Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Músicos naturais do Concelho do Cartaxo

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Samuel Vieira

Samuel Vieira, tenor, do Cartaxo

Samuel Vieira, tenor, do Cartaxo

Cosme Delgado

Compositor português do Renascimento, Cosme Delgado nasceu no Cartaxo por volta de 1530 e morreu em Évora a 17 de setembro de 1596). Na sua menoridade terá ingressado no convento franciscano local, denominado do Espírito Santo. Posteriormente deslocou-se para Évora onde, como bacharel da Catedral, foi um exímio cantor, conhecendo-se um elogio do cabido da , do então D. Teotónio de Bragança: “e tem elle neste officio de musica tantas partes de que Nosso Senhor o dotou que por boa voz e habilidade parece que ainda que delle fora merecido e escusaren de tal por sua Rara habilidade e voz boase podia bem exceptuar de todos, /…/”

Foi Mestre de Capela da por mais de 30 anos, onde foi um renomado compositor e professor. Instruiu as primeiras gerações de música polifónica da chamada Escola de Évora, da qual o mais importante dos seus alunos foi Manuel Mendes.  As suas obras incluem missas, motetes, e lamentações a 4, 8 e 12 vozes; e um ensaio teórico ou Manual de Música em três partes.

Na sua morte, as suas composições foram legados por si, em testamento, ao Convento do Espinheiro dos Religiosos de São Jerónimo em Évora. Destas obras constavam missas, motetes, lamentações segundo nos diz o Licenciado Francisco Galvão Maldonado nas suas Memórias que reuniu para a ‘Biblioteca Portuguesa’. Entre estas obras estava também um ‘Manual de Música’ em três partes. Devido à Extinção das Ordens Religiosas em Portugal, em 1834, desconhece-se o paradeiro das suas obras musicais e teóricas.

Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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António José Ferreira
962 942 759

Músicos do Concelho do Gavião

A Banda Juvenil do Município do Gavião nasceu a 10 de junho de 1989. Foi criada pela Câmara Municipal do Gavião, organismo que suporta financeiramente o grupo, que é composto unicamente por jovens, com idades compreendidas entre os 10 e os 22 anos.

A Banda juvenil do Município do Gavião tem percorrido o país de Norte a Sul, representando o seu Município (também representou a Região de Turismo de S. Mamede na Feira Nacional de Gastronomia de Santarém), através de um repertório musical que contém os mais diversos estilos de música adequados a cada atuação.

Destacam-se participações em feiras de artesanato, mostras de gastronomia, feiras do livro, festivais de bandas de música, além de concertos e desfiles em arraiais e festejos populares. Conta com uma presença em Espanha. A Banda possui hoje um admirável espólio, testemunho da intensa atividade desenvolvida ao longo destes anos.

Mantem em funcionamento uma Escola de Música, suporte artístico do grupo, que possibilita a substituição, quando necessária, de músicos. É responsável pela área de formação dos novos músicos o seu maestro Paulo Manuel Alfaiate Pires.

Banda Juvenil do Município do Gavião

Banda Juvenil do Município do Gavião

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Filarmónicas de Góis

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Filarmónica de Góis

A Filarmónica de Góis remonta, segundo a tradição, a 1834. Terão existido em Góis duas Filarmónicas, uma afeta ao Partido Progressista, outra ao Partido Regenerador, designadas por “Chata” e “Cachimbana”. Em documento arquivado na Associação, documento em papel selado e datado de 09 de março de 1887, consta a realização de uma Assembleia, na Casa de Ensaio, de antigos filarmónicos cujos nomes se encontram inscritos. A finalidade da Assembleia foi a de discutir e aprovar os Estatutos, compostos por 25 artigos. Os mesmos foram aprovados com a presença do respetivo tabelião, com testemunhas que assinaram juntamente com aquele tabelião. É provável que tenha sido nesta data a fusão das duas Filarmónicas, fusão esta de que resultou a Filarmónica Recreativa Goiense cujo estandarte ainda hoje guarda.

Nos primeiros anos do século XX a Filarmónica encontrava-se inativa, vindo a ser reorganizada nos anos trinta e ressurgindo finalmente em 09 de abril de 1933. Em 1939 foi fundada a Associação Educativa e Recreativa de Góis e aqui integrada a Filarmónica, hoje a sua secção de maior destaque. Conta com trinta e cinco executantes. Mantém uma pequena Escola de Música. A Filarmónica tem mantido grande atividade cultural, atuando não só no concelho de Góis e concelhos limítrofes como ainda em diversas zonas do País. Conta com várias deslocações a Coimbra, ao Porto e a Lisboa.

A Filarmónica da Associação Educativa e Recreativa de Góis foi distinguida com “Diploma” e “Medalha de Mérito” concedidos por deliberação da Câmara Municipal de Góis “Pelo seu longo e vasto trabalho ao serviço da Música e da Cultura, e pelo alto serviço prestado à comunidade goiense”.

Filarmónica de Góis

Filarmónica de Góis

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Músicos naturais do Concelho de Fronteira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Manuel Cardoso (compositor, 1566-1650)

Manuel Cardoso, frade carmelita, organista e compositor português do Renascimento, nasceu em Fronteira, a 11 de dezembro de 1566 e morreu em Lisboa, 24 de novembro de 1650. Participou no Colégio dos Moços do Coro, associado à Catedral de Évora, estudando com Manuel Mendes e Cosme Delgado. Em 1588 ingressou na Ordem carmelita, e fez os votos em 1589, no Convento do Carmo, em Lisboa. No início dos anos 1620, residiu no Paço Ducal de Vila Viçosa, onde se tornou amigo do Duque de Barcelos (mais tarde rei D. João IV de Portugal).

Terminou a sua carreira como organista e compositor residente no Convento do Carmo em Lisboa. Muitas das suas obras foram destruídas no Terramoto de 1755. Foi, juntamente com Duarte Lobo, Filipe de Magalhães, e João IV de Portugal, um dos maiores representantes da “era dourada” do Polifonia portuguesa.

Frei Manuel Cardoso

Frei Manuel Cardoso, compositor, de Fronteira

Frei Manuel Cardoso, compositor, de Fronteira

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Músicos de Freixo de Espada à Cinta

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Associação Recreativa e Cultural Banda de Música de Freixo de Espada à Cinta

A Banda de Música conta com cerca de meia centena de músicos. Teve entre outros maestros, Manuel Carvalho, Carlos Leal, Marco Maia, Nuno Madureira, Joel Monteiro, Dino Gabriel. Dino Gabriel é um músico da terra que nasceu no seio da banda. A Banda é dirigida pelo Maestro Orlando Rocha. A Banda já levou o nome de Freixo ao programa Praça da Alegria, ao Olá Portugal, Verão Total a partir da grandiosa Praça Jorge Alvares de Freixo de Espada à Cinta. Deslocou-se a França (Troyes), a vários encontros de bandas filarmónicas, na Semana Santa de Vitigudino (Província de Salamanca) e no Carviçais Rock.

A Banda de Freixo de Espada à Cinta terá começado a dar os primeiros sons há 150 anos, partindo da paixão pela música de um antigo professor primário, professor Borges, que à época lecionava em Freixo de Espada à Cinta. Quando o professor, por força do exercício da profissão se viu obrigado a abandonar Freixo, a Banda ressentiu-se. Mais tarde, a abnegação do Mestre Gata e do Sr. Viriato, levou a que a Banda renascesse. Responsabilizaram-se pela formação dos músicos, e trilharam todos os caminhos para angariar financiamento. A Banda continuou a tocar durante muitos anos, até que o desaparecimento desses freixenistas provocou o fim da Banda. Em 1978, deu entrada no Cartório Notarial de Freixo de Espada à Cinta a formalização da Associação Recreativa e Cultural da Banda de Música de Freixo de Espada à Cinta. Estava lançada uma pedra importante para o relançamento da Banda. Contratam-se Maestros e músicos. A falta de dinheiro e o fatal desaparecimento dos dois principais responsáveis pela Banda provocou outra paragem. Teríamos que esperar pelo ano de 1994 para que a Banda de Música se erguesse de novo.

Banda de Música de Freixo de Espada à Cinta

Banda de Música de Freixo de Espada à Cinta

Banda de Música de Freixo de Espada à Cinta

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Filarmónicas de Figueiró dos Vinhos

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Musical de Instrução e Recreio Figueiroense

A Sociedade Musical de Instrução e Recreio Figueiroense é a coletividade mais antiga de Figueiró dos Vinhos, supondo-se que tenha sido no séc. XIX, pelos anos 1850 e 1870. Um dos seus fundadores e benemérito foi o figueiroense Manuel Quaresma de Oliveira, falecido em 1905 e que residiu na cerca da Fonte das Freiras, tendo um dos seus genros chegado a ser maestro da Filarmónica, Manuel Gameiro dos Santos, natural de Alcanena. A coletividade chamava-se, na fundação, Sociedade Filarmónica Figueiroense.

A partir de 1906, teve grande rivalidade com outra Filarmónica. Quando em festas se queria designar uma outra, os nomes eram, respetivamente: – “Filarmónica Velha” e “Filarmónica Nova”. No final de 1916, por dificuldades financeiras e ter amainado um pouco a rivalidade, os sócios da “Nova” não a acharam necessária, integrando-se todo o seu espólio, na Filarmónica Figueiroense, o próprio maestro, o saudoso maestro Manuel Martins Nunes, que regia aquela, passaria também para esta. Em 1937 entrou também esta crise, fechando-se a sede que na altura era no cimo da vila na rua Dr. António José de Almeida, motivado por uma zanga entre os músicos na festa do São Vicente dos Pinheirais, no concelho de Pedrógão Grande.

Por iniciativas dos diretores da Casa do Povo, foi ali integrada em 1938, passando nessa altura por mais um dos momentos altos da sua existência, tendo atuações de alto nível, como por exemplo, nas festas da Rainha Santa em Coimbra, onde na mesma altura foi inaugurar o “Portugal do Pequenitos” e o “Campo de Avaliação de Coimbra” (em Cernache dos Alhos). Em 1982, em Assembleia Geral foi alterado o seu nome para Sociedade Musical Instrução e Recreio Figueiroense – Filarmónica Figueiroense, continuando a ser, sem a menor dúvida, o expoente máximo da cultura em Figueiró dos Vinhos.

Do seu historial mais recente fazem parte atuações em diversos pontos do país, em Rádios Regionais (da sua sede se fez em março de 1988 uma transmissão direta, com duração de três horas, para toda a região de Leiria, e dado impacto que teve foi transmitido novamente em diferido uma semana depois). Atuações na Rádio Televisão, diversos concertos na cidade de Lisboa e outros pontos do país, fazem igualmente parte do seu historial. Em 1987 a Câmara Municipal dotou-se com uma magnífica sede própria, a condizer com o seu prestígio secular.

Foram criadas no mês de maio de 1988, as atividades de Orquestra Ligeira, Rancho Folclórico e Grupo Coral, que durariam até 31 de dezembro de 1990. Em 2012 foi além-fronteiras: deslocou-se a Saint Maximin, França, e a La Codosera, Espanha. voltando a França 2 anos depois. A 24 de Junho de 2014 estreou o “Hino de Figueiró” composto pelo seu maestro, Elias Santos. É solicitada para romarias, festas e outros eventos em Portugal e no estrangeiro, chegando a fazer, de 35 a 40 saídas musicais, por ano.

Filarmónica Figueiroense

Filarmónica Figueiroense, Figueiró dos Vinhos

Filarmónica Figueiroense, Figueiró dos Vinhos

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Músicos do Concelho de Chaves
  • Henrique Fraga (guitarra portuguesa)
  • João Valpaços (Chaves/Valpaços, violoncelo, 1994)

Transmontano de raiz, Henrique Fraga nasceu em Chaves a 20 de Julho de 1983. Tendo passado pela guitarra eléctrica e pela guitarra clássica, cedo conheceu a Canção de Coimbra pela voz do seu pai, um estudante da Universidade, que lhe fez despertar a vontade de aprender a tocar guitarra de Coimbra.

Prosseguiu os estudos, na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, onde ingressou em 2001, no mesmo dia em que se inscreve na Escola de Música da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra. Lá, pelas mãos do seu Mestre, Jorge Gomes, aprendeu o instrumento.

Em 2003 ajudou a fundar o grupo Lacrima, com o qual foi participando nas Serenatas Monumentais em Coimbra e em inúmeros outros eventos de norte a sul do País e nas Ilhas. Promoveu e participou na gravação do CD de Tributo a Carlos Paredes: “Serenata do Caloiro 2004” e esteve presente em vários eventos internacionais, nomeadamente no Canadá, na República Checa, no Luxemburgo, em Itália e em França. O seu percurso académico termina com a celebração dos 125 anos da Académica, evento em que sobe ao palco do Casino Estoril com os Xutos e Pontapés para tocar o tema “Homem do Leme” com um arranjo de sua autoria para guitarra de Coimbra. A par com a profissão de farmacêutico, que exerce desde 2008, continuou sempre a dedicar-se afincadamente à guitarra.

Em 2014, juntamente com Marco Matos, criou o projecto A Nossa Guitarra dirigido ao estudo e divulgação da guitarra de Coimbra, no âmbito do qual tem realizado concertos e palestras, dentro e fora de Portugal. Conta com a colaboração de João Teixeira no acompanhamento em guitarra clássica. Foca a sua maior atenção como intérprete na obra musical da família Paredes, a mais relevante na história deste instrumento.

Fonte: A Nossa Guitarra

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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João Valpaços

João Valpaços é natural de Carrazedo de Montenegro, Valpaços, tendo o nascimento ocorrido em Chaves, em 1994.  Começou os estudos musicais em 2006 na ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela na classe de violoncelo de David Cruz e mais tarde na classe de Ricardo Ferreira onde concluiu o curso com a nota máxima na prova final de instrumento.

Em 2012 foi admitido na Hoogschool voor de Kunsten Utrecht na classe do Professor Ran Varon.

Foi membro e primeiro violoncelista em varias orquestra de jovens em Portugal e nos Países Baixos e atua frequentemente com a Orquestra XXI e a Orquestra Gulbenkian trabalhando com vários maestros como Lorenzo Viotti, Hannu Lintu, David Afkham, Lev Markiz, Muahi Tang, Lawrence Foster, Karl-Heinz Steffen.

Durante a carreira a solo obteve em 2011 uma Menção Honrosa no “13º Concurso Santa Cecília” no Porto, em 2013 o 1º prémio na terceira categoria do “Britten Cello Concours” em Zwolle, Holanda e em 2014 o 2º prémio na categoria A do “16 Concurso Internacional Santa Cecília” no Porto. Apresentou-se a solo com orquestra na Holanda interpretando obras de Haydn, Concerto em Dó maior, e Tchaikovsky, Variações Rococo.

Teve a oportunidade de participar em classes de aperfeiçoamento com Gary Hoffman, Amit Peled, Tsuyoshi Tsutsumi, Marc Coppey, Matt Haimovitz, Lluis Claret, Claudio Bohórquez, Gavriel Lipkind, Maria de Macedo entre outros.

Em 2019 finalizou o Mestrado em Performance na classe dos Professores Jeroen den Herder e Dmitry Ferschtman sendo bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

Bio facultada por João Valpaços, publicada a 20 de fevereiro de 2021

Património imaterial do Concelho de Seia

Material poético musical

Coletor nascido em Sobral de São Miguel, Covilhã, o Padre Jaime Pinto Pereira publicou em Coimbra, em 1952, o volume I de Alegrias Populares (cancioneiro folclórico de Alvoco da Serra). Diz Rebelo Bonito nas “Breves Palavras” que acompanham o 2º volume: “Percorrendo com o seu gravador o concelho de Seia, registou o Rev. Padre Jaime Pinto Pereira abundante material músico-poético para o segundo volume do cancioneiro a que pôs o título Alegrias Populares.”

O segundo volume foi publicado 15 anos depois do primeiro.

Alegrias Populares

Alegrias Populares, de Jaime Pinto Pereira

Alegrias Populares, de Jaime Pinto Pereira

Músicos da Mealhada

Figuras musicais relevantes do Concelho

  • Ana Luísa Cardoso (soprano, 1967)
  • Andy Scotch (rapper)
  • Beatriz Cortesão (harpa)
  • Daniel Vieira (direção de banda, 1976)
  • Luís Martelo (trompete, 1989)
Ana Luísa Cardoso

Ana Luísa Cardoso nasceu em Pampilhosa, Mealhada, em 1967. Estudou no Conservatório Calouste Gulbenkian de Aveiro. De 1989 a 1994, integrou o coro da Fundação Calouste Gulbenkian e entrou para o coro do Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) em 1989.

Atuou como cantora solista em diversos espetáculos desde 1991, nomeadamente: “Stabat Mater” de Pergolesi (1994); estreia absoluta da cantata “A Trilogia das Descobertas”, de e sob a direção do maestro Carlos Silva (1996); concertos de Música Sacra com peças de Haendel, Delibes e Schubert (1999 e 2000); óperas e concertos da Temporada de Ópera do TNSC, como “Suor Angelica” de Puccini, “Orphée aux Enfers” de Offenbach, cantata “Ceremony of Carols” de Britten, cantata “Les ruines de Jeruzona” de Pousseur; três concertos com Coro e Orquestra do TNSC, sob a direção do maestro João Paulo Santos, no programa dedicado a Schumann, no TNSC e nos Festivais dos Capuchos e do Bombarral; na co-produção do TNSC e da Culturgest “Édipo ou a Tragédia do Saber” de António Pinho Vargas (estreia absoluta) e no musical “Sweeney Todd” de Sondheim.

Cantou no Coro Syntagma Musicum de Lisboa e no Grupo Vocal Harmonia e colabora com o Coro Polifónico de Almada e o coro Riccercare de Lisboa. Dirige, desde 2004, o Coro da Casa da Galiza, em Lisboa. Integra a OP-Companhia Portuguesa de Ópera desde 2001, tendo interpretado, em Lisboa e em digressão por todo o país: Gianetta em “L’Elisir d’Amore” de Donizetti (num total de 25 récitas, em 2001 e 2002), Berta no “Barbeiro de Sevilha” de Rossini, Frasquita na “Carmen” de Bizet e Cugina na “Madama Butterfly” de Puccini. Em 2005, fez parte do elenco da ópera “Norma” de Bellini, a convite do Festival de Música do Teatro Clássico de Mérida, interpretando o papel de Clotilde, sob a direção do maestro Miguel Ortega.

Leia AQUI a biografia completa.

Andy Scotch

Rapper, compositor, produtor, empresário português, André Valezim de Carvalho – mais conhecido pelo seu nome artístico Andy Scotch – nasceu na Mealhada, a 14 de outubro de 1988.  É filho de Moçambicanos que vieram para Portugal em 1975 devido à guerra, tendo herdado dos pais a paixão pela música.

Andy Scotch, rapper, produtor, da Mealhada

Andy Scotch, rapper, produtor, da Mealhada

Na adolescência a mãe foi bailarina de “black music” e transmitiu-lhe desde cedo o gosto pela música de artistas como Michael Jackson e Prince. Em 2006 começou por disponibilizar vídeos de improviso e músicas gratuitamente no YouTube, onde o seu primeiro grande sucesso foi a música “Escuta o teu coração”, em 2009 ainda com o seu pseudónimo antigo (MC Fly). Mais tarde compilou temas originais e assim nasceu «Referência», o álbum de estreia, que editou em 2012. Andy Scotch foi convidado pelo conhecido Dj Cutsneak a fazer um remix da sua música que foi um hit de sucesso em Portugal “I Love Girls”. O sucesso (cantado em português) extravasou fronteiras nacionais e Andy Scotch foi então selecionado para entrar na coletânea “Freestyle”. O CD encontra-se a venda na Alemanha, Áustria e Suíça, tendo sido feita cerca de 20 mil cópias.

Beatriz Cortesão

Beatriz Cortesão nasceu na em Santa Luzia, freguesia de Barcouço, concelho da Mealhada, em 1998, e estudou Harpa no Conservatório de Música de Coimbra. O seu percurso académico no domínio das técnicas de harpa foi acompanhado pelas professoras Eleonor Picas, Beatrix Schmidt, Rita Campos e Erica Versace.

Complementa a sua formação musical frequentando regularmente cursos e classes de aperfeiçoamento, destacando-se os cursos de Harpa HarpWeek Porto (2014 e 2016), com Irina Zingg, e a International Summer Harp Academy (2015 e 2016), da Harp Masters Academy, com Irina Zingg e Karen Vaughan.

Beatriz Cortesão, harpista, da Mealhada

Beatriz Cortesão, harpista, da Mealhada, créditos Civica Scuola Di Musica Claudio Abbado

Trabalhou com os maestros Pedro Carneiro, Rui Pinheiro, Ernst Schelle, Frank Zielhorst e Jean-Sébastien Béreau, entre outros.

Em 2013, começou a colaborar com várias orquestras a nível profissional, tais como a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra do Norte e a Orquestra Clássica do Centro. Integrou a Jovem Orquestra Portuguesa a partir de 2014.

Em 2020 tornou-se a primeira harpista portuguesa a ser admitida na European Union Youth Orchestra.

Leia AQUI a biografia completa.

Daniel Vieira

Daniel Vieira nasceu em 1976 na Pampilhosa, concelho de Mealhada. Estudou com os maestros Joaquim e Manuel Pleno, e entrou na Filarmónica em 1990. É licenciado em Ensino da Música. Em 2006, substituiu Manuel Pleno na regência, lugar que acumula com a presidência da direção desde 2015. É o autor do livro Filarmónica Pampilhosense – da génese ao infinito, Ed. FP 2012.

Luís Martelo

Atualmente radicado na Inglaterra, Luís Martelo nasceu na freguesia de Barcouço, concelho da Mealhada. É o Trompete Principal/Solista da Taunton Concert Band, Lead Trumpet da Bertie’s Big Band e The New Groove, Solista dos Skaravan Club, Solo Cornet da Phoenix Brass Band, e um dos trompetistas freelance mais requisitados para shows comerciais e sessões de estúdio.

Gravou várias faixas e álbuns para bandas nacionais e internacionais e fez arranjos para a secção de sopros. Recentemente gravou com os Postmodern Jukebox UK, gravou o novo single da banda Nederveen, e o novo single da cantora irlandesa Marie Therese, de Dublin, que veio gravar na Inglaterra. Ela trabalhou com a Universal Records.

Gravou para o produtor de Hollywood Scott Fivelson, que produziu o filme American Reel e Near Myth – The Oskar Knight story, e a faixa chama-se Uber Time!

Na Inglaterra Luís Martelo já tocou no passado Lead Trumpet com a Deane Big Band e os Postmodern Jukebox, Groove-a-Licious (funk / soul banda), 1º trompete / solista com a Orquestra Clássica de quarta-feira, trompete / solista principal com a Tone Big Band, 1st Trumpet com a Somerset County Orchestra, Trumpet com a Big Noise Street Band, freelance com The Motown Gold Band da Earcandy, a orquestra de fossa do Regal Theatre, várias vezes ao vivo na
BBC Radio.

Luís apresentou-se a solo em diversos países, como Suíça, Luxemburgo, Portugal, Inglaterra e ilha de Jersey, Espanha e País de Gales, Croácia e tem sido um sucesso emergente.

Recentemente foi convidado por Philippe Schartz, trompete principal da BBC National Orquestra do País de Gales, para se juntar à orquestra como reforço freelance no futuro.

Luís Martelo, trompete, da Mealhada

Luís Martelo, trompete, da Mealhada

Recentemente, trouxe ao mercado seu primeiro método de trompete e o seu primeiro álbum de originais a solo “All of Me” que conta com alguns dos maiores nomes mundiais e tem sido um sucesso de vendas e bastante aclamado pelos grandes nomes da musica e do trompete mundial.

Leia AQUI a biografia completa.

Músicos naturais do Concelho da Lourinhã

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Ana Ventura (canto, piano)
  • Diogo Picão (cantautor)
  • Manuel Maria Baltazar (maestro, compositor)

Ana Ventura

Ana Ventura, cantora e pianista, da Lourinhã

Ana Ventura, cantora e pianista, da Lourinhã

Diogo Picão

Diogo Picão, cantautor, da Lourinhã

Diogo Picão, cantautor, da Lourinhã

Manuel Maria Baltazar

Manuel Maria Baltazar, maestro, da Lourinhã

Manuel Maria Baltazar, maestro, da Lourinhã

Diogo Picão

Diogo Picão começou o seu percurso musical aos 15 anos, na escola de Jazz de Torres Vedras, e fez o curso de Jazz na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (Porto). A paixão pela escrita de canções surgiu logo durante o curso, quando começou a aprender piano. Uma paixão que aliou ao gosto pela palavra. “Cidade Saloia” é o disco de estreia de Diogo Picão, um cantautor “nascido e criado na Lourinhã”, que faz da sua música um íman de culturas.

O álbum inclui 12 canções originais, 11 delas em português e uma em castelhano. Composições que “foram acontecendo”, ao longo de dois anos a tocar em Lisboa, e foram “juntando pessoas” de várias geografias. Dos 16 músicos que participam no disco, apenas sete são portugueses. Um deles, o guitarrista Anders Perander, é finlandês e constrói cavaquinhos em Lisboa. Há ainda alemães, italianos, espanhóis, um holandês e um búlgaro. Em entrevista à Rádio Renascença, a 28 de fevereiro de 2018, considera-se um “saloio” a viver na cidade e canta-o com orgulho. Nasceu na Lourinhã, passou pelo Porto e pela América Latina e assentou arraiais em Lisboa, há cinco anos. Uma cidade onde continua a viajar, desta vez através da música.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Manuel Maria Baltazar

Músico, maestro e chefe de banda militar português, Manuel Maria Baltazar nasceu na Lourinhã a 20 de novembro de 1927 e morreu em Lisboa, a 9 de dezembro de 1992. Aos 16 anos integrou a banda da Guarda Nacional Republicana. Mais tarde, concorreu à Banda da Marinha Portuguesa onde atingiu o topo da carreira com o posto de Capitão-tenente. Manteve-se na chefia da Banda da Marinha Portuguesa entre 1976 e 1987.

Foi autor de várias composições e arranjos musicais tendo também sido maestro de várias Bandas civis entre as quais a Banda da Lourinhã – sua terra natal. Enquanto maestro da banda da Sociedade Filarmónica União Seixalense, dirigiu-a no disco que comemorou o centenário da coletividade, a 1 de junho de 1971, onde ficaram registadas as marchas Regresso de um Fuzileiro, Rio Sousa, Luís de Camões e Rio Lima, sendo poucas as filarmónicas a gravarem o seu repertório no século passado.

Após a sua morte, a Câmara Municipal da Lourinhã decidiu atribuir o seu nome a uma avenida da sede do concelho: Avenida Manuel Maria Baltazar 2530-921 Lourinhã, freguesia e concelho da Lourinhã, distrito de Lisboa, GPS: 39.244242, -9.312084. Também a Associação Musical e Artística Lourinhanense, da qual foi fundador, lhe prestou homenagem, dando ao seu auditório o nome do maestro.