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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Monsenhor Ângelo Minhava, compositor, de Mondim de Basto
Músicas no Concelho

Mondim de Basto e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Mondim de Basto
  • Ângelo Minhava (padre, 1919-2016)

Ângelo Minhava

Monsenhor Ângelo Minhava, compositor, de Mondim de Basto

Monsenhor Ângelo Minhava, compositor, de Mondim de Basto

A 02 de dezembro de 2016 a Rádio Renascença noticiava que falecera o Monsenhor Ângelo Minhava, aos 97 anos.

Monsenhor Ângelo Minhava destacou-se ao longo da vida como pároco, estudioso e musicólogo. Entre tantos outros motivos de destaque, é o autor da Marcha de Vila Real, que o eternizará no cancioneiro regional. Ângelo do Carmo Minhava nasceu na freguesia de Ermelo, concelho de Mondim de Basto, a 15 de janeiro de 1919. Ordenou-se sacerdote no Seminário de Vila Real, onde foi professor de música, latim, literatura e francês. Lecionou no Ciclo Preparatório e na Escola Técnica de Vila Real (Música e Educação Religiosa e Moral Católica). Organizou e dirigiu, a partir de 1946, o Orfeão do Seminário e também o Orfeão do Liceu Camilo Castelo Branco.

Organizou e dirigiu, igualmente, vários grupos corais e teatrais, em diversas terras do distrito de Vila Real. Dotado de uma cultura geral muito vasta, colaborou em muitos jornais e revistas, nomeadamente sobre temas linguísticos. É autor de obras em poesia, teatro e, sobretudo, música. Como musicólogo, dirigiu o Orfeão do Seminário, do Liceu Camilo Castelo Branco, da Escola Comercial e Industrial e do Instituto Politécnico, hoje Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Musicou letras de muitos poetas e poetisas de todo o país, incluindo Madeira e Açores. Autor de muitas músicas de várias marchas, de que se destacam a de Vila Real, Mondim de Basto, Arrabães, Sabrosa, Mesão Frio, Cerva e Santa Marta de Penaguião. Como escritor, escreveu em todas as áreas literárias destacando-se na poesia, com o poema herói-cómico-lírico a “Cabrilada”; no teatro com “A Bengala Milagreira”, “A Feira dos Pucarinhos” e “Recitativos” (alguns em francês e em castelhano); na Linguística: “Venha comigo à Lua” e “Aleo Aleo – quem adivinha?”; e na cultura religiosa e histórica, destaque para “Veja se Sabe” (Diálogos com um estudante, sobre Cristianismo e Materialismo).

Foi designado monsenhor em 20 de abril de 1997, aquando das bodas de diamante da diocese de Vila Real. Em 3 e 4 de abril de 1998 foi homenageado pela cidade de Vila Real. As exéquias fúnebres foram presididas pelo bispo de Vila Real, D. Amândio Tomás.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/mondim-de-basto-angelo-minhava-monsenhor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:51:432024-12-14 19:52:33Mondim de Basto e os seus músicos
Amílcar Vasques-Dias, compositor e pianista, de Monção
Músicas no Concelho

Monção e os seus músicos

Músicos do Concelho de Monção

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Alberto Lages (clarinetista)
  • Amílcar Vasques-Dias (compositor, 1945)
Amílcar Vasques-Dias

Amílcar Vasques-Dias nasceu em Badim, Monção.

Efectuou estudos superiores de Piano e de Composição nos Conservatórios de Música do Porto e de Braga. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Secretaria de Estado da Cultura para o Curso Superior de Composição Instrumental e Electroacústica no Conservatório Real de Haia, na Holanda, onde foi aluno de Louis Andriessen, Peter Schat e Jan van Vlijmen.

Destaca-se a formação que fez com o compositor Karlheinz Stockhausen na Holanda, com Iannis Xenakis, em Aix-en-Provence, França e com Cândido Lima, em Portugal, considerando estes compositores/professores os que mais o ‘influenciaram’ na sua formação de compositor. Conheceu Fernando Lopes-Graça a quem deu a conhecer a sua obra. É a partir deste convívio que começa a dar mais atenção à música tradicional portuguesa manifestando-se a sua influência em algumas das suas peças.

Na Holanda desenvolveu actividade artística e pedagógica como pianista e como compositor durante 14 anos.

Como pianista, interpreta a sua música e utiliza a improvisação como meio de expressão tendo realizado concertos em Portugal e em outros países da Europa e da América. Como compositor, tem recebido encomendas de várias instituições públicas e privadas holandesas e portuguesas no âmbito da música de câmara instrumental e vocal, ou electroacústica, orquestra sinfónica, orquestra de metais, coro a cappella e acompanhado, obras multimédia, e música para filme e teatro.

A sua música tem sido tocada em Portugal e em outros países da Europa e da América, nomeadamente em festivais de música contemporânea.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Amílcar Vasques-Dias, compositor e pianista, de Monção

Amílcar Vasques-Dias, compositor e pianista, de Monção

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

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António José Ferreira
962 942 759

Alberto Lages

Alberto César Carreira Lages, nasceu em Tangil, Monção, onde iniciou os estudos musicais com o pai António Lages, maestro da filarmónica local.

Em 1988 ingressou na Banda da Região Militar Norte no Porto. Mais tarde, após a conclusão do Curso de Formação de Sargentos, foi colocado na Banda Sinfónica do Exército sediada em Queluz – Sintra.

Ingressou na Escola de Música do Conservatório Nacional em Lisboa concluindo o curso de clarinete na classe de Manuel Jerónimo com a mais elevada classificação.

Em 1999 finaliza a licenciatura em Música na Escola Superior de Música de Lisboa na classe de clarinete de Manuel Jerónimo e música de câmara de Olga Prats. Finalizou em 2013 a Licenciatura em Direção de Orquestra de Sopros na Escola Superior Música de Lisboa sob a orientação do maestro Alberto Roque trabalhando ainda com Vasco Pierce Azevedo e Paulo Lourenço.

Estudou Direção de Orquestra com o maestro Jean Sébastien-Béreau.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Alberto Lages

Amílcar Vasques-Dias, compositor e pianista, de Monção

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/moncao-amilcar-vasques-dias-compositor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:51:052024-11-13 23:12:14Monção e os seus músicos
Monsenhor Abel Ferreira Alves, compositor, de Moimenta da Beira
Músicas no Concelho

Moimenta da Beira e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Moimenta da Beira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Abel Ferreira Alves (compositor litúrgico, 1913-2007)
Abel Ferreira Alves
Monsenhor Abel Ferreira Alves, compositor, de Moimenta da Beira

Monsenhor Abel Ferreira Alves, compositor, de Moimenta da Beira

Abel Ferreira Alves, Monsenhor, compositor, nasceu em Castelo, Moimenta da Beira. Estudou Teologia, foi ordenado padre e celebrou Missa Nova a 1 de janeiro de 1936 na Igreja de Castelo.

Em 9 de agosto de 1949, terminou o Curso de Música no Instituto Pontifício de Música Sacra, em Roma, e a partir daí dirigiu várias orquestras em Portugal e no estrangeiro. Monsenhor Abel Ferreira Alves é autor de várias composições musicais, entre as quais se destacam: “O Filho Pródigo”, “Love Lether To Children” e o “Hino de Moimenta da Beira”.

O Pe. Abel Ferreira Alves tem uma rua com o seu nome na freguesia de Castelo, 3620-143 Castelo Mbr, concelho de Moimenta da Beira, distrito de Viseu, Portugal, GPS: 41.035249, -7.622849.

Obras publicadas

Homenagem ao soldado desconhecido, de Abel Ferreira Alves, letra de D. Alberto Bramão. Braga: Seminário de Lamego, 1942: Tip. das “Missões Franciscanas». Partitura ([4] p.); 35 cm

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/moimenta-da-beira-abel-ferreira-alves-compositor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:49:582024-12-05 20:36:17Moimenta da Beira e os seus músicos
Débora Correia, violinista de Mirandela
Músicas no Concelho

Mirandela e os seus músicos

Músicos no Concelho de Mirandela

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes do património musical. Serviço público sem financiamento público, foi lançado em dezembro de 2020.

  • Alice Neves (violeta)
  • Débora Correia (violino)
  • Emundo Pires (violino)
  • Eurico Carrapatoso (compositor, 1962)
  • Hugo Correia (contrabaixo)
  • Hugo Rodrigues (Porto/Mirandela, violinista)
  • Joana Nunes (violeta)
  • Joana Pereira (violeta)
  • José Teixeira (violinista)
  • Mariana Sampaio (violino)
  • Ricardo Januário (violoncelo)
  • Ricardo Vieira (violino)
  • Vasco G. R. Martins (compositor)
Alice Neves

Alice Neves iniciou os estudos musicais na Escola Profissional de Arte de Mirandela – ESPROARTE, na classe de viola d’arco de Danuta Grossmannová. É Licenciada e profissionalizada em Música pela Universidade de Évora, na classe do professor Bin Chao e Mestre em Música pela Escola Superior de Artes Aplicadas ESART, do Instituto Politécnico de Castelo Branco, sob a orientação de Joana Pereira.

Alice Neves

Alice Neves, violetista, de Mirandela

Alice Neves, violetista, de Mirandela

Para saber tudo clique AQUI.

Débora Correia

Natural de Mirandela, a violinista Débora Correia iniciou o estudo do violino aos 7 anos com Paulo Peixoto no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga. Continuou os estudos com José Tavares na Escola Profissional Artística do Vale do Ave.

É licenciada pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto (ESMAE), na classe de Radu Ungureanu.

Leciona na Academia de Música de Costa Cabral, no Porto.

Débora Correia, violinista de Mirandela

Débora Correia, violinista de Mirandela

Débora Correia é membro da Camerata Portuguesa.

Edmundo Pires

Natural de Mirandela, Edmundo Pires iniciou os estudos musicais na Escola Profissional de Arte desta cidade, onde estudou com Anna Kratochvilova e Gustavo Delgado.

Licenciado em Ensino da Música pela Universidade de Évora, na classe de violino do Professor Max Rabinovitsj, fez estágio pedagógico na Academia de Amadores de Música de Lisboa, sob a orientação de Gareguin Aroutiounian. Estudou a nível particular com Valentin Stefanov.

Enquanto violinista colaborou com a Orquestra Filarmonia das Beiras, Camerata Ensemble da Guarda, Orquestra do Norte e Orquestra Gulbenkian. Foi violinista efectivo da Orquestra Filarmonia das Beiras entre os anos 2006 e 2012. Como pedagogo foi convidado a orientar classes de aperfeiçoamento nos conservatórios Calouste Gulbenkian em Aveiro, Collegium Musicum em Seia, Escola Profissional da Jobra, Academia de Música de Vilar do Paraíso, Academia de Música de Perosinho, Curso de Música Silva Monteiro e Conservatório de Música e Dança de Bragança e Escola Portuguesa de Moçambique – CELP em Maputo.

À frente da Orquestra de Cordas do Conservatório regional de Música de Vila Real, alcançou com esta formação o 1º Prémio (na categoria de agrupamentos maiores) da III Mostra Musical Eixo Atlântico.

Foi professor orientador dos Naipes de violinos no Festival de Música Júnior – Montalegre, em 2012 e 2016. Fez parte do elenco de professores da Orquestra Juvenil Luso-Alemã em 2016 e 2017. Em 2019, a propósito do 46 Certamen Internacional de Bandes de Música Vila D’Altea, apresentou-se com a Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves na obra Vénus de Las Luces de J. Suñer Oriola, Certame do qual a Orquestra obteve o 1° prémio.

É membro fundador do grupo Mistério da Cultura e da AMEP – Associação Música Esperança Portugal. Radicado em em Vila Real desde 2011, é actualmente professor de violino no Conservatório Regional de Música de Vila Real e Academia de Artes de Chaves. É Director Artístico da Douro Strings Academy – Academia de Verão para Cordas e fundador do Oniros Ensemble grupo de música contemporânea.
Em 2020 foi agraciado pelo Município de Vila Real com a distinção honorífica Medalha de Mérito Municipal grau prata.

Edmundo Pires

Edmundo Pires, violinista, de Mirandela

Edmundo Pires, violinista, de Mirandela

Eurico Carrapatoso

Eurico Carrapatoso é licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Iniciou os estudos musicais em 1985, tendo sido sucessivamente aluno de composição de José Luís Borges Coelho, Fernando Lapa, Cândido Lima e Constança Capdeville. Concluiu em 1993 o Curso Superior de Composição no Conservatório Nacional de Lisboa com Jorge Peixinho.

Para saber mais clique AQUI.

Eurico Carrapatoso

Eurico Carrapatoso, compositor, de Mirandela

Eurico Carrapatoso, compositor, de Mirandela

Hugo Correia

Hugo Miguel Pires Correia nasceu a 30 de janeiro de 1977 em Mirandela. Em 1990 iniciou os estudos musicais na Escola Profissional de Arte de Mirandela na classe de violoncelo de Arnold Allum no curso básico de Instrumentista de corda. Oficialmente, as suas aulas de contrabaixo iniciaram-se no ano lectivo de1992-93 com Alexandre Samardjiev. Concluiu o Curso Profissional de Instrumentista de Corda Nível 3 no ano de 1996 na Escola Profissional de Arte de Mirandela. Foi admitido no Conservatório Regional de Rueil-Malmaison no nível Superior, na classe de contrabaixo de Richard Bertrand. No ano de 1997 foi admitido no Conservatório Superior de Musica e Dança de Paris na classe de Contrabaixo de Vincent Pasquier como Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

Leia AQUI a biografia completa.

Hugo Correia

Hugo Correia, músicos, produtor e compositor, de Mirandela

Hugo Correia, músico, produtor e compositor, de Mirandela

Hugo Rodrigues

Hugo Rodrigues iniciou os estudos musicais na ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela, com Anna Kratochvilova, e concluiu o Curso Superior na Universidade de Aveiro com David Wyn Lloyd. Durante a sua formação enquanto instrumentista fez parte da Orquestra das Escolas de Música Portuguesas, Orquestra de Jovens Luso-Francesa da Juventude e a Orquestra Portuguesa da Juventude, com as quais colaborou regularmente.

Para saber tudo clique AQUI.

Hugo Rodrigues

Hugo Rodrigues, violinista

Hugo Rodrigues, violinista, nascido no Porto, residente em Mirandela

Joana Pereira

Joana Pereira iniciou os estudos musicais na Esproarte (Mirandela) com David Loyd e Danuta Grossmanová. Concluiu a Licenciatura na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, na classe de Ryszard Woycicki, com classificação máxima. Apresentou-se a solo e em quarteto em diversas salas e festivais. Apresentou-se a solo e em quarteto em diversas salas e festivais. Com várias formações participou em digressões no Canadá, Escócia, Espanha, França, Alemanha, Hungria, Áustria, Brasil, entre outros países. Foi premiada em concursos como: Prémio Jovens Músicos (1º Prémio Música de Câmara, 1996; 1º Prémio de Viola D’Arco, 1999; 2º Prémio Música de Câmara – nível superior, 2001), Concurso Helena Sá e Costa (1º Prémio, 2003), Concurso Revelação Jovens Músicos – Rotary International (2º Prémio, 2004), Concurso Internacional de Instrumentos de Arco Júlio Cardona (2º Prémio ex-aequo, 2005), Prémio Eng.º António de Almeida (2006). É solista na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.

Para saber tudo, clique AQUI.

Joana Pereira

Joana Pereira, violetista, de Mirandela

Joana Pereira, violetista, de Mirandela

João Valpaços

João Valpaços, violoncelista

João Valpaços, violoncelista

José Teixeira

José Teixeira, violinista, começou por estudar piano aos oito anos, passando para o clarinete pouco depois. Em 1990, iniciou os estudos de violino na Escola Profissional de Artes de Mirandela, na classe de António da Cunha e Silva. Prosseguiu os estudos superiores na Academia Nacional Superior de Orquestra, onde concluiu a licenciatura, na classe de violino de Aníbal Lima. Participou em classes de aperfeiçoamento com os professores Gerardo Ribeiro, Zakhar Bron, Sergei Kravchenko, David Ovchareck, entre outros.

Para saber tudo, clique AQUI.

José Teixeira

José Teixeira, violinista, de Mirandela

José Teixeira, violinista, de Mirandela

Ricardo Januário

Ricardo Januário, violoncelista, de Mirandela

Ricardo Januário, violoncelista, de Mirandela

Vasco G. R. Martins

Vasco G. R. Martins nasceu em 2000, em Mirandela. Formou-se como instrumentista na ESPROARTE, na classe de trompa de António Seabra, iniciando aos 16 anos os estudos de composição com Diogo Silva. Licenciou-se em Composição na Universidade de Évora, onde foi aluno de Christopher Bochmann, Hugo Ribeiro e Pedro Amaral, e concluiu o Mestrado em Ensino de Música na mesma instituição, sob orientação de Pedro Amaral. Foi distinguido com prémios e várias menções honrosas. Mantém a actividade docente em paralelo com a composição e a investigação na área do ensino da música.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/debora-correia-mirandela-camerata-portuguesa-2024.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:49:322026-03-28 17:08:56Mirandela e os seus músicos
António Maria Mourinho, etnógrafo, de Miranda do Douro
Músicas no Concelho

Miranda do Douro e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Miranda do Douro

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • António Mourinho (folclorista, 1917-1996)

António Maria Mourinho

António Maria Mourinho, etnógrafo, de Miranda do Douro

António Maria Mourinho, padre, etnógrafo

Com capa de honras no pátio da casa

António Maria Mourinho, etnógrafo, de Miranda do Douro

António Maria Mourinho, etnógrafo, de Miranda do Douro

Programa do Centenário

António Maria Mourinho, etnógrafo, de Miranda do Douro

António Maria Mourinho, etnógrafo, de Miranda do Douro

António Maria Mourinho (14 de fevereiro de 1917 – 13 de julho de 1996) foi padre, professor, historiador, etnógrafo e folclorista. A etnologia e a arqueologia foram áreas de conhecimento que o apaixonaram e às quais se dedicou com entusiasmo e afeição em grande parte da sua vida, podendo colocar a criação do museu como um marco do seu trabalho, e, num dos seus maiores sonhos e ambições. Sonho este, que começa a ganhar forma, através de uma recolha sistemática, pensada para o efeito e orientando também a ideia de preservar toda uma riqueza arqueológica, e etnográfica, orgulho de toda esta região, tão rica em história e em arte, e que se encontrava dispersa deficientemente protegida ou mesmo em vias de destruição.

Por fim, concretizando um desejo de longa data no dia 18 de maio (Dia Internacional dos Museu) de 1982 foi inaugurado o Museu da Terra de Miranda ficando instalado no antigo edifício da Câmara Municipal, e antiga cadeia comarcã, já adaptados para o efeito. António Maria Mourinho era apaixonado pela sua terra, pela sua cultura e pelas suas gentes, trabalhou intensamente para o fortalecimento da identidade da Terra de Miranda pela via da etnografia e da antropologia. Tinha uma visão aberta para o seu tempo, sempre com a preocupação de compreender a sociedade da sua época.

A Direção Regional de Cultura do Norte e o Museu da Terra de Miranda organizaram em 2017 um programa evocativo dos 35 Anos do Museu da Terra de Miranda e do Centenário do Nascimento de António Maria Mourinho, nos dias 18 de maio (Dia Internacional dos Museus) e 20 de maio (Noite dos Museus).

O programa incluiu, no dia 18 maio (Dia Internacional dos Museus) a inauguração da Exposição «António Maria Mourinho – Memórias de uma Vida» (em colaboração com o Município de Miranda do Douro e com o espólio de Ilídio Cristal), o lançamento de Vinho Comemorativo: 35 anos do Museu da Terra de Miranda e 100 anos do Nascimento de António Maria Mourinho (com a colaboração dos vinhos José Preto); e no dia 20 maio (Noite dos Museus), Visitas Guiadas à Exposição de António Maria Mourinho, Fiadouro, representado pela Associação Cultural e Recreativa Duas Igrejas, Reabilitação da «Dança das Flores», realizada pelo grupo de Duas Igrejas, Dança das Fitas, realizada pelo grupo de Sendim, Atuação do Grupo de Pauliteiros de Malhadas.

A Casa da Cultura de Miranda do Douro acolheu, no dia 25 março 2017, o Congresso de Homenagem a António Maria Mourinho, na passagem do 1º Centenário do nascimento daquele que foi um dos maiores vultos da cultura Transmontana e fundador do Museu da Terra de Miranda.

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Casa das Artes de Miranda do Corvo
Músicas no Concelho

Miranda do Corvo e os seus auditórios

Auditórios de Miranda do Corvo

Salas de espetáculo do Concelho

Casa das Artes de Miranda do Corvo

A Casa das Artes abriu ao público em 2013 e desde a primeira hora teve como objetivo principal a sensibilização, formação e fidelização de públicos, num território com escassos equipamentos deste género e débeis hábitos culturais.

Com uma programação regular e diversificada, tem acolhido uma pluralidade de iniciativas culturais, desde a música, contemplando diversos géneros musicais desde a música clássica, ao jazz, à música ligeira, à world music, passando pelo teatro, pelo humor, até a cruzamentos artísticos, procurando contribuir para o empoderamento dos cidadãos como sujeitos culturais ativos.

Equipamento de todos para todos, a Casa das Artes é palco da apresentação de projetos locais, de escolas de música, academias de bailado, associações, estabelecimentos de ensino e outros, contribuindo para a sua apropriação pela comunidade e afirmação de cidadania cultural.

A Casa das Artes dispõe também de um espaço para a realização de exposições de artes plásticas, por onde passaram ao longo de uma década nomes relevantes da pintura, do desenho, da escultura, mas também jovens artistas promissores. A este nível a programação beneficiou bastante da parceria com o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, ao trazer projetos inovadores e esteticamente disruptivos, confrontando os públicos com normas abordagens estéticas e artísticas.
Compõem este equipamento uma sala com 266 lugares, espaço de exposição e sala multimédia. A Casa das Artes está enquadrada num amplo jardim que permite a sua utilização para diversas atividades, dispondo de um pequeno anfiteatro utilizado para concertos ao ar livre.

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fonte: RTCP

Casa das Artes de Miranda do Corvo

Casa das Artes de Miranda do Corvo

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2025/09/miranda-do-corvo-camc.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2025-09-15 22:05:022025-09-15 22:05:02Miranda do Corvo e os seus auditórios
Augusto Camacho, fadista, de Miranda do Corvo
Músicas no Concelho

Miranda do Corvo e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Miranda do Corvo
  • Augusto Camacho (cantor, 1924-2018)

Augusto Camacho

Augusto Camacho, fadista, de Miranda do Corvo

Augusto Camacho, fadista, de Miranda do Corvo

Augusto Camacho Vieira, médico que se notabilizou ao serviço das equipas do Belenenses e das seleções nacionais e ligado ao fado de Coimbra desde os tempos de estudante, nasceu em Godinhela, Miranda do Corvo e faleceu a 13 de março de 2018, em Carnaxide (Oeiras), aos 92 anos. Viveu a sua juventude entre Coimbra, onde se formou em Medicina em 1953, e a Figueira da Foz, onde passou a infância e a adolescência.

Reciclanda

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/miranda-do-corvo-camacho-vieira-fadista.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:48:352024-11-13 22:52:19Miranda do Corvo e os seus músicos
Vítor Rua, guitarrista e compositor, de Mesão Frio
Músicas no Concelho

Mesão Frio e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Mesão Frio

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Alfredo Teixeira (compositor, 1965)
  • Vítor Rua (compositor, 1961)
Alfredo Teixeira

Alfredo Teixeira é Professor associado da Faculdade de Teologia, Doutor em Antropologia (especialização em Antropologia Política) pelo Instituto de Ciências do Trabalho e Empresa – Instituto Universitário de Lisboa, Mestre em Teologia Sistemática e Licenciado em Teologia pela Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa. Leciona na área de Estudos de Religião e de Métodos em Teologia Prática. As suas principais áreas de investigação são: identidades e instituições religiosas na sociedade portuguesa; performatividades e estéticas do religioso; novas teorias da religião.

Alfredo Teixeira

Alfredo Teixeira, compositor, de Mesão Frio

Alfredo Teixeira, compositor, de Mesão Frio

É Diretor do Instituto de Estudos de Religião da UCP. É membro da Direção da Faculdade de Teologia e da Direção do Centro de Investigação em Teologia e Estudos de Religião; Integra o Conselho Científico da mesma Faculdade e o Conselho de Direção da revista Didaskalia.

É membro da Sociedade Científica da Universidade Católica Portuguesa; da Associação «Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa» e da Comissão da Liberdade Religiosa (Ministério da Justiça). Participa na coordenação da rede de investigadores «Religião e modernidades múltiplas» (ReliMM) e (co)coordenou os seguintes projetos: «Os professores e a cultura religiosa na Escola»: inquérito exploratório». Para além da sua atividade académica; desenvolve uma reconhecida atividade de composição musical.

Vítor Rua

Natural de Mesão Frio, Vítor Rua (1961) é um compositor, improvisador, instrumentista e videasta, é multidimensional. O músico autodidacta iniciou a sua atividade no âmbito do rock, mas foi progressivamente aproximando-se dos círculos da nova música sem, no entanto, ter abandonado por completo a atividade noutras áreas musicais. A sua experiência tem-se caracterizado ao longo dos anos por uma sistemática abordagem a diversas tipologias musicais, como: o art-rock, o minimalismo, a música eletrónica e concreta, o jazz ou a música improvisada.

Estudou guitarra na Escola de Música Duarte Costa de 1974 a 1976 no curso lecionado por José Pina, no Porto. A partir de 1971, iniciou a sua atividade profissional integrando conjuntos executantes de covers de pop-rock e criando grupos de rock para executar originais.

Entre 1976 e 1977, integrou o grupo King Fisher’s Band, e, dois anos depois, fundou, com Alexandre Soares, os GNR. Com esta banda deu vários concertos, destacando-se o derradeiro no Festival de Vilar de Mouros de 1982. Nesse ano, conheceu Jorge Lima Barreto, cuja influência terá sido decisiva para a sua mudança definitiva de rumo musical. Juntos formaram o grupo Telectu, um dos primeiros em Portugal a dedicar-se à música eletrónica improvisada.

Vítor Rua tem composto para teatro, dança e cinema. Desempenhando várias funções em diferentes atividades artísticas, a sua ação pautou-se pelo cruzamento e aproximação de diferentes domínios da música. Com uma forte componente humorística o seu estilo composicional é igualmente caracterizado pela exploração de pequenos fragmentos musicais e pelo recurso a técnicas instrumentais menos comuns para a obtenção de timbres específicos. Na sua escrita musical procura igualmente utilizar símbolos gráficos, por vezes inovadores, adequados às sonoridades e às técnicas instrumentais exigidas para a interpretação de cada uma das obras. É frequente o recurso a técnicas de sampling e processamento eletrónico do som no seu processo de criação musical.

Em 2009, na Culturgest decorreu a estreia da sua ópera “Uma Vaca Flatterzunge”, um teatro absurdo de compositores, intérpretes e musicólogos que recorre aos estereótipos da ópera bufa, séria, cómica e opereta. Vítor Rua assume uma noção desconstrutiva do teatro musical, criando um fluxo de gestos criativos enfatizados pelo humor.

Vítor Rua

Vítor Rua, guitarrista e compositor, de Mesão Frio

Vítor Rua, guitarrista e compositor, de Mesão Frio

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira:
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/mesao-frio-vitor-rua-guitarra-composicao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:47:442025-04-24 13:29:12Mesão Frio e os seus músicos
Daniela Rego, soprano
Músicas no Concelho

Matosinhos e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Matosinhos

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

  • Álvaro Martins (guitarrista)
  • Anna Dominguez (cantora)
  • Armando Leça (etnomusicólogo, 1891-1977)
  • Carla Lopes (encenadora)
  • Daniela Rego (cantora)
  • Filipe Pinto (cantautor)
  • Nuno Mimoso (organista)
Carla Lopes

Natural de Matosinhos, Carla Lopes iniciou os estudos musicais aos sete anos, sob a orientação de César de Morais (1918-1992). É licenciada na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo,Porto, onde ingressou em 1994 na classe de Canto de José de Oliveira Lopes, continuando posteriormente, a trabalhar sob a orientação de Jorge Vaz de Carvalho.

Frequentou o Curso de Encenação de Ópera da Fundação Calouste Gulbenkian e Teatro Nacional de São Carlos, onde apresentou a ópera La Serva Padrona de Pergolesi.

Como directora de cena, coordenou os seguintes espectáculos: A Donzela Guerreira de Maria de Lourdes Martins, Hansel und Gretel de Humperdinck, A Lenda das Três Arvores de Allen Pote/Tom Long, Nabucco e La Traviata de  Verdi, Tosca de Puccini, O Barbeiro de Sevilha de Rossini, Don Giovanni e  As Bodas de Fígaro de Mozart.

Foi assistente de encenação de Carlos Avilez na ópera Inês de Castro de Giuseppe Persiani, O Barbeiro de Sevilha de Rossini, Don Giovanni de Mozart, O Trovador de Verdi, Tosca de Puccini e La Traviata de Verdi.

Com Tim Coleman, foi assistente de encenação, na ópera La Traviata de Verdi, numa co-produção da Fundação Cupertino de Miranda da Cidade de Famalicão, Associação Norte Cultural/Orquestra do Norte e Associação Amigos do Coliseu do Porto.

Leia AQUI a biografia completa.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Daniela Rego

Daniela Rego, soprano natural de Matosinhos, possui uma carreira marcada pela versatilidade e uma sólida presença em palcos nacionais e internacionais. O seu percurso na música lírica inclui atuações de relevo na Suíça, em produções como Le Nozze di Figaro (Barbarina), e em Itália, no Italian Opera Florence. Cantou na Espanha e Reino Unido, onde participou nas celebrações do 75.º aniversário do British Council no prestigiado Barbican Centre, em Londres.

Em 2025, recebeu uma bolsa de estudos pela Fondazione Guido d’Arezzo. Daniela investe continuamente no seu aperfeiçoamento através de classes de alto aperfeiçoamento com artistas de renome mundial, como Sonia Prina e Eleonora Pacetti, muitas delas realizadas em colaboração com a plataforma Operatools. Enquanto solista, dedica-se com especial enfoque à música sacra e de câmara, colaborando regularmente com o Trio Majestoso, a Experience Trindade e a Associação de Música Sacra de Braga. Um dos seus projetos mais recentes e emblemáticos é A Voz e o Órgão – Diálogo entre o Sagrado e o Sublime, estreado em 2025 no Ciclo de Órgão de Castelo Branco.

Daniela Rego é Mestre em Ensino da Música e licenciada em Canto pela Escola Superior de Artes Aplicadas, onde estudou com Elisabete Matos e Dora Rodrigues. Complementou o seu perfil artístico com a licenciatura em Teatro pela ESAP, tendo iniciado a sua formação no Conservatório de Música do Porto. Concilia a atividade performativa com a docência de canto, preparando novos projetos operáticos que reafirmam o seu compromisso com a excelência técnica e a sensibilidade interpretativa.

Daniela Rego, soprano

Daniela Rego, soprano

Nuno Mimoso

Músico pedagogo, organista, barítono lírico, investigador e colaborador da Meloteca Associação Cultural Educativa, Nuno Mimoso iniciou Estudos Musicais na Academia de Música Óscar da Silva em Matosinhos.

Foi admitido como aluno precoce no Curso de Música Sacra da Escola Diocesana de Ministérios Litúrgicos, Diocese do Porto; ingressou no Curso de Órgão do Conservatório de Música do Porto, na classe do Prof. Paulo Alvim, concluindo com a Admissão ao Curso Superior de Música / Órgão, na Escola Superior de Música de Lisboa; a par estudou Canto Lírico, Técnica Vocal e Reportório Operístico com o barítono Prof. Nuno Vilallonga na Escola de Música do Conservatório Nacional, Lisboa.

Diplomado em Pedagogia Instrumental / Órgão B-Diplom na Hochschule für katholische Kirchenmusik und Musikpädagogik von Regensburg (Escola Superior de Música Sacra e Pedagogia Musical de Ratisbona), como bolseiro da Diocese de Ratisbona. Sendo discípulo do organista da Catedral Prof. Franz Joseph Stoiber, sob a sua tutela concluiu o Estágio pedagógico no Musikgymnasium der Regensburger Domspatzen (Escola de Música dos Domspatzen, Coro da Catedral de Ratisbona), fez recitais de música antiga para órgão, no âmbito da sua Tese: “Die Battaglia in der portugiesischen Orgelmusik des 17. Jahrhunderts” (A Batalha na Música portuguesa de Órgão do séc. XVII) e tocou na Liturgia na Catedral de Ratisbona.

Leia AQUI a biografia completa.

Nuno Mimoso

Nuno Mimoso, organista, de Matosinhos

Nuno Mimoso, organista, de Matosinhos

HISTÓRIA

Álvaro Martins

Álvaro Martins nasceu em 1918, no Padrão da Légua, Matosinhos, filho de Joaquim Martins dos Santos, barbeiro, e de Alzira Rosa Martins, e faleceu a 8 de novembro de 2003 com 85 anos na terra natal. Foi na barbearia do seu pai e localizada no centro do Padrão da Légua, que Álvaro Martins começou a tocar aos 5 anos de idade. Nessa época, nas barbearias era frequente haver uma guitarra portuguesa e uma viola para os clientes e/ou os barbeiros tocarem.

Entretanto, Álvaro Martins começou a tocar em outros estabelecimentos e acompanhar João Gago, tio de 2º grau de Ângelo Jorge, um dos violas que o mais acompanhou.

Aos 12 anos de idade, Álvaro Martins tocou pela primeira na vez na antiga Emissora Nacional.

Nos anos 50 do século passado, José Maria Nóbrega, um dos grandes violas de fado, estabeleceu-se no Padrão da Légua como alfaiate. Nesta zona, José Maria Nóbrega conheceu Álvaro Martins, que o lançou no Fado. Durante cerca de dez anos, ambos tocaram no Tamariz, casa de fados no Fado.

No Tamariz, passaram todos os grandes nomes do Fado da época, havendo um forte intercâmbio entre fadistas de Lisboa e Porto. Quando Moniz Trindade ouviu os dois no Tamariz, convidou a dupla para atuar em Lisboa, durante um mês, no Café Pam-Pam, uma casa de fados que ia abrir perto da Praça do Chile.

Leia AQUI a biografia completa.

Álvaro Martins

Álvaro Martins, guitarrista, de Matosinhos

Álvaro Martins, guitarrista, de Matosinhos

Armando Leça

Armando Leça, pseudónimo do compositor, folclorista e etnomusicólogo Armando Lopes nasceu em Leça da Palmeira a 9 de agosto de 1893 e morreu em Vila Nova de Gaia a 20 de janeiro de 1977.

Estudou no Conservatório Nacional, onde veio a ensinar as disciplinas de Piano e Composição. Com 18 anos publicou valsas para piano e com 19 anos 14 canções líricas, contidas no cântico das Flores, 1912.

Foi Professor de Canto Coral no Liceu de Rodrigues de Freitas (no Porto), compositor e folclorista. Compôs operetas, música coral, canções e música de piano e de acompanhamento para diversos filmes.

Foi este musicólogo encarregado em 1939, pela Comissão dos Centenários, de efetuar gravações da música que o povo português tocava e cantava na altura, gravações que se destinavam a publicação posterior.

Armando Leça realizou registos sonoros em todas as províncias do território continental, sendo o primeiro levantamento músico-popular no nosso país. Leça ajudou a construir uma verdadeira escola de folclorismo, tornando claro que o efetivo significado da música popular portuguesa estava escondido nas aldeias mais remotas, longe de qualquer influência urbana ou estrangeira, acreditando que cabia aos músicos de formação expurgar de qualquer influência externa os exemplos musicais que encontravam no terreno.

Leia AQUI a biografia completa.

Armando Leça

Armando Leça, musicólogo, de Matosinhos

Armando Leça, musicólogo, de Matosinhos

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/daniela-rego-soprano-2026-5.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:47:042026-02-20 23:33:53Matosinhos e os seus músicos
Carmen Miranda, cantora, do Marco de Canaveses
Músicas no Concelho

Marco de Canaveses e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Marco de Canaveses

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

  • Carmen Miranda (cantora, 1909-1955)

Carmen Miranda

Carmen Miranda, cantora, do Marco de Canaveses

Carmen Miranda, cantora, do Marco de Canaveses

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/marco-de-canaveses-carmen-miranda-cantora.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 11:46:382024-10-30 07:27:53Marco de Canaveses e os seus músicos
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