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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Jorge Lima Barreto, músico, de Vinhais
Músicas no Concelho

Vinhais e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Firmino Martins (coletor, 1890-1965)
  • Jorge Lima Barreto (compositor, 1947-2011)
Jorge Lima Barreto
Músico, musicólogo, compositor, conferencista, improvisador, professor, Jorge Lima Barreto, de seu nome completo Fernando Jorge da Ponte Lima Barreto nasceu em Vinhais em 1949 e morreu a 09 Julho de 2011.

Autodidacta, começou na infância a praticar órgão de igreja e piano; quando estudante universitário no Porto e activista na Juventude Musical Portuguesa, aí criou a Associação de Música Conceptual destinada a congregar compositores/intérpretes (como Aantónio Pinho Vargas e Calos Zíngaro) e ouvintes com interesses musicais comuns e organizar concertos.

Fundou a Anar Band em 1969 e, foi membro fundador com *Vítor Rua do duo *Telectu (1982). Licenciado em História e Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1973), foi assistente das cadeiras de Introdução às Ciências Humanas, Crítica da Cultura e Estética, desta instituição e da ESBAP (1974-1978); simpatizante do internacional situacionismo, estruturalista e apologista da improvisação total, envolveu-se como figura tutelar no círculo artístico e musical do Porto, estando a sua influência patente em várias actividades musicais e culturais (da performarte à video art).

Entre os anos de 1977-82, percorreu a América do Sul e os Estados Unidos, recolhendo material para uma tese de doutoramento que desenvolveria sobre o situacionismo musical nesses países. Em Nova Iorque contactou, através de Jean Saheb Sarbib, com o meio vanguardista do Jazz e relacionou-se com a música improvisada e experimental.

No seu regresso ao País, em 1982, mudou-se para Lisboa, nesse mesmo ano, foi organizador da programação de Jazz e do rock do Festival de Vilar de Mouros e do Ciclo de Nova Música Improvisada no ACARTES No âmbito do jornalismo musical desenvolveu actividade em importantes e diversas publicações nacionais e estrangeiras desde os finais da década de 1960 (e.g., inúmeros periódicos; Vida Mundial, Mundo da Canção, Memória do Elefante, Blitz, Point, Hi-Fi, Via Latina, Atlântida, Manifesto; o Jornal de Letras desde 1984 ).e.a.

Realizou conferências e seminários nacional e internacionalmente (e.g. 1985 no “1º Simpósio de Música Electrónica da URSS”), e publicou livros sobre música, mediologia, estética da comunicação e tecnologias (sampler, controladores digitais, percussões, computer music), alguns intimamente ligados à sua prática enquanto músico de jazz, rock (conceptualização de “Independança” do GNR, 1982), música improvisada (solo de piano, teclas, cordas e preparado “piano dissonata”, 2001, e duo com Prévost, 2003), electronic live (“Neo Neon”, solo para wavestation, 2003; e Saheb Sarbib, “encounters”,1977), música multimedia (radio music, concretismos, midi, duos com *Zíngaro, em “kits”, 1992,, e.a.).

Introduziu em Portugal, como ensaísta, várias tipologias de ponta, eruditas ou populares; foi próximo de Zeca Afonso, C. Paredes, João de Freitas Branco, Peixinho, L. Villas-Boas… Realizou inúmeros concertos com músicos nacionais e estrangeiros de jazz, de música improvisada e/ou experimental (URSS, EUA, China, Brasil, Cuba, e.a.), por quase toda a Europa e Portugal, em festivais ou concertos, em lugares os mais prestigiantes,(e.g. Cascais Jazz 74, solo para piano e banda magnética; Salle Patiño, Genebra, 1976, solo de sintetizador; Public Theatre, Nova Iorque,1979; seis concertos de piano na Expo 98, e.a.), sendo a sua prática musical indissociável da extensa discografia registada em fonogramas dos Telectu, em grupo, a solo ou em duo.

Tem o experimentalismo e o conceptualismo como primeiras referências, free jazz, compositores contemporâneos, artistas e intelectuais ligados ao pósmodernismo, “projecto de um manifesto neo futurista”.

Desde ano 1974 tocou e gravou com algumas das mais destacadas figuras internacionais da música experimental… Compôs música para teatro (e.g. Teatro da Cornucópia) e cinema (e. g. “OM” de António Palolo) e realizou os programas radiofónicos (e.g. os Musonautas , Rádio Comercial 1982-91). Idealizou o festival Fonoteca Files, para eventos de música experimental (1999-).

A sua prática musical e o processo composicional desenvolvido até finais dos anos 1980, foi associada à “música minimal repetitiva” (em livro homónimo, 1983), a qual apresentou no V Congresso Nacional de Musicologia; grandes entrevistas a músicos do mais alto nível histórico e mundial (e.g. Xenakis, Stockhausen, Berio, Boulez, S. Reich, E. Nunes, Peixinho, F. Pires, W. Vostell, D. Kientzy, Cecil Taylor, A. Braxton, e.a.), no tomo “os Musonautas”, 2000; trabalhou na produção de materiais sonoros, como obra aberta e estratégia de recusa de qualquer compromisso com as políticas culturais vigentes, indústria discográfica e dos espectáculos, etc.

Apesar de pertencer a um circuito musical restrito, esteve envolvido em acções interarte, poesia visual, performarte, video, cinema, teatro, dança ­ em galerias, museus, fundações, teatros, estádios, espaços livres; a sua música, as suas apresentações mediáticas e os seus textos, por vezes muito polémicos, o seu forte carisma, fez dele uma personalidade reconhecida além do seu domínio da prática musical; o carácter pessoal e a diversidade dos materiais sonoros que divulga marcaram a formação de vários intérpretes do domínio da música improvisada, da electronic live, do rock, do Jazz, da ambiental, da experimental, papel que lhe é reconhecido pelos próprios.

Em 1972 iniciava uma longa carreira de musicógrafo com “revolução do jazz” onde estavam lançadas ideias seminais que exploraria em estudos posteriores até “JazzArte”, 2001; prossegue a série “rock pop off”, relacionamento do rock com a droga, desde 1975 com “rock trip” até “B-Boy” , sobre o movimento hip hop,1998; escreveu monografias; nova improvisação em “nova musika viva” de 1996;em 1997 editou “Musa Lusa”, vulgata da música portuguesa de hoje e de todos os quadrantes; numa perspectiva epistemológica publicou ensaios sobre Música de Hoje (e.g. “Musicónimos”, 1979; “o siamês telefax stradivarius”, 1998; congeminou a tese de doutoramento “Música & Mass Media”, de 1997, que retomou em 2002 no projecto ” estética da comunicação e a situação pósmoderna da música”.

Fonte: Universidade de Aveiro

Clique AQUI para saber mais.

Jorge Lima Barreto, músico, de Vinhais

Jorge Lima Barreto, músico, de Vinhais

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vinhais-jorge-lima-barreto-compositor-musicografo-ft-nuno-martins.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:16:542025-05-03 12:49:18Vinhais e os seus músicos
Frei José Marques e Silva, de Vila Viçosa
Músicas no Concelho

Vila Viçosa e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Vila Viçosa

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Frei José Marques e Silva (organista)
Frei José Marques e Silva, de Vila Viçosa

Frei José Marques e Silva, de Vila Viçosa

Roberto Tornar

Roberto Tornar nasceu por volta de 1587 em Inglaterra ou na Irlanda. Era católico e, por essa razão fugiu da sua terra natal para a Península Ibérica para escapar às perseguições anglicanas. Foi possivelmente apoiado pelo duque de Bragança D. Teodósio II, que, na qualidade de patrono o terá enviado para Madrid, onde foi discípulo de Géry de Ghersem e Mateo Romero. Posteriormente, regressou a Portugal. A 8 de abril de 1616 sucedeu a António Pinheiro como mestre de Capela no Paço Ducal de Vila Viçosa, o palácio de D. Teodósio II.

O duque de Bragança incumbiu-o da educação musical do seu filho D. João, que viria a tornar-se rei de Portugal com a Restauração da Independência assim como um importante compositor e musicólogo. Contudo, o mérito de Roberto Tornar terá sido diminuto, uma vez que subsistem relatos de que o jovem não apreciava as suas aulas de música. Este, ao crescer, não demonstrou grande gratidão ao seu antigo mestre. Um dado que subsistiu da sua vida pessoal é o seu matrimónio com Catarina Lopes de Quintana. Morreu em data incerta, após 1629 em Vila Viçosa.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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António José Ferreira
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Hugo Ribeiro, técnico de Som, de Vila Real de Santo António
Músicas no Concelho

Vila Real de Santo António e os seus músicos

Músicos naturais de Vila Real de Santo António

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Hugo Ribeiro (técnico de som, 1925-2016)
Hugo Ribeiro, técnico de Som, de Vila Real de Santo António

Hugo Ribeiro, técnico de Som, de Vila Real de Santo António

FOI NOTÍCIA

A Agência Lusa, o Observador, o Diário de Notícias, O Público, Ionline, RTP e Correio da Manhã noticiaram a morte de Hugo Ribeiro, a 3 de dezembro de 2016.

“O técnico de som Hugo Ribeiro, que gravou alguns dos mais destacados nomes da música portuguesa como Amália Rodrigues, morreu aos 91 anos, disse à Lusa fonte próxima da família. Hugo Ribeiro trabalhou sempre nos estúdios de som da discográfica Valentim de Carvalho, tendo gravado os mais variados nomes da música portuguesa, nomeadamente Amália Rodrigues, artista por quem nutria grande admiração.

“Como Amália [Rodrigues] não há ninguém, não só pela voz e personalidade, como pelo empenho artístico”, disse o técnico de som numa entrevista à Lusa.

Hugo Ribeiro, num ciclo dedicado à fadista, organizado pela Associação Portuguesa dos Amigos do Fado, em 2009, em Lisboa, revelou histórias das gravações, desde as ceias organizadas pela fadista para as sessões de gravação no Teatro Taborda, em Lisboa, como nos estúdios Valentim de Carvalho, em Paço de Arcos, nos arredores da capital. Uma das histórias que contou foi a do microfone falso que colocava frente a Amália, fazendo a fadista crer que era esse que gravava a sua voz, quando era um outro mais distante que a captava, o que justificou “dada a sua força e extensão de voz”. Neste ciclo, “Amália a cantar há 70 anos”, Hugo Ribeiro contou ainda que gravou muitos dos ensaios da fadista “à socapa mas, dada a sua qualidade e interesse, foi inevitável”, disse. Amália Rodrigues em várias entrevistas salientou o trabalho de Hugo ribeiro, tendo afirmado que “em nenhuma parte do mundo gravava melhor do que em Portugal”.

Ribeiro gravou também, o álbum ‘The fabulous Marceneiro’ (1961), considerado pela crítica musical como um dos melhores álbuns de Alfredo Marceneiro.

O fadista, contou Hugo Ribeiro, levou tempo a aceitar o desafio de gravar em Paço de Arcos, justificando que “os ares eram outros”, e não os de Lisboa, mas o técnico tinha já ultrapassado o capricho do fadista que não queria gravar de dia pois “havia muita luz”. “Eu cheguei-me a ele, e pedi-lhe licença para o cachené que ele trazia sempre, e com ele tapei-lhe os olhos, e disse-lhe: ‘pronto agora já é noite, está tudo escuro’”, contou numa das muitas entrevistas que deu.

Em 2014 Hugo Ribeiro recebeu o Prémio Especial do Júri, da Fundação Amália Rodrigues. O júri, então presidido por Fernando Machado Soares, justificou a distinção referindo que em várias vezes Amália Rodrigues afirmou que “ninguém gravava melhor” a sua voz do que o Hugo Ribeiro. “Técnico de som, profissional, conhecedor, empenhado, tem o respeito de todos os que com ele trabalharam, e todos com ele desejavam gravar… Hugo Ribeiro foi o homem que trouxe até nós o som maravilhoso e único dessa voz que nos encanta, nos faz sonhar e sentir portugueses: Amália”, afirmou o júri.

Além de Amália, Hugo Ribeiro gravou um assinalável número de vozes portuguesas como Simone de Oliveira, Fernando Farinha, Max, Maria Teresa de Noronha, António calvário, Carlos Ramos, Celeste Rodrigues, Fernanda Maria, Lucília do Carmo, Madalena Iglésias, Tony de Matos, Rui de Mascarenhas, António Variações, Paulo de Carvalho, Artur Ribeiro, Marco Paulo, entre muitos outros.

Reciclanda

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Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vila-real-de-santo-antonio-hugo-ribeiro-tecnico-de-som.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:15:562024-11-13 23:07:46Vila Real de Santo António e os seus músicos
Paulo José Martins, maestro, trompista e professor
Músicas no Concelho

Vila Real e os seus músicos

Músicos do Concelho de Vila Real

O Musorbis, em desenvolvimento, tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical do Concelho.

  • André Viamonte (cantor)
  • Carlos Azevedo (compositor, n. 1964)
  • Diogo Taveira (clarinete, n. 1991)
  • Elisa de Sousa Pedroso (pianista, n. 1881 – m. 1958)
  • Fernando Lapa (compositor, n. 1950)
  • Paulo José Martins (maestro, trompista, n. 1997)
  • Rita Moldão (soprano)
  • Tiago Matos (barítono)
  • Valter Palma (clarinetista, n. 1985)

Elisa de Sousa Pedroso

Elisa Baptista de Sousa Pedroso, pianista e pedagoga

Elisa Baptista de Sousa Pedroso, pianista e pedagoga

Fernando Lapa

Fernando Lapa, compositor, natural de Vila Real

Fernando Lapa, compositor, natural de Vila Real

Tiago Matos

Tiago Matos, barítono, de Vila Real

Tiago Matos, barítono, de Vila Real

André Viamonte

André Viamonte nasceu em Zurique, filho de pais emigrantes, de Vila Real, cresceu e viveu em Singen, na cidade do Sul da Alemanha. Durante a sua infância, André ViaMonte encontrou inspiração nas diferentes culturas musicais que crescia a ouvir. Desde o Folclore Português, passando pelo Fado, Ópera, Jazz, Bossa Nova até às vozes Búlgaras. O legado cultural da sua infância permitiu-lhe aceder a uma biblioteca de sons diferentes e díspares.

Em 2013, já em Lisboa formou-se em Musicoterapia acabando por agregar toda a sua área pessoal da música (composição, canto) com a parte terapêutica. Os processos terapêuticos em que se envolveu tornaram-se uma plataforma de inspiração tanto para si quanto artista como para o seu álbum de estreia: VIA.

Após a sua formação em Musicoterapia (Mestrado na Universidade Lusíada) e o contacto com as problemáticas sociais, ligadas à violência ao abuso e a outras áreas ligadas ao ramo da saúde (oncologia pediátrica, cuidados paliativos, geriatria, entre outras) levaram a uma consciencialização quanto artista, compositor e ser humano.

A música passa a ter uma missão: “Levar a música a uma via de união pelo sentimento baseada na empatia gerando sentimentos de pertença, respeito e tolerância.”

Paulo José Martins

Maestro, trompista e professor, Paulo Martins (n. 1997) é natural da freguesia de Mateus, concelho de Vila Real.
Possui um mestrado em Performance – Trompa pelo Conservatorium Maastricht (Holanda), onde estudou com os professores Willy Bessems e Will Sanders.

Concluiu também o mestrado em Ensino da Música na ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, sob orientação do professor Bohdan Sebestik, bem como o mestrado em Educação Musical na Escola Superior de Educação – IPVC do Porto.

Iniciou os estudos musicais na Banda de Música de Mateus – Vila Real. Em 2008, ingressou no Conservatório de Música de Vila Real, na classe de Nélson Braga, concluindo o curso em 2015, sob orientação de Hugo Sousa. Nesse ano, foi distinguido com o prémio de melhor aluno a concluir os seus estudos.

Paulo José Martins, maestro, trompista e professor

Paulo José Martins, maestro, trompista e professor

Ingressou na Universidade de Aveiro, na classe de Bernardo Silva, concluindo a licenciatura em 2018.

Foi selecionado e convidado a colaborar com orquestras como a Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra da Costa Atlântica, BISYOC 2017 (Inglaterra), Neue Philharmonie München (Munique), Orquestra Filarmonia Das Beiras, IJOA (Alemanha), Orquestra de Jovens da Holanda, Orquestra do Movimento Musical Cooperativo, Orquestra Filarmónica de Antuérpia, Orquestra Filarmónica de Mannheim e Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. É membro da Banda Sinfónica Transmontana.

Gravou e atuou ao vivo para a Antena 2 e RTP, apresentando-se em algumas das principais salas nacionais.
Estuda direção de banda na Academia BCA com o professor Paulo Martins e participou em classes de aperfeiçoamento com José Pascual Vilaplana e Miguel Etchegoncelay. Como parte da formação em direção, teve a oportunidade de dirigir a Banda Filarmónica da Gançaria, A ARMAB – Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca e Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira.

Lecionou trompa na Academia de Música de Vila Verde – Braga e na Escola Básica de Vila Verde. É professor de música na Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e no Colégio Espinheira – Rio (Porto), professor de trompa na escola de música da banda Marcial de Gueifães e diretor artístico da Banda Musical Rerizense.

Exerce a função de presidente da Direção da Associação ACROLATIN.

Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/paulo-jose-martins-2024.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:15:302024-12-11 23:29:39Vila Real e os seus músicos
Vera Sousa, violinista, de Gaia
Músicas no Concelho

Vila Nova de Gaia e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Vila Nova de Gaia

O Musorbis é um grande projeto de mapeamento musical do País sem financiamento público. Colabore, divulgue, informe, partilhe e ajude.

  • Adriano Sabença (flauta transversal)
  • André Lacerda (tenor)
  • António Pinho Vargas (compositor, 1951)
  • César Morais (compositor, 1918-1992)
  • Cesário Costa (diretor de orquestra, 1970)
  • Cristiana Lopes (design de figurinos)
  • Daniel Cunha (pianista, 1983-2020)
  • Daniela Anjo (flauta transversal)
  • Ernestina da Silva Monteiro (pedagoga, 1890-1972)
  • Fernando Costa (violoncelista, 1991)
  • Francisco Ribeiro (compositor)
  • Isabel Anjo (saxofonista)
  • Joaquim Simões da Hora (organista, 1941-1996)
  • Jorge Simões da Hora (produtor, compositor e sound designer, 1976)
  • Jorge Fontes (guitarrista, 1934-2010)
  • José de Oliveira Lopes (barítono, 1941-2013)
  • José Pedro Sousa (violoncelista)
  • Leonor Sá (violoncelo Barroco)
  • Luís Costa (pianista, 1991)
  • Miguel Jalôto (cravista, 1976)
  • Manuel Araújo (pianista)
  • Manuel da Costa (direção de banda)
  • Maria de Macedo (violoncelista, 1926)
  • Mário Correia (divulgador, 1952)
  • Nuno Guimarães (guitarrista, 1942-1973)
  • Pedro Travanca (fagote, 2000)
  • Ruben Borges (composição, 1994)
  • Ruben Castro (trompete)
  • Rui Júnior (percussionista, 1956)
  • Sara Meireles (cantora)
  • Teresa de Macedo (pedagoga, 1926)
  • Tiago Hora (musicólogo)
  • Vera Sousa (violino)
António Pinho Vargas

António Pinho Vargas nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1951. Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras do Porto. Diplomou-se em Composição no Conservatório de Roterdão em 1990, onde estudou 3 anos com o compositor Klaas de Vries, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi condecorado pelo Presidente de República Portuguesa com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique, em 1995. É professor de Composição na Escola Superior de Música de Lisboa desde 1991. Frequentou cursos e seminários de composição com Emmanuel Nunes em Portugal, John Cage e Louis Andriessen na Holanda, Gyorgy Ligeti na Hungria e Franco Donatoni em Itália.

António Pinho Vargas, compositor, natural de Gaia

António Pinho Vargas, compositor, natural de Gaia

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Daniela Anjo

Natural de Vila Nova de Gaia, Daniela Anjo iniciou os estudos musicais em contexto familiar, tendo ingressado posteriormente no Conservatório de Música de Vila Nova de Gaia. Um ano depois passou a frequentar o Conservatório de Música do Porto, tendo aí concluído o curso complementar com nota máxima. Durante este período foi bolseira de mérito da Fundação Calouste Gulbenkian.

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Isabel Anjo

Isabel Anjo fez os estudos académicos no Conservatório de Música do Porto na classe de Francisco Ferreira, e na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, onde concluiu a licenciatura em saxofone com Henk van Twillert. Obteve a Profissionalização em Serviço na Universidade Aberta e a Pós-Graduação em Ciências da Educação (especialização em Políticas Educativas) na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.

Frequentou cursos de aperfeiçoamento de Saxofone com Jean Yves Formeau, Pierric Lemain, Joel Batteau, Stephane Laporte, Vincent David, Ed Bogard, Claude Delangle, Henk van Twillert, Mario Marzzi, Rob Hauser, Bart Kok e José Massarão.

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Isabel Anjo, saxofone, de Vila Nova de Gaia

Isabel Anjo, saxofone, de Vila Nova de Gaia

Pedro Travanca

Pedro Miguel Carvalho Alves Travanca nasceu a 7 de fevereiro de 2000, sendo natural de Vila Nova de Gaia. Iniciou os estudos musicais aos 10 anos em Fagote, na classe de Cláudia Torres, na Escola de Música de Perosinho (EMP).

Em 2018, deu início à licenciatura na área de interpretação instrumental – variante de Fagote, na Universidade do Minho, na classe de Roberto Erculiani, tendo feito parte de diversos projetos de orquestra ao longo do percurso académico. Terminou a licenciatura em 2021, com média de 17 valores.

Integrou a Orquestra Sinfónica da Igreja da Lapa, a Orquestra Ópera no Património, a Orquestra Xove Vigo 430 (Jovem Vigo) e mais recentemente, a Orquestra de Guimarães, onde tem vindo a desenvolver uma atividade regular.

Participou em classes de aperfeiçoamento com vários fagotistas amplamente conhecidos como José Pedro Figueiredo, Paulo Martins, Raquel Saraiva, Ricardo Ramos, Vera Dias, Virgílio Oliveira, Rui Lopes, Andrea Zucco, Hugues Kesteman, Erkki Suomalainen, David Tomàs Realp, Massimo Ferreti e Giorgio Mandolesi.

Foi dirigido pelos maestros Paulo Martins, Fernando Marinho, Cesário Costa, Pedro Neves, José Ferreira Lobo, Vítor Matos, Jan Wierzba, Hans Casteleyn, Roberto Gardón Baltar e José María Moreno.

Pedro Travanca faz ainda parte do Quinteto Sinestesia. Com este grupo, do qual é fundador, teve a possibilidade de ser laureado com um Segundo lugar no “VI Odin International Music Online Competition” (Dublin, Irlanda), com uma Menção Honrosa no “II ISCART Competition” (Lugano, Suíça), com o Primeiro lugar no “The 4th International Moscow Music Competition” (Moscovo, Rússia) e com o Terceiro lugar no “Marker And Pioneer International Music Competition” (Los Angeles, Califórnia, EUA). Todos estes prémios foram atribuídos na categoria de música de câmara, nas idades compreendidas entre os 18 e 25 anos. O grupo terminou a cadeira de música de câmara com nota de 20 valores.

Frequenta o Mestrado em ensino de música na Universidade do Minho.

Pedro Travanca, fagote, natural de Gaia

Pedro Travanca, fagote, natural de Gaia

Jorge Simões da Hora
Jorge Simões da Hora, natural de Gaia

Jorge Simões da Hora, natural de Gaia

Ruben Castro

Natural do concelho de Vila Nova de Gaia, Ruben Castro iniciou os estudos musicais no Conservatório Regional de Música de Gaia. É Licenciado em Trompete pela Universidade de Aveiro e frequentou cursos de aperfeiçoamento com Philip Smith, Stephen Mason, Hakan Heidenberger, André Henry, John Aigi Hurn, Kevin Wauldron, Charles Butler , Jorge Almeida e Fernando Ribeiro. Foi Coordenador da Licenciatura em instrumento e Professor no Instituto Piaget de Mirandela.

Ruben Castro, trompetista, de Vila Nova de Gaia

Ruben Castro, trompetista, de Vila Nova de Gaia

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Sara Meireles

Natural de Vila Nova de Gaia, Sara Meireles é licenciada em Canto na Escola Superior de Artes Aplicadas em Castelo Branco. Prosseguiu os estudos em Milão, no Conservatório Giuseppe Verdi. Em concerto destacam-se as interpretações da Paixão Segundo S. Mateus de J.S. Bach e cantatas e concertos para o Natal do mesmo compositor. Em ópera foi Belinda em “Dido e Aeneas” de Henry Purcell, Valencienne na “Viúva Alegre” de Franz Lehár e Berenice na “L’occasione fa il ladro” de Gioachino Rossini. Participou na primeira edição do Concurso Jovens Intérpretes de Música Antiga.

Sara Meireles, cantora, de Gaia, créditos Neuza Cardão

Sara Meireles, cantora, de Gaia, créditos Neuza Cardão

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Vera Sousa

Natural de Vila Nova de Gaia, a violinista iniciou os estudos musicais aos 6 anos com José Ernesto Tavares na Associação Musical de Pedroso. Em 1990 ingressou na Academia de Música de Espinho na classe de violino de José Paulo Jesus e mais tarde na classe da professora Malgorzata Wierzba.

Vera Sousa, violinista, de Gaia

Vera Sousa, violinista, de Gaia

Foi bolseira da Academia de Música de Espinho e premiada no Concurso Interno de Música de Câmara (1995) e nos Concursos da Juventude Musical Portuguesa (1990/92) com o 2º prémio.
Em 1995 ingressou na Escola Profissional de Música de Espinho na classe de violino de José Paulo Jesus.

É licenciada pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto (ESMAE), na classe de violino de  Zofia Woycicka e tem a profissionalização em serviço pela Universidade Aberta.

Frequentou cursos de aperfeiçoamento violinístico com Gerardo Ribeiro, Alberto Gaio Lima, Vadim Brodsky, Zakhar Bron, Sergey Kravchenko, Joyce Tan, Aníbal Lima e Jenny Spanoghe. Frequentou também cursos de pedagogia com Francisco Cardoso,Cláudio Forcada, Mimi Zweig, Kerstin Wartberg, Kurt Sassmannshaus e Edward Kreitman.

Ao longo do seu percurso musical desenvolveu em música de câmara um trabalho intenso com os professores Ryszard Wóycicki e Radú Benone. Trabalhou com o Quarteto Brodsky na 12e Semaine Artistique du Jura Neuchâtelois – Suíça; com o Quarteto Borodin na Casa da Música –Porto; com Olga Prats na Universidade de Aveiro e com Miguel Rocha nos VII Cursos de Aperfeiçoamento Musical -Póvoa do Varzim.

Foi membro da Orquestra de Câmara Musicare e da Orquestra Clássica do Centro.

Colabora frequentemente com a Orquestra Filarmónica Portuguesa.

É membro da Camerata Portuguesa.

É professora de violino e classe de conjunto na Escola de Música de Perosinho (Vila Nova de Gaia)

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HISTÓRIA DA MÚSICA

Adriano Correia de Oliveira

Filho de Joaquim Gomes de Oliveira e de sua mulher, Laura Correia, Adriano Correia de Oliveira (n. Porto, 9 de abril de 1942 — m. Avintes, 16 de outubro de 1982) foi um músico português, intérprete da Canção de Coimbra e cantor de intervenção. Nascido no Porto, mudou-se para Avintes com poucos meses de vida. Criado numa família profundamente católica, a infância de Adriano Correia de Oliveira é marcada pelo ambiente que descreveria mais tarde como «marcadamente rural, entre videiras, cães domésticos e belas alamedas arborizadas com vista para o rio [Douro]».

Vítima de uma hemorragia esofágica, morreu na quinta da família, em Avintes. Em 1983 foi feito Comendador da Ordem da Liberdade e a 24 de abril de 1994 foi feito Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, ambas as condecorações a título póstumo. Adriano Correia de Oliveira é patrono da EB2/3 de Avintes e tem um painel de azulejos que lhe é dedicado à entrada do Parque Biológico de Gaia, em Avintes. Existem ruas com o seu nome em Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia, Ovar, Loures, Moita, Custóias (Matosinhos). Em Lisboa existe também uma Escola EB1 Adriano Correia de Oliveira.

Adriano Correia de Oliveira

Adriano Correia de Oliveira, cantor de intervenção

Adriano Correia de Oliveira, cantor de intervenção

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vera-sousa-violino-2024.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 14:47:042024-07-06 11:37:16Vila Nova de Gaia e os seus músicos
Cátia Sá, violinista, de Famalicão
Músicas no Concelho

Vila Nova de Famalicão e os seus músicos

Músicos de Famalicão

O Musorbis, em desenvolvimento, tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical do Concelho.

  • Alexandra Silva (violino)
  • António Azevedo Oliveira (composição, liturgia, 1946)
  • Benjamim Salgado (composição, liturgia, 1916-1978)
  • Cátia Sá (violino)
  • Flávio Azevedo (violino)
  • Helena Pereira (violino)
  • Isabel Sá (piano)
  • João Carlos Alves (composição, 1971)
  • Luís Magalhães (piano)
  • Manuel de Sá Couto (organaria)
  • Manuel Faria (composição, 1916-1983)
  • Rute Azevedo (violeta)
  • Sara Veloso (violino)
  • Sofia Azevedo (violoncelo)
  • Teresa Correia (viola d’arco)
  • Verónica Godinho (violoncelo)

Alexandra Silva

Alexandra Silva, violino, de Vila Nova de Famalicão

Alexandra Silva, violino, de Vila Nova de Famalicão

Helena Pereira

Helena Pereira, violinista, de Vila Nova de Famalicão

Helena Pereira, violinista, de Vila Nova de Famalicão

Luís Magalhães

Luís Magalhães, pianista, de Vila Nova de Famalicão

Luís Magalhães, pianista, de Vila Nova de Famalicão

Adriana Oliveira

Adriana Oliveira, saxofonista, é natural de Vila Nova de Famalicão. Iniciou os estudos musicais aos 10 anos, na classe de saxofone Fernando Ferreira, no Centro de Cultura Musical (CCM) onde completou o 8ºgrau do ensino articulado.

Adriana Oliveira, saxofonista, de Vila Nova de Famalicão

Adriana Oliveira, saxofonista, de Vila Nova de Famalicão

No ano letivo 2013/2014, ingressou no curso de Saxofone Clássico na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE), na classe dos professores Henk van Twillert, Fernando Ramos e Gilberto Bernardes.

Em 2016 concluiu com excelência nesta instituição a licenciatura e em 2019 o mestrado.

Com o ensemble da classe de saxofone “Vento do Norte” da ESMAE, venceu em 2014 o Concurso Internacional para Ensemble em Chieri, Itália. Ainda com “Ventos do Norte” teve oportunidade de se apresentar em vários palcos nacionais e internacionais. Percorreu países como Holanda, Bélgica, França e Itália e também o continente americano, nomeadamente Nova Iorque, Boston, Rochester e Nova Jérsia. Apresentou-se ainda nas ilhas Curaçao, Bonaire e Aruba nos Países Baixos Caribenhos. Em 2019 gravou com este mesmo grupo o CD “Toot your Roots”. Ao longo do seu percurso na ESMAE, teve oportunidade de fazer parte do coro assim como da orquestra jazz, com a qual atuou várias vezes, nomeadamente no Coliseu do Porto e no Festival Jazz de Guimarães de 2015. Frequentou classes de aperfeiçoamento com saxofonistas de grande renome como João Pedro Silva, João Figueiredo, Marie Bernadette, Claude Delangle, Joe Murphy, Christian Wirth, Christophe Grèzes, Filipe Belijar, Tomas Munera, entre outros.

Fora do contexto escolar, fez parte de diversos grupos ligados à música pop, entre eles “Cão Voador” e “Medusa” com quem gravou em 2019 o vídeo clip “Acordado”. Colabora ainda frequentemente com diferentes bandas filarmónicas no Norte do país, encontrando-se de momento como efetiva na Banda Filarmónica da Trofa com quem gravou em 2019 o CD “Ponte Pêncil”. Paralelamente a estes projetos e ao percurso académico, deu aulas de saxofone em diversas escolas a alunos de todas as faixas etárias, nomeadamente na Escola de Música da Banda de Oliveira, Barcelos, na Escola Cooperativa de Vale S. Cosme – Didáxis, Escola de Música e Artes da Trofa”, Escola de Música da Banda de Famalicão e na Casa da Cultura de Fradelos. Atualmente é professora e maestrina na Fundação Saxomania em Bonaire, Países Baixos.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

Cátia Sá

Natural de Vila Nova de Famalicão Cátia Sá iniciou os estudos musicais aos 7 anos no piano e posteriormente no violino com Margarida Gomes e Duarte Faria. Aos 11 anos, ingressou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave – ARTAVE, na classe de Anna Kratochvilova.

É licenciada em violino pela Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Aníbal Lima e Mestre em Ensino da Música pela Universidade Católica do Porto.

Cátia Sá, violinista, de Famalicão

Cátia Sá, violinista, de Famalicão

Ao longo do percurso profissional colaborou com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, a Orquestra Clássica de Centro, a Orquestra Filarmónica Portuguesa e no presente com a Orquestra de Guimarães.

É professora na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave – ARTAVE.

É membro da Camerata Portuguesa.

Helena Pereira

A violinista Helena da Costa Pereira nasceu em 1983 em Vila Nova de Famalicão. Em 1995 iniciou o estudo de Violino na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave – ARTAVE. No ano de 2001 foi admitida na Academia Nacional Superior de Orquestra na classe de Du Xuan Du. Em 2005 terminou a Licenciatura com Agnes Sarosi.

Trabalhou Música de Câmara com os professores Jaroslav Mikus, Zóltan Santa, Alberto Gaio Lima, Rute Azevedo, Diana Tzonkova, Agnes Sarosi e Paul Wakabayashi. Participou em cursos de aperfeiçoamento orientados por violinistas conceituados como Aníbal Lima, Alexei Michline, Boris Kuniev, Joyce Tan e Gerardo Ribeiro. Na área da pedagogia fez “Pedagogia de Método Suzuki” orientado por Marc Gunderman e Pedagogia do Instrumento com Gwendolyn Masin.

Colabora como reforço em várias orquestras como a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra de Câmara Portuguesa e a Orquestra de Câmara de Almada. Trabalhou com os maestros Michael Zilm, Lawrence Foster, Omri Adari, Simone Young, Roberto Tibiriçá, Juan Trillo, Manuel Ivo Cruz, Fernando Lapa, Ernest Schelle, Christophe Millet, Marc Schuster, Osvaldo Ferreira, Jose Cura, Antonio Vitorino D`Almeida, Jean-Marc Burfin, Rui Massena, Joana Carneiro, entre outros. Lecionou classes de violino no Conservatório de Música da Metropolitana, Academia de Música de Óbidos e Conservatório de Música de Mafra. Tem sido convidada a lecionar naipe em Workshops de Orquestra, uma iniciativa direcionada para os jovens músicos com destaque na aprendizagem e desenvolvimento de competências no âmbito da experiência orquestral. Em 2015 concluiu o Mestrado Profissionalizante em Ensino da Música na Escola Superior de Música de Lisboa.

Sara Veloso

Natural de Vila Nova de Famalicão, Sara Veloso iniciou os estudos musicais aos 7 anos na Electromúsica, com Duarte Faria. Em 1995, ingressou na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave (ARTAVE), na classe de violino de José Manuel Costa Santos.

Sara Veloso, violinista, natural de Famalicão

Sara Veloso, violinista, natural de Famalicão

É Licenciada pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE), na classe de violino do professor Radu Ungureanu e Mestre em Ensino da Música pela Universidade de Aveiro.

Em 2005, obteve o 1.º Prémio na categoria de Música de Câmara Nível Superior, do “Prémio Jovens Músicos da RDP”, com o Quarteto Freitas – Branco.

É membro da Camerata Portuguesa.

Leciona na Academia de Música de Costa Cabral, no Porto.

Sofia Azevedo

Sofia Azevedo (n. 1994, Vila Nova de Famalicão) é violoncelista, professora e profissional ligada à produção e gestão cultural.

Leciona no Pallco – Performing Arts School and Conservatory e na Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, conciliando a atividade pedagógica com a carreira artística enquanto violoncelista freelancer.

Desde 2024, assume também funções de Produção Executiva no FIO – Festival Internacional de Órgão de Santo Tirso e Vila Nova de Famalicão.

Entre 2022 e 2024, colaborou igualmente com o Pallco como Coordenadora Artística.

Iniciou os estudos musicais em 2006, na ARTAVE, com os professores Katerina Mikusova e Jaroslav Mikus.

Em 2015, concluiu a Licenciatura em Violoncelo na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Clélia Vital e, posteriormente, de Irene Lima.

Em 2024, concluiu o Mestrado em Ensino da Música no Instituto Piaget de Viseu, na classe de David Cruz.

Foi laureada com o 2.º prémio no Concurso de Instrumentos de Cordas do Alto Minho, em 2008.

Na vertente performativa, fundou o grupo Mondo Duo e tem colaborado com a Inestética Companhia Teatral nas óperas de câmara Tabacaria e As Flores do Mal, bem como no Laboratório de Criação de Ópera Contemporânea. Trabalhou também com a AREPO – Ópera e Artes Contemporâneas nas produções O Regresso da Norma e Não há Machado que Corte. Integrou ainda o elenco do espetáculo Música no Coração, de Armando Produções.

Discograficamente, participou nas gravações de André Barros – Soundtrack Vol. 1 (2015), Tabacaria: Ópera de Câmara de Luís Soldado (2018), Severa – O Musical, de Filipe La Féria, e As Flores do Mal (2021).

Clique AQUI para ler a bio completa.

Teresa Correia

Natural de Vila Nova de Famalicão, Teresa Correia iniciou os estudos na ARTAVE com os professores David Lloyd e Jorge Alves.

Teresa Correia, violetista, natural de Vila Nova de Famalicão

Teresa Correia, violetista, natural de Vila Nova de Famalicão

Licenciou-se na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo com o professor Ryszard Wóycicki e tem o Mestrado em Ensino da Música pela Universidade Católica.

É detentora de vários prémios, como o 1º Prémio no concurso “Prémio Jovens Músicos” na categoria de viola d’arco Nível Médio e o 1º Prémio no mesmo concurso na categoria de Música de Câmara Nível Superior com o “Quarteto Freitas-Branco”.

É membro da Camerata Portuguesa.

É docente na ARTAVE e no Conservatório de Música de Gondomar.

Verónica Godinho

A violoncelista Verónica Godinho nasceu a 22 de fevereiro de 2002, em Vila Nova de Famalicão. Iniciou os estudos musicais aos 8 anos de idade na classe de Carina Vieira e, posteriormente, na classe de André Amaro no Centro de Cultura Musical (CCM).

Em 2017 ingressou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave (ARTAVE), na classe de  Jaroslav Mikus. Em 2020 ingressou na Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART), na classe de Miguel Rocha.

Participou em classes de aperfeiçoamento com os professores Paulo Gaio Lima (2017), Miguel Rocha (2018 e 2020), Stefan Popov (2018), Pablo Férrandez (2019), Catherine Strynckx (2020), Ophélie Gaillard (2021) e Robert Cohen (2022).

No âmbito de orquestra trabalhou com vários maestros como Cristiano Silva, Christopher Bochmann, Martim de Sousa Tavares, Diogo Costa, entre outros.

Foi membro das orquestras CCM, ARTAVE, ONJ – Orquestra Nacional de Jovens, APROARTE, Orquestra “Gestos”, Orquestra ESART, Orquestra Sem Fronteiras e da Jovem Orquestra Portuguesa (JOP).

Em música de câmara trabalhou com os professores Luís Machado (Orquestra de Cordas), Jaroslav Mikus (Orquestra de Cordas), David Lloyd (Quinteto de Cordas e Trio de Cordas) e com Pedro Ladeira (Quarteto de cordas com clarinete).

É membro do “Quinteto Sextante”, quarteto de cordas com clarinete, com o qual participou em vários recitais pelo país e ainda em concursos como o “VIII Concurso Nacional de Música de Câmara”, em Vila Verde, Portugal, o London Classical Music Competition e International Mozart Competition, onde obteve o 1° prémio, sendo convidado para atuar nos Concertos de Gala, em Viena, como resultado do prémio deste último concurso.

Frequenta o 3º ano de Licenciatura em Música – Variante de Instrumento (violoncelo) – na Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART) na classe de Miguel Rocha e é docente na Academia de Música de Trancoso e COARTES – Academia de Música de Vila Nova de Foz Côa.

FOI NOTÍCIA

Em 2016, o Blogue do Minho noticiou que a arquidiocese de Braga e os municípios de Vila Nova de Famalicão e Braga promoveriam a 18 e 19 de novembro de 2016, uma homenagem pública aos sacerdotes e compositores famalicenses Manuel Faria e Benjamim Salgado no âmbito das comemorações do centenário do seu nascimento, que decorreram desde o início deste ano. A homenagem arrancou na Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão, com o Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, os autarcas Paulo Cunha e Ricardo Rio e o presidente da administração da Fundação Cupertino de Miranda, Pedro Álvares Ribeiro. Caberia a Boaventura Faria (sobrinho e afilhado de Manuel Faria) e ao Padre António Azevedo Oliveira fazer a apresentação do Padre Manuel Faria, enquanto Manuela Salgado (sobrinha de Benjamim Salgado) e Agostinho Fernandes fariam a apresentação do Padre Benjamim Salgado.

Seguir-se-ia a apresentação de dois livros dedicados aos sacerdotes famalicenses. Em Seide S. Miguel foi celebrada uma Missa Solene Comemorativa, com uma deposição de Coroa de Flores junto ao busto de Manuel Faria. Decorreu no mesmo local o VII Encontro de coros, com organização da Associação Cultural Manuel Faria e Grupo Coral de Seide S. Miguel. Em Braga, no auditório Vita repete-se o programa com a exceção da Missa e do Encontro de Coros. As comemorações encerrariam com um concerto na Capela Imaculada, no Seminário Menor.

Aquando da apresentação do programa comemorativo, em janeiro de 2016, Paulo Cunha afirmou que esta homenagem aos sacerdotes famalicenses “não pretende ser um simples exercício de memória”, antes, “a valorização da exemplaridade incontestada destas duas personagens que deixaram um legado cultural forte e influenciaram positivamente tantas instituições da região”.

“Estamos perante duas personalidades que deixaram um legado riquíssimo, que puseram todo o seu conhecimento ao serviço da sociedade. Ao sublinharmos o seu mérito queremos manter vivas as suas criações, também como estimulo para investirmos nas nossas qualidades”, acrescentou, na altura, o autarca famalicense.

Pe. Benjamim Salgado, compositor, natural de Joane

Pe. Benjamim Salgado, compositor, natural de Joane

Benjamim Salgado nasceu na freguesia de Joane em 1916.

Ao longo da sua vida, foram múltiplas as atividades em que se desdobrou, desde o ensino, não apenas da música, mas também do português; à fundação e direção de coros e orfeões; ao jornalismo, tendo sido diretor do Correio do Minho; à política, enquanto Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, entre 1965 e 1969. Foi diretor da Casa de Camilo e diretor artístico da Fundação Cupertino de Miranda. Ainda na área da cultura, Benjamim Salgado foi o responsável pelo enriquecimento da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco com as doações valorosíssimas das bibliotecas particulares de Nuno Simões e de Vasco de Carvalho.

Seide São Miguel, em 1916, foi a freguesia que viu nascer o Padre Manuel Faria.

Pe. Manuel Faria, compositor natural de Seide

Pe. Manuel Faria, compositor natural de Seide

Foi professor no Seminário de Braga, e dirigiu, entre outros, o Orfeão da Reguladora de Famalicão e o Orfeão de Braga. Fundou e dirigiu a “Nova Revista de Musica Sacra” e colaborou na Rádio Renascença, nas revistas “Theológica” e “Cenáculo” e no jornal Diário do Minho.

Em 1963 foi nomeado Cónego da Sé de Braga. Foi agraciado postumamente, em 2 de julho de 1984, com o Grau de Comendador da Ordem de Santiago de Espada.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/catia-sa-violino-2024.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 18:21:502026-08-24 20:40:19Vila Nova de Famalicão e os seus músicos
Inês Coelho, violoncelista, de Vila Nova de Cerveira
Músicas no Concelho

Vila Nova de Cerveira e os seus músicos

Músicos naturais de Vila Nova de Cerveira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Inês Coelho (violoncelo)
  • Maria Pereira (fadista, Vila Nova de Cerveira, 4 de fevereiro de 1914 – Lisboa, 9 de janeiro de 2003)

Inês Coelho

Inês Coelho, violoncelista, de Vila Nova de Cerveira

Inês Coelho, violoncelista, de Vila Nova de Cerveira

Inês Coelho iniciou os estudos musicais de Violoncelo na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo em 2007, onde frequentou classes de aperfeiçoamento com Cédric Conchon, Miguel Rocha, Filipe Quaresma, Quarteto Freitas-Branco, Paulo Gaio Lima e Martti Rousi. Como membro de orquestra sinfónica trabalhou com maestros como Pedro Neves, Vítor Matos, Javier Viceiro, Julian Lombana, Ernst Schelle, tendo tido o prazer de tocar com os solistas Bernado Sasseti, Carlos Guilherme, Nuno Dias, Paula Doria, Ana Barros e Carla Carumujo.

No ano de 2012 deu continuidade à sua formação, prosseguindo com os estudos de Violoncelo Barroco na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo com Marco Ceccato, tendo iniciado pouco tempo depois os estudos elementares de viola da gamba com Xurxo Varela na mesma instituição. No Curso de Música Antiga da ESMAE trabalhou em orquestra e música de câmara com Ana Mafalda Castro, Pedro Sousa Silva, Amandine Beyer, Magna Ferreira, Hugo Sanches, Xurxo Varela, Marco Ceccato, Ronaldo Lopes, Barbara Ferrara, Anna Margules, Benjamin Chénier, entre outros.

No ano letivo seguinte foi selecionada pelo curso para participar no projeto de orquestra barroca La Follia em Cosenza, Itália. Durante este período, teve aulas com Stefano Veggetti no decorrer do XIII Curso Internacional de Música Antiga ESMAE/ESML (Março – Abril 2016). No ano letivo 2015/16, participou do programa de mobilidade ERASMUS, tendo estudado com o professor e reconhecido intérprete de violoncelo Barroco Gaetano Nasillo, no Conservatorio Guido Cantelli em Novara, Itália.

Desde setembro de 2017 orienta o naipe de violoncelos da Orquestra e Banda Sinfónica POEMa, Mangualde.
Fez parte da 2ª edição do musical francês Les Miserables em colaboração com a associação Contracanto, em Carregal do Sal.

Participou na gravação de um CD com Flores de Mvsica, do Requiem de Domingos Bomtempo (primeira versão moderna com instrumentos da época).

É membro das orquestras barrocas Concerto Ibérico e Flores de Mvsica, dirigidas por João Paulo Janeiro, e faz parte de três projetos de música de câmara (dos quais é uma das fundadoras): Mvsica Antiqva do Porto (ensemble Barroco), O Moínho do Diabo (música renascentista), e I Colori Dell’Armonia (música barroca).

Participa frequentemente em vários festivais como Festival de Órgão de Braga, Festival de Estátuas Vivas em Pombal, Festival Musicórdia em Esposende, Festival Euroclassical, entre outros.

Lecionou na 1ª, 3ª e 4ª edições da Academia Júnior de Música Barroca, eventos organizados pela ESMAE.

É mestre em Ensino de Música, e atualmente é professora de violoncelo no Conservatório da Maia, na Academia de Música da Fortaleza de Valença, no Projeto Para a Promoção do Sucesso Escolar – 1º Ciclo em Mangualde, e na Orquestra Geração – polo de Tondela.

Maria Pereira

Canta Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Canta Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Canta Maria Pereira

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Cor é Vida

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira, Cor é Vida

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira, Cor é Vida

Lisboa da Beira-Mar

Lisboa da Beira-Mar, de Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Lisboa da Beira-Mar, de Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Nazaré com Maria Pereira

Nazaré com Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Nazaré com Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Noite Sombria

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Maria Pereira, fadista, de Vila Nova de Cerveira

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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FOI NOTÍCIA

Da fadista Maria Pereira (Vila Nova de Cerveira, 4 de fevereiro de 1914 – Lisboa, 9 de janeiro de 2003) o Correio da Manhã noticiou:

A cantora Maria Pereira faleceu na passada quinta-feira no Hospital de São José, em Lisboa, em consequência de uma hemorragia digestiva aguda que sobreveio após uma intervenção cirúrgica ao fémur. O funeral da artista, que contava 88 anos, realizou-se ontem para o cemitério dos Prazeres. Figura carismática da canção nacional, Maria Pereira atingiu o auge da sua carreira nos anos 60, sendo vasto o repertório gravado em disco, pois interpretou os mais prestigiados compositores da época, desde Aníbal Nazaré a Jerónimo Bragança, passando por Resende Dias, Tavares Belo, Frederico Valério, Ferrer Trindade e Luís Gomes. Natural de Vila Nova da Cerveira, Maria Pereira iniciou-se aos microfones da Rádio Graça estreando-se como profissional da Rádio Peninsular e foi uma das primeiras a actuar em televisão. Ao longo de uma carreira em que conquistou diversos prémios, cantou nas melhores casas de fado e fez várias digressões pelo estrangeiro actuando para as comunidades de emigrantes na Europa, América e África, nomeadamente em Angola, Guiné e Moçambique onde era especialmente acarinhada.”

A RTP Memória informa:

No panorama musical das décadas de 50 e 60, pouca gente terá gravado tantos discos como Maria Pereira, cujo nome é ainda hoje recordado quando alguém pretende cantar muitos fados de uma assentada. A cantora tornou-se de facto conhecida por concertos que chegavam a ter mais de 3 horas, sempre com acompanhamentos dos mais reputados músicos e maestros.

Na altura, a carreira desta natural de Vila Nova de Cerveira já tinha conhecido largos anos de destaque, entre o fado e a canção ligeira e como membro do elenco do popular programa radiofónico “Companheiros da Alegria”, de Igrejas Caeiro. As primeiras gravações de Maria Pereira começam ainda na era dos discos de 78 rotações, para a Valentim de Carvalho, ao lado de músicos como Carvalhinho ou Joel Pina. Em vinil, entre meados da década de 50 e finais da de 60, Maria Pereira grava mais de 40 discos com canções originais, sendo que 20 deles integraram a série “Cor É Vida”, patrocinada pela empresa de tintas Robbialac. Esse era aliás o título da canção-hino da marca, com letra do publicista Gentil Marques e música do maestro Frederico Valério.

Em 1966, Maria Pereira veria editados dois discos pelo selo Alvorada, sendo que no segundo deles incluía outra rara letra de Gentil Marques, “Évora”, com música de Ferrer Trindade. Nesse EP, a faixa de abertura era “Rebeldia”, versão para um tema aguerridamente defendido por Madalena Iglésias no Festival da Canção desse ano. O maestro era Fernando de Carvalho, desaparecido prematuramente em 1967.

“Assim Sim”, não chegou no entanto a ser gravado em disco por Maria Pereira. A letra é de Domingos Gonçalves da Costa é o autor dos textos de “Assim Sim”, “Coração Louco”, “Ai Se Eu Pudesse” ou “Eu Já Não Sei”, este incluído no mais recente álbum de Raquel Tavares, de 2016) e a música é o fado da Idanha, de Ricardo Borges de Sousa, um dos pioneiros na gravação sonora em Portugal.

Antes de se afastar do meio musical – onde tinha deixado sementes, com a breve carreira da sua neta Zezinha Pereira, intérprete do sucesso infantil “Os Conselhos da Mamã”, em 1963 – Maria Pereira registou ainda três álbuns entre 1967 e 1969, dois deles em Espanha, vindo a falecer em Lisboa em 2003, aos 88 anos.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vila-nova-de-cerveira-ines-coelho-violoncelo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:13:152024-12-05 20:40:09Vila Nova de Cerveira e os seus músicos
Francisco Fanhais, cantautor, de Vila Nova da Barquinha
Músicas no Concelho

Vila Nova da Barquinha e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Vila Nova da Barquinha

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Francisco Fanhais (cantautor, 1941)
  • Jorge Esperança (guitarra)

Francisco Fanhais

Francisco Fanhais, cantautor, de Vila Nova da Barquinha

Francisco Fanhais, cantautor, de Vila Nova da Barquinha

Jorge Esperança

Jorge Esperança, guitarra, de Vila Nova da Barquinha

Jorge Esperança, guitarra, de Vila Nova da Barquinha

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vila-nova-da-barquinha-francisco-fanhais-cantautor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:11:532024-11-14 12:52:23Vila Nova da Barquinha e os seus músicos
Armando Côrtes-Rodrigues, folclorista, de Ponta Delgada
Músicas no Concelho

Vila Franca do Campo e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Vila Franca do Campo

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Armando Côrtes-Rodrigues (folclorista, 1891-1971)

Armando Côrtes-Rodrigues

Armando Côrtes-Rodrigues, folclorista, de Ponta Delgada

Armando Côrtes-Rodrigues, folclorista, de Ponta Delgada

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/ponta-delga-da-armando-cortes-rodrigues-folclorista.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:11:162024-12-05 19:43:13Vila Franca do Campo e os seus músicos
Rui Gonçalves, trombonista
Músicas no Concelho

Vila Franca de Xira e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Vila Franca de Xira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Carlos Gonçalves (trombonista)
  • Miguel Gonçalves (trombonista)
  • Paulo Brissos (cantor)
  • Rui Gonçalves (trombonista)
  • Tomás Gonçalves (trombonista)
  • Tomás Henriques (compositor, 1963)

Carlos Gonçalves

Como músico, Carlos Gonçalves iniciou os estudos musicais em Trombone aos 13 anos. Com 15 anos foi músico do curso Jovens Músicos do INATEL e ingressou no Conservatório de Música Nacional com Emídio Coutinho. Aos 16 ingressou na Orquestra Portuguesa da Juventude, onde iniciou o seu percurso como Trombone Baixo. Com 18 anos, após concurso Nacional, ingressou na
Banda da Armada como Trombone Baixo, onde foi Solista por 20 anos e Professor de Trombone.

Carlos Gonçalves, maestro

Carlos Gonçalves, maestro

Concluiu os estudos em Pedagogia Musical Musical (Sistema WARD) – Centro Ward de Lisboa em 2002 e Curso de Jazz em 2005 (escola de Música do Cartaxo). Como instrumentista, foi músico convidado pela Orquestra Sinfónica Portuguesa (São Carlos) e Orquestra Nacional do Porto, Sinfonieta de Lisboa, Remix Ensemble de música contemporânea no Porto, Teatro o Bando, Orquestra Metropolitana, OSA – Orquestra profissional Sopros do Algarve, entre outros. Convidado regularmante para leccionar em estágios, classes de aperfeiçoamento e workshops.

Tem actuado com a Orquestra do Herman José. Estudou curso de Direção de Orquestra Sinfónica com o seu Professor e Maestro Navarro Lara (Huelva – Espanha), tendo obtido os Diplomas Iniciado, Médio e Avançado (3 anos), Licenciatura em Direção de Orquestra Sinfónica pela Royal School of Music (Inglaterra) especializando-se na sua Tese em Beethoven e Rossini. Em 2023 concluiu o Doutoramento em Direção de Orquestra na Universidade Tito Puente (México).

Estudou também curso de Direção de Banda com Jo Conjaerts (Holanda) e Robert Houlihan (Reino Unido) e Mitch Fennell (Estados Unidos), Direção de Banda com Sandro Wagner Ribeiro (Brasil) e técnicas de composição de Bandas Sonoras de filmes com Hans Zimmer (Estados Unido), direção de Orquestra e composição com Johan de Meij (Holanda), Composição, Orquestração e Instrumentação com Jonathan Peters (Estados Unidos), História da Música Clássica com William Neely (Estados Unidos). Estudou Piano com Sérgio Marques e Glauco Segundo (Brasil). Curso de Composição para Música para Filmes e Jogos com Chester Sky (USA). Curso de Professor de Música pela ABRSM – Association Board of Royal School of Music (UK). Workshop em direção Coral com o Nova Era Vocal Ensemble, Workshop análise de de musica Sacra (Conducting Dreams Production). É o Maestro da da Banda da Sociedade Cultural e Recreativa de Vale da Pinta desde 2021 e Maestro da Sociedade Filármonica Cartaxense, desde 2026.

Foi Maestro: JOST (Jovem Orquestra Sinfónica do Tejo), Orquestra Sinfónica de Vialonga (2017 a 2019), Banda do Ateneu Artistico Vilafranquense (1998 a 2000 e 2017 a 2019). Banda do Centro Cultural Azambujense (2020 a 2022), Sociedade Recreio Musical Azinhaguense 1º Dezembro (2023 a 2024) e Maestro Titular da Orquestra Clássica e Côro Lusitanus (2019 a 2024) Trombonista Baixo da Orquestra Sinfónica OIDO em Espanha (Cidade de Huelva).

Para além de música clássica desde muito cedo teve percurso em Orquestras de Jazz, Salsa e Rock. Foi um dos músicos fundadores da Orquestra de Jazz do Hot Club Portugal, músico das Orquestras do Festival da Canção, Globos de Ouro, Prémios Bordalo Pinheiro entre outros programas televisivos destacando-se programa Parabéns de Herman José, onde teve a oportunidade de atuar com diversos artistas nacionais e estrangeiros.

É músico fundador da Orquestra Jazz – Jorge Costa Pinto. Integrou as Orquestras do Festival de Jazz de Guimarães e Culturgest desde 1999 a 2004 com Gil Goldstein, Michael Gibbs, Maria Schneider, Bob Mintzer, Gianluiggi Trovesi e Kenny Wheeler. Actuou também com Shirley Bassey, Stacey Kent, Anthony Strong, Donna Summer, Cher, José Mário Branco, Fausto Bordalo Dias, Sérgio Godinho, Paulo Gonzo, Dulce Pontes, Rui Veloso, Luís de Portugal, Paulo Flores (Angola) entre muitos outros. Gravou discos com Autores Portugueses e estrangeiros destacando-se Pedro Abrunhosa, Mísia, Tabanka Djaz, Jorge Costa Pinto, José Mário Branco, Herma José, Banda da Armada, Jorge Salgueiro, Teatro o Bando, Orquestra Nacional do Porto, entre outros.

É Co-Autor de 5 livros de Música (todos eles Best-Sellers): El Milagro de Dirigir la orquestra sin las manos; Vademecum Del Maestro, Código Secreto do Maestro de Orquestra – Técnica NeuroDirectorial, La Magia de Dirección de la Oquestra e El gran Libro de la Interpretación Musical (Navarro Lara), La Forja de un Maestro (Navarro Lara) .

É Membro da Asociación Nacional de Directores de Banda (Espanha). Membro da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA)

Miguel Gonçalves

Miguel Gonçalves nasceu em Vila Franca de Xira. Iniciou os estudos com 6 anos no Ateneu Artístico Vilafranquense onde começou a aprender Piano e Trombone. Depois ingressou no Conservatório Regional Silva Marques e mais tarde na Escola Profissional Metropolitana na classe do professor Reinaldo Guerreiro.

A sua evolução técnica e artística tem sido consolidada através do contato com as maiores referências mundiais do instrumento. Participou em classes de aperfeiçoamento com solistas de renome como Joseph Alessi, Sebastiaan Kemner, Vicent Climent, Angelos Kritikos, Jürgen Oswald, Stefan Schulz, Thomas Leyendecker, Fabrice Millischer, João Martinho, Jonathon Ramsay e Filipe Alves.

Miguel Gonçalves, trombonista

Miguel Gonçalves, trombonista

Colaborou com diversas formações nacionais e internacionais como a Orquestra Sinfónica Juvenil, Jovem Orquestra Portuguesa, Berliner Symphoniker, Trombones Unlimited, entre outras.

Com apenas 16 anos, ganhou a prova para recorço titular da Orquestra Gulbenkian. Prosseguiu os estudos na Universität der Künste Berlin (Universidade das Artes de Berlim) na Licenciatura em instrumento de Orquestra, na classe do professor Stefan Schulz (Trombone Baixo na Berliner Philarmoniker).

Com apenas 19 anos foi convidado para participar como reforço, num programa com a prestigiada Orquestra Filarmónica de Berlim (Berliner Philharmoniker) num programa dirigido pelo conceituado maestro Daniel Harding.

Tem trabalhado com diversos maestros como Miguel Sepúlveda, Mário Venzago, Karl Heinz Steffens, Simon Rattle e Daniel Harding.

Paulo Brissos

Paulo Brissos nasceu a 19 de maio de 1970, em Vila Franca de Xira. O seu contacto formal com a música iniciou-se aos 13 anos, na escola de música do Ateneu Artístico Vilafranquense, onde se dedicou ao estudo do clarinete durante três anos. Contudo, aos 16 anos, o interesse pela guitarra e pelo canto sobrepôs-se, levando-o a compor as suas primeiras canções e a iniciar um percurso pelos bares de Lisboa no final da década de 80. Em 1987, integrou o projeto “Bazzar”, gravando nos prestigiados estúdios da Valentim de Carvalho o single em vinil “All we need is money”. O projeto viria a dissolver-se após a recusa da banda em seguir a sugestão da editora para compor em português.

Após o fim dos Bazzar, Brissos manteve-se ativo na cena musical com as bandas de covers “The Dalton Brothers” e “Ice Scream”, ganhando experiência na noite lisboeta. Em 1991, o convite de Otávio Jardim levou-o a integrar o grupo vocal “Blocco”, que incluía o ator Ricardo Carriço. A participação no Festival RTP da Canção desse ano rendeu-lhes um segundo lugar, mas a continuidade da banda foi interrompida pelo serviço militar obrigatório de Paulo Brissos. Durante a recruta, serviu como clarinetista na Banda do Regimento nº1 e, posteriormente, como cantor na Orquestra Ligeira do Exército.

Paulo Brissos, cantor, de Vila Franca de Xira

Paulo Brissos, cantor, de Vila Franca de Xira

Ao regressar à vida civil, Brissos fundou os “Mitos e Lendas” e os “Banding”. Esta última banda tornou-se uma referência no espaço Gartejo, esgotando lotações com interpretações de clássicos de grupos como Queen e The Police. Em 1993, consolidou o seu percurso a solo no Festival RTP da Canção com “No Dia Seguinte”, o que permitiu a edição do seu primeiro álbum de originais, “People Amigo” (1994). Seguiu-se um período de exploração sonora mais pesada com os V12 e os “Wacko Wacko”, culminando no projeto “Mona Lusa” ao lado do guitarrista Gonçalo Pereira.

A consagração comercial definitiva surgiu em 1997 com o álbum “Criação”, editado pela multinacional Polygram. O single “Serás Tu” tornou-se uma das baladas mais emblemáticas da música portuguesa da década, dominando as rádios e integrando a banda sonora da novela “Terra Mãe”. No início do milénio, Brissos optou pelo caminho independente, lançando trabalhos como “Sete e Meia” e “Direitas”, cujos temas continuaram a figurar em produções televisivas de sucesso.

Além de intérprete, afirmou-se como produtor e compositor para nomes como Excesso, Adelaide Ferreira e Paula Teixeira. Em 2007, partiu para os Estados Unidos para estudar produção musical no Valencia Community College, na Florida. De regresso a Portugal, editou o “Concerto Acústico” (2009) e o álbum “Pop Blues” (2012). O seu trabalho “Depois do Fim do Mundo” (2016), gravado com o projeto Brissos e os Conselheiros de Estrada, contou com a participação especial de Rui Veloso e foi editado em CD e Vinil.

Rui Gonçalves

Rui Gonçalves, trombonista, é um músico versátil, cuja carreira reflete uma sólida formação académica e um percurso artístico vasto e eclético.

Iniciou os estudos musicais aos 9 anos na escola de música do Ateneu Artístico Vilanfranquense. Aos 13 anos integrou o Conservatório Nacional de Música de Lisboa, frequentou ao longo da sua formação diversos cursos e classes de aperfeiçoamento.

Licenciado em Trombone e Jazz pela ESMAE, detém um Mestrado em Ensino de Educação Musical e uma Pós-Graduação em Educação Especial.

O seu percurso artístico passou também pela prestigiada escola do Hot Club, onde colaborou diversas vezes nas formações de orquestras de Jazz. Desenvolve uma intensa atividade como instrumentista de estúdio e de palco.

Rui Gonçalves, trombonista

Rui Gonçalves, trombonista de Vila Franca de Xira

Ao longo da sua carreira, colaborou e gravou com alguns dos maiores nomes da música nacional e internacional, incluindo Alejandro Sanz, Martinho da Vila, Grupo Cubano Orishas, Rui Veloso, Rita Guerra, Trovante, GNR, Tito Paris, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Dany Silva, Pedro Jóia e Tony Carreira entre outros, participando também em inúmeras produções como a Ópera do Malandro de (Chico Buarque de Holanda), nas Orquestras “Sons da Lusófonia”, “Sons da Fala.

Foi presença assídua em produções televisivas de referência — integrando orquestras de programas como Herman Sic, Parabéns, Festivais da Canção, Chamar a Música, Conversas ao Sul (RTP África), assim como em prestigiados festivais de Jazz nacionais tais como, Festival de Jazz de Guimarães e Culturgest desde 1999 a 2004 e internacionais, colaborando com nomes como Gil Goldstein, Maria Schneider e Kenny Wheeler.

Mantém uma atividade intensa em diversas frentes, ao nível da performance é membro fundador do Jazzbone Quarteto e integra formações como a orquestra de Salsa Cuba Libre, a Big Band de Jorge Costa Pinto e a Lisbon Swingers Big Band, Tabanka Jazz e Tora Tora Big Band.

Tomás Gonçalves

Tomás Gonçalves nasceu a 10 de agosto de 2002. Iniciou os estudos na Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense aos 8 anos, com Filipe Pinheiro. Em 2016, ingressou no Conservatório de Música de Santarém com Mário Teixeira e mais tarde com com Flávio Bernal, tendo concluído até ao 5º grau. Em 2017 estudou jazz na escola do Hot Club de Portugal, com Luís Cunha. Em 2018, ingressou na Escola Profissional Metropolitana na classe de Reinaldo Guerreiro.

É licenciado na Academia Nacional Superior de Orquestra no Curso de Instrumentista de Orquesta.

Em 2023 ingressou na Banda Sinfónica do Exército. Participou em classes de aperfeiçoamento com Lars Karlin, Martin Schippers, Sebastiann Kemner, João Martinho, Alexandre Vilela, Joaquim Rocha, Thierry Redondo, Nuno Scarpa.

Tomás Gonçalves, trombonista

Tomás Gonçalves, trombonista, de Vila Franca de Xira

Tomás Gonçalves já tocou em salas de espetáculo como: Grande auditório da Gulbenkian, Casa da Música, Teatro São Carlos, Teatro São Luiz, Grande auditório do Centro Cultural de Belém, entre outros.

Foi músico convidado da Orquestra Metropolitana de Lisboa, Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra Pop, Orquestra Lusitanus.

Teve a oportunidade de tocar com grandes maestros como José Eduardo Gomes, Pedro Neves, Pedro Carneiro, Emilio Pomàrico, Jean-Marc Burfin, Paul Daniel, Cesário Costa, Ulisses Ascanio, Reinaldo Guerreiro, Christopher Bochmann, Renato Tomás, Carlos Gonçalves.

Reciclanda

Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/rui-goncalves-trombone.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:10:082026-03-13 01:44:58Vila Franca de Xira e os seus músicos
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