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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Alexandra Neves Fortes, maestrinaMarco Oliveira
Músicas no Concelho

Torres Vedras e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Torres Vedras

Lista em desenvolvimento

  • Alexandra Neves Fortes (maestrina)
  • Ana Cláudia Santos (flautista)
  • Carlos Garcia (compositor, 1983)
  • Francisco Maia (maestro)
  • Hermínio do Nascimento (compositor, 1890-1972)
  • João Carlos Perdigão (diretor de coro, professor)
  • Mário Estanislau (fabricante, 1975)
  • Nuno Rebelo (guitarrista, 1960)
  • Paulo Ramos (trompete)
  • Pedro Santos Ferreira (direção)

Alexandra Neves Fortes iniciou os estudos musicais aos seis anos, na Escola de Música da Filarmónica Cultural Ericeira. Em 1998 ingressou na Escola de Música do Conservatório Nacional (EAMCN), onde se veio a diplomar com o Curso Básico de Clarinete e o Curso Complementar de Formação Musical, em 2008. É licenciada em Música – Direcção Coral e Formação Musical, pela Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), onde estudou Direcção Coral com Paulo Lourenço, Clara Coelho e Vasco Pearce de Azevedo.

Leia AQUI a biografia completa.

Alexandra Neves Fortes, maestrina

Alexandra Neves Fortes, maestrina, créditos Marco Oliveira

Ana Cláudia Santos

Ana Cláudia Santos é natural de Torres Vedras, onde iniciou os estudos musicais aos sete anos e integrou a Banda dos Bombeiros Voluntários aos dez anos. Com a mesma idade entrou para a Escola de Música Luís António Maldonado Rodrigues (Torres Vedras), onde foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e concluiu o 8º grau de Flauta com 18 valores.

Em 1998 ingressou na Escola Profissional de Música e Artes de Almada, onde concluiu o curso de instrumento com média de 16 valores e com 20 valores na Prova de Aptidão Profissional. Participou em classes de aperfeiçoamento de Flauta com: William Benett, Emmanuel Paud, Rien de Reede, Jorge Caryevschi, Gary Woodwars e Carlos Brunell. Participou em diversos cursos de Pedagogia Musical, com Idalete Giga, Jos Wuytack e Pierre Van Hauwe.

Colaborou na Formação de uma Banda de Música dando aulas de Flauta.

De 2000/02 foi Flautista na Orquestra Sinfónica Juvenil, bem como chefe de naipe das flautas na referida Orquestra. Foi flautista da Orquestra Entre Opus, dando diversos concertos, dos quais se destacam os espetáculos da ópera “A Flauta Mágica” (versão portuguesa em parceria com o Conservatório Nacional).

Em 2005, concluiu o curso de Bacharelato em Flauta na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Nuno Ivo Cruz.

Fez parte de vários grupos de música de câmara, como quintetos, octetos e quarteto de flautas, bem como de vários projetos musicais de diferentes estilos, como: Retrato Luso-Brasileiro (música brasileira, MPB, Chorinhos) e Arabbescus (música com influências do médio oriente e portuguesa).

Tem lecionado a disciplina de Música e Flauta em diversas Escolas, tendo feito parte do Projeto Musicalix (em Escolas do Distrito de Lisboa).

Desde 2018, colabora regularmente com o Teatro do Elétrico, tendo feito parte da Orquestra nos espectáculos da Alice no País das Maravilhas, Soberana e Noite de Reis.

Desde esse ano leciona flauta na Escola de Música do Colégio Pedro Arrupe.

Ana Cláudia Santos

Ana Cláudia Santos, flautista

Carlos Garcia

Carlos Garcia nasceu em Torres Vedras, em 1983. É licenciado em Formação Musical e em Jazz (Piano) pela Escola Superior de Música de Lisboa. Ao longo da sua formação aprendeu e trabalhou com Luís Gomes (clarinete), Rui Paiva (órgão), Eurico Carrapatoso (análise e técnicas de composição), Pedro Moreira (big band), Lars Arens (arranjos), João Paulo Esteves da Silva, Antoine Hérve (piano jazz), Vasco Pearce de Azevedo, Ernst Shelle, Jean-Marc Burfin e Yibin Seow (direção de orquestra).

Lecionou Iniciação Musical e Formação Musical na Escola de Música do Conservatório Nacional durante 8 anos, nela dirigindo várias orquestras infantis e juvenis. É professor assistente na Escola Superior de Música de Lisboa, lecionando nos cursos de Direção Coral-Formação Musical e Música na Comunidade.

Leia AQUI a biografia completa.

Carlos Garcia

Carlos Garcia, compositor, de Torres Vedras

Carlos Garcia, compositor, de Torres Vedras

Francisco Maia

Francisco Maia é um maestro e pedagogo musical português de Torres Vedras que desempenha as funções de Maestro Adjunto da Mesquite Symphony Orchestra.

Francisco é licenciado em Musicologia (2016) pela FCSH-NOVA, em Portugal, e mestre em Direção de Orquestra (2021) pela West Texas A&M University, onde estudou direção com Mark Bartley e teoria musical com BJ Brooks. Os destaques do seu percurso universitário incluem a direção musical da WTAMU Opera em 2020/21, onde dirigiu a ópera “HMS Pinafore”, de Gilbert & Sullivan.

Antes de se mudar para os Estados Unidos, Francisco aprofundou os seus estudos na Atlantic Coast Conducting Academy, no seu Portugal natal. Estudou direção com Luís Clemente, Colin Metters e John Trail, e orquestração e análise de partituras com Nuno Peixoto de Pinho e Roberto Fiore.

Além das suas funções na MSO, Francisco é Diretor de Orquestra na Boulter Middle School e na Tyler High School, em Tyler, no Texas. Orgulha-se de se envolver com a comunidade orquestral local, colaborando ocasionalmente com o Maestro Felix Torres na East Texas Youth Orchestra como maestro substituto.

João Carlos Perdigão

João Carlos Perdigão é natural do concelho de Torres Vedras. Foi aluno do Conservatório de Música Luís António Maldonado Rodrigues. Frequentou o curso básico de Canto Gregoriano e o curso secundário de Formação Musical. Concluiu a licenciatura em Música na Escola Superior de Música de Lisboa. É mestrando em Direção Coral na ESML.

Dedica-se pontualmente à escrita musical tendo já composto algumas obras para coro misto, coro masculino e coro com ensemble instrumental. É autor da coleção Sebenta de Formação Musical, que criou para dar resposta às necessidades sentidas no ensino da disciplina de Formação Musical. É docente das disciplinas de Formação Musical e Classe de Conjunto – Coro no Conservatório de Música Luís António Maldonado Rodrigues e na Academia de Música de Óbidos.

Como Diretor Coral tem colaborado com inúmeros agrupamentos em diversos projetos. Formou o Coro Masculino Luís António Maldonado Rodrigues em maio de 2016 e tem a seu cargo a sua direção artística. É maestro titular do Coro ESSA – Escola Salesiana do Estoril. Colabora regularmente com o coro Stella Matutina da Sé Catedral de Évora. É membro da Capela Vocalle Magnificat desde o início da sua formação.

Leia AQUI a biografia completa.

João Carlos Perdigão

João Carlos Perdigão, diretor de coro, professor e autor

João Carlos Perdigão, diretor de coro, professor e autor

Mário Estanislau

Mário Estanislau (n. 1975) nasceu em Torres Vedras, onde concluiu o 12º ano, no curso Profissional de Técnico de Manutenção Mecânica. Passou a infância e juventude na Maceira, local onde mantém residência. Começou a ouvir música de intervenção e música popular portuguesa por influência do irmão mais velho. Em 1996 começou a trabalhar como torneiro mecânico e posteriormente como serralheiro de moldes.

O primeiro instrumento que construiu, com cerca de 15 anos, foi uma guitarra clássica. Depois fez um cavaquinho e um bandolim, procurando desenvolver as técnicas de construção com Miguel Rodrigues, um construtor de cordofones da sua região.

Com cerca de 22 anos começou a aprender a tocar cavaquinho numa coletividade da zona, altura em construiu a primeira gaita-de-foles. Os primeiros planos da gaita-de-foles que obteve foram cedidos por Joaquim António Silva (Quitó).

Fundou e tocou no grupo de música popular portuguesa “Sons da Terra”, no período entre 1997 e 2000.

Em 1999 contactou Paulo Marinho e Victor Félix com o objetivo de aperfeiçoar a construção da gaita-de-foles. De aprendiz passou a colaborador, revelando-se a sua experiência profissional uma mais valia para a construção de instrumentos na oficina. Atualmente, dedica-se a tempo inteiro à construção de instrumentos musicais, em conjunto com Vítor Félix, nomeadamente gaita-de-foles, guitarras portuguesas, bandolins, cavaquinhos, sanfonas e outros aerofones de aresta ou palheta.

Em 2003 integrou o grupo Gaitafolia, já extinto. Tem composições suas, algumas das quais integram o repertório do grupo Gaitafolia.

Através da A.P.P.E.D.G.F.  (Associação Portuguesa para o Estudo e Divulgação da Gaita-de-foles), em conjunto com Vítor Félix, participa desde o início do século XXI no encontro internacional de construtores de instrumentos tradicionais em Saint Chartier e promove com alguma regularidade workshops de construção e aprendizagem de instrumentos populares portugueses, entre os quais diversos workshops pelo país sobre vários instrumentos.

Em 2005, com Victor Félix, André Ventura, João Ventura e Tiago Pereira, formou o grupo “Roncos do Diabo”.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Nuno Rebelo

Nuno Rebelo nasceu em Torres Vedras, em 1960. Formado em Arquitetura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, desde muito cedo se dedicou exclusivamente à música, sendo auto-didata nesta área.

Durante a década de 80 destacou-se na música Pop, integrando os “Streetkids” (1980-82) e dirigindo os “Mler ife Dada” (1983-89). De 1990 a 92 dirigiu o grupo instrumental “Plopoplot Pot” e, entre 93 e 95, a “Poliploc Orkeshtra”, um ensemble de não-músicos constituído por alunos do Chapitô, que acompanhava com música ao vivo os filmes mudos “Nosferatu”, de Murnau, e Douro, Faina Fluvial, de Manoel de Oliveira.

No cinema, criou música para filmes de José Nascimento, Edgar Pêra, Ricardo Rezende, Jorge António, Jorge Paixão da Costa, etc.

No teatro, criou música para encenações de José Wallenstein, João Garcia Miguel, Paulo Filipe Monteiro, António Feio e Águeda Sena.

Leia AQUI a biografia completa.

Nuno Rebelo

Nuno Rebelo, guitarrista, de Torres Vedras

Nuno Rebelo, guitarrista, de Torres Vedras

Pedro Santos Ferreira

Pedro Santos Ferreira nasceu em Torres Vedras em 1987. O seu interesse pela música surgiu cedo, incentivado desde os 9 anos, quando iniciou os seus estudos de trompete. Aos 15 anos entrou para a Escola de Jazz de Torres Vedras, onde adquiriu e desenvolveu conhecimentos musicais no domínio da harmonia, formação musical e trompete com José Menezes e Johannes Krieger, entre outros.

Licenciou-se em Formação Musical e Direção Coral na Escola Superior de Música de Lisboa 2009, onde estudou direção coral com os maestros Vasco Pearce de Azevedo e Paulo Lourenço. Frequenta o mestrado em Direção Coral, na Escola Superior de Música de Lisboa.

Como coralista integrou, entre outros, o Coro Sinfónico Lisboa Cantat, o Coro de Câmara de Lisboa e o Coro de Câmara da Escola Superior de Música de Lisboa. Dirigiu o “Coro dos Pais e Amigos do Conservatório Nacional” (2010/2013), o “Grupo Coral dos Pequenos Cantores da Pontinha” (2010/2015) e o coro “Vozes Crescendo” (2012/2016). Pertence ao Coro Gregoriano de Lisboa, com quem gravou o CD “Os Apóstolos” (2011) e ao Ímpeto Ensemble.

Tem procurado enriquecer os seus conhecimentos, participando com frequência em classes de aperfeiçoamento, festivais corais e cursos de direção coral, nomeadamente o curso internacional de Direção e Pedagogia Coral “Vocalizze” (Almada), o curso “Zoltán Kodaly Music Pedagogical” (Institute of the Ferenc Liszt Academy of Music, Hungria), o “Curso Internacional de Música Vocal” (Aveiro) na especialidade de direção coral, o “Vocal Pop and Jazz Days” (Soesterberg, Holanda), o “Europa Cantat”, e o “World Symposium on Choral Music”.

É professor de coro no Conservatório de Música D. Dinis (desde 2009) ,dirige o coro Vozes em Si (desde 2013), o coro alto (desde 2019) e os três coros da Associação Coral de Odivelas, comPASSOS (desde 2018), entreOITAVAS (desde 2016) e emCANTUS (desde 2015), tendo conquistado com este último, no Festival Coros de Verão, em Belém, os diplomas de ouro I (2017) e ouro IV (2018).

Em maio de 2018 dirigiu a cantata Carmina Burana (versão para coro, dois pianos e percussão) em Odivelas, com os coros da Associação Coral de Odivelas e o coro D. Dinis do Conservatório de Música. É sócio fundador e membro da Direcção da Coros Portugal – Associação Portuguesa de Música Coral.

NBC

Timóteo de Deus ou NBC, como é conhecido no mundo artístico, é um músico “torriense”, como ele próprio se considera (embora o início da sua vida não esteja ligado ao concelho). É um dos primeiros “rappers” no país, que completou recentemente 20 anos de carreira.

HISTÓRIA

Hermínio do Nascimento

Hermínio do Nascimento, compositor, de Torres Vedras

Hermínio do Nascimento, compositor, de Torres Vedras

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Destaca-te no Musorbis

Destaca-te no Musorbis

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/alexandra-neves-fortes-foto-marco-oliveira-glowvolt-photography.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:04:402026-07-20 01:09:57Torres Vedras e os seus músicos
Tiago Amado Gomes, cantor, de Torres Novas
Músicas no Concelho

Torres Novas e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Torres Novas

Lançado em 2000, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Alfredo Lopes (trompete, 1974)
  • Luzia Rocha (investigadora)
  • Pedro Andrade (eufónio, 1984)
  • Pedro Rocha (compositor, 1961)
  • Tiago Amado Gomes (barítono)
Luzia Rocha

Luzia Aurora Rocha possui os graus de Licenciatura, Mestrado e Doutoramento em Ciências Musicais pela Universidade NOVA de Lisboa com especialização realizada na Leopold Fränzes Universität de Innsbruck (Áustria) com Tilman Seebass.

É membro integrado do CESEM, unidade de investigação onde também coordena Linha Temática de Iconografia Musical. É membro do Study Group on Musical Iconography (membro fundador), do Study Group for Latin America and the Caribbean (ARLAC-IMS) e do Global East Asian Music Research, da IMS (International Musicological Society). Também do Study Group on Iconography of the Performing Arts do ICTM (International Council for Traditional Music).

Em Portugal, é membro da SPIM – Sociedade Portuguesa de Investigação em Música. É colaboradora do Grupo de Iconografia Musical da Universidad Complutense de Madrid.

Leia AQUI a biografia completa.

Luzia Rocha, musicóloga, de Torres Novas

Luzia Rocha, musicóloga, de Torres Novas

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Pedro Andrade

Pedro Andrade nasceu em Torres Novas a 10 de dezembro de 1984. Iniciou os estudos musicais com 5 anos na Banda Operária Torrejana na classe de Percussão, passando pelo Trompete e Eufónio.

Participou em vários cursos de aperfeiçoamento na classe de Eufónio, nos anos de 2002, 2003, 2006, 2007 e 2008. Colaborou no estágio para Instrumentistas de Sopros Torrejanos como professor de Tuba/Eufónio em 2006, em 2010 colaborou com a Orquestra Nacional de Sopros dos Templários como professor de Eufónio.

Tem colaborado nos últimos anos nos Estágios de Orquestra de Sopros do Médio Tejo, e Estágio de Orquestra de Sopros de Mação.

Estudou Eufónio com o professor João Aibéo, Formação Musical, Coro e Analise e Técnicas de Composição no conservatório de Tomar (Centro de Formação Artística da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais).

Licenciado em Música na Universidade de Évora no ano de 2011, onde se formou em Eufónio com Jarrett Butler, Formação Auditiva, Análise, Improviso e Criatividade, e Orquestração com Pedro Amaral.

Leia AQUI a biografia completa.

Pedro Andrade, eufónio, de Torres Novas

Pedro Andrade, eufónio, de Torres Novas

Pedro Rocha

Pedro Manuel Rocha nasceu em Torres Novas em 1961. Embora desde cedo tenha revelado inclinações musicais só começou a estudar música seriamente aos 16 anos. Em 1981 frequentou Ciências Geológicas na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa onde estudou Geologia durante 3 anos, tendo obtido uma formação científica que se tornou importante no decurso do seu percurso musical.

Simultaneamente estudou Piano do Conservatório Nacional de Lisboa, com Gilberta Paiva e mais tarde com Olga Prats. Em 1982 iniciou estudos de Composição com Christopher Bochmann, prosseguido-os na Escola Superior de Música a partir de 1986, data em que concluiu o curso de Composição no então Conservatório Nacional.

Leia AQUI a biografia completa.

Pedro Rocha, compositor, de Torres Novas

Pedro Rocha, compositor, de Torres Novas

Tiago Amado Gomes

Tiago Amado Gomes nasceu em Montréal, Québec (Canadá) e iniciou os estudos musicais no Conservatório de Música do Choral Phydellius.

Terminou a Licenciatura e Mestrado em Música na Escola Superior de Música de Lisboa.

Em 2018 ganhou o prémio Melhor Interpretação de Canção Portuguesa | Bolsa de Estudo Nucase pela FUNDAÇÃO ROTÁRIA PORTUGUESA. Em 2015 o prémio e bolsa “Extraordinary Music Talent” pela Austria Barock Akademie.

Em Ópera fez Zareski em Eugene Onegin de Tchaikovsky, Conde de Almaviva em As bodas de Figaro, Don Giovanni e Masetto em Don Giovanni de Mozart; Ben em O telefone de G. C. Menotti, Marco e Guccio em Gianni Schicchi de G. Puccini, Figaro em Beaumarchais de Pedro Amaral, Guglielmo em Così fan Tutte de Mozart, Mad King em The Eight Songs for a Mad King de Sir Peter Maxwell Davies.

Leia AQUI a biografia completa.

Tiago Amado Gomes, cantor, de Torres Novas

Tiago Amado Gomes, barítono, de Torres Novas

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/tiago-amado-gomes-cantor-de-torres-novas.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:04:122024-10-27 19:31:18Torres Novas e os seus músicos
Fernando Lopes-Graça, compositor, de Tomar
Músicas no Concelho

Tomar e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Tomar

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Fernando Lopes-Graça (compositor, 1906-1994)
  • Luís Madureira (tenor, 1955)
  • Miriam Macaia (violinista, 1985)
  • Rodrigo Simões (pianista)

Fernando Lopes-Graça

Fernando Lopes-Graça, compositor, de Tomar

Fernando Lopes-Graça, compositor, de Tomar

Miriam Macaia

Miriam Macaia, violinista, de Tomar

Miriam Macaia, violinista, de Tomar

Luís Madureira

Luís Madureira, tenor, de Tomar

Luís Madureira, tenor, de Tomar

Luís Madureira

“O tenor que ensina famosos a colocarem a voz” é o título de um artigo no jornal Sábado (Vida) de 03 de março de 2019. Luís Madureira é um nome familiar para apresentadores, cantores e actores: Simone é uma das alunas-celebridade. A carreira do tenor e professor de canto começou como menino de coro em Tomar. Na igreja de São João Batista, em Tomar, o menino de coro começava a dar nas vistas em meados dos anos 60. Era Luís Madureira: a sua voz de tenor (aguda) recebia frequentes elogios e encaminhava-o para solista. Em 1972, deixava a pacata terra-natal para estudar no conservatório em Lisboa. Prosseguia viagem pelas capitais da música, dispersando-se por vários géneros: do Barroco aos musicais de época de Hollywood – cantava quase tudo.

Três décadas depois, Luís Madureira irrompia pelo palco do teatro D. Maria II no histórico musical de Filipe La Féria, Passa por Mim no Rossio (1991). Interpretava uma diva e faria amizade com uma à séria: Simone. Ainda hoje são amigos, com a cantora contralto (voz grave) a ter aulas de canto com ele aos domingos. Mas há mais: apresentadores, cantores e actores recorrem a ele para aulas de voz. Nos bastidores da TV e do teatro, o nome do tenor já é uma referência.

Fonte: Sábado, Raquel Lito

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rodrigo Simões

Rodrigo Simões nasceu em Tomar e iniciou os estudos no conservatório de artes Canto Firme onde concluiu o 8° grau de piano na classe de Joaquim Roberto.

Frequentou a Escola de Jazz Luis-Villas-Boas na classe de piano de Margarida Campelo e foi aí que começou a sua carreira artística, tendo realizado vários concertos pelo país, tanto a solo como em grupo.

Mais tarde prosseguiu os estudos na Escola Superior de Artes Aplicadas na área da música erudita, onde estudou com Luísa Tender e Jill Lawson e concluiu a licenciatura com distinção.

Frequentou classes de aperfeiçoamento com John Twaites, Fausto Neves, Marta Menezes e Jill Lawson.

É coralista ativo do Coro Autêntico com o qual gravou 2 CDs, um deles com repertório contemporâneo totalmente inédito para coro e quarteto de guitarras onde se pode ouvir nas plataformas digitais. Foram também realizados concertos por todo o país, destacando-se o concerto na Assembleia da República e em Guimarães.

Frequentou o Mestrado em Ensino de Música no Instituto Piaget em Viseu na Classe piano de Jairo Grossi.

Leciona aulas de piano desde 2017, é professor e pianista acompanhador na escola Dr. Manuel Fernandes em Abrantes e na escola Gualdim Pais em Tomar.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/tomar-fernando-lopes-graca-compositor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:03:302024-11-08 20:28:08Tomar e os seus músicos
José Leite de Vasconcelos, etnógrafo, de Tarouca
Músicas no Concelho

Tarouca e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Tarouca

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Adácio Pestana (trompista)
  • José Leite de Vasconcelos (coletor, 1858-1941)
Adácio Pestana

Antigo trompista da trompista da Orquestra Gulbenkian e professor no Conservatório Nacional de Lisboa, Adácio Pestana tocou e gravou com músicos como Carlos do Carmo, José Afonso, Carlos Mendes, Banda do Casaco, Fausto, Sérgio Godinho, Heróis do Mar, Francisco Naia. Tem auditórios com o seu nome em Tarouca, sua terra natal, e em Campolide, para onde a família foi viver.

José Leite de Vasconcelos
José Leite de Vasconcelos, etnógrafo, de Tarouca

José Leite de Vasconcelos, etnógrafo, de Tarouca

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/tarouca-jose-leite-de-vasconcelos-etnografo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:02:322024-11-14 16:14:43Tarouca e os seus músicos
José Peixoto, guitarrista, de Sobral de Monte Agraço
Músicas no Concelho

Sobral de Monte Agraço e os seus músicos

Músicos naturais de Sobral de Monte Agraço

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • José Peixoto (violista, 1960)
  • Neves e Melo (coletor, 1846-1912)
José Peixoto, guitarrista, de Sobral de Monte Agraço

José Peixoto, guitarrista, de Sobral de Monte Agraço

Nascido em 1960, José Peixoto concluiu em 1981 o Curso Geral de Guitarra Clássica da Academia de Amadores de Música de Lisboa, prosseguindo os estudos com Piñeiro Nagy.

Nesse ano frequentou o Curso de Guitarra de Alberto Ponce e também o de Música de câmara com Alberto Lisy, enquadrados nos Cursos Internacionais de Música da Costa do Estoril.

Frequentou as disciplinas de Percussão, Acústica e Educação Musical no Conservatório Nacional de Lisboa.

Como alaudista, fez parte do grupo de música antiga LA BATALLA dirigido por Pedro Caldeira Cabral, com quem gravou o álbum Cantigas de Amigo. Ainda com alaúde, gravou com a soprano Helena Afonso as seis cantigas de Martin Codax (séc. XIII), sob a direcção de Manuel Pedro Ferreira.

Trabalhou como músico, arranjador e compositor com alguns dos nomes de prestígio da Música Portuguesa – Maria João, Janita Salomé, José Mário Branco, Vitorino, Júlio Pereira, Pedro Caldeira Cabral, Rui Veloso, Madredeus, entre outros. Foi um dos Fundadores e principal compositor do grupo de música instrumental SHISH com o qual gravou, em trio, o LP Espaços em 1987, tendo como convidado o violinista Carlos Zíngaro. Um ano depois concebeu e gravou com outro grupo, formado pelos músicos Mário Laginha, Mário Barreiros, Carlos Bica, José Martins e o saxofonista alemão Martin Fredebeul, o CD El Fad.

Em finais de 1989, criou, juntamente com o contrabaixista de jazz Carlos Bica, o grupo CAL VIVA. Com este grupo grava o CD Cal Viva, efectua várias tournées pela Alemanha e participou em festivais na Europa e Ásia (Macau). Ainda em 1989 formou, com José mesquita Lopes e António Ferreirinho, o grupo de música de câmara TRIO DE GUITARRAS DE LISBOA com o qual participa, entre outros acontecimentos, nos VIII e XIX Festivais ” Música em Leiria ” e no 17º Festival de Música do Estoril, para além de gravações para a rádio e televisão.

Compôs, em 1990, com Nuno Rebelo, a música para o bailado Alto Contraste, apresentado pelo ” Dança Grupo ” na Fundação Calouste Gulbenkian em Fevereiro de 1990. Em 1991 compôs a música para o bailado Núcleo, apresentado pelo grupo da coreógrafa Margarida Serrão na 3ª Mostra de Dança no Acarte (F. C. Gulbenkian).

A partir de 1991 efectuou com a cantora de jazz Maria João, o pianista Mário Laginha e o grupo CAL VIVA uma série de digressões pela Europa, que incluíram a gravação do CD Sol para a editora alemã Enja.

Em 1992, cria um novo trio de música instrumental com o guitarrista Mário Delgado e o percussionista José Salgueiro com quem grava o CD Taifa editado em 1994. Compõe para a Companhia de Dança de Almada a banda sonora do bailado Vozes Caladas da coreógrafa Amélia Bentes, apresentado em Maio de 1993.

Desde 1993 integra o grupo MADREDEUS com quem gravou os CDs “Espírito da Paz”, “Ainda”, “O Paraíso”, “O Porto” e “Movimento” tendo efectuado várias digressões mundiais. Em 1993, criou uma equipa com José Salgueiro (co-produtor), Cristina Sampaio (ilustradora) Paulo Curado (músico e compositor), Nuno Artur Silva (escritor e guionista) e José Mário Branco (compositor e orquestrador ) com a qual desenvolve o projecto de música infantil “Bom Dia Benjamim” – CD e livro – editado em 1994 e cantado por Maria João.

Em 1996, registou o seu primeiro trabalho a solo, gravado na Igreja da Cartuxa (Caxias) e que se intitula “As Vozes dos Passos”. Em 1998, gravou o seu segundo CD a solo com o título “A Vida de Um Dia”. No ano 2000, editou o CD “O que me diz o espelho de água”, com a colaboração de Mário Franco (contrabaixo). Ainda no ano 2000 foi editado pela Musicoteca o álbum “Amarelos e outros tons” com oito peças para guitarra, uma das quais, a que dá nome ao álbum, é peça obrigatória no exame de admissão para o Curso de Guitarra da Escola Superior de Música de Lisboa.

Em 2001, foi editado o CD “A Tempo”, uma antologia em que é incluída a música do bailado “Núcleo”, composta em 1991. No ano de 2002, gravou com o músico Fernando Júdice o CD “Carinhoso” baseado na obra do compositor brasileiro Pixinguinha, considerado o pai do chorinho brasileiro, e que conta com a colaboração das vozes de Maria João, Manuela Azevedo e Luís Represas. Gravou em 2003 o CD “Aceno” que tem como convidados o guitarrista americano Ralph Towner e as cantoras Manuela Azevedo e Filipa Pais.

Reciclanda

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Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

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António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/sobral-de-monte-agraco-jose-peixoto-guitarra.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:02:002024-11-13 22:43:11Sobral de Monte Agraço e os seus músicos
André Matos, guitarrista, de Sintra
Músicas no Concelho

Sintra e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Sintra

[ Serviço público sem financiamento público, o Musorbis foi lançado em dezembro de 2020. O processo de inserção de dados pode ser acelerado com a cooperação dos músicos no que se refere a currículos e fotografias em falta. ]

  • Ana Beatriz Martins (oboé)
  • André Matos (guitarrista)
  • Clotilde Rosa (compositora, 1930-2017)
  • Mariana Vieira (composição, 1997)

André Matos

André Matos, guitarrista, de Sintra

André Matos, guitarrista, de Sintra

Ana Beatriz Martins

Ana Beatriz Teixeira Martins nasceu a 21 de fevereiro de 2002, em Sintra, distrito de Lisboa. Iniciou os estudos musicais em oboé na escola da Banda Filarmónica de São Mamede de Ribatua, em 2013, na classe de Adriana Castanheira. Ingressou no Conservatório Regional de Música de Vila Real em 2015, na classe de Roberto Henriques, e no ano seguinte, na classe de Adriana Castanheira. Concluiu o ensino secundário em 2020, tendo obtido o resultado de 19 valores na sua Prova de Aptidão Artística.

É licenciada pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, na classe do professor Ricardo Lopes, tendo obtido a média de 18 valores. Termina o primeiro ano de Mestrado em Interpretação Artística na mesma instituição e integrando a classe no mesmo professor.

Colabora frequentemente com a Banda Sinfónica Transmontana, a Orquestra do Alto Minho, a Alto Minho Youth Orchestra (2 edições) e o ContemporArte Ensemble, projeto de música contemporânea a ser desenvolvido na ESMAE.

É professora de oboé no Conservatório Regional de Música de Vila Real.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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Mariana Vieira

Nascida em Sintra, em 1997, Mariana Vieira é uma compositora portuguesa baseada em Lisboa. Concluiu a licenciatura em Música – Composição na Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou com os compositores Carlos Caires e Jaime Reis. Frequenta o Mestrado em Ensino de Música na mesma instituição.

Mariana Vieira, compositora, de Sintra

Mariana Vieira, compositora, de Sintra

As suas peças foram apresentadas em festivais como Young Euro Classic (Alemanha), Crossroads (Áustria), Monaco Electroacoustique (Mónaco), e Aveiro_Síntese e Música Viva (Portugal). Em 2017, venceu o European Composer Award com a peça “Raiz”, uma encomenda da Jovem Orquestra Portuguesa, que teve a sua estreia na Konzerthaus de Berlim.

Participou em workshops e classes de aperfeiçoamento com compositores como Åke Parmerud, Annette Vande Gorne e Bernard Fort. Interessa-se pela produção de projetos artísticos, trabalhando nesta área paralelamente à sua atividade enquanto compositora. É diretora executiva do Festival DME – Dias de Música Electroacústica e do Lisboa Incomum, projetos que desenvolvem atividade de criação, programação e formação na área da música erudita contemporânea e eletroacústica.

HISTÓRIA DA MÚSICA

Clotilde Rosa

Clotilde Rosa, compositora, de Sintra

Clotilde Rosa, compositora, de Sintra

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/sintra-andre-matos-guitarra.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:01:422024-10-27 20:20:56Sintra e os seus músicos
Corina Freire, cantora e atriz, de Silves
Músicas no Concelho

Silves e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Silves

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Corina Freire (cantora, 1897-1986)

Corina Freire (Silves, 1897-1986) foi uma cantora lírica soprano e atriz portuguesa. Foi a primeira portuguesa a trabalhar no Olympia de Paris e a cantar para o Príncipe de Gales, depois duque de Windsor. Estreou-se no teatro de revista em 1927 com “Rosas de Portugal” de Silva Tavares, sendo a sua última aparição neste género em “O Mar também tem amantes”.

Efetuou temporadas em vários países, tendo em Paris integrado o espetáculo “Parade du Monde” ao lado de Maurice Chevalier. Depois de se retirar dos palcos, por volta de 1940, deu aulas particulares de canto, nomeadamente a um seu jovem parente, António calvário, futura vedeta da música ligeira portuguesa.

Corina Freire

Corina Freire, cantora e atriz, de Silves

Corina Freire, cantora e atriz, de Silves

Corina Freire

Corina Freire, cantora e atriz, de Silves

Corina Freire, cantora e atriz, de Silves

Curiosidade: Marco Paulo começou a ter aulas de canto com Corina Freire em 1963, no Barreiro, para educar a voz. Foi durante essas aulas que foi descoberto pela fadista Cidália Meireles, o que impulsionou sua carreira musical.

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/silves-corina-freire-cantora.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:01:152024-10-29 20:03:12Silves e os seus músicos
Gonçalo Simões, pianista, León 2019
Músicas no Concelho

Setúbal e os seus músicos

Músicos do Concelho de Setúbal

Meloteca é o sítio dos músicos;
Musorbis é o sítio do património musical dos concelhos.

  • Afonso Malão (pianista)
  • António Bravo (trombone, 1968)
  • António José Lampreia (letrista, 1929-2003)
  • António Eusébio Calafate (poeta popular, 1819-1911)
  • Celestino Rosado Pinto (violoncelista, 1872-1963)
  • Celina da Piedade (acordeonista)
  • Gonçalo Gouveia (guitarrista)
  • Gonçalo Simões (pianista)
  • Inês Constantino (mezzo-soprano)
  • Inês Madeira Lopes (compositora, 1999)
  • João Valinho (Setúbal, 1997)
  • Joaquim Silvestre Serrão (compositor, 1801-1877)
  • Luísa Todi (cantora lírica, 1753-1833)
  • Madalena Sá Pessoa (pianista)
  • Luís Petrolino (guitarrista, 1859-1934)
  • Maria Adelaide Rosado Pinto (musicóloga, 1913-1997)
  • Maria Beatriz de Oliveira (guitarrista)
Afonso Malão

Natural de Setúbal, Afonso Malão estudou clarinete e piano, mas optou definitivamente pelo piano. Diplomou-se na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), com 19 valores em piano e completou a licenciatura na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo (ESMAE) do Porto em 2003, com 20 e 18 valores, respectivamente em música de câmara e piano.

Ganhou diversos prémios, entre os quais se contam o 1º Prémio em Piano nos Prémios Jovens Músicos / RDP (1988); 1º Prémio do Júri e do Público em Piano Concurso Maria Campina (1990); 1º Prémio em Música de Câmara no Concurso Helena Sá e Costa (1994).

Foi professor de Música de Câmara na ESML, professor correpetidor e professor de piano em diversas escolas de música em diferentes pontos do País.

Leia AQUI a biografia completa.

Afonso Malão

Afonso Malão, pianista, de Setúbal

Afonso Malão, pianista, de Setúbal

Celina da Piedade

Celina da Piedade é acordeonista, cantora, e compositora. Começou a estudar música aos 5 anos, e pouco tempo depois já atuava em público. Estudou no Conservatório de Setúbal, onde também deu aulas de acordeão. Licenciou-se em Património Cultural e pós-graduou-se em Estudos de Música Popular. Em 1998 conheceu a Associação PédeXumbo, com quem colaborou desde então e da qual é atualmente Presidente Honorária.

No ano de 2000 integrou o Cinema Ensemble de Rodrigo Leão, com quem ainda trabalha, tocando em todos os concertos e discos do compositor. A esta partilha acrescentam-se outras: Mayra Andrade (com quem tocou e para quem compôs “Mon Carroussel”), Uxia, Ludovico Einaudi, Gaiteiros de Lisboa, António Chainho, Samuel Úria, entre muitos outros.

Participou como artista e compositora em mais de 50 edições discográficas, para além de bandas sonoras para cinema, teatro e dança. Integra o grande coletivo Tais Quais, fazendo parceria com Vitorino, Tim, Sebastião, Serafim, Jorge Palma, Paulo Ribeiro e João Gil.

Leia AQUI a biografia completa.

Celina da Piedade

Celina da piedade, cantora, de Setúbal

Celina da piedade, cantora, de Setúbal

Gonçalo Simões

Gonçalo Simões nasceu em Setúbal. Iniciou os estudos musicais na Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi.

Prosseguiu os estudos na Escola Superior de Música de Lisboa, onde concluiu com elevadas classificações a Licenciatura em Piano (2008) e o Mestrado em Ensino de Música – Variante de Instrumento (Piano) (2013), tendo trabalhado sob a orientação dos pianistas Olga Prats, Jorge Moyano e Miguel Henriques.

Encontra-se em fase de conclusão do Programa de Doutoramento em Música e Musicologia na Universidade de Évora, variante de Performance (Piano), desenvolvendo investigação sobre o repertório português de música de câmara para violino e piano da primeira década do século XX, sob a orientação de Ana Telles-Béreau.

​Participou em diversas classes de aperfeiçoamento com músicos internacionalmente reconhecidos como Irina Vinogradova, Jörg Demus, Vitaly Margulis, Jura Margulis, Luiz de Moura Castro, Helena Sá e Costa, Manuela Gouveia, Ralf Nattkemper, Avedis Kouyoumdjian, Jiri Tomasek, Walter Moore, Agne Stepina e Jeanette Favaro-Reuter. Entre 2015 e 2017, realizou trabalho de aperfeiçoamento na classe particular do pianista Artur Pizarro.

Desde 2003, colabora com o Coral Infantil de Setúbal, tal como desde 2006 com o Coro Feminino TuttienCantus, ambos sob a orientação do Maestro Nuno Batalha, e com os quais desenvolve intensa atividade artística por todo o país.

Desde 2007, desenvolve atividade pedagógica no Conservatório Regional de Setúbal, onde desempenha as funções de Professor de Piano e Pianista Acompanhador. Exerce ainda o cargo de Professor Assistente, desempenhando funções de Pianista Acompanhador na Escola Superior de Artes Aplicadas, pertencente ao Instituto Politécnico de Castelo Branco, tendo ainda desempenhado o mesmo cargo na Escola Superior de Música de Lisboa entre 2009 e 2010, bem como no Departamento de Música da Universidade de Évora entre 2017 e 2021.

Apresentou-se como solista no espetáculo “Carnaval” (no qual foram interpretadas obras em estreia mundial de importantes compositores portugueses da atualidade, como Luís Tinoco, Sérgio Azevedo, António Pinho Vargas, Eurico Carrapatoso, entre outros, e a obra Carnaval des Animaux, de Saint-Säens), com a Orquestra Sinfónica Portuguesa em parceria com a Companhia Nacional de Bailado e sob a direção do Maestro Cesário Costa, tendo realizado espetáculos no Teatro Camões, em Lisboa, e no Teatro Rivoli, no Porto, em 2016 .

Em 2017, apresentou-se como solista com a Orquestra da ESART, interpretando a obra Prelúdio para Piano e Cordas, do compositor setubalense Gonçalo Lourenço (estreia mundial), e o Concerto em Ré menor BWV 1052, de J. S. Bach. Participou como compositor e pianista no FilmFest Setúbal – Festival de Cinema Mudo (edições de 2019 e 2020), interpretando bandas sonoras da sua autoria escritas para os filmes Shoes, de Lois Weber (1916), e Filibus, de Mario Roncoroni (1915).

Apresenta-se regularmente em público com projetos na área de Música de Câmara, nomeadamente com a violinista Josefina Alcaide, com a qual fundou o Duo Concêntrico; paralelamente trabalha também com regularidade com o violoncelista Samuel Santos e com a soprano Ana Catarina Tomás.

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Inês Constantino

A mezzo-soprano Inês Constantino começou por estudar guitarra clássica, saxofone e canto no Conservatório Regional de Palmela.

Completou a licenciatura em canto na Universidade de Aveiro sob orientação de Isabel Alcobia em 2016.

Nesse mesmo ano ganhou o 2º prémio no Concurso Internacional de Música “Cidade de Almada”.

No teatro Aveirense sob direção de Vassalo Lourenço e encenação de Claudio Hochman, interpretou as personagens Cherubino em “Le nozze di Figaro”, Zita em “Gianni Schicchi” e Suor Zelatrice em “Suor Angelica”. Também participou em musicais como “O feiticeiro de Oz” e “A pequena Sereia”.

Na Universidade Mozarteum em Salzburg, estudou de 2016 a 2018 na classe de ópera do maestro Gernot Sahler e encenador Alexander von Pfeil e na classe de canto de Michèle Crider. Em 2018 ganhou a bolsa de estudos Gianna Szel-Stipendium em Salzburg.

Leia AQUI a biografia completa.

Inês Madeira Lopes

Nascida em Setúbal, em 1999, Inês Madeira Lopes iniciou o seu percurso musical no Conservatório Regional de Setúbal. Passou pelas classes de Violino e Viola d’arco, e terminou o ensino secundário em Composição, com António Laertes. Encontra-se neste momento a terminar a licenciatura em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), com Carlos Caires, tendo estudado também com outros compositores como João Madureira, António Pinho Vargas e Luís Tinoco.

Participou em classes de aperfeiçoamento e conferências com compositores de renome como Kaija Saariaho, Thomas Adès, Jaime Reis, John Chowning, Mario Mary, entre outros. Com a bailarina Michele Luceac criou “Jano”, uma obra para multipercussão, para o projeto de investigação “Música para espaço específico”, parceria entre a ESML e a Faculdade de Motricidade Humana.

Inês Madeira Lopes

Inês Madeira Lopes, compositora, de Setúbal

Inês Madeira Lopes, compositora, de Setúbal

Compôs “Primeira sensação de um lugar” para guitarra solo, encomenda do Festival de Música de Setúbal para a inauguração da exposição “Lanzarote, a janela de Saramago” de João Francisco Vilhena. Escreveu a peça para fagote solo “Reminiscências”, para a 34a edição do Prémio Jovens Músicos, encomenda da Antena 2 – RTP. Compôs música, em parceria com a compositora Sara Marita, para o projeto “Vozes abafadas e instrumentos distantes”, encomendada para a “Festa dos Anos de Álvaro de Campos”, iniciativa da Câmara Municipal de Tavira. É uma das compositoras que integra a 4ª edição do programa “Jovens compositores”, dos Estúdios Victor Córdon.

João Valinho

João Valinho nasceu em Setúbal em 1997. Iniciou os estudos musicais em Clarinete aos 10 anos com David Pinheiro na Escola de Música da Banda Musical de Monção. Ingressou mais tarde no 1º ano do grau médio do Conservatório Profissional de Música de Vigo. Aí finalizou os primeiros estudos oficiais onde lhe foi atribuído o “Premio fim de grau” na especialidade de Clarinete. Posteriormente expandiu os estudos no Conservatório Superior de Música de Vigo com Astério Leiva entre outros.

Realizou classes de aperfeiçoamento com Phillipe Berrod, Hedwig Swimberghe, Valerii Althukov, Nuno Pinto, Ognjen Popovic, Dominique Vidal, Rimvydas Savickas, Justo Sanz, Carlos Alves, Luís Carvalho, Luís Gomes, Pablo Fernandez e Máximo Mazzone. Fez um curso de Jazz com o professor Philippe Leloup. Foi selecionado para o estágio “Buffet Crampon Wind Orchestra” em 2016 com o maestro António Saiote e realizou um curso de direção musical com o maestro Afonso Alves.

Colabora com a Orquestra Clássica de Vigo e em seus grupos de música de câmara como clarinetista. Tocou na Faculdade de Geografia e História de Santiago de Compostela, no auditório García Barbón, Auditório Mar de Vigo, entre outros. É solista da Banda Musical de Monção e prossegue os estudos no Conservatório Superior de Música de Vigo.

Maria Beatriz de Oliveira

Nascida em Setúbal, Maria Beatriz de Oliveira é licenciada em Música – Guitarra Clássica, pela Universidade de Aveiro (UA) e já marcou presença em eventos como os Dias da Música em Belém e o Festival de Música de Setúbal.

Maria Beatriz Oliveira

Maria Beatriz Oliveira, guitarrista, de Setúbal

Maria Beatriz Oliveira, guitarrista, de Setúbal

Em 2005 teve o primeiro contacto com o instrumento e em 2009 ingressou no Conservatório Regional de Setúbal (CRS), na classe de Filipa Pinto Ribeiro. Enquanto aluna do Conservatório foi convidada a participar em projetos como o Grupo de Música Contemporânea e a Orquestra de Guitarras, nos quais desempenhou o papel de solista inúmeras vezes. Nesse âmbito, participou em intercâmbios e colaborações com o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, o compositor Jaime Reis e os alunos da Licenciatura em Música da Universidade de Évora.

Na vertente da Música de Câmara iniciou o seu percurso como membro do Quarteto de Guitarras do CRS e, atualmente, pertence ao Duo SulTasto (com o Guitarrista João Pires) e ao Duo Chiaroscuro (com a Violinista Aurora Miranda). Tocou em salas no Centro Cultural de Belém (Lisboa), Comando Metropolitano de Lisboa da PSP (Lisboa), Fórum Luísa Todi (Setúbal), Casa da Cultura (Setúbal), Auditório Municipal António Chainho (Santiago do Cacém), Cineteatro Alba (Albergaria-a-velha) e é frequentemente contactada para protagonizar momentos musicais em eventos culturais.

Estreou obras de compositores como Jorge Peixinho, Clotilde Rosa e António Laertes, de estudantes de composição como Inês Madeira Lopes e Margarida Gonçalves, e frequentou masterclasses com Dejan Ivanovic (Croácia), Zoran Dukic (Macedónia), Daniel Wolff (Brasil), Juan Almada (Argentina), Redmon O’Toole (Irlanda), Paulo Vaz de Carvalho (Portugal), Miguel Carvalhinho (Portugal), Francisco Morais Franco (Portugal). Frequenta o Mestrado em Ensino da Música na UA, leciona Guitarra Clássica na Academia de Música da Quinta do Picado e Música/Expressão Musical em escolas do Município de Ílhavo.

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HISTÓRIA

Celestino Rosado Pinto

Celestino Germiniano Lima Rosado Pinto, violoncelista e regente, nasceu em Setúbal a 17 de dezembro de 1872 e faleceu a 09 de janeiro de 1963. Iniciou os estudos musicais com José Luciano de Carvalho e continuou com o compositor setubalense António do Nascimento.

Foi considerado, no campo das artes, um dos setubalenses mais completos. Pianista, organista, violoncelista, compositor e instrumentista, desde muito cedo se evidenciou na música. Tinha apenas 11 anos de idade quando as suas qualidades artísticas se começaram a revelar, sobretudo na área da composição.

Foi regente do Grupo Strauss e fez parte do Grupo Dramático Rangel de Lima (1894). Pertenceu ao grupo de organizadores da Academia Sinfónica de Setúbal (1914), da qual foi regente musical juntamente com o maestro Lambertini.

O seu espólio está na Biblioteca Pública Municipal de Setúbal, onde se encontra Hymno de Nossa Senhora d’Arrábida (1895) e outras obras.

Celestino Rosado Pinto era pai do Médico Eduardo Rosado Pinto e da musicóloga Maria Adelaide Rosado Pinto.

Fontes: portal da Câmara Municipal de Setúbal; Setubalenses de Mérito (de João Francisco Envia, Edição de Autor, 2003)

Luísa Todi

Luísa Todi, uma das maiores artistas líricas do seu tempo, nasceu em Setúbal a 9 de Janeiro de 1753 e faleceu em Lisboa a 1 de Outubro de 1833. Filha de Ana Joaquina de Almeida e do mestre de música Manuel José de Aguiar, recebeu no batismo o nome de Luísa Rosa de Aguiar.

Ainda na sua terra natal, entre 1758 e 1763, Luísa e três dos seus irmãos familiarizam-se com a arte de representação frequentando a residência de uma dama setubalense que organizava espetáculos teatrais em privado. Com dez anos de idade, ingressou no teatro profissional por mão de seu pai.

Por contrato firmado a 6 de Julho de 1763, Manuel José de Aguiar e quatro dos seus filhos mais velhos (Cecília Rosa, António José, Isabel Ifigénia e Luísa Rosa) passavam a integrar a companhia do Teatro do Bairro Alto.

Leia AQUI a biografia completa.

Luísa Todi

Luísa Todi, cantora lírica, de Setúbal

Luísa Todi, cantora lírica, por Lobão Tello 2009

Madalena Sá Pessoa

Maria Madalena Nunes Pereira de Sá Pessoa nasceu a 5 de Maio de 1920, na freguesia de São Sebastião, em Setúbal, e faleceu em Cascais a 15 de fevereiro de 2020 em Cascais. Iniciou os estudos de música aos 8 anos. Frequentou o Conservatório de Lisboa, onde terminou o Curso Superior de Piano orientado por Jaime Silva, com a nota final de 19 valores.

Aos 21 anos foi para a Covilhã onde começou a dar aulas de piano a particulares. Aos 23 anos casou com o industrial de Lanifícios António de Sá Pessoa, de quem teve 7 filhos Aos 40 anos ficou viúva, deixou a Covilhã e instalou-se com os seus 7 filhos em Carcavelos.

Frequentou o curso de Iniciação Musical, na Fundação Calouste Gulbenkian, regido pelo Professor Edgar Willems, um curso de aperfeiçoamento no Conservatório de Délémont (Suíça), regido por Jacques Chapuis, o curso de Verão de Jos Wytack.

Lecionou na Escola Preparatória Conde de Oeiras, na Academia de Santa Cecília, no Colégio “O Cavalinho” e na Escola de Dança Ana Mangericão. Durante os anos 60 e 70, foi organista na Igreja Paroquial de Carcavelos, voltou nos finais dos anos 90 até 2008.

Leia AQUI a biografia completa.

Madalena Sá Pessoa

Madalena Sá Pessoa, pedagoga, de Setúbal

Madalena Sá Pessoa, pedagoga, de Setúbal

Maria Adelaide Rosado Pinto

Maria Adelaide Miguéns Rosado Pinto, professora e musicóloga, nasceu em Setúbal (São Julião), a 30 de junho de 1913 e faleceu a 22 de setembro de 1997. Era filha de Celestino Germiniano Lima Rosado Pinto, e irmão de Eduardo Rosado Pinto.

Iniciou os estudos musicais com Alice Salgado Barreto. Aos 18 anos concluiu o Curso Superior de Piano do Conservatório Nacional de Lisboa com 19 valores. Fez o Curso de Especialização de Piano com Campos Coelho, nos ano de 1943 a 1947, tendo, igualmente, recebido lições de Helene Zumstagde, em Basileia (Suíça), nos anos de 1968, 1969 e 1975.

Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, a partir de 1958, tendo por isso visitado e estudado em diversas escolas de música, academias, institutos e conservatórios na Suíça, assim como noutros países, onde ganhou imensos conhecimentos, com a intenção de organizar a Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi de Setúbal. Desta academia foi co-fundadora (1960), professora e diretora até 1988.

Foi diretora pedagógica da Academia Eborense, de 1982 a 1988.

Foi professora de Educação Musical na Escola Preparatória Luísa Todi.

Fez grande parte da sua vida de concertista no estrangeiro. Em 1961 foi uma das fundadoras do Coral Luísa Todi. Participou em vários congressos e seminários um pouco por todo o Mundo na qualidade de membro da International Society for Music Education.

Maria Adelaide Rosado Pinto pertenceu à comissão fundadora da delegação de Setúbal da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM), em 1970, bem como da Associação Portuguesa de Educação Musical e do Conservatório Regional de Setúbal, em 1987, onde lecionou até 1997, data da sua morte. Foi fundadora da Associação de Canto da Cidade de Setúbal, da qual foi presidente desde 1986.

Escreveu várias obras infantis do teatro musicado, entre as quais: Sorrisos da Primavera, Aniversário Real, Mercado de Aldeia, A Gruta Encantada e o Príncipe Enamorado.

Publicou os livros: Natal, Natal; Marés Vivas; Evocando Poetas e compositores Setubalenses; e Toadas e Cantares de Setúbal e sua Região. Gravou para a eternidade as vozes dos homens do mar, suas toadas, danças e cantilenas do seu dia a dia.

Era sócia honorária da Associação do Património Cultural e Natural da Região de Setúbal. Em 1987, a Câmara Municipal de Setúbal condecorou-a com a Medalha de Ouro de Mérito Cultural da Cidade de Setúbal.

Desde 1981, colaborou com o Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia. Efetuou visitas de apoio técnico à sua tocata, e prestou os necessários esclarecimentos sobre músicas e danças que o rancho adotou do seu livro Toadas, Cantares e Danças de Setúbal e sua Região, que reúne uma basta obra de recolha em Setúbal e sua região em épocas diferentes do inicio do século XX, por seu pai, Celestino Rosado Pinto.

Participou com regularidade no júri do Festival de Acordeão da Barra Cheia. Foi membro do Conselho Técnico da Estremadura Sul da Federação do Folclore Português desde 1981 até falecer. O Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia, prestou-lhe homenagem póstuma, em 1999, dedicando-lhe a edição do 11º. Festival de Acordeão da Barra Cheia, onde participaram dezenas de acordeonistas da região, muitos amigos e o Grupo de concertinas de Montargil. O Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia, participou em 2017 no Fórum Municipal Luísa Todi em Setúbal, nas cerimónias de Homenagem prestadas a Maria Adelaide Rosado Pinto.

Fontes: portal da Câmara Municipal de Setúbal, Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia

TOPONÍMIA MUSICAL

Celestino Rosado Pinto tem em Setúbal um largo com o seu nome (2910-458, São Sebastião, GPS: 38.52650700 -8.87122000)

Luís Petrolino tem rua com o seu nome em Setúbal, na freguesia de São Sebastião (GPS: 38.522882, -8.896155, 2900-721 Setúbal Zona Industrial da Varzinha).

Luísa Todi tem um monumento e uma avenida com o seu nome em Setúbal, e ruas em Matosinhos, Sesimbra, Gondomar, Lisboa e Cascais.

Maria Adelaide Rosado Pinto tem em Setúbal uma rua com o seu nome (2900-693 São Julião, GPS: 38.53281100 -8.89715700)

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/goncalo-simoes-piano-leon-espanha-2019.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:00:512024-10-28 17:58:50Setúbal e os seus músicos
Maria Isabel Mendonça, pianista, de Seia
Músicas no Concelho

Seia e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Seia

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

  • Almeida Santos (guitarrista, cantor, 1926-2016)
  • Ana Rita Almeida (clarinete)
  • André Maximino (trompa)
  • António Luís de Brito (maestro)
  • Margarida Cardoso (musicóloga)
  • Maria Isabel Mendonça (piano)
  • Mariana Cardoso (clarinete)
  • Ricardo Almeida (trombone)
António Luís de Brito

Natural da vila de Loriga – Seia, António Luís de Brito iniciou os estudos musicais na Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Banda de Loriga), na qualidade de executante, contramestre, e posteriormente maestro de 1969 a 1974. Foi maestro da Banda Sociedade Instrução e Recreio de Paços da Serra – Gouveia, no ano de 1974, e da Banda de Música de Anadia, de 1979 a 1988.

Dirigiu ainda vários coros litúrgicos nas Igrejas de Loriga, Águeda e Recardães, sendo autor de diversas obras musicais.

Participou em vários cursos de aperfeiçoamento de diretores corais, organizados pela SEC – Secretaria de Estado da Cultura, onde se destaca o I e II Curso-Estágio de Direcção Coral, ministrados pelo Maestro José Robert.

É professor de música na Escola da Casa do Povo de Águeda, tendo também a seu cargo, a direção artística da Orquestra Juvenil da Casa do Povo de Águeda, desde 1983.

De 1986 a 1987, foi maestro do Orfeão da Associação Cultural de Recardães, e de 1989 a 1994, dirigiu o Coro Infantil do Orfeão de Águeda. Foi director artístico do Coro Misto do Orfeão de Águeda, desde 1981 a 1999. É maestro principal do Grupo Coral Oásis (Fogueira), desde Setembro de 1998, Maestro Adjunto do Coro Misto do Orfeão de Barrô, desde 2005, e do Coro da Cruz Vermelha Portuguesa de Águeda, desde 2006.

Foi um dos fundadores do Conservatório de Música de Águeda, no qual exerce funções diretivas desde a sua fundação (1999).

Maria Isabel Mendonça

A pianista Maria Isabel Mendonça nasceu em Seia. Iniciou os estudos musicais, em piano e violino, no Conservatório de Música de Seia, que frequentou até ao 6.º grau. A partir de 2010, frequentou o Conservatório Regional de Coimbra, na classe de Tatiana Yakimova, onde concluiu o curso complementar de piano com a classificação final de 20 valores.

Participou, também, no Concurso de Piano do Colégio São Teotónio, em 2011, e no Concurso de Piano Florinda Santos, em 2012, onde obteve o 2.º e 3.º lugar, respetivamente. Como solista, realizou concertos no Centro Cultural de Belém, nos “Dias da Música” dedicados a J. S. Bach, em Lisboa, e no Pavilhão Centro de Portugal, em Coimbra.

Concluiu, com distinção, em 2017, o Mestrado Integrado em Arquitetura, pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto. Licenciou-se, em piano, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, tendo integrado a classe dos professores Madalena Soveral e Luís Filipe Sá. É docente na Escola Profissional da Serra da Estrela, em Seia, desde 2018.

Fontes: Mariana Cardoso enviou a informação relativa a Margarida Cardoso (musicóloga), Ricardo Almeida (trombone), Ana Rita Almeida (clarinete), André Maximino (trompa), Maria Isabel Mendonça (piano) e Jaime Reis (composição).

Mariana Cardoso

Natural de Seia, Mariana Cardoso iniciou os seus estudos musicais aos nove anos na Banda da sua terra natal. Desde então, foi adquirindo grandes experiências a nível de docência e performativos.

É Mestre em Ensino da Música pela Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco (ESART), na classe de Carlos Piçarra Alves. (…)

Leia AQUI a biografia completa.

 

Mariana Cardoso, clarinete, de Seia

Mariana Cardoso, clarinete, de Seia, foto Sara Silva

MÚSICOS FALECIDOS

Almeida Santos

Guitarrista, cantor, detentor de um vasto percurso profissional, cívico e político, António de Almeida Santos nasceu em Cabeça, Concelho de Seia, a 15 de fevereiro de 1926 e morreu em Oeiras, na noite de 18 de janeiro de 2016. Formou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1945-1952). A partir de 1953 radicou-se em Lourenço Marques (Maputo) onde exerceu advocacia e promoveu a cultura conimbricense na delegação local da Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra.

Nos anos de Coimbra integrou organismos culturais estudantis como o Orfeon Académico, deu colaboração à TAUC e foi membro de formações de CC como executante de guitarra de Coimbra e como cantor. Deixou um Ré para guitarra que foi celebrizado num registo/arranjo de Jorge Godinho. Protagonizou alguns registos fonográficos em vinil e em CD, fez presenças radiofónicas nos anos de Coimbra e deixou registos televisivos. Em 9 dezembro de 2007 recebeu a laurea honoris causa pela FD/UC.

FILARMÓNICAS

Banda de Seia

A primeira notícia da criação da mais antiga Filarmónica de Seia reporta-se a 1857, sendo da autoria de José Mendes Dinis Belém. Fundou-a o Dr. José Roque Silva, que foi o seu primeiro regente. Em 1894 a Filarmónica Senense ou Banda Velha, como também foi conhecida, apresentou um fardamento novo. Em 1 de dezembro de 1907 foi criada em Seia a Filarmónica Regeneradora Liberal. Durante algum tempo existiram as duas bandas, com salutar rivalidade, até que esta última se extinguiu. Em 1921, foi criada a Banda 15 de Agosto, por iniciativa de vários senenses, entre os quais o Padre Antero da Silva Pereira, que foi o primeiro regente. Mais tarde foi organizada a Banda dos Bombeiros Voluntários de Seia, com os elementos das antigas Bandas que, entretanto, tinham sido extintas.

A Banda de Seia conta com inúmeras atuações em muitas cidades do País e, ainda, em Espanha e França. Tem no seu ativo mais de 50 executantes jovens, uma Escola de Música e um Grupo de Metais. No dia 3 de julho de 1993 foi-lhe atribuída, pela Câmara Municipal, a medalha de Ouro do Concelho de Seia.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/seia-maria-isabel-mendonca-piano.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:00:242021-06-27 16:16:55Seia e os seus músicos
Isabel Silvestre, cantora, de São Pedro do Sul
Músicas no Concelho

São Pedro do Sul e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de São Pedro do Sul

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Isabel Silvestre (cantora, 1941)
Isabel Silvestre, cantora, de São Pedro do Sul

Isabel Silvestre, cantora, de São Pedro do Sul

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/sao-pedro-do-sul-isabel-silvestre.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 12:58:552024-12-05 16:48:52São Pedro do Sul e os seus músicos
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