Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Músicos naturais do Concelho de Valença

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

  • João Carlos de Sousa Morais (regente e compositor, Valença 1863-Porto, 1919)

João Carlos de Sousa Morais

João Carlos de Sousa Morais, compositor, de Valença

João Carlos de Sousa Morais, compositor, de Valença

Comemorações (1919-2019)

João Carlos de Sousa Morais, compositor, de Valença

João Carlos de Sousa Morais, compositor, de Valença

João Carlos de Sousa Morais “foi um importante regente e compositor para Banda Filarmónica, destacando-se o poema sinfónico Viagem do Gama que ele considerava a sua melhor obra. Durante a sua permanência em Braga, Sousa Morais dirigiu nos anos de 1907 a 1910, a Tuna do Seminário Conciliar de Braga e a Banda de Música da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso. Depois de fixar residência no Porto, dirigiu ainda a Banda de Música de São João da Madeira. As suas obras, espalhadas do norte ao sul do país, encontram-se em espólios das bandas que regeu, em bandas que ao longo de décadas interpretaram a sua música e em espólios particulares de músicos filarmónicos. (Elisa Lessa)

De um modo geral o seu legado revela grande mestria e criatividade, constituindo património musical filarmónico de relevo (1). A revista de costumes locais Nunca t’aflijas de Sousa Morais foi estreada a 12 de Julho de 1903 no Teatro D. Geraldo e levada várias vezes à cena sempre com enorme êxito. A peça em 3 actos e 16 quadros tem texto original de David Silva, jornalista e funcionário do Caminhos de Ferro e 16 números de música que Sousa Morais compôs. O Correio do Minho, de 2 de Junho de 1903, anunciou aos seus leitores a estreia desta obra.

Sousa Morais viria depois a compor um pot-pourri para Banda Filarmónica com as canções da revista Nunca t’aflijas. No Arquivo da Banda Musical de Cabreiros existem alguns fragmentos desta obra.

A 31 de Julho de 1927, o capitão chefe de música Joaquim Jacinto Figueiras, regente da Banda de infantaria 8 realizou um concerto na cidade em homenagem à memória do insigne compositor. O Correio do Minho publicou nesse dia um texto do Capitão Figueiras em que este enalteceu as qualidades do músico como compositor e regente de várias bandas e orquestras do país, afirmando ser Sousa Morais uma glória nacional no nosso meio artístico, tendo dado à cidade de Braga o melhor do seu esforço (2).

O concerto de homenagem dedicado à sua memória seria também, nas palavras do Capitão Figueiras, extensivo a todos os seus amigos bracarenses que souberam dar o devido apreço ao glorioso maestro. Mais tarde, em 1940, a Banda de Infantaria 8 com regência de António Maias Meira voltaria a prestar uma homenagem ao compositor-regente Sousa Morais, realizando um concerto em sua memória na Avenida com um programa inteiramente preenchido com obras suas. Homenagem a Braga e Pot-pourri da Revista Nunca t’ aflijas foram duas das obras interpretadas nessa ocasião. (3)

No ano em que se comemora o centenário da sua morte, fica o desejo de podermos ouvir de novo em Braga as obras de João Carlos de Sousa Morais dedicadas à cidade e, em particular, a sua Viagem do Gama. (Elisa Lessa, 27 de novembro de 2019)

(1) Eugénio Amorim, Manuel Ribeiro e Álvaro Carneiro escreveram notas biográficas sobre Sousa Morais. Sobre o compositor e a sua obra leia-se a Dissertação de Mestrado de Vítor Matos, A Sociedade Filarmónica Vimaranense e a Figura de Sousa Morais (1863-1919).

(2) Biblioteca Pública de Braga, Correio do Minho 31 de julho de 1927.

(3) Biblioteca Pública de Braga, O Minhoto, 30 de Junho e 7 de julho de 1940.

Elisa Lessa, Correio do Minho, 27 de novembro de 2019

Por opção da autora o texto está escrito segundo a norma ortográfica da Língua Portuguesa anterior ao Novo Acordo Ortográfico.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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FOI NOTÍCIA

TV Alto Minho

Em 2019, o município de Valença comemorou, durante o mês de outubro, o centenário da morte do maestro Sousa Morais, com várias iniciativas.

As comemorações que recordam o chefe de banda militar e compositor nascido em Valença começaram no dia 4 de outubro, com a abertura da exposição “Centenário da Morte do Maestro Sousa Morais”, no Arquivo Municipal. O mesmo local acolheria, uma sessão solene, com atuação da Associação Musical de São Pedro da Torre, seguida de visita à Rua Maestro Sousa Morais. A Banda Sinfónica do Exército Português daria também um concerto de homenagem ao maestro, conhecido como “um dos maiores criadores de música para banda em Portugal”. O espetáculo decorreria no Teatro Municipal de Tui.

O Centro de Inovação e Logística de Valença, localizado na Escola Superior de Ciências Empresariais, foi o espaço escolhido para acolher mais três concertos. A Sociedade Filarmónica de Crestuma prestou homenagem ao maestro no dia 12 de outubro, a Banda de Música Popular de Tui a 19 de outubro, e, no dia 26, foi a vez da Banda da União Filarmónica de Troviscal.

João Carlos de Sousa Morais começou o seu percurso musical a 30 de setembro de 1872, no Batalhão de Caçadores N.º 7, aquartelado na Praça-Forte de Valença. Mais tarde, percorreu Portugal, de norte a sul, sempre ligado à música, como músico, maestro, professor e compositor. O seu legado é composto por um grande número de obras, das quais apenas cerca de 300 estão identificadas e localizadas. Valença está representada com a “Montanhesa”, obra evocativa da Romaria da Senhora do Faro, criada em 1909.

Músicos naturais do Concelho de Vagos

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Manuel Freire

Manuel Freire, cantor, de Vagos, créditos Nuno Ferreira Santos/Público

Manuel Freire, créditos Nuno Ferreira Santos/Público

Em novembro de 2018, Manuel Freire celebrou os 50 anos do seu primeiro disco (1968), em concerto, com João Paulo Esteves da Silva, B. fachada, Benjamim, Tocá Rufar, Uma Vontade de Música e Segue-me à Capela. A iniciativa foi promovida pela Associação José Afonso.

Reciclanda

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Músicos naturais do Concelho da Trofa

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

João Paulo Moreira

João Paulo Moreira nasceu em Santiago de Bougado, Trofa, em 1985. Iniciou os estudos musicais aos oitos anos com Antónia Maria Serra na Academia de Música de Santiago de Bougado.

Terminou em 2010 a licenciatura de piano na ESMAE (Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo) no Porto na classe de Sofia Lourenço.

Posteriormente estudou ainda com Luís Pipa e Sofia Lourenço no âmbito do mestrado em ensino. Concluiu com elevada classificação o Mestrado em Ensino da música na ESMAE e frequenta o Doutoramento em Música na Universidade de Aveiro, sendo dessa forma investigador do INET-md. No âmbito do Doutoramento tem estudado com Fausto Neves e desenvolve neste momento o seu projeto de investigação sobre obras de J.S. Bach e os 24 Prelúdios para piano de Fernando Lopes-Graça.

Leia AQUI a biografia completa.

Juliana Sousa

Juliana Sousa nasceu em 1987 na Trofa. Iniciou os estudos musicais em 1995 na classe de Órgão com o professor mesquita, na Musical Trofa. Em 1997 ingressou no Centro de Cultura Musical – CCM – na classe de Piano com Eduardo Rocha e em 1999 é admitida na Escola Profissional Artística do Vale do Ave – ARTAVE – na classe de Violino de José Manuel Costa Santos.

Participou nas orquestras Artavinhos sob direção dos maestros Jaroslav Mikus e Francisco Ribeiro. Integra a Orquestra Artave em 2002, trabalhando com os maestros António Soares, Manuel Ivo Cruz, Vasco Pierce Azevedo, Emílio de César, Ernst Schelle, António Saiote, Juan Trillo, Ricardo Tacuchian, José Atalaya, Jean-Sebastien Béreau e Roberto Pérez.

Em 2004 ingressou na Orquestra APROARTE sob a direção do maestro Ernst Schelle. Frequentou Master Classes na ARTAVE com os professores Boris Kuniev, Aníbal Lima, Alexei Mijlin. Fora do âmbito da escola profissional frequentou classes de aperfeiçoamento com Sergey Kravchenko, Eliseu Silva e Nuno Soares.

Em 2005 ingressou na Escola das Artes da Universidade Católica do Porto – Pólo da Foz, na classe de Aníbal Lima e como membro do coro da Universidade Católica Portuguesa – Pólo da Foz, realizou concertos sob a direção de Barbara Frank. Em 2007 ingressou na Universidade de Aveiro, onde completou a Licenciatura em Ensino de Música, na classe de Zoltan Santá. Estagiou no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian.

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Luciana Cruz

Natural da Trofa, Luciana Cruz iniciou os estudos musicais aos cinco anos de idade em Piano. Aos doze iniciou o curso de Violino na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave.

Licenciou-se em 2008 pela Academia Nacional Superior de Orquestra sob orientação de Aníbal Lima na classe de Violino. Em 2013 concluiu o Mestrado em Ensino da Música – Ramo Cordas/Violino (profissionalizante) na Academia Nacional Superior de Orquestra, ministrado em associação com a Universidade Lusíada de Lisboa.

Participou em cursos e classes de aperfeiçoamento e em Portugal e no estrangeiro com os docentes Gerardo Ribeiro, Blagoja Dimcevsky, Gilles Apap, Rainer Sonne, entre outros.

Desde 2006 colabora como músico convidado na Orquestra Metropolitana de Lisboa (tendo sido músico convidado permanente na temporada 2008/2009), na Sinfonietta de Lisboa e na Orquestra Sinfónica Portuguesa.

De 2010 a 2016 foi membro contratual da Orquestra Gulbenkian. Teve assim a oportunidade de trabalhar sob a direcção de vários maestros, como: Lawrence Foster, Esa-Pekka Salonen, Kirill Petrenko, David Afkham, Thomas Adès, Bertrand de Billy, Christian Tetzlaff, Augustin Dumay, Simone Young, entre outros.

Leia AQUI a biografia completa.

Luciana Cruz

Luciana Cruz, violinista, da Trofa

Luciana Cruz, violinista, da Trofa

Ricardo Ramos

Ricardo Ramos iniciou a sua formação musical na Escola ARTAVE em 1997. Prosseguiu os estudos na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, na classe de Hugues Kesteman.

Estudou também na Musikhochschule Lübeck, na Alemanha, com Pierre Martens. Foi membro de várias orquestras juvenis e profissionais: Orquestra Portuguesa das Escolas de Música, Gustav Mahler Jugendorchester, Orquestra Juvenil da União Europeia, Bamberger Symphoniker, Philharmonisches Orchester der Hansestadt Lübeck, Orquestra Nacional do Porto, REMIX Orquestra, Orquestra das Beiras e Orquestra do Norte. Tocou sob a direção de importantes maestros como Hebert Blomstedt, Esa-Pekka Salonen, Kirill Petrenko, Michael Boder, Lawrence Foster, Michel Corboz, Ton Koopman ou Bertrand de Billy, entre outros.

Como solista, colaborou com a Philharmonisches Orchester Kiel, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo e a Norddeutsche Sinfonieta.

Leia AQUI a biografia completa.

Fonte: A informação sobre Bernardo Silva, Juliana Sousa, Margarida Silva, Ricardo Ramos, Vanessa Lima e Vera Pereira foi dada por Luciana Cruz.

Músicos naturais do Concelho de Trancoso

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Fausto

Fausto, cantor, de Trancoso

Fausto, cantor, de Trancoso

Fausto, nome artístico de Carlos Fausto Bordalo Gomes Dias (Oceano Atlântico, registado em Vila Franca das Naves, Trancoso, a 26 de novembro de 1948) é um cantautor português. Nascido a bordo do navio Pátria, em viagem entre Portugal e Angola, Fausto Bordalo Dias foi registado em Vila Franca das Naves. Foi na antiga província ultramarina portuguesa formou a sua primeira banda, Os Rebeldes.

Aos 20 anos, em Lisboa, onde se instalou a fim de prosseguir os estudos — concluiu a licenciatura em Ciências Políticas e Sociais, no então denominado Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina, atual ISCSP — lançou o primeiro álbum, Fausto, com o qual venceu o Prémio Revelação em 1969. No âmbito do movimento associativo em Lisboa, aproximou-se de nomes como José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Manuel Freire, juntamente com José Mário Branco ou Luís Cília, que viviam no exílio.

Em 1997, deu um dos seus mais marcantes concertos, celebrando os 500 anos da partida de Vasco da Gama para a Índia, no mesmo dia em 1497, a convite da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Autor de 12 discos, gravados entre 1970 e 2011 (dez de originais, uma compilação regravada e um disco ao vivo), é presentemente um importante nome da música portuguesa e da música popular em particular. A sua obra tem sido revisitada por nomes como, entre outros, Mafalda Arnauth, Né Ladeiras, Pedro Moutinho, Teresa Salgueiro, Cristina Branco, Marco Oliveira ou Ana Moura.

Reciclanda

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Músicos naturais do Concelho de Torres Vedras

Lista em desenvolvimento

Alexandra Neves Fortes iniciou os estudos musicais aos seis anos, na Escola de Música da Filarmónica Cultural Ericeira. Em 1998 ingressou na Escola de Música do Conservatório Nacional (EAMCN), onde se veio a diplomar com o Curso Básico de Clarinete e o Curso Complementar de Formação Musical, em 2008. É licenciada em Música – Direcção Coral e Formação Musical, pela Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), onde estudou Direcção Coral com Paulo Lourenço, Clara Coelho e Vasco Pearce de Azevedo.

Leia AQUI a biografia completa.

Alexandra Neves Fortes, maestrina

Alexandra Neves Fortes, maestrina, créditos Marco Oliveira

Ana Cláudia Santos

Ana Cláudia Santos é natural de Torres Vedras, onde iniciou os estudos musicais aos sete anos e integrou a Banda dos Bombeiros Voluntários aos dez anos. Com a mesma idade entrou para a Escola de Música Luís António Maldonado Rodrigues (Torres Vedras), onde foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e concluiu o 8º grau de Flauta com 18 valores.

Em 1998 ingressou na Escola Profissional de Música e Artes de Almada, onde concluiu o curso de instrumento com média de 16 valores e com 20 valores na Prova de Aptidão Profissional. Participou em classes de aperfeiçoamento de Flauta com: William Benett, Emmanuel Paud, Rien de Reede, Jorge Caryevschi, Gary Woodwars e Carlos Brunell. Participou em diversos cursos de Pedagogia Musical, com Idalete Giga, Jos Wuytack e Pierre Van Hauwe.

Colaborou na Formação de uma Banda de Música dando aulas de Flauta.

De 2000/02 foi Flautista na Orquestra Sinfónica Juvenil, bem como chefe de naipe das flautas na referida Orquestra. Foi flautista da Orquestra Entre Opus, dando diversos concertos, dos quais se destacam os espetáculos da ópera “A Flauta Mágica” (versão portuguesa em parceria com o Conservatório Nacional).

Em 2005, concluiu o curso de Bacharelato em Flauta na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Nuno Ivo Cruz.

Fez parte de vários grupos de música de câmara, como quintetos, octetos e quarteto de flautas, bem como de vários projetos musicais de diferentes estilos, como: Retrato Luso-Brasileiro (música brasileira, MPB, Chorinhos) e Arabbescus (música com influências do médio oriente e portuguesa).

Tem lecionado a disciplina de Música e Flauta em diversas Escolas, tendo feito parte do Projeto Musicalix (em Escolas do Distrito de Lisboa).

Desde 2018, colabora regularmente com o Teatro do Elétrico, tendo feito parte da Orquestra nos espectáculos da Alice no País das Maravilhas, Soberana e Noite de Reis.

Desde esse ano leciona flauta na Escola de Música do Colégio Pedro Arrupe.

Ana Cláudia Santos

Ana Cláudia Santos, flautista

Carlos Garcia

Carlos Garcia nasceu em Torres Vedras, em 1983. É licenciado em Formação Musical e em Jazz (Piano) pela Escola Superior de Música de Lisboa. Ao longo da sua formação aprendeu e trabalhou com Luís Gomes (clarinete), Rui Paiva (órgão), Eurico Carrapatoso (análise e técnicas de composição), Pedro Moreira (big band), Lars Arens (arranjos), João Paulo Esteves da Silva, Antoine Hérve (piano jazz), Vasco Pearce de Azevedo, Ernst Shelle, Jean-Marc Burfin e Yibin Seow (direção de orquestra).

Lecionou Iniciação Musical e Formação Musical na Escola de Música do Conservatório Nacional durante 8 anos, nela dirigindo várias orquestras infantis e juvenis. É professor assistente na Escola Superior de Música de Lisboa, lecionando nos cursos de Direção Coral-Formação Musical e Música na Comunidade.

Leia AQUI a biografia completa.

Carlos Garcia

Carlos Garcia, compositor, de Torres Vedras

Carlos Garcia, compositor, de Torres Vedras

João Carlos Perdigão

João Carlos Perdigão é natural do concelho de Torres Vedras. Foi aluno do Conservatório de Música Luís António Maldonado Rodrigues. Frequentou o curso básico de Canto Gregoriano e o curso secundário de Formação Musical. Concluiu a licenciatura em Música na Escola Superior de Música de Lisboa. É mestrando em Direção Coral na ESML.

Dedica-se pontualmente à escrita musical tendo já composto algumas obras para coro misto, coro masculino e coro com ensemble instrumental. É autor da coleção Sebenta de Formação Musical, que criou para dar resposta às necessidades sentidas no ensino da disciplina de Formação Musical. É docente das disciplinas de Formação Musical e Classe de Conjunto – Coro no Conservatório de Música Luís António Maldonado Rodrigues e na Academia de Música de Óbidos.

Como Diretor Coral tem colaborado com inúmeros agrupamentos em diversos projetos. Formou o Coro Masculino Luís António Maldonado Rodrigues em maio de 2016 e tem a seu cargo a sua direção artística. É maestro titular do Coro ESSA – Escola Salesiana do Estoril. Colabora regularmente com o coro Stella Matutina da Catedral de Évora. É membro da Capela Vocalle Magnificat desde o início da sua formação.

Leia AQUI a biografia completa.

João Carlos Perdigão

João Carlos Perdigão, diretor de coro, professor e autor

João Carlos Perdigão, diretor de coro, professor e autor

Mário Estanislau

Mário Estanislau (n. 1975) nasceu em Torres Vedras, onde concluiu o 12º ano, no curso Profissional de Técnico de Manutenção Mecânica. Passou a infância e juventude na Maceira, local onde mantém residência. Começou a ouvir música de intervenção e música popular portuguesa por influência do irmão mais velho. Em 1996 começou a trabalhar como torneiro mecânico e posteriormente como serralheiro de moldes.

O primeiro instrumento que construiu, com cerca de 15 anos, foi uma guitarra clássica. Depois fez um cavaquinho e um bandolim, procurando desenvolver as técnicas de construção com Miguel Rodrigues, um construtor de cordofones da sua região.

Com cerca de 22 anos começou a aprender a tocar cavaquinho numa coletividade da zona, altura em construiu a primeira gaita-de-foles. Os primeiros planos da gaita-de-foles que obteve foram cedidos por Joaquim António Silva (Quitó).

Fundou e tocou no grupo de música popular portuguesa “Sons da Terra”, no período entre 1997 e 2000.

Em 1999 contactou Paulo Marinho e Victor Félix com o objetivo de aperfeiçoar a construção da gaita-de-foles. De aprendiz passou a colaborador, revelando-se a sua experiência profissional uma mais valia para a construção de instrumentos na oficina. Atualmente, dedica-se a tempo inteiro à construção de instrumentos musicais, em conjunto com Vítor Félix, nomeadamente gaita-de-foles, guitarras portuguesas, bandolins, cavaquinhos, sanfonas e outros aerofones de aresta ou palheta.

Em 2003 integrou o grupo Gaitafolia, já extinto. Tem composições suas, algumas das quais integram o repertório do grupo Gaitafolia.

Através da A.P.P.E.D.G.F.  (Associação Portuguesa para o Estudo e Divulgação da Gaita-de-foles), em conjunto com Vítor Félix, participa desde o início do século XXI no encontro internacional de construtores de instrumentos tradicionais em Saint Chartier e promove com alguma regularidade workshops de construção e aprendizagem de instrumentos populares portugueses, entre os quais diversos workshops pelo país sobre vários instrumentos.

Em 2005, com Victor Félix, André Ventura, João Ventura e Tiago Pereira, formou o grupo “Roncos do Diabo”.

Reciclanda

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Nuno Rebelo

Nuno Rebelo nasceu em Torres Vedras, em 1960. Formado em Arquitetura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, desde muito cedo se dedicou exclusivamente à música, sendo auto-didata nesta área.

Durante a década de 80 destacou-se na música Pop, integrando os “Streetkids” (1980-82) e dirigindo os “Mler ife Dada” (1983-89). De 1990 a 92 dirigiu o grupo instrumental “Plopoplot Pot” e, entre 93 e 95, a “Poliploc Orkeshtra”, um ensemble de não-músicos constituído por alunos do Chapitô, que acompanhava com música ao vivo os filmes mudos “Nosferatu”, de Murnau, e Douro, Faina Fluvial, de Manoel de Oliveira.

No cinema, criou música para filmes de José Nascimento, Edgar Pêra, Ricardo Rezende, Jorge António, Jorge Paixão da Costa, etc.

No teatro, criou música para encenações de José Wallenstein, João Garcia Miguel, Paulo Filipe Monteiro, António Feio e Águeda Sena.

Leia AQUI a biografia completa.

Nuno Rebelo

Nuno Rebelo, guitarrista, de Torres Vedras

Nuno Rebelo, guitarrista, de Torres Vedras

Pedro Santos Ferreira

Pedro Santos Ferreira nasceu em Torres Vedras em 1987. O seu interesse pela música surgiu cedo, incentivado desde os 9 anos, quando iniciou os seus estudos de trompete. Aos 15 anos entrou para a Escola de Jazz de Torres Vedras, onde adquiriu e desenvolveu conhecimentos musicais no domínio da harmonia, formação musical e trompete com José Menezes e Johannes Krieger, entre outros.

Licenciou-se em Formação Musical e Direção Coral na Escola Superior de Música de Lisboa 2009, onde estudou direção coral com os maestros Vasco Pearce de Azevedo e Paulo Lourenço. Frequenta o mestrado em Direção Coral, na Escola Superior de Música de Lisboa.

Como coralista integrou, entre outros, o Coro Sinfónico Lisboa Cantat, o Coro de Câmara de Lisboa e o Coro de Câmara da Escola Superior de Música de Lisboa. Dirigiu o “Coro dos Pais e Amigos do Conservatório Nacional” (2010/2013), o “Grupo Coral dos Pequenos Cantores da Pontinha” (2010/2015) e o coro “Vozes Crescendo” (2012/2016). Pertence ao Coro Gregoriano de Lisboa, com quem gravou o CD “Os Apóstolos” (2011) e ao Ímpeto Ensemble.

Tem procurado enriquecer os seus conhecimentos, participando com frequência em classes de aperfeiçoamento, festivais corais e cursos de direção coral, nomeadamente o curso internacional de Direção e Pedagogia Coral “Vocalizze” (Almada), o curso “Zoltán Kodaly Music Pedagogical” (Institute of the Ferenc Liszt Academy of Music, Hungria), o “Curso Internacional de Música Vocal” (Aveiro) na especialidade de direção coral, o “Vocal Pop and Jazz Days” (Soesterberg, Holanda), o “Europa Cantat”, e o “World Symposium on Choral Music”.

É professor de coro no Conservatório de Música D. Dinis (desde 2009) ,dirige o coro Vozes em Si (desde 2013), o coro alto (desde 2019) e os três coros da Associação Coral de Odivelas, comPASSOS (desde 2018), entreOITAVAS (desde 2016) e emCANTUS (desde 2015), tendo conquistado com este último, no Festival Coros de Verão, em Belém, os diplomas de ouro I (2017) e ouro IV (2018).

Em maio de 2018 dirigiu a cantata Carmina Burana (versão para coro, dois pianos e percussão) em Odivelas, com os coros da Associação Coral de Odivelas e o coro D. Dinis do Conservatório de Música. É sócio fundador e membro da Direcção da Coros Portugal – Associação Portuguesa de Música Coral.

NBC

Timóteo de Deus ou NBC, como é conhecido no mundo artístico, é um músico “torriense”, como ele próprio se considera (embora o início da sua vida não esteja ligado ao concelho). É um dos primeiros “rappers” no país, que completou recentemente 20 anos de carreira.

HISTÓRIA

Hermínio do Nascimento

Hermínio do Nascimento, compositor, de Torres Vedras

Hermínio do Nascimento, compositor, de Torres Vedras

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Destaca-te no Musorbis

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Músicos naturais do Concelho de Torres Novas

Lançado em 2000, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Luzia Rocha

Luzia Aurora Rocha possui os graus de Licenciatura, Mestrado e Doutoramento em Ciências Musicais pela Universidade NOVA de Lisboa com especialização realizada na Leopold Fränzes Universität de Innsbruck (Áustria) com Tilman Seebass.

É membro integrado do CESEM, unidade de investigação onde também coordena Linha Temática de Iconografia Musical. É membro do Study Group on Musical Iconography (membro fundador), do Study Group for Latin America and the Caribbean (ARLAC-IMS) e do Global East Asian Music Research, da IMS (International Musicological Society). Também do Study Group on Iconography of the Performing Arts do ICTM (International Council for Traditional Music).

Em Portugal, é membro da SPIM – Sociedade Portuguesa de Investigação em Música. É colaboradora do Grupo de Iconografia Musical da Universidad Complutense de Madrid.

Leia AQUI a biografia completa.

Luzia Rocha, musicóloga, de Torres Novas

Luzia Rocha, musicóloga, de Torres Novas

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
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Pedro Andrade

Pedro Andrade nasceu em Torres Novas a 10 de dezembro de 1984. Iniciou os estudos musicais com 5 anos na Banda Operária Torrejana na classe de Percussão, passando pelo Trompete e Eufónio.

Participou em vários cursos de aperfeiçoamento na classe de Eufónio, nos anos de 2002, 2003, 2006, 2007 e 2008. Colaborou no estágio para Instrumentistas de Sopros Torrejanos como professor de Tuba/Eufónio em 2006, em 2010 colaborou com a Orquestra Nacional de Sopros dos Templários como professor de Eufónio.

Tem colaborado nos últimos anos nos Estágios de Orquestra de Sopros do Médio Tejo, e Estágio de Orquestra de Sopros de Mação.

Estudou Eufónio com o professor João Aibéo, Formação Musical, Coro e Analise e Técnicas de Composição no conservatório de Tomar (Centro de Formação Artística da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais).

Licenciado em Música na Universidade de Évora no ano de 2011, onde se formou em Eufónio com Jarrett Butler, Formação Auditiva, Análise, Improviso e Criatividade, e Orquestração com Pedro Amaral.

Leia AQUI a biografia completa.

Pedro Andrade, eufónio, de Torres Novas

Pedro Andrade, eufónio, de Torres Novas

Pedro Rocha

Pedro Manuel Rocha nasceu em Torres Novas em 1961. Embora desde cedo tenha revelado inclinações musicais só começou a estudar música seriamente aos 16 anos. Em 1981 frequentou Ciências Geológicas na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa onde estudou Geologia durante 3 anos, tendo obtido uma formação científica que se tornou importante no decurso do seu percurso musical.

Simultaneamente estudou Piano do Conservatório Nacional de Lisboa, com Gilberta Paiva e mais tarde com Olga Prats. Em 1982 iniciou estudos de Composição com Christopher Bochmann, prosseguido-os na Escola Superior de Música a partir de 1986, data em que concluiu o curso de Composição no então Conservatório Nacional.

Leia AQUI a biografia completa.

Pedro Rocha, compositor, de Torres Novas

Pedro Rocha, compositor, de Torres Novas

Tiago Amado Gomes

Tiago Amado Gomes nasceu em Montréal, Québec (Canadá) e iniciou os estudos musicais no Conservatório de Música do Choral Phydellius.

Terminou a Licenciatura e Mestrado em Música na Escola Superior de Música de Lisboa.

Em 2018 ganhou o prémio Melhor Interpretação de Canção Portuguesa | Bolsa de Estudo Nucase pela FUNDAÇÃO ROTÁRIA PORTUGUESA. Em 2015 o prémio e bolsa “Extraordinary Music Talent” pela Austria Barock Akademie.

Em Ópera fez Zareski em Eugene Onegin de Tchaikovsky, Conde de Almaviva em As bodas de Figaro, Don Giovanni e Masetto em Don Giovanni de Mozart; Ben em O telefone de G. C. Menotti, Marco e Guccio em Gianni Schicchi de G. Puccini, Figaro em Beaumarchais de Pedro Amaral, Guglielmo em Così fan Tutte de Mozart, Mad King em The Eight Songs for a Mad King de Sir Peter Maxwell Davies.

Leia AQUI a biografia completa.

Tiago Amado Gomes, cantor, de Torres Novas

Tiago Amado Gomes, barítono, de Torres Novas

Músicos naturais do Concelho de Tomar

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Fernando Lopes-Graça

Fernando Lopes-Graça, compositor, de Tomar

Fernando Lopes-Graça, compositor, de Tomar

Miriam Macaia

Miriam Macaia, violinista, de Tomar

Miriam Macaia, violinista, de Tomar

Luís Madureira

Luís Madureira, tenor, de Tomar

Luís Madureira, tenor, de Tomar

Luís Madureira

“O tenor que ensina famosos a colocarem a voz” é o título de um artigo no jornal Sábado (Vida) de 03 de março de 2019. Luís Madureira é um nome familiar para apresentadores, cantores e actores: Simone é uma das alunas-celebridade. A carreira do tenor e professor de canto começou como menino de coro em Tomar. Na igreja de São João Batista, em Tomar, o menino de coro começava a dar nas vistas em meados dos anos 60. Era Luís Madureira: a sua voz de tenor (aguda) recebia frequentes elogios e encaminhava-o para solista. Em 1972, deixava a pacata terra-natal para estudar no conservatório em Lisboa. Prosseguia viagem pelas capitais da música, dispersando-se por vários géneros: do Barroco aos musicais de época de Hollywood – cantava quase tudo.

Três décadas depois, Luís Madureira irrompia pelo palco do teatro D. Maria II no histórico musical de Filipe La Féria, Passa por Mim no Rossio (1991). Interpretava uma diva e faria amizade com uma à séria: Simone. Ainda hoje são amigos, com a cantora contralto (voz grave) a ter aulas de canto com ele aos domingos. Mas há mais: apresentadores, cantores e actores recorrem a ele para aulas de voz. Nos bastidores da TV e do teatro, o nome do tenor já é uma referência.

Fonte: Sábado, Raquel Lito

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rodrigo Simões

Rodrigo Simões nasceu em Tomar e iniciou os estudos no conservatório de artes Canto Firme onde concluiu o 8° grau de piano na classe de Joaquim Roberto.

Frequentou a Escola de Jazz Luis-Villas-Boas na classe de piano de Margarida Campelo e foi aí que começou a sua carreira artística, tendo realizado vários concertos pelo país, tanto a solo como em grupo.

Mais tarde prosseguiu os estudos na Escola Superior de Artes Aplicadas na área da música erudita, onde estudou com Luísa Tender e Jill Lawson e concluiu a licenciatura com distinção.

Frequentou classes de aperfeiçoamento com John Twaites, Fausto Neves, Marta Menezes e Jill Lawson.

É coralista ativo do Coro Autêntico com o qual gravou 2 CDs, um deles com repertório contemporâneo totalmente inédito para coro e quarteto de guitarras onde se pode ouvir nas plataformas digitais. Foram também realizados concertos por todo o país, destacando-se o concerto na Assembleia da República e em Guimarães.

Frequentou o Mestrado em Ensino de Música no Instituto Piaget em Viseu na Classe piano de Jairo Grossi.

Leciona aulas de piano desde 2017, é professor e pianista acompanhador na escola Dr. Manuel Fernandes em Abrantes e na escola Gualdim Pais em Tomar.

Músicos naturais do Concelho de Tarouca

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

Adácio Pestana

Antigo trompista da trompista da Orquestra Gulbenkian e professor no Conservatório Nacional de Lisboa, Adácio Pestana tocou e gravou com músicos como Carlos do Carmo, José Afonso, Carlos Mendes, Banda do Casaco, Fausto, Sérgio Godinho, Heróis do Mar, Francisco Naia. Tem auditórios com o seu nome em Tarouca, sua terra natal, e em Campolide, para onde a família foi viver.

José Leite de Vasconcelos
José Leite de Vasconcelos, etnógrafo, de Tarouca

José Leite de Vasconcelos, etnógrafo, de Tarouca

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Músicos naturais de Sobral de Monte Agraço

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

José Peixoto, guitarrista, de Sobral de Monte Agraço

José Peixoto, guitarrista, de Sobral de Monte Agraço

Nascido em 1960, José Peixoto concluiu em 1981 o Curso Geral de Guitarra Clássica da Academia de Amadores de Música de Lisboa, prosseguindo os estudos com Piñeiro Nagy.

Nesse ano frequentou o Curso de Guitarra de Alberto Ponce e também o de Música de câmara com Alberto Lisy, enquadrados nos Cursos Internacionais de Música da Costa do Estoril.

Frequentou as disciplinas de Percussão, Acústica e Educação Musical no Conservatório Nacional de Lisboa.

Como alaudista, fez parte do grupo de música antiga LA BATALLA dirigido por Pedro Caldeira Cabral, com quem gravou o álbum Cantigas de Amigo. Ainda com alaúde, gravou com a soprano Helena Afonso as seis cantigas de Martin Codax (séc. XIII), sob a direcção de Manuel Pedro Ferreira.

Trabalhou como músico, arranjador e compositor com alguns dos nomes de prestígio da Música Portuguesa – Maria João, Janita Salomé, José Mário Branco, Vitorino, Júlio Pereira, Pedro Caldeira Cabral, Rui Veloso, Madredeus, entre outros. Foi um dos Fundadores e principal compositor do grupo de música instrumental SHISH com o qual gravou, em trio, o LP Espaços em 1987, tendo como convidado o violinista Carlos Zíngaro. Um ano depois concebeu e gravou com outro grupo, formado pelos músicos Mário Laginha, Mário Barreiros, Carlos Bica, José Martins e o saxofonista alemão Martin Fredebeul, o CD El Fad.

Em finais de 1989, criou, juntamente com o contrabaixista de jazz Carlos Bica, o grupo CAL VIVA. Com este grupo grava o CD Cal Viva, efectua várias tournées pela Alemanha e participou em festivais na Europa e Ásia (Macau). Ainda em 1989 formou, com José mesquita Lopes e António Ferreirinho, o grupo de música de câmara TRIO DE GUITARRAS DE LISBOA com o qual participa, entre outros acontecimentos, nos VIII e XIX Festivais ” Música em Leiria ” e no 17º Festival de Música do Estoril, para além de gravações para a rádio e televisão.

Compôs, em 1990, com Nuno Rebelo, a música para o bailado Alto Contraste, apresentado pelo ” Dança Grupo ” na Fundação Calouste Gulbenkian em Fevereiro de 1990. Em 1991 compôs a música para o bailado Núcleo, apresentado pelo grupo da coreógrafa Margarida Serrão na 3ª Mostra de Dança no Acarte (F. C. Gulbenkian).

A partir de 1991 efectuou com a cantora de jazz Maria João, o pianista Mário Laginha e o grupo CAL VIVA uma série de digressões pela Europa, que incluíram a gravação do CD Sol para a editora alemã Enja.

Em 1992, cria um novo trio de música instrumental com o guitarrista Mário Delgado e o percussionista José Salgueiro com quem grava o CD Taifa editado em 1994. Compõe para a Companhia de Dança de Almada a banda sonora do bailado Vozes Caladas da coreógrafa Amélia Bentes, apresentado em Maio de 1993.

Desde 1993 integra o grupo MADREDEUS com quem gravou os CDs “Espírito da Paz”, “Ainda”, “O Paraíso”, “O Porto” e “Movimento” tendo efectuado várias digressões mundiais. Em 1993, criou uma equipa com José Salgueiro (co-produtor), Cristina Sampaio (ilustradora) Paulo Curado (músico e compositor), Nuno Artur Silva (escritor e guionista) e José Mário Branco (compositor e orquestrador ) com a qual desenvolve o projecto de música infantil “Bom Dia Benjamim” – CD e livro – editado em 1994 e cantado por Maria João.

Em 1996, registou o seu primeiro trabalho a solo, gravado na Igreja da Cartuxa (Caxias) e que se intitula “As Vozes dos Passos”. Em 1998, gravou o seu segundo CD a solo com o título “A Vida de Um Dia”. No ano 2000, editou o CD “O que me diz o espelho de água”, com a colaboração de Mário Franco (contrabaixo). Ainda no ano 2000 foi editado pela Musicoteca o álbum “Amarelos e outros tons” com oito peças para guitarra, uma das quais, a que dá nome ao álbum, é peça obrigatória no exame de admissão para o Curso de Guitarra da Escola Superior de Música de Lisboa.

Em 2001, foi editado o CD “A Tempo”, uma antologia em que é incluída a música do bailado “Núcleo”, composta em 1991. No ano de 2002, gravou com o músico Fernando Júdice o CD “Carinhoso” baseado na obra do compositor brasileiro Pixinguinha, considerado o pai do chorinho brasileiro, e que conta com a colaboração das vozes de Maria João, Manuela Azevedo e Luís Represas. Gravou em 2003 o CD “Aceno” que tem como convidados o guitarrista americano Ralph Towner e as cantoras Manuela Azevedo e Filipa Pais.

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

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Músicos naturais do Concelho de Sintra

[ Serviço público sem financiamento público, o Musorbis foi lançado em dezembro de 2020. O processo de inserção de dados pode ser acelerado com a cooperação dos músicos no que se refere a currículos e fotografias em falta. ]

  • Ana Beatriz Martins (oboé)
  • André Matos (guitarrista)
  • Clotilde Rosa (compositora, 1930-2017)
  • Mariana Vieira (composição, 1997)

André Matos

André Matos, guitarrista, de Sintra

André Matos, guitarrista, de Sintra

Ana Beatriz Martins

Ana Beatriz Teixeira Martins nasceu a 21 de fevereiro de 2002, em Sintra, distrito de Lisboa. Iniciou os estudos musicais em oboé na escola da Banda Filarmónica de São Mamede de Ribatua, em 2013, na classe de Adriana Castanheira. Ingressou no Conservatório Regional de Música de Vila Real em 2015, na classe de Roberto Henriques, e no ano seguinte, na classe de Adriana Castanheira. Concluiu o ensino secundário em 2020, tendo obtido o resultado de 19 valores na sua Prova de Aptidão Artística.

É licenciada pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, na classe do professor Ricardo Lopes, tendo obtido a média de 18 valores. Termina o primeiro ano de Mestrado em Interpretação Artística na mesma instituição e integrando a classe no mesmo professor.

Colabora frequentemente com a Banda Sinfónica Transmontana, a Orquestra do Alto Minho, a Alto Minho Youth Orchestra (2 edições) e o ContemporArte Ensemble, projeto de música contemporânea a ser desenvolvido na ESMAE.

É professora de oboé no Conservatório Regional de Música de Vila Real.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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Mariana Vieira

Nascida em Sintra, em 1997, Mariana Vieira é uma compositora portuguesa baseada em Lisboa. Concluiu a licenciatura em Música – Composição na Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou com os compositores Carlos Caires e Jaime Reis. Frequenta o Mestrado em Ensino de Música na mesma instituição.

Mariana Vieira, compositora, de Sintra

Mariana Vieira, compositora, de Sintra

As suas peças foram apresentadas em festivais como Young Euro Classic (Alemanha), Crossroads (Áustria), Monaco Electroacoustique (Mónaco), e Aveiro_Síntese e Música Viva (Portugal). Em 2017, venceu o European Composer Award com a peça “Raiz”, uma encomenda da Jovem Orquestra Portuguesa, que teve a sua estreia na Konzerthaus de Berlim.

Participou em workshops e classes de aperfeiçoamento com compositores como Åke Parmerud, Annette Vande Gorne e Bernard Fort. Interessa-se pela produção de projetos artísticos, trabalhando nesta área paralelamente à sua atividade enquanto compositora. É diretora executiva do Festival DME – Dias de Música Electroacústica e do Lisboa Incomum, projetos que desenvolvem atividade de criação, programação e formação na área da música erudita contemporânea e eletroacústica.

HISTÓRIA DA MÚSICA

Clotilde Rosa

Clotilde Rosa, compositora, de Sintra

Clotilde Rosa, compositora, de Sintra