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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Casa onde nasceu o maestro Cesário Lagido, em Vila Praia de Âncora
Músicas no Concelho

Caminha Rota Musical

MÚSICA À VISTA

Iconografia e Património Musical Edificado do Concelho de Caminha

Casa onde nasceu o maestro Cesário Lagido, em Vila Praia de Âncora

Casa onde nasceu o maestro Cesário Lagido, em Vila Praia de Âncora

Casa onde nasceu o maestro Cesário Lagido, em Vila Praia de Âncora

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/caminha-vila-praia-de-ancora-cesario-lagido.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-07 10:56:252024-11-14 16:24:56Caminha Rota Musical
Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes, créditos Júlia Galego, 2008
Músicas no Concelho

Abrantes Rota Musical

MÚSICA À VISTA

Música, Iconografia e património edificado no Concelho de Abrantes. Abrantes é uma cidade distrito de Santarém, do Ribatejo, região do Centro e sub-região do Médio Tejo, com cerca de 18500 habitantes. Situada junto ao rio Tejo, na margem direita, a cidade de Abrantes é rica em património arquitetónico e organístico. É sede de um município com 714,69 km² de área e 39325 habitantes (2011), subdividido em 13 freguesias. O Concelho é rico em folclore e cioso em preservar as suas tradições e património.

Jardim do Castelo

Coreto

Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes, créditos Júlia Galego, 2008

Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes, créditos Júlia Galego, 2008

Coreto

Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes, créditos Júlia Galego, 2008

Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes, créditos Júlia Galego, 2008

Coreto do Jardim do Castelo

Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes

Coreto do Jardim do Castelo, Abrantes

Clarinetes e lira, pormenor do coreto do Jardim do Castelo.

Os “Coretos” são conhecidos no Concelho de Abrantes desde 1894, data em que o primeiro foi construído no “Passeio do Castelo”, então Vila de Abrantes. De reconhecido interesse cultural, estes imóveis, símbolo de espaços de alegria, convívio e divertimento popular, associados a Colectividades, pouca ou nenhuma utilização tem tido por aqueles que foram em tempos os seus grandes utilizadores: as “Bandas Filarmónicas”. O Concelho de Abrantes possuía até ao ano de 1956 oito “Coretos”. 

Base de alvenaria, estrutura em ferro, cobertura em chapa, cercadura com elementos decorativos, suportada por colunas verticais e acesso por escada exterior, este “Coreto” de forma octogonal, foi provavelmente inaugurado no final do ano de 1894 ou início de 1895.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Largo Dona Joana Godinho Soares Mendes

Coreto

Coreto, Rossio ao Sul do Tejo, Abrantes, créditos Jornal de Abrantes

Coreto, Rossio ao Sul do Tejo, Abrantes, créditos Jornal de Abrantes

Largo Dona Joana Godinho Soares Mendes
2205-015,Abrantes

Rua Nuno Álvares Pereira

Casa onde nasceu Henrique dos Santos Silva

Rua Nuno Álvares Pereira, casa onde nasceu Henrique dos Santos Silva, maestro

Rua Nuno Álvares Pereira, casa onde nasceu Henrique dos Santos Silva, maestro

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/abrantes-coreto-jardim-do-castelo-julia-galego.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-07 10:50:412024-11-08 20:38:32Abrantes Rota Musical
Rafael Mota, trombonista, de Santa Comba Dão
Músicas no Concelho

Santa Comba Dão e os seus músicos

Músicos de Santa Comba Dão

Naturais do Concelho

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • António Neves (saxofone)
  • Horácio Ferreira (clarinete)
  • Igor Varela (clarinete)
  • Maria Gomes (clarinete)
  • João Neves (clarinete)
  • José Pedro Morais (composição/ percussão)
  • João Sequeira (percussão)
  • Mário Cruz (piano/direção)
  • Nuno Figueiredo (composição, 1982)
  • Rafael Mota (trombone)
  • Rafaela Monteiro (canto, The Voice 2020)
  • Ricardo Monteiro (percussão)
  • Sónia Pais (flauta, 1998)

Horácio Ferreira

Horário Ferreira é natural de Pinheiro de Ázere. Afirmou-se como um dos mais promissores clarinetistas da sua geração, tendo vindo a desenvolver uma carreira em franca ascensão. Iniciou o percurso musical aos oito anos de idade na Sociedade Filarmónica Lealdade Pinheirense e estudou posteriormente no Conservatório de Música de Coimbra e na Escola Profissional de Música de Espinho.

Licenciou-se na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo, no Porto, na classe de António Saiote. Frequentou posteriormente a Escuela Superior de Musica Reina Sofía, em Madrid, onde foi aluno de Enrique Pérez Piquer e Michel Arrignon. Estuda em Paris com Nicolas Baldeyrou. Como bolseiro, recebeu o generoso apoio da Fundación Albéniz, da Fundación Carolina e da Fundação Calouste Gulbenkian.

Obteve diversos primeiros prémios em concursos em Portugal, incluindo o Concurso da Costa Azul – Classe B (2004), o Prémio Jovens Músicos – Nível Médio (2007) e o concurso Terras de La Salette (2009). Foi finalista no Young Artists Competition (Kansas City) e no Concurso Internacional para Clarinete Giuseppe Tassis, em Milão. No Concurso Internacional de Clarinete Debussy, em Paris, foi premiado pela melhor interpretação da Première Rhapsodie de Debussy. Venceu a 28.ª edição do Prémio Jovens Músicos – Nível Superior, tendo-lhe sido atribuído o Prémio Maestro Silva Pereira – Jovem Músico do Ano 2014. Venceu o Concurso Internacional J. Pakalnis, em Vilnius, na Lituânia.

Como solista de concerto, tocou com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, a Orquestra XXI, a Orquestra de Cascais e Oeiras, a Filarmonia das Beiras, a Filarmónica Checa, a Musica Humana Orchestra, a Orquestra de Câmara de Colónia e o Novus String Quartet. Além da Europa, apresentou-se nos Estados Unidos da América, no Canadá, no Brasil e na China.

Gravou a obra Submundo, de Sara Claro, para a GDA/RDP. Atuou em vários festivais, incluindo os Festivais de Guimarães, Espinho e Póvoa de Varzim, o Festival Príncipe das Astúrias, o Festival de Clarinetes do Dão, o Cistermusica e o Festival ao Largo.

Horácio Ferreira, clarinete, de Santa Comba Dão

Horácio Ferreira, clarinete, de Santa Comba Dão, foto Jorge Carmona

Rafael Mota

Natural de Santa Comba Dão, Rafael Mósca Mota da Costa, trombonista do quadro da Deutsche Oper Berlin (Ópera Alemã de Berlim), integrou, mais uma vez, nos dias 26, 27 e 28 de fevereiro, a Berliner Philharmoniker uma das mais prestigiadas orquestras sinfónicas do mundo. Entre 27 de março e 6 de abril, volta a integrar a Filarmónica de Berlim no Festival de Páscoa de Salzburgo, na Áustria, um dos mais relevantes eventos internacionais dedicados à música clássica. A digressão termina em 10 de abril, com concerto em Berlim.

Rafael Mota é trombonista permanente da Orquestra da Deutsche Oper Berlin (Ópera Alemã de Berlim).

Iniciou os estudos musicais na Filarmónica de Santa Comba Dão. Em 2011, com 9 anos, ingressou no Conservatório de Música e Artes do Dão, com Ricardo Gonçalves, onde terminou o 5º Grau. Ingressou de seguida na Escola Profissional de Música de Espinho, no ano letivo 2016/2017, onde completou, em 2019, o Curso Profissional de Música, com Daniel Dias.

No final dos estudos na EPME, após audição, foi admitido na UDK, Universität der Künste Berlin, onde estuda com Stefan Schulz, também trombonista da Philharmonie Berlin e membro do Word Trombone Quartet.

Rafael Mota, trombonista, de Santa Comba Dão

Rafael Mota, trombonista, de Santa Comba Dão

Já tocou em orquestras como a Staatskapelle Berlin, Philharmonisches Staatsorchester Hamburg, Konzerthaus Berlin, Komische Oper Berlin, Symphonieorchester der Universität der Künste Berlin, entre muitas outras, e ainda na Orquestra Clássica de Espinho, Orquestra de Jazz de Espinho e Orquestra Filarmonia das Beiras.

É membro do Outslider Trombone Quartet.

Integrou também a Jovem Orquestra Portuguesa, no ano de 2019, e a Orquestra XXI (constituída exclusivamente por músicos portugueses residentes no estrangeiro).

Sónia Pais

Sónia Oliveira Pais (n. 1998) é flautista solo co-principal da Orquestra Gulbenkian. Concluiu, em 2026, o Mestrado em Performance na Hochschule für Musik und Theater München, na classe de Andrea Lieberknecht, obtendo a classificação máxima.

Ao longo do seu percurso, colaborou como convidada com a Staatsoper Stuttgart, a Orchester des Staatstheaters am Gärtnerplatz (contrato temporário na temporada 2024/2025), a Augsburger Philharmoniker, a Dresdner Philharmonie, a Mariinsky Theatre Orchestra e a Orquestra Clássica de Espinho. Integrou diversas orquestras jovens de referência, entre as quais a Junge Deutsche Philharmonie, a Gustav Mahler Academy, a Tchaikovsky International Youth Orchestra Ekaterinburg e a Orquesta Joven de la Sinfónica de Galicia.

Foi academista da Mendelssohn-Orchesterakademie, academia da Gewandhausorchester zu Leipzig, na temporada 2021/2022. Durante esse período participou na gravação, para a Deutsche Grammophon, das Sinfonias nºs 8 e 9 de Schubert, sob a direção de Herbert Blomstedt.

Paralelamente à sua atividade orquestral, dedica-se à música de câmara, tendo sido uma das artistas convidadas da 11.ª edição do Festival Internacional de Música de Marvão (2025), bem como à atividade solística, apresentando-se como solista com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Clássica da Madeira e a Orquestra Clássica de Espinho.

Dos concursos nacionais e internacionais em que participou, destacam-se o 1.º Prémio e o Prémio Excelência na categoria A do Concurso Internacional de Música de Gondomar, bem como o 3.º Prémio no Tampere Flute Fest – Piccolo Orchestral Competition, na Finlândia.

Sónia Pais iniciou os estudos musicais aos sete anos na Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias, em Santa Comba Dão. Prosseguiu a sua formação no Conservatório de Música e Artes do Dão e, posteriormente, na Escola Profissional de Música de Espinho, sob a orientação de Paulo Barros. Em 2017 foi admitida na Hochschule für Musik Hanns Eisler Berlin, na classe de Benoît Fromanger, onde concluiu a Licenciatura, com especialização em Orquestra e Ensino. Durante este período foi bolseira da Lucia-Loeser-Stipendium, bolsa atribuída por mérito artístico.

No ano letivo de 2026/2027 frequenta o Diploma Artístico da Escola Superior de Música Reina Sofía, em Madrid, sob a orientação de Jacques Zoon.

É professora de flauta transversal na Escola de Música do Colégio Moderno.

Atualizado a 21 de julho de 2026

Fontes:

José Manuel Mota da Costa, Horácio Ferreira facultou a informação relativas a Rafaela Monteiro (canto, The Voice 2020), Maria Gomes (clarinete), Igor Varela (clarinete), Ricardo Monteiro (percussão), António Neves (saxofone), João Neves (clarinete), Mário Cruz (piano/direção), João Sequeira (percussão), José Pedro Morais (composição/percussão), Nuno Figueiredo (composição).

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contactos

António José Ferreira
962 942 759

1 Comment
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/rafael-mota-trombone.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-06 15:44:152026-07-21 09:00:42Santa Comba Dão e os seus músicos
Francisco Fernandes Lopes, musicógrafo, de Olhão, créditos Paulo GonçalvesPaulo Gonçalves
Músicas no Concelho

Olhão e a sua música

MÚSICA À VISTA

Iconografia Musical no Concelho de Olhão

Monumento a Francisco Fernandes Lopes

Francisco Fernandes Lopes, musicógrafo, de Olhão, créditos Paulo Gonçalves

Francisco Fernandes Lopes, musicógrafo, de Olhão, créditos Paulo Gonçalves

Francisco Fernandes Lopes

Francisco Fernandes Lopes, musicógrafo, de Olhão, créditos Lénia Medina

Francisco Fernandes Lopes, musicógrafo, de Olhão, créditos Lénia Medina

Pormenor do monumento

Francisco Fernandes Lopes, musicógrafo, de Olhão, créditos Paulo Gonçalves

Francisco Fernandes Lopes, musicógrafo, de Olhão, créditos Paulo Gonçalves

Pormenor do monumento

Francisco Fernandes Lopes, musicógrafo, de Olhão, créditos Paulo Gonçalves

Francisco Fernandes Lopes, musicógrafo, de Olhão, créditos Paulo Gonçalves

Pormenor do monumento

Francisco Fernandes Lopes, musicógrafo, de Olhão, créditos Paulo Gonçalves

Francisco Fernandes Lopes, musicógrafo, de Olhão, créditos Paulo Gonçalves

Francisco Fernandes Lopes, homenageado em monumento, é o patrono de uma escola secundária e do respetivo agrupamento (Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes)

Na freguesia e cidade de Olhão (8700-470 Olhão, GPS: 37.024532, -7.839556, existe a Rua Doutor Francisco Fernandes Lopes.

Reciclanda

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/olhao-francisco-fernandes-lopes-monumento-ft-paulo-goncalves-1.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-05 12:29:362024-10-30 17:42:13Olhão e a sua música
Rebeca Oliveira, guitarra, de Santa CruzXana Teixeira
Músicas no Concelho

Santa Cruz (Madeira) e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Santa Cruz (Madeira)

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Rebeca Oliveira (guitarra)

Rebeca Oliveira é natural da ilha da Madeira, Portugal.

Em julho de 2017, concluiu a licenciatura em Guitarra Clássica com a mais alta distinção, no Conservatório Superior de Música de Vigo (Espanha), sob a tutela da professora Margarita Escarpa.

Em setembro de 2017 iniciou o mestrado em Performance com especialização em Música de Câmara na Hochschule für Musik Franz Liszt Weimar (Alemanha), na classe do reconhecido professor Thomas Müller-Pering, concluindo este ciclo de estudos com a mais alta distinção.

Em maio de 2018 iniciou o ciclo Carlos Seixas for guitar, publicando as suas transcrições para guitarra clássica da obra do compositor português Carlos Seixas, com a editora Les Productions d’Oz (Canadá), tornando-se no mesmo ano Augustine Strings Artist.

Rebeca Oliveira iniciou os estudos musicais a aos 15 anos, no Conservatório Escola Profissional das Artes da Madeira – Eng.º Luiz Peter Clode, com Pedro Zamora, concluindo o curso profissional de instrumentista com a mais alta qualificação.

Leia AQUI a biografia completa.

Rebeca Oliveira

Rebeca Oliveira, guitarra, de Santa Cruz

Rebeca Oliveira, guitarra, de Santa Cruz, foto Xana Teixeira

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/santa-cruz-madeira-rebeca-oliveira-guitarra-ft-xana-teixeira.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-01-03 18:51:492021-06-21 19:57:29Santa Cruz (Madeira) e os seus músicos
Eva Braga Simões, créditos Abel Andrade
Músicas no Concelho

Braga e os seus músicos

Músicos de Braga

Musorbis é o projeto Meloteca que mapeia a música em Portugal, concelho a concelho.

  • Adriana Moreira (fadista)
  • Alexandra Moura (soprano)
  • Almeno Gonçalves (tenor, 1993)
  • Ana Calheiros (soprano)
  • Ana Catarina Barros (compositora, 1995)
  • Ana Rute Rei (canto)
  • Ana Vieira Leite (soprano)
  • Artur Caldeira (guitarra)
  • Catarina Martins (violino)
  • Cristiana Oliveira (soprano)
  • Diogo Lopes (composição)
  • Domingos Machado (construtor de instrumentos, 1936)
  • Dora Rodrigues (soprano)
  • Eduarda Melo (soprano, 1979)
  • Eva Braga Simões (soprano)
  • Gabriela Braga Simões (cantora)
  • Joana Gama (pianista, 1983)
  • João Carlos Pinto (composição, 1998)
  • João Lima (pianista)
  • Joaquim Oliveira (trombone)
  • Jorge Castro (contrabaixo, direção)
  • Liliana Nogueira (soprano)
  • Manuel Valença (organista, 1917-2016)
  • Margarida Martins (oboé, 1999)
  • Marta Domingues (composição, 2000)
  • Máximo Klyetsun (pianista)
  • Miguel Braga Simões (percussionista)
  • Miguel Simões (violinista)
  • Paulina Sá Machado (soprano)
  • Paulo Gonçalves (acordeão, saxofone)
  • Rui Dias (composição, 1974)
  • Sara Braga Simões (soprano)
  • Teresa Macedo Ferreira (viola de arco)

Teresa Macedo Ferreira

Teresa Macedo Ferreira, violetista

Teresa Macedo Ferreira, violetista

Dora Rodrigues

Dora Rodrigues, cantora, de Braga

Dora Rodrigues, cantora, de Braga

Eduarda Melo

Eduarda Melo, cantora, de Braga

Eduarda Melo, cantora, de Braga

Sara Braga Simões

Sara Braga Simões, soprano, de Braga

Sara Braga Simões, soprano, de Braga

Ana Vieira Leite

Ana Vieira Leite, cantora, de Braga

Ana Vieira Leite, cantora, de Braga

Joana Gama

Joana Gama, pianista, de Braga

Joana Gama, pianista, de Braga

Marta Domingues

Marta Domingues, compositora, de Braga

Marta Domingues, compositora, de Braga

Paulo Morais

Paulo Morais, direção, de Braga

Paulo Morais, direção, de Braga

Alexandra Moura

Alexandra Moura, soprano, de Braga

Alexandra Moura, soprano, de Braga

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Destaca-te no Musorbis

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Ana Catarina Barros

Ana Catarina Braga de Barros nasceu em Braga, em 1995. Ingressou aos seis anos no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga (CMCGB), onde estudou Flauta Transversal na classe de Américo Costa onde concluiu o Curso Artístico Especializado de Composição na classe dos professores André Ruiz e Paulo Bastos, assim como o 8º grau de flauta.

No CMCGB, integrou a Orquestra de Câmara e a Orquestra Sinfónica, participando ainda na orquestra da Associação Musical Sinfonia de Braga. Integrou a orquestra nos espetáculos musicais “Once Upon a Time” (2011), “Arquivo” (2012) e “Pinocchio” (2013), realizados pelo CMCGB no Theatro Circo. Participou em vários estágios de orquestra e classes de aperfeiçoamento, como o XXIV e XXV Cursos de Aperfeiçoamento Musical em Vila do Conde, sob a orientação de Nuno Inácio, 8º e 9º Estágio Internacional de Orquestra da Região de Leria/Fátima, sob a direção do maestro Jean-Sébastien Béreau, 1º e 2º Estágio de Orquestra do CMCGB, respetivamente sob a direção dos maestros Martin André e Joana Carneiro.

Em 2013 ingressou no curso de Composição na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), na classe dos professores João Madureira, Luís Tinoco e António Pinho Vargas. Enquanto aluna da ESML, participou nos vários projetos dos Coro Sinfónico e Geral dessa instituição. Peças suas foram tocadas no Festival Peças Frescas (Teatro S. Luiz) e na Semana da Composição na ESML. Participou em diversos classes de aperfeiçoamento, oficinas e seminários sob a orientação de Luigi Abbate, Miguel Azguime, António Sousa Dias, Achim Bornhöft, George Benjamin, Carlos Marecos, Sérgio Azevedo, João Madureira, Luís Tinoco, António Pinho Vargas e Gonçalo Gato, entre outros.

Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

João Carlos Pinto

João Carlos Pinto nasceu em Braga, em 1998. Estudou Piano e Composição no Conservatório Gulbenkian de Braga e licenciou-se em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa. Participou em classes de aperfeiçoamento e oficinas com Ensemble Recherche, Tristan Murail, Thomas Adès, Alexander Schubert, John Chowning, Rebecca Saunders, João Pedro Oliveira, Panayiotis Kokoras, Stefano Gervasoni, Stefan Prins, Carola Bauckholt e Åke Parmerud, entre outros.

A sua música tem sido tocada em locais e eventos como Arts Incubator (KOR), CEMI Circles (EUA), Gaudeamus (NL), Porgy & Bess (AUS), Festival Mixtur (ESP) e Casa da Música, Festival DME, Reencontros de Música Contemporânea, O’culto da Ajuda, Teatro Nacional São Carlos, Teatro S. Luiz, gnration, Sonoscopia (PT). Tem recebido encomendas de entidades como Gaudeamus, RTP / Antena 2 e Arte no Tempo.

Em 2019, foi nomeado Jovem Compositor Associado dos Estúdios Victor Córdon (parceria com Teatro Nacional S. Carlos e Companhia Nacional de Bailado) e selecionado para o Festival ManiFeste do IRCAM, onde teve aulas com Kaija Saariaho e Thierry de Mey, e trabalhou com Raphaël Cendo e o Ensemble NIKEL numa peça sketch. No mesmo ano, foi ainda selecionado para o programa de residências artísticas de Criação de Ópera “Bijloke Summer Academy”, co-ordenada pela ENOA no LOD Muziektheater (Gent, Bélgica).

A sua atividade enquanto performer consiste, maioritariamente, no uso de instrumentos electrónicos que o próprio constrói e modifica, de que destaca os projetos CACO.MEAL e o duo Almeida / Carlos Pinto. Possui partituras editadas e publicadas por MPMP, Scherzo Editions e Arte no Tempo. Foi distinguido com o 2º prémio – VI Concurso de Composição – Banda Sinfónica Portuguesa; Melhor obra no género – War movie – Film Music Competition 2016, Associazione Ravel; 1º prémio – Nanomúsicos Eletroacústicos 2016 – Festival DME. Discografia: Ablaze Records – Electronics Masters Vol. 7 – disponível a obra “Que ninguém conheça este meu (verdadeiro) nome…”, acusmática; MPMP / ESML 1 – disponível a obra “Nadir”, para orquestra de sopros; MPMP / ESML 3 – disponível a obra “Nothingness as an emergence”, para violoncelo preparado e eletrónica (+vídeo e staging).

Marta Domingues

A compositora Marta Domingues nasceu em Braga em 2000. Frequenta a licenciatura em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa, tendo estudado com Jaime Reis, Carlos Caires e atualmente com Carlos Marecos. Frequentou classes de aperfeiçoamento e conferências com compositores como Åke Parmerud, Panayiotis Kokoras, Annette Vande Gorne, João Pedro Oliveira, Robert Normandeau, Mario Mary, Hans Tutschku e Kaija Saariaho.

Desenvolve projectos educativos integrando a associação EMSCAN e, como compositora e membro fundador, o Forward Electroacoustic Music Ensemble (FEME-EMSCAN) desde 2016, tendo sido recebido o primeiro prémio Jovens Criadores 2017, na secção musical. É membro do Laboratório de Música Mista José Luís Ferreira (ESML).

As suas peças têm sido apresentadas em eventos como: Festival DME / Lisboa Incomum, Música Viva/ Oculto d’Ajuda, Aveiro Síntese, BoCA – Biennal of Contemporary Arts/ Teatro São Carlos e Monaco Electroacoustique (2017 e 2019). A sua peça acusmática Yliathim foi selecionada para o festival Sonorities Belfast 2020 no Sonic Arts Research Centre (SARC) e ainda premiada com uma menção honrosa no concurso Métamorphoses da Influx, sendo posteriormente editada no CD Métamorphoses 2020. É membro da Produção do Festival Dias de Música Electroacústica.

Paulina Sá Machado

Paulina Sá Machado nasceu em Braga em 1994. Iniciou os estudos aos seis anos, no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga na classe de piano de Ana Maria Rodrigues e em 2010 a disciplina de canto. Em 2013 iniciou os estudos superiores de canto, ingressando na ESART (Escola Superior de Artes Aplicadas) em Castelo Branco na classe das professoras Elisabete Matos e Dora Rodrigues.

Como cantora solista, participou em vários projetos, destacando-se o seu papel nas obras “A Mass of Peace” de Karl Jakins, “Pinocchio” de Pierangelo Valtinoni, “Mass of children” de J. Rutter, “A Ceremony of Carols” de Benjamin Britten. Atuou em diversas salas das quais destaca o Teatro Circo de Braga, Pavilhão Centro de Portugal, Fórum Luísa Todi, Pavilhão Multiusos de Guimarães, Fundação Gulbenkian e Teatro Nacional de São Carlos. Já participou em vários concursos, evidenciando-se a Menção Honrosa obtida no “15.° Concurso da Cidade do Fundão”, no nível IV. Frequenta o III ano da Licenciatura em Música – variante Canto.

Paulo Morais

Paulo Morais nasceu em 1992, em Merelim S. Pedro, Braga. Ingressou aos 6 anos no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga onde concluiu, em 2011, o Curso Secundário de Composição, o 8º grau de Violino sob o professor Alexandre Correia e o 3º grau de Piano. Nesse ano, ingressou na Universidade do Minho onde concluiu, em 2014, a Licenciatura em Violino na classe dos professores Eliot Lawson e Ilya Grubert. Foi diretor artístico do Orfeão de Merelim desde a sua fundação, em 2012 até 2015 e mestre-de-Capela da Basílica de S. Bento da Porta Aberta entre 2015 e 2018. Desde 2010, é director artístico da Sinfonietta de Braga.

Frequentou o curso de direção de orquestra orientado por Jean-Sébastien Béreau no Conservatoire a Rayonnement Régional de Lille (FR) bem como os seminários de Fenomenologia Musical com Konrad von Abel e Jordi Mora e a pós-graduação em Estudos de Gestão na Universidade do Minho (PT).

Em 2018 concluiu o Master Spécialisé en Musique – Direction d’orchestre no Conservatoire Royal de Mons (BE) sob a orientação de Daniel Gazon e Jean-Pierre Deleuze com duas residências enquanto jovem chefe das orquestras belgas Orchestre Royal de Chambre de Wallonie e Orchestre Philharmonique Royale de Liège e uma dissertação orientada pelo compositor Jean-Luc Fafchamps sobre O modernismo musical em Portugal e a busca de um idioma nacional.

Fontes: Sara Braga Simões (sobre Eva Braga Simões, Gabriela Braga Simões, Miguel Braga Simões, Cristiana Oliveira e João Lima; e Paulo Morais (sobre Paulina Sá Machado, Almeno Gonçalves e Artur Caldeira).

Rui Dias

Rui Dias nasceu em Braga em 1972. É Licenciado em Composição pela ESMAE-IPP (Porto), onde estudou com Virgílio Melo, Cândido Lima, Filipe Pires e Carlos Guedes, e Mestre em Multimédia pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, onde frequenta atualmente o programa doutoral em Média Digitais UT Austin/Portugal.

Apresenta regularmente trabalho artístico como compositor, performer e como programador, tendo como áreas privilegiadas a música eletroacústica, a improvisação e a criação de sistemas musicais e multimédia interativos. Entre os eventos e concertos onde participou encontra-se o Festival Música Viva (Lisboa), Festival “Synthèse” (Bourges, França), Dias de Música Electroacústica, Unicer Laboratório Criativo, Festival Tom de Vídeo (Tondela), Festival Future Places (Porto), Guimarães 2012 capital europeia da cultura, Manobras no Porto, Suoni Inauditi (Livorno, Itália), Sonoscopia (Porto), Janeiro dos Grandes Espetáculos (Recife, Brasil), Serralves em Festa (Porto), Noite Branca (Braga), CARA Ano Zero (Matosinhos), Festival Semibreve (Braga), Phonambient Braga (GNRation) e Som Riscado (Loulé).

É docente, desde 2005, e coordenador, desde 2007, do curso de Música Electrónica e Produção Musical da Escola de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco (ESART-IPCB). Lecionou diversas formações em áreas ligadas à música por computador.

Teresa Macedo Ferreira

Teresa Macedo Ferreira é uma violetista portuguesa de percurso invulgar, reconhecida pela maturidade interpretativa, musicalidade expressiva e versatilidade que atravessa a música de câmara, o repertório orquestral e o recital a solo.

Formada nas melhores escolas europeias, afirmou-se rapidamente como uma das jovens instrumentistas mais promissoras da sua geração.

Iniciou os estudos no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, com Dário Alves. Licenciou-se com First Class no Royal Conservatoire of Scotland, sob a orientação de Duncan Ferguson, e concluiu em 2024 o Guildhall Artist Masters com distinção, na Guildhall School of Music and Drama, onde estudou com German Clavijo e Matthew Jones. Atualmente, estuda com Razvan Popovici.

Durante a licenciatura, foi premiada com o 1.º Prémio no Watson Forbes Competition (2021) e o 2.º Prémio no Mable Glover Competition (2020), tendo ainda colaborado com o Scottish Ensemble e a Royal Scottish National Orchestra.
Foi academista da London Philharmonic Orchestra (2023) e da London Symphony Orchestra (2022), e é músico extra da Orquestra Casa da Música.

Em 2025, venceu o Prémio Jovens Músicos – Viola, o Prémio Maestro Silva Pereira / Jovem Músico do Ano, o Prémio do Círculo Richard Wagner e o Auer-von-Welsbach-Preis. Foi também chefe de naipe da Ulster Orchestra entre maio e dezembro desse ano.

Em 2026, estreou-se em festivais de renome como Liestal Chamber Music Summit, IMS Prussia Cove, Rencontres Musicales Camerata Lysy e SoNoro Festival.

Estreou-se como solista com a Orquestra Filarmónica de Braga e estrear-se-á como solista com a Orquestra Metropolitana em setembro.

Em janeiro, apresentou o seu primeiro recital a solo na Casa da Música e irá dar recitais em Paris, Portugal e no Reino Unido até ao final de 2026.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/eva-braga-simoes-ft-abel-andrade.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-31 16:58:332026-07-29 21:39:47Braga e os seus músicos
Guilhermina Suggia por Vasco Gargalo
Músicas no Concelho

Música na caricatura em Vasco Gargalo

MÚSICA À VISTA

Músicos na caricatura de Vasco Gargalo

Bernardo Sassetti [ pianista, compositor ]

Bernardo Sassetti por Vasco Gargalo

Bernardo Sassetti por Vasco Gargalo

Guilhermina Suggia [ violoncelista ]

Guilhermina Suggia por Vasco Gargalo

Guilhermina Suggia por Vasco Gargalo

José Mário Branco [ cantautor ]

José Mário Branco por Vasco Gargalo

José Mário Branco por Vasco Gargalo

Mariza [ cantora ]

Mariza por Vasco Gargalo

Mariza por Vasco Gargalo

Salvador Sobral [ cantor ]

Salvador Sobral por Vasco Gargalo

Salvador Sobral por Vasco Gargalo

O caricaturista e ilustrador Vasco Gargalo nasceu em 1977 em Vila Franca de Xira, onde reside.

Fez formação e experiência nas Artes de Ilustração e Banda Desenhada no Ar.co e Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Frequenta o mestrado em Ilustração Artística do Instituto Superior de Educação e Ciências (ISEC) em protocolo com a Universidade de Évora. Até ao momento participou em diferentes publicações de tiragem nacional: editoras, jornais, revistas, agências de publicidade, projetos artísticos de Ilustração e Banda Desenhada. Participou em várias exposições coletivas e individuais em Portugal. Ganhou vários prémios: em 2014, Prémio Especial da Humorgrafe, na IV Bienal de Humor Luís d’Oliveira Guimarães, em Penela; Concurso Sardinhas das Festas de Lisboa, promovido pela EGAC, 2011; Prémio Stuart de Desenho de Imprensa do El Corte Inglês, para melhor cartoon/caricatura da Imprensa Portuguesa, em 2009; Prémio Juventude de Ilustração, XIX Salão Nacional Humor de Imprensa em Oeiras, 2005; Menção Honrosa no IX Salão Luso-Galaico de Caricatura em Vila Real, 2005.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/guilhermina-suggia-vasco-gargalo.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 15:27:312021-06-21 19:57:50Música na caricatura em Vasco Gargalo
Paulo Alexandre, cantor, de Vouzela
Músicas no Concelho

Vouzela e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Vouzela

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Paulo Alexandre (cantor, 1931)

Paulo Alexandre

Paulo Alexandre, cantor, de Vouzela

Paulo Alexandre, cantor, de Vouzela

Verde Vinho

Paulo Alexandre, cantor, de Vouzela

Paulo Alexandre, cantor, de Vouzela

Paulo Alexandre

Paulo Alexandre, pseudónimo artístico de Modesto Pereira da Silva Santos (Vouzela, 16 de Fevereiro de 1931) é um cantor português reconhecido especialmente pelo sucesso do tema “Verde Vinho” de 1977, uma tradução e adaptação do tema “Griechischer Wein” de autoria de Udo Jürgens e editado em 1974.

Paulo Alexandre nasceu em Vouzela, a 16 de Fevereiro de 1931, mas cedo se mudou para Lisboa. A sua carreira artística iniciou-se em 1954, na antiga Emissora Nacional, no programa “Ouvindo as Estrelas” ao lado de nomes como Luis Piçarra, Maria de Lourdes Resende, Isabel Wolmar e Rui de Mascarenhas. Na RCP faz uma espécie de magazine com Isabel Wolmar e Catarina Avelar. Em 1958 juntou-se a três solistas da Emissora nacional (Nuno d’Almeida, Américo Lima e Fernando La Rua) para formar o “Conjunto vocal 4 de Espadas”.

Gravou um EP com a Orquestra de João Nobre que incluía o tema Agora Ou Nunca de Nóbrega e Sousa e António José Lampreia. Com os Telestars lançou um EP que incluía temas como Dancemos O Twist e Horizonte de Esperança. Na televisão foi o protagonista da opereta Romance na Serra de José de Oliveira Cosme e Alves Coelho Filho. Gravou versões dos temas das bandas sonoras dos filmes Love Story e Romeu e Julieta. Com António Sala foi um dos fundadores da editora Rossil. O tema Verde Vinho de 1977 foi um grande sucesso com dois Discos de Ouro em 1977 e 1978. O disco foi durante largo tempo best-seller no Brasil onde conquistou o disco de Ouro. O sucesso do disco levou mesmo à feitura de um Verde Vinho (filme) com o mesmo nome protagonizado pelo ator Dionisio Azevedo e pelo próprio Paulo Alexandre. A banda sonora do filme inclui um dueto com Maria de Lourdes (desgarrada, da autoria de Mário Rocha) e ainda os temas Verde Vinho, Adeus Meu Pais, Agora Ou Nunca e Voltei Para Ficar. Lançou o single Voltei Para Ficar.

Editou novo single com os temas Oferece As Tuas Mãos da dupla Nóbrega e Sousa e Eduardo Olimpio e Foi Tudo da autoria de António Sala. A editora brasileira Chantecler lançou em 1978 um álbum com os temas “Romance Romance”, “Escravo”, “Concerto Para Ti”, “Rosas Vermelhas Para O Meu Amor”, “Vem Valsar Com O Papa”, “Meu Refugio”, “Oferece As Tuas Maos”, “Minha Noite Esta Vazia”, “Agora Ou Nunca”, “Fui Tudo”, “Nocturno” E “Verde Vinho”. O single “Meninos da Cidade” é mais uma versão de um tema estrangeiro. No lado B aparece “Gaiato de Lisboa” da autoria do maestro Belo Marques. Paulo Alexandre canta Camões com o tema “Aquela Cativa”. 1979 é o ano de “Vem Comigo a Portugal”.

Na CBS lançou o single “Verde Milho” e uma nova versão de “Verde Vinho”. Gravou o álbum Eu e o Outro para a editora Transmédia. Em 1987 grava o single “Guitarra Minha Amiga” para a Polygram. Nesse ano foi ainda o autor de uma peça musical em que deu forma à Parte II da “Mensagem” de Fernando Pessoa: o videograma “Mar Português/possessio Maris”. A narrativa sinfónica contou com música do maestro Joaquim Luís Gomes.

Foi locutor e produtor radiofónico, na Rádio Renascença, Antena 1 e RDP Internacional. Para a Videofono e RTP realizou vários programas de televisão. Com Nuno Fortes produziu a série “O Que É Feito de Si” com cerca de 120 programas. Trabalhou também com Paula Aresta num programa de televisão. Apresentou a narrativa na igreja da Graça em Santarém e abandonou a carreira artística. Em 2010 foi editado o livro Duas Vidas numa Só, de subtítulo “Entre Cifrões e Canções”, que inclui relatos da sua carreira artística e da sua também bem sucedida profissão como bancário. A Compact Records lança um CD com algumas das canções de maior sucesso do artista.

Discografia

Singles e EP

  • Agora Ou Nunca / Ana Cristina / Escravo / Nocturno (EP, Alvorada) AEP 60533
  • Dancemos O Twist / Horizonte de Esperança / T-4 / Galope (EP, Alvorada) AEP 60615
  • Estranhos Na Noite (EP, Alvorada)
  • História de Amor / Um Dia, Amor (Orfeu)
  • Concerto Para Ti / África (O Primeiro Do Emigrante) (Single, Orfeu, 1976) KSAT 554
  • Verde Vinho / Vem Valsar Com o Papá (Single, Rossil, 1977) Ross 7001
  • Oferece As Tuas Mãos / Foi Tudo (Single, Rossil, 1978) Ross 7007
  • Voltei Para Ficar / Rosas Vermelhas Para O Meu Amor (Single, Rossil) Ross 7010
  • Meninos da Cidade / Gaiato de Lisboa (Single, Rossil) Ross 7021
  • Aquela Cativa /  (Single, Rossil) Ross 7066
  • Vem Comigo a Portugal / Ven conmigo A Portugal (Single, Rossil, 1979)
  • Verde Minho (Single, CBS, 1983)
  • Verde Vinho (nova gravação) / Verde Vinho (Versão orquestral) (Single, CBS) CBS A4446
  • Guitarra Minha Amiga / Versão Instrumental (Single, Polygram, 1987)
Álbuns de estúdio
  • Eu e o Outro (LP, Transmédia) VLP 50.002
  • Canções da Minha Saudade, vol. 1 (CD, Movieplay, 1993)
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/vouzela-paulo-alexandre-cantor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:18:542024-12-05 19:48:26Vouzela e os seus músicos
Inês Ferreira, flautista, natural de Vizela
Músicas no Concelho

Vizela e os seus músicos

Músicos naturais do (atualmente) Concelho de Vizela

O Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música da terra. De momento, constam os seguintes nomes:

  • Inês Ferreira (flautista, 2000-)
  • Joaquim Ribeiro (maestro)

Falecidos

  • Joaquim Chicória (maestro, 1874-1951)
  • Frei Domingos de São José Varela (musicólogo, (1762-1834)
  • Lourenço Alves Ribeiro (regente, 1899-1993)
Inês Ferreira

Inês Pinto Ferreira nasceu a 15 de março de 2000, sendo natural de Vizela. Iniciou os estudos musicais aos 10 anos na Academia de Música da Sociedade Filarmónica Vizelense. Um ano mais tarde, ingressou na classe de Flauta da mesma instituição, lecionada pelas professoras Sara Marques e Salomé Ferreira. Posteriormente, estudou com Gil Magalhães no atual Conservatório de Guimarães.

Ao longo do seu percurso, teve a oportunidade de trabalhar com os maestros Vítor Matos, Cesário Costa, José Ferreira Lobo, Artur Pinho Maria e David Bruchez-Lalli, em orquestras como a Orquestra Sinfónica Ensemble, Orquestra Ópera no Património e a Orquestra de Guimarães. Em 2021 foi admitida na Orquestra Académica da Filarmónica Portuguesa.

Participou em diversos concursos, tendo sido premiada com o segundo lugar no 14º Concurso Internacional de Santa Cecília (2012), no 5º Concurso Internacional de Sopros do Alto Minho em Ponte de Lima (2017) e no Concurso Internacional Terras de la Salette (2018).

Inês Ferreira, flautista, natural de Vizela

Inês Ferreira, flautista, natural de Vizela

Participou também em classes de aperfeiçoamento com os professores Olavo Barros, Luís Meireles, Peter Stark, Marcos Fregnani, Nuno Inácio, Stefano Parrino, Stephanie Wagner e José-Daniel Castellon.

Inês Ferreira faz ainda parte do Quinteto Sinestesia. Com este grupo, do qual é membro desde a sua criação, teve a possibilidade de ser laureada com um Segundo lugar no “VI Odin International Music Online Competition” (Dublin, Irlanda), com uma Menção Honrosa no “II ISCART Competition” (Lugano, Suíça), com o Primeiro lugar no “The 4th International Moscow Music Competition” (Moscovo, Rússia) e com o Terceiro lugar no “Marker And Pioneer International Music Competition” (Los Angeles, Califórnia, EUA). Todos estes prémios foram atribuídos na categoria de música de câmara, nas idades compreendidas entre os 18 e 25 anos. O grupo terminou a cadeira de música de câmara com nota de 20 valores.

Estuda na Universidade do Minho com o professor Gil Magalhães.

Reciclanda

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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António José Ferreira
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José Marques

José Manuel Oliveira Marques iniciou os estudos musicais por incentivo do pai, Manuel Guerra, aos 10 anos, na Escola da Sociedade Filarmónica Vizelense, tendo como professor, Manuel Joaquim Ferreira da Costa. Como trombonista, fez parte de vários grupos de música de câmara, entre eles um quinteto de metais que participou no concurso da juventude musical portuguesa em 1988, tendo vencido a eliminatória do distrito de Braga e sido apurado para a final nacional em Lisboa.

José Manuel Marques, maestro

José Manuel Oliveira Marques, maestro

Nos anos 80/90 gravou um CD e um Single com o grupo pop-rock, MLJ4, que contou com participações em diversos canais televisivos. Participou num estágio com a orquestra Nova Filarmonia Portuguesa em 1990. Membro integrante da Banda da Sociedade Filarmónica Vizelense até 2000, chegou a incorporar esporadicamente outras bandas filarmónicas do norte do país, sob a batuta de vários maestros. O seu primeiro curso de Direção data de 1990 e foi realizado sob orientação dos maestros Aurélio Pinho, Agostinho Caineta, Silva Dionísio, Luís Rego, entre outros.

Participou em variadíssimos cursos de aperfeiçoamento e seminários de Direção, em Portugal e na Europa onde tomou contacto com maestros e professores como George Hurst, Robert Houlihan e António Saiote. Frequentou o curso de Direção de Orquestra de Canford, Inglaterra, com o Maestro George Hurst, assistido pelos maestros Rodolfo Saglimbeni, Denise Ham e Robert Houlihan.

É maestro da Banda de Música da Sociedade Filarmónica Vizelense, desde 2000. Lecionou na Academia de Música desta associação, a classe de trombone durante 10 anos. Fundou e dirigiu a Orquestra Ligeira de Vizela da S. F. V. em 2000 até 2010. Sob a sua orientação, a Banda da Sociedade Filarmónica Vizelense conta com dezenas de atuações anuais por todo o país e com as primeiras participações internacionais. Dirigiu a banda nos seus três trabalhos discográficos, Chicória, editado em 2007, Murmúrios do Vizela em 2011 e Ver Ouvir e Calar em 2016. Edições compostas com obras exclusivamente do Compositor Vizelense Joaquim da Costa Chicória, as exceções são a gravação do Hino de Vizela do compositor Manuel Ribeiro da Silva, em versão instrumental e coral. Frequentou, de 2006 a 2010, o Curso Livre de Direção de Orquestra na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE), com António Saiote, que continua a ser seu orientador na arte da direção de orquestra. Foi Membro da Comissão Instaladora da Escola Oficial de Música de Vizela, em 2009, da qual é atualmente diretor pedagógico em forma colegial.

É licenciado em Música, curso de Ciências Musicais pela Universidade do Minho e Pós-graduado em Ópera – Estudos Músico Teatrais variante de direção de orquestra pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) onde teve oportunidade de trabalhar relevantes óperas de vários períodos da História da música: The Fairy Queen, de Henry Purcell; A flauta Mágica, de Wolfgang Amadeus Mozart e L’enfant et les sortilèges, de Maurice Ravel.

Nestas óperas teve oportunidade de trabalhar com os encenadores Peter Konwitschny, Sara Erlingsdotter, transversalmente orientado por António Saiote sob coordenação de António Salgado.  É Mestre em Ensino de Música, variante Ciências Musicais pela Universidade do Minho. É doutorando, em Educação Artística na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP).

HISTÓRIA

António Costa Vieira (16 de outubro de 1925-23 de julho de 2014), foi um antigo maestro da banda da Sociedade Filarmónica Vizelense e ex-orientador do Grupo Coral de S. Miguel.

Costa Vieira deixou descendentes na banda de Vizela como o seu filho Guilherme Vieira e os seus netos Eduardo Vieira e Helena Vieira. Foi homenageado em 2009 pelo Município de Vizela pela sua dedicação à causa musical. Em 2000-2001 tinha sido homenageado pelo Rotary Club de Vizela juntamente com Renato Costa.

Depois da Banda Velha ter sido desativada, alguns dos elementos transitaram para a Sociedade Filarmónica Vizelense que ficou momentaneamente reforçada, Costa Vieira tomou conta da regência levando-a a bom porto, até 1983, ano em que a Sociedade Filarmónica Vizelense se oficializou definitivamente. Em 1984, Costa Vieira foi substituído pelo maestro Joaquim Ferreira da Costa. Ao fim de quatro anos, Ferreira da Costa assumiu por inteiro as suas funções na Banda da GNR de Lisboa e a banda vizelense, vendo-se sem maestro, recorreu novamente aos serviços de António Costa Vieira que por amor à Banda aceitou regressar com o compromisso de rápida transição. Seria rendido por um “aluno” seu, o atual maestro José Manuel Marques Guerra.

António Costa Vieira, maestro

António Costa Vieira, maestro (1925-2014)

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/ines-ferreira-flauta-n-vizela.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 17:32:542024-11-12 00:48:33Vizela e os seus músicos
Liliana Aparício, acordeonista, de Viseu
Músicas no Concelho

Viseu e os seus músicos

Músicos do Concelho de Viseu

Sítio em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • Almeida Campos (folclorista, 1890-1956)
  • André Cardoso (guitarra)
  • Anícia Costa (piano)
  • António Carlos Coelho (guitarra)
  • Augusto Hilário (fadista, 1864-1896)
  • Avantino de Sousa (m. 2016, guitarra portuguesa)
  • Bruno Cabral (acordeão)
  • Campos Coelho (pianista, 1903-1988)
  • Carlos Ferreira (violino)
  • Carlos Peninha (guitarra)
  • Carlos Viçoso (viola de fado e fingerstyle)
  • Daniel Coelho (guitarra)
  • Daniel Simões (Canto ou Piano)
  • Elizete Bayan (soprano, 1938)
  • Flávio Rodrigues (acordeão)
  • Francisco Pereira (guitarra portuguesa)
  • João Costa (baterista)
  • João Dias (cantor e acordeonista)
  • João Paulo Sousa (guitarra portuguesa)
  • José Carlos Sousa (composição)
  • Liliana Aparício (acordeonista)
  • Liliana Duarte (organista)
  • Mara Pedro (fadista, 1998)
  • Marina Ferreira (saxofone)
  • Miguel Rodrigues (baterista)
  • Francisco Mendes (músico)
  • Nancy Brito (acordeão)
  • Octávio Sérgio (guitarrista, 1937)
  • Paula Sobral (guitarra)
  • Pedro Rebelo (composição, 1972)
  • Rodrigo Gonçalves (acordeão)
  • Rui Figueiredo Rodrigues (acordeão)
  • Teletuna
Anícia Costa

Natural de Viseu, Anícia Costa iniciou os estudos musicais no Conservatório Regional de Música de Viseu “Dr. José de Azeredo Perdigão”, integrando a classe de José Miguel Amaral.

Em 2012, ingressou na Universidade de Aveiro, na Licenciatura em Música, onde trabalhou com os Professores Nancy Lee Harper e João Bettencourt da Câmara. Estudou Música de Câmara com António Chagas Rosa e Helena Marinho. Em 2017 concluiu, na referida instituição, o Mestrado em Ensino de Música – variante de Piano sob a orientação da Professora Shao Xiao Ling.

É docente de Piano no Conservatório Regional de Música de Viseu “Dr. José de Azeredo Perdigão” onde desempenha também a função de pianista acompanhadora. Paralelamente, no que diz respeito a atividades extracurriculares relacionadas com música, leciona piano no Colégio da Via-Sacra (Viseu).

Anícia Costa

Anícia Costa, piano, de Viseu

Anícia Costa, piano, de Viseu

Ao longo do seu percurso, Anícia Costa tem participado em classes de aperfeiçoamento orientadas por conceituados pianistas, tais como Madalena Soveral, Paulo Oliveira, Maria Gabriela Quel, Luís Pipa, Marian Rybicki, Carles Lama, Jean Fassina, entre outros. Apresentou-se com recitais de música de câmara em várias cidades do País, com destaque para Angra do Heroísmo, Aveiro e Viana do Castelo. Em 2018 participou no Festival de Música de Viseu com um recital de piano a 6 mãos, com as pianistas Ana Cristina Mota Pinto e Svitlana Kocheleva.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

António Carlos Coelho

António Carlos Coelho nasceu em 1989 na cidade de Viseu. Iniciou o seu percurso na Música numa Associação Cultural ingressando posteriormente no Conservatório Regional de Música de Viseu, Dr. José Azeredo Perdigão. Encaminhou os seus estudos para o Violino, instrumento no qual completaria o curso complementar sob a coordenação da Professora Ana Serrano. No decorrer deste trajeto, estudou também Guitarra Clássica na classe dos professores André Cardoso e Paula Sobral, na mesma Instituição. Mais tarde prosseguiu a sua formação no Instituto Jean Piaget licenciando-se em Educação Musical. Paralelamente ultimou os seus estudos complementares em Guitarra Clássica com André Madeira no Conservatório de Música de Coimbra.

Concluiu a Licenciatura em Música e o Mestrado em Ensino da Música, Guitarra Clássica, no Instituto Jean Piaget sob a orientação de Augusto Pacheco e de Alexandre Andrade.

Na qualidade de instrumentista participou em produções musicais orientadas pela Associação “Contracanto”, em conjunto com a Orquestra Poema e demais músicos adjacentes. Fez parte da Big Band Poema. Apresenta-se numa vertente bastante eclética abraçando diferentes estilos musicais entre o Jazz e a Pop/Rock. É membro integrante do Quarteto de Guitarras de Viseu e do TriunViriato, cruza a sua atividade com vários instrumentistas a destacar o duo de Guitarra e Canto. É membro da Orquestra “Guitarrofonia” com a qual tem realizado inúmeros concertos. Foi solista com a Orquestra Filarmonia das Beiras, interpretando “Concierto de Andaluz” de Joaquín Rodrigo e tem marcado presença em festivas pelo País.

Esteve presente em classes de aperfeiçoamento orientadas pelos professores Tal Hurwitz, Pedro Rodrigues, Fábio Zanon, Carlos Bonell, Goran Krivokapic,Margarita Escarpa Judicael Perroy, Artur Caldeira, Marco Tamayo, Roberto Aussel, Thibault Cauvin, entre outros. Participou no II estágio internacional de Cordas dedilhadas de Braga com o guitarrista, compositor e maestro Leo Brouwer. No seu percurso estiveram também presentes outros instrumentos que não só a Guitarra Clássica com os quais se cruzou e tocou em duo e em pequenos grupos de câmara.

Orientou o I estágio de Orquestra de Guitarra Clássica realizado em Foz Côa. Leciona Guitarra Clássica e Classe de conjunto no Conservatório de Música de Viseu e Conservatório de Música da Jobra.

António Carlos Coelho, guitarrista, de Viseu

António Carlos Coelho, guitarrista, de Viseu

Carlos Peninha

Carlos Peninha é o nome artístico de Carlos Alberto Carvalho Marques, nascido em Viseu, em 14 de maio de 1962.

É guitarrista e multi-instrumentista autodidata desde os 12 anos. A partir de 1982 estudou nos conservatórios de Música de Aveiro, Porto e Viseu, e na Escola de Jazz do Porto onde estudou com Carlos Azevedo e Mário Barreiros e Pedro Barreiros, tendo frequentado mais tarde formação sobre música e improvisação com Jimmy Weinstein através da Traveling School Playjazz.

Em 1987 foi professor de piano jazz na Escola de Jazz do Porto durante dois anos e posteriormente profissionalizou-se como professor de Educação Musical na Universidade de Trás os Montes e Alto Douro.

Foi cofundador do Quinteto de Jazz de Viseu, o primeiro grupo de Viseu a tocar música de influência jazz, em 1986, onde tocou piano e compôs grande parte do reportório.

No final dos anos 80 foi responsável pela realização e programação dos primeiros Encontros de Jazz de Viseu que teve duas edições no Hotel Príncipe Perfeito em Viseu onde tocaram músicos nacionais e internacionais assim como projetos viseenses.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Francisco Pereira

Nascido em Viseu a 25 de fevereiro de 1997, Francisco de Oliveira Pereira vive entre Mangualde, sua terra natal, e Lisboa, e iniciou a sua atividade musical com apenas seis anos. No 6º ano de escolaridade ingressou no ensino articulado da música onde descobriu a sua verdadeira vocação – a guitarra portuguesa. Desde então, aprendeu este instrumento pelas mãos do professor João Paulo Sousa no Conservatório Dr. José Azeredo Perdigão em Viseu. Em todos os anos de estudo nesta instituição foi premiado no concurso interno de instrumentistas.

Depois de completar o oitavo grau do conservatório, ingressou na licenciatura de Guitarra portuguesa na Escola Superior de Artes Aplicadas. É neste momento licenciado em guitarra portuguesa pelo mestre Custódio Castelo.

Lecionou na Academia de música de Trancoso, Mêda e fez parte do corpo docente da escola de música de Belmonte. Continua a lecionar a título individual. Fez parte de diversos grupos/projetos e acompanhou diversas vozes do distrito de Viseu. Pelo mundo fora, tem vindo a acompanhar grandes nomes do panorama nacional como Ana Moura, Cuca Roseta, Mafalda Arnauth, Sara Correia, entre outros.

Trabalha regularmente em Lisboa, nas maiores casas de fado como o Clube de fado, Faia, Sr. vinho, Adega Machado, Casa de Linhares, entre outras.

Francisco Pereira, guitarra portuguesa

Francisco Pereira, guitarra portuguesa

Liliana Aparício

Natural de Viseu, Liliana Aparício iniciou os estudos musicais aos 7 anos com Bruno Cabral. Em 2000 participou no VI Concurso de Alcobaça dinamizado por Aníbal Freire, tendo ganho o 4º lugar na Categoria Infantil; e em 2001 participou no VII Concurso de Alcobaça dinamizado, também, por Aníbal Freire, tendo ganho o 3º lugar na Categoria Infantil. Entre 2001 e 2009 frequentou o Conservatório Regional de Música Dr. José de Azeredo Perdigão de Viseu, tendo terminado o Curso Complementar Supletivo de Instrumento (Acordeão), na classe de Abel Moura, estudando e trabalhando com outros acordeonistas como Nuno Silva, Nancy Brito e Bruno Cabral.

Durante estes anos participou em inúmeras audições dinamizadas pelo Conservatório de Música de Viseu, tanto no auditório do mesmo, como na Biblioteca Municipal de Viseu, Museu Grão Vasco, Teatro Viriato, Centro Paroquial de Viseu, Palácio do Gelo, entre outros. Participou, também, em Concertos com a Orquestra de Acordeões da Área Metropolitana de Viseu dirigida por Abel Moura, em Viseu, Mangualde, Cascais, Sernancelhe, Moimenta da Beira, Aveiro, entre outros.

Participou nos diversos Festivais de Música da Primavera de Viseu dinamizados pelo Conservatório de Música de Viseu, em concertos e Workshops. Ainda no âmbito destes festivais participou, em 2009, no Concurso de Instrumentistas do Conservatório de Música de Viseu, onde obteve o 1º Lugar na Categoria D – Instrumento (Acordeão).

Leia AQUI a biografia completa.

Liliana Aparício, acordeonista, de Viseu

Liliana Aparício, acordeonista, de Viseu

Liliana Duarte

A organista Liliana Duarte é natural de Viseu. Iniciou os estudos musicais aos 10 anos no Conservatório Regional de Música Dr. José de Azeredo Perdigão em Viseu. Frequentou o curso de Órgão com os professores André Bandeira, Nuno Alexandrino e Celina Martins.  Em 2017 concluiu a Licenciatura em Música na Universidade de Aveiro, onde estudou Órgão sob a orientação de António Mota. Posteriormente, ingressou no Mestrado em Ensino de Música na mesma Universidade, tendo concluído os estudos no ano de 2019.

Frequentou e continua a participar ativamente em cursos de aperfeiçoamento no âmbito da música antiga, nomeadamente, direção coral, canto gregoriano e órgão. Participou em classes de aperfeiçoamento orientadas por organistas internacionais como Johann Vexo, organista da Notre Dame de Paris, Martin Baker de Inglaterra, e nacionais como João Paulo Janeiro, Edite Rocha e António Mota.

Em 2018, orientou a organização de um Concurso de Órgão a nível nacional em parceria com a AMPO (Associação Musical Pro-Organo). No mesmo ano, a 28 de julho, foi convidada para realizar um Concerto a solo no Órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário em Fátima, integrado no Ciclo de Concertos. Colaborou como organista em dois concertos com a Orquestra de Sopros da Universidade de Aveiro, onde foram interpretadas as seguintes obras musicais – “The Planets” de Gustavo Holst e “Angels in the Architecture” de Frank Ticheli.

Atualmente exerce as funções de docência na área especializada – Instrumento – no Conservatório de Música da Jobra na Branca e no Colégio de São Teotónio em Coimbra. Orienta e dirige uma Escola de Música numa associação social em Viseu. Além da docência, exerce as funções de organista na paróquia de São Pedro de France. É organista convidada da Igreja da Misericórdia de Viseu para a promoção e realização de concertos no âmbito da comemoração pastoral e do museu da Igreja, acompanha regularmente o coro misto de Santos Evos e vários coros do distrito de Aveiro.

Liliana Duarte, organista, de Viseu

Liliana Duarte, organista, de Viseu

Mara Pedro

Mara Pedro nasceu a 9 de dezembro de 1998, em Viseu, Portugal. Oriunda de uma família sem raízes fadistas, despertou para o fado aos 4 anos, quando ouviu pela primeira vez a voz de Amália Rodrigues, numa barraquinha de feira popular, em Aveiro.

Aos 4 anos fez a sua primeira apresentação numa conferência médica, no auditório da cidade da Guarda, deixando a plateia admirada com a sua voz e postura descontraída em palco. Com 9 anos, venceu o concurso, “Alverca dá voz ao Fado”. Sagrou-se vencedora absoluta, no Festival da Canção “Clave de Prata” em Lisboa, com a canção inédita, Povo Intemporal, com melhor letra, melhor música e melhor interpretação, sendo a música criada por Mara Pedro e interpretada ao piano por José Carmo, músico e amigo da fadista. Realizou o seu primeiro concerto a solo, na Feira de S. Mateus 2009, em Viseu, seguindo-se 2010, 2011, 2012, 2013, 2015 e 2016.

Com 10 anos, no Coliseu do Porto, cantou ao lado de Maria da Fé, no aniversário dos 50 anos de carreira da fadista. Participou no álbum de música infantil: A Casinha do Drax, com o tema Cores. Venceu o concurso de Fado amador, em Olhos de Água, Algarve. Foi Prémio Revelação do Fado, no auditório Pedro Ruivo, em Faro. Venceu o concurso de fado, de Vila Real de Santo António, concorrendo com jovens entre os 20 e os 25 anos, sendo ela a mais jovem concorrente. Venceu o prémio Artista Revelação, em Armação de Pera, Algarve. Foi Prémio Anim’Arte, revelação na música. Com 12 anos realizou o seu primeiro concerto internacional em Paris. Integrou a grande reportagem O Melhor de Portugal, juntamente com o escritor Lobo Antunes, para o Canal Art, na Alemanha. Participou nos concursos televisivos: Portugal Tem Talento na SIC e Uma Canção para Ti na TVI, sendo disputada na época, pelos dois canais portugueses, visto ter concorrido aos dois e, sem esperar, passou em todas as eliminatórias, chegando à final nos dois concursos.

Leia AQUI a biografia completa.

Mara Pedro, fadista, de Viseu

Mara Pedro, fadista, de Viseu

Pedro Rebelo

Pedro Rebelo nasceu em Viseu, em 1972. O seu trabalho é caracterizado pelo uso da improvisação e estruturas interdisciplinares. Tem colaborado em diversos projetos com artistas plásticos e tem como tema central de investigação a relação entre arquitetura e música na criação de performance interativa e instalação.

O seu trabalho mais recente, em composição, inclui uma série de encomendas de obras para solistas e eletrónica em tempo real, que têm com base a interpretação de espaços acústicos específicos. No contexto do duo “l a u t” com a saxofonista Franziska Schroeder, executa obras e improvisação com eletrónica e media digital que lidam com o desenvolvimento de interfaces e controlo em performance interativa. O seu trabalho é regularmente apresentado em festivais internacionais.

Pedro Rebelo leciona Design Digital no Departamento de Arquitetura da Universidade de Edimburgo, onde lhe foi atribuído o grau de doutoramento com a tese “Composição Musical e Arquitectura Virtual”, sob a orientação de Peter Nelson e Richard Coyne.

Teletuna

A Teletuna, pertencente ao Clube Portugal Telecom, Secção Local de Viseu, nasceu em 1995 a partir da iniciativa de alguns colegas trabalhadores da PT de reunir um elenco de músicos e cantores com o intuito de revisitar e reavivar um repertório de música genuinamente portuguesa, do cancioneiro nacional. Desde então a Teletuna mantém ensaios semanais, sob a direção de Sónia Sobral, um elenco regular de elementos, ex-trabalhadores do Grupo PT e alguns familiares e amigos, tendo vindo a enriquecer o seu repertório com novas recolhas, representado muito condignamente a sua cidade.

A Teletuna marcou presença em diversos eventos regionais e nacionais, em lares de idosos e outras instituições de solidariedade social, em festas populares na província da Beira Alta e na tão formosa Feira de São Mateus. No estrangeiro, a Teletuna esteve também no Luxemburgo, a convite da Federação das Associações Portuguesas do Luxemburgo, em 2003 e em 2007, na Casa de Viseu no Rio de Janeiro, em 2005 e ainda no Festival Medieval em Lublin, na Polónia, a convite da Câmara Municipal de Viseu, em Agosto de 2010.

Com dois trabalhos discográficos editados, “Canto de Encanto” editado no final do ano de 1999, “Em linha” editado no mês de Maio de 2003, e ainda uma compilação dos dois primeiros num último disco em 2010, pretendendo-se não só registar o empenho de todos os elementos, mas também divulgar a nossa música por todo o país e além fronteiras.

Em 2016, nasceu pela autoria da Teletuna “Bigode em Cetim”, uma canção que mereceu o primeiro videoclipe, disponível no Youtube e no Facebook da Teletuna. Mais recentemente, em 2018, criou o projeto “Teletuna para a Voz”, um espetáculo musico-teatral que recorda as referências do passado que constroem o futuro. Foi um projeto desenvolvido em torno de algumas Instituições de Solidariedade Social de Viseu, apoiado pelo Município, no qual resultou a “Canção de Rodas” e o respetivo videoclipe, disponível na plataforma do YouTube.

Durante o confinamento de 2020, a Teletuna fez o seu primeiro teletrabalho para celebrar os seus 25 anos de aniversário da forma que lhe foi possível, assinalando-os com a gravação da canção “Marinheiro”, uma homenagem também aos “marinheiros” da saúde, disponível na sua página de Facebook.

Fontes: Liliana Aparício facultou a informação relativa a André Cardoso (guitarra), Anícia Costa (piano), António Carlos Coelho (guitarra), Bruno Cabral (acordeão), Carlos Ferreira (violino), Daniel Coelho (guitarra), Daniel Simões (Canto ou Piano?), Flávio Rodrigues (acordeão), Francisco Pereira (guitarra portuguesa), João Paulo Sousa (guitarra portuguesa), José Carlos Sousa (composição), Marina Ferreira (saxofone), Nancy Brito (acordeão), Paula Sobral (guitarra), Rodrigo Gonçalves (acordeão), Rui Figueiredo Rodrigues (acordeão). Francisco Pereira deu a informação relativa a Francisco Pereira Carlos Viçoso (viola de fado e fingerstyle), João Dias (cantor e acordeonista), Francisco Mendes (músico), Avantino de Sousa (m. 2016, guitarra portuguesa), Miguel Rodrigues (baterista), João Costa (baterista). Sónia Sobral facultou a informação relativa à Teletuna.

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HISTÓRIA DA MÚSICA

Augusto Hilário

Augusto Hilário, fadista

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Augusto Hilário tem ruas com o seu nome em Viseu e Oeiras.

Campos Coelho

Campos Coelho, pianista e pedagogo

Campos Coelho, pianista e pedagogo

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/viseu-liliana-aparicio-acordeao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:17:252024-10-28 18:29:49Viseu e os seus músicos
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