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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Grupo Etnográfico de S. Tiago da Cruz
Músicas no Concelho

Vila Nova de Famalicão e o seu folclore

Folclore em Vila Nova de Famalicão

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Minho – Baixo Minho
  • Distrito: Braga

14 grupos identificados pelo Musorbis

  • grupo etnográfico As Lavradeiras de Santa Maria de Oliveira
  • grupo etnográfico de S. Tiago da Cruz
  • grupo etnográfico rusga de Joane
  • Grupo Folclórico Danças e Cantares de Joane
  • Rancho Etnográfico de Ribeirão
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Calendário
  • Rancho Folclórico de Gavião
  • Rancho Folclórico de Nine
  • Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria
  • Rancho Folclórico de Santa Marinha de Lousado
  • Rancho Folclórico de Santa Marinha de Mogege
  • Rancho Folclórico de São Julião
  • Rancho Folclórico de São Miguel-o-Anjo
  • Rancho Regional de Fradelos
grupo etnográfico As Lavradeiras de Santa Maria de Oliveira
Grupo Etnográfico As Lavradeiras de Santa Maria de Oliveira

grupo etnográfico As Lavradeiras de Santa Maria de Oliveira

grupo etnográfico rusga de Joane

O Rancho Etnográfico rusga de Joane foi fundado em 1991. Nasceu da vontade de divulgar as tradições etnográficas e seu património cultural imaterial associado, com base na recuperação e recuperação o mais fidedigna possível, de finais do século XIX e inícios do século XX, demonstrando beleza do folclore do Baixo Minho.

A representação dos usos e costumes tem vindo a ser aprimorada, de modo a diversificar a mostra do vasto espólio imaterial etnográfico da região do Médio Ave, onde o grupo se encontra inserido.

O Rancho tem participado em numerosos festivais portugueses e atuou em diversos países (Israel, Estados Unidos da América, Mónaco, Suíça, Alemanha, França e Espanha).

É membro efetivo da Federação do Folclore Português e filiado no INATEL.

Na Festa de Santa Catarina em Cabeçudos

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

grupo etnográfico S. Tiago da Cruz

O grupo etnográfico de S. Tiago da Cruz tem sede no Largo Sr. dos Aflitos, n.º 166, 4770-191 Cruz – Vila Nova de Famalicão.

Grupo Etnográfico de S. Tiago da Cruz

grupo etnográfico de S. Tiago da Cruz

Grupo Folclórico Danças e Cantares de Joane

O Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Joane é uma associação de natureza etnográfica sediada em Joane, Famalicão, distrito de Braga, fundada em 1984. É fiel intérprete das tradições dos povos do final do séc. XIX e início do séc. XX, inseridos na região do Baixo-Minho.

Grupo Folclórico Danças e Cantares de Joane

Grupo Folclórico Danças e Cantares de Joane, ft Carina Teixeira

Rancho Etnográfico de Ribeirão

Festival de Folclore de Ribeirão

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Calendário
Rancho Folclórico de Gavião

Sediado no Lugar da Igreja, na freguesia de Gavião, no concelho de Vila Nova de Famalicão, o Rancho Folclórico de Gavião é uma associação de natureza cultural e etnográfica constituída a 26 de março de 1985.

Rancho Folclórico de Nine

Fundado em 1 de maio de 1980, o Grupo Folclórico de Nine é um digno embaixador dos trajes e das danças genuínas da região do Baixo Minho, onde está inserido. Traduz, com eficácia, as velhas tradições locais nas suas danças e nos seus cantares.

Tem divulgado no país e no estrangeiro os usos e os costumes, danças e cantares dos povos que viveram nesta localidade. Já atuou diversas vezes em Espanha e França, e em 1999 realizou uma digressão pela Europa, onde participou em vários festivais de folclore, nomeadamente em Espanha, França, Luxemburgo, Bélgica, Suíça, Alemanha, Itália e Grécia.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português, filiado no INATEL e um dos fundadores da Associação de Folclore e Etnografia de Famalicão.

Festival

Rancho Folclórico de Santa Marinha de Lousado

Sediado no Lugar da Serra, na freguesia de Lousado, no concelho de Vila Nova de Famalicão, o Rancho Folclórico de Santa Marinha de Lousado é uma associação de natureza etnográfica constituída a 10 de março de 1988.

Rancho Folclórico de Santa Marinha de Mogege

Festival Nacional de Primavera Cidade de Castelo Branco

Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria

Sediado em Oliveira Santa Maria, Famalicão, o Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria é filiado na Federação do Folclore Português, associado do INATEL e membro da Associação de Folclore e Etnografia de Famalicão. Tem atuado de Norte a Sul de Portugal, bem como em Espanha, Suíça e França. Já se apresentou na Televisão (TVI e SIC).

Rua da Casa Nova, nº 305
4765-324 Oliveira Santa Maria

Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria

Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria

Rancho Folclórico de São Julião

O Rancho Folclórico de São Julião está sediado no Lugar da Igreja, Calendário, no concelho de Vila Nova de Famalicão. Em 1993, alterou os estatutos e a morada para a Junta de Freguesia, Rua de São Julião, Calendário, 4760 Vila Nova de Famalicão. É uma associação de natureza etnográfica constituída como tal a 18 de março de 1993.

Rancho Folclórico de são Miguel-o-Anjo

43º Festival folclore do Rancho Folclórico São Miguel-o-Anjo, 2018

Rancho Regional de Fradelos

A ideia de formar o Rancho Regional de Fradelos nasceu de quatro homens da Freguesia que todos os anos participavam nas rusgas e romarias da nossa região Baixo, Minho Ave. Fundado em 10 outubro de 1957, a primeira atuação formal do Rancho realizou-se no dia 15 de dezembro do mesmo ano, pelo que se mantém como a associação de folclore mais antiga do concelho de Vila Nova de Famalicão. Como Rancho típico da zona do Baixo Minho, o seu repertório conta com vários cantares e dançares que traduzem a vivacidade e a alegria do povo da região. Os trajes são expressão da vida rural que durante muitos anos caracterizou a freguesia de Fradelos. É sócio da Federação do Folclore Português e sócio efetivo da Fundação INATEL. Em 28 de junho de 2006 recebeu do Município de Vila Nova de Famalicão a medalha de mérito municipal cultural. O Rancho Regional de Fradelos já realizou centenas de atuações por todo o território nacional e no Estrangeiro (França e Alemanha)

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/famalicao-grupo-etnografico-s-tiago-da-cruz.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-30 11:21:022026-03-23 12:31:53Vila Nova de Famalicão e o seu folclore
Coral Polifónico de Ponte de Sor
Músicas no Concelho

Ponte de Sor e os seus coros

Coros de Ponte de Sor

  • Coral Polifónico de Ponte de Sor
  • Coro Gospel de Ponte de Sor
Coral Polifónico de Ponte de Sor

O Coral Polifónico de Ponte de Sor é uma associação de natureza cultural e social criada em 26 de fevereiro de 1996. Sediada na Av. do Colégio, Antiga Escola D. Manuel I, na freguesia e concelho de Ponte de Sor, foi constituída como associação a 21 de julho de 2005.

Apresentou-se em Praga, Moscovo e Barcelona, e em várias localidades do País. Celebrou o 20º aniversário com um concerto no Teatro Cinema de Ponte de Sor, tendo como convidado o Coro da Câmara Municipal da Lourinhã. Participou na peça “Chão de Água”, promovida pelo Teatro da Terra, sediado em Ponte de Sor. Para o sucesso da iniciativa contribuiu também o “Coral Polifónico de Ponte de Sor, que desde a primeira hora era composto pelas vozes femininas e que nestes contou também com as vozes masculinas, sempre dirigido pelo seu maestro Rui Martins Picado.” (João Manuel Matos Cruz). Participa em concertos de Natal e encontros de coros.

Coral Polifónico de Ponte de Sor

Coral Polifónico de Ponte de Sor

Já atuou com os seguintes coros:

  • Orfeão de Abrantes
  • Coral Getas/Sardoal
  • Coro do Instituto de Emprego e Formação Profissional
  • Coro de S. Pedro de Aradas/Aveiro
  • Coral Scalabitano
  • Orfeão do Entroncamento
  • Coral Cristo Rei/Algés
  • Coro Bombeiros do Cadaval
  • Orfeão da Covilhã
  • Orfeão de Portalegre
  • Orfeão de Castelo Branco
  • Coral de Évora
  • Coral Alla Brevis
  • Coral Cantar Noman / Golegã
  • Coral de Monforte
  • Orfeão de Alpiarça
  • Coral Ensaio
  • Harmonia Reguense
  • Orfeão de Almeirim
  • Orfeão de Águeda
  • Coral da Oiã
  • Orfeão de Viseu
  • Orfeão de Eiriz
  • Coro Gaudea Vitae/Mira d’Aire
  • Coro Galp Energia
  • Coro de Câmara de Beja
  • Coral de S. Domingos
  • Coro de Alcochete
  • Coro Loureiros de Palmela
  • Coro Misto da Universidade de Coimbra
  • Orfeão da Comenda
  • Coro da Vidigueira
  • Coral da Sociedade Filarmónica Silvense
  • Coro Lopes-Graça
  • Orfeão de Condeixa-A-Nova
  • Grupo Coralis/Leiria
  • Coral de Proença-a-Nova
  • Coral David de Sousa/Figueira da Foz
  • Coral Dr. João Antunes
  • Chorus Auris
  • Orfeão da Fundação A. Lord/Lordelo
  • Orfeão de Braga
  • Ensemble Vocal Pro Musica
  • Coral Encontro/Queluz
  • Orfeão Académico de Coimbra
  • Coral Polifónica “La Salle”
  • Orfeão de Seia
  • Coral Oásis/Sangalhos
  • Coral Roque Gameiro/Minde
  • Orfeão de L.A.T./Tordosendo
  • Coro de Câmara de Montargil
  • Grupo Coral Columba
  • Coral da Casa de Pessoal dos Hospitais Universidade de Coimbra
  • Coro Ninfas do Lis
  • Grupo Coral Vozes da Vidigueira
  • Grupo Coral de Gouveia
  • Grupo Coral Corutibe do Barreiro
Coro Gospel de Ponte de Sor

O Coro Gospel de Ponte de Sor é um grupo de gospel fundado pela Caminhar – Associação Cristã de Apoio Social, em janeiro de 2017. Composto atualmente por cerca de 40 vozes e uma banda, o jovem grupo marcou presença recentemente no “European Gospel Festival” – Montegrotto Terme, evento partilhado com diversos outros coros do género de diversas nacionalidades.

Coro Gospel de Ponte de Sor

Coro Gospel de Ponte de Sor

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/ponte-de-sor-coral-polifonico-de-ponte-de-sor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-13 23:37:042024-11-16 19:12:37Ponte de Sor e os seus coros
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor
Músicas no Concelho

Ponte de Sor e o seu folclore

Folclore em Ponte de Sor

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor
  • Rancho Folclórico de Montargil
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor é uma associação de natureza etnográfica constituída a 9 de dezembro de 1982, sediada na Casa do Povo na freguesia e concelho de Ponte de Sôr.

O Rancho foi fundado em 1968. O FestiFolk é organizado pelo Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor, em parceria com a câmara municipal e as juntas de freguesia do concelho.

Rancho Folclórico da Casa do

Rancho Folclórico da Casa do

Em 2015, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor inaugurou uma Exposição Etnográfica no Centro de Artes e Cultura desta cidade Lenços, Xailes, Jaquetas outras vestimentas, na sua grande maioria originais e fruto de trabalhos e recolha e pesquisa estiveram patentes no evento que durou cerca de um mês.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor, exposição

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor, exposição

Rancho Folclórico de Montargil

O Rancho Folclórico de Montargil fez a primeira apresentação em 1970, data considerada a da fundação, e integra a Federação do Folclore Português desde 1977. É membro da Associação de Folcloristas do Alto Alentejo e está inscrito no INATEL.

Desde 1975 funciona como Departamento de Etnografia e Folclore do Grupo de Promoção Sociocultural de Montargil (Pessoa Coletiva de Utilidade Pública (1987) e Medalha de Prata de Mérito Municipal).

Contando com a Colaboração da Câmara Municipal de Ponte de Sor e da Escola Básica Integrada de Montargil, está a lecionar 2 horas de folclore por semana. Realiza anualmente 2 festivais: a Festa das Escolas de Folclore (último sábado de março – este com o apoio total da Junta de Freguesia de Montargil), o Festival Nacional de Folclore de Montargil (sábado que antecede o terceiro domingo de Julho – este com a Câmara Municipal a apoiar a quase totalidade das despesas, e ainda contando com o apoio da Junta de Freguesia de Montargil, e de outras instituições na uma Escola de Folclore (Infantil e Juvenil).

Rancho Folclórico de Montargil

Rancho Folclórico de Montargil

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/ponte-de-sor-rancho-folclorico-da-casa-do-povo-de-ponte-de-sor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-12 19:46:232024-11-16 19:11:41Ponte de Sor e o seu folclore
Ponte de Sor, Festival Música Júnior, Foco Musical 2024
Músicas no Concelho

Ponte de Sor e os seus festivais

Festivais em Ponte de Sor

Festivais, ciclos estágios, jornadas e encontros de música no Concelho

Festival Música Júnior

O Festival Música Júnior é apresentado pela organização o maior estágio de verão. De 24 de Agosto a 1 de Setembro de 2024 mais de 350 participantes estão na magnífica cidade de Ponte de Sor a vivenciar uma experiência musical memorável, integrando um Coro, uma Big Band, uma Orquestra Juvenil ou uma Orquestra Sinfónica liderados por um coletivo de 35 professores e 3 maestros. ONCE UPON A TIME – TRIBUTO A ENNIO MORRICONE é o tema proposto para a XI Edição que terá como convidado principal Joaquim de Almeida, o primeiro ator português a triunfar em Hollywood e o ator de maior projeção internacional.

Ponte de Sor, Festival Música Júnior, Foco Musical 2024

Ponte de Sor, Festival Música Júnior, Foco Musical 2024

Festival de Fado

Em 2016, foi anunciado  1º Festival de Fado, iniciativa que partiu do Elétrico Futebol Clube de Ponte de Sor. Pelo Cineteatro e pelo anfiteatro da zona ribeirinha passariam vários fadistas: António Pinto Basto, Joana Amendoeira, José da Câmara, Maria Armanda, Ana Laíns e Custódio Castelo. A fadista Ana Maria seria a anfitriã do Festival. O evento incluía um concurso de novas vozes infantojuvenis e seniores.

Festival Internacional de Folclore de Ponte de Sor – FestiFolk

Em 2019, o Festival Internacional de Folclore de Ponte de Sor – FestiFolk teve a participação de grupos folclóricos de seis países. O FestiFolk é organizado pelo Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor, em parceria com a câmara municipal e as juntas de freguesia do concelho.

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Festival Sete Sóis Sete Luas

Nascido em 1993, o festival é desde a sua primeira edição um intercâmbio cultural entre treze países e mais de trinta cidades da Bacia do Mediterrâneo e do mundo lusófono. Ponte de Sor é uma das cidades participantes e, durante os meses de verão, o anfiteatro da Zona Ribeirinha recebe vários grupos internacionais de música popular. Também as artes plásticas marcam presença com exposições e laboratórios criativos no Centro de Artes e Cultura.

Sete Sóis Sete Luas

Sete Sóis Sete Luas

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/ponte-de-sor-fmj-2024.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-12 19:26:272024-11-16 19:10:25Ponte de Sor e os seus festivais
Orquestra Ligeira da Câmara Municipal de Ponte de Sor
Músicas no Concelho

Ponte de Sor e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Ponte de Sor

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda da Escola de Música de Montargil
  • Orquestra Juvenil da Câmara Municipal de Ponte de Sor
  • Sociedade Filarmónica Galveense
Banda da Escola da Música de Montargil

A fundação da primeira Banda de Música de Montargil remonta a 1881 e foi seu regente Rufo Freire de Andrade. Deste primeiro ciclo apenas sabemos que, quando terminou a guerra de 1914-1918 a banda estava inativa, tendo sido o maestro Galamba e o maestro Sá os últimos regentes.

Em 1919, mestre Jaime, que havia ficado prisioneiro dos alemães, regressou, e a Banda foi esperá-lo. Começava a era de Alves do Carmo. Com este homem o Grupo Musical Montargilense – era este o seu nome embora fosse mais conhecido pela designação de “A Música”, viveu anos de prestigio. Quando por motivos de idade e saúde o maestro teve de deixar a Banda, viveu-se um vazio de vinte anos com algumas tentativas de arranque com o Padre Pereira a assumir a regência, sem resultados práticos.

Em 1975, com poucos músicos e sem instrumental o grupo de promoção criou a sua Escola de Música com base em instrumental ORFF e vozes. Mas a Banda não se conseguia fazer reviver até que um dia Jorge Fernandes então Presidente da Junta de Freguesia e José Amante, Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Sor, na altura propuseram ao Grupo de Promoção a reconstituição da Banda.

Em 1989, José Maria Bernardo deu na casa do povo, a primeira aula. Era o inicio da terceira fase. Reinava o entusiasmo e os músicos, ainda sem fardamento, foram aplaudidos no final da primeira procissão em que participaram. O maestro José Maria Bernardo fez obra, mas problemas de Saúde levaram-no a abandonar o projeto. Foi substituído pelo Maestro José Pedro Salgueiro que se manteve à frente da Banda de 1994 a 1999. Assumiu a direção artística da Banda da Escola de Musica de Montargil, seu atual nome, o Maestro Luís de Castro que nos viria a deixar em 2002. De então para cá o regente Marco Alves dirige a banda a convite do antigo maestro Paulo Temeroso que deixou a banda por motivos profissionais.

Em 2008 a Banda de Montargil realizou uma viagem a Cabo Verde a fim de participar no Festival Sete Sois Sete Luas que se realizou no concelho de Ribeira Grande (ilha de S. Antão) Cabo Verde.

Banda da Escola da Música de Montargil

Banda da Escola da Música de Montargil

Em 2010 o maestro Marco Alves deixa a banda de Montargil. A convite do maestro Marco Alves passou a dirigir a banda de Montargil o maestro “Chora” executante de Tuba. No final de 2013 a Banda viria a sofrer com a grave falta de músicos e o maestro Chora viria a deixar a banda, em 2014.

Orquestra Juvenil da Câmara Municipal de Ponte de Sor

A Orquestra Juvenil da Câmara Municipal de Ponte de Sor foi criada em 1981 por deliberação da Câmara Municipal de Ponte de Sor. Atuou em várias localidades, de Norte a Sul. Atuou em programas de televisão, “Bom dia Domingo”, “Jazz é comigo” e “123”.

Em 1985 gravou um LP. Em 1987 deslocou-se a Paris, onde atuou no “Zenit”. Em 1995 deslocou-se à Suíça onde atuou em Lucerna e Baar e, em 1996, gravou um CD. A Orquestra é formada por cerca de 32 jovens, na sua maioria estudantes, que ocupam os seus tempos livres na aprendizagem e divulgação da música.

OLCMPS

Orquestra Ligeira da Câmara Municipal de Ponte de Sor

Orquestra Ligeira da Câmara Municipal de Ponte de Sor

Sociedade Filarmónica Galveense

A Sociedade Filarmónica Galveense, fundada em 01 de Dezembro de 1930, está sediada na Rua Joaquim Barradas de Carvalho, 84 7400-014 Galveias, Ponte de Sor.

Sociedade Filarmónica Galveense

Sociedade Filarmónica Galveense

Vocacionada para o ensino da Música, dela saíram importantes nomes do panorama musical português, incluindo o trompetista e compositor António Reis Gomes. Na Banda da Armada, a primeira peça que Reis Gomes compôs, em 1961, foi para homenagear a sua terra. Galveias é o nome da marcha que homenageia a freguesia portuguesa com o mesmo nome.

A Banda da Sociedade Filarmónica Galveense atingiu o seu auge aquando da sua deslocação à Feira Popular de Lisboa em 1947 a fim de realizar dois concertos, com originais e composições do regente, Maestro João P. Mineiro.

Nesse período atuou em Estremoz e Portalegre e outras localidades do País. Nos anos 1980 atuou em Lisboa, na Casa do Alentejo com dois concertos, destacando-se o último em que a Banda foi dirigida por quatro maestros (Gilberto Varela, José Maria Bernardo, Sr. Formigo e José Manuel Marquês). Em 1989 surgiu em Galveias, com o objetivo de formar uma Escola de Música, José Vicente, professor de Música na Escola Preparatória de Vila Franca de Xira. Renasceu a esperança, mas os objetivos foram interrompidos pelo falecimento de um familiar do Maestro, deixando a Escola de Música órfã.

Passado este período, e com grandes esforços dos sucessivos órgãos sociais da Coletividade, a Banda renasceu, no início dos anos 90, com elementos da Banda e da Escola da Música, a qual se mantém até aos dias de hoje, contando com mais de  trinta elementos na Banda, e cerca de 15 alunos na Escola de Música.

Sociedade Filarmónica Galveense

Sociedade Filarmónica Galveense, foto Médio Tejo

Em 2021 o seu maestro era João Bartolomeu.

Galveias é uma freguesia do concelho de Ponte de Sor, distrito de Portalegre, região do Alentejo e sub-região do Alto Alentejo, com 79,75 km² de área e 1 061 habitantes. Foi vila e sede de concelho entre 1538 e o início do século XIX.

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/ponte-de-sor-orquestra-ligeira-da-camara-municipal-de-ponte-de-sor-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-12 19:18:012024-11-16 19:13:17Ponte de Sor e as suas filarmónicas
Orquestra do Clube Recreativo Amieirinhense
Músicas no Concelho

Marinha Grande e as suas filarmónicas

Filarmónicas da Marinha Grande

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Orquestra do Clube Recreativo Amieirinhense
  • Orquestra Ligeira da Marinha Grande
Orquestra do Clube Recreativo Amieirinhense

A Orquestra do Clube Recreativo Amieirinhense foi fundada em 1 de abril de 2001, bem como a Escola de Música de onde saíram grande parte dos músicos que a integram. A Escola de Música conta com 3 professores qualificados no ensino da Música e está preparada para receber alunos a partir dos 3 anos de idade. Por ela já passaram mais de 200 alunos, entre eles, crianças que querem ter os primeiros contactos com a musica e depois mais tarde com instrumentos.

Orquestra da Amieirinha

Orquestra da Amieirinha

A Orquestra da Amieirinha já levou o nome do lugar e da Marinha Grande a diversos locais do país, como Ribeira dos Carinhos, Guarda, Lapas, Mata, Torres Novas, Montalvo, Constância, Lares, Carvalhais, Figueira da Foz, Gaeiras, Leiria e todo o concelho da Marinha Grande.

Orquestra do Clube Recreativo Amieirinhense

Orquestra do Clube Recreativo Amieirinhense

Atualmente a Orquestra conta com 15 músicos que são dirigidos pelo Maestro Élio Fróis, sendo o mesmo diretor pedagógico da Escola de Música que tem cerca de 35 alunos.

Orquestra Juvenil da Marinha Grande

Na década de 19950, Francisco Duarte, presidente da Junta de Freguesia da Marinha Grande promoveu a criação, em parceria com o Maestro Ricardo Santos e João Alberto, da Orquestra Juvenil da Marinha Grande e da sua Escola de Formação Musical, projeto abraçado, desde logo, pela Câmara Municipal da Marinha Grande.

Durante os primeiros meses de 1996 entrava em funcionamento a Escola de Música e iniciavam-se os primeiros ensaios da Orquestra Juvenil, nas instalações da Sociedade Beneficência e Recreio 1º de Janeiro, local onde o agrupamento se apresentou pela primeira vez ao público, a 27 de novembro de 1997.

Vinte e um anos passados desde a sua primeira atuação, a Orquestra Juvenil da Marinha Grande chega aos dias de hoje, graças à dedicação e empenho dos seus maestros e professores, jovens músicos, pais, mães, avós e às entidades parceiras – JFMG e CMMG. Marco no panorama cultural e artístico marinhense e referência no ensino da música no nosso concelho, a Orquestra Juvenil soube, ao longo dos anos, ampliar a sua oferta formativa e desenvolver novos projetos artísticos.

Parte integrante do panorama artístico marinhense, a Orquestra Juvenil da Marinha Grande assume-se um instrumento privilegiado para a produção e fruição cultural das crianças e jovens do concelho. Atualmente, 38 elementos compõem a Orquestra Juvenil, 22 integram a Big Band, 20 constituem a Orquestra de Guitarras e 15 formam a recém-criada Marching Band. Projetos que ganham corpo sob orientação técnica e artística dos maestros Ricardo Santos e Rui Fragata e dos professores Márcio Pereira e Luís Freitas. Paralelamente, decorrem as aulas de iniciação e formação musical ministradas pela professora Tânia Santos e que hoje garantem a cerca de 80 crianças, de forma gratuita, o acesso à formação musical.

Orquestra Juvenil da Marinha Grande

Orquestra Juvenil da Marinha Grande

Parte integrante do panorama artístico marinhense, a Orquestra Juvenil da Marinha Grande assume-se um instrumento privilegiado para a produção e fruição cultural das crianças e jovens do concelho.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/marinha-grande-orquestra-do-clube-recreativo-amieirinhense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-30 23:08:262024-11-08 19:54:02Marinha Grande e as suas filarmónicas
Associação Filarmónica Artística Pombalense
Músicas no Concelho

Pombal e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Pombal

Bandas de Música, História e Atividades do Concelho

  • Associação Banda Filarmónica Ilhense
  • Associação Filarmónica Artística Pombalense
  • Filarmónica da Guia
  • Filarmónica Vermoilense
  • Sociedade Filarmónica Louriçalense
Associação Banda Filarmónica Ilhense

A Associação Banda Filarmónica Ilhense foi fundada em 1924. Participou na primeira festividade em junho de 1926, no lugar de Água Formosa em honra de Santo António. Tem participado em serviços de ordem religiosa, cultural e didática. Durante vários anos, a Filarmónica Ilhense viveu momentos muito difíceis, desde a simples falta de energia eléctrica, até à necessidade de comprar instrumentos para os seus executantes e, só em 1930 foi construída a primeira sala de ensaios, pois até então, esta ensaiava em casa dos seus executantes.

Em 1974, a Filarmónica festejou o seu cinquentenário. Nesse ano, começou a construir a nova sede, inaugurada em 1978. Em 2004 foi inaugurada a reconstrução e ampliação. Esta Associação Cultural, desenvolve paralelamente outras atividades culturais como: Escola de Música, Banda Juvenil e Ensembles, grupos estes fundamentais para a formação e continuidade da Banda Filarmónica.

Banda Filarmónica Ilhense

Banda Filarmónica Ilhense

Participou em procissões, arruadas, concertos, cerimónias. Associada ao INATEL, à Federação Portuguesa de Bandas Filarmónicas, à Delegação Regional da Cultura do Centro a Banda Filarmónica Ilhense participa em projetos musicais a convite das instituições acima referidas, realiza serviços religiosos, concertos na sua terra mas também por todo o país, no Arquipélago dos Açores e no Luxemburgo no dia de Camões de das Comunidades. Participa em encontros de bandas, dinamiza a Escola de Música e a Banda Juvenil, que tem participado com a Biblioteca Municipal de Pombal em atividades de promoção do livro e da leitura para crianças.

A banda conheceu na sua história maestros como Manuel Francisco Ascenso (maestro fundador), António Carreira, António Oleiro, Carlos Pinto e Miguel Alves, que contribuiriam com a sua mestria e saber. Esta associação de natureza cultural está inserida numa comunidade rural com muitas tradições onde a Banda Filarmónica Ilhense ocupa um papel importante a todos os níveis, no desenvolvimento cultural da comunidade, no complemento da formação dos jovens que integram a banda e até um pequeno contributo na micro economia que a rodeia. Contribui também para a divulgação das suas gentes, suas tradições e de todo o concelho com apresentações por todo o país e pelo estrangeiro.

Em 2024 celebra 100 anos.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

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Associação Filarmónica Artística Pombalense

Tendo como data da fundação o dia 16 de outubro de 1867, conforme consta da escritura de constituição que veio a ser lavrada no Cartório Notarial de Ansião, em 29 de novembro de 1985, a Associação Filarmónica Artística Pombalense é uma das mais antigas coletividades do Concelho de Pombal.

Por falta de registos históricos sobre a vida da Associação não é possível documentar a data da sua fundação, nem a indicação dos seus sócios fundadores, a forma como foi constituída e as motivações que lhe deram origem.

O livro “Pombal Oito Séculos de História” do historiador Dr. Joaquim Vitorino Videira Eusébio, cita que o jornal da época “O Leiriense” no seu número 113 de 1 de agosto de 1855, ao aludir às festas do Bodo diz: “… todos estes divertimentos foram acompanhados pela música de duas filarmónicas a de Maiorca e a de Pombal, distinguindo-se esta pelo a ceio e mesmo podemos dizer, luxo com que está vestida”.

Associação Filarmónica Artística Pombalense

Associação Filarmónica Artística Pombalense

Em 1856, o mesmo jornal no seu número 213, refere: “… a procissão da Nossa Senhora do Cardal era acompanhada pela Câmara Municipal, por algumas pessoas responsáveis pela Vila e pela Filarmónica Pombalense, a qual está dando honra à terra que viu nascer. Tocou primorosamente”. A Filarmónica tem existência anterior a 1867.

Mantêm a sua Escola de Música destinada ao ensino e aperfeiçoamento musical que representa hoje, como antigamente, a fonte municiadora da sua Filarmónica. Tem participado regularmente em festivais, concertos, encontros de bandas, festas populares, contribuindo para que se preservem ancestrais tradições das bandas/filarmónicas junto das massas populares. Atuou no estrangeiro (França).

A Associação Filarmónica Artística Pombalense foi distinguida pela Região de Turismo de Leiria – Rota do Sol, com a Medalha de Prata, atribuída às coletividades com mais de cem anos. Foi igualmente distinguida pela Câmara Municipal de Pombal com a Medalha de Prata da Cidade, pelos relevantes serviços prestados ao ensino, aperfeiçoamento e divulgação da música. Tem, desde 1999, o Estatuto de Utilidade Pública.

Filarmónica da Guia

A Filarmónica da Guia – Associação Artístico-Cultural foi fundada em 1980. O Comendador José Maria Duarte Júnior suportou a aquisição de todo o instrumental e todo o fardamento iniciais, desenhado pela sua esposa Dª Lucília. Em 2005, durante as celebrações das suas Bodas de Prata, a Associação conseguiu finalmente realizar um sonho antigo, ter sede própria.

Filarmónica da Guia

Filarmónica da Guia

A sede da Filarmónica foi um projecto concebido e concretizado com um grande objectivo, o de ser o principal pólo cultural da região e um dos principais ao nível do Concelho. Além disso, a Associação possui autocarro próprio para todas as suas deslocações pelo país.

A sua atividade tem sido pautada por atuações em diversos eventos religiosos, festas civis e populares nas diversas freguesias do seu concelho (Pombal) e dos concelhos vizinhos (Leiria e Figueira da Foz). Tem participado também em encontros de bandas, festivais e receções a entidades civis, militares e religiosas. Além disso, tem estado regularmente presente nas festas do Bodo, em Pombal e na Fago – Feira de Atividades Económicas da Guia.

Ao longo destes anos foram passando vários maestros, desde o fundador Joaquim da Silva Carreira, seguindo-se o Augusto César Oliveira e Luís Claudino Vieira. Atualmente, conta com um ativo de 40 executantes, sendo a sua maioria alicerçada no trabalho desenvolvido pela sua Escola de Música, impulsionada em 2006, pelo atual maestro da Filarmónica: Gualdino Branco. Em pleno funcionamento, esta Escola de Música tem fomentado o crescimento do jovem músico, fornecendo ensinamentos teóricos e práticos necessários para a saudável prática musical.

A Escola de Música da Filarmónica da Guia organiza anualmente, desde a sua abertura, um Curso Intensivo de Aperfeiçoamento Musical dirigido a alunos e filarmónicos de todos os níveis. O enriquecimento musical e o convívio promovidos têm sido bem sucedidos, ano após ano, como pôde ser comprovado com a grande afluência de músicos de outras filarmónicas, não só do nosso concelho como dos concelhos de Tomar, Leiria e de Viseu.

Sociedade Filarmónica Louriçalense

A Sociedade Filarmónica Louriçalense foi fundada em 1825, na freguesia do Louriçal, concelho de Pombal. Surgiu após as Invasões Francesas ocorridas entre 1807 e 1810 sob os efeitos e consequências características das batalhas napoleónicas. Os registos relatam inúmeros atos de vandalismo e assassinatos provocados pelas tropas invasoras na freguesia do Louriçal, pelo que podemos afirmar que a criação da filarmónica foi um aspeto positivo desse marco histórico. Assim, a sua estreia, segundo dizem as gentes, a tradição e os registos existentes, ocorreu pelas festas religiosas realizadas a 25 de Dezembro de 1825 no lugar de Foitos, Freguesia de Louriçal.

Sociedade Filarmónica Louriçalense

Sociedade Filarmónica Louriçalense

Indissociavelmente ligada à Vila e às gentes da região, por motivos históricos e culturais, e apesar da sua longa existência, só em 1981 se constituiu juridicamente em Sociedade Filarmónica Louriçalense, por escritura pública lavrada no cartório notarial de Pombal, no dia 29 de maio desse ano.

A Sociedade Filarmónica Louriçalense participa em projetos musicais a convite, realiza serviços religiosos, concertos na sua terra mas também por todo o país e no estrangeiro, mantém com grande dinamismo um corpo docente competente e qualificado que lhe permite a manutenção de uma Escola de Música com cerca de 30 alunos onde leciona Teoria Musical, diversos instrumentos de Sopro e Percussão, Classes de Conjunto, Coro Juvenil e Orquestra Juvenil, além de outros instrumentos musicais não tradicionais das bandas Filarmónicas, tais como Teclado (Piano).

A SFL é constituída por 35 músicos no seu efetivo e conta com a direção artística do Maestro Cláudio Leitão com percurso musical nesta casa, bem como entre estudos musicais e experiências em outras instituições reconhecidas.

Sociedade Filarmónica Vermoilense

A Sociedade Filarmónica Vermoilense foi  fundada em 19 de novembro de 1893.

Sociedade Filarmónica Vermoilense

Sociedade Filarmónica Vermoilense

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/pombal-fap.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-30 18:28:022024-10-30 07:25:27Pombal e as suas filarmónicas
Banda Recreativa Portomosense
Músicas no Concelho

Porto de Mós e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Porto de Mós

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Recreativa Portomosense

Fundada em 1808, a Banda Recreativa Portomosense é uma das bandas mais antigas do país e a instituição cultural mais velha de Porto de Mós, contando com mais de dois séculos.

Banda Recreativa Portomosense

Banda Recreativa Portomosense

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

Contacte-nos:

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/porto-de-mos-banda-recreativa-portomosense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-29 23:04:502024-11-12 01:08:38Porto de Mós e as suas filarmónicas
Banda Filarmónica "A Serrana"
Músicas no Concelho

Peniche e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Peniche

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica União 1º de Dezembro de 1902

Sediada no lugar e freguesia de Atouguia da Baleia, concelho de Peniche, a Sociedade Filarmónica União 1º de Dezembro de 1902 é uma associação de natureza, educativa, cultural e filarmónica constituída a 18 de janeiro de 1950. Foi criada por um grupo de homens da  terra que quiseram dar início à atividade musical.

Sociedade Filarmónica União 1º de Dezembro de 1902

Sociedade Filarmónica União 1º de Dezembro de 1902

Banda Filarmónica “A Serrana”

A Banda Filarmónica “A Serrana”, assim designada por fazer parte da Associação com esse nome, foi fundada em 1909, então com o nome de “Sociedade Filarmónica de Serra D’El-Rei” fez a sua primeira atuação no Domingo de Páscoa do ano de 1910.

No final da década de 60, o Grupo Desportivo da Serra e a Sociedade Filarmónica de Serra D’EL-Rei uniram-se dando origem à “Serrana”. Da sua diversificada atividade, salientam-se as participações em festas populares e religiosas, festivais, encontros de bandas e concertos para as populações, tanto na região como em vários pontos do País. Em 1991 representou o Distrito de Leiria no 1º Encontro Nacional de Bandas Filarmónicas, promovido pela C . M. de Lisboa. Sempre preocupada com o futuro, tem em funcionamento a sua Escola de Música, dando formação a todos aqueles que nela queiram ingressar, desde os 6 aos 96 anos.

Banda Filarmónica "A Serrana"

Banda Filarmónica “A Serrana”

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/peniche-banda-filarmonica-a-serrana.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-29 22:41:592024-11-10 12:03:02Peniche e as suas filarmónicas
Nome Novo, Sinfonia nº. 6 de Jorge Salgueiro
Músicas no Concelho

Palmela e a sua música

Música em Palmela

Musorbis, o portal que põe os concelhos no mapa da música

Acessível ao público enquanto sítio autónomo desde 2020, o Musorbis é o mapa da música em Portugal. O projeto é incrementado sempre que um Município contrata serviços Meloteca, designadamente a Reciclanda, música e reutilização para um mundo melhor.

Conheça o melhor da cultura musical do Concelho:

auditórios

coretos

festivais

filarmónicas

folclore

museus

músicos

oficinas

Palmela, música para o desenvolvimento

O Nome Novo

É Palmela o Nome Novo.
Podia ser Mar,
Pinhal ou Anjo;
Fraternidade, Liberdade, Chuva, Sol ou Beijo.
Nos seus dedos nasceu a música.
Do pó das terras jorrou o vinho.
As serras pariram ovelhas,
o céu um castelo
e o pintor as maçãs.
Máquinas de ferro voam do Pinhal ao firmamento.
Nascem naves novas nas nascentes digitais do Anjo.
Vamos partir
Rumo ao futuro
A nave é
Palmela.

Nome Novo, Sinfonia nº. 6 de Jorge Salgueiro

Nome Novo, Sinfonia nº. 6 de Jorge Salgueiro

Em Palmela, a cultura, e em particular a música, é parte significativa da estratégia do município para o desenvolvimento sustentável do território.

O Município entende a música como lugar de encontro, fator de diferenciação e de afirmação das identidades culturais vigentes. É pela diversidade de expressões musicais e pela dimensão que o ensino e a prática da música têm neste território, que se afina, mas é também na música que encontra a substância que lhe permite criar percursos, gerar relações e caminhar.

Os recursos culturais, como a música, são elementos distintivos numa cidade: qualificam-na, geram emprego, reforçam a cidadania e a coesão social, (re)afirmam as identidades coletivas.

A criatividade, internacionalmente reconhecida como alavanca essencial para o desenvolvimento urbano sustentável, a par com a inovação e com o conhecimento, é um fator de desenvolvimento sustentável no território, que está presente na estratégia de desenvolvimento do município ao longo das últimas décadas. A música tem no território de Palmela um fantástico ecossistema, que tem gerado gerações de músicos. É um concelho com 62.000 habitantes e com 4 filarmónicas centenárias, o que atesta a vocação musical da nossa população, que não se fica pela filarmonia. São muitos os agrupamentos musicais e associações que fazem da música o seu dia-a-dia, do folclore ao jazz, da música popular à mais erudita.

As escolas de música mais informais, acompanham o notável trabalho desenvolvido pelas escolas das filarmónicas que culminam no conservatório regional, onde as aprendizagens se apuram sob a direção de especialistas dos vários instrumentos.

Em Palmela, o ensino da música é de tal forma transversal, que não se fica pelos tradicionais solfejos do ensino clássico e dá lugar às aprendizagens compassadas dos ritmos das percussões tradicionais, ou dos sons seculares das gaitas de fole. A música é razão e pretexto para encontros e festivais, complementa, ilustra e anima romarias e festas populares e cria momentos únicos quando se liga com os vinhos que também caracterizam esta terra.

Palmela é território onde habita o único Museu da Música Mecânica do país.

A cultura viva de Palmela é o seu ponto de equilíbrio. O seu trabalho é criar oportunidades para revelar, desenvolver e potenciar os talentos existentes. É este o desafio que persegue: potenciar a criatividade local, desenvolvendo o ambiente propício à transformação dessa criatividade em produtos culturais.

Fonte: C.M. Palmela

Reciclanda

Reciclanda, livros, instalações, formações e oficinas

A Reciclanda tem vindo a criar conteúdos de apoio a Educação para a Cidadania, Educação Ambiental e animação dos recreios. Promove a criação de objetos sonoros, brinquedos, jogos e instrumentos a partir de objetos em fim de ciclo. Desenvolve projetos que destacam a inclusão e a literacia, contribuindo para o sucesso escolar. O livro “Brincar Azul”, editado em 2026, contém 700 ideias de jogos divertidos e sustentáveis. Já a “Semana Azul” é um conceito de instalação promotora do brincar sustentável que envolve escolas de concelhos.

Contacte-nos:

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/palmela-nome-novo-sinfonia-jorge-salgueiro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-29 17:12:382026-03-27 15:34:45Palmela e a sua música
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