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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Rancho Folclórico da Murgeira, Mafra
Músicas no Concelho

Mafra e o seu folclore

Folclore em Mafra

Grupos Etnográficos, História e Atividades no Concelho

  • Região: Estremadura (Estremadura Centro Saloia)
  • Distrito: Lisboa

13 grupos

  • Grupo Cultural de Danças e Cantares de São Miguel de Alcainça
  • Grupo de Danças e Cantares de Santo Estêvão das Galés
  • Grupo Folclórico “Os Saloios da Póvoa” da Galega
  • Rancho Folclórico “As Morangueiras” do Sobral de Abelheira
  • Rancho Folclórico Cantarinhas de Barro
  • Rancho Folclórico da Malveira
  • Rancho Folclórico de Monte Godel
  • Rancho Folclórico da Murgeira
  • Rancho Folclórico de São Miguel do Milharado
  • Rancho Folclórico de Vila Franca do Rosário
  • Rancho Folclórico do Livramento
  • Rancho Folclórico e Etnográfico de Montachique
  • Rancho Folclórico “Os Hortelões” da Ervideira
Grupo Cultural de Danças e Cantares de São Miguel de Alcainça

O Grupo Cultural de Danças e Cantares de São Miguel de Alcainça foi fundado em 1988. Teve início com noventa bailadores com idades entre os 3 e os 16 anos. Pretende preservar e divulgar em especial a cultura e danças saloias.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Grupo de Danças e Cantares de Santo Estêvão das Galés

O Grupo de Danças e Cantares de Santo Estêvão das Galés nasceu da vontade de realizar um trabalho que contribuísse para assegurar a transmissão do legado cultural constituído pelas danças e cantares tradicionais, das suas terras e das suas gentes. No primeiro ensaio, no dia 6 de janeiro de 2007, compareceram 44 pessoas. Dessas, 18 eram já membros fundadores. O Grupo de Danças e Cantares de Santo Estêvão das Galés viria a ser formalmente constituído no dia 14 de novembro de 2007.

Grupo de Danças e Cantares de Santo Estêvão das Galés

Grupo de Danças e Cantares de Santo Estêvão das Galés

Grupo Folclórico “Os Saloios” da Póvoa da Galega

O Grupo Folclórico “Os Saloios” começou a sua atividade em 1968, numa aldeia da região onde habitava o povo “Saloio” – Póvoa da Galega, lugar rural cujos habitantes se dedicavam ao trabalho agrícola e que veio a sofrer um forte desenvolvimento industrial e urbanístico.

O grupo sempre desenvolveu um grande trabalho de pesquisa, recolha e reconstituição no campo da etnografia e do folclore, o que o transformou num dos mais fiéis representantes da região. Reportando-se ao fim do século XIX, o Grupo apresenta trajes variados. No que respeita às danças e aos cantares, também foram recolhidos pelo Grupo.

“Os Saloios” contam com atuações em Espanha e França e têm participado em muitos festivais de norte a sul do país.

O grupo é membro efetivo da Federação de Folclores Português, da Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa e do INATEL. É também uma Instituição de Utilidade Pública.

Rancho Folclórico – As Morangueiras do Sobral da Abelheira

O Rancho Folclórico – As Morangueiras do Sobral da Abelheira é uma associação cultural de natureza etnográfica sediada no concelho de Mafra.

Rua Principal n.º 70
2640-639 Sobral da Abelheira

Rancho Folclórico – As Morangueiras do Sobral da Abelheira

Rancho Folclórico – As Morangueiras do Sobral da Abelheira

Rancho Folclórico Cantarinhas de Barro

O Rancho Folclórico Cantarinhas de Barro é uma associação cultural de natureza etnográfica sediada em Sobreiro, concelho de Mafra.

tocata

Rancho Folclórico Cantarinhas de Barro

Rancho Folclórico Cantarinhas de Barro

Concertinas

Rancho Folclórico Cantarinhas de Barro

Rancho Folclórico Cantarinhas de Barro

Reco-reco e cana rachada

Rancho Folclórico Cantarinhas de Barro

Rancho Folclórico Cantarinhas de Barro

Rancho Folclórico da Malveira

O Rancho Folclórico da Malveira é uma associação cultural de natureza etnográfica sediada na Malveira, concelho de Mafra.

Rancho Folclórico da Malveira

Rancho Folclórico da Malveira

Rancho Folclórico da Murgeira

O Rancho Folclórico da Murgeira é uma associação cultural de natureza etnográfica sediada no concelho de Mafra.

Rancho Folclórico da Murgeira, Mafra

Rancho Folclórico da Murgeira, Mafra

Rancho Folclórico de Monte Godel

O Rancho Folclórico de Monte Godel é uma associação de natureza etnográfica que divulga a cultura e etnografia de Monte Godel e lugares limítrofes.

Rancho Folclórico de Monte Godel

Rancho Folclórico de Monte Godel

Rancho Folclórico de São Miguel do Milharado

Em 1976, com o intuito de angariarem fundos para a aquisição de uma ambulância, os Bombeiros Voluntários de Mafra apelaram às freguesias do concelho, no sentido de os ajudarem na realização de uma festa dos Santos Populares, com o contributo de marchas que apresentassem costumes e tradições da freguesia representada. Assim, organizou-se um grupo sob a orientação de Higino António Pereira, com a presença de um acordeonista. Um dos componentes do grupo fez a letra da marcha. Os trajes escolhidos foram os característicos deste género de movimento cultural. Como adorno, escolheu-se um cesto com pão, para as raparigas, e uma foice, para os rapazes, baseando-se esta escolha nos imensos campos de trigo, moinhos e azenhas que abundam nesta região. Os arcos foram enfeitados com murta, planta usada ainda hoje nos nossos arraiais populares.

Além da marcha escolhida, foram ensaiados alguns números de folclore da região. Este grupo constituído por 54 elementos, deslocou-se então, na noite de Santo António de 1976, à sede de concelho onde atuou, tendo-se classificado em décimo lugar. Estava assim lançada a primeira pedra para a criação de Rancho Folclórico.

Em 20 de Junho desse mesmo ano, reuniram-se os participantes na marcha e, por unanimidade, decidiram criar o Rancho Folclórico. No dia 1 de outubro, assistiu-se ao batismo do Rancho Folclórico de São Miguel do Milharado, durante os festejos em honra de São Miguel, tendo o Rancho adotado o seu nome, em homenagem ao padroeiro da sua Igreja Matriz. O ato foi apadrinhado pela conhecida e conterrânea Beatriz Costa e pelo ceramista José Franco, do Sobreiro. Para testemunhar o batismo, foram convidados o Rancho Folclórico As Cantarinhas de Barro do Sobreiro (Mafra), o Rancho Folclórico de Alenquer e o Rancho Folclórico Os Hortelões da Ervideira (Mafra). Tendo como principal objetivo representar o mais fielmente possível o quotidiano dos nossos antepassados, seus usos e costumes, levámos a efeito exaustivas recolhas junto daqueles que ainda viveram esse quotidiano ou que herdaram de seus avós os testemunhos que consigo mantiveram até aos dias de hoje. Tem vindo a recuperar danças e cantares, o vestir e a maneira de ser, os usos e os costumes do povo da Freguesia e da região, valores que apenas sobreviviam nas memórias cansadas dos mais idosos. Estes valores que são parte integrante do património cultural da região e todos os anos são apresentados em festivais organizados pelo  Rancho, e nas imensas deslocações pelo País.

O Rancho Folclórico de S. Miguel do Milharado está inscrito na Federação do Folclore Português desde 1977. Em 4 de Janeiro de 1985, foi feita a Escritura de Constituição, no Cartório Notarial de Mafra.

Rancho Folclórico de Vila Franca do Rosário

O Rancho Folclórico de Vila Franca do Rosário é uma associação de natureza etnográfica que divulga e cultura e etnografia de Vila Franca do Campo e regiões limítrofes.

Rancho Folclórico de Vila Franca do Rosário

Rancho Folclórico de Vila Franca do Rosário

Rancho Folclórico do Livramento

Fundado em 1976, o Rancho Folclórico do Livramento (RFL) encontra-se sediado numa aldeia com mesmo nome – Livramento, que pertence à Freguesia de Azueira e ao Concelho de Mafra. Encontra-se inscrito no INATEL como CCD, com o número 4589. Inserido na região saloia, o grupo pretende divulgar as tradições, os usos e costumes do seu povo nas primeiras décadas do século XX.

Os trajes envergados pelos seus elementos referem-se, na sua maior parte, a atividades ligadas ao campo, uma vez que os saloios se ocupavam sobretudo do cultivo da terra. Nas primeiras décadas do século passado, os cereais, a vinha e mais tarde a fruta, davam cor à paisagem da região e atividade à maior parte da população.

Encontra-se retratado neste grupo, ao nível dos trajes e das alfaias, todo o ciclo do pão, desde a preparação da terra para a sementeira até à moagem dos cereais e fabrico do pão. O cavador, os vindimadores, os fruticultores e o enxertador, estão também identificados no grupo, completando o quadro das atividades ligadas ao cultivo da terra. A mulher saloia, encontra-se representada nas suas diversas facetas. Além de cuidarem da casa e dos filhos, elas levavam o almoço ao marido que trabalhava no campo, faziam o pão, o queijo e a manteiga, vendiam os seus produtos que apregoavam com vigor, ceifavam, mondavam, vindimavam, apanhavam a lenha da poda, e também iam à missa, à feira e às romarias.

As mais novas gostavam de ir à fonte buscar água, aproveitando para namorar e à noite juntavam-se para fazer a desfolhada ou descamisada do milho. Não possuindo a profusão e riqueza de outras regiões do nosso país, os cantares do povo saloio, estavam sobretudo ligados às tarefas agrícolas.

Era comum ouvir cantigas soltas, muitas vezes em jeito de desgarrada, a acompanhar as jornadas de trabalho. Eram as mulheres quem mais cantava, ficando a cargo dos homens as cantigas associadas à condução dos animais quando faziam a debulha ou lavravam a terra. As modas bailadas pelos saloios nas “casas de brincadeira” em que se juntavam ao fim-de-semana ou em dias de festa, eram sobretudo as danças de roda, os viras, as mazurcas, a valsa a dois tempos, o verde-gaio e o bailarico saloio.

Grupo Folclórico Os Saloios da Póvoa da Galega

Saloio era o povo que habitava os arredores de Lisboa, aos quais se vieram juntar os Mouros e os Árabes que deixaram a capital no século XII quando foram expulsos pelo primeiro Rei de Portugal – D. Afonso Henriques. Os saloios constituíam o núcleo populacional que explorava agricolamente o chamado “termo de Lisboa” e que fornecia os mercados lisboetas com carnes, legumes, frutas e hortaliças frescas.

O Grupo Folclórico Os Saloios começou a atividade em 1968, numa aldeia da região onde habitava o povo Saloio – Póvoa da Galega. Lugar rural cujos habitantes se dedicavam ao trabalho agrícola, mas com o decorrer do tempo, tem vindo a sofrer um forte desenvolvimento industrial e urbanístico.

O Grupo sempre desenvolveu um grande trabalho de pesquisa, recolha e reconstituição no campo da Etnografia e do Folclore, o que o transformou num dos mais fiéis representantes da sua região. Reportando-se ao fim do século XIX, o Grupo apresenta trajos variados, no que respeita às modas a cantares, também foram recolhidos pelo Grupo. Ao longo da sua vida “Os Saloios” contam com atuações em Espanha e França e têm participado em muitos festivais de norte a sul do País, bem como organiza o seu festival anual de folclore, e têm colaborado por várias vezes com Instituições do seu concelho.

Grupo Folclórico Os Saloios da Póvoa da Galega

Grupo Folclórico Os Saloios da Póvoa da Galega

É sócio efetivo da Federação do Folclore Português, da Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa e do INATEL. É também um Organismo de Utilidade Pública, situação que mantém desde 1989.

Rancho Folclórico e Etnográfico de Montachique

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Montachique é uma associação de natureza etnográfica que divulga a cultura e etnografia de Cabeço de Montachique e regiões limítrofes.

Rancho Folclórico e Etnográfico de Montachique

Rancho Folclórico e Etnográfico de Montachique

Rancho Folclórico “Os Hortelões” da Ervideira

Fundado em 1968, o Rancho Folclórico “Os Hortelões” da Ervideira é uma associação cultural que divulga a etnografia da Ervideira e regiões limítrofes.

Rancho Folclórico "Os Hortelões" da Ervideira

Rancho Folclórico “Os Hortelões” da Ervideira

Festival Municipal de Folclore de Mafra

Celebrando o associativismo cultural e o importante papel que os Ranchos Folclóricos e Grupos de Danças e Cantares assumem na formação cultural dos cidadãos e na salvaguarda e divulgação do património etnográfico do Concelho, a Câmara Municipal organiza o “Festival Municipal de Folclore de Mafra”.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/mafra-rancho-folclorico-da-murgeira-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-04 18:29:212024-10-29 22:45:50Mafra e o seu folclore
Museu de Cerâmica de Sacavém
Músicas no Concelho

Loures e os seus auditórios

Auditórios de Loures

Auditórios e salas polivalentes da Câmara Municipal de Loures

Auditório do Cineteatro de Loures

Auditório do Museu de Cerâmica de Sacavém

Museu de Cerâmica de Sacavém

Museu de Cerâmica de Sacavém

Sala multiusos da Biblioteca Municipal José Saramago

Sala multiusos da Biblioteca Municipal José Saramago

Sala multiusos da Biblioteca Municipal José Saramago

Sala polivalente da Biblioteca Ary dos Santos

Sala polivalente da Casa da Cultura de Sacavém

Casa da Cultura de Sacavém, Loures

Casa da Cultura de Sacavém, Loures

Sala polivalente do Centro Comunitário da Apelação

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Outros auditórios no Concelho

Centro Cultural de Moscavide

Auditório Tomás Noivo, da Junta de Freguesia de Bucelas

Espaço Multiusos A Fábrica, Camarate

Espaço Multiusos A Fábrica, Camarate, Loures

Espaço Multiusos A Fábrica, Camarate, Loures

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/loures-museu-de-ceramica-de-sacavem.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-29 10:35:102024-10-27 23:17:55Loures e os seus auditórios
Marcos Romão dos Reis Júnior, maestro, de Loures
Músicas no Concelho

Loures e os seus arquivos musicais

Acervo Documental do Maestro Marcos Romão dos Reis Jr.

A documentação foi doada à Câmara Municipal de Loures em dezembro de 2000, pelo filho do Maestro – Raúl da Mata Reis. Foi elaborado um inventário para celebração de protocolo e, em maio de 2001, passou a ser parte integrante do acervo documental do Centro de Documentação Anselmo Braamcamp Freire – Museu Municipal de Loures.

Caraterização do espólio:
Tipologias documentais muito diversas.
Documentos pessoais – 2 caixas
Partituras impressas – 3 caixas
Partituras e partes manuscritas – 2 caixas
Folhetos e cartazes – 4 caixas
Periódicos – 11 títulos
Monografias – 187 títulos

Divisão por tipologia documental e por temática:
Apontamentos – Acústica
Harmonia
Teoria da Música
História da Música e dos Instrumentos
Testes e exercícios /alunos
Atuações de Marcos Romão (clarinetista e maestro)
Várias Interpretações da sua obra
Cursos ministrados/ audições de alunos / Júri
Fotografias

Divulgação:
Exposição “Intemporalidades sonoras – O Maestro Marcos Romão dos Reis Júnior”, Esteve patente ao público no Museu Municipal de Loures, até 26 de julho de 2018

Todos os documentos se encontram acessíveis aos utilizadores presenciais no Centro de Documentação Anselmo Braamcamp Freire do Museu Municipal de Loures

Pode também consultar AQUI.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Descrição Bibliográfica de Partituras do Maestro Marcos Romão dos Reis Jr.

1. Para um desfile militar: marcha militar. 1971. 17 páginas. Cópia

2. Pequena suite para quinteto de sopro, partitura. 31 de dezembro 1961. 33 páginas.
Duração 10 minutos. Com uma dedicatória: ao meu amigo Luiz … Boulton, com muita consideração e estima. 1 original e 1 cópia.
a. Composição musical composta por: nº1 Romance (andantino contabile), para
flauta, oboé, clarinete, trompa, fagote; nº2 Fugato (allegro gracioso), para
flauta, oboé, clarinete, trompa, fagote; nº3 Bercuse (expressivo) para flauta,
oboé, clarinete, trompa, fagote; nº4 Rondó (allegro), para flauta, oboé,
clarinete, trompa, fagote.

3. Pequena suite para quinteto de sopro.
Partitura para Fagote: nº1 Romance (andantino contabile); nº2 Fugato (allegro gracioso)
Partitura para Trompa em fá: nº1 Romance (andantino contabile); nº2 Fugato (allegro gracioso); nº3 Bercuse (expressivo); nº4 Rondó (allegro)
Partitura para Flauta: nº1 Romance (andantino contabile); nº2 Fugato (allegro gracioso)
Partitura para Oboé: nº1 Romance (andantino contabile); nº2 Fugato (allegro gracioso); nº3 Bercuse (expressivo); nº4 Rondó (allegro)
Partitura para Clarinete: nº1 Romance (andantino contabile); nº4 Rondó (allegro)

4. Trio para clarinetes (adaptação), partitura. 6 páginas. Original

5. Trio para clarinetes (adaptação), partitura. 10 páginas. Original

6. Gratidão: marcha. 3 páginas. Original
a. Dedicada à banda da minha terra e ao meu primeiro mestre Alfredo Dias, a
quem devo respectivamente o s meus primeiros passos na música e o início da
minha …

7. Sonatina para quinteto de sopro. Novembro de 1979
Flauta; oboé; clarinete; trompa
1º andamento: Allegro gracioso. 16 páginas
2º andamento: andantino contabile. 11 páginas
3º andamento: allegro com spirito. 16 páginas
Encadernado.

8. Sonatina para quinteto de sopro. Cópia
Flauta, 4 páginas; oboé, 5 páginas; clarinete, 4 páginas ; trompa (Fá), 4 páginas

9. Sonatina para quinteto de sopro. 8 páginas
Fagote. Allegro gracioso, andantino contabile, allegro com spirito.

10. Fuga em mi Maior. 1945. 4 páginas
Andantino
À excelente intérprete destas duas fugas oferece, reconhecido, o autor.

11. Fuga em mi Maior. 1945. 4 páginas
Andantino

12. Fuga em mi Maior (andantino). 1945. 4 páginas

13. Fuga em fá menor. 1945. 4 páginas

14. Fuga. 4 páginas. 18 de junho de 1954
Nota: 6 horas de trabalho

15. Oração da criança: coro religioso. Letra do Exmo. Sr. Dr. Ferreira da Cunha, música de
Marcos Romão dos Reis, maio de 1940. 16 páginas.
Contém a letra
Vagaroso – 3º M inferior
Partitura para coro religioso: voz; alto; barítono; tenor; soprano; coro religioso
1 e 2 clarinetes
Primeira composição do Maestro marcos Romão dos reis com letra de Ferreirada Cunha
seu amigo pessoal, provavelmente elemento da direção dos BVL.

16. Trio para clarinetes (adaptação). [s.d.]. 12 páginas
Allegretto

17. Marcha para fanfarra especialmente composta para o centenário dos marinheiros da
Armada. [s.d.]. 10 páginas.
Centenário do corpo dos Marinheiros

18. Marcha militar (com fanfarra de clarins). [s.d.]. 6 páginas
corpo de Marinheiros da Armada.

19. Marcha militar nº 2 (com fanfarra de clarins). [s.d.]. 4 páginas
Dia 2 ás 10.15. corpo de Marinheiros da Armada

20. Marcha militar para banda e fanfarra de clarins. cópia
Contem: nº1 – banda – fanfarra de clarins em mi. 10 páginas
Ericeira a 29.09.1954
Nº2 – Lisboa 18.10.1954, revista em 1973. 11 páginas
Nº3 – Lisboa 12.02.1955. 11 páginas
Nº4 – maio de 1954. Na folha final tem a data de 1957. 16 páginas

21. Infante D. Henrique: marcha solene. 1950. 42 páginas.
Mais uma cópia

22. Suite nº1. Marcha miniatura para metais e percussão. Allegro. 9 páginas

23. Suite nº1. Pequena Valsa para madeiras e percussão.

24. Pequena obra para quinteto de sopro (adapatação).
Contem Partitura para:
Trompa. Allegro vivo. 4 p.
Clarinete. Allegro vivo. 7 p.
Flauta. Allegro vivo. 4 p.
Oboé. Allegro vivo. 4 p.
Fagote. Allegro vivo. 4 p.

25. Quinteto de sopro (adaptação do 24º dueto para clarinetes). Allegro vivo. 10 p.
Contem: Flauta, oboé, clarinete, trompa e fagote.

26. Allegro com grazia. 14 p.

27. As escolas do grupo 2 desfilando. 8 p.

28. Temas (sujeitos) para Fuga. 1 p.

29. Divertimento sobre motivos de sabor popular.
Allegreto.
Contem partituras para: Flauta dó, flautim solo; 1ª trompas; 1º trompete;
1º fliscorne; sax-soprano; 1º clarinete solo; requinta; pratos e bombo; pandeirotriângulo e caixa; timbales; tuba si b; com baixo mi b; 1º bombardino dó; 1º
trombone c

30. Divertimento sobre motivos de sabor popular.
Allegreto.
Contem partituras para: Flauta; 1º requinta; 2º requinta; 1º clarinete; 2º clarinete;
clarinete baixo; 1º sax-alto; 2º sax-alto; 2º sax-tenor; sax-barítono; 1º fagote; 2º fagote;
contrafagote; 2º oboé; corne ingês II – allegro com grazia; 1º fliscorne; 2º fliscorne; 1º
trompete; 2º trompete; 3º trompete; 1º trompa fá; 2º trompa fá; 3º trompa fá; 1º
trombone; 2º trombone; 3º trombone; 1º bombardino; 2ºbombardino; contra-baixo dó;
timbales; pandeiro triângulo, caixa; saxofone baixo.
Nota: falta o II andamento.

31. Divertimento sobre motivos de sabor popular.
Allegreto, adaptação para filarmónicas por José Alberto Belo Cunha. 1992. Cópia
Partitura distribuída pela federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio a todas Bandas do país, solicitando a sua execução no dia mundial da música de 1992.

32. Três improvisos para clarinete solo em si b. Constituem uma obra. Março de 1989.
Dedicatória: Para o I Concurso Nacional de Clarinete, organizado pelo conservatório
Regional de Setúbal.
1º Improviso – Lembrando a Valsa. 4 páginas
2º Improviso – Em ar de passeio. 4 páginas
3º Improviso – Brincando. 4 páginas

33. Três improvisos para clarinete solo em si b e pequeno conjunto de instrumentos de
sopro.
1º Lembrando a Valsa. 8 páginas
2º Em ar de passeio. 4 páginas
3º Brincando. 4 páginas

34. Três improvisos para clarinete solo em si b e pequeno conjunto de instrumentos de
sopro. Fevereiro de 12

36 páginas. Encadernada
Nota: Esta obra foi-me solicitada pela Direção do Conservatório Regional de Setúbal em 1989, para fazer parte do I Concurso Nacional de Clarinete organizada por aquele conservatório. Na sua primeira versão era somente para clarinete solo, mas recentemente fiz uma segunda versão, a actual, juntando-se-lhe um pequeno conjunto de instrumentos de sopro.

É uma versão que alguns instrumentistas da Banda da Armada, sob a Direcção do seu Chefe, 1º Tenente Araújo pereira, vão executar. Trata-se de improvisos mais ou menos pensados, dado que os três obedecem aproximadamente à forma A.B.A., e o seu conteúdo resume-se assim: o primeiro tenta sugerir uma valsa, o segundo um passeio e o terceiro uma brincadeira.

Neste último introduzi-lhe duas cadências, as quais põem mais em evidência a capacidade técnica de solista.
Apraz-me dizer que tenho imenso prazer na execução desta obra, em primeira audição por instrumentalistas da banda da Armada, a qual tive o privilégio de dirigir durante muitos anos, e também do gosto que me dá ter sido professor, no Conservatório, embora por pouco tempo, do solista principal, 1º sargento músico Rui Menino.
1º Lembrando a Valsa.
2º Em ar de passeio.
3º Brincando.
35. Três improvisos para clarinete solo.
1º fagote – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 4 páginas;
1ª trompa – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 4 páginas;
2º fagote – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 4 páginas;
2º clarinete – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 3 páginas;
1º clarinete – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 4 páginas;
2º oboé – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 3 páginas;
Flauta e flautim – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 3 páginas;
1º oboé – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 3 páginas;
Clarinete solo – Lembrando a Valsa. Em ar de passeio. Brincando. 7 páginas.

36. Pequena fantasia popular (para banda). Setembro de 1990. 26 páginas.
1º, 2º e 3º andamento.

37. Pequena fantasia popular (para banda). Setembro de 1990. 45 páginas. Contem uma dedicatória “Com abraço de muita estima para o capitão e maestro Agostinho … e para …conjunto …, a Banda da Força Aérea

38. Pequena fantasia popular.
Contem partitura para: 1º e 2º Bombardinos; Contrabaixo dó – tuba; Timbales Caixa; Pratos e Bombo; 1º Tenor; 2º Tenor; Flautim; Flauta; 1º Oboé; 2º Oboé; 1º e 2ª Requintas; 1º clarinetes; 2º Clarinetes; 3º Clarinetes; Clarinete Baixo; Soprano; 2º Sax alto; Sax Baritono; 1º e 2º fagotes; 1º Fliscornes; 2º Fliscornes; 1º Trompetes; 2ª Trompetes; 3ª Trompetes; 1º e 2º Trompas; 3ª Trompas; 1º Trombone; 2º Trombones.
Todas têm o carimbo da Banda de Música da Força Aérea.

39. Marcha, andante e rondó
Partitura para: 1º trombone. 12 páginas
Tuba (em dó). 6 páginas
1º Trompete. 6 páginas
Trompa. 8 páginas
Andante. 2º Trombone 4 páginas (a 3ª encontra-se rasgada)
Rondó. 2º Trompete. 6 páginas
Partitura para 2º trombone

40. Divertimento nº3. Maio de 1993. 50 páginas.
Allegro moderato.
Contem uma dedicatória para o Maestro – capitão João Monteiro da Silva e sua Banda
da Força Aérea, com um abraço de amizade.

41. Divertimento nº3. 17 páginas.
Allegro moderato.

42. Divertimento nº2 (condutor). 10 páginas.

43. Divertimento para quarteto de saxofones. 1 página.

44. Três miniaturas para quarteto de clarinetes em si b. Allegro moderato, andante com
moto, allegro “scherzando”. Setembro de 1988. 17 páginas.
Clarinete baixo; 1º Clarinete; 2º Clarinete; 3º Clarinete.
Contem uma dedicatória para o Saiote e seu “Ensemble” com …e amizade.

45. Três folhas soltas para banda. (tendo como passado alguns motivos de sabor popular).
Outubro de 1989. 82 Páginas
I- Allegro animato; II- Andante com moto; III- Allegro festivo
Contem uma dedicatória para o Tenente Araújo pereira e sua Banda da Armada, com
um abraço de amizade e consideração.
Mais uma cópia sem a dedicatória

46. Três folhas soltas para banda. (tendo como passado alguns motivos de sabor popular).
Outubro de 1989. Condutor em si b
I- Allegro animato; II- Andante em moto; III- Allegro festivo

47. Sonatina para trio de clarinetes (adapt.). 21 páginas.
I – Andante semplice
II – Allegretto em grazia (ma bem marcato)
III – Allegro scherzando
Contem as partituras para: 1º Clarinete. 13 páginas
2º Clarinete. 12 páginas
3º Clarinete. 14 páginas

48. Sonatina para trio de. 26 páginas.
1º Andamento – Andante semplice – Oboé; Trombone e Violoncelos
2º Andamento – Grazia ma bem marcato – Corne Inglês, Trombone e Violoncelo
3º Andamento – Allegretto scherzando – Oboé, Trombone e Violoncelo
Dedicatória “composta a pedido do Emídio Coutinho para ser executada por ele e seus filhos.”

49. Sonatina para trio de Oboé, Clarinete e Fagote. 8 páginas
1º andamento, allegro vivo

50. Recordando um Festival de Bandas (Marcha).
Contem partituras para: Clarinete Baixo; Sax Tenor; Sax Barítono; Requinta; 1º Sax
Tenor; 2º Oboé; 1º Oboé; Flautim e Flauta; 2º Fliscorne; 1º Fliscorne; 2º Trompete B; 2º
Trompete A; 1º trompete B; 1º Trompete A; 2º Bombardino; 2º Sax Alto; 1º Sax Alto; 3ª
Trompa Fá; 2º Trompa Fá; 1º Trompa Fá; 3º Trombone; 2º Trombone; 1º Trombone; 3º
Clarinete; 2º Clarinete; 1º Clarinete B; 1º Clarinete A; 1º Bombardino; Contra Baixo Dó;
Bateria; Sax Soprano;

51. Sinfonieta para Banda.
Contem partitura para: 1º Clarinete A; 2º Clarinete A; 3º Clarinete C; CLte Baixo; 1º Sax
Alto; 2º Sax Alto; 1º sax Tenor; Sax barítono; Requinta; Corne-Inglês; 1º Oboé; 2º Oboé; Flautim; Flautas; 2º Fagote; 1º Fliscorne; 2º Fliscorne; 1ºs Trompetes; 1ª e 2ª Trompas
Fá; 3ª e 4ª Trompas Fá; 1º Trombone; 3ªs Trombones; 2º Bombardino; C. Baixos Dó;
Bombo e Pratos; Caixa de triângulos; 2ª Trompa.
Nota: todas separadas

52. Sinfonieta para Banda. Nº 646. Outubro de 1982.
I – Allegro moderato. 24 p.
II – Andante com moto. 9 p.
III – Scherzando. 21 p.
IV – Rondó. 26 p.

53. A ver a banda passar. Suite nº1. Setembro de 1996. 16 páginas

54. Hino da Restauração: 1º de dezembro de 1640. Piano. Música de E. R. Monteiro de
Almeida, versos de F. D. d’Almeida e Araujo. 4 páginas

55. Romanza para Trompa e quarteto de sopro. Allegreto. Cópia. 23 páginas

56. Três pequenas peças para conjunto de metais. Junho de 1977. 34 páginas. Com uma dedicatória “Dedicados com o maior prazer ao Grupo de Metais de Lisboa, da direcção de professores Exmo. Sr. Coutinho.
1º Tempo de marcha – para Trompete, Trompa, Trombone e Tuba
2º Andante – para Trompete, Trompa, dois Trombones e Tuba
3º Rondó – para Trompete, Trompa, dois Trombones e Tuba

57. Sonatina para trio de. Outubro de 1986. 21 páginas. Cópia
Dedicatória: Para a família Coutinho com um abraço de muita amizade.
1º Andamento – Andante semplice, Ob.; Tr.; Viol.
2º Andamento – Allegretto em grazia (ma bem marcato); Ob.; Tr.; Viol.
3º Andamento – Allegro scherzando; Ob.; Tr.; Viol.

58. Três “Intermezzos” para Quinteto de Sopro. Marcos Romão dos Reis Jr. Edição e Revisão de João Pereira. Maio de 1977.
1ª audição: Seixal, 23 de abril de 1998.
Dedicatórias: “Obras que consagro a toda a minha família”
“Com a maior consideração e amizada para o autor desta magnífica obra. O Chefe da Banda da Armada José Araújo pereira, CTEN, 31 de maio de 1999.”
Contem: Intermezzo (tempo de valsa), “pensando nos mais idosos, nomeadamente nos meus cunhados Júlia e Herlander, brilhantes dançarinos de outros tempos”.
Intermezzo (Allegro Moderato) “Dedicado aos menos jovens”
Intermezzo (Allegro Vivo) “Destinado aos mais jovens”
Uma partitura. 24 páginas; Clarinete. 8 p.; Trompa. 8 p.; Fagote. 8 p.; Flauta. 8 p. ; Oboé. 8 p.

59. Abertura em Sol. Abril de 1971. 70 páginas.

60. Abertura para banda. Andante com moto. Setembro de 1976.

61. Homenagem ao Maestro marcos Romão. Marcha por Marco Lourenço. Ericeira 1993. Cópia. 25 páginas.

62. Três pequenas peças para banda. Nº 213. Outubro de 1978. Com uma dedicatória “Para a Banda da Armada e seu chefe Tem. Baltazar”.
1º Tempo de marcha. 18 p.
2º Vivo. 30 p.
3º Moderato. 42 p.

63. Fantasia Romântica. Partitura para Banda. Fevereiro de 1988. 60 p.
Andante apassionato
Allegreto gracioso
Allegreto Scherzando

64. Três movimentos para sopro e percussão. Abril de 1980. 54 p.
1º Movimento – Allegro deciso (metais e percussão)
2º Movimento – Andantino Contabile (madeiras)
3º Movimento – Allegro em spirito (madeiras, metais e percussão
Dedicatória à Banda de Música da TAP, Teatro Municipal de S. Luiz, 1981.
Nota: esta …foi tocada em 1ª audição …. Com muito agrado teve de …do concerto do autor que recebeu as felicitações da assistência e do …. Que a dirigiu. (Assinatura ilegível). Acompanha a partitura uma folha manuscrita do maestro Marcos Romão.

65. Três movimentos para sopro e percussão (em si b).
1º Movimento – Allegro deciso (metais e percussão)
2º Movimento – Andantino Contabile (madeiras)
3º Movimento – Allegro em spirito (madeiras, metais e percussão

66. 3 partituras com a indicação Paço do Lumiar DGAFA, 13 de outubro de 1981 a 15 de
outubro de 1981. Agostinho Diniz da Cunha Caineta.
Acervo musical depositado no Museu Municipal de Loures (seleção)

Batuta

Nº Inventário: MML016782
Descrição: Batuta de Regência Madeira nobre -feitio liso e polido- com três montagens de prata (?). Tem estojo em madeira forrado de veludo encarnado. Montagem do meio, gravação de motivo floral e cithara; montagem do cabo com motivo floral e as iniciais MJC.

Doação de 24 de setembro de 2008, de Jorge Valente

Banjo

N.º de Inventário: MML016777
Datação:
Descrição: Instrumento híbrido ( Banjo/Banjolim) com afinação Mi, Lá, Ré, Sol; quatro ordens de cordas metálicas, duplas; caixa de ressonância semelhante a uma pandeireta, com tampo de pele, preso a um caixilho metálico por 30 parafusos; braço de madeira com 17 trastos metálicos; cabeça em voluta onde se prendem as cordas num carrilhão mecânico metálico em forma de leque, com oito cravelhas; estojo em pano, duas palhetas. Datado, eventualmente, de fins século XIX.

Doação de 24 de setembro de 2008, de Jorge Valente

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/loures-marcos-romao-dos-reis-junior-maestro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-29 11:50:002024-10-27 23:12:40Loures e os seus arquivos musicais
Prémio Internacional de Composição para clarinete e Banda
Músicas no Concelho

Loures e os seus festivais

Festivais em Loures

Ciclos, jornadas, temporadas, encontros, simpósios, cursos, prémios, concursos e festivais de Música e Dança no Concelho

Ciclo de Música Barroca

Ciclo de Música Barroca – Rota Memorial do Convento

Prémio Internacional de Composição para clarinete e Banda

Em 2022, a Câmara Municipal de Loures organizou a 2ª edição do Prémio Internacional de Composição para clarinete e Banda, no quadro das iniciativas sob a égide de Loures, Capital do Clarinete. O Prémio Internacional de Composição foi criado com o intuito de promover e incentivar a criação e distinguir o desenvolvimento e a excelência na área da composição, premiando obras inéditas de autores nacionais ou estrangeiros. A segunda edição teve como objetivos específicos a divulgação do clarinete e o desenvolvimento da escrita musical que inclua o clarinete como solista e Banda.

Prémio Internacional de Composição para clarinete e Banda

Prémio Internacional de Composição para clarinete e Banda

Festival Internacional de Percussão – PerCurtir

O Festival Internacional de Percussão – Percutir é um evento organizado pelo Conservatório D’Artes de Loures, dedicado ao estudo do instrumento, com classes de aperfeiçoamento e oficinas diversas para todas as idades.

Festival Internacional de Percussão - PerCurtir

Festival Internacional de Percussão – PerCurtir

A’Brass-Art – Festival Internacional de Metais

Organizado pelo Conservatório de Loures, o A’Brass-Art – Festival Internacional de Metais inclui concertos, exposições, workshops e classes de aperfeiçoamento.

A'Brass-Art - Festival Internacional de Metais

A’Brass-Art – Festival Internacional de Metais

Festival de Bandas Filarmónicas e Orquestras Ligeiras do Concelho de Loures

Em 2021, o Pavilhão Paz e Amizade, em Loures, recebeu, entre os dias 26 e 28 de novembro, o Festival de Bandas Filarmónicas e Orquestras Ligeiras do Concelho. O encontro, que com mais de uma dezena de entidades participantes, visa reforçar a visibilidade e a importância destas instituições no meio social, cultural e artístico. Com a iniciativa, a Câmara Municipal de Loures procura igualmente dar expressão à representatividade que os agentes musicais têm no concelho, promovendo o convívio e a partilha entre músicos, maestros e direções.

Festival de Bandas Filarmónicas e Orquestras Ligeiras do Concelho de Loures

Festival de Bandas Filarmónicas e Orquestras Ligeiras do Concelho de Loures

Festival Internacional de Bandas Filarmónicas

Terceiro fim de semana de novembro (alterna o ano com o Festival de Orquestras Ligeiras de Loures).

Conta com as várias bandas filarmónicas locais, nacionais e internacionais no mesmo palco, durante três dias, no pavilhão Paz e Amizade, em Loures. Em colaboração com as Bandas Filarmónicas e as Orquestras Ligeiras do Concelho, a Câmara Municipal de Loures promove – em sistema bianual – o Festival Internacional de Bandas Filarmónicas de Loures e o Festival de Orquestras Ligeiras de Loures, iniciativas com o objetivo de criar de um espaço privilegiado para a dignificação e promoção desta prática musical num ambiente propício ao convívio e à troca de experiências entre os seus intervenientes, envolvendo os agentes socioculturais locais, e também enquanto estratégia de dinamização e mobilização dos utilizadores dos festivais, sensibilizando e despertando a curiosidade para a prática musical. As nove bandas filarmónicas e as nove orquestras ligeiras existentes em Loures potenciam, entre si, a perpetuação das associações de cultura e recreio e promovem a partilha e o encontro entre diversas gerações, essencialmente através da interpretação da herança musical.

Estas instituições de cultura amadora foram criadoras de políticas educacionais para esta área, hoje referências nacionais. No concelho as bandas são acarinhadas pela população, são fator de enraizamento, uma mais valia que Loures tem o privilégio de acolher. Ciente desta importância o Município apoiou desde sempre estas associações, dando-lhes visibilidade, notoriedade e reconhecendo a importância da prática e difusão musical. Desde o seu aparecimento em meados do século XIX, as bandas filarmónicas sempre tiveram um papel muito importante na formação musical e social das povoações em que se inseriam; durante muito tempo foram, em muitos casos, o único agente cultural a que as populações tinham acesso. As bandas filarmónicas sempre mantiveram uma relação de proximidade com o meio social onde se inserem.

Como entidades amadoras as mesmas eram constituídas por pessoas comuns, com formação básica tanto académica como artística. Este facto fazia com que a comunidade seguisse os passos da filarmónica pelos laços familiares que ligava a população à banda, mas também porque a oferta, sendo pouca, quando a filarmónica atuava era um pretexto para as pessoas confraternizarem.

Em meados do século XX essa relação foi progressivamente degradando-se, fruto do afastamento de ambas as partes, este facto deveu-se a diversos fatores sociológicos que foram alterando gradualmente os hábitos da população portuguesa, tais como: uma maior alfabetização das comunidades, aparecimento outros polos culturais mais atrativos e das novas tecnologias, levando ao mais jovem a direcionar os seus interesses para outras vertentes.

Nos últimos anos tem havido um esforço das bandas filarmónicas em inverter o rumo dos acontecimentos, criando um processo de reabilitação da relação que as mesmas mantêm com o meio que as rodeia. Para isso muito tem contribuído os eventos culturais que, quer ao nível particular ou oficial, têm sido criados ao longo destes últimos anos, como é são exemplo, festivais de bandas filarmónicas, encontros de bandas e concertos.

Com o evoluir do reportório, do instrumental, das mentalidades e com a renovação constante de músicos, também com uma maior e melhor formação dos mesmos e dos seus dirigentes, as filarmónicas cada vez mais podem oferecer qualidade, que pode rivalizar com outras formas de arte, adquirindo assim um espaço cada vez mais seu por mérito próprio.

Assim sendo, as bandas filarmónicas e as orquestras ligeiras desempenham um papel fundamental na sociedade, pois a sua existência pressupõe o cruzamento, a partilha e a conjugação de saberes e experiências e de conhecimento construídos através da transmissão de emoções, que se traduzem num legado eterno e fundamental para a manutenção do património imaterial coletivo.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Festival de Música Moderna

O Festival de Música Moderna é uma iniciativa da Câmara de Loures, à qual podem concorrer todos os projetos coletivos ou individuais, a nível nacional, que ainda não tenham sido alvo de qualquer contrato discográfico com editoras. Tem como objetivos a criação de uma oportunidade para apresentação, promoção do trabalho e criatividade de projetos musicais, a afirmação de novos valores e o alargamento da oferta cultural musical no concelho de Loures.

Festival de Música Moderna, Loures

Festival de Música Moderna, Loures

Festival de bandas da Banda dos Bombeiros de Loures

A Banda da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Loures foi fundada em 12 de novembro de 1897; promove regularmente nesta data festival de Bandas.

Festival de bandas da Banda Recreativa de Bucelas

A Banda Recreativa de Bucelas foi fundada a 21 de junho de 1863, tem desenvolvido, até à data,
um vasto trabalho ao nível da formação musical; realiza no mês de junho o festival de Bandas.

Festival de bandas da Academia Recreativa Musical de Sacavém

A Academia Recreativa Musical de Sacavém e a sua Banda de Música foram fundadas a 1 de julho de 1927; o festival de bandas filarmónicas decorre no mês de julho.

Festival de Bandas de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Fanhões

Nasceu em 24 de junho de 1891, na sequência de um importante movimento filarmónico do século XIX, que teve início a partir de 1830; o festival decorre anualmente em setembro.

Festival de Bandas da Sociedade Recreativa de Casainhos

A Banda de Música da Sociedade Recreativa de Casainhos foi fundada em 2007; o festival de bandas filarmónicas decorre anualmente em novembro.

Festival de Bandas da Sociedade Recreativa e Cultural de Pinteus

Em 2010 surgiu o projeto para formar a escola de música a primeira audição foi no dia 4 de setembro de 2010 nas festas de Pinteus. O festival e Bandas é promovida no mês de abril

Festival de Bandas da Academia Sons & Harmonia

A Academia Sons & Harmonia é uma associação musical e cultural sem fins lucrativos, com início da atividade no dia 13 de agosto de 2014; o festival de bandas decorre em maio.

Festival da Banda de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Zambujal

Fundada em 3 de junho de 1863, é a Banda mais antiga do Concelho de Loures, mantendo a sua atividade ininterruptamente; o festival de bandas decorre em junho.

Festival de Orquestras do Clube União Recreativo de São Julião do Tojal

Com início de atividade a 8 de novembro de 1993; o festival de orquestras ligeiras decorre no mês de janeiro.

Festival de Orquestras da Sociedade Filarmónica União Pinheirense

A Orquestra da SFUPinheirense surgiu a 23 de março de 2003; o festival de orquestras decorre no mês de março.

Festival da Orquestra Ligeira da Sociedade Recreativa e Musical 1º de Agosto Santa Iriense

O festival, que teve início em 1986, decorre em dezembro.

FOI NOTÍCIA

Mais de 800 músicos passaram, nos dias 22, 23 e 24 de novembro de 2019, pelo palco do Pavilhão Paz e Amizade, em Loures, na edição de 2019 do Festival Internacional de Bandas Filarmónicas. Em três dias dedicados à música, milhares de pessoas assistiram aos concertos das nove bandas filarmónicas do concelho e mais quatro bandas convidadas, entre elas duas bandas da comunidade valenciana, de Espanha.

Na noite de abertura, o presidente da Câmara Municipal de Loures, Bernardino Soares, fez questão de lembrar que este “Festival Internacional de Bandas é um ponto alto da nossa programação cultural, que reflete a importância do trabalho que as bandas filarmónicas desempenham no nosso concelho”, acrescentando que “o apoio às bandas filarmónicas e a outras formações musicais, o empenho que pomos na Academia do Clarinete e no Meeting Internacional de Clarinete, bem como todo o trabalho feito nas bibliotecas, com o Brincar com a Música, ou a programação de qualidade do Música em SI Maior, para além de todo o trabalho que temos hoje nas escolas, em parceria com várias instituições de formação musical, que permitem levar a milhares de crianças o acesso à música, é um trabalho coerente, completo e que tem depois pontos altos de enormíssima qualidade, como os que vamos ter durante todo o fim de semana”, concluiu.

A manhã de domingo foi dedicada aos mais novos com um espetáculo para a infância e famílias, com o tema Os 50 anos da chegada do homem à Lua, interpretado por alunos das escolas de música das bandas, com encenação de grupos de teatro escolar do concelho.

O Festival Internacional de Bandas Filarmónicas encerrou com uma atuação conjunta, dirigida pelo maestro da banda convidada, Diogo Gomes, interpretando a Marcha 4 de Outubro, encomendada especialmente para este Festival.

Ao longo de todo o fim de semana esteve também patente no Pavilhão Paz e Amizade, a exposição Sons em Marcha, que pretende dar a conhecer a sonoridade dos vários instrumentos, a forma como se complementam e a sua importância no conjunto sonoro da Banda Filarmónica, num projeto concebido e produzido pela Realizasom, que gentilmente a cedeu, para ser apreciada pelos milhares de pessoas que passaram por este Festival Internacional de Bandas Filarmónicas.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/loures-premio-internacional-de-composicao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-29 12:04:112024-10-27 23:09:56Loures e os seus festivais
Praça Amália Rodrigues, Loures
Músicas no Concelho

Loures e a sua toponímia musical

Toponímia musical de Loures

Ruas e praças do Concelho com nomes de músicos ou entidades musicais

Músicos ou entidades musicais do Concelho de Loures

António Feliciano Bastos

António Feliciano Bastos (n. Loures, 08.05.1892 – m. Loures, 19.01.1987). Escrivão das Execuções Fiscais e aferidos de pesos e medidas do concelho de Loures. Foi bombeiro e executante na Banda de Música da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures.

Praceta António Feliciano Bastos, localizada nas Urmeiras, freguesia de Loures.

António Ferreira da Graça

António Ferreira da Graça, vulgo Maestro Ferreira da Graça. Músico português. Maestro e professor carismático da Academia Recreativa Musical de Sacavém, em cuja Banda ingressou em 1940.

Praceta Maestro Ferreira da Graça, localizada em Sacavém, freguesia de Sacavém e Prior Velho.

Isidoro Machado

Isidoro Machado. Sócio e músico da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões. Em 1960-Fev, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões criou o Prémio Isidoro Machado, em sua homenagem, com o objetivo de desenvolver a música dentro do meio rural.

Rua Isidoro Machado, localizada em Fanhões, freguesia de Fanhões.

Joaquim Domingos Pereira

Joaquim Domingos Pereira (n. 11.11.1900 – m. Fanhões, 22.07.1970). Músico português. Maestro da Banda de Música da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões (1933-1948).

Rua Joaquim Domingos Pereira, localizada em Fanhões, freguesia de Fanhões;

Travessa Joaquim Domingos Pereira, localizada em Fanhões, freguesia de Fanhões.

Marcos Romão dos Reis Júnior

Marcos Romão dos Reis Júnior (n. Loures, 06.03.1917 — m. Loures, 30.10.2000). Músico, maestro, compositor, professor de clarinete e chefe de banda militar português.

Largo Marcos Romão Reis Júnior, localizado em Loures, freguesia de Loures.

Rua Romão dos Reis, localizada na Chamboeira, freguesia de Bucelas.

Michel Giacometti

Michel Giacometti (n. Córsega, França, 08.01.1929 – m. Faro, 24.11.1990). Etnólogo e coletor corso que fez importantes recolhas etno-musicais em Portugal.

Rua Michel Giacometti, localizada na Mealhada, freguesia de Loures

Nelson Pereira das Neves

Nelson Pereira das Neves (m. 1998). Fotógrafo e dirigente associativo português. Reconhecido publicamente pelo seu mérito como executante da Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures.

Rua Nelson Pereira das Neves, localizada no Fanqueiro, freguesia de Loures.

Academia Recreativa e Musical de Sacavém

Academia Recreativa e Musical de Sacavém. Inclui as seguintes valências/atividades: Banda Filarmónica, Escola de Música e Orquestra Ligeira.

Rua Academia Recreativa e Musical de Sacavém, localizada em Sacavém, freguesia de Sacavém e Prior Velho.

Associação dos Amigos da Quinta do Património – AQUIPA

Associação dos Amigos da Quinta do Património – AQUIPA. Inclui as seguintes valências/atividades: Sessões de noites de fados.

Rua da Associação dos Amigos da Quinta do Património, localizada em Sacavém, freguesia de Sacavém e Prior Velho.

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Bucelas

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Bucelas inclui as seguintes valências/atividades: Banda Filarmónica, Escola de Música, fanfarra e Orquestra Sinfónica. Segundo informação de Hernâni Nabeiro, neste momento só tem fanfarra.

Largo dos Bombeiros Voluntários, localizada em Bucelas, freguesia de Bucelas

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Camarate

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Camarate inclui as seguintes valências/atividades: fanfarra.

Rua dos Bombeiros Voluntários, localizada na Quinta de São Francisco e na Quinta de Santa Rosa, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua do Campo dos Bombeiros, localizada em Camarate, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rotunda dos Bombeiros Voluntários de Camarate, localizada no Bairro das Loureiras, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação.

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões inclui as seguintes valências/atividades: Banda Filarmónica, Escola de Música e Orquestra Ligeira.

Travessa dos Bombeiros Voluntários, localizada em Fanhões, freguesia de Fanhões;

Rua dos Bombeiros Voluntários, localizada em Fanhões, freguesia de Fanhões;

Beco dos Bombeiros Voluntários, localizada em Fanhões, freguesia de Fanhões.

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures inclui as seguintes valências/atividades: Banda dos Bombeiros de Loures, Orquestra Ligeira dos Bombeiros de Loures e Escola de Música da Banda dos Bombeiros de Loures.

Rua dos Bombeiros Voluntários, localizada em Loures, freguesia de Loures.

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Zambujal

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Zambujal inclui as seguintes valências/atividades: Banda Filarmónica e Escola de Música.

Rua dos Bombeiros Voluntários, localizada no Zambujal, freguesia de Santo Antão e São Julião do Tojal.

Grupo Recreativo de Cabeço de Montachique

O Grupo Recreativo de Cabeço de Montachique inclui as seguintes valências/atividades: Escola de Música e Festas / Espetáculos.

Rua do Grupo Recreativo, localizada no Cabeço de Montachique, freguesia de Lousa.

Sociedade Recreativa de Beneficência Montemorense

Sociedade Recreativa de Beneficência Montemorense (Loures). Inclui as seguintes valências/atividades: Música e Festas regionais.

Rua da Sociedade Recreativa de Beneficência Montemorense, localizada em Montemor, freguesia de Loures.

Sociedade Recreativa de Casaínhos

Sociedade Recreativa de Casaínhos (Fanhões). Inclui as seguintes valências/atividades: Banda Filarmónica e Orquestra Ligeira.

Rua Sociedade Recreativa, localizada em Casaínhos, freguesia de Fanhões.

Sociedade Recreativa Musical 1º de Agosto Santairiense

A Sociedade Recreativa Musical 1º de Agosto Santairiense (Santa Iria de Azóia) inclui as seguintes valências/atividades: Bailes, Danças de Salão, Escola de Música, Grupo Coral e Orquestra Ligeira.

Largo da Sociedade Recreativa Musical 1 de Agosto, localizada em Santa Iria de Azóia, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da talha e Bobadela.

Músicos ou entidades musicais em geral

Adriano Correia de Oliveira

Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira, vulgo Adriano Correia de Oliveira (n. Porto, 09.04.1942 — m. Avintes, 16.10.1982). Músico português, intérprete da Canção de Coimbra e cantor de intervenção.

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada em A-das-Lebres, freguesia de Santo Antão e São Julião do Tojal;

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada no Zambujal, freguesia de Santo Antão e São Julião do Tojal;

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada na Quinta da Fonte, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada em Vale de Figueira, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da talha e Bobadela;

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada no Bairro Maria Júlia Carvalho e na Quinta de Santa Rosa, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Projectada à Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada na Quinta de Santa Rosa, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada no Bairro das Coroas, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada em Pintéus, freguesia de Santo Antão e São Julião do Tojal;

Rua Adriano Correia de Oliveira, localizada na Flamenga, freguesia de Santo António dos Cavaleiros e Frielas.

Alfredo Keil

Alfredo Cristiano Keil, vulgo Alfredo Keil (n. Lisboa, 03.07.1850 — m. Hamburgo, 04.10.1907). Compositor, pintor, poeta, arqueólogo e colecionador de arte português.

Rua Alfredo Keil, localizada no casal do Monte, freguesia de Santo António dos Cavaleiros e Frielas.

Amália Rodrigues

Amália da Piedade Rebordão Rodrigues, vulgo Amália Rodrigues (n. Lisboa, 23.07.1920 – m. Lisboa, 06.10.1999). Cantora, atriz e fadista portuguesa.

Praça Amália Rodrigues, localizada no Alto dos Mealheiros, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da talha e Bobadela;

Rua Amália Rodrigues, localizada na Quinta da Parreirinha, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da talha e Bobadela;

Rua Amália Rodrigues, localizada no Bairro da Quinta do Miradouro, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Amália da Piedade Rodrigues, localizada no Prior Velho, freguesia de Sacavém e Prior Velho.

Praça Amália Rodrigues, Loures

Praça Amália Rodrigues, Loures

Carlos Manuel de Marques Paião

Carlos Manuel de Marques Paião, vulgo Carlos Paião (n. Coimbra, 01,11.1957 — m. Rio Maior, 26.08.1988). Cantor e compositor português.

Rua Carlos Paião, localizada no Bairro Car, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Carlos Paião, localizada no Bairro do Belo Horizonte, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da talha e Bobadela.

Carlos Paredes

Carlos Paredes (n. Coimbra, 16.02.1925 — m. Lisboa, 23.07.2004). Compositor e guitarrista português.

Travessa Carlos Paredes, localizada na Parcela 6, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Carlos Paredes, localizada no Bairro do Olival da Boca, freguesia de Santo Antão e São Julião
do Tojal.

Fernando Lopes-Graça

Fernando Lopes-Graça, vulgo Lopes-Graça (n. Tomar, 17.12.1906 — m. Parede, Cascais, 27.11.1994). Compositor, maestro e musicólogo português.

Rua Maestro Lopes Graça, localizada na Quinta das Pretas, freguesia de Sacavém e Prior Velho;

Rua Maestro Fernando Lopes Graça, localizada no Bairro de Santo António, freguesia de
Camarate, Unhos e Apelação.

Fernando Farinha

Fernando Tavares Farinha, vulgo Fernando Farinha (n. Barreiro, 20.12.1928 – m. 12.02.1988). Cantor português de fado, que ficou conhecido como o Miúdo da Bica.

Rua Fernando Farinha, localizada no Casal dos Machados, freguesia de Camarate, Unhos e
Apelação.

Guilhermina Suggia

Guilhermina Augusta Xavier de Medin Suggia, vulgo Guilhermina Suggia (n. Porto, 27.06.1885 — m. Porto, 30.07.1950). Violoncelista portuguesa.

Rua Guilhermina Suggia, localizada em Loures, freguesia de Loures.

Hermínia Silva

Hermínia Silva Leite Guerreiro, vulgo Hermínia Silva (n. Lisboa, 23.10.1907 — m. Lisboa, 13.06.1993. Fadista portuguesa.

Rua Hermínia Silva, localizada no Bairro Car, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação.

João de Freitas Branco

João Pedro de Freitas Branco, vulgo João de Freitas Branco n. (Lisboa, 10.01.1922 — m. Oeiras, Caxias, 17.11.1989). Musicólogo e matemático português.

Avenida João de Freitas Branco, localizada no Bairro dos Forninhos, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da talha e Bobadela.

José Afonso

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, vulgo Zeca Afonso (n. Aveiro, 02.08.1929 — m. Setúbal, 23.02.1987). Cantor e compositor português.

Rua José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, localizada na Quinta das Pretas, freguesia de Sacavém e Prior Velho

Rua Zeca Afonso, localizada na Urbanização Alto da Eira, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da talha e Bobadela

Rua José Afonso, localizada no Bairro do Zambujeiro, freguesia de Santo Antão e São Julião do Tojal

Rua José Afonso, localizada na Bela Vista, freguesia de Santo António dos Cavaleiros e Frielas;

Avenida José Afonso, localizada na Quinta da Fonte, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Praceta José Afonso, localizada na Quinta da Fonte, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua Poeta Cantor José Afonso, localizada no Pinheiro de Loures, freguesia de Loures;

Rua Doutor Zeca Afonso, localizada na Urbanização da Solcasa, freguesia de Bucelas;

Travessa do Poeta Cantor José Afonso, localizada no Pinheiro de Loures, freguesia de Loures;

Rua José Afonso, localizada na Murteira, freguesia de Loures;

Rua José Afonso, localizada no Bairro do Cabeço da Aguieira, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação;

Rua José Afonso, localizada em São João da talha, freguesia de Santa Iria de Azóia, São João da talha e Bobadela;

Rua A Projectada à José Afonso, localizada na Quinta de Santa Rosa, freguesia de Camarate, Unhos e Apelação.

Luísa Todi

Luísa Rosa de Aguiar, vulgo Luísa Tody (n. Setúbal, 09.01.1753 — m. Lisboa, 01.10.1833). Cantora lírica portuguesa.

Praceta Luísa Tody, localizada no Bairro da Esperança, freguesia de Santa Iria de Azóia, São
João da talha e Bobadela.

Michel Giacometti

Rua Michel Giacometti
Mealhada (Loures)

Fonte: CML

1 Comment
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/loures-praca-amalia-rodrigues.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-29 11:23:062021-06-30 10:48:14Loures e a sua toponímia musical
Grupo Coral da ANALOR – Associação dos Naturais e Amigos da Loriga
Músicas no Concelho

Loures e os seus coros

Coros de Loures

Grupos e atividade coral no Concelho

CANTICORUM – Associação de Amadores de Música

R. Infante D. Henrique, 6, 5º Drt.
2685-212 Portela LRS
canticorum.aam@gmail.com

Grupo Coral da Sociedade Recreativa e Musical 1.º Agosto Santa Iriense

Largo Luís de Camões, 4
2695-341 Santa Iria de Azóia
soc1agosto@gmail.com

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Grupo Coral da Sociedade Filarmónica União Pinheirense

Rua Combatentes da Ultramar, 72 Pinheiro de Loures
2670-506 Loures
chorusup@sfup.org

Grupo Coral da Casa do Povo de Bucelas

Rua Professor Egas Moniz, 4
2670-653 Bucelas
casadopovodebucelas@gmail.com

Grupo Coral da ANALOR – Associação dos Naturais e Amigos da Loriga

Quinta do Património 16
2685-011 Sacavém
direcao@analor.pt

Grupo Coral da ANALOR – Associação dos Naturais e Amigos da Loriga

Grupo Coral da ANALOR – Associação dos Naturais e Amigos da Loriga

Grupo Coral da Liga dos Amigos da Mina de são Domingos

Travessa do Chafariz 6
2685-056 Sacavém
liga.mina@sapo.pt

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/loures-grupo-coral-analor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-29 09:17:362024-10-27 23:13:49Loures e os seus coros
Sociedade Recreativa e Musical Loriguense
Músicas no Concelho

Seia e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Seia

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda de Seia

A primeira notícia da criação da mais antiga Filarmónica de Seia reporta-se a 1857, sendo da autoria de José Mendes Dinis Belém. Fundou-a o Dr. José Roque Silva, que foi o seu primeiro regente. Em 1894 a Filarmónica Senense ou Banda Velha, como também foi conhecida, apresentou um fardamento novo. Em 1 de dezembro de 1907 foi criada em Seia a Filarmónica Regeneradora Liberal. Durante algum tempo existiram as duas bandas, com salutar rivalidade, até que esta última se extinguiu. Em 1921, foi criada a Banda 15 de Agosto, por iniciativa de vários senenses, entre os quais o Padre Antero da Silva Pereira, que foi o primeiro regente. Mais tarde foi organizada a Banda dos Bombeiros Voluntários de Seia, com os elementos das antigas Bandas que, entretanto, tinham sido extintas.

A Banda de Seia conta com inúmeras atuações em muitas cidades do País e, ainda, em Espanha e França. Tem no seu ativo mais de 50 executantes jovens, uma Escola de Música e um Grupo de Metais. No dia 3 de julho de 1993 foi-lhe atribuída, pela Câmara Municipal, a medalha de Ouro do Concelho de Seia.

Banda de Seia

Banda de Seia

Av. Dr. Sebastião Costa, Apartado 62
6270-483 SEIA
Telefone: 238 084 048
Fax: 238 084 049

Banda Academia de Santa Cecília

A Banda Academia de Santa Cecília foi fundada em 1951, por iniciativa do Comendador Evaristo Martins Nogueira grande benemérito de S. Romão. Junto do Pároco, o Comendador propôs-se a apoiar com o que fosse necessário para a fundação de uma Banda. Com a dedicação de algumas figuras impulsionadoras na concretização da iniciativa como o Pe. José Moreira Martinho, e Alberto Figueiredo de Oliveira e seguidamente com trabalho reconhecido do Maestro Serra e Moura foi aberta a escola de música composta por mais de 70 elementos que com grande entusiasmo se iniciaram na aprendizagem da música. A Banda conta com inúmeras atuações em várias regiões do país. Atuou num programa televisivo, participou em intercâmbios com destaque para a deslocação a Domfront na Normandia. A Banda Academia de Santa Cecília tem cerca de 45 elementos com idades entre os 14 e os 70 anos, sendo os jovens cerca de 2/3 dos componentes. A regência está a cargo do Maestro José Augusto Craveiro

Av. Bombeiros Voluntários, n.º 6
6270-255 S.ROMÃO
Telefone: 238 390 291

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense

Em 2016 a SRML celebrou 110 anos.  Por essa comemoração foi publicado o livro Da Philarmonica Loriguense à Sociedade Recreativa e Musical Loriguense – Um percurso histórico (1906-2016), da autoria de Augusto Moura Brito.

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense

Solar da Redondinha Apt. 1022
6270-906 LORIGA
Telefone: 238 951 088

Banda Torroselense Estrela D’Alva

Rua João do Freixo, n.º 3
6270-555 TORROSELO
Telef./ Fax: 238 902 227

Banda Torroselense Estrela D'Alva

Banda Torroselense Estrela D’Alva

Sociedade Musical “Estrela da Beira” de Santa Marinha

A Sociedade Musical “Estrela da Beira” de Santa Marinha foi constituída a 22 de setembro de 1846.

Sociedade Musical "Estrela da Beira" de Santa Marinha

Sociedade Musical “Estrela da Beira” de Santa Marinha

Rua da Banda, nº 2
6270- 196 Santa Marinha
Telemóvel: 962 073 818 / 927 032 997

Banda 1º de Janeiro

A Banda 1º de Janeiro foi constituída a 27 de outubro de 1980.

Banda 1º de Janeiro

Banda 1º de Janeiro

Rua S. Silvestre, n.º 4

6270-031 CARRAGOSELA
Telefone: 238 902 327 / 238 315 460

Associação Musical e Juvenil de Tourais

A Associação Musical e Juvenil de Tourais, coletividade de natureza cultural, foi constituída a 05 de abril de 2001. Está sediada no lugar e freguesia de Tourais no concelho de Seia.

Terreiro St. António – Edf. Junta
6270- 586 TOURAIS
Telefone: 238 978 029

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/seia-filarmonica-loriguense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-27 16:52:262024-09-18 10:35:58Seia e as suas filarmónicas
Banda de Música da Sociedade Musical Lanhelense
Músicas no Concelho

Caminha e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Caminha

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda de Música da Sociedade Musical Lanhelense
  • Banda Filarmónica de Caminha
Banda de Música da Sociedade Musical Lanhelense

A Banda Musical de Lanhelas foi fundada a 1 de janeiro de 1850. Está sediada na Rua João Costa Silva, 4910-201 Lanhelas.

Banda de Música da Sociedade Musical Lanhelense

Banda de Música da Sociedade Musical Lanhelense

Banda Filarmónica de Caminha

Denominada no início, Banda Típica da Casa do Povo do Vale do Coura, a Banda Filarmónica de Caminha foi fundada em 1978 pela Direcção daquela casa, por sugestão do Maestro António Vitorino de Almeida, utilizando, inicialmente, os instrumentos da extinta Banda de Música da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários.

Foi seu Maestro Miguel de Oliveira, tendo a Banda efetuado a primeira atuação em 24 de fevereiro de 1979. Desde então participou em vários encontros de bandas de música e outros eventos. Em 1979 participou nas filmagens do filme “A Culpa” e efetuou a primeira deslocação a Espanha e repetida em 1993. Em 1983 fez a primeira gravação em cassete e, em 1984, participou nos preparativos para a criação da Federação Portuguesa de Bandas Músicas Civis e, cm 1987, na legalização da referida Federação.

Em 1985, foi extinta a Junta Central das Casas do Povo, baixando assim o suporte financeiro pelo, que, a partir de 1987, a Banda Típica sofreu momentos angustiantes. Como no final de 1992 já não havia possibilidades de continuar, a Banda foi integrada na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, alterando o seu nome para Filarmónica de Caminha.

A partir de 1984/85, devido ao falecimento do Maestro Miguel Oliveira, passou a reger a Banda o Maestro José Pedro Martins Coelho, substituído em 1986 por João Elias Domingues Franco que em 2006 era maestro. Em 1980 foi fundada uma Escola de Música que garante a continuidade da Banda.

Em 27 de junho de 2021, não tinha página no Facebook nem se encontram referências sobre a sua atividade na internet, o que deixa dúvidas sobre se está ativa.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/caminha-banda-musical-lanhelense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-26 22:58:482024-11-14 16:22:43Caminha e as suas filarmónicas
Grupo Coral Oásis, Anadia
Músicas no Concelho

Anadia e os seus coros

Coros de Anadia

Grupos e atividade coral no Concelho

  • Associação Coral Stella Maris
  • Associação “O Coral da Bairrada”
  • Grupo Coral Oásis
Associação Coral Stella Maris

A Associação Coral Stella Maris foi fundada em 2008 na cidade de Anadia. Foi criado um coro com cerca de três dezenas de vozes femininas que partilhavam o gosto de cantar, oferecendo ao Coral a beleza das suas vozes e o encanto das suas personalidades. Em 2020, o Coral Stella Maris tornou-se associação, designada “Associação Coral Stella Maris – Music & Arts”.

Associação “O Coral da Bairrada”

Fundada em 2013, a Associação “O Coral da Bairrada” teve origem num grupo de anadienses, com o fundamento de preencher uma lacuna no seio da animação cultural do concelho. No primeiro ano de vida, a Associação teve como principal objetivo a construção de um coro consistente, mobilizando para as suas fileiras elementos que possuem, em comum, o gosto de cantar. Chegaram cantores, não só do município de Anadia, mas também dos concelhos vizinhos, entregando ao Coral a beleza das suas vozes e o encanto da sua personalidade, começando a cimentar uma verdadeira amizade entre pessoas que se desconheciam, ou que pouco se conheciam, à volta desse gosto pelo canto, que todos comungam.

Coral da Bairrada, Anadia

Coral da Bairrada, Anadia

Desde a sua fundação, o Coral da Bairrada é dirigido pelo Maestro Celestino Ortet.

Em 2017, o Coral da Bairrada organizou o 1º Encontro Internacional de Coros do Advento de Anadia, agendado para o dia 18 de novembro, no Cineteatro de Anadia. O espetáculo contaria, para além do Coro anfitrião, com a presença do Coral Polifónico de Aveiro e do Coro de Musica Antiqua de Salamanca.

Rua S. José de Cluny, 70
Famalicão
3780-292 ANADIA

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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962 942 759

Grupo Coral Oásis

Em 1978, nasceu no lugar da Fogueira – Sangalhos o Centro Cultural Fogueirense que manifestou desde cedo a sua apetência para o Teatro granjeando pergaminhos inumeráveis. Em 1993 foi criado o Grupo Coral Oásis. Em 1995, deu-se início à Escola de Iniciação Musical Harmonia e em 1998 iniciou-se um Grupo de Ginástica Aeróbica, que em conjunto com o Grupo Coral formam três núcleos de atividade do Centro Cultural Fogueirense.

O Grupo Coral Oásis é um coro misto que conta com 45 elementos. De 1996 a 2003, participou nos Encontros de Coros da Bairrada, tendo organizado o 4.º Encontro. Em 1998, foi convidado para a sua primeira aparição televisiva, no programa das manhãs da RTP1, “Praça da Alegria”, tendo estado presente no mesmo programa no ano seguinte.

Em 1999, iniciou o Concerto dos Santos Populares, que tem vindo a realizar anualmente. Em 2000, participou no I Encontro de Coros do Norte de Portugal onde estiveram presentes 54 grupos corais. Foi convidado para um Concerto de Natal organizado pelo Orfeão do Porto em 2001 e  participou no Concerto de Primavera promovido pelo Orfeão de Águeda. Em 2002, inicia o Concerto de Natal, que se realiza todos os anos na Basílica de Mogofores. Em 2003 participou em Encontros de Coros de diversos Grupos Corais como o Similá, Coral Vila Forte, Grupo Coral Cardes, Grupo Coral Vera Cruz tendo ainda realizado intercâmbios com o Grupo Coral Calçada Romana, Coro Municipal Marquês de Pombal e Coral de Santana.

Em 2004 realizou intercâmbios com corais como Coral Santo Condestável e Orfeão da Santa Casa da Misericórdia de Gouveia, Grupo Coral Polifónico de Santa Comba Dão, Orfeão de Rio Tinto, Orfeão de Viseu, Grupo Coral de Proença-à-Nova, Coro Gaudia Vitae, Orfeão de Braga e Orfeão de La Coruña.

Em 2007 teve a sua primeira internacionalização, participando no 6º Festival de Música Coral “Auria Canta”, em Ourense (Espanha), a convite do Coral Polifónico “Auria Canta”.

Em 2008, volta novamente à Espanha a Cambre (La Corunha), para participar no X Aniversário da Coral Polifonica de Santa Maria de Cambre. No seu vasto reportório podemos encontrar várias tendências em peças valiosíssimas de contexto, percorrendo diversas categorias de inclusão musical, desde Espirituais – Negros de John Work , J.B Herbert entre outros a peças de Musica Sacra como ” Ti Voglio Star Vicino” (Coral da Paixão segundo S. Mateus) de J.S. Bach, passando por Música Popular Portuguesa, Música Popular Estrangeira, Música de Natal e Música de Intervenção com peças como a “Balada de Outono” de Zeca Afonso, “Acordai” e “Jornada” de Fernando Lopes Graça.

Por entre diversos capítulos da musica procura-se uma grande diversidade de reportório. Além de poder incluir neste um grande número de peças para Missa, o Grupo Coral Oásis tornou a atividade do Centro Cultural Fogueirense num expoente de referência local, regional e nacional, permitindo levar deste concelho uma identidade cívica e cultural.

Do Maestro Celestino Ortet, o primeiro diretor Artístico, aos atuais Maestro e Maestro Adjunto, António Luís de Brito e Sérgio Brito, houve uma evolução de fundo que permitiu não só aproveitar os recursos vocais da Fogueira como também aproveitar os que viriam de outras áreas vizinhas como Sangalhos, Moita, Anadia, Ancas, Amoreira da Gândara, Sá, Paredes do Bairro, Cúria, Mogofores entre outras freguesias do Concelho de Anadia.

O atual Maestro António Luís de Brito é maestro do Grupo Coral Oásis desde 1998.

FOI NOTÍCIA

Em abril de 2016, o IV Encontro de Coros da Paróquia de Arcos, Anadia, apresentou grupos de Gospel, que contagiaram de alegria as centenas de pessoas que encheram a Igreja Paroquial de S. Paio de Arcos.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/anadia-grupo-coral-oasis.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-22 22:43:052024-11-10 11:56:17Anadia e os seus coros
Banda de Música de Anadia, créditos Câmara Municipal de Anadia
Músicas no Concelho

Anadia e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Anadia

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

EDAC-Banda de Música de Anadia

A Banda de Música de Anadia foi fundada em 1949, então ligada aos Bombeiros Voluntários de Anadia. Foi o seu principal fundador o Dr. Fernando Costa e Almeida, anadiense que quis proporcionar à juventude uma ocupação cultural dos tempos livres.

Teve como primeiro Mestre Joaquim José Ramos Lopes. A sua primeira apresentação ao público anadiense teve lugar em 1950, aquando da inauguração do Bairro Cancela de Abreu. Em janeiro de 1951 participou nas festas religiosas da Vila de Anadia em honra do Mártir S. Sebastião.

Durante alguns anos a Banda de Música de Anadia foi acarinhada pelas direções dos Bombeiros Voluntários de Anadia que, mais tarde, por dificuldades e uma grave crise gerada, levou a Banda de Música de Anadia para outro caminho. Em 1976 inaugurou a sua sede na Rua Fausto Sampaio, espaço já existente e cedido pela Câmara Municipal de Anadia.

Banda de Música de Anadia, 1975

Banda de Música de Anadia, 1975

Em 1990 lavrou escritura no Cartório Notarial de Anadia, tendo como objetivo cultivar e desenvolver a arte musical, estando inscrita no INATEL como CCD, sob o nº. 2771, desde 11 de outubro de 1994.

Tendo passado por obras de restauração e adaptação, a sede tem hoje uma excelente sala de ensaios além de outras divisões ao serviço da Banda bem como da sua Escola de Música. Em 1999, quando do seu 50º Aniversário, a Câmara Municipal de Anadia, em reconhecimento pelo trabalho realizado e pelo facto de ser a única Banda de Música no concelho, cedeu o direito de superfície do edifício/sede, contributo enriquecedor de uma espaço cultural que muito vem valorizar a Música de Anadia.

A Banda é composta por 32 elementos, oriundos da sua própria Escola de Música, atualmente com cerca de duas dezenas de alunos, alguns também alunos de Conservatório de Música, e que tem sido “alfobre” da coletividade. Tem como responsáveis o referido regente bem como o Contramestre Manuel Germano Silva Dimas, que dirige o seu ensino desde 1982 e é executante de sax-tenor na Banda desde 1967.

Tem como atividades correntes, para além da Escola de Música (gratuita), um coro litúrgico e participa em festas religiosas (procissões, arruadas), comemorações (Dia Mundial da Música, 25 de Abril, Vindimas da Bairrada), concertos e ainda desfiles, festivais, inaugurações e intercâmbios.

Quando necessário apoia os seus músicos em ações de formação, dando também apoio pedagógico aos alunos que frequentam o Conservatório de Música.

Em 2003, sob a direção artística de André Dimas, a Banda de Música de Anadia gravou o seu primeiro CD.

Desde a sua fundação têm tido vários regentes na direção musical. Depois de Joaquim José Ramos Lopes (1.º Mestre), estiveram ao seu serviço António Campos, Manuel (da Leonarda) Gomes Fernandes, António Saúde, Flávio dos Santos, António Luís de Brito, Manuel Lindo Pleno, Carlos Marques, Fernando Fernandes e André Dimas. O seu Diretor Artístico atual é Carlos Alberto Amorim Cunha.

Banda de Música de Anadia, créditos Câmara Municipal de Anadia

Banda de Música de Anadia, créditos Câmara Municipal de Anadia

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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BANDAS DE MÚSICA EXTINTAS

Banda de Paredes do Bairro

A Banda de Paredes do Bairro (Anadia) foi fundada em 1888 e extinta em 1898. Conhecem-se-lhe dois regentes: Rolhas, e Adriano da Silva Carvalho, professor primário.

Música do Serra

A “Música do Serra», de Anadia, foi fundada em 1874 pelo Dr. José Paulo Cancela, Manuel Bonito e outros. Teve como regentes: Serra, José Guimarães e Teodomiro Argênteo. Terminou em 1910 ou 1911.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/anadia-edac-banda-de-musica-de-anadia-ft-cma.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-22 22:29:012024-11-10 11:51:45Anadia e as suas filarmónicas
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  • Knurl Mastering
    Paredes e os seus estúdios25 Maio, 2026 - 13:46
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