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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Banda Filarmónica de Penedono
Músicas no Concelho

Penedono e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Penedono

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda Filarmónica de Penedono
  • Márcio Pereira (cantor)

BFP

Banda Filarmónica de Penedono

Banda Filarmónica de Penedono

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/penedono-banda-filarmonica-de-penedono-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-17 17:42:292024-12-19 22:27:29Penedono e as suas filarmónicas
Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Brinches
Músicas no Concelho

Serpa e o seu folclore

Grupos Corais do Concelho de Serpa

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Alentejo – Baixo Alentejo
  • Distrito: Beja

03 grupos

  • Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Brinches
  • Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa
  • Rancho Coral e Etnográfico “Os Camponeses” de Vale de Vargo
Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Brinches

GCECPB

Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Brinches

Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Brinches

Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa

Fundado em 1928 com a designação Rancho Coral de Serpa, o Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa ingressou em 1950 na Casa do Povo, passando a fazer parte da secção cultural daquele organismo. Canta as modas tradicionais da margem esquerda do Guadiana.

Do ponto de vista etnográfico, apresenta a maioria dos trajos masculinos utilizados pelas gentes do campo até à década de cinquenta: pastor, ceifeiro, varejador, almocreve, porqueiro, boieiro, ganhão, moço do monte, feitor, fato domingueiro.

Tem no seu historial numerosas atuações por todo o país e estrangeiro. Atuou na Expo 1998 em Lisboa, e na Expo 2000 em Hannover na Alemanha, em Andorra em 2016 e na Suíça em 2018. Conquistou o 1.º Prémio de Cantares e Trajes, no Concurso Regional de 1949 e 1.º Prémio dos Cantares Alentejanos, concurso realizado no Pavilhão dos Desportos, organizado pela Casa do Alentejo e ainda Prémio Especial pela originalidade das suas interpretações atribuído no Festival Internacional de Folclore em Matosinhos.

O grupo participou no CD “Vozes do Sul” de Janita Salomé e em Terra de Abrigo da Ronda dos Quatro Caminho. Participou nos filmes “Rapsódia Portuguesa”, “Alentejo não tem Sombras”, “Alentejo Alentejo” e no documentário “O Mundo a Cantar”. Representaram o Cante Alentejano em Paris, aquando da entrada do Cante na lista do Património Imaterial da Humanidade da UNESCO (novembro de 2014).

Morada: Rua da Fonte Santa, 20, 7830-417 Serpa
Telefone: +351 969 516 698
Email: coralcasapovoserpa@gmail.com

Em Paris

Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa

Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa

Rancho Coral e Etnográfico “Os Camponeses” de Vale de Vargo

O Rancho Coral e Etnográfico “Os Camponeses” de Vale de Vargo foi fundado em 1955, tendo como objetivo preservar o cante alentejano. Os seus elementos possuem trajes de domingueiros e de trabalho, associados a diversas profissões rurais: ceifeiro, pastor, ganhão e semeador. Realiza uma média de 20 atuações por ano em todo o país, sendo de destacar as atuações no Alentejo e na comunidade alentejana na zona de Lisboa, mas contam também com atuações no estrangeiro, como a digressão em Marly, França, em 1987, e o Festival Internacional de Folclore de Praga, em 2012. O grupo organiza normalmente o Encontro de Grupos Corais durante a Semana Cultural de vale de Vargo.

Editou uma cassete em 1989 e um CD em 2003.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/serpa-grupo-coral-e-etnografico-da-casa-do-povo-de-brinches.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-17 17:30:332024-11-20 10:34:44Serpa e o seu folclore
Músicas no Concelho

Serpa e os seus músicos

Músicos do Concelho de Serpa

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Zeca Torrão

A 9 de março de 2021, foi noticiado que faleceu aos 68 anos José António Elias Torrão, conhecido como Zeca Torrão.

Natural de Serpa, foi autor de temas conhecidos como “Serpa de Guadalupe”, “Mondadeira” ou “Glebas”, dando voz ao Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa. A autarquia de Serpa emitiu nota de pesar.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Casa do Cante, Serpa
Músicas no Concelho

Serpa Rota Musical

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado em Serpa

Elementos para uma rota musicoturística no Concelho de Serpa

Casa do Cante

Auditório

Casa do Cante, Serpa

Casa do Cante, Serpa

Serpa

Casa do Cante, Serpa

Casa do Cante, Serpa

Um povo que canta

Casa do Cante, Serpa

Casa do Cante, Serpa

Localizada em Serpa (Portugal), a Casa do Cante é um espaço dedicado à salvaguarda do cante alentejano enquanto património cultural imaterial, com projeto de arquitetura de José Manuel Carvalho Araújo (2012). Integra um centro de documentação, uma galeria de exposições temporárias, um auditório, uma cafetaria e uma loja.

Entre dezembro de 2019 e janeiro de 2020 esteve patente na Casa do Cante a exposição “Descante”. A mostra foi promovida pela Associação “Fora da Gaveta”, em colaboração com a Câmara Municipal de Serpa e a Direção Regional de Cultura do Alentejo. Foi uma homenagem ao cante alentejano e uma celebração do 5.º aniversário da inscrição desta prática na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

A exposição “tem um conceito multifacetado onde estão representadas várias áreas e conta com a participação de diversos artistas nacionais e internacionais. “Descante” tem como principal conceito desafiar os artistas a desconstruir o cante alentejano, através de uma visão diferente do habitual e é constituído por documentário, cartoon, gravura, escrita, ilustração, pintura, cerâmica, serigrafia, fotografia, escultura, vídeo, som, música e, claro, cante alentejano.” – foi citado na Voz da Planície a a 19 de dezembro de 2019.

Sítio: www.casadocante.pt
Telefone: 284 544 720
Email: geral.casadocante@gmail.com

Sede da Sociedade Filarmónica de Serpa
Sede da Sociedade Filarmónica de Serpa

Sede da Sociedade Filarmónica de Serpa

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Step to Infinity
Músicas no Concelho

Odemira e as suas bandas

Músicos do Concelho de Odemira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Conde Chacal (banda rock)
  • Contra-Mão (banda rock)
  • Dee Maras (banda rock)
  • FaxRock (banda rock)
  • Fil Costa (banda rock)
  • Rock Never Ends (banda rock)
  • Since Today (banda rock)
  • Step to Infinity (banda rock)
  • Suspeitos do Costume (banda rock)
  • Zombidos (banda rock)
Conde Chacal

Fundada em 2013, a banda de rock alternativo oriunda de Vila Nova de Milfontes é constituída por Diogo Silva, bateria/voz e Tiago Coelho, baixo/voz. Com influências principais em Death From Above 1979 surgiu em 2012 o projeto Zipanjés, do qual nascem os temas Shitz to Yer Mates, Uivos Mudos e Crazy Thinking Driving Throught the Desert (Deep Shit ma Nigga). Pouco depois a banda mudou-se para Lisboa ao mesmo tempo que Diogo Silva ganhou um gosto por escrever em Português, dando uma outra maturidade à banda.

Contra-Mão

Contra-Mão é uma banda de rock/punk rock portuguesa que nasceu no dia 3 de outubro, em Odemira. Uma grande vontade de iniciar um projeto de originais levou a banda Rock Never Ends a criar os Contra-Mão, com temas cantados em português. É formada por André “Ribas”, guitarra solo, voz; Adriano Almeida, guitarra, voz; Ricardo Martins, baixo, voz; Lúcia Viana, voz; João “Carriço”, bateria.

Dee Maras

Com origem na pequena aldeia de São Luís, no concelho de Odemira, a banda Dee Maras formou-se no ano 2012 através de um gosto comum de 5 vizinhos pela musica acústica. A música é original e maioritariamente escrita em inglês devido ao vocalista Dee ter passado grande parte de sua vida na Inglaterra e País de Gales. A mudança para Portugal e a oportunidade de um concerto em Vila Nova de Milfontes, levou-o à procura de músicos para formar uma banda. Por fim juntaram-se a ele Juergen Moritz (guitarra), Miguel Patrício (baixo e voz), Carlota Ereira (voz) e Silvestre Martins (percussão e voz).

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira:
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FaxRock

José Bonifácio é professor de música multidisciplinar e desde os anos 90, após ter regressado de um período fora do país, começou a lecionar na escola de música que instalou nas Brunheiras/Milfontes. Na mesma época começou a compor os seus temas sempre influenciado pelo rock e pelos blues.

Fil Costa

Fil Costa é um músico de Vila Nova de Milfontes e conta já com 10 anos de carreira a trabalhar como guitarrista em vários projetos de vários estilos. Desde o início da sua carreira começou a escrever originais e a gravá-los em estúdio. Encontra-se na fase final de gravação sua próxima “demo” que terá como título “As Bruxas”.

Rock Never Ends

Rock Never Ends é uma banda de versões de música rock, fundada a janeiro de 2011. É constituída por André “Ribas”,  guitarra solo, voz; Adriano Almeida, guitarra, voz; Ricardo Martins, baixo, voz; Lúcia Viana, voz; João “Carriço”, bateria.

Since Infinity

Since Today é uma Banda de HardCore constituída por Francisco Campos, voz; Rui Manilha, guitarra ritmo/solo (Back Vocals); Filipe Pinela, guitarra ritmo/solo; Ricardo Martins, baixo (Back Vocals), Pedro Soares, bateria.

Step to Infinity

Step to Infinity é uma banda Punk Rock constituída por Doga, guitarra ritmo/voz ; Peste, guitarra solo; Andril, baixo/coros; Perna, bateria. Começando em 2005 com dois amigos, a banda cresceu em 2009 para a formação atual. A força de vontade e amizade ajudaram-nos a criar temas originais como “You can change me”, “Vida de Ilusões” e “Perdido na Solidão”.

Suspeitos do Costume

Suspeitos do Costume é uma banda nascida no dia 1 de janeiro de 2013. Em maio de 2013 deu o 1º concerto em Odemira com os vira Lata. Rapidamente somaram mais de uma dezena de concertos, um pouco por todo o País. A banda é constituída por Rui Matos “Manilha”, voz e guitarra; Telmo Carrilo, guitarra; Ricardo Martins, voz e baixo; João Emídio, bateria

Zoombidos

Zoombidos é uma banda rock constituída por Fil Costa, guitarra e voz; Pedro Marques, baixo; David Oliveira, bateria e voz. A banda Zoombidos é composta por três elementos com experiência musical que se juntaram num formato “Power Rock Trio” para dar ao pessoal que gosta de ver música ao vivo, especialmente, um repertório com clássicos do rock português dos anos 80.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/odemira-step-to-infinity.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-17 13:53:182024-11-10 11:35:20Odemira e as suas bandas
Monumento ao Cante Alentejano, Odemira
Músicas no Concelho

Odemira Rota Musical

MÚSICA À VISTA

Sugestões de património edificado em Odemira

A rota musicoturística do Musorbis para o Concelho de Odemira propõe-lhe uma ida à inspiradora Praia da Amália, umas férias na Herdade da Amália e visita à Nova Casa do Cante.

Praia da Amália

Inserida no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, a Praia da Amália deve o seu nome ao facto de a fadista ter passado férias aqui, junto do mar, em busca de inspiração e descanso. A casa de férias recebe turistas, tendo uma vista privilegiada sobre a costa.

Praia da Amália

Praia da Amália, Brejão, Odemira

Praia da Amália, Brejão, Odemira

Amália em mural

Mural de Amália, na Praia da Amália, Brejão, créditos Viaje Comigo

Mural de Amália, na Praia da Amália, Brejão, créditos Viaje Comigo

Amália em mural

Mural de Amália, na Praia da Amália, Brejão, créditos Viaje Comigo

Mural de Amália, na Praia da Amália, Brejão, créditos Viaje Comigo

Amália em mural

Mural de Amália, na Praia da Amália, Brejão, créditos Viaje Comigo

Mural de Amália, na Praia da Amália, Brejão, créditos Viaje Comigo

Herdade Amália (Brejão)

Amália Rodrigues e César Seabra, seu marido durante 36 anos, adquiriram, na década de 60, uma propriedade na Costa Vicentina, onde foi edificada a sua deslumbrante e “transparente” casa de férias – um projeto do grande arquiteto Conceição e Silva. A Herdade Amália foi durante cerca de 30 anos um refúgio de férias para os dois. A Herdade dispunha de um acesso privativo à praia.

No entanto, de alma generosa, inclusiva e solidária, Amália cedeu através da sua propriedade acesso público à praia, que tem agora o nome de Praia Amália. É uma herdade onde, a cada momento, se materializa a sua presença e a sua enorme paixão pelas flores, pela Natureza e onde em cada objeto se reconhece e identifica a sua visão e gosto pela vida. É considerada tanto um marco histórico na vida da artista, como em toda a região e especificamente para o povo do Brejão, povoação localizada a 2 km. A Herdade está concedida à exploração para alojamento local, sendo que a Casa Principal disponibiliza 2 quartos (suites), sala de estar e de jantar enquadrados num único open space. Existe ainda uma segunda casa denominada Casa das Flores composta por dois T1.

A vida e obra de Amália Rodrigues foram recordadas, nos 20 anos da sua morte, com visitas, missa campal e uma noite de fados. O evento “Odemira Recorda Amália” (1920-1999), organizado pelo município, em parceria com a Fundação Amália e a Associação Cultural e de Desenvolvimento Económico-Social do Brejão, pretendeu homenagear “a grande voz do fado e manter viva a sua ligação ao território de Odemira”.

O evento marcou igualmente o arranque das comemorações do centenário do nascimento da fadista, com um programa de atividades em todo o país que se iria estender até ao final de 2020. O programa incluiu a exibição do filme “Amália”, do realizador Carlos Coelho da Silva, no Centro Sócio-Cultural do Brejão.

Odemira na casa de férias

Amália Rodrigues, na casa de férias, Brejão

Amália Rodrigues, na casa de férias, Brejão

Casa do Cante de Odemira

A Casa do Cante de Odemira foi inaugurada a 27 de novembro de 2016, domingo, celebrando o segundo aniversário classificação do cante alentejano como Património Imaterial da Humanidade. O novo espaço, situado no Bairro 11 de Março (Bairro da Cooperativa), em Odemira, “visa não apenas a promoção do cante, mas de toda a cultura musical de Odemira”.

“O nosso grande objetivo é criar condições para que o cante continue vivo no nosso concelho. E queremos que seja um espaço onde o cante seja espontâneo. Para isso, vamos ter várias atividades, sempre à volta do cante e da música de tradição, fazendo com que as pessoas continuem a dar força ao cante no concelho”, explica ao “Jornal do Sudoeste” Marco Vieira, responsável da Escola de Música Tradicional de Odemira (EMTO).

Segundo o músico, o novo espaço será “local de visita obrigatória” no concelho, com exposições sobre construção de violas campaniças, instrumentos e música tradicional, artes e ofícios, promoção de workshops e encontros da comunidade. “Não vai estar aberta todos os dias, pois não temos pessoal para isso, mas será também um sítio para mostrar a força do Alentejo e do nosso concelho a quem nos visita”, adiantou Marcos Vieira, explicando que o objetivo passará por trabalhar diretamente com os agentes turísticos, para que a Casa do Cante seja também um espaço de visita. “Além da Casa do Cante, temos logo ao lado a nossa oficina de violas campaniças, onde há quase sempre alunos a construir as suas violas”, acrescentou. Criada como espaço multiusos e multifacetado, “sempre ligado às raízes da música tradicional, onde o cante é ‘senhor e dono”, a nova Casa do Cante representou um investimento de cerca de 5.000 euros.

O investimento foi, segundo Marco Vieira, “garantido sobretudo pelas verbas angariadas pela própria escola (frequentada por cerca de 120 alunos), através da atuação dos seus grupos”. O projeto da Escola de Música Tradicional de Odemira foi fundado em 2013 por Marco Vieira, antigo baixista da banda “Pólo Norte”. Em 2014 nasceu a Associação Multicultural de Odemira (AMO) que se tornou “o suporte para o empreendimento” dos vários projetos.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Monumento ao Cante Alentejano

O Monumento ao Cante Alentejano é uma obra de arte pública na vila de Odemira, Baixo Alentejo, Portugal. Situado na zona da Quinta da Estrela, retrata um grupo coral. Tem 12,5 m de comprimento, 6 m de altura e 14,5 t de peso. Foi esculpido por Fernando Fonseca, e executado pela empresa Gate7, de Torres Vedras. A estátua é em poliestireno expandido, sendo a estrutura interior em metal, reforçada com betão. Tem como finalidade recordar a classificação do Cante Alentejano como Património Imaterial da Humanidade, por parte da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, e perpetuar a memória desta modalidade musical, promovendo-o junto das novas gerações. No âmbito da cerimónia de inauguração, foi igualmente organizada a exposição de fotografia Cante – Alma do Alentejo, em colaboração com o Museu do Cante Alentejano do Município de Serpa.

Fonte: Wikipédia

Monumento ao Cante Alentejano, Odemira

Monumento ao Cante Alentejano, Odemira

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/odemira-monumento-ao-cante-alentejano.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-17 12:36:022024-11-10 11:30:19Odemira Rota Musical
Rancho Folclórico de Oleiros
Músicas no Concelho

Oleiros e o seu folclore

Grupos e tradições folclóricas do Concelho de Oleiros

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Região: Beira Baixa
  • Distrito: Castelo Branco
Rancho Folclórico e Etnográfico de Oleiros

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Oleiros foi fundado em 1966. Passou por várias crises motivadas por falta de recursos humanos e esteve inativo durante quarenta anos. Um grupo de ex-executantes e sócios empenharam-se na reativação do Rancho e hoje, estão no ativo com o objetivo de recordar e transmitir os usos e costumes, danças e cantares que estão ligadas às atividades específicas da região.

Rancho Folclórico de Oleiros

Rancho Folclórico de Oleiros

Em 2007, a Direcção do Rancho Folclórico e Etnográfico de Oleiros tinha programado no seu plano anual de atividades a realização do II Encontro de Ranchos Folclóricos do Concelho de Oleiros, com a participação de 5 ranchos folclóricos de vários pontos do país. (Rancho Folclore e Etnográfico de Oleiros, o Grupo de Danças e Cantares de Abiul, o Grupo Folclore Baixa da Serra – Baixa da Banheira, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Olaia – Lamarosa e o Rancho Folclórico os Camponeses da Raposa).

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/oleiros-folclore-rancho-folclorico-de-oleiros-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-17 12:13:222024-12-20 19:51:21Oleiros e o seu folclore
Daniel Canas, trompa, de Oliveira do Bairro
Músicas no Concelho

Oliveira do Bairro e os seus músicos

Músicos do Concelho de Oliveira do Bairro

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Bigband da Bairrada
  • Daniel Canas (trompa)
  • Luís Granjo (trompete, 1977)
  • M’RALD (banda)
  • Mafalda Carvalho (flauta transversal, 1991)
  • Pedro Tavares (trompete)
  • Vasco Miranda (pianista e compositor)
Mafalda Carvalho

Nascida a 11 de julho de 1991 no Troviscal – Oliveira do Bairro, Mafalda Carvalho é Primeira Flauta na Orquestra Clássica do Centro, membro do Ensemble DME, professora no Conservatório de Música de Seia – Collegium Musicum e na Academia Artística do Município de Tábua.

Na sua atividade enquanto músico de orquestra, exerceu funções de Piccolo, Secção e Assistente de Principal na Orquestra Filarmónica de Jalisco, no México de Setembro de 2017 a julho de 2019 e foi Flauta Principal da Orquestra Clássica da Madeira na temporada de 2016/2017. Foi flautista da Fundação Orquestra Estúdio – Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura e colabora regularmente com a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Gulbenkian e Orquestra Sinfónica da Galiza.

Foi-lhe conferido pela Universidade de Aveiro o Grau de Mestre em Ensino de Música, na classe de Jorge Salgado Correia e pela Escola Superior e Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) o Grau de Mestre em Interpretação Artística em Flauta Transversal da classe de Ana Raquel Lima. Estudos prévios incluem a Licenciatura na ESMAE.

Mafalda Carvalho iniciou os estudos musicais na Escola de Música da União Filarmónica do Troviscal aos seis anos e ingressou no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian em 2000 tendo como docentes de flauta a professora Florbela Gonçalves, José Abreu e Ana Maria Ribeiro. Acabou os estudos de Flauta Transversal nesta instituição com a mais elevada classificação.

Dos prémios que recebeu destacam-se o 1º lugar no Prémio Jovens Músicos de 2016 no nível superior, o Primeiro Prémio na II Edição do Concurso Internacional José Massarrão em 2019 no escalão superior, o Segundo lugar no II Concurso de Internacional de Interpretação EMSCAN/ Lisboa Incomum 2019, o Segundo lugar o Prémio de Interpretação Frederico de Freitas em 2016, o Prémio Honorífico David Russel para Jovens Talentos em Vigo no ano de 2008, o 1º lugar no concurso de La Salette, Oliveira de Azeméis, em 2010, 1º lugar no concurso Paços Premium 2010 e 3º lugar no Prémio Jovens Músicos, nível superior em 2010, 1º lugar Concurso Albertino Lucas – Fafe em 2010 e Menção Honrosa no Prémio Helena Sá e Costa em 2011, 2º lugar no I Concurso Internacional Terras de La Salette em 2012, 1º lugar no Concurso Internacional Terras de La Salette em 2013. Prémio atribuído pelo Rotary Club Veloso &Troca, Lda. por ter sido uma dos três melhores alunos da ESMAE no ano letivo de 2011/2012, para além de prémios com os seus grupos de música de câmara.

Enquanto solista, tocou com a Orquestra Filarmonia das Beiras em 2019, com a Orquestra de Câmara de Colónia em 2017, com a Orquestra de Sopros da Universidade de Aveiro em 2017, com Orquestra Gulbenkian no Festival Jovens Músicos em 2016, com Orquestra Metropolitana de Lisboa na final do Concurso “Jovens flautistas 2012”, Orquestra Sinfonieta da ESMAE também em 2012 e com a Orquestra Clássica da Madeira em 2011.

Foi membro do Quinteto Iberoamerico de Sopros, do Ensemble de Flautas Éolia, do Trio Densité (flauta, clarinete e piano) e do Trio Cadenza (flauta, violoncelo e piano).

Daniel Canas

Daniel Canas, trompa, de Oliveira do Bairro

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Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/oliveira-do-bairro-daniel-canas-trompa-ft-jerome-arnouf.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-20 23:23:482024-11-12 00:36:07Oliveira do Bairro e os seus músicos
Sociedade Filarmónica Pedroguense, Pedrógao Grande
Músicas no Concelho

Pedrógão Grande e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Pedrógão Grande

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Pedroguense

Perde-se no tempo a data da sua fundação. Segundo informações obtidas em 1863, era pároco em Pedrógão Grande, o Padre Albino Simões Dias, da Benfeita, tio do poeta José Simões Dias. Nessa época, terminou a escola de Latim sediada na Rua Rica e fundou a Filarmónica Pedroguense.

Encontra-se em funcionamento na antiga Escola Primária das Alagoas. Conta com cerca de 35 elementos na sua Banda de Música distribuídos pelos diversos naipes, onde predomina maioritariamente a juventude, e ainda com cerca de 20 alunos na sua Escola de Música. O seu fardamento é constituído por boné, casaco e calça preta e camisa branca. O casaco e a camisa possuem bordado do lado esquerdo o brasão de cor azul e prata. O seu estandarte é de cor azul claro ostentando ao centro a lira dourada entre duas palmas, sobre a qual se insere na parte superior o Brasão da Vila de Pedrógão Grande, com a inscrição “FILARMÓNICA DE PEDRÓGÃO GRANDE”.

Esta coletividade possui o Estatuto de Associação de Utilidade Pública e sendo uma Associação sem fins lucrativos, rege-se pelos seus Estatutos e Regulamento Interno e tem o dever de promover a instrução da música aos sócios. Como todas as Instituições, também a Filarmónica tem sentido altos e baixos na sua já longa história. Sobrevive das cotas dos seus associados, apoios da Câmara Municipal de Pedrógão Grande, Junta de Freguesia de Pedrógão Grande, Junta de Freguesia da Graça, Junta de Freguesia de Vila Facaia, Governo Civil de Leiria, INATEL e bem como de alguns bons amigos Pedroguenses.

Pela sua vasta carreira, apresentou o seu vasto reportório, honrando e dignificando o bom nome da Vila de Pedrógão Grande por várias portas do país e fora dele, nomeadamente em encontros de bandas, Concertos, Festas e romarias, projetos de cariz sociocultural.

Em 2022, na comemoração dos seus 160 anos de existência, foi lançado o 1º CD da Banda Filarmónica Pedroguense intitulado “Homenagem a um Povo”, como forma de homenagear todo o povo pedroguense e todos os amigos e apoiantes desta associação.

Desde Maio de 2018 tem como regente o Maestro Bruno Cruz.

Sociedade Filarmónica Pedroguense, Pedrógao Grande

Sociedade Filarmónica Pedroguense, Pedrógao Grande

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/pedrogao-grande-sociedade-filarmonica-pedroguense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-20 23:39:062025-02-27 16:45:28Pedrógão Grande e as suas filarmónicas
Filarmónica Eco Edificante, Nordeste
Músicas no Concelho

Nordeste e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Nordeste

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Filarmónica Imaculada Conceição

A FIC da freguesia da Lomba da Fazenda, foi fundada a 8 de dezembro de 1893, pelo Padre Francisco Jacinto de Amaral, que foi o seu primeiro Presidente, Maestro e Professor de Música. Tem desenvolvido a sua atividade cultural, sobretudo, através da sua participação em procissões e da realização de concertos, em todas as freguesias do concelho de Nordeste e em diversas localidades da Ilha de S. Miguel.

As atuações que mais marcaram a vida desta filarmónica foram as efetuadas nas deslocações aos Estados Unidos da América, a Fronteira e Vila Verde no continente, à ilha da Madeira e às ilhas Terceira, Pico e Graciosa. Em 2001, gravou o seu primeiro CD. Na temporada musical de 2015, a Filarmónica Imaculada Conceição contou com 42 músicos, sob a regência do maestro Almarim Silva, 4 porta bandeiras e 8 alunos na escola de música.

Filarmónica Eco Edificante de Vila de Nordeste

A Filarmónica Eco Edificante de Vila de Nordeste foi fundada pelo Pe. Jacinto Felix Machado, em 1861. O seu primeiro regente foi Antonio Alves de Oliveira. É a Banda Filarmónica mais antiga de São Miguel e funciona ininterruptamente desde a data da sua constituição. Um critico musical francês escreveu numa grande revista ilustrada da Cidade de Paris: “Nunca pensei ouvir num afastado lugarejo pobre daquela Ilha dos Adores, as fugas de Bach tão bem executadas, por organistas de dedos tortos”.

Em 1946, a “Eco Edificante”, tomou parte na memorável “Parada das Filarmónicas Micaelenses”, por ocasião das comemorações do IV Centenário da Cidade de Ponta Delgada. Em 1991, deslocou-se à Ilha da Madeira, e em 1997, aos EUA, onde participou nas Festas do Espírito Santo em Fall River. Em 1998 gravou uma audiocassete para a RDP e, em novembro do mesmo ano, inaugurou a sua nova Sede. A Filarmónica “Eco Edificante” é composta por 45 elementos.

Filarmónica Eco Edificante, Nordeste

Filarmónica Eco Edificante, Nordeste

Sociedade Recreativa Filarmónica Estrela do Oriente

A Sociedade Recreativa Filarmónica Estrela do Oriente da Freguesia de Algarvia foi fundada em janeiro de 1878 pelo Pe. Diniz Inácio Machado. É constituída por cerca de meia centenas de elementos com idades entre os 10 e os 60 anos e possui uma escola de música. Inicialmente chamava-se Lira de Nossa Senhora do Amparo, em homenagem à padroeira da freguesia.

Tem vindo a marcar presença em diversos eventos musicais realizados em todo o território português e no estrangeiro, sendo as suas atuações de nível elevado. Do seu repertório consta uma recolha da tradição musical micaelense que se encontra registada num CD lançado no ano de 2004. O primeiro maestro foi Manuel Silveira Machado, natural da freguesia de Rabo de Peixe. Em 1905, por razões que se desconhecem, a Lira de Nossa Senhora do Amparo encerrou portas. O reconhecimento da sua performance tem levado à realização de diversos intercâmbios com entidades similares e à efetivação de várias deslocações à Madeira; ilhas de Santa Maria, Terceira, Pico, Faial, São Jorge, Terceira; Estados Unidos da América; Castro Marim, Fronteira, Murça.

Em 2004, lançou o primeiro CD, sob a direção de Manuel Arruda Simões, que foi responsável pela direção artística durante 27 anos. Em 2009, dos seus mais antigos músicos – David Ernesto Amaral e Luís Amaral Couto – receberem um Diploma de Mérito Municipal. Em 2009, a Algarvia homenageou a Filarmónica com a medalha da freguesia, pelo papel cultural e de envolvimento dos jovens.

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