Artigos

APC - Instrumentos Musicais
Lojas de música e instrumentos em Braga

Pesquisa, edição e publicação a 15 de outubro de 2021

APC – Instrumentos Musicais

Rua do Sol, nº 40 A
Celeirós
4705 – 454 Braga
Tel. (+00 351) 253 672 520
Sítio: apc-instruments.com
Correio eletrónico: geral@apc-instruments.com

APC - Instrumentos Musicais

APC – Instrumentos Musicais

Salão Mozart

Av. da Liberdade, 68-72
4715-037 Braga
Tel. (+00 351) 253 273 547
Sítio: salaomozart.com

Som da

R. Dom Paio Mendes, 77
4700-424 Braga
Tlm. (+00 351) 911 999 947
Sítio: somdase.apc-instruments.com

Sons do Clássico

Rua Fundação Calouste Gulbenkian, 190
(Entrada Principal pela Avenida João XXI)
4710-394 Braga
Tel. (+00 351) 253 186 701
Sítio: www.sonsdoclassico.pt

Oficinas de instrumentos musicais em Braga

Violeiros e outros profissionais da construção e restauro de instrumentos no Concelho

António Pinto Carvalho

António Pinto Carvalho é um construtor de cordofones bracarense e fundador da APC – Instrumentos Musicais. A sua fábrica produz este instrumento musical para os quatro cantos do mundo. Por influência do avô materno que começou a trabalhar com madeira e a fazer instrumentos musicais de cordas. Aos dez anos fez o seu primeiro cavaquinho, vendeu-o e depois de cumprir o dever militar abriu a sua própria fábrica.

A APC – Instrumentos Musicais nasceu em Braga em 1976, ao longo dos anos tem evoluído e dado nas vistas além-fronteiras, tornando-se num verdadeiro caso de sucesso. Esta que é uma das maiores fábricas de instrumentos musicais da Europa fabrica 400 modelos de cordofones, das guitarras portugueses aos ukuleles, tendo uma produção de dois mil instrumentos mensais. A APC trabalha com 15 tipos de madeira diferentes e exporta 85% da sua produção para países como Alemanha, Inglaterra, França, Itália ou Rússia.

Os cerca de 50 trabalhadores dividem-se entre várias áreas distintas: a sala de tratamento da matéria-prima, onde a madeira é secada e cortada milimetricamente, a sala de montagem, onde todas as peças são conjugadas, e a fase de acabamentos, onde é necessário lixar, polir, pintar, colocar as cordas e afinar o som.

Na última sala fazem-se todas as embalagens necessárias para que os instrumentos sigam viagem para os quatro cantos do mundo e há ainda um espaço próprio para restaurar e reparar instrumentos antigos. Fazem-se todas as embalagens necessárias para que os instrumentos sigam viagem para os quatro cantos do mundo e há ainda um espaço próprio para restaurar e reparar instrumentos antigos.

António Pinto Carvalho fabrica para várias marcas e lojas internacionais e faz feiras de música em Xangai, Milão, Los Angeles ou Frankfurt.

A APC tem uma loja própria, Som da , em Braga, e trabalha também por encomenda. Entre os mil e um desafios que António já teve nas mãos destacam-se as violas acústicas que integraram um dos desfiles da Chanel em 2011 ou a guitarra portuguesa comemorativa do Fado Património Imaterial da Humanidade. Rui Veloso, Tim, Jorge Palma, Luís Represas ou Mafalda Veiga são alguns dos músicos nacionais que já visitaram a APC e que António faz questão de mostrar fotografias que marcam esses momentos.

António Pinto Carvalho

António Pinto Carvalho

Na exposição “70 Cavaquinhos, 70 Artistas” mais de 40 instrumentos foram produzidos pela APC.

Fonte: Maria Martinho, ArrábidaShopping, 24 de julho de 2017, pela Exposição “70 Cavaquinhos, 70 Artistas”

Gualter Campinho Luthier

Correio eletrónico: gualtercampinho@gmail.com

Construção instrumentos de corda.

Gualter Campinho Luthier

Gualter Campinho Luthier

Intermezzo – Atelier do Clarinete

Av. Dr. Bernardo Brito Ferreira, 82, Esc. 24
4730-716 Braga
Sítio: www.intermezzoac.pt

Loja de instrumentos musicais, manutenção, Reparação e Restauro de Clarinetes

Conjunto de Cavaquinhos Dr. Gonçalo Sampaio
Grupos de Cavaquinhos de Braga

Agrupamentos e atividades no Concelho

  • Cavaquinhos4ever (Braga)
  • Conjunto de Cavaquinhos Dr. Gonçalo Sampaio
  • Conjunto de Cavaquinhos Henrique Lima Ribeiro
  • Grupo de Cavaquinhos da ATIB – Associação dos Trabalhadores dos Impostos Distrito de Braga
  • Grupo de Cavaquinhos do Sindicato Bancário do Norte
  • Grupo de Cavaquinhos da Academia Sénior Dr. Egas Moniz
  • Grupo de Cavaquinhos da Assoc.Recreat.de Sta Tecla
  • Grupo de Cavaquinhos da Associação Cultural e Recreativa de Dume
  • Grupo de Cavaquinhos da Azeituna (Universidade do Minho)
  • Grupo de Cavaquinhos da Casa do Povo de Tadim
  • Grupo de Cavaquinhos da Casa do Professor
  • Grupo de Cavaquinhos da Fundação Inatel
  • Grupo de Cavaquinhos de Parada de Tibães
  • Grupo de Cavaquinhos de S. Lázaro
  • Grupo de Cavaquinhos de S. Tiago de Esporões
  • Grupo de Cavaquinhos e Cantares da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro
  • Grupo de Cavaquinhos e Cantares do Centro História de Braga
  • Grupo de Cavaquinhos Ecos da Minha Terra
  • Grupo de Cavaquinhos Gualtar
  • Grupo de Cavaquinhos Infantil de Trandeiras
  • Grupo de Cavaquinhos Os Amigos da Casa Estarolas
  • Grupo Infantil de Cavaquinhos da Fundação Bomfim
  • Grupo Infantil de Cavaquinhos da Garapoa
  • Grupo Infantil de Cavaquinhos de Figueiredo
  • Grupo Infantil de Cavaquinhos de S. José de S. Lázaro
  • Orquestra de Cordofones Tradicionais de Braga
Grupo de Cavaquinhos e Cantares do Centro História de Braga

Grupo de Cavaquinhos e Cantares do Centro História de Braga

Grupo de Cavaquinhos da Fundação Inatel

Grupo de Cavaquinhos da Fundação Inatel

Grupo de Cavaquinhos de S. Tiago de Esporões

Grupo de Cavaquinhos de S. Tiago de Esporões

Segundo Gonçalo Sampaio, o cavaquinho é um instrumento que terá a sua origem na cidade de Braga, algures no século XVI. O seu som tão peculiar está presente na música popular minhota, sendo presença obrigatória em qualquer grupo que se proponha representar as tradições desta região.

Em algumas regiões do Brasil é também apelidado de “braguinha” ou de “machete de Braga”. Este facto atesta, não só o fluxo migratório que partiu do Minho para este país no decorrer dos séculos XVIII e XIX, como também o labor dos cordofones na nossa cidade. Até existe uma afinação típica da cidade: Ré-Lá-Si-Mi!
As Festas da cidade de Braga promovem este património.

Fonte: São João de Braga, 2018

Conjunto de Cavaquinhos de Braga

O Conjunto de Cavaquinhos Dr. Gonçalo Sampaio foi formado em 1952 na cidade de Braga, no seio do Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio, grupo etnográfico do Baixo Minho. Em 1936, o Dr. Gonçalo Sampaio e o Prof. Mota Leite, dois ilustres historiadores de etnografia, formaram aquele que é hoje o grupo folclórico mais antigo da cidade de Braga e, dadas provas públicas da qualidade deste, surgiu em 1952 um novo projeto, o Conjunto de Cavaquinhos Dr. Gonçalo Sampaio.

Este conjunto foi criado com o único propósito de reativar o uso deste instrumento, então praticamente limitado aos grupos folclóricos e que bem poucos eram. Surgiu da iniciativa de um grupo de componentes do Grupo Folclórico, sob a orientação artística de Armindo Maia e com o patrocínio do Dr. Valentim de Almeida e Sousa. Este idealizou para uso exclusivo do Conjunto de Cavaquinhos o trajo com que até agora se vem apresentando em público.

Interrompida a sua atividade em princípios da década de 60, foi retomada em princípios da década de 1970 e novamente com imediato sucesso, agora sob a orientação artística de Henrique Lima. Com o falecimento deste em 1985, assume Sá Fernandes – Presidente do Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio – a direção do Conjunto de Cavaquinhos, função que desempenhou até ao seu falecimento em 2012, tendo-lhe sucedido a sua filha na Direcção do Grupo Folclórico e do Conjunto da Cavaquinhos até aos dias de hoje.

Conjunto de Cavaquinhos Dr. Gonçalo Sampaio

Conjunto de Cavaquinhos Dr. Gonçalo Sampaio

É atualmente o Conjunto de Cavaquinhos mais antigo em funções na cidade de Braga, tendo servido de modelo para muitos outros que entretanto se formaram, quer ao nível de repertório, bem como de apresentação, sendo hoje o seu logótipo (exclusivo) utilizado por outras associações.

Braga Capital do Cavaquinho

Em 2018, pelas Festas do São João de Braga, o festival Braga Capital do Cavaquinho reuniu 61 grupos de cavaquinhos ao longo de vinte horas de programação divididas por dois dias, em diferentes lugares, mercado, cafés, centros comerciais, estação e Bom Jesus.

70 Cavaquinhos, 70 Artistas

Depois de Lisboa, a exposição “70 Cavaquinhos, 70 Artistas” esteve em Braga em 2015. A exposição conta com a colaboração de artistas bracarenses, e duas fábricas de instrumentos locais. Da fábrica APC – o maior patrocinador desta exposição – e da fábrica artesanal Artimúsica. E ainda dos construtores: Alfredo Machado, Domingos Machado, José Gonçalves e Horácio Nuno Russel (Vila Verde). Foi graças a estas entidades e pessoas, a que se juntaram construtores de outras partes do país, que foi possível convidar os 70 artistas plásticos e assim realizarmos esta exposição. Desta região podem-se admirar os cavaquinhos intervencionados do Alex Davico, do Mutes, do Vítor
Zapa, do Alberto d’Assumpção, da Cristina Troufa e do Domingos Silva.

O Cavaquinho ensina-se

Para preservar a tradição, o município de Braga decidiu levá-lo para as escolas, onde é ensinado às crianças do primeiro ciclo. Em junho de 2019, era o terceiro ano consecutivo que as aulas de cavaquinho faziam parte da oferta de 18 escolas do primeiro ciclo de ensino básico de Braga, encontrando-se inscritos 345 crianças dos 6 aos 10 anos.

Bombar't
Grupos de bombos de Braga

Zés Pereiras e outos grupos de percussão tradicional no Concelho

Os grupos de bombos têm uma elevada inserção nas comunidades em que estão integrados, sendo reconhecidos e acarinhados publicamente pelas autoridades e indivíduos dessas mesmas comunidades. (Bombo a Património, Tocá Rufar)

Fontes: Fontes: Tocá Rufar, portais municipais, páginas dos grupos

  • Tim Ca Bombo
  • Bombos com Alma, Adaúfe
  • Grupo Bombart, Panóias
  • Associação Ida e Volta – Zés Pereiras, gigantones e cabeçudos, São Vicente
  • Bomboémia – Grupo de Percussão da Universidade do Minho
  • Equipa Espiral Associação Humanitáia, Cultural e Recreativa,
  • Grupo de Bombos e Cabeçudos da Rusga de S. Vicente
  • Grupo de Bombos Tambombo, Palmeira
Bombar't

Grupo Bombar’t

Tuna Universitária do Minho
Tunas de Braga
  • Afonsina – Tuna de Engenharia da Universidade do Minho
  • As Líricas – Tuna Feminina da Universidade Católica de Braga
  • Augustuna – Tuna Académica da Universidade do Minho
  • Azeituna – Tuna de Ciências da Universidade do Minho
  • Estudantina de Braga
  • Gatuna – Tuna Feminina Universitária do Minho
  • Jogralhos Universidade Minho
  • Literatuna – Tuna de Letras da Universidade do Minho
  • Mariafontuna – Tuna Feminina do Instituto Superior de Saúde do Alto Ave
  • Ordem Profética da Universidade do Minho
  • Tuna de Medicina da Universidade do Minho
  • Tuna Universitária do Minho
  • Tun’ao Minho
  • Tun´Obebes – Tuna Feminina de Engenharia da Universidade do Minho
Tuna Universitária do Minho

Tuna Universitária do Minho

Festival FITU Bracara Avgvsta

Em 2021, a Tuna Universitária do Minho promoveu o XXX FITU Bracara Avgvsta – Festival Internacional de Tunas Universitárias, nos dias 10 e 11 de setembro de 2021, em Braga.  Por causa da pandemia, em 2020 o Festival foi cancelado.

Fonteswww.portugaltunas.com, redes sociais e pesquisa em motores de busca

Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga
Escolas de Música em Braga

Estabelecimentos do ensino especializado de música no Concelho. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Allegro Academia de Música Artes e Conhecimento

Endereço: R. Costa Gomes, 521
4700-260 Braga
Tlm. (+00 351) 918 855 998
Sítio: www.academiaallegro.com

Associação de Música Sacra de Braga (AMSB)

R. de Guadalupe, 8A
4710-298 Braga
Tlm. (+00 351) 917 645 858

CEA – Cooperativa de Ensino Artístico

R. José António Cruz, 60
4715-343 Braga
Tlm. (+00 351) 913 863 431

Conservatório Bonfim

Praça Cândido Costa Pires
4715-402 Braga
Tel. (+00 351) 253 202 300
Sítio: conservatorio.bomfim.org

Auditório

Conservatório Bonfim

Conservatório Bonfim, auditório

Conservatório Bonfim

Conservatório Bonfim

Conservatório Bonfim, Braga

Departamento de Música e Arqueologia da Universidade do Minho

Universidade pública em Braga
Av. Central,100
4710-228 Braga
Tel. (+00 351) 253 601 300
Sítio: www.uminho.pt

Escola Artística Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga

R. da Fundação Calouste Gulbenkian s/ nº
4710-394 Braga
Tel. (+00 351) 253 600 540
Sítio: conservatoriodebraga.pt

CMCGB

Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga

Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga

Escola de Guitarra – Guiper

Praça Araújo Carandá nº 34 Sala 19
4700-034 Braga
Tlm. (+00 351) 910 151 333

Escola de Música do Mercado Cultural do Carandá

O Correio do Minho de 05 de maio de 2011 noticiou que a Escola de Música do Mercado Cultural do Carandá seria apresentada no dia seguinte pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, Mesquita Machado. O equipamento corresponde à segunda fase de reconversão de um espaço comercial convencional. Seguindo uma proposta do arquiteto Eduardo Souto Moura — que havia desenhado o Mercado do Carandá há mais de 25 anos, sendo este um dos seus primeiros trabalhos públicos— a empreitada que ora se dá por concluída significa um investimento municipal que ultrapassa os dois milhões de euros.

Tendo iniciado a atividade em 2010/2011, a Escola de Música do Mercado Cultural do Carandá é gerida pela Companhia da Música, entidade privada que estabeleceu para o efeito um protocolo de colaboração com o Município de Braga. Com uma área total de terreno de 2040 metros quadrados e uma área de implantação de 1448,72 metros quadrados, a empreitada foi adjudicada ao consórcio FDO Projectos/FDO Construções e desenvolveu-se em dois pisos.

A entrada no novo edifício é feita num único ponto, que serve igualmente de acesso à Escola de Dança, o que reforça a ideia de um único espaço: o Mercado Cultural do Carandá. A Escola de Dança do Mercado Cultural do Carandá corresponde precisamente à primeira fase do projeto de reconversão do mercado convencional desenhado por Souto Moura e a sua gestão está protocolada há vários anos entre o Município e o Arte Total — Centro de Educação pela Arte.

O edifício desenvolve-se em dois pisos: um ocupado com a escola propriamente dita e outro, em cave, onde se situam as áreas de apoio ao auditório, designadamente camarins e arrumos gerais. Além dos espaços gerais (sala de convívio/sala de espera, secretaria, arquivo, gabinete do coordenador, e gabinete da direção, reprografia/papelaria, sala de professores/reuniões, bar, biblioteca e sanitários), a nova construção compreende um auditório com capacidade para 157 pessoas, camarins masculinos e femininos, ‘regie’ e arrumos gerais.

Os espaços destinados a atividades letivas dividem-se pela ‘iniciação musical’ (uma sala); ‘formação musical’ (três salas de formação musical, mais uma sala de História da Música, mais uma sala de Análise e Técnicas de Composição); ‘instrumentos’ (oito salas para aulas individuais de instrumentos cordofones e aerofones, mais uma sala para dois pianos de cauda, mais uma sala para aulas de instrumentos de percussão); e ‘conjuntos vocais e instrumentais’ (uma sala de coro, mais duas salas de música de câmara).

No que concerne à funcionalidade do edifício (voltado para a Praça Cândido Costa Pires/Centro de Saúde do Carandá), refira-se que o auditório se apresenta autónomo, bastando para tal encerrar alguns dos espaços comuns e condicionar a livre circulação a áreas de carácter mais público. Para melhor enquadramento estético, foi criada uma área verde em volta do edifício e uma área pavimentada que a ladeia e se prolonga a um pátio.

A segunda fase incidiu no lado nascente do mercado convencional e os trabalhos desenvolveram-se em duas fases: a demolição parcial do existente, mantendo apenas alguns dos seus elementos construtivos, nomeadamente as escadas e alguns pilares, como testemunho da pré-existência; e a construção da escola de música.

No âmbito desta empreitada, o arquiteto Eduardo Souto Moura — que tem em Braga algumas das obras mais representativas do seu vasto currículo, designadamente o Estádio Municipal de Braga, a Casa do Bom Jesus ou a Pousada de Santa Maria de Bouro — assumiu já o compromisso público de desenhar a praça fronteira ao Mercado Cultural do Carandá/Centro de Saúde do Carandá.

Escola de Música Litúrgica São Frutuoso

Sítio: www.arquidiocese-braga.pt/emlsf
Tlm. (+00 351) 966 300 419

Escola de Música Mozart

EMMozart / Yamaha Music School Braga
Av. da Liberdade, 86 A
4715-037 Braga
Tel. (+00 351) 253 273 547
Sítio: www.escolamusicamozart.com

Nuguelmusic – Academia de Música e Artes do Espetáculo

R. Nova de Santa Cruz 409
4710-409 Braga
Tel. (+00 351) 253 166 828
Sítio: hnuguelmusic.pt

Palco de Estrelas

R. de Santa Margarida, 87
4710 Braga
Tel. (+00 351) 253 254 218

PianoClass Portugal

Praça do Condestável, 117
4700-215 Braga
Tel. (+00 351) 253 778 606

Sond’Art

Escola de música em Braga
Endereço: Largo Me. de Deus
4700-228 Braga
Tlm. (+00 351) 911 742 288

Banda Musical de Cabreiros
Filarmónicas de Braga

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda Musical de Cabreiros

Extintas:

  • Banda Militar do Regimento de Infantaria 8
  • Banda da Oficina de S. José
  • Banda do Colégio dos Órfãos de S. Caetano
  • Banda dos Bombeiros Voluntários
  • Philarmonica Bracarense (Banda dos Paivas)
Banda Musical de Cabreiros

A Banda Musical de Cabreiros, Associação Cultural, Musical, Artística e Recreativa, foi fundada em 1843, por João Martins Oliveira, com o nome de Banda Musical de S. Miguel de Cabreiros. Além de fundador, João Martins Oliveira foi também regente durante vários anos. Não existe qualquer documento ou testemunho sobre a sua fundação.

A única informação chega-nos através do livro de poemas históricos literários “A minha Aldeia”, do Monsenhor Alves da Rocha, neto do fundador, editado em 1949, no Rio de Janeiro. Não existem registos sobre os primeiros cem anos da banda, a não ser algumas notícias de jornal sobre a sua participação em algumas festividades. A Banda de Cabreiros viveu o seu apogeu nas décadas de 40 e 50, sendo, então dirigida pelo maestro Manuel Gonçalves e batia-se de igual para igual com muitas bandas militares da época. Nessa época demonstrava, uma especial apetência pelas interpretações de obras clássicas.

Banda Musical de Cabreiros

Banda Musical de Cabreiros

Atualmente a Banda Musical de Cabreiros é composta por mais de 50 elementos, estando a sua direção artística ao cargo do Maestro Bruno Pinto. Conta com cerca de 30 atuações anuais (festas, romarias, procissões e concertos). A Escola de Música tem mais de 30 alunos de várias idades e origens. A Banda Musical de Cabreiros é associada da Federação Regional de Bandas Filarmónicas do Minho desde 1999, ano da fundação da Federação.

Bandas de Música de Braga

A 14 de Julho de 2019, a Antena Minho noticiou que a Feira do Livro serviu de palco para o lançamento da obra De créditos firmados: As bandas de música em Braga nos séc. XIX e XX, da autoria da investigadora e professora associada da Universidade do Minho, Elisa Lessa. A obra evidencia o importante papel cultural desempenhado pelas várias filarmónicas que animavam a sociedade bracarense. Das várias bandas de música que existiam em finais do séc. XIX e inícios do séc. XX, hoje, resta a Banda Musical de Cabreiros, que celebrou já os 175 anos de existência.

A vereadora da Cultura do Município de Braga, Lídia Brás Dias, acompanhou Elisa Lessa no lançamento desta obra cheia de curiosidades para os que se interessam pelo património imaterial da cidade, enaltecendo-o pela recuperação e valorização que faz não só histórica e documental, mas também com recurso ao acervo fotográfico do Arquivo Aliança e da ASPA.

“Braga contava com várias bandas de música, desde a Banda Militar do Regimento de Infantaria 8, a Banda da Oficina de S. José, a Banda do Colégio dos Órfãos de S. Caetano, a Banda dos Bombeiros Voluntários ou a Philarmonica Bracarense, conhecida como a Banda dos Paivas – que era uma família de artistas da família dos Paivas que viveu e trabalhou em Braga – e elas desempenhavam um importante papel na animação da cidade”, sublinhou Elisa Lessa.

A autora e investigadora explicou que esta obra acabou por surgir “de forma natural” e na sequência do trabalho de investigação que lidera no âmbito do projecto ‘À Descoberta de Braga’, promovido pelo pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Braga, sob a alçada do qual tem levado a cabo a recolha do património musical em cada uma das freguesias do concelho bracarense. “Este trabalho de investigação tem sido muito frutífero e temos conseguido recuperar e inventariar uma parte importante do espólio musical das freguesias”, assinalou Elisa Lessa, que é também professora associada da Universidade do Minho, que agradeceu também ao Município de Braga a oportunidade dada de poder publicar este livro, que considera de grande interesse público para a comunidade bracarense.

“Foi precisamente este trabalho de investigação sobre o património musical das freguesias do concelho que permitiu chegar a dados sobre a história das bandas de música de Braga, sendo um livro baseado em fontes documentais e também com recurso à imprensa bracarense, nomeadamente o ‘Correio do Minho’, sobre um património riquíssimo como é o património musical”, referiu.

Elisa Lessa diz, no entanto, que “este é um livro aberto para futuros investigadores”, até porque também ela foi ‘beber’ a alguns estudos já realizados, designadamente ao estudo de José Carlos Peixoto sobre o Colégio de São Caetano e a uma obra de Ivone Pais Soares sobre a Oficina de São José – os quais abordam no seu conteúdo detalhes sobre as bandas de música que tiveram também sob a sua alçada.

A autora recorda nesta obra, por exemplo, o “papel extraordinário” da Banda de Música do Regimento de Infantaria 8, recuperando as memórias de um tempo de convívio todas as quintas-feiras e sábados, em que a banda dava show no coreto instalado na Avenida Central.

A obra ‘De créditos firmados: As bandas de música em Braga nos séc. XIX e XX’ de Elisa Lessa tem ainda um capítulo especialmente dedicado ao repertório que estas bandas de música de Braga tocavam, aludindo também aos seus compositores, entre os quais figura o valenciano João Carlos Sousa Morais (cujo centenário da sua morte se celebra em 2019) e que foi precisamente o autor da composição ‘Homenagem a Braga’ e que fio um dos vários temas reproduzidos no concerto que teve lugar a 22 de Junho no Theatro Circo.

Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga

A 9 de junho de 2019 foi noticiado: “Dinamizar a actividade das bandas filarmónicas, projectar o trabalho realizado enquanto instituições de formação musical e dar-lhes visibilidade junto das comissões de festas de todo o país são os objectivos do Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga que, nos dias 23 e 24 de Novembro, volta ao Altice Forum Braga.

O Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga é um evento já consolidado no panorama cultural da Cidade que teve em 2019 a sexta edição, assumindo-se como “imagem de marca do Concelho de Braga”. Na apresentação do concurso, a 19 de Junho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a vereadora da Cultura, Lídia Dias, salientou que o evento “tem vindo a registar um crescimento sustentado, constituindo-se já como uma marca distintiva da dinâmica cultural de Braga”.

Segundo a vereadora, esta iniciativa, além de dar visibilidade à música filarmónica, “visa divulgar o trabalho que as bandas realizam nas comunidades enquanto centros de ensino da música e contribui para o reforço da visibilidade e da importância destas instituições”.

Organizado pelo Município de Braga, com a colaboração da Associação de Festas de São João e do Conservatório Calouste Gulbenkian, e apoio da ‘Afinaudio’ e ‘Sons do Clássico’, o concurso terá a participação de 15 bandas filarmónicas nacionais e internacionais, que trazem a Braga cerca de mil músicos durante os dois dias do evento.

Em 2019 os prémios foram melhorados, aumentando o valor dos três primeiros classificados e os valores para as seis bandas vencedoras do Prémio de São João passarão a ser todos iguais, confirmando-se assim a aposta da Associação de Festas de São João de Braga em escolher as melhores bandas para abrilhantar as festividades sanjoaninas.

Na VI edição manteve-se a atribuição de quatro instrumentos musicais e a banda do distrito de Braga melhor classificada garantirá o direito de gravar um CD. Seria ainda premiado com a “Batuta de Prata” o maestro melhor classificado.

A pandemia levou ao adiamento da VII edição para 27 e 28 de novembro de 2021.

Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo
Folclore de Braga

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Minho (Baixo Minho)
  • Distrito: Braga
  • Concelho: Braga

08 grupos

  • Associação Cultural “Os Sinos da
  • Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo
  • Grupo Folclórico da Universidade do Minho
  • Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda
  • Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio
  • Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe
  • Rancho Folclórico S. João Baptista de Nogueira
  • Rancho Folclórico Santa Cecília Vilaça
Associação Cultural e Festiva “Os Sinos da

Sediada na Rua D. Pedro V, nº 1 Braga, A Associação Cultural e Festiva “Os Sinos da ”, assumiu a história do Grupo Folclórico de Professores de Braga, fundado no ano letivo de 1978/79 na Escola Francisco Sanches, com a finalidade de desenvolver unidades de estudo e recreio no âmbito das manifestações musicais e coreográficas que configuram aspetos da cultura popular minhota.

Associação Cultural e Festiva "Os Sinos da Sé"

Associação Cultural e Festiva “Os Sinos da

Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo

Filiado na Federação de Folclore Português, o Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo foi fundado a 05-12-1984.

GFACRHF

Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo

Grupo Folclórico A.C.R. Hélios de Figueiredo

Grupo Folclórico da Universidade do Minho

O Grupo Folclórico da Universidade do Minho, defensor do enriquecimento da esfera cultural da academia minhota, teve a sua estreia no dia 22 de junho de 1993, nas festas Sanjoaninas da cidade de Braga. A sua criação prende-se com os objetivos de recolher, preservar e divulgar toda a cultura do Baixo Minho tão rica e tão diversa em tradições.

GFUM

Grupo Folclórico da Universidade do Minho

Grupo Folclórico da Universidade do Minho

O GFUM é um legítimo defensor deste património cultural e, assim dá a conhecer as mais variadas manifestações típicas da cultura do povo Minhoto: o trajar, o cantar e o dançar nos finais do séc. XIX inícios do séc. XX, procurando despertar na juventude da academia o respeito e a valorização desta Cultura porque «Um povo que renega o seu passado, é um povo sem futuro».

Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda

O Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda teve a sua origem nas rusgas que as freguesias rurais do concelho de Braga organizavam para participarem na romaria de S. João de Braga em meados do século passado, no ano de 1963.

Teve um êxito até então nunca alcançado, em que os seus participantes, com ajuda de João Pereira arrancam com um rancho folclórico. Apresentou-se pela primeira vez em público nas festas de Nossa Senhora do Parto desse ano. Em 1964, atuou no festival do jardim nas Festas Gualterianas de Guimarães.

GFSMA

Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda

Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda

Iniciou um trabalho de recolha junto das pessoas da freguesia de Aveleda e freguesias vizinhas, recolha que hoje faz parte do seu reportório. Tem procurado ser um digno representante do Baixo Minho, em particular da sub-região etnográfica vale D’Este e das gentes de Aveleda. Tem atuado de norte a sul do país, e no estrangeiro (Espanha, França e Alemanha). Tem presenças na RTP e gravações em cassetes, discos, CD e vídeo. Realiza no primeiro sábado de agosto de cada ano o festival de folclore do Vale D’Este.

Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio

No dia 24 de junho de 1936 o Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio teve a sua primeira atuação em público. Viviam-se as festas sanjoaninas na cidade de Braga que ficaram para sempre ligadas à génese do grupo. O Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio é uma das coletividades mais antigas do país, sendo o mais antigo da região do Baixo Minho.

Grupo Regional do Minho foi a primeira designação da coletividade, “mas, passado um ano e após muita insistência, o doutor Gonçalo Sampaio aceitou ceder o seu próprio nome na condição de que fossem respeitadas todas as regras de rigorosidade no que respeita às tradições”, referiu Manuela Sá Fernandes, presidente da Direção.

Três eventos estiveram na origem da criação do grupo: o mais remoto foi o Cortejo Etnográfico de Barcelos, ocorrido no ano de 1932. Os outros dois mais diretamente ligados foram a a Romagem Nacional à Batalha e o espetáculo comemorativo do 20.º aniversário do Theatro Circo, ocorridos em 1935. Uma parte deste espetáculo ocorrido no Theatro Circo, ao qual assistiram vários membros do governo e outras ilustres personalidades, foi preenchida com cantares populares confiada à orientação do Dr. Gonçalo Sampaio que, devido à sua idade avançada e à sua precária saúde, contou com a colaboração do professor Mota Leite.

O sucesso da iniciativa acalentou ainda mais o sonho de Gonçalo Sampaio em formar um grupo folclórico. Foi ele próprio que incentivou o professor Mota Leite a proceder à recolha de danças, cantares, trajes e quaisquer outros motivos tradicionais de toda a região do Baixo Minho com interesse para a futura constituição do desejado grupo folclórico.

A preservação das tradições da região está hoje bem espelhada em todo o trabalho desenvolvido pelo Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio. Depois da criação do Museu do Traje, onde podem ser apreciadas peças que constituem hoje uma verdadeira relíquia e um retrato fiel dos nossos antepassados e suas tradições, a coletividade tem também em funcionamento Oficinas de Cavaquinho, Bordados e Concertina.

“Gostaríamos de expandir também para a Viola Braguesa”, afirmou Manuela Sá Fernandes em 2015 ao Correio do Minho, esclarecendo que estas oficinas são dirigidas a todos os interessados, que não têm de integrar o grupo. “As pessoas integram o grupo somente se quiserem. Gostaríamos que isso acontecesse, particularmente no que diz respeito ao cavaquinho, por causa do nosso grupo”, continua a responsável, acrescentando que atualmente estão em funcionamento duas turmas, uma de crianças e outra de adultos.

Cada área tem o seu formador. No caso dos ateliês do cavaquinho e da concertina, os formadores são membros do grupo folclórico que ficaram encarregues de transmitir todos os conhecimentos aos formados. Ao longo de vários anos o Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio tem também assumido a primordial missão de divulgar as danças, cantares e trajos da Região do Baixo Minho por todo o país e por vários países, nomeadamente Espanha, França, Inglaterra, Bélgica, Alemanha, Suíça e Brasil.

Além das canções populares, o grupo apresenta trajes de há 150 anos em uso na região de Braga. Elas, com o trajo de Capotilha, de Encosta, da Ribeira e do Valdeste, com a sua variante de Sequeira. Eles, com o generalizado trajo masculino. A sua ‘ronda’, das mais típicas, é constituída por uma ou mais concertinas, cavaquinhos, violas braguesas e violões, bombo e ferrinhos.

Em 2011 celebrou 75 anos de existência com a realização de uma gala no Theatro Circo, sala de espetáculos onde o grupo esteve sediado nos primeiros anos. Nessa altura foi preparada uma monografia que registou os momentos mais marcantes dos 75 anos da sua história.

Rancho Folclórico S. João Baptista de Nogueira

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Rancho Folclórico S. João Baptista de Nogueira

Rancho Folclórico S. João Baptista de Nogueira

Rancho Folclórico Santa Cecília de Vilaça

Fundado em Janeiro de 2013, o Rancho Folclórico de Santa Cecília de Vilaça, que integra a Associação Desportiva e Cultural de Vilaça, no concelho de Braga, é o mais jovem grupo do Baixo Minho, mas tem tanto de juventude como de empenho. “Levamos isto a sério” garante o presidente da direção, Agostinho Oliveira, que ‘lidera’ uma ‘família’ que já integra seis dezenas de elementos, desde os três aos 70 anos de idade.

RFSCV

Rancho Folclórico Santa Cecília Vilaça

Rancho Folclórico Santa Cecília Vilaça

Havia um grupo empenhado e Agostinho Oliveira, de 70 anos de idade, regressado de uma vida de 40 anos de emigração à terra onde construiu casa, aceitou o desafio de presidir à direcção, até porque também ele quer ajudar a freguesia. Com gosto pela concertina e sem resistir a um ‘vira’, o presidente abraçou o projeto e está, hoje, “muito contente” que tem tido boa recetividade na freguesia e em todos os locais por onde o Rancho Folclórico de Santa Cecília de Vilaça já passou.

Conta com atuações em vários locais. Em 2015, as tradições folclóricas de três concelhos desfilaram no 1.º Festival de Folclore de Vilaça, o primeiro organizado pelo Rancho Folclórico de Santa Cecília de Vilaça, que fica na história por ser o primeiro, e por ajudar a angariar verbas para a construção de uma nova igreja, projeto que mobiliza toda a comunidade.

Além do grupo anfitrião, subiram ao palco do 1.º Festival de Folclore de Vilaça o Grupo Etnográfico da Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Paredes de Coura; o Rancho Folclórico das Carvalheiras de Argivai, do concelho da Póvoa de Varzim, e o Grupo Folclórico sa Casa do Povo de Lomar, também do concelho de Braga.
Centenas de pessoas fizeram questão de assistir ao festival.

Em nome dos párocos de Vilaça, o Padre Marcelino Ferreira realçou que “há uma colaboração e uma comunhão entre o Rancho e a Paróquia” e “tirou o chapéu’ ao grupo que “em pouco tempo se afirmou e está aqui a organizar um festival”. O presidente da Junta da União de Freguesias de Vilaça e Fradelos, José Manuel Martins, que é também cantador no Rancho e foi um dos impulsionadores da coletividade, destacou o “muito trabalho” do grupo para realizar o 1.º festival de folclore.

Um dos anseios manifestados pelo presidente da direção do Rancho, Agostinho Oliveira, é vir a instalar o grupo na antiga escola do 1.º ciclo de Vilaça, encerrada o ano passado. Reconhecendo as boas condições que o Rancho tem atualmente na sede da Junta, onde ensaia todas as quintas-feiras, Agostinho Oliveira manifesta a vontade de ter um espaço próprio e de dar uso à antiga escola.

Fonte: Teresa M. Costa, Correio do Minho, 14 de julho de 2015

Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe

RFSMA

Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe

Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe

Fontes do Musorbis Folclore:

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

Coreto do Parque da Ponte, Braga
Coretos no Concelho de Braga

No Santuário do Bom Jesus, em Braga, há três coretos, em diferentes locais.

Bom Jesus do Monte

Coreto

Coreto do Bom Jesus, Braga

Coreto do Bom Jesus, Braga

O coreto em frente à Casa das Estampas, no Bom Jesus do Monte, na esplanada do templo, foi construído em finais da década de 1920. A Mesa da Confraria aproveitou os desenhos e a memória descritiva que o arquiteto Raul Lino tinha apresentado uma dúzia de anos antes. Mas pedindo de novo uma opinião a Raul Lino, este aconselhou a utilização de granito na obra, ao invés de metal. A Confraria vendeu a parte metálica no coreto para São Bento da Porta Aberta e mandou construir um conjunto com oito colunatas de granito em 1930-1932. Uma placa presta homenagem ao benemérito Bernardo Sequeira que contribuiu para a construção. O coreto serviu de palco às festas anuais do Espírito Santo que costumavam atrair os bracarenses em romaria ao Bom Jesus. Estes festejos constituíam um dos principais atrativos do Bom Jesus mas perderam fôlego até desaparecerem do calendário das festas bracarenses. Recentemente a Confraria do Bom Jesus retomou a tradição.

Coreto

Coreto por cima da gruta do Bom Jesus, Braga

Coreto por cima da gruta do Bom Jesus, Braga

A 23 de maio de 1912, por cima da gruta de Ernest Korrodi, foi erguida uma armação de ferro para a execução do coreto. O coreto tem as suas armações feitas de modo a imitar madeira, como se pode ver em outras armações no parque. Tem formato octogonal e no chão uma rosa dos ventos com a data 2 de janeiro de 1914.

Coreto

Coreto junto ao lago do Bom Jesus, Braga

Coreto junto ao lago do Bom Jesus, Braga

Resguardado entre árvores, o coreto junto ao lago tem tem a forma octogonal. Na sua construção foram utilizados a madeira e o metal pintados de vermelho.

Avenida Central

Anteriormente conhecida por Avenida dos Combatentes, a Avenida Central é uma das principais avenidas de Braga, no centro histórico da cidade, freguesia de São José de São Lázaro.

Coreto

Coreto da Avenida Central, Braga

Coreto da Avenida Central, Braga

Parque da Ponte

O Parque da Ponte, ou Parque de São João da Ponte, é um parque urbano de Braga. Localizado no fim da Avenida da Liberdade, o parque está dividido em quatro partes, a parte exterior, a parte interior, o Complexo Desportivo da Ponte e o Parque de Campismo da Ponte.

Coreto

Coreto do Parque da Ponte, Braga

Coreto do Parque da Ponte, Braga

Dora Rodrigues, cantora, de Braga
Músicos do Concelho de Braga

Dora Rodrigues

Dora Rodrigues, cantora, de Braga

Dora Rodrigues, cantora, de Braga

Eduarda Melo

Eduarda Melo, cantora, de Braga

Eduarda Melo, cantora, de Braga

Sara Braga Simões

Sara Braga Simões, soprano, de Braga

Sara Braga Simões, soprano, de Braga

Ana Vieira Leite

Ana Vieira Leite, cantora, de Braga

Ana Vieira Leite, cantora, de Braga

Joana Gama

Joana Gama, pianista, de Braga

Joana Gama, pianista, de Braga

Eva Braga Simões

Eva Braga Simões, soprano, de Braga

Eva Braga Simões, soprano, de Braga

Marta Domingues

Marta Domingues, compositora, de Braga

Marta Domingues, compositora, de Braga

Paulo Morais

Paulo Morais, direção, de Braga

Paulo Morais, direção, de Braga

Alexandra Moura

Alexandra Moura, soprano, de Braga

Alexandra Moura, soprano, de Braga

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Destaca-te no Musorbis

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Ana Catarina Barros

Ana Catarina Braga de Barros nasceu em Braga, em 1995. Ingressou aos seis anos no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga (CMCGB), onde estudou Flauta Transversal na classe de Américo Costa onde concluiu o Curso Artístico Especializado de Composição na classe dos professores André Ruiz e Paulo Bastos, assim como o 8º grau de flauta.

No CMCGB, integrou a Orquestra de Câmara e a Orquestra Sinfónica, participando ainda na orquestra da Associação Musical Sinfonia de Braga. Integrou a orquestra nos espetáculos musicais “Once Upon a Time” (2011), “Arquivo” (2012) e “Pinocchio” (2013), realizados pelo CMCGB no Theatro Circo. Participou em vários estágios de orquestra e classes de aperfeiçoamento, como o XXIV e XXV Cursos de Aperfeiçoamento Musical em Vila do Conde, sob a orientação de Nuno Inácio, 8º e 9º Estágio Internacional de Orquestra da Região de Leria/Fátima, sob a direção do maestro Jean-Sébastien Béreau, 1º e 2º Estágio de Orquestra do CMCGB, respetivamente sob a direção dos maestros Martin André e Joana Carneiro.

Em 2013 ingressou no curso de Composição na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), na classe dos professores João Madureira, Luís Tinoco e António Pinho Vargas. Enquanto aluna da ESML, participou nos vários projetos dos Coro Sinfónico e Geral dessa instituição. Peças suas foram tocadas no Festival Peças Frescas (Teatro S. Luiz) e na Semana da Composição na ESML. Participou em diversos classes de aperfeiçoamento, oficinas e seminários sob a orientação de Luigi Abbate, Miguel Azguime, António Sousa Dias, Achim Bornhöft, George Benjamin, Carlos Marecos, Sérgio Azevedo, João Madureira, Luís Tinoco, António Pinho Vargas e Gonçalo Gato, entre outros.

João Carlos Pinto

João Carlos Pinto nasceu em Braga, em 1998. Estudou Piano e Composição no Conservatório Gulbenkian de Braga e licenciou-se em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa. Participou em classes de aperfeiçoamento e oficinas com Ensemble Recherche, Tristan Murail, Thomas Adès, Alexander Schubert, John Chowning, Rebecca Saunders, João Pedro Oliveira, Panayiotis Kokoras, Stefano Gervasoni, Stefan Prins, Carola Bauckholt e Åke Parmerud, entre outros.

A sua música tem sido tocada em locais e eventos como Arts Incubator (KOR), CEMI Circles (EUA), Gaudeamus (NL), Porgy & Bess (AUS), Festival Mixtur (ESP) e Casa da Música, Festival DME, Reencontros de Música Contemporânea, O’culto da Ajuda, Teatro Nacional São Carlos, Teatro S. Luiz, gnration, Sonoscopia (PT). Tem recebido encomendas de entidades como Gaudeamus, RTP / Antena 2 e Arte no Tempo. Em 2019, foi nomeado Jovem Compositor Associado dos Estúdios Victor Córdon (parceria com Teatro Nacional S. Carlos e Companhia Nacional de Bailado) e selecionado para o Festival ManiFeste do IRCAM, onde teve aulas com Kaija Saariaho e Thierry de Mey, e trabalhou com Raphaël Cendo e o Ensemble NIKEL numa peça sketch. No mesmo ano, foi ainda selecionado para o programa de residências artísticas de Criação de Ópera “Bijloke Summer Academy”, co-ordenada pela ENOA no LOD Muziektheater (Gent, Bélgica).

A sua atividade enquanto performer consiste, maioritariamente, no uso de instrumentos electrónicos que o próprio constrói e modifica, de que destaca os projetos CACO.MEAL e o duo Almeida / Carlos Pinto. Possui partituras editadas e publicadas por MPMP, Scherzo Editions e Arte no Tempo. Foi distinguido com o 2º prémio – VI Concurso de Composição – Banda Sinfónica Portuguesa; Melhor obra no género – War movie – Film Music Competition 2016, Associazione Ravel; 1º prémio – Nanomúsicos Eletroacústicos 2016 – Festival DME. Discografia: Ablaze Records – Electronics Masters Vol. 7 – disponível a obra “Que ninguém conheça este meu (verdadeiro) nome…”, acusmática; MPMP / ESML 1 – disponível a obra “Nadir”, para orquestra de sopros; MPMP / ESML 3 – disponível a obra “Nothingness as an emergence”, para violoncelo preparado e eletrónica (+vídeo e staging).

Marta Domingues

A compositora Marta Domingues nasceu em Braga em 2000. Frequenta a licenciatura em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa, tendo estudado com Jaime Reis, Carlos Caires e atualmente com Carlos Marecos. Frequentou classes de aperfeiçoamento e conferências com compositores como Åke Parmerud, Panayiotis Kokoras, Annette Vande Gorne, João Pedro Oliveira, Robert Normandeau, Mario Mary, Hans Tutschku e Kaija Saariaho.

Desenvolve projectos educativos integrando a associação EMSCAN e, como compositora e membro fundador, o Forward Electroacoustic Music Ensemble (FEME-EMSCAN) desde 2016, tendo sido recebido o primeiro prémio Jovens Criadores 2017, na secção musical. É membro do Laboratório de Música Mista José Luís Ferreira (ESML).

As suas peças têm sido apresentadas em eventos como: Festival DME / Lisboa Incomum, Música Viva/ Oculto d’Ajuda, Aveiro Síntese, BoCA – Biennal of Contemporary Arts/ Teatro São Carlos e Monaco Electroacoustique (2017 e 2019). A sua peça acusmática Yliathim foi selecionada para o festival Sonorities Belfast 2020 no Sonic Arts Research Centre (SARC) e ainda premiada com uma menção honrosa no concurso Métamorphoses da Influx, sendo posteriormente editada no CD Métamorphoses 2020. É membro da Produção do Festival Dias de Música Electroacústica.

Paulina Sá Machado

Paulina Sá Machado nasceu em Braga em 1994. Iniciou os estudos aos seis anos, no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga na classe de piano de Ana Maria Rodrigues e em 2010 a disciplina de canto. Em 2013 iniciou os estudos superiores de canto, ingressando na ESART (Escola Superior de Artes Aplicadas) em Castelo Branco na classe das professoras Elisabete Matos e Dora Rodrigues.

Como cantora solista, participou em vários projetos, destacando-se o seu papel nas obras “A Mass of Peace” de Karl Jakins, “Pinocchio” de Pierangelo Valtinoni, “Mass of children” de J. Rutter, “A Ceremony of Carols” de Benjamin Britten. Atuou em diversas salas das quais destaca o Teatro Circo de Braga, Pavilhão Centro de Portugal, Fórum Luísa Todi, Pavilhão Multiusos de Guimarães, Fundação Gulbenkian e Teatro Nacional de São Carlos. Já participou em vários concursos, evidenciando-se a Menção Honrosa obtida no “15.° Concurso da Cidade do Fundão”, no nível IV. Frequenta o III ano da Licenciatura em Música – variante Canto.

Paulo Morais

Paulo Morais nasceu em 1992, em Merelim S. Pedro, Braga. Ingressou aos 6 anos no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga onde concluiu, em 2011, o Curso Secundário de Composição, o 8º grau de Violino sob o professor Alexandre Correia e o 3º grau de Piano. Nesse ano, ingressou na Universidade do Minho onde concluiu, em 2014, a Licenciatura em Violino na classe dos professores Eliot Lawson e Ilya Grubert. Foi diretor artístico do Orfeão de Merelim desde a sua fundação, em 2012 até 2015 e mestre-de-capela da Basílica de S. Bento da Porta Aberta entre 2015 e 2018. Desde 2010, é director artístico da Sinfonietta de Braga.

Frequentou o curso de direção de orquestra orientado por Jean-Sébastien Béreau no Conservatoire a Rayonnement Régional de Lille (FR) bem como os seminários de Fenomenologia Musical com Konrad von Abel e Jordi Mora e a pós-graduação em Estudos de Gestão na Universidade do Minho (PT).

Em 2018 concluiu o Master Spécialisé en Musique – Direction d’orchestre no Conservatoire Royal de Mons (BE) sob a orientação de Daniel Gazon e Jean-Pierre Deleuze com duas residências enquanto jovem chefe das orquestras belgas Orchestre Royal de Chambre de Wallonie e Orchestre Philharmonique Royale de Liège e uma dissertação orientada pelo compositor Jean-Luc Fafchamps sobre O modernismo musical em Portugal e a busca de um idioma nacional.

Fontes: Sara Braga Simões (sobre Eva Braga Simões, Gabriela Braga Simões, Miguel Braga Simões, Cristiana Oliveira e João Lima; e Paulo Morais (sobre Paulina Sá Machado, Almeno Gonçalves e Artur Caldeira).

Rui Dias

Rui Dias nasceu em Braga em 1972. É Licenciado em Composição pela ESMAE-IPP (Porto), onde estudou com Virgílio Melo, Cândido Lima, Filipe Pires e Carlos Guedes, e Mestre em Multimédia pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, onde frequenta atualmente o programa doutoral em Média Digitais UT Austin/Portugal.

Apresenta regularmente trabalho artístico como compositor, performer e como programador, tendo como áreas privilegiadas a música eletroacústica, a improvisação e a criação de sistemas musicais e multimédia interativos. Entre os eventos e concertos onde participou encontra-se o Festival Música Viva (Lisboa), Festival “Synthèse” (Bourges, França), Dias de Música Electroacústica, Unicer Laboratório Criativo, Festival Tom de Vídeo (Tondela), Festival Future Places (Porto), Guimarães 2012 capital europeia da cultura, Manobras no Porto, Suoni Inauditi (Livorno, Itália), Sonoscopia (Porto), Janeiro dos Grandes Espetáculos (Recife, Brasil), Serralves em Festa (Porto), Noite Branca (Braga), CARA Ano Zero (Matosinhos), Festival Semibreve (Braga), Phonambient Braga (GNRation) e Som Riscado (Loulé).

É docente, desde 2005, e coordenador, desde 2007, do curso de Música Electrónica e Produção Musical da Escola de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco (ESART-IPCB). Lecionou diversas formações em áreas ligadas à música por computador.