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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Banda Filarmónica da Associação Cultural e Recreativa de Vila Flor
Músicas no Concelho

Vila Flor e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Vila Flor

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Júlia d’Almendra (musicóloga, 1904-1992)

Júlia d’Almendra

Júlia d'Almendra, musicóloga e pedagoga, de Vila Flor

Júlia d’Almendra, musicóloga e pedagoga, de Vila Flor

Júlia d’Almendra

Júlia d'Almendra, musicóloga e pedagoga, de Vila Flor

Júlia d’Almendra, musicóloga e pedagoga, de Vila Flor

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vila-flor-banda-filarmonica-da-acrvf.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:09:352024-12-14 19:29:08Vila Flor e os seus músicos
Paulo Oliveira, pianista, de Vila do CondeCréditos Susana Neves
Músicas no Concelho

Vila do Conde e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Vila do Conde

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Aires Pinheiro (guitarra clássica)
  • Ana Cancela (flauta transversal)
  • Ana Cristina Ferreira (canto)
  • António José Oliveira (violoncelo)
  • Clara Saleiro (flauta transversal)
  • David Oliveira (professor, compositor, +2021)
  • Francisco Luis Vieira (oboé)
  • José Pedro Fangueiro (acordeão)
  • Júlio Galvão Dias (cravista)
  • Mafalda Nejmeddine (cravo)
  • Manuela Azevedo (cantora)
  • Márcio Silva (guitarra portuguesa)
  • Nuno Oliveira (piano)
  • Paulo Oliveira (piano, 1979)
  • Paulo Praça (músico)
  • Paulo Veiga (trompete)
  • Ricardo Araújo Rodrigues (saxofone)
  • Teresa Bento (piano)
  • Vasco Costa (piano/violino)

Aires Pinheiro

Aires Pinheiro, guitarrista, de Vila do Conde

Aires Pinheiro, guitarrista, de Vila do Conde

David Oliveira

David Oliveira, professor, foi um dos fundadores do Conservatório de Música de Vila do Conde. Ao longo da sua carreira docente, lecionou a disciplina de Canto Coral nos Liceus e a disciplina de Composição no Conservatório de Música de Porto. Posteriormente, dedicou-se ao ministério da disciplina de Educação Musical no 2º ciclo do ensino básico, para a qual ofereceu um contributo notável, através da elaboração de manuais de ensino, adotados por escolas de todo o País. No concelho de Vila do Conde, além da sua notória atividade enquanto Professor de Educação Musical na Escola Preparatória nº 1 de Vila do Conde – atual Escola Básica Frei João de Vila do Conde, foi um dos fundadores da Academia de Música de S. Pio X – atual Conservatório de Música de Vila do Conde, tendo paralelamente desempenhado funções como diretor do Coro da Igreja Matriz. Faleceu a 25 de maio de 2021.

David Oliveira, professor e compositor

David Oliveira, professor e compositor

Paralelamente à sua profissão como professor, desenvolveu também uma intensa atividade como compositor, com uma produção que aborda diversos estilos musicais, com ênfase na música coral, música para piano e orquestra sinfónica, explorando diversas correntes estéticas.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

José Pedro Fangueiro

José Pedro Fangueiro, acordeonista, natural de Vila do Conde, tem vindo a desenvolver uma carreira musical diversificada, explorando repertório clássico e contemporâneo.

Licenciado em Música pela Escola Superior de Artes Aplicadas, encontra-se no 2º ano de Mestrado em Ensino de Música na mesma instituição, com Paulo Jorge Ferreira.

Participou em vários cursos e classes de aperfeiçoamento com conceituados professores de toda a Europa como, Claudio Jacomucci, Miloš Milivojević, Friedrich Lips, Veli Kujala, Owen Murray, Vincent Lhermet, Bjarke Mogensen, Gorka Hermosa, Viatcheslav Semionov e Franck Angelis.

Enquanto músico residente na Fábrica da Criatividade em Castelo Branco, e como membro do Quartz Quintet participou em residências artísticas promovidas pela Orquestra Filarmónica Portuguesa (2019) e Orquestra Sem Fronteiras (2020-2021). Também com este grupo, incentivou à criação de repertório original português para a formação – acordeão e quarteto de cordas – colaborando com jovens compositores portugueses que compuseram obras dedicadas a este grupo.

Atuou em diversas salas em todo o país e nas ilhas, a solo e em música de câmara, tendo também gravado concertos em direto para a Antena 2.

Destaca-se ainda como músico convidado pela associação FoleFest para estrear obras portuguesas para acordeão e gravar peças para o instrumento, promovendo assim o acordeão de concerto.

Destacam-se os prémios recebidos no Concurso FoleFest, no Prémio Jovens Músicos, no Concurso Nacional de Interpretação Contemporânea e no Concurso Internacional de Acordeão de Alcobaça.

Desempenha funções como docente estagiário no Conservatório de Música do Porto, e como professor na Academia de Música Fernandes Fão e na Maestro’s Music School, em Vila do Conde.

Participou enquanto professor em estágios de acordeão, nos quais se destaca a presença na atividade “Os Dias do Acordeão” organizados pelo Conservatório de Música do Porto, em 2024.

Ensaia grupos académicos como os Gatunos e a Afrodituna, que lhe permite o contacto com uma vasta gama de instrumentos e vozes, desenvolvendo habilidades ligadas à composição e criação de arranjos musicais, para instrumentos e voz.

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira (n. 1979) é um dos mais destacados pianistas portugueses da sua geração. Natural de Vila do Conde, iniciou os estudos musicais aos nove anos com Joaquim Bento. Seguidamente ingressou na Academia de Música de S. Pio X como bolseiro da Fundação Dr. Elias de Aguiar. Nesta instituição estudou com Margarida Almeida e Felipe Silvestre, tendo finalizado o Curso Complementar de Piano em 1998 com a classificação máxima. Posteriormente estudou com Tania Achot, concluindo o Curso Superior de Piano na Escola Superior de Música de Lisboa, uma vez mais com as mais altas classificações.

Continuou a sua formação com Sequeira Costa na Universidade do Kansas, com quem estudou durante quase uma década, herdando assim os mais fiéis conhecimentos da era dourada do piano, que o seu mestre tinha recebido directamente de Vianna da Motta, Mark Hamburg, Edwin Fischer, Marguerite Long e Jacques Février. Nesta universidade concluiu estudos de mestrado em 2005, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Posteriormente, em 2009 concluiu com distinção o seu doutoramento com uma bolsa de estudos da Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

Outros professores relevantes na sua formação foram Helena Sá e Costa, Luiz de Moura Castro, Andrei Diev, Vladimir Viardo, Vitaly Margulis, Aldo Ciccolini, Paul Badura-Skoda e Dmitri Bashkirov.

Foi distinguido com diversos prémios em concursos nacionais e internacionais, destacando-se o prémio que obteve no “Concurso Internacional de Piano Vianna da Motta,” o 1º prémio no “Concurso Internacional Bartók-Kabalevsky-Prokofiev,” o 2º prémio no “Concurso de Interpretação do Estoril | Prémio El Corte Inglés” e o 1º prémio no “Festival Jovens Pianistas 2010 – Prémio Chopin” – organizado pela Orquestra Metropolitana de Lisboa. Foi ainda vencedor da “Kansas University Symphony Orchestra Concerto Competition”. O duo que mantém com a violoncelista Teresa Valente Pereira foi premiado num recital realizado no “Palau de la Música Catalana” em Barcelona.

Paulo Oliveira tem-se apresentado a solo, com orquestra e em música de câmara em Portugal, Espanha, Andorra, Itália, França, Reino Unido, Polónia, Brasil, Estados Unidos da América, e gravou para a RDP – Antena 2, Radio France e Catalunya Ràdio.

Tocou a solo com a Orquestra Sinfónica da Universidade do Kansas, Orquestra Clássica de Espinho, Orquestra do Algarve, Orquestra do Norte, Orquestra Metropolitana de Lisboa e Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direcção dos maestros Nicholas Uljanov, Steven McDonald, Pedro Neves, Ferreira Lobo, Cesário Costa e Daniel Klajner.

Paulo Oliveira concilia a sua actividade concertística com o ensino. Foi professor de piano no Conservatório Nacional e no Instituto Piaget. Actualmente integra o corpo docente da Academia de Música de Santa Cecília e da Academia Nacional Superior de Orquestra | Metropolitana. Tem sido regularmente convidado a orientar master classes no país e no estrangeiro, e integrou por diversas vezes júris de concursos internacionais de piano.

Paulo Oliveira, pianista, de Vila do Conde

Paulo Oliveira, pianista, de Vila do Conde, créditos Susana Neves

É membro fundador da actual delegação portuguesa da “EPTA – European Piano Teachers Association.”

Fonte: A informação sobre Ana Cancela, Ana Cristina Ferreira, António José Oliveira, Júlio Galvão Dias, Mafalda Nejmeddine, Márcio Silva, Nuno Oliveira, Paulo Veiga, Teresa Bento, Clara Saleiro, Francisco Luís Vieira, Vasco Costa e Ricardo Araújo Rodrigues foi fornecida por Aires Pinheiro.

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Destaca-te na Musorbis

Destaca-te no Musorbis

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vila-do-conde-paulo-oliveira-pianista.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:09:042026-03-16 12:07:39Vila do Conde e os seus músicos
Cândido Lima, compositor, de Viana do Castelo
Músicas no Concelho

Viana do Castelo e os seus músicos

Músicos do Concelho de Viana do Castelo

O Musorbis, em desenvolvimento, tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical do Concelho.

  • Acácio Salero (baterista, n. 1967)
  • Ana Cavaleiro (flautista, n. 1983)
  • Ana Queirós (pianista, n. 1979)
  • André Rocha (fagotista, n. 1997)
  • Cândido Lima (compositor, n. 1939)
  • David Dias da Silva (clarinete)
  • Deonilde Gouveia (cantora, ?- m. 1947)
  • Filipa Lima (flautista, n. 1992)
  • Flora Castro (violinista, n. 1984)
  • Francisco de Sá Noronha (compositor)
  • Francisco Martins (piano, n. 1994)
  • Mário Apolinário ()
  • Mário Costa (baterista, n. 1986)
  • Vanessa Barroa (violoncelo)

Ana Queirós

Ana Queirós, pianista, de Viana do Castelo

Ana Queirós, pianista, de Viana do Castelo

Cândido Lima

Cândido Lima, compositor, de Viana do Castelo

Cândido Lima, compositor, de Viana do Castelo

Francisco de Sá Noronha

Francisco de Sá Noronha, compositor de Viana

Francisco de Sá Noronha, compositor, de Viana

Deonilde Gouveia

Deonilde Gouveia, cantora de Viana do Castelo

Deonilde Gouveia, cantora, de Viana

Francisco Martins

Francisco Martins nasceu em 1994 em Viana do Castelo, onde iniciou os estudos musicais na Academia de Música de Viana do Castelo. Enquanto estudante da academia foi premiado em competições de piano a nível nacional e ibérico, e aos 17 anos estreou-se como solista com a Orquestra da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, no Teatro Sá de Miranda.

O pianista vianense foi admitido na Guildhall School of Music & Drama, em Londres. Nesta instituição frequenta o Guildhall Artist Masters Programme e obterá os títulos de Master of Music e Master of Performance. Estuda em Madrid, no Centro Superior Katarina Gurska, com pianistas de renome internacional como Javier Negrín, Andrey Yaroshinsky, e Nino Kereselidze.

É Licenciado em Música pela Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco, onde estudou com Luísa Tender, e terminou a unidade curricular de Piano com 19 valores. Em Portugal, participou em classes de aperfeiçoamento de pianistas conceituados do panorama nacional, entre os quais Pedro Burmester, Olga Prats, Álvaro Teixeira Lopes, Luís Pipa, Maria José Souza Guedes, e Constantin Sandu.

Mário Apolinário

Mário Apolinário, clarinetista, nasceu em Viana do Castelo a 27 de abril de 1990. Iniciou os estudos musicais na Academia de Música de Barcelos com Alberto Bastos, ingressando posteriormente na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, na classe de Ricardo Alves.

É Diplomado e Mestre em Ensino da Música pela Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco na classe dos professores Carlos Alves e Pedro Ladeira.

Durante o seu percurso académico, complementou a sua formação artística ao frequentar cursos de aperfeiçoamento com alguns dos mais destacados clarinetistas, como: Karl Leister, Michel Arrignon, Nuno Silva, Josep Fuster, Eddy Vanoosthuyse, António Saiote, Alain Damiens, François Benda, Harri Mäki, Milan Rericha, Marie Barrière-Bilote, Sauro Berti e Enrique Pérez Piquer.

Desenvolveu colaborações regulares como convidado em várias orquestras, tais como a Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra do Norte, Orquestra Ópera na Academia e na Cidade, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Didática da Foco Musical, Orquestra Con Spirito e Orquestra Gulbenkian.

É detentor de vários prémios em alguns dos mais destacados concursos nacionais e internacionais, dos quais se destacam o 1º Prémio no Concurso de Clarinete do FCIMV (Espanha – 2015), 1º Prémio no Concurso II Mostra Musical do “Eixo Atlântico” (Espanha – 2010), 2º Prémio no Concurso Internacional de Sopros “Terras de la Salette”(2017), 2º Prémio no Concurso Internacional José Massarrão (2017), 3º Prémio no Young Artist Competition (Itália – 2013), 3º Prémio no Concurso Internacional de Sopros “Terras de la Salette” (2012), entre outros.

Enquanto docente, lecionou na Academia de Música de Costa Cabral (Porto), entre 2014 e 2022, e na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, entre 2014 e 2019.

Exerce funções na Academia de Música da Fortaleza de Valença e na Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga.

Paralelamente à sua atividade docente, desempenha as funções de Clarinete Principal na Orquestra de Câmara do Distrito de Braga e da Orquestra da Costa Atlântica.

Vanessa Barros

Vanessa Barros nasceu a 29 de julho de 1998 em Viana do Castelo (Portugal) onde iniciou os estudos musicais, em violoncelo, aos dez anos na classe dos professores Nuno Cruz e Sónia Amorim. Integrou a classe de Susana Lima em 2001.

Em 2013 ingressou na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, na classe de Iminas Kucinskas. Em 2016 concluiu o curso profissional em música – variante instrumento, prosseguindo os estudos em Castelo Branco na ESART (Escola Superior de Artes Aplicadas) na Classe de Miguel Rocha.

Integrou a orquestra APROARTE em 2015, participou na BISYOC (Intercultural Youth Orchestral Exchange) em 2016 e auferiu o 1º Prémio de Crítica Literária Coletiva.

Trabalhou com maestros como Javier Viceiro, Julian Lombana, Roberto Pérez, Octavio Mas-Arocas, Peter Askim, Jordi Francés, Osvaldo Ferreira, José Eduardo Gomes, Rui Pinheiro, Gonçalo Lourenço, Peter Stark Julien Benichou e Jean Sébastien Béreau; e com os solistas: Teo Georghiu, João Terleira, Andrea Gozáles, Trompas Lusas, António Rosado, entre outros.

Frequentou os classes de aperfeiçoamento com Vanessa Pires, Daniela Brito, Jaroslav Mikus, Jed Barahal, Carlos Tony Gomes, Olga Pratz, Ryszard Wóycicki, Alejandro Erlich Oliva, John Thwaites, Andrew Fuller e Xavier Gagnepain.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/viana-do-castelo-candido-lima.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:08:372024-06-03 22:15:48Viana do Castelo e os seus músicos
Tomás Ribas, folclorista, de Viana do Alentejo
Músicas no Concelho

Viana do Alentejo e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Viana do Alentejo

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Tomás Ribas (folclorista, 1918-1999)
Tomás Emílio Leopoldo de Carvalho Cavalcanti de Albuquerque Schiappa Pectra Sousa Ribas nasceu em Alcáçovas, Viana do Alentejo, a 20 de junho de 1918 e morreu em Lisboa, a 21 de março de 1999.

Frequentou o liceu e depois a Faculdade de Letras de Lisboa, no curso de Histórico-Filosóficas, que não chegou a concluir.

Esteve depois no Conservatório Nacional, onde tirou o curso especial de Dança e Coreografia.

Viajou pela Europa e pelos Estados Unidos da América como bolseiro do Instituto de Alta Cultura e da Fundação Calouste Gulbenkian, tendo trabalhado na Ópera de Paris e nos arquivos dos teatros líricos italianos, e fequentado vários cursos no Actors Studio de Nova Iorque, onde também participou num seminário da Universidade de Columbia sobre antropologia cultural.

Na área do teatro, foi encenador e coreografista. Trabalhou como conservador arquivista no Teatro Nacional de São Carlos durante vários anos.

Trabalhou como docente na Escola Superior de Dança do Instituto Politécnico de Lisboa, onde também fez parte do conselho científico, no Instituto de Novas Profissões, e no Conservatório, onde deu aulas de dança, encenação e estética.

Como jornalista, escreveu para vários jornais diários de Lisboa e revistas, incluindo O Século Ilustrado, Vértice, Vida Mundial e Mundo Literário, tendo-se destacado principalmente como crítico de bailado.

Esteve igualmente no Instituto Nacional para o Aproveitamento dos Tempos Livres, como chefe da divisão de Etnografia e Folclore.

Ocupou a posição de delegado da Secretaria de Estado da Cultura, na cidade de Faro, e fez parte do Conselho da Região de Turismo do Algarve entre 1977 e 1986, tendo-se destacado pelo impulso que deu à etnografia e cultura da região.

Deixou uma vasta obra literária, tendo publicado o seu primeiro livro, Monotonia, aos vinte e cinco anos, que foi a sua única obra de poesia. Em prosa, escreveu sobre vários temas, destacando-se as obras Pavlova, sobre a bailarina russa Anna Pavlova, O Primeiro Negócio, de ficção, Cláudia e as Vozes do Mar, sobre teatro, e o ensaio Etnografia, Ballet, Danças Populares e Teatro. Escreveu igualmente vários roteiros sobre Portugal, incluindo Guia de Recolha de Danças, Portugal Turístico, Guia Turístico de Faro (1987), e Beja à Descoberta de um Passado (1995). Também redigiu o prefácio para a segunda edição do livro Um Algarve Outro – contado de boca em boca. Em 1999, publicou a sua última obra, O Teatro Trindade – Cento e Vinte Anos de Vida, da editora Lello e Irmãos. Tomás Ribas faleceu em 21 de março de 1999, na cidade de Lisboa.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Tomaz Ribas

Tomás Ribas, folclorista, de Viana do Alentejo

Tomás Ribas, folclorista, de Viana do Alentejo

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/viana-do-alentejo-tomas-ribas-folclorista.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:08:192024-12-19 20:16:11Viana do Alentejo e os seus músicos
Eliana Magalhães, violinista, de Valpaços
Músicas no Concelho

Valpaços e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Valpaços

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Eliana Magalhães (violino)
  • João Pascoal Garcia (professor, autor)
  • João Valpaços (violoncelo)
  • Manuel Joaquim (musicólogo, 1894-1986)
  • Melissa Fontoura (piano)
  • Ricardo Matosinhos (trompa, 1982)
  • Susana Lopes (flauta transversal)
Eliana Magalhães

Eliana Magalhães nasceu em Vilarandelo, concelho de Valpaços. Iniciou a sua carreira musical aos 9 anos na Academia de Música da Ribeira Grande (São Miguel – Açores), na classe de piano da professora Svetlana Kusselova.

Aos 12 anos ingressou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave, na classe de Violino de José António Camarinha e, em 2005, de António Soares, com quem concluiu, em 2008 o Curso de Instrumentista de Cordas com média final de 18 valores.

Terminou em 2011 a Licenciatura em Instrumentista de Orquestra, com Aníbal Lima, na Academia Nacional Superior de Orquestra, e, em 2013, o Mestrado em Ensino de Música na classe de violino de Eliot Lawson e Ilya Grubert.

Frequentou o Doutoramento em Artes Musicais da Universidade Nova de Lisboa/ESML, na classe de violino de Tiago Neto, onde obteve o Diploma de Estudos Avançados em Artes Musicais, especialidade instrumental.

Leia AQUI a biografia completa.

Eliana Magalhães, violinista, de Valpaços

Eliana Magalhães, violinista, de Valpaços

João Pascoal Garcia

Nascido em França na cidade de Bordeaux a 28 de Novembro de 1979, João Pascoal Garcia mudou-se para Portugal com 3 anos de idade e aos 9 iniciou a sua atividade musical na Banda Filarmónica de Vilarandelo, onde pertence atualmente.

Aos 15 anos, estudou guitarra na Escola Osnabrüch, com Francisco Doutel. Frequentou a Escola Esproarte de Mirandela, com o curso de instrumento trompa de harmonia nível IV e o 8º grau de Formação Musical. Foi elemento da Orquestra Esproarte e participou em vários estágios de orquestras pelo país. Teve como professor de instrumento, Ivan Kucera e professores de masterclass, Abel Pereira e Bohdan Sebestik entre outros.

Pertenceu à orquestra da Federação Transmontano-Duriense de Bandas Filarmónicas de Vila Real.

Participou em vários cursos de pedagogia musical com os pedagogos Jos Wuytack, Cheu Líbano, Isabel Castro, entre outros. Teve aulas de canto em Bragança com a professora Ana Paula e workshop de canto e técnica vocal com os professores João Lourenço e Oliveira Lopes.

É licenciado em Professor do ensino Básico Variante de Ed. Musical, onde já lecionou no 1º, 2º e 3º ciclos em Vilarandelo, Valpaços, Lebução, Peso da Régua, Bragança, Faro, ilha de S. Jorge, (Topo), ilha do Faial, (Horta), Ilha Terceira, (EBI de Angra do Heroísmo, EBI Praia da Vitória (FOC) e Biscoitos, Altares), São Miguel, (Água de Pau, Nordeste e Ginetes).

Como professor de música ganhou um prémio a nível nacional de um projeto para crianças com deficiência e o selo europeu de qualidade relativo ao mesmo projeto do programa eTwinning. Foi regente e formador de duas bandas Filarmónicas, Euterpe de Castelo Branco e Filarmónica Lira e Progresso Feteirense, na ilha do Faial e formador, nas filarmónica Recreio dos Lavradores e Topense da ilha de São Jorge. Pertenceu ao coro da AMIT Academia Musical da Ilha Terceira como tenor, durante 3 anos.

João Pascoal Garcia

João Pascoal Garcia

Lançou um livro para crianças “Histórias da Leonor”, com músicas e Histórias para colorir. Algumas das suas músicas ganharam o 1º e 2º lugar no festival da canção infantil “Sol Menor” na ilha Terceira.

João Valpaços

João Valpaços é natural de Carrazedo de Montenegro, Valpaços, tendo o nascimento ocorrido em Chaves, em 1994.  Começou os estudos musicais em 2006 na ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela na classe de violoncelo de David Cruz e mais tarde na classe de Ricardo Ferreira onde concluiu o curso com a nota máxima na prova final de instrumento.

Em 2012 foi admitido na Hoogschool voor de Kunsten Utrecht na classe do Professor Ran Varon.

Foi membro e primeiro violoncelista em varias orquestra de jovens em Portugal e nos Países Baixos e atua frequentemente com a Orquestra XXI e a Orquestra Gulbenkian trabalhando com vários maestros como Lorenzo Viotti, Hannu Lintu, David Afkham, Lev Markiz, Muahi Tang, Lawrence Foster, Karl-Heinz Steffen.

João Valpaços

João Valpaços, violoncelista, de Chaves/Valpaços

João Valpaços, violoncelista, de Chaves/Valpaços

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Melissa Fontoura

Melissa Fidalgo Fontoura nasceu em Vilarandelo, concelho de Valpaços, distrito de Vila Real. Iniciou os estudos de Piano aos seis anos com o professor Francisco Dieguez Doutel na Escola de Música Osnabruck. Paralelamente ao ensino de música frequentou o curso de Humanidades do Liceu Fernão Magalhães, em Chaves. Prosseguiu a sua formação artística no Conservatório Regional de Guimarães e posteriormente no Conservatório de Música do Porto, onde concluiu o 8º Grau com 18 valores, sob orientação de Constantin Sandu.

Ingressou em 1998 na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo onde estudou com nomes de referência no panorama musical nacional, tais como Helena Sá e Costa, Madalena Soveral, Manuela Gouveia, Constantin Sandu, José Parra, Jaime Mota, Miguel Bernat e Manuel Campos.

Frequentou o Conservatório de Trieste, Itália, ao abrigo do programa Erasmus onde se especializou em disciplinas como Leitura ao Piano, Música de Câmara, Piano e Coro. Teve como orientador o pianista Massimo Gon. Enquanto aí viveu realizou vários concertos com a pianista Alessandra Sagelli de piano a quatro mãos.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Ricardo Matosinhos

Ricardo Matosinhos nasceu em 1982, foi aluno da classe de Trompa de Ivan Kucera, na ESPROARTE (1994-2000) e Bohdan Šebestik na ESMAE, onde concluiu a licenciatura em 2004. A curiosidade levou-o a explorar os caminhos da trompa no jazz e, por essa razão, teve aulas com o saxofonista Mário Santos, cuja influência se veio a refletir mais tarde no seu estilo de composição. Concluiu, em 2012, o mestrado em Ensino da Música, na Universidade Católica, com a apresentação da dissertação “Bibliografia Selecionada e Anotada de Estudos para Trompa Publicados entre 1950 e 2011”.

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Ricardo Matosinhos

Ricardo Matosinhos, trompista, de Valpaços

Ricardo Matosinhos, trompista, de Valpaços

Susana Lopes

Susana Lopes é uma flautista portuguesa, valpacense, que reside atualmente em Amesterdão.

Durante o seu percurso académico, iniciou os estudos musicais aos 8 anos na Banda Municipal de Valpaços. Com 12 anos, ingressou na classe de flauta de Inês Fernandes, na Escola Profissional de Arte de Mirandela (ESPROARTE), onde concluiu o curso de instrumentista de sopro e percussão, em 2012.

Entre os ano letivos de 2012/2013 e 2014/2015, realizou a licenciatura, na classe de Raquel Lima, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE).

Em 2016 mudou-se para Amesterdão para iniciar o mestrado no Conservatorium van Amsterdam, na classe de Kersten McCall, onde concluiu o mesmo em 2018, com a classificação máxima.

Susana Lopes exerceu a função de docente de flauta transversal, na Academia de Artes de Chaves, no ano Letivo de 2015/2016. Participou em inúmeras classes de aperfeiçoamento com flautistas de renome, tais como Davide Formisano, Robert Dick, Felix Renggli, Matthias Ziegler, Rachel Brown, Trevor Wye, Vicent Lucas, Jacques Zoon, entre outros.

Foi laureada em vários concursos entre Espanha e Portugal, em diferentes categorias, passando por solo, música de câmara e até orquestra de sopros e sinfónica, destacando-se o 1º lugar no concurso Paços’Premium, em 2014, e ainda o 2º lugar no concurso Terras de Salette, em 2019.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
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HISTÓRIA DA MÚSICA

Manuel Joaquim

Manuel Joaquim, musicólogo, nasceu em Tinhela de Monforte, concelho de Valpaços, distrito de Vila Real (Portuga), a 21 outubro 1894 e morreu em Coimbra, a 28 março 1986. De 1929 a 1937 foi regente da Banda do Regimento de Infantaria 14, em Viseu. Em 1937 passou à reforma, a fim de se dedicar exclusivamente à investigação.

Ao longo da sua vida estudou História da Música e levou a cabo um notável trabalho de investigação musicológica, em particular sobre a música portuguesa. Foi um dos pioneiros da musicologia portuguesa, nomeadamente sobre música portuguesa dos séculos XVI e XVII. Compilou valiosos catálogos descritivos de manuscritos de música portuguesa (entre outros, no Palácio de Vila Viçosa), e transcreveu e editou música, em particular, dos compositores Duarte Lobo, Estevão Lopes Morago ou Esteban López Morago, e Manuel Mendes (compositor). O seu trabalho de investigação e edição foi extremamente importante para o conhecimento das fontes musicais e repertório da História da Música Portuguesa. Manuel Joaquim é referenciado no New Grove Dictionary of Music and Musicians, London, MacMillan, 2001 (por José Lopez-Callo); e na Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, vol. 2, pp. 660-661, Círculo de Leitores e Temas e Debates, 2010 (por Manuel Carlos de Brito).

Manuel Joaquim

Manuel Joaquim, musicólogo, de Valpaços

Composições Polifónicas de Duarte Lobo

Edições Musicais
  • O cancioneiro musical e poético da Biblioteca Pública Hortênsia, Edição Subsidiada pelo Instituto para a Alta Cultura. Coimbra, 1940.
  • A Missa de Féria do Padre Manuel Mendes, Separata de Música, Revista dos alunos do Conservatório de Música do Porto, (Porto, 1942).
  • Duarte Lobo: Composições polifónicas, Instituto para a Alta Cultura. Lisboa, 1945.
  • Estêvão Lopes Morago: Várias obras de música religiosa ‘a cappella’, Portugaliae Musica, volume IV, Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1961).
Escritos
  • Documentos para a História da Música da Sé de Elvas, in Jornal de Elvas, 11 de Novembro de 1928 a 4 de Agosto de 1929.
  • A música militar através dos tempos, in Arte Musical, (Lisboa, 1937).
  • Um inédito musical: o ‘Te Deum’ do licenciado Lopes Morago (Lisboa, 1940).
  • ‘Nótulas sôbre a música na Sé de Viseu’, in Beira Alta, I (1942), 7, 49, 107, 149; II (1943), 82; III (1944), 3–34, 93, 207–36.
  • Em louvor do grande polifonista Estevão Lopes Morago, [S.l. : s.n.], (1948).
  • Um Madrigal de Vicente Lusitano publicado no “Libro delle Muse”, in Gazeta musical, nos.13–14 (1952), 13–14; nº 16 (1952), 4–6.
  • Algumas palavras acerca de música antiga portuguesa, in Douro-Litoral, 5ª série (1952), nos.1–2, p. 3.
  • Da origem do canto cristão e sua antiga prática em Portugal (Porto, 1953).
  • Vinte livros de música polifónica do Paço Ducal de Vila Viçosa (Lisboa, 1953).
  • Os “Concertos brandeburgueses” de João Sebastião Bach, Gazeta musical, nºs 39–46 (1954), 196–7, 214–15, 230–31, 250–51, 260–61, 274–5, 288–9.
  • O “Passionarium” de Fernandes Formoso: Lisboa 1543, Arquivo de bibliografia portuguesa, Vol. I (Coimbra, 1955), 73–97.
  • Notícia de vários documentos dos séculos XIII, XIV, XV et XVI, existentes no Museu de Grão-Vasco, in Beira Alta, XIV (1955), 225, 263–99; XV (1956), 3.
  • Os livros do coro da Sé de Coimbra, em 1635, Arquivo de bibliografia portuguesa, II (1956), 316–66; Separata (Coimbra, 1957).
  • O colectário de Arouca e os seus textos musicais, in Douro-Litoral, 8ª série (1957), nºs 5–6.
Bibliografia
  • Mário de Sampaio Ribeiro, À margem do cancioneiro de Manuel Joaquim: Notas e comentários, in Brotéria, n.º 33, 1941, pp. 383-417.
  • Manuela Alexina Meneses Vila Maior, Manuel Joaquim: Um contributo para a valorização do património artístico-musical português, Tese de Mestrado em Ciências Musicais, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2 vols., 2001.
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/eliana-magalhaes-violinista-n-valpacos.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:07:372024-11-29 00:07:57Valpaços e os seus músicos
Anabela Freire, flautista, de Valongo
Músicas no Concelho

Valongo e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Valongo

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Alberto Ribeiro (tenor, 1920-2000)
  • Anabela Freire (flauta transversal)
Anabela Freire

Anabela Freire iniciou os estudos musicais em 1987, com Rita Nunes, em acordeão e piano. Ingressou posteriormente no Conservatório de Música do Porto, na Classe de Piano de Teresa Xavier. Mais tarde, foi admitida na Classe de Flauta Transversal de Luís Meireles, com quem concluiu o 8º grau.

É Mestre em Ensino da Música, pela Universidade de Aveiro e Licenciada em Flauta Transversal, pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE – Porto). Estudou com os professores Paulo Barros, Ana Raquel Lima, Eduardo Lucena e Jorge Salgado Correia.

Anabela Freire participou, como executante, em classes de aperfeiçoamento dos flautistas: Patrick Gallois, Vicens Prats, Maxence Larrieu, Jean Ferrandis, Michael Cox, Herbert Weissberg, Marcos Fregnani-Martins, Vasco Gouveia, Averil Williams, István Matuz, Félix Rengli, Michael Hasel, Massimo Merceli, Marc Hantäi, Alexander Auer, Stephanie Wagner e Katharine Rawdon.

Participou também, como ouvinte, em masterclasses de Aurèle Nicolet, Michel Debost, Trevor Wye, Sophie Cherrier, Mário Ancilioti, Júlia Gállego, Vincent Cortvrint, Pamela Stahel, Wéndela van Swol, Gareth Mclearnon, Jorge Caryevschi, Nuno Inácio, Celso Woltzenlogel, Rogério Wolf, Alena Lugovkina, Sarah Rumer, Sarah Louvion, Michel Bellavance e Julien Beaudiment.

Colaborou com a Orquestra do Norte (flauta e piccolo) entre 2004 e 2006. Participou na Orquestra Clássica Juvenil “Bracara Augusta.97” e em estágios da Orquestra Sinfonieta-ESMAE. Trabalhou, entre outros, com os maestros: Jan Cober, Rodolfo Saglimbeni, Yuri Nasushkin, Cesário Costa, António Saiote, José Ferreira Lobo, Félix Carrasco, Tadeusz Serafin; José Luís Borges Coelho, Bárbara Francke, Rafael Montes Goméz, Kamen Goleminov.

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Reciclanda

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HISTÓRIA

Alberto Ribeiro

Tenor, fadista e ator de cinema, Alberto Dias Ribeiro nasceu em Ermesinde, concelho de Valongo, a 29 de fevereiro de 1920 e faleceu a 27 de junho de 2000.

Foi um dos mais célebres artistas portugueses entre as décadas de 40 e 60, detentor de uma significativa carreira internacional e de um vasto repertório de que resultaram mais de 200 fonogramas.

Começou a interpretar Canção de Coimbra aos sete anos no Café Portugal (Porto) por influência do irmão (Cristiano Ribeiro). Aos 14 anos, e na sequência da morte do pais, mudou-se para Lisboa, onde teve a oportunidade de interpretar o Fado Hilário no Café Luso, prestação que lhe garantiu a contratação para atuar regularmente nesse espaço, o que viabilizou a sua profissionalização.

Estudou Canto com Maria Antónia Palhares e, posteriormente, com Elena Pellegrini (Canto Lírico).

Em 1937, iniciou-se no Teatro de Revista, atuando no Porto durante um ano. Já em Lisboa, continuou a trabalhar neste género teatral, e em operetas (Sinos de Corneville, Viúva Alegre, Alvorada do Amor e O Conde de Luxemburgo).

Em 1944, foi contratado por Célia Gamez (que tinha vindo a acompanhar a sua carreira em Lisboa) para integrar uma digressão em Espanha, como figura destacada na sua Companhia de Zarzuela e Opereta em peças como Yola, Ciniziena del Palace, Si Fausto fuera Faustina, Rumba a Pique e Fin de Semana.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

“Coimbra”

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

“O Porto é assim”

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

“Orquídea”

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

Alberto Ribeiro, fadista, de Valongo

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/anabela-freire-flauta-rosto.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:06:552024-10-28 18:34:10Valongo e os seus músicos
João Carlos de Sousa Morais, compositor, de Valença
Músicas no Concelho

Valença e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Valença

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

  • João Carlos de Sousa Morais (regente e compositor, Valença 1863-Porto, 1919)

João Carlos de Sousa Morais

João Carlos de Sousa Morais, compositor, de Valença

João Carlos de Sousa Morais, compositor, de Valença

Comemorações (1919-2019)

João Carlos de Sousa Morais, compositor, de Valença

João Carlos de Sousa Morais, compositor, de Valença

João Carlos de Sousa Morais “foi um importante regente e compositor para Banda Filarmónica, destacando-se o poema sinfónico Viagem do Gama que ele considerava a sua melhor obra. Durante a sua permanência em Braga, Sousa Morais dirigiu nos anos de 1907 a 1910, a Tuna do Seminário Conciliar de Braga e a Banda de Música da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso. Depois de fixar residência no Porto, dirigiu ainda a Banda de Música de São João da Madeira. As suas obras, espalhadas do norte ao sul do país, encontram-se em espólios das bandas que regeu, em bandas que ao longo de décadas interpretaram a sua música e em espólios particulares de músicos filarmónicos. (Elisa Lessa)

De um modo geral o seu legado revela grande mestria e criatividade, constituindo património musical filarmónico de relevo (1). A revista de costumes locais Nunca t’aflijas de Sousa Morais foi estreada a 12 de Julho de 1903 no Teatro D. Geraldo e levada várias vezes à cena sempre com enorme êxito. A peça em 3 actos e 16 quadros tem texto original de David Silva, jornalista e funcionário do Caminhos de Ferro e 16 números de música que Sousa Morais compôs. O Correio do Minho, de 2 de Junho de 1903, anunciou aos seus leitores a estreia desta obra.

Sousa Morais viria depois a compor um pot-pourri para Banda Filarmónica com as canções da revista Nunca t’aflijas. No Arquivo da Banda Musical de Cabreiros existem alguns fragmentos desta obra.

A 31 de Julho de 1927, o capitão chefe de música Joaquim Jacinto Figueiras, regente da Banda de infantaria 8 realizou um concerto na cidade em homenagem à memória do insigne compositor. O Correio do Minho publicou nesse dia um texto do Capitão Figueiras em que este enalteceu as qualidades do músico como compositor e regente de várias bandas e orquestras do país, afirmando ser Sousa Morais uma glória nacional no nosso meio artístico, tendo dado à cidade de Braga o melhor do seu esforço (2).

O concerto de homenagem dedicado à sua memória seria também, nas palavras do Capitão Figueiras, extensivo a todos os seus amigos bracarenses que souberam dar o devido apreço ao glorioso maestro. Mais tarde, em 1940, a Banda de Infantaria 8 com regência de António Maias Meira voltaria a prestar uma homenagem ao compositor-regente Sousa Morais, realizando um concerto em sua memória na Avenida com um programa inteiramente preenchido com obras suas. Homenagem a Braga e Pot-pourri da Revista Nunca t’ aflijas foram duas das obras interpretadas nessa ocasião. (3)

No ano em que se comemora o centenário da sua morte, fica o desejo de podermos ouvir de novo em Braga as obras de João Carlos de Sousa Morais dedicadas à cidade e, em particular, a sua Viagem do Gama. (Elisa Lessa, 27 de novembro de 2019)

(1) Eugénio Amorim, Manuel Ribeiro e Álvaro Carneiro escreveram notas biográficas sobre Sousa Morais. Sobre o compositor e a sua obra leia-se a Dissertação de Mestrado de Vítor Matos, A Sociedade Filarmónica Vimaranense e a Figura de Sousa Morais (1863-1919).

(2) Biblioteca Pública de Braga, Correio do Minho 31 de julho de 1927.

(3) Biblioteca Pública de Braga, O Minhoto, 30 de Junho e 7 de julho de 1940.

Elisa Lessa, Correio do Minho, 27 de novembro de 2019

Por opção da autora o texto está escrito segundo a norma ortográfica da Língua Portuguesa anterior ao Novo Acordo Ortográfico.

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FOI NOTÍCIA

TV Alto Minho

Em 2019, o município de Valença comemorou, durante o mês de outubro, o centenário da morte do maestro Sousa Morais, com várias iniciativas.

As comemorações que recordam o chefe de banda militar e compositor nascido em Valença começaram no dia 4 de outubro, com a abertura da exposição “Centenário da Morte do Maestro Sousa Morais”, no Arquivo Municipal. O mesmo local acolheria, uma sessão solene, com atuação da Associação Musical de São Pedro da Torre, seguida de visita à Rua Maestro Sousa Morais. A Banda Sinfónica do Exército Português daria também um concerto de homenagem ao maestro, conhecido como “um dos maiores criadores de música para banda em Portugal”. O espetáculo decorreria no Teatro Municipal de Tui.

O Centro de Inovação e Logística de Valença, localizado na Escola Superior de Ciências Empresariais, foi o espaço escolhido para acolher mais três concertos. A Sociedade Filarmónica de Crestuma prestou homenagem ao maestro no dia 12 de outubro, a Banda de Música Popular de Tui a 19 de outubro, e, no dia 26, foi a vez da Banda da União Filarmónica de Troviscal.

João Carlos de Sousa Morais começou o seu percurso musical a 30 de setembro de 1872, no Batalhão de Caçadores N.º 7, aquartelado na Praça-Forte de Valença. Mais tarde, percorreu Portugal, de norte a sul, sempre ligado à música, como músico, maestro, professor e compositor. O seu legado é composto por um grande número de obras, das quais apenas cerca de 300 estão identificadas e localizadas. Valença está representada com a “Montanhesa”, obra evocativa da Romaria da Senhora do Faro, criada em 1909.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/valenca-joao-carlos-sousa-morais-compositor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:06:222024-11-20 10:25:40Valença e os seus músicos
Manuel Freire, cantor, de Vagos, créditos Nuno Ferreira Santos/PúblicoNuno Ferreira Santos/Público
Músicas no Concelho

Vagos e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Vagos

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  • José Pais de Almeida e Silva (regente, 1899-1968)
  • Manuel Freire (cantautor, 1942)

Manuel Freire

Manuel Freire, cantor, de Vagos, créditos Nuno Ferreira Santos/Público

Manuel Freire, créditos Nuno Ferreira Santos/Público

Em novembro de 2018, Manuel Freire celebrou os 50 anos do seu primeiro disco (1968), em concerto, com João Paulo Esteves da Silva, B. fachada, Benjamim, Tocá Rufar, Uma Vontade de Música e Segue-me à Capela. A iniciativa foi promovida pela Associação José Afonso.

Reciclanda

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vagos-manuel-freire-cantor-ft-nuno-ferreira-santos.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:05:522024-11-12 00:51:08Vagos e os seus músicos
Luciana Cruz, violinista, da Trofa
Músicas no Concelho

Trofa e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho da Trofa

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • Bárbara Santos (violoncelo)
  • Bernardo Silva (trompa)
  • João Paulo Moreira (piano)
  • Juliana Sousa (violino)
  • Luciana Cruz (violino)
  • Ricardo Ramos (fagote)
  • Vanessa Lima (contrabaixo)
  • Vera Pereira (contrabaixo)
João Paulo Moreira

João Paulo Moreira nasceu em Santiago de Bougado, Trofa, em 1985. Iniciou os estudos musicais aos oitos anos com Antónia Maria Serra na Academia de Música de Santiago de Bougado.

Terminou em 2010 a licenciatura de piano na ESMAE (Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo) no Porto na classe de Sofia Lourenço.

Posteriormente estudou ainda com Luís Pipa e Sofia Lourenço no âmbito do mestrado em ensino. Concluiu com elevada classificação o Mestrado em Ensino da música na ESMAE e frequenta o Doutoramento em Música na Universidade de Aveiro, sendo dessa forma investigador do INET-md. No âmbito do Doutoramento tem estudado com Fausto Neves e desenvolve neste momento o seu projeto de investigação sobre obras de J.S. Bach e os 24 Prelúdios para piano de Fernando Lopes-Graça.

Leia AQUI a biografia completa.

Juliana Sousa

Juliana Sousa nasceu em 1987 na Trofa. Iniciou os estudos musicais em 1995 na classe de Órgão com o professor mesquita, na Musical Trofa. Em 1997 ingressou no Centro de Cultura Musical – CCM – na classe de Piano com Eduardo Rocha e em 1999 é admitida na Escola Profissional Artística do Vale do Ave – ARTAVE – na classe de Violino de José Manuel Costa Santos.

Participou nas orquestras Artavinhos sob direção dos maestros Jaroslav Mikus e Francisco Ribeiro. Integra a Orquestra Artave em 2002, trabalhando com os maestros António Soares, Manuel Ivo Cruz, Vasco Pierce Azevedo, Emílio de César, Ernst Schelle, António Saiote, Juan Trillo, Ricardo Tacuchian, José Atalaya, Jean-Sebastien Béreau e Roberto Pérez.

Em 2004 ingressou na Orquestra APROARTE sob a direção do maestro Ernst Schelle. Frequentou Master Classes na ARTAVE com os professores Boris Kuniev, Aníbal Lima, Alexei Mijlin. Fora do âmbito da escola profissional frequentou classes de aperfeiçoamento com Sergey Kravchenko, Eliseu Silva e Nuno Soares.

Em 2005 ingressou na Escola das Artes da Universidade Católica do Porto – Pólo da Foz, na classe de Aníbal Lima e como membro do coro da Universidade Católica Portuguesa – Pólo da Foz, realizou concertos sob a direção de Barbara Frank. Em 2007 ingressou na Universidade de Aveiro, onde completou a Licenciatura em Ensino de Música, na classe de Zoltan Santá. Estagiou no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian.

Leia AQUI a biografia completa.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Luciana Cruz

Natural da Trofa, Luciana Cruz iniciou os estudos musicais aos cinco anos de idade em Piano. Aos doze iniciou o curso de Violino na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave.

Licenciou-se em 2008 pela Academia Nacional Superior de Orquestra sob orientação de Aníbal Lima na classe de Violino. Em 2013 concluiu o Mestrado em Ensino da Música – Ramo Cordas/Violino (profissionalizante) na Academia Nacional Superior de Orquestra, ministrado em associação com a Universidade Lusíada de Lisboa.

Participou em cursos e classes de aperfeiçoamento e em Portugal e no estrangeiro com os docentes Gerardo Ribeiro, Blagoja Dimcevsky, Gilles Apap, Rainer Sonne, entre outros.

Desde 2006 colabora como músico convidado na Orquestra Metropolitana de Lisboa (tendo sido músico convidado permanente na temporada 2008/2009), na Sinfonietta de Lisboa e na Orquestra Sinfónica Portuguesa.

De 2010 a 2016 foi membro contratual da Orquestra Gulbenkian. Teve assim a oportunidade de trabalhar sob a direcção de vários maestros, como: Lawrence Foster, Esa-Pekka Salonen, Kirill Petrenko, David Afkham, Thomas Adès, Bertrand de Billy, Christian Tetzlaff, Augustin Dumay, Simone Young, entre outros.

Leia AQUI a biografia completa.

Luciana Cruz

Luciana Cruz, violinista, da Trofa

Luciana Cruz, violinista, da Trofa

Ricardo Ramos

Ricardo Ramos iniciou a sua formação musical na Escola ARTAVE em 1997. Prosseguiu os estudos na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, na classe de Hugues Kesteman.

Estudou também na Musikhochschule Lübeck, na Alemanha, com Pierre Martens. Foi membro de várias orquestras juvenis e profissionais: Orquestra Portuguesa das Escolas de Música, Gustav Mahler Jugendorchester, Orquestra Juvenil da União Europeia, Bamberger Symphoniker, Philharmonisches Orchester der Hansestadt Lübeck, Orquestra Nacional do Porto, REMIX Orquestra, Orquestra das Beiras e Orquestra do Norte. Tocou sob a direção de importantes maestros como Hebert Blomstedt, Esa-Pekka Salonen, Kirill Petrenko, Michael Boder, Lawrence Foster, Michel Corboz, Ton Koopman ou Bertrand de Billy, entre outros.

Como solista, colaborou com a Philharmonisches Orchester Kiel, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo e a Norddeutsche Sinfonieta.

Leia AQUI a biografia completa.

Fonte: A informação sobre Bernardo Silva, Juliana Sousa, Margarida Silva, Ricardo Ramos, Vanessa Lima e Vera Pereira foi dada por Luciana Cruz.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/trofa-luciana-cruz-violino.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:05:292024-11-08 19:44:39Trofa e os seus músicos
Fausto, cantor, de Trancoso
Músicas no Concelho

Trancoso e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Trancoso

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Fausto (cantor, 1948)

Fausto

Fausto, cantor, de Trancoso

Fausto, cantor, de Trancoso

Fausto, nome artístico de Carlos Fausto Bordalo Gomes Dias (Oceano Atlântico, registado em Vila Franca das Naves, Trancoso, a 26 de novembro de 1948) é um cantautor português. Nascido a bordo do navio Pátria, em viagem entre Portugal e Angola, Fausto Bordalo Dias foi registado em Vila Franca das Naves. Foi na antiga província ultramarina portuguesa formou a sua primeira banda, Os Rebeldes.

Aos 20 anos, em Lisboa, onde se instalou a fim de prosseguir os estudos — concluiu a licenciatura em Ciências Políticas e Sociais, no então denominado Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina, atual ISCSP — lançou o primeiro álbum, Fausto, com o qual venceu o Prémio Revelação em 1969. No âmbito do movimento associativo em Lisboa, aproximou-se de nomes como José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Manuel Freire, juntamente com José Mário Branco ou Luís Cília, que viviam no exílio.

Em 1997, deu um dos seus mais marcantes concertos, celebrando os 500 anos da partida de Vasco da Gama para a Índia, no mesmo dia em 1497, a convite da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Autor de 12 discos, gravados entre 1970 e 2011 (dez de originais, uma compilação regravada e um disco ao vivo), é presentemente um importante nome da música portuguesa e da música popular em particular. A sua obra tem sido revisitada por nomes como, entre outros, Mafalda Arnauth, Né Ladeiras, Pedro Moutinho, Teresa Salgueiro, Cristina Branco, Marco Oliveira ou Ana Moura.

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4415-891 SANDIM VNG

Telefone:
+351 962 942 759
(Chamada para rede móvel nacional)

E-mail:
meloteca@meloteca.com

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