegueirense tem levado o nome da freguesia e do Concelho aos mais diversos pontos do país.

Filarmónica Severense

1883 é considerado o ano do nascimento desta filarmónica, por ter sido a data da sua primeira atuação em público. No entanto, existem documentos que comprovam a sua existência antes desse ano. A 6 de novembro de 1881, nesta Vila e perante o tabelião José Nunes Monteiro foi lavrada uma Escritura de compromisso para a constituição da “Filarmónica de Sever do Vouga”. A iniciativa deve-se ao abade Justino Tavares, a José Rodrigues da Costa e a Joaquim António Roge, realizada no ano anterior. Poderia, no entanto, considerar-se o ano de 1880, a data da geração da Banda.

A primeira Associação desta Banda foi constituída em 6 de novembro de 1881. Em 1918 foi redigido e aprovado o novo compromisso, contendo as bases da nova organização e constituição da Sociedade Filarmónica de Sever do Vouga. Em 1952 o benemérito José do Carmo, da Póvoa do Meio, passou a colaborar com a Banda com o seus donativos e César de Figueiredo Bastos, da Vila, com o seu saber, talento e experiência, ambos com o seu extraordinário amor à sua terra e à Filarmónica conseguiram superar as dificuldades existentes na época. No ano de 1982 foram aprovados os Estatutos desta Associação.

A Filarmónica Severense comemorou em 1983 o centenário da sua fundação, com a presença de 15 bandas, sendo um acontecimento inédito e nunca visto no concelho. Regista no seu historial duas deslocações a França. Em 2005, foi agraciada com a Medalha de Mérito, em ouro, na categoria da Cultura, pela Câmara Municipal de Sever do Vouga por iniciativa da Assembleia Municipal. A Filarmónica é constituída por cerca de 55 elementos. E tem a funcionar uma escola de música frequentada por cerca de 30 jovens e 7 professores. Em 2010 inaugurou a sua nova Sede com todas as condições para continuar a progredir.

FS

Filarmónica Severense

Filarmónica Severense

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda da Sociedade Musical Sesimbrense
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Sesimbra e as suas filarmónicas

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Bandas de Música, história e atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Sesimbrense

Em 1878 um músico amador de nome Cerveira promoveu a formação de uma orquestra em Sesimbra. Contudo com saídas e substituições foi-se desintegrando e em 1892 acabaria. Em 1900 surgiu o agrupamento conhecido pela Banda do Rumina que viria também a acabar.

Em 1913, Augusto Vidal, antigo músico da Banda do Rumina, ativou com outros elementos da mesma banda, a criação de um novo agrupamento, independente de qualquer associação. Foi fundada em 1914 a Sociedade Musical Sesimbrense, com uma filarmónica de 24 executantes.

SFS

Sociedade Filarmónica Sesimbrense

Sociedade Filarmónica Sesimbrense

Desde então, Coletividade e Banda têm-se mantido em atividades persistentes de âmbito recreativo e musical, contando sempre com valorosos músicos sesimbrenses, alguns de elevada craveira, como foram entre outros Plínio mesquita, Elias Correia e António da Cruz.

Foram regentes António Manuel Ferreira, Capitão Rebelo, Grazina e António da Cruz e os dirigentes Adelino José de Carvalho e Amélio Caleiro.

A BFS foi a primeira banda civil a atuar na antiga Emissora Nacional. Em 1945, obteve o 1º lugar no concurso distrital de bandas civis de segunda categoria, em Setúbal, sob a regência de António da Cruz. Em 1992, participou no 5º Encontro Nacional de Bandas, em Portalegre. Em 1993 deslocou-se a Tomar, para o 3º Encontro Nacional de Bandas Civis, sob a regência do maestro José Joaquim Araújo.

A BFS é Pessoa Coletiva de Utilidade Pública. Em 1996, a Câmara Municipal de Sesimbra concedeu-lhe a Medalha de Mérito Municipal grau Prata. Com o regente José Marques, a Banda participou em vários encontros de bandas: Alter do Chão, Tomar, Almada, Tavira e Borba. Em 1998, deslocou-se a Alteia em Espanha, numa confraternização do Projeto Estrela da Europa. Em 2000, apresentou-se em Estrasburgo, num concerto no Parlamento Europeu, sob a regência de Vitor Cravo. Atualmente a Banda é regida pelo maestro Francisco Santos, que é também o responsável pela Escola de Música da Sociedade.

SFS

Banda da Sociedade Musical Sesimbrense

Banda da Sociedade Musical Sesimbrense

Reciclanda

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/sesimbra-banda-da-sociedade-musical-sesimbrense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-18 10:24:422024-10-30 07:05:37Sesimbra e as suas filarmónicas
Filarmónica União Sertaginense, da Sertã
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Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Filarmónica União Sertaginense

Se olharmos para os estandartes daFilarmónica União Sertaginense, poder-se-á pensar que foi fundada em 1 de dezembro de 1830. Todavia, o Almirante Tasso de Figueiredo, num opúsculo em 1906, fala da Philarmonica Patriota Certaginense, cuja existência seria secular, e da Sociedade Musical Recreio Artista, cuja fundação era mais recente. Existiam, pois, em 1906, duas filarmónicas na Sertã, as quais, um dia, ao virem de uma festa, se envolveram em desacatos. Este episódio acabou por dar origem à fusão das duas, de que nasceu a atual Filarmónica União Sertaginense.

A F.U.S. tem atuado em vários pontos do país, em especial nas Regiões Centro e Norte, e na Ilha do Pico (Açores), festas populares, festivais de bandas e concertos públicos, inclusive na FIL em Lisboa. Num passado recente teve um Grupo de Música Portuguesa e uma Orquestra Ligeira. Conta com cerca de 60 elementos, com uma média baixa de idades (cerca de 18 anos) sendo o seu contramestre o músico mais idoso com 42 anos.  Depois do trabalho realizado por inúmeros maestros nos últimos anos, alguns deles chefes de banda militar, a banda teve necessidade de renovar o seu espírito de trabalho e realizar novos projetos, concertos temáticos e mistos, festas e romarias, intercâmbios com outras bandas, estágios, classes de aperfeiçoamento e participação em concursos de bandas em Portugal e no estrangeiro.

Frequentam o Conservatório de Minde 14 elementos da Banda, 4 frequentam/frequentaram estudos superiores em Música e seis passaram por vários graus de conservatórios. Tem uma Escola de Música, com cerca de 30 alunos, que dá garantias de continuidade da banda. Tem instalações próprias, bastante amplas, no centro da vila da Sertã, inauguradas em 1997.

FUS

Filarmónica União Sertaginense, da Sertã

Filarmónica União Sertaginense, da Sertã

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense

Instituição de Utilidade Pública desde 1988, a SFAP, de Pedrógão Pequeno, foi fundada em 1891. É composta por 37 músicos a sua grande maioria com idade inferior a 25 anos. A sua fundação é atribuída a um grupo de pedroguenses liderados por Adelino Duarte Pessoa dos Santos (que foi músico, regente e director). Devido ao facto de já existirem outras bandas nas redondezas, ao ser fundada mais uma deu-se-lhe o nome de “Aurora” por ser o nascer de uma nova alma musical.

Sucederam-lhe Alfredo das Neves Conceição, Francisco Alves dos Santos, José Inácio Pessoa (também músico e Maestro), o Padre Matos a partir de 1916 (sendo também Maestro). Em 1925 reassume a Direcção Francisco Alves dos Santos, seguido do Professor António Ferreira David, Francisco Costa Mouga, Inácio Henriques Vidigal, António Henriques Vidigal, José Martins e José Simões da Aldeia (1932/1933). Entre 1934 e 1942 a Filarmónica foi liderada por Gustavo Perfeito Sequeira Alves, que também foi musico e Maestro (em algumas ocasiões). Em 1944 o Padre Serafim Serra assumiu a liderança da Filarmónica com a colaboração de Francisco Alves da Silva e José Antunes Amaro. Sendo a regência da Banda entregue ao Maestro Ângelo Ambrósio. Foi o início de um novo ciclo que vai terminar com a crise diretiva e financeira de 1975.

Durante este período passaram pela Filarmónica alguns maestros, dos quais se destacou José da Cunha Medeiros, que dirigiu a Banda durante cerca de 15 anos, tendo ainda ensinado a sua profissão (alfaiate) a alguns jovens da terra, que por sinal também eram músicos.

Em 1954 a Filarmónica atuou na receção ao então Presidente da República General Craveiro Lopes, aquando da inauguração da Barragem do Cabril.

Em 1979 foi criada a Escola de Música por Fernando Mouga, tendo sido o Padre João António da Silva o seu primeiro professor. Poucos meses depois foi contratado o Maestro Diogo António Santana, que também assumiu a Direcção da Escola de Música. Em 1980 entraram para a Banda os primeiros Músicos do sexo feminino, Suzete dos Santos Mendes e Judite Maria dos Santos Mendes.

Em 1986 a Filarmónica adquiriu o primeiro autocarro, tendo tido um papel relevante na sua aquisição um grupo de pedroguenses radicados em Lisboa e no Canadá. Em 1989, foi promovido a Maestro o jovem Carlos Alberto do Carmo António Venâncio (formado na Escola de Música da SFAP) que dirigiu a Filarmónica até 2002.

O verão de 2004 fica marcado por uma profunda crise diretiva e financeira. Emília Martins Leitão tornar-se-ia a primeira mulher a ocupar cargos diretivos na coletividade. A estabilidade diretiva foi atingida em 13 de novembro de 2004 com a eleição dos corpos sociais.

Ao longo da sua existência esta Filarmónica realizou atuações um pouco por todo o País, com especial incidência na Região Centro e na zona de Lisboa. Tendo nas décadas de oitenta e de noventa, participado em várias receções a membros do governo que se deslocaram a esta região, conta ainda no seu historial com deslocações a Espanha, Madeira e Açores. Em 2001 gravou um CD.

Desde 1992 vem organizando encontros de bandas com regularidade, tendo em 2007 decorrido a sua 11ª edição. Em 2001, atuou no estádio da Luz perante cerca de 30 mil espectadores aquando da realização do jogo Benfica – Alverca.

SFAP

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense

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