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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Filarmónica União Operária e Cultural de Nossa Senhora dos Remédios, Lajes das Flores
Músicas no Concelho

Lajes das Flores e as suas filarmónicas

Filarmónicas das Lajes das Flores

(Ilha das Flores, Açores)

Bandas Filarmónicas, História e Atividades no Concelho

Filarmónica União Operária e Cultural de Nossa Senhora dos Remédios

Em 1953, a população da freguesia da Fajãzinha, criou a sua Banda de Música, facto para o qual muito contribuiu o empenho do Pároco Pe. António Joaquim de Freitas, e de Afonso Rodrigues Duarte. Desde essa data e até 1967, a Filarmónica desenvolveu regularmente a sua atividade, tendo o surto migratório obrigado à cessação da sua atividade, retomada em 1983.

A Banda é constituída por cerca de 35 elementos, provenientes de várias freguesias da Ilha. Em 2014, vários elementos da filarmónica propuseram a criação de um quarteto de saxofones e um quinteto de metais, tendo estes efetuado diversas atuações pela da ilha. Em 2009, gravou um CD através de Emiliano Toste (Volume 7 das Bandas Filarmónicas dos Açores). Em 2015, acompanhou cerca de 25 procissões, fez 5 concertos e participou em 4 desfiles.

Do seu currículo constam deslocações a outras ilhas do Arquipélago para participar em eventos de índole variada. Em 1989, deslocou-se à ilha Graciosa, tendo participado nos festejos de Nossa Senhora da Luz e, em 1997, deslocou-se à Terceira, a fim de atuar nas Festas Concelhias da Praia da Vitória. Em 1999, rumou aos Estados Unidos da América, Fall River, onde participou nas Grandes Festas do Divino Espírito Santo da Nova Inglaterra. Em 2001, efetuou uma viagem ao Continente Português, tendo realizado atuações em Marrazes, Pombal, Vermoil e Termas de Monte Real. Também realizou visitas à vizinha ilha do Corvo, a fim de participar em eventos culturais de natureza religiosa e profana.

FUOCNSR

Filarmónica União Operária e Cultural de Nossa Senhora dos Remédios, Lajes das Flores

Filarmónica União Operária e Cultural de Nossa Senhora dos Remédios, Lajes das Flores

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/lajes-das-flores-fuoc.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:23:292024-12-20 22:59:34Lajes das Flores e as suas filarmónicas
Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos
Músicas no Concelho

Lagos e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Lagos

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Ângela Silva (soprano)
  • Arminda Correia (cantora lírica, 1903-1988)
  • José Pedro Martins (compositor litúrgico, 1942)
  • Maria de Fátima Bravo (cantora, 1935)

Ângela Silva

Ângela Silva, soprano, de Lagos

Ângela Silva, soprano, de Lagos

Arminda Correia

Arminda Correia, cantora, de Lagos

Arminda Correia, cantora, de Lagos

Arminda Correia tem uma rua com o seu nome em Lagos.

Cónego José Pedro Martins

José Pedro Martins, padre compositor, de Lagos

José Pedro Martins, padre, compositor, de Lagos

A costureirinha da Sé

Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos

Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos

Maria de Fátima Bravo canta para você

Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos

Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos

Silêncio

Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos

Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos

Nostalgia

Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos

Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos, Nostalgia

Ontem e hoje

Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos

Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos

O Tarzan do 5º esquerdo

Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos

Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos, O Tarzan do 5º Esquerdo

Vocês sabem lá

Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos

Maria de Fátima Bravo, cantora, de Lagos

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/lagos-maria-de-fatima-bravo-a-costureirinha-da-se.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:23:002024-11-08 19:41:24Lagos e os seus músicos
Helena Castro Ferreira, soprano, da Lagoa
Músicas no Concelho

Lagoa (São Miguel) e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Lagoa

(Ilha de São Miguel, Açores)

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Ana Castro Ferreira (flautista)
  • Carina Andrade (soprano)
  • Helena Castro Ferreira (soprano)
  • Tavares Canário (compositor, 1866-1917)
Helena Castro Ferreira

Helena Castro Ferreira é uma soprano lírica com coloratura, natural da Lagoa, Ilha de São Miguel, Açores. Iniciou os estudos em música aos 9 anos e ingressou o Conservatório Regional de Ponta Delgada, em 1996. Em 2005, estreou-se no musical “A Lenda das 7 Cidades”, no papel de princesa. Aquando da sua participação, como figurante, na produção de “L’elisir d’amore” do Teatro Nacional de São Carlos, em 2007, na cidade de Ponta Delgada, decidiu ingressar o ensino superior de canto.

Fez licenciatura em canto e o mestrado em ópera na Hochschule für Musik und Theater, na Alemanha, tendo terminado em 2015. Foi aluna de Canto de Carolyn James e de Cénica de Florian Leibrecht.

Detém o prémio Berenberg Bank 2013, o 3º lugar ex-aequo, em 2013, e o segundo lugar, em 2016, do Concurso de Canto lírico da Fundação Rotária Portuguesa. Em Música de Câmara, venceu o concurso “Live MusicNow – Hamburg”.

Em ópera apresentou-se em variados papéis e fez cursos e classes de aperfeiçoamento com ClaudineAnsermet, Sandra Medeiros, Elisabete Matos, EddaMoser, Reri Grist, Doreen deFeis e James Hooper.

Leciona Canto, Estúdio de Ópera e Arte de Representar no Conservatório Regional de Ponta Delgada.

Helena Castro Ferreira, soprano, da Lagoa

Helena Castro Ferreira, soprano, da Lagoa

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/lagoa-acores-helena-castro-ferreira-cantora-lirica.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:22:352021-12-23 10:39:01Lagoa (São Miguel) e os seus músicos
Jacinta, cantora, de Ílhavo
Músicas no Concelho

Ílhavo e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Ílhavo

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • António Vieira da Silva (cantautor)
  • Carlos Paião (cantautor, nascido por acaso em Coimbra, 1957-1988)
  • Helena Neves (soprano)
  • Jacinta (cantora jazz)
  • Joaquim Teles/Quiné (baterista)
  • Jorge Cruz (guitarrista)
  • Manuel dos Santos Barreto (saxofone)
  • Manuel Paião (compositor de canções, 1926-2005)
  • Ricardo Panela (barítono)
Jacinta

Aclamada na crítica portuguesa pela sua “voz quente, redonda, possante” (Miguel Soares, Comércio do Porto), Jacinta recebeu o prémio “Músico Revelação 2001” do programa Cinco Minutos de Jazz (Antena 1, desde 1966) e foi referida como “A cantora de jazz portuguesa”, por José Duarte.

“Segura, conhecedora” (Emanuel Carneiro, Jornal de Notícias), Jacinta transmite emoção e garra no timbre da sua voz, complementando-a com um swing sólido e natural. Impressionante intonação e comando vocal destacam-na entre cantores de jazz.

Jacinta deu os seus primeiros passos artísticos através do estudo da música clássica em piano e composição, percurso pouco comum numa cantora de jazz. Integrou vários grupos como cantora e instrumentista, chegando a liderar um grupo de rock sinfónico. E’ no entanto no mundo do jazz que a sua energia musical encontra plena expressão.

Aos 22 anos uma excelente actuação de jazz vocal no programa Chuva de Estrelas impulsionou a sua carreira como cantora, tendo sido solicitada para inúmeros concertos a partir de então.

Leia AQUI a biografia completa.

Jacinta, cantora, de Ílhavo

Jacinta, cantora, de Ílhavo

Helena Neves

Natural de Ílhavo (Gafanha da Nazaré), Helena Neves é licenciada em Teoria e Formação Musical pela Universidade de Aveiro, em 1999. É Mestre em Ciências Musicais, pela Universidade Nova de Lisboa, na área de Psicologia e Pedagogia Musical, em 2007, e  Mestre em Ensino de Música, na área de Canto, pela Universidade de Aveiro, em 2012. Doutoranda em Ciências Musicais, na Universidade Nova de Lisboa, estuda a relação da música contemporânea portuguesa e a receção do público.

Estudou Canto com Maria Ana Fleming, Oliveira Lopes, António Salgado tendo participado em diversas classes de aperfeiçoamento. No campo da Ciência Vocal participou em seminários orientados por Johan Sundberg, Anders Friberg, Camilla Romedahl, entre outros.

Frequentou workshops realizados por Margareta Thalén, Daniel Zangger Borch, Carolina Pérez Sanz, entre outros. Na área da Psicologia e Pedagogia Musical estudou com Helena Rodrigues, Mário vieira de Carvalho, João Nogueira, entre outros. Frequentou seminários orientados por Edwin Gordon, Perry Cook, Albert Bregman, Lori Custodero, entre outros.

Participou em diversas gravações discográficas, das quais destaca, mais recentemente: “Poiesis” (com o Síntese Grupo de Música Contemporânea).

Leia AQUI a biografia completa.

Helena Neves, soprano, de Ílhavo

Helena Neves, soprano, da Gafanha da Nazaré

Ricardo Panela

Natural do concelho de Ílhavo, o barítono português Ricardo Panela tem vindo a estabelecer-se nos últimos anos como um intérprete de grande versatilidade, com um repertório desde o Barroco até à Música Contemporânea.

Na temporada de 2016/2017 estreou-se com excelentes críticas no Teatro Nacional de São Carlos na produção da ópera Les Dialogues des Carmelites com encenação de Luís Miguel Cintra e direcção musical do maestro João Paulo Santos. Ainda na mesma temporada, estreou-se no importante Festival de Verão ‘Opera Holland Park’ como Masetto em ‘Don Giovanni.

Na temporada de 2017/2018 intepretou o papel titular na ópera contemporânea Mad King Suibhne de Noah Mosley, apresentada na English National Opera – Lilian Baylis House em Londres, tendo recebido as mais valorosas críticas pelo seu desempenho. Ainda na mesma temporada estreou-se com a Ópera de Valladolid como Lescaut na ópera Manon de Jules Massenet, após ter interpretado os papeis de Cadeirão e Árvore na ópera L’enfant et les Sortilèges de Maurice Ravel em São Carlos.

Leia AQUI a biografia completa.

Ricardo Panela, barítono, de Ílhavo

Ricardo Panela, barítono, de Ílhavo

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Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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HISTÓRIA

António Vieira da Silva

António Vieira da Silva, cantor, de Ílhavo

António Vieira da Silva, cantor, de Ílhavo

Manuel Paião

Manuel Paião, compositor, de Ílhavo

Manuel Paião, compositor, de Ílhavo

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/ilhavo-jacinta-cantora-jazz.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:21:552024-10-30 17:43:35Ílhavo e os seus músicos
Alfredo Vasconcelos, produtor do festival Boom
Músicas no Concelho

Idanha-a-Nova e os seus músicos

Músicos naturais de Idanha-a-Nova

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Alfredo Vasconcelos (produtor, m. 2024)
  • Catarina Chitas (adufe, 1891-2004)
  • Joel Pina (violista, 1920)
  • Manuel Moreira (viola beiroa)
  • Vítor Reino (músico, investigador, 1956-2000)
Alfredo Vasconcelos

Idanhense de coração, Alfredo Vasconcelos foi um dos grandes impulsionadores da realização do Boom Festival em Idanha-a-Nova, um concelho do interior de Portugal onde poucos ousariam um evento desta dimensão.

Alfredo Vasconcelos, produtor do festival Boom

Alfredo Vasconcelos, produtor do festival Boom

Ligado à organização do festival em Idanha-a-Nova desde 2004, Alfredo Vasconcelos era Produtor Executivo do Boom e um dos principais responsáveis por criar em Idanha o festival mais internacional do Mundo.

Em 2023, decorreu a 14ª edição do Boom Festival, com a participação 40 mil pessoas de 178 países. O tema escolhido foi “Amor Radical”, uma expressão que tão bem representa a visão e os valores do festival e dos seus mentores (recordando aqui Jorge Fialho, que também já partiu): abraçar a diversidade, a arte e a multiculturalidade, em prol de um Mundo melhor e mais sustentável.

Ao longo dos anos, o Boom Festival tem sido galardoado com os mais importantes prémios internacionais na área da sustentabilidade, pelas suas boas práticas ambientais. Além da preocupação ecológica, Alfredo Vasconcelos defendeu, desde sempre, a responsabilidade social do evento para com o território de Idanha-a-Nova e sua envolvente. Foi um interveniente sempre ativo no desenvolvimento sustentável de Idanha e aqui viveu grande parte da sua vida, bem como a sua família. Muito do prestígio e notoriedade internacional que Idanha alcançou nas áreas da cultura e da sustentabilidade, deve-se ao Boom e ao trabalho realizado pela sua organização.

Fonte: Idanha

Catarina Chitas

Vulgarmente apelidada de Ti Chitas (Penha Garcia, 1891 – 2004) Catarina Chitas foi uma pastora de Penha Garcia que também tocava adufe. As primeiras gravações terão sido feitas por Ernesto Veiga de Oliveira e Benjamim Pereira em 1963. Em 1964, por ocasião do I Congresso Nacional de Turismo, a Fundação Gulbenkian levou a efeito uma exposição sobre Instrumentos Musicais. A Região da Beira Baixa esteve representada pela tocadora de adufe, Catarina Chitas.

Michel Giacometti gravou em 1970 para a série produzida pela RTP “Povo que canta”, publicado em 1970/1996 – Antologia da Música Regional Portuguesa. Beira Alta. Beira Baixa. Beira Litoral.

Em 1982 por José Alberto Sardinha, em “Recolhas da Tradição Oral Portuguesa – Beira Baixa e Minho”, e em 1997, em “Portugal Raízes Musicais – nº 4 Beira Baixa e Beira Transmontana”. Em 1984 a Banda do Casaco editou o disco “Com Ti Chitas”. A Câmara Municipal de Idanha a Nova editou em 1991 um LP com 17 faixas, inteiramente dedicado a Catarina Chitas. Em 1992, é editado na Collection Dominique Buscall o CD “Music du Monde – Portugal: Chants et tambours de Beira Baixa”, em que Catarina Chitas canta em nove faixas. Em 1994, um CD concebido e realizado por Jacques Erwain, “Voyage Musical Portugal – Le Portugal et les Iles”, inclui duas gravações de Catarina Chitas e um depoimento biográfico feito pela mesma.

Em 1999 a banda Sétima Legião usou uma gravação, parcial, de Catarina Chitas no tema “Girassol” (que integra o álbum “Sexto Sentido”). Um dos destaques da edição de 2002 do Festival Cantigas de Maio foi a exposição “Colectores de Música Popular Portuguesa” com a orientação de Domingos Morais. Daí resultou a edição do primeiro CD da Associação José Afonso com gravações de Catarina Chitas (Ti Chitas). (Fonte: Wikipédia)

Manuel Moreira

Manuel Moreira, tocador de viola beiroa, nasceu em Penha Garcia, concelho de Idanha-a-Nova, de acordo com informação do musicólogo Manuel Morais. Acompanhava a Ti Catarina Chitas com o adufe e a cantar. Catarina Chitas morreu em 2004 com 113 anos.
Manuel Moreira foi considerado o último tocador de viola beiroa, também designada bandurra.

Vítor Reino

Natural da aldeia de Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, onde nasceu, em 1956, Vítor Reino destacou-se na recolha, divulgação e recriação de tradições musicais portuguesas, tendo promovido a criação de grupos como Almanaque, Ronda dos Quatro Caminhos e Maio Moço. Cego desde a infância, era formado em Psicologia, pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação de Lisboa, sendo autor de uma obra de investigação na área das deficiências visuais.

A música surgiu no seu percurso em 1974, primeiro como orientador e intérprete de projetos ocasionais, depois com o propósito de uma abordagem mais sistematiza da música tradicional portuguesa, a que os primeiros grupos, Almanaque e Ronda dos Quatro Caminhos, deram forma.

Com Maio Moço, fundado em 1985, Vítor Reino e os músicos que o acompanhavam construiram uma discografia premiada, que envolve álbuns como “Inda Canto Inda Danço”, com danças de raiz popular, “Amores Perfeitos”, sobre poemas de autores como Camões e Fernando Pessoa, “Estrada de Santiago”, viagem musical pelo país, e “Canto Maior”, reunião de romances, danças, cantigas infantis, de trabalho, de amor e de matriz religiosa, de inspiração tradicional. Com “Cantigas de Marear”, uma abordagem do mar e dos Descobrimentos, no cancioneiro tradicional português, o grupo Maio Moço venceu o Grande Prémio do Disco, da Rádio Renascença, em 1989.

Vitor Reino trabalhou na recolha etnomusical com o investigador José Alberto Sardinha, promoveu registos de campo, em diferentes regiões do país, publicou ensaios sobre o património musical português, e promoveu a notação musicográfica em partitura, de canções e melodias recolhidas.

Resgatou também o uso de instrumentos tradicionais, muitos deles quase desconhecidos e em extinção, como o rajão, a viola de arame e a viola toeira, que combinou com instrumentos e formações clássicas, como o oboé e o quarteto de cordas, no contexto de recriação da música tradicional portuguesa.

Como psicólogo e funcionário do Ministério da Educação, desde 1983, trabalhou no Centro de Recursos para a Deficiência Visual e interveio na formação de professores do Ensino Especial. Fez ainda parte da Comissão de Leitura para Deficientes Visuais, que o elegeu em 1998 representante na Comissão de Braille.

O seu trabalho de investigação, nesta área, foi por diversas vezes distinguido com o Prémio Branco Rodrigues, administrado pela Biblioteca Nacional de Portugal, nomeadamente os ensaios “A Palavra Cegueira: Um Estudo sobre as Reações de Três Grupos Diferentes” e “Algumas considerações de ordem histórica, sociológica e psicopedagógica sobre o Sistema Braille”. Trabalhou com o grupo Notas e Voltas do Banco de Portugal, e dinamizou o coro da Escola Secundária José Afonso, do Seixal. O investigador musical João Carlos Calixto descreveu-o na sua página do Facebook como “um dos músicos fulcrais na recriação das nossas tradições”.

O velório de Vítor Reino realizou-se na Igreja de Vale na Figueira, no Feijó, em Almada, de onde o corpo partiria para o cemitério local, de Vale de Flores, no Feijó, onde seria cremado, indicou a Associação Nacional para a Inclusão dos Cidadãos com Deficiência Visual, a que o músico pertencia – noticiou 24 de maio 2020 o Diário de Castelo Branco. A sua morte foi também noticiada pelo Expresso, Observador, Diário de Notícias e Renascença.

Vítor Reino

Vítor Reino, músico, de Idanha-a-Nova

Vítor Reino, músico, de Idanha-a-Nova

 

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/alfredo-vasconcelos-boom-m-2024.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:21:282024-12-13 21:09:16Idanha-a-Nova e os seus músicos
Emanuel Salvador
Músicas no Concelho

Guimarães e os seus músicos

Músicos de Guimarães

Personalidades da música no Concelho

Artigo em desenvolvimento: coopere e divulgue!

  • Alberto Araújo (direção, 1996)
  • Álvaro Nobre Machado (fagote, contrafagote)
  • Bernardo Valentim Moreira de Sá (violino, 1853-1924)
  • Carlos Lopes (composição, 1995)
  • Elisabete Matos (soprano, 1964)
  • Emanuel Salvador (violino)
  • Francisco Pereira Pinto (maestro)
  • João Martinho (trombone)
  • José Almada (cantor)
  • Luna Bastez (cantora)
  • Pedro Emanuel Pereira (pianista)
  • Pedro Silva (fagotista)
  • Quarteto de Cordas de Guimarães (2016)
  • Ricardo Freitas (maestro)
  • Sofia Escobar (soprano)
  • Tiago Simães (pedagogo, 1980)
  • Vasco Silva de Faria (direção, 1978)
  • Vera Lima (fado)
  • Vítor Faria (trombone, 1978)
  • Zeferino Pinto (trombone)
Alberto Araújo

Alberto Araújo (Guimarães, Portugal, 1996) iniciou os estudos musicais no Conservatório de Guimarães em Piano e Formação Musical. Em 2016, licenciou-se se Direção Coral e Formação Musical na Escola Superior de Música de Lisboa. Em 2015 estudou no Kodály Institute of the Liszt Academy of Music, em Kecskemét, Hungria, ao abrigo do programa Erasmus, regressando em 2017 para fazer o diploma em Advanced Choral Conducting com o professor Péter Erdei.

Em 2018, lecionou Coro, Formação Musical e Iniciação Musical na Academia Musical dos Amigos das Crianças. Durante o ano de 2019 assumiu o cargo de Music Assistant na St. Julian’s School. Como maestro, foi diretor de coro dos Pequenos Cantores de S. Tomás de Aquino no ano de 2018 e trabalha regularmente com o Eborae Música, Coro Regina Coeli e o Grupo Coral de Queluz. Dirigiu e esteve envolvido na fundação dos “Semínimos”, coro infantil sediado em Mafra Foi membro do World Youth Choir e do Tenso European Chamber Choir em 2017.

Leia AQUI a biografia completa.

Alberto Araújo, direção coral

Alberto Araújo, direção coral

Francisco Pereira Pinto

Francisco Pereira Pinto, maestro, nasceu a 23 de abril de 1964 em Guimarães. Aos 13 anos de idade começou os estudos musicais na filarmónica das Caldas das Taipas. Continuou a desenvolver a sua aprendizagem no Conservatório de Música da Fundação Calouste Gulbenkian em Braga.

Em 1983, fez concurso para admissão na Banda da Guarda Nacional Republicana, onde presentemente tem o posto de sargento-mor.

Concluiu o curso de Clarinete no Conservatório em Lisboa, tendo como professores: António Saiote, Jorge Trindade e Manuel Jerónimo, em Clarinete; Salomé Leal, em Formação Musical; Paulo Brandão, Jorge Peixinho e Eurico Carrapatoso, em Análise e Técnicas de Composição; Francisco Melo, em Acústica; Fernanda Melo, em História da Música e Peres Newton em Música de Câmara.

Frequentou em 1990, em Setúbal um curso de Música de Câmara orientado pela Pianista Olga Prats. Participou em várias orquestras, nomeadamente: Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra Portuguesa da Juventude, Orquestra das Escolas Particulares e Orquestra “os insólitos”. É membro fundador do Quarteto de Clarinetes Chalumeau, onde já atuou por todo o País e Arquipélago dos Açores onde ministrou cursos de aperfeiçoamento de Clarinetistas. Lecionou ainda Clarinete na Academia Luísa Todi em Setúbal e no Conservatório Silva Marques em Alhandra.

Em 2008, foi condecorado pela Câmara Municipal do Seixal com a medalha de mérito cultural. No campo do ensino da Música em Coletividades, dirigiu a Banda da Sociedade Filarmónica Timbre Seixalense, a Banda da Sociedade Filarmónica da Gançaria, a Banda da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais de Tomar e a Orquestra do Clube Recreativo da Cruz de Pau. Dirige a Banda da Associação Desportiva e Recreativa “o Paraíso”, em Vale do Paraíso, Azambuja, e a Banda Filarmónica da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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João Martinho

Trombone Solista na Philharmonisches Staatsorchester Hamburg, residente em Hamburgo desde 2017, João Martinho teve o primeiro contacto com a música aos 7 anos de idade, na Banda Musical de Caldas das Taipas, de onde é natural. Em 2001, ingressou no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, onde teve o privilégio de estudar com o professor Zeferino Pinto, terminando em 2009. Nesse mesmo ano, iniciou a licenciatura na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE) na classe do professor Severo Martinez e obteve o contrato de solista B (2°Trombone) na Orquestra Sinfonica do Porto – Casa da Música.

Leia AQUI a biografia completa.

João Martinho, trombone, de Guimarães

João Martinho, trombone, de Guimarães

Elisabete Matos

Natural de Caldas das Taipas, Elisabete Matos estudou canto e violino no Conservatório de Música de Braga e, como bolseira da Fundação Gulbenkian, completou a sua formação em Espanha com Ángeles Chamorro, Marimí del Pozo, Félix Lavilla e Miguel Zanetti. Estreou-se na Ópera de Hamburgo como Alice Ford (Falstaff) e Donna Elvira (Don Giovanni). Em 1997 participou na inauguração do Teatro Real de Madrid, tendo interpretado Marigaila na estreia mundial de Divinas Palabras, de A. García Abril, ao lado de Plácido Domingo. Foi de imediato convidada pelo célebre tenor para interpretar o papel de Dolly, na Washington Opera, numa nova produção de Sly, de Wolf-Ferrari, com José Carreras.

Leia AQUI a biografia completa.

Elisabete Matos

Elisabete Matos, soprano, natural de Caldas das Taipas

Elisabete Matos, soprano, de Caldas das Taipas

Pedro Silva

Natural de Guimarães, Pedro Silva iniciou os estudos na Escola Profissional Artística do Vale do Ave, concluindo a Licenciatura e o grau de Mestre em Interpretação Artística na Escola Superior de Música do Porto, na de Hugues Kesteman. É detentor do grau de especialista de fagote.

Prosseguiu estudos na Staatliche Hochschule für Music Karlsruhe (Alemanha), na de Gunter Pfizenmaier.

Paralelamente, frequentou diversas classes de alto aperfeiçoamento orientadas por: Sérgio Azollini, Gustavo Nuñes, Milan Turkovic e Dag Jensen em Portugal, Alemanha, Suíça e França.

Em 1995, foi laureado com o 3º Prémio na categoria de madeiras do Concurso da Juventude Musical Portuguesa. No âmbito da Música de Câmara e Música Orquestral apresenta-se regularmente em Espanha, França, Holanda, Luxemburgo, Bélgica, Alemanha e Brasil.
Na sua carreira destaca-se a participação no Festival Internacional de Música de Mateus, Póvoa do Varzim, Espinho, encontros da Primavera (Alemanha), Festival Internacional de Música de Estrasburgo (França) e Campos do Jordão (Brasil).

Integrou, a título efetivo, a Orquestra do Norte a Orquestra Filarmonia das Beiras a Orquestra Nacional do Porto.

Integrou a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, na qualidade de solista B, tendo, ainda, colaborado com outras orquestras do plano nacional e internacional: a Orquestra Gulbenkian e a Orquestra de Paris.

Entre outras, destacam-se as participações com solistas da Orquestra Gulbenkian, da Orquestra Sinfónica do Porto, Quinteto Zelenka e com grande regularidade o Remix Ensemble.

É membro fundador do Trivm de Palhetas e da Camerata Senza Misura com quem tem registos na Editora Numérica.

Estreou obras dos principais compositores nacionais e internacionais como: Magnus Lindberg, Jonathan Harvey, Bruno Mantovani, entre outros.

Na qualidade de solista é dedicatário das obras para fagote solo/piano/eletrónica dos compositores: Jean-François Lézé, Fernando Lapa, Carlos Azevedo, Sérgio Azevedo, Telmo Marques, Pedro Faria Gomes e José Luís Ferreira.

Integrou vários júris de concursos, com destaque para o júri do Prémio Jovens Músicos 2012/16 e o concurso Helena Sá e Costa.

Da sua atividade pedagógica é de salientar a criação da classe de fagote em várias Academias e Escolas de Música do plano nacional do ensino da música.

Colabora na Escola Profissional Artística do Alto Minho (ARTEAM). É professor efetivo da classe de fagote na ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (Porto).

Ricardo Freitas

Ricardo Freitas, regente de banda, nasceu a 23 de fevereiro de 1977 em Pevidém –Guimarães. Iniciou os estudos musicais na Sociedade Musical de Pevidém.

Licenciou-se pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto na classe de Clarinete de António Saiote.

Participou em classes de aperfeiçoamento com António Saiote, Jorge Trindade, Michel Arrignon, Phillipe Cuper, Carlos Alves, Guy Deplus, Carbonare, Peres Pique, entre outros.

Participou em várias orquestras como: Orquestra Artave, Orquestra das Escolas Particulares 94, Sinfonieta, Remix Ensemble, Remix Orquestra, Orquestra do Norte, Orquestra Invicta de Clarinetes e Nacional de Sopros dos Templários.

Trabalhou com os seguintes maestros: Ernest Schelle, Emílo de César, Juan Trillo, Christophe Millet, Atalaya, Kevin Wauldron, Omri Hadari, António Saiote, Robert Houlihan, Stephen Asbury, entre muitos outros. Apresentou-se a solo com a Orquestra Artave sob a regência dos maestros Roberto Tiribiçá e Ernest Schelle.

Em 1997, foi laureado com o 3º prémio (nível superior) no I Concurso Nacional de Jovens Clarinetistas, e obteve o 2º prémio no mesmo concurso em 1999, assim como o 2º prémio em musica de câmara nível superior – Prémio Jovens Músicos – no respetivo ano. Foi finalista no 1º concurso internacional realizado pelo Clarmeetoporto onde se apresentou a solo na final com a Orquestra Nacional do Porto interpretando o Concerto de Mozart.

Orientou classes de aperfeiçoamento em Oliveira do Bairro, Piaget de Viseu, Conservatório de Vila Real, Paços de Brandão, Pocariça (Cantanhede), Felgueiras e Academia de Música de Paredes.

A convite do Porto 2001 S.A. realizou a ópera “Satyricom” de Bruno Maderna sob a regência do maestro Aldo Brizzi no qual fez o papel de clarinete solo, sobre a mesma identidade realizou a ópera “Cosi Fan Tutti” de Mozart. Com Orquetra Gulbenkian e com o Remix Ensemble estreou a obra Trames de Emanuel Nunes para comemorar os 500 anos da descoberta do Brasil. Gravou para a RTP e RDP.

Frequentou cursos de direção de orquestra e classes de aperfeiçoamento com: Ernest Schelle, António Saiote, Jan Cober, Marcel van Bree, Eugenne Corporon e Douglas Bostock.

A convite da Federação Transmontana e Duriense de Bandas Filarmónica (FTDBF) realizou imensos concertos nas principais cidades do distrito de Vila Real e em Espanha entre 2004 a 2006 encontrando-se estes trabalhos editados em DVD.
Desde 2003 dirige a Banda de Vilela.

Luís Cardoso dedicou-lhe a obra “Freitas” –Fantasia Espanhola para banda, e Ferrer Ferran dedicou as obras “Castelo do Inferno” (encomendada para celebrar os 150 anos da Banda de Vilela – vencedora do concurso de composição Cidade Torrevieja VII) e Vilela (Poema Sinfónico) a José Ricardo e à Banda de Vilela. Entre muita atividade com a Banda de Vilela, destaca-se a cooperação com a prestigiada editora Holandesa Molennar com a qual já gravou 3 CD e um 2º lugar no grande Certâmen de Bandas de Villa de Altea, em 2008. Em 2010, a Banda atuou na Casa da Música na Sala Suggia, encontrando-se este concerto registado em DVD. Já com a Banda de Vilela editou 2 CD, um deles dedicado a compositores portugueses com o título “Simplesmente Nosso”.

Sofia Escobar

Sofia Escobar é natural de Guimarães. Concluiu o curso de canto do Conservatório de Música do Porto, tendo posteriormente viajado para Londres para estudar canto e representação na Guildhall School of Music and Drama. Participou em espetáculos de teatro musical no Teatro Rivoli, no Porto, e no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa. Já em Londres, foi selecionada para representar a personagem principal, Christine Daaé, em O Fantasma da Ópera, de Andrew Lloyd Webber. Interpretou também o papel de Maria na produção comemorativa do 50.º Aniversário de West Side Story, de Leonard Bernstein, no West End de Londres, seguindo-se digressões no Reino Unido, em França, em Itália e na Malásia. Muito elogiada pela crítica londrina, Sofia Escobar recebeu o prémio para “Melhor Atriz num Musical” nos Whatsonstage Theatregoer’s Choice Awards e foi nomeada na mesma categoria para os prémios Laurence Olivier pela sua atuação em West Side Story.

Leia AQUI a biografia completa.

Sofia Escobar

Sofia Escobar, soprano natural de Guimarães

Sofia Escobar, soprano, de Guimarães

Emanuel Salvador

Nascido em 1981, Emanuel Salvador conta com importantes apresentações como solista e recitalista em conceituadas salas de concerto, tais como St. Martin-in-the-Fields e Southwark Cathedral (Londres), Philharmonic Hall (Uralsk – Casaquistão), Museu Gulbenkian e Auditório do Banco de Portugal (Lisboa), Auditório Príncipe Filipe (Oviedo), Igreja de Sto. António (Roma) e Teatro Manoel (Malta). Foi distinguido com diversos prémios em concursos nacionais e internacionais, tais como 1º prémio nos concursos Isolde Menges (RCM) e Beckenham Festival; Barbirolli Memorial e Wolfson Foundation award; 2º prémio no Concurso Prémio Jovens Músicos (nível médio); 1ª Menção Honrosa no Concurso Internacional Júlio Cardona na Covilhã, entre outros. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian de 2000 a 2003.

Veja AQUI a sua discografia.

Emanuel Salvador

Emanuel Salvador, violinista natural de Guimarães

Zeferino Pinto

Zeferino Pinto iniciou os estudos musicais na Banda Musical das Caldas das Taipas. Ingressou no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga na classe de Alexandre Fonseca. Concluiu o curso de Trombone no Conservatório Nacional de Lisboa sob a orientação dos professores Hermenegildo Campos e Emídio Coutinho.

Foi membro da Banda da Guarda Nacional Republicana, Orquestra Sinfónica juvenil, Orquestra das Escolas de música Particulares. De 1996 a 2001 colaborou com a Orquestra Nacional do Porto. Colaborou regularmente com as Orquestras da RDP, Teatro Nacional de S. Carlos, Nova Filarmonia Portuguesa, Orquestra das Beiras, Fundação Calouste Gulbenkian, Metropolitana de Lisboa, Sinfónica Portuguesa e Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.

Zeferino Pinto

Zeferino Pinto, trombone, de Guimarães

Zeferino Pinto, trombone, créditos Greenhoe Trombones

Orientou classes de aperfeiçoamento ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela, Instituto Piaget de Mirandela, e na Academia de Música de Lousada com o Quinteto de Metais do Porto, Conservatório de Música do Porto, Conservatório de Música de Vila Real, Academia de Música de Cantanhede, Santa Maria de Feira com os Portuguese Brass, no Conservatório Regional de Ponta Delgada, Academia de Música Fernandes Fão, Academia de Música de Paredes, Escola Profissional de Artes da Beira Interior.

Foi professor da Escola de música Nossa Senhora do Cabo, de Linda-a-Velha, Academia de Música Valentim Moreira de Sá, em Guimarães, Academia de Música José Atalaya em Fafe, Escola Profissional de Artes da Beira interior, Artave – Escola Profissional Artística do Vale do Ave, Conservatório de Música de Barcelos e Instituto Piaget de Mirandela.

Foi júri convidado no Concurso internacional de instrumentos de sopro “Terras de La Salette” – Oliveira de Azeméis, Concurso Internacional de Sopros do Alto Minho, Concurso internacional de Trombone de Castelo de Paiva, CULTIVARTE Jovem no 4º Concurso Nacional de interpretação Música, Júri de exames no Conservatório Regional de Ponta Delgada, Júri de PAP na Escola Profissional de Arte de Mirandela ESPROARTE e Escola Profissional de artes da Beira Interior EPABI.

É professor de Trombone no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, membro fundador do Portuguese Brass Associação de Metais, fundador do Braga Trombone Festival. É artista Greenhoe.

HISTÓRIA DA MÚSICA

Francisco António Solha

Francisco António Solha, notável organeiro português, não nasceu em Guimarães, mas estabeleceu oficina de organaria na cidade. Natural do “reino da Galiza”, Francisco António Solha (c.1720 – 1794) fez parte do grupo de cinco ajudantes que acompanharam Frei Simón Fontanes, na construção dos grandes órgãos da catedral, identificado nas folhas de pagamento pelo nome próprio “Francisco” .

Mesmo subsistindo algumas dúvidas quando à data do seu nascimento, foi ainda com tenra idade que integrou a equipa que veio construir os órgãos da capital minhota, como aprendiz do ofício de organeiro. Um estudo genealógico realizado por Herminio Lado, apresenta-o como sobrinho do mestre Simón Fontanes e primo de João de Fontanes Maqueira, de linhagem oriunda de Santiago de Compostela e de Pontevedra. Numa nota do Tabelião Público de Braga, em 19 de julho de 1737, surge: “Francisco António Solha do reino de Galiza, assistente na cidade de Braga na fábrica dos órgãos”.

Em 1755, recebe o primeiro pagamento para a construção dos órgãos da Sé de Lamego, que conclui em 1757. No someiro deixou o seguinte texto: “P. Honra e Gloria de Deos e de Maria Santissima Senhora N. Mandou fazer este órgão o Ex.mo e Rm.º Snr. D. Fr. Feliciano de N. Snr. E Bispo deste Bispado por mim Francisco Antonio Solha, esto foi no Anno de 1757” (Jordan, 1984: 120). Este parece ter sido o seu primeiro trabalho. Em 1759, estabeleceu oficina em Guimarães, na rua da Fonte Nova, onde casa com Francisca Rosa, em 1771. Um ano antes construiu o órgão para a igreja de São Domingos, da mesma cidade, onde também deixa uma inscrição com o seu nome, alo que parece usual pois, em 1767, faz o mesmo no órgão de São João de Tarouca.

Em 1761, desloca-se a Braga afim de analisar o trabalho de Simão Fernandes Coutinho no órgão de Santa Cruz: “Francisco António Solha, mestre organeiro, da vila de Guimarães, veio por ordem desta mesa examinar o concerto do órgão”. Em 1785, realizou o grande órgão da casa mãe da Ordem Beneditina, Tibães, onde nos é fornecido outro dado interessante. Numa inscrição, dividida em três, na fachada do órgão de Tibães, surge: “Sendo D. Abb.e G.al da Congreg.am o Rev.mo P. M. Dor F. José Joaquim de Sta Teresa / Fes este Orgão no anno de 1785 / D. Francisco António Solha, Vice Consul de Hesp. Por S. Mag. Cath.”. Esta sugere, que o organeiro terá recebido o título de vice-cônsul, o que é interessante pois, em 1762, apresentou um requerimento à Junta do Comércio, identificando-se como “D. Francisco Antonio Solha, Artifice de Orgãos, natural de Galiza, assistente neste Reino há 10 anos”, para obtenção de nacionalidade portuguesa. Outro aspeto interessante em Solha foi o “patrocínio” dos beneditinos, pois foram-lhe confiados os trabalhos das mais importantes Casas da Ordem, no Norte de Portugal. Realizou vários trabalhos a par do beneditino bracarense Frei José de Santo António Vilaça (1731-1809), insigne desenhador da talha, do qual são as caixas dos órgãos de Refoios de Basto, Alpendurada, Tibães, Santa Marinha da Costa, Vilar de Frades, São Francisco de Real e Misericórdia de Guimarães, entre outros.

(José Alberto Rodrigues)

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/emanuel-salvador-violino.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 13:56:372026-08-12 09:47:18Guimarães e os seus músicos
Carlos Martins, saxofone, de Grândola
Músicas no Concelho

Grândola e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Grândola

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • António Parreira (guitarrista, 1947)
  • Carlos Martins (saxofonista, 1961)

Carlos Martins

Carlos Martins, saxofone, de Grândola

Carlos Martins, saxofone, de Grândola

Carlos Martins (1961, Grândola, distrito de Setúbal, Alentejo, Portugal) é um saxofonista (tenor e soprano), compositor e professor de jazz, português, com uma carreira nacional e internacional apreciável. Começou por estudar música e tocar clarinete na Banda Filarmónica de Grândola e, posteriormente, continuado os estudos de composição e saxofone no Conservatório Nacional de Lisboa. Foi aluno na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, de que posteriormente se tornaria professor. Participou em cursos de música contemporânea e improvisada na Fundação Calouste Gulbenkian e estudou no IX Seminário Internacional de Música de Barcelona.

Foi professor da Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, Academia de Música de Setúbal e New Jersey Performing Arts Center e fundador do quinteto de Maria João (cantora) e do Sexteto de Jazz de Lisboa, trabalhou e gravou com músicos importantes como Cindy Blackman, Ralph Peterson Jr., John Stubblefield, Don Pullen e Bill Goodwin, e fez espetáculos em vários clubes de jazz da Europa e em festivais internacionais, com vários outros músicos importantes do jazz.

Carlos Martins colaborou com o Grupo Colectiva (Teatro e Música), tendo trabalhado com a compositora Constança Capdeville e participou em vários concertos da Oficina Musical do Porto, dirigida pelo maestro Álvaro Salazar bem como com os músicos solistas do Teatro Nacional de São Carlos, dirigidos pelo maestro João Paulo Santos.

Em 1992 é fundador do festival Lisboa em Jazz, o primeiro festival dedicado à apresentação de músicos portugueses de jazz, organizado em Portugal, e dos Encontros na Sétima (Lisboa, 1994).

Carlos Martins escreve música para teatro, cinema e ballet, [2] tendo colaborado com o coreógrafo Rui Horta, compondo a música do bailado “As árvores movem-se”, com a bailarina e coreógrafa Vera Mantero, para quem compôs a música do bailado “Em corpo com som”, a Companhia Contemporânea de Setúbal para quem musicou a coreografia do bailado ‘Dançar José Afonso’ (1994), e ainda a música para o bailado ‘Cantoluso’, para a Companhia Nacional de Bailado. No cinema, são de Martins a banda sonora do filme “Filha da Mãe” de João Canijo, a banda sonora e a música da exposição “A Queda de um Anjo” do escultor António Quina, e as bandas sonoras do filme ‘PAX’ de Eduardo Guedes (1994) e do vídeo “Sétima Colina”, do Lisboa 94.

O primeiro disco internacional de Carlos Martins “Passagem” (1995) para a etiqueta ENJA, conta com um quarteto all-star, incluindo dois dos mais importantes músicos portugueses de jazz, Bernardo Sassetti e Carlos Barretto, completado pela baterista americana Cindy Blackman, tendo chamado nos meios internacionais a atenção sobre Martins, o que aliás já tinha antes acontecido com a revelação do seu tom cool/hot e do fraseado no estilo de Sonny Rollins na faixa “Working Blues”, publicada no disco “sampler” da etiqueta ENJA “More Adventures”.

Em 1995 fundou a “Orquestra Sons da Lusofonia”, da qual é diretor artístico.

Em 1997 gravou um CD com o guitarrista e compositor cabo-verdiano Vasco Martins, em 1998 gravou “Caminho Longe” com o projecto/orquestra Sons da Lusofonia, e mais recentemente gravou o CD ‘Sempre’, com o seu “Quinteto”, comemorando os 25 anos do 25 de Abril, todos para a editora EMI- Valentim de Carvalho.

É um dos quatro compositores (com Laurent Filipe, Carlos Barretto e Bernardo Sassetti) do projeto ‘Quadrofonia do Tempo’, apresentado no “Festival dos 100 dias”, na “Expo 98” em Lisboa.

Como diretor musical e músico, com uma orquestra de cordas, e em colaboração com outros músicos, preparou o espetáculo e CD “As Viagens do Fado”, um projeto que integra música de três continentes (Europa – América – África) a partir de um roteiro de influências musicais à volta do fado, destinado às comemorações de 25 anos da “União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa” (UCCLA), e uma iniciativa desenvolvida no âmbito da candidatura do Fado a Património Imaterial da Humanidade. [4] [5] [6]

Em 2008 Carlos Martins lançou o álbum “Água”, com Carlos Martins (Saxofone Tenor), Alexandre Frazão (Bateria), André Fernandes (Guitarra), Nelson Cascais(Contrabaixo e Baixo Eléctrico), Bernardo Sassetti (Piano e Fender Rhodes), Júlio Resende (Piano) e a participação especial de Pacman dos “Da Weasel”, e que foi considerado CD Jazz Nacional do ano 2008, pela votação da critica portuguesa.

Apresenta-se atualmente com os seus “Quarteto” e “Quinteto”, com a Orquestra Sons da Lusofonia e o grupo e orquestra do seu projecto “Viagens do Fado”.

Em 2016 foi lançado o novo CD de Carlos Martins. Inclui uma das últimas colaborações de Sassetti na faixa “Chant of Kali”.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/grandola-carlos-martins-saxofone.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:20:282024-11-20 10:18:31Grândola e os seus músicos
Isaura, cantora, de Gouveia
Músicas no Concelho

Gouveia e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Gouveia

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Isaura (cantora)
Isaura, cantora, de Gouveia

Isaura, cantora, de Gouveia

Isaura Santos (Gouveia, 15 de julho de 1989), conhecida publicamente apenas pelo monónimo Isaura, é uma cantora e compositora portuguesa. Compôs a música “O Jardim”, interpretada por Cláudia Pascoal, que representou Portugal no festival Eurovisão da Canção de 2018, em Lisboa. Deu-se a conhecer ao público em 2010 aquando da sua participação na quarta edição do programa de talentos Operação Triunfo, que é a versão em português do espanhol show de talentos Operación Triunfo. Ficou no 8º lugar na competição.

Em 2015 editou o seu primeiro EP, Serendipity, do qual fazem parte “Useless” e “Change It”. No mesmo ano colaborou com Diogo Piçarra em “Meu é Teu”.

Em 2017 escreveu, compôs e produziu “O Jardim”, tema vencedor do Festival da Canção de 2018, que representaria Portugal no festival Eurovisão da Canção de 2018. A canção foi interpretada por Cláudia Pascoal e pela própria Isaura. Poucos dias depois de ganhar o Festival da Canção 2018, “O Jardim” alcançou o 1.º lugar do top do iTunes em Portugal. Seguiu-se a participação na Eurovisão, na qual a canção acabaria por ficar por ficar em último lugar na fase final do concurso.

Em 2018 editou o seu álbum de estreia, pela Universal Music Portugal, intitulado “Human”, do qual os singles “I Need Ya” e “Busy Tone”[9] e “Closer” produzido em parceria com Diogo Piçarra.

Em 2019 editou “Liga-Desliga”, a sua primeira canção em português depois do Festival da Canção 2018.

Fonte: Wikipédia, adaptado

Reciclanda

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Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

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Luís Macedo, percussionista e trompetista
Músicas no Concelho

Gondomar e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Gondomar

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

  • Ana Sofia Matos (clarinete)
  • António Coelho (maestro)
  • Cláudio Pereira (saxofone)
  • Fernando Moreira (maestro, 1979)
  • João Castro (vocalista)
  • José Gama Morgado (Porto/Gondomar, clarinete)
  • João Diogo Leitão (guitarrista)
  • Luís Macedo (Porto/Gondomar, percussionista, trompetista)
  • Mário Santos (saxofonista, 1965)
  • Miguel Bovião (maestro)
  • Nélson Carvalho (tuba, 1985)
  • Romeu Silva (tuba)

João Diogo Leitão

João Diogo Leitão, guitarra, de Gondomar

João Diogo Leitão, guitarra, de Gondomar

Mário Santos

Mário Santos, saxofone, de Gondomar

Mário Santos, saxofone, de Gondomar

Nélson Carvalho

Nélson Carvalho, tuba, de Gondomar

Nélson Carvalho, tuba, de Gondomar

Ana Sofia Matos

Natural de Gondomar, a clarinetista Ana Sofia Matos iniciou os estudos musicais aos 9 anos de idade, ingressando no Conservatório de Música do Porto, na classe do professor Adam Wierzba. Trabalhou sob a direção dos maestros António Saiote, Andreas Stoehr, Ernst Schelle, Kamen Goleminov, Tim Steiner e Rafael Vilaplana. Participou em classes magistrais e cursos de aperfeiçoamento dirigidas por Nuno Pinto, António Saiote, Iva Barbosa, Nicholas Cox, Florent Héau, Paolo Ravaglia, Juan Ferrer, Cândida Oliveira, Vicente Alberola.

Em 2014, licenciou-se em Nutrição pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto. Em 2018, licenciou-se na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, na classe de Nuno Pinto. Em 2020, concluiu o Mestrado em Ensino da Música da Universidade de Aveiro, na classe de Luís Carvalho. É membro fundador do grupo Clarinetes Ligature, que com um espetáculo próprio se apresentaram em diversos festivais de clarinete internacionais e do Reflexus Trio.

Ana Sofia Matos

Ana Sofia Matos, clarinetista, de Gondomar

Ana Sofia Matos, clarinetista, de Gondomar

António Coelho

António Fernando Pinto Coelho nasceu em 1964, na freguesia de Melres, concelho de Gondomar. Aos 10 anos iniciou os estudos musicais na Banda Marcial de Gueifães – Maia e foi através do seu pai (músico da mesma banda) que adquiriu os primeiros conhecimentos de clarinete. Aos 17 anos ingressou na Banda da Região Militar Norte onde ainda como praça (soldado), foi colocado em 1º clarinete. Em 1983 frequentou o curso de promoção de sargentos músicos e em 1985 conclui o mesmo curso ficando colocado como um do 1º clarinete solo da referida banda. Durante o curso teve como professor de clarinete Alberto dos Santos Vieira, solista da Banda da Região Militar Norte e 1ºclarinete da Ex. Orquestra “Camerata” do Porto e atualmente maestro da Banda de Lagares.

António Coelho foi diversas vezes concertista, executando na Banda da Região Militar Norte o II concerto para clarinete de Carl Von Webber. Paralelamente às suas funções de executante foi também professor na formação de praças e sargentos músicos durante vários cursos. Esteve colocado na Banda Sinfónica do Exército (Lisboa) onde exerceu as funções de 1º clarinete (solo) e professor na disciplina de “Transcrições e Arranjos Musicais” dos cursos de Oficiais dos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa), cursos de promoção a Sargento-Chefe e estágio de promoção a Sargento-Ajudante.

Foi o 1º clarinete solo em todas as Bandas filarmónicas por onde passou (Banda de Gueifães, Vilela, Lousada, Vale de Cambra, Freamunde). Teve aulas de direção com o Major Custódio Gonçalves (Ex. Maestro, Chefe da Banda Militar do Porto) e participou na classe de aperfeiçoamento de direção orientada pelo Maestro Douglas Bostock. Foi Sargento-Chefe na Banda Militar do Porto como clarinete solista, sendo também o chefe da área de instrução da mesma banda. Foi Maestro da Banda Musical de Parafita e Diretor Pedagógico da Escola de Música entre 1998 e 2013.

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Fernando Moreira

Fernando Dantas Moreira nasceu em Rio Tinto, Gondomar, em 1979. Iniciou a sua formação em oboé os 7 anos na Escola da Banda de Música dos STCP (Serviços de Transportes Coletivos do Porto). Aos 13 anos ingressou no Conservatório de Música do Porto, na classe de oboé de Ellen Teles. Dois anos mais tarde continuou a sua formação em oboé na Escola Profissional de Música de Espinho onde terminou o curso de Prática Orquestral. Em 1997 Ingressou na Escola Superior de Musica e Artes do Espetáculo (Porto) na classe de oboé de Ricardo Lopes.

Participou em diversos cursos de aperfeiçoamento de direção de orquestra e coral: em 1998, no Curso de Direcção de Orquestra com maestros Robert Houlihan e António Saiote; em 2006, no Curso de Direcção Coral com maestro Myguel Santos e Castro; em 2007, no Curso de Direcção Coral com maestro Filipe Carvalheiro; em 2008, no Curso de Direção de Orquestra com maestro Filipe Carvalheiro; em 2009, em classe de aperfeiçoamento de Direcção Coral com o Maestro Jorge Matta.

Em 2008 ingressou na Licenciatura em Direcção da Universidade do Minho. Estudou direção de banda/orquestra de sopros com o maestro Paulo Martins na Academia Portuguesa de Banda. Como oboísta, foi membro das Orquestras/Bandas: Orquestra das Escolares Particulares – Maestro Leonardo de Barros, Sinfonieta – Orquestra do Norte, Orquestra de Sopros dos Templários – Maestro António Saiote, Camerata Bracarense. Foi oboísta nas Banda dos STCP, Banda de Carregosa, Banda de Rio Tinto, Banda de Lousada, Banda de Salzedas e Banda de Rio Mau.

Desde 1999 até ao presente foi maestro e colaborou com vários grupos corais e orfeões (Coro Infantil de Soutelo, Coro Madrigal, Coro de Câmara da Licenciatura em Música da Universidade do Minho, Orfeão Famalicense, Orfeão PortusCale do Banco BPI) . Foi professor de Música, Educação Musical e Expressão Musical em Várias escolas de 1.º 2.º Ciclos e AEC entre 1997 e 2013 (Actual). Foi professor no Conservatório de Música da Jobra – Albergaria-a-Velha (2010/2011). Foi professor na escola Companhia da Música – Braga (2010/2012).

Miguel Bovião

Natural de Rio Tinto, Gondomar, Miguel Bovião começou a aprendizagem musical na Banda de São Cristóvão de Rio Tinto, onde iniciou o estudo do clarinete. Estudou clarinete no Conservatório de Música do Porto, com Moreira Jorge, terminando com 18 valores.

É mestre em Ensino da Música, com especialidade em Música de Conjunto, pelo Conservatório Superior de Música de Gaia, onde já se havia licenciado em Direção Musical. Estudou, entre outros, com Mário Mateus, e obtendo 19 valores de classificação. Durante o seu percurso académico musical foi ainda distinguido com a Bolsa de Mérito, atribuída pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Frequentou o Curso de Regentes de Bandas Filarmónicas do INATEL, orientado pelo Maestro Tristão Nogueira, que decorreu na Banda Musical de Paços de Ferreira. Participou em diversas classes de aperfeiçoamento de direção, onde teve a oportunidade de dirigir diversos agrupamentos musicais e estudar com vários maestros de renome internacional, dos quais destaca: Baldur Brönnimann, Charles Gambetta, Marcel van Bree, Robert Houlihan e Jan Cober.

Integra a Banda do Comando Metropolitano do Porto da Polícia de Segurança Pública desde 2003. Atualmente é clarinetista concertino desta formação, função que acumula com a de maestro assistente desde 2006. É maestro da Banda de São Cristóvão de Rio Tinto (Gondomar) e diretor pedagógico da sua escola de música, funções que mantém desde 2013. Foi maestro da Sociedade Filarmónica de Crestuma entre 2006 e 2013. Além disso, dirigiu diversos agrupamentos instrumentais e corais na qualidade de maestro convidado.

Miguel Bovião, regente de bandas, de Gondomar

Miguel Bovião, maestro, de Gondomar

Foi professor de Classe de Conjunto na Fundação Conservatório Regional de Gaia e de Clarinete na Academia Régia do Porto. Em 2016 foi convidado a dirigir o 2º Estágio de Orquestra de Sopros organizado pela Banda Musical de Vila Verde da Raia.

Para além da vertente musical, é ainda bacharel em Estudos Superiores de Comércio, pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto, onde também frequentou a licenciatura em Contabilidade e Administração, sendo membro da Ordem dos Contabilistas Certificados desde 2001.

Bio facultada por Miguel Bovião, publicada a 26 de fevereiro de 2021

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/luis-macedo-baterista.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:19:222025-02-14 22:05:37Gondomar e os seus músicos
Fernanda Côrte-Real, cantora lírica, da Golegã
Músicas no Concelho

Golegã e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho da Golegã

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • António Curvelo (divulgador, 1947)
  • Fernanda Corte-Real (cantora lírica, 1900-1983)
  • Mário Guia (baterista, 1944)

Fernanda Côrte-Real

Fernanda Côrte-Real, cantora lírica, da Golegã

Fernanda Côrte-Real, cantora lírica, da Golegã

Natural da Golegã, Fernanda Côrte-Real estreou-se como cantora de ópera em 6 de janeiro de 1923, no papel de “Micaela” da Carmen, de Georges Bizet, no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa. Ainda nesse ano foi “Princesa Xenia” na ópera Boris Gordunov. Atuou ao lado de ilustres figuras como Tomás de Alcaide e Alves da Silva. O seu último concerto realizou-se no dia 9 de junho de 1940.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

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962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/golega-fernanda-corte-real-soprano-lirico.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:18:052024-12-19 20:21:19Golegã e os seus músicos
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